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Opinião | ‘Late Night’ é uma honesta e divertida comédia que você precisa assistir antes do ano acabar

Mindy Kaling é uma mulher multifacetada e extremamente talentosa por diversas razões: além de ter despontado na premiada série The Office’ (não apenas por sua atuação, mas também por suas aplaudíveis habilidades narrativas), ela vem se tornando um nome expoente da indústria do entretenimento, tendo marcado presença na literatura, nos palcos e também nas telonas – trabalhando ao lado de nomes como Judd Apatow, Sandra Bullock e Cate Blanchett nos últimos anos.

Em 2019, Kaling retornou com uma deliciosa dramédia intitulada Late Night, que também marcou sua volta para a cadeira de roteirista. No longa-metragem, ela colabora com outro nome emergente: Nisha Ganatra, conhecida por seu trabalho na produção televisiva Transparent’. E o que poderia se tornar mais um coming-of-age vazio e convencional, na verdade, funciona como um belíssimo e satírico conto de fadas desconstruído que arranca o melhor de seu elenco de ponta e aproveita o espaço para inserir críticas sociais sem cair nas fórmulas do panfletarismo documentário. É claro que nada disso poderia funcionar sem alguém que encabeçasse essa jornada cinematográfica e tão contemporânea aos dias de hoje – e quem melhor para esse cargo que Emma Thompson?

A trama principal, num escopo bem simplificado, já foi explorado com exaustão em outras obras: nesse caso, Thompson encarna Katherine Newbury, a única apresentadora mulher do horário nobre da televisão americana que enfrenta a dura realidade do sexismo no show business. Entretanto, Kaling constrói uma história que cultiva a protagonista em duas extremidades completamente diferentes; enquanto na frente das câmeras Katherine é a queridinha da América e um símbolo de superação, nos bastidores ela é uma calculista mulher de negócios que é vista com medo por uma equipe majoritariamente masculina – refletindo, na visão dos funcionários homens, uma construção extremamente estereotipada que inclusive é utilizada como argumento para o que sucede em seu arco narrativo.

As coisas mudam, como mencionado acima, quando ela percebe que a audiência de seu programa vem caindo há alguns anos e só questão de tempo até que ela seja substituída pela presidente da emissora. É por essa razão egoísta (a priori) que resolve contratar a sonhadora Molly (Kaling mais uma vez), uma jovem que se demitiu do emprego numa indústria química e resolveu perseguir seu sonho de trabalhar com a mulher que sempre a inspirou. Todavia, como é clássico de contos desse gênero específico, as aparências são mais enganosas que verdadeiras – e ela descobre do pior que jeito que Katherine é uma pessoa problemática demais para conviver com outras pessoas.

O longa se desenrola em uma espécie de O Diabo Veste Prada’ às avessas, numa versão em que Andrea decide não se submeter em humilhação aos desejos insanos de Miranda Priestly. Katherine, aqui, é uma versão abrandada da icônica editora da Runway, percebendo que ela precisa mudar sua atitude se quiser continuar com seu programa – começando por mudar seu time esteticamente idêntico de homens brancos que não tem um pingo de empatia. A chegada de Molly é, sem sombra de dúvida, o ponto de virada central que permite que a protagonista e todos ao seu redor caiam em si e tomem como mote a necessidade de transformar o talk show em algo mais acessível para a geração millenial.

De fato, percebemos que a base de todo o escopo fílmico é o confronto quase saudável entre gerações e a aceitação de que, às vezes, é mister engolir alguns sapos em prol de um benfazejo sucesso. No meio do caminho, como também já era de se esperar, ambas as fortes personagens femininas partem para caminhos diferentes apenas para se reencontrarem em um desfecho à la “final feliz”, onde todas as pontas soltas convergem para uma conclusão crível o suficiente para um público que espera por uma mensagem positiva, porém não explorada o bastante para que realmente acreditemos que aquilo pôde acontecer. Mesmo assim, Thompson consegue fluidamente tomar conta dos holofotes em um discurso final empolgante, dramático e bastante reflexivo.

Ganatra pode não explorar para além das fechadas estruturas cênicas das tragicomédias atuais, optando por clichês estéticos que, eventualmente, funcionam da forma que prometem. Há um ou outro foreshadowing, uma ou outra quebra de expectativa que talvez mereça nossa atenção – mas não tanto quanto o caminho pavimentado pelas brilhantes performances de Thompson, Kaling e nomes como John Lithgow, Denis O’Hare, Hugh Dancy, Reid Scott e outros.

No final das contas, Late Night serve como um memorando para sempre irmos em busca de nossos sonhos, por mais perdidos que eles pareçam. É claro que toda essa bela e repetitiva mensagem não nos é apresentada com tanta obviedade assim; porém, é o que a obra realmente significa. Afinal, até mesmo Katherine consegue redescobrir a paixão que primeiro a lançou na carreira de apresentadora e comediante – sendo obrigada a retornar para suas raízes para entender como ela se perdeu nessa longa jornada.

‘Avatar: O Caminho da Água’ recebe duras CRÍTICAS da comunidade indígena; Entenda!

Algumas das críticas de ‘Avatar: O caminho da Água’ tocaram no fato de que o longa romantiza a prática da colonização.

Isso porque personagens humanos, como Jake Sully (Sam Worthington), são vistos como os salvadores e figuras dominantes das tribos Na’vi depois que assumem seus corpos artificais.

Agora a presidente da IllumiNative, Crystal Echo-Hawk, reforçou oscomentários negativos sobre o longa, afirmando que a trama prioriza o olhar do homem branco sobre o colonialismo.

Em entrevista concedida para a CNN, Hawk disse que:

James Cameron pode estar contando essa história de colonização, mas ele está contando através das lentes de um homem branco. A decisão de centralizar a história em Jake Sully é um claro paralelo aos colonos brancos e flerta com a ideia do ‘salvador branco’.”

Outros membros da comunidade de nativos norte-americanos também se manifestaram sobre o assunto.

Yuè Begay, um artista e ativista Navajo, está promovendo um boicote ao filme nas redes sociais e já recebeu mais de 47.000 curtidas.

Autumn Asher Blackdeer, um pesquisador da Nação Cheyenne do Sul, compartilhou uma lista de filmes para incentivar o público a conhecerem obras que verdadeiramente fazem jus aos indígenas em vez de assistirem ‘Avatar‘.

Adam Piron, cineasta e diretor do programa Indígena do Sundance Institute, disse que ainda não viu o novo filme, mas julgou o título anterior como parte de uma longa história dos brancos colocando a si mesmos em posições heroicas.

Além disso, ele alega que a cultura nativa ficou restrita a o que os brancos entendem da cultura indígena, sem dar espaço para que seus costumes fossem explorados pelo víes interno.

