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‘365 Dias Finais’: Tragédia e guerra no trailer oficial da última parte da trilogia; Confira!

A última parte de ‘365 Dias‘, intitulada ‘365 Dias Finais‘, teve seu primeiro trailer oficial divulgado pela Netflix.

No filme, os melhores médicos lutam pela vida de Laura (Anna-Maria Sieklucka). Seu marido, Massimo (Michele Morrone), terá que tomar uma das decisões mais difíceis de sua vida: salvar Laura ou seu filho. Que decisão ele irá tomar? Ele saberá viver sem a mulher que ama? Será capaz de criar um filho sozinho?

A estreia acontece dia 19 de agosto.

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O filme anterior, 365 Dias: Hoje‘, amargou raros 0% de aprovação no Rotten Tomatoes e se tornou piada entre os internautas nas redes sociais.

Confira as reações abaixo:

 

‘Trem-Bala’ e os filmes de AÇÃO que se passam num único cenário

Não, não se trata do herói superveloz do seriado incorretíssimo The Boys, da Amazon Prime Video. Aqui falamos da nova superprodução do astro Brad Pitt. O ator não fazia um filme desde 2019, quando lançou Era uma Vez em Hollywood e Ad Astra – Rumo às Estrelas. Bem, é verdade que no início 2022 ele apareceu numa participação na comédia Cidade Perdida, a pedido da colega Sandra Bullock – que retribuiu o favor com uma participação em Trem-Bala. Então digamos que este é o primeiro filme que protagoniza desde 2019. Trem-Bala já está em cartaz nos cinemas pelo mundo, tendo estreado na última quinta-feira, dia 4 de agosto, por aqui no Brasil dando oficialmente a largada dos grandes blockbusters do mês. A trama, baseada em um livro japonês foca grande parte de sua ação dentro de um trem-bala, quando um grupo de exímios assassinos se encontra a bordo e percebe que seus destinos estão interligados. O trem do filme é uma versão fictícia do trem real Shinkansen – um dos mais rápidos do mundo.

Essa é a primeira vez que um filme de ação usa como cenário o veículo incrivelmente veloz – ao menos em grande parte de sua narrativa (já que no passado longas como o primeiro Missão: Impossível e Wolverine Imortal realizaram uma cena específica utilizando o veículo). Pensando nisso e pegando como gancho esse novo longa que vem sendo muito elogiado, resolvemos relembrar com você alguns dos icônicos filmes de ação do passado que usaram um único cenário, seja um veículo ou outro local, o usaram como centro de sua narrativa e o venderam em cima disso. Confira abaixo.

Duro de Matar (1988)

Não dá para falar de filme de ação sem pensar em Duro de Matar. Ainda hoje o filme estrelado por Bruce Willis e dirigido por John McTiernan (o mesmo de O Predador) é sinônimo de excelência quando o assunto é o gênero. Muitos podem não saber, mas o filme responsável por transformar Willis num astro e nome associado ao cinema policial é baseado num livro também. Aqui, obviamente, a história se desenrola toda dentro de um prédio de Los Angeles, o fictício Nakatomi Plaza (na verdade o Fox Plaza, o prédio que continha os escritórios de um dos maiores estúdios de Hollywood e produtor do filme).

Duro de Matar 2 (1990)

O primeiro Duro de Matar foi um sucesso unânime, assim seria muito difícil o estúdio não dar sinal verde para uma continuação, mesmo que ele não pedisse necessariamente. Mais difícil ainda, previa os pessimistas, seria realizar um filme tão bom quanto o original. Bem, podemos dizer que os pessimistas estavam errados de novo. Bruce Willis retornava e a trama era novamente baseada num livro (talvez aí esteja o segredo da franquia). A ação agora era movida para Washington, para o aeroporto internacional Dulles. O local se mostrou um cenário tão eficiente quanto o prédio original, numa trama talvez ainda mais repleta de reviravoltas e ação mirabolante.

Passageiro 57 (1992)

Tudo que faz sucesso e vira fenômeno em Hollywood logo cria sua própria tendência. Por lá o número de “imitadores” é sempre maior do que as ideias originais. A verdade é que no mundo real as coisas também não são diferentes disso. Seja como for, Duro de Matar se tornou uma febre e logo alastrava suas influências no cinema de ação para outros filmes. A Warner foi uma das que agiu mais rápido e sem perder muito tempo gerou seus próprios “filhotes” de Duro de Matar. É muito fácil imaginar que este veículo protagonizado por Wesley Snipes (então um dos reis do gênero) foi vendido para os executivos como um “Duro de Matar passado num avião”. E é exatamente isso que ele é.

A Força em Alerta (1992)

Hoje, Steven Seagal pode até ser uma piada para muitos, mas no fim dos anos 80 e início de 90, ele galgava ao posto de astro da ação com filmes que eram sucesso de crítica e público. Esse aqui foi seu maior e mais ambicioso projeto: uma superprodução de US$35 milhões bancada pela Warner e com direção de Andrew Davis, que no ano seguinte faria o indicado ao Oscar O Fugitivo, com Harrison Ford. Aqui, Seagal vivia um cozinheiro militar condecorado, que vê o navio encouraçado no qual está a bordo ser tomado como refém por terroristas – assim como toda a tripulação -, restando apenas ele para salvar o dia. E sim, é um “Duro de Matar no navio”.

