O CEO da Disney, Josh D’Amaro, comentou publicamente os recentes lançamentos nos cinemas de ‘Star Wars: O Mandaloriano e Grogu’ e do live-action de ‘Moana’, reconhecendo que os números de bilheteria durante a temporada de verão ficaram aquém das projeções do estúdio.
Apesar dos resultados modestos nas salas de cinema, D’Amaro enfatizou, em entrevista à Variety, que os títulos desempenham um papel muito maior na engrenagem financeira da empresa e não podem ser considerados fracassos.
“Mesmo quando nossos filmes de franquia não atingem as expectativas de bilheteria, como aconteceu com ‘The Mandalorian and Grogu’ e o live-action de ‘Moana’, nossos investimentos nessas propriedades centrais impulsionam outras áreas da empresa”, afirmou o executivo.
D’Amaro detalhou os desdobramentos estratégicos de cada lançamento: “‘Star Wars: O Mandaloriano e Grogu’ gerou um crescimento saudável nas vendas de produtos da franquia ‘Star Wars’, atraiu visitantes para a atração atualizada da Millennium Falcon na Disneyland e no Walt Disney World, além de aumentar significativamente o engajamento com os jogos da franquia. Já o live-action de ‘Moana’ deve se tornar um título forte no Disney+, dando continuidade ao sucesso da animação original, que é um dos filmes mais assistidos da história do streaming”.
Em seu relatório financeiro oficial, a Disney reforçou esse posicionamento ao destacar que “esses investimentos em franquias contribuíram para a geração de valor muito além de seus lançamentos nos cinemas”.
O diretor financeiro da companhia, Hugh Johnston, reiterou que o ecossistema diversificado da empresa absorve eventuais oscilações nas telonas.
“O desempenho nos cinemas é importante para nós e, obviamente, buscamos resultados financeiros consistentes para nossos filmes. Mas a indústria cinematográfica funciona como um portfólio. A boa notícia é que nosso modelo de negócios diversificado ajuda a compensar a volatilidade do setor. A janela de exibição nos cinemas é, em muitos aspectos, apenas um indicador. O verdadeiro valor dessas propriedades intelectuais está nos benefícios acumulados ao longo de décadas de histórias e na nossa capacidade de integrá-las a todo o ecossistema da Disney”, concluiu Johnston.
No live-action de MOANA, uma jovem parte em uma missão para salvar seu povo. Durante a jornada, Moana conhece o outrora poderoso semideus Maui, que a guia em sua busca para se tornar uma mestre em encontrar caminhos. Juntos, eles navegam pelo oceano em uma viagem incrível.
Johnson também produz o filme por meio de sua empresa, Seven Bucks Productions, em parceria com Dany Garcia e Hiram Garcia. Beau Flynn, da Flynn Picture Co., também estará envolvido na produção.
Jared Bush, responsável pelo roteiro do filme original, roteiriza o remake juntamente com Dana Ledoux Miller.
Thomas Kail (‘Hamilton’) assume a cadeira de direção.
Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Sucesso nos cinemas, a animação original arrecadou sólidos US$ 687.2 milhões mundialmente. Além disso, a produção conquistou os críticos, alcançando 95% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A poderosa Sony anunciou nesta quarta-feira (09) que suspendeu as vendas dos consoles e jogos PlayStation na Rússia, após a invasão do país à Ucrânia. Os ataques russos começaram no dia 24 de fevereiro e já duram 14 dias.
O e-commerce da PlayStation Store também não estará mais disponível no país europeu, segundo declaração oficial: “A Sony Interactive Entertainment se une à comunidade global pedindo paz na Ucrânia”.
A multinacional também afirmou que a Sony Group Corporation doará US$ 2 milhões ao ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados) e à ONG (Organização Não Governamental) Save the Children.
As empresas Coca-Cola, Starbucks e Rolex também anunciaram o fechamento temporário de suas lojas no território russo. ACoca-Cola se manifestou dizendo que “nossos corações estão com as pessoas que estão sofrendo os efeitos inconcebíveis desses trágicos eventos na Ucrânia”.
O McDonald’s também informou o fechamento temporário de 850 lojas no país europeu.
A atriz Lily-Rose Depp denunciou o sexismo por trás do rótulo que ganhou de “bebê nepotista”, no início da carreira. O termo refere-se ao favorecimento de Lily-Rose na indústria cinematográfica por ser a filha de Johnny Depp e da cantora francesa Vanessa Paradis, artistas renomados.
Falando à revista Elle, Lily-Rose Depp apontou que mulheres famosas são mais acusadas de se beneficiar do nepotismo do que homens famosos.
“A internet parece se importar muito com esse tipo de coisa, e posso dizer com certeza que ninguém vai te dar um papel, exceto quando você é escolhida”, falou.
“A internet se preocupa muito mais com quem é a sua família do que com as pessoas que estão colocando você nas coisas. Talvez você comece com o pé na porta, mas ainda tem o pé na porta. Há muito trabalho que vem depois disso. Ouço falar muito mais sobre mulheres e não acho que seja uma coincidência”, comentou Lily-Rose.
Johnny Depp foi destaque nas manchetes nos últimos meses após ganhar o caso de difamação e violência doméstica contra a ex-esposa Amber Heard. Lily-Rose explicou os motivos de não ter se pronunciado sobre o caso: “Quando é algo tão privado e tão pessoal que de repente se torna não tão pessoal… eu me sinto realmente com direito ao meu jardim secreto de pensamentos”, disse Depp. “Também acho que não estou aqui para responder por ninguém e sinto que, durante grande parte da minha carreira, as pessoas realmente quiseram me definir pelos homens da minha vida, sejam meus familiares ou meus namorados, seja o que for.. E estou realmente pronto para ser definido pelas coisas que coloco por aí”.
O ator Jeremy Irons (‘Dezesseis Luas’), que viverá o mordomo Alfred em ‘Batman vs. Superman‘, falou sobre o projeto em entrevista à rádio Absolute.
Irons foi questionado sobre a diferença de seu Alfred com os anteriores.
“O roteiro ainda não foi completamente finalizado. Nós não começamos a trabalhar ainda. Então será uma surpresa tão grande para mim quanto para vocês”, afirmou.
Ele também comentou a polêmica contratação de Ben Affleck para viver o Batman, e saiu em defesa do ator.
“Acho que a escolha foi uma ideia maravilhosa. Ele é um homem adorável, um ator muito interessante. Estou ansioso para conhecê-lo. Espero que possamos nos divertir”, concluiu.
As filmagens principais de ‘Batman vs. Superman’ terão início em 2014, para um lançamento em 6 de maio de 2016.
Assista a entrevista:
A atriz israelense Gal Gadot, conhecida por interpretar Gisele em ‘Velozes e Furiosos 4, 5 e 6‘, será a Mulher-Maravilha. Ela concorria ao papel com Olga Kurylenko (‘Oblivion’) e Elodie Yung (‘G.I. Joe: Retaliação’).
Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’) será Lex Luthor. O elenco contará com a volta dos principais astros de ‘O Homem de Aço’: Henry Cavill(Clark Kent), Amy Adams (Lois Lane), Laurence Fishburne (Perry White) e Diane Lane (Martha Kent). Ben Affleck será Bruce Wayne/Batman.
O diretor Zack Snyder também retorna. O roteiro será novamente de David S. Goyer, que assinou a trilogia ‘Batman’ e ‘O Homem de Aço’.
Christopher Nolan, que dirigiu os três filmes do Homem-Morcego e produziu o do Superman, assume o cargo de produtor executivo.
Na última semana, o dublador Mark Ryan participou da convenção Wings and Wheels, no Reino Unido, e deu detalhes sobre a trama do filme. Ele – que emprestou sua voz ao Jetfire no segundo filme, e a Lockdown em ‘Transformers 4: A Era da Extinção’ – afirmou que o filme terá duas tramas paralelas.
A primeira mostrará Optimus Prime procurando os criadores de sua espécie em viagem ao espaço, encontrando os Quintessons e o gigantesco vilão Unicron, um robô-entidade que devora Planetas.
Em paralelo, o personagem de Mark Wahlberg se une aos Dinobots e aos Autobots para salvar o Planeta Terra da iminente chegada do Unicron – que destruirá toda a raça humana.
“A trama já está pronta e é ótima”, revelou Steve DeKnight, que também faz parte do time de roteiristas. “Steven Spielberg nos proporcionou o melhor dia quando nos visitou e começou a comentar o que achava do nosso trabalho. Ficamos tão empolgados que passamos mal”, concluiu.
O time de roteiristas da franquia ‘Transformers‘ é grandioso.
Além de Goldsman e Pinkner, Ken Nolan (‘Falcão Negro em Perigo’), Geneva Robertson-Dworet (‘Hibernation’), Robert Kirkman (‘The Walking Dead’), Art Marcum e Matt Holloway (‘Homem de Ferro’), Andrew Barrer e Gabriel Ferrari (‘Homem-Formiga’), Zak Penn (‘O Incrível Hulk’), Christina Hodson (roteirista do inédito remake de ‘O Fugitivo’) e Lindsey Beer trabalham em roteiros de diferentes filmes para a franquia.
O grupo é chefiado por Akiva Goldsman, e os planos são expandir ‘Transformers’ com um filme de origem e derivados.
Um dos projetos é o filme de origem intitulado ‘Transformers One‘, que se passará em Cybertron. A história mostrará o inicio do embate entre os Decepticons e os Autobots, antes deles virem parar no Planeta Terra – saiba mais.