“Tudo o que esses filmes transmitem é um desejo não indígena de ser indígena ou de ter algum tipo de conexão com os indígenas sem se importar genuinamente com os interesses dos nativos. É o típico homem branco que quer ter uma posição de destaque em meio àqueles que ele acha inferior.”

Em resposta, Cameron disse o seguinte:

“Falando de uma perspectiva de privilégio branco, não cabe a mim dizer a eles que eles estão errados. Suas reclamações são válidas. Seria inútil, para mim, dizer que nunca foi minha intenção [mostrar o homem branco como herói]. O importante é ouvir e ser sensível aos problemas que as pessoas têm com isso.”

Lembrando que o filme continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista à nossa crítica e à entrevista:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

‘O Homem Invisível 2’: James Wan pode ajudar a desenvolver a sequência

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Jason Blum voltou a falar sobre a possível sequência do aclamado e bem-sucedido suspense ‘O Homem Invisível‘.

O produtor indicou que o envolvimento de James Wan pode ser fundamental para o projeto sair do papel. Anteriormente, havia sido reportado que a Blumhouse e a Atomic Monster estão em negociações para trabalharem juntas em futuros lançamentos.

“Se os nossos sonhos se tornarem realidade e nossas duas empresas trabalharem juntas, talvez James [Wan] possa nos ajudar [a desenvolver ‘O Homem Invisível 2’].”

 

Vale lembrar que o primeiro filme, lançado em 2020, está disponível na Netflix.

Dirigido por Leigh Whannell, o elenco conta com Elisabeth MossOliver Jackson-CohenAldis HodgeStorm Reid e outros.

Charlie Cox quer explorar OUTRO lado da vida do ‘Demolidor’ na nova série

Diferente da abordagem que trazia mais ação e pancadaria na série do ‘Demolidor‘ feita pela Netflix, Charlie Cox diz que quer uma pegada mais diferente e analítica nessa nova série feita pela Disney com o personagem, ‘Daredevil: Born Again‘, tendo assim mais momentos no tribunal.

Através de uma entrevista à revista GQ, o ator disse que tem até mesmo estudado para entender mais do mundo da advocacia, pois tem esperanças de que vá aparecer como advogado bem mais do que atuava na série anterior.

“Acho que, por causa do número de episódios com os quais eles se comprometeram, haverá uma forte influência das coisas de tribunal – Matt Murdock, o advogado da nova série”, disse Cox.

“Então, estou muito focado em pesquisar essa área do personagem e de sua vida. Foi uma das áreas em que não exploramos antes. Até o meu sotaque provavelmente está muito enferrujado”, conclui.

Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.

Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Sobre o retorno da série após o cancelamento da Netflix, Cox havia declarado: “Sou um grande fã de tudo o que a Marvel já fez, e eu não os subestimaria. Se eles querem fazer uma versão menos violenta de ‘Demolidor’, então eu os apoiarei. Talvez possa ter menos sangue, mas eu estarei do lado da decisão deles.”

A série teve três temporadas, com um total de 39 episódios até ser cancelada, juntamente com as outras séries da Marvel na Netflix. Recentemente, todas elas entraram para o catálogo do Disney+ nos Estados Unidos.

Charlize Theron revela detalhe CHOCANTE sobre as filmagens de ‘Mad Max: Estrada da Fúria’

Em entrevista ao podcast Smartless, a atriz Charlize Theron (‘The Old Guard’) fez uma revelação surpreendente sobre as filmagens de ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘.

Apesar do filme se passar em um deserto aparentemente quente, a atriz revelou que o clima durante as gravações era muito frio.

“Era muito frio durante as filmagens. Muito frio. [O filme] parece quente, mas estávamos congelando durante as gravações. Tivemos muitos casos de hipotermia. Eu estava passando muito frio porque não tinha cabelo. Estava realmente muito frio.”

Vale lembrar que a história de sua personagem, Imperatriz Furiosa, continuará na pré-sequência ‘Furiosa‘, com a atriz Anya Taylor-Joy (‘A Bruxa’) assumindo o papel.

Anteriormente, Taylor-Joy havia revelado não ter consultado Theron ao assumir o papel. A atriz queria ter a chance de incorporar a personagem de sua própria forma, mas afirmou estar ansiosa para encontrar Theron após as filmagens, e trocar histórias sobre suas experiências ao dar vida ao papel.

“A Charlize é uma pessoa incrível. Sinto que nós duas nos deparamos em uma situação em que nós respeitamos e não queríamos entrar em contato antes das filmagens [da pré-sequência]. Assim que as gravações e a coletiva de imprensa terminarem, nós iremos sair para um jantar e trocar histórias sobre nossa experiência.”

Anteriormente, Theron havia revelado ter ficado decepcionada por não poder voltar a interpretar a personagem: “Foi difícil, mas eu respeito completamente o George Miller, até mais após as filmagens de ‘Estrada da Fúria’. Ele é um mestre, e desejo o seu melhor. É um pouco triste, porque eu realmente amei aquela personagem. Sou muito grata por ter contribuído na criação dela.”

Lembrando que o filme que deve estrear em 2024 e tem direção de George Miller, que comandou o filme anterior.

Lançado em 2015, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘ é considerado um sucesso pela crítica especializada, alcançando 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, além de receber seis estatuetas do Oscar entre dez indicações.

Apesar disso, o longa arrecadou apenas US$ 378.9 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 150 milhões.

5 ÓTIMOS filmes com Brendan Fraser que você nunca assistiu!

Filho de pais canadenses, uma conselheira de vendas e um funcionário do Escritório de Turismo do Governo, Brendan Fraser nasceu em Indianápolis, Indiana. Sua família se mudava muito durante a infância e adolescência dele. Numa dessas viagens, o desejo em atuar começou a bater mais forte, ele esteve em Londres, na Inglaterra, onde teve a oportunidade de assistir sua primeira peça de teatro na famosa West End (onde tem célebres teatros britânicos).

Correndo atrás dos seus sonhos, no início da década de 90 se formou no Cornish College of the Arts de Seattle, uma faculdade privada que fora inaugurada em 1914. Daí, rumou para Hollywood para tentar papéis em grandes produções. Seu início como ator no cinema começou em 1991 em pequenas participações nos filmes: Filho do Bem, Filho do Mal da cineasta Marina Sargenti, Apostando no Amor dirigido por Nancy Savoca e protagonizado por River Phoenix. Depois de alguns anos seguindo no cinema e em papéis de coadjuvante, conseguiu seu primeiro papel protagonista na comédia infantil da Disney, George – O Rei da Selva. Em 1998, participou de um dos filmes onde teve uma de suas atuações mais elogiadas em toda a carreira, Deuses e Monstros, onde atuou ao lado do grande Ian Mckellen. No ano seguinte, talvez seu papel mais conhecido pelo público, Rick O’Connell, o protagonista da aventura A Múmia.