A Força em Alerta 2 (1995)

A Força em Alerta pode ser considerado o maior e mais ambicioso filme da carreira de Steven Seagal. E foi também o mais bem sucedido de crítica e bilheteria. Naturalmente, a Warner viu não uma janela, mas uma porta escancarada para uma sequência. Afinal, a rival Fox já tinha um carismático herói nas formas do John McClane de Bruce Willis, e Casey Ryback de Steven Seagal parecia ser uma ótima pedida para a Warner também. Assim, três anos depois, o estúdio tirava do papel a continuação que colocava o protagonista desta vez dentro de um trem em alta velocidade, onde terroristas ameaçavam o mundo. Isso que é estar no lugar errado, na hora errada. Bem, não chegava a ser um trem-bala, mas fez estrago.

Velocidade Máxima (1994)

Muito antes de John Wick e antes mesmo de Matrix, o gente-boa Keanu Reeves se tornava um herói de ação ainda no início dos anos 90. Muitos podem apontar Caçadores de Emoção (1991) como sua entrada com pé direito no gênero, mas foi Velocidade Máxima que atingiria novos níveis de sucesso para o estrelato do ator. Velocidade Máxima foi sensação em sua época, e de forma surpresa roubou grande parte dos holofotes de outros blockbusters, vide True Lies e Os Flintstones – O Filme. A trama começa dentro de um elevador e segue claustrofóbica dentro de um ônibus, que não pode diminuir sua velocidade caso contrário uma bomba o explode. Reeves vive Jack Traven, e o filme ainda nos apresentaria uma Sandra Bullock novinha em sua virada na carreira.

Velocidade Máxima 2 (1997)

Não existe nada tão bom que não possa ser estragado. E nem sempre a continuação de um filme de sucesso chega aos pés de seu original. Nem todos podem ser Duro de Matar 2. E Velocidade Máxima 2 definitivamente não é. Embora o mesmo Jan de Bont tenha retornado para dirigir, o astro Keanu Reeves decidiu seguir seu próprio caminho, não querendo nada com essa continuação, que trocava o ônibus por um cruzeiro transatlântico. E sim, se você acha que um cruzeiro é um veículo lento demais para um filme de ação chamado Velocidade Máxima, você está completamente certo. Sandra Bullock retornou e ganhou os holofotes como protagonista. E na ausência de Reeves, entrou em cena o insosso Jason Patric. A melhor coisa é o sempre ótimo Willem Dafoe vivendo o caricato vilão.

Con Air – A Rota da Fuga (1997)

A geração mais nova pode até não acreditar, mas Nicolas Cage era um dos maiores heróis de ação no fim dos anos 90, após ter vencido o Oscar de melhor ator. Tá bem, pode ser informação demais para os mais novos assimilarem, então iremos nos concentrar no filme. Após ter se saído muito bem em A Rocha (1996), diversos roteiros do gênero chegavam à porta do ator, que na época tinha sim renome. O primeiro que ele aceitou foi esse Con Air, que o colocava como herói trágico, um presidiário cumprindo pena por ter matado um sujeito numa briga defendendo a esposa. O tal Con Air do título se refere ao avião que transporta os condenados e que curiosamente o coloca ao lado dos piores criminosos do país. Quando os bandidos tomam conta da aeronave, cabe a Cameron Poe (Cage) fazer o que é certo.

‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ ganha novo teaser DUBLADO com cenas inéditas; Confira!

Prime Video divulgou um novo teaser dublado de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘, série que adapta as obras de J. R.R. Tolkien durante a segunda era da Terra-Média.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que a produção tem estreia marcada para 02 de setembro.

Anteriormente, a plataforma liberou um trailer que se aprofunda nos personagens do reino insular de Númenor, como Isildur (Maxim Baldry), Elendil (Lloyd Owen), Pharazôn (Trystan Gravelle), e a Rainha Regente Míriel (Cynthia Addai-Robinson). Outros Númenóreanos também anunciados recentemente são Kemen (Leon Wadham) e Eärien (Ema Horvath).

Confira:

O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média de J.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.

“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne e Patrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘Pokémon: As Crônicas de Arceus’: Novo especial ganha data de estreia na Netflix

A Pokémon Company divulgou que o especial ‘Pokémon: As Crônicas de Arceus‘ estreia na Netflix no dia 23 de setembro deste ano. Lembrando que o especial foi lançado no Japão em janeiro para divulgação do jogo ‘Pokémon Legends: Arceus‘. Confira o trailer:

Para os amantes da dublagem, foi revelado junto ao trailer dublado do especial é que Alfredo Rollo voltará a interpretar Brock. Na aparição mais recente do personagem, Brock tinha tido voz por Sérgio Cantú. Confira abaixo o trailer dublado de Pokémon: As Crônicas de Arceus:

Vale destacar que ‘As Crônicas de Arceus‘ é um especial de quatro episódios que foi lançado diretamente para exibição direto no streaming (Amazon Prime) no Japão, não fazendo parte da linha principal de episódios de Jornadas Pokémon, apesar de contar com os personagens do animê principal.

No especial, Ash, Goh, Dawn, Brock e Cynthia precisam salvar Sinnoh (o nome atual da região Hisui, onde o jogo é ambientado) da destruição. Durante a jornada, os protagonistas precisam derrotar inimigos da Equipe Galáctica.

‘John Wick 4’: Diretor diz que quarto filme é o MAIOR de toda franquia

Chad Stahelski, diretor de ‘John Wick 4‘, revelou que este será o filme mais longo da franquia de ação estrelada por Keanu Reeves. Em entrevista ao Collider o Stahelski foi perguntado sobre o tamanho do quarto filme da franquia ‘John Wick‘, e ainda que ele tenha tentado desconversar, ele falou mais.

“É maior que os outros três, mas não tão maior assim”, confessa Stahelski.

Lembrando que ‘John Wick: De Volta ao Jogo‘ tem 101 minutos de duração, já ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar‘ tem de 122 minutos, enquanto ‘John Wick 3: Parabellum‘ tem 131 minutos. Ou seja, o quarto filme terá pelo menos duas horas e doze minutos no total. Alguém aposta em 1h30?

