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‘Gladiador 2’ será o PRÓXIMO FILME de Ridley Scott

Em entrevista ao Empire, o cineasta Ridley Scott revelou que irá começar a produção de ‘Gladiador 2‘ logo após o término das filmagens de ‘Kitbag‘, definindo a sequência como o próximo filme sob seu comando.

“O roteiro da sequência já está sendo escrito. Quando eu terminar as filmagens de ‘Kitbag’, estarei pronto para começar as de ‘Gladiador 2’.”

Vale lembrar que o diretor lançou recentemente os medianos ‘O Último Duelo‘ e  ‘Casa Gucci‘.

De acordo com a revista New Idea, Chris Hemsworth poderia estar trabalhando com o astro Russell Crowe em ‘Gladiador 2‘.

Os boatos começaram a circular depois que eles foram vistos almoçando juntos em Sydney, nos intervalos das gravações de ‘Thor: Amor e Trovão‘.

Faz anos que rumores apontam uma continuação sem o retorno de Maximus (Crowe), já que ele morre nos momentos finais do original.

No entanto, com a adição de Hemsworth, a história pode ser focada no filho de Maximus, vivido originalmente por Giorgio Cantarini.

A revista ainda relatou que:

“A esposa de Hemsworth, Elsa Pataky, sempre brincou que ele e Russell poderiam facilmente se passar por pai e filho – e Russell acha que Hemsworth é o único homem que poderia interpretar seu filho com credibilidade na sequência.”

Nas duas décadas desde que o filme foi lançado, várias narrativas foram surgindo em torno do novo filme, e uma delas defende que Maximus teve um filho secretamente com Lucila (Connie Nielsen), e esse filho é ninguém menos que Lucius (Spencer Treat Clark), o sobrinho de Comôdo (Joaquin Phoenix).

Caso a iniciativa entre Hemsworth e Crowe seja verdade, o astro da franquia ‘Thor‘ pode viver a versão adulta de Lucius.

O que você acha da ideia?

No ano passado, o produtor Doug Wick falou sobre ‘Gladiador 2‘ durante uma entrevista com o THR e garantiu que a sequência não ficará à sombra do original, lançado há 20 anos.

“Nosso maior desafio é a agenda de Ridley Scott [diretor do original], ele é muito ocupado, mas está animado em dirigir o novo filme. Desde o início, ele ficou muito interessado no projeto e quer fazer algo que seja tão grande quanto o original. Não estaríamos planejando uma sequência para ficar á sombra do original, nunca.”

Wick disse ainda que o roteirista Peter Craig está ajustando detalhes no roteiro, que é a parte mais difícil da produção, até o momento.

“Além da agenda de Ridley, estamos lidando com as dificuldade de criação do roteiro escrito por Peter [Craig]. Como qualquer bom filme, Gladiador‘ inovou o gênero e se tornou um marco. Como podemos repetir isso? Precisamos pegar tudo aquilo que fez do filme um sucesso e repaginar para inserir um novo olhar à trama, e isso é realmente desafiador.”

Fontes indicam que a Paramount será o estúdio desenvolvendo o projeto, e a Universal terá a opção de ser cofinanciadora.

Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ recebeu 11 indicações ao Oscar e conquistou cinco estatuetas, incluindo os prêmios de Melhor Filme e Melhor Ator.

Sucesso de bilheterias, o longa arrecadou US$ 460.5 milhões ao redor do mundo, a partir de um orçamento de US$ 103 milhões.

De Novo!? ‘Segundas Intenções’ vai virar série de TV

Após duas tentativas falhas de transformar clássico ‘Segundas Intenções‘ em série de TV, parece que dessa vez cai…

De acordo com o TVLine, uma nova adaptação para as telinhas do filme está em desenvolvimento pelo IMDB TV.

Ambientada em Washington, a trama irá seguir dois meio-irmãos implacáveis ​​que farão de tudo para permanecer no topo da hierarquia em sua faculdade de elite. Quando um incidente de trote brutal ameaça todo o sistema, eles farão o que for necessário para preservar seu poder e reputação… incluindo seduzir a filha do vice-presidente dos EUA.

Phoebe Fisher (‘Euphoria’) irá escrever o roteiro do episódio piloto ao lado de Sara Goodman (da série original ‘Gossip Girl’).

Neal H. Moritz, produtor do filme original, servirá como produtor executivo do projeto.

Vale lembrar que, em 2016, a NBC estava desenvolvimento uma adaptação que se passaria 16 anos após o filme original, com o retorno de Sarah Michelle Guellar. Infelizmente, apesar do piloto ter sido gravado, o projeto foi engavetado.

Quase vinte anos antes, a FOX já havia tentado desenvolver uma adaptação do filme, que serviria como uma pré-sequência intitulada ‘Manchester Prep‘. O projeto foi cancelado antes mesmo de ir ao ar, e os três episódios já filmados foram reeditados em um filme lançado direto em vídeo como ‘Segundas Intenções 2‘, em 2001.

Adrian Lyne, de ‘Atração Fatal’ e ‘Proposta Indecente’, ENTERRA os thrillers eróticos com ‘Águas Profundas’

Quando David Fincher lançou o suspense erótico ‘Garota Exemplar’, voltou a ganhar a atenção do mundo ao entregar uma narrativa extremamente competente, construindo uma atmosfera agonizante guiada por performances irretocáveis de Rosamund Pike e Ben Affleck. O filme, considerado um dos vários pontos altos da carreira do diretor, reacendeu nosso apreço por obras do gênero e auxiliou inúmeros realizadores a criarem suas próprias investidas – algumas dando certo, outras falhando em cumprir com o prometido.

Nos últimos meses, chegou a vez do conhecido Adrian Lyne, nome por trás do clássico ‘Atração Fatal’, retornar a esse mundo com o ambicioso thriller ‘Águas Profundas’. A história, baseada no romance homônimo de Patricia Highsmith (sim, a mesma escritora que deu vida ao drama ‘O Preço do Sal’), acompanha um casal complexo que posa dentro de uma esfera de perfeição incomparável apenas para mascarar os defeitos gritantes que destilam dentro de casa. De um lado, temos Vic Van Allen (Ben Affleck), um psicótico e tóxico homem que não consegue deixar sua esposa ir embora, mesmo com um casamento em frangalhos; de outro, a insana Melinda Van Allen (Ana de Armas), que faz de tudo para incutir qualquer sentimento dentro de Vic que a liberte das amarras de uma prisão sem grades – ainda que tenha ressalvas por conta da filha, Trixie (Grace Jenkins), que sabe que algo está errado. Entretanto, além dos problemas familiares, o casal enfrenta as pulsões de um ciúme descontrolado que deixa um rastro de destruição por onde passam.

Ou ao menos é essa a ideia que Lyne quer passar.

Fazendo uma pequena volta à supracitada magnum opus do diretor, que trouxe nomes como Michael Douglas e Glenn Close às telonas, apenas nos recordamos de como o enredo contribuiu para uma tensão psicológica de tirar o fôlego – cujo resultado gerou controvérsias à época de seu lançamento, apenas para ser redescoberto como uma subestimada joia do cinema norte-americano. Por essa razão, a construção de ‘Águas Profundas’ nos cativa por uma premissa interessante e que, apesar de ter sido contada inúmeras vezes nas últimas décadas, poderia apresentar algo de novo. O desenlace, porém, rema na direção contrária e se rende a um amontoado de inflexões vazias e um condenável pedantismo identitário que não faz o menor sentido e que culmina em uma gigantesca frustração cinematográfica.

Os problemas se iniciam logo com a construção dos personagens principais, cujas incredíveis motivações deixam claro que não pretendem ir a lugar nenhum. Vic a representação máxima de um machismo estrutural que o impede de aceitar a derrota, preferindo ver a esposa o traindo com outros do que deixá-la livre para ser quem é; Melinda, por sua vez, se engolfa em noitadas regadas a bebida e a casos românticos sexuais para escapar da realidade a que está presa, vendo seus sonhos se desmantelarem quando Vic resolve ir atrás dos “amigos” que faz no meio do caminho com ameaças de violência física e morte. Entretanto, não há qualquer sinal que indique que esse nefasto organismo irá mudar – e nossas suspeitas se confirmam quando, depois de duas horas de puro torpor estático, absolutamente nada acontece.

Affleck e Armas carregam papéis de considerável aceitação por parte do público e da crítica – e a jovem atriz, fazendo um estrondoso sucesso com ‘Entre Facas e Segredos’ e ‘007 – Sem Tempo para Morrer’, já é uma das apostas para os próximos anos. É por essa razão que não conseguimos compreender como nem eles salvam o longa-metragem de ser um desperdício de tempo, restritos a um roteiro que tenta entregar mais do que pode e que se afoga em metáforas vencidas e reviravoltas monótonas. Os atos da história se confundem em cenas picotadas, coladas como uma colcha de retalhos sem padrão definido e que não aproveita sequer um aspecto de seu argumento.

Os personagens coadjuvantes também não fazem muita diferença dentro da arquitetura construída: Tracy Letts dá vida ao roteirista Don Wilson, que suspeita das atitudes homicidas de Vic e tem um desfecho tão ridículo quanto seu arco; Kristen Connolly interpreta Kelly Wilson, que cede aos encantos de Vic apenas para desaparecer de cena como um pedaço de plástico descartável; Finn Wittrock, encarnando Tony Cameron, não aparece tempo o suficiente para que nos importemos com ele, tornando-se uma das vítimas de Vic depois de se envolver com Melinda; e, até agora, não consegui entender a obsessão de Vic por criar lesmas – talvez uma simbologia falha de seu ego destruído e de sua falta de afeto.

