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‘Mulher-Hulk’ ganha novo pôster destacando visual de Jen Walters

Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ será lançada em poucas semanas no Disney+, mas nesta sexta-feira (05) o show ganhou um novo cartaz que detalha o visual de Tatiana Maslany como Jen Walters.

Abaixo você confere o visual detalhado:

Lembrando que, nos quadrinhos, a Jen Walters vira uma Hulk após receber uma transfusão de sangue de seu primo, ninguém menos que Bruce Banner. A heroína precisa então conciliar a vida de combate ao crime com o trabalho de advogada.

Já a série deve mostrar uma origem diferente, mas com o mesmo resultado. Além disso, Banner será responsável pelo treinamento da prima.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

‘Sex Education’: Iniciada as gravações da 4ª temporada

Após a saída de quatro atrizes do elenco principal, as gravações da 4ª temporada de ‘Sex Education‘ começaram a todo vapor. A informação foi confirmada pelo astro Asa Butterfield, intérprete do Otis, em publicação nas redes sociais.

Aparecendo como o clássico inglês, o ator apareceu nos bastidores saboreando uma boa e velha caneca de chá, anunciando assim o retorno das gravações da série. Confira a postagem:

A nova fase será uma espécie de recomeço, após o fechamento da escola Moordale. Isso deve explicar a ausência de personagens como Lily (Tanya Reynolds), Olivia (Simone Ashley), Ola (Patricia Allison) e a professora Sands (Rakhee Thakrar).

Vale destacar que Ncuti Gatwa, intérprete do Eric, está confirmado para a nova temporada. Muitos fãs questionaram a aparição do ator após ele ser confirmado como o próximo Doctor Who na série de mesmo nome.

A 4ª temporada de ‘Sex Education‘ ainda não tem data de estreia.

A série foi criada por Laurie Nunn.

Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.

O elenco inclui Asa Butterfield, Emma Mackey, Gillian Anderson, Chaneil Kular, Alistair Petrie, Connor Swindells, Cerys Watkins e Kedar Williams-Stirling.

‘Cuphead’ está de volta no trailer da 2ª temporada da série animada; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Cuphead – A Série‘, produção baseada na clássica franquia de jogos homônimos.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção retornará com episódios inéditos no dia 19 de agosto.

A narrativa segue as desventuras singulares do impulsivo Cuphead e seu cauteloso, mas facilmente influenciável, irmão Mugman. Apesar dos diversos perigos surreais nas Ilhas Inkwell, eles sempre se protegem.

Chad Jared Moldenhauer, criadores do game, entram como produtores executivos.

Lançado pelos estúdios MDHRCuphead traz em sua narrativa os dois protagonistas supracitados e outros demônios e robôs com estéticas reminiscentes dos anos 1930. O estilo artístico único foi um dos principais elementos aclamados pela crítica especializada e, por isso, espera-se que ele seja incorporado na adaptação seriada.

O jogo original tornou-se um dos maiores sucessos da companhia, vendendo milhões de cópias ao redor do mundo e inspirando uma linha inteira de brinquedos e artigos colecionáveis. 

10 recentes filmes de Terror slasher que você PRECISA conferir!

O gênero slasher é um dos mais conhecidos dentro do universo do terror – e vem conquistando cinéfilos desde sua ascensão em meados dos anos 1970, com a popularização massiva do primeiro capítulo da saga Halloween. Desde então, inúmeras produções pautadas em assassinos em série e muito, muito sangue chegaram às telonas (algumas encantando o público, outras falhando em cumprir com o que prometido).

Com a vindoura chegada de ‘X – A Marca da Morte’ aos cinemas (cuja estreia está agendada para o dia 11 de agosto), resolvemos preparar uma breve lista elencando dez recentes filmes slasher que você precisa conferir – sejam eles reboots de clássicas sagas, continuações ou histórias originais.

Veja abaixo as nossas escolhas:

TERROR DOS BASTIDORES (2015)

Onde assistir: Netflix

Max, uma garota do ensino médio, é filha de uma já falecida atriz de filmes B de terror. Em uma sessão especial do grande sucesso de sua mãe, um acidente ocorre na sala de cinema e, sem explicação, ela e seus amigos vão parar dentro da trama. Perseguidos por um brutal assassino, eles precisam encontrar uma maneira de vencer o vilão e retornar ao mundo real.

HUSH: A MORTE OUVE (2016)

Onde assistir: Netflix

O filme é centrado na romancista Maddie Toung, que vive uma vida isolada desde que perdeu sua audição quando era adolescente, se enclausurando em um mundo de total silêncio. Porém, quando um rosto mascarado de um assassino psicótico aparece em sua janela, Maddie precisa ir além dos seus limites físicos e mentais para conseguir sobreviver.

A MORTE TE DÁ PARABÉNS (2017)

Onde assistir: Prime Video

A estudante universitária Tree Gelbman maltrata as pessoas e não parece estar muito disposta a atender as ligações do pai no seu aniversário. No fim do mesmo dia, no entanto, ela é brutalmente assassinada por um mascarado. Acontece que ela sobrevive, ou melhor, acorda no mesmo e fatídico dia, em uma espécie de looping macabro que termina sempre com a morte da garota. Reviver este dia dá a Tree a chance de investigar quem é o seu assassino.

HALLOWEEN (2018)

Onde assistir: Prime Video

Em Halloween, quatro décadas depois de ter conseguido escapar do ataque de Michael Myers em uma noite de Halloween, Laurie Strode terá que confrontar o assassino mascarado pela última vez. Ela foi perseguida pela memória de ter sua vida por um triz, mas dessa vez, quando Myers retorna para a cidade de Haddonfield, ela está preparada.

CASAMENTO SANGRENTO (2019)

Onde assistir: Star+

Horas após o casamento dos seus sonhos, Grace retorna à casa de campo do novo marido para passar a noite com seus novos sogros. Mas isso não é lua de mel, e Grace logo se vê em uma luta sangrenta pela sobrevivência.

FREAKY – NO CORPO DE UM ASSASSINO (2020)

Onde assistir: Telecine

Um punhal místico faz com que Millie, uma garota de 17 anos, e um serial killer troquem de corpo. A jovem descobre que possui apenas 24 horas para ter seu corpo de volta antes que a troca se torne permanente e ela fique presa na forma de um maníaco de meia-idade para sempre. O grande problema é que, agora, ela parece uma psicopata imponente que é alvo de uma caçada humana por toda a cidade.

MALIGNO (2021)

Onde assistir: HBO Max

Madison começa a ter sonhos aterrorizantes de pessoas sendo brutalmente assassinadas e acaba descobrindo que, na verdade, são visões dos crimes enquanto acontecem. Aos poucos, ela percebe que esses assassinatos estão conectados a uma entidade do seu passado chamada Gabriel e, para impedir a criatura, Madison precisa investigar de onde ela surgiu e enfrentar seus traumas de infância.

TRILOGIA RUA DO MEDO (2021)

Onde assistir: Netflix

Trazendo como antagonista principal a bruxa Sarah Fier, que lançou uma maldição sobre os habitantes da cidade, a trama é centrada, a princípio, em Deena e Sam, casal que enfrenta os obstáculos mais sobrenaturais e perigosos que possamos imaginar para entender as constantes tragédias que se abatem sobre Shadyside. Estendendo-se em três obras separadas, ‘1994’‘1978’ e ‘1666’, a diretora e roteirista Leigh Janiak não poderia deixar de prestar homenagem aos clássicos que influenciaram suas produções, desde ‘Sexta-Feira 13’ até ‘A Bruxa’.

A LENDA DE CANDYMAN (2021)

Onde assistir: Prime Video

Um jovem artista cria uma exposição sobre Candyman, uma criatura maligna que, segundo as lendas, pode ser invocada diante de um espelho. Aos poucos, o fascínio do rapaz pelo monstro o joga em uma trama de mistérios, sangue e morte.

PÂNICO (2022)

Onde assistir: Prime Video

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade.

Warner Bros. Discovery cancela MAIS UMA produção que já estava finalizada

De acordo com o Comic Book, a Warner Bros. Discovery decidiu cancelar mais um projeto que já estava finalizado.

Após o cancelamento de ‘Batgirl‘, a vítima da vez foi o programa animado de Ellen DeGeneres, intitulado ‘Pequena Ellen’.

A série explora o mundo através dos olhos de uma hilária e imprevisível versão infantil da apresentadora, com sete anos de idade. Em suas aventuras em sua cidade natal, New Orleans, a Pequena Ellen assume grandes riscos e comete grandes erros, mas ela sempre é capaz de rir de si mesma e se recuperar quando as coisas não saem como planejado.

Produzida pela Warner Bros. Animation e pela Ellen Digital Ventures, a produção já tinha finalizado a 3ª temporada e estava aguardando um anúncio de estreia na HBO Max, mas o estúdio optou pelo cancelamento a fim de cortar custos.

Provavelmente, não deve ser uma surpresa muito grande que ‘Pequena Ellen‘ tenha sido cancelada, pois a HBO Max confirmou no fim de semana passado que a programação infantil familiar seria descontinuada em breve.

A informação havia sido confirmada logo após o cancelamento da série ‘As Crônicas de Cucu‘.