O cineasta também foi perguntado sobre o processo de edição, e o quão perto da conclusão o filme está. “Estamos na reta final da produção, e então temos nossa música e os efeitos visuais. Mas este é o mais longe que eu já estive, tão longe na pós-produção. Nós amamos a música que temos até agora. Ainda temos Tyler Bates fazendo a composição em algumas das sequências maiores”, contou.

Confira, com o cartaz e o trailer:

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

John Wick (Keanu Reeves) enfrenta seus adversários mais letais até agora na próxima quarta parte da série. Com o preço de sua cabeça cada vez maior, Wick leva sua luta contra a Alta Mesa global enquanto procura os jogadores mais poderosos do submundo, de Nova York a Paris, Osaka e Berlim.

Lembrando que Donnie Yen, Shamier Anderson, Bill Skarsgård, Hiroyuki Sanada, Rina Sawayama e Scott Adkins também foram adicionados ao elenco de ‘John Wick 4‘.

A sequência também trará o retorno de Laurence Fishburne como Rei dos Mendigos, Lance Reddick como Charon, o concièrge do Hotel Continental, e Ian McShane como seu empresário, Winston.

Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:

“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.

O 3ª filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 326,7 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões.

John Wick: Capítulo 4‘ estreia nos cinemas no dia 24 de março de 2023.

‘Loki’: Fotos destacam o novo visual de Sophia Di Martino e Tom Hiddleston nos bastidores da 2ª temporada

A segunda temporada de ‘Loki‘ está em plena produção no Reino Unido, e foi revelada algumas fotos dos bastidores que destacam Sophia Di Martino como Sylvie. A variante do protagonista interpretado por Tom Hiddleston terá um novo visual, como podemos notar.

Hiddleston também foi clicado ao lado da atriz. Abaixo você pode conferir as imagens:

Vale lembrar que, recentemente, Hiddleston refletiu sobre a importância da série ter estabelecido Loki como bissexual: ‎”Desde meus primeiros dias de pesquisa nos mitos antigos, a identidade de Loki era fluida em todos os aspectos. É uma característica muito antiga do personagem. Ao mesmo tempo, era algo que não tinha surgido nas histórias que contamos. Então, me senti satisfeito e privilegiado, de verdade, por isso ter sido feito na série”.

As gravações dos novos episódios começaram no fim de junho, com o retorno de Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino e Wunmi Mosaku, além do protagonista Tom Hiddleston.

No lugar do roteirista-chefe, Michael Waldron, quem assume a função na 2ª temporada é Eric Martin.

Para quem não sabe, Martin já havia escrito dois importantes episódios da 1ª temporada: ‘For All Time. Always’ e ‘The Nexus Event‘, além de ser o co-produtor da atração.

Lembrando que Loki foi a única série do MCU a ser renovada para a 2ª temporada.

Criada por Michael Waldron, a série se passa após os eventos do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, no qual uma versão alternativa de Loki cria uma nova linha do tempo.

Depois de roubar o Tesseract, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo. Eles dão a Loki uma escolha: ser apagado da existência por ser uma “variante do tempo” ou ajudar a consertar a linha do tempo e impedir uma ameaça maior. Loki acaba preso em seu próprio thriller policial, viajando no tempo e alterando a história da humanidade.

Tom Hiddleston estrela a produção. O elenco ainda conta com Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi Mosaku e Richard E. Grant.

Artigo | ‘Cats’, de Tom Hooper, continua como um dos piores filmes da história do cinema

Em 1981, o lendário Andrew Lloyd Webber fazia sua estreia nos palcos de Londres com a aclamada peça Cats, que permaneceu em cartaz durante nada menos que vinte e um anos e, após migrar para a nova-iorquina Broadway, estendeu-se ao longo de quase duas décadas. Não é à toa que a produção seja uma das mais adoradas pelos fãs de musicais, seja por sua estética desconstruída, seja pelo fato da organicidade da narrativa ser baseada em um breve poema de T.S. Eliot, ‘Old Possum’s Book of Practical Cats, que desenrolou-se em pequenos fragmentos coming-of-age e deram vida a alguns dos personagens mais adorados e felinos da história.

Entretanto, a simples ideia de levar essa história para os cinemas pode ter vindo com um tanto de receio: afinal, ela funciona em sua forma originais justamente por valer-se de elementos teatrais fantasiosos, incluindo cenários erguidos em perspectiva e números de dança que refletem os próprios movimentos de seus personagens-titulares. Porém, levando em consideração que o diretor Tom Hooper alcançou um sucesso considerável com sua adaptação de Os Miseráveis – que, mesmo deixando de lado aspectos técnicos, exigiu de seus atores algumas das atuações mais memoráveis dos últimos anos -, poderíamos lhe dar um voto de confiança. Infelizmente, essa mesma confiança esvaiu-se logo nos primeiros minutos de longa-metragem por, em suma, tudo a que se prestou fazer.

Ainda que o crítico que aqui vos fala seja sempre a favor de um naturalismo cênico (principalmente quando lidamos com peças fílmicas), às vezes a utilização constante de efeitos visuais pode vir a calhar – e, quem sabe, salvar um conto de sua total perdição. Logo, diversas vertentes da pós-produção poderiam ser trazidas para o longa homônimo a ser lançado neste próximo dia do Natal, incluindo o motion-capture (que consiste na captura de movimentos e de expressões humanas e sua consequente transcrição para modelos digitais). Mas não é isso que acontece: Hooper, em um delírio coletivo ao lado de sua extensa equipe criativa, resolve fundir seu estelar elenco em uma inexplicável e assustadora mixórdia artística – além de colocá-los em figurinos tão falsos que chegam a ser uma ofensa para qualquer um que já tenha assistido à peça original.

