A Netflix lançou ‘O Crush Perfeito‘, versão brasileira do reality ‘Dating Around‘, e a produção chamou atenção dos internautas, que estão amando a série.
Fui inventar de assistir “ O crush perfeito “ que é o Dating around brasileiro né e não consigo parar de pensar o porquê deles vestirem a mesma roupa em todos os encontros. To muito agoniada #crushperfeito#Netflix
Cada um tem o seu segredo na hora da paquera. Nesse novo reality brasileiro, seis pessoas vão mostrar pra todo mundo como elas agem durante um encontro às cegas. Entre tantos encontros, beijos e declarações, alguns vão ficar sozinhos, outros não.
O Disney+ divulgou o primeiro trailer legendado de ‘The Bad Batch‘, nova série animada baseada no popular universo de ‘Star Wars‘.
Confira:
A série irá estrear oficialmente no dia 4 de maio.
Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os episódios são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.
‘Star Wars: The Bad Batch’ gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.
Dee Bradley Baker e Ming-Na Wen fazem parte do elenco.
A HBO Max divulgou o trailer dos últimos três episódios da primeira temporada do reboot ‘Gossip Girl‘, que serão lançados simultaneamente no dia 2 de dezembro.
Confira:
A série foi criada por Joshua Safran, Stephanie Savage e Josh Schwartz.
Gossip Girl retorna como a principal fonte na vida escandalosa da elite de Nova Iorque. Uma nova geração de Upper East Siders é o alvo da blogueira, expondo seus escândalos, angústias e fofocas na nova era da mídia social.
O elenco conta com Whitney Peak, Savannah Smith, Eli Brown, Johnathan Fernandez, Emily Alyn Lind, Jason Gotay, Thomas Doherty, Tavi Gevinson, Adam Chanler-Berat e Zion Moreno.
Kristen Bell (‘The Good Place’) volta a narrar a icônica voz da garota do blog na nova versão.
Eve Vernet foi a maior criadora de rosas. Hoje, está à beira da falência, prestes a ser comprada por um poderoso concorrente. Véra, sua fiel secretária, acha que encontrou uma solução ao contratar três presidiários que tentam se reinserir na sociedade, mas que não tem nenhum conhecimento de jardinagem. Enquanto quase tudo os separa, eles embarcam juntos em uma aventura singular para salvar a pequena fazenda.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Pierre Pinaud também assina o roteiro ao lado de Fadette Drouard;
De acordo com o Variety, o diretor Renny Harlin (‘Duro de Matar 2’) vai comandar o terror ‘Deep Water‘, novo filme de tubarão assassino.
O cineasta já é conhecido no gênero, tendo dirigido o divertido ‘Do Fundo do Mar‘, além de ‘A Hora do Pesadelo 4: O Mestre dos Sonhos‘, ‘Caçadores de Mentes‘, ‘O Exorcista: O Início‘, ‘O Pacto‘, ‘O Mistério da Passagem da Morte‘ e o vindouro reboot de ‘Os Estranhos‘.
Na trama do novo filme…
“Quando um avião é forçado a fazer um pouso de emergência em águas infestadas de tubarões, os passageiros apavorados serão forçados a trabalharem juntos e superarem suas diferenças se quiserem escapar do avião que está afundando e do frenesi de tubarões atraídos para os destroços.”
Este filme marcará o primeiro projeto da produtora Simmons/Hamilton Prods, fundada por Gene Simmons e Gary Hamilton.
“Já comandei grandes sucessos envolvendo aviões e tubarões,” declarou o cineasta. “Combinar esses dois elementos de suspense é como um sonho se tornando realidade. Mal posso esperar para levar o público nessa viagem aterrorizante. Gene e Gary são grandes amigos e estou ansioso para trabalhar ao lado deles.”
Apesar de estar há dois anos sem novas atualizações, a sequência de ‘Jogador Nº 1‘ ainda pode acontecer.
Em entrevista ao Showbiz 411, o diretor Steven Spielberg (‘Jurassic Park’) confirmou que o novo filme ainda está em desenvolvimento, e que está tentando descobrir qual será narrativa da continuação.
“Nós estamos na frase de descobrir como será a sequência. Estamos tentando entender qual direção seguiremos no próximo filme.”
Infelizmente, o cineasta deve retornar apenas como produtor do novo filme.
Anteriormente, o ator Tye Sheridan havia comentado sobre a possível sequência: “Recentemente, várias pessoas me perguntaram sobre ‘Jogador Nº 1’. Você sabe, ‘será que vai ter uma sequência?’. Eu acho que todos estão bem cientes de que [o autor] Ernie Cline vai lançar o segundo livro. Mas as pessoas continuam perguntando para mim e eu adoraria responder a todos, mas não sei qual é o plano. Estou de dedos cruzados, é claro, acho que é ótimo e eu adorei trabalhar no filme, então espero que possamos fazer outro”.
Além de Sheridan, o elenco foi formado por Olivia Cooke, Ben Mendelsohn, Lena Waithe, T.J. Miller, Simon Pegg e Mark Rylance.
“O ano é 2044 e o mundo real está numa terrível situação. Como a maioria das pessoas, Wade Watts escapa de sua desanimadora realidade passando horas e horas conectado ao OASIS – uma utopia virtual que permite a seus usuários ser o que eles quiserem, um lugar onde você pode viver e se apaixonar em qualquer um de seus milhares de planetas. E, como a maioria da humanidade, Wade sonha em encontrar o grande prêmio que está escondido nesse mundo virtual. Em algum lugar desse playground gigante, o criador do OASIS escondeu uma série de enigmas que premiará com uma enorme fortuna – e um poder muito grande – aquele que conseguir desvendá-los.”
Sucesso de crítica e bilheteria, ‘Jogador Nº 1‘ arrecadou mais de US$ 582 milhões mundialmente.
Em INEXPLICÁVEL, após conquistar um título de campeão no futsal, o jovem enfrentou graves problemas de saúde e chegou a ser dado como morto. Milagrosamente, ele se recuperou, deixando os médicos sem explicação.
Entrevistas:
Curiosidades:
» Baseado em uma história real, e inspirado no livro O Menino que Queria Jogar Futebol: Uma História de Fé e Superação, de Phelipe Caldas, o filme retrata a vida do jogador mirim paraibano Gabriel Varandas;
» Além de dirigir, Fabrício Bittar também assina o roteiro ao lado de Andrea Yagui;
Com 87% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.
Atualmente, este é o segundo maior filme de super-heróis do ano, atrás apenas de ‘Superman’ (US$611.7M).
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 265.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 240.5 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 506.3 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$29.4M), México (US$27.4M), França (US$15.3M), Brasil (US$13.5M) e Austrália (US$11M).
Vale lembrar que o longa abriu com US$ 118 milhões no território norte-americano – o que representa a quarta maior estreia doméstica do ano, atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft‘ (US$162M), ‘Lilo & Stitch‘ (US$146M) e ‘Superman‘ (US$125M).
A produção ainda recebeu uma nota A- do público no CinemaScore. Apesar de ter mantido a mesma média de ‘Superman‘ e ‘Thunderbolts*‘, a aprovação do filme ficou acima de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (B-).
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
Após o fracasso comercial de ‘Extermínio: O Templo dos Ossos‘, a possibilidade do cancelamento da última parte da planejada trilogia deixou os fãs preocupados.
No entanto, em entrevista ao JoBlo, o diretor Danny Boyle confirmou que o longa ainda está em desenvolvimento ativo.
Ele ainda declarou que as filmagens do novo filme devem começar no início de 2027.
“Nós perdemos o timing [para gravar o terceiro filme]. [As filmagens] acontecem em uma área britânica em que você só pode gravar em certas épocas do ano. E nós perdemos esse período – nós literalmente perdemos a data. Então, espero que no próximo possamos começar as gravações. Há muito entusiasmo [pelo terceiro filme da trilogia], e o Alex [Garland] escreveu um roteiro incrível.”
Vale lembrar que ‘O Templo dos Ossos‘ arrecadou apenas US$ 57.6 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 63 milhões.
O Dr. Kelson se vê envolvido em um novo e chocante relacionamento com consequências que podem mudar o mundo como ele o conhece. Enquanto isso, o líder de uma seita Jimmy Crystal instiga medo e violência por onde passa.
O canal Spike liberou novos vídeos com os bastidores e mais um resumão do que rolou no quinto episódio da série ‘O Nevoeiro‘.
Assista:
A primeira temporada terá 10 episódios, e estreia dia 22 de junho.
A atração também contará com o envolvimento de Frank Darabont, diretor do longa. Alguns anos depois de dirigir o filme, Darabont se aventurou com o gênero na TV, criando o fenômeno ‘The Walking Dead’.
Segundo o TV Guide, a série terá um final inédito, similar ao criado por Frank Darabont no filme de 2007.
“Eu amo aquele final sombrio do filme dirigido por Frank Darabont. Achei genial. É baseado no livro de Stephen King, mas ele mesmo preferiu o final criado por Darabont. Nós faremos a nossa própria versão de um final bastante original e surpreendente”, revelou.
No livro, o final fica em aberto e os leitores ficaram com esperança em relação ao futuro dos personagens. A versão do filme no entanto, é muito mais escura.
David Boyd, que comandou alguns episódios da segunda e terceira temporada de ‘The Walking Dead‘, funcionará como produtor executivo da série.
Adam Bernstein, vencedor do Emmy Awards por um episódio de ‘30 Rock‘, dirige o piloto. Ele tem no currículo episódios das séries ‘Fargo‘, ‘Better Call Saul‘, ‘Nurse Jackie‘ e ‘Bloodline‘.