Assim, Brendan foi construindo sua carreira com papéis coadjuvantes, outros filmes como protagonista, mas não embarcava mais em grandes sucessos. De alguma forma, parecia estar rumando para um quase esquecimento até bem recentemente! Com mais de 70 trabalhos no currículo esse carismático artista, pai de um filho autista, Brendan Fraser é forte concorrente ao Oscar de Melhor Ator na cerimônia do Oscar em 2023 pelo seu elogiadíssimo papel no aguardado longa-metragem A Baleia, de Darren Aronofsky.

 

Abaixo alguns ótimos trabalhos de Brendan Fraser nos cinemas:

 

O Americano Tranquilo

Lançado em 2002, o drama baseado na obra do escritor britânico Graham Greene, ambientado no início da década de 50 no Vietnã, nos mostra a formação de um triângulo amoroso entre um jornalista, um agente da Cia e uma Vietnamita. O filme foi indicado ao Oscar na Categoria de Melhor Ator (Michael Cane).

 

Crash – No Limite

Dirigido pelo cineasta e roteirista canadense Paul Haggis, o vencedor do Oscar de Melhor filme no ano de 2006 nos mostra histórias de alguns moradores de Los Angeles, de variadas origens étnicas que acabam sendo interligados por um acontecimento que gera enormes tensões aos envolvidos.

 

Um Caso de Amor

Na trama, conhecemos o escritor Sam (Justin Long). Um homem de meia idade, desiludido com seu trabalho, com poucos amigos, sem muitas pretensões na vida. Certo dia, resolve ir atrás de uma moça chamada Birdie (Evan Rachel Wood), por quem sempre teve uma queda, que trabalha em um café que ele sempre frequenta. Quando a mesma é demitida e ele perde contato, consegue com a ajuda de amigos descobrir o perfil dela no Facebook e assim, descobrir por onde ela anda e seus gostos e costumes. Sam então, embarca em uma viagem rumo ao amor.

 

Deuses e Monstros

Elogiado filme do cineasta nova iorquino Bill Condon, baseado na obra Father of Frankenstein do escritor norte-americano Christopher Bram, acompanhamos a fase final da vida do britânico James Whale, cineasta homossexual diretor de filmes de horror bastante populares na década de 30 e sua amizade com um jardineiro. O filme ganhou Oscar de Melhor Roteiro Adaptado.

 

O Último Golpe

Na trama, acompanhamos um jovem rapaz que chega em uma cidade para trabalhar com vendas e acaba indo ser treinado por um vendedor que acaba se apaixonando pela sua noiva. Escrito e dirigido por Michael Caleo, um dos roteiristas de alguns episódios do seriado de sucesso Os Sopranos.

 

‘Glass Onion’: Rian Johnson achou que o público iria ODIAR a grande reviravolta do filme

Glass Onion: Um Mistério Knives Out‘ chegou recentemente ao catálogo da Netflix e traz o detetive Benoit Blanc (Daniel Craig) tentando resolver outro caso de assassinato após ‘Entre facas e Segredos‘.

A grande reviravolta da trama acontece quando é revelado que a cientista Andi Brand (Janelle Monáe) é, na verdade, Hellen Brand, sua irmã gêmea… O que pega os espectadores de surpresa.

No entanto, o diretor Rian Johnsou achou que o público iria odiar a reviravolta.

Em entrevista para o The Wrap, Johnson disse que estava relutante em adicionar esse artifício na trama por medo de reações negativas.

“Reviravoltas são sempre um desafio. Eu sinto que a primeira coisa a se pensar é: ‘OK, como você faz isso? Tem que haver uma mudança de perspectiva básica o suficiente para que haja uma nova tensão quando repetimos cenas a partir de outros pontos de vista’. Isso é o que levou à ideia das gêmeas. No processo, me peguei escrevendo sobre essas gêmeas, mas daí pensei que seria uma estratégia ridícula, tipo: ‘será que o público vai aceitar isso? Se não, será que vão me perdoar?’ Mas acho que nos safamos porque não aquela revelação final, tipo: ‘ahh, era a irmã gêmea’. Não, foi algo que quebrou o ritmo da trama no meio do filme e que levou a um aprofundamento da história principal.”

Ele também comentou sobre a estratégia de gerar desconforto emocional no público.

“Introduzir os riscos emocionais foi o nosso grande segredo. O que fizemos foi introduzir uma personagem com quem os espectadores pudessem se identificar e depois tiramos isso deles, já que até então você sabe que Hellen levou um tiro e imagina que ela está morta. Quando você sabe porque ela está ali, você torce por ela, e vê-la levar um tiro te parte ao meio. […] O que foi mais assustador para mim é que o público iria se sentir preso com aquele grupo de pessoas horríveis na festa, mas quando você adiciona um personagem com o qual o público vai se preocupar, a trama ganha um novo fôlego.”

Ao contrário do que Johnson pensava, a aceitação do filme foi tão grande que acumulou 82,1 milhões de horas visualizadas em três dias no catálogo da gigante do streaming.

Marca esta que o coloca como o sexto maior lançamento da história da plataforma, em relação a produções de língua inglesa – ‘Round 6‘ por exemplo está em outra lista.

Só para se ter uma ideia, apenas na estreia, ‘Glass Onion‘ acumulou 35 milhões de horas visualizadas ao redor do mundo. O filme também liderou as listas de mais populares em 93 países, incluindo o Brasil.

Ficamos então no aguardo da próxima aventura de Benoit Blanc, personagem vivido por Daniel Craig. E aí, você já assistiu ao filme?

Confira nossa crítica: 

Crítica | Glass Onion: Um Mistério Knives Out: Daniel Craig e Rian Johnson se superam com sequência ainda mais divertida e envolvente

Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

Para matar saudades! Episódio especial de ‘Jornadas Pokémon’ traz retorno do visual CLÁSSICO de Ash

Um episódio especial chamado ‘O Céu Azul Distante‘ de ‘Jornadas Pokémon‘, anime atual da franquia, trouxe o retorno do visual clássico de Ash Ketchum e seu amigo Pikachu.

Ash iria encontrar seu pai no Centro Pokémon no capítulo em questão, no entanto, quando chega lá, sua mãe o informa que ele teve que ir embora.

Porém, apesar de não conseguir ver o filho, o pai de Ash deixou um presente. Trata-se do chapéu usado pelo personagem na primeira temporada do anime, que acompanhávaos nas manhãs da Record no programa da Eliana.