Se o design insurge como principal motivo pelo crescente repúdio da audiência (cujo sentimento vinha sendo cultivado desde o lançamento do trailer oficial), ao menos esse horrendo espectro poderia ser ofuscado por uma narrativa competente. E, mais uma vez, o cineasta prova que não teve a mínima cautela para traduzir o enredo para as telonas – e nem ao menos casá-lo com sua já conhecida visão cinematográfica. Na verdade, o roteiro, que também fica a encargo de Hooper e de Lee Hall, constrói um arco principal que gira em torno de Victoria (Francesca Hayward), uma recém-abandonada gata que cruza caminho com a tribo conhecida como Jellicles. Eventualmente, ela compreende que o destino a levou para algo muito maior – como participar do Baile Jellicle e, talvez, ser presenteada com uma nova vida (uma metáfora quase emocionante para sacrifício e uma consequente subida aos céus).

A premissa aparenta interessante e inclusive promete expandir a distorcida mitologia que nos foi apresentada a priori nos palcos. Porém, logo depois que compreendemos a chegada de um novo rosto para o grupo de gatos abandonados, a trama principal fragmenta-se em uma série de sequências mal coreografadas engolfadas por uma direção de arte tão forçada que chega a ser difícil se conectar com basicamente qualquer coisa mostrada ao longo de cem minutos de obra. Entre o ridículo solo de Rebel Wilson como Jennyanydots e a oscilante performance da icônica Jennifer Hudson como Grizabella, a gata glamour que foi banida da tribo, são poucos os momentos que realmente se salvam, seja na revitalização de uma mística e narcótica trilha sonora, seja em beats que inflam em originalidade apenas para murcharem sem qualquer resquício de vida.

Nem mesmo Hayward, com seu extenso background como bailarina, ou Judi Dench e Ian McKellen (dois dos thespians mais versáteis da indústria do entretenimento), tem espaço o suficiente para exalarem suas habilidades artísticas. A intérprete de Victoria, por exemplo, permanece exilada em um arco linear, mudando sua expressão levemente ao encarnar a canção original “Beautiful Ghosts”, e nem ao menos utilizando a dança ao seu favor; Dench, dando vida a uma nova versão da matriarca Old Deuteronomy, é carregada por sua total falta de vontade de representar uma coerente simbologia para a trama; e McKellen ironicamente entrega-se a uma de suas piores atuações ao encarnar Gus, um gato teatral que já participou das mais famosas encenações da Inglaterra.

Idris Elba também recusa-se a ser utilizado em bom proveito, continuando em sua onda de péssimas escolhas para novos projetos. Depois de ter protagonizado a pífia adaptação de A Torre Negra, Elba aceitou interpretar o vilão Macavity, com sua arisca e apaixonante personalidade; todavia, rendeu-se a uma formulaica corporatura cuja faísca de complexidade só existe devido à interessante presença da femme fatale Bombalurina (Taylor Swift).

Cats é uma das piores releituras da década passada, quiçá da história da esfera audiovisual. Afinal, absolutamente nenhum elemento alcança a completude prática que nos prometia desde o anúncio do longa-metragem – nos deixando com um amargo gosto na boca pelo “evento mais alegre do ano” (no caso, de 2019), na verdade, ser uma mentira de mau-gosto. Falhando em honrar o material original, Hooper realmente errou ao pensar que poderia apressar-se em entregar a versão final dessa história – e errou até mesmo em querer levá-la para as telonas.

Sinceridade é tudo! Jason Momoa diz que ‘Conan’ protagonizado por ele é simplesmente HORRÍVEL

Em uma entrevista que concedeu a revista GQ, o astro de ‘Aquaman‘, Jason Momoa, elevou a sua sinceridade no máximo ao falar sobre o ‘Conan, O Bárbaro‘ (2011), longa que foi estrelado por ele mesmo, onde o ator definiu a obra como “uma m*** enorme”.

“Fiz parte de muitos projetos que ficaram horríveis. Mas com alguns filmes, isso estava fora do meu controle. Conan foi um deles. Foi uma das melhores experiências que já tive, mas aí alguém assumiu o comando e o filme virou uma m*** enorme”, falou Momoa.

O personagem Conan, que foi baseado nos contos de Robert E. Howard, que já tinham chegado ao cinema antes com Arnold Schwarzenegger, nos anos 1980, além de diversas séries nos quadrinhos, publicadas até hoje.

Apesar de tudo, o novo Conan deu ainda mais destaque ao próprio Momoa, após a aparição como Khal Drogo na 1ª temporada de ‘Game of Thrones‘. Após isso, o sujeito emendou um filme atrás do outro e hoje é um dos atores de ação mais desejados de Hollywood.

No entanto, após o seu lançamento, jamais houve qualquer conversa para ‘Conan, O Bárbaro‘ ganhar uma continuação. Ainda bem!

‘Os Estranhos 3’: Diretor de ‘Do Fundo do Mar’ vai comandar nova sequência do TERROR

De acordo com o Bloody Disgusting, Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) será responsável pela direção da nova sequência do terror ‘Os Estranhos‘.

No entanto, o site não sabe se o cineasta comandará apenas um ou os três novos filmes que foram anunciados recentemente.

Harlin também uma longa história com o gênero terror, tendo dirigido ‘A Hora do Pesadelo 4: O Mestre dos Sonhos‘ (1988), ‘O Exorcista: O Início‘ (2004), ‘O Pacto‘ (2006) e ‘O Mistério da Passagem da Morte‘ (2013).

Anteriormente, o produtor Roy Lee (‘It: A Coisa’) havia revelado que três novas sequências do terror ‘Os Estranhos‘ estão em desenvolvimento.