‘Transformers 4: A Era da Extinção’ arrecadou US$ 1,1 bilhão pelo mundo. Este foi o segundo da franquia a ultrapassar a fantástica marca. ‘Transformers: O Lado Oculto da Lua‘ faturou US$ 1,12 bilhões em 2011, enquanto o primeiro fez US$ 709 milhões, e o segundo conquistou US$ 836 milhões.
O filme foi lançado em Home Video no Reino Unido e bateu um recorde: vendeu 530 mil unidades do Blu-Ray na primeira semana de vendas no Reino Unido, de 18 a 24 de abril.
O recorde anterior pertencia a ‘007 – Operação Skyfall’, com 522 mil cópias.
Uma curiosidade: na história do Reino Unido, a produção que mais vendeu Blu-Ray é ‘Avatar‘, com mais de 1 milhão e 200 mil cópias em pouco mais de seis anos.
A retomada da saga, comandada porJ.J. Abrams, é baseada na obra de George Lucas, e se passa trinta anos após os acontecimentos de ‘Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi‘, produção de 1983.
Preparados para o trailer que vai vir logo mais?! Então, se você ainda não conferiu o teaser, ele segue abaixo.
Mas neste momento a gente te deixa com as primeiras imagens da coletiva de imprensa realizada pelo elenco de ‘The Walking Dead‘ na San Diego Comic-Con.
Confira:
Em entrevista ao Deadline, a produtora Gale Anne Hurd revelou porque Melissa McBride (Carol Peletier) não estará presente no painel do Hall H que será dedicado para ‘The Walking Dead‘, que trará praticamente todo o elenco principal – leia mais!
O trailer COMPLETO da aguardada sétima temporada de ‘The Walking Dead‘ será exibido na Comic-Con San Diego hoje, dia 22 de Julho.
Segundo a página oficial da série, o trailer estará disponível às 17 horas (horário de Brasília).
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Greg Nicoreto, diretor do primeiro episódio, revelou ao ComicBook que exibiu a cena em que Negan mata um dos protagonistas para sua equipe… e todo mundo chorou.
A cena, filmada há dois meses quando a série retomou dua produção, deixou as pessoas envolvidas chocadas.
“À medida que os cortes estão disponíveis, mostramos para os próximos diretores o que queremos que eles façam nos episódios seguintes. Algumas pessoas assistiram a cena em que Negan mata alguém, e ficaram o dia inteiro chocadas”, afirmou.
Segundo ele, o elenco e a equipe ficaram muito tristes em ver um de seus companheiros deixando a série.
“As pessoas choraram. E eu fiquei feliz porque a cena ficou do jeito que queria. O que me deixou feliz e triste ao mesmo tempo exato”, concluiu.
Além de produtor executivo e responsável pela maquiagem dos walkers, ele também dirigiu 15 episódios da série, incluindo a season finale da 6ª temporada (Last Day on Earth).
Greg disse que foram duas semanas extremamente tensas de filmagens. Não só porque o elenco era gigante, mas para manter o alto nível da série, era necessário rodar a mesma cena em diversos ângulos, chegando a repetir os takes cerca de 7 a 10 vezes.
A série estreia dia 9 de Outubro de 2016.
Na semana passada, Tom Payne (que vive Jesus), Jeffrey Dean Morgan (que vive Negan), Austin Amelio (Dwight) e Xander Berkeley (Gregory) passaram para o elenco fixo.
David Leitch não retorna para a direção da sequência, e servirá apenas como produtor. Segundo assim, o co-diretor Chad Stahelski assumirá o projeto sozinho.
‘De Volta ao Jogo‘ faturou quase US$ 80 milhões para seu orçamento de US$ 20 milhões.
Lara Croft estabelece em sua primeira expedição para terminar a pesquisa arqueológica do seu pai e descobrir segredos antigos, a fim de limpar seu nome desonrado. A tragédia começa quando sua aventura se transforma em uma luta pela sobrevivência.
» Daniel Wu – que fez o personagem Gul’dan em ‘Warcraft‘ – irá interpretar um aliado de Lara Croft (Alicia Vikander), chamado Lu Ren. O personagem deve ajudar a protagonista na busca pelo pai dela.
» O norueguês Roar Uthaug (‘Presos no Gelo’) dirige. Geneva Robertson-Dworet roteiriza.
» Os filmes estrelados por Angelina Jolie, em 2001 e 2003, foram produzidos pela Paramount. Juntos, arrecadaram cerca de 400 milhões de dólares mundialmente, o que animou a MGM em tentar mais uma vez colocar a heroína patrimônio da Internet no cinema.
Para comemorar o término das filmagens de ‘Justiceiro‘, Joe Quesada liberou um cartaz com todos os membros do elenco principal.
A expectativa é que a versão digital do pôster seja divulgada até a San Diego Comic-Con, em julho.
Confira:
Em ‘Justiceiro‘, Frank Castle é um ex-militar assombrado e caçado após o assassinato de sua família. Tentando superar o trauma, ele se transforma em um vigilante, que busca combater a criminalidade em Nova York e atende pelo nome de “Justiceiro”. A primeira temporada do spin-off terá 13 episódios.
Quem cresceu nos anos 90 provavelmente deve se lembrar da clássica comédia musical estrelada por Tom Hanks e Liv Tyler, que acompanhava um grupo musical dos anos 60 em busca da fama e do sucesso.
Intitulado ‘The Wonders – O Sonho Não Acabou’, a produção se consagrou pela icônica canção original produzida para o filme, chamada ‘That Thing You Do’.
Nostálgica, a música foi tocada quase 21 anos depois pelo elenco, durante uma reunião emocionante.
Com apenas Tom Hanks e Steve Zahn ausentes, o grupo ‘The Wonders’ se apresentou mais uma vez com a formação original, composta pelos atores Tom Everett Scott, Johnatthon Schaech eEthan Embry.
“Nós reunimos The Wonder, também conhecidos como The Oneders, do filme ‘The Wonders – O Sonho Não Acabou’. Eles tocaram o hit do filme. Foi mágico. Obrigado @thetomeverettscott @johnschaech @ethanembry. #stevezahn e @tomhanks sentimos sua falta! Um dos melhores @thegdcomedyjam que já tivemos”.
Em entrevista ao E!, a atriz Robin Wright (‘House of Cards’) revelou que gostaria muito de retornar como a General Antíope em ‘Mulher-Maravilha 2‘.
Vale lembrar que sua personagem foi assassinada no começo do primeiro filme, quando os soldados invadem Themyscira.
“Eu absolutamente retornaria para uma sequência. Não tenho dúvida nenhuma. Poder feminino!”, contou a estrela em entrevista ao E!.
A diretora Patty Jenkins revelou novos detalhes sobre a trama de ‘Mulher-Maravilha 2‘ e confirmou que o filme se passará nos dias de hoje, e a história se passará nos EUA.
“Estou bastante empolgada em trazê-la para os EUA e mostrar como ela se tornou a Mulher-Maravilha que todos conhecemos, com a qual todos crescemos, uma heroína americana. Vou trazer a história para os dias de hoje, entregar um filme divertido e estiloso. O primeiro Mulher-Maravilha é sobre ela se tornando a pessoa que é. Eu mal posso esperar para continuar essa jornada”, afirmou.
O primeiro filme teve sua história criada por Zack Snyder e Allan Heinberg, e o roteiro escrito por Jason Fuchs.
Patty Jenkins já assinou contrato para dirigir a sequência, que também terá o retorno deGal Gadot como a protagonista.
Segundo especulações, o contrato transformou Patty na diretora mais bem paga da história do cinema.
O valor não foi divulgado, mas gira na casa dos US$ 10 milhões, mesma quantia queZack Snyder recebeu por ‘Batman vs Superman‘.
Levando em conta que ‘Mulher-Maravilha‘ ultrapassou os US$ 800 milhões, Patty pediu uma maior participações nos lucros da sequência, bem como um cachê inicial pomposo.
‘Mulher-Maravilha 2‘ teve sua estreia agendada para 13 de dezembro de 2019.
‘A Bruxa‘ (The Witch) foi um dos filmes de terror que mais polarizou opiniões nos últimos anos. Enquanto uns amam a produção, outros odeiam.
E agora, mais pessoas poderão tirar sua própria opinião. A Netflix anunciou que lançará o terror em seu catálogo no dia 23 de Junho.
Com muitas cenas de suspense e horror, o filme ‘A Bruxa‘ é situado na Nova Inglaterra, no ano 1630, e é narrado pela jovem Thomasin (Anya Taylor-Joy). Após a mudança de sua família para a nova casa, coisas estranhas começam a acontecer: animais tornam-se malévolos, a plantação morre e uma criança desaparece aparentemente possuída por um espírito maligno. Desconfiados e paranoicos, os membros da família acusam a adolescente de praticar feitiçaria.
Confira nossa crítica em vídeo:
Em entrevista ao Entertainment Weekly, o diretorRobert Eggers revelou que não existe a possibilidade do terror ‘A Bruxa‘ (The Witch) ganhar sequência.
“Eu acho que estou roubando as palavras de outro diretor que eu não posso falar o nome, mas se eu quisesse saber o que acontece após a última cena da produção, eu teria feito uma película mais longa.”
É disso que estamos falando quando um diretor tem sensatez de se fazer uma sequência, ou não. Comentário espetacular.
‘Dragon Ball Super Broly‘ está sendo sucesso tanto de público, quanto de crítica. Depois de ter se tornado a MAIOR bilheteria da franquia nos cinemas, tendo arrecado já US$ 65 milhões apenas em suas exibições internacionais, sendo US$ 13 milhões apenas em seus primeiros 4 dias de exibição nos EUA, o filme vem sendo aclamado pela crítica especializada. E com 36 críticas publicadas até o momento, o filme conta 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.
