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10 filmes que refletem sobre o mundo pós redes sociais

Tempos atrás, a expressão ‘redes sociais’ era algo quase inimaginável, o mundo era visto de uma forma completamente diferente. No nosso presente, com a tecnologia sendo desenvolvida a cada segundo, a maneira de lidarmos com a informação mudou radicalmente. Tudo virou instantâneo, corrido, e ai de quem não conseguir se adaptar: fica pra trás! Pensando nesse recorte do planeta atual, resolvemos criar uma lista com 10 filmes que refletem sobre o mundo pós redes sociais:

 

Luther: O Cair da Noite

Na trama, voltamos a encontrar (pra quem acompanhou a série) o introspectivo e brilhante detetive John Luther (Idris Elba) que após ser designado para resolver o desaparecimento de um homem acaba sendo acusado de diversos crimes pelos seus ‘Modus operandi’ do passado. Mas com um implacável criminoso à solta, ele bola uma plano mirabolante e contará com a ajuda do seu ex-chefe Martin (Dermot Crowley) e a nova detetive chefe do departamento de polícia Odette (Cynthia Erivo). O roteiro de Luther: O Cair da Noite preza pela objetividade e em um curto espaço já prende sua atenção, passando por ações macabras, chocantes que traça paralelos com o universo obscuro da Dark Web, um lugar onde o anonimato rola solto.

 

Na Palma da Mão

Na trama, conhecemos Lee Na Mi (Woo-hee Chun) uma jovem super alegre que conseguiu uma oportunidade numa empresa de geleias e ainda ajuda seu pai no bem frequentado café da família. Certo dia, após uma noitada daquelas, ela deixa seu celular cair no ônibus. Uma misteriosa pessoa encontra o aparelho e a partir daí um jogo maquiavélico é imposto por um obsessivo criminoso. Ela precisara lutar com todas as forças quando seu mundo desaba completamente.

 

O Golpista do Tinder

No filme, conhecemos algumas mulheres que foram enganadas pelo mesmo homem, o israelense Simon Leviev. Ele oferecia passeio de avião, luxuosos jantares, eventos muito chiques, Joias, sumia por algum tempo e voltava pedindo dinheiro que nunca pagaria de volta. Um esquema repetido inúmeras vezes, em vários lugares do mundo. O projeto mostra todo o abalo emocional sofrido por algumas das vítimas que de alguma forma reuniram forças para denunciar e acabaram descobrindo outras mulheres na mesma situação. Há um curioso olhar sobre as autoridades que nunca conseguiam capturar ou provar os crimes mais graves contra esse criminoso que inclusive continua solto até hoje.

 

Como Hackear Seu Chefe

Na trama, acompanhamos a saga de Vitor, um jovem trabalhador de uma pequena empresa que está em home office assim como todos de sua equipe. Após ser selecionado por seu chefe para criar uma nova apresentação para a empresa, na hora de enviar o trabalho pronto comete um grave erro e envia o arquivo errado que contém uma série de memes do seu chefe. Assim, buscando alguma solução para essa inusitada situação, resolve pedir a ajuda de alguns amigos de trabalho.

 

An American Pickle

Na trama, baseada numa história de Simon Rich (que assina o roteiro do filme) conhecemos Herschel Greenbaum (Seth Rogen) um imigrante que vai para os Estados Unidos em busca de oportunidades e acaba indo trabalhar em uma fábrica de picles até se envolver em um acidente que o deixa preso em um reservatório de picles durante cem anos. Quando acorda, de maneira bastante inusitada, acaba sendo levado aos cuidados de seu único parente vivo Ben Greenbaum (também Seth Rogen), seu bisneto. Juntos, tentarão se entender em um mundo cheio de oportunidades mas totalmente novo para Herschel.

 

Apego

Na trama, conhecemos Ana (Kattia González) uma bem-sucedida profissional de arquitetura, mãe de duas filhas pequenas, que passa por um verdadeiro tsunami em sua vida: recém divorciada, descobre que sua mãe está se relacionando com um antigo amor pelas redes sociais e que o pai está com uma doença grave. Em meio a isso tudo, no seu trabalho, um importante projeto está em evidência e ela precisa se dedicar com toda força a ele. Crises, conflitos num presente que deixará lições sobre a vida.

 

Rede de Ódio

Na trama, conhecemos o jovem e ambicioso Tomasz Giemza (Maciej Musialowski, em atuação estacada) que vem de origem humilde, do interior da Polônia e tem seus estudos sustentados por tios ricos da capital. Invejoso pelos que os outros tem e ele não, possui uma obsessão com a família que o ajuda nos estudos. Quando o protagonista perde sua bolsa de estudos por conta de um plágio em um trabalho, seu mundo começa a se despedaçar e ele, apaixonado por Gabi (Vanessa Aleksander), filha dos tios que sustentaram seus estudos, entra em uma polêmica equipe de marketing digital onde começa a se envolver com difamação e ódio contra determinados alvos pelas redes sociais.

 

Ferrugem

Na trama, acompanhamos Tati (Tifanny Dopke) uma jovem estudante do ensino médio que após terminar um namoro, começa a se interessar por Renet (Giovanni de Lorenzi). Durante uma viagem da escola, Tati acaba perdendo seu celular que continha um conteúdo comprometedor de seu antigo relacionamento. O vídeo acaba vazando em grupos de whatszapp de toda a escola, deixando a jovem desesperada e a beira de uma atitude que irá mexer com muitas vidas.

 

Com Amor, Simon

Na trama, conhecemos o tímido Simon (Nick Robinson), um jovem que passa desapercebido em seu colégio, a não ser quando está com seu grupo de amigos. Ele é homossexual mas nunca contou a ninguém. Até que um dia, toma coragem de se expor, após descobrir em um blog um outro menino na mesma situação. Mesmo querendo esconder o bate papo com esse misterioso jovem, acaba sendo chantageado quando seu e-mail é lido por um outro jovem. A partir daí, Simon terá que tomar atitudes corajosas para ir em busca de sua felicidade.

 

O Círculo

Na trama, conhecemos Mae (Emma Watson), uma jovem que trabalha em um lugar onde não gosta e vive com seus pais em uma casa humilde em uma cidade norte americana. Certo dia, consegue uma grande oportunidade de uma entrevista em uma empresa nova, famosa ligada a tecnologia, informações, dados e redes sociais chamada o Círculo. Chegando lá, sua primeira impressão é estar no paraíso, o ambiente de trabalho é maravilhoso e sempre acontece várias atividades ‘extra job’ como shows de músicas e variadas festas. Conforme o tempo passa, a protagonista percebe que nem tudo é mil maravilhas, principalmente como passa a viver como se estivesse em um reality show e toda sua vida é transmitida ao vivo todos os dias da semana. Percebendo a furada em que se meteu e com a ajuda do criador da ideia da empresa que vive agora imperceptível e quase escondido Ty (John Boyega), Mae tentará achar uma solução para o abuso digital cometido pela empresa.

Crítica | Legend: Tom Hardy em dose dupla

De Pablo Bazarello, enviado especial a Toronto.

Os Bons Companheiros (e irmãos) britânicos

Este ano o cinema nos presenteou com dois filmes de máfia chamativos e que prometem ficar na memória por um tempo. Não por coincidência, ambos participaram desta edição do Festival de Toronto. Enquanto Aliança do Crime traz mais uma transformação do atualmente renegado Johnny Depp, Legend sai na frente com um desempenho duplo do atualmente prestigiado e elogiado Tom Hardy.

Também baseado numa história real, o novo filme dirigido pelo cineasta americano Brian Helgeland (roteirista de filmes como Los Angeles – Cidade Proibida, um de meus filmes favoritos de todos os tempos, e Sobre Meninos e Lobos), e baseado no livro de John Pearson, relata a trajetória dos irmãos gêmeos Reggie e Ronnie Kray, notórios gangsteres que aterrorizaram e reinaram em Londres na década de 1960.

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Legend funciona em vários aspectos e só decepciona em um. Entre os acertos, está a eficiente caracterização de época, o que por si só já se torna um atrativo, ainda mais num filme que faz jus para todo o resto. Também trabalha bem no cinema de máfia, entrando imediatamente para o hall das grandes produções do gênero, daquelas em que adoramos ver as tramoias de bastidores, as negociatas, traições e tudo o que acompanha uma vida excitante e perigosa, da qual a maioria de nós só tem contato (assim esperamos) através do cinema. Este trecho traz a participação do sumido Chazz Palminteri, especialista no cinema mafioso (como é bom vê-lo de novo nas telonas).

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E, é claro, funciona muito bem em seu chamariz, o desempenho esforçado do metódico Tom Hardy, definitivamente um dos melhores atores de sua geração. O retrato minucioso de cada um dos irmãos personificados pelo ator é tão bem trabalhado que suas personalidades e aparência não poderiam ser mais distintas. O sotaque britânico carregado do elenco e em especial da dupla Hardy torna a missão de assistir sem legendas um pouco difícil. E se você não entendeu o que Hardy dizia através da “focinheira” do vilão Bane de O Cavaleiro das Trevas (2012), boa sorte em decifrar o dialeto que o ator confeccionou para o violento e insano Ronald “Ronnie” Kray.

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O ponto fraco de Legend vem em querer focar a história no romance entre Reggie e Frances Shea, papel da antes talentosa (Desventuras em Série trouxe uma das melhores estreias de uma jovem atriz) e agora insossa Emily Browning. Sem carisma ou química, o relacionamento do casal morre na praia e termina por prejudicar um pouco o desenvolvimento da obra, já que o filme perde momento nestas investidas. Seja como for, Legend é um digno drama criminal inglês, o qual pretendo revisitar em breve e outras vezes ao longo dos anos.

Você PRECISA Ver! Os Filmes que Estrearam há 5 anos e Você Deixou Passar

Acontece com o melhor de nós. Mesmo os cinéfilos mais aplicados sempre têm aquele filme, às vezes até badalados, que deixam escapar do radar. A verdade é que a oferta é simplesmente muito grande e cada vez aumenta mais – na era dos streamings. Conferir tudo que é lançado se torna uma tarefa simplesmente impossível, cada vez mais é preciso selecionar e apurar o que interessa. O tempo não para, e pode acontecer de aquele filme que planejávamos assistir ficar fazendo aniversário sem que paremos para vê-lo. Quem nunca?

