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Cena DELETADA de ‘Shang-Chi’ conecta o verdadeiro Mandarim à origem do ‘Homem de Ferro’

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ finalmente apresentou o verdadeiro Mandarim, 8 anos depois que a Marvel lançou o falso vilão em ‘Homem de Ferro 3‘.

No filme, Trevor Slattery foi contratado para fingir ser o líder dos Dez Anéis, a mesma organização que sequestrou Tony Stark no primeiro filme do ‘Homem de Ferro‘.

Agora, uma cena excluída confirma que Wenwu era o verdadeiro líder da organização e ligação direta entre o personagem e os homens que fizeram Tony como refém.

A cena deletada não está entre os recursos disponíveis no Disney+ e se chama “Do it Yourself“. Ela se passa logo após a morte de Ying Li, esposa de Wenwu. Após o assassinato de Ying Li, Wenwu retorna aos Dez Anéis e retoma o controle de seu império criminoso ao redor do globo, após ter desistido quando começou uma família.

Na cena, vemos Wenwu voltando para sua mansão e conversando com um líder da Gangue de Ferro capturado. Ele explicou que esteve no Afeganistão se reunindo com Raza, o líder da operação Dez Anéis no país, e que está feliz com o progresso que estão fazendo na desestabilização da nação.

Se você se lembra, Raza é o nome do líder dos Dez Anéis em ‘Homem de Ferro‘, que estava no comando da missão quando Tony Stark foi capturado pela organização terrorista. Wenwu não especifica nesta nova cena se ele foi ou não diretamente responsável pelo ataque ao comboio de Tony, mas ele estava de fato supervisionando a atividade daquela célula particular dos Dez Anéis. Isso liga Wenwu quase diretamente aos eventos do filme Homem de Ferro original.

Assista as cenas deletadas do filme:

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ se tornou a maior bilheteria dos EUA na era pandêmica e arrecadou US$ 430.5 milhões mundialmente.

Ou seja, a sequência é certa.

O diretor Destin Daniel Cretton revelou que está empolgado com o futuro do personagem na telonas. Em uma recente entrevista ao Screen Rant, ele ponderou sobre o seu desejo de expandir os arcos de todos os personagens, planejando novas histórias que ainda incluam a interação com outros heróis já estabelecidos no MCU.

“Acho que, no final deste filme, há algumas setas bem claras apontando nas direções para as quais adoraríamos levar o personagem – e não apenas Shang-Chi, mas estou muito animado para ver todos esses personagens começarem a interagir com os outros membros do MCU e ir a lugares que não visitamos ainda. Estamos todos muito entusiasmados com as portas que se abriram por causa deste filme”. 

Confira a nossa crítica:

Crítica | Shang-Chi – Marvel acerta novamente com filme envolvente, emocionante e com cenas de ação IMPRESSIONANTES

Dirigido por Destin Daniel Cretton, o filme também conta com Awkwafina, Tony Chiu-Wai Leung, Michelle Yeoh, Florian Munteanu, Fala Chen e Ronny Chieng.

Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.

Astros de ‘Adão Negro’ revelam quem ganharia em uma luta: A Sociedade da Justiça ou a Liga da Justiça? [EXCLUSIVO]

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou os astros Aldis Hodge e Sarah Shahi, que interpretam o Gavião Negro e Adrianna em ‘Adão Negro‘.

Na entrevista, eles falaram como é trabalhar com Dwayne “The Rock” Johnson e revelam quem ganharia em uma luta: A Sociedade da Justiça ou a Liga da Justiça?

Assista:

Quem você acha que ganharia?

Quase 2.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passa no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

James Wan dá sua opinião SINCERA sobre o reboot do Universo DC e como afeta ‘Aquaman 2’

Durante uma entrevista para o Screen Rant, James Wan, diretor de ‘Aquaman e o Reino Perdido’ foi questionado sobre o que acha do novo reboot do Universo DC pelas mãos de James Gunn e Peter Safran.

Em resposta, Wan foi sincero ao dizer que, embora esteja “consciente de tudo o que está acontecendo ao redor”, ele tentou não pensar muito sobre isso, afirmando que sempre projetou seus filmes do Aquaman para serem o mais independentes possível.

