Um inteligente gerente de livraria depende de seu conhecimento na Internet para fazer a mulher dos seus sonhos se apaixonar por ele, enquanto ele fica perigosamente obcecado por ela.
ACW finalmente anunciou quando ‘Tom Swift‘, série derivada de ‘Nancy Drew‘, será lançada.
De acordo com o TVLine, a produção irá estrear no dia 31 de maio.
Tian Richards reprisará seu papel como o personagem titular.
A produção seguirá Tom enquanto ele é lançado em um mundo de conspiração de ficção científica e fenômenos inexplicáveis, após o chocante desaparecimento de seu pai. Ele parte em uma viagem a fim de desvendar a verdade, deixando para trás o conforto de seu estilo de vida cheio de dinheiro.
De acordo com o Deadline, Tyler Hoechlin (‘Superman & Lois’) está em negociações finais para reprisar o seu papel como Derek Hale no filme ‘Teen Wolf‘, baseado na série homônima.
Além disso, Ian Bohen e Khylin Rhambo tiveram seus retornos CONFIRMADOS como Peter Hale e Mason Hewitt, respectivamente.
Vale lembrar que as filmagens do longa já começaram!
O filme trará o retorno de: Tyler Posey como Scott McCall, Holland Roden como Lydia Martin, Shelley Hennig como Malia Tate, Crystal Reed como Allison Argent, Orny Adams como Coach Bobby Finstock, Linden Ashby como Sheriff Noah Stilinski, JR Bourne como Chris Argent, Seth Gilliam como Dr. Alan Deaton, Colton Haynes como Jackson Whittemore, Ryan Kelley como Vice Jordan Parrish, Melissa Ponzio como Melissa McCall e Dylan Sprayberry como Liam Dunbar.
Later this year, @MTVTeenWolf returns with a new #ParamountPlus Original movie that will set up a new Paramount+ Original series called Wolf Pack, based on the books by Edo van Belkom. pic.twitter.com/r2KeUtbSPh
Dylan O’Brien não aceitou o convite para voltar para o filme.Além dele, Arden Cho e Tyler Hoechlin também não retornam.
No filme ‘Teen Wolf‘, um terrível mal surgiu na cidade de Beacon Hills. Os lobos estão uivando mais uma vez, pedindo o retorno de Banshees, Werecoyotes, Hellhounds, Kitsunes e todos os outros metamorfos da noite. Mas apenas um lobisomem como Scott McCall, que agora não é mais um adolescente, e sim um Alfa, pode reunir novos aliados e reunir amigos de confiança para lutar contra o que poderia ser o inimigo mais poderoso e mortal que eles já enfrentaram.
O criador da série Jeff Davis volta para supervisionar o projeto.
Para quem não conhece, ‘Teen Wolf‘ estreou em 05 de junho de 2011 e se tornou uma febre entre o público adolescente, o que lhe rendeu seis temporadas.
Na trama, Posey interpreta Scott McCall, um estudante do ensino médio que é mordido por um lobisomem e precisa aprender a controlar seus instintos animais para proteger seus amigos e sua família.
Vale lembrar que o final da última temporada abre margem para uma continuação, com Scott e sua trupe deixando a cidade para recrutar mais lobos para se juntar ao seu bando e ajudar a lutar na guerra.
A trama se passa no deserto australiano infestado de zumbis, onde o soldado Rhys (Luke Mckenzie) tem dedicado sua vida para rastrear e capturar sobreviventes para o Cirurgião General na esperança de encontrar uma cura. No entanto, as coisas mudam quando Rhys se une a um grupo de sobreviventes para salvar uma jovem da morte causada pelos experimentos militares.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de março.
Dirigido por Michael Bay (‘Transformers’), o longa é um remake do filme homônimo dinamarquês lançado em 2005.
O condecorado veterano Will Sharp, desesperado por dinheiro para cobrir as contas médicas de sua esposa, pede ajuda de uma pessoa que ele sabe que não deveria – seu irmão adotivo Danny. Um criminoso carismático, Danny oferece-lhe uma pontuação: o maior assalto a banco na história de Los Angeles: 32 milhões de dólares. Com a sobrevivência de sua esposa em jogo, Will não pode dizer não. Mas quando sua fuga dá espetacularmente errado, os irmãos desesperados sequestram uma ambulância com um policial ferido lutando por sua vida e a técnica de emergência médica Cam Thompson a bordo. Em uma perseguição em alta velocidade que nunca para, Will e Danny devem escapar, manter seus reféns vivos e, de alguma forma, tentar não se matar, ao mesmo tempo em que executam a fuga mais insana que Los Angeles já viu.
Cotada para ser o novo sucesso do Marvel Studios, a série do Cavaleiro da Lua estreia no dia 30 de março e trará episódios semanais no Disney+ para explorar esse anti-herói complicado que, tal qual a própria lua, passou por fases e bastante inconstância nos quadrinhos, mas mesmo assim conseguiu fidelizar fãs de diferentes gerações.
Protagonizada por Oscar Isaac e também contando com Ethan Hawke no elenco, a produção deve expandir o universo místico do MCU, que até então foi pouquíssimo explorado, mostrando deuses e magias com uma perspectiva mais científica do que mágica/ religiosa. Mas agora, com sua origem ligada diretamente ao Egito, o Cavaleiro da Lua parece chegar para mudar de vez essa pegada meio ficção científica e assumir de vez a magia desse universo, podendo até mesmo a alavancar um novo núcleo que siga mais por esse caminho.
Criado em 1975 por Doug Moench e Don Perlin, o Cavaleiro da Lua é um daqueles casos clássicos da Cultura Pop em que o personagem surge como um vilão despretensioso, mas acaba caindo no gosto dos fãs e consegue conquistar seu espaço próprio. Sua primeira aparição aconteceu em Agosto de 1975, na revista número 32 de Werewolf by Night. Nessa história, Jack Russell, o Lobisomem está interferindo nos planos do Comitê, uma organização de ricaços e pessoas influentes, que decide contratar os serviços do mercenário conhecido como Cavaleiro da Lua para dar um fim na amaldiçoada criatura.
Eles se encontram e, como de costume nos quadrinhos da Marvel, começam um duelo de proporções épicas. Só que eles logo percebem que aquela pancadaria não resolveria a situação. Dessa forma, os rivais se entendem e descobrem que toda aquela situação foi armada pelos membros do Comitê. Agora com um alvo em comum, os anti-heróis lunares se unem e derrotam a organização. Ao menos por enquanto. O surgimento daquele cavaleiro vestido de branco chamou a atenção dos fãs, que pediram à editora para que fossem lançados mais materiais com ele. Assim, ele passou os anos seguintes fazendo pequenas pontas em outras HQs até que, em 1980, ele enfim ganhou sua revista solo e uma história de origem pra lá de criativa.