É por isso que o intuito desta nova matéria é ajudar você a correr atrás de alguns filmes que estão completando nada menos do que cinco anos de seu lançamento e que achamos que você não pode mais ficar sem ver. Quando voltamos meia década no passado, todos certamente lembram de filmes como o sucesso Mulher-Maravilha, que transformou Gal Gadot numa estrela de Hollywood; Logan, a despedida (até então) do personagem que fez a carreira de Hugh Jackman; Corra!, o terror social responsável por transformar Jordan Peele num diretor imperdível; e Homem-Aranha – De Volta ao Lar, primeiro filme solo de Tom Holland como o herói na Marvel. Só para citar alguns. Agora existe também o outro lado da moeda, filmes não muito falados. Confira abaixo 10 filmes que estrearam há cinco anos, que muitos podem não conhecer, mas que devem procurar.

Ingrid Vai para o Oeste

Cria do Festival de Sundance, esta comédia dramática é uma baita sátira à geração Instagram – que compartilha a ilusão de uma vida perfeita, ao mesmo tempo em que muitos compram essa ideia. Esta comédia ácida traz duas das mais talentosas jovens atrizes da atualidade em papeis memoráveis. A Ingrid do título é a musa indie Aubrey Plaza, sucesso atualmente na segunda temporada de White Lotus. Ela é uma jovem meio perdida na vida, que vive em função das redes sociais e de uma realidade de ilusão. A morte de sua mãe é o que basta para ela “surtar” de vez e decidir que o que deve fazer é se colar com sua ídola, uma jovem patricinha “personalidade da internet”, vivida por Elizabeth Olsen. Mas o filme funciona também como estudo psicológico de personagem e da dicotomia social do real e do artificial.

Desobediência

O cineasta chileno Sebastián Lelio coleciona sucessos de crítica e está atualmente em cartaz na Netflix com seu mais recente trabalho, o drama O Milagre, com Florence Pugh. Mas há 5 anos no passado o diretor entregava esse elogiado drama sobre a relação de amor proibido entre duas mulheres dentro de uma comunidade de judeus ortodoxos, vividas pelas duas Rachel: Weisz e McAdams – o que trouxe na época o meme de “Me Chame pelo Seu Nome”, ao que ambas diziam Rachel. O filme, no entanto, é simplesmente um primor de sensibilidade.

Sombras da Vida

Por falar em sensibilidade, neste drama independente, que também traz muita espiritualidade e certa fantasia em sua trama, temos uma viagem atemporal pelo além-vida. Imagine Ghost – Do Outro Lado da Vida (1990) menos voltado ao entretenimento e com ares de drama “de arte”. É até difícil compreender muito bem o que se passa neste filme, sendo uma experiência mais sensorial do que narrativa basicamente. Em resumo, temos um casal apaixonado, vivido por Casey Affleck e Rooney Mara. Até que o sujeito morre, e experiencia todo o processo do que é estar morto – incluindo a falta de compreensão da condição e a imensa saudade de quem fica. É simplesmente belíssimo.

A Vilã

Saído do prestigiado Festival de Cannes, A Vilã é uma produção sul coreana que nos faz esquecer o quão cansados estamos de filmes de lutas marciais que dominam o cinema mundial na atualidade. Todo filme de ação hoje parece precisar de uma coreografia de luta, que mais se assemelha a uma dança realmente coreografada do que uma briga em si. E este filme é justamente recomendado para quem curte ação, mas está de saco cheio de tudo o que é feito no gênero seguindo este estilo. E o motivo para isso é que A Vilã deixa todos os demais no chinelo. As coreografias e as cenas de ação aqui são realmente nunca antes vistas. E isso é raríssimo hoje em dia. Muitas das cenas são filmadas de um jeito a incluir o espectador na ação, replicando a experiência de um simulador.

Em Pedaços

Melhor papel e atuação da carreira de Diane Kruger, a atriz saiu premiada do Festival de Cannes na categoria de atuação feminina e o filme ainda recebeu indicação à Palma de Ouro. Uma história fortíssima que causa o impacto de um soco no estômago. Na trama, Kruger vive uma mãe de família vivendo o pior pesadelo de qualquer um, quando seu marido e filho pequeno morrem num atentado terrorista à bomba. Ela fica em pedaços como diz o título, e depois da depressão e da injustiça nos tribunais, ao invés de abaixar a cabeça e seguir com sua dor, ela decide se vingar. Nada no estilo exagerado de Desejo de Matar (1974), no entanto, já que se trata de algo mais realista e sério.

O Insulto

Vivemos num tempo de grande intolerância política e social. E talvez nenhum outro filme tenha previsto tal situação absurdamente insana como esta obra libanesa. Saída dos festivais de Veneza e Toronto, esta produção escalou até o Oscar de seu respectivo ano, onde recebeu indicação de filme estrangeiro, mas terminou sendo derrotado pelo igualmente ótimo e necessário Uma Mulher Fantástica, de Sebastián Lelio – num dos anos recentes de indicados mais fortes em tal categoria. Aqui, uma briga cotidiana entre cidadãos de diferentes culturas, um libanês e um palestino, escala até se tornar uma fúria incontrolável de ambas as partes e atingir níveis impensáveis. Imperdível para os dias de hoje.

Anna e o Apocalipse

O interessante de listas é separar opção para todos os gostos, garantindo assim um pouco para cada perfil. Essa aqui é recomendada para os que curtem filmes um pouco mais leves e voltados ao entretenimento. Bem, em partes. Isso porque apesar de ser um musical natalino, é também um filme de terror de zumbis! É sério! E quantos outros filmes você conhece que misturaram estes gêneros quase incompatíveis. O melhor de tudo é que Anna e o Apocalipse realmente funciona em sua proposta e termina com um sabor único e verdadeiramente especial. O filme ainda tem espaço para um grande coração e uma bela mensagem – apesar de tudo apontar contra. É diversão garantida para os aficionados neste fim de ano.

O Amante Duplo

Agora vamos de thriller francês que homenageia o cinema de Alfred Hitchcock, ou seria mais para Brian De Palma. Seja como for, este suspense dirigido pelo talentosíssimo François Ozon tem muitos atrativos e se mantém como seu próprio filme. Na trama, a belíssima jovem Marine Vacth (revelada por um filme do próprio cineasta – Jovem & Bela, 2013) começa a fazer terapia com um charmoso psicólogo, papel de Jérémie Renier. Contra toda a cartilha de ética, os dois se envolvem e começam um relacionamento. Mas um tempo depois, a mulher começa a perceber que o sujeito talvez tenha mais segredos do que imaginava em sua vida pessoal. Um jogo de gato e rato, realidade e paranoia.

Um Ato de Esperança

Aqui, nesta produção da BBC Films, com distribuição da A24, quem protagoniza é a “monstra sagrada” Emma Thompson. A atriz vencedora do Oscar interpreta uma juíza britânica diante do caso mais difícil de sua carreira: decidir sobre a vida de um adolescente que precisa receber transfusão sanguínea ou morrer. Acontece que a religião da família é radical e não permite o ato. Seus pais preferem que o rapaz venha a falecer, se for da vontade de Deus, do que aderir à modernidade da medicina para salvar sua vida. Uma obra forte e muito emocionante.

Viagem das Loucas

Terminando a lista temos uma comédia mais escrachada, para os fãs de Amy Schumer. Quem conhece o estilo de humor de Schumer se sentirá muito em casa, já que a atriz aqui reprisa o tipo de papel que sabe bem, a autodepreciativa farrista e seu arco de redenção. O verdadeiro atrativo aqui, além das piadas ácidas costumeiras da protagonista, é a presença da veterana Goldie Hawn, que saía da aposentadoria de 15 anos para co-protagonizar no papel da mãe da personagem de Schumer, e a veterana ainda demonstra o mesmo talento e ótimo timing cômico. Porém, pode não ser para todos os gostos – mas sem dúvida rende boas risadas para os que estiverem inspirados.

Anne Hathaway, Robert De Niro e vários outros ganharão estrelas na Calçada da Fama; Confira!

A Câmara Americana de Comédia de Hollywood definiu quais artistas serão os próximos a ganharem suas estrelas na Calçada da Fama. Na lista, destacam-se Anne Hathaway, Robert De Niro, Daniel Craig, Lupita Nyong’o, Kristen Bell, Guillermo del Toro, Alan Arkin, Tyler Perry e Gena Rowlands, que representarão o cinema.

Na categoria TV, receberão o registro os atores Mandy Moore, Lucy Liu, Candice Bergen, Terrence Howard, Guy Fieri, Stacy Keach, Sid e Marty Krofft, Dianne Wiest e um póstumo para a Julia Child.

Sobre as decisões, o presidente da Câmara, Vin Di Bona, afirmou que acredita que essas são personalidades que atraíam o público. Ainda não há data definida para a inauguração.

 

‘O Justiceiro’ é CANCELADA pela Netflix

A Netflix cancelou oficialmente a série ‘O Justiceiro‘ depois de apenas duas temporadas.

A notícia não chega a ser uma surpresa, considerando que as outras séries em parceria com a Marvel também foram recentemente canceladas.

O ator Jon Bernthal se manifestou nas redes sociais.

“Para todos que nos serviram. Todos que conhecem perda. Todos que amam e compreendem Frank e sua dor. Foi uma honra andar em suas botas. Eu sou eternamente grato aos fãs de quadrinhos e aos homens e mulheres das Forças Armadas e da comunidade de policiais. Obrigado ao USMC e todos os soldados maravilhosos que me treinaram. Vá com força. Sempre seguro.”

Descubra ‘A Hora da Sua Morte’ com aplicativo inspirado no terror!

O terror ‘A Hora da Sua Morte‘ (Countdown) irá estrear no próximo final de semana nos EUA, e um aplicativo foi lançado para promover o seu lançamento. Assim como no filme, o aplicativo irá te dizer a data (fictícia) da sua morte.

O aplicativo está disponível na App Store e Google Play!

Confira o trailer:

O longa é escrito e dirigido por Justin Dec.

A trama segue uma jovem enfermeira (Lail) que faz download de um aplicativo que alega prever exatamente quando uma pessoa vai morrer. E o aplicativo diz que ela só tem três dias de vida. Com o tempo passado e uma misteriosa figura a assombrando, ela deve descobrir um jeito de salvar sua vida antes que o tempo acabe.