O elemento mais agonizante de ‘Águas Profundas’ é, de fato, sua total incapacidade de perceber o quão presunçoso é. Ele se mascara como um suspense inteligente, mas se rende a uma prolixidade cansativa que não tem nada de original a nos mostrar – nem mesmo percebendo que, sem as fórmulas que seguram suas fracas bases, não conseguiria nem ao menos ver a luz do dia. Logo, se você procura por um suspense, aconselho que vá busca-lo em outro lugar, bem longe da ilusória pretensão que Lyne resolveu criar.

Pânico | Ranqueamos todos os ASSASSINOS da icônica franquia slasher

Cuidado: possíveis spoilers à frente para aqueles que não assistiram aos filmes

A icônica franquia slasher Pânico é uma das mais conhecidas e memoráveis da história. O primeiro filme foi lançado em 1996, e se tornou um dos maiores clássicos do gênero.

A saga recentemente ganhou seu quinto capítulo – e é claro que precisaríamos atualizar a nosso de todos os assassinos desse sangrento universo, desde Billy Loomis e Stu Macher até Richie Kirsch e Amber Freeman.

Confira abaixo a nossa lista:

9. CHARLIE WALKER, Pânico 4

Intérprete: Rory Culkin

Depois do controverso terceiro filme da franquia, Wes Craven levou mais de uma década para revisitar Pânico e apresentar o clássico do slasher a uma nova geração – não apenas de personagens, mas também de fãs. Entretanto, apesar da ótima atuação de Emma Roberts como a psicótica Jill Roberts, a revelação de Charlie Walker (Rory Culkin) como o segundo assassino não causou tanto fervor e não o transformou em um serial killer memorável o suficiente para alcançar o topo da lista (ainda mais considerando sua subordinação à colega de crime).

8. MICKEY ALTIERI, Pânico 2

Intérprete: Timothy Olyphant

Mickey é um dos assassinos mais relembrados da saga – e não é por qualquer razão: além da interpretação aplaudível de Timothy Olyphant, o insano personagem levou Sidney Prescott (Neve Campbell) a duvidar de todos à sua volta para isolá-la e atacar pela última vez. Mesmo com uma personalidade pérfida e uma backstory sólida o suficiente para nos convencer, Mickey encontrou seu fim de uma maneira não muito honrável e, como se não bastasse, foi ofuscado pela parceira de crime.

7. RICHIE KIRSCH, Pânico (2022)

Intérprete: Jack Quaid

Pânico, que chegou aos cinemas em janeiro deste ano, representou um ótimo capítulo para a franquia e resgatou todos os elementos adorados pelos fãs sem deixar de lado o fato de apresentar uma nova geração ao clássico slasher. Entretanto, dentre as pontuais falhas, vemos a construção de Richie Kirsch (Jack Quaid) como um dos assassinos: posando como namorado de Sam (Melissa Barrera), ele a enganou em relação a seus verdadeiros objetivos (soa familiar?) dentro de um arco esquecível e cambaleante.

6. AMBER FREEMAN, Pânico (2022)

Intérprete: Mikey Madison

Partindo da mesma premissa que Richie, Amber Freeman (Mikey Madison) também se valeu muito dos filmes originais para ser construída – e, apesar de cometer erros similares e se fincar demais a um arco desequilibrado, conseguiu convencer um pouco mais o público de que era uma das vítimas perseguidas pelo Ghostface, até se revelar como uma das serial killers. Assim como Richie, ela também se aproximou de Tara (Jenna Ortega) e fingiu ser sua melhor amiga apenas para ter a chance de matá-la junto à irmã.

5. JILL ROBERTS, Pânico 4

Intérprete: Emma Roberts

Apesar das críticas mistas, Pânico 4’ é uma entrada subestimada da saga slasher e conseguiu, em certos aspectos, revitalizar a série de filmes ao trazer a narrativa para a era digital. E é claro que, com a emergência das redes sociais, a serial killer Jill (vivida por Emma Roberts) partiria de uma linha similar: invejando a fama da prima, Sidney, Jill arquitetou uma história muito similar ao que a protagonista vivera e fez questão de se tornar a final girl e se tornar o centro dos holofotes – isso é, até morder a própria língua e ter o destino de todos os outros homicidas da franquia.

4. STU MACHER, Pânico

Intérprete: Matthew Lillard

Antes de eternizar Salsicha no live-action ‘Scooby-Doo’Matthew Lillard encarnou o memorável antagonista Stu Macher em Pânico, de 1996. Apesar de não ser o vilão principal – visto que esse cargo é destinado a Billy Loomis -, Stu causou um choque muito maior quando se revelou como um dos serial killers. A construção irreverente e a falta de detalhes significativos sobre suas reais intenções ainda levantam questões sobre o que ele desejava no final de contas (e, mesmo sem respostas, é sempre divertido revisitar essas teorias).

3. SRA. LOOMIS, Pânico 2

Intérprete: Laurie Metcalf

Quando Debbie Salt apareceu na porta do teatro da Faculdade Windsor e revelou ser a Sra. Loomis, mãe de Billy, o mundo ficou chocado ao vê-la se revelar como a outra assassina de Pânico 2’. Auxiliada pela conturbada mente de Mickey, a personagem mergulhou numa vendeta pessoal, mostrando que era tão psicologicamente deturpada quanto o próprio filho e que faria de tudo para matar Sidney. Como se não bastasse, a complexa personalidade da Sra. Loomis foi absorvida com perfeição pela incrível Laurie Metcalf – que roubou a cena todas as vezes em que aparecia.

2. BILLY LOOMIS, Pânico

Intérprete: Skeet Ulrich

Billy Loomis foi o primeiro assassino da franquia Pânico e foi encarnado brilhantemente por Skeet Ulrich. Billy posou como o namorado de Sidney e prometeu ficar ao lado dela depois de Ghostface colocar seu alvo na protagonista, além de jurar protegê-la de qualquer mal. Porém, ele foi o responsável por arquitetar o plano de matar a mãe de Sidney, acusando-a de ter um caso com o pai dele e afastá-lo da família. Billy tem as “melhores” motivações da franquia, e também se mostra um sociopata de primeira. Mas se não fosse o Roman, ele ainda estaria feliz com a Sidney. Talvez…

1. ROMAN BRIDGER, Pânico 3

Intérprete: Scott Foley

Pânico 3’ representou uma drástica queda na qualidade da franquia, mas ainda assim é um filme acima da média. Criticando Hollywood e os podres que se escondem por trás dos bastidores do show business, o longa tem seus pontos altos – e um deles é Roman Bridger (Scott Foley). Além de ser o serial killer mais prolífico, com nada menos que nove mortes sob sua reputação, o personagem carrega uma história incrível demais – tendo sido o “responsável” por dar início a toda a franquia. A cena do embate entre ela e a meia-irmã Sidney é uma das melhores e mais intensas de toda a franquia, com um desfecho de matar.

Lembrando que a Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

Novo Suspense ERÓTICO do diretor de ‘Atração Fatal’ é DETONADO pelos assinantes do Amazon Prime…

O suspense erótico ‘Águas Profundas’, estrelado pelo casal Ben Affleck e Ana de Armas, já chegou na Amazon Prime Video e falhou em agradar os assinantes da plataforma.

Dirigido por Adrian Lyne, de ‘Atração Fatal‘ e ‘Proposta Indecente‘, o filme foi duramente criticado por seu roteiro risível.

Confira as reações:

No Rotten Tomatoes, o filme atingiu apenas 33% na avaliação dos jornalistas. Abaixo você confere trechos de algumas críticas falando a respeito do filme, onde destacaram um aspecto genérico dentro da narrativa. O CinePOP também já fez a sua crítica, que você pode ler logo abaixo. Segue também as demais.

‘Águas Profundas’, suspense erótico com Ben Affleck e Ana de Armas, se afoga na própria presunção

“O retorno de Adrian Lyne ao cinema encharcado de suor, troca a intriga por um tédio repetitivo e jogos mentais psicossexuais, entrando diretamente na semi-loucura dos seus personagens.” Consequence

“É um filme tão ultrapassado em sua visão sobre as mulheres e os relacionamentos, e tão estranhamente pervertido e limitado, que eles deveriam ter chamado literalmente de Male Gaze.” Globe and Mail

“Apesar de se assumir como um mestre do thriller erótico, Adrian Lyne faz um retorno bem morno à sua cadeira de diretor, com uma adaptação simplória de um intrigante estudo de personagem conjugal que Affleck luta para deixar interessante.” Empire Magazine

“De Armas parece estar em um comercial sensual de perfume, enquanto Affleck parece ter engolido cem quilos de analgésicos antes de entrar em cena.” The Guardian

Na trama, Vic e Melinda Van Allen são um jovem casal atraente, cujos jogos mentais sofrem uma reviravolta quando as pessoas ao seu redor começam a aparecer mortas. O casal evita o divórcio em um casamento sem amor, permitindo que cada um tenha seus próprios amantes, mas tudo fica conturbado quando a fachada da vida suburbana americana é exposta.