Logo em sua primeira edição, ficou definido que o Cavaleiro da Lua era Marc Spector, um ex-fuzileiro e ex-agente da CIA que trabalhava agora como mercenário para aproveitar o máximo de suas habilidades, que também contaram com um treinamento olímpico de boxe, em missões que o interessassem ou pagassem bem.
Como era praticamente perfeito no trabalho, ele era requisitado e acumulou uma grande riqueza ao longo dos anos, mas ele mal sabia que sua vida mudaria de vez ao aceitar ser capanga em uma missão no Sudão. Assim que o chefe de seu grupo, o inescrupuloso Raul Bushman, descobre que uma expedição arqueológica encontrou uma câmara mortuária lendária no Oásis de Selima, região a 90 km do Egito, ele decide estender a missão até o lugar na esperança de haver muito ouro para ser saqueado. Marc discorda, mas obedece. Chegando no sítio arqueológico, Bushman mata o chefe da expedição, que estava no local com sua filha. Irritado com o acontecido, Marc avisa a menina para fugir, o que desagrada seu chefe, que espanca o rapaz e o larga para morrer no deserto. Após vagar dia e noite debilitado, sangrando, sem comida e água, Marc Spector morre. No entanto, os auxiliares da expedição encontram seu corpo e o levam para a tumba onde a filha do falecido arqueólogo estava. Diante do corpo havia uma estátua do deus egípcio da lua, Quespisiquis, ou Khonshu, que vê no físico avantajado do rapaz uma oportunidade benéfica para ambos. Assim, o falecido é ressuscitado, ganha novas habilidades e passa a ser hospedeiro do lendário deus egípcio.
Com sua nova e melhorada vida, Marc retorna para Nova York, onde decide usar seus poderes para resolver pendências de Khonshu e combater o crime. Para conseguir encontrar seus inimigos, ele passa a assumir três personagens diferentes: o mercenário Marc Spector, o milionário bon-vivantSteve Grant e o taxista noturno Jake Lockley. O curioso é que inicialmente essas três personas distintas eram apenas disfarces que o personagem usava para conseguir informações e investigar ameaças sem ser identificado. No entanto, a partir de 1985, ficou acertado que ele não estava “interpretando” personagens, mas que ele legitimamente tinha aquelas três personalidades vivendo dentro de sua cabeça, já que ele sofria do Transtorno de Personalidade Dissociativa. Esse ponto foi tão curioso e bem aceito que virou a principal característica do personagem até os dias de hoje. Tanto que houve uma fase nas HQs na qual os roteiristas tentaram anular esse aspecto do anti-herói, mas a ideia foi tão mal recebida que logo voltaram atrás.
Como ele efetivamente não tem superpoderes, apesar de ter reflexos, força e agilidade a níveis de atletas olímpicos, o Cavaleiro da Lua aposta em aparelhos tecnológicos financiados pela fortuna que ele acumulou ao longo da vida. Então ele usa lanças, armas, bumerangues cortantes e mais uma série de armas brancas em forma de lua ou de peças egípcias, como a Ankh. Inicialmente, seu traje era feito de um material especial muito resistente, mas é bem provável que a série adapte uma versão sobrenatural da roupa.
Junto a isso, ele é um grande detetive e consegue inibir seus sensores neurológicos de dor. Essa frieza do personagem fez com que ele fosse comparado por muitos anos com oBatman. Isso não é mera coincidência, já que essa primeira fase solo do personagem é fortemente influenciada por Neal Adams, que se notabilizou justamente assumindo o Homem Morcego. Mas o tempo foi passando e o Cavaleiro da Lua jamais chegou perto do sucesso do Cruzado Encapuzado. Até porque os anos seguintes, principalmente ali pros anos 90, foram marcados por histórias bem fraquinhas do anti-herói, que ganhou uma sobrevida nos anos 2000.
Nos anos seguintes, o personagem passou a ser tratado com mais carinho e chegou a desenvolver novas personalidades, como uma versão de Marc Spector que se torna produtor de Hollywood, trabalhando em uma série sobre o Cavaleiro da Lua, já assumiu a personalidade do próprio Khonshu e o , uma versão mais “classuda”, que age como um detetive que tenta auxiliar a polícia americana em casos complicados. Essa versão, inclusive, já foi confirmada na série.
Cavaleiro da Lua estreia no Disney+ em 30 de março de 2022.
A partir de 1989, os estúdios Walt Disney entravam em sua Era de Ouro após expandirem seu panteão algumas décadas atrás com clássicos animados que até hoje são vistos e revistos pelas mais diversas gerações. Apesar de ter encontrado um espaço com incrível potencial ainda em 1937 com ‘Branca de Neve e os Sete Anões’ e logo depois em 1951 com ‘A Bela Adormecida’, foi com ‘A Pequena Sereia’ que a companhia promoveu mais uma incrível e emocionante revolução na arte de contar histórias e de adaptar icônicos contos de fada para o cinema, em uma perspectiva nova, pueril, e mais profunda do que lhes damos crédito. E em 1992, um ano depois de marcarem história com ‘A Bela e a Fera’ (a primeira animação a ser indicado para a categoria de Melhor Filme no Oscar), outra joia memorável ganhava o gosto popular: ‘Aladdin’.
Baseado livremente em um dos contos do compilado conhecido por ‘As Mil e Uma Noites’, a história nos leva em uma apaixonante aventura pelas escaldantes areias da Arábia, mais precisamente para o Reino de Agrabah. Em um irreverente prólogo contado por um mercador qualquer, somos apresentados a um paradisíaco a misterioso cenário, ao som da incrível “Noite na Arábia”, de Alan Menken, em um trabalho simplesmente irretocável. Logo depois, nosso personagem-título (Scott Weinger) ganha vida na forma de um jovem garoto pobre que mora nos arredores do palácio e é o terror dos guardas reais, sendo tachado de ladrão e verme mais de uma vez.
Porém, as coisas mudam drasticamente quando ele cruza seu caminho com a Princesa Jasmine (Linda Larkin), que se disfarçou de camponesa para fugir de seu encarcerado cotidiano dentro dos muros do castelo para entender como o mundo lá fora funciona. Afinal, seu pai, o Sultão (Douglas Seale), já prometeu sua mão em casamento mesmo contra a vontade dela – então, nada mais justo que Jasmine dar a si mesmo um último presente. Entretanto, diferente de outros clássicos adaptados, o primeiro encontro até carrega alguns resquícios do “amor à primeira vista”, mas de uma forma dinâmica e nunca antes vista. É nesse momento que os diretores Ron Clements e John Musker mostram suas incríveis habilidades com a câmera, deslizando por entre os cuidadosamente preparados cenários em uma irreverência bastante envolvente – ainda mais se levarmos em conta que Jasmine estava prestes a perder a mão e Aladdin vai a seu socorro com um sorriso amarelo e uma chance mínima de escapar.