Confira abaixo o visual icônico:

Lembrando que Ash deixará de ser o protagonista do anime após 25 anos. O personagem ganhará um especial de despedida com 11 episódios. O anime de ‘Pokémon‘ mudou bastante, onde Ash não fica fixo em uma região como aconteceu antes, ao invés disso, ele passa a viajar por todas as regiões que já conheceu durante todos esses anos – ainda que nunca tenha crescido.

‘Glass Onion’: Elenco joga Cara a Cara em novo vídeo divertido; Assista!

‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out chegou recentemente ao catálogo da Netflix e já se tornou um sucesso crítico e comercial, com várias pessoas colocando-o nas listas de melhores do ano.

Agora, a gigante do streaming divulgou um novo vídeo promocional em que Janelle MonáeJessica HenwickKate HudsonMadelyn Cline brincam do clássico jogo ‘Cara a Cara’.

Assista:

Confira nossa crítica: 

Crítica | Glass Onion: Um Mistério Knives Out: Daniel Craig e Rian Johnson se superam com sequência ainda mais divertida e envolvente

Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

‘RuPaul’s Drag Race’: 15ª temporada da competição ganha novo vídeo promocional; Confira!

A WoW e a MTV divulgaram um novo vídeo promocional da 15ª temporada do aclamado reality de competição ‘RuPaul’s Drag Race’.

O teaser traz as novas competidoras relembrando a primeira vez que tiraram uma foto quando montadas.

Confira:

A vencedora do Grammy Ariana Grande será uma das juradas convidadas do próximo ciclo, bem como Janelle MonáeHayley KiyokoAmandla StenbergAli WongHarvey GuillénJulia GarnerMaren MorrisMegan StalterOrville Peck também irão aparecer nos episódios.

Lembrando que a produção tem estreia marcada para o dia 06 de janeiro de 2023.

As novas participantes são: Robin FierceMistress Isabelle BrooksSalina EsTittiesMarcia Marcia MarciaSasha ColbyPrincess PoppySpiceSugarLoosey LaDucaLuxx Noir LondonAnetraAura MayariJaxAmethystIrene Dubois e Malaysia Babydoll Foxx.

Confira os cartazes individuais:

RuPaul retorna como apresentadora do programa.

Além disso, foi divulgado um vídeo apresentando as novas queens.

Assista:

‘Avatar: O Caminho da Água’ registra a MELHOR quarta-feira do ano nas bilheterias dos EUA

A sequência ‘Avatar: O Caminho da Água‘ está dominando os cinemas! O longa de James Cameron arrecadou US$ 20.4 milhões durante a última quarta-feira (28) nas bilheterias norte-americanas.

O número representa a MAIOR arrecadação do ano para o dia, ultrapassando ‘Top Gun: Maverick‘, que havia alcançado US$ 14.8 milhões na quarta-feira do dia 1º de julho. ‘Avatar 2‘ também registrou a maior arrecadação do ano para uma terça-feira, com incríveis US$ 24.1 milhões.

Com US$ 337.9 milhões arrecadados durante os primeiros 13 dias nos EUA, o longa de James Cameron se encontra 1% à frente da performance de ‘Top Gun: Maverick‘ nesse mesmo período.

Atualmente, ‘Avatar 2‘ já arrecadou impressionantes US$ 1.1 bilhão mundialmente, o que representa a segunda maior bilheteria global do ano – atrás apenas do longa estrelado por Tom Cruise, que arrecadou US$ 1.48 bilhão mundialmente.

Assista nossa crítica e entrevista:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Os 45 PIORES Filmes de Terror da HISTÓRIA – Parte 1

Todo ano elegemos os Melhores Filmes de Terror. E nós amamos listas, não é mesmo?

Este ano, decidimos trazer os 45 piores filmes de terror de todos os tempos. Como a matéria ficaria muito grande, a dividimos em duas partes. Aqui vai a primeira. Confira abaixo.

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45) Martírio (2015)

Mártires (2008) é uma elogiada produção francesa de terror. É claro que Hollywood não perdeu tempo e tratou de refilmar o longa e como quase sempre ocorre nesses casos, o novo ficou bem abaixo do original. Na trama, duas mulheres buscam vingança contra aqueles que as fizeram mal.

44) A Experiência II – A Mutação (1998)

O primeiro A Experiência (1995) sobre uma mulher criada em laboratório, meio humana, meio alien, que só queria saber de acasalar, até tinha certo charme. Tudo se esvaiu nessa continuação, no mínimo desnecessária.

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43) Noite do Terror (2006)

Com Rachael Taylor no elenco, esse horror genérico visava criar outro ícone do gênero com a introdução do psicopata grandalhão Jacob Goodnight (Glenn Jacobs). Não deu muito certo, mas serviu para gerar uma continuação em 2014.

42) Imagens do Além (2008)

Em Hollywood nada se cria, tudo se copia. Bem, em termos de terror pode até ser. Como é o caso deste filme protagonizado por Joshua Jackson que é remake do tailandês Espíritos – A Morte Está ao Seu Lado (2004).

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41) A Morte Convida para Dançar (2008)

Mais um remake de terror, esse de um filme americano mesmo. O original é um cult de 1980 chamado Baile de Formatura, protagonizado por Jamie Lee Curtis, recém-saída de Halloween (1978). Essa refilmagem tem pouco a ver com o primeiro, e se tornou um dos filmes menos apreciados pelos fãs de horror.

40) Cativeiro (2007)

A loirinha Elisha Cuthbert teve seus dias de glória no início dos anos 2000, graças à série 24 Horas e aos filmes Show de Vizinha e A Casa de Cera. Cativeiro tentou surfar nessa onda, mas terminou solenemente ignorado.

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39) Lenda Urbana 2 (2000)

Quando os slasher adolescentes foram revividos no fim dos anos 90, quem perdia tempo para engatar sua sequência, terminava papando mosca. Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado lançaram continuações logo no ano seguinte de seus originais. Já Lenda Urbana resolveu esperar um ano, o que se mostrou fatal…

38) Quando um Estranho Chama (2006)

Os anos 2000 viram uma verdadeira enxurrada de remakes de terror em Hollywood. Esse fala sobre uma babá sendo atormentada por ligações, que ela descobre estarem vindo de dentro da casa onde toma conta de crianças. O original é um cult de 1979, já o remake, bem menos querido, traz a filha de brasileira Camilla Belle protagonizando.

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37) No Cair da Noite (2003)

O legal de listas assim é reencontrarmos filmes que não ouvíamos falar há muito tempo. É o caso desta produção “sem vergonha” da Sony que usa como “bicho papão” a Fada dos Dentes! É isso mesmo!

36) Slender Man – Pesadelo Sem Rosto (2018)

Dá para pensar que tudo já foi feito quando falamos de terror e todo tipo de figura já foi usada como tentativa de emplacar um novo vilão do gênero. O que podemos dizer é que nem todos nasceram para ser Jason, Freddy ou Michael Myers. É o caso com a Fada do Dente acima e com esse “meme” da internet chamado “homem esguio”.