 

Dica | Indicados ao Oscar nos Streamings – Parte 2

Prosseguindo com a lista de indicados ao Oscar, que acontece na próxima semana, no dia 27 de março, o CinePOP separou na lista de hoje todos os indicados que estão disponíveis na Netflix. Confira!

Caso você não tenha visto a parte 1, você pode encontrá-la clicando aqui.

A Sabiá Sabiazinha

Pouco comentado, esse musical animado em stop-motion da Aardman Animations recebeu uma indicação a Melhor Curta Animado. Com pouco mais de meia hora de duração, ele conta a história natalina de uma Sabiá que foi criada por camundongos. Chega uma hora na vida em que ela começa a se questionar sobre suas origens. E assim começa uma jornada fofíssima sobre a autodescoberta da protagonista.


Três Canções Para Benazir

Indicado a Melhor Documentário de Curta-Metragem, é um drama afegão emocionante sobre o jovem Shaista, que acabou vive em um acampamento de refugiados com sua esposa, que está com um bebê à caminho. Ele sustenta sua família confeccionando tijolos, mas mantém vivo em si o sonho de dar melhor condições para sua família. Por isso, ele decide servir ao Exército, o que traz tristeza a quem ele ama. Afinal, ele pode morrer a qualquer momento. Em cerca de 20 minutos de filme, esse curta traz uma história fantástica sobre sonho, esperança e um lado pouco visto no ocidente do Afeganistão.


Audible: Vidas em Jogo

Também indicado a Melhor Documentário de Curta-Metragem, Audible é um documentário de aproximadamente 40 minutos muito sensíveis sobre um time de futebol americano composto por rapazes surdos. O foco é no jovem Amaree, cujo melhor amigo não resistiu aos inúmeros casos de bullying e acabou tirando a própria vida. Diante do trauma, ele encontra no esporte uma nova forma de vida, uma nova família.


A Mão de Deus

Um dos favoritos na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, esse drama italiano de Paolo Sorrentino é uma autobiografia do diretor, que conta a história de um jovem e sonhador garoto de Nápoles, na Itália, que não vê a hora de perder a virgindade e de saber se os boatos que o craque argentino, Diego Maradona, viria mesmo para seu time de futebol. Quando ‘El Pibe’ enfim chega à cidade, o garoto corre para vê-lo. Isso acaba salvando sua vida das mais diversas formas.


Mães Paralelas

Dirigido por Pedro Almodóvar, Mães Paralelas conseguiu duas indicações ao Oscar. Uma de Melhor Atriz para Penélope Cruz e outra de Melhor Trilha Sonora. Esse drama conta a história de duas mulheres que vivem contextos completamente distintos de maternidade. Elas foram colocados no mesmo quarto de hospital onde terão seus bebês. No entanto, uma é mãe na meia-idade, enquanto a outra é uma adolescente que está arrependida de suas escolhas na vida. Enquanto as crianças não vêm, elas vão conversando e se entendendo melhor.


A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas

Franca favorita ao Oscar de Melhor Animação, A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas é mais uma daquelas animações que deixou de lado a busca pelo realismo e investiu pesado num estilo visual mais divertido e criativo. A trama gira em torno de uma jovem que vai para a faculdade dos seus sonhos. No entanto, tentando reaproximar a família, o pai decide levar todo mundo junto para conhecer a faculdade em uma viagem pelas estradas dos EUA. O problema é que no meio do caminho, a revolta das máquinas começa. Então, eles precisam resolver suas diferenças para conseguirem sobreviver e salvar o mundo.


Tick, Tick… Boom!

Baseado em uma história real e numa peça homônima, o filme conta a história de um jovem aspirante a compositor e dramaturgo que sente sua juventude se esvair enquanto tenta emplacar o trabalho de sua vida. Diante dos dramas da idade e das dificuldades para chegar à Broadway, ele leva seus dias em meio a muita música e polêmicas. O filme foi um sucesso na Netflix e conquistou duas indicações, uma de Melhor Ator para Andrew Garfield e outra de Melhor Montagem.


A Filha Perdida

Baseado em um livro de Elena Ferrante, esse filme de Maggie Gyllenhaal traz uma mãe divorciada deixando suas duas filhas com o pai enquanto decide tirar férias em uma ilha da Grécia. Buscando paz, ela acaba se envolvendo com uma família disfuncional, principalmente com a jovem mãe de um bebê bem novinho. Diante desse cenário, ela acaba revivendo memórias de sua própria vida enquanto criava suas filhas. O drama conseguiu três indicações aos ‘Oscars’ de Melhor Atriz para Olivia Colman, Melhor Atriz Coadjuvante para Jessie Buckley e Melhor Roteiro Adaptado.

Não Olhe Para Cima

A comédia multimilionária de Adam McKay contra o negacionismo dividiu opiniões. Enquanto uns disseram ser incrível, outros apontaram um humor meio Zorra Total. Fato é que a história dos cientistas que descobrem que um meteoro gigantesco está vindo em direção à Terra e tentam comunicar às autoridades e ao povo, mas acabam sendo desacreditados ou virando celebridades conquistou a atenção do público e da Academia, que o indicou a Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Montagem e Melhor Trilha Sonora Original.

Ataque dos Cães

Forte candidato a ser o maior vencedor dessa edição, Ataque dos Cães recebeu nada menos que 12 indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Diretora, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e por aí vai. Baseado em um livro clássico dos anos 60, o filme conta a história de dois irmãos que ostentam a maior fazenda de Montana. Eles são muito diferentes um do outro, mas a relação vai por água abaixo quando um deles se casa em segredo com uma viúva. Diante do novo amor do irmão, o outro vai fazer de tudo para acabar com a relação.

‘Liga da Justiça de Zack Snyder’: Um ano depois de vetado, visual do Lanterna Verde é oficialmente divulgado

Sim, já se passou 1 anos desde que a aguardada e elogiado versão ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘ foi lançada no HBO Max, e para celebrar a data, o Wayne T. Carr publicou no Twitter uma foto sua como Lanterna Verde, detalhando o visual do Patrulheiro Estelar.

É sabido que o astro faria uma pequena participação no filme de Snyder, no entanto acabou sendo vetado pela Warner, com o Caçador de Marte aparecendo no lugar do Crepusculo Esmeralda.

Veja abaixo a imagem divulgada:

Com mais de 6 mil avaliações publicadas no Rotten Tomatoes, ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘ recebeu 97% de aprovação dos espectadores.

Para comparação, o recorde de aprovação anterior era de ‘Batman Begins‘ e ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘, que receberam 94% de aprovação do público. Em seguida, vem ‘Mulher-Maravilha‘ com 83% de aprovação do público.

Além disso, o filme tem 78% dos críticos profissionais com 160 reviews publicadas.

Assista à nossa crítica em vídeo:

Letitia Wright rebate acusações de apoiar ideais ANTI-VACINA no set de ‘Pantera Negra 2’

Recentemente, o The Hollywood Reporter relatou que a atriz Letitia Wright continuava espalhando ideais anti-vacina no set de ‘Pantera Negra: Wakanda Forever‘, mesmo após se desculpar por ter postado um vídeo contra a imunização em massa no ano passado.

No entanto, a intérprete de Shuri negou as acusações e se defendeu através do Instagram, dizendo-se perseguida pela mídia.

Na publicação, ela compartilhou um trecho da passagem bíblica de Isaías 54:17, que diz:

“Toda ferramenta preparada contra ti não prosperará, e toda palavra dita contra ti não terá efeito.”

Na legenda, ela desabafou, dizendo:

“Deus abençoe todos vocês. Me entristece ter que abordar os relatórios publicados pelo The Hollywood Reporter em 06 de outubro de 2021. O relatório falava sobre minha conduta no set de ‘Pantera negra 2’. Sinceramente, afirmo que isso era completamente falso. Qualquer pessoa que me conhece ou já trabalhou comigo sabe que trabalho muito duro em meu ofício e meu foco principal é sempre fazer um trabalho impactante e inspirador. Esse tem sido e continuará sendo meu único foco. Vou continuar a segurar nas mãos de Deus e na escritura de Isaías 54:17. Eu continuo a me concentrar na minha cura. Obrigado por suas orações. E eu continuo a orar pelo amor, paz e alegria de Deus para todos vocês. Deus os abençoe. Letitia.” 

Para quem não se lembra, a atriz se desculpou no ano passado após postar um vídeo do palestrante Tomi Arayomi, um líder sênior da Igreja Light London, questionando as vacinas para a COVID-19.

Após a polêmica, Wright postou um pedido de desculpas no Twitter, afirmando:

“Minha intenção era não machucar ninguém, minha ÚNICA intenção de postar o vídeo foi que ele levantou minhas preocupações com o que a vacina contém e o que estamos colocando em nossos corpos. Nada mais.” 

A artista até chegou a responder nominalmente os comentários, escrevendo: “Não é a minha intenção magoar ninguém, tão pouco dizer pra vocês não tomarem a vacina, só estou preocupada com o que está nela. Essa não seria uma pergunta justa?”. 

Halloween H20 | Terror dos anos 90 teria OUTRO Assassino além de Michael Myers: Saiba quem!