Elizabeth Lail (da série ‘Você‘) protagoniza.O elenco ainda conta com Peter Facinelli, Talitha Bateman, P.J ByrneAnne Winters, Tom SeguraJordan Calloway e Tichina Arnold.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de dezembro.

A Crônica Francesa

(The French Dispatch)

 

Elenco:

Benicio del Toro

Frances McDormand

Jeffrey Wright

Adrien Brody

Timothée Chalamet

Léa Seydoux

Tilda Swinton

 

Direção: Wes Anderson

Gênero: Drama

Duração: 103 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 18 de Novembro de 2021

Sinopse: 

Ambientado na redação de uma revista americana em uma cidade fictícia francesa do século XX, o filme apresenta uma coleção de histórias publicadas na The French Chronicle, a revista em questão.

Crítica | Wes Anderson arquiteta uma meticulosa e divertida narrativa com ‘A Crônica Francesa’ (Nota: 8.0)

Curiosidades: 

» O longa é descrito como “uma carta de amor aos jornalistas”;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Wellington Paranormal’: Spin-off de ‘O Que Fazemos nas Sombras’ será exibido pela CW

De acordo com o Deadline, a CW e a HBO Max adquiriram os direitos da série ‘Wellington Paranormal‘, spin-off de ‘O Que Fazemos nas Sombras‘.

Nos EUA, a comédia será exibida semanalmente pela CW durante o verão norte-americano e os episódios serão acrescentados ao catálogo da HBO Max no dia seguinte.

A produção foi lançada na Nova Zelândia em 2018 e, atualmente, está exibindo o seu terceiro ciclo pelo canal TV2.

Criada por Jemaine ClementTaika Waititi, a trama acompanha os policiais Kyle Minogue e O’Leary enquanto eles enfrentam o crime sobrenatural em uma nova designação da unidade do sargento Ruawai Maaka.

Mike Minogue, Karen O’Leary e Maaka Pohatu estrelam a produção.

Vale lembrar que a série ‘O Que Fazemos nas Sombras‘ já está renovada para a 3ª temporada.

‘Mr. Harrigan’s Phone’: Dois novos atores se juntam ao elenco da adaptação do conto de Stephen King

Segundo o Deadline, Colin O’Brien (‘Wonka’) e Cyrus Arnold (‘O Exorcista’) entraram para o elenco do terror ‘Mr. Harrigan’s Phone‘, adaptação do conto homônimo do Stephen King, que está sendo desenvolvida pela Netflix.

O’Brien interpretará uma versão mais jovem do Craig. Já o Arnold viverá o antagonista, Kenny Yankovich.

Vale lembrar que o elenco ainda contará com Kirby Howell-Baptiste, Donald SutherlandJoe TippettJaeden Martell.

As filmagens já começaram, com lançamento previsto para 2022.

John Lee Hancock (‘Os Pequenos Vestígios’) será responsável pela direção e roteiro.

A história faz parte do novo compilado antológico de King, ‘If It Bleeds‘. A trama gira em torno de um adolescente chamado Craig, que faz amizade com um bilionário velho e recluso, o Sr. Harrigan. Os dois se unem por causa de livros e um iPhone, mas quando o homem morre, o menino descobre que nem tudo que está morto se foi e consegue se comunicar com o amigo falecido através do iPhone que foi enterrado com ele.

Ryan Murphy (‘American Horror Story’) e Jason Blum, através da Blumhouse, servirão como produtores do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Remake do terror ‘Boa Noite, Mamãe’ será lançado no Prime Video em setembro

O remake hollywoodiano do aclamado suspense ‘Boa Noite, Mamãe‘ finalmente teve a data de lançamento anunciada no serviço de streaming do Prime Video.

A produção irá estrear na plataforma no dia 16 de setembro.

O primeiro trailer deve ser lançado em breve. Fiquem ligados!

Naomi Watts (‘O Chamado’) estrela a nova versão, com Cameron e Nicholas Crovetti (‘Big Little Lies’) interpretando os filhos gêmeos de sua personagem.

Jeremy Bobb (‘The Outsider’), Crystal Lucas-Perry (‘Law & Order’) e Peter Hermann (‘Younger’) completam o elenco.

Watts também será a produtora executiva do projeto ao lado dos diretores do longa original, Severin Fiala e Veronika Franz.

Matt Sobel irá dirigir, e Kyle Warren será responsável roteiro.

Na trama…

“Elias e seu irmão gêmeo Lukas chegam à casa de sua casa e a encontra com o rosto coberto por faixas − o resultado, ela explica, de uma recente cirurgia. Enquanto Lukas estranha as regras incomuns da casa, Elias desenvolve uma sinistra suspeita: e se a mulher embaixo das faixas, que os está fazendo comida e dormindo no quarto ao lado, não for realmente sua mãe?”

Lançado em 2014, o original tem uma aprovação de 86% no Rotten Tomatoes.

Causa da morte do astro Ray Liotta é REVELADA!

De acordo com o TMZ, a causa da morte do ator Ray Liotta finalmente foi confirmada. O site afirma que o astro faleceu devido uma falha cardíaca e respiratória.

Anteriormente, havia sido reportado que o ator faleceu na República Dominicana enquanto gravava o filme ‘Dangerous Waters‘. Na época, os médicos citaram que “insuficiência respiratória” e líquido nos pulmões (edema pulmonar), combinados com uma parada cardíaca, levaram à morte do artista.

Liotta morreu no dia 26 de maio de 2022, aos 67 anos.

O astro, que ficou eternizado por estrelar o clássico ‘Os Bons Companheiros‘, morreu enquanto dormia na República Dominicana, onde estava filmando o filme ‘Águas Perigosas‘. A notícia foi reportada pelo Deadline, que não trouxe mais detalhes.

Liotta deixa uma filha, Karsen. Ele estava noivo de Jacy Nittolo.

Liotta estava em um grande ressurgimento. Seus projetos recentes incluíram ‘The Many Saints of Newark‘, ‘História de um Casamento‘ e ‘Nem Um Passo em Falso‘.

Ele terminou ‘Cocaine Bear‘, dirigido por Elizabeth Banks, e deveria estrelar o filme ‘The Substance‘, ao lado de Demi Moore e Margaret Qualley.

Entre seus filmes conhecidos estavam ‘Corina, Uma Babá Perfeita‘, ‘Cop Land‘, ‘Profissão de Risco‘ e ‘Identidade‘.

‘Alex Rider’ enfrenta sua missão final no trailer da ÚLTIMA temporada; Confira!

A Amazon Freevee divulgou o trailer completo da 3ª (e última) temporada de ‘Alex Rider‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O ciclo final estreará oficialmente no dia 5 de abril.

No próximo ciclo, Alex Rider enfrentará o seu maior inimigo: um criminoso elusivo conhecido como Scorpia. Sob uma nova liderança, o antagonista planeja extorquir o governo britânico usando uma catastrófica superarma: Espada Invisível. Livre do departamento e apoiado pelos seus amigos, Alex embarcará em uma missão pessoal para destruir Scorpia de uma vez por todas.

A série é baseada na popular saga adolescente escrita por Anthony Horowitz.

Quando Alex Rider descobre que seu tio Ian foi morto no cumprindo seu dever como um espião britânico – e não em um acidente de carro, como lhe disseram –, tudo muda para esse adolescente normal. Logo, Alex é abordado por Alan Blunt, chefe de um ramo ultra-secreto do MI6 conhecido como O Departamento, que revela que ele foi treinado sem saber desde a infância para o perigoso mundo da espionagem. Pressionado a deixar sua antiga vida para trás, Alex se disfarça para investigar a conexão entre a morte de dois bilionários e um internato remoto chamado Point Blanc. Ao chegar, ele descobre que os alunos são cobaias do plano do diretor da escola megalomaníaca, com o objetivo de ganhar o controle dos impérios comerciais de suas famílias. Ajudado por seus amigos, Alex irá expor a rede global da trama e começar sua carreira como o ativo secreto mais jovem do MI6.

Otto Farrant interpreta o personagem-título. O elenco ainda conta com Ronke Adekoluejo, Haluk Bilginer, Nyasha Hatendi, Vicky McClure e Jon Moore.

Viva a Vida!

 

Elenco:

Thati Lopes
Rodrigo Simas
Jonas Bloch
Regina Braga

 

Direção: Cris D’Amato

Gênero: Comédia

Duração: 100 min.

Distribuidora: Elo Studios

Orçamento: R$ 5 milhões

Estreia: 30 de Janeiro de 2025

Sinopse: 

Em VIVA A VIDA!, dois medalhões idênticos preservados há gerações levam Jéssica e Gabriel, dois ”parentes” distantes, a se aventurar em uma viagem a Israel para desvendar um grande mistério de família. Lá, eles cruzam o país atrás das respostas que tanto buscam e descobrem o amor.

Crítica: 

Crítica | Viva a Vida – Thati Lopes e Rodrigo Simas Estrelam um Mazel Tov de Filme

Curiosidades: 

» Natália Klein, criadora da série ‘Maldivas‘, assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘F1’ ultrapassa US$ 600 milhões e se torna a 7ª MAIOR arrecadação global do ano

Após surpreender em sua estreia nas telonas, o longa ‘F1‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa a maior arrecadação global da carreira do Brad Pitt, superando ‘Guerra Mundial Z’ (US$540.4M).

Além disso, seu desempenho representa a maior bilheteria da história para um filme original da Apple, superando produções populares como ‘Assassinos da Lua das Flores‘ (US$158M) e ‘Napoleão‘ (US$221M).

Atualmente, o filme se encontra no TOP 7 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Ne Zha 2: O Renascer das Almas‘ (US$1.9M), ‘Lilo & Stitch‘ (US$1B), ‘Um Filme Minecraft‘ (US$955.1M), ‘Jurassic World: Recomeço‘ (US$844.1M), ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ (US$626.8M) e ‘Superman‘ (US$604.4M).

Nos EUA, a produção arrecadou US$ 185.9 milhões. Internacionalmente, foram US$ 417.5 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 603.4 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$59.2M), Coreia (US$35.2M), França (US$30M), Reino Unido (US$29.7M) e México (US$19.6M).

