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‘9-1-1’: Maddie retorna no trailer dos próximos episódios da 5ª temporada

A FOX divulgou o trailer dos próximos episódios da 5ª temporada ‘9-1-1‘, que traz o aguardado retorno da Maddie (Jennifer Love Hewitt) e a introdução da atriz Arielle Kebbel.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção retornará com episódios inéditos no dia 21 de março.

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco é formado por Angela Bassett, Peter Krause, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Jennifer Love Hewitt e Ryan Guzman.

‘Outra Vida’ é CANCELADA pela Netflix após 2 temporadas

A Netflix cancelou a série de ficção científica ‘Outra Vida‘ (Another Life) depois de apenas duas temporadas.

A informação foi divulgada pela atriz Katee Sackhoff, em seu Twitter: “Gostaria de agradecer a todos que assistiram e apoiaram ‘Outra Vida’ na Netflix, e também ao elenco e equipe que trabalharam duro e estavam sempre preparados. Queria poder retornar para mais temporadas, mas infelizmente não é possível. Vejo vocês na próxima aventura. Com amor, Niko.”

A série foi criada por Aaron Martin.

A trama gira em torno de Niko Breckinridge (Sackhoff), uma astronauta que lidera uma equipe em uma missão para explorar a gênese de um artefato alienígena. Enquanto ela e sua jovem equipe investigam, eles enfrentam um perigo inimaginável no que poderia muito bem ser uma missão unidirecional.

O elenco conta com Katee Sackhoff, Tyler Hoechlin, Justin Chatwin, Selma Blair, Samuel Anderson e Elizabeth Faith Ludlow.

‘Peacemaker’: James Gunn disse a John Cena para não ler os quadrinhos do personagem

John Cena está fazendo um grande sucesso na pele do anti-herói conhecido como Peacemaker, que fez sua primeira aparição em live-action em ‘O Esquadrão Suicida‘ antes de ganhar sua própria série de TV.

E todo este sucesso é fruto da própria criatividade do astro, já que ele não se baseou nos quadrinhos do personagem enquanto se preparava para novo filme da Força-Tarefa X.

Enquanto promovia o último episódio da 1ª temporada de ‘Peacemaker’, Cena revelou à GQ que o diretor James Gunn lhe pediu para não ler o material de origem.

“Ao fazer minha pesquisa, James me disse: ‘não leia os quadrinhos, leia o roteiro’. Este é um personagem de que tem um monte de versões variadas, escritas por pessoas com diferentes visões sobre ele, então eu criei a personalidade dele por mim mesmo, a partir das orientações de James.”

Parte da pesquisa de Cena envolveu George Patton e Douglas MacArthur, que foram famosos generais das forças armadas dos EUA.

Inclusive, Cena disse que também se inspirou bastante no Sargento Hartman, do filme ‘Nascido Para Matar‘, dirigido por Stanley Kubrick em 1987.

“E eu realmente gravitava em torno do papel de Lee Army em ‘Nascido Para Matar‘, então eu queria ser esse tipo de militar durão e extravagante, mas era preciso mais… James veio e me disse: ‘Não, espere. Não é isso que o Peacemaker é. Ele é uma versão imbecil do Capitão América.’ E foi isso… eu gostaria que ele me dissesse isso meses atrás.”

Confira a entrevista:

Lembrando que a HBO MAX confirmou a segunda temporada de ‘Peacemaker‘, com o o retorno de James Gunn como roteirista e diretor.

Sarah Aubrey, chefe de conteúdo original da HBO Max, disse:

“O brilho de James Gunn mais uma vez reluz com Peacemaker. Ele pegou esse personagem, trazido à vida pelo inimitável John Cena, e criou uma série excepcional que é simultaneamente emocionante, hilária e sincera, mostrando a humanidade sob essa equipe de desajustados que vivem em um mundo sobre-humano. Como a primeira série original da DC a ter sua estreia na HBO Max, estamos emocionados que os espectadores concordaram em dar uma chance para mais”, afirmou.

Confira o anúncio:

No Rotten Tomatoes, a obra abriu com 92% de aprovação, com nota 7.10/10 baseada em 12 reviews até o momento. Os especialistas internacionais elogiaram o tom paródico da série e a performance do elenco, apesar de terem apontado algumas falhas.

Confira os principais comentários abaixo:

“Uma obra-prima sangrenta e violenta que permanece na atmosfera de ‘O Esquadrão Suicida” – Mama’s Geeky.

“Uma indesculpável paródia de séries de super-heróis que também é um ótimo show de super-heróis” – Rolling Stone.

‘Pacificador’ traz bastante da diversão de James Gunn” – TV Line.

‘Pacificador’ prova um ponto essencial sobre o DCEU – que, quando você mostra as margens mais estranhas de um universo ficcional, ajuda todo esse universo a se tornar maior e mais completo” – ComicBook.com.

‘Pacificador’ não exatamente erra, mas também não acha completamente seu alvo” –

Confira a abertura da série:

 

James Gunn também assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

‘Obi-Wan Kenobi’ deve enfrentar Darth Vader mais de uma vez na série da Disney+

A série do ‘Obi-Wan Kenobi‘ estreia em maio e o próprio Ewan McGregor, intérprete do personagem, já revelou que o mestre Jedi vai voltar a duelar contra Darth Vader (Hayden Christensen).

Mas parece que eles vão se enfrentar mais de uma vez na vindoura produção.

De acordo com o LRM Online, eles terão duas batalhas épicas um contra o outro, que vão se enquadrar no topo dos duelos da saga ‘Star Wars‘.

Por enquanto, não há como saber a veracidade da informação, mas a notícia certamente vai deixar os fãs com ainda mais expectativa, já que a última vez que vimos os personagens se enfrentando foi em Star Wars: A Vingança dos Sith‘, lançado em 2005.

Lembrando que a série é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos do filme, quando Kenobi se isolou em Tatooine após a queda e corrupção de seu melhor amigo e aprendiz.

Na trama da série, Obi-Wan enfrentará os Inquisidores caçadores de Jedi, enquanto ele tem a tarefa de manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).

Além de McGregor e Christensen, o elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).

Joel Edgerton e Bonnie Piesse também retornam como Owen e Beru Lars, tios de Luke Skywalker.

Anteriormente, a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, confirmou ao The Wrap que ‘Kenobi’ será uma minissérie, com começo, meio e fim pré-determinados:

“Tem sido muito empolgante ver os talentos que estão se envolvendo aqui. E agora nós estamos desenvolvendo a minissérie de Obi-Wan Kenobi com Deborah Chow e ela tem feito um trabalho fenomenal”.

Dirigida por Deborah Chow, ‘Kenobi’ terá apenas seis episódios com 1 hora de duração.

De Batman a Aquaman 2 | Confira os próximos filmes da DC em 2022

Ainda sem definir um rumo para seu universo compartilhado, a DC vem acumulando uma série de acertos em sequência com filmes incríveis para seus personagens, sejam os mais famosos ou os não tão conhecidos. Em 2022, com a volta dos cinemas, a empresa promete muitas produções com diferentes abordagens para seu vasto universo de heróis e vilões. Pensando nisso, separamos esses projetos para você marcar na sua agenda e não perder por nada. Confira!