Halloween Ends – filme que encerra a nova trilogia – chega aos cinemas em Outubro desse ano. O novo filme do psicopata Michael Myers continua a saga da família Strode após o reboot Halloween (2018) e Halloween Kills (2020).  Como os fãs mais atentos estão cansados de saber, apesar da complicada cronologia da franquia, este trata-se do décimo segundo filme da série no cinema, constando nove outros longas no intervalo de quarenta anos entre o original e o reboot.

Aliás, Halloween (2018) não foi sequer nem mesmo o primeiro retorno de Jamie Lee Curtis a estes filmes de terror, com a atriz comemorando um aniversário anterior no papel de Laurie Strode. Estamos falando de quando a franquia fez vinte anos em 1998 e do filme Halloween H20, que completou 23 anos de lançamento em 2021. Já falamos um pouco da complicada cronologia de Halloween nos cinemas e também sobre Halloween H20 (1998) aqui no CinePOP recentemente, homenagens ao lançamento do mais recente episódio da série – que você pode conferir em links abaixo. O que talvez nem todos saibam é que H20 pretendia ser o primeiro filme desta série a contar com outro psicopata cometendo assassinatos, além do icônico Michael Myers.

Leia também: Halloween | Entenda a COMPLICADA cronologia da famosa franquia de terror!

Como bem sabemos, o processo de construção de um roteiro é demorado e passa por variadas etapas. Raramente um texto, mesmo que em sua fase final, espelha cem por cento o que vemos em tela no produto final. E isso é verdade até mesmo para diretores extremamente autorais, como Woody Allen e Quentin Tarantino. Imagina um produto que precisa agradar inúmeras partes, entre elas atores, diretores, produtores e roteiristas. Muitas vezes só de um filme não ser um desastre completo em seu resultado final já é lucro.

Como dito em uma das matérias anteriores sobre Halloween, o que viria a se tornar H20, antes era conhecido como Halloween 7, pretendendo levar em conta as partes 4 a 6 – agora conhecidas como a “trilogia Thorn” pelos fãs. O sétimo filme chegou inclusive a ganhar um subtítulo de A Vingança de Laurie Strode, fazendo referência ao quinto (A Vingança de Michael Myers, 1989).

Leia também: Halloween H20 (1998) | Relembre o primeiro retorno de Jamie Lee Curtis para a franquia de terror

Antes disso tudo, no entanto, e do envolvimento do roteirista Kevin Williamson (contratado depois para dar sua versão do texto), a ideia se encontrava nas mãos de Robert Zappia, escalado para escrever a história de Halloween: Two Faces os Evil (As Duas Faces do Mal) – uma das primeiras propostas para o sétimo filme, antes sequer de Jamie Lee Curtis ser cogitada a retornar. Os planos, porém, eram para um lançamento direto no mercado de vídeo, após a arrecadação decepcionante de Halloween 6. Nesta história um imitador estava se fazendo passar por Michael Myers e cometendo assassinatos em seu nome. Esse novo assassino seria revelado como sendo Charlie (Adam Hann-Byrd), um dos quatro colegas adolescentes principais de H20. Seus crimes, no entanto, iriam atrair a atenção do verdadeiro Michael Myers, que sairia de seu esconderijo novamente para os holofotes. Essa ideia de ter dois assassinos no filme seria interessante e inédita, embora pudesse ecoar o resultado não muito agradável de Sexta-Feira 13 – Parte 5: Um Novo Começo (1985).

Fora isso, uma outra versão do roteiro manteria estas ideias porém iria ainda mais fundo, revelando Charlie como o filho de uma freira estuprada por Michael Myers no hospital psiquiátrico e por consequência filho do maníaco mascarado também. Essa versão teria o título mais óbvio de Halloween: O Filho de Michael Myers. E o que vocês acharam?

Em ambas as versões o filme também se passaria numa escola cara para alunos privilegiados – mantida no resultado final como a escola da qual Laurie é diretora e que seu filho estuda. E foi a decisão de Jamie Lee Curtis de retornar para a franquia que mudaria tais rumos dos dois assassinos. A Dimension Films, subsidiária da Miramax dos irmãos Weinstein, tratou de elevar o jogo com o interesse de Curtis e além de planejar um lançamento nos cinemas agora, chamou seu “menino de ouro” Kevin Williamson, então no topo do mundo após os sucessos de Pânico (1996) e Pânico 2 (1997), para uma nova versão do roteiro, que desta vez incluiria Laurie Strode.

Você pode questionar, mas Williamson não é creditado no filme como roteirista. É verdade querido leitor. No produto final temos apenas os nomes de Robert Zappia e Matt Greenberg creditados como roteiristas oficiais do filme. Isso se deve porque Williamson não escreveu o roteiro do zero e apenas recauchutou algumas partes. Segundo a associação dos roteiristas de Hollywood, fica estipulado que um autor só recebe crédito como roteirista se tiver escrito ao menos 33% do roteiro. O estúdio chegou a oferecer mais dinheiro para Zappia a fim de que o autor dividisse os créditos com Williamson, e quando ele recusou, o estúdio arrumou outro cargo para Williamson: o de produtor executivo. Tudo isso para não perder a oportunidade de estampar em seu cartaz a frase: “Do Autor de Pânico” e assim vender mais ingressos.

O personagem Charlie (Adam Hann-Byrd) seria o segundo assassino e até o filho de Michael Myers num dos roteiros.

Mas Williamson não foi “turista” nesta história e chegou a escrever alguns tratamentos diferentes para H20. Um deles, por exemplo, ao invés da abertura que vemos no filme, com a enfermeira Marion (Nancy Stephens) do filme original tendo sua casa invadida por Myers para recuperar informações de sua irmã, quem abriria o longa na versão de Williamson seria uma nova personagem: Rachel Loomis, a filha do Dr. Sam Loomis! A eficácia das cenas, porém, não seria tão destoante, com Myers recuperando as informações dela e matando Rachel.

O clímax deste tratamento também seria diferente, e envolveria uma perseguição entre um ônibus e um helicóptero, que cairia e, fora de controle, decapitaria Michael com sua hélice. E ainda uma outra versão onde ele seria cortado ao meio pela mesma hélice. Nada disso no fim das contas foi aprovado pois o produtor e então dono da franquia Moustapha Akkad possui uma cláusula em que Michael Myers não pode morrer de verdade, sempre visando um novo capítulo. E ele era bobo? Resta saber se seu filho Malek Akkad, à frente da franquia como produtor após a morte do pai em 2005, ainda mantém estas rigorosas restrições. Veremos ao final de Halloween Ends. Será que ends mesmo?

Crítica | Alice: Keke Palmer e Common estrelam drama racial insosso

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

Entre ficção e realidade, Alice é um drama racial que volta os seus olhos para um tempo não tão distante, em que homens e mulheres negros permaneciam escravizados em certas regiões dos Estados Unidos – em pleno século XX -, sem sequer saber da existência da Proclamação de Emancipação. Mas mesmo com tantos relatos reais dolorosos e simbólicos, a produção se perde em si mesma. Rasa e com pouco desenvolvimento de personagens, ela é um resultado insosso e sem alma, um terrível erro de qualidade fílmica que abafa tragédias genuínas que poderiam ter sido delicadamente honradas.

Keke Palmer and Common appear in Alice by Krystin Ver Linden, an official selection of the U.S. Dramatic Competition at the 2022 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute Eliza Morse.
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A história de Alice se torna esquecida antes mesmo de chegar ao Brasil. Simplista demais em seu roteiro, Krystin Ver Linden nunca vai além na construção de seus personagens, sempre entregando conflitos rasos e repetitivos que caminham de forma cíclica. Reprisando os mesmos abusos que tanto já lemos sobre ou já assistimos em outras aclamadas produções, o longa não sabe muito bem para que direção seguir. Sua protagonista homônima caminha um tanto perdida, com pouca profundidade e substancialidade. Os coadjuvantes seguem quase como figurantes de suas histórias e nem mesmo o abuso das cenas de violência contra pretos promove em nós o impacto e a dor necessários. Genérico e com poucas camadas, Alice não tem identidade nem em sua heroína, tão pouco em seu filme.

E Keke Palmer tenta fazer o seu melhor com o que tem. Com a trama essencialmente girando em torno de si mesma, ela nos sustenta ao longo de todo o filme com uma ótima atuação. Mostrando seu potencial em tela, ela consegue brilhar – ainda que os principais elementos ao seu redor não colaborem. Na trama, ela é uma jovem escrava que anseia por se libertar de uma vida de opressão e abusos em uma fazenda. Ao conseguir fugir, ela se surpreende com um terrível choque de realidade, ao descobrir que de fato estaria no ano de 1973 e a escravidão já havia sido abolida há mais de um século. Sem qualquer noção da realidade e como alguém que acaba de descobrir o que de fato é o mundo, ela agora se tornará uma espécie de justiceira, que luta para libertar sua comunidade que permanece presa no tempo e em uma trágica e dolorosa vida escravocrata.

O grande problema de Alice é ser simplista demais em toda sua construção narrativa. Explorando um leque tão valioso de assuntos correlacionados, Ver Linden não sabe o que fazer com as informações que possui em mãos e se distrai da historicidade afro-americana. Mesmo com um background sociocultural rigoroso e detalhado, ela não sabe aproveitar a duração de seu filme, estabelece conflitos profundos sem realmente aprofundá-los, além de soluções fáceis. Nada parece funcionar organicamente em tela, tornando Alice uma mulher esquecível, não importa o quão forte seja o seu ímpeto de justiceira alada.