Vale lembrar que o filme registrou US$ 144 milhões em sua estreia global, tornando-se o maior lançamento da história para uma produção da Apple Original Films.

Apesar de ter contado com um orçamento gigantesco em torno de US$ 250 milhões, o Variety destaca que a Apple não depende do retorno nas bilheterias como os estúdios tradicionais. Suas produções são usadas como marketing para seu serviço de streaming, a Apple TV+.

Com 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma excelente nota A do público no CinemaScore.

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

Nova animação dos criadores de ‘Big Mouth’ chega ao streaming; Saiba onde assistir!

Mating Season‘ (Temporada de Acasalamento, em tradução livre), nova série animada adulta dos criadores de ‘Big Mouth‘, já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix.

A produção é estrelada por ursos, guaxinins, veados, raposas e vários outros animais com tesão da floresta, enquanto eles lidam com o amor, relacionamentos sexuais e a necessidade universal de encontrar um parceiro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com as vozes de Zach Woods como o urso Josh; Nick Kroll como o guaxinim Ray; June Diane Raphael como o cervo Fawn; e Sabrina Jalees como a raposa Penelope.

Nick Kroll, Mark Levin, Jennifer Flackett e Andrew Goldberg são responsáveis pelo projeto.

‘Caça-Fantasmas’ pode ganhar crossover entre o original e reboot, diz Ivan Reitman

O clássico ‘Caça-Fantasmas’ pode ganhar um novo retorno, com uma abordagem bem diferente.

Segundo o diretor dos clássicos oitentista, Ivan Reitman, existe a possibilidade da nova produção realizar um crossover entre os personagens originais e o elenco feminino que assumiu o reboot de 2015.

A revelação surgiu durante um painel na San Diego Comic-Con, que comentou sobre os quadrinhos desenvolvidos pela IDW, intitulado ‘Ghostbusters 101’, que usa portais interdimensionais para criar uma forma em que os dois grupos de caça-fantasmas se encontram e interagem entre si.

Após a reação dos fãs em relação ao crossover, Ivan Reitman elogiou o material, revelando:

“É uma HQ muito rica e me deu uma nova ideia para outro filme dos ‘Caça-Fantasmas’.

Eai, o que vocês acham da possibilidade?

Elenco novo e antigo de ‘Caça-Fantasmas’ se reunirá em evento épico

 

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‘The Marvelous Mrs. Maisel’ é renovada para a terceira temporada

A aclamada comédia da Amazon, ‘The Marvelous Mrs. Maisel‘, foi renovada para a terceira temporada. A informação foi divulgada pelo site da revista Variety.

A produção de Amy Sherman-Palladino, mesma criadora de ‘Gilmore Girls‘, tem sido elogiada por sua abordagem vanguardista, em meio a um cenário e uma década onde as mulheres eram tratadas apenas como donas de casa e tinham um certo estereótipo de perfeição a suprir.

O anúncio da renovação vem também logo depois da série conquistar o Peabody Award, no último sábado (19).

Em ‘The Marvelous Mrs. Maisel‘, a personagem homônima, vivida por Rachel Brosnahan, é uma esposa e dona de casa dos anos 50, que descobre um amor e talento inveterado pela comédia stand-up. Contrariando tudo e todos, ela decide encarar o desafio, com divertidas apresentações em um pub em Nova York.

Primeiras Impressões | The Act: Atriz de ‘A Barraca do Beijo’ se transforma em série biográfica

Talvez para nós brasileiros, o nome Gypsy Rose signifique muito pouco ou quase nada. Longe do nosso radar, a história da jovem não nos alcançou como deveria. Ainda que bombástica e digna de uma série de TV, é mais provável que sua tragédia tenha se restringido aos fãs de documentários e que – particularmente – assistem àqueles desenvolvidos pela HBO. Antes de The Act, a emissora a cabo nos entregou Mamãe Morta e Querida (2017), uma produção original que reconta os abusos emocionais e físicos sofridos pela garota, submetida a uma vida inteira de medicamentos e tratamentos desnecessários, a fim de alimentar uma síndrome e comportamento doentios por parte de sua mãe, Dee Dee. Agora, a plataforma Hulu traz a sua versão dos fatos reais, estrelada por Patricia Arquette e Joey King. E enquanto aquela sustenta o seu Oscar com dignidade, esta abre os nossos olhos para uma nova percepção de seu talento.

É impressionante o quanto a escolha do elenco principal foi certeira. À medida King ingressa em uma nova etapa de sua atuação, se desafiando para além de A Barraca do Beijo ou qualquer outro filme seu, Arquette é a personificação monstruosa de uma mãe psico/sociopata. A combinação da dupla é impecável e revela uma dinâmica tão harmoniosa e sincrônica a ponto de nos levar a considerar uma relação realmente maternal. Promovendo um desconforto angustiante para a audiência, vê-las contracenando lado a lado é amedrontador, sufocante. Como alguém que já conhecia a história de Gypsy – e por sinal vira o documentário da HBO, é como se estivesse diante de um replay de um pesadelo. Um episódio piloto que parece não ter fim.

Rapidamente nos familiarizando com a trama, somos surpreendidos pelo que King e Arquette pretendem nos proporcionar diante das telas. A começar pela linguagem corporal, ambas estudaram cautelosamente os vídeos, entrevistas e tantos outros arquivos infindáveis sobre as duas. Sempre presentes em entrevistas e eventos de caridade, as protagonistas verdadeiras fizeram seus nomes rapidamente no cenário norte-americano. E talvez seja esse aspecto tão vinculado ao país que tenha filtrado o nosso conhecimento sobre o caso. Até parece mais-uma-daquelas-bizarras-histórias-americanas. Só que não é bem assim.

Para os que desconhecem, Gypsy Rose foi falsamente diagnosticada com as mais diversas síndromes, câncer, problemas respiratórios, má formação e traumas. Ensinada desde pequena que não andava e que era dependente para absolutamente tudo, ela cresceu sob o radar de sua mãe, que monitora seus passos e a isola do mundo externo. Apresentando um quadro de saúde extremamente delicado, ela tirou proveito de iniciativas como a Make A Wish, usando sua filha como uma ferramenta para conseguir viagens, casa e vários benefícios. Crescendo sob um amor sufocante, a jovem parece subdesenvolvida, com um comportamento infantilizado e restrições para tudo. Sem saber a prisão em que vivia, ela é envolta em uma mentira que custou mais de 20 anos de sua vida, seu desenvolvimento e sua saúde. Até que ela decidiu matar a própria mãe.

Obviamente, aqui não tem nada de spoiler. A história de Gypsy está em todos os lugares, no Youtube, em blogs, fóruns de discussão e – claro – em um documentário. Aliviada pelo crime que cometeu, a própria vítima de abuso admite que prefere a prisão física àquela psicológica. Digladiando com o amor e ódio que acabou nutrindo por sua mãe, ela não teme falar o que aconteceu e – provavelmente – tenha recebido uma pena dura demais para o contexto em que viveu a vida inteira. E reunindo toda essa carga dramática real e sua complexidade inerente, The Act recria a história da jovem garota, na tentativa de saciar a curiosidade do público que acompanhou o fato, mas jamais viu tudo genuinamente de perto. E com facilidade, os criadores Nick Antosca e Michelle Dean conseguem o feito.

É claro que diante de apenas um episódio é difícil demais dizer o quão longe a produção original da Hulu pode chegar, mas seu potencial é surpreendente. Recriando os cômodos, a estética e os figurinos das personagens, a série faz um trabalho completo, entrega um design de produção feito com cuidado e personifica duas figuras com realismo, para não colocar defeito. Com um episódio introdutório que rapidamente mostra a que veio, a narrativa tem um ritmo dinâmico, evitando procrastinações e repetições. Sabendo que a audiência quer sangue (figurativa e literalmente), ela caminha rapidamente para isso – nos entregando alguns vislumbres em rápidos flashes. Bem dirigida, The Act pode até estar começando, engatinhando, mas assim como Gypsy Rose, ela vai andar mais rápido do que você imagina.

 

‘Killing Eve’: Eve está de volta ao MI6 em eletrizante promo do episódio 3×03; Confira!

A 3ª temporada de ‘Killing Eve’ voltou a todo vapor e o terceiro capítulo ganhou uma eletrizante promo, que revela que Eve está de volta ao MI6, à procura de assassina em série Villanelle.

Confira:

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 4ª temporada.

‘Killing Eve’: Sandra Oh é a primeira atriz asiática a ser indicada ao Emmy

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.

Sandra Oh (‘Grey’s Anatomy‘) e Jodie Comer (‘My Mad Fat Diary‘) estrelam.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

‘O Esquadrão Suicida’ ganha coleção de fichas de poker; Confira!

Os personagens do filme ‘O Esquadrão Suicida‘ ganharão sua própria coleção de fichas de poker e os primeiros modelos foram compartilhados pelo cineasta James Gunn, por meio de sua conta oficial do Twitter.

Confira:

Assista aos trailers:

Lembrando que o filme será lançado nos cinemas nacionais dia 5 de agosto – um dia antes da estreia nos EUA.

O Esquadrão Suicida | Os melhores momentos do trailer do filme

O filme é escrito e dirigido por James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’).

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael Rooker, Nathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn e Mayling Ng.

Compositora de As Marvels fala sobre as principais inspirações para o filme; Assista a entrevista!

A aguardada adaptação dos quadrinhos ‘As Marvels‘ já está em exibição nos cinemas e o CinePOP teve a oportunidade de entrevistar Laura Karpman, a premiada compositora da trilha sonora original.

E ao longo do bate-papo, a artista revelou detalhes de seu processo criativo, bem como quais foram suas principais referências.

Assista:

As Marvels‘ não conseguiu voar mais alto, mais longe e mais rápido nas bilheterias em seu fim de semana de estreia.

O filme teve a PIOR abertura da história do Universo Cinematográfico Marvel com apenas US$ 47 milhões nos primeiros três dias, começando com US$ 21,3 milhões na sexta-feira.

Isso significa que o filme arrecadou menos que os US$ 55,4 milhões feitos por ‘O Incrível Hulk‘ em 2008, quando o MCU ainda estava começando.