“Séries infantis, sejam animações ou live-action, e conteúdo familiar não farão mais parte de nosso foco de programação no futuro imediato”, disseram os representante da plataforma em um comunicado.

Os assinantes do HBO Max estão cada vez mais preocupados com a direção do streamer agora que grande parte do conteúdo está sendo removido do catálogo.

Além disso, a plataforma deve ser descartada em breve para dar lugar a outro serviço de streaming, que levará um novo nome.

Relembre o anúncio de ‘Pequena Ellen’:

Grant Gustin quebra o silêncio após o CANCELAMENTO de ‘The Flash’

Através do Instagram, Grant Gustin, astro da série ‘The Flash‘, quebrou o silêncio sobre o cancelamento da produção, que será finalizada na 9ª temporada.

“Foram 10 anos incríveis interpretando esse personagem, fazendo parte dessa série com esse elenco e equipe sensacionais, e recebendo muito amor de vocês, os fãs, que amam a série. Vocês são a única razão por termos chegado até aqui. Estou muito animado em retornar para mais uma temporada e finalizar a história em nossos próprios termos. Vou aproveitar cada minuto. Não poderia estar mais honrado em estar associado em esse personagem, provavelmente pelo resto da minha vida. É verdadeiramente uma honra.”

Ele completa, “Agradeço pelo apoio de todos. Espero que vocês gostem da última temporada.”

O ciclo de conclusão, que começa a ser rodado no próximo mês, chegará à emissora nos primeiros meses de 2023 e terá 13 episódios.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

Crítica | O Predador: A Caçada leva a franquia de volta aos eixos com MUITA ação e cenas sangrentas

Você conhece a franquia de ‘O Predador’, a história da criatura alienígena invisível que já veio para a Terra algumas vezes nos anos 1980/1990 e deixou um rastro de corpos por onde passou – e forçando muito herói a ter que se mexer para salvar a humanidade. Em ‘O Predador’ o próprio Arnold Schwarzenegger teve que ir até a Guatemala para salvar políticos estadunidenses presos por lá; em ‘O Predador 2 – A Caçada Continua’ a criatura foi para Los Angeles, tocar o terror nas ruas dominadas por gangues rivais; em seguida, a produção jogou o foco na criatura, que foi brigar com ‘Alien’ em dois longas-metragens; agora o público poderá finalmente conhecer a origem de tudo, no prequel ‘O Predador: A Caçada’, que chega hoje com exclusividade na plataforma da Starplus.

Naru (Amber Midthunder) é uma jovem indígena Comanche que quer provar ser mais do que uma mulher destinada a cuidar e colher, mas sim uma verdadeira caçadora, pronta para defender seu povo. Porém, seu irmão Taabe (Dakota Beavers) e os outros rapazes da aldeia não só não acreditam no potencial dela, como também a impedem de ir caçar. Quando um leão ameaça a permanência do grupo naquela região, Naru decide ir atrás do grupo de caçadores, numa tentativa de mostrar seu valor. O que ela não esperava era descobrir que o leão seria o menor dos problemas para a sua aldeia, pois uma ameaça muito maior e totalmente desconhecida estava matando todas as criaturas vivas da floresta.

Com uma hora e quarenta de duração, ‘O Predador: A Caçada’ tem a duração e o formato certos para prender a atenção do público, entretendo e ao mesmo tempo oferecendo conteúdo. Partindo dos personagens criados por Jim Thomas e da franquia original, o roteiro de Patrick Aison e Dan Trachtenberg volta no tempo para trazer as origens deste que é um dos personagens mais marcantes da ficção científica de terror. Esta origem, entretanto, não é sobre a criatura enigmática, mas sim da história, deste que, até o momento, é o primeiro registro de contato do Predador no planeta Terra.

Ao centrar a história lá nos idos 1700, o roteiro coloca o Predador como uma metáfora para o período colonial: se o Predador só mata àquele a quem considera uma ameaça, e os povos indígenas estão sendo invadidos pelos europeus colonizadores, quem, nessa história, é a verdadeira ameaça e quem tem o direito a permanecer na terra? Tudo isso é oferecido em uma camada profunda, sinalizada especialmente ao final do longa, ao mostrar a característica nômade do povo Comanche em uma história cujo final nós já conhecemos: hoje os Comanche são apenas cerca de 15 mil.

As cenas de ação e de luta são muito bem coreografadas e convincentes, o que torna o projeto do diretor Dan Trachtenberg um filme coletivo, que se vale dos esforços individuais de cada um da equipe para alcançar o resultado. Carismática e exímia manejadora de machadinhas, Amber Midthunder dá conta do recado como uma jovem que luta para conquistar o respeito do grupo, e convence mais do que ‘Valente’ ou ‘Pocahontas’, inclusive nos vários diálogos em Comanche que o filme traz. As cenas de matança e brutalidade não são gráficas, e, no todo, há até pouco sangue em cena – o que pode desapontar a alguns. Entretanto, por alguma razão isso não prejudica a produção; ao contrário, faz com que tanto o Predador quanto os humanos tenham que se valer da inteligência para matar – e isso, na franquia, é algo que andava faltando.

Com um elenco todo composto por nativos indígenas ou descendentes dos povos originários, ‘O Predador: A Caçada’ leva a franquia de volta aos eixos, apresentando uma boa trama comercial dentro de uma história crítica que faz sentido, oferecendo entretenimento que prende a atenção do espectador e joga luz sobre possíveis caminhos que a franquia pode tomar. Filmão!

‘Trem-Bala’: Filme de ação com Brad Pitt deve arrecadar US$ 30 milhões em estreia nos EUA

De acordo com o ComicBook, o filme de ação ‘Trem-Bala‘, estrelado pelo astro Brad Pitt (‘Era uma Vez em…Hollywood’), arrecadou sólidos US$ 4.6 milhões durante a pré-estreia nos EUA.

O site aponta que o longa deve fechar o primeiro final de semana com US$ 30 milhões arrecadados no território norte-americano.

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos (com 53% de aprovação no Rotten Tomatoes), a produção não tem nenhuma competição direta no final de semana, o que deve ajudar a garantir uma boa estabilidade em sua estreia nas bilheterias.

Além disso, o “star power” do Brad Pitt será um grande fator para atrair o público para as telonas.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

“Ao contrário de muitos dos filmes recentes sobre assassinos e piadistas, ‘Trem-Bala‘ reconhece sua estranheza desde o início e ainda consegue conectar tantos pontos de forma criativa e com humor.” – Chicago Sun-Times.

“‘Trem-Bala‘ é confuso e repetitivo. É apenas um desastre de trem em movimento. O filme tem muitas estrelas famosas, mas no fim das contas tem pouca substância ou imaginação para uma comédia de ação.” – Culture Mix.

“Esta locomotiva desajeitada prova não ser nem hilariamente amoral nem violentamente agressiva. Ela faz uma grande comoção, em certos momentos mas na maioria das vezes apenas gira suas rodas.” – Screen International.

“A maior arma de Trem-Bala‘ está na forma esculpida do astro Brad Pitt, que mais uma vez prova que ele é tão charmoso como um deus do cinema quanto um ator de comédia irônico e auto-depreciativo numa variedade de cenas engraçadas.” – Globe and Mail.

“Esse é mais um daqueles filmes que você assiste quando não tem nada melhor para fazer. Sabe quando os primeiros filmes de Tarantino encorajaram muitos cineastas a pensar que eles também poderiam fazer uma comédia rápida com sangue explícito, referências pop e uma maleta cheia de dinheiro? Então…” – The Wrap.

“A ação é de primeira classe, e Brad Pitt e Aaron Taylor-Johnson estão se divertindo como nunca – e com todo aquele estilo hiperativo e violência caricata, você estará pronto para desembarcar em seu destino final.” – Empire.

“‘Trem-Bala é mistura caótica de referências japonesas e americanas misturas num tumulto exagerado, violento pra caramba e muito divertido.” – Punch Drunk Critics.

Baseada no livro Maria Beetle de Kotaro Isaka, a trama acompanha “cinco assassinos que se encontram em um trem-bala em movimento indo de Tóquio a Morioka, com apenas algumas paradas durante a viagem. Eles descobrem que suas missões não estão relacionadas entre si, mas a questão é: quem conseguirá sair do trem com vida e o que os espera na estação final?”.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco também conta com Sandra Bullock, Joey King, Andrew Koji, Brian Tyree HenryMichael ShannonAaron Taylor-Johnson, Hiroyuki Sanada, Sandra Bullock e o cantor Bad Bunny.

Do Pior ao Melhor | Asghar Farhadi, o fenômeno iraniano de 9 Filmes e 2 Oscars

Em um contexto de extrema censura do governo islâmico iraniano, o cinema se mantém graças a critiviade peculiar dos seus cineastas. Pupilo de Abbas Kiarostami (Cópia Fiel), um dos primeiros diretores do país a conquistar sucesso no ocidente, Asghar Farhadi deu uma nova dimensão ao cinema do Oriente Médio, atualmente com nomes impressionantes como Jafar Panahi (Táxi Teerã) e Mohammad Rasoulof (Não Há Mal Algum). Aliás, esses dois premiados cineastas foram presos junto com Mostafa Aleahmad (Poosteh) no último mês de julho acusados de tentar “inflamar e perturbar a segurança psicológica da comunidade iraniana” pelo governo. 