Trazendo ares e referências do cinema Blaxploitation em sua direção e roteiro, o longa abusa de sua trilha sonora de época e tenta se estabelecer como uma versão renovada do amado clássico Coffy: Em Busca da Vingança. E ainda que tente fazer de Palmer e Common os alicerces de sustentação de toda sua trama, a cineasta falha miseravelmente no processo. Uma oportunidade perdida, Alice não serve nem como drama, nem como uma ode ao cinema black norte-americano e muito menos como uma reflexiva denúncia. É realmente uma pena.

‘Shazam! 2: Fúria dos Deuses’: Atriz indica que teremos a Mulher-Maravilha no filme; Entenda…

Shazam! 2: Fúria dos Deuses‘ deu um frescor leve e especial quando chegou ao Universo DC nos cinemas, mas, de alguma maneira, desapontou alguns fãs por não conseguir trazer de fato o ator Henry Cavill para o filme, com a participação do Superman na cena pós-créditos onde o Homem de Aço aparece apenas do pescoço para baixo.

Porém, a sequência do longa deve corrigir esse erro e trazer um membro especial da Liga da Justiça. A estrela Rachel Zegler (‘Amor, Sublime Amor‘) deu uma declaração que sugeriu um forte indício de que a musa Gal Gadot deverá aparecer no filme como a Mulher-Maravilha.

A revelação de Zegler aconteceu quando ela estava dando uma entrevista ao lado de Gadot, a respeito do novo remake live-action da Disney, ‘Branca de Neve‘, para a revista Empire Magazine, quando a atriz brincou que o musical infantil não era a primeira vez que ela e Gadot trabalharam juntas.

“Não vou falar muito, mas ‘Branca de Neve’ não foi nosso primeiro encontro”, declarou Zegler.

Há meses também circula rumores de que a Princesa Diana fará parte do elenco do filme protagonizado por Zachary Levi (‘Chucky‘). O que sabemos da trama também endossa os rumores, já que Helen Mirren e Lucy Liu estão interpretando as vilãs Hespera e Calypso, as filhas do deus grego Atlas. Como Diana é filha de Zeus, faria sentido se a Mulher-Maravilha aparecesse para ajudar a família Shazam contra essas deusas mitológicas.

Shazam! 2: Fúria dos Deuses‘ ganhou nova data de estreia e chega aos cinemas no dia 16 de dezembro de 2022.

‘O Mandaloriano’: Christopher Lloyd entra para o elenco da 3ª temporada em MISTERIOSO papel

De acordo com o The Hollywood Reporter, Christopher Lloyd foi adicionado à 3ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ em um papel ainda não revelado.

Mais conhecido por seu papel como Doc Brown na trilogia ‘De Volta Para o Futuro, o astro terá uma participação especial semelhante a de Danny Trejo em ‘O Livro de Boiba Fett‘.

Na derivada focada em Fett (Temuera Morrison), Trejo deu vida a um domador de Rancor, que ensina o ex-caçador de recompensas a criar a fera.

Sendo assim, é possível que Lloyd tenha um papel de destaque, mas em uma breve aparição.

Lembrando que a 3ª temporada de ‘O Mandaloriano’ deve estrear somente em dezembro de 2022.

Enquanto isso, vale lembrar que a atual série baseada na saga ‘Star Wars é ‘O Livro de Boba Fett‘.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série também explora o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.

Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi‘.

“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filoni e Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.” 

‘Trem-Bala’: Novo filme de ação estrelado por Brad Pitt é ADIADO pela 2ª vez

De acordo com o Comic Book, a Sony Pictures adiou mais uma vez a estreia de ‘Trem-Bala, filme de ação do diretor David Leitch (‘Deadpool 2’).

Programado para 15 de julho, o longa estrelado por Brad Pitt (‘Era Uma Vez Em… Hollywood’) chegará às telonas no dia 29 do mesmo mês.

A mudança deixa o filme de ação em ritmo de disputa nas bilheterias contra dois títulos: a animação da Paramount ‘Blazing Samurai‘ e a comédia ‘Vengeance’, que maca a estreia dirtorial de B.J. Novak (‘The Office’).

Ambos estreiam em 22 de julho.

Originalmente, ‘Trem-Bala’ deveria ser lançado em 08 abril, junto com ‘Sonic 2 – O Filme’, mas a Sony havia mudado a data para julho justamente para evitar a concorrência.

Anteriormente, o estúdio divulgou as primeiras imagens oficiais do longa.

Baseada no livro Maria Beetle de Kotaro Isaka, a trama acompanha cinco assassinos que se encontram em um trem-bala em movimento indo de Tóquio a Morioka, com apenas algumas paradas durante a viagem. Eles descobrem que suas missões não estão relacionadas entre si, mas a questão é: quem conseguirá sair do trem com vida e o que os espera na estação final?

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco também conta com Sandra Bullock, Joey King, Andrew Koji, Brian Tyree HenryMichael ShannonAaron Taylor-Johnson, Hiroyuki Sanada, Sandra Bullock e o cantor Bad Bunny.

‘Carnossauro’ (1993) | Relembre a mais DESAVERGONHADA (e trash) Cópia de ‘Jurassic Park’

Jurassic World – Domínio, sexto filme na franquia blockbuster dos dinossauros de Steven Spielberg, já está disponível no Telecine. A superprodução arrecadou mais de US$ 1 bilhão mundiais aos cofres da Universal Pictures, se tornando assim a quarta maior bilheteria de 2022 nos EUA (atrás apenas – até o momento – de Top Gun: Maverick, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura e The Batman) e também mundialmente, tendo ultrapassado recentemente Water Gate Bridge, superprodução chinesa de guerra.

Jurassic World – Domínio é o terceiro do derivado Jurassic World, iniciado em 2015 com O Mundo dos Dinossauros, e continuado com Jurassic World – Reino Ameaçado, de 2018. Mas é preciso levar em conta que tudo começou verdadeiramente lá atrás, em 1993 com Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros. E que foi a partir dele, e de suas continuações Jurassic Park – O Mundo Perdido (1997) e Jurassic Park III (2001), que o derivado Jurassic World surgiu para se transformar numa febre com as novas gerações. O fenômeno de Jurassic Park (1993), no entanto, jamais será equiparado. Seu feito na história da sétima arte e na indústria do entretenimento é algo sem precedentes. Podemos dizer, entre outras coisas, que Jurassic Park foi o epicentro da dinomania que tomou conta do mundo nos anos 90 (você pode conferir a matéria sobre o tema no link abaixo).

Leia também: ‘Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros’ e a Dinomania que dominou os anos 90

Na década de 1990, tudo em relação aos répteis pré-históricos rendia rios de dinheiro. E pode ter certeza que tudo foi feito com os dinossauros no período, desde desenhos animados na TV, longas em animação nos cinemas, séries em live-action com animatrônicos impressionantes até hoje e, é claro, filmes dos mais variados gêneros contendo os lagartões. Uma das mais toscas e desavergonhadas, no entanto, foi a tentativa de “clonar” Jurassic Park, porém, com um sexagésimo de seu orçamento. Tinha como dar bom?

Para começarmos a falar do trash Carnossauro, é preciso voltar à suas raízes. Tudo teve início, acredite, na forma de um livro escrito pelo autor australiano John Brosnan que, talvez com medo do resultado de seu produto, usou um pseudônimo assinando o romance como Harry Adam Knight. E pior, com o livro Carnossauro sendo lançado em 1984, muitos consideram que foi o autor Michael Crichton quem se inspirou nele para escrever o seu Jurassic Park, lançado em 1990. Nada comprovado, é claro. Ou seja, em se tratando de pioneirismo, este é um caso onde isso não adiantou muito. Ao menos no que diz respeito à suas contrapartes audiovisuais.

Carnossauro, o filme, também teve sua estreia nos cinemas precedendo à do “primo rico”, já que foi lançado com três semanas de antecedência em relação a Jurassic Park e pôde se alimentar bem antes que a concorrência chegasse atropelando. Carnossauro (Carnosaur, 1993) é uma produção do lendário rei do cinema B, Roger Corman. O cineasta é um verdadeiro ícone de Hollywood, tendo servido em seus projetos de porta de entrada para muita gente tarimbada, do nível de Jack Nicholson, Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e do próprio Steven Spielberg, todos saídos da escola Corman de cinema em seu início de carreira, tendo trabalho junto com o diretor.

Roger Corman é um verdadeiro mestre, mas o que acontece é que possui mais vontade e talento do que recursos. Suas produções são sempre de baixíssimo orçamento e quando a história requer elementos grandiosos, como digamos, dinossauros vivos convincentes, isso pode se tornar uma grande pegadinha. Corman comprou os direitos do livro de Brosnan em 1991, um ano depois de Crichton publicar seu Jurassic Park. Prevendo o burburinho de bastidores em Hollywood, e o movimento da Universal Pictures, da Amblin e de Steven Spielberg em direção ao projeto de trazer os dinossauros de volta à vida em grande estilo, Roger Corman iniciaria a produção de sua versão dos dinos na mesma época, para se beneficiar do hype gerado pelo blockbuster, além da campanha de marketing massiva que o “concorrente” teria – e que o seu não poderia bancar.