Batman

Um dos filmes mais esperados de 2022, Batman traz Robert Pattinson em uma versão psicótica do herói. Dirigido por Matt Reeves, o longa trará uma abordagem mais realista e perturbada do bilionário de Gotham, que enfrentará o Charada (Paul Dano).

Batman estreia nos cinemas em 3 de março de 2022.


Liga dos Super Pets

Investindo no mercado das animações para cinema, Liga dos Super Pets é um filme sobre os mascotes dos heróis da Liga da Justiça, que claramente também tem poderes (ou quase, né? O Bat-cão só é rico mesmo). Seu protagonista, claro, é Krypto, o Supercão, e o elenco dessa brincadeira é composto por nomes como The Rock, Kevin Hart e John Krasinski.

Liga dos Super Pets chega aos cinemas em 19 de maio de 2022.

 

Adão Negro

Estrelado por The Rock, o filme do vilão do Shazam enfim chegará aos cinemas. Esse longa deve ser uma aventura através do tempo, já que o Adão Negro é um vilão com origem que remete aos deuses egípcios. A aventura também contará com a formação da Sociedade da Justiça da América e deve terminar com um gancho para o tão sonhado embate com o Shazam.

Adão Negro chega aos cinemas em 28 de julho de 2022.

 

The Flash

Baseado na consagrada saga “Flashpoint”, esse filme levará o Flash (Ezra Miller) em uma aventura pelas linhas do tempo. Depois de voltar no tempo para salvar sua mãe, ele descobre que bagunçou o futuro, causando um apocalipse. Na versão para os cinemas, ele vai acabar indo de encontro ao Batman do Michael Keaton, com direito a dois Ezra Miller interagindo.

The Flash estreia em 3 de novembro de 2022.

 

Aquaman e o Reino Perdido

Fechando o ano, a continuação do filme do Aquaman chegará aos cinemas com uma trama ainda desconhecida, mas com visuais mais fiéis aos quadrinhos e um traje stealth para o próprio Aquaman (Jason Momoa). O vilão da vez é o Arraia Negra (Yahya Abdul-Mateen II), que voltará mais ameaçador do que no filme anterior.

Aquaman e o Reino Perdido chega aos cinemas em 16 de dezembro de 2022.

Um dos episódios MAIS BRUTAIS de ‘Black Mirror’ está virando realidade nos Estados Unidos; Entenda!

O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos revelou recentemente que está realizando experimentando com uma nova tecnologia para patrulhar a fronteira entre os EUA e o México, como forma de impedir o contrabando de imigrantes ilegais e conter o avanço do narcotráfico (via CNN).

As informações indicam que o governo está investindo tempo em cães robôs para multiplicar a força de auxílio aos Oficiais e Agentes que trabalham na fronteira. Segundo um artigo da Diretoria de Ciência e Tecnologia, essas máquinas, conhecidas como Veículos Automatizados de Segurança Terrestre (Automated Ground Surveillance Vehicles, no original), poderia, no futuro, se tornar agentes próprios ou os “melhores amigos dos oficiais”.

Se a história parece familiar, não é por mera coincidência: a decisão de utilizar os cães robôs é muito similar a um dos episódios da aclamada série sci-fi distópica Black Mirror, mais especificamente o capítulo Metalhead (4ª temporada, 5º episódio).

Para aqueles que não conhecem, a iteração foi escrita por Charlie Brooker e contou com a direção de David Slade. Filmada inteiramente em preto e branco, a trama acompanha Bella (Maxime Peake), uma mulher que tenta fugir de cães robotizados depois do colapso inexplicável da sociedade humana – um trágico evento que pode ter a ver com o fato das máquinas terem se voltado contra seus criadores.

É claro que o anúncio dos Veículos Automatizados para patrulharem a fronteira EUA-México causou uma grande comoção nas redes sociais, principalmente considerando que os robôs do Departamento de Segurança são muito parecidos aos da série.

Veja:

Não demorou muito até que os internautas expressassem a similitude assustadora entre ficção e realidade nas redes sociais – e trouxemos para você um compilado com as melhores reações.

Confira:

‘Shang-Chi’: Simu Liu fala da reação surpresa de Tom Holland ao ver ‘A Lenda dos Dez Anéis’

A gente sabe que parece clichê ou, para algumas pessoas, soa como falsidade, mas fica claro como todo elenco dos filmes da Marvel parece nutrir uma forte amizade e carinho um pelo outro, sobretudo os atores que vivem os protagonistas.

Seja no bromance entre Anthony Mackie e Sebastian Stan (Falcão e Soldado Invernal), o apoio de todos pela decisão de Scarlett Johansson em tomar medidas legais contra a Disney pelo lançamento em streaming de ‘Viúva Negra‘ ou mesmo no entusiasmo inabalável que todos têm pelo trabalho um do outro. Trabalhar na Marvel desse ser bem bacana!

Simu Liu, que estrelou ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, é uma das adições mais recentes à gangue da Marvel. Durante uma aparição recente na Havdalah & BBYO Honors, o ator fez uma gravação de voz para a multidão da reação de Tom Holland ao próprio filme do Shang-Chi, onde a estrela do Homem-Aranha disse exatamente isso:

“Cara, acabei de assistir ‘Shang-Chi’, mano, esse filme é muito foda!”

Ou seja, realmente a típica reação do Tom Holland, que ficou tão impressionado com ‘Shang-Chi‘ quanto a gente, e deve ser bem louco ver que logo em seu primeiro grande papel, Simu Liu já seja considerado uma super estrela do cinema, digno de ter fãs como o próprio Peter Parker.

‘Homem-Aranha 4’: Roteiristas comentam sobre o papel do Venom no FUTURO do MCU

Uma das cenas pós-créditos de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ mostra que uma parte do simbionte permaneceu no MCU depois que Eddie Brock (Tom Hardy) é enviado de volta ao seu universo.

Para quem não se lembra, o personagem é transportado por um breve tempo para o MCU, onde o Venom vê uma reportagem sobre o Homem-Aranha.

Obviamente, tudo foi planejado para que o simbionte se junte a Peter Parker (Tom Holland) em algum momento, fazendo o herói finalmente ganhar seu traje alienígena, como nos quadrinhos.

Durante uma entrevista para o IGN, os roteiristas Erik Sommers e Chris McKenna garantiram que esta união será mostrada por um ponto de vista bem original.

“Veja bem, quadrinhos, animações e um filme já mostraram como o Venom se conecta ao Homem-Aranha. O legal do MCU é que permite inúmeras novas possibilidades criativas e originais, e é esse o nosso objetivo”, disse McKenna.

Em relação ao próprio Venom, Sommers e seu colega não sabem quando ele irá aparecer em algum filme além de sua franquia.

“Eu não tenho ideia sobre isso porque é algo que está acima do nosso salário. Somos parte de um universo maior, do qual não somos deuses, somos apenas mortais. Acho que foi uma ideia divertida mostrar um parte do simbionte ficando para trás no universo do MCU, mas só sei o que me permitiram ficar sabendo.”

Vale lembrar que ainda não se sabe se o Venom fará parte do próximo filme do Homem-Aranha…

No entanto, um designer da Marvel envolvido com os filmes do Aranha desenhou uma arte conceitual imaginando Parker usando uma versão bem fiel do traje simbionte do Aranha.