“Estou ciente de tudo o que está acontecendo ao meu redor. Quer dizer, uso a analogia de que estou morando em uma casa que está sendo reformada. É difícil não estar ciente da renovação que está acontecendo ao meu redor.”

Ele continuou, entrando no terreno sobre um possível futuro de ‘Aquaman‘ no novo DCU:

“Mas a beleza de ‘Aquaman‘ é que sempre projetamos esses dois filmes para que estivessem dentro de seu próprio mundo. A vantagem de não estar preso a este universo maior é que tudo o que acontece lá não afeta realmente o meu filme. Este filme não se prende a nada. Ele vive em seu próprio curso. Descobrimos que isso funcionou muito bem para nós no primeiro filme, e estamos fazendo exatamente o mesmo. Há barulho por aí, mas estou apenas no meu casulo, no meu reino subaquático.”

Lembrando que ‘Aquaman 2 – O Reino Perdido‘ estreia em 20 de dezembro deste ano.

Além de Momoa e Patrick Wilson, o elenco conta com o retorno de Dolph Lundgreen Temuera MorrisonJani ZhaoIndya MooreVincent Regan foram as novas adições ao time.

 

 

Trailer de ‘Gladiador 2’ será lançado na terça; Confira foto de Denzel Washington!

A Paramount Pictures anunciou que vai lançar o primeiro trailer de ‘Gladiador 2‘ na próxima terça-feira, dia 9 de Julho.

Além disso, foi divulgada uma nova foto do filme que traz Denzel Washington como um ex-comerciante de escravos que se tornou rico e que guarda rancor dos imperadores. 

Confira, com as imagens anteriores:

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De acordo com o Deadline, um produtor de Hollywood afirmou que já assistiu ao filme de Ridley Scott e descreveu o longa como “algo fantástico”, e acredita que “é um forte concorrente ao Oscar 2025”.

O produtor também rendeu elogios às performances de Paul Mescal e Denzel Washington, que dão vida ao protagonista e ao vilão do novo filme, respectivamente.

Foi dito que “Mescal está ótimo no papel”, enquanto Washington “faz um trabalho extraordinário”.

Por fim, ele mencionou que ‘Gladiador 2′ e ‘Here‘, novo filme de Robert Zemeckis com Tom Hanks e Robin Wright, podem ser dois candidatos acirrados na disputa pelo Oscar de 2025.

Inicialmente prevista para 21 de Novembro, a aguardada sequência ‘Gladiador 2‘ teve sua estreia antecipada por aqui dia 14 de Novembro.

A sequência do épico histórico conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)

O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).

Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ foi um dos filmes de maior bilheteria no ano em que estreou, ganhando o Oscar de melhor filme, bem como o prêmio de melhor ator para Russell Crowe. 

O filme original está disponível na Netflix, Prime Video, Star+ e Telecine.

Relembre o trailer:

Roteirista de ‘O Senhor dos Anéis’ revela que se RECUSA a assistir ‘Os Anéis de Poder’

Após ter trabalhado na trilogia de sucesso deO Senhor dos Anéis, a roteirista Philippa Boyens tomou a decisão de não assistir a ‘Os Anéis de Poder’, série do Prime Video que explora o universo criado por Tolkien.

Conversando com a Empire Magazine, Boyens explicou o motivo de não assistir à produção, mas garantiu que não deseja julgar a tentativa de voltar ao mundo fantástico.

“Fiz isso de forma bem deliberada porque não estou aqui para julgar a tentativa de ninguém de voltar a esse mundo.”

Envolvida no aguardado anime O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim’ e também no filme ‘A Caçada por Gollum’, além de outro filme ainda não revelado, Philippa Boyens revelou uma motivação mais profunda para evitar a série do Prime Video.

“A verdadeira razão para me manter afastada é porque não queremos nenhuma contaminação cruzada. Não quero sentir que isso influenciou nossa narrativa,” afirmou a roteirista.

Boyens ainda valorizou a ideia de uma adaptação na Segunda Era e afirmou que espera, um dia, assistir O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder’.

As duas temporadas de ‘Os Anéis de Poder’ estão disponíveis no Prime Video.