‘O Nevoeiro‘ adapta um conto de Stephen King, presente no livro ‘Tripulação de Esqueletos’. Na trama, um grupo de pessoas fica preso dentro de um supermercado quando a cidade é coberta por um nevoeiro denso, no qual habitam várias criaturas monstruosas.
O filme trouxe em seu elenco: Thomas Jane (‘O Justiceiro’), Laurie Holden (‘Terror em Silent Hill’), Andre Braugher (‘Poseidon’) e Marcia Gay Harden (‘Pollock’).
Elogiado pela crítica por sua trama sombria, o longa faturou apenas US$ 57,2 milhões nas bilheterias mundiais, sendo que seu orçamento foi de US$ 18 milhões.
Christian Torpe (‘Rita’) trabalha no roteiro, com o aval de Stephen King.
A nova minissérie estrelada por Cate Blanchett, ‘Mrs. America‘, vai abordar a igualdade de gênero como tema central e ainda vai contar com uma dupla de diretores bem familiar quanto ao assunto.
Segundo a HN Entertainment, Anna Boden e Ryan Fleck, a dupla responsável pela direção de ‘Capitã Marvel‘, vai dirigir alguns episódios da nova produção do canal FX.
A série terá nove episódios que relatarão o movimento para ratificar a emenda de Direitos Iguais.
A minissérie é de autoria do vencedor do Emmy Award, Dahvi Waller (‘Mad Men‘ e ‘Desperate Housewives‘), que será o showrunner e o produtor-executivo do projeto, ao lado de Blanchett,Stacey Sher e Coco Francini.
Confira a sinopse oficial:
“‘Mrs. America‘ conta a história verdadeira do movimento para a ratificação da Emenda dos Direitos Iguais e a revolta sofrida por parte de uma mulher conservadora, chamada Phyllis Schlafly (Blanchett). Pelos olhos das mulheres daquela era – tanto Schlafly, bem como as feministas da segunda onda, Gloria Steinem, Betty Friedan, Shirley Chisholm, Bella Abzug e Jill Ruckelshaus -, a série explora um dos mais duros campos de batalha na cultura de guerras dos anos 70, que ajudaram a originar a Majoritária Moral e que mudaram, para sempre, a paisagem da nossa política”.
O clássico “rouba mas faz” tem sido parte da narrativa brasileira muitas vezes de forma até mesmo inerente. Incrustado na nossa realidade, somos um povo que cresceu em meio à desigualdades sociais manipuladas por sucessões de políticos corruptos, que roubaram o direito à educação, nos tiraram o direito de um sustento digno e nos submeteram a uma saúde pública que mais mata do que cura. E esse impregnado modus operandi parece ter sido exportado para a América do Norte, conforme expressa bem a nova cinebiografia original da HBO, Má Educação. Aqui, o maior escândalo envolvendo o ensino básico público dos Estados Unidos é trazido às telas, pelos talentos de Hugh Jackman e Allison Janney.
Dirigido pelo novato Cory Finley, que faz de Má Educação o segundo filme de sua carreira, o longa explora com presteza como muitas vezes uma boa impressão é capaz de calar a necessidade de questionamento de uma comunidade inteira. Apresentando um esquema corrupto que alcançou o desvio de US$ 11 milhões em uma unidade de ensino localizada em Long Island, a cinebiografia vai além de trazer os fatos à tona pura e simplesmente. Absorvendo a psique dos protagonistas dos crimes, o roteiro assinado pelo também pouco experiente Mike Makowsky vai a fundo – com muita naturalidade – no comportamento sociopata dos criminosos do colarinho branco.
Trazendo o carisma cativante e envolvente de Dr. Frank A. Tassone a partir da excepcional atuação do astro Hugh Jackman, a produção dissolve o sorriso congelado de sua persona em uma transformação meteórica de sua personalidade. Apresentando o gestor escolar como uma genuíno ensaio sobre o que é a sociopatia, Má Educação é quase didático graças à caracterização de seus personagens, que se apropriam da nossa famosa definição de “rouba mas faz” e usam esse próprio e ridículo argumento para justificar uma ordem operacional que, diante de seus olhos, “funciona” – uma vez que, mesmo em meio a desvios de verba, a escola ainda consegue se destacar entre as melhores, sendo aquela cujos alunos conseguem vaga nas universidades mais prestigiadas como Harvard e Yale.
Essa bela caracterização faz com que Jackman passe de cordeiro inocente a um lobo voraz manipulador em questão de segundos, e que conduz seus discursos de forma diabólica e se apropria da constante sensação de medo para se perpetuar no poder e, obviamente, no desvio de dinheiro público. E a aqui, Janney é a coadjuvante que completa essa epifania catastrófica, com uma atuação quase caricata e que lembra com facilidade o jeitão um tanto intimidador e desconfiado que já vimos no passado em figuras em cargos de alto escalão. E dentro desse contexto, onde pequenos desvios se transformam em uma enorme bola de neve, pais evitam questionar as decisões tomadas pela escola, enquanto uma jovem estudante decide transformar sua matéria jornalística “puxa saco” sobre uma obra escolar em uma investigação criminal que acabou rendendo em busca e apreensão, fim da carreira dos envolvidos e, claro, prisão.
E Má Educaçãoconsegue ser pontual em tudo aquilo que constrói diante das telas. Com um roteiro bem alinhado e simbólico, a trama caminha com agilidade e prontidão, sabe usar as figuras de linguagem e de estilo para contar essa história verídica de forma que ela seja envolvente e cativante, à medida que o diretor se mantém firme no fator documental, certo de que – ao final do dia – o mais importante é o confronto que a produção precisa gerar sobre a audiência. Salientando a importância da população não perder seu instinto investigador independente da sua comunidade caminhar relativamente “bem” sócio e economicamente, o longa é um gatilho reflexivo sobre como a sociedade precisa estar ativa quando se diz respeito ao trato da coisa pública.
Má Educação acaba também sendo uma aula culta e artística sobre a corrupção, suas entranhas e perigos, nos levando – enquanto audiência brasileira quase acostumada a crimes dessa natureza – a refletir sobre como estamos combatendo essa sucessão de desastres aos quais somos constantemente submetidos. E faz isso tudo sem perder a qualidade fílmica que um bom drama precisa ter para ser tornar memorável.
O aclamado cineasta Florian Zeller, responsável pelo drama indicado ao Oscar, intitulado ‘Meu Pai‘, já possui um novo projeto em desenvolvimento.
O diretor vai adaptar outra elogiada peça de sua própria autoria, intitulada ‘The Son‘. A produção será estrelada pelos astros Hugh Jackman e Laura Dern.
A trama acompanha Peter, que vê sua agitada vida ao lado de sua nova parceira, Emma, e do seu bebê, ser transformada com o retorno de sua ex-esposa, Kate. Ela aparece com o filho adolescente do casal, Nicholas, um jovem problemático, de difícil diálogo, agressivo e distante – que acaba de abandonar os estudos. Peter fará de tudo para ajudar o garoto, mas o peso de sua condição colocará toda a família em um delicado e perigoso caminho.
O segundo film da carreira de Zeller – que é dramaturgo – será produzido pelos vencedores do Oscar, Iain Canning e Emile Sherman, além de Joanna Laurie da See-Saw Films. Film4 está co-produzindo o projeto.
Além de dirigir, Zeller co-assina o roteiro ao lado de Christopher Hampton.
Florian Zeller conquistou o reconhecimento mundial por seu impecável trabalho à frente do roteiro e da direção do seu primeiro filme, ‘Meu Pai‘, que acompanha a complexa e delicada jornada de um idoso na fase madura.
O longa é estrelado por Anthony Hopkins e Olivia Colman, que receberam indicações ao Oscar por suas excepcionais performances.
No total, ‘Meu Pai‘ conquistou seis indicações à cobiçada estatueta, incluindo a de Melhor Filme e Melhor Roteiro Adaptado.
A elegância e delicadeza do chá da tarde, sempre acompanhado por deliciosos biscoitos amanteigados servidos em bandejas de prata ornamentadas e visivelmente reluzentes formam um contraste com a sujeira de uma terra pouco produtiva, mas que guarda um segredo subterrâneo. Enquanto a vida segue em sua mais perfeita normalidade aristocrata aonde a luz do sol bate, o que há embaixo da terra é muito mais assustador e significativamente menos aristocrático. Um pequeno império de cultivo e tráfico de maconha opera sob luzes fluorescentes, sustentando quietamente o estilo de vida suntuoso dessa família Real, que passeia por seus amplos cômodos com trajes de alfaiataria, feitos sob medida.
Guy Ritchie uma vez mais resgata todo o vigor de seu popular filme Magnatas do Crime para o formato seriado, tornando a aventura uma vez liderada por Matthew McConaughey em uma nova jornada a longo prazo. Dessa vez, Theo James é o caçula honesto da família Horniman, que decide dedicar seus dias como oficial do exército. Mas a morte de seu pai o leva de volta para casa, onde inesperadamente ele será nomeado como o duque, o grande responsável pela herança deixada pelo patriarca. A responsibilidade, que por si só já traria suas agruras, é encorpada com a descoberta de um império de tráfico de drogas operando subterraneamente nos terrenos de seu pequeno palácio. E obstinado a encerrar a parceria, ele sujará suas mãos para garantir que o seu sobrenome permaneça limpo. Mas obviamente isso não será nada fácil.