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35) Dominação (2000)

Estrelado por Winona Ryder, esse terror mequetrefe surfava uma onda muito em voga no fim dos anos 90 e início de 2000 – os filmes de terror com pegada bíblica / apocalíptica. Como é de se esperar esse é um dos piores, mas não o pior. Aguarde.

34) A Ilha da Fantasia (2020)

Creio que os fãs do seriado cult da década de 70, que de terror não tinha nada, até poderiam perdoar essa descaracterização completa caso o filme da Blumhouse fosse bom. Mas após o resultado não podemos culpa-los pelas reclamações.

33) O Chamado 3 (2017)

Podemos dizer que O Chamado (2002) é um dos melhores, quiçá o melhor remake de uma produção asiática em Hollywood – e serviu para apresentar ao mundo o talento de Naomi Watts. O segundo filme já havia resultado em uma obra cambaleante em 2005. O que dirá uma espera de mais de dez anos? Apenas que esse navio já havia zarpado.

32) A Colheita do Mal (2007)

As más línguas dizem que a estrela Hilary Swank quando não está ganhando Oscar, está protagonizando algum filme ruim ou de teor duvidoso, parece não haver meio termo para a atriz. Quando fez esta atrocidade para a Warner, Swank já tinha duas estatuetas enfeitando sua estante.

31) Premonições (2007)

Mas Hilary Swank não será definitivamente a última estrela vencedora do Oscar a figurar na lista dos piores filmes de terror de todos os tempos. Quem chega agora é a musa máxima Sandra Bullock, impulsionando este thriller sobrenatural mequetrefe sobre uma mulher tendo visões da morte do marido, e tentando salva-lo do perigo iminente.

30) Um Lobisomem Americano em Paris (1997)

Um Lobisomem Americano em Londres (1981) continua sendo um ícone do gênero e uma ótima pedida para a celebração do dia das bruxas. Já esta continuação tardia nem tanto. Esse foi um dos filmes que pegou a onda dos roteiros joviais espertinhos do pós-Pânico no fim dos anos 90.

29) Vampiros do Deserto (2001)

Em Hollywood muitas produções são criadas tentando capitalizar em cima da figura de algum jovem astro em potencial. Mas quando suas carreiras terminam por não vingar, tais filmes saem de cena com a mesma rapidez. É o caso deste longa da Sony/Columbia que tinha como chamariz a presença de Kerr Smith – você lembra dele?

28) Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1998)

Com um dos títulos mais longos da história do cinema, esse slasher adolescente continua um filme que, bem, não precisava de continuação. E certamente não precisava DESTA continuação. Aqui a ação é movida para a ilha das Bahamas e a trama é tão complicada que apenas nos resta dar risada do quão ridícula é.

27) A Casa dos Sonhos (2011)

Posso dizer que tive o “desprazer” de assistir a este longa no Festival do Rio de seu respectivo ano. Não deixa de ser um fato curioso. Mas assim como Daniel Craig e Rachel Weisz não se cansam de dizer, a única coisa positiva desse filme de assombração da Warner foi o relacionamento que surgiu entre os dois nos bastidores. Estão certíssimos.

26) Vozes do Além (2005)

Protagonizado pelo querido e talentoso Michael Keaton quando sua carreira andava em baixa em meados dos anos 2000, a trama mostra o ator como um arquiteto tentando se comunicar com a esposa através de gravações de áudio, mas atraindo entidades malignas ao invés. Ou seja, um terror bem genérico.

25) Filha do Mal (2012)

Lançado em janeiro nos EUA, antes historicamente conhecido como a data na qual os “filmes vão para morrer”, este found footage de teor sobrenatural é produzido pelo mesmo responsável por grandes blockbusters como Transformers e Megatubarão e tem o diretor de A Órfã 2.

24) Ouija – O Jogo dos Espíritos (2014)

Olivia Cooke está arrancando elogios no papel da Rainha Alicent, uma das protagonistas de A Casa do Dragão, da HBO Max. Mas quase dez anos antes precisou passar pelo calvário deste terror sobre o infame tabuleiro que se comunica com os mortos.

23) A Volta dos Mortos-Vivos 2 (1988)

Os filmes de terror dos anos 80 possuem seu valor de prazer culposo e a grande maioria entra na seleta lista das produções cult inesquecíveis. Isso é o que a década representa. E A Volta dos Mortos-Vivos (1985) é um dos grandes ícones cult da diversão e humor subversivo da época. Porém, esta continuação não conquistou os mesmos elogios.

22) Troll 2 (1990)

Troll – O Mundo do Espanto (1986) é uma produção de terror B que ninguém dá dois centavos para, ou sequer ouviu muito falar. Curiosamente, no entanto, o filme traz no elenco Julia Louis-Dreyfus, a eterna Elaine de Seinfeld, e hoje a Condessa Valentina Allegra de Fontaine da Marvel. Já este Trolls 2 se tornou cult graças à sua estigma de ser “tão ruim que é bom”, lembrado como um dos piores filmes de todos os tempos.

21) Alucinações do Passado 2 (2019)

Alucinações do Passado (1990) é uma produção cult com Tim Robbins que fala sobre os traumas vividos por um veterano da Guerra do Vietnã. Em 2019 tiraram um remake da cartola, protagonizado por Michael Ealy – que por alguma razão no Brasil foi considerado uma sequência e não uma refilmagem.

Crítica | ‘The Hitman´s Bodyguard’ estreia na Netflix trazendo comédia e muita ação em divertido buddy movie

Tiros, Explosões e Risos

Dupla Explosiva ou The Hitman´s Bodyguard (título que o filme foi lançado na Netflix) serve para mostrar que mesmo a mais desgastada fórmula pode exibir frescor se for desenvolvida com vontade suficiente por seus criadores. O roteiro do filme, escrito pelo novato Tom O´Connor (que só tinha o esquecível Fogo Contra Fogo no currículo – calma, não é a obra-prima de 1995 com Robert De Niro e Al Pacino, e sim um filme muito meia boca com Bruce Willis e Rosario Dawson), não tem nada de novo e de fato parece uma daquelas histórias que ficaram na geladeira durante décadas – a vibe é anos 1980 e 1990 total.

Na trama, Ryan Reynolds, de volta aos holofotes após o sucesso imensurável de Deadpool (2016), interpreta Michael Bryce, um exímio segurança, dono de sua própria empresa e equipe. No topo de seu jogo, um atentado no qual perde um cliente (não é spoiler, já que ocorre logo nos primeiros minutos de filme), o faz cair em desgraça. Essa é sua história de redenção. Desmotivado com o trabalho, o sujeito continua a fazer o que sabe, sem o mesmo prestígio e estrutura. Quando sua ex-namorada, papel da exótica francesa Elodie Yung (a Elektra das séries Demolidor e Os Defensores), reaparece em sua vida, a missão mais difícil que já encarou também se apresenta.

