Site Página 270

Sophie Turner opina sobre possível RETORNO de ‘Game of Thrones’

A atriz Sophie Turner, conhecida por seu papel como Sansa Stark em Game of Thrones, revelou que adoraria reprisar sua personagem, desde que certas condições sejam atendidas.

Durante uma entrevista à Variety, promovendo sua nova série ‘Joan’, Sophie Turner foi questionada sobre a possibilidade de um retorno ao universo de ‘Game of Thrones’, que durou oito temporadas e terminou há cinco anos com Sansa coroada Rainha do Norte.

“Talvez. Quero dizer, teria que ser exatamente o mesmo elenco e a mesma equipe; caso contrário, eu não voltaria, e isso seria apenas a 9ª temporada”, disse Sophie Turner.

A atriz não acredita no retorno da série com uma nova temporada; no entanto, afirmou que adoraria ver novas possibilidades sendo exploradas com sua personagem.

“Eu não acho que vamos fazer uma 9ª temporada, mas quero dizer, eu amei interpretar Sansa, e eu me pergunto, muitas vezes, o que ela estaria fazendo agora. Onde ela estaria cinco anos depois? O que ela estaria fazendo? Ela ainda seria rainha no Norte? Ela seria uma boa governante? Haveria algum outro tipo de guerra terrível que aconteceu? Eu adoraria ver isso” falou a atriz.

Os últimos episódios de ‘Game of Thrones’ foram duramente criticados pelos fãs; no entanto, recentemente, Peter Dinklage, que interpretou Tyrion Lannister na produção da HBO, defendeu o final da série.

“Eu gosto do final! Você não precisa concordar comigo. Que tal se eu dissesse: ‘Sim, eu concordo. Eu odiei o final. Toda a última temporada foi horrível.’ Quero dizer, isso seria muito pior do que se eu dissesse que adorei, o que eu fiz”, disse Dinklage.


O universo deGame of Thrones retornará com ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, derivado que adapta “As Aventuras de Dunk e Egg” de George R.R. Martin. A produção já concluiu suas filmagens.

De acordo com o ComicBook, as gravações começaram em junho e a maior parte da produção ocorreu no norte de Belfast, na Irlanda. Ainda serão necessários alguns meses para refilmagens, ajustes e a pós-produção (efeitos visuais, edição).

A série está prevista para estrear em 2025, preenchendo a lacuna até a 3ª temporada de A Casa do Dragão, que deve voltar em 2026.

Sobre a nova série, o criador das “As Crônicas de Gelo e Fogo”, George R.R. Martin, comentou:

“Visitei o set na Irlanda do Norte em julho e adorei o que vi. O elenco está maravilhoso. [Os personagens principais] Dunk e Egg parecem ter saído das páginas do meu livro. Meus leitores vão amá-los. Eu certamente amo. [A showrunner Ira Parker] está fazendo um ótimo trabalho”, afirmou Martin à THR.

Confira o primeiro teaser e siga o CinePOP no Youtube:

“Um século antes dos eventos de Game of Thrones, dois heróis improváveis percorreram Westeros… um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto, e seu diminuto escudeiro, Egg. Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.”

Segundo a VarietyEdward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) farão parte da série pré-sequência.

Peter ClaffeyDexter Sol AnsellFinn BennettBertie CarvelTanzyn CrawfordDaniel IngsSam Spruell também fazem parte do elenco.

Sarah Adina SmithOwen Harris dirigem os seis episódios da atração.

a knight of the seven kingdoms
a knight of the seven kingdoms

Após pausa na carreira, Sandra Bullock fala sobre futuro de ‘Miss Simpatia 3’

Estamos na era das franquias, dos spin-offs e das continuações, mas os fãs da agente do FBI Gracie Hart não devem ter esperança quanto a ‘Miss Simpatia 3‘, segundo a própria atriz Sandra Bullock.

A Metro News falou com a estrela sobre as possibilidades de uma terceira parte de ‘Miss Simpatia’, e ela imediatamente descartou qualquer esperança de termos enfim uma trilogia: “Deus, não… Simplesmente, não!”.

Bullock continuou dizendo que o segundo filme nunca deveria ter acontecido dizendo: “Nem o segundo deveria ter sido feito, mas estou feliz que tenha acontecido por causa da Regina, que eu adoro. Esse deveria ter feito só um”.

Para entender por que Bullock desejaria que o filme nunca tivesse acontecido, é só ver a opinião da crítica, onde a taxa de aprovação é de 15% no Rotten Tomatoes, com muitos achando o filme desnecessário e sem graça em comparação ao primeiro, que agora é considerado um clássico do seu tempo.

A única maneira de Sandra Bullock ver sua personagem sendo revisitada é se fizessem um prequel, segundo ela: “a menos que façam uma prequel com a jovem Gracie Hart, com bigode e monocelha. Gracie em sua vida de 10, 11 anos, agia da mesma forma que Gracie quando adulta, seria fofo”.

Lembrando que a disse que fará uma pausa na carreira depois de terminar o seu filme atual, ‘Cidade Perdida‘, onde protagoniza ao lado de Channing Tatum, Daniel Radcliffe e Brad Pitt.

‘Mythic Quest’ ganhará nova série spin-off; Saiba onde ver!

De acordo com a Variety, a série de comédia da Apple TV+ ‘Mythic Quest‘ vai ganhar uma minissérie spin-off com oito episódios chamada ‘Mere Mortals‘.

A produção contará com a mesma equipe criativa do título original e focará no impacto do game que dá nome ao show.

Vale destacar que a série deve seguir o mesmo formato narrativo de ‘Mythic Quest‘. O elenco ainda não foi divulgado, assim como a data de estreia na Apple TV+.

Mythic Quest‘ acompanha uma equipe por trás de um jogo de fantasia online, nos moldes de ‘World of Warcraft‘, e seus trabalhos para manter o público conectado ao game.

O elenco da série conta com nomes como Rob McElhenney (‘It’s Always Sunny in Philadelphia’), Danny Pudi (Community), Imani Hakim (Todo Mundo Odeia o Chris) e Jessie Ennis (Better Call Saul).

Veja o trailer da 3ª temporada:

F. Murray Abraham, que interpreta C.W. Longbottom, o premiado escritor que cria narrativas para a companhia de videogames em que trabalha, não voltará nos futuros capítulos.

Lembrando que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.

A série foi criada por Rob McElhenneyCharlie DayMegan Ganz.

Na comédia Mythic Quest, acompanhamos a rotina de trabalho de uma equipe de desenvolvedores de videogames. A série retrata o jogo virtual fictício chamado Mythic Quest, um MMORPG muito popular criado por Ian Grimm. Ian e a equipe estão prestes a lançar uma expansão do jogo, intitulada Raven’s Banquet. Contudo, essa nova modalidade pode não ser bem vista pelos fãs do jogo e potencialmente irá influenciar o mundo de Mythic Quest por inteiro. Em especial Poppy Li, a principal engenheira da empresa, tem muitas críticas sobre a nova expansão e vive em conflito com Ian, diretor criativo do projeto. Além de Poppy, a parte comercial liderada por Brad Bakshi e o escritor C.W. Longbottom, também possuem uma visão própria de como tocar os negócios. Apesar das diferenças, juntos eles enfrentam os desafios de administrar o jogo mais popular da internet.

Ben Affleck estrela profundo filme sobre alcoolismo que estreou no HBO Max

As segundas chances para quem precisa e as oportunidades diferentes que a vida oferece. Com um background bem definido falando sobre o alcoolismo, ‘O Caminho de Volta‘ (The Way Back) é um poderoso drama que dribla os clichês com bastante proximidade com a realidade, fruto de uma interpretação bastante honesta do intérprete do protagonista, Ben Affleck, sem dúvidas, um dos seus grandes trabalhos na carreira. O filme acaba de estrear no HBO Max.

Dirigido pelo cineasta nova-iorquino Gavin O’Connor (O Contador) e roteirizado por Brad Ingelsby (Tudo por Justiça) essa grata surpresa é mais um dos lançamentos desse ano que vão direto para plataformas digitais por conta da crise dos cinemas pela pandemia que o mundo atravessa.

Assista ao trailer:

Na trama, acompanhamos o desiludido, deprimido, alcóolatra, ex-astro dos campeonatos de basquete do high school na década de 90 e atualmente trabalhador de obras Jack (Ben Affleck). O protagonista passa seus dias entre um gole e outro, tendo uma relação bastante explosiva com sua irmã e um distanciamento da ex-esposa. As coisas parecem tentar mudar para Jack quando seu telefone toca e uma inesperada oportunidade de treinar um time de basquete de um colégio onde estudou aparece. Mas problemas do seu passado voltam a atormentar e o personagem precisará trilhar um caminho complicado em busca de uma luz no fim do túnel.

Com arcos bem definidos, fica claro desde o início que o foco é o protagonista e as analogias do ganhar ou perder se tornam escancaradas aos nossos olhos, sendo nos jogos de seu novo time ou seja nos caminhos espinhosos de dramas inesquecíveis de seu passado. Jogando com essa variável das emoções congeladas no tempo a construção desse complicado protagonista é feita com muita honestidade por Affleck, uma das maiores atuações de sua carreira como ator.

Buscando pontos reflexivos a todo instante, muito mais do que vencer partidas como treinador de um time de jovens, Jack busca encontrar um real sentido para sua vida após uma perda irreparável e o abismo de um vício terrível que assombra milhares de pessoas mundo à fora.

Crítica | O Candidato Honesto

Novo filme de Hassum é menos engraçado do que o horário político eleitoral

Esta comédia nacional não poderia ter sido lançada em momento mais estratégico. O tema é rico e oferece inúmeras possibilidades de sátira e crítica. Na trama, João Ernesto Praxedes é um homem humilde, motorista de ônibus. Tudo muda na vida do sujeito quando ele entra para a política. A corrupção fala mais alto e o protagonista faz tudo para ser eleito o novo presidente do país. Por esta premissa, O Candidato Honesto tinha grande potencial para alfinetar e enfiar o dedo na ferida.

De certa forma, até começa assim, com direito a algumas caricaturas de políticos e famosos. No entanto, os realizadores param por aí, e desistem de tentar. Esse é um filme protagonizado pelo comediante Leandro Hassum, e se comporta como tal. Por mais que tentem envernizar com uma pretensa acidez, toda a estrutura de um filme do humorista está montada aqui. Isso inclui piadas repetitivas, coadjuvantes similares a desenhos animados e, como não poderiam faltar, momentos ofensivos planejados como inocentes, que agridem todo mundo um pouco (desde homossexuais até certas religiões).

CinePop 3

Ainda nos créditos de abertura podemos ver a produção “pegando emprestado” do norte-americano Os Candidatos (2012), comédia protagonizada por Will Ferrell (que embora não tenha acertado em cheio no alvo com sua sátira de uma campanha eleitoral, consegue se sair melhor do que este projeto). Na cena em questão, o candidato promete que o grupo para o qual discursa é sua prioridade. A cada nova plateia, novas prioridades, representando a volatilidade das promessas políticas.

Porém, de onde mais tira emprestado, beirando o plágio, é de O Mentiroso (1997), comédia com Jim Carrey. E esta é a maior decepção do longa, que desperdiça a chance de ser algo original para se tornar apenas uma cópia deslavada de um sucesso de quase vinte anos atrás. A “inspiração” é tanta que Hassum repete até mesmo as caretas de Carrey, passo a passo. Os melhores momentos são trazidos pelo “núcleo sério” do filme, encabeçado pela bela Luíza Valdetaro no papel de uma jornalista investigativa.