Além disso, ele pôs uma legenda bem intrigante.

Confira:

“Enquanto espero o sinal verde mostrar o trabalho que fiz em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, aqui está uma pequena visão do que pode vir a seguir.”

E aí, será que teremos Homem-Aranha contra Venom em breve?

Há alguns meses, a produtora da Sony, Amy Pascal conversou com o The New York Times e disse que o próximo filme do herói não deve ser focado no “espetáculo” e na adição de grandiosos personagens, como acontece em ‘Sem Volta Para Casa‘.

Em vez disso, o vindouro longa terá como pilares a qualidade e a emoção.

“Nem todo filme do Homem-Aranha terá uma multidão de personagens. Essa abordagem adequada para este filme, mas não podemos esperar isso em todos os outros. Você não pode pensar em se superar em termos de espetáculo. Caso contrário, os filmes ficam cada vez maiores sem motivo e isso não gera bons resultados. O que queremos é superar questões de qualidade e emoção.”

Ela também disse que o principal objetivo do estúdio é explorar o fim da adolescência de Peter Parker e como ele vai lidar com as consequências de ‘Sem Volta Para Casa‘.

“O que Kevin [Feige] e eu não queremos perder de vista é que Peter Parker é um garoto normal. Agora ele está órfão. Como ele vai lidar com isso no fim de sua adolescência? Tudo em sua vida está em alta e o que acontece aqui e agora importa mais do que tudo. Ele está sendo movido pela bondade e pela culpa, se esforçando por uma causa maior e é difamado pela pela imprensa. É muita coisa para lidar ao mesmo tempo e há muito potencial nisso.”

Lembrando que Pascal já revelou que a Sony e a Marvel estão desenvolvendo uma nova trilogia do herói com o retorno de Tom Holland no papel principal.

Enquanto promovia o novo filme do Cabeça de Teia, o ator participou de um talk show francês e evitou revelar detalhes sobre o futuro do personagem.

Mesmo assim, ele disse que está animado para acompanhar o que o aguarda no futuro do herói.

“Tudo o que posso dizer é que temos coisas muito, muito emocionantes para conversar. Ainda não sei o que são essas coisas ou o que podem significar. Mas parece que temos um futuro incrivelmente brilhante e, como eu já disse, o Homem-Aranha viverá para sempre em mim.”

Confira:

Assista ao trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Dawn FM’: Prime Video anuncia especial sobre o novo álbum do cantor The Weeknd; Confira o teaser!

Através das redes, o Prime Video anunciou que está se reunindo com o aclamado cantor e compositor The Weeknd para o especial The Weeknd x DAWN FM Experience’, que celebra o recente quinto álbum homônimo do artista.

O evento tem estreia agendada para este sábado, 26 de fevereiro.

Confira o teaser:

Dawn FM foi lançado no dia 07 de janeiro de 2022 e conta com produção de nomes como Max MartinCalvin HarrisSwedish House Mafia.

Funcionando como uma espécie de estação de rádio que emula a jornada do artista pelo purgatório, a produção conta com Jim Carrey como o narrador e já se torno uma das obras mais aclamadas do ano.

Crítica | Com referências a Michael Jackson e Donna Summer, ‘Dawn FM’ é um dos projetos mais ambiciosos de The Weeknd

“Take My Breath”“Sacrifice”“Out of Time” entram como singles oficiais do álbum.

‘Outlander’: 6ª temporada ganha data de estreia no Star+!

Star+ revelou hoje (21) que a 6ª temporada do aclamado drama de época Outlander ganhou data de estreia em sua plataforma.

O novo ciclo chega ao catálogo do streaming no dia 09 de março.

Confira o anúncio, junto ao trailer oficial:

Nos Estados Unidos, o ciclo tem lançamento agendado para o dia 6 de março.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 7ª temporada!

Baseado nos livros de Diana Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743.

O elenco também inclui Sam Heughan, Tobias Menzies, Graham McTavish, Gary Lewis, Annette Badland, Stephen Walters e Laura Donnelly.

‘Pantera Negra: Wakanda Forever’: Imagens confirmam retorno de OUTRO personagem; Confira!

Através do Twitter, a atriz vencedora do Oscar Lupita Nyong’o (’12 Anos de Escravidão’, ‘Nós’) divulgou imagens de bastidores do aguardado Pantera Negra: Wakanda Forever, reunindo-se com parte do elenco para celebrar o 4º aniversário do filme original.

As fotos, tiradas durante uma pausa nas filmagens da sequência, a trazem ao lado de Danny Sapani, que interpretou o sábio tribal M’Kathu, líder da Tribo da Fronteira. Como visto, Sapani teve seu retorno revelado por Nyong’o, apesar de não ter sido confirmado pela Marvel Studios.

Confira:

Recentemente, uma outra cena dos bastidores revelou algo que parece ser o set de Atlântida.

A foto, que traz um lugar enorme com muita água e várias câmeras com equipamentos de iluminação, dá a entender, para alguns fãs, que se trata de Atlântida, lugar onde vive o super-herói aquático, Namor.

Há rumores de que Atlantis (no original) faria sua estreia Universo Cinematográfico da Marvel justamente em ‘Wakanda Forever‘, reiterado pela imagem em questão divulgada pela própria equipe do longa.

A introdução da Atlântida provavelmente significaria a chegada do próprio Namor, que é um dos primeiros heróis da Marvel, também conhecido como o Primeiro Mutante. Namor é visto hoje nos quadrinhos como uma espécie de anti-herói.

Pantera Negra: Wakanda Forever‘ está programado para ser lançado no dia 11 de novembro de 2022, com o retorno do roteirista e diretor Ryan Coogler.

Pantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, torno-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Crítica | Táticas do Amor – RomCom da Netflix faz releitura de ‘Como Perder um Homem em 10 Dias’

O sucesso de uma história se faz com a recepção imediata dela pelo público e com o quanto ela se mantém viva com o passar do tempo. Em outras palavras, o sucesso de uma história (literária ou audiovisual) pode ser medida com o quanto as pessoas ainda se lembram dela depois de ter sido lançada. No ramo das comédias românticas, é verdade que muitas se espelham em título similares para que o público possa fazer uma fácil associação, como acontece com o filme turco ‘Táticas do Amor’, que, desde sua estreia anda figurando no Top 10 da Netflix.

Depois de ouvir uma grande amiga reclamar de ter levado um pé na bunda de um carinha sem coração que a dispensou quando ela estava apaixonada por ele, Asli (Demet Özdemir) decide dar um basta nesse tipo de situação: dona de um blog intitulado ‘Táticas do Amor’, Asli decide compartilhar com seus seguidores um plano infalível em que ela fará com que um cara aleatório se apaixone por ela, para ensinar a ele uma lição bem dada e mostrar às suas seguidoras como lidar com caras assim. Só que ela não esperava que o sujeito escolhido fosse Kerem (Sukru Ozyildiz), um bonitão que trabalha com marketing e que irá disputar com ela quem ganha essa aposta.