“Acredito que há três sequências [de ‘Os Estranhos’] cujas filmagens irão começar no próximo mês, sob o comando de outro cineasta que o público conhece.”

Infelizmente, ainda não se sabe se os novos filmes formarão uma trilogia com narrativas conectadas ou seguirão o mesmo modelo dos filmes anteriores, que segue histórias completamente independentes.

Em 2018, a sequência ‘Os Estranhos: Caçada Noturna‘ foi lançada, arrecadando apenas US$ 31 milhões nas bilheterias mundiais. Apesar de ter dividido a opinião dos críticos na época (apenas 40% de aprovação no RT), a produção ganhou um pouco de reconhecimento com o passar dos anos, garantindo uma pequena base da fãs à produção.

Série do ‘Lanterna Verde’ CONTINUA em desenvolvimento, mas só deve ser lançada em 2024

De acordo com TVLine, a série live-action do ‘Lanterna Verde‘ ainda está em desenvolvimento na HBO Max.

Apesar disso, a produção só deve ser lançada em 2024.

O site afirma que, com a fusão do Discovery+ e da HBO Max prevista para meados de 2023, os lançamentos cinematográficos da DC terão prioridade com a nova gerência do estúdio – o que deve atrasar a produção dos projetos para as telinhas.

Greg Berlanti e Marc Guggenheim (‘Arrow’) serão responsáveis pelo roteiro.

A produção vai reinventar a história clássica da DC Comics, com uma trama que irá se estender através de diferentes décadas e galáxias, começando na Terra, em 1941, com o primeiro Lanterna Verde – o agente secretamente gay do FBI, Alan Scott (Jeremy Irvine) –, e 1984, com o arrogante Guy Gardner (Finn Wittrock) e a híbrida alienígena Bree Jarta. Eles se juntarão a outros Lanternas – desde favoritos dos quadrinhos até personagens originais, nunca antes vistos.

Em 2019, Berlanti havia prometido que o projeto será a maior série já feita da DC.

Seth Grahame-Smith servirá como showrunner, além de atuar como produtor executivo ao lado de Geoff Johns, Sarah Schechter, David Madden e David Katzenberg.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Filme da ‘Canário Negro’ ainda está em desenvolvimento na HBO Max

De acordo com o TVLine, o filme solo da ‘Canário Negro‘, que trará de volta a atriz Jurnee Smollett (‘Aves de Rapina’) no papel titular, ainda está em desenvolvimento na HBO Max.

Preocupações sobre a continuidade do projeto ganharam força após David Zaslav, novo presidente da Warner Bros. Discovery, ter cancelado diversos projetos ativos do estúdio, incluindo ‘Batgirl‘, que estava praticamente finalizado.

“Não vamos lançar filmes apenas para preencher espaço. Não vamos lançar um filme a menos que nós acreditemos nele. Particularmente com a DC, que nós queremos elevar e manter o foco,” declarou Zaslav.

Misha Green, criadora da série ‘Lovecraft Country‘, será responsável pelo roteiro.

O filme será produzido por Sue Kroll, que também foi produtora de ‘Aves de Rapina‘.

Relembre o anúncio:

“Acho que a Canário está fora da gaiola! 🤪 Estou muito animada para finalmente embarcar nesta aventura com minha irmã alma criativa @MishaGreen. 🖤💛 #blackcanary”, afirmou a atriz.

Confira nossa crítica de ‘Aves de Rapina‘:

Crítica | Aves de Rapina – DC acerta novamente com filme divertido, colorido e cheio de vida

Documentário sobre Armie Hammer ganha trailer com áudios ASSUSTADORES: “Sou 100% canibal”

A minissérie documental ‘House of Hammer‘, sobre o conturbado histórico familiar de Armie Hammer, ganhou seu primeiro trailer nesta quarta-feira (10). Confira:

No vídeo divulgado pelo Discovery+, Courtney Vucekovich e Julia Morrison, ex-namoradas do astro, detalham algumas práticas abusivas do ator, cuja família tem longo histórico de polêmicas. “Estou aqui para falar o que aconteceu no meu relacionamento com Armie Hammer, fala Vucekovich.

Morrison diz que conheceu o ator através de redes sociais e soltou que o relacionamento foi ficando conturbado com o tempo. “No começo era perfeito, sempre me elogiava, era maravilhoso. Depois, ele ultrapassava os limites um pouquinho de cada vez”, contou.

Morrison inclusive diz que recebia mensagens bizarras de Hammer, onde uma delas diz que ele queria uma prova de amor, onde a mulher teria que ficar despida em um lugar público para ser “usada livremente por todos”. Já em outros momentos o ator confessar ser “100% canibal” e diz sentir vontade de “comer a carne” da sua namorada.

Além de Vucekovich e Morrison, ‘House of Hammer‘ também conta com depoimento de Casey Hammer, tia de Hammer, que lembra o ambiente familiar abusivo em que cresceu.

House of Hammer‘ estreia em 2 de setembro no Discovery+.

‘Mortal Kombat Legends’: Revelado novo trailer de ‘Snow Blind’ destacando o Sub-Zero

Foi divulgado pela Warner o primeiro trailer de ‘Mortal Kombat Legends: Snow Blind‘, filme animado da franquia de luta, foi divulgado e mostra parte da narrativa focada em Kenshi Takahashi, um espadachim cego com habilidades sobrenaturais.

O trailer conta com aparições de outros personagens famosos da série, como Sub-Zero e Kano. Takahashi perdeu sua visão ao explorar um poço misterioso, e o momento é exibido no conteúdo compartilhado pela editora.

