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Elogiado reboot do TERROR ‘Hellraiser’ finalmente chega para aluguel e compra no Brasil

O reboot do clássico do horror ‘Hellraiser: Renascido do Inferno‘ chegou às plataformas digitais. O longa pode ser comprado ou alugado na Apple TV, Google Play e Microsoft Store; e para aluguel na Claro TV+, Amazon Prime Video, Sky, Vivo Play e Oi. Além disso, estará disponível em UHD, HD e SD.

Na trama, acompanhamos uma jovem mulher que luta contra o vício e se depara com uma antiga caixa de quebra-cabeças, sem saber que seu propósito é convocar os Cenobitas, um grupo de seres sádicos sobrenaturais de outra dimensão. A versão é uma reimaginação aterrorizante do clássico do horror de Clive Barker de 1987.

Com Jamie Clayton interpretando Pinhead, icônico vilão da franquia, o filme traz referências para os fãs da obra original, mas também traz elementos para os fãs mais jovens de terror, que ainda não conheciam os personagens.

O filme conquistou 65% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Separamos os trechos das principais críticas:

“É tão excitante e assustador quanto Clive Barker poderia ter esperado. Esse novo ‘Hellraiser’ é incrível.” (Flickering Myth)

“O novo ‘Hellraiser’ é um sopro de ar fresco, graças à direção de David Bruckner e a excelente performance de Jamie Clayton como Pinhead.” (DrumDums)

Jamie Clayton está absolutamente fantástica como o novo Pinhead. Esse novo filme é uma ótima adição à franquia, dando aos fãs exatamente o que eles querem em um filme do ‘Hellraiser’: sangue, violência e Cenobitas sinistros.” (Mama’s Geeky)

“Os Cenotibas estão de volta e estão melhores do que nunca. As roupas de couro dos anos 80 foram descartadas para um visual construído a partir de pele esfolada.” (We Got This Covered)

“O novo ‘Hellraiser’ é sangrento e fantástico! O reboot entrega tudo o que os fãs da franquia esperam – personagens de moral questionável e muitas cenas sangrentas.” (Cinapse)

“Esse novo capítulo entrega violência e um excelente design em seus Cenobitas, finalmente os colocando em destaque na história. Jamie Clayton está fantástica como a nova Sacerdotisa do Inferno. É o melhor filme da franquia desde o original!” (Cody Leach)

Confira o trailer legendado:

David Bruckner (‘O Ritual’) é responsável pela direção.

Na trama, uma jovem lutando contra seu vício toma posse de uma antiga caixa, sem saber que o objetivo tem o poder de invocar os Cenobitas, um grupo de seres sobrenaturais e sádicos de outra dimensão.

Jamie Clayton (‘Sense8’) estrelará como a Sacerdotisa do Inferno – versão feminina do vilão Pinhead.

O elenco ainda contará com Odessa A’zion (‘Nashville’), Brandon Flynn (’13 Reasons Why’), Goran Visnjic (‘The Boys’), Drew Starkey (‘Outer Banks’), Adam Faison (‘Into the Dark’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Hiam Abbass (‘Succession’).

O roteiro foi escrito por Ben Collins e Luke Piotrowski, com quem o cineasta já trabalhou no vindouro ‘A Casa Sombria‘.

O projeto está sendo desenvolvido pela produtora Spyglass Media, que também está por trás do novo filme da franquia ‘Pânico‘.

O filme original, lançado em 1987 e dirigido por Clive Barker, girava em torno de uma esposa infiel encontra o zumbi de seu amante morto, que está sendo perseguido por demônios depois que ele escapou de seu inferno sadomasoquista.

Ao total, a franquia original teve 10 filmes, mas apenas os quatro primeiros foram lançados nos cinemas.

Por que Dylan O’Brien NÃO ACEITOU voltar para o filme ‘Teen Wolf’?

A sérieTeen Wolf‘ ganhou um revival em forma de filme pela Paramount+, trazendo grande parte do elenco principal, incluindo o astro Tyler Posey. Porém, algumas ausências que deixaram os fãs chateados.

Dylan O’Brien e Arden Cho não aceitaram o convite para reprisarem seus papeis como e Stiles Stilinski e Kira Yukimura.

O’Brien revelou em entrevista à Variety o motivo de ter decidido não retornar.

“Foi uma decisão difícil. Muita coisa aconteceu. A série não poderia ser mais querida para mim. Foi a primeira coisa que eu fiz e tantas pessoas lá são extremamente queridas para mim. Era algo que eu estava tentando fazer funcionar, mas tudo aconteceu muito rápido. Nós realmente não sabíamos que isso estava acontecendo e eles meio que jogaram isso em nós um pouco, o que é bom porque todos nós amamos a série. Estávamos tentando descobrir.”

No entanto, ele diz: “Em última análise, decidi que o personagem foi deixado em um lugar muito bom para mim e ainda quero deixá-lo lá. Desejo-lhes boa sorte e vou assisti-lo na primeira noite em que for lançado. Espero que seja foda, mas eu não vou estar nele.

Arden Cho, segundo o Deadline, teria recebido uma proposta de salário bem menor que suas colegas para retornar à produção. A estrela iria receber apenas metade do salário oferecido às outras atrizes, mesmo sua personagem sendo uma parte central da trama.

Para quem não sabe, ela interpretou Kira nas duas últimas temporadas da atração e ainda assim tornou-se uma das mais aclamadas personagens. A polêmica gerou o debate sobre as desigualdades salariais que atingem mulheres e minorias raciais.

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, Shelley Hennig e Colton Haynes falaram sobre o retorno a ‘Teen Wolf – O Filme‘ e a saída de Dylan O’Brien e Arden Cho.

Assista:

Assista ao trailer legendado:

Um terrível mal surgiu na cidade de Beacon Hills. Os lobos estão uivando mais uma vez pedindo o retorno de Banshees, Werecoyotes, Hellhounds, Kitsunes e todos os outros metamorfos da noite. Mas apenas um lobisomem como Scott McCall, que agora não é mais um adolescente, e sim um Alfa, pode reunir novos aliados e reunir amigos de confiança para lutar contra o que poderia ser o inimigo mais poderoso e mortal que eles já enfrentaram.

 

Bradley Cooper aparece IRRECONHECÍVEL em fotos de ‘Maestro’, novo filme da Netflix

A Netflix divulgou as primeiras imagens de ‘Maestro‘, filme estrelado e dirigido por Bradley Cooper (‘Sniper Americano’) – que surge IRRECONHECÍVEL.

O ator dará vida a Leonard Bernstein, compositor premiado da Broadway. As imagens também apresentam Felicia Montealegre, esposa de Bernstein, interpretada pela igualmente talentosa Carey Mulligan (‘Drive’). Maya Hawke (‘Stranger Things’) e Matt Bomer (‘Magic Mike’) também estão no elenco.