Com medo de ser considerado ainda um plágio maior e de eventualmente ser processado, Roger Corman trouxe o diretor Adam Simon (que comanda a obra) para reescrever uma porção significativa do livro, criando novos caminhos para a história na versão cinematográfica. De fato, o autor John Brosnan disse ter reconhecido muito pouco de seu texto no produto final nas telas, e afirmou não ter gostado muito do resultado do filme. Apesar disso, confessou também que a obra trash serviu para levantar as vendas de seu romance na época do lançamento. Assim, enquanto no livro tínhamos um jornalista britânico investigando ataques selvagens, fazendo vítimas fatais na Inglaterra, o filme eliminava o elemento do repórter e trazia a trama para os EUA. Fora isso, no texto original quem estava por trás da volta dos dinossauros à nossa época era um excêntrico milionário (algo como uma versão deturpada de John Hammond). O ricaço criava as criaturas e as matinha em cativeiro numa espécie de zoológico pessoal. No entanto, assim como em Jurassic Park, as criaturas escapavam e davam início ao banho de sangue.

Carnossauro, o filme, conta sobre a análise e aprovação de um grande laboratório que junto ao governo inicia experiências para a criação de dinossauros em nossos tempos, através da genética. Sem que saibam, a Dra. Jane Tiptree, a cientista louca e vilã do longa, já está bem avançada em seu trabalho e inclusive começa a dar vida por conta própria a estes animais. Ela mexe no DNA de galinhas e são elas que dão à luz os seres pré-históricos, colocando ovos gigantescos e se estourando no processo (ninguém disse que seria fácil). Como se não bastasse, a insana doutora ainda infecta com um vírus diversas mulheres, que terminam impregnadas e “parem” ovos com os dinos dentro!? A ideia da cientista é repovoar a Terra com os lagartões e deixar surgir uma nova era dos dinossauros.

Como se a trama sem noção e sem sentido não fosse o bastante, Carnossauro ainda faz uso de verdadeiros “defeitos especiais”; já que como dito, o orçamento do longa foi algo em torno de US$1 milhão (talvez menos), o valor do lanche da equipe de Jurassic Park – que fez uso de US$63 milhões em seu valor de produção. Desta forma, enquanto os dinos de Spielberg eram criados num misto de animatrônicos e efeitos computadorizados revolucionários para a indústria, os de Carnossauro precisaram ficar à base de “manivela” – numa mistura de stop-motion, bonecos animatrônicos de variados tamanhos, e até mesmo atores usando roupas (pouco convincentes até para a época) de dinossauros.

Carnossauro apostou num elemento no qual Jurassic Park tinha que pegar leve: o gore! A sanguinolência é quase inexistente no filme de Spielberg, que precisava apelar a todo tipo de público, inclusive os adolescentes, e mesmo assim foi considerado muito intenso para os pequenos. Já Carnossauro deixava fluir rios de sangue, já que bons efeitos e encantamento com as criaturas não teria. Desta forma, o longa de Roger Corman se comporta mais como um terror slasher de baixa categoria do que com uma aventura de tirar o fôlego. Mas não pense você que as coincidências entre as duas produções acabam por aí. Pois Corman tratou de escalar um rosto muito conhecido para o papel protagonista da Dra. Tiptree: a veterana Diane Ladd – mãe na vida real da atriz Laura Dern, que estava protagonizando a superprodução da Universal e Spielberg.

Carnossauro fez o dobro de seu orçamento nas bilheteiras, mas se favoreceu mesmo devido às vídeo locadoras, onde o filme pôde prosperar com o público desavisado ou ávido por consumir mais e mais sobre dinossauros. Tal sucesso garantiu a produção de duas sequências, lançadas direto em vídeo (em 1995 e 1996) e dois derivados: Raptor (2001) e The Eden Formula (2006). Fora isso, Carnossauro se transformou em produção cult, entrando para a seleta lista dos melhores filmes ruins já produzidos, daqueles que dão a volta completa e se tornam bons de novo. Conhecidos também como prazeres culposos. Para termos uma ideia, até mesmo críticos do porte de Roger Ebert e Gene Siskel divergiram sobre sua visão do longa, com o primeiro o selecionando para ocupar a posição de pior filme lançado naquele respectivo ano, enquanto o segundo deu seu aval o aprovando – e certamente entrando mais no clima da brincadeira trash da obra e não a levando tão a sério.

Após Netflix CANCELAR série e revoltar assinantes, criadora quer fazer filme

Recentemente, Rachel Shukert, a criadora e showrunner da adaptação de ‘O Clube das Babás‘, revelou que a Netflix cancelou a atração devido à baixa audiência fora da América do Norte.

A trama acompanha os dramas e aventuras das pequenas Kristy (Sophie Grace), Mary-Anne (Malia Baker), Claudia (Momona Tamada), Stacey (Shay Rudolph) e Dawn (Xochitl Gomez) enquanto enfrentam os desafios de abrir seu próprio negócio: um serviço de babás.

Mesmo tendo recebido elogios da críticas e do público, a série não obteve o mesmo sucesso ao redor do mundo, motivando a plataforma a encerrar a produção.

No entanto, Shukert não desistiu do projeto e contou à Vulture que quer fazer um filme baseado nos romances escritos por Ann M. Martin.

Como fã declarada do material original, a cineasta garantiu que o público também sente desejo pela continuidade da adaptação com elenco da série.

“Acho que vai ser complicado porque as meninas estão envelhecendo muito rápido e não esperávamos que a série fosse além de três temporadas, justamente por conta da idade delas. Mas eu adoraria fazer um filme. Ann [M. Martin] sempre deixou claro que não gostaria de ver as personagens crescendo/envelhecendo porque iria descaracterizar a ideia dos romances. Esses livros foram escritos ao longo de 16 anos e elas permaneceram com a mesma idade ao longo desse período.”

Em outra parte da entrevista, ela lamentou que seus planos para uma possível 3ª temporada não foram concluídos.

“Eu realmente queria fazer um super especial. Eu estava bolando umas ideias, tipo… Elas deveriam ir para Nova York? Poderíamos vê-las começando o ensino médio e honrar tudo o que fizemos antes. A 2ª temporada termina com um ótimo gancho. É emocionalmente satisfatória. Mas tínhamos mais histórias para contar e sinto falta das meninas. Adorei trabalhar com elas. São atrizes e pessoas extraordinárias.”

Relembre o comunicado de cancelamento:

“Eu queria fazer parte do universo que a Ann M. Martin criou desde que eu tinha 7 anos e, por duas temporadas, eu tive essa oportunidade,” afirmou Shukert. “Foi um sonho se tornando real. Apesar de estar de coração partido por não poder retornar à Stoneybrook para mais 20 temporadas, estou orgulhosa da nossa série incrível. Agradeço a Netflix por nos dar a oportunidade de apresentar essas personagens para uma nova geração.”

Originalmente publicado como uma série de apenas quatro livros em 1986, ‘The Baby-Sitters Clubs‘ ainda permanece como a saga literária infanto-juvenil mais bem sucedida na história das publicações, com mais de 200 obras licenciadas em mais de 20 países e com mais de 180 milhões de cópias impressas até hoje.

Os livros já foram adaptados para a TV, ainda em 1990, em uma série com apenas 13 episódios exibidos pela HBO. Em 1995, a saga ganhou um longa, intitulado ‘O Clube das Babás‘, estrelado por Rachel Leigh Cook, Schuyler Fisk, Bre Blair e Tricia Joe.

Conheça o TERROR estilo ‘O Massacre da Serra Elétrica’ que conquistou 100% de aprovação dos críticos

Com mais de 50 críticas publicadas até o momento, o novo terror do cineasta Ti West (‘A Casa do Diabo’) conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Trata-se de ‘X’, que estreou hoje nos cinemas norte-americanos e tem uma pegada ‘O Massacre da Serra Elétrica’.

Em 1979, um grupo de cineastas viajam até a zona rural do Texas para gravar um filme adulto, mas sua anfitriã reclusa os pega no ato e eles logo precisam lutar desesperadamente por suas vidas.

O consenso geral é que o terror, além de extremamente violento, também traz uma mensagem importante em sua narrativa. Além disso, a produção conta com personagens carismáticos e bem construídos.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Um filme com uma narrativa diferente que demonstra por que [Ti] West deveria ter o poder total de criar filmes de terror cômicos insanos com mais frequência. Esse longa é incrível!” (Bloody Disgusting)

“Além de personagens bem desenvolvidos, ‘X’ também traz ótimas mortes, uma narrativa com um bom ritmo, que faz uma ponderação real sobre sexo, juventude e o nosso terror coletivo do envelhecimento.” (Cinapse)

“Uma década após seu último filme de terror, Ti West retorna para provar que ele ainda tem o dom. Sua direção está ainda mais afiada com o passar do tempo, com sua exploração violenta da nossa própria mortalidade.” (ComicBook)

“Os personagens desse filme realmente parecem pessoas de verdade.” (Variety)

“‘X’ é aquele tipo incomum de terror que traz um debate sobre sexualidade. Não é apenas sobre a carnificina acontecendo na tela contra a pequena equipe de um pornô amador.” (Rue Morgue Magazine)

Confira o trailer:

Além da direção, Ti West também é responsável pelo roteiro do filme.

