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James Cameron quase demitiu os roteiristas de ‘Avatar 2’ e o motivo é revelado!

Em entrevista ao The Marianne Williamson Podcast, o cineasta James Cameron revelou como foi o processo de criação para o roteiro das sequências de ‘Avatar‘, afirmando que chegou ameaçar demitir os roteiristas das continuações.

“Quando comecei a escrever as sequências, sabia que haveria três, mas, eventualmente, se transformaram em quatro. Então, eu reuni um grupo de escritores e disse: ‘Não quero ouvir as novas ideias de ninguém até que tenhamos passado algum tempo tentando descobrir o que funcionou no primeiro filme’. Eles queriam conversar sobre as novas histórias. Eu disse: ‘Não estamos fazendo isso ainda’. Eventualmente, tive que ameaçar demitir todos porque eles estavam fazendo o que os escritores fazem, que é tentar criar novas histórias.”

Ele continua, “Nós criamos e rejeitamos muitos enredos para os segundo e terceiro filmes porque eles não nos levaram àquela sensação mágica de sonhar com os olhos abertos.”

Os atores Sam Worthington, Zoe SaldanaStephen LangGiovanni RibisiJoel David MooreDileep RaoCCH PounderMatt Gerald reprisarão seus papéis do filme original. Já a Sigourney Weaver retornará como uma nova personagem.

Além dos veteranos, as sequências também contarão com os novatos Kate WinsletCliff CurtisEdie FalcoBrendan CowellMichelle YeohJemaine ClementOona ChaplinVin DieselCJ Jones.

Lembrando que ‘Avatar 2‘ chegará aos cinemas apenas em Dezembro de 2022, após quatro anos de atraso e 13 anos após o original.

O diretor James Cameron também já agendou o lançamento dos demais capítulos da saga.

Confira:

AVATAR 2 – 16 de Dezembro de 2022
AVATAR 3 – 20 de Dezembro de 2024
AVATAR 4 – 18 de Dezembro de 2026
AVATAR 5 – 22 de Dezembro de 2028

Aprovação de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ CAI para 94% após seis críticas negativas; Confira!

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa estava conseguindo se manter muito bem com perfeitos 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, até agora.

A publicação de seis críticas negativas fez a porcentagem cair para 94%.

Até o momento dessa matéria, o filme tinha 103 críticas positivas e 6 negativas, com nota média de 7.80/10.

Separamos os trechos das críticas negativas e das melhores críticas positivas.

Segundo os jornalistas, o filme não só cumpre as expectativas dos fãs como também é considerado o melhor entre todos os filmes já feitos do herói, tudo graças à grande performance de Tom Holland e o grandioso elenco.

Confira as análises NEGATIVAS:

“É mais parecido com uma chamada das estrelas por Zoom com orçamento para efeitos visuais.”, Daily Telegraph.

“Não há nenhuma tentativa de esconder que o filme é puro fan service, um mashup de grandes sucessos do legado cinematográfico do Homem-Aranha.”, Slant Magazine.

“O mais recente e trabalhoso filme da iteração vitoriosa de Tom Holland é tudo sobre como tramar personagens através da mágica multiverso de filme anteriores da franquia para entregar um compilado sucessos sem dopamina.”, Now Toronto.

“O hype pode ser contagioso, mas Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa reduziu a franquia a uma toca de coelho da insuportável cultura geek”, HeyUGuys.

Confira as análises POSITIVAS:

“Equilibrando rapidamente uma variedade impressionante de diversão, o fruto da mais recente parceria entre Sony e Marvel parece destinado a fazer o que apenas o Aranha pode – ou seja, atrair um grande número de fãs para sua teia.” – CNN.

“O diretor Jon Watts retorna ao universo do ‘Homem-Aranha‘ e transforma essa difícil premissa em uma trama de super-herói consistentemente divertida, amarrando duas décadas de pontas soltas no processo.” – Variety.

“Este filme faz o que os melhores filmes sempre fazem: eles emocionam e emocionam e te fazem querer torcer como se tivesse em um estádio lotado.” – Deadline.

“A melhor da trilogia do MCU é a do ‘Homem-Aranha‘! O filme é absolutamente fundamentado, emocionalmente pesado e este é o melhor desempenho da Holland como Homem-Aranha! Repleto de grandes surpresas e emoções!” – JVS Media.

“Um filme que você vai querer assistir de novo, facilmente. ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ é uma viagem que eu nunca quis que chegasse ao fim. É simplesmente maravilhoso que algo tão ambicioso como esse filme tenha surgido.” – Insider.

“O filme certamente lembrará o público por que nosso amigão da vizinhança, o Homem-Aranha, continua sendo um dos melhores heróis da Marvel, e isso se deve em grande parte ao desempenho de Tom Holland como Peter Parker.” – CBR.

“Simplesmente o melhor filme do ‘Homem-Aranha’ dentro do MCU até hoje.” – The Daily Beast.

Lembrando que a sequência estreia em 16 de dezembro nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Jenna Ortega vem para o Brasil divulgar ‘Wandinha’ na CCXP 2022

Prepare o coração, porque o tudum vai invadir a CCXP22! No retorno presencial do maior evento geek do mundo, a Netflix anuncia seu painel: sábado, dia 3 de dezembro, a partir das 13h30.

Prepare seu melhor look gótico e estale os dedos para receber a protagonista de ‘Wandinha‘, Jenna Ortega, juntamente com Gwendoline, para contar um pouco mais sobre fazer parte do universo tão icônico e amado da Família Addams.

Animado?

E para recompensar quem fez o ENEM e enfrentou uma prova extremamente cansativa, além de todo estresse psicológico, a Netflix quer presentear esses estudantes com o acesso antecipado à série ‘Wandinha‘, spin-off de ‘A Família Addams‘.

A gigante do streaming dará acesso à uma pré-estreia virtual do primeiro episódio da série da icônica garota macabra. A transmissão acontece em 20 de novembro, às 19h31 – ou seja, bem no dia da prova, exatamente um minuto após o horário de conclusão.

E não precisa voltar correndo após a prova, pois o capítulo ficará disponível na plataforma por 12 horas, até a manhã de segunda-feira (21). Ou seja, pode voltar com tranquilidade e curtir a estreia antecipada.

Dessa forma, para poder ver ‘Wandinha‘ antes de todo mundo, basta acessar este site da Netflix e se inscrever. Será preciso comprovar que você prestou o ENEM, importante destacar.

Veja a abertura da série:

A produção será lançado na plataforma no dia 23 de novembro.

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.

O elenco também traz Catherine Zeta-Jones como Mortícia, Luiz Gusman como Gomez, Issac Ordonez como Pugsley e Fred Armisen como Tio Chico.

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

BARRACO! Sessão de ‘Five Nights at Freddy’s’ termina em pancadaria; Assista!

Em um vídeo que se tornou viral nas redes sociais, um cinéfilo assistiu a uma briga violenta que ocorreu na première de ‘Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim‘  em Acton, Londres.

O vídeo mostra um grupo de pessoas trocando golpes na primeira fila do cinema enquanto os créditos do filme rolam ao fundo.

Parece que a maioria dos envolvidos também estava filmando, devido aos telefones de todos estarem com o flash ligado. O motivo da briga não foi revelado.

Confira:

A produção deve fazer sucesso em sua estreia nos cinemas norte-americanos. Apesar da produção estrear simultaneamente no serviço de streaming do Peacock, o longa deve arrecadar sólidos US$ 50 milhões em seu primeiro final de semana no país.

O filme também deve se tornar a segunda melhor estreia do outono norte-americano em 2023, atrás apenas do filme-concerto ‘Taylor Swift: The Eras Tour‘ (US$92.8M).

Vale destacar que o terror já arrecadou US$ 20 milhões apenas em pré-vendas, com alguns analistas estimando uma estreia de até US$ 85 milhões durante o primeiro final de semana. No entanto, o lançamento simultâneo em streaming pode acabar diminuindo o retorno do longa – apresentando um resultado semelhante ao desempenho de ‘Halloween Ends‘ (US$40M).

Em entrevista à Forbes, a diretora Emma Tammi (‘Terra Assombrada’) descartou a possibilidade da adaptação ‘Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim‘ ganhar uma versão para maiores.

A cineasta revelou que a produção traz um tom perfeito para a narrativa, e não sente vontade de alterar esse equilíbrio com cenas mais violentas.

“Sabíamos que alguns fãs dos jogos queriam que esta adaptação fosse para maiores. Por um lado, nós queríamos introduzir este filme para uma nova geração e sabíamos que a produção teria que ter uma baixa classificação etária. Por outro, nós realmente queríamos incluir elementos sombrios à adaptação para a parte do público que queria algo mais violento. Obviamente há elementos sinistros na mitologia [da franquia], mas em relação às mortes, tudo depende da execução. Nós queríamos garantir um equilíbrio ideal e fazer coisas criativas para insinuar o que está acontecendo na tela.”

Ele completa, “Acredito que esta adaptação não ganhará uma versão para maiores. Ficamos muito satisfeitos com o tom da produção; foi a escolha certa para este filme em particular.”

Criado em 2014, ‘Five Nights at Freddy’s’ rendeu uma série de jogos de terror produzidos pela Cawthorn, para PC e celulares. Os games colocam o jogador na posição de um guarda de segurança do turno noturno em um restaurante de diversão para família, com assustadores mascotes robóticos que ganham vida à noite. O game já rendeu quatro sequências, além de livros.

‘Five Nights at Freddy’s’ carrega até hoje o recorde do Guinness World de mais continuações lançadas em um mesmo ano.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de outubro.

Scarlett Johansson se incomodava com a hiper-sexualização da ‘Viúva Negra’ no MCU

Quando Scarlett Johansson foi introduzida como a Viúva Negra em ‘Homem de Ferro 2‘, a personagem apareceu de forma extremamente sexualizada – o que gerou bastante polêmica.

Em entrevista ao Collider, a atriz finalmente falou sobre o assunto.

“Era extremamente sexualizada. Definitivamente isso mudou e eu acho que parte dessa mudança vem de mim também. Terei 35 anos e sou mãe e minha vida é diferente. Obviamente, 10 anos se passaram e coisas aconteceram e eu tenho uma compreensão muito diferente e mais evoluída de mim mesma. Como mulher, estou em um lugar diferente na minha vida, sabe? E me senti mais indulgente comigo mesma, como mulher, e não – às vezes provavelmente não o suficiente. Estou me aceitando mais, eu acho. Tudo isso está relacionado ao afastamento do tipo de hiper-sexualização desse personagem e, quero dizer, você olha para trás, para o Homem de Ferro 2 e enquanto foi muito divertido e teve muitos momentos ótimos, a personagem é tão sexualizada, sabe? Realmente parecia que ela era um pedaço de carne, como uma posse, um pedaço de bunda, na verdade. E Tony até se refere a ela como algo assim em um ponto.”, afirmou. 

Memoravelmente, o Homem de Ferro e a Viúva Negra morreram em ‘Vingadores: Ultimato‘, de 2019.

Johansson é a atriz mais bem paga da atualidade, e manteve seu título esse ano ao receber US$ 20 milhões para estrelar o filme solo da ‘Viúva Negra‘ mais comissão nas bilheterias. Mas nem sempre foi assim.

Após uma batalha que durou anos dentro da própria Marvel, a atriz finalmente conseguiu negociar um salário equivale ao que Chris Evans e Chris Hemsworth ganharam para interpretar Capitão América e Thor em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Em entrevista ao Hollywood Reporter, Scarlett foi questionada se recebia menos que seus companheiros de elenco para ‘Vingadores: Ultimato‘: “Dinheiro sempre é um tabu em qualquer conversa. Mas posso dizer que, sim, agora estou no mesmo campo salarial dos meus amigos do sexo masculino”.

Keanu Reeves vai voltar como ‘John Wick’ no 5º filme e vai ENFRENTAR a ‘Bailarina’ nos cinemas

Durante sua apresentação na CinemaCon 2025, a Lionsgate confirmou o desenvolvimento da sequência ‘John Wick 5‘. Keanu Reeves retornará como o herói titular e voltará a ser dirigido por Chad Stahelski.

Porém, Reeves voltará às telonas como o personagem bem antes.

O astro vai aparecer em várias cenas de ação de Bailarina, derivado da franquia John Wick‘, estrelado por Ana de Armas.

Em uma das cenas mostradas na convenção, John Wick é enviado para matar Eve (a Bailarina) – e ele dá a opção dela fugir antes dele matar ela.

Porém, ela diz que quer ficar e os dois iniciam uma cena de luta gigantesca.