Como dá para ver a partir dessa sinopse, ‘Táticas do Amor’ se assemelha bastante com o romance estadunidense ‘Como Perder um Homem em 10 Dias’. E é bem mesmo essa a pegada do roteiro de Pelin Karamehmetoglu: aquele lance da aposta e ver qual dos dois protagonistas vai ceder primeiro, sendo que o final o espectador já sabe qual vai ser. Assim, a construção desse romance por vezes desliza em certos machismos e no reforço de estereótipos que poderiam muito bem ter sido deixados para trás (que é justamente a parte do filme estadunidense que ficou fora de lugar na nossa contemporaneidade). Ainda que não seja exatamente uma refilmagem, teria sido interessante atualizar esses pontos de uma produção de 2022 que segue nessa pegada.

Apesar das escorregadas, ‘Táticas do Amor’ é um romance fofinho, com uma bela dupla de protagonistas que não parece ter uma ruga sequer. Ao trazer cenas de romance que fazem o espectador suspirar e querer algo similar – com especial destaque à um dos programas turísticos mais famosos da Turquia: o passeio de balão na Capadócia – o filme ainda presta homenagem a outro clássico do gênero, ‘Bonequinha de Luxo’. Um grande acerto do diretor Emre Kabakusak, que desenvolve os protagonistas na mesma medida para que ambos sejam imperfeitos, especialmente quando estão juntos em cena.

Com uma hora e cinquenta, ‘Táticas do Amor’ é um romancezinho bem cheio de glicemia, sem grandes aprofundamentos e superleve. Situado em belas paisagens, apartamentos que parecem um sonho do Airbnb e um figurino que faz parecer normal as pessoas andarem super bem-vestidas e maquiadas para as saídas mais básicas do cotidiano, ‘Táticas do Amor’ é um filme colorido, pra cima e cumpre com a proposta de cair como uma sobremesa refinada para um dia comum do espectador.

‘Batman’: Matt Reeves confirma que já está construindo um BATVERSO

‘Batman’ ainda nem estreou, mas a Warner Bros já está planejando duas séries derivadas da adaptação, uma girando em torno do Departamento de Polícia de Gotham e a outra focada na ascensão do Pinguim (Collin Farrel) ao poder.

E, durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, o diretor Matt Reeves confirmou que as produção vão dar início ao que ele chama de ‘Batverso’.

“O que eu realmente queria com este filme era dar início ao ‘Batverso’. Você não faz uma história e diz ‘Este é o Capítulo 1’ porque você pode não conseguir fazer o Capítulo 2. Então, a história tinha que se sustentar por conta própria. Mas também podemos fazer outras histórias conectadas ao filme sem chamar de sequência, porque a ideia é fazer com que a história em torno de Gotham nunca termine.”

Reeves não deu detalhes sobre a série que vai acompanhar a polícia de Gotham, mas disse que a série Pinguim será “um tipo de história típico dos ‘sonhos americano’, mas em Gotham, quase como a narrativa de ‘Scarface‘… A ascensão desse personagem que todos sabemos que alcançará um status mítico. Ele é subestimado e é como uma bomba-relógio.”

Agora só nos resta aguardar para saber como o filme estrelado por Robert Pattinson vai preparar o palco para ambas as produções.

Lembrando que ‘Batman‘ estreia em 03 de março e terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.

Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.” 

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

‘Peacemaker’: Revelado quem interpretou o Superman e a Mulher-Maravilha no episódio final da série

Os fãs da série ‘Peacemaker‘ foram surpreendidos com a participação especial de alguns membros da ‘Liga da Justiça‘ no último episódio da primeira temporada.

Quando Christopher Smith (John Cena) e sua equipe conseguem derrotar as borboletas alienígenas, eles dão de cara com o Superman, Mulher-Maravilha, Aquaman e Flash, que aparecem em silhuetas, a princípio.

Infelizmente, o Batman e o Ciborgue ficaram ausentes da cena.

E apenas Jason Momoa (Aquaman) e Ezra Miller (Flash) tiveram diálogos… Já o Superman e a Mulher-Maravilha tiveram seus rostos cobertos pelas sombras da noite.

No entanto, os intérpretes dos personagens finalmente foram revelados.

Através das redes sociais, os dublês Brad Abramenko e Kimberley von Ilberg publicaram imagens caracterizados como os heróis, além de confirmarem que gravaram a cena para a série.

“Meu sonho se tornou realidade quando me tornei o 12º Superman. Uma honra utilizar o uniforme do Henry Cavill‎‎! O último episódio de Peacemaker‘ já‎‎ está disponível na HBO Max, escreveu Abramenko.

Ilberg também fez questão de comentar a conquista, escrevendo:

“Eu queria postar essa foto desde maio do ano passado! O último episódio de ‘Peacemaker‘‎‎ finalmente está disponível! Vamos, Mulher-Maravilha. De longe, este foi o trabalho mais legal que eu já fiz! Ainda não acredito que fui abençoada por usar o uniforme e a maquiagem da Gal Gadot.”

Confira:

Lembrando que a HBO MAX confirmou a segunda temporada de ‘Peacemaker‘, com o retorno de James Gunn como roteirista e diretor.

Sarah Aubrey, chefe de conteúdo original da HBO Max, disse:

“O brilho de James Gunn mais uma vez reluz com Peacemaker. Ele pegou esse personagem, trazido à vida pelo inimitável John Cena, e criou uma série excepcional que é simultaneamente emocionante, hilária e sincera, mostrando a humanidade sob essa equipe de desajustados que vivem em um mundo sobre-humano. Como a primeira série original da DC a ter sua estreia na HBO Max, estamos emocionados que os espectadores concordaram em dar uma chance para mais”, afirmou.

Confira o anúncio:

No Rotten Tomatoes, a obra abriu com 92% de aprovação, com nota 7.10/10 baseada em 12 reviews até o momento. Os especialistas internacionais elogiaram o tom paródico da série e a performance do elenco, apesar de terem apontado algumas falhas.

Confira os principais comentários abaixo:

“Uma obra-prima sangrenta e violenta que permanece na atmosfera de ‘O Esquadrão Suicida” – Mama’s Geeky.

“Uma indesculpável paródia de séries de super-heróis que também é um ótimo show de super-heróis” – Rolling Stone.

‘Pacificador’ traz bastante da diversão de James Gunn” – TV Line.

‘Pacificador’ prova um ponto essencial sobre o DCEU – que, quando você mostra as margens mais estranhas de um universo ficcional, ajuda todo esse universo a se tornar maior e mais completo” – ComicBook.com.

‘Pacificador’ não exatamente erra, mas também não acha completamente seu alvo” –

Confira a abertura da série:

 

James Gunn também assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

Uma das cenas mais ÉPICAS de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ foi escrita mais de 10 VEZES; Saiba QUAL!

O retorno de Tobey Maguire e Andrew Garfield em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ transformou as salas de cinemas de todo o mundo em verdadeiros estádios por conta da gritaria dos fãs.

E a tarefa de escrever este roteiro não foi nada fácil…

Durante uma entrevista para o IGN, os roteiristas Erik Sommers e Chris McKenna revelaram que reescreveram o encontro entre os três Aranhas mais de 10 vezes.