Toda essa censura para contar as histórias da sociedade iraniana aumenta mais a curiosidade sobre elas. Os enredos de Asghar Farhadi são eficazes e brincam com a imaginação dos espectadores e suas próprias indagações morais. É impossível sair da sessão de um seus filmes de forma passiva. Sua linha de trabalho é contar muito, mostrando muito pouco, ou melhor, deixando o público preencher as lacunas. 

Em cartaz em alguns cinemas brasileiros desde 28 de julho, Um Herói é um o mais novo exemplo de sua façanha premiada em Cannes, mas esnobado no Oscar em 2022. Do seu primeiro longa-metragem Dancing in the Dust (2003), sem tradução para o português, passando por suas produções na França e Espanha até o mais recente, o CinePOP propõe um ranking difícil entre as histórias instigantes de um dos roteiristas mais fascinantes da atualidade. 

Se você ainda não conhece sua obra, ou mesmo o cinema iraniano, já passou da hora de investigar um dos trabalhos mais eficazes da sétima arte. Vamos à lista com as notas do público no IMDb e da crítica no Rotten Tomatoes (RT):

  1. Todos Já Sabem (2018) – IMDb 6.9 / RT 78%

Pela primeira vez completamente longe da sua cultura, Asghar Farhadi busca criar suspense familiar em um pequeno povoado na Espanha. Com o elenco ibero-americano dos sonhos Penélope Cruz, Javier Bardem e Ricardo Darín, o enredo constrói seus pontos de atritos durante uma festa de casamento, na qual a filha da personagem de Penélope Cruz desaparece e ela encontra-se em volta a questões do passado aprisionadas no seu presente e futuro. Como nas tramas anteriores do diretor, ações e reações, certo e errado marcam a tônica do filme, mas, desta vez, transforma-se mais em uma novela do que um estupefato desenlace. Por esta razão, o elenco estelar abre essa lista na última posição.

Leia também: Crítica | Todos Já Sabem – Suspense e Segredos do Passado em Tom Novelesco

  1. Dancing in the Dust (2003) IMDb 6.7 / RT 71%

Sem título em português e distribuição no Brasil, “Dança na Poeira” (na tradução livre) é o primeiro filme para o cinema do diretor iraniano. Como toda primeira obra, ela é uma amostra do que seria o legado do renomado cineasta. Aqui já estão presentes os enlaces morais, as escolhas difíceis e os entremeios mantidos em segredo do público.

Um rapaz é socialmente obrigado a divorciar-se dias depois do casamento porque a sua esposa é filha de uma prostituta. No dilema entre sua família e sua nova companheira, o jovem Nazar (Yousef Khodaparast) trabalha dobrado para pagar as despesas do casamento e não tem como arcar com os custos do divórcio. Com uma trama complicada e ainda não tão bem trabalhada como as posteriores, o longo suplício do personagem nos escapa, por vezes, o interesse. 

  1. Beautiful City (2004) – IMDb 7.6 / RT 90%

No dia do seu aniversário de 18 anos, ao invés de celebrar, Akbar (Hossein Farzi-Zadeh) chora copiosamente. Isso porque, aos 16 anos, ele matou sua namorada e agora ele deve ir para a prisão de adultos, onde esperará sua execução. A sentença, no entanto, pode ser alterada para prisão perpétua se o pai enlutado, Rahmati (Faramarz Gharibian), perdoar o crime do jovem. 

É uma aula de como as leis no Irã funcionam num processo judicial labiríntico, onde as questões de vingança e “dinheiro de sangue” são postas em evidência. Ao mesmo tempo em que nasce um relacionamento de vida e morte entre o amigo do condenado (Babak Ansari) e a irmã dele (Taraneh Alidoosti), que buscam levantar o dinheiro para ganhar a simpatia de Rahmati e salvar a vida do jovem. Como sempre, nada é tão simples e Asghar Farhadi faz-nos entrar nos dilemas dos personagens.

  1. O Passado (2013) – IMDb 7.7 / RT 92%

Após o premiado A Separação, Farhadi realiza essa co-produção francesa-iraniana, com um protagonista iraniano, Ahmad (Ali Mosaffa), vindo do seu país de origem para assinar o divórcio com a sua ex-esposa francesa Marie (Bérénice Bejo). Quando ele chega, percebe que as coisas estão descarrilhadas na vida de Marie. A filha mais velha vive em conflito com ela  por conta do seu novo namorado (Tahar Rahim), cujo a esposa está em coma e eles têm um filho pequeno. 

Os problemas do passado superados por Ahmad parecem retornar e cada minuto uma nova informação faz a história mudar completamente de perspectiva. Não existem vilões e mocinhos, mas pessoas com problemas a colidirem umas com as outras. O Passado é uma história de colisões arquitetada admiravelmente. Vale lembrar que Bérénice Bejo (O Artista) levou a Palma de Ouro em Cannes por sua atuação.

  1. Um Herói (2021) – IMDb 7.5 / RT 97%

Depois do Grand Prix do Júri em Cannes no ano passado, Um Herói ficou de fora da lista do Oscar de Filme Estrangeiro para surpresa dos especialistas da sétima arte. A história é baseada em um fato real ocorrido no Teerã, tanto que a adaptação deste fait divers causou a acusação de plágio de uma ex-estudante do cineasta no Irã. Farhadi foi inocentado e a história rocambolesca de Rahim (Amir Jadidi) é um turbilhão de sensações. Segundo o próprio diretor/roteirista, esta é sua primeira história sem “informações escondidas”, no entanto, existem muitas dúvidas no ar. 

Rahim está na prisão por causa de uma dívida que ele foi incapaz de pagar. Durante uma licença de dois dias, ele tenta convencer seu credor a retirar sua queixa contra o pagamento de parte da soma. Contudo, ele se envolve em um emaranhado de interesses que envolve vingança, poder midiático, justiça e paternidade. Difícil sair com fôlego. 

  1. Quarta-Feira de Fogos de Artifício (2006) – IMDb 7.7 / RT 100%

Seu terceiro filme é realmente o seu ponto de partida para o exterior. Com lançamento no Festival de Locarno, Quarta-Feira de Fogos de Artifício é bem escrito e dá ao público um seguro vislumbre do talento emergente do roteirista e diretor.

Desconfiada da fidelidade do marido, Mozhde (Hedye Tehrani) vive em um dilema existencial, não dá atenção ao filho pequeno, deseja anular a viagem de férias, e não consegue arrumar a casa, que encontra-se numa baderna. Seu marido, então, contrata uma empregada para ajudá-la, a ingênua Roohi (Taraneh Alidoosti).  

Durante a véspera do Ano Novo Islâmico, os personagens vivem um tumulto de desconfiança, segredos e mal-entendidos. O roteiro nos coloca na berlinda várias vezes e o nosso olhar muda de ponto de vista a cada novo detalhe. Esse é o primeiro filme de Farhadi a desenvolver uma ambientação claustrofóbica de desconforto entre o público e os personagens. 

  1. O Apartamento (2016) – IMDb 7.7 / RT 96%

Os três primeiros filmes neste ranking apresentam o melhor do roteirista iraniano: ludibriar o espectador e fazê-lo não saber para onde correr. Quem tem razão nesta história ganhadora do Oscar? O Apartamento coloca na berlinda temas complexos e instigantes. Ali, é possível pensar em assédio, trauma, estupro, xenofobia, honra, tudo isso com o casal principal tendo que subir ao palco todas as noites para encenar uma peça. 

Depois que seu apartamento é danificado, o jovem casal Emad (Shahab Hosseini) e Rana (Taraneh Alidoosti) deve mudar-se para outro apartamento. Uma vez realocados, uma súbita erupção de violência ligada ao inquilino anterior de sua nova casa muda drasticamente suas vidas, criando uma tensão latente entre marido e mulher.

  1. À Procura de Elly (2009) – IMDb 7.9 / RT 99%

Apresentado no Festival de Berlim, o longa ganhou o Urso de Prata de Melhor Direção. Já na onda de trazer um grande mistério para o centro da ação cheio de camadas a desvendar, o diretor iraniano conta a desventura de uma jovem professora infantil (Taraneh Alidoosti) que desaparece no norte do Irã no fim de semana na praia, no qual ela seria apresentada a um potencial pretendente. 

Todos os personagens entregam veracidade e desespero na medida certa e nos instigam a não desgrudar os olhos de cada acontecimento. Por que ninguém da família de Elly sabia que ela estava lá? Dezenas de perguntas se acumulam e o desvelar é, na verdade, uma perpétua dúvida. Bem-vindo ao provocativo mundo de Farhadi.

  1. A Separação (2011) – IMDb 8.3 / RT 99%

Ganhador do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e indicado à categoria Melhor Roteiro Original, A Separação colocou o diretor iraniano no patamar dos grandes cineastas mundiais. Moralmente complexo, cheio de suspense e completamente envolvente, o longa captura a bagunça de um relacionamento em dissolução com uma percepção aguçada e um final abrasador. 

Quando Nader (Payman Maadi), um funcionário do banco, se recusa a deixar Teerã, sua esposa, Simin (Leila Hatami) pede o divórcio na esperança de que ela possa dar uma vida melhor para sua filha no exterior. Precisando de alguém para cuidar de seu pai senil enquanto ele está no trabalho, Nader contrata Razieh (Sareh Bayat), uma mulher casada cujo xador esconde sua gravidez.