Confira a descrição:

O filme chega por aqui no dia 5 de junho de 2025.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A trama deBailarina acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina em busca de vingança pela morte de seu pai. Enquanto a franquia já explorou o universo de John Wick com a série The Continental, ‘Bailarina será o primeiro longa-metragem derivado, expandindo ainda mais o universo já estabelecido.

Em uma conversa com o Collider, Ana de Armas explicou as diferenças entre sua personagem e o icônico John Wick, afirmando que, apesar de o filme manter algumas marcas registradas, sua personagem será original.

“Eu acho que existem algumas marcas registradas no estilo das lutas em ‘John Wick e coisas que ele faz que são muito particulares dele. Mas porque, neste filme, estamos vendo pelos olhos de Eve o passado desse treinamento que John teve, e como esses assassinos e bailarinas, como essas pessoas se tornam assassinos, há alguns pequenos detalhes que são os mesmos, mas Eve Macarro é Eve Macarro. Ela não é John Wick, ela disse.

Crítica | ‘Pedágio’ – BRILHANTE e VISCERAL, o grande filme do cinema brasileiro em 2023!

Pare, olhe, escute. Um embate familiar que se choca com a realidade de uma vida difícil, com o preconceito, com verdades impostas, com a absurda oferta de uma ‘cura gay’ se tornam os primeiros elementos de um longa-metragem exibido nos festivais de San Sebastian e Toronto, que contorna as duras camadas de momentos conflitantes com inteligência, com uma fotografia que escancara as emoções. Segundo longa-metragem da carreira de Carolina Markowicz, uma grande contadora de histórias com imagens em movimento (já tínhamos visto isso no excelente Carvão), Pedágio não é um filme fácil, necessita de atenção, há reflexões por todos os lados. Um dos melhores longas-metragens exibidos no Festival do Rio 2023.

Na trama, acompanhamos Suellen (Maeve Jinkings, em grande atuação) uma mulher batalhadora que trabalha como cobradora de um pedágio em Cubatão, São Paulo. Ela tem um filho, Tiquinho (Kauan Alvarenga), perto de completar 18 anos, que adora fazer vídeos e imitar divas da música. Ao longo do tempo, Suellen passou a se incomodar com algumas situações envolvendo o filho e de maneira inconsequente resolve ser parte de uma pequena gangue que rouba relógios, tudo isso para financiar a ida de seu filho à uma cura gay organizada por um pastor gringo.

 

Os protagonistas, mãe e filho não chegam a ser antagonistas, há sentimentos conflitantes mas não falta amor. Essa relação repleta de altos e baixos, acaba se transformando em mais um personagem que segue como uma sombra para todas as ações e consequências que se chocam no destino dos protagonistas. Suellen vive num presente perdida em um relacionamento abusivo repleto de falsas promessas em choque com a carência, com a solidão e parece despejar todas suas frustrações no único filho. Tiquinho sofre com as agressões por sua orientação sexual mas não deixa de seguir seu caminho driblando a bolha conservadora que sua mãe está estacionada.

Como percorrer uma distância entre dois pontos? Tem artistas que adotam o discurso reto e direto, outros buscam as trajetórias mais difíceis por meio de profundas camadas dramáticas para trazer ao centro do palco (ou melhor, da telona) uma série de críticas sociais importantes para serem debatidas. Um relacionamento entre mãe e filho marcado pelo preconceito é o primeiro passo de um brilhante roteiro que detalha a vida como ela é, uma versão nua e crua de recortes de uma sociedade que algumas vezes buscam os caminhos mais difíceis em busca de algum sentido para verdades impostas. A narrativa é cirúrgica também ao relatar e se fazer refletir sobre a opressão sofrida pela comunidade LGBTQIA+.

Um dos seis filmes pré-selecionados para uma vaga no Oscar 2024 (acabou sendo escolhido Retratos Fantasmas), Pedágio estreia dia 30 de novembro. Um filme que marca mais uma vez o talento de Carolina Markowicz.

Os filmes de M. Night Shyamalan – Do Pior ao Melhor

O suspense Fragmentado é um dos grandes sucessos deste início de 2017, arrecadando elogios da imprensa especializada, do público e rendendo uma gorda bilheteria para um filme de seu orçamento. Tudo isso apenas soma para afirmarmos que o cineasta M. Night Shyamalan, uma vez considerado o novo Hitchcock ou o novo Spielberg (exageros à parte – como de costume) voltou às boas, após seu ensaio com A Visita (2015), caindo novamente nas graças dos Deuses do Cinema.

Pensando nisso, resolvemos listar (do pior ao melhor) todos os filmes que estampam o nome do cineasta APÓS SEU SUCESSO MUNDIAL com O Sexto Sentido (1999), o filme que colocou verdadeiramente seu nome no mapa. Queremos deixar isso bem claro – daí as letras garrafais – portanto, que seus dois longas iniciais, Praying With Anger (1992) e Olhos Abertos (1998), não estarão na lista. Assim como levaremos em conta somente produções cinematográficas, deixando também de fora a série Wayward Pines, com a qual esteve envolvido em 2015. Não esqueça de comentar e listar os seus em ordem. Vamos lá, apertem os cintos e preparem-se para serem Shyamalados.

O TEXTO ABAIXO CONTÉM SPOILERS – Caso não tenha visto o filme em questão, não leia a parte da reviravolta.

Demônio (Devil, 2010)

Sinopse: cinco estranhos ficam presos num elevador e coisas sombrias começam a ocorrer ao redor e dentro do local, como mortes. Policiais e técnicos tentam salvar as vítimas. A ideia era falar sobre fé.
Envolvimento:
essa era uma proposta do diretor que não deu certo. A ideia era criar uma série de filmes, todos parte de uma antologia de terror, sob o selo The Night Chronicles. Shyamalan produz o longa e escreveu a história, mas o roteiro e a direção não são seus.
Protagonista:
aqui temos um elenco de rostos desconhecidos, sem o foco em um único protagonista. Temos os cinco “jogadores” dentro do elevador, mas o que mais se aproxima de ser o principal é o personagem de Chris Messina, o detetive do lado de fora tentando salvá-los.
Elemento Sobrenatural:
além da tragédia de termos cinco pessoas trancafiadas em um elevador defeituoso, Demônio, como diz o título nada sutil, traz uma das vítimas como o próprio Belzebu encarnado. Essa é para se benzer.
Shyamalan Ator: não aparece.
Reviravolta:
todo o rebuliço criado pelo coisa ruim no final das contas era apenas uma forma de se vingar de um dos sujeitos, que havia atropelado a esposa do tal policial. Além disso, o filme trapaceia e mata a senhora idosa, primeiramente a eliminando da lista de suspeitos, para depois revelar ser ela a encarnação do capeta.

O Último Mestre do Ar (The Last Airbender, 2010)

Sinopse: adaptação para o cinema do famoso desenho animado Avatar, que devido ao monstruoso fenômeno homônimo de James Cameron, lançado no ano anterior, não pode utilizar seu título original. A história mística de aventura e fantasia, fala sobre diversas tribos, cada uma dominando um elemento da Terra, como fogo, ar, água e terra.
Envolvimento:
aparentemente, o desejo de Shymalan em adaptar o desenho veio da paixão de seus filhos pelo mesmo. Na época, seus filmes autorais de suspense e terror não estavam mais emplacando junto ao público, fechando portas para o diretor em estúdios como a Disney, a Warner e a Fox. O cineasta aqui resolveu dar um tempo de filmes menores e apostar no cinema blockbuster de efeitos visuais e heróis. Shyamalan adapta o roteiro, produz e dirige aqui.
Protagonista:
ao menos os personagens do desenho foram respeitados e trazidos para o longa, o problema é que certa leveza e humor foram esquecidos em prol de um épico enfadonho. Aang (Noah Ringer) é o protagonista, um jovem monge, que é o escolhido (para variar) e o único capaz de controlar os quatro elementos.
Elemento Sobrenatural:
por se tratar de um filme de fantasia, temos muitos elementos sobrenaturais, como pessoas que controlam o fogo, a água, o ar e a terra, além de uma criatura bestial, porém dócil, que é uma mistura de bicho preguiça e bisão.
Shyamalan Ator:
uma ponta não creditada como um dos membros da tribo do fogo.
Reviravolta:
a última cena deixava uma continuação engatilhada, que nunca viria. Após ter falhado em capturar o último Airbender, Zuko (Dev Patel) perde a preferência de seu pai, o rei, que agora mandará a filha para o encalço do “menino dourado”.

Depois da Terra (After Earth, 2013)

Sinopse: passada no futuro, esta ficção científica conta a história de um pai e seu filho (Will Smith e seu filho na vida real, Jaden Smith) ambos militares, viajando em uma missão interplanetária em sua nave. O pior acontece e a nave cai em um inóspito planeta. O pai fica impossibilitado, cabendo ao filho se provar e ir até o ponto oposto do local para enviar um sinal e pedir ajuda.
Envolvimento:
aqui, pela primeira vez em sua carreira, Shyamalan foi um diretor de aluguel. Por mais que em O Último Mestre do Ar tenha apenas adaptado um desenho, era um projeto de paixão seu, assim como a criação da antologia da qual Demônio faria parte. Mas com Depois da Terra, o diretor apenas serviu à família Smith, para que juntos desenvolvessem o projeto cujo subtexto é um dos mantras da cientologia, o da superação do medo. No filme, Shyamalan adapta em um roteiro a ideia de Smith, produz e dirige.
Protagonista:
mostrando que este é mais um veículo que Will Smith planejou para o lançamento da carreira de seu filho, embora o nome do astro seja o de maior relevância aqui, ele deixa Jaden, na pele de Kitai Raige, levar 80% da projeção sozinho.
Elemento Sobrenatural:
mais um filme de fantasia e ficção científica, aonde o que mais pode ser encontrado são elementos sobrenaturais. Passado no futuro, temos animais levemente modificados e evoluídos, como macacos, tigres e águias. Mas o que se destaca é a criatura monstruosa conhecida como Ursa.
Shyamalan Ator:
não aparece.
Reviravolta:
não existe grandes reviravoltas aqui, e a revelação de que o planeta inabitado e perigoso no qual caem com a nave é a Terra, é feita logo no início do filme, ao contrário do clássico Planeta dos Macacos (1968). Talvez a jornada e como Kitai derrota a Ursa sejam as surpresas aqui. O pequeno finalmente evoca o “fantasma”, técnica na qual se torna invisível ao monstro, superando de vez o medo.

Fim dos Tempos (The Happening, 2008)

Sinopse: um enigmático evento começa a ocorrer pelos EUA, no qual pessoas, aparentemente sem qualquer explicação, começam a se matar das formas mais variadas e grotescas. Devido à paranoia instalada no país, após o 11 de setembro, especula-se que sejam atos terroristas.
Envolvimento:
aqui ainda tínhamos o Shyamalan “moleque” e autoral. Porém, meio perdido, tendo usado todas as cartas na manga, com quase nenhum crédito junto aos críticos e público. Esse foi o primeiro filme de censura alta da carreira do diretor, que pôde usufruir da violência e cenas explícitas em seu filme declaradamente de terror. Como de costume, Shyamalan escreve, dirige e produz.
Protagonista:
uma das maiores críticas que Fim dos Tempos recebeu foi em relação aos seus personagens, em especial os protagonistas. Mark Wahlberg é o principal na pele do professor de ciências (??!!) Elliot Moore. O ator está longe de sua alçada e não convence, sendo alvo de cenas constrangedoras – como quando fala com uma samambaia (de plástico, para piorar). Pior que isso, só o desempenho inerte e robótico da geralmente agradável Zooey Deschanel, que interpreta sua esposa. A atriz parece anestesiada durante toda a projeção.
Elemento Sobrenatural:
alguma toxina parece a causa de tudo, se espalhando pelo ar e criando um novo nível de paranoia, que surpreendentemente dura apenas um dia. O que chama atenção é que assim como em alguns clássicos do gênero, a pessoa que você mais gosta e confia, pode se voltar contra você ou ela mesma.
Shyamalan Ator:
tomado pela timidez, o cineasta aparece apenas como uma voz ao telefone no filme.
Reviravolta:
bem, a grande reviravolta aqui, como diversos personagens entregavam em especulações durante o filme, é a revolta da natureza contra o homem. Em especial as plantas, que liberam esta toxina mortal, com a tentativa de embasamento científico da parte do cineasta. Bem, ou será que era isso mesmo?