Confira abaixo as imagens divulgadas (com destaque para a primeira, onde vemos Cooper com uma maquiagem impressionante como um senhor idoso):

Lembrando que Steven Spielberg (‘Amor, Sublime Amor’) estava previsto para dirigir o filme sobre a vida do compositor. Foi ele que convidou Bradley Cooper, que estava saindo do elogiado Nasce Uma Estrela, para estrelar o projeto.

Cooper que atua como cineasta também está na produção e assina o roteiro do filme ao lado de Josh Singer (‘O Primeiro Homem’). ‘Maestro‘ está previsto para chegar nos cinemas e na Netflix ainda em 2023.

Você Lembra Delas? 10 Séries CANCELADAS na 1ª Temporada que Completam 11 Anos em 2023

Quando pensamos nas séries de maior sucesso que estão completando 11 anos de estreia em 2023, nos vem logo à mente títulos como Arrow, Elementary, Scandal, Girls, Veep, Newsroom e a imortal Chicago Fire (ainda sendo exibida). Todas essas ainda conseguem se manter bem vivas no imaginário dos fãs, algumas tendo chegado ao fim há pouco tempo.

No entanto, nem todos podem ter esse mesmo destino. Afinal o que seria do mundo e do universo sem equilíbrio? Assim, para cada sucesso é preciso existir um fracasso. Para cada série que emplaca novas temporadas se tornando um verdadeiro fenômeno contemporâneo, temos também aquelas que terminam completamente esquecidas, como se nunca tivessem existido. Pior é quando a expectativa se torna alta devido aos nomes tarimbados envolvidos, seja na produção (ou em qualquer capacidade atrás das câmeras) ou protagonizando nas telas.

Pensando nestas séries impopulares, que terminaram apagadas antes mesmo de ter a chance de brilhar, resolvemos criar esta nova matéria. Lembrando que algumas ainda podem ressurgir como obras cult, despertando uma nova legião de seguidores – e quem sabe receber mais uma chance. Afinal, nunca diga nunca. Confira abaixo 10 séries de renome que terminaram canceladas em sua primeira temporada e completam 11 anos em 2023.

Leia também: Você Lembra Delas? 10 Séries Canceladas na 1ª Temporada que Completam 5 Anos em 2022

 

Missing: Busca Alucinante

Agora pulamos das comédias para o suspense com os dois últimos itens de nossa lista. O primeiro, com produção da ABC Signature e exibição do canal AXN, traz como chamariz a presença da veterana Ashley Judd, de filmes como Tempo de Matar, Beijos que Matam, Risco Duplo e Crimes em Primeiro Grau, e indicada a dois prêmios Emmy. A atriz, que também produz o programa, interpreta Becca Winstone, uma mulher desesperada após o desaparecimento de seu pequeno filho, disposta a ir até as últimas consequências para descobrir o seu paradeiro. O seriado tem criação de Gregory Poirier (roteirista de A Lenda do Tesouro Perdido 2), que também serviu como produtor. A série estreou em agosto de 2012 e chegou ao fim após 10 episódios de sua primeira temporada.

666 Park Avenue

Chegamos ao fim de nossa lista, com mais um programa de suspense, mas aqui misturando tudo com toques de terror. A premissa do criador David Wilcox (produtor da cultuada Fringe) guarda bastante semelhança com a da clássica Ilha da Fantasia, trocando apenas o cenário de uma ilha desértica e remota, por um luxuoso condomínio de apartamentos em Nova York, com o endereço do título. E pelo número 666 já sabemos mais ou menos o que encontrar na trama. Ao invés do Sr. Roarke e do pequeno Tattoo como anfitriões, aqui tínhamos os personagens de Terry O’Quinn (o Locke de Lost) e a bela Vanessa Williams (Ugly Betty) como um rico e sinistro casal dono da propriedade de luxo, que guarda terríveis segredos sobrenaturais e atende os desejos mais sombrios de seus moradores – mas nunca da maneira que esperam. Quem protagoniza é a loirinha Rachael Taylor, e o programa contou ainda com a presença de Tessa Thompson por cinco episódios. Produzido pela Warner Bros. Television, com exibição da ABC, a série estreou em setembro de 2012, e durou 13 episódios de sua primeira temporada antes de ser cancelado.

Alcatraz

Essa série de suspense sobrenatural e ação, produzida pela Warner Television e com distribuição da Fox Network, chegava envolta em grande hype. Isso porque se tratava do programa que J.J. Abrams produzia após o sucesso de Lost. O seriado contava inclusive com a presença do mesmo Jorge Garcia, que havia conquistado a todos como o carismático Hurley. A série contava ainda com o veterano Sam Neill num dos papeis protagonistas. A trama, bem envolta em mistério como Abrams gosta, contava sobre o desaparecimento dos prisioneiros e guardas da prisão de segurança máxima do título ainda em 1963. Nos tempos atuais todos ressurgem e precisam ser recapturados, enquanto todos tentam entender o ocorrido. Estreando em janeiro de 2012, o programa falhou em cativar o público e foi cancelado após 13 episódios de sua primeira temporada.

Leia também: As Séries Flopadas que Completam 10 Anos e você NEM SABIA que existiram

 

A Firma

Programas de TV baseados em filmes de sucesso do cinema são uma realidade desde os primórdios da televisão, mas encontrar um que seja bem-sucedido e emplaque no gosto popular é um pouco mais raro. Um que vem à mente e conseguiu superar até mesmo a fama de seu predecessor é Westworld. Aqui, voltando onze anos no passado, tínhamos a adaptação para as telinhas de um famoso longa estrelado pelo astro Tom Cruise. A Firma, de 1993, é na verdade a versão cinematográfica de um livro do especialista em direito John Grisham. O curioso aqui, neste seriado produzido pela Sony Pictures Television, é que não se trata somente de uma adaptação do filme, funcionando como a continuação do longa, onde vemos as consequências dos atos do protagonista dez anos depois. Nenhum dos atores do cinema retornou e advogado Mitch McDeere aqui ganhou as formas de Josh Lucas. A série estreou em janeiro de 2012 e durou 22 episódios antes de ser prontamente cancelada.

Leia também: Você Lembra delas? 10 Séries Canceladas na 1ª Temporada que Completam 5 Anos em 2021

Go On: Seguindo em Frente

Que somente Jennifer Aniston conseguir se manter numa carreira bem-sucedida (seja no cinema ou na TV) após o encerramento do fenômeno Friends todos sabem. O programa cômico continua na boca de todos, passando de geração para geração. Mas a verdade é que tirando Aniston, nenhum dos integrantes do elenco principal conseguiu transcender ao time A de Hollywood. E acredite, todos eles tentaram emplacar em novas séries. Foi o caso de Matthew Perry, o Chandler, que há 11 anos lutava por uma boa audiência pela terceira vez, após Studio 60 on the Sunset Strip (2006) e Mr. Sunshine (2011), sem sucesso. Criado por Scott Silveri (um dos produtores de Friends) e com produção do próprio Perry, aqui o ator interpreta um jornalista esportivo irreverente, pressionado a aderir a um grupo de ajuda para superar a morte precoce de sua esposa. Ele começa a se conectar com os excêntricos membros do grupo. Com produção da Universal Television e exibição da NBC, o programa estreou em agosto de 2012 e durou apenas 22 episódios de sua primeira temporada antes de ser cancelado.