Optando por não se levar tão a sério, a fim de tornar sua produção uma espécie de sessão de descarrego de pura adrenalina, Ritchie faz de sua versão televisiva de Magnatas do Crimeum experimento cultural divertido, onde ação, comédia e personagens carismáticos formam uma combinação explosiva e leve para a audiência. Puramente entretenimento – como toda boa série deveria ser -, o cineasta não está interessado em se submeter à cartilhas ideólogicas, não está nada disposto a dar lição de moral a ninguém e se preocupa unicamente em produzir um conteúdo que resulte em boas risadas e um ótimo alívio para um dia estressante.
Com Theo James sendo a combinação ideal para o papel protagonista, transitando entre a postura aristocrática de um duque e a seriedade de um homem com perfil de negócios, Magnatas do Crime se esforça para entregar protagonistas envolventes o suficiente. Brinca com os estereótipos, não se furta do direito de entregar um alívio cômico, mas sabe expandir seus coadjuvantes de maneira que todos engrossem o caldo principal da trama – que gira em torno desse belo homem inglês. Trazendo uma Kaya Scodelario lindamente apresentada em trajes finos e terninhos alinhados e elegantes, a produção sabe trabalhar com os elementos a que se propõe e não se preocupa em inovar em cima de algo previamente lançado nos cinemas, sabendo que sua história é boa o bastante para ser adaptada a um novo formato.
Assumindo a direção do primeiro episódio, bem como a criação e a produção executiva do projeto, Ritchie coloca seu estilo em ação, trabalha bem os ângulos de maneira que eles conduzam o humor das cenas em questão e deixa suas digitais ao longo de todos os episódios. Pouco original em seu roteiro, mas nem por isso menos divertida, a série é marcada por momentos sangretos, uma trilha sonora clássica que contrasta com o negrume e a podridão de seus protagonistas e resulta em oito episódios que fluem naturalmente.
Com um elenco excelente que ainda conta com Giancarlo Esposito, Daniel Ings e Vinnie Jones, a original Netflix pode até ser previsível em suas reviravoltas, mas acerta poderosamente com seus atores, que encaram papéis autênticos, envolventes e interessantes. E com uma estética que emana a elegância britânica, desde seus figurinos belíssimos ao design de produção que remete à arquitetura clássica da Família Real, Magnatas do Crime é um ótimo acerto da gigante do streaming. Nos mantendo instigados e curiosos até o último capítulo, a produção pode não ser o ápice da originalidade de Guy Ritchie, pode até provar que o cineasta continua navegando em águas seguras, mas ainda assim é um entretenimento que vale uma segunda temporada.
Após conquistar o prestigiado prêmio Camera d’Or em Cannes, Armand e os Limites das Famílias, dirigido por Halfdan Ullmann Tøndel e estrelado por Renate Reinsve, vencedora da Palma de Ouro em 2021, se posiciona como um forte candidato ao Oscar 2025 na categoria de Melhor Filme Internacional. Em entrevista exclusiva ao CinePOP, Tøndel e Reinsve discutem os bastidores do filme, suas inspirações e as expectativas em torno da obra.
Anunciado na shortlist do Oscar no último dia 17 de dezembro, Armandtambém carrega a rica herança cinematográfica de Tøndel, neto de dois ícones do cinema, Ingmar Bergman e Liv Ullmann. A atuação de Reinsve, já aclamada em A Pior Pessoa do Mundo, é outro destaque, consolidando-a como uma das grandes estrelas internacionais do momento, com quatro filmes e uma série lançados em 2024.
Halfdan Ullmann Tøndel e Renate Reinsve em entrevista ao CinePOP (Foto: reprodução video)
Conexão Artística: Renate Reinsve e HalfdanTøndel
A parceria criativa entre Tøndel e Reinsve começou em 2016, durante a produção de um curta experimental. Embora o projeto nunca tenha sido lançado, a experiência foi transformadora para ambos. “Depois de filmar, ficamos tão emocionados que começamos a chorar. Decidimos naquele momento que faríamos algo juntos”, relembra Renate. Essa sintonia resultou em Armand e na complexa construção de Elizabeth, personagem interpretada por Renate.
Combinando narrativa provocativa e performances intensas, Armandé uma reflexão sobre moralidade, julgamento e os limites do comportamento humano. Para o roteiro do seu primeiro longa, Tøndel se inspirou em um evento real e suas indagações sobre a responsabilidade parental. De acordo com o diretor: “Uma criança fez um comentário inapropriado, e as reações foram extremamente polarizadas. Isso me fez pensar em como projetamos nossas próprias inseguranças nos outros.”
Elizabeth: Uma Protagonista Fascinante
Elizabeth é o núcleo emocional de Armand. Sob intensa pressão, a personagem projeta suas ansiedades nos outros, levando a comportamentos extremos. Para Reinsve, interpretá-la foi um desafio enriquecedor: “Todos nós temos momentos em que as piores partes de nós emergem. Elizabeth é a personificação disso.”
Renate Reinsve como Elizabeth no filme Armand (Foto: reprodução)
Entre os momentos mais marcantes está uma cena de riso descontrolado, que demandou uma preparação emocional única. “Eu disse ao Halfdan: ‘Não vou conseguir fazer isso.’ Mas ele me apoiou, e precisei me colocar em um estado quase de perda de controle”, contou a atriz.
Outra cena emblemática envolve uma dança visceral, onde Elizabeth tenta escapar das pressões sociais e internas. Renate Reinsve descreveu a sequência como “uma colisão entre vulnerabilidade e violência emocional”. Para a atriz, esse tipo de exploração artística é o que torna Armand único e desafiador.
Escolhas Narrativas e Referências Cinematográficas
Tøndel desenhou Elizabeth com base na habilidade de Reinsve de transmitir emoções profundas. “Quanto mais escrevia, mais complexa ela se tornava. Sabia que Renate era a única que poderia dar vida a essa personagem”, afirmou o diretor.
Uma das escolhas mais ousadas foi omitir crianças da tela, embora sejam centrais à trama. “Queria que elas existissem na imaginação do público, moldadas pelas ações dos adultos. Isso reforça os temas de projeção e julgamento”, explicou Tøndel, admitindo também que “trabalhar com crianças é bastante chato.”
Cena de ‘Festa de Família’, de Thomas Vinterberg, uma das inspirações de ‘Armand’ (Foto: Reprodução)
O tom sombrio do filme é inspirado por obras como Festa de Família(1998), de Thomas Vinterberg, e O Anjo Exterminador(1963), de Luis Buñuel. “Buñuel é uma referência constante para mim. Ele cria sátiras sérias, onde ninguém está atuando como se fosse uma sátira, e isso é brilhante”, conta Tøndel em entrevista ao CinePOP.
Outras influências incluem A Caça, também de Vinterberg, embora com uma abordagem diferente. “Em A Caça, sabemos que o protagonista é inocente. Em Armand, a culpa nunca é clara. Essa ambiguidade é central para a narrativa.”, diferencia o cineasta de 34 anos.
As Raízes Criativas dos Artistas
As experiências pessoais de Tøndel e Reinsve desempenharam um papel importante na criação de Armand. Crescendo sob a influência do avô materno Ingmar Bergman, Tøndel absorveu lições sobre narrativa e expressividade. “Os filmes mudos, como Tempos Modernos(1936)de Chaplin, tiveram um grande impacto em mim. A cena da chuva em Armand é uma homenagem a essa era do cinema”, revelou.
Renate Reinsve em cena de ‘Armand’ (Foto: Reprodução)
Por outro lado, Renate Reinsve teve uma infância mais modesta em termos de acesso à arte. Crescendo em Solbergelva, no interior da Noruega, ela assistia repetidamente as mesmas fitas VHS e aos videoclipes da MTV. “Quando descobri o cinema, foi um choque transformador. Era como descobrir um novo mundo”, declarou a atriz.
As indagações de Armand
No núcleo de Armandestá uma reflexão sobre as falhas humanas e os julgamentos precipitados. “É um filme sobre como projetamos nossas próprias inseguranças e ansiedades nos outros”, explicou Tøndel. Reinsve, por sua vez, vê Armandcomo uma oportunidade de explorar os limites da humanidade. “O cinema tem o poder de revelar as partes mais sombrias de nós mesmos, e isso é ao mesmo tempo assustador e libertador.”, afirmou.
Presente em duas obras norte-americanas no Festival de Berlim 2024, Another End e Um Homem Diferente, além do filme norueguês Descanse em Paz, lançado no Festival de Sundance este ano, Renate Reinsve se consolida como uma das grandes atrizes de sua geração. Ela também participou da série da AppleTV+, Acima de Qualquer Suspeita, com Jake Gyllenhaal, e possui outros três títulos em pós-produção previstos para 2025.
Renate Reinsve estrelou 4 filmes e uma série em 2024 (Foto: reprodução)
O Caminho ao Oscar 2025
Depois de vencer a Caméra d’Or em Cannes 2024, Armand enfrenta grandes nomes na disputa por uma vaga no Oscar. Entre os concorrentes estão Emilia Perez, da França, dirigido por Jacque Audiard; Ainda Estou Aqui, do brasileiro Walter Salles; e A Semente do Fruto Sagrado, representante da Alemanha, do diretor iraniano Mohammad Rasoulof.
Embora tenha sido apresentado no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro, Armand e os Limites das Famílias ainda não tem previsão de estreia no Brasil. O filme norueguês estreia dia 14 de fevereiro de 2025, nos Estados Unidos, e 5 de março na França.