 

 

O Lobo de Wall Street (2)

Para onde a ganância te leva quando o mundo passa a ser um território sem limites? Falando sobre a ambição capitalista dos tempos modernos, criticando duramente o mercado de ações e dando um soco no estômago de qualquer puritano, o excepcional cineasta norte-americano Martin Scorsese volta a trabalhar com seu mais querido pupilo, Leonardo Di Caprio, no já aclamado O Lobo de Wall Street. Baseado no livro homônimo escrito por Jordan Belfort, o filme consegue a fórmula perfeita ao ser dinâmico e empolgante sem perder um minuto de brilhantismo. São as três horas mais rápidas que você viverá dentro de um cinema.

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Na história, acompanhamos a trajetória meteórica de Jordan Belfort (Leonardo Di Caprio), um homem com apenas um foco em sua vida, ser muito rico. Após um início conturbado em uma empresa promissora, consegue inteligentemente absorver tudo o que precisava para se tornar um guru na arte de fazer as pessoas investirem seu dinheiro. Com a ajuda do amigo Donnie Azoff (interpretado pelo hilário Jonah Hill), funda sua própria empresa que logo se torna uma das mais rentáveis e visadas pela polícia em Wall Street.  Ao mesmo tempo que segue ganhando cada vez mais dinheiro, encontra o amor de sua vida, o monumento Naomi (Margot Robbie, uma das mulheres mais lindas que já vimos em uma tela de cinema) e abusa diariamente de todos os tipos de droga. Esses vícios acabam o levando ao fundo do poço.

Agitação, números, ações, empolgação, euforia, dinheiro. Scorsese joga no liquidificador essas variáveis e consegue executar um dos melhores filmes deste ano, com toda a certeza. É uma direção controladamente perfeita, conseguindo captar cada milímetro cúbico do complexo protagonista. O público é dominado pela história do minuto um até o distante minuto cento e oitenta. Somos reféns de uma experiência cinematográfica sem papas na língua, aberta ao absurdo e escancaradamente brilhante. O vencedor do Oscar, eterno diretor de Taxi Driver, é que nem vinho, só melhora com o tempo.

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O Lobo de Wall Street é um retrato, um raio-x de seu personagem principal. Ao descontrole desejo de ficar milionário ao intenso abuso de drogas, percebemos a cada sequência as antes imperceptíveis inconseqüências do protagonista. O filme não deixa de ser uma crítica social aos anos 80 e aos tempos atuais, onde o tráfico de drogas e a prostituição rondam os altos e baixos escalões da sociedade norte-americana. Scorsese não esconde nada: mostra as orgias, o fácil caminho até as drogas quando se tem dinheiro e as aventuras sexuais sem limites de Jordan Belfort. O filme, indicado ao Oscar de Melhor filme deste ano, não chega a chocar. Até as sequências mais fortes tem sentido em existir.

Leonardo Di Caprio mostra mais uma vez o grande ator que se tornou em anos trabalhando ao lado de seu mestre. Faz o possível e o impossível para ganhar seu primeiro Oscar, sugando e reproduzindo todas as facetas de seu rico personagem. A dupla acerta novamente, transformando um possível personagem chato e antipático em um ilimitado ser carismático que o público vai demorar para esquecer. Cinema bom é assim mesmo, elogiamos, elogiamos e mal acaba já queremos assistir novamente. Não deixem de conferir um dos mestres da sétima arte em um dos seus melhores filmes da carreira. Bravo!

10 séries que após o primeiro episódio VOCÊ NÃO CONSEGUE PARAR DE ASSISTIR!

O episódio piloto pode ser fundamental para o interesse do público. Essa é quase uma regra, começar com o pé direito pode ser a garantia de sucesso. Mas apenas algumas produções conseguem essa proeza, deixando a ansiedade em maratonar toda uma temporada lá em cima. Abaixo, segue algumas produções que conseguiram esse feito, com um episódio abre-alas impactante:

 

Os Ladrões de Diamante

Com um roteiro bem bolado que explora uma tentativa de roubo cinematográfico, chegou sem muito ‘oba oba’ na Netflix uma intrigante minissérie policial de apenas três capítulos que consegue jogar uma lupa para um amplo contexto de uma Inglaterra no início dos anos 2000. Produzido por Guy Ritchie e tendo no centro dos holofotes os pontos de vistas ladrões, polícia e imprensa, Os Ladrões de Diamante é um prato cheio pra quem curte true crime!