Partners

Como podemos ver por essa matéria, ter um nome de sucesso atrelado ao elenco ou aos bastidores de uma serie não significa absolutamente nada para o seu desempenho. Cada obra é uma obra. E se no cinema grandes nomes por vezes criam trabalhos que fracassam, na TV não é diferente. Aqui seguimos com famosos de peso na indústria dando com os burros n’água, com a chegada de um programa dos mesmos criadores do hit Will & Grace, uma das comédias mais celebradas da década de 90 e que retornou para novos episódios recentemente. Indo ao ar pela CBS e com produção da Warner Television, o seriado narrava as desventuras de dois amigos de longa data, ambos arquitetos, decidindo montar sua própria firma – interpretados por David Krumholtz e Michael Urie. Os nomes mais conhecidos, no entanto, eram dos coadjuvantes Brandon Routh (Superman – O Retorno) e Sophia Bush (One Tree Hill). Estreando em setembro de 2012, Partners chegou ao fim após 13 episódios de sua primeira temporada.

 

Cadê Você Chelsea?

Por falar em atores que tiveram muito sucesso em séries de comédia nos anos 90, agora chega à lista a jovem Laura Prepon, que ganhou os holofotes ainda bem novinha graças a That 70’s Show (que ganhará um revival em breve), onde ficou imortalizada para os fãs na pele da ruivinha Donna Pinciotti. O tal programa terminou em 2006, e algum tempo depois Prepon aparecia neste Cadê Você, Chelsea?, que adapta para as telas o livro sensação da apresentadora Chelsea Handler. No seriado, Prepon interpreta uma versão de Handler, como Chelsea Newman, uma mulher de vinte e poucos anos, em suas desventuras amorosas e sexuais. Hanlder também produziu a série. Com produção da Warner Television e exibição da NBC, Chelsea estreou em fevereiro de 2012 e chegou ao fim com apenas 12 episódios de sua primeira temporada exibidos.

Vegas

Este era outro programa bastante badalado de onze anos atrás, e antes de sua estreia gerava enorme expectativa – que infelizmente terminou não se cumprindo. Com exibição da CBS (um dos maiores canais de TV norte-americanos), a série conta a história real do xerife Ralph Lamb, um ex-militar que ao lado do irmão e do sobrinho (ambos membros de sua força policial), irão bater de frente com Vincent Savino, um mafioso vindo de Chicago para gerenciar o hotel-cassino The Savoy. No elenco, dois pesos-pesado protagonizam. Na pele do xerife, o veterano do cinema Dennis Quaid, e personificando o mafioso, Michael Chiklis, do sucesso da TV The Shield. Ambos produzem o seriado, ao lado de gente como o diretor James Mangold, Nicholas Pileggi (Os Bons Companheiros) e Greg Walker (Smallville) – os criadores da série, que não deve ser confundida com a clássica Vega$ (da década de 70). Apesar de tudo isso, Vegas, que estreou em setembro de 2012, chegou ao fim após 21 episódios de sua primeira temporada.

1600 Penn

Seguimos pelo território da comédia, em nossa última série do gênero na lista. Aqui, a proposta dos criadores era fazer humor com um sitcom familiar um pouco diferente, já que a família em questão aqui era a primeira família, ou seja, a família do presidente americano. Com produção da Fox Television e exibição pela NBC, a série trazia o veterano Bill Pullman reprisando o papel do presidente dos EUA, este um pouco menos heroico do que o visto em Independence Day (1996). Ele é o líder da nação, mas o verdadeiro protagonista aqui é Josh Gad, também o criador e produtor do programa, que interpreta seu filho desleixado Skip. Completando o elenco principal, a veterana da TV Jenna Elfman (do sucesso Dharma e Greg) vive a primeira-dama esposa troféu Emily Nash. Apesar da pompa, o programa durou apenas 13 episódios de sua primeira temporada antes de ser cancelado.

 

Ben and Kate

Hoje, o nome da atriz Dakota Johnson, filha de Don Johnson e Melanie Griffith, pode ser considerado quente na indústria de Hollywood – muito graças ao sucesso da trilogia erótica Cinquenta Tons de Cinza. Mas há onze anos no passado as coisas não eram bem assim para a jovem estrela, que dava seus primeiros passos nas telas. Depois de ter aparecido no sucesso Anjos da Lei, Dakota estrelaria sua primeira e única (até o momento) série de TV com a humorística Ben and Kate. Ela vive Kate, mãe solteira criando sua pequena filha. Até que em sua porta aparece Ben (Nate Faxon), seu irmão mais velho relaxado, chegando para morar com ela, com a desculpa de ajudar na criação da sobrinha. Ben and Kate foi criado por Dana Fox (roteirista dos recentes Cruella e Cidade Perdida) e teve produção da Fox Television. Estreando em setembro, o seriado exibiu apenas 16 episódios de sua primeira temporada antes de ser cancelado.

‘Wolf Pack’: “Sarah Michelle Gellar é muito bem humorada e ótima parceira de cena”, revela Rodrigo Santoro [EXCLUSIVA]

O astro brasileiro Rodrigo Santoro é o protagonista da série de lobisomens ‘Wolf Pack‘ ao lado de uma das maiores atrizes de Hollywood, nossa eterna Buffy Sarah Michelle Gellar.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Santoro foi só elogios para a colega de elenco.

“A Sarah é uma veterana nesse gênero. Foi muito útil, porque conversamos muito sobre as particularidades desse gênero. Além disso é uma grande parceira de cena e muito bem humorada, muito divertida. Nos demos muito bem em cena”, afirmou.

Confira:

A série já está disponível no Paramount+.

Criada por Jeff Davis (‘Teen Wolf’), a série é baseada no livro homônimo de Edo van Belkom.

As vidas de Everett e Blake mudam para sempre quando um incêndio na Califórnia desperta uma assustadora criatura sobrenatural. Feridos durante o caos do ataque, os adolescentes são inexplicavelmente atraídos um ao outro e a dois outros, Luna e Harlan, que foram adotados há dezesseis anos por um policial florestal após outro incêndio misterioso. Quando a lua cheia se levanta, os quatro jovens se unem para descobrir o segredo que os une: a mordida e o sangue de um lobisomem.

O elenco conta com Sarah Michelle Gellar, Rodrigo Santoro, Armani Jackson, Bella Shepard, Chloe Rose Robertson e Tyler Lawrence Gray.

“Essa é uma história CHOCANTE!”, atriz de ‘Megan’ reage à história da Boneca Possuída da XUXA… [EXCLUSIVO]

Quem nasceu nos anos 80, se lembra da lenda Urbana da boneca possuída da Xuxa, que teria arranhado e matado uma criança na cidade de Sorocaba – interior de São Paulo.

Em entrevista com a atriz Allison Williams e o diretor de ‘M3GAN‘, o editor-chefe Renato Marafon contou a história e perguntou se a infância deles foi aterrorizada por alguma Lenda Urbana parecida.