A Dama na Água (Lady in the Water, 2006)

Sinopse: em um condomínio de classe média baixa, na cidade da Filadélfia (na qual se passam a maior parte dos filmes do diretor), figuras para lá de exóticas transitam. Até que o zelador do local encontra uma misteriosa jovem na piscina do prédio, e a trama se desenrola.
Envolvimento:
Shyamalan estava no auge de sua carreira, começando a colocar o pé no declínio. A divisão de opiniões causada por A Vila, ocasionou na saída do diretor do estúdio que o acolheu em seus maiores sucessos, a Disney. Este filme marca a primeira, e única (até o momento), aventura do cineasta pela Warner. O objetivo aqui era dar vazão aos contos de fadas que Shyamalan narrava para seus filhos antes de dormirem. Mais uma vez o cineasta escreve, dirige e produz.
Protagonista:
Cleveland Heep (Paul Giamatti, recém-saído dos sucessos de crítica Sideways – Entre umas a Outras e A Luta Pela Esperança), o zelador do condomínio, é nosso herói por esta jornada. Esse é o filme de Shyamalan que possui a maior gama de personagens excêntricos, a maioria propositalmente criados como alívio cômico. Um dos que mais chama atenção é o crítico de cinema e arte, pretensioso e arrogante (papel de Bob Balaban), tratado como vilão, e criado como forma de vingança do diretor em relação aos verdadeiros críticos que vinham destratando suas obras.
Elemento Sobrenatural:
por se tratar de um pretenso conto de fadas (ou conto de ninar, como dizia o slogan), temos figuras fantásticas e mitológicas, como ninfas (espécie de serias), papel de Bryce Dallas Howard, e criaturas que são mesclas de animais com outros elementos da natureza.
Shyamalan Ator:
esse é o melhor, ou pior, papel de Shyamalan em um de seus filmes, dependendo do seu ponto de vista. Essa é outra resposta, que soa muito como tapa de luva de pelicas (com uma ferradura dentro), que o diretor dá em seus detratores. Aqui, ele é Vick Ran, escritor e condômino (mora junto com a irmã) do local, cujo próximo livro irá ser tão importante que salvará o mundo. Egocentrismo no nível dez? Sim, por favor.
Reviravolta:
anunciado como conto infantil e história de fadas, A Dama na Água é enfadonho demais para as crianças. O filme possui inclusive cenas e momentos mais assustadores. No entanto, não guarda grandes reviravoltas. A maior delas talvez seja os papeis invertidos, que cada morador ganha na hora de ajudar a ninfa Story (Howard) – sim, nome bem criativo né? – a voltar para casa. Invertidos, pois iriam se mostrar equivocados, necessitando de nova escalação.

A Visita (The Visit, 2015)

Sinopse: um casal de adolescentes vai visitar os avós em outra cidade, com quem nunca tiveram contato devido à briga de sua mãe, filha dos idosos, com os pais anos atrás. Mas os adoráveis antepassados escondem um terrível segredo.
Envolvimento:
foi a volta por cima de Shyamalan, e o passo rumo a reconquistar o sucesso. Um filme menor, financiado de seu próprio bolso, e gravado no estilo found footage. Esse era o filme que o diretor queria fazer, com controle total, e não fazia desde 2008. O autor escreve, produz e dirige.
Protagonista:
os protagonistas são os inocentes netinhos Becca (Olivia DeJonge) e o cômico Tyler (Ed Oxenbould), aficionado por hip hop. Mas quem rouba a cena são os perturbadores avós Nana (Deanna Dunagan) e Pop Pop (Peter McRobbie).
Elemento Sobrenatural:
o filme inteiro ficamos esperando alguma ameaça sobrenatural, que justifique o comportamento errático dos velhinhos. Em certo momento, enfatizado pela mãe (papel de Kathryn Han), a justificativa de seu comportamento pode ser apenas pela idade. O que traria um tom cômico maior ao longa, que já utiliza de muito humor.
Shyamalan Ator:
mesmo voltando aos poucos às boas com o sucesso, o diretor ainda não arriscaria aparecer em um longa.
Reviravolta:
talvez uma das melhores e mais gélidas reviravoltas em um filme do diretor, que congelou minha espinha ao assistir no cinema, descobrimos que os adoráveis velhinhos não são os avós reais da dupla de jovens, e sim loucos fugidos do manicômio. Meu Deus!!!

Fragmentado (Split, 2016)

Sinopse: Kevin (James McAvoy) é um jovem que possui 23 personalidades. Para tentar curar o quadro, ele se trata com uma psicóloga renomada. No entanto, o tratamento parece não ajudar muito e ele termina sequestrando três jovens.
Envolvimento:
aqui, podemos afirmar que Shyamalan reencontrou a paz e o sucesso. O cineasta deu a volta por cima, sendo abraçado novamente por crítica e público, que fizeram de Fragmentado, escrito, produzido e dirigido por ele, um dos maiores sucessos deste início de 2017.
Protagonista:
Kevin e suas inúmeras personalidades (todas interpretadas por um James McAvoy inspiradíssimo), com destaque para Patricia, o menino Hedwig, Dennis e, é claro, a Besta. Casey Cooke (Anya Taylor-Joy, de A Bruxa), nossa heroína perturbada, também recebe o devido destaque.
Elemento Sobrenatural:
não existe um elemento 100% sobrenatural aqui, mas, além das inúmeras personalidades que permeiam a mente de Kevin, a Besta é uma criatura quase sobre-humana que ameaça vir à tona.
Shyamalan Ator:
Shyamalan não podia se conter de felicidade e no embalo aparece de novo como ator. Aqui, ele vive um técnico de segurança apaixonado pelo restaurante incorreto Hooters.
Reviravolta:
Existem algumas reviravoltas com as personalidades de Kevin, como a chegada da Besta, o destino de alguns personagens e o passado trágico da menina Casey. Mas o que mais chama atenção é o elo com um certo filme de sucesso do diretor.

Corpo Fechado (Unbreakable, 2000)

Sinopse: um homem é o único sobrevivente de um desastre de trem e, com a ajuda de outro que é seu exato oposto, começa a entender seu propósito no mundo e sua natureza indestrutível – ou inquebrável como diz o título original.
Envolvimento:
segundo longa de Shyamalan após ser glorificado com O Sexto Sentido. Hoje, Corpo Fechado possui status cult, mas na época muitos não entenderam a proposta deste filme de super-heróis de quadrinhos realista e dramático, pano de fundo para uma reconciliação matrimonial. O cineasta joga em todas as posições como de costume.
Protagonista:
David Dunn (Bruce Willis) é um homem que desiste do seu sonho profissional em nome da esposa (Robin Wright), se tornando infeliz quando a perde de qualquer forma. O personagem mais interessante de longe aqui, no entanto, é Elijah ‘Senhor Vidro’ Price (Samuel L. Jackson), em ótima homenagem ao cinema negro da década de 1970.
Elemento Sobrenatural:
O protagonista é um herói indestrutível e altamente sensorial, a não ser pela água, seu ponto fraco. Já o Senhor Vidro de Samuel L. Jackson é o oposto, se quebrando por completo ao primeiro esbarrão.
Shyamalan Ator:
a ponta do diretor neste filme resume-se a um fã que tenta vender drogas dentro do estádio, no qual o protagonista é segurança.
Reviravolta:
após a fantasia se tornar realidade, e ficar provado que o protagonista era de fato um super-herói saído direto da mitologia, resta saber qual o papel de seu antagonista nisso tudo… E que venha a continuação!

Sinais (Signs, 2002)

Sinopse: um fazendeiro e ex-pastor, perde a mulher em um acidente de trânsito, perdendo assim também a fé em Deus. Agora, ele cria os dois filhos pequenos com a ajuda do irmão mais novo.
Envolvimento:
Corpo Fechado, como a maioria das obras cult, não ganhou a atenção devida na época de seu lançamento, sendo redescoberto depois. Já em Sinais, seu terceiro longa, Shyamalan voltou novamente ao topo de mundo, adquirindo mais um sucesso de público e crítica, em um filme B que deu certo – ao contrário de Fim dos Tempos. O diretor novamente joga em todas as posições.
Protagonista:
Mel Gibson dava tudo de si na pele do ex-Reverendo Graham Hess, que perdeu a fé devido ao acidente fatal que tirou a vida de sua esposa. O bom do cinema de Shyamalan é dar enfoque dramático, em atuações dignas de prêmios, para tramas de terror e ficção, que geralmente não seriam levadas a sério. A escolha de Gibson, um intenso homem de fé, para o papel é mais que adequada. Além dele, Joaquin Phoenix também se destaca na pele de Merill, o irmão mais novo e destrambelhado, que serve como alívio cômico.
Elemento Sobrenatural:
o que ainda não foi mencionado aqui é que Sinais fala sobre uma possível invasão alienígena. Uma invasão diferente, no entanto, das que estamos acostumados a ver no cinema. Mais intimista ao ponto de ficarmos nos perguntando se tudo não passa de uma grande enganação. Shyamalan teve a ideia para o roteiro, depois de acompanhar os casos das enormes marcas em plantações, algumas se revelando um engodo, outras ainda sem explicação.
Shyamalan Ator:
esse é o papel mais legal de Shyamalan, tirando o hilário de A Dama na Água. Aqui, seu personagem é tão importante que faz a trama girar. Ele é Ray Reddy, veterinário da pequena cidade rural nos arredores da Filadélfia, que acidentalmente tira a vida da esposa do protagonista.
Reviravolta:
para quem estava na dúvida, os extraterrestres se mostram bem reais e nem um pouco amistosos. Os seres hostis invadem o local, e quando todos achavam que eles haviam partido… Bem, é ver para crer. No entanto, eles possuem um ponto fraco (que se mostra uma obsessão de Shyamalan). Sua fraqueza é explicada no filme, e na verdade, não é tão despropositada quanto afirmam os detratores do longa.

O Sexto Sentido (The Sixth Sense, 1999)

Sinopse: um psicólogo estrela, condecorado pelo prefeito, pega seu caso mais difícil: o de um menino diferente, que à primeira vista é alvo de abuso doméstico, porém, guarda segredos sobrenaturais, além da compreensão humana.
Envolvimento:
Shyamalan se tornou um astro aqui. Ele já havia dirigido dois filmes pouco significativos, mas foi com O Sexto Sentido que ganhou o mundo. O filme foi sucesso de crítica e público, e ainda recebeu 6 indicações ao Oscar, entre elas, melhor filme diretor. Além disso, consta na lista dos preferidos do grande público no site IMDB. Shyamalan cria aqui sua obra-prima, escrevendo, produzindo e dirigindo o longa.
Protagonista:
Bruce Willis dá vida o Dr. Malcolm Crowe, o psicólogo e protagonista. O ator recebe uma das poucas chances de atuar de verdade em sua carreira. Mas o rouba-cenas atende pelo nome de Haley Joel Osment, então um menino de 11 anos, inclusive chegando a ser indicado ao Oscar por seu desempenho como o problemático Cole, o garoto que via gente morta.
Elemento Sobrenatural:
como dito acima, o menino Cole via gente morta. Esse é um filme de fantasmas e assombrações, porém, um bem diferente do que imaginamos.
Shyamalan Ator:
o diretor interpreta um médico que começa a desconfiar que a mãe do menino (Toni Collette) seja quem vem lhe deixando marcas roxas por todo o corpo.
Reviravolta:
bem, na reviravolta mais manjada (agora) e surpreendente da história do cinema, ficamos sabendo que o psicólogo que ajudava o menino, estava também, ele mesmo, morto. Durante o filme, acompanhamos apenas seu fantasma se comunicando com o menino. Toque de gênio.