Confira abaixo:

Mortal Kombat Legends: Snow Blind‘ vai trazer a história de Takahashi, que evoluirá sob a tutela de Kuai Lang. Assim, ele obterá o poder necessário para enfrentar as ameaças contra o Plano Terreno — a Terra no universo da franquia.

Rick Morales, diretor de ‘Snow Blind‘, é o mesmo responsável por cuidar de ‘A Vingança de Scorpion‘ e ‘A Batalha dos Reinos‘. Ou seja, quem curtiu as duas primeiras animações pode acabar curtindo bastante a terceira, pois ele seguirá no cargo, segundo reportagem da IGN.

Mortal Kombat Legends: Snow Blind‘ será lançado em formatos físico e digital no dia 8 de outubro.

‘As Bruxas Mayfair’: Adaptação do livro de Anne Rice ganha as primeiras imagens oficiais

A adaptação ‘As Bruxas Mayfair‘ (Mayfair Witches), série baseada na saga homônima de Anne Rice, ganhou as primeiras imagens oficiais.

Confira:

A produção será estrelada por Alexandra Daddario, que interpretará Rowan Mayfair, uma médica brilhante que luta com seu destino como herdeira de uma família de bruxas poderosas.

O elenco ainda contará com Harry Hamlin, Annabeth Gish, Tongayi Chirisa, Beth Grant, Erica Gimpel, Jen RichardsMaura Grace Athari.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada, que deve estrear apenas em 2023.

Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) serão responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.

A trama irá focar em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.

Vale lembrar que o canal também deu sinal verde para outra adaptação de Anne Rice, ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview With the Vampire), estrelada por Sam Reid como o vampiro Lestat.

Plano com anúncios do Disney+ tem preço definido nos EUA; Veja detalhes!

Depois de alguns rumores, foi confirmado que o Disney+ terá mesmo um plano mais barato que trará anúncios entra a grade de programação. A nova assinatura chega primeiro nos EUA, a partir de 8 de dezembro de 2022, com outros países também recebendo em breve a função.

De acordo com a Variety, a versão terá o mesmo conteúdo das faixas mais caras. Estima-se que o streaming deve exibir por volta quatro minutos de propaganda para cada hora assistida. O que não fica claro é se as inserções ocorrem no meio da exibição dos filmes e séries, ou se isso também seguirá um modelo próprio.

Por sinal, o Disney+ já divulgou as novas faixas de preço relacionadas a assinaturas. Confira os planos mensais:

Disney+ Basic (que tem anúncios) custa US$ 7,99

Disney+ Premium (não tem anúncios) custa US$ 10,99 por mês

Lembrando que o Disney+ chegou em novembro de 2019, e trouxe algumas franquias consagradas da Disney, como Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic. Em breve teremos mais detalhes sobre o novo plano.

Alfred ‘Pennyworth’ retorna no teaser da 3ª temporada; Confira!

DC divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de ‘Pennyworth‘.

Confira:

Ainda sem data de lançamento, o próximo ciclo vai estrear em outubro.

A trama acompanha a história de Alfred Pennyworth, com seus 20 anos de idade, treinado como oficial das forças especiais britânica, trabalhando para o pai do Bruce Wayne.

O elenco conta com Jack Bannon, Ben AldridgeRyan Fletcher, Hainsley Lloyd BennettPaloma FaithJason Flemyng.

Jessica de Gout (‘Arrow’), Simon ManyondaJames Purefoy (‘The Following’), Edward HoggJesse Romeo também fazem parte do próximo ciclo.

‘Titãs’, ‘Patrulha do Destino’ e outros projetos que NÃO serão canceladas pela Warner Bros. Discovery!

Depois que o filme da Batgirl foi cancelado, a Warner Bros. Discovery está planejando reformular as adaptações baseadas nos quadrinhos da DC.

Por conta disso, os fãs temem que outras produções sejam canceladas ao longo do caminho.

No entanto, o TV Line divulgou que a companhia pretende manter algumas atrações, como ‘Titãs’, ‘Patrulha do Destino’, ‘Peacemaker e a animação daHarley Quinn‘.

Atualmente, a 3ª temporada de Harley Quinn‘ continua em exibição na HBO Max, e a renovação está praticamente garantida.

As gravações da 4ª temporada de ‘Titãs‘ já estão em andamento desde o fim de março, enquanto Patrulha do Destino‘ também foi renovada para o 4º ciclo, mas ambas estão sem previsão de lançamento.

Quanto a ‘Peacemaker‘, o diretor James Gunn já havia acalmado os fãs ao garantir que a 2ª temporada já está sendo planejada após o estrondoso sucesso dos episódios de estreia.

Além disso, permanecem em desenvolvimento produções ainda inéditas, como a série dos ‘Lanternas Verdes‘, escrita e produzida por Greg Berlanti e Marc Guggenheim (‘Arrow’).

A produção vai reinventar a história clássica da DC Comics, com uma trama que irá se estender através de diferentes décadas e galáxias, começando na Terra, em 1941, com o primeiro Lanterna Verde – o agente secretamente gay do FBI, Alan Scott (Jeremy Irvine). Já na década de 1980, vamos acompanhar o arrogante Guy Gardner (Finn Wittrock) e a híbrida alienígena Bree Jarta. Eles se juntarão a outros Lanternas – desde favoritos dos quadrinhos até personagens criados exclusivamente para a atração.

Pelo visto, os executivos do estúdio consideram cada um dos títulos mencionados como propriedades de grande potencial no futuro da DC.

Lembrando que o próximo ciclo de ‘Titãs‘ irá introduzir Joseph Morgan (‘The Vampire Diaries’), Franka Potente (‘Claws’) e Lisa Ambalavanar (‘The A List’).