“Essa é uma história chocante! Meu Deus… Ainda estou tentando processar a história que você me contou. Não conheço nenhuma história assim. Gostaria de ter conhecido. Acho que eu seria uma pessoa muito mais interessante”, afirmou Williams.

Assista as entrevistas e siga o CinePOP no YouTube:

O filme já está em exibição nos cinemas.

A trama acompanha Gemma (Allison Williams), uma brilhante roboticista de uma empresa de brinquedos que usa inteligência artificial para desenvolver uma boneca realista programada para ser a maior companheira de uma criança e a maior aliada dos pais. Quando Cady (Violet McGraw), sua sobrinha órfã, vai morar com ela, Gemma pega um protótipo da boneca para testar e as consequências são aterrorizantes.

O filme é dirigido por Gerard Johnstone.

Jenna Davis e Ronny Chieng completam o elenco.

FENÔMENO! ‘Avatar: O Caminho da Água’ está prestes a quebrar recorde histórico do primeiro ‘Avatar’

Avatar: O Caminho da Água‘ já se tornou a quarta maior bilheteria da história do cinema, e está prestes a bater outro recorde…

Como esperado, a sequência de ficção científica deve se manter no primeiro lugar nas bilheterias dos EUA pelo sétimo fim de semana consecutivo, e apenas alguns filmes na história do cinema reinaram no topo das paradas por tanto tempo.

Como quis o destino, já se passaram mais de 13 anos desde a última vez que um longa ficou na pole position por tanto tempo… e esse filme foi o primeiro ‘Avatar‘.

Vale lembrar que o filme ultrapassou ‘Star Wars Ep. VII: O Despertar da Força‘ e conquistou o posto de quarta maior bilheteria da história com um total global de US$ 2,075 bilhões, a maior bilheteria da era pandêmica. Foram US$ 605 milhões arrecadados nos EUA e US$ 1,45 bilhão no mercado internacional.

Confira o Top 6:

1 – Avatar – US$2,89 bilhões
2 – Vingadores: Ultimato – US$2,79 bilhões
3 – Titanic – US$ 2,20 bilhões
4 – Avatar: O Caminho da Água – US$ 2,075 bilhões
5 – Star Wars Ep. VII: O Despertar da Força – US$ 2,06 bilhões
6 – Vingadores: Guerra Infinita – US$ 2,04 bilhões

Assista nossa entrevista com Zoe Saldana e Jon Landau:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

‘Um Pequeno Favor 2’: Sequência com Anna Kendrick e Blake Lively começa a ser filmada esse ano

Os amantes do adorável filme ‘Um Pequeno Favor‘ tem motivos para festejar hoje, pois a Amazon Studios e a Lionsgate anunciaram a continuação oficial do título.

Anna Kendrick e Blake Lively devem retornar aos seu papéis e Paul Feig também comanda o longa como diretor. Jessica Sharzer (‘Nerve: Um Jogo Sem Regras’) é quem assina o roteiro.

De acordo com a PEOPLE, o novo filme pode começar a ser filmado entre setembro e novembro deste ano.

“A sequência de Um Pequeno Favor está em negociações avançadas para começar a produção no outono norte-americano”, afirmou a revista.

Para quem não lembra, no primeiro filme, Stephanie (Kendrick) é uma mãe solitária que se torna amiga de Emily (Lively), uma mulher poderosa e destemida. Um dia, Emily desaparece e Stephanie parte em busca de respostas por conta própria, mas no caminho descobre que a nova amiga não era nada do que ela pensava.

Henry Golding, Rupert Friend, Linda Cardellini e Jean Smart estiveram no elenco.

Blake Lively fará sua estreia na direção da adaptação de ‘Repeteco‘, quadrinho de Brian Lee O’Malley (‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’). Feig trabalhou na adaptação ‘A Escola do Bem e do Mal‘.

Crítica | Marcel the Shell With the Shoes On – Filme Indicado ao Oscar de Melhor Animação é um dos mais originais do último ano

Sensação nos Estados Unidos desde a primeira apresentação no festival South by Southwest (SXSW) em março de 2022, Marcel the Shell With the Shoes On (na tradução livre, Marcel, a concha de sapatos) conquistou corações durante o ano passado e uma nomeação de Melhor Animação ao Oscar 2023, isto é, páreo duro com a produção Pinóquio, de Guillermo Del Toro

Com passagem por diversos festivais, o primeiro filme da técnica stop-motion da A24 ainda não conseguiu distribuição nas salas de cinemas na América Latina e não tem previsão de estreia no Brasil. Baseado no curta-metragem do personagem Marcel, que viralizou em 2010 no YouTube, o filme parecia condicionado ao público do primeiro sucesso, mas a profundidade do tema abordado e a personalidade dada a pequena concha é tão tocante como qualquer drama de Paul Thomas Anderson ou Steven Spielberg

Exageros à parte, a narrativa criada pelo trio Dean Fleischer-Camp, Jenny Slate e Nick Paley é adorável. Em forma de um falso documentário, o narrador do longa (Dean Fleischer-Camp) convence Marcel (voz de Jenny Slate) a contar a sua história para a câmera. Com uma língua afiada e uma desconfiança legítima, Marcel conquista o público nos primeiros minutos. Depois de apresentar sua casa e a sua avó Connie (voz de Isabella Rossellini), é impossível não ficarmos fascinado pelo seu modo de vida. 

Quantas vezes já nos questionamos sobre a existência de uma concha? Depois dos quatro anos de idade, talvez a resposta seja zero. A originalidade de Marcel the Shell with the Shoes On é exatamente esta, um personagem inesperado e encantador, capaz de nos ensinar sobre a magia das pequenas coisas deste mundo, melhor que alguns filósofos e professores.

Tal como uma criança inocente  — porém corajosa  —, Marcel aceita a ajuda do documentarista para lançar-se na internet em busca de parceiros para encontrar sua família. A partir desse apelo, ele faz reflexões sobre a vida em comunidade e a miséria dos sentimentos humanos. De maneira cândida e despretensiosa, o personagem questiona porque as pessoas vão tirar foto em frente à sua casa, mas não reagem a seu pedido de auxílio.

Na mesma toada, Marcel apresenta a sua preocupação com a idade avançada de sua avó, a única família ao seu lado. Sua inquietação com ela é apresentada de forma tão verídica que é fácil deixar escorrer lágrimas dos olhos junto com essa concha de um centímetro, que percorre os corredores da casa dentro de uma bola de tênis.

Se até aqui apenas os aspectos do roteiro foram colocados em evidência, não é por falta de deslumbre visual. Em um misto de live action com stop-motion, Marcel the Shell With the Shoes On apresenta cenas belíssimas de extrema destreza da técnica aplicada, uma vez que a ação desenvolve-se em uma casa em tamanho real. Ou seja, o encanto é muito mais tocante do que se todo o cenário fosse desenvolvido na estética da animação.