É unânime entre os críticos que o longa-metragem tem ótimos efeitos especiais e revive os melhores momentos da franquia na televisão.
Confira as principais críticas:
“Qualquer um tendo um conhecimento mais extenso do universo estendido de Dragon Ball pode sentar-se no cinema e se divertir muito.” – Leanne Butkovic, Thrillist.
“Veja este filme com outros fãs de Dragon Ball no cinema mais perto de você para ter uma experiência completa. Este é de longe o melhor filme de Dragon Ball Z até agora.” – William Young, Black Nerd Problems.
“Broly” oferece exatamente o que os fãs de “Dragon Ball” querem; os recém-chegados podem se perder em alguns momentos.”. Charles Solomon, Los Angeles Time.
As cenas finais deixam em aberto o que está por vir, que os cineastas também poderiam concluir com o título: “Fiquem atentos ao nosso próximo episódio emocionante.” Joe Leydon, Variety.
A classificação do ‘Coringa‘ foi confirmada Ministério da Justiça no Brasil: o filme é indicado para maiores de 16 anos.
A classificação é mais branda que a recebida nos Estados Unidos pela MPAA (Motion Picture Association of America), que classificou para maiores de 18 anos (Rated R) por:
“Violência extrema, cenas sangrentas, excesso de loucura e comportamento deturpado, linguagem e algumas cenas sexuais”
Lembrando que ‘Coringa‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.
‘Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.
Darkseid faria uma aparição no filme antes de ser descartado do corte final. Snyder, desde então, veio revelando o papel do deus superpoderoso nos anos que se seguiram. Ray Porter, que dublaria o personagem, também tornou-se uma grande voz a favor do lançamento do Snyder Cut. Vale lembrar que o vilão irá aparecer em ‘Novos Deuses’, projeto sendo delineado por Ava DuVernay e Tom King.
A Warner vai gastar mais de US$ 30 milhões para finalizar a versão do diretor.
A equipe de Snyder trabalhará junta nos próximos meses para concluir os efeitos visuais, editar tudo e concluir outros aspectos da pós-produção do filme.
“O mais adorável é que podemos explorar esses personagens de maneiras que você não consegue versão teatral mais curta”, disse Snyder.
O corte terá em torno de 4 horas.
Snyder revelou que o corte será “uma coisa totalmente nova”, especialmente em comparação com o corte exibido nos cinemas.
“Será uma coisa totalmente nova e, especialmente conversando com quem já viu o filme lançado, uma nova experiência à parte do filme”, disse Snyder.
“Você provavelmente viu um quarto do que eu fiz”, continuou ele, baseando sua estimativa no que foi dito que estava contido na versão final deJoss Whedon da ‘Liga da Justiça‘. O próprio Snyder ainda não assistiu a versão teatral.
“Quero agradecer à HBO Max e à Warner por esse gesto corajoso de apoiar artistas e permitir que suas verdadeiras visões sejam realizadas. Também um agradecimento especial a todos os envolvidos no movimento SnyderCut por tornar isso uma realidade ”, disse Snyder.
“Desde que cheguei aqui, há 14 meses, a campanha para o #ReleaseTheSnyderCut tem sido uma batida diária em nossos escritórios e e-mails. Bem, os fãs pediram, e estamos emocionados por finalmente entregar. No final das contas, é realmente tudo sobre eles e estamos muito animados para poder lançar a visão final de Zack para este filme em 2021. Isso nunca poderia ter acontecido se não fosse pelo trabalho duro e pelos esforços combinados de as equipes da HBO Max e da Warner Bros. Pictures ”, disse Robert Greenblatt, presidente da Warner Media.
Snyder concluiu a maior parte do trabalho em ‘Liga da Justiça‘ em 2016, mas se afastou da pós-produção após uma tragédia familiar. A Warner trouxe Joss Whedonpara finalizar o filme e alterou diversas coisas, como a paleta de cores.
Com orçamento estimado em US$ 300 milhões, ‘Liga da Justiça‘ arrecadou mais de US $ 650 milhões em todo o mundo e não ressoou com os críticos, com 40% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Em entrevista ao Hollywood Reporter, a diretora revelou que o terceiro filme sobre a vida de Diana será definitivamente uma história moderna, e se passará nos dias atuais.
“Eu não quero fazer outro filme de época, e é uma das coisas que discuti com a Warner. Eu não estou ansiando por colocá-la no passado novamente, porque não mostraríamos para onde essa personagem está indo. Então, é definitivamente uma história contemporânea. Isso é tudo o que posso dizer. E onde nós levaremos a história e como isso será revelado, eu ainda não tenho certeza”, afirmou.
Com 63 críticas publicadas, ‘Mulher-Maravilha 1984‘ recebeu 56 reviews positivas e 7 negativas. A nota média do filme está em 7.4/10.
Confira nossa crítica em vídeo e as principais críticas do Rotten Tomatoes:
“Mulher-Maravilha 1984 são três filmes em um … E são apenas os dois primeiros que realmente nos levam a algum lugar maravilhoso.” – Alex Abad-Santos | Vox
“A sátira social perversamente pungente do filme deve ocasionalmente dar um passo para os super-heróis, é claro. E embora a nova edição de Gadot e Jenkins proporcione as esperadas emoções e empolgação, esta sequência compartilha a falha significativa de seu antecessor.” – Alonso Duralde | TheWrap
“Se Mulher-Maravilha 1984 não consegue atingir as alturas do primeiro filme, ainda assim ele voa lindamente quando é mais importante.” – Angie Han | Mashable
“Gal Gadot retorna como a princesa amazona com as pulseiras à prova de balas, apresenta um casal de inimigos dignos e traz um filme muito divertido, mesmo que seja extremamente agitado e quase esgote suas energias com pesadas duas horas e meia.” Brian Truitt | EUA Today
“Uma aventura vibrante e virtuosa repleta de todo o coração e heroísmo que esperamos da luz brilhante da DC. Mulher Maravilha 1984 é realmente a heroína que 2020 precisava o tempo todo.” – Ben Travis | Empire Magazine
“Mulher-Maravilha 1984 realmente brilha como uma dose bem-vinda de escapismo perfeito e dourado.” – Laura Griffiths | Starburst
“Todos nós esperamos por Gadot e valeu a pena. Um blockbuster muito necessário cheio de humor, espetáculo e otimismo.” – Jamie Graham | TotalFilm
“A história da Mulher Maravilha em 2020 pode ser edificante e inspiradora, mas este filme não é nada disso.” Seanan McGuire | Polígono
O filme chega aos cinemas nacionais em 17 de dezembro..
Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?
Virginie, que mora em uma fazenda com seus filhos, cria gafanhotos para serem transformados em farinha. Mas tudo muda quando ela descobre que os gafanhotos gostam de sangue…
Finalmente! O terror aclamadíssimo ‘X‘, do cineasta Ti West, teve seus direitos adquiridos pela Playarte Pictures e será lançado NOS CINEMAS nacionais. A novidade foi revelada pela A24 Brasil.
Por enquanto, o filme ainda não possui previsão de estreia por aqui.
Assista a crítica:
O filme conquistou impressionantes 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, com 123 análises publicadas até o momento.
Além disso, surpreendeu e estreou em quarto lugar nas bilheterias norte-americanas, com US$ 4.4 milhões arrecadados no primeiro final de semana.
O longa da A24 foi exibido em 2,865 salas de cinema, e o estúdio esperava arrecadar em torno de US$ 3 milhões – mas o filme foi impulsionado pelo boca a boca positivo.
Além da direção, Ti Westtambém é responsável pelo roteiro do filme.
Em 1979, um grupo de cineastas viajam até a zona rural do Texas para gravar um filme adulto, mas sua anfitriã reclusa os pega no ato e eles logo precisam lutar desesperadamente por suas vidas.
‘Pânico 6‘ já está em exibição nos cinemas nacionais e promete agradar aos fãs, recebendo 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Muitos leitores estão nos perguntando se o filme tem uma cena pós-créditos? A resposta é sim.
[SPOILERS] SAIBA O QUE ACONTECE NA CENA.
A cena é mais uma brincadeira com os fãs e uma sátira aos filmes da Marvel. Após todos os créditos terminarem, temos o retorno de Mindy Meeks-Martin (Jasmin Savoy Brown), que cumpre o papel obrigatório da cinéfila sabe-tudo. Mindy tem uma grande cena de monólogo logo no início sobre as novas regras do filme, que agora faz parte de uma franquia. A cena pós-créditos traz ela concluindo seu monólogo e brincando que nem todo filme precisa de uma cena pós-créditos.
O editor-chefe Renato Marafon entrevistou Hayden Panettiere e Dermot Mulroney. Questionada se toparia estrelar um filme ou série focado na Kirby Reed, Hayden respondeu:
“Podia ter um spin-off sobre as aventuras da Kirby no FBI. Há muitas pessoas assustadoras por aí. Há muitas pessoas assustadoras por aí. Eles tentam me derrubar, mas será que finalmente vão conseguir?”, ela revelou.
O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.
Em entrevista para a Entertainment Tonight, a atriz Melissa Barrera comentou sobre o que os fãs podem esperar do retorno de Kirby, interpretada pela atriz Hayden Panettiere, no sexto filme da franquia. A personagem havia supostamente morrido no filme ‘Pânico 4‘, mas aparentemente conseguiu sobreviver e se tornou uma agente federal.