A Vila (The Village, 2004)

Sinopse: um pequeno vilarejo auto suficiente, e seus moradores, são assombrados pela floresta ao redor, na qual residem criaturas monstruosas, por volta de 1900. As duas raças vivem numa espécie de trégua, mas o que acontece quando esta trégua é quebrada?
Envolvimento:
esse é o melhor trabalho de Shymalan, embora não seja unânime, justamente porque o diretor brinca como nunca com sua audiência, manipulando de forma magistral o público, que teme sem saber o que temer. É um exercício em puro medo, o que o diretor propõe a realizar. E a plateia é sua cobaia. Ao final, alguns entenderão e apreciarão sua proposta. Outros, como sempre, se sentirão frustrados.
Protagonista:
embora o nome que encabece o elenco seja o de Joaquin Phoenix, e tenhamos atores da estirpe de William Hurt, Sigourney Weaver e Adrien Brody permeando a obra, a protagonista absoluta é Ivy Walker, a jovem cega, que marca a estreia vertiginosa de Bryce Dallas Howard no cinema.
Elemento Sobrenatural:
as criaturas que cercam o vilarejo, e habitam a floresta. Tais criaturas, que não devem ser mencionadas, nunca são de fato totalmente conhecidas ou explicadas, mas aparentam uma mistura de porco, com muitos espinhos e garras, num híbrido humanoide.
Shyamalan Ator:
Shyamalan dá as caras no final, como um dos seguranças responsáveis por guardar os arredores da reserva florestal.
Reviravolta:
são duas grandes reviravoltas aqui. A primeira, é que não existem de fato as criaturas, sendo tudo uma invenção dos mais velhos, para assegurarem que os mais novos nunca deixariam o local, pelo menos nesta geração. Essa ocorre antes do final, podendo ser acusada de ser anticlimática. A segunda reviravolta mostra que, na realidade, os aldeões personagens do filme estão vivendo em nosso tempo, dentro de uma reserva florestal apenas simulando o estilo de vida antigo. É a Alegoria da Caverna de Platão, recriada como forma de entretenimento ao grande público e fãs de terror e suspense.

De ‘Branca de Neve’ a ‘O Rei Leao 2’ | Conheça as PRÓXIMAS adaptações live-action da Disney

Com o lançamento do live-action de A Pequena Sereia, que recebeu 70% de aprovação dos críticos e já arrecadou US$ 555 milhões mundialmente, a Disney mostra que seu interesse nesta onda de refilmagens em carne e osso de suas animações clássicas está maior do que nunca. Apesar de nem todos serem completamente abraçados pelos críticos e de certa negatividade por parte do público em relação a algumas mudanças às contrapartes originais, o aspecto positivo destas reimaginações é apresentá-las a novas gerações com ajustes sociais mais condizentes com os tempos em que vivemos.

Veja por exemplo a evolução que as mulheres conquistaram dentro da sociedade. No passado, os clássicos animados da Disney eram espelho de seu tempo, e pregavam que para a felicidade das princesas tudo o que bastava era encontrar um príncipe para chamar de seu – como se suas vidas não valessem mais nada não fosse isso. É claro que esse fator precisa ser levado em conta quando trazemos tais histórias para os dias de hoje. Isso sem falar em inclusões raciais e de gênero. O importante é não apagar o passado, e sim aprender com ele e evoluir.

Pensando nessa chama que a Disney planeja manter viva por muito tempo ainda, trazemos um ranking com todos os filmes em live-action que são reimaginações dos clássicos animados. E agora vamos dar uma olhada no futuro, com o que virá no cinema e streaming a partir de 2024. Confira.

Leia também: Do Pior ao Melhor | Ranqueamos TODOS os Remakes em Live-Action da Disney incluindo o recente ‘Pinóquio’

Branca de Neve

Em 2023, todas as atenções ficaram com o live-action de A Pequena Sereia, e em Peter Pan e Wendy no Disney+. Assim uma nova leva começará a surgir só em 2024, e como pontapé inicial o estúdio investe em seu grande clássico absoluto, Branca de Neve – que nada mais é do que o primeiro longa-metragem animado da Disney, datando de 1937. Tá bom para você? Sob o comando de Marc Webb (dos filmes O Espetacular Homem-Aranha), o live-action terá Rachel Zegler como a heroína, e Gal Gadot como a Rainha Má. O filme tem estreia programada para o dia 22 de março.

Mufasa: O Rei Leão

A versão live-action, ou melhor, CGI-action de O Rei Leão (2019) foi um tremendo sucesso, apresentando a história “felina de Shakespeare” para toda uma nova geração. Assim, uma sequência vinha sendo ventilada desde então. Eis que ela finalmente ganha título e sinopse, se revelando uma prequel, com a história da relação problemática entre o Rei Mufasa, pai de Simba, com seu irmão traiçoeiro Scar. A direção, por sua vez, sai das mãos de Jon Favreau, e vai para Barry Jenkins, de Moonlight (2016). A estreia é só em 2024, no dia 5 de julho.

O Corcunda de Notre Dame

Mais um live-action da Disney deve chegar em 2024, este baseado na animação homônima de 1996 – que por sua vez é um verdadeiro clássico da literatura francesa. O projeto ainda se encontra nas fases iniciais de desenvolvimento, mas sabemos que Josh Gad irá produzir e pode vir a ficar com papel principal do corcunda Quasimodo. Fora isso, Gal Gadot e Chris Hemsworth expressaram interesse pelos papeis da cigana Esmeralda e do Capitão Phoebus, respectivamente. O lançamento está programado para o dia 19 de julho de 2024.

A Espada era a Lei

Em 2024, alguns live-action da Disney são prometidos, e até agora na lista este é o quarto – sendo também o segundo baseado numa animação clássica. Embora não tão antiga quanto Branca de Neve, a versão da Disney para a lenda do Rei Arthur foi lançada em 1963, sendo assim um de seus primeiros grandes sucessos e um de seus filmes mais tradicionais. Será interessante ver a nova roupagem que o estúdio dará ao projeto, que até o momento tem confirmado o diretor espanhol Juan Carlos Fresnadillo, do terror Extermínio 2 (2007), no comando e a data de 13 de dezembro de 2024 para a estreia.

Hércules

Agora adentramos no território dos filmes que ainda não possuem data de estreia definida, ou sequer ano de lançamento. Isso porque daqui em diante, estas obras ainda se encontram em fases iniciais de produção, no entanto, já foram anunciadas. Essa, é claro, é a versão em carne e osso do herói mitológico Hércules, que ganhou animação de sucesso em 1997. Pouco se sabe da adaptação, apenas que, a princípio, terá direção de dois cineastas: Guy Ritchie, de Aladdin (2019), e Alex Proyas, de O Corvo (1994).

Moana

A Disney está preparando um novo filme de ‘Moana – Um Mar de Aventuras‘, mas desta vez em versão live-action. O estúdio se juntou a Dwayne ‘The Rock’ Johnson para desenvolver um remake do sucesso musical de animação de 2016.

O anúncio foi feito pelo próprio The Rock, que dublou Maui, o grandioso semideus do vento e do mar na animação original e irá retornar como o personagem nessa nova versão. Ele também será o produtor do filme por meio de sua produtora Seven Bucks Productions. 

A atriz Auli’i Cravalho, que deu voz à protagonista da animação, também irá voltar, mas como produtora executiva do longa.

Confira o anúncio abaixo:

“É uma honra dizer que estamos trazendo a bela história de ‘Moana’ para as telonas!
Maui mudou minha vida (saudades vovô) e tenho a honra de me juntar com a
Disney para contar nossa história através do reino da música e da dança, que no fundo é quem somos como povo polinésio”, escreveu Johnson em seu Twitter.

Jared Bush, que escreveu o roteiro do filme original, voltará para escrever o remake. Ainda não há um diretor envolvido nesta fase do desenvolvimento. A estreia deve ficar para 2025.

Aladdin 2

Por falar em Guy Ritchie, o diretor voltará ao comando de Aladdin em sua sequência ainda sem título. Depois do sucesso de 2019, que se mostrou uma das surpresas mais agradáveis de um live-action da Disney em anos recentes, o estúdio tratou de começar a desenvolver uma continuação e amarrou Ritchie para mais um round. Com promessa de estreia no dia 23 de maio de 2025, Naomi Scott e Mena Massoud estão confirmados respectivamente como Jasmine e Aladdin, mas nada de Will Smith por enquanto. O projeto, porém, é uma incerteza.

Mogli 2

Outro que fez tremendo sucesso em live-action foi Mogli – O Menino Lobo, de 2016, que conta a história de uma espécie de Tarzan mirim. Desta vez, no entanto, o responsável pelo sucesso não será jogado para escanteio, com o ocupado Jon Favreau retornando para o comando. Porém, a sequência chegará exatos 10 anos depois do original, no dia 10 de julho de 2026.

Cruella 2

Um dos maiores sucessos do cinema pós-pandemia foi Cruella (2021), filme que mostra a juventude de uma das maiores vilãs do acervo das animações Disney, a transformando numa anti-heroína. Ou seja, não se trata de uma versão em live-action do clássico 101 Dálmatas – que já ganhou sua adaptação em 1996. Desta forma, o estúdio já garantiu uma sequência, com as voltas de Emma Stone como a protagonista, e de Craig Gillespie na direção. A continuação ainda não revelou a data de estreia.

Sininho

Com a estrela vencedora do Oscar Reese Witherspoon vinculada para protagonizar – além de igualmente ser a produtora do filme – este projeto em desenvolvimento se trata de uma nova abordagem solo para a fadinha muda que acompanha Peter Pan em suas aventuras. Assim como Cruella, a ideia é dar foco num personagem secundário de uma animação clássica da Disney, jogando o protagonismo para ela. Tudo o que sabemos é a presença da atriz, e a data de estreia para 7 de março de 2025.

Robin Hood

Aqui temos um caso curioso. Ao contrário da versão da lenda do Rei Arthur que a Disney produziu com A Espada era a Lei, a escolha do estúdio para o conto igualmente lendário de Robin Hood recebeu uma roupagem diferente. A opção do estúdio foi usar como personagens da aventura animais antropomorfos, ou seja, os protagonistas do longa são uma raposa, um urso, um leão, um galo e uma cobra falantes e humanoides, entre outros. Ou seja, a pergunta que fica é: como trazer isso para o live-action? Temos certeza que os realizadores darão um jeito.

Bambi

Depois de Dumbo, que ganhou live-action pelas mãos de Tim Burton, outra animação clássica sobre um animalzinho falante promete ganhar nova roupagem. A animação de Dumbo estreou em 1941 e Bambi chegou logo no ano seguinte, em 1942. A versão em “carne e osso” do elefantinho orelhudo voador deu enfoque maior nos humanos do que sua contraparte, e descartou ter animais falantes como na animação. Ao que tudo indica não será este o caminho adotado pelo live-action de Bambi, que já anuncia Dion T. Gibson como a voz do veadinho que tem sua mãe morta por caçadores e precisa lidar com esta perda. Embora esteja listado para uma estreia em 2023, pode ser que venha a ser adiado.

Aristogatas

Animação de 1970, a Disney precisa aprender com os erros da Universal em sua adaptação do famoso musical Cats (2019) para não tropeçar da mesma forma. Acontece que aqui também temos como foco um grupo de gatos cantantes e dançantes – boêmios e amantes do jazz. Na trama, uma milionária deixa toda a sua fortuna para seus gatos, e desperta a ira de seu mordomo, que estava de olho em sua fortuna. Até o momento temos vinculado o nome de Will Gluck no roteiro e produção, que pode muito bem assumir a função de diretor também. Gluck foi o responsável pelo sucesso dos dois Pedro Coelho, longas que misturam animação com atores reais – que deve ser o caminho seguido também em Aristogatas.

Lilo & Stitch

Fechando a matéria, mas não menos importante, temos a versão de carne e osso (e CGI) de uma das mais recentes animações da Disney a ganhar live-action. Trata-se de Lilo & Stitch, que está completando 20 anos de sua estreia em 2022. Antes de Moana, outra animação da casa jogava luz na cultura havaiana. Mas ao invés de Deuses do mar, o foco aqui era a visita de uma criaturinha espacial que é uma espécie de Gremlin, devorando tudo em sua frente. Ele desenvolverá amizade com a menina Lilo. A nova versão é prometida para o dia 10 de maio de 2024, e terá direção de Dean Fleischer-Camp, do sucesso Marcel – A Concha com Sapatos (2021).

Estúdio queria que ‘Blade’ fosse branco; Wesley Snipes fala sobre a polêmica!

Muito anos antes de ‘Pantera Negra‘ reinar nos cinemas, ‘Blade‘ marcou o primeiro herói negro a dominar as telonas – antes mesmo da febre do gênero que se espalhou por Hollywood. O roteirista David S. Goyer, no entanto, em entrevista ao EW, revelou que o estúdio queria que o personagem fosse branco (!).

“Eu sugeri ‘Blade’ como uma trilogia. Argumentei essa animosidade racial entre os puros-sangues e os vampiros transformados. E, ao mesmo tempo, eu queria falar de raça de uma maneira subversiva, e joguei essa ideia de mestiço ter um pé em cada mundo e não ser aceito por nenhum dos dois.”

Ele continuou: “Em determinado momento, o [estúdio] veio até nós e disse: ‘Blade pode ser branco?’ E eu respondi ‘Nem f*dendo. Tipo, isso é simplesmente terrível. Você não pode fazer isso’.”