Quando ‘Capitã Marvel‘ chegou aos cinemas em março de 2019, conquistou o que foi então o sétimo maior fim de semana de estreia entre os filmes do Universo Cinematográfico Marvel, com US$ 153 milhões – um número colossal que apenas um lançamento de 2023, ‘Barbie‘, superou.

O novo longa obteve uma aprovação mediana no Rotten Tomatoes, sendo classificado como um filme de classe B pelos críticos.

Confira nossa critica:

 

Relembre o trailer:

Quais são os 10 FILMES mais esperados do Festival de Cannes 2024?

Depois da Palma de Ouro de Justine Triet por Anatomia de Uma Queda (2023) — ganhador do Oscar de Melhor Roteiro —, além dos nomeados ao prêmio de Hollywood, A Zona de Interesse e Os Assassinos da Lua das Flores, a 77ª edição do Festival de Cannes promete mais obras prestigiosas de grandes diretores, nomes promissores e  intrigantes filmes de gênero.

Há dois dias da abertura, no dia 14 de maio, o CinePOP apresenta os 10 filmes mais aguardados deste ano. Como toda lista, a nossa mistura expectativas pessoais e análise do que os cineastas e artistas mostraram anteriormente na indústria. Embora a Competição Oficial tenha 22 obras  — e apenas quatro diretoras mulheres —, outras seções apresentam títulos igualmente instigantes. Vamos a eles! 

Leia também: Festival de Cannes 2024 | ‘Motel Destino’, do brasilero Karim Aïnouz, Lanthimos, Cronenberg, Coppola competem pela Palma de Ouro

Motel Destino

Esta é a sexta participação de Karim Aïnouz no Festival de Cannes. Desde a seleção de Madame Satã, na mostra Um Certo Olhar, em 2002, o cineasta cearense já apresentou Firebrand (2023), Marinheiro das Montanhas (2021), A Vida Invisível (2019) — prêmio de Melhor Filme em Um Certo Olhar — e Praia do Futuro (2014). 

Em Motel Destino, Aïnouz volta às origens num thriller erótico sobre o motel titular à beira da estrada, dirigido pelo bruto Elias (Fábio Assunção) e pela esposa frustrada Dayana (Nataly Rocha). A chegada de um homem misterioso fugitivo da polícia (Iago Xavier) perturba a rotina constante dos negócios da pequena cidade e dá início à teia de desejo e poder. Ou seja, uma promessa intrigante de “filme noir” e “pornochanchada”, como relatou o próprio diretor, além da chance de Palma de Ouro para o Brasil. 

Megalópolis 

Projeto ambicioso e de longa data de Francis Ford Coppola, Megalópolis verá finalmente a luz do dia após dificuldades de financiamento e custeado com recursos próprios do cineasta a partir dos seus vinhedos — cerca de 120 milhões de dólares, segundo The Hollywood Reporter. Além dos bastidores de produção, Megalópolis é intrigante por conta do seu grande elenco estelar, o qual inclui como protagonista Adam Driver, Forest Whitaker, Jon Voight, Giancarlo Esposito, Aubrey Plaza, Dustin Hoffman e Shia LaBeouf.

Megalópolis narra o duelo entre um arquiteto utópico e o prefeito de Nova York, que discordam sobre a reconstrução ideal desta cidade devastada por uma catástrofe. Planejadas desde a década de 1980, as filmagens finalmente começaram em 2022 e até agora temos apenas um teaser e uma imagem em tons futuristas do filme. Aos 84 anos, Coppola pode obter uma histórica terceira Palma de Ouro, após as vitórias com A Conversação (1974) e Apocalypse Now (1979).

Bird

Barry Keoghan é destaque no filme Bird, de Andrea Arnold

Seis dos sete filmes de Andrea Arnold foram exibidos em Cannes, portanto, Bird é um forte concorrente à Palma de Ouro e tem como chamariz a presença de Barry Keoghan, duas vezes indicado ao Oscar. Após ter viralizado nas redes sociais completamente nu na cena final de Saltburn (2023), o ator irlandês aparece agora com o torso coberto de tatuagens, uma boina francesa e um cordão de ouro à la rapper

Conhecida por explorar temáticas sociais de personagens de baixa renda, a diretora de 63 anos trata suas obras de realismo social de forma nua e crua. Bird parece percorrer este mesmo caminho. Em sua sinopse, a obra apresenta Bailey (Nykiya Adams), de 12 anos, que mora com seu irmão Hunter (Jason Buda) e seu pai Bug (Barry Keoghan). O pai os criou sozinho em uma ocupação no norte de Kent, condado situado no sudeste da Inglaterra. Ao se aproximar da puberdade, Bayle busca atenção e aventura em outro lugar.

Leia mais: Cannes 2024 | Quem são as QUATRO Mulheres entre os 22 Competidores pela Palma de Ouro?

O Aprendiz

Em 2018, o iraniano Ali Abbasi encantou o público em Cannes com o realismo fantástico de Border, apresentado na seção Um Certo Olhar. Depois de seis anos, o cineasta faz a ousada proposta de contar a trajetória de uma das figuras mais controversas da atualidade dos Estados Unidos. Ambientado nos anos 1970, O Aprendiz é uma sobre um pupilo e o seu mentor numa trama de poder, ambição e corrupção. 

A cinebiografia promete mostrar como o advogado Roy Cohn (Jeremy Strong, da série Succession) influenciou o jovem empresário imobiliário Donald Trump, vivido por Sebastian Stan. Conhecido do grande público como o personagem Soldado Invernal dos filmes da Marvel, Stan ganhou no início do ano o Urso de Prata de Melhor Interpretação em Papel Principal no Festival de Berlim, pelo filme A Different Man. Quem sabe ele nos surpreenda ainda mais? Somente a caracterização do ator nas fotos de divulgação já chama a nossa atenção. 

A Substância 

Tal como o ganhador da Palma de Ouro 2021, Titane, de Julia Ducournau, A Substância (The Substance) é um dos poucos filmes de gênero na mostra competitiva. Assumidamente gore e sangrento, o terror corporal de Coralie Fargeat promete entreter e instigar assim como sua primeira obra Vingança (2017), sobre abuso e retaliação. 

Em seu teaser de apresentação, A Substância nos provoca como uma propaganda: “Você já sonhou com uma versão melhor de si mesmo(a)? Com A Substância, você pode gerar outra versão de você, mais jovem, mais bonita, mais perfeita… Fácil, não é? Se você seguir as instruções, o que pode dar errado?” O filme é protagonizado por Demi Moore (Feud) e Margaret Qualley (Pobres Criaturas).

O Surfista (The Surfer) 

Este filme junta um dos atores mais icônicos de Hollywood, Nicolas Cage, a um criativo atordoador cineasta, Lorcan Finnegan. Apenas esses dois nomes são razões suficientes para acreditar que O Sufista tem um conteúdo singular, vide alguns dos últimos trabalhos de cada um deles: O Homem dos Sonhos (2023) e Vivarium (2020), respectivamente. 

Em O Surfusta, Nicolas Cage interpreta um homem que retorna à sua cidade natal, localizada à beira-mar, na Austrália. Só que quando é humilhado na frente do filho por um grupo de surfistas locais, ele perde o controle. Apesar dos ferimentos, ele decide ficar na praia e declara guerra aos seus opressores. Ou seja, promessa de loucura e desforra na Sessão da Meia-Noite. 

Lula

Lula no documentário de Oliver Stone.

Ganhador de três Oscar, Oliver Stone dispensa apresentações. Ao lado do produtor Robert S. Wilson, o cineasta estadunidense constrói um retrato íntimo e evocativo de uma das figuras políticas mais influentes e populares do mundo: o atual presidente do Brasil  Luiz Inácio Lula da Silva. Dessa forma, temos duas figuras políticas e polêmicas nesta lista com expectativas de embates de pontos de vista. 

O documentário Lula explora a ascensão, queda e retorno triunfante do presidente nas eleições de 2022. Beneficiando-se de um acesso privilegiado sem precedentes a Lula e seus assessores mais próximos, Oliver Stone lança luz sobre a personalidade do carismático líder político durante uma série de entrevistas (sem filtros) e revela o lado de obscuro da operação anticorrupção “Lava Jato”, com a ajuda do jornalista investigativo  Luke Harding, cujas revelações levaram à libertação de Lula. 

Tipos de Bondade (Kinds Of Kindness)

Após ganhar o prestigioso Leão de Ouro no Festival de Veneza com o polêmico Pobres Criaturas no ano passado, Yorgos Lanthimos volta a concorrer à Palma de Ouro com Tipos de Bondade (Kinds Of Kindness). Esta é a sua terceira participação na competição oficial de Cannes depois de O Lagosta, vencedor do Prêmio do Júri 2015, e O Sacrifício do Cervo Sagrado, Prêmio de Roteiro 2017, além de sua obra-prima Canino, na selecionada na mostra Um Certo Olhar em 2009.

Com uma filmografia como esta é impossível ser indiferente a qualquer projeto do cineasta grego. Kinds Of Kindness é uma fábula tríptica que segue: um homem sem escolhas que tenta assumir o controle de sua própria vida; um policial preocupado porque sua esposa desaparecida voltou e parece outra pessoa; e uma mulher determinada a encontrar uma pessoa específica com um poder especial, destinada a se tornar uma líder espiritual prodigiosa. Além disso, o filme é protagonizado por Emma Stone, Willem Dafoe, Margaret Qualley, Hong Chau, Jesse Plemons e Joe Alwyn.

Os Sudários (The Shrouds)

Considerado como um filme mais pessoal de David Cronenberg, Os Sudários (The Shrouds) seria um modo do cineasta canadense de exorcizar a morte da sua esposa, Carolyn, falecida em 2019 por conta de uma doença. Em competição pela Palma de Ouro, em 2022, com Crimes do Futuro, David Cronenberg sempre nos convida a uma viagem introspectiva da nossa essência com um pé no gênero fantástico e outro na sci-fi, estabelecendo assim um visceral terror. 

Protagonizado por Vincent Cassel e Diane Kruger, o enredo segue o renomado empresário de 50 anos, Karsh. Inconsolável desde a morte de sua esposa, ele inventa um sistema revolucionário e polêmico: o GraveTech. O programa permite aos vivos se conectarem com seus entes queridos em suas mortalhas. Uma noite, vários túmulos, incluindo o de sua esposa, são vandalizados. Karsh, então, sai em busca dos culpados. Ou seja, mais um filme de gênero e narrativa de vingança . 