“Os personagens ficam, ‘É ela [Kirby], não é ela?.’ Tipo, ‘Ela está do lado deles ou não?’” comentou Barrera. “Existem todos esses momentos de dúvida entre eles. Acho que os fãs vão adorar essa jornada dela.”
Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack Champion, Liana Liberato, Devyn Nekoda, Josh Segarra e Henry Czerny completam o elenco.
Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.
A versão infantil de Cassie Lang foi interpretada por Abby Ryder Fortson nos dois primeiros filmes do ‘Homem-Formiga‘, já a versão adolescente foi vivida por Emma Fuhrmann em ‘Vingadores: Ultimato‘.
Até o momento, a troca de elenco nunca havia sido explicada…
Mas, de acordo com o The Direct, o diretor Peyton Reed aborda o assunto em um vídeo presente nas cópias digitais d filme.
No vídeo, o cineasta diz que escolheu Newton por conta de seu talento, pois queria uma atriz que pudesse acompanhar o tanto de Paul Rudd, que interpreta Scott Lang, o pai de Cassie.
“Acabamos de apresentar nossa Cassie Lang, agora com 18 anos. Kathryn Newton, é claro, uma atriz que admiro há muito tempo. E quando estávamos falando sobre Cassie neste filme, ela envelheceu cinco anos desde os eventos de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘. E eu queria alguém nesse papel que pudesse realmente acompanhar Paul Rudd, não alguém que ficasse à sombra dele.”
O cineasta continuou, elogiando a atuação e o progresso atlético de Newton.
“Deveria ser uma atriz perspicaz, rápida e engraçada. E Newton é uma atleta. Ela joga de golfe de classe mundial. Ela tem o físico para o papel. Ela se encaixa quando você imagina alguém que pode parecer a filha de Scott Lang. Você sabe, o que ela aprendeu com ele? Ela sabe a hora de concordar e discordar. Ela tem o coração de Scott. Ela também tem um pouco daquele senso de humor, um pouco dessa bagunça em sua mente. Acho que Newton conseguiu ir além de tudo isso.”
Infelizmente, nada disso foi o bastante para salvar o filme, que recebeu apenas 47% de aprovação dos críticos.
Confira nossas entrevistas com o elenco:
O longa é dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.
Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.
A história deRESIDENT EVIL (2026) acompanha Bryan, interpretado por Austin Abrams, um entregador encarregado de transportar uma misteriosa maleta para o Hospital de Raccoon City durante um surto de um vírus mortal. Abrams basicamente interpreta o mesmo tipo de personagem que fez em ‘A Hora do Mal‘ — um sujeito meio excêntrico, que se vê envolvido no caos. Não se trata de uma atuação profunda, e essa é a intenção. O personagem funciona mais como um avatar do jogador, simplesmente transitando de um cenário de pesadelo para o próximo.
Ele precisa sobreviver a uma noite de terror enquanto faz sua entrega e encontra monstros bizarros pelo caminho.
» Do mesmo diretor dos aclamados ‘Noites Brutais‘ e ‘A Hora do Mal‘;
» Além de dirigir, Zach Cregger também assina o roteiro da adaptação;
» Apesar de ser baseado na icônica saga de jogos da Capcom, o cineasta confirmou que o novo filme contará uma história original: “É um roteiro original. É uma história estranha. Eu escrevi e amei a narrativa. Não tem nada a ver com os outros filmes baseados em ‘Resident Evil’. Se eu fizer meu trabalho do jeito certo, [a nova adaptação] será única e diferente. Sou um grande fã dos jogos, já os joguei. Não sei quantas vezes já joguei o quarto jogo. Eu realmente amo. Eu definitivamente não estou tentando ser completamente fiel à mitologia dos jogos. Quero contar uma história que seja autêntica à experiência que você sente ao jogar os jogos”.
» RESIDENT EVIL não será um remake direto dos games nem dos filmes anteriores. Segundo Cregger, a ideia é apresentar uma história inédita ambientada no universo de Resident Evil.
» Isso significa que personagens clássicos (como Leon S. Kennedy, Jill Valentine, entre outros) não devem aparecer — ou não com o foco central. Cregger disse que “não vai contar a história de Leon, porque essa já foi contada nos jogos.”
» Em outras palavras: o filme busca captar o terror e a atmosfera dos jogos, mas com novos personagens e talvez novos eventos — “uma carta de amor” para os jogos, nas palavras de Cregger.
» A ideia do reboot é “voltar às origens”: resgatar o clima de terror característico dos primeiros jogos da franquia, em vez de seguir o estilo de ação dos filmes anteriores.
Os fãs de The Walking Dead – TWD já estão acostumados com o formato sanduíche da maioria das temporadas da série: excelentes episódios no começo e no fim com umas linguiças bem cheias no meio. É, já meio que aceitamos esse fato, o meio de TWD é feita por episódios pouco inspirados, mas não desistimos porque quase sempre somos recompensados com episódios iniciais excelentes e episódios finais grandiosos. São por eles que pagamos a TV a cabo (ou o torrent…).
Se a memória não me falha, as duas únicas temporadas impecáveis foram a primeira e a sexta. A pior foi a segunda, especialmente em sua primeira parte – ainda que reconheça a importância dela para a estruturação da série. Mas, o turbulento ano de 2016 nos trouxe algo para desbancar a segunda em ruindade: a primeira metade de sétima temporada!
Ironicamente seguindo a tradição de TWD, o primeiro episódio da sétima temporada foi excepcional, um dos 10 melhores de toda a séria. Contudo, o segundo episódio já foi perdendo a força e daí para pior. O penúltimo deu uma levantada e o último foi muito bom.
É bizarro como esta primeira metade da sétima temporada conseguiu ser tão ruim. Os roteiristas tinham os ingredientes ideais: personagens consolidados, um cliffhanger eficiente (ainda que clichê), uma temporada anterior excepcional, tramas instigantes e um novo vilão que mesmerizou o público em sua primeira aparição. O que deu errado?
Se você perguntar para um grupo de reacionários dos EUA, eles dirão que o problema de TWD é a violência. Disseram que esta temporada passou de qualquer limite. Sempre há quem reclame da violência, dizendo que isso faz mal às pessoas. Esse argumento só ganhou mais notoriedade por causa da morte de Glenn (Steven Yeun). Foi uma das cenas mais graficamente chocantes que vi em tempos recentes na TV, e a mais mais de TWD. Até fãs ficaram incomodados. Contudo, ainda que alguns espectadores tenha abandonado a série por causa disso, não é suficiente para explicar as reações mornas à atual temporada.
Houve até quem decidiu chamar TWD de fascista. Meu Senhor!, essa moda de enxergar fascista por tudo quanto é lado tá pegando! A tese é no mínimo curiosa: no universo de TWD, a bondade não é premiada; quem tenta agir de forma pura com seus semelhantes acaba morto. Sobrevivem aqueles que pressupõem que todo mundo é mau e que o ideal é mata o seu opositor. Em resumo, a série defenderia a visão de que, no mundo, vale o nós contra eles – já dá até para ler a metáfora dos zumbis como imigrantes mulçumanos e Negan (Jeffrey Dean Morgan) como um Trump sem tope e óleo laranja na cara. Nada mais errado! Essa interpretação mais parece uma tentativa de forçar para encaixar a sua ideologia na série.
TWD fala de um mundo no qual as estruturas sociais esgarçaram e agora os sobreviventes precisam reconstruir tudo. Como num retorno ao paleolítico, temos sim que lutar pela sobrevivência. Nessa realidade alternativa, porém, o simples nós contra eles, que estamos acostumados a ver na política, ou a ideia de que a força vale sempre mais do que qualquer outra qualidade são falsas. Nesse universo, é preciso equilíbrio entre confronto e alianças, entre desconfiança e confiança. Quantos personagens sobreviveram pela esperteza, quantas vezes a série já demonstrou que confiar é preciso?
TWD carrega uma metáfora muito maior. Ela é uma tradução das dificuldades para se reerguer uma sociedade (ou mantê-la de pé). Se você quer aproveitar TWD para ler o tempo atual, pergunte-se: aquele manifestante de internet, que posta textão no Face, que inclui um #ForaQualquerCoisa, sobreviveria num mundo no qual as coisas mais básicas são escassas? Essa geração Toddynho com Nutella duraria quantas temporadas de TWD?
Não, jamais a série ousou elidir a ideia de que a empatia e a solidariedade têm seu espaço, ou negar que fala de coisas profundas. TWD é um verdadeiro drama moral e um estudo sobre a formação da sociedade, que pode dizer muito sobre coisas como a crise causada pelo motim da PM no Espírito Santo.
E se alguém ainda acha que a série é fascista, pergunto, como ela pode ser fascista se seus personagens são tão variados?
Mas, já desvio muito do principal. O que, afinal, fez desta primeira metade da sétima temporada tão fraca? Uma opção errada dos produtores, que poderia ter sido corrigida com edição!
Os produtores da série fizeram uma escolha infeliz. Com o grupo Rick (Andrew Lincoln) dividido, cada episódio focava em um núcleo. Não é a primeira vez que isso acontece na série, mas nunca de forma tão exaustiva. Mas, como eram muitos núcleos, e as ações eram paralelas, a sensação de que estávamos sempre voltando para o começo era recorrente. Parecia que TWD tinha puxado o freio de mão.