O que acontece é que Darius Kincaid (Samuel L. Jackson), um dos assassinos de aluguel mais temidos do mundo, finalmente foi capturado. E não apenas isso, o sujeito fez um acordo com os federais para entregar em corte Vladislav Dukhovich (Gary Oldman), ditador genocida, também sob custódia dos oficiais. O problema é que os homens do renomado criminoso de guerra não pretendem deixar Kincaid vivo para depor, e assim começa uma caçada humana. No meio de uma emboscada, Amelia Roussel (Yung) é a única sobrevivente e precisa da ajuda do ex-companheiro Bryce (Reynolds) para que o matador fique inteiro até cumprir seu dever.

Por esta sinopse já dá para perceber que a história não é novidade e podemos pensar em quinhentos outros filmes que a utilizaram. A graça está mesmo nas trocas entre os personagens, que quicam um no outro inúmeras respostas espertinhas, fazendo valer suas personalidades bem diferentes em colisão. Dupla Explosiva já entra para o panteão de produções que trazem protagonistas avessos, precisando trabalhar juntos, até fazerem desenvolver uma amizade, ou ao menos respeito mútuo. A fórmula consolidada na década de 1980, tem como forte expoente a série Máquina Mortífera (1987 a 1998).

A direção de Patrick Hughes (Os Mercenários 3), cineasta de aluguel, faz o feijão com arroz bem temperado, que não compromete a digestão. Entre tiros e explosões, salva-se a química dos protagonistas, o verdadeiro prato saboroso. Dupla Explosiva também serve para salientar uma tendência dentro do gênero no mercado Hollywoodiano atual: os filmes de ação estilosos, com muita cobertura e pouco recheio. No passado, o roteiro era o principal, seguido por todo o resto. Hoje, confecciona-se o design extravagante e a história muitas vezes é reciclada.

Tal tendência apenas reflete a preguiça do público por novidade, por comprar uma trama totalmente original, dando sempre preferência a algo que já está bem enraizado em nosso subconsciente. Só este ano tivemos como exemplo John Wick: Um Novo Dia para Matar e Atômica. Dupla Explosiva, no entanto, depende menos de seu visual e mais da comicidade de seus protagonistas, que não por acaso já viveram os mesmos personagens de forma mais interessante em filmes melhores. Como dito, esta junção entre o matador e seu guarda-costas serve de puro entretenimento escapista. Leve como uma brisa, quem conseguir mantê-lo na mente no mês seguinte é que deve ser considerado o verdadeiro herói.

De concorrente ao Miss Universo à Mulher Maravilha | Conheça a história da atriz Gal Gadot…

Casada há 14 anos com um empresário holandês, mãe de três filhas, indicada para mais de 25 prêmios em toda a carreira, a carismática atriz Gal Gadot (que em breve deve interpretar a Rainha Má no projeto Branca de Neve e os Sete Anões, com roteiro assinado por Greta Gerwig), nasceu em Petah Tikva, em Israel, mas foi criada até a adolescência em uma cidade de apenas 38.000 habitantes chamada Rosh HaAyin.

Filha de uma professora de Educação física e um engenheiro, antes da fama, um de seus primeiros empregos foi numa filial do Burger King na cidade onde morava. Formada em Biologia (depois ainda estudou Direito na faculdade particular IDC Herzliya), aos 18 anos venceu o Miss Israel e depois participou do Miss Universo.

Miss Israel Gal Gadot smiles during the Miss Universe final show in Quito, Ecuador, 01 June 2004. AFP PHOTO/MARTIN BERNETTI / AFP PHOTO / MARTIN BERNETTI

Aos 20 anos, se alistou nas Forças de Defesa de Israel (que em Israel é obrigatório para homens e mulheres) e lá desempenhou a função de instrutora de condicionamento físico de combate. Após o serviço militar, continuou com a carreira de modelo internacional sendo inclusive um dos rostos de um famoso perfume da marca Gucci e também embaixadora das marcas Revlon e Reebok.

Nesse período entrou para a faculdade e logo na conclusão do primeiro ano foi convidada para fazer um teste para ser a bond girl Camille Montes no 22º filme da franquia cinematográfica de James Bond, 007 – Quantum of Solace, segundo longa-metragem protagonizado por Daniel Craig como o famoso espião, mas o papel acabou ficando para a atriz ucraniana Olga Kurylenko. Assim, sua estreia no universo audiovisual foi em um seriado israelense chamado Bubot.

Em 2009, veio sua grande oportunidade em Hollywood, e logo em seu primeiro longa-metragem interpretou a personagem Gisele no blockbuster Velozes e Furiosos 4 (papel que reprisaria anos depois nas três sequências seguintes da franquia). Após participar dessa que é uma das mais maiores franquias de sucesso quando pensamos em filmes de ação, Gal fez uma participação em um episódio do excelente seriado Entourage, também no filme protagonizado por Steve Carrell e Tina Fey, Uma Noite fora de Série, e no longa-metragem Encontro Explosivo ao lado de Tom Cruise e Cameron Diaz.

Entre outros trabalhos em Hollywood que vieram após, ela voltou para Israel e participou de dois seriados lá Asfur e Kathmandu. O primeiro conta a história de alguns rapazes que moram em uma fazenda no centro de Jerusalém, e precisam em um mês pagar uma dívida com a prefeitura. Já no outro trabalho a história gira em torno de um jovem casal ultraortodoxo que se oferece para estabelecer uma “Casa Chabad” em Katmandu para mochileiros.

Gal também participou do longa-metragem de comédia Kicking Out Shoshana.

Em 2016, conseguiu um papel no filme de ação Triplo 9 onde atuou ao lado de nomes como: Woody Harrelson, Kate Winslet, Anthony Mackie, Casey Affleck, Chiwetel Ejiofor, Aaron Paul e Norman Reedus.

Após esse trabalho, conseguiu um disputado papel que mudaria para sempre sua carreira no longa-metragem Batman vs Superman: A Origem da Justiça onde interpretou a Mulher-Maravilha, papel que reprisou no filme solo da heroína em 2017 (Mulher-Maravilha), em Liga da Justiça e Mulher-Maravilha 1984.

Recentemente, em 2021, protagonizou o longa-metragem Alerta Vermelho da Netflix, ao lado de Ryan Reynolds e The Rock e interpretou uma personagem no projeto baseado na obra homônima de Agatha Christie, Morte no Nilo.

Nos próximos anos vamos ver bastante Gal nas telonas. Em 2023, deve chegar aos cinemas, com o novo projeto de Tom Hooper, o thriller de espionagem Heart of Stone.