Os Rumores (Rumours)

Dada a sua sinopse, Os Rumores (Rumours) já parece um pouco insensato. A narrativa é descrita assim: em uma reunião do G7, os sete líderes das democracias liberais mais ricas do mundo perdem-se numa floresta à noite enquanto tentam redigir uma declaração sobre uma crise global. A ideia é provocativa e bastante atual com as discussões climáticas. 

Dirigido a seis mãos, por Guy Maddin, Evan Johnson e Galen Johnson, Os Rumores mergulha em um universo surreal que mistura política com humor francamente absurdo. As primeiras imagens revelam uma atmosfera onírica e muito colorida, indo do roxo ao laranja ardente. O elenco é composto por Cate Blanchett (Tár), Alicia Vikander (Firebrand) e Denis Ménochet (Beau Tem Medo), este no papel do presidente francês.

Menções Especiais

C’est Pas Moi (Não Sou Eu), de Leos Carax

Inventivo e atrevido na sua criação cinematográfica, Leos Carax apresenta um projeto de apenas 40 minutos sobre seus mais de 40 anos de filmografia de forma livre, experimental e, também, política, além de sua longa parceria de sete filmes com o ator Denis Lavant.

Após os marcantes Os Amantes de Pont-Neuf (1991)  e Holy Motors (2012), o cineasta francês esteve na competição de Cannes em 2021 com o extravagante e trágico Annette. Mesmo se o musical com Marion Cotillard e Adam Driver não tenha agradado tanto a crítica 71% no Rotten Tomatoes (RT) , suas obras são sempre instigantes, seja para o bem ou para o mal.

Baby, de Marcelo Caetano

Com seu segundo longa-metragem, sete anos após o elogiado Corpo Elétrico —  com aprovação de 80% no RT —, Marcelo Caetano está entre os sete filmes em competição na Semana da Crítica e disputa a Palma Queer este ano. O filme apresenta uma sinopse envolvente e dá destaque a personagens LGBTQIA +. 

Baby narra a trajetória de Wellington (João Pedro Mariano) logo após ser liberado de um centro de detenção para jovens. Sem rumo, ele vê-se à deriva nas ruas de São Paulo. Durante uma visita a um cinema pornô, o rapaz conhece Ronaldo (Ricardo Teodoro), um garoto de programa, que lhe ensina novas formas de sobreviver. Aos poucos, a relação dos dois se transforma em uma paixão cheia de conflitos, entre a exploração e a proteção, o ciúme e a cumplicidade.

Furiosa: Uma Saga Mad Max, de George Miller

Assim como Mad Max: Fúria em Duas Rodas lançado em Cannes em 2015, Furiosa: Uma Saga Mad Max é o grande blockbuster desta edição. A tradição segue os passos da apresentação de um grande filme de estúdio estadunidense com lançamento próximo nas salas de cinema, como Top Gun: Maverick, em 2022, e Indiana Jones e a Relíquia do Destino, em 2023. Uma semana depois do elenco subir os degraus do tapete vermelho, o quinto filme da franquia de George Miller estará nos cinemas dos EUA e do Brasil. 

Após fracasso de bilheterias Era uma Vez um Gênio (2022)  — arrecadou apenas US$ 20 milhões no mundo e custou por volta de US$ 60 milhões, de acordo com Box Office Mojo —, o diretor de 79 anos volta a sua fórmula vencedora de ação, ficção-científica e combate com a previsão de nomeações ao Oscar e grande público nos cinemas. O elenco formado por Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth promete destacar-se na Croisette. 

‘Mulher-Maravilha 2’: Kristen Wiig é confirmada como a Mulher-Leopardo

A Warner deu o sinal verde oficial para a continuação de ‘Mulher-Maravilha’, um dos maiores sucessos do ano passado e a primeira superprodução protagonizada por uma mulher no gênero, dirigida por Patty Jenkins.

Agora, a diretora confirmou via twitter os boatos que estavam circulando pela internet e oficializou a atriz Kristen Wiig (‘Caça-Fantasmas’) como a vilã Mulher-Leopardo na sequência.

“Estou muito animada em confirmar a notícia mais emocionante. Sim, é verdade. Sou incrivelmente sortuda em dar as boas-vindas para a sensacionalmente talentosa Kristen Wiig para a nossa família de Mulher-Maravilha. Mal posso esperar para trabalhar com uma das minhas favoritas. E estou muito empolgada com o que planejamos”

Enquanto isso, o fã BossLogic criou uma arte incrível mostrando como ficaria o visual da personagem. Confira:

O papel da vilã foi oferecido a Emma Stone, porém a atriz teria rejeitado a proposta. Sarah Paulson também havia sido citada como favorita para o papel.

Enquanto isso, segundo o Heroic HollywoodGeoff Johns já está trabalhando no roteiro da sequência de ‘Mulher-Maravilha‘.

‘Mulher-Maravilha 2’ começa a ser filmado em maio e pode ter estreia antecipada

‘Mulher-Maravilha 2’ chega aos cinemas em 1º de novembro de 2019.

‘Guardiões da Galáxia 3’: Roteiro de James Gunn pode ter sido descartado

Após a demissão de James Gunn da direção de ‘Guardiões da Galáxia 3’, surgiu a dúvida sobre o que a Disney iria fazer com o roteiro do filme, também escrito por ele, que já estava finalizado e revisado.

No entanto, parece que esse roteiro também será descartado e um novo roteirista deve assumir o projeto do zero. Pelo menos foi o que afirmou o jornalista Christopher Marc, do Omega Underground, que postou em seu Twitter:

“Fiquei sabendo que a Marvel Studios realmente jogou fora o roteiro de James Gunn para ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’. Algo que eu esperava que seria o próximo passo, se isso for confirmado nos próximos dias, então haverá um gigantesco atraso da continuação”

A informação não foi confirmada pela Disney e novidades devem sair muito em breve, já que o filme estava programado para começar as filmagens em janeiro de 2019.

‘Guardiões da Galáxia 3’: Ator volta a se revoltar e ameaça se demitir do filme

A comoção dos fãs e o recente pedido assinado em carta aberta pelo elenco não surtiu nenhum efeito no caso.

Segundo a Variety, a Disney não voltará atrás na demissão do diretor e sequer se preocupa com a possibilidade de atores como Chris Pratt e Zoe Saldaña abandonarem a franquia de ‘Guardiões da Galáxia’. A empresa está confiante que a dupla retornará para o terceiro filme sem grandes problemas.

‘Guardiões da Galáxia 3’: Dave Bautista critica demissão de James Gunn 

Atores apoiam James Gunn e pedem retorno do diretor a ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’

O diretor foi demitido depois que personalidades conservadoras reapareceram velhos tweets nos quais o cineasta brincou sobre assuntos polêmicos como pedofilia e estupro.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ segue sem data de estreia confirmada.

Opinião | Derrocada da Mulher-Maravilha é a melancólica representação do fim do DCEU

O Universo Estendido DC, também conhecido como DCEU (DC Extended Universe), chegará ao seu fim oficial com o lançamento de Aquaman 2: O Reino Perdido. Iniciado em 2013 com O Homem de Aço, esse universo compartilhado surgiu no ápice dos filmes estrelados por super-heróis com a proposta de se distanciar das aventuras divertidas e coloridas da Marvel nos cinemas, tendo como ‘filosofia’ a visão do diretor Zack Snyder para os heróis da DC. Entretanto, uma série de polêmicas marcou sua trajetória, com direito a demissões, trocas nos responsáveis pelo setor criativo e vendas do estúdio para empresas com CEO’s de diferentes mentalidades.

Diante desse tanto de empecilho, o DCEU foi conduzido sem saber exatamente para onde ia nem o que pretendia fazer. Com isso, parecia ser apenas uma questão de tempo até que ele fosse rebootado. E agora, com James Gunn e Peter Safran por trás do controle criativo, parece que o Universo DC (DCU) enfim encontrará seu rumo nas telonas. No entanto, essa reta final do antigo universo está sendo melancólica, e quem mais sofre com isso é justamente uma das poucas unanimidades da empreitada original: a Mulher-Maravilha.

Para entender melhor essa opinião, precisamos voltar a 2017, quando o primeiro filme da Princesa Amazona foi lançado. Na época, ele tinha a missão de mostrar que era possível fazer um filme da maior super-heroína dos quadrinhos sem sexualizá-la. Ainda mais depois das duras críticas feitas a Batman Vs Superman: A Origem da Justiça (2016), que usou e abusou de cenas que retratavam Diana (Gal Gadot) por perspectivas bastante questionáveis, como as famosas “Butt Shots” – que retratam a personagem sempre partindo de uma exposição exagerada de seus ‘traseiros’ – e outros momentos que a colocam em posições referenciadas pela pelve.

Isso chamou atenção de parte do público que questionou o motivo de não terem retratado heróis como o Batman e o próprio Superman por essas perspectivas, o que repercutiu na diretoria da Warner, que já havia contratado a diretora Patty Jenkins justamente para vender o filme como um longa de produção feminina, dando maior destaque a essas reclamações que teoricamente seriam resolvidas por ter ume mulher no cargo de diretora. E realmente funcionou. Patty mostrou o que é óbvio para muitos, mas parece sofrer resistência em Hollywood: é possível retratar uma super-heroína sem transformá-la em um símbolo sexual.

Por algum tempo, ela conseguiu dar uma limpada na barra dos executivos, que anunciaram mais projetos envolvendo Patty e pareciam ter “comprado o barulho” feito pelo sucesso de Mulher-Maravilha. O filme trouxe uma visão mais positiva de mundo, com sua protagonista apostando no amor e no otimismo para trazer esperança por onde passa, mantendo a estética dos longas anteriores, mas essa ideia não durou muito. Isso porque os bastidores da próxima aventura do estúdio, a aguardada vinda da Liga da Justiça, havia passado por uma série de problemas e interferências criativas do estúdio, além do suicídio da filha do diretor, o que acabou culminando no desligamento de Zack Snyder do projeto com o filme pela metade.