CinePop 2

E quando digo melhores momentos, é simplesmente por se tratar do trecho que menos se parece com o filme ao qual estamos assistindo. É claro que a gatinha terminará nos braços do atrapalhado protagonista. E por que não? Aqui, fazer uma sátira política é confundido com o uso de profanidade e obscenidade. Esse é o filme de Hassum que mais utiliza palavrões e xingamentos, ou talvez o único. O fato de ter como tema a política (ou ao menos fingir) deu liberdade aos realizadores para o uso do baixo calão. O fato deveria ter elevado a censura de 12 anos. Mesmo assim, provavelmente é a mais alta de um filme do comediante.

Dessa forma acreditam estar fazendo um filme adulto. Na verdade, a essência de O Candidato Honesto continua extremamente infantil e boba, assim como todas as obras no currículo do humorista. Isso inclui a pretensa crítica à política brasileira, apenas pincelada. Ou será que está bom apenas apontar fatos já estabelecidos sobre a corrupção do país de forma superficial, como trocar o nome mensalão para “mesadinha”? O Candidato Honesto, assim como os eleitores que desperdiçam o seu voto, é uma oportunidade perdida.

Halloween ENDS | Entenda a COMPLICADA cronologia da famosa franquia de terror!

Lançado na semana passada, o terror ‘Halloween Ends‘ dividiu a opinião dos fãs da franquia ao apresentar uma despedida completamente diferente do que os espectadores estavam esperando. Alguns fãs ficaram tão revoltados que criaram uma petição para que a Blumhouse altere o final do filme e refilme as cenas.

Mas quem conhece mais a fundo a série de filmes de terror do maníaco de máscara branca Michael Myers no cinema sabe o quanto acompanhar esses filmes pode ser confuso. Afinal, a franquia Halloween possui nada menos que doze longas e com a estreia de Halloween Ends são treze. Isso mesmo!

Manter uma franquia ativa por tanto tempo é uma tarefa muito ingrata e conforme a mudança de décadas e gerações, novos elementos precisam ser adicionados à mistura para capturar novos fãs. Mesmo as franquias de muito sucesso e de grande produção sofrem deste mal, que o dia 007, Velozes e Furiosos e X-Men. Assim, sem ter um Kevin Feige para costurar tudo de forma “legível”, a maioria das séries no cinema exibe certa incoerência narrativa ao pular de um filme para o outro. Quando falamos em Halloween, tudo fica ainda mais complicado. Tais filmes de terror já tiveram tantos desvios, reboots e até remake que transformam a cronologia num verdadeiro enigma para os fãs. Visando ajudar a entender um pouco mais como funcionam as linhas narrativas de todos os Halloween, resolvemos tentar explicar tudinho para você nesta matéria. Confira abaixo.

Primeira Linha Narrativa: Noite Sem Fim / Antologia

A franquia Halloween começou em 1978, com A Noite do Terror, escrito e dirigido pelo mestre do gênero John Carpenter. Considerado uma obra-prima pelos críticos e fãs, o longa foi um sucesso de bilheteria tão grande que se tornou o filme independente mais lucrativo da história por muitos anos. Tamanha popularidade gerou imitadores, como Sexta-Feira 13 (1980) – que fez mais sucesso ainda. Assim, os produtores de Halloween queriam mais e pagaram muito dinheiro para Carpenter escrever a segunda história. O diretor achava que o filme não precisava de uma continuação, mas sem querer dizer não para uma boa grana, ele encheu a cara de cerveja e escreveu uma trama que se passaria na mesma noite, imediatamente após os eventos do primeiro filme. Michael Myers havia sido baleado, mas conseguiu fugir e Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) era levada a um hospital para tratar de seus ferimentos.

A história se desenrola desta vez dentro de um hospital, com Myers a seguindo até o local e fazendo todos os funcionários do plantão noturno como suas novas vítimas. Carpenter precisava de uma desculpa para o maníaco ter cismado com a babá e para trazer Curtis de volta, assim bolou a subtrama onde é revelado que Michael e Laurie são de fato irmãos. No final, Carpenter dava cabo de vez de Michael (que morria queimado) e do incansável Dr. Loomis (Donald Pleasence), o psiquiatra que o caça. Carpenter assim botava um ponto final nesta história, mas o título Halloween ainda o interessava. Halloween II – O Pesadelo Continua (1981) fez um baita sucesso, rendeu mais bilheteria que o rival Sexta-Feira 13 – Parte 2, lançado no mesmo ano. Assim, aproveitando o título da franquia, Carpenter tirava da cartola uma proposta de antologia.

A ideia de Carpenter para a franquia Halloween era a partir do terceiro Halloween III – A Noite das Bruxas (1982) criar a cada ano um filme com uma proposta e histórias diferente, sem qualquer ligação entre si a não ser a data em que os filmes se passam: o dia das bruxas. A ideia era muito boa e abriria espaço para tramas criativas de terror. Neste primeiro (e único) exemplar dentro desta repaginada a história falava sobre uma empresa poderosa misturando tecnologia e magia sombria para amaldiçoar o dia das bruxas. A companhia Silver Shamrock desenvolve máscaras para crianças e através delas irá orquestrar o juízo final na Terra. A ideia pra lá de insana e alucinógena não vingou na época e os fãs ficaram sem entender onde estava Michael Myers, o psicopata que todos haviam aprendido a temer. Halloween III fracassou nas bilheterias, colocou um fim na proposta de antologia de Carpenter e por um tempo foi o fim da franquia nas telonas. Apesar disso, o terceiro filme ressurgiu como cult, gerando uma legião de adeptos e foi inclusive homenageado, com suas máscaras de bruxa, abóbora e caveira, nos novos Halloween da Blumhouse.

Segunda Linha Narrativa: A volta de Michael / a trilogia Thorn

Após não ter obtivo êxito com sua proposta de uma antologia de filmes Halloween, o criador de tudo John Carpenter se afastou por completo da franquia e seguiu com sua carreira por outros projetos. E assim a série ficaria engavetada por nada menos que seis anos. Até o produtor Moustapha Akkad resolver dar mais uma chance ao maníaco Michael Myers, tendo percebido que era ele quem os fãs queriam ver nas telonas, impulsionado, é claro, pela onda dos filmes slasher que dominavam os cinemas, em especial Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo, que lançavam seus novos exemplares a cada ano da década de 80. Assim, em 1988, saía do forno Halloween 4 – O Retorno de Michael Myers. Lembra que Carpenter havia dado um fim em ambos Myers e Dr. Loomis? Pois bem, isso ficou para trás e aqui é dito que os dois sobreviveram às queimaduras e a explosão do hospital. Loomis (novamente Pleasence) só exibe uma leve queimadura nas mãos e no rosto e Myers ficou em coma, mas acorda como que de uma ressaca após o churrascão de domingo.

Um problema que precisava ser contornado aqui era a ausência da musa Jamie Lee Curtis, que com a saída de Carpenter também resolvia “picar a sua mula”. Assim ficou decidido para a história que Laurie estava morta! A protagonista, segundo afirmava o roteiro, havia morrido num acidente de carro! Mas não sem antes deixar uma herdeira: sua pequena filha Jamie (olha aí a homenagem), interpretada pela menina Danielle Harris, que viria a se tornar a nova heroína da série. A garota, é claro, agora era criada pelos outros membros da família, como tios, tias e primas (a família é grande). No final do filme, após toda a nova matança do assassino, a população local, armada até os dentes no melhor estilo Trump de ser, “fuzila” o maníaco o derrubando num poço natural e o explodindo com dinamite. O choque mesmo ocorre com a menina Jamie, que após ter passado o “pão que o diabo amassou” com o tio, surta e repete em sua mãe adotiva o mesmo ataque em que Michael matou à facadas sua irmã mais velha na abertura do filme original. Uma boa homenagem desconcertante e um jeito criativo de encerrar o quarto filme.

Com o sucesso moderado de Halloween 4 – que conseguiu render três vezes o seu orçamento – logo no ano seguinte era preparado Halloween 5 – A Vingança de Michael Myers (1989). E aqui era introduzido a ideia do culto Thorn. Essa proposta, embora rejeitada por muitos fãs da série, possui seus adeptos e cria uma trilogia entre os capítulos quatro, cinco e seis. De fato, recentemente (no início de outubro de 2021), um clássico cinema dos EUA, o Colonial Theatre em Phoenixville, na Pennsylvania, exibiu pela primeira vez a trilogia Thorn numa maratona com esses capítulos, digamos, menos conhecidos da franquia de Michael Myers. A ideia era dar uma “explicação” para a força sobrenatural e imortalidade do psicopata. Nessa “trilogia” é dito que os poderes sobre-humanos de Myers surgiram de um culto chamado Thorn, que sequestra crianças para usá-las como emissárias do fim do mundo. Novamente, misturando ciência e magia.

Esse conceito só pega mesmo a partir do quinto filme, quando essas ideias são introduzidas de forma pincelada com a presença de um homem misterioso todo vestido de sobretudo e chapéu preto, que vira e mexe é vislumbrado durante a projeção. Fora isso, em certos closes no punho de Michael notamos um símbolo na forma de uma tatuagem (que nunca esteve lá, mas aqui é dito que sim). Embora tenha sido provocado também que a menina Jamie ao final do quarto filme possivelmente iria herdar a conduta matadora de seu tio, ela acaba é sendo levada a um hospital psiquiátrico para ser tratada pelo mesmo Dr. Loomis, após ter perdido a fala. Jamie agora é muda e possui um elo psíquico com seu tio “bicho papão”. No desfecho do quinto, Michael é preso (?!) e levado para a cadeia… de máscara!! Piada pronta é bobagem. O vilão mudo não permanece por muito tempo lá, já que o misterioso homem de preto invade o local, mata todos os policiais e solta Michael de trás das grades. Assim acaba o quinto.

Seriam longos seis anos até termos revelado os destinos de Michael, Loomis e Jamie, e ter ciência de quem diabos era o tal homem de preto. Isso porque a problemática produção de Halloween 6 – A Última Vingança enfrentou diversos problemas até ver a luz do dia em 1995. Esse é considerado o filme mais controverso da franquia e inclusive existem duas cópias do filme, a versão do diretor e a dos produtores. Nenhuma é muito coesa. Para começar, matam Jamie logo de cara – aqui interpretada por J.C. Brandy, e não mais por Danielle Harris. No fim das contas, o tal homem de preto era o líder do tal culto Thorn, e além de soltar Michael, sequestrou Jamie. Agora a jovem mulher está grávida e dá à luz a um bebê logo nos primeiros minutos. Detalhe, Michael Myers é o pai!! Do filho de sua própria sobrinha. Irgh. Ah sim, esse é o primeiro filme da carreira de Paul Rudd, o Homem-Formiga da Marvel, que vive Tommy Doyle, o menino de quem Jamie Lee Curtis foi babá no filme de 1978. Tommy Doyle volta em Halloween Kills, agora vivido por Anthony Michael Hall em outra linha narrativa. Eu sei, é confuso.