Especula-se também que Gal voltará como Gisele no décimo filme da franquia ‘Velozes e Furiosos‘, que contou com uma campanha do CinePOP.

Já em 2024, veremos Gal como a Rainha má em Branca de Neve e os Sete Anões, dirigida por Marc Webb e com roteiro assinado pela dupla Greta Gerwig e Erin Cressida Wilson. Ainda sem data certa, Gal interpretará Cleópatra no filme homônimo dirigido pela cineasta canadense Kari Skogland.

Crítica | Meu Papai Ainda é Noel – Série da Disneyplus Derivada de Filme de Sucesso é Esquisita e Sem Foco

O ano era 1994. Enquanto aqui no Brasil a gente andava em voltas com o novo plano econômico e as possibilidades de compra com a nova moeda fazendo frente ao dólar, lá nos Estados Unidos o mercado distribuidor se preparava para lançar nos cinemas um filme que, posteriormente, viria a se tornar um dos clássicos de Natal: o longa ‘Meu Papai é Noel’. O sucesso foi tão grande, que anualmente diversas plataformas reprisavam a produção como parte da programação especial de fim de ano. Agora, vinte e oito anos depois, a história ganha uma continuação, dessa vez em versão seriada, que chega diretamente à plataforma da Disneyplus nesse fim de 2022, sob o título ‘Meu Papai Ainda é Noel’.

Papai Noel (Tim Allen) está entregando presentes na véspera de Natal quando, de repente, começa a perceber que algo está estranho, e, do nada, cai do telhado da casa de uma criança. Tentando levar tudo com bom humor, ele disfarça, mas seu assistente, o elfo Noel (Devin Bright) percebe que algo não vai bem. Quando, no Natal seguinte, o processo se repete, Papai Noel começa a considerar a possibilidade de se aposentar e passar mais tempo com sua esposa (Elizabeth Mitchell) e seus filhos (Austin Kane e Elizabeth Allen-Dick), mas, para isso, ele precisará encontrar o substituto perfeito para o posto, e tudo indica que o candidato será Simon (Kal Penn), um empresário cujo foco de vida é encontrar o sistema infalível de entrega de encomendas que funcione o ano inteiro.

Dividido em seis episódios curtinhos com cerca de meia hora cada, a sérieMeu Papai Ainda é Noel’ tem o formato e a duração certas, mas seu enredo é um tanto quanto esquisito. Criado para a televisão por Jack Burditt, o roteiro partilhado entre muitas mãos parte de dois pontos já bastante comuns nas histórias infantis natalinas (a diminuição da crença das crianças na figura do Papai Noel) e a passagem de bastão da função do bom velhinho (para seus filhos, alguém da família ou através de uma escolha randômica) para elaborar as tramas que compõem essa primeira temporada de ‘Meu Papai Ainda é Noel’. Até aí, tudo bem, embora não traga nada de novo. O diferencial é que o roteiro constrói um paralelo sobre uma das razões pelas quais isso poderia estar acontecendo (o acesso à tecnologia, que faz com que as pessoas compram e recebam com rapidez, inclusive em feriados e através de robôs e drones, perdendo toda a magia da espera e da ânsia pelo presente). 

Assim, o roteiro passa dois episódios contando o drama do Papai Noel, até ele aceitar se aposentar; então, encontra o substituto, que parece ser um cara legal, embora não acredite muito nesse negócio de Natal; aí do nada, o roteiro transforma esse sujeito bacana em um vilãozão malvado e ganancioso que simplesmente quer acabar com o Natal. Por que tudo isso? Outro ponto esquisito na série é os elfos, interpretados por crianças e adolescentes mas cujos personagens são adultos, que falam abertamente serem casados uns com os outros, o que causa um bocado de estranheza ao espectador. Como se não bastasse, ainda tem o filho do Papai Noel, que, de primeiro se mostra completamente desinteressado por esse universo, e, de repente, se transforma num cara com poderes mágicos e totalmente a fim de seguir com o legado. É como se alguém tivesse escrito algo nos primeiros episódios e depois outra pessoa no roteiro fosse lá e desfizesse tudo. Eu hein.

Confuso, chato e sem foco, ‘Meu Papai Ainda é Noel’ não faz jus ao filme que o precede, mas já tem uma segunda temporada confirmada. Agora é aguardar para ver se a próxima produção finalmente entregará uma boa história aos espectadores.

‘Demolidor: Renascido’: Charlie Cox está relendo os quadrinhos em preparação para a série

As gravações de ‘Demolidor: Renascido‘ (Daredevil: Born Again) estão previstas para começar em fevereiro de 2023, e Charlie Cox já está fazendo seu dever de casa para reprisar o papel como Matt Murdock.

Durante uma entrevista para a GQ, o ator foi questionado se já está malhando para incorporar o físico do herói.

Em resposta, Cox disse que não, pois está ocupado com a leitura dos quadrinhos.

“Não, não. Até o momento, eu só fiz aquelas participações especiais em ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa e na série da ‘Mulher-Hulk‘. A,mbos os trabalhos tiveram um tom bem diferente do que eu fiz antes. No momento, meu foco é a leitura dos quadfrinhos do início até a ultima edição lançada.”

Ele continuou:

“Este é o meu processo de preparação atual, mas vamos começar a filmar no início do ano que vem, então já estou me preparando para começar a entrar na forma física adequada.”

Anteriormente, Cox havia declarado que a série do Disney+ não deve ser tão violenta quanta a série original.

“Fiquei fascinado ao descobrir o motivo da série ter 18 episódios. A nova série terá um elemento procedural. Não é necessariamente um modelo de ‘caso da semana’, mas nos aprofundamos no Matt Murdock como advogado e podemos ver como é a sua vida. Acredito que há algo muito interessante em torno disso, conhecer a vida cotidiana de um super-herói.”

Ele completa, “Essa versão do Matt será diferente. A série do Disney+ ainda será sombria, mas provavelmente não será tão violenta quanto a série da Netflix. É necessário ser diferente, ou então… por que faríamos uma nova série?”

Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.

Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Após a confirmação da nova série do Homem sem Medo, os fãs estão indo à loucura nas redes sociais e agradecendo pelo reconhecimento que o herói finalmente está recebendo.

Confira as reações:

Sobre o retorno da série após o cancelamento da Netflix, Cox havia declarado: “Sou um grande fã de tudo o que a Marvel já fez, e eu não os subestimaria. Se eles querem fazer uma versão menos violenta de ‘Demolidor’, então eu os apoiarei. Talvez possa ter menos sangue, mas eu estarei do lado da decisão deles.”

A série teve três temporadas, com um total de 39 episódios até ser cancelada, juntamente com as outras séries da Marvel na Netflix. Recentemente, todas elas entraram para o catálogo do Disney+ nos Estados Unidos.