O elenco conta com Brittany Snow (‘A Morte te Convida para Dançar’), Mia Goth (‘Suspiria’), Jenna Ortega (‘Pânico’), Scott Mescudi (‘Não Olhe para Cima’), Martin Henderson (‘O Chamado’), Owen Campbell (‘Tempos Obscuros’) e Stephen Ure (‘Máquinas Mortais’).

O terror será lançado pela A24 nos cinemas norte-americanos no dia 18 de março.

10 Filmes RECENTES que Parecem ter Saído Direto dos anos 80 e 90

Cada década no cinema é reflexo de sua época e sociedade. Ou seja, é muito fácil identificarmos produções das mais variadas décadas apenas olhando para o conjunto que compõe o todo, vide figurinos, penteados, cenários, músicas, estilos, comportamentos, gírias e diálogos. Mas em especial o tipo de trama que estamos assistindo. Afinal, nosso mundo sempre em evolução deixa bastante datado o contexto das obras específicas de seu tempo. Isso é, ou quase.

O que acontece é que vira e mexe ganhamos em nossa época atual tipos de filmes que parecem parados no tempo. São produções que fazem uso de uma história ou estrutura narrativa muito conhecida para os que são um pouco mais velhos, pois já as viram inúmeras vezes no passado. É claro que os realizadores menos preguiçosos irão modificar uma coisa aqui e outra ali, em especial no que diz respeito a diálogos, colocando uma frase mais moderninha ou elemento atual. Apesar disso, na maioria dos casos a impressão que fica é que determinados filmes tiveram seus roteiros escritos lá nas décadas de 80 ou 90, e depois foram engavetados, vendo a luz do dia somente agora.

Pensando nisso, resolvemos formular uma nova matéria abordando 10 filmes recentes que facilmente poderiam ter sido gravados ainda nas décadas de 80 e 90, substituindo um CGI por um efeito prático aqui, ou um celular por telefone público ali. Confira abaixo.

A Mulher na Janela

O novo suspense da Netflix vem dando o que falar. Esse é mais um dos casos onde crítica e público parecem discordar. Enquanto o filme com a talentosa Amy Adams é destroçado pelos especialistas, os espectadores fizeram do longa o novo sucesso da plataforma, o fazendo adentrar na lista dos filmes mais vistos. Quem já conferiu, percebeu que ele possui certo “teor” recorrente de alguns filmes das décadas de 90, onde uma protagonista feminina se via no meio de uma trama misteriosa, geralmente usando como tema o cenário de uma casa ou apartamento, vide Morando com o Perigo (1990) e Mulher Solteira Procura (1992). Em se tratando de revelações de mistérios simplistas, podemos incluir O Colecionador de Ossos (1999) na lista – todos figurando facilmente como bons exemplares do Supercine.

Aqueles que Me Desejam a Morte

Estamos no ano de 2021, mas para que criar histórias modernas e únicas, quando Hollywood pode reciclar à exaustão o mesmo tipo de material que sempre usou, certo? Aqui, neste novo thriller de ação, que marca o retorno de Angelina Jolie ao gênero (com estreia programada para o dia 27 deste mês), a trama utilizada é a da criança em perigo que precisa ser protegida pela heroína. Nesta seara, James Cameron fez escola, com as superproduções Aliens – O Resgate (1986) e O Exterminador do Futuro 2 (1991). O mote também foi utilizado em Código para o Inferno (1998), com Bruce Willis.

Esquadrão Trovão

Essa comédia é mais uma produção lançada diretamente pela Netflix. A trama conta sobre duas amigas quarentonas e um pouco acima do peso, se descobrindo como as novas super-heroínas do pedaço, vividas por Melissa McCarthy e Octavia Spencer. Ao mesclar comédia com o gênero da ação e fantasia de super-heróis, o longa soa muito como um produto tipicamente das décadas de 80 e 90, quando não se sabia muito bem como transformar quadrinhos em filmes. A lista de filmes do gênero que apelaram para a galhofa é longa, mas podemos citar Superman 3 (1983), Batman Eternamente (1995), Batman & Robin (1997), O Juiz (1995) e Heróis Muito Loucos (1999).

Mulher Maravilha 1984

Por falar nos heróis da DC, o segundo filme da Amazona mais popular da cultura pop pegou tanta carona na nostalgia que terminou com gostinho requentado de alguma produção saída diretamente de tais décadas. Aqui temos diversos elementos anteriormente vistos, seja o tom de cores e o visual chamativo, as subtramas de trocas de corpo com Steve Trevor, o vilão que no passado era tímido e introvertido, até a trama central do objeto mágico que realiza desejos, tudo soa muito como se tivesse vindo do passado.

Os Novos Mutantes

Por mais que este último filme da FOX tenha a proposta diferenciada de mesclar os gêneros do terror e de super-heróis, muito anunciado como o pioneiro em tal feito, aqui podemos notar fortes influências de produtos do passado. De Clube dos Cinco (1985) temos os personagens disfuncionais reunidos na “detenção”, realizando um curso relâmpago em entrosamento. Fora isso, ecoa A Hora do Pesadelo 3 (1987), com jovens pacientes de uma instituição psiquiátrica precisando enfrentar com seus poderes um mal comum a todos.

Sonic: O Filme

Nos anos 80 e 90, era comum termos filmes com alguma criaturinha estranha que causa alvoroço, atrai a atenção de caçadores ou do governo, mas que na verdade é dócil e bondosa. A lista é grande e vai desde E.T. – O Extraterrestre (1982), passando por Um Hóspede do Barulho (1987), O Milagre veio do Espaço (1987), Howard – O Super-herói (1986) e a série Alf – O Eteimoso (1986). É claro que na época todos eram criações em animatrônicos, fantasias ou fantoches, e hoje confia-se quase que exclusivamente no CGI. Temos até o careteiro Jim Carrey no elenco, totalmente em modo anos 90.

Dolittle

Outro artifício tipicamente popular nos anos 80 e 90 eram os filmes de animais falantes. Talvez o maior expoente do subgênero seja Babe – O Porquinho Atrapalhado (1995), que recebeu indicação ao Oscar de melhor filme. Aqui, temos muitos animais falantes, todos propriamente gerados por CGI, para Robert Downey Jr. se divertir em tela (e talvez só ele). Fora isso, temos adicionada na mistura a história infantil criada por Hugh Lofting, que foi adaptada pela segunda vez ao cinema, de forma moderna, em 1998, quando o personagem foi vivido por Eddie Murphy.

Ameaça Profunda

Podemos analisar este thriller de sobrevivência com toques de terror e ficção científica protagonizado pela musa Kristen Stewart como uma grande homenagem ao subgênero que reinou nos anos 80 e 90. Talvez nenhum outro ano da década de 80 tenha sido tão marcando para o estilo do que 1989. Foi quando ganhamos longas como O Segredo do Abismo (de James Cameron), Leviathan (do mesmo diretor de Rambo 2) e Abismo do Terror (do mesmo diretor de Sexta-Feira 13). Fora isso, os anos 90 nos deram obras como Esfera (1998), Tentáculos (1998) e Vírus (1999).

Freaky – No Corpo de um Assassino

Outra tendência muito forte nestas décadas inesquecíveis era a narrativa da troca de corpos. Pais e filhos, homens e mulheres, e jovens e velhos, não faltava era mudança inusitada. Assim vieram filmes como Um Espírito Baixou em Mim (1984), Tal Pai, Tal Filho (1987), Vice-Versa (1988), Um Pedido Especial (1988), Um Sonho Diferente (1989), Por Trás Daquele Beijo (1992) e Wish Upon a Star (1996). Em Freaky, temos adicionada à mistura o elemento dos filmes de terror slasher, muito populares nos anos 80, e reinventados nos 90 com Pânico (1996).

Legado Explosivo

O mais recente exemplar de filmes de ação de Liam Neeson é tão genérico e datado que sinceramente poderia ter saído do enredo de diversas produções das décadas de 80 e 90. Veja se esta trama lhe é familiar. Um talentoso ladrão de cofre decide realizar um último trabalho antes de se aposentar. Porém, neste último ato encontra complicações e agora precisa correr e fugir para limpar seu nome. Tudo desde Profissão: Ladrão (1981) a O Grande Assalto (1993) é usado como inspiração.

Voltou atrás! Após ser acusada de censura, Disney recua e MANTÉM beijo gay em ‘Lightyear’

A próxima animação da Pixar, ‘Lightyear‘, promete ser um filme muito importante para a representatividade da comunidade LGBTQIA+, tanto para os filmes do estúdio quanto para as animações de um modo geral.

Tal movimento se deve ao fato de uma personagem feminina muito importante, dublada por Uzo Aduba (‘Orange is the New Black’), viver um relacionamento com outra mulher no longa que mostrará a história que deu origem a criação do boneco Buzz Lightyear de ‘Toy Story‘.

Segundo informações passadas pela Variety, embora esse relacionamento nunca tenha sido questionado pelo estúdio, especificamente um beijo entre as personagens havia sido cortado da versão final do filme, no entanto o estúdio voltou atrás da decisão.

Isso aconteceu depois do polêmico comunicado dos funcionários da Pixar que falaram de histórias com personagens diversificados que foram “reduzidas a migalhas do que eram antes”; sendo então o beijo de ‘Lightyear‘ reintegrado ao filme após a denuncia.