Reagindo sobre a tentativa de white-washing de seu icônico personagem, Wesley Snipes contou ao Yahoo que ele nem sabia sobre essa história.

“Eu não estava ciente dessa história. Você consegue imaginar em uma mente que pensaria algo assim? Não seria o que foi! Isso com certeza. Não teria sido tão interessante, isso eu posso dizer.”

Escuridão de Mal cresce no novo teaser de ‘Descendentes 3’; Assista!

Descendentes 3‘ ganhou um novo teaser.

Confira:

Kenny Ortega, que dirigiu os dois primeiros filmes, retorna à direção.

Dessa vez, Mal (filha de Malévola), Evie (filha da Rainha Má), Carlos (filho da Cruella de Vil) e Jay (filho do Jafar) retornam à Ilha dos Perdidos para recrutar um novo grupo de descendentes para salvar os habitantes de Auradon.

O elenco inclui Dove Cameron, Booboo Stewart, Cameron Boyce, Sofia Carson, Mitchell Hope e China Anne McClain.

O filme estreia no Disney Channel em 2019, no verão norte-americano!

Taron Egerton se torna o Wolverine em novas artes conceituais INCRÍVEIS

O artista BossLogic criou novas artes conceituais do ator Taron Egerton (KingsmanRocketman) na pele do icônico Wolverine.

Confira:

Apesar dos rumores, Egerton negou os rumores que irá interpretar o herói no MCU.

“É tudo infundado. A única verdade disso é que sou um grande fã dos filmes, assim como 99,9% do resto do mundo. Não sei de onde [os boatos] vêm. Estou honrado, mas acho que há outros personagens que seriam mais adequados para mim”.

Segundo o site WGTC, os mutantes devem fazer sua primeira aparição no aguardado longa-metragem Os Eternos.

O filme terá uma cena pós-créditos ainda não detalhada que irá preparar o terreno para os novos personagens entrarem para o panteão, visto que os Eternos criaram o Gene-X e, dessa forma, permitiram a insurgência dos mutantes.

Os Eternos‘ é dirigido por Chloé Zhao e chega aos cinemas em 6 de novembro de 2020.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajax), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘ até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

Vincent D’Onofrio quer que Charlie Cox volte a interpretar o ‘Demolidor’

Em entrevista ao Comic Book, Vincent D’Onofrio, que interpretou o vilão Rei do Crime na série ‘Demolidor‘, declarou que quer ver Charlie Cox voltando a interpretar o Matt Murdock nas futuras produções da Marvel, ao invés de ter o papel reescalado.

“Eu ainda quero o Charlie Cox como o Demolidor. Se eles fizerem um filme do Demolidor ou introduzir o personagem em um dos filmes, espero que ele seja interpretado pelo Charlie, porque eu acredito nele como o Demolidor e eu amei trabalhar com ele.”

Ele completa, “Ele não apenas é um ótimo cara, mas também é um ótimo ator. Muitas pessoas não compreendem o quanto é bom estar perto de um cara tão legal nos bastidores de uma produção. É uma experiência completamente diferente de outras pessoas que não… méh.”

Recentemente, Cox foi questionado sobre o seu possível retorno no MCU, mas sua resposta não foi nada animadora.

“Bom, eu acho que o Demolidor definitivamente vai participar do MCU, mas eu não. Acho que eles vão reformular o personagem e convidar outro ator, é muito improvável que queiram nos reunir de novo. Então não criem expectativas, porque eles devem começar do zero.”

Apesar da notícia, Cox disse que não guarda mágoas por causa do cancelamento da série e que está ansioso para ver o retorno do Demolidor no cinema ou na TV.

“Isso já aconteceu várias vezes com Homem-Aranha, não é? É a vida. Estou torcendo pelo sucesso de quem quer que seja o novo Demolidor. Eu vou continuar assistindo esses filmes porque eu amo tudo isso.”

Demolidor estreou Em 2015, na Netflix, após uma parceria com a Marvel para construir um universo compartilhado no canal de streaming, integrando novos super-heróis, como Jessica Jones’, ‘Punho de Ferro’ e ‘Luke Cage, gerando a série ‘Os Defensores’. Infelizmente, todas essas produções foram canceladas.

‘Eu Vi – Haunted’: Gato demoníaco aterroriza no trailer da 3ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo da 3ª temporada de ‘Eu Vi‘ (Haunted), série documental que apresenta histórias assustadoras baseadas em histórias reais.

Confira:

O novo ciclo será lançado na plataforma no dia 14 de maio.

A proposta do seriado é mostrar o testemunho de pessoas que passaram por experiências paranormais assustadoras ou fenômenos inexplicáveis. São histórias reais que deixaram marcas naqueles que as vivenciaram e que agora estão dispostos a compartilhá-las.

‘O Beco do Pesadelo’: Terror de Guillermo del Toro FRACASSA em estreia nas bilheterias

O terror ‘O Beco do Pesadelo‘ (Nightmare Alley), novo filme do vencedor do Oscar Guillermo del Toro, fracassou em sua estreia nas bilheterias.

Competindo diretamente com o fenômeno de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ – que se tornou a terceira maior estreia global da HISTÓRIA do cinema –, o longa de Guillermo del Toro foi ofuscado e esquecido pela audiência.

O terror estreou com míseros US$ 2.9 milhões nos EUA – o que é um começo DESASTROSO para uma produção orçada em US$ 60 milhões.

Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de janeiro.

Além de produzir e dirigir, Del Toro também coescreve o roteiro ao lado de Kim Morgan.

O elenco conta com Bradley CooperToni ColletteCate Blanchett, Willem Dafoe, David Strathairn, Rooney Mara Holt McCallany.

Assim como o original, o novo longa também será baseado no livro escrito por William Lindsay Gresham.

A primeira adaptação foi lançada em 1947, e dirigida por Edmund Goulding. O clássico noir conta a história de um jovem ambicioso que começa a se relacionar com uma psiquiatra ainda mais corrupta do que ele. Os dois se dão bem destruindo a vida das pessoas, mas logo começam uma manipulação entre eles.

‘Tusk: A Transformação’: Terror de Kevin Smith pode ganhar SEQUÊNCIA

Em entrevista ao Slash Film, o ator Justin Long (‘Olhos Famintos’) confirmou que o cineasta Kevin Smith (‘Seita Mortal’) está desenvolvendo uma sequência para o bizarro terror ‘Tusk: A Transformação‘.

“Vocês ficarão felizes em saber que o Kevin Smith está desenvolvendo uma sequência. Ele está trabalhando em ‘Tusk 2’.”

Ele completa, “Kevin mandou uma mensagem para todos nós, incluindo Haley [Joel Osment] e Genesis [Rodriguez]. Ele disse que queria fazer uma sequência, mas eu pensei que era brincadeira. Então, eu percebi que ele estava falando sério.”

Anteriormente, Smith havia mencionado ter uma ideia para uma continuação.

“Eu fico chocado que nós conseguimos fazer o ‘Tusk: A Transformação’, mas serei honesto com vocês: Eu tenho uma história para uma sequência. O maravilhoso Michael Parks, que interpretou Howard Howe, o homem que transforma o Wallace em uma morsa, infelizmente faleceu há alguns anos, mas… no final do primeiro filme, se eu quisesse fazer algo comercial – algo que eu aparentemente nunca tive a intenção de ser –, eu terminaria quando o De La Pointe levanta sua arma e você apenas ouviria a morsa gritar. E esse seria o fim.”

Ele continua, “Há uma versão de ‘Tusk 2’ que se passa nos dias atuais e alguém acaba preso nessa confusão. Histórias foram contadas sobre a casa e, quando você visita o local, o novo Howard Howe é o Wallace, que se livrou de sua transformação em morsa e está obviamente perturbado. Ele está fazendo com os outros o que fizeram com ele, então o personagem do Justin Long basicamente se torna o personagem do Michael Parks. ‘Tusk 2’ é possível.”

Escrito e dirigido por Kevin Smith, ‘Tusk: A Tranformação‘ segue um podcaster arrogante que é sequestrado por um homem perturbador que tem uma estranha obsessão por morsas.

Justin LongMichael ParksHaley Joel Osment estrelam a produção.

Nova arte de ‘Ghostbusters 2’ pode ter revelado detalhes da história da sequência

A Sony Pictures divulgou o primeiro teaser poster da sequência de ‘Ghostbusters: Mais Além‘, que infelizmente ainda não teve o seu título oficial divulgado.

A arte traz o logo clássico da franquia coberto por gelo – o que pode indicar que a história será ambientada durante o inverno de Nova York.

O novo filme contará com o retorno de Ernie Hudson, Mckenna Grace, Paul Rudd e Carrie Coon, além de introduzir Patton Oswalt, Kumail NanjianiJames Acaster e Emily Alyn Lind.

Confira a arte:

A sequência será lançada nos cinemas em 20 de dezembro de 2023.

Gil Kenan (‘A Casa Monstro’) assume a direção.

Jason Reitman, diretor do filme anterior, servirá como produtor ao lado de Kenan e Jason Blumenfeld.

Reitman havia expressado seu desejo em trazer novos talentos para a franquia:

“Nós queríamos fazer um filme que abrisse esse universo para todo o tipo de histórias. Eu quero ver filmes dos ‘Ghostbusters’ feitos por todos os meus diretores favoritos e espero que esse filme dê essa oportunidade a eles.”

Sucesso nos cinemas, ‘Ghostbusters: Mais Além‘ arrecadou mais de US$ 200 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica:

Crítica | Ghostbusters: Mais Além é a Sequência PERFEITA que a franquia merecia!

Hunter Schafer revela ter REJEITADO diversas personagens TRANS: “Não tenho interesse”

Em entrevista ao GQ, Hunter Schafer, conhecida por dar vida à Jules Vaughn na série ‘Euphoria‘, revelou que não tem interesse em interpretar personagens trans.

Atriz afirmou que não quer misturar sua identidade com sua arte, e não quer ficar presa a um estigma – o qual ela considera ser redutor.

“Levei um tempo para perceber que eu não quero ser reduzida apenas a ser uma mulher trans. Acredito que isso me simplifica e não é o que eu quero para mim. Especialmente depois do colégio, eu estava cansada de falar sobre isso. Trabalhei muito para chegar onde estou, passei por momentos muito difíceis durante a minha transição, e agora eu só quero ser uma garota e seguir em frente. Já me ofereceram diversos papéis [de personagens] trans, mas eu não tenho interesse. Eu não quero falar sobre isso.”

Ela completa, “Antes, eu sentia que eu precisava fazer minha arte em torno de algo que não era realmente o que eu queria fazer. Eu senti que, por ser uma mulher trans, eu precisava fazer minha arte girar em torno disso. Se eu deixasse isso acontecer, ainda teria que ler ‘atriz transexual’ no título de todo artigo.

Vale lembrar que a atriz será a protagonista do terror slasher ‘Cuckoo‘, que conquistou com 76% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca a sólida performance de Schafer, destacando que o tom insano da produção pode servir como uma faca de dois gumes: ame ou odeie.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Ao ser assistido nas condições adequadas – tarde da noite, com uma boa mentalidade e cercado por amigos –, ‘Cuckoo’ irá proporcionar uma jornada muito divertida.” (The Wrap)

“Este filme está destinado a se tornar um clássico cult; é gloriosamente insano.” (Time Out)

“É um filme de terror sem sustos, que falha como uma produção do gênero, mas irá render uma discussão interessante após os créditos finais.” (Times UK)

“O conceito absurdo do filme poderia ter sido melhor recebido com um pouco mais de irreverência do parte do roteiro e audacidade em suas imagens.” (Slant Magazine)

“Apesar de alguns momentos bobos, o filme funciona como uma produção de terror – principalmente por causa das implicações doentias em torno de gênero e biologia. É um filme incrivelmente estranho e maliciosamente divertido.” (Mashable)

Hunter Schafer e Dan Stevens entregam performances 100% sólidas. Enquanto Schafer é responsável por injetar uma necessária noção de realidade à história, Stevens se destaca interpretando um vilão exagerado.” (Awards Daily)

“Como uma final girl, Hunter Schafer é sensacional. Ela dá vida a uma personagem com personalidade forte que nos faz torcer por ela em todos os momentos. Sua personagem pode ficar confusa ou assustada, mas ela nunca está indefesa.” (InSession Film)

O terror está programado para estrear no dia 3 de maio.