‘M3GAN’ vs ‘Annabelle’: James Wan revela quem ganharia uma luta entre as bonecas

Conhecido por dirigir diversos filmes de terror, James Wan (‘Invocação do Mal’) também já produziu alguns títulos do gênero e volta a assumir a função em M3GAN’, que estreia em 19 de janeiro de 2023.

A trama acompanha uma roboticista que usa inteligência artificial para criar uma boneca realista programada para ser a companhia perfeita para as crianças.

No entanto, tudo dá errado quando sua sobrinha órfã tenta criar laços com sua invenção, dando início a consequências aterrorizantes.

Quem acompanha a carreia de Wan sabe que ele também está por trás dos filmes de outra boneca igualmente maligna: Annabelle, introduzida no primeiro ‘Invoicação do Mal‘.

Durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, Wan foi questionado sobre quem venceria em uma luta entre M3GAN e Annabelle.

Em resposta, o cineasta disse:

“Escute, M3GAN é uma raça totalmente nova que não vimos antes. Eu não deixaria M3GAN sem algumas atualizações, especialmente se tivermos a sorte de ter histórias futuras. Porque M3GAN não pode ter lançadores de mísseis na ponta dos dedos? Isso seria incrível. Explodiria qualquer boneca do planeta.”

A protagonista Allison Williams também participou da entrevista e concordou com Wan, dizendo:

“Eu nunca apostaria contra M3GAN. Nunca, nunca. Eu tenho que ir com a minha garota. Ela tem a internet mundial dentro de seu ser. Ela poderia vencer de qualquer coisa.”

Já o diretor Gerard Johnstone foi contra a maré:

“Bem, acho que Annabelle porque ela é um demônio, acho que ela provavelmente venceria. Talvez devêssemos fazer um filme e descobrir!”

Por fim, o co-produtor Jason Blum manifestou suas dúvidas:

“Achei que você perguntaria: ‘quem venceria entre M3GAN e Chucky?’ Porque isso aqui é difícil, Annabelle tem poderes mágicos, e isso deixa tudo mais difícil. Eu não sei… Mas se fosse contra Chucky, M3GAN venceria.”

E aí, qual é a sua opinião?

A trama acompanha Gemma (Allison Williams), uma brilhante roboticista de uma empresa de brinquedos que usa inteligência artificial para desenvolver uma boneca realista programada para ser a maior companheira de uma criança e a maior aliada dos pais. Quando Cady (Violet McGraw), sua sobrinha órfã, vai morar com ela, Gemma pega um protótipo da boneca para testar e as consequências são aterrorizantes.

O filme é dirigido por Gerard Johnstone.

Jenna Davis e Ronny Chieng completam o elenco.

Hugh Jackman responde se irá continuar como Wolverine após ‘Deadpool 3’

O astro Hugh Jackman já tinha se despedido do seu papel de Wolverine no filme ‘Logan‘ (2017), no entanto ele vai usar garras de Adamantium de novo em ‘Deadpool 3‘, e falou se essa será mesmo a última vez ou se pretende voltar atrás e seguir com o papel.

Através do podcast The Empire Film Podcast, Jackman não deu uma resposta definitiva sobre seu retorno como mutante.

“Imagino cada filme como o último, é assim que vejo. Vou ser honesto, eu tinha um contrato de dois filmes no começo, mas ainda presumi que era ‘um e chega’. Você sabe que naquela época não havia filmes baseados em quadrinhos, então eu apenas pego um de cada vez”, disse o ator, dando mais esperanças aos fãs.

“É tudo por causa desse dispositivo que eles têm no mundo Marvel de mover as linhas do tempo, agora podemos voltar porque, você sabe, é ciência, então não tenho que mexer com a linha do tempo de ‘Logan’, que era importante para mim. E Acho que provavelmente para os fãs também”, conclui.

Jackman interpretou Wolverine pela primeira vez em ‘X-Men‘, retornando para ‘X-Men 2‘ (2003), ‘X-Men: O Confronto Final‘ (2006), ‘X-Men: Primeira Classe‘ (2011), ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘ (2014) e ‘X-Men: Apocalipse‘ (2016).

Além de ‘Logan‘, ele também interpretou o personagem em mais dois filmes solo: ‘X-Men Origens: Wolverine‘ (2009), ‘Wolverine – Imortal‘.

Lembrando que ‘Deadpool 3‘ será lançado em novembro de 2024 e, embora isso pareça muito distante, a produção do filme vai começar em breve.

A direção fica a cargo de Shawn Levy (‘Stranger Things’), a partir do roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram as duas primeiras aventuras do anti-herói.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

‘Wandinha’: Showrunner da série comenta sobre possível 2ª temporada

Miles Millar, criador da série ‘Wandinha‘, em entrevista ao The Hollywood Reporter, explicou por que a primeira temporada não deixou pontas soltas para um novo ano.

E também disse o que podemos esperar de uma segunda temporada, caso ela realmente aconteça.

“Acho que para nós é sempre sobre sentir a temporada, porque temos apenas oito episódios, a sensação é que é um livro, então deve parecer completo e satisfatório. Quando você chega ao final de uma série, quer se sentir satisfeito com a história que foi contada”, disse Millar.

“Trata-se de amarrar essas pontas soltas, e então você quer criar expectativas e ganchos para a próxima temporada, mas encerrando esse mistério, para que possamos começar com um novo mistério na próxima temporada”, conclui.

Além de Miles Millar, o show é escrito por Alfred Gough mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

Crítica em Vídeo | O Terror mais SANGRENTO que já assisti…

Vira e mexe, surge a notícia de um filme de terror que fez as pessoas passarem mal no cinema… Seja marketing ou não, este filme em particular foi o MAIS SANGRENTO que eu já assisti na minha vida…

E sim, tem algumas cenas dignas de embrulhar o estômago…

Assista minha crítica de ‘Terrifier 2‘:

Após ser ressuscitado por uma entidade sinistra, o palhaço Art retorna à Miles County, onde ele deve caçar e destruir uma adolescente e seu irmão mais novo na noite de Halloween.

Vale lembrar que o diretor Damien Leone confirmou que está trabalhando no terceiro filme da franquia, que será “o mais aterrorizante”:

“Um dos meus principais objetivos para Terrifier 3 é recapturar o fator de fluência presente no curta-metragem original. Isso tinha uma atmosfera genuinamente assustadora da qual ainda me orgulho. Se tudo correr como planejado, a parte 3 será o filme mais aterrorizante da franquia”, afirmou. 

Confira o trailer:

Damien Leone retorna à direção.

David H. Thornton retorna como o palhaço sádico. Lauren LaVera será a protagonista da continuação.

Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.