Inicialmente, foi anunciado que ele havia deixado o comando do filme por conta do trauma pessoal da perda da filha. Só que, anos mais tarde, o próprio diretor confirmou que saiu por conta das incontáveis diferenças criativas solicitadas pelo estúdio, que queria transformar o filme em uma aventura mais simples e para todas as idades.

Para concluir o filme, convocaram o diretor de bilhões da Marvel, Joss Whedon, para transformar a Liga em sua própria versão dos Vingadores. O problema é que a forma de trabalho do diretor foi completamente problemática, com relatos de assédio moral pipocando após o lançamento do filme, e sua visão para a Mulher-Maravilha foi tudo aquilo que a personagem não precisava. Após ser retratada com muito poder em seu filme solo, a Amazona foi reduzida a um papel de coadjuvante, com pouquíssima influência na trama da Liga e o pior… Voltou a ser sexualizada, com uma piada Aquaman sentando no Laço da Verdade, revelando seus medos e que a acha bonita e outra bizarríssima de cunho sexual do Flash “montando” nela em plena batalha.

A “piada” foi de tanto mau gosto que a própria Gal Gadot se recusou a gravar a cena por não concordar com o que isso representaria para a personagem. Para resolver esse impasse, Joss filmou o momento usando uma dublê. Com a divulgação dos bastidores controversos, os fãs começaram a ver que havia um tipo de padrão nessa “piada” do diretor, que já havia repetido essa cena do herói caindo de cara nos seios de outra personagem em algumas de suas produções anteriores, como em Vingadores: Era de Ultron (2015). O diretor acabou sendo afastado de outras produções que desenvolveria, como Batgirl, e o colapso do DCEU teve seu início oficial.

Para complicar ainda mais as coisas, o destino do Superman foi posto em xeque e começaram a correr boatos de que o maior herói da casa não seria mais retratado em nenhum filme, além de uma suposta insatisfação dos executivos com o ator Henry Cavill, que várias vezes teve de lidar com boatos de que seria demitido a qualquer momento. Isso causou um certo rebuliço dos fãs, que faziam a massiva campanha pelo Snydercut da Liga da Justiça e não queriam ver “seu Superman” ir embora do universo.

Mas o que causou polêmica mesmo foi um rumor surgido após o lançamento de Shazam! (2019), que terminava com uma participação especial do Superman sem revelar o rosto de Cavill. Na época, foi noticiado que a Warner estudava reduzir a participação de Kal-El no DCEU a momentos como esse. Pequenas pontas em filmes menores até que fosse cumprido o contrato de Cavill. Só que isso era extremamente problemático porque além do ator ser muito querido pelos fãs, não existe um universo da DC sem o seu principal símbolo.

Essa ideia de transformar o maior herói de todos em um cameo de luxo causou revolta no fandom e uma série de protestos aconteceu para que essa ideia fosse prontamente descartada. Sem saber para onde ir em meio a tantas polêmicas e mudanças nos bastidores, o DCEU atravessou a pandemia com a chegada do HBO Max e os lançamentos em streaming.

Um dos maiores lançamentos foi justamente Mulher-Maravilha 1984, novamente dirigido por Patty Jenkins e protagonizado por Gal Gadot. Infelizmente, o filme foi terrível e abandonou ideias trazidas na própria aventura original. Repleto de momentos tenebrosos, o longa fez a super-heroína se render a paixões impossíveis e até mesmo a abusar de uma vítima que foi enfeitiçada contra seu consentimento para agir como o namorado morto da protagonista. Terem aprovado isso foi um dos maiores sinais de que já não tinha salvação mesmo. O resultado de críticas e bilheterias foi bem ruim, e o longa se tornou um dos mais esquecíveis do DCEU.

No fim das contas, o período pandêmico ficou marcado por duas visões diferentes que definiriam de vez seu futuro. James Gunn foi contratado para desenvolver O Esquadrão Suicida (2021), que foi sucesso de críticas apesar da baixa bilheteria, refletida pelo lançamento no ápice da crise do Coronavírus no mundo, e The Rock pôde enfim lançar seu tão sonhado Adão Negro (2022), que foi fracasso de crítica e bilheteria.

Enquanto Gunn fez um soft reboot no Esquadrão, preparando terreno para uma franquia própria voltada para esse núcleo, que rendeu a espetacular série O Pacificador (2022), The Rock começou a se promover como o salvador do DCEU, tentando emplacar sua visão como a nova mente criativa por trás desse universo, que teria a volta de Henry Cavill em um filme do Superman contra o Adão Negro. O problema é que nem os fãs compraram muito bem essa ideia. Essa dualidade de visões escancarou a falta de comando e direcionamento na casa, que deve ter feito promessas a Dwayne Johnson, enquanto sondava James para assumir mais produções.

Paralelamente a isso, o lançamento da Liga da Justiça de Zack Snyder no HBO Max balançou os fãs xiitas, que pediam a volta do diretor para esse universo com controle criativo total, o que logicamente não deu em nada. O mais bizarro disso tudo é que a falta de rumo era tão grande que o Superman de Cavill acabou mesmo se transformando em um cameo de luxo, sem necessariamente mostrar a presença do ator, enquanto os executivos já planejavam um reboot desse universo.

A “Liga da Justiça” fez um cameo em O Pacificador, mas só o Flash e o Aquaman tiveram seus rostos revelados.

Dado esse contexto caótico, a DC decidiu pelo reboot do universo, passando o controle criativo da nova empreitada para James Gunn e Peter Safran. Porém, ainda havia projetos prontos que estavam apenas aguardando o lançamento nos cinemas e eles acabaram servindo para deixar a “morte” do DCEU ainda mais melancólica. E ninguém foi mais afetada por isso do que a Mulher-Maravilha. Introduzida como uma grande guerreira e transformada em um ícone feminista, a personagem entrou em derrocada junto a esse universo ao sofrer justamente aquilo que os fãs reclamaram do Superman: ela foi reduzida.

Mas a problemática aqui é ainda maior porque o Superman pelo menos foi tirado de cena, já a Mulher-Maravilha teve sua imagem reduzida a virar piadinha de cunho sexual de humor adolescente. Em Pacificador, ela é citada pelo protagonista, que diz em uma sala de aula que nunca saiu com ela, mas que ela já passou uma festa inteira de olho nele. Já nos filmes, a situação foi mais feia ainda, porque ela foi retratada especificamente como um símbolo sexual de adolescentes.

Em Shazam! Fúria dos Deuses (2023), ela rendeu uma piada “emprestando” o corpo ao Mago Shazam (Djimon Hounsou) e fez uma participação especial no fim, com o protagonista dando em cima dela, mesmo que ela seja “muito mais velha” que ele. Em The Flash (2023), a participação é tão curta quanto, com a super-heroína aparecendo para salvar o Batman com o Laço da Verdade, que acaba afetando também o Flash. Nisso, o Homem-Morcego fala sobre a ajuda que daria se doasse todo seu dinheiro, enquanto o Flash admite pensar muito em sexo, mesmo que nunca tenha feito antes.

É uma abordagem problemática de uma personagem de relevância tão grande quanto a do Superman nesse universo, já que compõe a grande Trindade DC (Superman, Mulher-Maravilha e Batman). E agora que a “vida” do DCEU está chegando ao fim, a decadência a qual a personagem que um dia foi considerada a salvadora da franquia vem sendo submetida é lamentável. Mesmo que em seus últimas dias, já que a presença de Gal Gadot não está garantida no DCU, uma personagem que definitivamente marcou época deveria ter uma despedida respeitosa que honrasse sua importância nessa linha do tempo.

A expectativa agora com o novo Universo DC é que a Mulher-Maravilha volte a ser valorizada, como no filme de 2017, e seja mantida de forma respeitosa, assim como os outros heróis, e que essa fase de reduzir ícones da casa a meras participações especiais sem relevância tenha ficado para trás.

Crítica | Corpolítica – Premiado Documentário Retrata A Presença de Candidates nas Eleições Brasileiras

Nunca falamos tanto sobre a importância da representação e da representatividade quanto nesta última década. As atuais gerações estão completamente antenadas nestas pautas e reivindicando ver-se representados em todos os campos de atuação, inclusive na política. Porém, quando o recorte da pauta é o gênero, o número de representantes da comunidade LGBTQIAP+ cai drasticamente quando levamos em consideração o espaço da política brasileira. Numa tentativa de registrar o momento social com o maior número de candidates LGBTQIAP+, durante as eleições de 2020, surge o documentárioCorpolítica’, vencedor em sua categoria no Festival do Rio de 2022 e que estreia a partir deste feriado de Corpus Christi nas salas de cinema do país – às vésperas da Parada do Orgulho em São Paulo, a maior da América Latina.

Partindo da contradição entre duas constatações – o Brasil ser o país que mais mata LGBTs no mundo e o ano de 2020 ter registrado o maior número de candidates que se reconhecem  publicamente como pessoas pertencentes ao grupo de alguma letra dessa sigla – o documentário busca acompanhar a tensão dessas duas polaridades dentro de um cenário em que ainda vivíamos o contexto da pandemia do coronavírus e os primeiros estudos sobre uma vacina ainda estavam começando a ser divulgados.

É relevante considerar este ponto para entender as inúmeras superações que a produção teve que fazer para registrar o momento, apesar dos impedimentos. Talvez isso tenha prejudicado a captação de som devido ao uso de máscara, o distanciamento para as gravações e uma aparente economia de microfone, que, quando havia mais de uma pessoa em cena, captava melhor o som de um entrevistade em detrimento do outre.

Escrito e dirigido pelo ótimo Pedro Henrique França e com produção do ator Marco Pigossi (o protagonista de ‘Cidade Invisível’) a junção dessas duas forças de vontade encaminha o desenrolar das entrevistas alinhado bem o objetivo da produção: retratar candidates que estavam surgindo naquele momento, especialmente no eixo Rio-São Paulo, mas sem deixar de observar nomes que estavam e ainda estão fazendo suas vozes serem ouvidas nas outras regiões do país. Como personagens fixos, acompanhamos a campanha dele Mônica Benicio, Erika Hilton, De Lucca e Andréa Bak, os quatro com investimentos financeiros e estratégias diferentes para tentar alcançar o eleitor.