De qualquer forma, a comédia não é a única a dar as caras no filme. Afinal, após descobrir que a jovem é na verdade a futura sultana de Agrabah, Aladdin eventualmente se enxerga como alguém muito abaixo do que ela realmente merece – afinal, ele nem ao mesmo tem uma casa na qual morar. Porém, se há algo que a Disney nos ensinou ao longo dos anos é que o amor verdadeiro não liga para dinheiro ou aparência, mas certos obstáculos no meio do caminho provam que isso é mais complicado do que parece. Aladdin é condenado por ter raptado a Princesa e é trancado nas masmorras até conhecer um decrépito velho também acorrentado que conta a ele sobre um artefato místico escondido nas ardentes dunas do deserto, dentro de um local conhecido como Caverna das Maravilhas.
Esses talvez sejam os minutos mais dramáticos, frenéticos e angustiantes do filme inteiro, nos quais o velho revela ser o egocêntrico e ambicioso Jafar (Jonathan Freeman), que na verdade planejava deixar o garoto preso lá dentro após colocar as mãos na Lâmpada Mágica, um objeto que o deixaria mais poderoso que qualquer ser na face da Terra. Porém, as coisas não saem muito bem como o planejado e ele deixa o objeto cair junto com Aladdin dentro da “eterna recompensa” de permanecer o resto dos dias enterrado nas profundezas da Arábia. E é justamente quando tudo parece perdido que somos introduzidos ao melhor companheiro e fiel ajudante de todos os tempos: o Gênio (Robin Williams).
Williams faz um impecável trabalho encarnando o atemporal personagem, uma criatura mística azul cujos poderes transcendem qualquer conhecimento mortal. Ele, além de protagonizar algumas das icônicas sequências do longa-metragem – como a animada e dançante “Príncipe Ali” e o sinfônico jazz contemporâneo “Nunca Teve Um Amigo Assim” -, faz atemporais referências que vão desde John Malkovich até Jack Nicholson, elevando seu personagem a um nível anacrônico, para além do cosmos criado por Clements e Musker. E é nessa genialidade de conciliar diálogos hilários, uma performance aplaudível e detalhes narrativos e técnicos de tirar o fôlego que adiciona ainda mais complexidade para a obra.
A carga melodramática e novelesca também aparece conforme os dois personagens principais passam a se conhecer melhor e a se apaixonar, apesar do primeiro encontro nada agradável. Aladdin e Jasmine emitem entre si uma química radiante e mais uma vez mágica, reafirmada pelo passeio no tapete voador que fazem por todo o Reino e através das estrelas. Essa atmosfera onírica logo se transforma em um pesadelo quando Jafar descobre quem o garoto é, rouba a lâmpada e dá início ao seu reinado de terror até o aguardado final feliz – mas não antes de uma batalha incrivelmente bem coreografada e recheada de efeitos especiais entre o bem e o mal, culminando um clichê bastante funcional e prático (algo já próprio dentro do panteão Disney).
‘Aladdin’ mais uma vez reafirma o poder das animações em adaptar contos seculares em narrativas persuasivas, divertidas e perscrutadas com músicas que definitivamente não vão sair de sua memória. Clements e Musker criam algo maravilhoso com este filme, seja no escopo visual, seja nas mensagens que deseja passar para o público.
Se você nunca ouviu falar de Elton John, provavelmente tem vivido debaixo de uma rocha esse tempo todo.
O cantor, compositor e pianista britânico não apenas um dos mais conhecidos do cenário musical, mas também um dos mais consagrados pela crítica e pelo público. Estendendo sua carreira por mais de seis décadas, John carrega consigo um legado inestimável que lhe rendeu inúmeras honrarias ao longo da vida – desde estatuetas do Oscar e do Grammy até condecorações reais.
Nascido e criado em Londres, o performer fez sua estreia no mundo fonográfico ainda em 1962. Sete anos mais tarde, lançaria seu álbum de estreia, ‘Empty Sky’, enquanto a clássica “Your Song”, que já foi regravada inúmeras vezes – inclusive pela madrinha de seus filhos, Lady Gaga – se tornou seu primeiro sucesso mundial. Ao longo da carreira, lançou 31 álbuns de estúdios, várias produções colaborativas e auxiliou na composição de trilhas sonoras que entrariam para a história.
Além disso, é considerado como um dos ícones LGBTQIA+ mais importantes de todos os tempos, ajudando a quebrar estereótipos de identidade de gênero e orientação sexual, bem como canalizando seus esforços para serviços filantrópicos de pesquisa sobre HIV/AIDS.
No dia de hoje, 25 de março, John completa 75 anos e, para celebrar seu aniversário, montamos uma breve lista com dez grandes músicas desse icônico e memorável artista que você precisa ouvir, incluindo algumas colaborações incríveis.
Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:
O primeiro grande sucesso de Elton John viria em seu segundo álbum homônimo. Alcançando o Top 10 das paradas dos Estados Unidos e do Reino Unido, a canção gira em torno de uma narrativa romântica e eximiamente bem escrita que conquistou o coração dos ouvintes. Em 1998, a música foi induzida no Hall da Fama do Grammy e, desde então, apareceu em dezenas de listas de melhores e mais importantes canções de todos os tempos.
“TINY DANCER” (1972)
Álbum: Madman Across the Water
“Tiny Dancer” é caracterizada por vários especialistas como uma das melhores produções da carreira de John. Lançada primeiramente em 1971 com o álbum ‘Madman Across the Water’, a track seria redivulgada como single um ano mais tarde, trazendo o melhor do soft-rock à tona em uma atmosférica viagem que capturasse o espírito da Califórnia, conforme apontou o frequente colaborador e liricista Bernie Taupin em diversas entrevistas.
“ROCKET MAN” (1972)
Álbum: Honky Château
A produção que garantiu a John seu eterno apelido não poderia ficar de fora da nossa lista. “Rocket Man” foi lançada oficialmente em 1972 e teve sucesso gigantesco ao redor do mundo, além de ter alcançado aclame similar a “Your Song”, entrando para a lista de 500 melhores músicas de todos os tempos da Rolling Stone. A faixa foi escrita ao lado de Taupin e gira em torno de um astronauta que deixa sua vida na Terra para ir à Marte, colocando na balança se deve mesmo fazer isso.