Os motivos da separação de Marcel de sua família são reais e, é possível acreditar na sua história, tanto quanto na sua presença em todos os cômodos da casa. Os detalhes imaginados pelos criadores são de um primor poucas vezes encontrado em um filme de orçamento limitado. É impossível assistir Marcel the Shell With the Shoes On sem se sensibilizar com a sua provocação. A grande temática da obra não são os contratempos de Marcel, mas como as separações, sejam temporárias, sejam permanentes, partem pedaços de nós e sempre nos transformam. 

* Produzido e distribuído pela A24, Marcel the Shell With the Shoes On ainda não possui previsão de estreia no Brasil. 

Produtor de ‘As Bruxas Mayfair’ indica novas séries baseadas nos livros de Anne Rice

Em entrevista ao Collider, Mark Johnson, produtor executivo de ‘As Bruxas Mayfair‘ (Mayfair Witches), revelou que está desenvolvendo novos projetos baseados nos livros da Anne Rice – autora do popular ‘Entrevista com o Vampiro‘.

“Nós estamos desenvolvendo três outros projetos [baseados nos livros da Anne Rice], mas todos são diferentes. As pessoas me perguntam o que essas histórias têm em comum, e eu acredito que são os personagens que ela criou. Os vampiros dela, ao contrário do que estamos acostumados, são muito humanos. Não há uma divisão entre vampiros e humanos. Eles são humanos que também são vampiros. Eles sofrem da perda do amor, e da falta de amor e amizade.”

Ele completa, “Algumas dessas histórias têm os mesmos temas. Em ‘As Bruxas Mayfair’, há muitas possibilidades para serem exploradas. Podemos fazer uma série focada no Lasher ou Fang Gang? Não há nenhum livro sobre a [sociedade] Talamasca, e sinto que isso poderia render uma ótima série. Eles têm a função de monitorar eventos e criaturas extraordinárias, mas sem se envolver – apenas observar.”

Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) são responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.

A trama foca em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.

Alexandra Daddario (‘The White Lotus’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Harry Hamlin, Annabeth Gish, Tongayi Chirisa, Beth Grant, Erica Gimpel, Jen RichardsMaura Grace Athari.

Mia Goth é indicada a Melhor Atriz por ‘Pearl’ no Prêmios CinePOP 2023; Vote!

Os Prêmios CinePOP estão de volta para mais uma edição especial onde celebramos, junto aos nossos queridos leitores, os melhores e mais populares filmes do ano passado.

E uma das principais candidatas e uma das favoritas do público é, sem sombra de dúvida, Mia Goth, que concorre na categoria de Melhor Atriz (afinal, não poderíamos deixá-la esnobada depois de não ter sido indicada ao Oscar) por sua impecável atuação em Pearl.

O longa também concorre em Filme Favorito do AnoFilme de Terror/Suspense Favorito do Ano.

A votação se estende até o dia 26 de fevereiro. Os vencedores serão revelados no dia 28 de fevereiro.

CATEGORIAS DE VOTAÇÃO POPULAR

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CATEGORIAS DE VOTAÇÃO DO JÚRI

MELHOR ROTEIRO (ORIGINAL OU ADAPTADO)
Steven Spielberg, Os Fabelmans
Martin McDonagh, Os Banshees de Inisherin
Sarah Polley, Entre Mulheres
Gina Prince-Bythewood, A Mulher Rei
Daniel Kwan & Daniel Scheinert, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo

MELHOR DIREÇÃO
Daniel Kwan & Daniel Scheinert, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Steven Spielberg & Tony Kushner, Os Fabelmans
Sarah Polley, Entre Mulheres
Todd Field, TÁR
Martin McDonagh, Os Banshees de Inisherin

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Alexandre Desplat, Pinóquio de Guillermo del Toro
Hildur Guðnadóttir, Entre Mulheres
John Williams, Os Fabelmans
Justin Hurwitz, Babilônia
Son Lux, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“Carolina”, Taylor Swift (compositora) (Um Lugar Bem Longe Daqui)
“Hold My Hand”, Lady Gaga, BloodPop (compositores) (Top Gun: Maverick)
“Naatu Naatu”, M.M. Keeravani, Chandrabose (compositores) (RRR)
“Nobody Like U”, Billie Eilish, FINNEAS (compositores) (Red – Crescer É uma Fera)
“Ciao Papa”, Alexandre Desplat, Roeban Katz, Guillermo del Toro (compositores) (Pinóquio de Guillermo del Toro)

MELHOR FIGURINO
Babilônia
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Elvis
Pantera Negra: Wakanda para Sempre
A Mulher Rei

MELHOR FOTOGRAFIA
A Mulher Rei
Os Fabelmans
Os Banshees de Inisherin
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Império da Luz

MELHOR MONTAGEM
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Os Fabelmans
O Menu
Glass Onion: Um Mistério Knives Out
Top Gun: Maverick

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
Top Gun: Maverick
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
O Menu
Glass Onion: Um Mistério Knives Out
A Mulher Rei

MELHOR MAQUIAGEM & CABELO
Batman
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Pantera Negra: Wakanda para Sempre
A Baleia
Elvis

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Avatar: O Caminho da Água
Doutor Estranho no Multiverso da Loucura
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Batman
Panters Negra: Wakanda para Sempre

2023 mal começou e já tem um candidato a terror mais POLÊMICO do ano!

2022 foi repleto de surpresas para os fãs de filmes de terror, incluindo ‘Noites Brutais, ‘X – A Marca da Morte‘, ‘Pearl‘ e ‘Speak no Evil‘.

2023 mal começou, e já tem um candidato a filme mais polêmico do ano.

Escrito e dirigido por Brandon Cronenberg, o terror ‘Infinity Pool‘ conquistou 86% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Guiados por uma mulher sedutora e misteriosa, um casal (Alexander Skarsgård e Mia Goth) em férias se aventura fora do resort e se encontra em uma cultura repleta de violência, hedonismo e horror incalculável. Um trágico acidente logo os deixa diante de uma política de tolerância zero para o crime: ou você será executado ou, se for rico o suficiente para pagar, poderá se ver morrer.

Nas redes sociais, os críticos já elegeram o filme como o MAIS POLÊMICO do ano:

INFINITY POOL: hedonismo e clonagem e Mia Goth, nossa! Um dos filmes mais originais em anos, espero que inspire algumas reações muito polarizadas. Quanto a mim? Era a minha marca de cinema alucinante, abrasivamente satírico e muito doentio. #Sundance2023”

INFINITY POOL é um raro filme de terror perfeito que foi absolutamente explodindo minha mente. É preciso um conceito de ficção científica simples e familiar e leva não 1, não 2, mas 100 PASSOS adiante. Esta é a sensação criada por Brandon Cronenberg e a melhor performance de Mia Goth até agora! 100/10”

INFINITY POOL absolutamente impera. Um olhar sombriamente hilário e autorreflexivo sobre os instintos mais primitivos do homem. O filme revela absolutamente fluidos corporais e libertinagem e é levado a um nível superior por performances emocionantes. O primeiro filme verdadeiramente grande de 2023.”