Quando as variantes de Maguire e Garfield se encontram com o Peter de Tom Holland, foi o momento mais crucial do filme, e McKenna debateu sobre o assunto:

“Quando Tobey e Andrew são puxados para o MCU, não sabemos nada sobre o que aconteceu desde seus últimos filmes. Qual a condição deles? O que eles estavam fazendo? Qual era a mentalidade dos dois? O fim do último ‘O Espetacular Homem-Aranha‘ conta com aquele belo discurso da Gwen, então tudo se tornou interessante para nós. Bem, e se o Homem-Aranha de Andrew não mantivesse a esperança? E se ele ainda estivesse se culpando pelo que houve? E então, criamos a personalidade que queríamos para ele. E daí começamos a pensar em Tobey. Foi ainda mais difícil. É claro que os atores tinham suas próprias opiniões sobre seus personagens, acho que reeescrevemos e revisamos esse encontro umas 10 vezes.”

Sommers acrescentou:

“Foi isso mesmo! A primeira cena entre os três passou por 10 revisões. Mas foi um grande trabalho cooperativo junto com Kevin Feige, Amy Pascal e Jon Watts. Quando conseguimos trazer Tobey e Andrew, sabíamos que precisávamos trabalhar no background de cada um deles, mas sem entregar tudo de uma vez. Você não pode deixar a empolgação falar muito alto.”

Assista ao trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Novo SUSPENSE com Nicolas Cage estreia no Paramount+

Um novo filme do astro Nicolas Cage acaba de aterrissar no streaming do Paramount+.

Trata-se de ‘Ghostland: Terra Sem Lei‘, que conquistou 62% de aprovação no Rotten Tomatoes. No consenso geral dos críticos, o filme vai “agradar os espectadores com disposição para uma mistura delirante de gênero gonzo com uma performance explosiva de Nicolas Cage”. 

Na perigosa Samurai Town, um ladrão de bancos é retirado da cadeia para procurar a neta de um rico senhor de guerra. Correndo contra o relógio, ele terá cinco dias para achar a garota e conseguir sua redenção.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Sion Sono é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Sofia Boutella (‘Kingsman: Serviço Secreto’), Ed Skrein (‘Deadpool’), Bill Moseley (‘Os 3 Infernais’), Young Dais (‘The Outsider’) e Tak Sakaguchi (‘Re:Born’).

Artigo | ‘Ratatouille’: a obra-prima de Brad Bird e o grande banquete cinematográfico da Pixar

É um fato dizer que, dentro do ramo culinário, a perfeição dos pratos e das bebidas servidas com a harmonização de seus ingredientes e da própria paciência memorável dos chefs de selecionarem as melhores mãos para que suas habilidades sejam transcendidas a um nível inenarrável e alcance o objetivo de atiçar as camadas mais escondidas do paladar humano. E talvez esta seja a maior metáfora para a vida dos artistas, sejam eles do âmbito audiovisual, sejam do literário: saber ponderar, escolher, descartar e culminar todo o conhecimento premeditado para algo inteiramente novo ou surpreendente.

Ratatouille é, pessoalmente, a minha animação favorita de todos os tempos. E apesar de já estar inserida na segunda era dos estúdios Pixar, o qual se iniciou com ‘Carros’ em 2006, o longa-metragem resgata elementos das obras anteriores e arquiteta uma odisseia envolvendo, mais uma vez, criaturas inimagináveis e antropomorfizadas – neste caso, emergindo na figura de Remy (Patton Oswalt), um rato do campo que internaliza um dos desejos mais primitivos da raça humana para sua mente de roedor: a de ser alguém que sempre quis.

O brilho do filme já se inicia com sua estrutura narrativa, a qual é estranha e satisfatoriamente comparável às páginas de um cardápio, preparando o terreno para o espectador e para o que ele verá durante seus quase 120 minutos de duração. Os momentos trágicos, cômicos, tensos e empáticos seguem uma linha catártica que se mistura à cronologia impessoal e atemporal da história, usufruindo de elementos com décadas de diferenças para construir uma ambientação atmosférica deliciosamente agradável. E, bom, não é à toa que a obra seja uma das melhores de todo o legado dos estúdios – e talvez fosse uma que merecesse uma possível sequência.

COUVERT

GUSTEAU (left), REMY (right)

O consenso mundial de que a melhor comida do mundo é feita na França não emerge como nenhuma surpresa quando olhamos para a premissa de Ratatouille. Primeiramente, utilizar o nome de um prato camponês como brincadeira semiótica com o personagem principal da história e como ela se desenvolve ao longo de seus três atos é de uma genialidade impagável. É claro, a ideia de Brad Bird em puxar um prato rústico de meados do século XVIII para o título de sua animação é de uma sutileza incabível quando pensamos no público-alvo – as crianças. Entretanto, tal obra não se restringe apenas a uma parcela espectadora, e sim traz a capacidade expansiva dos filmes predecessores para conquistar cada vez mais pessoas.

De qualquer modo, a associação do nome com os protagonistas do filme é certeira e entra como uma das sacadas mais brilhantes do legado Pixar. Mas boas ideias não permanecem apenas no plano imaterial: elas devem tangenciar os limites entre realidade e ficção com supressões e contrações arquetípicas que revelem uma aproximação entre criaturas animalescas ou inexistentes com a própria concepção de ser humano – afinal, o cinema surgiu a partir da busca constante do homem em se expressar. Logo, por mais ínfimo que isso seja, a autoidentificação é o primeiro passo para o sucesso.

Remy não poderia ter uma entrada melhor; através de alguns segundos bizarros (pela falta de outro adjetivo significativo o suficiente), vemos a paisagem pitoresca de uma humilde casa, adornada com clarões aparentemente destoantes da calma ambiência. E de repente, o nosso herói atravessa uma janela de vidro segurando um livro de receitas e portando em seu rosto a mais clara expressão de desespero. Tal imagem é cômica, sem sombra de dúvida, mas premedita os infinitos obstáculos pelos quais ele passará até atingir o ponto máximo de seu arco.

REMY (left), LINGUINI (right)

Ratatouille já demonstra um afastamento considerável de seus “irmãos animados” por optar pela presença do narrador-personagem. Apesar da constante menção às narrativas literárias clássicas, principalmente da escola Realista e Naturalista, a ideia dessa utilização se afasta dos convencionais clichês para fornecer uma perspectiva mais intimista. E já digo de antemão que o roteiro assinado também por Bird finca-se com bastante apreço às brechas que delineia: é possível vermos uma clara transição identitária e metamorfa, por assim dizer, entre os atos do filme. Em momento algum digo que isso causa estranheza ou quebre o paralelismo narrativo – muito pelo contrário: a oscilação de focos entre personagens diferentes é notável e também indica uma imparcialidade quanto ao que realmente aconteceu. Afinal, estamos ouvindo uma história; cabe àquele quem conta fornecer a veracidade pela qual buscamos, ainda que nos apresente de uma perspectiva única.

Remy está em constante desilusão consigo mesmo e com a vida que tem. Ele é um rato, um animal considerado “sujo e imundo” pelos olhos humanos”, mas suas puras intenções o levaram por um caminho quase divino, através do qual deseja lograr de suas habilidades na cuisine. Sim, é exatamente isso: sua personalidade aventureira e em constante evolução o permitiu se afastar dos estereótipos de sua raça para encontrar uma posição humanizada em meio aos obstáculos de ser quem realmente é. Ora, quem não consegue se deliciar vendo-o preparar um cogumelo com queijo no topo de uma casa campestre, discorrendo sobre sabores e sobre a combinação mágica e perfeita dos opostos?