Morgan será o vilão Sebastian Blood/Irmão Sangue, que foi introduzido na série animada ‘Jovens Titãs, de 2003, e posa como um sacerdote sedento por poder que se torna um adversário recorrente de Ciborgue. Na série, ele é descrito como um homem “inteligente, introvertido e com um lado obscuro”.

Potente será May Bennett, um membro de alto escalão da Igreja de Sangue. Descrita como uma mulher no auge físico, ela é considerada uma predadora que está determinada a cumprir uma misteriosa missão.

Ambalavanar será Jinx, uma criminosa com conhecimentos em magia negra e com um talento especial para manipular os outros e causar caos.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix.

A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

A série foi criada por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Ravena) e Ryan Potter (Mutano), Curran Walters (Jason Todd), Connor Leslie (Donna Troy), Alan Ritchson (Rapina) e Minka Kelly (Columba).

‘Quarteto Fantástico’: Ator de ‘Animais Fantásticos’ quer interpretar o Coisa nos novos filmes da equipe

O ‘Quarteto Fantástico‘ fará sua estreia no MCU em novembro de 2024, e os fãs continuam apostando em possíveis candidatos para dar vida aos personagens.

E, em seu perfil do Twitter, o ator Dan Fogler (‘The Walking Dead’) está fazendo campanha para interpretar o Coisa nos vindouros filmes da equipe.

Conhecido por seu papel como Jacob Kowalski em ‘Animais Fantásticos‘, o astro compartilhou a publicação de um fã que o mencionou como o intérprete perfeito para o personagem.

Na legenda, ele ainda mostrou que conhece bem o personagem, mencionando a rua Yanci, onde Bem Grimm passou a infância.

Confira:

“Ganhei meu dia até a rua Yancy. Obrigado por pensar em mim, pessoal. Papel dos sonhos.”

E aí, você acha que ele se sairia bem no papel?

Em relação ao filme do Quarteto, Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’) havia sido escolhido para assumir a direção, mas acabou desistindo do cargo para fazer uma pausa em filmes de super-heróis.

E, de acordo com o jornalista Justin Kroll (Deadline), Kevin Feige, diretor criativo da Marvel, está considerando trazer um cineasta de ‘grande nome’ para a tarefa.

Em seu perfil do Twitter, ele escreveu:

Algumas atualizações sobre a busca do diretor de ‘Fantástico Quarteto‘:

1. Embora seja o principal projeto da Marvel, uma fonte diz que não espera que o cargo seja preenchido tão cedo, pois não estão nem perto de reduzir a longa lista de candidatos: ‘Eu ficaria chocado se uma escolha fosse feita antes do dia do trabalho.’

2. Embora nenhum nome tenha aparecido, várias fontes dizem que, embora seja uma grande mistura de candidatos, Feige e companhia estão apostando muito em alguns grandes nomes.

Infelizmente, Kroll não deu mais detalhes, então só nos resta aguardar para descobrir quais são os candidatos para a direção do filme.

Há algumas semanas, o Comic Book divulgou que Grant Curtis e Nick Pepin, produtores de ‘Cavaleiro da Lua’, foram escalados para assumir a função no próximo filme da equipe.

Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão de Josh Trank em 2015, que foi massacrada pelo público e pela crítica. 

O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).

O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente.

Netflix CANCELA duas séries LGBTQIA+ em apenas uma semana

A Netflix ceifou duas séries com protagonismo LGBTQIA+ em apenas uma semana.

A primeira foi série de vampiros ‘Primeira Morte‘ (First Kill), cancelada em menos de dois meses após a estreia, totalizando uma única temporada.

Com duas protagonistas lésbicas, a série foi cancelada no mês da visibilidade lésbica, o que deixou os assinantes furiosos.

Agora, o streaming cancela a animação ‘Q-Force‘, série focada em uma equipe fabulosa de superespiões LGBTQIA+ A decisão foi confirmada pelo roteirista e dublador Matt Rogers, durante uma participação no podcast Attitudes!.

Na entrevista, ele disse: “eu amei. Foi muito divertido conseguir trazer alegria a algo… Que as pessoas realmente adoraram, e a boa notícia é que sempre estará na Netflix. Não conseguiu uma segunda temporada, mas está aí fora e existe”.

Nas redes sociais, os assinantes se revoltaram com o cancelamento de ambas as séries:

Durante uma entrevista para o Daily Beast, a showrunner Felicia D. Henderson disse que o cancelamento de ‘Primeira Morte‘ foi culpa do péssimo marketing da plataforma de streaming, que foi negligente em classificar a atração como uma simples série de vampiras lésbicas e nada mais…

“Eu entrei nesse projeto com tanto entusiasmo porque havia tanto para explorar… Lideranças de mulheres fortes, intrigas sobrenaturais, uma épica batalha shakespeariana entre famílias em guerra e os dramas da adolescência. Além do mais, destacar uma família negra num gênero como este é algo que os espectadores negros desejam e que também incentiva o público a apoiar a representatividade.”

Ela continuou:

“Os cartazes produzidos eram lindos. Mas eu achei que [o romance gay] era apenas um dos elementos que seriam explorados no marketing, mas eles só focaram nisso. Havia tantos elementos igualmente atraentes e importantes na série. Monstros contra caçadores de monstros, a batalha entre duas matriarcas poderosas, etc. Mas a série nunca foi promovida como deveria.”

Primeira Morte‘ até foi um sucesso moderado para a Netflix, estreando em 3º lugar entre o TOP 10 do catálogo na primeira semana de exibição, atrás apenas de ‘Stranger Things’ e ‘Peaky Blinders‘.

Assista ao trailer de ‘Q-Force‘:

Crítica com Spoilers | ‘Sandman’ é uma explosiva e tocante jornada pelo que significa ser humano

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Obs.: a crítica anterior analisou os três primeiros episódios da temporada. Esta crítica analisa a temporada completa.