‘Logan‘ se tornou um fenômeno de críticas e bilheterias, arrecadando mais de US$ 616 milhões mundialmente. E, apesar da saída de Hugh Jackman, a Fox já tem planos de continuar a franquia.
E candidatos para substituir o insubstituível Hugh Jackman não faltam.
Recentemente, o ator Scott Eastwood revelou que gostaria de interpretar o Wolverine nos cinemas.
Agora, em uma nova entrevista ao Screen Rant, o ator mencionou que o personagem é seu favorito nos quadrinhos:
“Cara, eu adoro o Wolverine. Ele é um dos meus personagens favoritos dos quadrinhos. É um renegado muito intimidante. É imprevisível, não segue regras… É o tipo de personagem que gosto”
Então, ao ser perguntada se viveria o personagem nos cinemas ele soltou um: “Com certeza!”
Eastwood estrelou ‘Uma Longa Jornada‘, ‘Esquadrão Suicida‘ e ‘Velozes e Furiosos 8‘. Em Breve, será visto em ‘Círculo de Fogo: A Revolta‘.
Recentemente, Stacey Snider, a CEO da Fox, revelou que o estúdio pode encontrar um ator mais jovem para viver o personagem nos cinemas em um reboot.
“Tudo é possível. Logan nos surpreendeu de maneira muito positiva”, revelou.
Essa será a segunda vez que a atriz Bonnie Aarons vive a vilã ‘A Freira’ nos cinemas, sendo a primeira em ‘Invocação do Mal 2’, onde se tornou um ícone moderno do terror.
E o diretor Corin Hardy revelou que queria muito trabalhar com a atriz, e ainda comparou sua presença com outro grande nome do gênero.
“Quando fui contratado para fazer ‘A Freira’, liguei pra New Line e falei ‘Vamos ter a mesma atriz que interpreta a Freira, certo?’. Porque mesmo no curto tempo de tela que ela tem em ‘Invocação do Mal 2’, ela domina aquele papel do mesmo jeito que Robert Englund domina Freddy Krueger”
A revista EW divulgou novas imagens do aguardado terror ‘A Freira’, derivado de ‘Invocação do Mal 2’. Confira:
Parece que ‘A Freira’ será um daqueles filmes de terror cheio de histórias macabras dos bastidores, afinal, o longa foi filmado grande parte nos castelos, conventos e vilas rurais da Romênia.
Durante o painel da Warner Bros. na ScareDiego (evento voltado para filmes de terror dentro da San Diego Comic-Con) o diretor Corin Hardy contou que coisas estranhas acontecem por lá, como por exemplo, uma cena filmada totalmente no escuro de um castelo, ele entrou em uma sala e assistiu ao take em seu monitor, apenas para descobrir, quando gritou “corta!”, que sua equipe não estava mais lá com ele.
“Tivemos algumas experiências sobrenaturais no set, foi um pouco assustador”
O painel também contou com as atrizes Taissa Farmiga e Ingrid Bisu, que subiram ao palco para apresentar um vídeo ATERRORIZANTE.
Na primeira cena, vemos um homem sendo enterrado vivo e gritando por ajuda. Corta para uma freira se enforcando após ser assombrada pela Freira Valak. Vemos uma cobra saindo da boca de um garoto e muitas cruzes de ponta cabeça, com várias freiras assustadas. O vídeo se encerra assustadoramente.
Não foi revelado quando o vídeo será divulgado na internet.
Fique ligado no CinePOP para a cobertura completa da San Diego Comic-Con 2018.
“Quando uma jovem freira que vive enclausurada em um convento na Romênia comete suicídio, um padre com um passado assombrado e uma noviça prestes a fazer seus votos finais são enviados pelo Vaticano para investigar o caso. Juntos, eles desvendam o segredo profano da ordem. Arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas, eles confrontam a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”, à medida que o convento se torna um horripilante campo de batalha entre os vivos e os amaldiçoados.”
As Marvels chegou aos cinemas do mundo e caminha para ser um dos maiores fracassos de todo o Universo Cinematográfico Marvel, podendo até mesmo superar o discutível O Incrível Hulk (2008), que detém a pior bilheteria do MCU até hoje, tendo arrecadado apenas 264 milhões de dólares. Inicialmente, esse valor baixíssimo para um filme de filme de super-heróis parecia ser insuperável. Afinal, a Marvel havia chegado a um ponto de credibilidade que, para muitos, bastava colocar o selo da empresa em qualquer produção para que o filme virasse um ‘produto’ vendável. No entanto, os números de arrecadação do primeiro fim de semana de As Marvels deve ter ligado um alerta nos executivos. Isso porque, com aproximadamente 47 milhões de dólares arrecadados em seu primeiro final de semana nos EUA, o filme conseguiu fazer menos dinheiro na estreia que o filme do Hulk, que virou seu primeiro fim de semana, na época, com pouco mais de US$ 55 milhões.
15 anos depois, o ‘fantasma do fracasso’ de ‘O Incrível Hulk’ pode ser exorcizado com novo fracasso da Marvel nos cinemas
E a situação de As Marvels é realmente preocupante para o estúdio, porque o longa arrecadou, até segunda-feira (13), pouco mais de US$ 111 milhões mundialmente. Aproximadamente a metade do valor de custo do filme. Segundo projeções do Collider, o valor mínimo de bilheteria que As Marvels precisa fazer para não dar prejuízo é algo em torno de 440 milhões de dólares. Parece muito pouco provável, ainda mais agora com a estreia de Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, que promete dominar o interesse do público jovem/ adulto nas próximas semanas.
Mas o que está por trás desse fracasso retumbante da Marvel Studios?
Desde o primeiro filme, em um movimento assustador de parte dos fãs, ocorre um boicote injustificável na franquia. Na época da promoção de Capitã Marvel (2019), entrevistas fora de contexto da atriz Brie Larson, afirmando que sua personagem era a ‘Vingadora mais forte’ – algo confirmado nos quadrinhos desde 2012, quando Carol Danvers assumiu o manto de Capitã Marvel, foram disseminadas em fóruns on-line, causando a ira de um grupo de fãs. E por mais bizarro que seja ver adultos revoltados por falarem que há outro super-herói mais forte que o seu favorito, isso realmente aconteceu. O resultado foi uma chuva de comentários preconceituosos nas redes sociais da Brie Larson, que se afastou delas por um tempo.
Além disso, começou uma chuva de ódio tenebrosa porque sua personagem “não sorria”. Aqui no Brasil, essa crítica pode não parecer tão estranha assim, porque remonta a um tipo de assédio diferente. Nos EUA, é quase como uma ‘cantada de pedreiro’ pedir para um mulher sorrir para os caras, como se elas devessem estar felizes por estarem sendo incomodadas. Isso rendeu até mesmo uma piada desconfortável em Barbie (2023). É difícil achar um equivalente nacional, mas seria algo como reclamar de uma mulher que achou ruim ser chamada de ‘gostosa’ na rua. Por isso, esse incômodo com a personagem não ficar de gracinha nem “sorrindo pra todos” é tão idiota. Ainda mais quando se lê as HQs, porque Carol é uma militar marrenta, extremamente poderosa e com problemas de alcoolismo. É óbvio que ela não vai sair por aí sorrindo e fazendo palhaçada que nem estrela de série adolescente do Disney Channel.
O mais interessante disso tudo, porém, é que mesmo com o boicote dessa pequena parte de supostos fãs, o filme foi um sucesso comercial enorme. A bilheteria final fez mais de 1.1 bilhão de dólares, fazendo dela a oitava maior arrecadação de todo o MCU. Obviamente, o longa se aproveitou do gancho de ter saído entre Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019). Mas atribuir o sucesso a isso é fechar os olhos para os números. Afinal, Homem-Formiga e a Vespa (2018), que vinha do bem-sucedido Homem-Formiga (2015), também foi lançado nesse intervalo e passou muito longe de superar a marca do bilhão.
Sem contar que costuma existir um padrão em bilheterias de grandes franquias. Normalmente, o sucesso de um filme de franquia é um dos fatores que reflete diretamente no longa seguinte. Então, era esperado que o segundo filme do Homem-Formiga recebesse um boost pelo sucesso de Guerra Infinita, que foi um sucesso de público e crítica. Por outro lado, a recepção morna de Homem-Formiga e a Vespa deveria impactar negativamente em Capitã Marvel, mas isso não ocorreu. O ponto é que reduzir o valor do primeiro capítulo da história de Carol Danvers a filmes alheios é uma pós-verdade. Um discurso vazio que tenta inconscientemente legitimar alguns papos errados.
Isso posto, As Marvels surge em um momento delicado não apenas para a empresa, mas para todos os estúdios que apostam em filmes estrelados por super-heróis. Após 15 anos dominando as críticas e o público, esse subgênero começou a dar seus sinais de desgaste. Nos últimos três anos, ainda havia a justificativa da pandemia ter fechado os cinemas do mundo para tentar explicar as baixas bilheterias, só que agora não tem mais SARS–CoV-2 se proliferando a níveis alarmantes para usar como desculpa para pouca arrecadação. Agora é incompetência.
E o estúdio lançar um filme que tenha desempenho ainda pior que longas lançados no meio da pandemia, quando as pessoas literalmente colocavam suas vidas em risco ao sair de casa pra ver um boneco de CGI pulando em tela, é um vexame. Não tem outra palavra que defina melhor. É um erro de planejamento terrível do estúdio que começou a bombardear o público com um caminhão de produções que em vez de ajudar a atrair o interesse do povo, só afastou a galera de um mundo em expansão.