Falar sobre a arte de cozinhar em um filme infanto-juvenil em sua essência, principalmente quando nos lembramos dos constantes estresses que chefs, críticos gastronômicos e degustadores profissionais passam em uma vida a priori prazerosa, é um desafio a ser encarado com atenção e cautela. Discorrer sobre as funções de cada um dentro da cozinha, o embate entre o real significado do que é comida e como esta passa por um processo de decadência com o passar dos anos e com a efemeridade da construção de um simples prato, ou até mesmo as relações humanas e suas fragilidades configura-se como uma tarefa complexa, principalmente quando se pretende deixar a mensagem universal e compreensível tanto para as crianças quanto para um público mais velho.

Felizmente, ‘Ratatouille nos apresenta a estes temas-base com bastante calma e deixando que cada um leve seu tempo para ser representado. É interessante ver através dos olhos de um animal tão pequeno a grandiosa futilidade da sociedade moderna, com seus dramas diários, sua constante procura pelo equilíbrio e pela paz, e a canalização das frustrações para pequenos momentos de prazer, como o saborear de um prato de comida. Remy não se preocupa com essas coisas, mas sim com como ele pode alcançar seus sonhos sendo um forasteiro dentro de um mundo comandado por humanos. Já à prima vista podemos deduzir que ele irá precisar de ajuda – e, como não poderá contar com o apoio de uma família estruturalmente conservadora e estagnada na própria condição natural, encontra esse fator X no lugar mais improvável possível.

PLAT PRINCIPAL

O protagonista da narrativa é um “lobo solitário”, por assim dizer. Apesar de estar conectado com gerações e gerações de outros ratos, ele não se sente como um, assim como também não se sente parte do cruel mundo em que vive. E encontrar algum modo de fazer com que seu sonho se torna realidade será uma das tarefas mais difíceis a ser enfrentadas e concluídas: apesar de persistente, sua personalidade sonhadora constantemente o coloque dentro de um mundo criado para seu bel-prazer. É a partir daí que o famoso chef Auguste Gusteau (Brad Garrett) passa de uma personalidade inalcançável para uma extensão da consciência do nosso herói.

Quando se sente sozinho, Gusteau se materializa, emergindo como uma versão em miniatura de si mesmo, adornado com a dólmã e o chapéu próprios dos cozinheiros e perscrutado por uma transparência fantasmagórica que apenas existe para impedir que Remy faça escolhas erradas ou se deixe levar pelos primitivos e rudimentares instintos animalescos – como a fome. Afinal, ele é um cozinheiro, e roubar comida para se satisfazer vai contra todos os princípios que jurou servir. “A comida virá. Seja paciente”, o bonachão chef diz para o rato, constantemente.

É então que a sorte começa a mudar. Como já dizia o ditado, “depois da tempestade, vem a bonança”. Não que os problemas a serem enfrentados pelo protagonista tenham encontrado um fim – afinal, se tivessem, não haveria necessidade para a história prosseguir. Mas assim que chega a Paris, a famosa cidade-luz, povoada por seus habitantes esperançosos, sonhadores e otimistas, ele se vê frente a frente com uma cena tão admirável quanto angustiante: após ser levado para o restaurante de Gusteau através de seus instintos, ele permanece observando com atenção o movimento dentro da cozinha, diferenciando o chef, o sous-chef, o chef de partie, até que seus olhos repousam na figura esquisita e desastrada de um jovem rapaz ruivo chamado Linguini (Lou Romano).

EMILE

Não é nenhuma surpresa quando os dois acabam se conectando no começo do segundo ato. À frente do Rio Sena, local onde o “garoto do lixo” deveria matar o rato que invadiu a cozinha, eles selam um pacto improvável de se ajudarem: afinal, de forma fantasiosa – assim como todos os outros filmes dos estúdios -, Linguini pareceu perceber a afeição daquele bichinho pela cozinha e como sua destreza nas artes culinárias era algo a ser reconhecido. E como ele precisa do emprego, vê uma oportunidade pretensiosa que gradativamente se transforma em uma amizade imprescindível para cada um dos desfechos subsequentes.

De que forma os dois poderiam se ajudar? Bom, partindo do preceito de que estamos internalizados em uma bolha de ficção, qualquer coisa é possível, desde que parta de semelhanças com a verdade e com o mundo que conhecemos. Acontece que Remy descobre que Linguini tem uma propensão a movimentos involuntários, regidos quando alguém puxa suas mechas de cabelo. E é a partir daí que os dois protagonizam as sequências mais divertidas e mais animadoras de todo o longa-metragem: o treino. Puxando referências, ainda que muito sutis, de outras obras audiovisuais e literárias nas quais o protagonista deve passar por longos processos de transformação para alcançar outro patamar pessoal, o rato e o humano se unem como duas engrenagens de uma maquinaria complexa para darem vida à harmonia culinária – este é dotado do porte físico; aquele, das habilidades gastronômicas. Bote tudo junto, adicione comicidade à gosto e pronto, o jantar está servido.

Esta não seria uma animação da Pixar sem os famosos e muito bem construídos antagonistas – e em Ratatouille, somos apresentados a diversas categorias: a primeira delas é a pessoal. Cada um dos personagens principais tem um conflito interno que os impede de se firmar como um estereótipo do forasteiro, o qual é desprovido de erros e fraquezas e apenas acerta o tempo todo. Sua humanização transcende até mesmo os conceitos de delineações de personalidade, invadindo os campos da psicanálise para dissertar sobre até que ponto a determinação individualista leva uma pessoa – ou, neste caso, um rato.

A segunda é a social. Como já dito, Remy tem seus problemas com o grupo comunitário em que vive, por não se portar como dita a música. Ele busca pelas transformações, mesmo que isso coloque em risco o passivo equilíbrio dentro de sua colônia. Linguini também é uma figura deslocada, sem qualquer senso para a comida, mas disposto a ajudar no que for através de sua formação altruísta, ainda que seja julgado por seus colegas de trabalho, principalmente por entrar em um período de ascensão sem quaisquer precedentes.

A terceira e mais perceptível é a exterior. Sempre presentes em narrativas infanto-juvenis, os “vilões” são peças essenciais para que as motivações dos heróis sejam pressionadas a se tornarem realidade e para que as camadas de complexidade dentro da narrativa se endossem em um arco completo que tem começo, meio e fim. Neste filme, os principais antagonistas exteriores são o chef Skinner (Ian Holm), que não aceita o surpreendente parentesco entre Gusteau e Linguini e deseja transformar o clássico restaurante do falecido empreendedor em uma franquia de comidas congeladas para atender a demanda do fast-food da sociedade parisiense. Seus ideais são corrompidos pelo oblíquo pensamento da evolução darwiniana e pela sobrevivência daquele que melhor se adapta – ora, ele nem mesmo acredita na premissa “qualquer um pode cozinhar”, principal epíteto de Gusteau.