“MONA LISAS AND MAD HATTERS” (1972)
Álbum: Honky Château
“Mona Lisas and Mad Hatters” é uma das canções favoritas do próprio Elton John e, curiosamente, nunca foi lançada oficialmente como single. Fazendo parte do álbum ‘Honky Château’, a faixa é uma potente história movida pela melodia de um pungente piano, que fala sobre o crime, os golpistas e todos os personagens marcantes que Taupin, assinando a composição da faixa, encontrou em Nova York.
“GOODBYE YELLOW BRICK ROAD” (1973)
Álbum: Goodbye Yellow Brick Road
“Goodbye Yellow Brick Road”, que empresta seu nome ao título do sétimo álbum do artista, é uma das entradas mais importantes da discografia de John. A balada foi assinada ao lado de Taupin e conta a história de um toy boy que diz adeus ao seu sugar daddy viciado em drogas, voltando para suas raízes no interior do país. Fazendo referências a ‘O Mágico de Oz’, a faixa é considerada uma dos pontos altos de sua carreira.
“BENNIE AND THE JETS” (1973)
Álbum: Goodbye Yellow Brick Road
Facilmente uma das músicas mais conhecidas de John, “Benny and the Jets” fez parte do aclamadíssimo ‘Goodbye Yellow Brick Road’, assim como boa parte da seleção que fizemos para esta matéria. Devido à sua imensa popularidade, é cantada constantemente nos shows e turnês de John, além de aparecer na lista da Rolling Stone das 500 melhores músicas de todos os tempos. A história, pincelada com pop e soft rock, apresenta um narrador que, na verdade, é um assíduo fã – funcionando como sátira à indústria da música dos anos 1970.
SATURDAY NIGHT’S ALRIGHT FOR FIGHTING (1973)
Álbum: Goodbye Yellow Brick Road
John é conhecido, essencialmente, por seu apreço gigantesco pelas baladas românticas e reflexivas – mas esse não é o caso de “Saturday Night’s Alright for Fighting”. A faixa, pertencente também a seu 7º álbum de estúdio, é ótima e inesperada entrada à carreira do performer, afastando-se do costumeiro soft-rock e erguendo-se como uma ode dançante em glam-rock e rock’n’roll – que, assim como diversas outras iterações em sua discografia, foi regrava por inúmeros artistas com o passar dos anos.
“CANDLE IN THE WIND” (1974)
Álbum: Goodbye Yellow Brick Road
O trenódio “Candle in the Wind” foi lançado oficialmente em 1974, meses depois de ter sido escrita por John e Taupin – e serviu como uma homenagem ao ícone do show businessMarilyn Monroe, que havia falecido 11 anos antes. Novamente condecorada com diversas honrarias, a canção mistura pop-rock e soft-rock em um singelo e vulnerável conto de fadas – que, anos depois de ter sido divulgada, se tornou o single mais bem-sucedido do Reino Unido de todos os tempos.
“DON’T GO BREAKING MY HEART” (1976)
Álbum: N.A.
Este que vos escreve ouviu a icônica “Don’t Go Breaking My Heart” pela primeira vez na rom-com fantástica ‘Uma Garota Encantada’, estrelada por Anne Hathaway – e foi por causa dessa música que me tornei fã de John. O dueto, performado entre John e Kiki Dee, é um pastiche do estilo Motown e já foi regravada inúmeras vezes por outras lendas da música, incluindo Marvin Gaye, Tammi Terrell e Kim Weston, fazendo um sucesso gigantesco ao redor do mundo.
Décadas depois de atingir um status de ícone do entretenimento, John permaneceria mais vivo do que nunca – e mais prolífico também. Em 2019, assinou a música original “(I’m Gonna) Love Me Again” para a própria cinebiografia, ‘Rocketman’. Cantada ao lado de Taron Egerton, que o interpretou no longa-metragem, a música foi elogiada pelos especialistas e levou para casa dezenas de prêmios, inclusive garantindo a John sua segunda e merecida estatueta do Oscar.
O diretor de ‘Guardiões da Galáxia‘ (2014),James Gunn, disse que filmar o Especial de Natal da franquia Marvel foi a “melhor coisa” que já fez na vida. O diretor a respeito da produção em entrevista dada à Radio Times.
“O Especial de Férias é a melhor coisa que eu já fiz na minha vida. É totalmente ridículo, e todos os dias não conseguimos acreditar que estamos mesmo fazendo isso. Nós estamos amando tudo completamente”, disse o diretor de ‘Pacificador‘ (2022).
De acordo com o cineasta, a produção vai surpreender muito o público, pois será algo que nunca foi visto na Marvel até agora: “É diferente de tudo que alguém já viu antes. Mal posso esperar para que as pessoas assistam. E será lançada muito em breve. Você sabe, está previsto para estrear neste Natal.”
O terceiro filme comandado por James Gunn ainda está em fase de produção, mas aparentemente será surpreendente para todos os fãs. O diretor disse em uma entrevista que o longa será diferente de tudo que já foi visto.
O ator indicado ao Oscar, Andrew Garfield, conhecido por protagonizar ‘O Espetacular Homem-Aranha‘ (2012), em uma entrevista que concedeu ao site The Telegraph, disse acreditar que quando atores héteros interpretam personagens gays, isso ajuda a estimular uma “imaginação empática”; ou seja, o artista sentiria uma empatia interior pela condição sexual oposta.
Quando foi questionado a respeito da sua performance na peça ‘Angels in America‘, da qual interpretou Prior Walter, um paciente gay que preveu a AIDS, ele então foi indagado se atores heterossexuais devem ou não interpretar personagens gays, e Garfield respondeu sem ficar em cima do mundo. Confira:
“Essas são duas conversas diferentes se confundindo. Um é sobre igualdade de oportunidades e diversidade, e estou completamente envolvido nisso, sempre fui a favor. Porque devemos ter um mundo em que não importa sua orientação sexual, sua etnia ou sua herança, todos merecem uma representação justa”, disse o astro de ‘Tick, Tick… Boom!’.
Que complementou falando: “A outra situação é sobre imaginação empática. Se nós apenas permitirmos que as pessoas sejam escolhidas para papéis exatamente como elas, será o fim de tudo. Então, as duas conversas separadas precisam acontecer simultaneamente. Eu não estou disposto a apoiar o fim da imaginação empática.”
Na cerimônia de vencedores do Globo de Ouro 2022, Garfield conquistou o prêmio de Melhor Ator em Musical por seu incrível trabalho, ganhando chances de ser nomeado no Oscar.