Sandman já estava para ganhar uma adaptação audiovisual há bastante tempo – mais precisamente, há mais de três décadas. Entretanto, não seria até 2022 que a icônica saga de quadrinhos assinada por Neil Gaiman viria à vida pela Netflix, um anúncio animador para os fãs das HQs e um tanto quanto preocupante, considerando o complexo e conturbado catálogo da gigante do streaming. Felizmente, a temporada de estreia da série, que conta com dez episódios, consegue honrar a essência da obra de Gaiman e investe esforços em cada uma das engrenagens da obra, transformando-a em uma catártica experiência acerca da ambição humana e das forças que se escondem do mundo em que vivemos.

Apesar de ter destrinchado os três episódios iniciais na crítica que escrevi há alguns dias, é sempre bom relembrar a trama principal: um ocultista chamado Roderick Burgess (Charles Dance), em uma tentativa desesperada de trazer seu falecido filho de volta à vida, lança um feitiço para aprisionar a Morte (interpretada, alguns capítulos à frente, por Kirby Howell-Baptiste), uma entidade Perpétua que rege a ordem do cosmos. Entretanto, ele acaba encarcerando outra entidade conhecida por Sonho, Morpheus ou Sandman (encarnado por Tom Sturridge em um papel definidor de sua carreia). A partir daí, Roderick exige que ele lhe conceda desejos como riqueza, poder e imortalidade, mas encontra uma barreira ao buscar se comunicar com Morpheus e prolonga uma gigantesca desestabilização no universo; afinal, Morpheus é o regente do Mundo dos Sonhos e responsável pela criação de sonhos e pesadelos (ou seja, sem que ele esteja em seu trono, as coisas se aglutinam em uma bola de neve caótica e incontrolável).

Apesar da atmosfera fabulesca e sobrenatural, Gaiman conquistou fama por narrativa extremamente intrincadas que dialogam não apenas com mundos fantasiosos e personagens etéreos, mas que mergulham em reflexões sobre o sentido da vida e o que nos aguarda depois da inevitabilidade da morte. Em Sandman, a ideia principal não é dividir os personagens em vilões e mocinhos, como costumamos ver em tramas do gênero, mas sim desconstruir o maniqueísmo a que somos expostos. O próprio personagem titular posa como uma divindade que acredita ter razão sobre tudo e todos, ainda mais no tocante ao caráter humano; porém, como vemos no decorrer da série, Morpheus descobre que ser humano implica uma infinidade de camadas, incertezas, inseguranças e sonhos que não apenas os tornam diferentes um do outro, mas permitem que o próprio Rei dos Sonhos tenha “material” com que trabalhar para alimentar o que conhecemos por esperança.

Da mesma maneira, somos apresentados a retratos diferentes de construções abstratas que se manifestam em signos palpáveis e com um propósito específico: temos a já mencionada Morte, a irmã mais velha e mais sábia de Morpheus, cuja backstory é movida pela frustração de ser tão temida. Na verdade, o próprio conceito de morte é talhado sob uma perspectiva monocromática, em que é contrastada apenas como o polo negativo da vida – isto é, a ausência daquilo que nos mantém vivos. A série, dessa forma, resgata os elementos metafísicos da HQs e permite que Howell-Baptiste faça um trabalho comovente ao fornecer mais profundidade à personagem que interpreta, arrancando lágrimas dos espectadores mais céticos e permitindo que sintamos sua falta depois do episódio em que aparece.

Seria necessário um texto inteiro apenas para falar dos protagonistas e coadjuvantes que dão as caras nas telinhas – e de que forma Gaiman, que fica responsável pela supervisão do show ao lado de David S. Gyer e Allan Heinberg, utiliza o formato antológico em prol de eternizar uma identidade que esperamos se repetir em ciclos futuros. É claro que gostaríamos de ver uma presença mais marcante de Morte, Lúcifer (Gwendoline Christie) e Johanna Constantine (Jenna Coleman), mas a decisão em mantê-los restritos a um tempo de tela menor contribui, de certa maneira, para uma necessidade de revê-los em breve e não exauri-los de seus arcos de uma vez só. De qualquer maneira, Sturridge, Boyd Holbrook como o Coríntio, Vivienne Acheampong como Lucienne, Patton Oswalt como Matthew, o Corvo, e David Thewlis como John Burgess são o suficiente para nos satisfazer, ao menos por enquanto.

A arquitetura antológica não se limita apenas ao processo de delineação da narrativa, mas às escolhas técnicas e artísticas: como podemos ver ao longo da temporada, cada episódio porta-se de uma forma diferente, mesmo tendo como mote uma significação em comum, que prenuncia uma vibrante resolução e acontecimentos para o próximo ciclo. O sexto episódio, por exemplo, é marcado pela ternura de um realismo que abraça o inexorável, por mais duro que ele seja; já o quinto capítulo, que imprime maior foco ao personagem de Thewlis, mergulha na atemporalidade cênica e nos transporta para o microcosmos do que seria uma lanchonete perdida no tempo e no espaço, marcada pelo contraste de cores, pelos figurinos detalhados e por uma tétrica sonora que o transforma em uma das melhores iterações do não.

De fato, Sandman não é livre de falhas – principalmente nos dois episódios finais, cujo ritmo se desequilibra em uma tentativa de apressar os desfechos e unidimensionalizar as relações de causa e consequência. Deslizes à parte, o resultado da temporada de estreia é surpreendente e positivo, trazendo um novo capítulo à carreira de Gaiman no cenário audiovisual e permitindo que nos apaixonemos por cada uma das inflexões que se desenrolam.