Infelizmente, esse foi o último filme do veterano Donald Pleasence que, muito debilitado, não conseguiu completar as filmagens. Ou seja, o desfecho de seu personagem, e o do filme, nas duas versões (diretor e produtores), são incoerentes. Mas em resumo mostram que Myers ficou vivo – numa das versões chega até a sangrar verde (?!).

Terceira Linha Narrativa: Reboot de 20 Anos

O aniversário de vinte anos de Halloween estava se aproximando no fim dos anos 1990. Assim, Jamie Lee Curtis foi convencida a voltar para uma comemoração. De início todos os três filmes da trilogia Thorn seriam levados em conta. Mas no fim, o fato de Laurie ter abandonado a filha pequena para forjar a própria morte e começar vida nova em outro lugar não conseguiu ser contornado pelo roteiro, o que faria dela uma protagonista odiosa demais. Assim, foram varridos para debaixo dos panos os filmes quatro, cinco e seis – que continham a personagem Jamie, e Halloween H20 (1998) chegava para se tornar uma continuação direta do segundo filme, com Michael indo atrás de sua irmã novamente. O filme foi sucesso e no fim Laurie corta a cabeça do psicopata com um machado. Ponto final.

Só que não. Tudo já estava estabelecido desde o início, embora a explicação dada em Halloween – Ressurreição (2002) para Michael não estar morto seja estapafúrdia, ela não foi tirada da cartola na sequência e já havia sido pensada desde H20! No início de Ressurreição Laurie, novamente Jamie Lee Curtis numa pontinha, morre de vez pelas mãos do irmão. A trama se desenrola pegando carona na onda da época: os filmes found footage e os reality shows na TV. Assim, um programa de câmeras escondidas é filmado dentro da casa de Myers, e o dono do lugar aparece, é claro, para estragar a festa. Neste filme, o psicopata é eletrocutado, mas no fim dá um susto ao abrir os olhos mais uma vez.

Quarta Linha Narrativa: Refilmagem de Zombie

Em resumo, após o sucesso de H20 (1998), Halloween – Ressurreição (2002) havia se tornado uma piada para os fãs e os críticos. Assim, embora tenha sugerido espaço para mais um filme – que faria uma nova trilogia com H20 e Ressurreição – os produtores decidiram abandonar então mais uma nova linha narrativa e começar de outro ponto. Já era o quarto desvio. A opção dos produtores, já que esses eram os meados dos anos 2000 onde a tendência eram os inúmeros remakes, foi pela refilmagem do Halloween original. Rob Zombie, músico transformado em cineasta (que fazia certo sucesso underground com filmes violentos), foi o escolhido para comandar a reimaginação do clássico de Carpenter numa nova produção de 2007. O filme fez sucesso suficiente para gerar uma continuação dois anos depois, intitulada Halloween II (2009) – por aqui H2. Neste novo filme, no entanto, Zombie se excedia em sua excentricidade. Entre devaneios de fantasmas e cavalos brancos, Zombie fez de Myers basicamente um sem teto assassino, sem sua máscara o filme todo, o assassino grandalhão exibe uma barba digna de lenhadores de desenho e uma cabeleira de bicho grilo.

Quinta Linha Narrativa: Reboot de 40 Anos

Assim como Halloween – Ressurreição, H2 – Halloween II (2009) havia deixado espaço para continuação e por um tempo foi cogitado um terceiro filme de Zombie. Mas no fim das contas, a propriedade terminou indo parar nas mãos de Jason Blum, proeminente produtor de diversos sucessos e franquias da atualidade. E aqui, finalmente Halloween voltaria a fazer as pazes com o sucesso. Mas para isso precisou seguir uma nova linha narrativa. Esqueça os remakes de Zombie, esqueça a trilogia Thorn e até mesmo o que foi criado nos reboots do final dos anos 90 / início de 2000. Halloween (2018) – sem muita criatividade no título – é continuação direta do primeirão lá de 1978, ignorando até mesmo a sequência direta dele de 1981 (aquela do hospital). Ao menos Halloween Kills continua essa linha nova e ainda teremos Halloween Ends. A partir daí, só Deus sabe para que novos caminhos a franquia do imortal Michael Myers irá nos levar. Eu voto pela ideia da antologia. Quem mais?

Jurassic World? Cientistas afirmam que poderão recriar dinossauros nos próximos 10 anos

Prece que a vida imita a arte.

Dr. Jack Horner, um renomado paleontologista, que foi a inspiração para o protagonista de ‘Jurassic Park‘, Dr. Alan Grant, está encabeçando pesquisas genéticas que podem trazer os dinossauros de volta nos próximos 10 anos.

Horner, que serviu como consultor nos quatro filmes da popular franquia, inicialmente acreditava que a chave para recriar as criaturas pré-históricas era trabalhar com antigas cadeias de DNA. No entanto, estudos posteriores sobre a degradação do DNA ao longo do tempo descartaram essa possibilidade.

Em vez disso, um grupo de cientistas de Harvard e Yale voltaram seus olhos para o frango moderno. “Claro, os pássaros são dinossauros”, disse Horner à revista People. “Então, só precisamos consertá-los para que pareçam mais um dinossauro.”

Em uma tentativa de reverter a evolução, a equipe já fez avanços significativos na transformação de galinhas para as próprias criaturas de onde elas descenderam. Como se isso não bastasse, os cientistas de Harvard tentaram uma façanha semelhante ao inserir os genes de um mamute lanoso nos elefantes para recriar as feras extintas.

Se as quatro principais diferenças entre os dinossauros e os pássaros são a cauda, ​​braços, patas e bocas, Horner e sua equipe já mudaram algumas mudanças geneticamente em embriões de galinha para fazer engenharia reversa do bico de um pássaro em um focinho semelhante a um dinossauro.

“Na verdade, as asas e as mãos não são tão difíceis”, disse Horner, acrescentando que um “Chickensoraus” – como ele chama a criação – está a caminho de se tornar realidade. “O rabo é o maior projeto. Mas, por outro lado, pudemos fazer algumas coisas recentemente que nos deram esperança de que não demorará muito “.

Tudo isso é certamente interessante, mas será que eles não viram nenhum filme da franquia ‘Jurassic Park‘? Nós já sabemos como essa história termina…

‘Project Blue Book’ é renovada para a 2ª temporada

O canal History renovou oficialmente a série de ficção científica ‘Project Blue Blook‘ para a 2ª temporada.

Dez novos episódios foram encomendados para o segundo ano.

Robert Stromberg, vencedor do Oscar e Emmy por efeitos especiais, dirigiu os dois primeiros episódios. ‘Project Blue Blook‘ terá 10 episódios, e é baseada nas investigações secretas das Forças Aéreas dos EUA que ocorreram nos anos 50 e 60, e trouxeram à tona as conspirações envolvendo alienígenas.

“A série segue o Dr. J. Allen Hynek, um brilhante professor universitário recrutado pela Força Aérea dos EUA para liderar esta operação clandestina que pesquisou milhares de casos, muitos dos quais nunca foram resolvidos. Cada episódio irá se desenvolver a partir dos arquivos reais, misturando teorias de OVNIs com eventos históricos autênticos de uma das épocas mais misteriosas da história dos Estados Unidos.”

Robert Zemeckis e Jack Rapke são os produtores executivos.

‘Trick’: Assassino ataca em novo clipe BRUTAL do terror; Assista!

O terror ‘Trick‘ ganhou um novo clipe tenso.

Confira, com o trailer completo:

O filme é dirigido por Patrick Lussier, que também escreveu o roteiro ao lado de Todd Farmer. O duo é conhecido por seu trabalho em ‘Dia dos Namorados Macabro‘.

Na noite do Halloween de 2015, Patrick “Trick” Weaver matou todos os seus colegas de sala em uma festa à fantasia. Depois de ser preso, ele conseguiu escapar da custódia da polícia, mas não antes de levar cinco tiros do Detetive Mike Denver. Todos acreditam que ele estava morto, mas quando um serial killer mascarado reaparece no próximo Halloween, eles percebem que o pesadelo não acabou.

O elenco conta com Omar EppsEllen AdairKristina ReyesJamie KennedyTom Atkins.

O longa será lançado direto em VOD no dia 18 de outubro.

‘Sapatinho Vermelho e os Sete Anões’ tentam quebrar feitiço no trailer DUBLADO da animação

A Paris Filmes divulgou o novo trailer dublado da animação ‘Sapatinho Vermelho e os Sete Anões‘.

Confira:

O longa é dirigido por Sung-Ho Hong.

Nesta releitura do famoso conto da Branca de Neve, o beijo da princesa de sapatos vermelhos (Chloe Grace Moretz) é a única cura para os sete anões que, na verdade, são sete príncipes arrogantes. A disputa pelo beijo da princesa fará com que eles mudem suas visões de mundo e entendam o verdadeiro significado da beleza.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de setembro.

Maika Monroe será alvo de serial killer no suspense ‘Watcher’

De acordo com o Variety, Maika Monroe (‘Corrente do Mal‘) estrelará o suspense ‘Watcher‘, que focará em um serial killer tocando terror em uma cidade pequena.

Chloe Okuno, responsável por um dos segmentos do vindouro terror antológico ‘V/H/S/94‘, será responsável pela direção.

A trama segue um jovem casal, Julia (Monroe) e Francis (Glusman), enquanto eles se mudam para um novo apartamento em Bucareste, enquanto um pânico em toda a cidade está se formando sobre um possível serial killer à solta. Julia, que se encontra isolada nesse novo ambiente, torna-se cada vez mais atormentada pela certeza de que está sendo perseguida por um observador invisível no prédio adjacente.

Karl Glusman (‘Animais Noturnos’) e Burn Gorman (‘Enola Holmes’) também estrelarão a produção.

O roteiro, que figurou na Blood List, foi escrito por Zack Ford.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Predador’: Atriz afirma estar orgulhosa da representatividade do novo filme da franquia

Através do seu Instagram, a atriz Amber Midthunder (‘Legion’) falou sobre o novo filme da franquia ‘Predador‘, oficialmente intitulado ‘Prey‘ (Presa, em tradução literal), revelando estar orgulhosa por fazer parte do projeto, que trará representatividade ao focar em uma tribo Comanche, um grupo étnico nativo americano.

“Eu não tenho palavras para explicar o quanto estou orgulhosa e animada por finalmente poder compartilhar essa notícia com vocês, e por ter tido a oportunidade de fazer parte disso. É hora de vermos representatividade nas telas, de sermos representados como seres humanos fortes pelo nosso próprio povo. Eu mal posso esperar para que vocês possam assistir esse filme,” declarou a atriz.

O longa será lançado em meados de 2022, direto no serviço de streaming do Hulu. No Brasil, a produção deve chegar pelo Star+.

Amber Midthunder (‘Legion’) estrelará a produção. Ela irá interpretar uma mulher Comanche, que desafia as normas e tradições de sua tribo para se tornar uma guerreira.

Confira a sinopse completa:

“A história vai seguir Kee, uma mulher comanche que vai contra as normas e tradições de gênero para se tornar uma guerreira. Muitos anos atrás – em uma época antes de qualquer europeu invadir suas terras –, o povo Comanche tinha uma sociedade e normas de gênero bem definidas. Kee é muito próxima de seu irmão mais novo, Taabe, que está sendo preparado para ser um líder. Tão capaz quanto qualquer jovem da tribo, Kee sempre foi uma professora e fonte de inspiração para Taabe. Na tradição Comanche – ela é Patsi – a irmã mais velha que ajudou a moldá-lo. Kee é inspiradora e tem insights que os outros não têm. Jovem, ela quer provar a si mesma no mundo masculino do seu povo. Quando uma ameaça desconhecida coloca todos em perigo, Kee terá que mostrar que é tão capaz quanto qualquer outro guerreiro.”

Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10’) será responsável pela direção.

O longa-metragem está sendo desenvolvido sob a marca da 20th Century Studios, que faz parte do conglomerado da Walt Disney.

Patrick Aison (‘Jack Ryan’ e ‘Treadstone’) assina o roteiro.

A próxima sequência será o quinto capítulo da saga, que foi lançada oficialmente em 1987 e que também contou com dois derivados crossover com ‘Alien‘.

‘Gremlins’: Zach Galligan, astro dos filmes originais, participará da série animada da HBO Max

De acordo com o Deadline, Zach Galligan, astro do filme ‘Gremlins‘ e sua sequência ‘Gremlins 2: A Nova Geração‘, vai participar da série animada ‘Gremlins: Segredos de Mogwai‘, que está sendo desenvolvida pela HBO Max.

O ator interpretará um novo personagem na produção.

“Não posso revelar muito, mas pelo fato da história se passar na China durante os anos 20, eu não vou interpretar o Billy. Tem sido muito divertido trabalhar com esse novo grupo de pessoas criativas que estão expandindo a mitologia da franquia. Quem sabe o que eles irão acrescentar. Talvez eles introduzam uma nova transformação ou uma nova regra que ainda não conhecemos… Acredito que os fãs de ‘Gremlins’ irão adorar,” declarou Galligan.

A produção contará com os vozes de Ming Na-Wen (Fong Wing), BD Wong (Hon Wing), James Hong (Grandpa Wing), Izaac Wang (Sam Wing), A.J. LoCascio (Gizmo), Gabrielle Green (Elle) e Matthew Rhys (Riley Greene).

O projeto funciona como uma pré-sequência dos dois filmes originais, ambientado em Xangai durante os anos 20. A história acompanhará Sam Wing, um jovem de 10 anos, que conhece um Mogwai chamado Gizmo.

Junto de Elle, uma jovem ladra de rua, Sam e Gizmo fazem uma jornada perigosa pelo interior da China, enfrentando monstros coloridos e espíritos do folclore chinês. Em sua missão para devolver Gizmo à sua família e descobrir um tesouro lendário, eles são perseguidos por um industrial sedento de poder e seu crescente exército de malvados Gremlins.

A série é produzida pela Warner Bros. Animation e a Amblin TV, de Steven Spielberg.

Gremlins: Segredos do Mogwai’ ainda não tem data de estreia confirmada.

Após o terror ‘Sangue e Mel’, Ursinho Pooh retornará em nova série para MAIORES

De acordo com o Variety, uma nova série adulta baseada nos clássicos personagens do universo do Ursinho Pooh está em desenvolvimento.

Intitulado ‘Christopher Robin‘, o seriado trará um híbrido de live-action e animação, e será classificado para maiores de idade (R).

Na trama…

Christopher Robin é um nova-iorquino desiludido lidando com as crises da vida adulta com a ajuda de estranhos animais falantes, que vivem além de um portal induzido por drogas fora de seu complexo abandonado de apartamentos, o Bosque dos 100 Acres.”

Conrad Vernon (‘Festa da Salsicha’) será responsável pela direção do episódio piloto, além de também servir como produtor executivo do projeto.

O roteiro é assinado por Charlie Kesslering (‘Foreign Relations’).

Essa vai ser a segunda adaptação adulta da clássica história infantil desde que o material de origem entrou em domínio público. Neste ano, o Ursinho Pooh também foi o protagonista de um filme de terror intitulado ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel‘.

‘El Gato’: Diego Boneta viverá herói latino na nova série do Prime Video

De acordo com o Deadline, Diego Boneta (‘Monster Hunter’) será o protagonista da série ‘El Gato‘, que está em desenvolvimento pelo Prime Video.

A produção é baseada nos quadrinhos El Gato Negro, criados por Richard Dominguez.

Na trama…

Boneta interpretará Frank Guerrero, a ovelha negra de sua família, que se encontra no centro de uma conspiração quando ele descobre que o seu pai foi um vigilante nos anos 70. Frank, que retorna ao México após a morte do seu pai, precisa enfrentar sua família distante e outros inimigos que estão tentando assumir o controle de seu Império familiar.

Mas o luto de Frank é interrompido quando ele descobre que sua única herança é um pequeno pedaço de terra aparentemente sem valor perto da fronteira. No entanto, abaixo do terreno está o covil dos tempos de vigilante de seu pai, conhecido como El Gato. Agora, para sobreviver, Frank terá que resolver um mistério de décadas e descobrir as conexões de seu pai com uma aterrorizante conspiração moderna.

A série foi criada por Eric Carrasco (‘Supergirl’), que irá servir como showrunner e produtor executivo ao lado de Turi Meyer e Alfredo Septién (‘Stargirl’).

Além de estrelar, Boneta também será o produtor executivo.

“Trazer essa série para o público é como um sonho se tornando realidade. Este tem sido um projeto de paixão para mim. Eric Carrasco e toda a equipe construíram um universo que consegue honrar o gênero de super-heróis enquanto se mantém completamente épico e original,” declarou o ator.

As filmagens estão programadas para meados de 2024, no México.

Dwayne Johnson afirma que ‘Operação Natal’ precisa ser exibido em IMAX “como Oppenheimer”

Em uma entrevista recente, Dwayne Johnson (‘Jungle Cruise’) declarou que a aventura cômica ‘Operação Natal‘ precisa ser exibida em formato IMAX.

O astro reforçou que, para uma melhor experiência, o longa precisa ser assistido na maior tela possível – e que ele teve essa realização após conferir o aclamado ‘Oppenheimer‘ no popular formato premium.

“Com ‘Operação Natal’, nossa intenção era criar um filme que você pudesse assistir na maior tela possível. Legitimamente, as maiores telas possíveis são em IMAX. Eu estava na metade das gravações de ‘Operação Natal’ quando tive a oportunidade de assistir ‘Oppenheimer’. Eu assisti em um cinema IMAX onde o Christopher Nolas assiste e exibe seus filmes. Ele e Emma [Thomas], sua esposa. Eu até pedi para me sentir onde o Chris se senta.”

Ele completa, “Eu assisti ‘Oppenheimer’. Foi incrível, mas eu estava pensando: ‘Minha nossa, ‘Operação Natal’ nesta tela e com esta tecnologia seria outro nível’. Eu lembro de manter uma mensagem [para o diretor Jake Kasdan] com uma foto da tela, e nós percebemos quão sensacional seria exibir o filme em IMAX.”

Operação Natal‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Na trama, depois que o Papai Noel – codinome: Das Neves – é sequestrado, o Chefe de Segurança do Polo Norte deve se unir ao mais infame caçador de recompensas do mundo em uma missão global e cheia de ação para salvar o Natal.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com J.K. Simmons, Bonnie Hunt, Kristofer Hivju, Kiernan Shipka, Mary Elizabeth Ellis, Wesley Kimmel e Nick Kroll.

Jake Kasdan (‘Jumanji: Próxima Fase’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Chris Morgan e Hiram Garcia.

Última temporada de ‘Power Book IV: Force’ ganha data de estreia; Confira o teaser!

O canal Starz finalmente anunciou quando a 3ª (e última) temporada da série derivada ‘Power Book IV: Force‘ será lançada.

O ciclo final estreará oficialmente no dia 7 de novembro.

Nos episódios finais, Tommy está de volta com uma lista cada vez maior de inimigos. Em sua busca para dominar o tráfico de drogas em Chicago, ele precisará roubar clientes de facções rivais enquanto luta contra o crescente poder de Miguel. Com uma divisão cada vez maior dentro de sua coalizão e sua vida pessoal ameaçada, Tommy precisará lutar para sobreviver e proteger seu legado.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Robert Munic, a produção dá continuidade aos spin-offs ‘Book II: Ghost‘ e ‘Book III: Raising Kanan‘, e precede o vindouro ‘Book V: Influence‘.

A trama segue Tommy enquanto ele “corta laços e coloca Nova York em seu espelho retrovisor para sempre”.

O elenco conta com Tommy Flanagan, Shane Harper, Lili Simmons, Gabrielle Ryan, Anthony Fleming III, Kris D. Lofton, Isaac Keys e Lucien Cambric.

Matthew Lillard pode fazer participação especial em ‘Scooby-Doo: A Origem’, série live-action da Netflix

De acordo com o insider @atlanta_filming, Matthew Lillard, que interpretou Salsicha no live-action original de ‘Scooby-Doo‘, fará uma participação especial na série ‘Scooby-Doo: A Origem‘.

Caso o retorno seja confirmado, o projeto marcará a reunião ente o ator e a atriz Mckenna Grace – que interpretará a Daphne na nova versão da Netflix –, após ambos estrelarem a sequência ‘Pânico 7‘.

Anteriormente, Grace havia aclamado publicamente o artista após sua escalação na sequência de ‘Superman‘: “A dominação mundial do Matthew Lillard está me deixando muito feliz. Ele é genuinamente uma das pessoas mais engraçadas, bondosas, doces e talentosas que eu já conheci. Ele é um ponto de luz em Hollywood.”

Mckenna Grace como Daphne
Tanner Hagen como Salsicha
Abby Ryder Fortson como Velma
Maxwell Jenkins como Fred

A estrela Mckenna Grace comentou recentemente sobre o desafio de dar vida a Daphne Blake.

“Estou muito animada! Eu amo a Daphne. Já me fantasiei dela em vários Halloweens e sou obcecada pela personagem; ela é minha favorita. Estou extremamente feliz e agora vou reassistir a todos os filmes e séries de Scooby-Doo para me preparar”, afirmou.

Sarah Michelle Gellar celebra escalação de Mckenna Grace como Daphne no live-action de ‘Scooby-Doo’

Esta não será a primeira vez que Mckenna Grace assume o papel: ela deu voz à versão jovem de Daphne na animaçãoScoob!’ (2020). Ela também participaria da sequênciaScoob! Holiday Haunt’, que acabou cancelada pela Warner Bros. Discovery.

3ª temporada de ‘Demolidor’ deve estrear em fevereiro de 2018

A terceira temporada de ‘Demolidor’ ainda não tem uma data definida, mas é bem provável que ela chegue à plataforma da Netflix em fevereiro de 2018.

A especulação se dá pelo timing da publicação da próxima edição dos quadrinhos Demolidor Omnibus, que chegam às bancas em 20 de fevereiro, com a edição seguinte chegando no mesmo dia, só que no mês de março.

Segundo o site de notícias Cinema Blend, a Marvel estaria buscando aliar os lançamentos dos quadrinhos com a série de TV, considerando que a procura por coisas relacionadas ao herói estariam em alta, contribuindo para as vendas da publicação.

Nenhuma confirmação foi feita por parte da Netflix quanto a esta expectativa.

‘Demolidor’ ganha versão para deficientes visuais

‘Han Solo: Uma História Star Wars’: Millennium Falcon está sob ataque em cena INÉDITA; Assista!