Relembre o trailer:
A produção é uma adaptação do musical autobiográfico de Jonathan Larson, que revolucionou o teatro como criador da peça Rent.
Garfield interpreta Jon, um jovem compositor de teatro que é graçom em um restaurante de Nova York em 1990, enquanto escreve o que ele espera que seja o próximo grande musical americano. Dias antes de apresentar seu trabalho em uma performance decisiva, Jon está sentindo a pressão de todos os lugares: De sua namorada Susan (Alexandra Shipp), que sonha com uma vida artística além de Nova York; de seu amigo Michael (Robin de Jesús), que abandonou o seu sonho para uma vida de segurança financeira; em meio a uma comunidade artística sendo devastada pela epidemia de AIDS. Com o tempo passando, Jon está em uma encruzilhada e enfrenta a pergunta que todos devem considerar: O que devemos fazer com o tempo que temos? ”
Nas últimas semanas, o CinePOP separou em listas as animações originais do Cartoon Network que mais fizeram sucesso nos últimos 30 anos que podem ser conferidas no catálogo do HBO Max. Caso você não tenha visto os anteriores, basta clicar aqui e aqui. Na lista de hoje, separamos cinco animações, uma delas ridiculamente popular, que conquistaram o público, apesar da maioria não ser tão lembrada quanto deveria.
Essa segunda parte da primeira década dos anos 2000 trouxe produções que brincavam bastante com as cores, enquanto contrastava com animações de traços mais “adultos”, tendo como referência as histórias em quadrinhos, que ditariam os rumos do cinema popular nos anos seguintes. É uma fase de desenhos criativos por parte do Cartoon Network e do início de uma franquia que marcou gerações como um dos maiores fenômenos da casa.
Hi Hi Puffy AmiYumi
Precursora do fenômeno da música asiática no Brasil, essa série animada americana, feita em parceria com a TV Tokyo, era baseada na banda de J-Rock, PUFFY, e acompanhava as aventuras das jovens Ami e Yumi, que se envolviam em diversas confusões arrumadas por seu atrapalhado e baixinho empresário, Kaz. Os episódios seguiam praticamente a mesma estrutura e sempre terminavam do mesmo jeito: com a dupla resolvendo os problemas com sua música.
A Vida e Aventuras de Juniper Lee
Bastante criativa, essa animação valorizava bastante a cultura chinesa nos EUA, assim como ostentava cenas de pancadaria muito divertidas. A série girava em torno de Juniper Lee, uma adolescente americana de origem chinesa, que herda de sua avó a missão de proteger o mundo dos humanos dos terríveis e atrapalhados monstros de outras dimensões. O que parecia ser um divertido ganho de poderes acaba por se tornar um fardo na vida da menina, que vai descobrir que grandes poderes trazem grandes responsabilidades, fazendo com que ela precise abrir mão de várias experiências típicas da idade para cumprir suas obrigações. Apesar dessa premissa mais densa, o desenho em si é muito divertido e conta com muitas cores e ação bem coordenada.
O Acampamento de Lazlo
Mais uma da série de animações ridiculamente criativas, o Acampamento de Lazlo girava em torno do Acampamento Rim e de três campistas pra lá de divertidos. Enquanto a locação era completamente podre, com cabanas quebradas, cadeiras velhas e bandeiras rasgadas, a empolgação dos campistas Lazlo, Raj e Rino compensava a possível experiência ruim dos outros participantes do acampamento. Dessa forma, o trio aprontava poucas e boas, o que irritava o chefe do lugar, que queria ter o mínimo de trabalho possível.
Meu Amigo da Escola é Um Macaco
TUDO nessa série animada era absurdo, desde a premissa até o tipo de humor. Em Meu Amigo da Escola é Um Macaco, Adão Leão, um menino humano, tem seu sobrenome confundido e acaba sendo enviado para uma escola voltada para a educação de animais. No Colégio Charles Darwin, o garoto vai tentar aprender alguma coisa enquanto convive com bichos selvagens de diferentes partes do mundo, incluindo seu novo melhor amigo, Jake, um macaco-aranha, que usa boné, anda de skate e faz uma série de nojeiras absurdamente divertidas.
Por fim, não tem como falar de Cartoon Network nos anos 2000 sem citar Ben 10. Se hoje temos diversas sequências, spin-offs e remakes, é por conta do sucesso estrondoso que a série clássica fez. A história começou quando um relógio esquisito veio do espaço para a Terra, onde acabou sendo encontrado por Ben Tennyson, um garoto de 10 anos que estava rodando o país durante as férias com seu avô e sua prima. Com a nova arma colada em seu corpo, ele ganha a habilidade de se transformar em dez alienígenas diferentes. Porém, com o surgimento de novos inimigos, ele vai descobrir que sua família está intrínseca nesse mundo alien.
O cineasta canadense Denis Villeneuve disse que as visões do personagem Paul Atreides (Timothée Chalamet) em ‘Duna‘ (2022) foram inspiradas em suas próprias experiências com as drogas. O realizador falou a respeito do caso no evento Directors Guild of America, o Sindicato dos Diretores.
O diretor admitiu que, para exemplificar bem o que Chalamet precisava enxergar nas visões e como gostaria de filmar as cenas em questão, usou a sua própria vivência como exemplo, confira os detalhes:
“A verdade é que uma coisa que me ajudou tremendamente a dirigir Timothée foi relembrar algo que vivi com o meu filho. Meu menino fez um bolo de banana alguns meses antes de filmarmos a produção. O bolo era muito “temperado” e eu tive a pior viagem da minha vida. Mas me ajudou tremendamente, pode parecer estúpido, mas é bom experimentar essas coisas às vezes”, confessou Villeneuve.
Dennis Villeneuve disse que, apesar da experiência ter sido bem ruim, o momento o ajudou muito com a concepção da cena de ‘Duna‘: “Aquela viagem horrível com maconha me ajudou profundamente a direcionar Chalamet para essas visões, a mostrar para ele o que eu estava procurando.”
O cineasta disse que, ao contar para Chalamet como queria a cena, o jovem ator entendeu rapidamente: “Estranhamente, quando mencionei a experiência do bolo de banana para Timothée, ele entendeu! Essa é a verdade. Mas não tentem isso! [risos]”
‘Duna‘ foi indicado em 10 categorias do Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Fotografia, Melhor Edição, Melhor Design de Produção, Melhor Figurino, Melhor Maquiagem &Cabelo, Melhor Som e Melhores Efeitos Visuais.
Os vencedores serão anunciados no dia 27 de março.
O filme já está disponível no catálogo da HBO Max!