INFINITY POOL. Sim. Vários. Fluidos. Corporais. Uma nova fantasmagoria de imundície e hiperviolência de Brandon Cronenberg, e um digno sucessor espiritual do impressionante Possuidor. Em suma, governa tão difícil. Melhor do festival, chocado. #Sundance”

“#InfinityPool é um trabalho perturbador e impressionante. Desconfortável, repleto de um elenco incrível e apresentando um dos elementos mais sangrentos do terror deste ano, o filme é como uma viagem ácida em busca de riquezas misturadas com a premissa de The White Lotus. Gótico e Skarsgård são tudo.”

Das 85 avaliações publicadas até o momento, 63 são positivas e 11 são negativas.

Entre os comentários, os críticos elogiaram como o filme consegue mergulhar nos mais sombrios aspectos da natureza humana através do impactante roteiro e das cenas perturbadoras.

Além disso, Goth recebeu diversos elogios, provando que ela nasceu para os gêneros de suspense e terror psicológico.

Confira:

“O perturbador, engraçado, distorcido e estranho pesadelo de ficção científica é um mergulho sombrio na condição humana ou possivelmente apenas um exercício de forçar limites extremos. De qualquer forma, é difícil tirar os olhos dele…” – Detroit News.

“‘Infinity Pool faz perguntas desconfortáveis ​​de moralidade sobre a vida e a morte. Mia Goth é uma força da natureza mais uma vez. Ela interpreta com segurança e dá a seu personagem um toque psicótico. Ela é hipnotizante e um ajuste perfeito para o estilo de Cronenberg.” – DrumDums.

“Imerso em uma atmosfera de pavor implacável, ‘Infinity Pooltrabalha seus ângulos de câmera inclinados e pontuação insistente e pesada para um efeito asfixiante.” – The New York Times.

“O roteirista/diretor Cronenberg nos leva a uma estranha jornada através de privilégios, libertinagem, direitos, tédio, narcisismo, drogas psicotrópicas e muito mais em seu novo filme alucinante, ‘Infinity Pool’.” – MaddWolf.

Cronenberg, Skarsgård e Goth continuam a provar que são destemidos e inabaláveis ​​no espaço do gênero, que ‘Infinity Pool‘ leva ao limite, mesmo que a sátira social pareça familiar.” – Comic Book.

“Se o próprio filme costuma ser odioso e excessivo, isso é um efeito colateral inevitável de algo que atinge as partes mais profundas e sombrias da mente humana.” – Mark critics films.

Cleopatra Coleman também está no elenco.

Netflix CANCELA dois filmes já finalizados

De acordo com o The Hollywood Reporter, a Netflix cancelou dois filmes que já haviam sido finalizados – em uma decisão muito semelhante ao cancelamento de ‘Batgirl‘, pela HBO Max.

O serviço de streaming engavetou os filmes ‘The Inheritance‘ e ‘House/Wife‘.

Ambos projetos estão sendo oferecidos a outros estúdios e streaming para distribuição, mas não há nenhuma garantia que eles ainda sejam lançados.

Dirigido por Alejandro Brugués, ‘The Inheritance‘ conta a história de um bilionário nas vésperas de seu aniversário de 75 anos, que convida seus filhos distantes ao temer que alguém possa tentar matá-lo. Para conseguir a ajuda que precisa, ele coloca a herança dos seus herdeiros em risco.

O elenco conta com Rachel Nichols, Peyton List, Austin Stowell, Bob Gunton, David Walton, Briana Middleton, Reese Alexander e Chris Wood.

Já ‘House/Wife‘, dirigido por Danis Goulet e produzido por Tripp Vinson e Daniel Bekerman, segue uma mãe que se muda para uma casa inteligente com sua família para se recuperar de um acidente brutal, mas acaba descobrindo que a inteligência artificial tem intenções sinistras.

Escrito por Anna Halberg e Spenser Cohen, o longa conta com Alice Braga, Kris Holden-Ried e Sarah Gadon no elenco.

Série de suspense policial CHOCA os assinantes da Netflix por semelhanças com crimes reais; Confira!

Baseada no romance ‘A Garota da Neve‘, do espanhol Javier Castillo, a série ‘A Garota na Fitaestá chocando os assinantes da Netflix por conta das similaridades com rimes reais.

Adicionada ao catálogo na última sexta-feira, a produção repleta de suspense e reviravoltas é ambientada em três linhas do tempo enquanto narra o caso de desaparecimento de uma garotinha chamada Amaya durante um desfile de rua em Málaga, na Espanha.

Ao tomar conhecimento do caso, a estagiária de jornalismo Miren (Milena Smit) se compromete a fazer de tudo para ajudar a família a encontrar a filha.

Ao longo de sua investigação, ela acaba tendo vislumbres de seu próprio passado, enquanto desbloqueia memórias traumatizantes.

Quando os anos se passam e quase todos se acomodam sobre o caso, Miren recebe uma fita que pode reacender as pistas em relação ao suposto paradeiro da menina.

Nas redes sociais, os assinantes da Netflix estão rendendo elogios ao roteiro da série e à atuação do elenco.

Ao mesmo tempo, estão espantados com as banalidades da narrativa, que se assemelham a diversos crimes reais relacionados a sequestros de crianças.

Confira as reações:

Dirigida por David Ulloa, a série também com as atuações de Jose Coronado, Tristán Ulloa, Loreto Mauleón, Raúl Prieto, Cecilia Freire, Aixa Villagrán e Julián Villagrán.

‘Lanterna Verde’: Roteirista confirma que série focada em John Stewart ainda vai acontecer

Através das redes sociais, o roteirista Phillip Kennedy Johnson se pronunciou sobre a série Lanterna Verde, da HBO Max, e revelou alguns detalhes sobre a produção.

Nas últimas semanas, os fãs da DC acreditavam que a produção traria dois dos personagens que já vestiram o manto do herói titular: Hal Jordan e John Stewart. Em outras palavras, os rumores indicavam que ambas as histórias dos quadrinhos haviam sido remodeladas em uma única narrativa.

Entretanto, Johnson confirmou que este não é o caso; pelo contrário, o enredo será focado em Hal Jordan e trará, como pano de fundo, a backstory de John Stewart. Eventualmente, John terá seu próprio em uma série solo que será lançada no final de 2023.

“Aparecendo para corrigir um equívoco que viralizou hoje: a vindoura série do Lanterna Verde focado em Hal Jordan IRÁ trazer uma história de fundo de John Stewart, mas essa história é PRELÚDIO de uma série solo focada em John Stewart, que será lançada no final deste ano”, ele escreveu. “Estou escrevendo as histórias e a série completa”.

Anteriormente, James Gunn desmentiu os rumores envolvendo o cancelamento da série.

Após um site de notícias apontar o cancelamento do projeto, Gunn simplesmente respondeu: “Falso”.