O outro personagem vilanescos é o medonho e assustador Anton Ego (Peter O’Toole), que talvez seja a criação audiovisual mais contraditória de todos os tempos. Ele foi um dos principais responsáveis pela morte prematura do chef que empresta o nome ao restaurante, ao escrever uma crítica devastadora sobre a falsa originalidade de seus pratos e sobre como ele e suas crenças representavam a decadência da boa culinária.

Sua caracterização é digna de releitura dos clássicos do terror do início do cinema, mais precisamente do longa ‘Nosferatu’ (1922), um dos grandes ícones do expressionismo alemão. Não é necessária muita atenção e análise para vermos que os dois personagens são praticamente idênticos: Ego tem um corpanzil esquálido e esticado, com a pele tão branca quanto a neve, e profundas bolsas arroxeadas envolvendo os olhos semicerrados. Ele também é corcunda e fala com uma profundeza digna dos solilóquios de outro personagem também muito conhecido, Drácula. Até mesmo o lugar onde vive busca inspiração em obras de suspense: a construção de sua sala de estar é imponente e relembra a forma agourenta de um caixão.

Mas onde há vilania, há ajuda. E a presença do guardião e do conselheiro vem como Colette (Janeane Garofalo). Ela é a única presença feminina na cozinha do Gusteau e prova suas habilidades e sua responsabilidade a cada sequência em que protagoniza, tornando-se responsável por ensinar Linguini – e até mesmo Remy – as técnicas que aprendeu para fazer jus ao nome do restaurante em que trabalham. Sua personalidade afrontosa e forte traz à tona alguns defeitos, como o temperamento explosivo e o fato de confiar demais em que lhe deixa ensinar alguma coisa, ainda que seja o básico. A priori, percebemos um certo refreamento no tocante aos sentimentos que nutre pelo jovem desastrado que acabou de chegar ao Gusteau’s: ele é uma ameaça em potencial para a reputação que construiu depois de tantos anos de duro trabalho, mas logo percebe que ele deseja aprender, assim como o pequenino rato. Aliás, é interessante notarmos como duas personalidades tão distintas – a utópica sonhadora de Remy e a voraz realista de Colette – entram em conflito e trazem um dinamismo extremamente agradável ao longa.

DESSERT, S’IL VOUS PLAÎT

Ratatouille é o ponto de perfeição tão buscado pelos chefs audiovisuais por todo o mundo – e aqui faço menção obviamente à direção certeira de Bird e, talvez com mais ovação, à incrível trilha sonora composta por Michael Giacchino.

A jornada de Remy é uma dança. Desde os momentos iniciais, a câmera desliza sorrateiramente através das literalmente pequenas perspectivas do protagonista para fornecer uma grandiloquência para a incrível ambiência idealizada para o filme. A atemporalidade é justificada com os planos sequências que deslizam através de fechaduras, de canos quebrados e da própria estrutura urbana de Paris, pela qual o nosso amável rato desliza com tanta fluidez.

Optar por afastar-se da oposição clara entre plongées e contra-plongées vista em animações predecessoras, como ‘Toy Story 2’, entra como uma técnica muito bem-vinda, principalmente por valorizar a transparência entre o mundo dos humanos e o dos roedores. A saturação da montagem clássica é deixada de lado para fornecer uma agradável sensação de evolução narrativa através de planos escolhidos para fortalecer uma determinada atmosfera e de cortes rápidos que indicam, por exemplo, os momentos de tensão dentro da cozinha ou a revelação de segredos ocultos pelo tempo.

EMILE

O ápice vem com os momentos que simbolizam o tema principal do filme: a hora das refeições. Um dos momentos mais belos de toda o legado Pixar talvez seja o momento em que Remy finalmente tem a oportunidade de demonstrar suas habilidades culinárias ao salvar uma sopa praticamente destruída por Linguini. A própria concepção desta sequência segue o gradativo crescendo de óperas e ballets seculares, como ‘O Lago dos Cisnes’, fornecendo a suavidade e a fluidez necessárias para que nada pareça artificial ou fictício. Somos transportados para dentro da tela e perscrutamos o minucioso trabalho do rato, observando os ingredientes que usa, suas técnicas de cozinha; nós nos tornamos os próprios críticos gastronômicos sem nos darmos conta disso.

E é claro que essa maestria não existiria sem a música. Giacchino puxa elementos de décadas diferentes para orquestrar uma trilha tão emocionante quanto o filme pede para ser. A presença de sanfonas harmoniza com a simples, mas bem delineada composição com violinos, violoncelos e a melodia dramática do órgão. A cultura francesa existe não apenas no âmbito visual, mas ao expandir-se para a constante semiótica sensorial dos instrumentos. Temos, em um mesmo frame, o jazz da década de 1920 e o folk de meados dos anos 1950, enquanto exploramos a delicada finésse dos anos quarenta com a emergência de um ritmo mais frenético para a monotonia da sociedade parisiense.

Tudo culmina para os arcos de redenção dos personagens que considerávamos antagônicos, até mesmo a necessidade de autoafirmação de Remy. Sem qualquer sombra de dúvida, Ego é aquele que resume de forma literária e quase antropológica o que precisava ser verbalizado. No final do terceiro ato, após descobrir o segredo do restaurante que sempre ousou enfrentar, ele discorre sobre o trabalho do crítico, dizendo que a singularidade daqueles que nos impressionam é exatamente o que Gusteau defendia: nem todos podem se tornar um grande artista, mas uma grande obra de arte pode vir de qualquer lugar. Tal monólogo inclusive entra como uma autorreflexão para o trabalho que tentamos fazer aqui: analisar um filme é algo prazeroso, principalmente se temos críticas negativas a fazer. Entretanto, arriscar-se no novo é defender algo que não esperávamos, como uma humilde construção narrativa que consegue extrair a essência de quem nós mesmos somos.

LE FESTIN

Ratatouille é um grandioso banquete que surpreende por suas escolhas narrativas, estéticas e até mesmo por tratar de um assunto considerado batido, mas que martela a mais equilibrada pessoa. Como perseguir um sonho se você é constantemente atacado por aqueles que o cercam?

Como disse no início do texto, este é meu filme favorito dos estúdios, por nos relembrar de como a sutileza da arte e a atemporalidade daquilo que é criado é o suficiente para dar forças para o mais desesperado dos homens continuar em frente. A animação conversa com o público nos mais diferenciados níveis e tem a capacidade de tocar, com uma diversificação notável, o coração do público. E, citando uma das passagens do solilóquio de Ego, “estarei voltando ao Gusteau’s em breve, faminto por mais”.

‘Warcraft’: Considerada a MAIOR produção (e fracasso) dos games, adaptação surpreende na Netflix

Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos‘ definitivamente fracassou, especialmente nos Estados Unidos quando obteve apenas US$ 47 milhões nas bilheterias, sendo foi “salvo” de um desastre total por um feito incrível na China, onde arrecadou US$ 225 milhões.

A ideia era claramente transformar o projeto numa franquia, mas, depois da péssima recepção local, o filme foi descartado e o talentoso diretor Ducan Jones (‘Lunar‘) ficou na geladeira durante anos.

Por outro lado, o Rotten Tomatoes evidencia algo curioso, já que na avaliação dos fãs o filme atingiu a pontuação de 76%, diferente dos 28% cravado pela crítica mundial. Porém, como o filme não deu dinheiro, os produtores de Hollywood não tem a mínima intenção de trazer a franquia de volta.