Segundo o jornalista Josh Encinias em atendimento a uma das sessões de ‘Duna’, o aclamado diretor Denis Villeneuve já deu início à produção da 2ª parte da adaptação – e que as filmagens devem começar em meados de 2022 (mais precisamente no dia 18 de julho do ano que vem).
Villeneuve já deu início à escrita do roteiro e começou a trabalhar no projeto antes mesmo de ganhar sinal verde na Warner Bros.. Segundo ele:
“Estou escrevendo a parte dois, agora, e me sinto com oito anos de idade de novo. Isso é muito incomum para mim. É a primeira vez que experimento ver um dos meus filmes e tenho um momento de pura gratidão, alegria e eu digo: ‘obrigado, vida, por me dar a oportunidade de trazer isso para as telas'”.
O ator Danny Sapani, conhecido por interpretar M’Kathu, líder de uma das tribos que aparece no primeiro ‘Pantera Negra‘ (2018), afirmou que sequência da Marvel Studios será surpreendente.
“O diretor Ryan Coogler, o elenco e a equipe da Marvel foram incríveis! Tivemos muita sorte de ter uma atmosfera tão familiar. Não acho que você pode comparar Pantera Negra e sua continuação, para ser honesto. Mas vamos continuar contando a história e honrando o grande homem que foi Chadwick Boseman.”
Danny Sapani disse que a continuação do filme da Marvel irá impressionar o público: “Todos os envolvidos nesse projeto são muito próximos. Isso traz uma ótima sensação de amizade. Então, imagino que ‘Pantera Negra 2’ vai surpreender todo mundo da mesma maneira que o primeiro surpreendeu.”
‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, torno-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.
No Brasil, o próximo ciclo será lançado no streaming no dia 9 de abril.
Josh Peck foi confirmado os próximos episódios de ‘iCarly’ e irá interpretar Paul, um empresário agressivo e ambicioso da Carly’s.
O episódio vai mostrar Paul discutindo com Freddie (Nathan Kress) por causa da forma como ele administra o trabalho do grupo, enquanto Carly (Miranda Cosgrove) tenta manter sua equipe unida.
“Miranda é uma grande amiga minha e quando eles anunciaram o novo ‘iCarly’, conversamos sobre encontrar algo divertido para eu fazer”, disse Peck durante uma entrevista. “Estar no set de ‘iCarly‘ depois de todos esses anos parece um círculo se fechando e eu adoro a ideia de trabalhar com Miranda novamente, junto com Nathan [Kress] e Jerry [Trainor]. Estou animado para poder fazer parte do que eles estão criando.”
Dan Schneider, criador da série original, também fica responsável pelo revival.
A produção se passa 10 anos após o término da série original e acompanha Carly Shay, a influencer original, e seus amigos tentando equilibrar trabalho, amor e família em seus vinte e poucos anos.
Tem sido um longo caminho até que Sofia Carson lançasse seu primeiro álbum oficial.
A performer que ganhou notoriedade no cenário do entretenimento depois de ter estrelado a trilogia ‘Descendentes’, do Disney Channel, já vinha apostando fichas em sua carreira musical há vários anos com o lançamento de diversos e ótimos singles soltos, e cumpriu com o prometido ao dar vida a seu disco de estreia homônimo. Ao longo de dez breves músicas, que se desenrolam em menos de meia hora, consagra-se como um árduo trabalho que percorreu um cauteloso caminho, desde “Back to Beautiful”, passando pela subestimada “Miss U More Than U Know” (integrante da nossa lista de melhores canções de 2020) e culminando em seu exuberante compilado de originais.
A cantora e compositora havia nos presenteado anteriormente um gostinho do que poderíamos esperar de seu álbum com a divulgação de “Fool’s Good”, uma das iterações mais bem produzidas do ano passado (que também fez parte de nossa lista), uma ode original e vibrante aos anos 1980, regada por vocais irretocáveis e uma paixão pela arte fonográfica vista com raridade no cenário mainstream atual. Com o passar dos meses, seu ambicioso projeto tomou ainda mais forma com o power-pop antêmico “LOUD”, arquitetado com versos de empoderamento feminino e uma dura crítica à disparidade de gênero que as mulheres enfrentam até hoje – bem como uma análise poética e pungente sobre gaslighting e mansplaning, por exemplo; e a divertida e nostálgica “He Love Me, But…”, promovendo um retorno aos anos 2000 com homenagens às inflexões do R&B e do electro-pop.
Que Carson é dotada de uma habilidade musical incrível, não é nenhuma surpresa. Participando da franquia musical supracitada, a artista deu vida à jovem Mal, filha de Malévola, e exibiu sua força vocal com “Rotten to the Core” e “One Kiss”; agora, ela adota uma persona mais amadurecida que abre um enérgico capítulo de sua carreira, rendendo-se a uma amálgama de gêneros que funcionam em boa parte e que destilam apenas uma prévia do potencial infinito que ela carrega. É claro que, vez ou outra, lidamos com algumas repetições incessantes que mancham a estrutura do EP – mas nada forte o suficiente para ofuscar a beleza dessa íntima jornada que ela entrega para seus fãs.
De fato, as melhores faixas se concentram na primeira metade da obra, logo de cara com a abertura “It’s Only Love, Nobody Dies”, uma narrativa romântica que fala sobre um relacionamento que pode superar quaisquer obstáculos – e que se finca com fervor nas tendências da década passada, alimentando um apreço significativo pelo balada electro-pop e oscilando entre o minimalismo pré-refrão e a aguardada explosão central, pincelada pelos toques retumbantes e acompanhada por rimas interessantes e que fogem da obviedade lírica; de maneira similar, seguimos para a densa produção de “Sugar”, similar a entradas de Doja Cat e Kylie Minogue (inclusive no flerte com um apaixonante e sensual soubrette que desponta no chorus).
Carson faz questão de honrar suas raízes latinas com a belíssima balada “Cómo, Cuándo y Dónde”, performada inteiramente em espanhol em uma pessoalidade dramática, tocante e teatral – cujo único erro é ser breve demais para que possamos aproveitá-la por completo. Seria interessante que outras faixas também trouxessem um pouco de sua veia artística colombiana e, por ser a única em uma língua diferente, soa um pouco distante das que a precedem e sucedem. Em “Still Love You”, ela se inclina para o melódico piano em uma triste realização amorosa que puxa referências de Ed Sheeran e Taylor Swift, dois artistas que citara como influências. Essa é a track em que a cantora se doa de corpo e alma para a melancólica trama criada, alcançando notas invejáveis sem ao menos tangenciar o pedantismo performático e apenas se deixando levar pelo ritmo.