Um dia, após um ataque de raiva, Nader empurra Razieh e ela sofre um aborto espontâneo, levando seu marido a denunciar Nader à justiça. Como se posicionar numa história como esta?

Esquadrão Suicida faz 6 ANOS | Por que o filme de David Ayer é tão ODIADO?

Esquadrão Suicida completou 6 anos hoje. Lançado no início de agosto de 2016 (dia 4 no Brasil e 5 nos EUA em grande circuito), o filme era a promessa de um verdadeiro fenômeno cultural pop. E em partes o foi. Mas não da maneira esperada. É seguro dizer que ninguém, nem os fãs, tampouco os envolvidos com o projeto esperavam o backlash (o famoso tiro pela culatra) que a produção sofreria após seu lançamento – primordialmente devido à incisivas críticas ruins dos maiores e mais prestigiados veículos especializados, que destroçaram o longa, por falta de palavra melhor.

Veja que disparidade: enquanto o recente O Esquadrão Suicida (de James Gunn) angariou os exemplares 96% de aprovação, seu predecessor, fazendo uso do mesmo material em mãos, amargou irrisórios 26% de aprovações com a mesma imprensa cinco anos antes. O que podemos perceber com isso não é a superioridade ou gênio de um cineasta sobre outro, mas sim o aprendizado de um grande estúdio como a Warner no que diz respeito à interferência na visão de um artista para sua obra. Seis anos se passaram e a mesma Warner cedeu à pressão dos fãs por um Snydercut, a versão planejada por Zack Snyder para sua Liga da Justiça. E a empresa igualmente parece ter dado total liberdade ao diretor James Gunn, que também assina o roteiro, para que entregasse o filme que planejava.

É preciso ter em mente que há seis anos, a Warner se via desesperada para engatar um universo cinematográfico nos moldes do que a Marvel vinha fazendo. Assim, todos os filmes da DC no período ficariam estigmatizados como produções esquizofrênicas mais preocupadas em tecer ligações entre seus filmes do que criar uma obra coerente com começo, meio e fim. A pressão embutida nos cineastas era tamanha que muitas vezes eles tinham seus filmes “sequestrados” pelos executivos, com profissionais chamados às pressas – e não envolvidos com a produção do filme – para dar seu pitaco e reeditar tais obras. Foi o caso com Esquadrão Suicida (2016), que teve sua versão final editada pela empresa Trailer Park, Inc., responsável pela edição do trailer do filme – aquele com a música do Queen que fez muito sucesso e despertou em todos o interesse imediato pelo produto.

O mundo é um lugar injusto, e no mundo do cinema a competição é visceral. Promessas e sonhos podem ser dilacerados instantaneamente. A carreira de um artista, hoje com o advento da mídia na ponta do dedo de cada espectador, pode ir pelo ralo com apenas um deslize. É devastador pensar no tempo e a dedicação que profissionais aplicam a uma determinada obra e quando o resultado surge, se não agradar é necessário encontrar alguém para culpar. David Ayer foi o diretor de Esquadrão Suicida (2016), então um cineasta estabelecido, tendo trabalhos badalados tanto como roteirista (Velozes e Furiosos / Dia de Treinamento) quanto na direção (Marcados para Morrer / Corações de Ferro).

O novo O Esquadrão Suicida (2021) se beneficiou em partes pelo hype comedido em relação ao longa, que nem de longe se compara ao que foi alcançado com o filme de Ayer em 2016. Há seis anos, nada no estilo havia sido feito antes, com o filme então sendo o primeiro a se concentrar em vilões como protagonistas ao invés dos heróis. O tal trailer contendo a canção do Queen gerou mais visualizações, por exemplo, do que ambos do que era o maior filme da casa para aquele ano: Batman vs Superman, lançado em março de 2016. De fato, uma das promessas sobre Esquadrão Suicida é que iria fazer pelos personagens secundários da DC o que Guardiões da Galáxia havia feito pelos da Marvel dois anos antes. Ou seja, transformá-los em ícones pop. E aí está uma coincidente ligação com James Gunn.

É preciso levar em conta também que Esquadrão Suicida seguia a recepção mais do que morna que o citado Batman vs. Superman havia recebido da mídia especializada (com 28% de aprovação). Mesmo assim, bastava uma olhada no trailer do filme de Ayer para todos ganharem muita confiança em relação ao longa. Não existe uma pessoa sequer que não tenha sido “enganada” pela prévia mais legal dos últimos anos. O problema foi que depois de termos assistido ao filme, percebíamos que o trailer era mais interessante e melhor. O hype, no entanto, havia sido gerado bem antes, com a revelação do elenco, com a divulgação das imagens dos atores caracterizados como seus personagens. Esquadrão Suicida contou com um dos melhores grupos de atores dos últimos anos, daquele tipo que não acreditamos que tenham conseguido reunir tanta gente boa num único projeto.

Em especial quatro nomes chamavam muita atenção na frente das câmeras. Will Smith, um dos maiores astros de Hollywood, adentrava pela primeira vez nos chamados “filmes de super-heróis”, aceitando um papel que estava muito longe de personagens como Batman, Superman ou qualquer outra figura encapuzada famosa. No filme ele era o bandido Pistoleiro, vilão B da galeria da editora. Sua participação demonstrava a confiança do ator no projeto e numa dinâmica ensamble (termo usado para quando não temos apenas um protagonista dentro da história). Na cola de Smith chegava Margot Robbie, jovem atriz australiana que havia sido revelada como furacão em O Lobo de Wall Street (2013) e aqui repetia a dobradinha com Smith de Golpe Duplo (2015). Robbie ganhava o papel de sua carreira na pele da Arlequina.

Viola Davis já nesta época vinha sendo considerada uma grande intérprete de pura representatividade. Ela havia sido indicada ao Oscar por Histórias Cruzadas (2011), na TV era celebrada na série How to Get Away With Murder (2014-2020) e no mesmo ano ganharia o Oscar por Um Limite Entre Nós. Davis era a escolha perfeita para a fria e calculista Amanda Waller, chefe de uma agência secreta do governo. Fechando o quarteto principal, o excêntrico Jared Leto havia dado um tempo de sua carreira como ator até retornar para sua vitória no Oscar em Clube de Compras Dallas (2013). Sua performance e sua vitória no filme citado o levaram ao papel do psicopata Coringa, um dos maiores vilões da cultura pop. Do filme citado até Esquadrão Suicida foram mais três anos para o ator.

Algumas caracterizações acertaram o alvo, como a de Robbie e Davis, outras se tornaram escolhas duvidosas e controversas, como a de Leto. Seja como for, houve um incrível empenho de todos os atores envolvidos. Todos se entregaram aos papeis, aprendendo lutas, se exercitando, se desafiando, aprendendo a usar armas, técnicas de combate. Robbie aprendeu a andar no trapézio e técnicas de circo. Smith se dedicou com fuzileiros reais. Foram meses de estudos nos mais variados âmbitos da parte de todos os atores. Cara Delevingne, por exemplo, contratada para o papel da feiticeira Magia sem que existisse um roteiro ainda, foi recomendada pelo diretor que andasse nua à luz da lua e sentisse a lama em seus pés descalços – como forma de se preparar para a personagem. Coisa que a modelo e atriz levou à risca.

Margot Robbie aprendeu a arte da tatuagem, já que sua personagem tem o corpo coberto pelos desenhos na pele. O elenco se tornou tão unido que uma forte amizade surgiu entre eles, as fotos divulgadas e tudo que cercava a produção fazia questão de enfatizar este clima de camaradagem, como há muito não se via numa produção deste porte. Era a forma de todos atestarem um envolvimento genuíno além de seu contracheque ao fim do trabalho. A conexão foi tão forte, com o elenco acreditando tanto no projeto, que todos fizeram tatuagens (a maioria feita por Robbie) em seus corpos com os dizeres “SKWAD”, uma gíria na forma de escrever a palavra Esquadrão em inglês. É claro que os relatos mais polêmicos vieram do ator do método Leto que, entre outras coisas, incorporou a persona do Coringa, só queria ser chamado pelo personagem e enviou presentes para lá de bizarros (como ratos) para seus colegas de cena.

A pressão em relação ao projeto já acontecia antes de seu lançamento, com Margot Robbie admitindo ter recebido ameaças de morte por ter aceitado o papel, vindas da parte de “fãs” alucinados e ter percebido a partir daí a dimensão do projeto em que se envolvia. Com o lançamento do filme, a pressão foi outra, mais real e substancial. David Ayer escreveu algumas vezes de forma aberta em suas redes e para a mídia sobre a decepção de ter se dedicado tanto e sua obra não ter agradado. Ayer disse também que faria muitas coisas diferente se pudesse ter uma nova chance – grande parte do seu filme foi retalhada e a construção dos personagens (um número significativo em tela) terminou comprometida pelos cortes, com muitas cenas gravadas não utilizadas no produto final. Sendo o Coringa de Leto um dos que mais sofreram na versão que foi aos cinemas.