Isto foi fruto de uma má escolha dos produtores, que nem daria muito trabalho para ser resolvida. Bastava uma edição que congregasse dois ou três núcleos de personagens no mesmo episódio. Além de dar dinamismo, evitava o risco de um episódio foca em um personagem fraco – bicho, até isso teve!, episódio focado em personagem tão importante quanto a pulga do rabo do cachorro.
Não foi a violência, nem o fascismo, nem qualquer outra dessas ideologias de hashtag. O que matou este começo da sétima temporada e derrubou os índices de audiência foi uma má escolha dos produtores, que acharam por bem organizar os episódios por núcleos. Apesar da péssima avaliação (TWD foi eleito o pior programa de 2016 pela revista americana Variety, perdendo apenas para a cobertura da eleição americana) e da queda na audiência, a AMC ainda tem em seu cardápio uma série genial e líder de audiência. O que nós fãs pedimos é uma restante de temporada com menos Swear (o episódio mais mal avaliado no IMDB) e mais The Day Will Come When You Won’t Be (o episódio mais bem avaliado no IMDB).
E, aí, o que achou da primeira metade da sétima temporada? O que mais gostou e o que menos gostou? Ficou chocado com o primeiro episódio? E, como eu, dormiu no meio de Swear e teve que revê-lo? Vamos, comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:
Tem filmes com canções que se tornam marcantes nas memórias de todos nós amantes da sétima arte. Algumas dessas, foram vencedoras do Oscar de Melhor Canção. Pensando nisso, fizemos uma lista abaixo com ótimos filmes que tiveram vitória nessa categoria:
007 – Operação Skyfall(Canção Skyfall, venceu em 2013 o Oscar de Melhor Canção Original)
Na trama, acompanhamos logo no início uma missão que não dá certo e onde ‘M’ precisa tomar uma decisão que influencia sua lealdade perante à Bond. Mas quando um passado escondido da chefe da agência vem à tona, o agente 007 precisa se entender com ‘M’ e combater um vilão excêntrico, especialista em computação.
Viva – A Vida é uma Festa (Canção Remember Me, venceu em 2018 o Oscar de Melhor Canção Original)
Na trama, conhecemos o menino sonhador Miguel, um jovem que adora música mesmo sua família não gostando da ideia, pois, anos atrás um parente abandonou a família pela carreira musical e nunca mais voltou para casa. Durante uma pequena investigação descobre segredos desconhecidos da família e após tocar uma canção com um violão mágico, acaba indo para em uma terra dos mortos. Lá, descobre, nesse mundo fantástico e cheio de parentes que nunca conhecera, descobre mais sobre sua família e um novo segredo se torna um objetivo em sua busca constante em voltar para o mundo dos vivos.
Flashdance (Canção Flashdance… What a Feeling, venceu em 1984 o Oscar de Melhor Canção Original)
Na trama, conhecemos Alex (Jennifer Beals), uma jovem de 18 anos, amante da dança, com o sonho de entrar em um concorrido conservatório de balé. Para sobreviver, ela trabalha de dia como soldadora em obra e de noite se apresenta em impactantes shows noturnos de dança em uma boate. Certo dia, se aproxima do seu chefe, Nick (Michael Nouri), um homem mais velho, mais maduro, que a ajuda no seu caminho rumo aos sonhos.
Dirty Dancing (Canção (I’ve Had)The Time of My Life, venceu em 1988 o Oscar de Melhor Canção Original)
Quase no início da década de 90, chegou aos cinemas Dirty Dancing, dirigido pelo cineasta nova-iorquino Emile Ardolino, que conta a história de um esforçado dançarino (Patrick Swayze) que se apaixona por uma jovem, Baby (Jennifer Grey), que vem de uma família tradicional. Lutando por esse amor contra todos que são contrários, vamos percorrendo cenas dançantes e demonstrações de amor e carinho que ficam pra sempre em nossos corações.
Filadélfia (Canção Streets of Philadelphia, venceu em 1994 o Oscar de Melhor Canção Original)
Na trama, conhecemos Andrew Beckett (Tom Hanks), um brilhante advogado, homossexual, que vem crescendo na poderosa empresa onde trabalha. Quando ele é demitido de forma surpreendente por conta da descoberta pela empresa que ele possui AIDS, Andrew resolve processá-los e para isso contrata Joe (Denzel Washington), um advogado, homofóbico, que é o único que aceita o caso.
RRR: Revolta, Rebelião, Revolução (Canção Naatu Naatu, venceu em 2023 o Oscar de Melhor Canção Original)
Na trama, ambientada na década de 20 em uma enorme região da Ásia meridional colonizada pelos ingleses (que hoje conhecemos como a Índia) conhecemos uma jovem, integrante de uma pequena tribo, que é levada por um governador britânico e sua esposa contra vontade da família.
Um integrante dessa tribo, o guerreiro gente boa Komaram Bheem (N.T. Rama Rao Jr.) jura ir até o poderoso palácio de domínio inglês e resgatar a jovem sequestrada. Em paralelo a isso, conhecemos a história de um integrante do exército britânico, de origem indiana, chamado Alluri Sitarama Raju (Ram Charan Teja) que está num presente em busca de maior reconhecimento para seus feitos no exército.
Quando alta cúpula britânica descobre que Komaram Bheem quer resgatar a criança sequestrada, uma mobilização é feita como proteção ao governador e essa pode ser a chance de Alluri Sitarama Raju em se destacar. Só que as surpresas nessa história estão em todo lugar, Komaram Bheem e Alluri Sitarama Raju acabam de se tornando grandes amigos sem saberem dos segredos guardados de um e do outro.
007 – Sem Tempo para Morrer (Canção No Time to Die, venceu em 2022 o Oscar de Melhor Canção Original)
Na trama, novamente nos encontramos com James Bond (Daniel Craig), um homem que mesmo querendo descansar, ou até mesmo se aposentar, não consegue, pois sempre tem algum fanático, louco, terrorista querendo destruir o mundo e assim o agente secreto é chamado de volta para a ação. Em 007 – Sem Tempo para Morrer Bond precisa lidar com mais uma revelação surpreendente, fruto de seu relacionamento com a psicóloga Madeleine (Léa Seydoux). Em meio a todas as emoções que encontra pelo caminho, um rival complexo de lidar, Lyutsifer Safin (Rami Malek) quer destruir o mundo com um novo vírus seletivo e mortal.
Rocketman (Canção (I’m Gonna) Love Me Again, venceu em 2020 o Oscar de Melhor Canção Original)
Na trama, que teve um orçamento na casa dos 40 milhões de dólares, conhecemos pitacos da vida de Sir Elton John (Taron Egerton, na maior parte do tempo) ao longo dos anos, da infância até a adolescência, dos tempos que estudava na prestigiada Royal Academy of Music até perto do ano de 1970 quando começa uma parceria fenomenal com o compositor Bernie Taupin (seu amigo até hoje) e se torna aos poucos, com shows de tirar o fôlego, uma das grandes lendas do universo musical do planeta Terra.
La La Land – Cantando Estações (Canção City of Stars, venceu em 2017 o Oscar de Melhor Canção Original)
Na trama, ambientada em Los Angeles, conhecemos o pianista Sebastian (Ryan Gosling), um amante do Jazz que vive buscando seu espaço em meio a mudanças constantes que a vida coloca em seu caminho. Rabugento e completamente sozinho, de maneira inusitada, acaba conhecendo a sonhadora Mia (Emma Stone), uma jovem que partiu para Los Angeles para buscar a difícil carreira de atriz mas que hoje trabalha em uma espécie de Starbucks dentro de um famoso Estúdio de gravações de filmes. Logo o amor entre os pombinhos acontece e, entre as estações do ano, precisarão compreender como é viver a vida a dois e o tamanho que o sonho de cada um tem na vida do outro.
Nasce uma Estrela(Canção Shallow, venceu em 2019 o Oscar de Melhor Canção Original)
Na trama, conhecemos a esforçada Ally (Lady Gaga) uma sonhadora que vive de trabalhos pingados mas não deixa de se apresentar como cantora em uma boate na cidade onde mora. Certo dia, em mais uma dessas apresentações acaba sendo avistada pelo famoso músico Jackson Maine (Bradley Cooper) que fica encantado pela jovem. A partir desse encontro, os dois ficam cada vez mais próximos, apaixonados, e Jackson não medirá forças para conseguir a chance de sucesso que Ally buscava. Mas como tudo na vida tem um preço, o sucesso de Ally acaba afetando demais o relacionamento próximo dos dois.
Em sua 92ª Edição, os membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nomearam alguns dos filmes mais badalados da temporada e do ano passado. Produções que vem aparecendo consecutivamente em listas dos melhores, e em todo tipo de premiação prévia à grande noite do cinema mundial – sejam elas círculos de críticos americanos, premiações da imprensa mundial, prêmios da indústria, e por aí vai.
Mas como o mundo só com cartas marcadas seria muito sem graça, todo ano também nos surpreendemos com estas nomeações – seja de forma positiva ou negativa. De forma positiva, pela lembrança de alguns artistas que não vinham preenchendo a boca dos votantes previamente. E negativamente, pelo esquecimento de artistas ou filmes que vinham emplacando em todas e terminaram de fora justamente da maior delas, o prêmio mais almejado – afinal, todo o resto serve como treinamento para este momento.
Sem mais delongas, vamos comentar um pouco as nomeações, lembrando os esquecidos (ou esnobados) e festejando as surpresas. Vem conhecer.