Em momento algum o álbum tem o desejo de revolucionar o mercado fonográfico ou ousar para além do que consegue – mas não se enganem: o disco sequer chega perto de ser simplista; pelo contrário, a ousadia em questão dá as caras no momento em que Carson percebe que não precisa se desvencilhar das fórmulas, e sim utilizá-las a seu favor. A ideia aqui é buscar originalidade no convencionalismo, através de mensagens que conversam com sua própria identidade e que contem uma história, sendo com músicas dançantes ou com melodias sensoriais que nos fazem apertar o botão de repeat de novo, e de novo, e de novo. E seu senso estético é provado por “a+b” quando chegamos ao fim da produção com o envolvente nu-disco de “Two Tears in a Bucket”.
A estreia homônima de Sofia Carson não poderia ter vindo em hora melhor – para alegria dos fãs e daqueles que buscam um ótimo compilado para ouvir neste mês. Apesar da brevidade (que pode ser frustrante para quem espera algo maior), o resultado é bem aprazível, coeso e condizente com alguém que ainda tem muito a nos trazer.
Nota por faixa:
1. It’s Only Love, Nobody Dies – 5/5 2. LOUD – 5/5 3. Sugar – 4/5 4. Timeless – 3,5/5 5. Stay – 4/5 6. Cómo, Cuándo y Dónde – 3,5/5 7. Still Love You – 4/5 8. Fool’s Gold – 5/5 9. He Loves Me, But… – 4/5 10. Two Tears in a Bucket – 5/5
Segundo a companhia, as entradas começam a ser vendidas a partir da próxima quinta-feira, 31 de março.
Além disso, o filme terá sessões de pré-estreia a partir do dia 13 de abril. Os ingressos também poderão ser adquiridos a partir da data mencionada acima.
Lembrando que o longa-metragem chega aos cinemas brasileiros no dia 14 de abril.
O professor Alvo Dumbledore (Jude Law) sabe que o poderoso mago das trevas Gellert Grindelwald (Mads Mikkelsen) está se movimentando para assumir o controle do mundo mágico. Incapaz de detê-lo sozinho, ele pede ao magizoologista Newt Scamander (Eddie Redmayne) para liderar uma intrépida equipe de bruxos, bruxas e um corajoso padeiro trouxa em uma missão perigosa, em que eles encontram velhos e novos animais fantásticos e entram em conflito com a crescente legião de seguidores de Grindelwald. Mas com tantas ameaças, quanto tempo poderá Dumbledore permanecer à margem do embate?
Em entrevista ao Collider, Mads Mikkelsen, que foi escalado para viver a nova versão de Gellert Grindelwald, falou um pouco sobre as tentativas de replicar o que Johnny Depp havia construído com o antagonista nas investidas anteriores, dizendo que copiá-lo seria “criativamente estúpido”.
“Ninguém está interessado em tentar copiar alguma coisa, isso seria um suicídio criativo imediato, especialmente quando já foi feito de forma incrível antes. Então todos estão esperando que sigamos um caminho diferente. Dito isso, precisamos de uma ponte entre o que [Depp] fez e o que eu irei fazer, então essas pontes devemos encontrar juntos – o que implica um certo visual, certas atitudes em certas situações, mas deve ser feito de um modo único. Tudo o mais seria criativamente estúpido”.
O novo ciclo irá estrear oficialmente no dia 28 de junho.
Confira o anúncio:
Lembrando que o icônico ator Nathan Lane irá reprisar seu papel como Teddy Dimas na 2ª temporada da aclamada comédia de mistério ‘Only Murders in the Building’.
Além de Lane, o próximo ciclo também apresentará Shirley MacLaine (vencedora do Oscar por ‘Laços de Ternura‘) e Amy Schumer (‘Sexy por Acidente’), porém, detalhes sobre suas personagens não foram divulgados.
A nova temporada também contará com Cara Delevingne (‘Carnival Row’) no elenco regular. Ela irá interpretar Alice, uma sofisticada insider do mundo da arte que se envolve no mais recente mistério dos podcasters investigados.
A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento de true crime para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.
A página oficial de ‘Sonic 2 – O Filme’ divulgou um cena mostrando o ouriço disputando um corrida de snowboard contra o Knuckles.
No trecho, Sonic tira do sarro do adversário, que diz ter treinado a vida toda para derrotá-lo, enquanto o ouriço faz o mínimo esforço para sair na frente.
Lembrando que ‘Sonic 2 – O Filme‘ chega aos cinemas nacionais em 07 de abril, mas as primeiras impressões da crítica especializada já estão disponíveis.
Com uma reposta extremamente positiva, o longa recebeu bastante elogios pela trama divertida e por conta da melhoria em relação ao primeiro filme, em grande parte porque abraça suas raízes do videogame e traz mais elementos de ação.
Além disso, parece que os responsáveis pela adaptação aprenderam com os erros do filme original e encontraram uma forma de estabelecer uma identidade confiante aos personagens.
Isso porque a adição de Tails e Knuckles foi uma das estratégias mais inteligentes para fazer o público se conectar com o filme. E a dublagem de Colleen O’Shaughnessey e Idris Elba deu bastante personalidade à dupla.
Jim Carrey também retorna com todo o seu carisma como o vilão Robotnik.
Depois de tudo isso, não é nenhuma surpresa que aParamount já esteja interessada em desenvolver uma uma trilogia baseada no game.
Confira os principais comentários:
“Boas notícias! #Sonic2 é tão divertido quanto o primeiro e as crianças vão adorar. A adição de Tails e Knuckles faz com que pareça mais com o Sonic [dos jogos]. Mais uma vez, @JimCarrey está incrível como Robotnik, mas nesta rodada, alguns dos outros personagens também têm tempo para brilhar.”
Good news! #Sonic2 is every bit as fun as the first one and the kids’ll love it. The addition of Tails & Knuckles makes it feel more like Sonic. Once again, @JimCarrey is awesome as Robotnik, but this round, some of the other characters get some time to shine too. #SonicMovie2pic.twitter.com/K1DrzCvOy2
“Ben Schwartz arrasa como #Sonic mais uma vez, assim comoIdris Elba (Knuckles) e Colleen O’Shaughnessey fazem um trabalho incrível (Tails) nas telonas. Mal posso esperar para ver mais deles no futuro! #Sonic2 é uma verdadeira carta de amor para o borrão azul. Ele pega tudo o que você gostou no primeiro filme e oferece muito mais. #Tails e #Knuckles são adições fantásticas e Jim Carrey como #Robotnik é ainda mais desequilibrado!”
“#Sonic2 é um sucessor digno. As crianças que estavam na minha sessão estavam uivando de felicidade. Ele tem todas as piscadelas, acenos, nostalgia e risadas que os fãs do primeiro filme poderiam querer, e também é mais fiel do que nunca às suas raízes do jogo.”