Cansaço dos filmes de super-heróis?
Há quem atribua o fracasso de As Marvels à ‘fadiga dos super-heróis’. Mas vale ressaltar que esse papo circula no meio do cinema desde 2013. Na época, era dito que o público se cansaria dos heróis depois de Os Vingadores (2012), porque nada superaria aquela experiência e tudo que viesse depois não faria sentido, já que os heróis agora se conheciam e poderiam chamar os outros para ajudar. E no ano seguinte, o fracasso de crítica de Homem de Ferro 3 e Thor: O Mundo Sombrio acendeu essa história de ‘fadiga’ para tentar legitimar o discurso daqueles que não gostavam desse tipo de produção. Vale dizer que a terceira aventura de Tony Stark também fez mais de um bilhão de dólares em bilheteria, refletindo também o sucesso de Vingadores, mas principalmente pelo interesse do público no personagem.
Entretanto, esse papinho de cansaço foi pelo ralo no ano seguinte. Com duas produções que figuram entre as favoritas dos fãs até hoje, Capitão América: O Soldado Invernal e Guardiões da Galáxia, o MCU ‘voltou’ com força total, trazendo o núcleo espacial para as telas e mostrando que as pessoas estavam cansadas de filmes ruins, não de super-heróis.
E com o fim da chamada Saga do Infinito, essa teoria vem sendo posta à prova a cada novo filme. Nos últimos anos, apenas os longas com qualidade inquestionável vêm se destacando. O diferente chama atenção do povo e nesse meio, a originalidade é o maior diferencial. Não à toa, apenas dois filmes com super-heróis realmente se destacaram em 2023. Neste ano, o público foi exposto a Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, Shazam! Fúria dos Deuses, Guardiões da Galáxia Vol.3, Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, The Flash, Besouro Azul e As Marvels. E ainda falta Aquaman e o Reino Perdido.
Desses, até o momento, apenas Guardiões e Aranhaverso foram unanimidades. Com tramas centradas em seus próprios núcleos, os longas trouxeram boas histórias, personagens carismáticos, estéticas próprias e perpassaram o carinho de seus realizadores para o público. Por outro lado, até mesmo filmes que passam longe da ruindade, como Besouro Azul – que é divertidíssimo, não foram bem por se apoiarem em fatores genéricos, seja a estética, o roteiro e afins. O público quer um pouco mais de ousadia, porque se tem algo que esses anos de lockdown mostraram é que tempo é valioso e não dá pra desperdiçá-lo em mais do mesmo. E por mais que não tenha achado As Marvels um filme ruim, é inegável que ele é genérico. Uma aventura bobinha com cara de ‘Fase Um’, que você assiste, dá umas risadas e esquece dois dias depois. É algo que não cabe mais. Essa sensação de ver uma obra descartável não tem mais espaço.
Luz no fim do túnel?
E muito desse fracasso se dá pelo planejamento tenebroso da ‘Fase Quatro’ da Marvel nos cinemas. Nas três fases anteriores, os filmes respondiam a uma luz no fim do túnel. Na ‘Fase Um’, essa luz era a formação dos Vingadores. Então, o público comprava a ideia até mesmo de filmes horrorosos (sim, estou falando de você, Thor) por saber que ele traria elementos e poderia somar a experiência de ver os heróis se unindo em tela. Nas Fases Dois e Três, a tal luz era a chegada de Thanos (Josh Brolin). Num plano ainda mais ousado, a Marvel trouxe esse amontoado de heróis aparecendo e interagindo brevemente com a promessa de um grande encontro que ‘compensaria’ o público ao fim de tudo.
E qual a ‘Luz no fim do túnel’ da ‘Fase Quatro’? Não teve. Com filmes isolados e a chegada das séries, não houve um grande evento que agrupasse a galera nova que chegou ao MCU. Na verdade, a introdução do Multiverso acabou criando um evento no meio da tal Fase Quatro, que foi Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021). O filme foi um sucesso de público e crítica, mas veio no meio da fase. Assim, tudo que veio depois não chegou nem perto de fazer o mesmo barulho. Ficou aquele clima de fim de festa.
Para complicar ainda mais a situação, a Marvel decidiu não repetir o erro, mas tentar erros novos. Na ‘Fase Cinco’, o grande vilão, a ‘luz no fim do túnel’, seria Kang, o Conquistador (Jonathan Majors), a ameaça dos próximos dois filmes dos Vingadores. Após uma breve introdução na série Loki (2021), a variante mais famosa do malfeitor foi anunciada como o antagonista do terceiro filme do Homem-Formiga, abrindo a ‘Fase Cinco’… Com todo o respeito ao herói diminuto, mas o estúdio colocar o malvadão da vez para apanhar de um bando de formiguinhas em um filme pavoroso, abrindo a nova fase foi injustificável.
Vamos supor que numa realidade alternativa Quantumania foi um sucesso. Como a Marvel planejava manter o interesse do público na trama de Kang lançando mais dois filmes que sequer fizeram menção a ele depois? Isso reflete a falta de direcionamento que marcou essas duas últimas fases. A impressão é que o estúdio atirou para todos os lados, enquanto torcia para que algum deles acertasse o alvo. Seria mais justo se eles anunciassem que o grande vilão dessa nova ‘era’ é o Multiverso. Dessa forma, talvez o público se interessasse mais, já que é a única coisa comum a 80% das produções atuais, incluindo o final de As Marvels. Porém, venderam a imagem de Kang e trabalharam o personagem de forma porca. E ainda se complicaram porque o ator que o interpreta se envolveu em uma polêmica ainda não resolvida que certamente está fazendo o Kevin Feige arrancar os poucos cabelos que restam embaixo do boné.
Por fim, As Marvels é o reflexo do grande tiro no pé da Marvel pós-Saga do Infinito. É possível que agora haja mesmo um certo tipo de cansaço do público, que não consome mais qualquer coisa que seja lançada com o selo da Marvel ou da DC. E muito disso vem de uma superexposição que realmente desanimou e afastou o público dessas produções: as séries do Disney+. Por mais que o filme explique brevemente as histórias de Kamala Khan (Iman Vellani) e Monica Rambeau (Teyonah Parris), as duas foram introduzidas em seriados feitos para o streaming. Uma em Ms. Marvel e a outra em WandaVision.
Apenas na Fase Quatro, foram lançadas nove séries e sete filmes. Em nível de comparação, as Fases Um e Dois tiveram seis filmes, cada. A Fase Três teve 11 filmes. Em apenas uma fase, a Marvel lançou uma porção de seriados, lançados praticamente de forma trimestral, bombardeando o público com vários conteúdos que não se comunicam e parecem não se entender como produção, já que a maioria das séries foi construída como filmes de seis horas, e foram picotando as partes para formar episódios. Com isso, o próprio estúdio quebrou a aura de “evento” de suas produções. Quando saía um filme da Marvel nos cinemas, o público organizava sua agenda para conferir o ‘próximo sucesso Marvel’. Com uma série saindo atrás da outra, o selo foi banalizado. E isso é tão nítido que até mesmo funcionários da Marvel assumiram estarem perdidos. O time de roteiro de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022) confessou que não sabia como era o final de WandaVision quando escreveram a sequência do Mago Supremo. O resultado foi a repetição do arco de luto da Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), concluído no fim da série, sendo corrompido no filme.
Em As Marvels, enfim acontece a união das séries e filmes, mas chega em um momento em que boa parte do público fiel largou os seriados de mão. E mesmo que algumas produções muito boas estejam chegando, como a segunda temporada de Loki, a galera perdeu a vontade de acompanhar. E partindo desse preceito que as séries viraram algo muito de nicho, é difícil de promover o interesse do grande público acerca de personagens que não chegaram ao povo. Não é absurdo dizer que a Disney criou seu próprio demônio, e agora não está conseguindo lidar bem com ele. Um sinal de que isso realmente chegou aos executivos é o número de produções que serão lançadas ano que vem. Há algumas séries que chegarão ao streaming, mantendo o nicho fiel, mas seus lançamentos no cinema, mirando o grande público, foram praticamente todos atrasados, deixando apenas Deadpool 3, que tem ares de filme evento, para dar um gostinho do que esperar dos próximos lançamentos. Mais do que deixar o espectador descansar, a Marvel vai tentar fazer com que ele sinta falta dos filmes.
Obviamente, falar do fracasso de As Marvels recai também sobre a Greve da SAG-AFTRA de 2023, a Greve dos Atores de Hollywood. Reivindicando direitos mais do que justos, atores, roteiristas e diretores combinaram de não gravar ou promover filmes e séries até que suas demandas fossem atendidas. Ou seja, não houve coletivas ou junkets para divulgar As Marvels. Mas isso é apenas um dos fatores. Também é meio absurdo atribuir o fracasso do filme ao machismo, já que Capitã Marvel também sofreu uma onda de ódio completamente desproporcional e foi um sucesso. Atribuir o fracasso a um grupo tão pequeno e irrelevante assim é dar a eles uma vitória que nunca tiveram, vide também o fenômeno Barbie. O fracasso de As Marvels é recai todo sobre a própria Marvel, que perdeu a mão e num golpe ambicioso até demais deu um passo maior que a perna, subestimando seu público, desgastando a própria marca e transformando seu elogiadíssimo planejamento em um grande saco de gatos. Uma pena.