A Lucasfilm liberou uma cena inédita deHan Solo: Uma História Star Wars, que traz o protagonista e seu parceiro, Chewbacca, pilotando a Millennium Falcon, que está sob ataque.

Assista:

O filme deve se aproveitar do feriado de Memorial Day e arrecadar cerca US$ 170 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos em seu fim de semana de estreia, de acordo com novas projeções do Deadline.

O site ainda menciona ainda que o longa registrou uma taxa de 28 pontos de interesse entre um público selecionado, pouco mais que ‘Rogue One’, que registrou 23 pontos.

A duração de Han Solo: Uma História Star Wars também foi revelada pela organização do Festival de Cannes. O novo derivado da franquia terá 2 horas e 15 minutos.

Han Solo – Uma História Star Wars‘ terá sua première no Festival de Cannes, informou o Deadline.

O festival acontece de 8 a 19 de maio, e o filme será exibido no dia 15.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.

“Embarque na Millennium Falcon e viaje para uma galáxia muito, muito distante em ‘Solo: Uma História Star Wars, a nova aventura com o sacana mais adorado da galáxia. Ao longo de uma série de aventuras ousadas nas profundezas do perigoso e sombrio submundo do crime, Han Solo conhece seu futuro copiloto Chewbacca e encontra o notório Lando Calrissian, numa jornada que definirá os rumos de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars“.

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody HarrelsonEmilia Clarke (de ‘Game of Thrones’), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

‘Shazam!’: Zachary Levi compartilha divertido cartaz de fã; Confira!

O intérprete do heróis ‘Shazam!‘, Zachary Levi, compartilhou um divertido cartaz feito pelo artista BossLogic.

O material mostra a partir da perspectiva de visão do herói, que sobrevoa o céu, tentando aprender a voar. O ângulo ainda traz uma “colinha” na palma da mão do jovem personagem, com dicas rápidas sobre como conseguir tal feito.

O material ficou realmente bom e poderia muito bem ter sido uma ideia oficial da DC.

Confira o resultado:


Os críticos estão elogiando a dinâmica do personagem de Asher Angel e Zachary Levi, o jovem Billy Batson que se transforma em Shazam dizendo a palavra mágica, com seu novo amigo Freddie Freeman, interpretado por Jack Dylan Grazer.

O consenso geral é que o filme usa o humor e o coração para encantar o público e se diferenciar dos outros filmes do DCEU.

“#Shazam é grandioso, engraçado, adorável e diferente de tudo que a DC fez antes. Definitivamente na veia de Quero ser Grande, com Tom Hanks, mas com ação de super-herói e muitas referências a Batman e Superman. Eu esperei tanto este filme que eu queria dar-lhe um abraço de urso no final. Os filmes da DCS continuam melhorando.”, ERIK DAVIS do FANDANGO.

 

“#Shazam é uma delícia absoluta! Super vibrante, toneladas de coração e uma vibe grande de diversão amorosa. O elemento familiar é um grande encantador e o humor é encantador. Zachary Levi explora seus novos poderes. Jack Dylan Grazer é uma estrela.”, PERRI NEMIROFF do COLLIDER.

 

Zachary Levi nasceu para interpretar #Shazam. Ele oferece muitas risadas ao lado de sua co-estrela, Jack Dylan Grazer. O filme traz algumas grandes surpresas para os fãs dos quadrinhos e oferece apelo mainstream suficiente para conquistar novos fãs. Os pontos fortes de Shazam compensam definitivamente suas fraquezas.” JIM VEJVO do IGN.

 

“#Shazam é uma alegria absoluta. Diferente de qualquer filme do DCEU até agora… É engraçado, quente, é apaixonante e bobo. O elenco é fantástico.”, DEN OF GEEK.

 

“#Shazam é emocionalmente desigual, mas absolutamente divertido. Zachary Levi aperfeiçoa Shazam, embora
Jack Dylan Grazer seja o verdadeiro herói aqui. É um filme de super-herói comum, mas é refrescante e inovador”, MANSOOR MITHAIWALA do SCREENRANT.

 

#Shazam mistura Esqueceram de Mim com Quero ser Grande, e consegue agradar toda a plateia e todas as famílias com uma história cheia de alegria e realização em um filme de super-herói que fica um pouco demais e brega às vezes. É divertido e engraçado, e fiquei surpreso com o quanto ele usa o seu coração para conquistar os fãs.”, PETER SCIRETTA do SLASHFILM.

 

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril de 2019.

‘Grey’s Anatomy’: Elenco faz bela homenagem em alusão ao Dia Nacional do Médico

Nos Estados Unidos, 30 de março marca o Dia Nacional do Médico. E para celebrar a coragem e determinação dos profissionais, que estão na linha de frente enfrentando o coronavírus e expondo suas próprias saúdes para garantir o controle da doença, o elenco da série ‘Grey’s Anatomy‘ fez uma bela homenagem em vídeo.

O tributo foi compartilhado por meio da conta oficial do Instagram da Shondaland e traz membros do elenco da série refletindo sobre a vital importância dos médicos nesse período tão delicado.

Confira:


Vale ressaltar que o final da temporada atual terá que ser abreviado, em virtude da interrupção das filmagens, por conta do coronavírus.

No entanto, a showrunner Krista Vernoff afirmou que o desfecho da 16ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘ será satisfatório.

Os fãs estavam preocupados pois a produção do ciclo atual foi abruptamente parada por causa do surto de Coronavírus, tornando o 21º episódio inesperadamente o último.

“Nós estamos DESAPONTADOS por não podermos completar nossa narrativa para essa temporada. A boa notícia? O 21º funciona como um final satisfatório! Não é onde planejávamos terminar, mas é lindo e há várias perguntas para o próximo ano.”


O 21º episódio, intitulado Put on a Happy Face, servirá como a Season Finale da temporada, e irá estrear antecipadamente, no dia 9 de abril.

Na sinopse oficial, “Link tenta convencer a Amelia a pegar leve durante o estágio final de sua gravidez. Hayes pergunta a Meredith uma questão surpreendente e Owen faz uma descoberta chocante.”

Lembrando que a 16ª temporada continua em exibição no Brasil pelo canal Sony.

Criada por Shonda Rhimes, a série recentemente conquistou o título de drama médico mais duradouro da história da televisão, superando ‘Plantão Médico‘.

A trama segue a história de residentes, bolsistas e assistentes cirúrgicos, enquanto experimentam as dificuldades das carreiras competitivas que escolheram no Grey Sloan Memorial Hospital.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Justin Chambers, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Giacomo Gianniotti e Kim Raver.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 17ª temporada.

‘Law & Order: SVU’: Stabler está de volta em novo comercial de TV; Assista!

O agente Elliot Stabler (Christopher Meloni) está de volta e promete redimir os erros do passado em um novo tempo, conforme pontua o mais recente e misterioso comercial de ‘Law & Order: SVU‘.

O vídeo promocional ainda anuncia o crossover entre a produção e a nova série estrelada pelo veterano, intitulada ‘Law & Order: Organized Crime‘.

Confira:

O especial será exibido no dia 01 de abril e será seguido pela estreia de logo de ‘Law & Order: SVU‘.

Vale lembrar que o astro Christopher Meloni protagonizou ‘SVU‘ ao lado da atriz Mariska Hargitay até a sua 12ª temporada

Em ‘Organized Crime‘, Stabler está se recuperando de uma perda pessoal e volta à Polícia de Nova York para liderar uma força-tarefa de elite que enfrentará o crime organizado. Ele descobre que – após a sua ausência de uma década da instituição – o sistema e a cidade já não são mais os mesmos que eram e agora ele terá que se adaptar a um diferente modelo de justiça criminal, em meio ao seu próprio momento de ajuste de contas.

Confira o trailer da 22ª temporada de ‘SVU‘:

Mariska Hargitay, Ice T, Kelli Giddish, Peter Scanavino, Jamie Gray Hyder e Demore Barnes estrelam.

O spin-off ‘Law & Order: SVU‘ é um sucesso sem precedentes, ultrapassando até mesmo o nível de popularidade de sua série materna, ‘Law & Order‘, exibida entre os anos de 1990 e 2010.

SVU‘ conquistou 6.4 milhões de espectadores, entre a faixa etária de 18 e 49 anos, com sua temporada mais recente.

 

Crítica | TÁR: Cate Blanchett é uma brilhante e problemática maestro em possível vencedor do Oscar

Perspicaz em seus diálogos e sempre emanando um enorme eruditismo por onde passa, Lydia Tár é uma força criativa muito bem articulada, que se desabrocha em tela como o mito da Esfinge. Inicialmente uma mulher voraz, de argumentação coerente e ácida, ela se desfalece ao longo de quase três horas de filme como a icônica figura grega. Deixando um rastro de destruição e devorando aqueles que a cercam, ela é um retrato quase metalinguístico do que Hollywood se tornou nos últimos anos com o surgimento do problemático movimento #MeToo. E TÁR, novo drama do cineasta Todd Field, é uma espécie de alegoria a uma indústria marcada por poder, influência e egolatria. Fugindo do óbvio, o longa faz de seus densos monólogos uma experiência cinematográfica inesperadamente angustiante.

Sempre pautado em conversas exageradamente catárticas e um tanto performáticas, TÁR nos causa uma certa estranheza em seus primeiros minutos. Entre diálogos sempre muito polidos e reflexões sociais e artísticas tão específicas, Field coloca sua originalidade à prova, correndo o risco de perder a atenção da audiência que talvez não esteja disposta a uma proposta tão direcionada para a música clássica. Mas com a ajuda de Cate Blanchett, o diretor e roteirista facilmente consegue cruzar os preconceitos iniciais, nos entregando um drama que nos consome muito mais do que o esperado.

Trazendo a história dessa maestro que hoje vive o auge de uma admirável carreira, TÁR é uma experiência sinestésica onde a música erudita e o cinema cult se encontram proporcionando algo diferente para o público. Conforme acompanhamos a artista homônima a poucos dias de sua mais aguardada performance com a filarmônica alemã, vemos toda sua cautelosa jornada desmoronar com escândalos assombrosos que envolvem uma série diversa de abusos. E entre a pressão de garantir que sua arte e sua imagem permaneçam imaculadas e os irrefutáveis fatos, uma das artistas mais intocáveis se vê diante de um beco sem saída.

E essa tumultuada jornada, marcada por tantos diálogos que poderiam muito bem ser cansativos de tão pedantes, nos toma pela mão de forma arrebatadora. Com Cate Blanchett em sua melhor performance até o momento (se é que é possível realmente criar um paralelo justo com seu passado), TÁR é o cinema arte em sua mais alta qualidade, que nos chama para dentro da narrativa. Com um roteiro inteligente e um pequeno catálogo de brilhantes performances, as extensas páginas de conversas acompanhadas por um café ou cercadas por um anfiteatro se transformam em momentos de angústia e aflição para a audiência. E com a ajuda de Nina Hoss e Noémie Merlant, como duas excelentes coadjuvantes, o que poderia ser um filme blasé se torna um drama eficiente sobre uma mulher que realmente aparenta ser a personificação do mito da Esfinge.