“Relutantemente, Gretchen, de 17 anos, deixa sua casa nos Estados Unidos para morar com o pai, que acaba de se mudar para um resort nos Alpes alemães com sua nova família. Chegando em sua futura residência, eles são recebidos pelo Sr. König, chefe de seu pai, que tem um interesse inexplicável pela muda meia-irmã de Gretchen, Alma.

Algo não parece certo neste tranquilo paraíso de férias. Gretchen é atormentada por ruídos estranhos e visões sangrentas até descobrir um segredo chocante que também diz respeito à sua própria família.”

O elenco ainda conta com Dan Stevens (‘O Hóspede’), Jessica Henwick (‘Ameaça Profunda’), Marton Csókás (‘Crimes Obscuros’), Greta Fernández (’30 Monedas’) e Jan Bluthardt (‘Luz’).

Além de escrever o roteiro, Tilman Singer (‘Luz’) também fica responsável pela direção.

O cineasta repete sua parceria com o cinematográfico Paul Faltz, o compositor Simon Waskow e o designer de produção Dario Mendez Acosta, com quem já havia trabalhado no aclamado ‘Luz‘.

‘Comando das Criaturas’ é RENOVADA para a 2ª temporada

O Max renovou oficialmente a série animada ‘Comando das Criaturas‘ (Creature Commandos) para a 2ª temporada.

Em comunicado oficial, os novos chefões da DC Studios, James Gunn e Peter Safran, declararam: “Estamos animados em colaborarmos novamente com o Max para uma nova temporada caótica de ‘Comando das Criaturas’. Desde nossa primeira temporada espetacular de ‘Pacificador’ e até a sensacional exibição de ‘Pinguim’ e ao sucesso de ‘Comando das Criaturas’, Max tem sido registrado uma performance acima das expectativas da indústria. Estamos orgulho em chamar este serviço de streaming de lar.”

“Vocês querem mais monstros? Então, vocês terão mais! Vamos retornar para uma segunda temporada. Mas não se preocupem, nós ainda teremos muita coisa neste primeiro ciclo para vocês,” declarou Gunn.

Vale lembrar que o próximo capítulo irá ao ar no dia 26 de dezembro.

O elenco inclui Frank Grillo como Rick Flag Sr., Maria Bakalova como Princesa Ilana Rostovic, Indira Varma como A Noiva, Zoe Chao como Nina Mazursky, Alan Tudyk como Dr. Phosphorus e David Harbour como Eric Frankenstein. Sean Gunn também emprestará sua voz a G.I. Robot, enquanto Steve Agee reprisa o papel de John Economos, que ele interpretou em Esquadrão Suicida e Pacificador.

‘The Life of a Showgirl’: Novo filme da Taylor Swift deve arrecadar entre US$ 30-50 milhões em estreia nos EUA

Além de fazer sucesso nas paradas musicais com seu 12º álbum de estúdio – intitulado The Life of a Showgirl –, a cantora e compositora Taylor Swift também promete dominar as telonas com seu novo evento cinematográfico ligado ao seu vindouro disco.

De acordo com o Deadline, o filme arrecadou sólidos US$ 15 milhões em seu primeiro dia em pré-venda nos EUA.

O site aponta que a produção deve fechar seu primeiro final de semana em torno de US$ 30-50 milhões no território norte-americano.

Intitulado ‘The Official Release Party of a Showgirl‘, o longa-metragem terá 89 minutos de duração e trará a estreia do videoclipe da canção “The Fate of Ophelia”.

O filme tem lançamento agendado para o dia 3 de outubro, estendendo exibições até 5 de outubro, e trará lyric videos das outras faixas do compilado, além de reflexões “nunca vistas” sobre suas canções inéditas.

Vale lembrar que o disco contará com doze faixas inéditas.

Confira a tracklist:

1. “The Fate of Ophelia”
2. “Elizabeth Taylor”
3. “Opalite”
4. “Father Figure”
5. Eldest Daughter”
6. “Ruin the Friendship”
7. “Actually Romantic”
8. “Wi$h Li$t”
9. “Wood
10. “CANCELLED!”
11. “Honey”
12. “The Life of a Showgirl (feat. Sabrina Carpenter)”

O último álbum de Swift foi The Tortured Poets Department, que conquistou seis indicações ao Grammy 2025, incluindo Álbum do Ano.

Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 14 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo quatro Álbuns do Ano por ‘Fearless’, ‘1989’‘Folklore’‘Midnights’.

Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns ‘Fearless’‘Red’‘Speak Now’ e ‘1989’, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.

Matt Damon estrelará novo filme dos diretores de ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’

De acordo com o Variety, Matt Damon (‘A Odisseia’) será o protagonista do próximo filme dos cineastas Daniel Kwan e Daniel Scheinert – diretores do aclamado vencedor do Oscar ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo‘.

O artista substituirá o ator Ryan Gosling (‘Devoradores de Estrelas’), que havia sido previamente anunciado no elenco.

Charles Melton (‘Segredos de Um Escândalo’) também estrelará a produção.

Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas rumores apontam que a narrativa seguirá duas linhas de tempo diferentes – em 1908 e nos dias atuais – em uma história envolvendo aquecimento global.

Sandra Oh (‘Killing Eve’) segue em negociações para se juntar ao elenco.

O longa está programado para estrear no dia 19 de novembro de 2027.

Além de dirigir, a dupla também atuará na produção ao lado de Jonathan Wang.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

James Gunn quer o Homem-Formiga em ‘Guardiões da Galáxia 3’

James Gunn já tem seu vingador escolhido para uma possível futura aparição no universo de ‘Guardiões da Galáxia’.

Durante uma rodada de perguntas e respostas feita por ele em sua conta do Facebook, um usuário o questionou sobre quem ele escolheria para aparecer na narrativa.

Gunn escolheu Paul Rudd e seu ‘Homem-Formiga’.

“Se você pudesse escolher um Vingador para trazê-lo a um filme ao lado dos Guardiões, que você pegaria? Quem você que se adequaria melhor ao perfil deles?”

“Eu particularmente gosto de Paul Rudd, então seria provavelmente o ‘Homem-Formiga'”.

Confira:

 

[SPOILERS]

O CinePOP publicou um vídeo revelando quais são as CINCO CENAS PÓS-CRÉDITOS de Guardiões da Galáxia Vol. 2, para aqueles fãs mais afoitos que não se aguentam e querem tudo antes de todo mundo.

Não prossiga se não quiser saber o que acontece nas cenas pós-créditos.

Assista, com a crítica SEM SPOILERS

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[SPOILER] Saiba novos detalhes da trama de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

Com direção de James Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot),  Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu).

Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ já está em exibição  nos cinemas nacionais.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Elenco recria abertura de ‘A Família Sol-Lá-Si-Dó’ em divertido vídeo

Vingadores: Guerra Infinitajá está entre nós e o elenco da aguardada produção está percorrendo uma série de programas de TV para divulgar a sequência.

E na aparição mais recente, alguns dos atores recriaram a clássica abertura da sitcom familiar ‘A Família Sol-Lá-Si-Dó‘, apresentando seus respectivos personagens ao som da melodia original.

O resultado é um divertido vídeo, em que o elenco ainda conta alguns detalhes da nova trama. O material traz Scarlett Johansson, Robert Downey Jr., Chris Evans, Chris Pratt, Chris Hemsworth, Benedict Cumberbatch, Anthony Mackie, Tom Hiddleston e Chadwick Boseman.

Confira:

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Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Homem de Ferro

Vingadores: Guerra Infinita será lançado nos cinemas dia 26 de Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

 

‘Clube do Terror’: Terror baseado na série perde data de estreia

O longa ‘Clube Terror‘ (Are You Afraid of the Dark?), baseado na popular série teen dos anos 90/2000, perdeu sua data de estreia.

Após o anúncio de que a Paramount adiantaria o lançamento do terror, até então agendando sua chegada para o dia 04 de outubro, o portal Box Office anunciou que os planos mudaram e o filme não mais estreia no período pré-estabelecido.

Ainda sem data de lançamento, a expectativa é que ‘Clube do Terror‘ encontre o público nos cinemas apenas em 2020. Não se sabe também se isso surtirá algum impacto na minissérie da Nickelodeon, também baseada no programa noventista. Anteriormente, o planejado era que ambas fossem lançadas na mesma época.

 

Clube do Terror’ foi desenvolvido e exibido pela Nickelodeon e trazia um grupo de adolescentes em volta de uma fogueira. Em cada episódio um deles era responsável por contar uma história de terror real.

Gary Dauberman, o mesmo responsável pela trama de ‘It: A Coisa‘ e ‘A Freira‘, assina o roteiro.

‘Brooklyn Nine-Nine’: J.K. Simmons em nova imagem dos bastidores do episódio especial

Um dos episódios mais aguardados da 7ª temporada da comédia ‘Brooklyn Nine-Nine‘ foi justamente aquele que trouxe o vencedor do J. K. Simmons como o convidado especial.

E uma nova imagem dos bastidores do capítulo em questão foi divulgada, trazendo o veterano cercado pelo elenco principal, no set de gravações.

Confira:

Criada por Daniel J. Goor e Michael Schur, a série havia sido cancelada pela FOX, mas foi resgatada pela NBC.

Jake Peralta é o talentoso e despreocupado detetive do 99º distrito do Brooklyn que, junto ao seu grupo eclético de colegas, lidava com um capitão relaxado no escritório. Tudo muda quando o novo e cronicamente tenso capitão Ray Holt chega à delegacia disposto a fazer com que esse grupo disfuncional de detetives se torne o que há de melhor no Brooklyn.

O elenco inclui Andy Samberg, Andre Braugher, Stephanie Beatriz, Terry Crews, Melissa Fumero, Joe Lo Truglio, Chelsea Peretti, Dirk Blocker e Joel McKinnon Miller.

‘Silenciadas’: Drama sobre bruxas inspirado em fatos reais já está disponível na Netflix

O drama espanhol ‘Silenciadas‘ (Akelarre) já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia na grade de programação nesta quinta-feira (11).

Baseado em uma história real apresentada no livro “A Feiticeira“, de Jules Michelet, o longa acompanha a luta de um grupo de mulheres contra o sistema da época.

A trama se passa no País Basco, 1609. Para adiar sua execução, um grupo de mulheres acusadas de bruxaria se oferece para realizar um Sabbath para o inquisidor.

Confira o trailer:

Silenciadas‘ é protagonizado por Amaia Aberasturi, Àlex brendemühl, Daniel Fanego e Daniel Chamorro.

O longa fora lançado nos cinemas da Espanha em outubro e recentemente adquirido pela Netflix.

Crítica | House of Hammer expõe histórico de drogas, estupro, corrupção e canibalismo de Armie Hammer

A era digital ajudou a tornar tênue aquela linha que separa os famosos e poderosos do restante da população. Em um tempo onde todos parecem mais descuidados – frequentemente expondo seus estilos de vida, seus hábitos e gostos na internet -, desmascarar pessoas públicas se tornou uma espécie de fascínio social.

Entre exposés de youtubers e influencers que pregavam o #FicaemCasa e furavam a pandemia e outras polêmicas e bombásticas revelações envolvendo grandes artistas, o que antes era tão especulado a respeito das vidas secretas das celebridades no auge da Era de Ouro de Hollywood, hoje se tornou uma curiosidade facilmente descoberta em uma rápida busca no Google. Com mais acesso à informação e a possibilidade de todos terem uma voz, histórias pavorosas como a de Armie Hammer passaram de insanas fake news para “isso pode realmente ter acontecido”.

E House of Hammer: Segredos de Família chega ao streaming Discovery+ como fruto de uma fagulha que se acendeu em uma misteriosa conta do Instagram chamada House of Effie. Inicialmente anônimo, o perfil reunia acusações impressionantes de estupro, canibalismo e abuso emocional envolvendo um dos homens mais belos, desejados e talentosos de Hollywood.

Surgindo pouco depois da confirmação de que as alegações de abuso sexual contra Justin Bieber eram falsas, o cenário cultural não estava tão convencido de que Hammer seria capaz de tais atrocidades. Mas o surgimento de novos depoimentos tornou inevitável o levantar de sobrancelhas da opinião pública. E diante de tanto escrutínio, uma pergunta ecoava dentro e fora do universo virtual: Seria Armie Hammer um abusador canibal?

Embora existam muitas acusações e diversas mensagens de texto bem gráficas envolvendo seu nome, é necessário afirmar que tudo ainda segue sendo visto como especulações e alegações. Com investigações ainda em andamento e sem qualquer indiciamento de Armie Hammer, não é possível atestar sua real criminalidade. Ainda assim, é impossível dar às costas às dolorosas inúmeras revelações feitas por Courtney Vucekovich, Paige Lorenze e Effie.