Você provavelmente conhece o filme ‘Rocky: Um Lutador’. Ou ao menos conhece alguma coisa desse filme – seja o nome do protagonista, seja a música tema, seja a icônica cena do personagem subindo a escadaria de Washington correndo, ou seja, simplesmente porque este foi um dos principais e mais marcantes filmes dos anos 1970, e, particularmente, também da carreira do ator Sylvester Stallone. Por isso essa é uma dica valiosa de filme, especialmente se você se diz um cinéfilo e nunca viu esse filme, ou simplesmente faz muito tempo que não houve e já não lembra direito das coisas. É hora de aproveitar, pois não só este como toda a franquia Rocky Balboa está disponível no Prime Video, em versão remasterizada.
Rocky (Sylvester Stallone) pratica boxe em uma academia moribunda. O cara é gente boa e tem o sonho de se tornar um grande lutador, mas apesar de ter potencial e talento, falta alguém que acredite nele. A sua rotina é basicamente treino, competições amadoras no underground e paquerar a jovem Adrian (Talia Shire), que trabalha numa pet shop. Quando um grande lutador de boxe, Apollo (Carl Weathers) vem aos Estados Unidos e ninguém tem coragem de desafiá-lo, a equipe de marketing deste profissional decide criar uma campanha para recrutar um lutador amador, dando-lhe a oportunidade para lutar com alguém grande. É assim que chega o convite para Rocky, que topa o desafio. Porém, se todo mundo estava achando que Rocky ia apenas cumprir tabela e perder em público, estão muito enganados: ele fará dessa a oportunidade de sua vida e se dedicará muito para fazer bonito na luta que será televisionada para o país inteiro.
Muitas curiosidades giram em torno desse filme. Como o orçamento inicial, que era de apenas um milhão de dólares, e que ‘Rocky: Um Lutador’ recebeu indicações ao Oscar no ano de sua estreia, incluindo de melhor filme, melhor ator, melhor atriz, melhor direção e melhor roteiro original. O longa, que tem o verdadeiro cachorro de Stallone no elenco, ganhou o coração do público e teve um lucro de U$225 milhões de dólares em bilheterias. Nada mal para o estreante em roteiros, Sylvester Stallone.
Aliás, o roteiro é uma curiosidade à parte. Quando Stallone foi tentar vender o seu projeto ele tinha como condição estrelar o próprio filme. Isso fez com que muitas produtoras não aceitassem o projeto, mas, por fim, o estúdio assumiu o risco e depois pode lucrar com os louros. Nesse sentido, a história de Stallone se aproxima com a de seu personagem, pois este primeiro ‘Rocky: Um Lutador’ tem a ver com o slogan amplamente difundido entre os anos 1970/80 nos Estados Unidos, do tal “sonho americano”. Assim, ‘Rocky’ é um filme do sonho americano que dá certo: o filho de imigrantes italianos, pobre, que tem um sonho e consegue a grande oportunidade de sua vida e não a desperdiça – ao contrário, dá tudo de si para mostrar que, mesmo vindo de baixo, ele nasceu para ser um vencedor.
‘Rocky: Um Lutador’ é mais do que um filme de boxe: é um filme motivacional que tem o drama, o romance e a comédia muito bem equilibrados em seu enredo. Ao ver pela primeira vez (ou mesmo rever, depois de tanto tempo) ‘Rocky: Um Lutador’, é fácil entender porque é considerado um dos favoritos de muita gente e também um clássico do cinema mundial.
Com Ronan, o Acusador, e Korath voltando às telonas com aparições confirmadas em ‘Capitã Marvel’, é claro que o mais novo longa-metragem dos estúdios Marvel terá muitas referências com ‘Guardiões da Galáxia’. Entretanto, o novo romance intitulado ‘Captain Marvel Starforce Mission Log’ pode ter revelado o retorno de mais um personagem do irreverente universo criado por James Gunn.
Segundo o site Bleeding Cool, o livro assinado por Eleni Roussos traz Carol Danvers cruzando caminho com um membro da Nova Corps., cujo nome é Rhomann Dey. Dey aparaceu no filme de 2014 e foi interpretado por John C. Reilly; porém, desde o ataque de Thanos ao planeta Xandar – antes dos eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ -, não deu mais as caras dentro do MCU.
Rhomann Dey
A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.
‘Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.
‘Coringa’ estreou mundialmente na última quinta-feira e parece que o astro Joaquin Phoenix não quer deixar ninguém esquecer de assistir ao filme.
No sábado, dia 05 de outubro, o ator compareceu ao cinema de San Fernando Valley, cidade próxima à Los Angeles, surpreendendo o público – mas isso não foi tudo: além de fotos e de bater um papo com os espectadores, ele também performou sua icônica risada a pedido de um fã. Entretanto, ele parou logo que começou a tentar, dizendo que não conseguiria repeti-la.
As informações são do TMZ.
O longa já arrecadou US$ 234 milhões no mundo inteiro. Lançado em 73 países, a produção arrecadou US$ 16,3 milhões na Coréia do Sul, seguida pelo Reino Unido (US$ 14,8 milhões), México (US$ 13,1 milhões), Rússia (US$ 10 milhões), Brasil (US$ 7,3 milhões), Japão (US$ 7,3 milhões), Japão (US$ 7,0 milhões), Itália (US$ 6,8 milhões), Austrália (US$ 6,6 milhões), Indonésia (US$ 5,9 milhões), Espanha (US$ 4,6 milhões), Índia (US$ 3,9 milhões), Taiwan (US $ 2,9 milhões) e Emirados Árabes Unidos (US $ 2,7 milhões). Dessas aberturas, as estreias no Reino Unido, Rússia, Itália, Espanha, Polônia, Emirados Árabes Unidos, Japão, Coréia, Indonésia, Brasil, México e Austrália marcaram as maiores aberturas no exterior para um título da Warner Bros. este ano. O filme será lançado na França e na Alemanha ainda esta semana.
Lembrando que ‘Coringa‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.
‘Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.
Em meio à pandemia do Coronavírus, as séries da The CW tiveram seus novos episódios adiados em algumas semanas. Entretanto, a emissora já anunciou o retorno de algumas de suas produções, incluindo o mistério ‘Nancy Drew’.
De acordo com o ComicBook.com, o show volta no dia 08 de abril.
Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.
Desenvolvida por Josh Schwartz, a série é baseada na icônica personagem criada por Edward Stratemeyer.
A nova versão de Nancy Drew se concentra na detetive de 18 anos durante o verão, após sua formatura no ensino médio. Embora Nancy planeje deixar sua cidade natal para se aventurar na faculdade, uma tragédia familiar a mantém em casa por mais um ano, e ela se vê presa em uma “investigação fantasmagórica de assassinato” que a leva a descobrir segredos obscuros ao longo do caminho.
Kennedy McMann será a personagem-título. O elenco ainda conta com Tunji Kasim, Alvina August, Maddison Jaizani, Scott Wolf e Alex Saxon.
Miley Cyrus divulgou hoje a música e o videoclipe oficiais de “Midnight Sky”, seu retorno para as pistas de dança depois de ‘Younger Now’.
Confira:
A música promocional é a primeira de seu novo álbum de estúdio, ‘She Is Miley Cyrus’, o sétimo completo da discografia.
Ainda sem estreia confirmada, sabe-se que a produção originalmente se dividiria em 3 EPs, começando com ‘She Is Coming’ no ano passado. Entretanto, a separação entre Cyrus e Liam Hemsworth, até então seu marido, e a pandemia do COVID-19 a fez mudar os planos.
Miley fez sucesso mundial ao encarnar o alter-ego Hannah Montana para a série homônima do Disney Channel e, sendo afilhada de Dolly Parton e filha de Billy Ray Cyrus, lançou-se na indústria fonográfica de cabeça a partir de 2007. Em 2013, ofereceu uma drástica mudança de estilo com o lançamento de ‘Bangerz’, um subestimado álbum que trouxe misturas de hip-hop, synth-pop e country.
A artista também é uma grande porta-voz da comunidade LGBTQ+, fundando, em 2014, a Happy Hippie Foundation para jovens desabrigados.
‘RuPaul’s Drag Race’ voltou para sua 13ª temporada ontem, 01 de janeiro – e já causou grande alvoroço entre os fãs por mudar completamente a estrutura do reality show.
E, enquanto o episódio de abertura não trouxe nenhum convidado especial, a VH1 confirmou que os próximos capítulos terão participações surpreendentes, incluindo Cynthia Erivo, Nicole Byer, Loni Love, TS Madison e Jamal Sims como jurados extras ao lado de Michelle Visage, Carson Kressley, Ross Matthews e RuPaul.
Como se não bastasse, as lendárias atrizes Anne Hathaway e Scarlett Johansson também irão surpreender as queens com “aulas” virtuais e interativas. Nina West, Valentina e Heidi N Closet, Misses Simpatia das temporadas anteriores, também aparecerão.
As novas participantes são: Denali, Elliott with 2 Ts, Gottmilk, Joey Jay, Kahmora Hall, Kandy Muse, LaLa Ri, Olivia Lux, Rosé, Symone, Tamisha Iman, Tina Burner e Utica Queen.
‘Invocação do Mal: A Ordem do Demônio’ estreia em 03 de junho nos cinemas nacionais.
Assista ao trailer:
Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona’) assume a direção.
‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’ revela uma história assustadora de terror, assassinato e um desconhecido mal que chocou até os experientes investigadores de atividades paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos, começa com uma luta pela alma de um garoto, depois os leva para além de tudo o que já haviam visto antes, para marcar a primeira vez na história dos Estados Unidos que um suspeito de assassinato alegar ter tido uma possessão demoníaca como defesa.
Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam como Ed e Lorraine Warren, respectivamente. O elenco ainda conta com Ruairi O’Connor, Sarah Catherine Hook, Julian Hilliard, Charlene Amoia, Paul Wilson e Sterling Jerins.
O Dia das Crianças está mais perto do que imaginamos – e é claro que não poderíamos deixar esse dia passar em branco.
Para comemorar o feriado de 12 de outubro, separamos uma lista com inúmeras produções fílmicas e televisivas no Disney+ – afinal, que lugar melhor para conferir obras com a criançada que essa gigante do streaming?
Diferente dos clássicos da Casa Mouse e da Pixar que estão na plataforma, buscamos títulos mais recentes que perpassam grande parte dos gêneros, incluindo animações e live-actions.
Confira abaixo nossas escolhas:
OS INCRÍVEIS 2 (2018)
Na trama, Helena decide iniciar uma pedindo a volta dos super-heróis, enquanto Beto vive um dia a dia normal de dono de casa cuidando de Violeta, Flecha e do bebê Zezé, cujos superpoderes estão prestes a serem descobertos. A missão deles sofre uma reviravolta, quando um novo vilão surge com um brilhante e perigoso plano que ameaça acabar com o mundo. Mas a família Pera não foge do desafio, ainda mais com Gelado combatendo o vilão ao seu lado.
HIGH SCHOOL MUSICAL: A SÉRIE: O MUSICAL (2019 – PRESENTE)
A história segue um grupo de estudantes de teatro de East High que se reúnem para produzir uma peça de inverno. A série será em uma espécie de documentário, com os personagens contando e mostrando como anda o desenvolvimento da apresentação e todos os detalhes.
DOIS IRMÃOS – UMA JORNADA FANTÁSTICA (2020)
Em um mundo transformado, no qual as criaturas não dependiam mais da magia para viver, dois irmãos elfos recebem um cajado de bruxo de seu falecido pai, capaz de trazê-lo de volta à vida. Inexperientes com qualquer tipo de magia, Ian e Barley não conseguem executar o feitiço e acabam gerando uma criatura sem cabeça. Para passar mais um dia com seu pai, eles embarcam em uma jornada fantástica. Ao perceber a ausência dos filhos, sua mãe se une à uma lendária manticora para encontrá-los.
SOUL (2020)
Na trama, Joe Gardner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.
SEGREDOS EM SULPHUR SPRINGS (2021 – PRESENTE)
Depois do pai conseguir um trabalho, o jovem Griffin Campbell se muda para o Hotel Tremont em Sulphur Springs, Louisiana, que é supostamente assombarada por Savannah Dillon, um hóspede que desapareceu trinta anos atrás. Com sua nova melhor amiga, Harper, Griffin descobre um portal que os leva de volta para 1990, usando-o para descobrir o que realmente aconteceu.
A MISTERIOSA SOCIEDADE BENEDICT (2021 – PRESENTE)
A elogiada série ‘A Misteriosa Sociedade Benedict’, que já foi renovada para a 2ª temporada, é baseada nos romances de Treton Lee Stewart e gira em torno de um grupo de quatro órfãos precoces e habilidosos que fundam uma sociedade secreta intitulada Mr. Benedict, em homenagem ao excêntrico, rico e bondoso benfeitor que une as crianças e as manda em uma missão no infame colégio interno conhecido como O Instituto.
LUCA (2021)
Enrico Casarosa fez sua grande estreia diretorial com a elogiada animação ‘Luca’, da Pixar. A história é centrada em dois amigos que saem em divertidas aventuras pelas mais apaixonantes paisagens da Riviera Italiana, à medida em que também escondem um segredo a respeito da suas verdadeiras identidades. Afinal, Luca Paguro e Alberto Scorfano são criaturas marinhas que ganham forma humana quando estão em terra firme.
CRUELLA (2021)
‘Cruella‘ apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella, uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman, uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.
RAYA E O ÚLTIMO DRAGÃO (2021)
Há muito tempo, no mundo fantástico de Kumandra, humanos e dragões viviam juntos em harmonia. Mas quando uma força maligna ameaçou a terra, os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Agora, 500 anos depois, o mesmo mal voltou e cabe a uma guerreira solitária, Raya, rastrear o lendário último dragão para restaurar a terra despedaçada e seu povo dividido. No entanto, ao longo de sua jornada, ela aprenderá que será necessário mais do que um dragão para salvar o mundo – também será necessário confiança e trabalho em equipe.
MONSTROS NO TRABALHO (2021 – PRESENTE)
Seis meses após a Monstros S.A. ter sua chefia renovada, Tylor Tuskmon e Val Little, dois operários talentosos, desejam trabalhar ao lado dos ídolos responsáveis por todas as mudanças na empresa. John Goodman e Billy Crystal retornam como Sully e Mike, respectivamente, e se juntam a nomes como John Ratzenberger, Jennifer Tilly e Bob Peterson.
Já faz dois anos desde que a 2ª temporada da aclamada animação adulta ‘Harley Quinn’ chegou à HBO Max – e, para a alegria dos fãs, o próximo ciclo deve ser lançado ainda este ano.
De acordo com uma nova reportagem da TV Line, os novos episódios da produção estão “marcados para chegar [à plataforma de streaming] em algum momento de 2022”. Porém, mais informações não foram reveladas.
Assista ao teaser oficial da próxima temporada:
‘Harley Quinn’, baseada nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.
Kaley Cuoco dubla a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony Hale e Chris Meloni.
Durante a San Diego Comic-Con 2022, o Prime Video trouxe ótimas notícias aos fãs de ‘A Roda do Tempo’ ao anunciar que a série fantástica foi oficialmente renovada para a 3ª temporada.
Entretanto, detalhes sobre o futuro ciclo não foram revelados.
Lembrando que a 2ª temporada teve suas gravações finalizadas recentemente.
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A Roda do Tempo foi renovada pra TERCEIRA TEMPORADA 🗣 pic.twitter.com/7UbKKAkg0Q
Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.
Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.
O elenco também inclui Madeleine Madden, que dá vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford como Perrin Aybara; Dónal Finn como Mat Cauthon; Zoë Robins como Nynaeve; Josha Stradowski como Rand Al’Thor; e Álvaro Morte como Logain Ablar.
Priyanka Bose, Taylor Napier, Emmanuel Imani, Hammad Animashaun, Álvaro Morte, Pasha Bocarie, Jennifer Preston, Izuka Hoyle, Sophie Okonedo, Kae Alexander, Clare Perkins, Peter Franzen e Kate Fleetwood também estrelam a produção.
Segundo uma nova reportagem do Valliant Renegade e do WDW Pro (via CBR), a Warner Bros. Discovery está considerando seriamente rebootar a icônica e aclamada franquia cinematográfica ‘Harry Potter’.
Os rumores indicam que a nova versão da saga iria reescalar todo o elenco protagonista e coadjuvante e funcionaria como adaptação de todos os romances assinados por J.K. Rowling.
“Você olha para o elenco original: Harry, Hermione, Ron. Novo elenco. Começando de novo”, apontam as notícias.
Enquanto nada é confirmado, vale lembrar que a companhia também está planejando adaptar a peça ‘Harry Potter e a Criança Amaldiçoada‘ para o cinema, dividindo a trama em duas partes (via Puck News).
Ao que parece, tudo depende da aprovação de Rowling.
Isso porque a ideia já havia sido sugerida há alguns anos pelo roteirista e produtor Toby Emmerich, quando foi presidente do selo Warner Bros. Pictures Group, mas Rowling recusou a proposta.
Anos mais tarde, quando Ann Sarnoff assumiu a presidência do estúdio, a ideia foi novamente levantada no formato de série de TV, mas não houve sucesso na negociação.
Agora, David Zaslav é quem está tentando convencer a autora a apostar na ideia, com dois filmes baseados no livro.
Como os fãs já sabem, a peça, de cinco horas de duração, chegou aos palcos de Londres e da Broadway em 2016 e tornou-se um tremendo sucesso.
Na trama, Harry Potter já é adulto e trabalha para o Ministério da Magia, ao mesmo tempo que lida com suas responsabilidades como marido e pai de três crianças em idade escolar.
Enquanto seu passado se recusa a ficar para trás, seu filho mais novo, Alvo, tenta lutar contra o peso do legado da família. À medida que passado e presente se fundem de forma ameaçadora, ambos, pai e filho, aprendem uma incômoda verdade: às vezes, as trevas vêm de lugares inesperados.
Por enquanto, ainda não há nada confirmado e as negociações seguem em andamento, mas Zaslav já havia revelado que está disposto a trabalhar com Rowling para desenvolver mais filmes e projetos da saga para o cinema e para a HBO Max.
A aguardada sequência ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ ganhou um novo clipe oficial.
O vídeo traz o embate entre Miles Morales contra o Mancha, um dos grandes vilões do Cabeça de Teia.
Confira:
Vale lembrar que os críticos aclamaram a sequência, considerando-a ainda melhor que o primeiro filme. Além disso, o estilo de animação voltou a ser universalmente elogiado ao lado da história bem construída do longa – que aprofunda satisfatoriamente os personagens e seus universos.