Esquadrão Suicida (2016) custou aos cofres da Warner US$175 milhões e recuperou quase tudo em seu fim de semana de estreia na América do Norte, com US$133 milhões em caixa. Foram US$325 milhões em bilheteria no seu território e US$746 milhões ao total no mundo – o que garantiu ao filme um sucesso financeiro. Junte a isso uma vitória no Oscar (na categoria de maquiagem), tornando o longa o quarto filme do subgênero a possuir tal honraria. Não deixa de ser um fato muito curioso Esquadrão Suicida ser o filme “odiado” mais bem sucedido dos últimos anos. O “fracasso”, porém, não passou despercebido pelos mesmos executivos que trataram de afastar Ayer do projeto Sereias de Gotham, seu próximo passo dentro deste universo.

Além de Ayer, um dos que mais sentiram o golpe foi o astro Will Smith, que tratou de se manter longe da continuação de Gunn (e deve estar arrependido agora). Entre mortos e feridos, Margot Robbie foi a que mais lucrou na história (isto é, desconsiderando as ameaças de morte). Arlequina a transformou uma estrela internacional aos 25 anos. A personagem (e Robbie) ganhou filme solo ano passado (Aves de Rapina) e novamente foi chamariz em O Esquadrão Suicida (2021), além de ter se tornado, ela, o fenômeno pop que Esquadrão Suicida (2016) planejava ser. Todas as atenções no filme foram para a personagem e a atriz, garantindo extrema popularidade nas mais variadas mídias. Hoje, até quem não assistiu ao filme sabe da Arlequina.

David Ayer, seis anos passados e com a poeira tendo baixado, começa a falar em sua versão do filme, querendo seguir pelo caminho do Snydercut. Agora com a propriedade nas mãos de outro cineasta, pode ser que o estúdio considere que esse “barco já partiu”. Isso é, a não ser que os fãs comessem a se mexer nesta direção.

Primeiras Impressões | ‘Sandman’ é um merecido presente para os fãs da aclamada saga

Cuidado: spoilers à frente.

Neil Gaiman é um dos artistas mais conhecidos e respeitados de todos os tempos e já trouxe uma série de clássicos títulos à vida – incluindo Coraline e o Mundo Secreto, ‘Stardust – O Mistério da Estrela’, American Gods e ‘O Oceano no Fim do Caminho’. Mais do que isso, as adaptações de suas obras sempre tiveram recepção considerável por parte da crítica e do público, reafirmando a importância desse romancista e quadrinista extremamente importante para a cultura pop contemporânea. E não é nenhuma surpresa dizer que Sandman é uma de suas obras mais ovacionadas e conhecidas – que, agora, ganha uma nova versão pela imperiosa gigante do streaming, a Netflix.

A temporada de estreia, cuja história desenrola-se por dez episódios, posa como um sonho se tornando realidade. Afinal, para aqueles que não conhecem a longa jornada da releitura para o mundo do audiovisual, diversas tentativas de trazer a magnum opus de Gaiman à vida ocorreram nos últimos anos, todas falhando miseravelmente por não conseguirem mergulhar na etérea e metafísica essência construída pelo autor. É claro que não poderíamos deixar de ficar com um pé atrás para ver Morpheus, Lúcifer e tantos outros clássicos personagens finalmente ganhando uma roupagem live-action – afinal, o resultado poderia ser incrível ou uma decepção total. Para a felicidade dos espectadores, a série cumpre com o prometido e, mesmo se valendo de alguns convencionalismos do gênero fantástico, constrói uma jornada envolvente pelo Mundo Acordado, pelo Mundo dos Sonhos e pelos apaixonantes e tocantes eventos que explodem nas telinhas.

O primeiro passo em direção ao sucesso foi ter colocado Gaiman como um dos consultores e produtores executivos – ora, quem melhor que o próprio criador de Sandman para reapresentá-lo aos fãs? O segundo foi ter construído, pelo menos nos três primeiros episódios da iteração, uma linha narrativa que nos introduz ao mote principal do show – a ambição humana e o desejo pelo inalcançável. A trama se inicia em meados dos anos 1910, em que um ocultista chamado Roderick Burgess (Charles Dance nos agraciando com mais uma performance irretocável) ganha acesso a um livro que pode encarcerar a Morte e que pode trazer seu falecido filho de volta. Entretanto, seu charlatanismo presunçoso prende uma outra entidade, Morpheus (Tom Sturridge), lorde do Mundo dos Sonhos, e tenta barganhar a liberdade dele em troca de desejos impossíveis. E é aí que tudo começa a desandar.

Apesar de fincadas no sobrenatural e na magia, as obras de Gaiman sempre trouxeram temas de importante reflexão sobre a sociedade – não de uma forma pessimista, mas infundidas em um realismo melancólico de que a ambição desmedida é, normalmente, a causa de todos os males do mundo. Em Sandman, isso não é diferente: depois de capturado, Morpheus (ou Sonho, como também é conhecido) perde o rubi, o elmo e a areia que servem como seus objetos de poder – caindo em mãos erradas e causando um caos gigantesco àqueles que usufruem deles. Quando consegue escapar de sua prisão, ele retorna ao Mundo dos Sonhos depois de “sumir” por um século, e parte em uma missão para recuperar o que lhe foi roubado e reconstruir seu reino.

Enquanto cada engrenagem da série funciona com uma perfeição quase intocável, a parte mais interessante é a forma como os capítulos iniciais utilizam os convencionalismos das apresentações para garantir que os espectadores não precisam ter lido os quadrinhos originais (mas, quando tiver oportunidade, não deixe de conferi-los em sua magnânima beleza). A história é destinada a qualquer um que ouse adentrar esse cosmos de mistério e magia – e somos envolvidos pelas macabras tramas arquitetadas desde os primeiros minutos. Nesse quesito, Gaiman, aliado a David S. Goyer e Allan Heinberg, sabe como trabalhar os personagens de forma a não se render a impulsos circinais e cansativos, dando tempo o suficiente para que se desenvolvam sem pressa e num ritmo crescente.

Além de Sturridge fazendo um ótimo trabalho como o protagonista titular, temos a presença de Vivienne Acheampong como Lucienne, versão feminina de Lucien, bibliotecário do Mundo dos Sonhos e servo fiel de Morpheus, que traz um pouco de razão e sensatez à ira de seu mestre e tenta ajudá-lo como poder; Boyd Holbrook encarnando o vilão Coríntio, cuja caracterização é absolutamente exímia; Jenna Coleman como Johanna Constantine, descendente de John Constantine e estudiosa do oculto – uma mulher sem papas na língua que carrega traumas de um passado não muito distante e logo se envolve com a busca infindável de Morpheus por seus pertences; e Asim Chaudhry e Sanjeev Bhaskar como Abel e Caim, respectivamente, pincelados como ácidos escapes cômicos que trazem leveza e bizarrice às cenas. E esses são apenas alguns dos personagens que aparecem até então.

Se as performances são o centro de nossa atenção, juntamente ao roteiro, as investidas técnicas e artísticas que acompanham o estelar elenco são escolhidas com cautela surpreendente. Há uma certa teatralidade onírica que adorna o reino controlado por Morpheus e seus asseclas, em contraste com a sobriedade excessiva de uma Londres marcada pela tragédia e pela sensação constante de que algo de ruim vai acontecer – resumida, por exemplo, nas cenas que Johanna e Morpheus desfrutam juntos. A trilha sonora de David Buckley funciona como a “cereja do bolo”, não ganhando uma expressividade principal, mas também não se exilando apenas como apetrecho decorativo – e sim um complemento bem-vindo e instigante.

Depois de tanto tempo esperando, Sandman saiu do limbo criativo e ganhou uma adaptação mais que encantadora. A ideia principal da nova série da Netflix (um dos melhores títulos do ano, sem sombra de dúvida) é clara e deve trilhar um caminho certeiro, com potencial de sobra para nos tirar o fôlego e nos presentear com uma joia do audiovisual contemporâneo, movido pelo embate entre a leniência e o desconhecido.

Diretor de ‘A Entidade’ vai produzir novo terror dos diretores de ‘A Bruxa da Casa ao Lado’

De acordo com o Deadline, Scott Derrickson e C. Robert Cargill (‘O Telefone Preto’) irão produzir o terror ‘Room 428‘, que está sendo desenvolvido pela Screen Gems.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o longa está sendo descrito como um “terror sobrenatural”.

Brett e Drew Pierce, responsáveis pelo terror ‘A Bruxa da Casa ao Lado‘, irão comandar o projeto, além de assinarem o roteiro.

Sherryl Clark também servirá como produtora através da Crooked Highway.

Lançado em 2020, ‘A Bruxa da Casa ao Lado‘ foi um enorme sucesso nos cinemas durante o período de pandemia, permanecendo no topo das bilheterias norte-americanas por seis semanas consecutivas – sendo o primeiro filme a atingir a marca desde ‘Avatar‘, em 2009.

Além disso, após ser disponibilizado na Netflix, o terror se tornou a produção mais popular do serviço de streaming, alcançando o topo do TOP 10 dos filmes mais assistidos nos EUA.

Novas informações serão divulgadas em breve.

Adaptação de ‘Chainsaw Man’ ganha novo trailer BRUTAL e SANGRENTO; Confira!

A adaptação de ‘Chainsaw Man‘, baseado no mangá de Tatsuki Fujimoto, ganhou um novo trailer violento.