E House of Hammer tenta compreender quem o artista se tornou, olhando para sua ancestralidade e o ostensivo histórico dos patriarcas de sua casa. Elli Hakami e Julian P. Hobbs fazem de sua minissérie documental uma análise clínica sobre a raiz do mal, buscando informações e pequenos grandes segredos que envolvem o magnata do petróleo Armand Hammer e toda a sua prole.

E mesmo sem qualquer condenação – exceto a garantia comprovada de que Armand se envolveu no escândalo do Watergate e que manipulava todos à sua volta com ostensiva vigilância e subornos -, o documentário é uma experiência importante, pois nos leva aos átrios de uma excêntrica família aparentemente forjada na agressão doméstica, corrupção, abuso de drogas e violência sexual, física e emocional. Mostrando que ninguém nasce mau, mas torna-se perverso a partir de sua criação, gradativamente conseguimos entender as origens de tanta misoginia estampada em mensagens explícitas enviadas por Hammer. Com informações valiosas que sinalizam um alerta vermelho em qualquer um, a produção tenta montar um quebra-cabeça de todas as pequenas peças rastreáveis deixadas por Armie Hammer ao longo dos anos.

Além de trazer à tona sua conta privada do Instagram, onde ele compartilhava sem qualquer pudor o seu abuso de drogas, práticas sexuais perigosas e comportamento perturbador, a minissérie busca dar voz às supostas sobreviventes, que entre lágrimas e insegurança expõe algumas de suas experiências vividas ao lado do belo ator.

Seus depoimentos são validados por Casey Hammer, neta de Armand Hammer, sobrevivente de estupro por parte de seu pai Julian Hammer e tia de Armie Hammer. Relatando sua própria experiência como a ovelha negra da família – que decidiu expor os homens de sua casa em uma antiga biografia até então desconhecida -, ela não se surpreende com as acusações e entende de qual fonte Armie bebeu.

Testemunha ocular de uma sucessão de comportamentos perniciosos, ela é a única consciente dentro de um lar que parece uma caricatura da família Roy da série Succession. E ao longo de três episódios de uma hora de duração, a minissérie da Discovery+ mais sacia nossa curiosidade do que realmente responde nossas perguntas. Incompleto por ser unicamente calcado em alegações, este não é o documentário definitivo sobre o ator mais controverso da atualidade.

Surgindo dentro do hype de toda a confusão envolvendo o seu nome, ele é uma oportunidade genuína das supostas vítimas terem o respaldo e a segurança que precisam para compartilhar seus traumas. Angustiante e com sérios indicativos de que as acusações são verdadeiras, House of Hammer: Segredos de Família é ainda um alerta de que hoje nenhum segredo hollywoodiano nojento permanecerá escondido por muito tempo. Que isso sirva de lição para aqueles que ainda praticam suas maldades nas sombras da impunidade.

Crítica | A Ilha de Bergman traz uma caprichosa metalinguagem em homenagem ao gênio sueco

Falar de cinema dentro de um filme é um fascínio para os amantes da sétima arte. Em estreia na mostra competitiva do Festival de Cannes 2021, a diretora Mia Hansen-Løve (O que Está por Vir) executa com proeza e certa melancolia uma homenagem ao cineasta sueco Ingmar Bergman, falecido em 2007. Ela nos leva em excursão à ilha de Fårö, em Gotlands län, na Suécia, onde Bergman passou seus últimos dias, escreveu seus roteiros e rodou muitas de suas obras. 

Prolífero artista, Bergman deixo um legado de mais de 50 filmes, em que tratava de temas, desde a metafísica (O Sétimo Selo, 1957), até a introspecção psicológica (Persona,1966) e análise da vida de casal (Cenas de um Casamento, 1974), além da reflexão familiar (Fanny & Alexander, 1982). Assim, todos esses elementos são apresentados no roteiro de Mia Hansen-Løve a partir da curiosidade do casal de cineastas Chris (Vicky Krieps) e Tony (Tim Roth), o qual parte em visita à ilha de Fårö, em busca de conhecimento e inspiração.

Ele é um famoso diretor e especialista na obra do autor sueco, já ela é uma roteirista impregnada com a indecisão de qual final dar para o seu atual trabalho. Além do papel de escritora, ela reflete sobre o seu ofício de mãe, já que não para de pensar na filha pequena deixada alguns dias longe de seus cuidados para focar no trabalho. Desse modo, a diretora francesa projeta uma metalinguagem para falar do processo de criação, influência e admiração no cinema. 

Progenitor de nove crianças de seis mulheres diferentes, Ingmar Bergman foi um pai ausente e alguns dos diálogos do filme processam a vida pessoal atabalhoada do diretor em evidência da enorme quantidade de obras realizadas. Em busca de um lirismo para sua aventura “descortinando Bergman”, Chris conhece o jovem cineasta e pesquisador Hampus (Hampus Nordenson), responsável por lhe apresentar curiosidades da ilha e dos suecos com as quais ela começa a compor o seu roteiro. 

Um segundo filme entra em cena com os personagens Amy (Mia Wasikowska) e Joseph (Anders Danielsen Lie). Eles se reencontram depois de um longo tempo para o casamento de um amigo em comum na ilha de Fårö. Durante três dias, Amy tem a chance de reviver os sentimentos alojados no seu peito, enquanto Joseph mostra-se hesitante com a aproximação da jovem. A fábula de Amy e Joseph ganha contornos tão vívidos e febris que por um momento, a escritora e o diretor da narrativa principal tornam-se secundários.

Acompanhar o sofrimento de Amy por um amor fugaz e idealizado invoca mais curiosidade  do que as andanças e compromissos diários de Chris e Tony. Assim, a vida dos criadores e das criaturas dividem a tela e a nossa atenção. Existe, entretanto, uma atração em ambas as narrativas por conta da cumplicidade de querer enxergá-los como parte da história, não como criações para nos provocar precisas emoções. Ao jogar com a metalinguagem, Mia Hansen-Løve brinca com a nossa percepção de vivenciar sentimentos legítimos por frações de segundos diante da tela. 

A Ilha de Bergman já está em exibição nos cinemas nacionais e não é um filme de conclusões e resoluções, mas de processo. Aqueles que sabem apreciar a marcha ao invés da chegada vão admirar o esforço de Mia Hansen-Løve de nos apresentar um outro lado de Bergman e a vertente oposta da construção de uma história. Os percursos dos personagens parecem entreabertos, mas é por conta dessas possibilidades em jogo, que o seu trabalho possui um zelo particular. 

Garota brinca com magia das trevas em trailer do terror ‘Pyewacket’

O novo terror produzido pela IFC Midnight,Pyewacket, ganhou um novo trailer. Na trama, uma adolescente começa a brincar com magia negra após a morte de seu pai. Assista:

Nicole Muñoz interpreta Leah, uma adolescente que brinca com magia negra desde a morte de seu pai. Quando ela coloca uma maldição de morte em sua mãe, coisas estranhas acontecem e ela se arrepende.

O terror foi escrito e dirigido por Adam MacDonald, e também traz Laurie Holden, que interpretou a personagem Andrea em ‘The Walking Dead’, no papel da mãe.

Pyewacketestreia nos Estados Unidos em 23 de Março. Ainda não há data de estreia definida para o Brasil. Confira o pôster:

‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’ deve ter a melhor estreia da franquia mundialmente

Missão: Impossível – Efeito Fallout, dirigido por Christopher McQuarrie, deve gerar uma ótima arrecadação mundial em seu fim de semana de estreia.

Projeções do Deadline indicam que o longa estreará com US$ 135 milhões mundialmente, sendo que US$ 55 milhões somente dos Estados Unidos.

Ansioso? Confira nossa crítica: Missão Impossível: Efeito Fallout – Tom Cruise em sua MELHOR missão!

Em ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout, Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe do IMF (Alec Baldwin, Simon Pegg, Ving Rhames), na companhia de aliados conhecidos (Rebecca Ferguson, Michelle Monaghan), estão em uma corrida contra o tempo depois que uma missão dá errado.

O elenco conta com Tom Cruise, Rebecca Ferguson, Simon Pegg e Alec Baldwin, ao lado das novidades Henry Cavill, Vanessa Kirby e Frederick Schmidt. Ainda não há detalhes sobre a trama.

O filme já está em exibição nos cinemas.

 

 

 

Crítica | Michael B. Jordan transforma ‘Creed III’ em anime de Boxe em Live Action

Com estreia marcada para esta quinta-feira (2), Creed III segue com a história de Adonis Creed (Michael B. Jordan) em sua carreira no boxe, agora sem os conselhos do velho Rocky Balboa. Depois de enfrentar a própria desconfiança e vingar a morte do pai, o desafio de Creed agora é se adaptar à vida fora dos ringues, dando foco ao empresariado e a sua mulher e filha. Porém, quando as coisas parecem começar a tomar um rumo mais tranquilo, um velho amigo de Donnie aparece para chacoalhar seu mundo.

Antes de tudo, é curioso como a franquia Creed foi desenvolvida nos cinemas sob três visões diferentes. O primeiro, e ainda imbatível, filme da saga teve direção do genial Ryan Coogler, que conseguiu conduzir tanto as tramas de Adonis quanto a de Rocky Balboa com equilíbrio e respeito a ambos. Já o segundo longa, dirigido por Steven Caple Jr., apresentou uma queda vertiginosa em relação ao anterior, ainda mais levando em conta que traria de volta o maior vilão da saga de Rocky. Com tantas promessas e expectativas altas pelo alto nível do longa de 2015, Steven se embolou com uma trama que não conseguiu entreter ou emocionar ninguém, passando longe do primeiro Creed e ainda mais longe dos filmes originais de Rocky. Agora, em 2023, a Warner preparou um verdadeiro choque na condução criativa, trazendo ninguém menos que o próprio Adonis Creed, o ator – e agora diretor – Michael B. Jordan, para comandar o terceiro capítulo.

Logo de cara, dar um filme com esse peso para alguém tão inexperiente é uma escolha de altíssimo risco. Queimar etapas da “jornada da direção” não costuma resultar em filmes tão bons. No entanto, é interessantíssimo ver um ator, cujas referências de entretenimento são de conhecimento público, usar as influências de suas produções favoritas na construção de seu estilo próprio de direção.

E dessa vez, no caso de Michael B. Jordan, as populares animações japonesas, os animes, conduzem 90% de sua visão cinematográfica para o longa. Durante os bastidores, surgiram conversas de que Jordan teria convencido o elenco a assistir episódios de Naruto com ele. O que inicialmente parecia apenas uma brincadeira, na verdade, foi um grande estudo para compor personagens e poses de Creed III.

Se você já tiver visto ao menos um episódio de Naruto ou Dragon Ball Z, provavelmente reconhecerá elementos desse estilo de animação sendo representados em tela. Em alguns momentos, essas inspirações ficam descaradas, como na divisão de tela para mostrar os olhares dos adversários ou nos flashbacks inseridos em momentos de luta, mostrando o passado dos personagens como incentivador à vingança ou até mesmo motivador. E chega a ser curioso como os característicos flashbacks da franquia Rocky, que tinham um papel narrativo quase nostálgico na trama, marcaram aqueles filmes, e ainda assim foram usados neste longa com uma outra função narrativa. E a melhor parte é que ambos funcionam. Então, embasado por suas maiores inspirações, Jordan consegue compensar sua inexperiência da direção com uma segurança fora do normal para um estreante.

Sobre o roteiro, a premissa é bem simples e até mesmo repetitiva dentro das franquias Rocky e Creed. O campeão desfruta seus dias de glória, até que um desafiante inexperiente aparece e consegue uma chance, tumultuando a vida do protagonista. O diferencial dessa vez é que o “fantasma do passado” agora é o irmão de consideração de Creed, que foi preso na adolescência e viu, da prisão, o rapaz levar a vida que ele sempre sonhou. Interpretado por Jonathan Majors, em mais uma atuação invejável, Damian é o antagonista perfeito de qualquer anime. É o ex-amigo frustrado que tem tudo para superar o protagonista, é uma ameaça, é adepto ao treino e tem métodos questionáveis, tal qual um Vegeta ou Sasuke da vida. E como ambos compartilharam uma parte importante da vida, a luta se torna pessoal.