#SonicMovie2 is a worthy successor. The kids in my theater were howling. It has all the winks, nods, nostalgia and laughs fans of the first movie could ever want, and feels more loyal to its game roots than ever. pic.twitter.com/gOEf0yR5qw
“#Sonic 2 é uma explosão ‘sônica’ de diversão e nostalgia. Um pouco mais de conhecimento e extensão da história de Sonic 1 do que eu esperava, o que é fantástico. Knuckles e Tails são belas adições ao elenco. E as surpresas que este filme tinha me surpreenderam completamente. Ainda não vou me aprofundar muito, mas os temas de heroísmo, amizade e até honra tornaram o filme tão divertido. O Universo ‘Sonic‘ está se formando agora. Ver filmes bem feitos do ‘Sonic’ me fazem sorrir.”
I won’t go too deep just yet, but the themes of heroism, friendship, and even honor made this such fun to watch unfold. The Sonic Universe is forming now, and as someone who jumped on with Sonic 2 in the Genesis days, seeing well done Sonic movies makes me smile. pic.twitter.com/h6V46Og2g6
“Boas notícias! #Sonic2 é MUITO divertido – um filme muito maior e mais voltado para a ação do que o primeiro. Também tem ótimas piadas e muito para os fãs de longa data. Jim Carrey é um maníaco de alto nível como Robotnik, mas para mim o destaque foi para tudo Sonic, Tails e Knuckles. Esse trio oferece uma tonelada de sentimento e humor.”
Good news! #SonicMovie2 is A LOT of fun – a much bigger, more action-driven film than the first Sonic w/ great jokes & plenty for longtime fans. Jim Carrey is next-level maniacal as Robotnik, but for me it’s all Sonic, Tails & Knuckles. That trio delivers a TON of heart & humor pic.twitter.com/agkgQ1kwFV
“Acabei de ver #Sonic 2 e é uma carta de amor para os amantes de videogames. Teve uma tonelada de diversão com ele. Ao contrário de muitos blockbusters, o 3º ato é uma loucura e é a força do filme. Ahhh, e @JimCarrey reina supremo.”
“#Sonic2 é TUDO que eu queria, é cheio de momentos que eu sabia que precisava. Faz o primeiro #Sonic parecer uma brincadeira de criança. Eu testemunhei crianças e adultos surtando coletivamente. No geral, esse filme fez meu coração sorrir, e mal posso esperar pela continuação.”
#SonicMovie2 is EVERYTHING I wanted filled with moments I didn’t know I was allowed to ask for. It makes the first #Sonic look like child’s play. I witnessed children & adult collectively losing their minds. Overall, it made my heart smile, and I can’t wait for the sequel. pic.twitter.com/bFrxRbyRAi
— Dana (Store Name) #AmplifyBlackVoices (@sagesurge) March 24, 2022
“Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”
A atriz Colleen O’Shaughnessey foi confirmada como Miles “Tails” Prower. Ela já interpreta o icônico personagem há muito tempo nos games e até mesmo foi contratada para a breve cena pós-créditos do primeiro filme, dando o gancho para a continuação.
Depois de mais de 30 anos servindo a marinha como um dos maiores pilotos de caça, Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise) continua na ativa, se recusando a subir de patente e deixar de fazer o que mais gosta, que é voar. Enquanto ele treina um grupo de pilotos em formação para uma missão especial que nenhum “Top Gun” em vida jamais participou, ele encontra Bradley Bradshaw (Miles Teller), que tem o apelido de “Rooster”, o filho do falecido amigo de Maverick, o oficial Nick Bradshaw (Anthony Edwards), conhecido como “Goose”.
Enfrentando um futuro incerto e lidando com fantasmas de seu passado, Maverick confronta seus medos mais profundos em uma missão que exige sacrifícios extremos daqueles que serão escolhidos para executá-la.
Dirigido por Joseph Kosinskie com roteiro de Christoipher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm, e Ed Harris.
Para quem não se lembra, o astro interpretou um amigo de Scott Lang (Paul Rudd) chamado Kurt nos dois primeiros filmes.
Questionado se iria reprisar o papel na sequência, Dastmalchian disse:
“Parece que não. Mas tudo bem. Eu sei que eles estão fazendo algo incrível. Mal posso esperar para ver o que [o diretor] Peyton [Reed] está fazendo. Ele é um dos meus diretores favoritos. Ele tem estado tão ocupado. Tentei manter contato, mas ele está fazendo um filme incrível agora.”
De qualquer forma, o astro está ocupado com as gravações de ‘Oppenheimer’, o próximo fime de Christopher Nolan, que acompanha a criação da bomba atômica durante a 2ª Guerra Mundial.
Lembrando que ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ tem estreia marcada para 28 de julho de 2023.
Anteriormente, o site Daily Mail divulgou algumas imagens de bastidores da aguardada sequência.
As fotos revelam o visual de Rudd no longa-metragem.
Confira:
🚨BREAKING NEWS 🚨
The FIRST SET PHOTOS of Paul Rudd filming for Ant-Man and the Wasp: #Quantumania in San Francisco have been revealed!
O elenco também conta com além de Evangeline Lilly, Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Michael Douglas (Hank Pym), Kathryn Newton (Cassie Lang) e Bill Murray em um misterioso papel.
Jonathan Majors também irá aparecer no longa-metragem como Kang, o Conquistador, principal antagonista da narrativa.
Para quem não conhece, Kang é um dos personagens mais complexos da Marvel por conta de suas inúmeras identidades ao longo dos anos em que ele enfrentou os heróis da editora.
Descrito como descendente de Reed Richards, Nathaniel Richards nasceu no século 30 e teve acesso a uma máquina do tempo, que lhe permitiu percorrer diferentes eras da humanidade assumindo diferentes identidades na tentativa de se tornar um governante supremo.
Por conta de suas atividades, o Quarteto Fantástico percebeu sua interferência no espaço-tempo e eles se tornaram grandes inimigos a partir daí, o que levou a uma série de eventos catastróficos na história.
Ainda não se sabe como o personagem será adaptado, então sua origem pode ser alterada e outros elementos podem ser adicionados em relação ao seu verdadeiro eu.
Anteriormente, Rudd conversou com a Variety e não mediu as palavras ao elogiar o trabalho de Majors como o vilão.
“Eu amei tudo que Jonathan fez e o que está fazendo no nosso filme. Sua atuação me deixou nocauteado. É muito divertido trazer novas pessoas para o grupo, e o entusiasmo dele é algo muito perceptível.”
Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão àMarvel Studios.