Essa é triste para o coração. Meu Nome é Dolemite marcou mais um retorno aos holofotes do grande Eddie Murphy – após dois outros ensaios de volta por cima (Dreamgirls, pelo qual foi indicado ao Oscar em 2007, e Mr. Church, pelo qual, assim como este Dolemite, muitos acreditavam em uma indicação). Sim, é triste ver uma produção deste nível ser ignorada por completo pelos votantes da Academia, que traz desempenhos marcantes de veteranos renovados como (o já citado) Murphy e Wesley Snipes.
Pior do que isso é notar que os membros perdem assim uma grande chance de representatividade – já que novamente o público vem acusando esta edição de uma retomada do infame Oscar So White: com nomeados predominantemente brancos na maioria das indicações. E não me venha dizer que não havia boas opções. Sim, Dolemite é a prova disso. Eddie Murphy como ator principal é a prova disso. Wesley Snipes como coadjuvante também.
Para não sermos totalmente injustos, a explicação pode estar associada à Netflix. O colosso vem abrindo cada vez mais espaço com os votantes e a assimilação é lenta, mas está acontecendo. Ano passado tivemos Roma. Este ano, temos O Irlandês, História de um Casamento, Dois Papas e sobrou até mesmo para a animação Klaus. Neste cabo de guerra, Dolemite foi a ponta mais fraca. Uma injustiça.
Outra grande injustiça foi a esnobada de Jennifer Lopez. A atriz latina desempenha seu melhor trabalho nas telas (talvez de todos os tempos) na pele da stripper má intencionada Ramona em As Golpistas. Lopez vinha recebendo elogios de gregos e troianos, aparecendo em premiações menores, até ser consagrada com uma indicação ao Globo de Ouro – o qual perdeu para Laura Dern (um monstro em cena em História de um Casamento).
Talvez a história se repetisse e Lopez, mesmo sendo indicada, não levasse o prêmio para casa – Dern está praticamente com a estatueta em mãos. Mas J-Lo deveria ao menos ter sido indicada – era o que todos esperavam. Em seu lugar surgiram as azaronas Scarlett Johansson(JoJo Rabbit) e Florence Pugh (Adoráveis Mulheres). Mas Kathy Bates (uma grande atriz) é quem sobra na categoria, e quem deveria ter dado lugar à latina.
Crise na casa do Mickey! O Mundo está louco? Frozen (2013) foi um verdadeiro fenômeno mundial, uma verdadeira febre, lançou a música chiclete Let it Go e de que quebra levou o Oscar de melhor animação. Era de se esperar que a tão aguardada sequência de Elsa, Anna e Olaf fizesse barulho parecido. Mas num ano não muito favorável para a Disney (onde O Rei Leão, outra de suas grandes apostas de 2019, desagradou mais do que agradou), Frozen II terminou amplamente esnobado pelo Oscar – recebendo apenas a indicação de canção original, e ficando de fora da categoria mais almejada: melhor animação.
A Academia adora biografias musicais, certo? Isso é bem verdade, é só dar uma olhada no ano passado, quando Bohemian Rhapsody (produção problemática), levou para casa os prêmios de edição de som, mixagem de som, edição e melhor ator, além da indicação de melhor filme. Justamente por isso, muitos não acreditavam que a Academia iria reprisar o ano anterior e encher Rocketman– biografia do grande Elton John – de indicações. Mesmo que o filme tenha recebido muitos elogios, gerado falatório de Oscar em seu lançamento e de forma geral ser concebido como uma obra melhor que seu primo um ano mais velho.
Porém, ao vermos o longa indicado ao Globo de Ouro, e a vitória de Taron Egerton (que vive o músico) na categoria de melhor ator no mesmo prêmio, os ânimos voltaram a crescer em relação à produção. Mostrando que o Oscar guarda sim as suas surpresas em relação às outras premiações, Rocketmanficou de fora desta 92ª edição, ou quase, já que foi lembrado apenas para canção original.
Uma das produções independentes mais elogiadas do ano passado, o drama A Despedida fala sobre uma família chinesa armando uma forma de todos seus membros conseguirem se despedir de uma idosa matriarca, sem que a mesma saiba que seus dias estão contados. Para isso, arquitetam um casamento falso. Com o orçamento de US$3 milhões, o filme arrecadou US$20 milhões ao redor do mundo e figurou no top 10 das maiores bilheterias em seu lançamento. Além disso, soma 98% de aprovação da imprensa especializada no agregador Rotten Tomatoes.
Até aí, tudo bem. A surpresa veio mesmo com a indicação do filme para melhor produção estrangeira no Globo de Ouro e a vitória de melhor atriz para Awkwafina, em seu primeiro papel dramático. O fato deixou os cinéfilos com uma ponta de esperança de que o longa pudesse emplacar no Oscar também. Mas a produção e seus envolvidos foram esnobados pelos votantes.
Aqui temos um caso semelhante. Desde seu lançamento, Ford Vs. Ferrari vinha sendo uma das grandes apostas para o Oscar. E não deu outra. A obra terminou indicada para quatro prêmios da Academia, incluindo melhor filme. Além disso, já é o filme número 134 na opinião do grande público dentre os melhores de todos os tempos. Mas em um quesito Ford Vs. Ferrari não emplacou, e esse foi a indicação de melhor ator para o metódico Christian Bale. O ator foi lembrado para o Globo de Ouro e sua presença em um filme geralmente chama prêmios. No entanto, desta vez o astro problemático teve que ficar de fora.
Além da acusação de falta de representatividade racial com uma nova edição do Oscar So White, Natalie Portman vai ter muito o que falar nesta edição, que novamente privilegiou somente diretores homens na categoria de melhor direção. Sim, tínhamos várias opções, desde Marielle Heller (Um Lindo Dia na Vizinhança) – ignorada ano passado também – até Kasi Lemmons (Harriet); mas a ausência mais sentida foi a de Greta Gerwig.
A diretora foi indicada por sua estreia em Lady Bird, e agora desempenha um trabalho ainda melhor, mais ambicioso e mais sofisticado com este Adoráveis Mulheres. No entanto, nada dos votantes reconhecerem seus esforços e a cineasta ficou de fora da grande festa.
Voltando a falar de representatividade – afinal, nunca podemos deixar de bater nesta tecla -, outro que ficou de fora foi o poderoso thriller Nós. Lançado no início do ano, imaginava-se que o longa faria o mesmo caminho do irmão Corra! (2017), que quebrou muitas barreiras no Oscar de dois anos atrás. O diretor Jordan Peele e alguns envolvidos saíram nomeados e Corra! viu sua trajetória terminar com nada menos que 4 indicações, incluindo melhor filme, diretor e ator, além da vitória por roteiro original. Nós, igualmente potente e relevante socialmente, terminou sem nada. E não apenas isso, a performance arrebatadora da protagonista, a musa Lupita Nyong’o, digna de todos os elogios, terminou totalmente esnobada.
Ano passado, escrevi uma matéria revelando como este Oscar poderia ser um dos mais loucos da história, com possíveis indicações de gente como Adam Sandler, Eddie Murphy, Robert Pattinson e Jennifer Lopez. Optando pelo conservadorismo, a Academia resolveu não indicar nenhum deles. Isso não diminui a qualidade de suas atuações nos projetos pelos quais foram cogitados. Dentre eles estão esnobadas em Adam Sandler no elogiado Joias Brutas e Robert Pattinson por O Farol – ambos dois dos filmes mais enaltecidos pela imprensa nesta temporada.
Ainda falando em O Farol, novo terror de Robert Eggers, diretor do fantástico A Bruxa (2015), por mais que Pattinson fosse promessa, a falta mais sentida de tal filme (que chegou a ser indicado na categoria de fotografia) foi a do veterano Willem Dafoe na categoria de coadjuvante.
Calma, calma. Brincadeiras à parte, como sabemosCats é sim um dos filmes mais odiados de anos recentes. Esculhambado por crítica e público, a obra era mirada à temporada de premiação, mas depois de tanta negatividade jogada em sua direção, os envolvidos sequer o inscreveram como elegível para algum prêmio no Oscar. Apesar disso, o filme foi indicado ao Globo de Ouro de melhor canção, mesmo evento que já indicou pérolas como O Turista (2010) e Burlesque (2010).
A revelação desta jovem atriz veio com Encontros e Desencontros (2003), mas dentre as indicações que o filme levou para casa, nada de uma para Scarlett Johansson. E assim seguiu por anos a fio. Até mesmo quando achávamos que havíamos encontrado uma forma de indicar Johansson por Ela (2013), a Academia decidiu que atuações onde apenas ouvimos a voz do ator, sem que ele apareça em tela, não são elegíveis ao Oscar. Durante toda a sua carreira, nada de indicações pra moça. Era hora disso ser corrigido. E o foi de uma forma exagerada. Será? O fato é, para quem nunca havia sido nomeada pela Academia, Scarlett Johnasson chega chutando a porta, com duas indicações logo de cara.
História de um Casamento era esperado dar à atriz sua primeira indicação – se isso não ocorresse é que seria estranho. Mas a surpresa ficou mesmo com sua indicação na categoria de coadjuvante, onde foi lembrada por JoJo Rabbit (uma das grandes surpresas desta edição, com 6 indicações – incluindo melhor filme). Uma curiosidade é que no Globo de Ouro, foi o pequeno Roman Griffin Davis, o protagonista, filho de Johansson no filme, quem foi lembrando nas indicações, sendo substituído pela colega de cena no Oscar.
Parasita
Que Parasita é um dos melhores filmes do ano todos nós já sabemos. O filme elogiadíssimo foi o estrangeiro mais rentável nos EUA no ano passado e continua a arrancar admiração do público e especialistas, já sendo o filme de número 27 dentre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público. Sua indicação para produção estrangeira era certa, assim como a vitória, muitos afirmam. Mas o que surpreendeu foi que o longa terminou com mais 5 indicações ao grande prêmio do cinema mundial, entre elas roteiro, direção e filme – fato conquistado por poucas produções internacionais ao longa da história do cinema.