Entenda todo caso aqui no CinePOP:

Lembrando que, após uma declaração atribuída a pessoas LGBTQIA+ que trabalham na Pixar, obtida com exclusividade pela Variety através de funcionários da área de animação, foi alegado que os executivos da Disney exigiram que cortassem quase todos os momentos de afeto abertamente homoafetivos em seus filmes. Isso tanto por parte das equipes criativas quanto da liderança da própria Pixar.

A chocante informação faz parte de uma reação ampla a respeito do memorando enviado para todos os funcionários da Disney, pelo CEO Bob Chapek, nesta segunda-feira (08), a respeito da sua resposta à legislação aprovada recentemente na Flórida conhecida como Nota “Não Fale Gay”. No memorando, Chapek afirma que o “maior impacto” que a empresa pode causar “na criação de um mundo mais inclusivo, é justamente através do conteúdo inspirador que já produzimos”.

De acordo com a carta da Pixar, essa afirmação vai de encontro a toda experiência dos funcionários em fazer um tipo de conteúdo cheio de afeto e respeito pelo mesmo sexo, algo que teria sido aprovado antes pelos executivos da Disney.

“Nós na Pixar presenciamos, pessoalmente, belas historias, repletas de personagens diversos, voltarem das revisões corporativas da Disney reduzidas à migalhas do que eram antes.”, afirma a carta. “Se a criação de conteúdos LGBTQIA+ for a resposta para corrigir a atual legislação discriminatória desse mundo, pelo mínimo que fosse, estamos sendo impedidos de fazer qualquer coisa voltada para o tema”.

Até o momento, a Pixar criou pouquíssimos personagens LGBTQIA+ em seus longas animados, com a passagem mais marcante aparecendo no filme ‘Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica‘, que apresenta uma policial ciclope chamada Spectre, dublada por Lena Waithe. A sexualidade da personagem só é reconhecida de maneira sútil quando ela diz: “Não é fácil ser pai de novo, a filha da minha namorada me fez arrancar os cabelos, sabe?”

No mesmo ano, a Pixar lançou um curta-metragem, ‘Segredos Mágicos‘, um curta que foi lançado no Disney Plus, sobre um homem gay que luta para se assumir diante dos seus pais. ‘Luca‘ foi outro filme que tocou nesse tema de maneira um pouco mais leve, porém representando muito bem em como a sociedade reage diante do que é diferente.

A mais recente animação da Pixar, ‘Red: Crescer é Uma Fera‘, que estreia no Disney Plus no dia 11 de março, também tocará em temas delicados como o descobrimento da sexualidade na adolescência.

‘Demolidor’: Deborah Ann Woll fala sobre retorno em possível 4ª temporada

Em entrevista ao Den of Geek, Deborah Ann Woll (‘True Blood’) revelou que adoraria retornar como a Karen Page em uma possível 4ª temporada de ‘Demolidor‘ (Daredevil).

“Eu adoraria voltar a interpretar a Karen [Page]. Obviamente, eu gostaria fazer algo que parecesse certo. Não gostaria de retornar se sentisse que fosse algo completamente diferente do que fizemos previamente. Eu gostaria de retornar porque gostaria de contracenar com o Matt Murdock e o Frank Castle novamente. Eu quero ver esses personagens de novo.”

Ela completa, “É uma coisa estranha ser uma atriz, porque você constrói uma relação com esses personagens fictícios. Esse é o seu trabalho. Você precisa criar relacionamentos genuínos para algo que não existe, e isso afeta você como se existisse. Essa é a parte mais difícil. Então, sim, eu retornaria em um piscar olhos.”

Recentemente, o site CBR alegou que a Marvel está planejando um reboot de ‘Demolidor‘.

Em um relatório visto na Production Weekly, o site que divulga as novidades de filmes e séries em desenvolvimento relacionadas ao estúdio, aponta que, junto a ‘Deadpool 3‘, ‘Madame Teia‘ e ‘Kraven – O Caçador‘, está também listado uma espécie de “Reboot do Demolidor.

Todas as news divulgadas ainda são poucas e não há qualquer confirmação por parte da Marvel, no entanto, desde que Matt Murdock (Charlie Cox) apareceu em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, os holofotes se viraram novamente para o Atrevido, indicando que a Marvel realmente não esqueceu do herói de Hell’s Kitchen.

O chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, confirmou o retorno do ‘Demolidor‘ na pele de Cox para novos filmes da franquia, mas também não deu detalhes sobre quais serão essas produções ou quando isso vai finalmente acontecer. Ficamos então no aguardo.

Como falamos, houve recentemente a troca de plataforma das séries, se especula que o motivo seja os direitos autorais do estúdio sobre os personagens, sobretudo porque todo material foi alocado na plataforma do Disney+, streaming que faz parte do conglomerado Walt Disney, bem como a Marvel Studios.

Jenna Ortega fala sobre os desafios de estrelar a série derivada de ‘A Família Addams’

Conhecida por seus trabalhos em ‘Você’, ‘Pânico’ e no vindouro ‘X’, Jenna Ortega está se preparando para dar vida à Wandinha Addams na vindoura série ‘Wednesday‘, derivada de ‘A Família Addams‘.

Anteriormente, a personagem foi interpretada com maestria por Christina Ricci nos filmes dirigidos por Barry Sonnenfeld em 1991 e 1993.

Durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, Ortega foi questionada sobre o assunto e comentou sobre os desafios de encarnar a filha de Gomez (Luis Guzman) e Mortícia (Catherine Zeta-Jones).

Para ela, uma das principais características de Wandinha é sua falta emoções, algo que é muito complicado para uma atriz expressiva como Ortega.

“O mais interessante sobre Wandinha é que nunca a vimos agir como uma adolescente comum. Ela é uma menina de oito anos obcecada por assassinato, morte, luto e depressão. É tão bizarro que chega a ser engraçado e encantador ao mesmo tempo. Então, como eu posso reproduzir tudo isso e fazê-la interessante sem descaracterizá-la? É uma série de oito episódios… Então, meu maior desafio é fazer com que as pessoas se conectem com ela de uma forma emotiva, mesmo que ela esteja fechada às emoções.”

Ela acrescentou que:

“Ok, ela tem que ser capaz de conduzir a história adiante de alguma forma, mas como a mantemos fiel ao seu eu inexpressivo? Estou muito curiosa para saber como isso vai funcionar. Eu nunca tive a oportunidade de interpretar um personagem icônico antes e sei que ela é muito amada e respeitada, então não posso estragar tudo.”

Recentemente, a Netflix, que fica responsável pela produção, contratou Danny Elfman para compor a trilha sonora.

Elfman retoma colaboração como diretor Tim Burton, com quem já trabalhou em diversos títulos, incluindo: ‘Batman’ (1989), ‘Edward Mãos-de-Tesoura’ (1990) e ‘O Estranho Mundo de Jack’ (1990).

As informações indicam que, além da trilha, na qual trabalhará ao lado de Chris Bacon, Elfman ficará responsável pela nova versão da música-tema.

Veja o anúncio:

Além de Ortega, Zeta-Jones e Guzman, Gwendoline Christie será Larissa Weems, diretora da Academia Nevermore, que tem uma rixa antiga com Mortícia.

Wandinha fará parte da Academia Nevermore, na cidade de Jericho, e estará acompanhada de diversos outros personagens, incluindo vários estudantes.

Confira a descrição de cada um abaixo:

  • Joy Sunday como Bianca Barclay: uma das estudantes mais populares da Academia, Bianca é descendente de uma longa linhagem de sereias com um poder encantador de persuasão.
  • Emma Myers como Enid Sinclair: Enid é a animada e vibrante colega de quarto de Wandinha. Vinda da Califórnia, ela faz parte de uma matilha de lobisomens.
  • Hunter Doohan como Tyler Galpin: um morador local que constrói uma amizade inesperada com Wandinha. Ele tem um relacionamento complicado com o pai, o xerife Donovan.
  • Moosa Mostafa como Eugene Otinger: um dos estudantes mais peculiares da Academia e presidente do clube de apicultura.
  • Georgie Farmer como Ajaz Petropolus: estudante da Academia que também é uma górgona. Estranho e tímido, Ajaz fica muito ansioso quando alguém olha em seus olhos.
  • Naomi J. Ogawa como Yoko Tanaka: uma vampira inspirada pela estética harajuku e uma das jovens mais legais da Academia.
  • Percy Hynes White como Xavier Thorpe: um estudante caristmático e sobrenaturalmente artístico que vem de uma família abastada, graças ao célebre pai.
  • Jamie McShane como o Xerife Donovan Galpin: Nascido e criado e Jericho, esse xerife sempre teve problemas com a Academia – e uma vingança pendente com um ex-aluno de lá, Gomez Addams.
  • Thora Birch como Tamara Novak: supervisora do dormitório de Wandinha e a única sem atributos sobrenaturais na Academia, com paixão por todas as coisas que se relacionam com botânica.
  • Riki Lindhome como a Dra. Valerine Kinbot: uma terpaista local que fica extremamente intrigada com sua nova paciente, Wandinha.

Confira o primeiro cartaz abaixo:

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, a Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

O terceiro filme, ‘O Retorno da Família Addams’, foi lançado diretamente em vídeo em 1998.