Nos últimos meses, o repórter Andy Behbakht também havia desbancado o rumor: “Eu posso desmentir esse rumor, uma vez que estive conversando com a HBO Max e a Warner Bros TV na semana passada sobre a série do Lanterna Verde. O projeto ainda não sofreu mudanças e permanece em desenvolvimento ativo.”

Além de Gardner e Scott, a trama também deve ser focada em Jessica Cruz, Simon Baz, Killowog e uma personagem recém-criada chamada Bree Jarta, todos se aventurando em diferentes épocas e cenários.

‘Copenhagen Cowboy’: Vídeo nos leva aos bastidores da nova série do diretor de ‘Drive’; Confira!

Copenhagen Cowboy, nova série dinamarquesa criada pelo cineasta Nicolas Winding Refn, conhecido pelos filmes ‘Drive‘, ‘Só Deus Perdoa‘ e ‘Demônio de Neon‘, chegou recentemente à Netflix.

Agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional nos levando aos bastidores da produção.

Confira:

A produção é descrita como uma “série noir cheia de emoção e neon” e acompanha uma jovem heroína chamada Miu (Angela Bundalovic) que viaja pelo submundo do crime de Copenhague.

O cineasta já comentou sobre futuras parcerias com a Netflix.

“Trabalhar com a Netflix e dar vida a essa série tem sido uma experiência absolutamente maravilhosa. Eu não os vejo apenas como meus parceiros com muitas aventuras futuras, mas também como meus amigos. O termo ‘Netflix Winding Refn’ nasceu”, disse o diretor.

Lola Corfixen, Zlatko Buric, Andreas Lykke Jørgensen, Jason Hendil-Forssell, Li Ii Zhang, Dragana Milutinovic, Mikael Bertelsen e Mads Brügger completam o elenco.

Copenhagen Cowboy‘ é formado por seis episodios.

‘Entre Facas e Segredos’: Rian Johnson fala sobre mudança no título dos próximos filmes da franquia

Em entrevista ao The Filmcast, Rian Johnson voltou a expressar seu descontentamento com o título da sequência ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out‘.

O diretor sempre foi claro em sua intenção de criar cada filme como uma história independente, revelando ficar incomodado em manter a associação ao primeiro filme nos títulos das sequências.

“Eu entendo [a necessidade do subtítulo]. Nada foi feito contra a minha vontade. Após o primeiro filme, acho que os espectadores gostaram de ‘Knives Out’, mas não sabiam necessariamente quem era o Benoit Blanc. Acho que eles ficariam perdidos. Eu queria que todos que amaram o primeiro filme soubessem que ‘Glass Onion’ é a sua sequência. Eu estive 100% de acordo com isso, e entendi que nós precisávamos daquele subtítulo.”

Ele completa, “A questão é que isso me deixa um pouco incomodado e estou ansioso para não precisarmos mais usar ‘Knives Out’ no subtítulo. Quanto mais pessoas assistirem ao filme na Netflix, quanto mais essa franquia se tornar parte da cultura popular, mais próximo estaremos de podermos usar o subtítulo ‘Um Mistério de Benoit Blanc’ – com os espectadores sabendo do que estamos falando.”

Crítica | Glass Onion: Um Mistério Knives Out: Daniel Craig e Rian Johnson se superam com sequência ainda mais divertida e envolvente

Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

‘Dead Boy Detectives’: Gravações da adaptação da HQ de Neil Gaiman já começaram

Apesar de todas as mudanças nos bastidores da Warner Bros Discovery, alguns projetos planejados há alguns anos continuam em desenvolvimento, como a adaptação de Dead Boy Detectives‘.

E, através do Twitter, Neil Gaiman, responsável pelos quadrinhos originais, confirmou que as gravações da série já estão sendo gravadas.

Quando um usuário da rede social que “a série de TV #DeadBoyDetetives está definitivamente acontecendo. Eles estão filmando agora com sets e diretores e tudo mais. Estou achando tudo isso inacreditável.”

Gaiman respondeu:

“E isso é tão bom.”

Confira:

Anteriormente, o co-showrunner Steve Yockey anunciou os diretores escolhidos para comandarem a adaptação para a HBO Max.

Entre eles, estão Lee Toland Krieger (‘Sombra e Ossos’), Glen Winter (‘Arrow’), Cheryl Dunye (‘The Umbrella Academy’), Andi Armaganian (‘Stargirl’), Amanda Tapping (‘Ponto Cego’) e a dupla Pete Chatmon e Richard Speight (‘Os Winchesters’).

Confira a publicação:

“Feliz ano novo, pessoal! Aqui está nossa lista absolutamente matadora de diretores para a primeira temporada de ‘Dead Boy Detectives‘.”

Para quem não conhece, a trama acompanha os fantasmas dos adolescentes Charles Rowland e Edwin Paine, que foram assassinados e optaram por fugirem do além para permanecerem na Terra como investigadores de crimes sobrenaturais.

Eles foram introduzidos pela primeira vez nos quadrinhos da série ‘Sandman‘ e, mais tarde, ganharam sua própria HQ com o selo Vertigo, da DC Comics.

Jayden Revri (‘O Chalé’), Kassius Nelson (‘Noite Passada em Soho’) e o estreante George Rexstrew serão os protagonistas.

Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente

Revri, Nelson e RexstrewAlém do trio, a série também vai contar com Lukas Gage (‘Euphoria’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.

Caitlin Reilly (‘Hacks’), Max Jenkins (‘Dead To Me’) também foram adicionados como Litty e Kingham, respectivamente.

Ambos serão personagens recorrentes, descritos como uma dupla de ‘encostos’ irritantes e de boca suja que serão um aborrecimento constante para os protagonistas.

O roteiro da adaptação é escrito por Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).

Beth Schwartz também divide a função de showrunner com Yockey.

Para quem não conhece, Schwartz foi showrunner das duas últimas temporadas de ‘Arrow‘ e co-showrunner de ‘Sweet Tooth‘, da Netflix.

Lembrando que a HBO Max encomendou uma primeira temporada com oito episódios e irá produzir o que se descreve como “uma série vintage de detetives – mas mais obscura e bizarra”.

Confira a primeira arte do projeto:

Crítica | A Última Festa – Comédia Dramática Juvenil traz as Angústias Fatalistas do Último Dia de Escola

Quem já passou por isso, lembra como é. Quem ainda vai passar, imagina o drama que será. Fato é que quando acabamos a escola, um novo universo se abre diante de nós, sobre o qual não temos nenhum controle e pouco podemos imaginar o que pode acontecer. O último dia da escola é fatal, pois significa o fim de uma era, encontrando os amigos diariamente, para ir em direção a um dia seguinte desconhecido, oficialmente desempregado ou entrando para uma faculdade com pessoas completamente novas. A fatalidade desse último dia provoca nos estudantes um senso de urgência para resolver todas as pendências que se arrastaram ao longo dos anos, e é justamente sobre esse sentimento que acontece ‘A Última Festa’, nova comédia dramática nacional que chega aos cinemas brasileiros a partir desta semana.