Ao longo de 1 hora e 40 o espectador acompanha os diferentes esforços desses personagens, intercalados por depoimentos de outros candidatos de outras instâncias do governo, já em seus mandatos, como Jean Wyllys e Thammy Miranda, mostrando discursos que se inclinam tanto para a esquerda quanto para a direita conservadora. Como contraste a produção sinaliza como há muito tempo políticos como Jair Bolsonaro e Marco Siciliano vêm cerceando o direito de fala e os direitos como um todo das populações LGBTQIA+ de serem representadas nos 3 poderes, ao mesmo tempo que toleraram com mais parcimônia a presença de políticos como Clodovil no mesmo ambiente que eles.

É importante que ‘Corpolítica’ seja lançado no circuito, especialmente neste mês de junho, o mês do orgulho, para que se estimulem debates sobre a importância de eleger políticos que representem que defendem as pautas particulares de cada um desses grupos, pois somente assim o coletivo conseguirá avançar na luta por direitos. ‘Corpolítica’ é, também um filme para rever em 2024.

‘Liga da Justiça’: Nova imagem mostra Ezra Miller em uniforme diferente

Uma nova imagem compartilhada por Zack Snyder sobre o filme ‘Liga da Justiça’ revela um traje diferente para o herói Flash, interpretado por Ezra Miller.

Para aqueles que não sabem, Michael Wilkinson, responsável pelo design dos trajes da DCEU, recebeu algumas críticas negativas dos fãs que não gostaram muito da roupa de Flash no filme de 2017. Dito isso, Snyder compartilhou uma nova imagem no Twitter que nos fornece uma nova visão do uniforme em questão, que difere da versão final do filme.

Confira:

‘Liga da Justiça’ estrelou Ben Affleck como Batman, Gal Gadot como Mulher Maravilha, Jason Momoa como Aquaman, Ezra Miller como Flash, Ray Fisher como Cyborg, Henry Cavill com Superman, Amy Adams como Lois Lane, Jeremy Irons como Alfred Pennyworth, Jesse Eisenberg como Lex Luthor, Amber Heard como Mera e outros.

O universo estendido DC continua com ‘Aquaman’, ainda disponível em diversos cinemas, seguido de ‘Shazam!’, que estreia em 05 de abril de 2019, ‘Aves de Rapina’, marcado para o dia 07 de fevereiro de 2020, e ‘Mulher Maravilha 1984’, que estreia no dia 05 de junho de 2020.

Um filme-solo intitulado ‘Coringa’ estreia neste ano ainda, no dia 04 de outubro, mas não se insere dentro do panteão de heróis e é estrelado por Joaquin Phoenix.


‘American Horror Story: 1984’: O terror nunca acaba no trailer do próximo episódio

A FX divulgou o trailer do quarto episódio de ‘American Horror Story: 1984’.

Confira:

O segundo episódio, intitulado Slashdance, será exibido no dia 09 de outubro.

O elenco do novo ciclo conta com Emma Roberts, Gus Kenworthy, Angelica Ross, Cody Fern, Billie Lourd, Leslie Grossman, DeRon Horton e Matt Morrison.

‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’: Assista aos créditos de abertura da nova série do Hulu!

O Hulu divulgou os créditos de abertura oficiais de seu mais novo e viciante drama, ‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’ (‘Little Fires Everywhere’).

Confira:

Washington estrela o show ao lado de Witherspoon. A série também conta com Leslie BibbAlyson HanniganAnika Noni Rose.

Pequenos Incêndios por Toda Parte‘ é a adaptação homônima do livro escrito por Celeste Ng, que conta a história de um incêndio e os fatos que sucedem a controversa adoção de uma criança com descendência chinesa, no subúrbio de Ohio.

Liz Tigelaar entra como showrunner.

A série estreia no dia 18 de março.

‘Star Trek: Discovery’: Showrunner confirma planos para temporadas futuras

Em entrevista ao Gold Derby, o criador e co-showrunner Alex Kurtzman revelou que já se reuniu com o time de roteiristas do panteão ‘Star Trek’ e confirmou planos para futuras temporadas de ‘Star Trek: Discovery’‘Star Trek: Picard’‘Star Trek: Strange New Worlds’.

“Temos conversado com todos os nossos roteiristas através do Zoom e a verdade é que conseguimos trabalhar nos roteiros das temporadas de ‘Discovery’‘Picard’‘Strange New Worlds’, esta com gravações agendadas para o próximo ano, e ‘Section 31‘”.

Enquanto isso, o 3º ano de ‘Discovery’ estreia em 15 de outubro.

Assista ao trailer:

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Jason Isaacs, Emily Coutts e David Ajala estrelam.

‘Soul’: Diretores e produtora revelam finais alternativos da animação da Pixar; Confira!

‘Soul’ é a mais nova sensação da Pixar e um dos filmes mais aclamados do ano – mas a potente trama da animação teria um final alternativo.

Em entrevista ao Entertainment Tonight, os co-diretores Pete DocterKemp Powers, bem como a produtora Dana Murray revelaram os finais alternativos do longa-metragem antes que pudessem entrar em consenso sobre o desfecho da jornada de Joe Gardner (Jamie Foxx).

“Havia outra versão na qual Joe iria realmente para o além-vida, havia uma cena lá e então ele retornava. E então percebemos que estávamos brincando com fogo, apesar de ser bastante esotérico. Não acho que seria tão explícito em termos de ‘é assim que o pós-vida se parece’. Era mais abstrato. Mas, de qualquer forma, decidimos que era perigoso”, Docter comentou.

Powers acrescentou que uma das outras versões não levava Joe de volta para seu corpo, mantendo-o como mentor do pré-vida. “Na versão em que Joe não volta para seu corpo, ele basicamente se transforma no mentor do pré-vida, mas um mentor repetido. Ele fica por lá e se torna o melhor mentor de todos, introduzindo várias ideias para os seminários. Ele meio que revoluciona tudo. Era bem fofo e bem divertido e deixou algumas pessoas irritadas, mas, sabe, nós aprendamos através de tentativas. Não funcionou, mas foi uma exploração divertida”.

Murray, por sua vez, comentou sobre as investidas de mostrar a conclusão da alma conhecida como 22 (Tina Fey) depois de encarnar e viajar para a Terra. “Muitas pessoas queriam ver onde 22 havia parado e então pensamos em uma cena que mostrava só um momento dela e onde ela estava na vida. Mas não tinha o toque de emoção que precisávamos”.

‘Soul’ já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.

Na trama, Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed Diggs, Angela Bassett e Phylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent ReznorAtticus RossJon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

‘O Senhor dos Anéis’: Diretora de ‘The Witcher’ e ‘Outlander’ é escalada para a série da Amazon

Amazon Studios anunciou hoje (13) que Charlotte Brändström foi contratada como a terceira e mais diretora da ambiciosa série ‘O Senhor dos Anéis’, juntando-se aos previamente confirmados J.A. Bayona Wayne Che Yip.

Brändström é conhecida por uma série de trabalhos televisivos, incluindo ‘The Man in the High Castle’‘Outlander’‘The Witcher’ e, mais recentemente, ‘O Legado de Júpiter’. Ela ficará responsável por dois capítulos da 1ª temporada.

A série terá um gasto de $650 milhões de dólares neozelandeses, apenas para gravar a temporada de estreia. Isso corresponde a US$ 464 milhões de dólares americanos.

Para se ter uma ideia da dimensão do gasto da Amazon, a aclamada série ‘Game of Thrones‘ gastava meros US$50 milhões por temporada, com seus episódios custando US$ 5 milhões cada.

“A aguardada série da Amazon Studios irá levar os espectadores para uma era em que grandes poderes eram forjados, reinos ascendiam à glória e caíam na desgraça, heróis inesperados eram testados, esperança pendia por um fio e o maior vilão que já fluiu da mente de Tolkien ameaçava cobrir todo o mundo em escuridão. Começando em uma época de relativa paz, a série gira em torno de personagens, familiares ou novos, e seu confronto contra a re-emergência do mal na Terra-Média. Das profundezas obscuras da Montanha Enevoada, às florestas majestosas da capital élfica Lindon, ao reino insular de Númenor, aos cantos mais longínquos do mapa, esses reinos e personagens irão talhar legados que viverão por muito tempo depois de partirem”.

O elenco da série conta com Maxim Baldry (‘Doctor Who’, ‘Uma Segunda Chance para Amar’), Robert Aramayo como o protagonista, Owain ArthurNazanin BoniadiTom BudgeMorfydd ClarkIsmael Cruz CórdovaEma HorvathMarkella KavenaghJoseph MawleSophia NomveteMegan RichardsDylan SmithCharlie VickersDaniel Weyman e a novata Tyroe Muhafidin.

Bayona (‘Jurassic World: Reino Ameaçado’) também será o produtor executivo ao lado de Belén Atienza.

Assista ao primeiro teaser da produção:

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.

O roteiro fica por conta de JD Payne e Patrick McKay.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.

‘Legends of Tomorrow’: Episódio de estreia da 7ª temporada ganha novo teaser oficial; Confira!

The CW divulgou um novo teaser oficial de “The Bullet Blondes”, episódio de estreia da 7ª temporada de ‘Legends of Tomorrow’.

Na trama, “depois de derrotarem os alienígenas e salvarem a Terra, as Lendas ficam presas em Odessa, Texas, no ano de 1925 e com um Waverider destruído. Tentando ajudar a consertar as coisas, Astra (Olivia Swann) usa seus poderes, o que atrai a atenção indesejada da cidade e do novo Diretor do Bureau de Investigação, J. Edgar Hoover, e uma surpresa que ninguém esperava. Percebendo que precisam escapar, Sara (Caity Lotz) e Ava (Jes Macallan) criam uma distração ao entrarem em uma onda de crimes, deixando Hoover em sua cola. Enquanto isso, Zari (Tala Ashe) está achando difícil superar Constantine, então Behrad (Shayan Sobhian) sugere a única coisa que ele sabe que pode ajudar.”

O episódio vai ao ar no dia 13 de outubro.

Confira, junto às imagens:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Uma equipe de heróis e vilões ajuda a evitar desastres no universo que poderia afetar não apenas a Terra, mas também o próprio tempo.

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Adam Tsekhman, Shayan Sobhian, Lisseth Chavez, Amy Louise Pemberton, Nick Zano e Matt Ryan.