Confira:

Ainda sem data de lançamento, a produção está programada para estrear em outubro.

Ryū Nakayama é responsável pela direção.

A história traz Denji, um jovem que faz qualquer coisa por dinheiro. Ele trabalha como caçador de demônios para pagar a dívida de seu falecido pai com a Yakuza, sempre acompanhado por seu cachorro-demônio Pochita. Depois de ser traído, e praticamente morto, Denji se funde com Pochita e renasce como um meio demônio.

A dublagem original conta com as vozes de Kikunosuke Toya, Tomori Kusunoki, Shogo Sakata e Fairouz Ai.

‘Sobrenatural 5’: Rose Byrne tem retorno CONFIRMADO na sequência

De acordo com o Deadline, Rose Byrne, que estrelou os dois primeiros filmes da franquia como Renai Lambert, irá retornar na sequência ‘Sobrenatural 5‘.

Além dela, Patrick Wilson e Ty Simpkins também retornarão como Josh e Dalton Lambert, respectivamente.

A trama se passará 10 anos após os eventos do segundo filme.

“Josh Lambert (Wilson) viaja para o leste para deixar o seu filho Dalton (Simpkins) na faculdade. No entanto, o sonho de Dalton se torna um pesadelo quando os demônios reprimidos do seu passado retornam para assombrá-lo.”

O elenco ainda contará com Sinclair DanielPeter Dager Hiam Abbass.

A Sony Pictures anunciou que o filme será lançado no dia 7 de Julho de 2023.

Vale lembrar que Patrick Wilson assumirá como o diretor do próximo capítulo da saga.

“Estou honrado e emocionado por estar no comando de ‘Sobrenatural 5’, que proporcionará uma chance incrível de desvendar tudo o que os Lamberts passaram há uma década, bem como lidar com as consequências de suas escolhas,” compartilhou Wilson em uma declaração. “Dirigir o filme é tanto profissionalmente quanto pessoalmente um momento de círculo completo para mim, e sou extremamente grato por ter sido confiado em continuar a contar essa história assustadora.” 

O quarto filme da franquia foi ‘Sobrenatural: A Última Chave‘ – que arrecadou mais de US$ 167 milhões mundialmente à partir de um orçamento de US$ 10 milhões, tornando-se a maior bilheteria da franquia.

Kevin Feige manda seus sentimentos aos diretores Billal Fallah e Adil El Arbi após CANCELAMENTO de ‘Batgirl’

O presidente da Marvel, Kevin Feig , que colaborou com os diretores Billal Fallah e Adil El Arbi  em vários episódios de ‘Ms. Marvel‘, mandou seus sentimentos após o cancelamento de ‘Batgirl‘.

“Meus amigos, eu tive que entrar em contato e informar que estamos todos pensando em vocês dois. Por causa das notícias maravilhosas sobre o casamento (parabéns!) e as notícias decepcionantes sobre a Batgirl. Estou muito orgulhoso de vocês por todo o trabalho incrível que vocês fazem e particularmente em Sra. Marvel, é claro! Mal posso esperar para ver o que vem por aí. você. Espero vê-los em breve.”, escreveu Feige para a dupla em um e-mail.

Através do Stories do Instagram, El Arbi compartilhou uma imagem revelando o encontro entre a heroína vivida por Leslie Grace e o Batman de Michael Keaton.

A imagem foi divulgada logo depois que o diretor mostrou um presente que ganhou de Keaton: uma cópia autografada do livro sobre os bastidores de ‘Batman – O Retorno’.

“Para Adil: obrigado, me diverti muito!”, escreveu o ator no autógrafo.

Confira a imagem divulgada por El Arbi:

Lembrando que a Warner Bros gastou US$ 90 milhões com a produção.

A Variety apurou com várias fontes citadas que a decisão da Warner Bros. Discovery de engavetar ‘Batgirl‘ – bem como uma sequência animada de ‘Scooby!‘– permitirá que o estúdio reduza os impostos sobre ambos os filmes. Isso hipoteticamente permitiria que o estúdio recuperasse os custos de ambos os projetos, desde que não monetizasse nenhum dos filmes, seja lançando-o no HBO Max ou vendendo-o para outro estúdio.

Dados os relatórios recentes sobre as decisões de negócios da Warner Bros. Discovery, com a empresa supostamente procurando cortar US$ 3 bilhões do seu orçamento, isso explicaria os cancelamentos sem precedentes.

O estúdio já cortou a programação roteirizada nas redes a cabo TNT e TBS nos EUA, chegando a cancelar séries horas antes da estreia da temporada.

Ainda assim, a decisão de cancelar dois filmes de alto perfil no processo – incluindo uma tão esperada adaptação do universo DC – ainda é CHOCANTE.

Além de Grace e Keaton, o elenco ainda contaria com J. K. Simmons (James Gordon), Brendan Fraser (Vagalume), Jacob Scipio (Anthony Bressi), Ivory Aquino (Alysia Yeoh), Rebecca Front, Corey Johnson e Ethan Kai.

Christina Hodson assina o roteiro.

De ‘O Predador: A Caçada’ a ‘Mike: Além de Tyson’ | Confira os principais LANÇAMENTOS nos Streamings em Agosto!

É isso, gente. Agosto chegou! Muitos de nós já voltaram das férias, retornando às aulas ou ao trabalho. Mas, no hemisfério norte, seguem as férias de verão, e isso significa que ainda tem muita coisa boa vindo por aí nos streamings! Para te ajudar a se organizar, fizemos aqui uma listinha de tudo de bom que chega esse mês, para você não perder nada.

Em Nome do Céu’ – StarPlus

Minissérie completa que chega no próximo dia 10 conta a história dos eventos que levaram ao assassinato de Brenda Wright Lafferty e da sua filha em Utah, em 1984. Enquanto o detetive Jeb Pyre investiga, ele descobre verdades ocultas sobre a origem da religião mórmon.

‘Abbot Elementary’ – StarPlus

Série de comédia sobre o local de trabalho de um grupo de professores dedicados e apaixonados e um diretor ligeiramente surdo. Servidores públicos, eles estão dispostos a superar todas as dificuldades para melhorar as condições em que trabalham. Estreia em 10 de agosto.

Mike: Além de Tyson’ – StarPlus

Minissérie com um episódio novo por semana. Traz a história do lendário pugilista Mike Tyson, que fez muito sucesso nos anos 1980 e 1990, e relaciona como o fato de ser um atleta negro escancarou o racismo e o classicismo dos Estados Unidos.

‘Pistol’ – StarPlus

Minissérie musical em seis episódios que chega no dia 31 de agosto à plataforma. Conta a história dos icônicos Sex Pistols, uma das bandas de punk rock mais revolucionárias e famosas do mundo. Dirigido por Danny Boyle.

‘Não Foi Minha Culpa’ – StarPlus

Estrelado por Bianca Comparato a primeira temporada da série brasileira chega completa à plataforma no dia 10. Inspirada em história real e com dez protagonistas, conta a história traumática de fatos ocorridos durante o Carnaval na vida de dez mulheres. Dirigida por Susanna Lira. A mesma série, na versão colombiana, também estreia na plataforma, sob o nome ‘Não Foi Minha Culpa. Bogotá’.

O Predador: A Caçada’ – StarPlus

Maravilhoso filme com protagonismo e temática indígenas, o longa se passa em 1700 e centra a história em uma jovem guerreira protegendo seu povo. Mistura fatos históricos com ficção científica. Nós, do Cinepop, entrevistamos o elenco aqui.

‘Rensga Hits!’ – Globoplay

Série original brasileira centrada no universo sertanejo do interior do país. Com clássicos como ‘Não aprendi dizer adeus’ na trilha sonora, conta a história de uma jovem que larga sua vida e sua mãe no interior para correr atrás dos seus sonhos. Estreia dia 4.

‘Arcanjo Renegado’ – Globoplay

A segunda temporada da série de ação estreia com força na plataforma esse mês. E, dessa vez, a trama ganhará ares e territórios internacionais.

‘Bom dia, Verônica’ – Netflix

A polêmica segunda temporada da igualmente polêmica série brasileira chega à plataforma da Netflix na 4a feira 03 de agosto, trazendo como novidade no elenco a participação de Reynaldo Gianecchini e Klara Castanho.

‘Treze Vidas – O Resgate’ – Prime Video

Lembram da história dos doze meninos e o treinador deles, que ficaram presos em uma caverna na Tailândia? À época, Hollywood disse que ia fazer filme a respeito, e o resultado é este longa, que chega à Prime Video na primeira sexta do mês, trazendo no elenco Colin Farrell e Viggo Mortensen.

A League of Their Own’ – Prime Video

A história, que já virou filme antes, chega no formato seriado na plataforma no dia 12 de agosto, contando os desdobramentos de mulheres na década de 1940 que tentaram jogar na liga profissional de beisebol estadunidense.

Samaritan’ – Prime Video

O aguardado retorno de Silvester Stallone às telonas chega no formato da telinha do streaming com o longa ‘Samaritano’, baseado na HQ, disponível dia 29 de agosto.

Power Book III – Raising Kanan’ – Starzplay

A terceira série do universo ‘Power’ chega à plataforma da Starzplay no próximo dia 14, com um episódio novo todo domingo. Ambientada nos anos 1990, esta nova vertente contará a história de um dos personagens favoritos dos fãs: Kanan Stark.