E Blanchett nos hipnotiza. Com trejeitos um pouco mais masculinizados, que vez outra deixam escapar uma certa feminilidade, ela brilha a todo momento. Com uma linguagem corporal mais classuda, sempre emanando a didática de um maestro em seus gestos, ela faz tudo parecer absolutamente natural e leve. Da insensatez e frieza ao mais puro fascínio pelas notas musicais, ela faz de Lydia Tár um experimento social a ser avaliado e julgado pela audiência. E exibindo um alemão admirável ao longo de 2h38 de filme, a vencedora do Oscar nos lembra do quão única ela é capaz de ser a cada nova performance.

Com uma direção padrão que ganha um conceito maior já pelo final do seu segundo ato, TÁR é um drama excelente sobre relações humanas, abuso de poder e de influência e até mesmo sobre o famoso nepotismo. Demonstrando de forma simbólica e bem rápida o contraste de gerações, o filme não se preza a explicar os conceitos e referências culturais que cercam a música clássica, podendo deixar muitos à deriva. Mas ainda sim, fazendo uma excelente espiral decadente de sua própria protagonista, a produção nos convida para a curiosidade, instiga nossos instintos e nos deixa insaciáveis. E sob um final irônico e brilhante, Field ainda consegue entregar muito mais do que esperamos, tornando TÁR uma pequena sátira de uma mulher que, embora flertasse com todas as cartilhas progressistas, é de fato um escárnio da assustadora contemporaneidade.

Cannes 2023 | Conheça os detalhes da Seleção Oficial do Maior Festival de Cinema

Na última quinta-feira, dia 13 de abril, Thierry Frémaux e Iris Knobloch anunciaram a seleção oficial dos filmes participantes do 76º Festival de Cannes. Com uma grande abertura aos filmes hollywoodianos, a seleção consagra grandes nomes da sétima arte e figurinhas carimbadas do evento ao mesmo tempo que busca apresentar novos cineastas e um recorde de mulheres nomeadas para a competição. 

A quatro semanas da 76ª edição, o CinePOP apresenta os principais elementos de destaque da seleção deste ano. A começar pela presença de três brasileiros na seleção oficial (Kleber Mendonça Filho, Karim Aïnouz e Renée Nader Messora) já conhecidos do festival. Vamos dedicar uma análise especial para todos os brasileiros no festival em outro artigo, aguardamos ainda as seleções das mostras paralelas. 

Os mesmos de sempre na Competição pela Palma de Ouro

Ken Loach esteve 15 vezes na disputa pela Palma de Ouro

O que mais chama atenção na seleção competitiva? Os nomes de diretores já carimbados diversas vezes no festival. Em pole position está o britânico Ken Loach, de 86 anos, o qual já subiu os degraus do tapete vermelho do Palais des Festivals et des Congrès de Cannes 15 vezes. Duplamente premiado com a Palma de Ouro [Ventos da Liberdade, 2006, e Eu, Daniel Blake, 2016], o cineasta compete este ano com The Old Oak contra outros 18 longas-metragens. 

Em sua companhia estão também os veteranos da Croisette: o alemão Wim Wenders (10 vezes selecionado); os italianos Nanni Moretti (9 vezes) e Mario Bellocchio (8 vezes); e o japonês Hirokazu Kore-Eda (6 vezes). Caso Thierry Frémaux, o diretor geral do festival, consiga convencer Martin Scorsese — quatro vezes selecionado entre 1976 e 1985 — a apresentar Killer of the Flower Moon em competição, ele pode entrar nessa lista. 

Killer of the Flower Moon, de Scorsese, ainda é promessa na disputa pela Palma de Ouro

De acordo com o Frémaux durante a coletiva de imprensa: “O pedido foi feito” e, como todos os anos, alguns filmes ainda poderão entrar para a Seleção Oficial até o início do evento em Cannes. Outro nome conhecido do público é Wes Anderson, pela terceira vez em competição com Asteroid City. Após Moonrise Kingdom (2012) e A Crônica Francesa (2021), novamente um elenco estelar acompanha o cineasta: Tilda Swinton, Adrien Brody, Scarlett Johansson e Tom Hanks, entre outros. 

Em meio a mais de 2.000 filmes vistos pelo diretor-geral e a sua equipe, o Festival de Cannes promete uma “seleção renovada, pontuada aqui e ali por grandes autores”, no entanto, é notável a predominância dos cineastas dos Estados Unidos e Europa, vide a pré-estreia de Indiana Jones e a Relíquia do Destino, de James Mangold.

Indiana Jones e a relíquia do destino é a grande estreia do Festival de Cannes 2023

Poucos Novatos na Seleção Oficial

Não é tão usual o lançamento de um(a) diretor(a) iniciante na competição pela Palme d’Or, ainda mais com tantos outros nomes de peso na disputa. Por outro lado, o Festival de Cannes nos presenteia com grandes obras de debutantes, vide Atlantique, de Mati Diop, e Os Miseráveis, de Ladj Ly, ambos premiados pelo júri em 2019. Este ano, o grande efeito é da franco-senegalesa, de 36 anos, Ramata-Toluaye Sy, na disputa pela Palma de Ouro com o longa Banel & Adama. Vinda de uma das renomadas escolas de cinema na França, La Fémis, a novata cineasta já esteve por trás do roteiro de dois projetos e trabalhou na ideia título selecionado durante sete anos.

Longe de ser um novato no cinema, o britânico Jonathan Glazer é outro nome pela primeira vez na Seleção Oficial. Vindo do mundo dos videoclipes, ele é conhecido na sétima arte pelos controversos Sexy Beast (2000), com Ben Kingsley; Reencarnação (2004), com Nicole Kidman; e Sob a Pele (2013), com Scarlett Johansson, Glazer é um diretor peculiar e podemos esperar qualquer coisa do seu quarto longa The Zone of Interest (Zona de Interesse). O filme é a adaptação do romance homônimo de Martin Amis ambientado em Auschwitz. Lançado em 2014, o livro conta a história de um oficial nazista que se apaixonou pela esposa do comandante do campo.

Ramata-Toluaye Sy única estreante na direção em disputa pela Palma de Ouro

Séries em Cannes

Não é de hoje que o Festival de Cannes coloca no seu cardápio o lançamento de séries, mas é curiosa a participação do grande lançamento do ano da HBO, The Idol (O Ídolo), tenha uma pré-estreia durante o evento. Com um festival especial CannesSeries, realizado do 14 ao 19 de abril de 2023, em sua sexta edição, é de se estranhar a seleção de Thierry Frémaux. Como justificativa, o diretor-geral anunciou o título como o “início de um filme…”

Em outros anos, Irma Vep, de Olivier Assayas; Top of the Lake, de Jane Campion; Twin Peaks, de David Lynch; e Muito Velho Para Morrer Jovem, de Nicolas Winding Refn; tiveram essa honra. Desta vez, no entanto, não é um grande cineasta na realização, mas Sam Levinson, o criador de produções televisivas como Euphoria (2019-) e Malcolm & Marie (Netflix, 2021), ao lado de The Weeknd

The Idol estreia dia 4 de junho na HBO.

Além da produção, o músico atua ao lado de Lily-Rose Depp. Desde de Game of Thrones (2011-2019), a HBO produz séries com qualidades cinematográficas. Ou seja, esperamos o mesmo de The Idol. Pelo trailer, o seriado tem uma pegada moderna da ideia de Damien Chazelle em Babilônia (2022). Veja o trailer aqui

Recorde de Cineastas Mulheres

Outro destaque deste ano é a nomeação de seis mulheres em competição, ou seja, quase um terço da Seleção Oficial. É um recorde do evento, pois no ano anterior o número foi de cinco diretoras, incluindo um filme co-realizado com um homem. Das seis selecionadas, quatro são reincidentes: as francesas Catherine Breillat (com A Última Amante, 2007) e Justine Triet (com Sibyl, 2019); a italiana Alice Rohrwacher (com As Maravilhas, 2014, e Feliz como Lázaro, 2018); e a austríaca Jessica Hausner (Little Joe, 2019). 

As diretoras Jessica Hausner, Alice Rohrwacher, Kaouther Ben Hani, e Catherine Breillat na Competição Oficial.

A tunisiana Kaouther Ben Hania já recebeu uma nomeação com O Homem que Vendeu Sua Pele na Seleção do Festival de Cannes 2020, em contrapartida, o evento não ocorreu por conta da pandemia da COVID-19. Esta é, portanto, oficialmente sua primeira participação em na corrida pela Palma de Ouro. Vale lembrar que ela esteve na mostra Um Certo Olhar com o ótimo A Bela e os Cães, em 2017. Para fechar a lista, a sexta é a  — já mencionada — franco-senegalesa Ramata-Toluaye Sy

Após 75 edições, o Festival de Cannes conta apenas com duas mulheres ganhadoras do grande prêmio. A primeira foi Jane Campion, com O Piano (1993) e mais de 20 anos depois, Julia Ducournau com Titane (2021). Nas nossas contas, apenas 2,6% do total de edições uma mulher subiu ao palco para receber a Palma de Ouro. Com seis mulheres na disputa, as chances aumentam, mas a batalha vai ser difícil. Vamos aguardar a revelação dos membros do júri ao lado do presidente Ruben Östlund (Triângulo da Tristeza).

Confira abaixo a lista completa da Seleção Oficial de Cannes

Filme de Abertura: Jeanne du Barry, de Maïwenn (Fora da Competição) 

Johnny Depp em Jeanne du Barry na Abertura do Festival de Cannes

Competição pela Palma de Ouro

Club Zero, de Jessica Hausner (Áustria)

The Zone Of Interest, de Jonathan Glazer (Reino Unido)

Fallen Leaves (Kuolleet lehdet), de Aki Kaurismaki (Finlândia)

Les Filles d’olfa, de Kaouther Ben Hania (Tunísia)

Asteroid City, de Wes Anderson (EUA)

Anatomie d’une Chute, de Justine Triet (França)

Monster, de Kore-Eda Hirokazu (Japão)

Il Sol Dell’avvenire, de Nanni Moretti (Itália)

L’été Dernier, de Catherine Breillat (França)

About Dry Grasses (Kuru Otlar Ustune), de Nuri Bilge Ceylan (Turquia)

La Chimera, de Alice Rohrwacher (Itália)

La Passion de Dodin Bouffant, de Tran Anh Hùng (Vietnã)

Rapito, de Marco Bellocchio (Itália)

May December, de Todd Haynes (EUA)

Jeunesse, de Wang Bing (China)

The Old Oak, de Ken Loach (Reino Unido)

Banel & Adama, de Ramata-Toulaye Sy  | Primeiro Filme | (Senegal/França) 

Perfect Days, de Wim Wenders (Alemanha)

Firebrand, de Karim Aïnouz (Reino Unido/Brasil)

Mostra Um Certo Olhar 

Filme de Abertura: Le Règne Animal, de Thomas Cailley 

Romain Duris em Le Règne Animal, na abertura da mostra Um Certo Olhar

Los Delincuentes, de Rodrigo Moreno 

How To Have Sex, de Molly Manning Walker  |  Primeiro Filme 

Goodbye Julia, de Mohamed Kordofani  |  Primeiro Filme  

La Mère De Tous Les Mensonges (Kadib Abyad), de Asmae El Moudir 

Simple Comme Sylvain, de Monia Chokri 

A Flor do Buriti, de João Salaviza, Renée Nader Messora 

Los Colonos, de Felipe Gálvez  |  Primeiro Filme 

Augure, de Baloji  |  Primeiro Filme  

The Breaking Ice, de Anthony Chen 

Rosalie, de Stéphanie Di Giusto 

The New Boy, de Warwick Thornton

If Only I Could Hibernate, de Zoljargal Purevdash  |  Primeiro Filme 

Hopeless, de Kim Chang-Hoon  | Primeiro Filme 

Terrestrial Verses, de Ali Asgari, Alireza Khatami 

Rien à Perdre, de Delphine Deloget  |  Primeiro Filme  

Les Meutes, de Kamal Lazraq  |  Primeiro Filme 

Fora da Competição

Indiana Jones e a Relíquia do Destino, de James Mangold 

Cobweb, de Kim Jee-Woon 

The Idol, de Sam Levinson (série HBO)

Killers Of The Flower Moon, de Martin Scorsese 

Sessões de Meia-Noite 

Kennedy, de Anurag Kashyap 

Omar La Fraise, de Elias Belkeddar

Acide, de Just Philippot 

Cannes Première 

Kubi, de Takeshi Kitano 

Bonnard, Pierre e Marthe, de Martin Provost 

Cerrar Los Ojos, de Victor Erice 

Le Temps d’aimer, de Katell Quillévéré 

Sessões Especiais 

Documentário Retratos Fantasmas, de Kléber Mendonça Filho, estreia em Sessão Especial em Cannes.