Netflix
Como dito antes, o colosso Netflix vem sendo cada vez mais aceito por instituições consagradas e renomadas. É o caso com a Academia, que antes criava grande barreira com a empresa e seus filmes. A política mudou, e ano a ano a Netflix vem emplacado mais produções no Oscar. Em 2020, foram O Irlandês, Dois Papas (que muito bem poderia ter entrado para melhor filme também) e História de um Casamento. A surpresa aqui, porém, ficou a cargo de uma animação. Klaus, enaltecido por muitos especialistas como um dos melhores filmes do ano. Mostrando que todos estavam em sintonia, os votantes do Oscar resolveram indicar o longa entre as animações do ano – dando um chega pra lá no medalhão Frozen II. A falta sentida dentre as produções da Netflix foi mesmo Meu Nome é Dolemite.
Florence Pugh
Essa menina vai longe. Num ano muito promissor para sua carreira, a jovem britânica Florence Pugh, de 24 anos, apareceu em nada menos do que três produções de prestígio. Ela começou recebendo elogios e fazendo sucesso na biografia Lutando com a Família, produzida por Dwayne Johnson, ainda inédita no Brasil. Depois foi a vez de estrelar e carregar nas costas Midsommar – O Mal Não Espera a Noite, de Ari Aster (diretor da obra-prima Hereditário). Fechando com chave de ouro, Pugh sequestra uma obra do nível de Adoráveis Mulheres, roubando todas as cenas em que aparece, não dando espaço sequer para suas companheiras de tela mais tarimbadas – como Emma Watson e Saoirse Ronan.
Não por menos, Pugh saiu, merecidamente, com sua primeira indicação ao Oscar à tira colo, e tem chances de levar a estatueta. Em 2020, ela estará ao lado de sua concorrente na categoria, Scarlett Johnasson, na superprodução da Marvel, Viúva Negra.
Democracia em Vertigem
O Brasil não entrou no Oscar na categoria tão almejada das produções estrangeiras, onde concorria com o excelente A Vida Invisível. Ficamos devastados. Mas podemos ser redimidos este ano na categoria documentário. A ótima cineasta Petra Costa emplaca com Democracia em Vertigem, sua parceria com a Netflix, na disputa pela estatueta dourada. O longa relata o atual cenário político brasileiro, desde impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Malévola – Dona do Mal
Amado e odiado em medidas iguais, o segundo Malévola surpreendeu com uma indicação ao Oscar. O filme foi lembrado na categoria de maquiagem. Se ganhar, terá a mesma honraria de Esquadrão Suicida (2016) – um filme de entretenimento igualmente divisor de opiniões. E se não ganhar, ao menos pode se gabar de ter uma indicação no currículo.
‘Branca de Neve’ é a mais recente superprodução da Disney nos cinemas. O filme faz parte de uma tendência do estúdio que se transformou em um subgênero próprio: as refilmagens com atores de carne e osso de clássicos da animação do estúdio. De ‘Cinderela’ e ‘Mogli: O Menino Lobo’ até ‘A Bela e a Fera’, ‘Aladdin’ e ‘A Pequena Sereia’, diversas obras queridas do estúdio ganharam reimaginações modernas para o público de hoje.
Como dito, ‘Branca de Neve’, com Rachel Zegler no papel principal e Gal Gadot como a vilã, é a mais recente destas obras a aportar nos cinemas mundiais em grande estilo. Mas não será a única em 2025, pois o estúdio já prepara a estreia de ‘Lilo e Stitch’ para o fim de maio. Essa é uma das mais recentes a receber o tratamento de “carne e osso” (e efeitos especiais), já que sua contraparte animada teve lançado há (apenas) 23 anos.
Nesta nova matéria iremos dar uma olhada em quais são as animações da casa que ainda não receberam tal tratamento. Algumas estão na mira do estúdio, com produções já confirmadas, outras, temos certeza, não irão demorar para sair do papel. Confira abaixo as 10 mais interessantes que separamos.
‘Branca de Neve’ está nos cinemas atualmente. Os próximos live-action da Disney no gatilho são o citado ‘Lilo e Stitch’, seguido por ‘Moana’, que chega ano que vem e aí sim se tornará a adaptação de um filme mais recente do estúdio, sendo que a animação original é de apenas dez anos atrás. Mas depois de ‘Moana’, ao que tudo indica, a programação é levar ‘Hércules’ para os cinemas com atores reais. O filme fez parte da retomada de animações de sucesso do estúdio ainda na década de 90 e vem prometendo direção de Guy Ritchie (o mesmo do live-action ‘Aladdin’ – que ainda aguarda uma sequência). Quem você imagina no papel do herói?
Essa é uma das mais curiosas, que igualmente segue na agenda da Disney de próximas adaptações. Acontece que ‘Robin Hood’, de 1973, não é apenas a versão da Disney para o clássico herói arqueiro inglês; e sim uma aventura protagonizada por animais antropomórficos falantes e pensantes, narrativa que o estúdio resgatou em ‘Zootopia’. O filme tem a direção confirmada de Carlos López Estrada, o mesmo de ‘Raya e o Último Dragão’ (2021).
Agora resta pensar que o estúdio pode seguir por dois caminhos com este filme. Primeiro, uma obra mais tradicional, com atores reais substituindo os animais. Não imaginamos que este será o caminho, pois a graça era ter os animais como os personagens, afinal, qual seria a diferença dos outros trocentos filmes de Robin Hood que já temos? Sim, poderia ser a versão mais colorida e infantil de todos eles. Porém, acreditamos que o caminho será algo como o remake de ‘O Rei Leão’, com os animais falantes gerados por efeitos de CGI.
Os Aristogatas
Outra animação de sucesso da Disney saída da década de 1970, ‘Os Aristogatas’ até hoje é um filme inesquecível e conta sobre gatos que adoram música, em especial o jazz. Os felinos cantam, tocam instrumentos e dançam, como verdadeiros gatos boêmios. Mais uma vez, ao que tudo indica, o longa está na mira do estúdio para uma adaptação em “live-action” – entre aspas porque o caminho pode ser igual ao de ‘O Rei Leão’, ou seja, na verdade uma animação foto realista.
Ao que tudo indica também, a nova versão já tem diretor: Questlove, músico e produtor famoso, marcando sua estreia na direção. O ponto contra pode ser a associação com o desastre conhecido como ‘Cats’ (2019), que adaptou um famoso musical dos palcos e se tornou um dos piores filmes do cinema. Bem, pelo menos aí está o exemplo do que não fazer na hora de transpor os felinos para a nova versão cinematográfica (ou seja, nada de humanos vestidos de gatos).
‘Bambi’ estava lá quando “tudo era mato”. O filme do veadinho órfão foi um dos primeiros da Disney, e é um de seus maiores clássicos. A animação foi a quinta produzida para os cinemas pelo estúdio, depois de ‘Branca de Neve’, ‘Pinóquio’, ‘Fantasia’ e ‘Dumbo’. Todos os outros ganharam versões com atores reais. Só falta ‘Bambi’. O longa também é prometido pelo estúdio para os próximos anos. Porém, ao que tudo indica, esse poderá ser um lançamento direto na Disney+, assim como foi ‘A Dama e o Vagabundo’, ‘Pinóquio’ e ‘Peter Pan’.
Isso porque essa é uma história simples e direta, assim como ‘Dumbo’ (que não teve a melhor das recepções em live-action). Segundo, sua história lembra bastante a de ‘O Rei Leão’ (2019), a de um animalzinho que fica órfão. E por fim, ‘Bambi’ ganhará uma versão de terror, já que o personagem caiu em domínio público. Tudo bem que esses filmes slasher de terror são tão vagabundos que não chegam a manchar a reputação de uma produção da Disney, mas mesmo assim pode vir a confundir o público.
Chegamos agora ao último item da lista que realmente vem sendo prometido pelo estúdio para ganhar uma versão em live-action. Ao que tudo indica, os demais filmes citados na lista acima são os próximos a aportar nos cinemas ou na Disney+ em versão de carne e osso (e CGI). Assim como ‘Moana’, ‘Enrolados’ é um dos mais recentes, datando de 2010. Ou seja, um filme com 15 anos de estreia. Seja como for, a versão de Rapunzel da Disney encantou plateias e segue fazendo sucesso até hoje.
‘Enrolados’ é uma versão moderna e empoderada de Rapunzel, que usa de bastante humor. O longa também possui um diretor vinculado ao projeto, este sendo o cineasta Michael Gracey, dos ótimos ‘O Rei do Show’ (2017) e ‘Better Man – A História de Robbie Williams’ (2024). Resta saber se assim como ‘Moana’, o live-action irá repetir Mandy Moore como a protagonista – ou será que a atriz já passou da idade para isso.
‘A Princesa e o Sapo’ marca não apenas um, mas dois marcos para a Disney. O primeiro e mais importante é que o filme traz a primeira princesa negra de uma animação da casa. Uma pena que tenha demorado nada menos que 72 anos para isso. Além disso, também seria a última animação no estilo tradicional da casa, ou seja, uma animação “desenhada à mão”. Embora tenha sido lançada em 2009, ‘A Princesa e o Sapo’ é uma ótima pedida para se transformar em live-action e poderia ser o primeiro remake do estúdio com um clima mais de terror. Essa não está engatilhada, mas o que está é uma série em animação da protagonista Tiana para a Disney+.