‘Evil by Design: Exposing Peter Nygard’ – Starzplay

Série documental em três episódios, chegando toda sexta-feira à plataforma. Conta a história real do executivo de moda Peter Nygard, acusado de ter abusado de mulheres nos Estados Unidos e Canadá por mais de quarenta anos.

The Great’ – Starzplay

A aguardada segunda temporada da série de época ‘The Great’ chega completa à plataforma agora em agosto com dez episódios, trazendo novamente Elle Fanning e Nicholas Hoult nos papéis principais.

A Casa do Dragão’ – HBO Max

Provavelmente uma das séries mais aguardadas dos últimos anos, ‘House of the Dragon’, o prequel de ‘A Guerra dos Tronos’, finalmente chega à HBO Max a partir do dia 21 de agosto.

‘María Marta: O Crime do Country Clube’ – HBO Max

Nova minissérie original da plataforma joga luz sobre um dos true crime mais bizarros da história da Argentina. A série tenta desvendar a identidade do assassino de María Marta, entrevistando boa parte dos envolvidos. Este mês os episódios estarão gratuitos para não assinantes.

Pretty Little Liars: Um Novo Pecado’ – HBO Max

O primeiro episódio do novo spin-off de PLL chegou à plataforma no finzinho de julho, mas é em agosto que o suspense e o terror tomarão conta da série. Além disso, em agosto os episódios estarão disponibilizados gratuitamente para não assinantes.

Nada Suspeitos’ – Netflix

Foi aqui que pediram comédia? O novo filme nacional estrelado por Gkay e Thati Lopes brinca com a comédia e o suspense e promete arrancar muitas risadas do público a partir de 17 de agosto.

Sandman’ – Netflix

A série mais aguardada do ano da plataforma finalmente chega ao público a partir da primeira sexta-feira do mês. Baseada no famoso quadrinho de Neil Gaiman, o Rei dos Sonhos desembarca para o público em uma jornada entre mundos com a temporada completa em 5 de agosto.

Uma Família Exemplar’ – Netflix

Série de suspense que chega em 12 de agosto aos assinantes, conta a história de um professor que acidentalmente rouba dinheiro de um cartel de drogas e, para salvar sua família, se vê obrigado a trabalhar como entregador de drogas.

‘Locke and Key’ – Netflix

A terceira temporada da série de sucesso chega aos assinantes no meio do mês, em 10 de agosto. Dessa vez, os irmãos Locke descobrirão ainda mais magia… e as consequências de brincar irresponsavelmente com poderes que não sabem controlar.

‘Eu Nunca…’ – Netflix

Os fãs de Devi ficarão chocados ao vê-la finalmente assumir seu relacionamento abertamente na escola, mas também refletirão sobre o fato de que relacionamentos não são só flores. A nova e terceira temporada chega dia 12 de agosto.

De Férias da Família’ – Netflix

Mark Wahlberg e Kevin Hart juntos em filme de comédia? É isso que veremos quando um pai dono de casa resolve festar com seu melhor amigo quando sua família toda viaja. O filme estreia dia 26 de agosto.

Dupla Jornada’ – Netflix

Este filme traz Jamie Foxx como um caçador de vampiros que só tem uma semana para conseguir levantar o dinheiro para ajudar sua própria filha. Estreia dia 12 de agosto.

Buba’ – Netflix

Como um dos primeiros lançamentos do mês, o filme conta a história de um trapaceiro de cidade pequena e seu irmão manipulador que entram para a máfia local. Chega dia 3 de agosto.

Que Culpa tem o Carma?’ – Netflix

Drama jovem adulto que conta a história de uma estilista que vê sua própria irmã, que é modelo, começar a namorar seu crush de adolescência. Estreia dia 3 de agosto.

Lightyear’ – Disneyplus

Se você perdeu ‘Lightyear’ nos cinemas, sua chance de se emocionar é agora! A partir de 3 de agosto o filme solo do patrulheiro estelar de ‘Toy Story’ estará disponibilizado na plataforma.

Venom’ – Disneyplus

A história do personagem mais enigmático do universo do Homem-Aranha finalmente chega à Disney+ sem restrição de público a partir de sexta-feira 5 de agosto.

Eu sou Groot’ – Disneyplus

Um dos personagens mais carismáticos da Marvel, Groot finalmente chega com sua série solo em 10 de agosto. Com episódios curtinhos, a temporada toda chega completa de uma vez só.

Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’ – Disneyplus

Os fãs da Marvel aguardam com curiosidade esta nova série do MCU – e todas as dúvidas serão sanadas a partir de 17 de agosto, com a estreia do primeiro episódio da série, que disponibilizará um novo episódio toda quarta-feira.

Andor’ – Disneyplus

Também os fãs de ‘Star Wars’ serão contemplados esse mês. Focada na jornada de Cassian Andor, a sérieAndor’ chega na plataforma na quarta-feira, 31 de agosto, com dois episódios de uma vez só. A partir daí, será um episódio novo por semana, toda quarta-feira.

‘Lego Star Wars: Férias de Verão’ – Disneyplus

Como se nada mais pudesse ser inventado no universo de ‘Guerra nas Estrelas’, o especial original trará os queridos personagens das galáxias em uma divertida férias de verão na praia. Estreia sexta dia 5 de agosto.

‘High School Musical: O Musical: A Série’ – Disneyplus

A terceira temporada desta que já é uma das mais longevas séries musicais da empresa do Mickey Mouse chegou aos assinantes no fim de julho, e trará um novo episódio toda quarta-feira ao longo de agosto.

Cinema DE GRAÇA! Participe da pré-estreia do terror ‘Gêmeo Maligno’…

Ah, como é gostoso levar nossos leitores para uma sessão gratuita de cinema, com direito a PIPOCA e REFRIGERANTE de graça…

Vamos levar vários leitores do site + acompanhante para a pré-estreia do terror sobrenatural ‘Gêmeo Maligno‘ (The Twin), estrelado pela Teresa Palmer (‘Quando as Luzes se Apagam’).

Os primeiros que pedirem o convite poderão conferir o filme conosco em uma sala de cinema maravilhosa… mas corra: os ingressos são limitados.

É OBRIGATÓRIO curtir a página do CinePOP no Facebook e COMPARTILHAR o post abaixo:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de Agosto.

Taneli Mustonen é responsável pela direção, marcando esse projeto como o primeiro longa-metragem em inglês sob o seu comando.

Após um trágico acidente que tirou a vida de um de seus gêmeos, Rachel (Palmer) e o seu marido Anthony (Cree) se mudam para o outro lado do mundo com seu filho sobrevivente na esperança de construir uma nova vida. O que começa como um tempo de cura na tranquila zona rural escandinava, logo toma um rumo sinistro quando Rachel começa a desvendar a verdade torturante sobre seu filho e confronta as forças maliciosas que tentam segurá-lo.

Steven CreeBarbara Marten também estrelam a produção.

Presidente da DC Films está prestes a ABANDONAR o cargo após cancelamento de ‘Batgirl’

De acordo com o The Hollywood Reporter, o presidente da DC Films, Walter Hamada, está prestes a sair da divisão depois que a Warner Bros. Discovery decidiu arquivar o filme da ‘Batgirl.

Ao que parece, Hamada já consultou um advogado para intermediar sua demissão. No entanto, ele pretende permanecer no cargo até o final de outubro para acompanhar a recepção do filme do ‘Adão Negro‘.

Como o portal deixa claro, Hamada está pretendendo sair do estúdio, mas ele ainda não está totalmente comprometido com a decisão.

Uma fonte ligada aos bastidores da Warner Bros. Discovery disse que o executivo “está fazendo uma pausa e ele ainda não está certo sobre uma possível demissão.”

Para quem não sabe, Hamada foi contratado para chefiar a DC Films após a tentativa lançar o universo compartilhado que teve início com ‘Batman vs Superman’, ‘Esquadrão SuicidaeLiga da Justiça‘.

Depois disso, Hamada foi encarregado de fazer a transição da franquia além do extinto Snyderverse, combinando ‘Batgirl‘, ‘The Flash’, ‘Aquaman’, ‘O Esquadrão Suicida‘ e vindouras adaptações.

Além disso, ele também foi responsável por supervisionar os filmes independentes da DC, como ‘Coringa, e projetos para a TV, como ‘Peacemaker’, ‘Justiça Jovem‘ e a série animada da ‘Harley Quinn‘.

No entanto, agora que a DC Films e a Warner Bros. estão sob a bandeira da Warner Bros. Discovery, liderada por David Zaslav, houve uma drástica mudança nos bastidores da companhia.

Pelo visto, Zaslav quer redefinir toda a estratégia que a DC Films estabeleceu para os próximos 10 anos, na tentativa de tornar a marca uma rival de peso para a Marvel Studios.

Em maio, Zaslav já havia emitido um comunicado, dizendo que:

“Achamos que podemos construir um negócio de crescimento muito mais forte e sustentável a partir da redefinição das propriedades da DC no cinema e na televisão. Como parte disso, vamos focar na qualidade. Não vamos lançar nenhum filme antes que esteja pronto… A DC merece melhorias, e isso é algo que somos capazes de fazer.”