Man In Black, de Wang Bing 

Occupied City, de Steve Mcqueen 

Anselm, de Wim Wenders 

Retratos Fantasmas, de Kleber Mendonça Filho

Saiba como baixar o jogo OFICIAL para celulares ‘Harry Potter: Mistérios de Hogwarts’

O tão aguardado jogo para celulares Harry Potter: Mistérios de Hogwarts’, licenciado pela Warner Bros., já está oficialmente aberto para pré-registro na Google Play, loja oficial de aplicativos para Android.

Essa atualização indica que o jogo, que é gratuito, está muito próximo de ser lançado. Para fazer o pré-registro e ficar sabendo assim que ele já estiver disponível, basta clicar neste link.

A trama do jogo se passa entre o período do nascimento de Harry e sua entrada em Hogwarts, quando Ninfadora Tonks e Gui Weasley ainda eram alunos.

O jogador poderá melhorar seu avatar à medida que conquistar mais experiências e habilidades mágicas, além de escolher seu próprio animal de estimação e participar de aulas de magia, poções e transfiguração. A cada nova habilidade conquistada, novos lugares e feitiços serão liberados.

Assista ao trailer:

‘Apostle’: Suspense da Netflix sobre seita religiosa ganha pôster sinistro

Michael Sheen e Dan Stevens vão estrelar um drama sobre uma seita religiosa, intitulado ‘Apostle’. Dirigido por Gareth Evans, a produção também conta com Lucy Boynton, Bill Millner e Kristine Froseth no elenco.

Além disso, a Netflix liberou um pôster enigmático do filme. Confira:

O novo cartaz adianta que a estreia do longa está marcada para o dia 12 de outubro.

A trama acompanha Stevens como um homem que viaja para uma ilha remota com o objetivo de resgatar sua irmã, que foi sequestrada por uma seita religiosa. Mas quando o grupo exige um resgate pela mulher, ele se vê em uma situação desafiante.

 

10 curiosidades de ‘Homem de Ferro 3’ | Um dos filmes com bastidores mais agitados da Marvel…

Como os seguidores do CinePOP já sabem, 2023 marca os dez anos do lançamento de Homem de Ferro 3. O filme causou muita polêmica na época de sua estreia, mas também foi acompanhado da segunda bilheteria do MCU a superar a marca de um bilhão de dólares. Em meio a essas contradições, o longa segue até hoje considerado por alguns o pior filme da Marvel, enquanto outros defendem que a obra foi injustiçada pelos fãs.

‘Homem de Ferro 3’ | Filme mais POLÊMICO do Homem de Ferro completa 10 anos
Divulgação/ Marvel© 2012

Independentemente dessa avaliação pessoal, esse filme é uma das obras da Marvel cujos bastidores foram repletos de curiosidades e situações pra lá de inesperadas. Então, pensando nessa celebração de uma década “de vida”, escolhemos dez curiosidades sobre o filme para você conhecer. Confira!

Novos horizontes

Foto: Alberto E. Rodriguez/WireImage

O querido Jon Favreau deixou a trilogia para focar em dois projetos diferentes: o filme indie Chef (2014), que ele estrelou e dirigiu, e Mogli: O Menino Lobo (2016). A escalação do novo diretor não demorou muito, porque havia um nome aparentemente ideal à disposição: Shane Black. Além de já ter trabalhado anteriormente com Robert Downey Jr., ele já tinha um entendimento de como funcionava a franquia, por ter sido um dos consultores não creditados de Homem de Ferro 2 (2010). Dessa forma, ele foi contratado e já assumiu um projeto que deveria ser tranquilo. Deveria.

Lesão milagrosa

Como dito acima, a produção deveria ser tranquila, mas foi repleta de problemas. Um deles foi que o estúdio responsável pelo CGI do filme abriu falência no meio das filmagens. E para piorar a situação, ainda faltava trabalhar todo o terceiro ato do longa, que é praticamente 80% feito com computação gráfica. Então, para sorte da equipe e azar do ator, Robert Downey Jr. foi realizar uma cena de ação e acabou quebrando o tornozelo. A lesão foi séria e deixou Robert “de molho” por dois meses em casa. Esse tempo foi o bastante para uma nova produtora assumir e trabalhar com calma no CGI do filme.

Tony Senna

Uma das cenas mais comentadas do trailer foi uma que mostrava Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) segurando o capacete do Homem de Ferro contra o rosto, enquanto chorava copiosamente. Segundo o diretor do filme, Shane Black, essa cena foi inspirada num ícone brasileiro: Ayrton Senna. Ele estava assistindo o documentário Senna: O Brasileiro, O Herói, O Campeão (2010), que conta a história da carreira e da vida pessoal do piloto brasileiro, quando se deparou com as imagens do funeral de Ayrton, em que sua irmã, Viviane, pega o capacete do irmão e o apoia contra o rosto, como se olhasse para os olhos de Ayrton uma última vez. Shane ficou encantando com o poder daquelas imagens e decidiu homenageá-la no filme.

Grana dos amigos

O orçamento original de Homem de Ferro 3 era de algo em torno de 140 milhões de dólares, o que já era um valor bem alto para um blockbuster da época. Só que o sucesso de Os Vingadores (2012) superou tanto as expectativas dos investidores, arrecadando mais de 1,5 bilhão de dólares, que eles liberaram uma cota extra de 60 milhões de dólares para o terceiro Homem de Ferro, disponibilizando assim um orçamento de cerca de 200 milhões de dólares. Uma bolada!

Maya 

Uma das personagens novas introduzidas e despedidas nesse filme foi a cientista Maya Hansen. Apesar de não ser uma personagem muito popular nos quadrinhos, Maya foi vendida como peça fundamental para a trama deste terceiro filme do Homem de Ferro, e isso fica claro pela ideia da direção para a atriz que deveria interpretá-la. A primeira convidada para dar vida ao papel foi a incrível Jessica Chastain. Ela aceitou o papel, mas acabou precisando deixar o projeto por conta de conflitos de agenda. Assim, o papel caiu no colo de Rebecca Hall, que passou longe de ter um trabalho memorável no longa.

Mudança polêmica

Quando começou a fazer Homem de Ferro (2008), Favreau decidiu encarar o projeto como a parte um de uma trilogia, mesmo que não houvesse confirmação de que aquilo iria pra frente. Assim, ele planejou os filmes para se encerrarem num embate épico contra o Mandarim, maior rival do herói nos quadrinhos. O problema é que Jon deixou o projeto e a liberdade criativa passou para as mãos de Shane Black, que decidiu alterar a visão do antigo diretor por medo sofrer represália internacional trazendo para as telas o Mandarim das HQs, que era repleto de estereótipos racistas dos chineses. Então, ele decidiu fazer do vilão um fantoche de um terrorista norte-americano, escalando Ben Kingsley para o papel do Mandarim falso. Dessa forma, ele fecharia a trilogia com a Indústria Armamentista como a grande vilã, assim como foi mostrado no primeiro filme.

Wandinha

Antes de fazer sucesso com a Wandinha na Netflix, a atriz Jenna Ortega já acumulava alguns papéis interessantes no cinema. Mas você sabia que sua estreia na atuação foi justamente em Homem de Ferro 3? Pois é, na época com apenas dez aninhos de idade, Jenna interpretou a filha do Vice-Presidente dos EUA, que é retratada como uma jovem em cadeira de rodas, que perdeu uma perna e motivou o político a apoiar o desenvolvimento e os testes do vírus Extremis, que é a grande ameaça da trama.

CGI de milhões

Com a cota extra, a produtora nova trabalhando e Robert machucado, Shane Black pôde gastar mais com CGIs extremamente excêntricos. O primeiro foram os dedinhos do coelhão que Tony dá de presente de natal para Pepper. Em testes no Oriente Médio, parte do público achou que as patinhas do coelho eram um par de peitos enormes no animal. Então, para evitar confusão, ele colocou patinhas de CGI no coelho. Mas o mais impressionante é justamente na cena final, em que Tony retorna a sua mansão destruída e pega uma chave de fenda. Como Robert estava se recuperado da lesão no tornozelo, Shane usou um dublê de corpo do ator e construiu seu rosto por meio do CGI. O trabalho foi tão bem-feito que até hoje tem muita gente que sequer sabe dessa curiosidade.

Foi pro espaço

Na época, os quadrinhos da Marvel traziam uma parceria inesperada, mas que deu muito certo. O Homem de Ferro foi ao espaço para integrar os Guardiões da Galáxia. E como o filme do grupo espacial estrearia no ano seguinte, houve um rumor de que a cena pós-créditos do filme mostraria Tony Stark com uma armadura adaptada viajando para o espaço, após receber uma mensagem de socorro do Senhor das Estrelas, que seria captada pelo JARVIS. Esse rumor ganhou ainda mais força quando a produção liberou imagens da Mark 39, a “Deep Space Armour”. No fim das contas, a armadura espacial foi feita, apareceu por 3 segundos na batalha final e foi destruída logo em seguida. E apesar disso, a armadura ganhou um Hot Toys próprio, que se tornou um sucesso de vendas.

Não cobrada

No fim das contas, a cena pós-créditos foi uma revelação de que Homem de Ferro 3 foi uma história narrada pelo próprio Tony Stark ao seu novo “amigo de laboratório”, Bruce Banner, como se fosse uma grande sessão de terapia. A cena é até divertida, com Bruce claramente de saco cheio do falatório de Tony, chegando até a dizer que ele não é “esse tipo de doutor”, claramente zoando o amigo por fazê-lo de psicólogo. Essa cena é tão curtinha que Mark Ruffalo – que aparece usando a mesma roupa do Steve Rogers (Chris Evans) no primeiro Vingadores – sequer teve a participação creditada oficialmente.