E isso reflete na representação antagônica dos figurinos. Enquanto Adonis aparece usando roupas mais claras, Damian está sempre com roupas mais escuras. O vestuário busca passar essa sensação de conflito para compor a imagem de eternos rivais. De duas forças distintas que se complementam ao lutar pela mesma coisa. O ápice se dá justamente no embate final, em que seus calções recriam o Yin-yang, com Creed de calção e luvas brancas para enfrentar um Damian todo trajado de preto.

Entretanto, se tem um ponto negativo dessa vibe japonesa de Michael B. Jordan, é a falta de função para as personagens secundárias. Nenhum coadjuvante tem desenvolvimento, deixando até mesmo personagens queridas meio sem função na trama, marcando presença ali apenas para não reclamarem que esqueceram delas. A trama é toda focada no embate entre Donnie e Damian.

O roteiro até cria situações para que as mulheres da vida de Donnie participem da trama, como sua esposa, a mãe e sua filhinha em crescimento com a deficiência auditiva, mas nenhuma delas chega a ter efetivamente um desenvolvimento ou relevância para a história. Todas estão ali exclusivamente para servirem de gatilho para que o protagonista chegue ao embate final com sangue nos olhos. O que é infelizmente comum no cinema mundial, só que essas personagens são realmente interessantes e mereciam um desenvolvimento melhor.

E se há um ponto imperdoável aqui é o tratamento dado a Rocky Balboa. O próprio Sylvester Stallone já deu declarações dizendo se sentir traído pela produção. Para não dizer que ignoraram completamente o legado do Garanhão Italiano, há uma cena em que eles mostram uma foto dele sob as luvas no museu particular de Creed. Fora isso, o “Tio” sequer volta a ser mencionado, deixando na cabeça do público a dúvida se ele só se aposentou e foi morar longe ou se a idade bateu e o pugilista mais famoso de todos morreu. Há cenas em que a ausência de Rocky se torna imperdoável pela essência do personagem. E por mais que seja um filme sobre Creed e seu desenvolvimento, sua história começa intrinsecamente ligada à de Rocky Balboa. E pela importância do personagem na história do cinema, seria mais respeitoso e digno tirar dez minutos que fosse para dar um fim a sua trajetória cinquentenária.

Com mais acertos do que erros, Creed III chega com força para ocupar o posto de segundo melhor filme da trilogia. Afinal, traz cenas de ação estilizadas, ousa mais ao adaptar essa estética de anime e consegue trazer aquela sensação de “filme de boxe” que fez dos filmes de Rocky Balboa e Adonis Creed obras tão adoradas por diferentes gerações de fãs. É um cartão de apresentação muito interessante do diretor Michael B. Jordan, que tem tudo para trabalhar em projetos tão grandiosos quanto nos próximos anos. Definitivamente, é um filme que vale a pena gastar um dinheiro e conferir nos cinemas.

Creed III estreia nesta quinta-feira (2), nos cinemas de todo o Brasil.

Crítica | 12 Presentes de Natal – Netflix Abre Temporada Com RomCom Genérica da Hallmark

É oficial: a temporada de filmes de Natal está aberta em todos os streamings disponíveis, e até o dia 25 de dezembro as plataformas irão disputar nossa atenção para assistir aos seus lançamentos referentes às festas de fim de ano. E tem muita coisa boa vindo por aí! Para abrir sua temporada, a aposta da Netflix foi o romance12 Presentes de Natal’, produção de 2015 do canal Hallmark e que desde sua estreia na plataforma pulou direto para o Top 10 dentre os filmes mais vistos no país.

Anna (Katrina Law) é uma pintora que vive na garagem da irmã, Marie (Melanie Nelson). Ela é uma pessoa querida, que adora as sobrinhas, mas bastante frustrada, pois não consegue vender seus quadros nem expô-los numa galeria. Diante da realidade que os boletos trazem, Anna decide se oferecer como personal shopper nas festas de fim de ano, encorajada pela irmã por conta da sua boa percepção sobre as pessoas. E é justamente em sua cafeteria favorita que ela acaba conseguindo seu primeiro trabalho neste ramo, após ajudar um desconhecido a escolher uma seleção de cup cakes para presentear a secretária. Então, em seu primeiro trabalho, Anna precisa escolher 12 presentes para os funcionários da empresa onde Marc (Aaron O’Connell) é gerente de marketing, a pedido dele. O que os dois não imaginavam era que o que era para ser momentâneo aos poucos vai se tornando algo muito mais profundo do que o previsto no contrato.

Lançado há sete anos e produzido para ser um telefilme (filme para a televisão), ‘12 Presentes de Natal’ tem sua qualidade, apesar de evidentemente ser centrado num tipo de comportamento que faz muito mais sentido na cultura estadunidense do que na nossa – afinal, quem aqui paga alguém para fazer as compras de Natal, inclusive dando na mão da pessoa o próprio cartão de crédito com senha e tudo? Isso faz parte não só da fantasia do conto de fadas do romance, mas tem lógica para o povo daquele país.

Feita a ressalva, o roteiro de Jennifer Notas Shapiro e Peter Sullivan para a história de Lynn Grant Beck busca entregar exatamente o que se espera dos filmes da Hallmark: um romance leve envolvido em uma atmosfera discrepante entre dois mundos distantes que se unem por conta do Natal. Fica bastante evidente também que o filme de Peter Sullivan foi obrigado a fazer escolhas de produção, e acabou investindo a maior parte de seu orçamento para garantir tomadas aéreas da cidade ou as licenças para fechar as ruas de Nova York para suas filmagens, do que, por exemplo, garantir um figurino variado aos personagens (a protagonista praticamente só tem um casaco, o vermelho), ou produzir neve artificial de verdade (um olhar mais atento percebe que a neve cinematográfica utilizada é basicamente espuma e feltro às vezes cobertos por uma fina camada de gelo, pois é possível ver a sombra por debaixo desses objetos de cena).

Mas nada disso importa para quem ama filme de Natal, e sim a química entre os protagonistas (que é bacaninha) e a ambientação lúdica no maior clima de Natal possível (e nada melhor do que uma Nova York enfeitada para isso). Assim, ‘12 Presentes de Natal’ é uma Sessão da Tarde natalina bonita, que entrega os clichês natalinos que tanto fazem sucesso dentre o público.

Harry Potter: 10 possíveis tramas para a série da HBO Max

Uma notícia pegou o mundo trouxa de surpresa no início desta semana: a Warner está no planejamento inicial para fazer uma série do universo Harry Potter para seu serviço de streaming, a HBO Max. Até o momento, a companhia nega que exista algo de concreto, mas a revista The Hollywood Reporter, um dos mais importantes veículos de imprensa do mercado cinematográfico, garante que soube através de várias fontes que o assunto já está em discussão nos bastidores. 

Diante disso, o CinePOP decidiu especular sobre o que seria a tal série. Seria um reboot, um revival, uma continuação, um prelúdio? As possibilidades são inúmeras. Vem imaginar com a gente!

 

Reboot da saga oficial

Esta talvez seja a alternativa menos possível. A saga de filmes de Harry Potter segue muito viva na cabeça do público, então é pouquíssimo provável que a Warner fosse começar tudo de novo e escalar novos Harry, Ron, Hermione e companhia. Mas… se a empresa decidir começar tudo de novo, não dá para negar que teria um material de menos risco, com tramas que já se comprovaram de sucesso. Dá até para imaginar focar cada temporada em cada um dos livros escritos por J.K. Rowling, expandindo o universo bruxo e mostrando muita coisa que acabou ficando de fora dos filmes.

 

Adaptação de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada

Apesar de não ser unanimidade entre os fãs, não dá para esquecer que o universo Harry Potter ganhou uma continuação no teatro com a peça Harry Potter e a Criança Amaldiçoada. Obviamente, a trama da peça é relativamente curta se pensarmos numa série com várias temporadas, mas poderia servir como um ponto de partida. A série poderia ser sobre os filhos de Harry e Gina, e Ron e Hermione em sua passagem por Hogwards, não precisaria se limitar ao que acontece em A Criança Amaldiçoada. Tal alternativa seria interessante pela possibilidade de eventuais participações de nomes do elenco original, embora a Warner provavelmente teria que investir pesado para conseguir o retorno de seu trio principal.

 

Surgimento de Voldemort e da Ordem da Fênix

A saga Harry Potter trata brevemente de como Tom Riddle se transforma no Lorde Voldemort, mais conhecido como aquele que não deve ser nomeado. Mas também deixa muita coisa no ar. Seria bem interessante acompanharmos uma série que se passa na época em que Riddle estava em Hogwarts até sua ascensão na pele do temido vilão. Seria uma boa oportunidade para retratar a juventude de outros personagens, como Sirius ou os pais de Harry. Quem aí não gostaria de ver como foi o surgimento da Ordem da Fênix original?

 

Continuação de Animais Fantásticos

Todo mundo tem visto o quão difícil tem sido seguir com a franquia Animais Fantásticos nos cinemas. Isso mesmo antes da pandemia. Parece haver um claro desgaste por parte do público, e não só por causa das polêmicas envolvendo o agora demitido Johnny Depp. Neste caso, a Warner poderia desistir de fazer mais três filmes de Animais Fantásticos e pensar em algumas temporadas de série expandindo o universo. É claro que não é algo fácil, afinal existem contratos que precisariam ser renegociados, mas seria uma possibilidade menos trabalhosa em alguns sentidos, uma vez que poderiam aproveitar parte do planejamento existente até aqui.

 

Os Marotos

Outra forma da Warner expandir o universo de Harry Potter é pensar numa série sobre os Marotos, quarteto formado por Remo Lupin, Sirius Black, James Potter e Peter Pettigrew. E há vários modos de se explorar este núcleo. Desde o foco infantil, mostrando as travessuras dos garotos por Hogwarts e a origem do Mapa do Maroto, até uma trama mais adolescente, focando no dia a dia amoroso de grupo. Poderia abordar o relacionamento entre James e Lily, e até o bullying praticado contra Snape. Já pensou uma versão meio Gossip Girl de Harry Potter? Eu toparia! 

 

Fundadores das casas de Hogwarts

Quem ficou apenas nos filmes tem um conhecimento bem superficial sobre quem foram Godric Gryffindor, Helga Hufflepuff, Salazar Slytherin e Rowena Ravenclaw, os magos fundadores das quatro casas que formaram a Escola de Magia de Hogwarts. Neste sentido, seria bem interessante acompanhar uma série que contasse a história deles. Talvez pudessem pensar num formato no estilo de Bridgerton, em que cada temporada trata de um deles como foco principal. 

 

Drama policial com Aurores

A TV americana adora uma série policial. E, sejamos honestos, nós também! Seria bem interessante se a Warner investisse num drama policial sobre dois aurores investigando crimes no mundo da magia. Já pensou?! De preferência, um homem e uma mulher. Ou melhor, um mago e uma trouxa, ou vice-versa. As possibilidades são infinitas. Pense em Sherlock, Bones ou The Mentalist. Agora imagina esse cenário envolvendo o universo Harry Potter! Alguém tem o e-mail do presidente da HBO Max?  

 

Sitcom de falso documentário no Ministério da Magia

Pulamos das séries dramáticas para as séries de comédia… Tão legal quanto dois aurores investigando crimes é pensar na possibilidade de se retratar o dia a dia de um departamento pouco importante do Ministério da Magia. Sei lá, algo como a secretaria da pesca. Pegue este cenário e pense no formato de falso documentário usado em The Office e Parks and Recreation, não tem chance de dar errado. Inclusive, eu já ligaria para Steve Carell e Greg Daniels, e tentaria roubá-los da Netflix.

 

As aventuras de Gilderoy Lockhart

O personagem vivido por Kenneth Branagh em Harry Potter e a Câmara Secreta é um dos mais divertidos de toda a saga. Um picareta de marca maior, ele publicou inúmeros livros com diversas aventuras, mas tudo não passava de mentiras ou grandes exageros. Seria bem divertido acompanhar a jornada de um jovem Lockhart dando pequenos golpes e despontando para a fama no mundo mágico. Infelizmente, Branagh parece velho demais para retornar ao papel, mas podemos vê-lo facilmente como um narrador da trama. Vai nessa, Warner. Aposta certa!

 

Adaptação de Quadribol Através dos Séculos

Inicialmente, o formato do livro Quadribol Através dos Séculos não renderia uma estrutura narrativa, mas este também é o caso de Animais Fantásticos e Onde Habitam e isso não foi impeditivo para virar filme. A ideia seria focar em uma série sobre quadribol. Poderia ser sobre a origem do esporte ou até mesmo algo na linha de Friday Night Lights, só que com magia. Vai dizer que você não assistiria?