Agora só resta aguardar para descobrir se a fusão da Warner Bros com a Discovery irá beneficiar as adaptação baseadas no Universo DC.

Até lá, vale lembrar que o próximo filme do estúdio é ‘Adão Negro‘, chega aos cinemas nacionais dia 20 de outubro, um dia antes da estreia nos EUA.

Recheada de cenas inéditas, a mais nova prévia traz um confronto de ideias entre o anti-herói e o Sr. Destino (Pierce Brosnan), que põe em dúvida o papel do personagem.

Ao longo da conversa, o mago diz que Teth Adam (Dwayne Johnson) tem o poder de ser tanto a salvação como a destruição do planeta.

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Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça:  Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

 

Crítica | ‘X – A Marca da Morte’ é uma carta de amor aos filmes slasher

A partir dos anos 1970, o subgênero do terror conhecido como slasher ganhou popularidade significativa e deixou sua marca no cenário do entretenimento assim como diversas outras incursões adoradas pelo público (como a comédia romântica ou a ficção científica). Dentre os principais títulos do estilo supracitado, temos os clássicos ‘Halloween’, ‘A Hora do Pesadelo’ e ‘Sexta-Feira 13’, o revolucionário e ácido ‘Pânico’ e, mais recentemente, títulos como ‘A Morte Te Dá Parabéns’ e ‘Freaky – No Corpo de um Assassino’. Agora, abrimos um novo e nostálgico capítulo com o ambicioso ‘X – A Marca da Morte’, que, apesar das óbvias fórmulas trazidas às telonas, posa como uma divertida carta de amor a seus predecessores e uma sangrenta aventura no interior do Texas.

Seguindo tendências que já vêm se consolidando desde o final da década passada (isto é, de canalizar esforços em narrativas que não sejam tão esperadas dentro do escopo do terror e do horror), a trama acompanha um grupo de jovens que viaja para uma cabana para rodar um filme pornográfico. Dentre eles, temos Maxine (Mia Goth), uma aspirante à atriz que acredita que sua participação nessas produções irá ajudá-la a conquistar seus sonhos; é por essa razão que ela embarca nessa jornada ao lado do namorado, Wayne (Martin Henderson), que também é o diretor e o produtor da obra, e acompanhada da bombshell Bobby-Lynne (Brittany Snow), do charmoso Jackson Hole (Scott Mescudi) e do casal formado por Lorraine (Jenna Ortega) e RJ Nichols (Owen Campbell).

Entretanto, o que promete ser apenas uma road-trip cinematográfica logo se transforma em um pesadelo infindável: afinal, eles alugam uma casa de hóspedes que pertence a dois idosos para poderem rodar a produção, mas sem que eles saibam. E, conforme as horas passam, eles percebem que os estranhos anfitriões têm planos malignos para tirá-los de cena um a um – até que não sobre absolutamente ninguém.

A iteração é comandada pelo conhecido cineasta Ti West, cuja filmografia inclui ‘A Casa do Demônio’, ‘Hotel da Morte’ e ‘V/H/S’ – o que significa que o realizador não é nenhum estranho à história que traz à vida. E, considerando que ele também fica a encargo da produção e do roteiro, a narrativa é pincelada com uma identidade bastante clara e com um propósito objetivo e prático, que faz ótimo uso dos convencionalismos em uma atmosfera original e que se afasta do mero sobrenatural. Afinal, não estamos lidando com uma criatura demoníaca que caça adolescentes aleatoriamente em um monte de vingança; enfrentamos um casal de idosos que, em uma crise de ódio e de inveja que cresce exponencialmente ao descobrir o que seus hóspedes estão fazendo, resolvem se vingar pelo simples fato de serem rejeitados pela idade. Em outras palavras, há uma belíssima e impactante análise sobre etarismo que paira sobre o enredo principal e que serve como mote dos antagonistas para coletarem suas vítimas.

West faz questão de transformar a produção em uma carta de amor aos filmes que o influenciaram desde o começo da carreira – e constrói espécies de easter eggs para satisfazer o público. A saga de Jason Voorhees, por exemplo, é referenciada no pseudo-idílico cenário da casa no lago e na arquitetura dos personagens; o famoso ‘Pânico no Lago’ também é recuperado em algumas sequências específicas, incluindo um arrepiante plongé absoluto envolvendo Maxine e prenunciando uma das mortes mais cruéis do enredo; a paleta de cores e a caracterização sentimental das cenas abraça as inflexões de ‘O Massacre da Serra Elétrica’; em suma, é notável como o diretor assina uma carta de amor aos slashers sem deixar se levar pelo preciosismo fílmico e sem deixar de lado peculiaridades bem-vindas que nos guiam do começo ao fim.

Enquanto boa parte das investidas técnicas funciona como deveria, é o estelar elenco que rouba a atenção. Goth não apenas encanta com a complexidade de Maxine, como também transmuta-se na perigosa Pearl, a vilã, mergulhando de cabeça em uma performance de tirar o fôlego; Ortega também encontra sucesso significativo ao interpretar Lorraine, reiterando seu status como uma das futuras representantes do terror contemporâneo (ainda mais considerando sua participação em obras como ‘A Babá: Rainha da Morte’ e o capítulo mais recente da franquia ‘Pânico’); e Snow, em um dos melhores papéis de sua carreira, faz um aguardado comeback ao gênero depois do subestimado ‘Would You Rather’. Cada qual adornada com arcos que vão além da mera superfície e que contribuem para as múltiplas reviravoltas do roteiro.

‘X – A Marca da Morte’ é uma das grandes surpresas do ano e, mesmo com seus óbvios deslizes, consagra-se como uma sólida e sangrenta aventura que é mais densa do que aparenta. Guiado por rendições aplaudíveis, o longa-metragem discorre sobre temas como amadurecimento e liberdade – e é acompanhado de uma sutil reviravolta que dialoga totalmente com a jornada da personagem principal.

Batman e Batgirl se encontram em imagem oficial do filme cancelado da heroína; Confira!

Através do Stories do Instagram, o co-diretor de ‘Batgirl’, Adil El Arbi, compartilhou uma imagem revelando o encontro entre a heroína vivida por Leslie Grace e o Batman de Michael Keaton.

A imagem foi divulgada logo depois que o diretor mostrou um presente que ganhou de Keaton: uma cópia autografada do livro sobre os bastidores de ‘Batman – O Retorno’.

“Para Adil: obrigado, me diverti muito!”, escreveu o ator no autógrafo.

Confira a imagem divulgada por El Arbi:

Antes do inesperado cancelamento, os fãs da DC estavam bastante curiosos para descobrir como seria a participação do Homem-Morcego na adaptação.

E o insider Viewer Anon divulgou alguns detalhes sobre a interação entre os personagens.

Em uma no Twitter, ele revela que:

“Ele [o Batman] encontra Barbara duas vezes fantasiado, primeiro na rua dizendo a ela para não fazer isso, depois em uma daquelas grandes torres dos filmes do Tim Burton, onde ele a ajuda com algo que ela precisa. A última cena do filme mostra eles se unindo e saltando de uma gárgula para sobrevoar Gotham.”

Em seguida, ele fez mais algumas revelações sobre o tamanho da participação de Keaton na trama, e como Barbara Gordon (Leslie Grace) daria início em sua trajetória como vigilante.

“Bem, não adianta mais guardar informações: Michael Keaton só teria cinco cenas em ‘Batgirl‘. Ele não treinou Barbara, ela apenas se vestiu de Batman para uma festa de Halloween, parou alguns terroristas e ajustou o traje para se tornar uma super-heroína.”

Confira:

Por enquanto, não dá para saber se as informações são legítimas, mas o perfil tem um bom histórico de acertos sobre vazamentos e foi um dos primeiros a revelar que a Capitã Carter (Hayley Atwell) e o Professor Xavier estariam em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Lembrando que a Warner Bros gastou US$ 90 milhões com a produção de ‘Batgirl‘, mas pode haver um motivo financeiro por trás da decisão.

A Variety apurou com várias fontes citadas que a decisão da Warner Bros. Discovery de engavetar ‘Batgirl‘ – bem como uma sequência animada de ‘Scooby!‘– permitirá que o estúdio reduza os impostos sobre ambos os filmes. Isso hipoteticamente permitiria que o estúdio recuperasse os custos de ambos os projetos, desde que não monetizasse nenhum dos filmes, seja lançando-o no HBO Max ou vendendo-o para outro estúdio.

Dados os relatórios recentes sobre as decisões de negócios da Warner Bros. Discovery, com a empresa supostamente procurando cortar US$ 3 bilhões do seu orçamento, isso explicaria os cancelamentos sem precedentes.

O estúdio já cortou a programação roteirizada nas redes a cabo TNT e TBS nos EUA, chegando a cancelar séries horas antes da estreia da temporada.

Ainda assim, a decisão de cancelar dois filmes de alto perfil no processo – incluindo uma tão esperada adaptação do universo DC – ainda é CHOCANTE.

Além de Grace e Keaton, o elenco ainda contaria com J. K. Simmons (James Gordon), Brendan Fraser (Vagalume), Jacob Scipio (Anthony Bressi), Ivory Aquino (Alysia Yeoh), Rebecca Front, Corey Johnson e Ethan Kai.

Christina Hodson assina o roteiro.