Divulgação/ Marvel Studios© 2013

Homem de Ferro 3 está disponível no Disney+

Crítica | Traição – Minissérie de AÇÃO da Netflix é Reviravolta atrás de Reviravolta

Tem coisa que a paranoia na cabeça dos roteiristas adora escrever a respeito: o universo conspiratório em que todo mundo está contra os interesses do “governo”, seja ele qual for. Geralmente centrado no eixo Europa-Estados Unidos, uma produção de ação com suspense e conspiração geralmente envolve mocinhos versus bandidos, sendo estes geralmente oriundos dos países não ocidentais. Seguindo esse molde, estreou na virada do ano como uma das apostas da Netflix a minissérieTraição’, uma boa opção para os assinantes que gostam desse tipo de produção.

Em um dia comum, Sir Martin Angelis (Ciarán Hinds), diretor geral da MI6 (o serviço de inteligência secreto do Reino Unido e das Nações Amigas), está almoçando no clube que sempre frequenta quando, de repente, percebe que algo está errado: ele fora envenenado. Com o diretor afastado no hospital, Adam Lawrence (Charlie Cox), um homem jovem e cheio de energia, é indicado para ocupar a vaga de diretor geral da MI6. Sob pressão mas disposto a dar seu melhor, Adam se debruça a fundo para investigar quem estaria interessado no envenenamento de Adam, porém, aos poucos sua própria vida começa a correr risco, e também a de sua esposa Maddy (Oona Chaplin) e seus filhos Callum (Samuel Leakey) e Ella (Beau Gadsdon). Isto porque Kara (Olga Kurylenko), sua ex-namorada russa, volta de seu passado para cobrar respostas sobre uma missão em que os dois estiveram envolvidos anos antes.

Dividido em cinco episódios de cerca de quarenta minutos cada, ‘Traição‘ é o tipo de história que busca entregar ao menos uma grande reviravolta por episódio, de modo a engajar o espectador a continuar assistindo. Neste sentido, consegue seu objetivo, afinal, sendo uma minissérie, o espectador já tem mais predisposição para assistir, ciente de que terá o final da história quando a minissérie acabar.

O roteiro de Mark Charman e Amanda Duke faz o eixo do enredo girar a cada fim de arco narrativo. Em um primeiro momento temos a história centrada no protagonista Adam, que é um sujeito meio sem sal que não justifica estar na posição em que está; em seguida mudamos para Kara e esse passado negado, que eventualmente explica o porquê das coisas; por fim, ficamos em Maddy, a esposa que começa sem muito espaço na história mas que acaba como protagonista. Para rechear as tramas, muito suspense conspiratório envolvendo agentes-duplos, agentes infiltrados, FBI, MI6, vilões russos e heroísmo em território árabe. Ou seja, um roteiro que bebe e reforça a construção dessa imagem de árabes e russos como os grandes maus e os ingleses-estadunidenses como os bonzinhos, mesmo que entre eles mesmos haja muita puxada de tapete.

A direção compartilhada entre Louise Hooper e Sarah O’Gorman promove dinamismo para a história, alternando os holofotes do vilão versus herói de modo que o espectador é constantemente enganado, sem saber em quem acreditar – tal como os personagens na história. As diretoras realizam um competente trabalho na construção do suspense e das cenas de luta e tiroteio, tornando-as bastante convincentes, que é o que os fãs de ação querem ver.

Traição’ é uma boa minissérie de ficção com um quê de real, que se baseia no imaginário coletivo do eixo nórdico do globo de estar constantemente buscando traidores. Não traz nada de novo, mas é bem feito, e é isso que importa no entretenimento.

‘Vingadores: Ultimato’: Kevin Smith tem uma teoria bizarra sobre o filme; Confira!

Em um recente episódio de seu show, Kevin Smith compartilhou uma teoria bizarra de ‘Vingadores: Ultimato’, envolvendo um final alternativo para Thanos (Josh Brolin).

Depois do vilão balancear o universo em ‘Guerra Infinita’, os fãs do Universo Cinemático Marvel ficaram bastante surpresos ao ver personagens como Homem-Aranha e Pantera Negra virarem poeira.

Uma das maiores questões que insurgiram no último filme foi como eles irão retornar para a franquia. Em ‘Ultimato’, o time original de Vingadores irá se reunir, e rumores indicam que todos participarão de uma viagem no tempo e que o Reino Quântico terá um papel importante na conclusão da saga.

E foi então que Smith falou sobre sua teoria no programa ‘Fatman on Batman’. “Há uma teoria que ouvi de JC logo antes de entrarmos no ar. Não sei de onde vem, exatamente, mas ela diz que o Thanos que conhecemos na verdade não é o verdadeiro Thanos”, ele disse. “Ele é a versão de uma realidade alternativa e que o real personagem irá aparecer apenas em ‘Ultimato’“.

Bom, visto que ‘Dr. Estranho’ introduziu no panteão de heróis a ideia de dimensões alternativas e que Kevin Feige, presidente dos estúdios Marvel, disse que o MCU ainda terá sua dose de viagens no tempo em um futuro próximo, a teoria não é tão impossível assim.

Vingadores: Ultimato estreia no dia 25 de abril de 2019.

‘Cruella’: Kirby Howell-Baptiste entra para o elenco da adaptação

Segundo a VarietyKirby Howell-Baptiste foi recém-elencada no aguardado longa-metragem Cruella, em um papel ainda não discriminado.

A atriz é conhecida por seu papel como Elena Felton no premiado drama Killing Eve e também por dar vida a Taylor na tragicomédia Why Women Kill. Seus outros projetos incluem BarryVeronica MarsThe Good Place.

Howell-Baptiste se junta a Emma Stone, Paul Walter Hauser, Emma Thompson, Joel FryEmily Beecham.

Prevista para maio de 2021, a adaptação gira em torno da jovem Cruella de Vil, antes de se tornar a grande vilã de ‘101 Dálmatas’.

Confira a imagem promocional:

Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘).

A produção se passará no cenário punk da Londres de 1979. Os rumores ainda sugerem que a fashionista Cruella de Vil estará vinculada à banda Sex Pistols, que teve ligação direta com a moda na década em questão.

Cruella

TODOS os filmes adiados devido ao surto do Coronavírus [ATUALIZADO]

A indústria do entretenimento vem sofrendo com o surto de Coronavírus que, outrora restringido apenas à China, agora se espalhou para o restante do mundo em velocidade recorde.

Emergindo ao patamar de pandemia global (com mais de 130 mil infectados e quase 5 mil mortes), várias distribuidoras e produtoras resolveram adiar o lançamento de alguns dos longas-metragens mais esperados do ano – como foi o caso de Mulan‘007 – Sem Tempo para Morrer’ e Velozes e Furiosos 9.

Por isso, o CinePOP separou uma lista com todos os filmes que foram adiado devido ao Coronavírus – e que será atualizada em tempo real.

Confira:

VELOZES E FURIOSOS 9

Lançamento original: 20 de maio de 2020.

Nova data: 02 de abril de 2021.

Velozes e Furiosos 9 pode não ter sido o primeiro filme a ser adiado, mas certamente é um dos maiores. O anúncio foi feito por Vin Diesel através de suas redes sociais e é bem provável que a espera de um ano também implique o futuro da franquia.

007 – SEM TEMPO PARA MORRER

Lançamento original: 09 de abril de 2020.

Nova data: 25 de novembro de 2020.

O 25º filme de James Bond (e o último a ser estrelado por Daniel Craig) já havia passado por alguns problemas de produção – mas nada poderia ter previsto seu adiamento em mais de seis meses. Agora, a nova entrada da franquia seguirá os passos dos lançamentos predecessores ao chegar aos cinemas no final do ano.

UM LUGAR SILENCIOSO 2

Lançamento original: 19 de março de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A sequência de ‘Um Lugar Silencioso’ chegaria semana que vem aos cinemas de todo o mundo, mas o Coronavírus acabou atingindo a grande aposta da Paramount para este ano. Ainda não se sabe qual será o novo dia de estreia do longa, mas acredita-se que o diretor John Krasinski deva fazer um anúncio oficial nos próximos dias.

PEDRO COELHO 2: O FUGITIVO

Lançamento original: 30 de abril de 2020.

Nova data: 07 de agosto de 2020.

De todos os filmes adiados até agora, Pedro Coelho 2: O Fugitivo foi o que menos sofreu com as mudanças nas datas: em vez de ser lançado em abril, a sequência chega aos cinemas em agosto deste ano.

THE LOVEBIRDS

Lançamento original: 03 de abril.

Nova data: ainda não confirmada.

Paramount parece estar cautelosa acerca de seus lançamentos e, assim como ‘Um Lugar Silencioso 2’, a comédia The Lovebirds também foi adiada por tempo indefinido.

MULAN

Lançamento original: 26 de março de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

Já era de se esperar que o remake em live-action de Mulan eventualmente fosse adiado. Apesar da impactante estreia mundial há alguns dias, os estúdios Walt Disney perceberam que a caótica situação que o Coronavírus vem deixado impactaria no mercado cinematográfico – decidindo tirar o filme de seu cronograma oficial até segunda ordem.

OS NOVOS MUTANTES

Lançamento original: 02 de abril de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A estreia de Os Novos Mutantes parece uma utopia do entretenimento: afinal, para aqueles que não se recordam, o filme deveria ter chegado aos cinemas em abril de 2018, sendo movido para fevereiro de 2019, agosto de 2019 e, enfim, abril deste ano. Porém, a Disney anunciou recentemente que o longa foi adiado mais uma vez, ainda sem uma nova data definida.

ESPÍRITOS OBSCUROS

Lançamento original: 16 de abril de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

O novo terror produzido Guillermo Del Toro deveria chegar aos cinemas em abril de 2020, ao lado de diversas outras produções aguardadas da Casa Mouse. Entretanto, o filme também foi adiado em meio à crise do Coronavírus e agora não tem data para chegar aos cinemas.

TROLLS 2

Lançamento original: 09 de abril de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A sequência da animação Trolls também não ficou fora da lista de adiamentos. Programada para abril, a Universal Pictures emitiu uma declaração oficial dizendo que, “em função do cenário de acontecimentos globais”, o lançamento foi cancelado. Ainda não foi confirmada uma nova data.

VIÚVA NEGRA

Lançamento original: 30 de abril de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

Era de se esperar que um dos maiores lançamentos do ano também fosse vítima do Coronavírus. A estreia de Viúva Negra foi adiada por tempo indeterminado pelos estúdios Walt Disney. A confirmação foi feita pela Variety no dia 17 de março.

A MENINA QUE MATOU OS PAIS / O MENINO QUE MATOU MEUS PAIS

Lançamento original: 19 de março de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A inédita produção brasileira sobre o caso Richthofen – que se dividiria em duas sessões complementares – também foi vítima da pandemia viral. Antes programada para chegar aos cinemas nacionais na próxima semana, o longa foi adiado por tempo indefinido.

NO GOGÓ DO PAULINHO

Lançamento original: 16 de abril de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A comédia de Roberto Santucci com Maurício Manfrini teria lançamento marcado para abril de 2020 e competiria com inúmeras produções de grande calibre. Entretanto, a Downtown Filmes cancelou a estreia e ainda não decidiu um novo dia para o longa.

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: ÚLTIMO episódio da série ganha incrível promo oficial; Assista!

The CW divulgou a promo oficial de “The End Is at Hand” e “What We’re Fighting For”, que integram o ÚLTIMO episódio de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.’.

O capítulo vai ao ar no dia 12 de agosto.

Confira, junto à promo:

O elenco inclui Clark Gregg, Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley e Jeff Ward.