A festa de formatura da escola está bombando com todos os convidados vestidos com a temática “festa de época”. O grupo de amigos Nina (Marina Moschen, do recente ‘No Mundo da Luna’), Nathan (Christian Malheiros, de ‘Sintonia’), Bianca (Thalita Meneghim) e Marina (Giulia Gayoso) acaba de chegar, mas cada um deles tem uma pendência para resolver: Nina quer evitar o ex-namorado, Leandro (Leo Cidade), pois ainda o ama, mas sente a necessidade de viver novas experiências e ser mais livre; Marina está decidida a perder a virgindade com o namorado, pois mentira antes dizendo-se não ser mais virgem e agora precisa fazer com que a coisa conteça; Nathan quer se declarar para seu crush, mas, para ficar com o rapaz, precisa cumprir uma lista de desafios que o boy impõe a ele; e Bianca está cuidando do namorado bêbado na ambulância na companhia de Caio (Victor Lamoglia), que também está cuidando de sua amiga por quem tem uma quedinha. O mundo de todos esses jovens irá ser sacudido nesta última noite em que tudo precisa acontecer.

O mais legal em ‘A Última Festa’ é que o filme de Matheus Souza consegue capturar bem a essência hormonal dos adolescentes e colocar tudo num liquidificador com cronômetro ligado: quanto mais a festa avança, menos tempo os personagens têm para resolver suas pendências para sempre. Ah sim, porque precisa ser para sempre, afinal, tudo no mundo adolescente é fatidicamente fatal, pois só o dia de hoje existe.

Um dos acertos do roteiro de Matheus Souza é não centrar a história apenas em sua protagonista (cujo drama é mais sério, embora, de cara, isso não fique claro) e alternar principalmente com as tramas de Bianca (melhor em cena, funcionando como alívio cômico preciso em todos os momentos que a montagem do longa começa a dar uma caída no ritmo) e Nathan (cuja obsessão em conquistar o crush o leva por uma jornada hilária ao lado do ótimo Victor Meyniel, que interpreta Leo, um ex-aluno gay que retorna para a festa, mas que já não tem amigos naquele lugar). 

A Última Festa’ é uma divertida e exageradamente dramática despedida de uma fase da vida. Dialoga bastante com as inquietações das gerações atuais, e, a seu modo, conversa com esse espectador, dizendo que é normal sentir-se nessa angústia toda. Acerta em cheio seu público-alvo.

ANTI – 7 Anos | As 7 Melhores Músicas do Icônico Álbum de Rihanna

A icônica Rihanna é uma das artistas mais populares e conhecidas de todos os tempos e é dona de sucessos atemporais. E, no dia de hoje, 28 de janeiro, celebramos o aniversário de sete anos do que apenas podemos considerar sua melhor incursão no cenário fonográfico: o álbum ANTI.

Lançado em 2016, o compilado de originais promoveu uma grande mudança na imagem artística de Rihanna, afastando-a do pop e permitindo que ela mergulhasse em explorações do dancehall, do hip hop, do soul e até mesmo do synth-rock.

Aclamado pela crítica especializada, a obra contra com diversos hits, como “Love On The Brain”“Work”, além de ter vendido mais de 11 milhões de cópias ao redor do mundo, passado mais de 300 semanas na Billboard 200 (tornando-a a primeira mulher negra a conquistar tal feito) e garantido inúmeros prêmios à cantora e compositora.

Para celebrar o aniversário do álbum, elencamos suas sete melhores músicas.

Veja abaixo as nossas escolhas:

7. KISS IT BETTER

Considerada por vários fãs e críticos como uma das melhores entradas não só do álbum, mas da carreira de Rihanna‘Kiss It Better’ nos arremessa de volta para os anos 1980 e arranca vocais poderosos da performer. A faixa conquistou uma indicação ao Grammy de Melhor Música R&B e ainda traz elementos do pop e do synth-rock para o deleite dos ouvintes. A ótima narrativa discorre sobre um relacionamento destrutivo que, ironicamente, chama a atenção da cantora.

6. SAME OL’ MISTAKES

“Same Ol’ Mistakes” é uma canção que, de fato, merecia ter sido lançada como single promocional, principalmente por seu caráter saudosista e bastante sensual. A presença de sintetizadores logo no começo da faixa nos lembra das incursões noventistas de Madonna (principalmente da era ‘Erotica’) e volta a falar de temas românticos em que Rihanna não consegue conciliar-se a si própria por estar apaixonada e envolvida em um relacionamento que tem tudo para dar errado, mas que ainda assim é apelativo.

5. DESPERADO

“Desperado” pode não ser uma faixa tão relembrada quanto as outras de ANTI, ainda que tenha sido lançada como single, mas certamente não ficaria de fora da nossa lista. Com composição e produção de Mick Schultz, a faixa mistura trapcountry em uma saborosa narrativa que coloca Rihanna em um dilema sobre persistir mais um amor ou seguir em frente – não importa o que aconteça.

4. NEEDED ME

 

Em seu 8º álbum de estúdio, ANTI, Rihanna resolveu retornar para o passado com maestria invejável – e “Needed Me” é um dos vários ápices da produção. Com versos escritos com exímia paixão pela arte musical, a faixa é uma ode ao electro-R&B e mergulha em um experimentalismo que a acompanharia ao longo da obra. Além disso, temos elementos de um modernizado dubstep que enfeitam a produção de DJ Mustard.

3. HIGHER

 

Se você nunca ouviu “Higher”, não tem ideia do que está perdendo. O único defeito de uma das músicas mais ovacionadas da carreira de Rihanna, presente no álbum ANTI, é sua curta duração: a amálgama artística na canção beira o divino, seja pelos explosivos e dramáticos vocais da cantora, seja pela propositalmente anacrônica produção que une bluesjazzR&B e um pouco de electro-trap, canalizadas para uma potente e espetacular balada.

2. WORK, feat. Drake

 

Talvez como nunca, o lead single de ANTI seja a declaração política e cultural de Rihanna de que devemos exaltar os gêneros que vieram da América Latina e da comunidade negra – visto que, muitas vezes, são incorporados por artistas brancos sem o devido crédito. Em “Work”, RihannaDrake são vida a uma celebração dancehallreggae-popR&B que foge do exagero e aposta no minimalismo sinestésico.

1. LOVE ON THE BRAIN

 

Nenhuma outra faixa poderia ocupar o primeiro lugar da nossa lista além de “Love on the Brain”. Apesar de não ter vindo acompanhado de um videoclipe oficial, a canção representa o auge das pulsões criativas de Rihanna – já com dominação total de sua imagética sonora e do que gostaria de trazer a seus fãs (algo interessante, considerando que seu ápice veio com o último álbum que lançou).

Essa é uma das músicas que, independente de ter feito sucesso comercial ou não, merece nossa atenção – o que não é o caso, visto que atingiu o 5º lugar da Hot 100. Nostálgica, retumbante e narcótica em todos os seus aspectos, a iteração permite que Rihanna entregue uma performance memorável que faz alusão aos anos 1950 e 1960, rendendo-se às baladas souldoo-wop.