Dito isto, ‘Warcraft‘ voltou à vida quando aportou na Netflix neste fim de semana, com o FlixPatrol revelando que a decepção comercial da Universal ainda possui muitos fãs, a ponto de conquistar ótimas colocações no Top 10 em vários países, o suficiente para vê-lo na lista mundial dos mais assistidos da plataforma atualmente.

A adaptação Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos’, baseada na aclamada franquia de games ‘World of Warcraft, está disponível na Netflix.

O título foi lançado dia 16 de fevereiro, na plataforma de streaming.

A região de Azeroth sempre viveu em paz, até a chegada dos guerreiros Orc. Com a abertura de um portal, eles puderam chegar à nova Terra com a intenção de destruir o povo inimigo. Cada lado da batalha possui um grande herói, e os dois travam uma disputa pessoal, colocando em risco seu povo, sua família e todas as pessoas que amam.

Relembre o trailer:

Dirigido por Duncan Jones em 2016, ‘Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos‘ faturou US$ 439 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 160 milhões. 

No entanto, a adaptação acumulou míseros 29% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Travis FimmelPaula PattonBen FosterDominic CooperToby KebbellBen SchnetzerRobert KazinskyClancy Brown e Daniel Wu fizeram parte do elenco.

‘Peacemaker’: James Gunn revela se Henry Cavill e Gal Gadot foram convidados para o episódio final da série

Os fãs da série ‘Peacemaker‘ foram surpreendidos com a participação especial de alguns membros da ‘Liga da Justiça‘ no último episódio da primeira temporada.

Quando Christopher Smith (John Cena) e sua equipe conseguem derrotar as borboletas alienígenas, eles dão de cara com o Superman, Mulher-Maravilha, Aquaman e Flash, que aparecem em silhuetas, a princípio.

Infelizmente, o Batman e o Ciborgue ficaram ausentes da cena.

E apenas Jason Momoa (Aquaman) e Ezra Miller (Flash) tiveram diálogos… Já o Superman e a Mulher-Maravilha tiveram seus rostos cobertos pelas sombras da noite.

Em entrevista para a Variety, Gunn foi questionado se Herny Cavill e Gald Gadot, intérpretes dos heróis, foram convidados para a série.

No entanto, o cineasta admitiu que não.

“Não. Eu realmente acho que não. Inclusive, eu só tinha pensando em Jason, mas o Flash também teve seu momento porque eu descobri que Ezra estava muito interessado em fazer isso.”

Quanto ao motivo pela ausência do Batman e do Ciborgue, o cineasta fez mistério:

“Sabe, não sei o que posso dizer. Há razões para isso, mas eu estou realmente incerto se posso dizer quais são essas razões. Pode ter a ver com coisas futuras.”

E, apesar de rápida, a cena foi marcante o bastante para levar os fãs à loucura.

Nas redes sociais, os usuários estão publicando mensagens de entusiasmo com a presença da equipe, provando que os personagens ainda são muito amados, mesmo após o fiasco do filme lançado em 2017.

Além disso, a presença do Superman fez renascer a esperança de vermos Henry Cavill reprisar o papel em algum momento.

Confira as reações:

Lembrando que a HBO MAX confirmou a segunda temporada de ‘Peacemaker‘, com o o retorno de James Gunn como roteirista e diretor.

Sarah Aubrey, chefe de conteúdo original da HBO Max, disse:

“O brilho de James Gunn mais uma vez reluz com Peacemaker. Ele pegou esse personagem, trazido à vida pelo inimitável John Cena, e criou uma série excepcional que é simultaneamente emocionante, hilária e sincera, mostrando a humanidade sob essa equipe de desajustados que vivem em um mundo sobre-humano. Como a primeira série original da DC a ter sua estreia na HBO Max, estamos emocionados que os espectadores concordaram em dar uma chance para mais”, afirmou.

Confira o anúncio:

No Rotten Tomatoes, a obra abriu com 92% de aprovação, com nota 7.10/10 baseada em 12 reviews até o momento. Os especialistas internacionais elogiaram o tom paródico da série e a performance do elenco, apesar de terem apontado algumas falhas.

Confira os principais comentários abaixo:

“Uma obra-prima sangrenta e violenta que permanece na atmosfera de ‘O Esquadrão Suicida” – Mama’s Geeky.

“Uma indesculpável paródia de séries de super-heróis que também é um ótimo show de super-heróis” – Rolling Stone.

‘Pacificador’ traz bastante da diversão de James Gunn” – TV Line.

‘Pacificador’ prova um ponto essencial sobre o DCEU – que, quando você mostra as margens mais estranhas de um universo ficcional, ajuda todo esse universo a se tornar maior e mais completo” – ComicBook.com.

‘Pacificador’ não exatamente erra, mas também não acha completamente seu alvo” –

Confira a abertura da série:

 

James Gunn também assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

HBO CONFIRMA a 4ª temporada de ‘True Detective’

Já se passaram quase três anos desde que a 3ª temporada de ‘True Detective‘ foi lançada e os fãs continuam esperançosos pelo desenvolvimento de novos episódios.

Exibida pela HBO, a série entrou em pausa desde que o criador Nic Pizzolatto se desligou do projeto por divergências criativas.

No entanto, Casey Bloys, presidente de programação da HBO, disse ao The Hollywood Reporter que a 4ª temporada já está em desenvolvimento.

“Não podíamos nos precipitar, mas acho que já é seguro dizer que estamos desenvolvendo várias ideias para novos episódios de ‘True Detective. Fiquem ligados.”

Infelizmente, ele não deu mais nenhum detalhe, mas considerando a declaração, é possível presumir que os roteiros já estejam sendo escritos.

Ou pelo menos os rascunhos.

No ano passado, Bloys já havia dito ao Deadline que a emissora estava à procura de roteiristas para dar continuidade à série.

“É seguro dizer que nós estamos trabalhando com alguns roteiristas para encontrar o tom e a direção certa. Esse universo definitivamente pode ser muito interessante e eu acho que seria incrível com uma nova voz.”

Ele continua, “Nós iremos nos guiar pela qualidade, então estamos buscando roteiros de alta qualidade. Não iremos fazer algo apenas por fazer.”

A 1ª temporada de ‘True Detective‘ estreou em 2014 e foi estrelada por Matthew McConaughey, Woody Harrelson, Michelle Monaghan, Michael Potts e Tory Kittles e acompoanha uma dupla de detetives da Polícia Estadual da Louisiana em busca de um serial killer procurado há 17 anos por crimes ligados a práticas de ocultismo.

A 2ª foi lançada em 2015 e trouxe Colin Farrell, Rachel McAdams, Taylor Kitsch, Kelly Reilly e Vince Vaughn e conta a história de três detetives da Califórnia que investigavam uma série de crimes supostamente conectados ao assassinato de um político corrupto.

Já a 3ª estreou em 2019 e trouxe Mahershala Ali, Carmen Ejogo, Stephen Dorff, Scoot McNairy e Ray Fisher. Ambientada em Ozarks, a trama acontece ao longo de três períodos de tempo em que uma dupla de detetives de Arkansas investiga um crime envolvendo duas crianças desaparecidas.