A Disney já transformou as histórias mais icônicas da cultura mundial em animações. Além de Robin Hood, a lenda do Rei Arthur também foi tópico de uma de suas animações. O título aqui é ‘A Espada era a Lei’, que mostra um jovem humilde chamado Arthur, conseguindo tirar a espada Excalibur presa em uma rocha (ou bigorna) e se tornando o Rei da Inglaterra. Esse é um dos grandes folclores do país. A história ainda conta com o mago Merlin, é claro. Seria legal para vermos a infância do Rei Arthur em uma aventura medieval em grande estilo, com produção da Disney, que difere um pouco dos contos de princesas. O filme original foi lançado em 1963 e se tornou um dos mais obscuros da casa.
Outro que quase não é mencionado nos dias atuais, e parece ter sido meio que varrido para debaixo dos panos é ‘Pocahontas’. Acontece que nesta época, o estúdio já começava a lançar suas animações em 3D e a mudar a indústria do gênero – a estreia de ‘Toy Story’ foi no mesmo ano. Assim, ‘Pocahontas’, um filme mais dramático e histórico, com elementos realistas e menos fantasiosos, não fez o sucesso esperado, ainda mais levando em conta que seguiu fenômenos como ‘O Rei Leão’, ‘Aladdin’ e ‘A Bela e a Fera’. Fora isso, hoje é visto como um filme meio problemático em sua interpretação dos povos originários e sua relação com o homem branco – nada que não pudesse ser adaptado à visão de hoje.
Atlantis, o Reino Perdido
Por falar em produções que não atingiram o sucesso esperado em sua época de lançamento, ‘Atlantis’ também sofreu com o advento das animações em 3D geradas por computadores. O longa foi lançado em 2001, mesma época de ‘Monstros S.A.’. Aventura à moda antiga, essa foi a tentativa da Disney de adentrar no gênero da ficção científica também, mostrando um grupo de aventureiros desbravando o reino mítico de Atlantis, o reino submarino. Anos depois o filme ressurgiu como cult, apreciado pelos fãs do gênero. Isso daria um impulso a mais para uma versão com atores de carne e osso, e poderia seguir mais ou menos um padrão dos filmes Marvel, um filme de aventura e ação para toda a família.
Finalizando a matéria, temos o que é provavelmente o filme mais cult e sombrio da história das animações da Disney. Os anos 80, embora sejam conhecidos como o berço do cinema blockbuster, que mudaria para sempre a forma como os filmes seriam vistos, trouxe também uma época de muito azar para um dos maiores estúdios de Hollywood. Bem, ao menos para suas animações. A Disney criava no período dois selos para seus filmes com atores de carne e osso, filmes mais adultos: a Touchstone Pictures e a Hollywood Pictures, que lançaram muitos filmes de sucesso.
Mas para as animações da criançada, o estúdio amargava uma fase sombria, de fracassos, até o lançamento de ‘A Pequena Sereia’ (1989). Um destes fracassos é a animação mais sombria da Disney, ‘O Caldeirão Mágico’ (1985), uma aventura medieval, com bruxos, magia, criaturas e um vilão arrepiante. Resta saber se a Disney atual teria coragem de levar algo assim, mais intenso, para as telonas em versão de carne e osso.
Em entrevista ao ComicBook.com, Lin Shaye falou sobre o reboot de ‘O Grito‘, e revelou que é o filme mais assustador que já participou.
“É o filme mais assustador que eu já participei. Sem dúvidas. E é o papel mais assustador que eu já interpretei. Eu acho que vai estrear no próximo agosto, e eu estou muito animada. Os fãs do gênero vão surtar, isso eu prometo.”
Shaye continua, “O que torna esse filme realmente diferente é o Nicolas Pesce, que é o diretor e roteirista. Ele é extraordinário, um verdadeiro visionário.”
O terror já está sendo gravado com o título ‘Grudge‘ (em tradução livre, ‘Rancor‘).
“Estamos muito animados com esta nova adaptação,” disse o produtor Sam Raimi. “Nós voltamos ao material de origem para entregar um suspense sobrenatural implacável que explora os horrores do subúrbio americano.”
O reboot de ‘O Grito‘ deve chegar aos cinemas no dia 16 de Agosto de 2019.
‘O Grito‘ foi feito, originalmente, no Japão e dirigido por Takashi Shimizu. Lançado em 2002, o longa vou trazido para o cenário hollywoodiano com uma abordagem mais americana, rendendo dois filmes estrelados por Sarah Michelle Gellar (‘Buffy – A Caça Vampiros‘).
Dirigido por Petra Costa, a cineasta analisa a ascensão e queda desses governantes e a consequente polarização de uma nação.
Um alerta em tempos de democracia em crise. Neste retrato de um dos períodos mais dramáticos da história do Brasil, o político e o pessoal estão entrelaçados. Através de relatos de seu complexo passado familiar e acesso sem precedentes a líderes do passado e do presente – incluindo os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff.
A produção será lançada na plataforma no dia 19 de junho.
‘Harley Quinn’, baseado nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.
‘Freaky‘ recebeu alta classificação etária e só poderá ser visto por pessoas maiores de idade ou acompanhadas de um responsável.
O longa foi classificado por “violência forte e sangrenta, conteúdo sexual e linguagem inapropriada”.
O thriller é dirigido por Christopher Landon (‘A Morte Te Dá Parabéns’), que também assina o roteiro ao lado de Michael Kennedy. Jason Blum entra como produtor.
Millie Kessler (Newton) de 17 anos, está apenas tentando sobreviver aos corredores sanguinários do Colégio Blissfield e à crueldade da multidão. Mas, quando ela se torna o mais novo alvo do carniceiro (Vaughn), o infame serial killer de sua cidade, seu último ano de escola se torna o menor de suas preocupações. Quando a adaga mística do carniceiro faz com que ele e Millie troquem de corpos, Millie descobre que ela tem apenas 24 horas para recuperar seu verdadeiro corpo antes que ela fique presa no corpo do carniceiro de meia-idade para sempre. O único problema é que ela agora parece fisicamente o psicopata que é alvo de uma caçada humana em toda a cidade enquanto o maníaco se parece com uma adolescente de 17 anos, prestes a ir à um baile de formatura. Com ajuda de dois amigos (Celestre O’Connor e Misha Osherovich) e sua paixão Booker (Uriah Shelton) – Milline corre contra o relógio para reverter a maldição enquanto o carniceiro descobre que ter um corpo de adolescente é o disfarce perfeito para uma pequena matança na cidade.
A Universal Pictures divulgou o novo trailer dublado da sequência ‘O Poderoso Chefinho 2: Negócios da Família‘.
Confira:
Nos EUA, a sequência surpreendeu nas bilheterias, arrecadando US$ 23 milhões durante o final de semana estendido.
O longa estreou em segundo lugar, ficando atrás apenas do blockbuster ‘Velozes e Furiosos 9‘, que arrecadou US$ 32.7 milhões em seu segundo final de semana no país.
‘O Poderoso Chefinho 2‘ foi lançado simultaneamente no serviço de streaming do Peacock, o que parece não ter prejudicado o seu desempenho nas telonas.
Vale lembrar que a animação conquistou 61% de aprovação no Rotten Tomatoes, recebendo elogios por suas sátiras e até mesmo pela adição de novos personagens, que ajudaram a encorpar a trama.
Confira as principais avaliações do momento:
“‘Negócios da Família’ consegue melhorar em grande parte seu antecessor, com a ajuda de um elenco experiente e uma sátira social surpreendentemente pontual”. – Thomas Floyd, Washington Post
“Este capítulo não se desvia muito do filme anterior, tanto em seu punhado de qualidades quanto em seus numerosos defeitos”. – Carlos Aguilar, TheWrap
“É mais do mesmo, para melhor ou pior, mas provavelmente com um charme bom o suficiente – especialmente aqueles novos personagens – para agradar os fãs mais jovens”. -Michael Ordoña, Los Angeles Times
“Então, eles fizeram uma sequência de ‘O Poderoso Chefinho’…”- Andrew Barker, Variety
“‘O Poderoso Chefinho 2’ consegue transformar a loucura revestida de doce em risos genuínos e não faz os pais ansiarem pelo fim”. – Nate Adams, The Only Critic
“Um senso de diversão mais colorido e elástico para os personagens e seu retorno à infância, que felizmente é mais agradável na segunda vez”. – Brian Orndorf, Blu-ray.com
O Poderoso Chefinho 2 é a continuação da história de um bebê falante que usa terno, carrega uma maleta misteriosa e não se furta de cumprir missões de efeito global.
Marsden e Longoria darão voz aos pais de Tabitha, uma jovem de 7 anos que idolatra Ted e tem um QI de nível genial. Goldblum dará voz ao diretor a escola que Tabitha frequenta.
O Star+ divulgou o trailer legendado do reality ‘The Kardashians‘, que acompanhará o clã Kardashian-Jenner.
Confira:
A produção será lançada no serviço de streaming no dia 14 de abril.
Com pleno acesso às suas vidas, a célebre e amada família Kardashian retorna com sua nova série. Kris, Kourtney, Kim, Khloé, Kendall e Kylie ligam novamente as câmeras para revelar a verdade por trás das manchetes. Desde a intensa pressão de administrar negócios multimilionários até momentos simples do dia a dia, de brincadeiras entre as irmãs a levar as crianças na escola, a nova série vai prender os telespectadores com a honesta e fascinante história de vida.
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