Confira as reações dos críticos:
“‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é mais do que uma obra-prima – é uma obra de arte. Todos os frames mereciam ser exibidos em um museu. As piadas e referências à mitologia do Homem-Aranha são perfeitas. É SENSACIONAL. É o melhor filme do Homem-Aranha. Talvez seja o meu filme favorito de todos os tempos.” – CinemaBlend
“‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é outra vitória para o universo produzido pelo Lord Miller. Hailee Steinfeld realmente evoluiu como Gwen Stacy e as cenas dela com a Capitã Stacy são verdadeiramente especiais. Esse filme é mais obscuro e triste do que eu esperava, mas foi necessário.” – THR
“O primeiro filme realmente havia elevado o nível com sua animação única e o tipo de narrativa, e essa sequência conseguiu superar tudo isso. Há reviravoltas chocantes, surpresas e uma história que realmente faz sentido neste multiverso insano. O novo filme do Homem-Aranha é incrível!” – Tessa Smith
“A história de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ está ainda mais grandiosa, dividida entre este filme e o próximo, mas ainda gira em torno do Miles querer ser aceito pelo que ele é. Eu ri alto em umas oito cenas.” – Uproxx
“‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é absolutamente incrível. É visualmente surpreendente, com novos mundos expressivos (o universo da Gwen é o meu favorito), mas o poder real do filme é a sua profundidade emocional e tom melancólico. Eu amei demais esse longa.” – The Wrap
“Eu amei ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’. Tive vontade de pausar o filme diversas vezes para apreciar as incríveis artes em exibição. Absolutamente recomendo este filme e já estou ansioso para assisti-lo novamente – em IMAX, na próxima vez.” – Collider
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de junho.
Kemp Powers e Justin K. Thompson também entram como diretores.
Vale lembrar que ChrisLord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.
Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.
‘The Curse‘, série de comédia estrelada pela Emma Stone (‘Pobres Criaturas’) e produzida pela A24, estreia esta semana na Paramount+ e na Showtime – e já está fazendo um sucesso entre os especialistas internacionais.
No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 83% de aprovação, com altíssima nota 8.90/10 baseada em 18 reviews até o momento. No Metacritic, a obra estreou com 77 pontos, indicando “críticas favoráveis”.
Confira os principais comentários:
“Combinando uma comédia assustadora a um estudo contemplativo de personagens e tons de terror, ‘The Curse’ é implacavelmente estranho e difícil de esquecer” – EW.
“‘The Curse’ é deliciosamente desconfortável e é o show do qual todos estarão falando” – The Movie Podcast.
“Stone continua sendo uma das atrizes mais versáteis de sua geração, e aqui isso não seria diferente” – AwardsWatch.
“Apesar das falhas, que prazer é ver algumas mentes absolutamente distorcidas no topo do jogo” – TV Guide.
“O programa deixa muitas de suas ideias subdesenvolvidas, especialmente nos temas centrais sobre raça e construções do eu” – New York Magazine.
A produção, que conta com 10 episódios, tem lançamento marcado para o dia 10 de novembro.
A trama irá explorar como uma aparente maldição destrói a relação de um casal recém-casado enquanto eles estão tentando ter um bebê.
Beyoncé é um dos nomes mais conhecidos da história da música e, ao longo de sua carreira, entregou algumas das músicas e performances mais memoráveis de todos os tempos.
Com uma capacidade de reinvenção e repaginação assustadoras, a cantora e compositora iniciou sua carreira como membro do grupo ‘Destiny’s Child’, lançando-se como performer solo a partir de ‘Dangerously in Love’, em 2001, e investindo cada vez mais esforços em sua identidade apaixonante. Não é surpresa que ela já tenha lançado dois dos grandes álbuns do século, ‘BEYONCÉ’ e ‘Lemonade’, e agora, tenha dado continuado com sua trilogia fonográfica com o lançamento de ‘Act II: Cowboy Carter’.
Pensando nisso, preparamos uma lista ranqueando todos os seus álbuns de estúdio.
Confira:
8. I AM… SASHA FIERCE (2008)
“‘I Am… Sasha Fierce’ […] configura-se como uma obra bem pensada e com uma divisão clara entre construções mais mercadológicas e vibrantes, e iterações que refletem o lado mais íntimo da performer (e não é surpresa, pois, que Beyoncé tenha resolvido lançar duas partes que se juntariam, mais para a frente, como um compilado só). Conforme diversas entrevistas que deu para promover o álbum, a ideia era unir o pop e o soul, bem como de incorporações de gêneros distintos para pincelar as faixas, e expandi-los afora os limites impostos. Em comparação com as produções anteriores, algumas músicas deslizam e tropeçam aqui e ali – mas o resultado é consideravelmente sólido e aprazível.” – Thiago Nolla
7. B’DAY (2003)
“Diferente das costumeiras rendições falando sobre amor, ‘B’Day’ aproveitaria a recente participação de Beyoncé no filme ‘Dreamgirls’ para apresentar aos fãs uma série de canções que, unidas, gestam uma narrativa que, em certos aspectos, fugiria das fórmulas dos gêneros explorados e abriria espaço para discussões sobre feminismo e empoderamento – utilizando suas características habilidades artísticas para vocalizar declamações que a acompanhariam nos álbuns subsequentes. E foi nessa ambientação regada a estilos dos anos 1970 e 1980 que o disco ganhou forma e encantou ouvintes ao redor do mundo, além de ter se transformar em um sucesso comercial com nada menos que 8 milhões de cópias vendidas.” – T.N.
6. DANGEROUSLY IN LOVE (2001)
“Funcionando como uma explosiva amálgama de diversos gêneros, Beyoncé já vinha seguido as tendências que ajudara a estampar no mainstream desde os anos 1990, aproveitando a popularização gigantesca do R&B para construir, ao lado de dezenas de produtores e compositores, uma jornada apaixonante pelas múltiplas fases da paixão e do amor. E é apenas inteligente que a faixa de abertura reverbere com “Crazy In Love”, lead single cantado ao lado de Jay-Z e que é exaltada em baladas e playlists inclusive em 2022. Quase duas décadas depois, o vibrante e sensual mergulho lírico serve como um hino romântico que se afasta das costumeiras baladas do gênero e é movida por um gancho tão chiclete que é quase impossível não reconhecê-lo imediatamente quando o ouvimos em… Bem, praticamente qualquer lugar.” – T.N.
5. 4 (2011)
“A obra é adornada com diversas iterações eximiamente bem arquitetadas, seja no quesito instrumental, seja nas aproximações sociológicas e literárias que Beyoncé promove ao lado de um time muito competente. Ora, como nos esquecer da icônica “Run the World (Girls)”, cuja infusão de electropop e R&B marcou época e permanece como uma das assinaturas da artista? Apesar da simplicidade lírica, que se vale bastante das repetições e de versos unidimensionais, o que mais nos chama a atenção é a vibrante paleta sonora que atravessa gêneros contrastantes entre si e que carrega uma simbologia que vai além da superfície – e que, de certa forma, parece ter prenunciado o encontro do passado e do futuro em si própria. Algo similar ocorre em “Countdown” (cujas referências também nos jogam de volta para a divertida “Freakum Dress”, de ‘B’Day’)” – T.N.
4. ACT II: COWBOY CARTER (2024)
“Já é redundante dizer que Beyoncé faz mágica com seus álbuns – e ‘Act II: Cowboy Carter’ é uma excelente adição a uma discografia que beira a transcendentalidade. Mais uma vez, nossa Queen B reitera seu inescapável status na indústria fonográfica com um disco que celebra a cultura negra não apenas ao reavivá-la, mas ao reclamá-la e retirá-la da subjugação a uma supremacia artística branca que se esquece do que veio antes e de quem merece, de fato, ser idolatrado como precursor e pioneiro” – T.N.
3. ACT I: RENAISSANCE (2022)
“A verdade é que o primeiro capítulo de ‘Renaissance’ marca mais uma transição profunda nas idiossincrasias eternizadas pela cantora e compositora, em que o art pop, o trip-hop e o R&B conceituais do disco anteriores são deixados de lado em prol de um mergulho no ponto de encontro entre o passado e o futuro. Logo, a amálgama de estilos, que já vinha sido explorada por nomes como Lady Gaga, Dua Lipa e Drake nos últimos meses e anos, ganha um escopo gigantesco e de profunda sinestesia em basicamente qualquer uma das faixas que escolhamos para ouvir. A jornada, por exemplo, se inicia com a ótima “I’m That Girl”, que serve como ponte entre ‘Lemonade’ e a obra mais recente – em que a densidade do baixo se aglutina ao tropical house e ao rap” – T.N.
2. BEYONCÉ (2013)
“Se os álbuns iniciais de Beyoncé tinham um elo mais forte com as tendências do escopo mainstream – fossem infundidos com R&B, pop ou rap -, esta obra-prima musical se afastaria dos convencionalismos em prol de uma abordagem mais conceitual e que reiterasse, novamente, uma habilidade incrível de reinvenção e repaginação. Mesmo que estejamos analisando a versão padrão do álbum, a sólida jornada sinestésica e multimidiática promovida pela cantora é de tirar o fôlego e é redescoberta em camadas e mais camadas de profundidade toda vez que a ouvimos e canalizamos nossa atenção para um aspecto em particular. Entretanto, o que se exalta em foco principal é a explosão de incursões inesperadas que regem cada canção, movendo-se graciosamente por instrumentos contrastantes e um time de produção que demonstra estar sempre atento aos mínimos detalhes” – T.N.
1. LEMONADE (2016)
“Passando por arranjos ainda mais cínicos com “Sorry” e por obscurantismos muito bem-vindos com a joia “6 Inch”, Knowles-Carter alcança mais um ápice em seu álbum com “Daddy Lessons”, que é diferente de tudo o que já ouvimos até hoje. Com a música em questão, a lead singer eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como preconiza o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.” – T.N.
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