 

Em Defesa de Jacob

Na trama, conhecemos a família Barber: Andy (Chris Evans), o pai, principal promotor da cidadezinha onde vivem e bastante querido pela comunidade; Laurie (Michelle Dockery) um profissional exemplar e super mãezona; Jacob (Jaeden Martell), o único filho do casal que possui uma personalidade introspectiva e não tem muitos amigos. Tudo desmorona em pouco tempo para essa família quando Jacob é acusado de assassinato de um colega do colégio. O pai, no início, promotor titular do caso, é dispensado e praticamente usa todo seu tempo e conhecimento para tentar inocentar o filho. A mãe, desmorona aos poucos e a cada episódio que passa, desconfiando mais do filho.  Assim, a série vai caminhando para uma decisão no tribunal que deixará marcas em todos.

 

Mare of Easttown

Na trama, criada por Brad Ingelsby, conhecemos Mare (Kate Winslet), uma detetive divorciada, e já avó, que é atormentada pelo suicídio do filho anos atrás e no campo profissional é taxada de incompetente por não conseguir solucionar o caso de uma desaparecimento de uma jovem moradora da região. Mora com sua filha Siobhan (Angourie Rice), a mãe Helen (Jean Smart, em atuação fantástica) e seu neto em uma casa que é na frente da do ex-marido Frank (David Denman). Quando uma outra jovem é assassinada, um leque de portas se abrem na linha de investigação e não é descartada de ter alguma relação com o desaparecimento da outra jovem. Entre a dedicação a essa importante investigação e o caos que se transforma sua vida pessoal, muitas surpresas a aguardam em um desenrolar de fatos impactantes.

 

Matéria Escura

Na trama acompanhamos um pacato professor formado em física que certo dia se vê de frente com uma situação inusitada sendo apresentado a uma versão alternativa da própria vida. Ao longo do tempo muitas surpresas vão estar pelo caminho e escolhas precisarão serem feitas.

 

Normal People

Na trama, acompanhamos as idas e vindas de um relacionamento de amizade e algo mais de dois jovens de uma cidadezinha da Irlanda. Marianne (Daisy Edgar-Jones) é uma jovem solitária que possui muitas dificuldades em se relacionar com os que estão ao seu redor, principalmente sua família e seus amigos de colégio. Connell (Paul Mescal) é aquele queridinho de todos, amado pela mãe, pelos amigos, estrela do rúgbi do colégio. Marianne é de família rica, Connell não. Certo dia, os dois começam a conversar e aos poucos, e com inúmeras passagens de tempo para frente (época de faculdade etc), percebem que podem ter sidos feitos um para o outro mas que só isso não basta para ficarem sempre juntos.

 

The Undoing

Na trama, conhecemos Grace (Nicole Kidman), uma psicóloga formada em Harvard, muito bem sucedida que mora com o marido Jonathan (Hugh Grant) e o filho do casal Henry (Noah Jupe) em um apartamento de altíssimo padrão numa das maiores cidades norte-americana. Certo dia, após um brutal assassinato, Grace vê sua rotina completamente modificada quando seu marido, que desaparece misteriosamente no dia seguinte ao assassinato, se torna um dos principais suspeitos do crime. Assim, contando com a ajuda do pai, o milionário Franklin (Donald Sutherland), precisará ir em busca não só da verdade sobre o caso mas também de analisar todo o contexto de seu casamento ao longo dos últimos anos.

 

A Maldição da Residência Hill

Na trama, conhecemos os Crain, a família de Olivia (Carla Gugino) e Hugh (Henry Thomas/ Timothy Hutton) e seus filhos Shirley, Luke (Julian Hilliard/Oliver Jackson-Cohen), Theodora (Mckenna Grace/Kate Siegel), Nell (Violet McGraw/Victoria Pedretti) e Steven (Paxton Singleton/Michiel Huisman) que se mudam para uma casa enorme que possui um passado que eles não sabiam. Lutando contra vários tipos de situações estranhas, a família precisará enfrentar seus medos mais delicados.

 

The Head: Mistério na Antártida

Na trama, seguimos para os detalhes complicados de decifrar de um grupo de pessoas que são de uma equipe de pesquisa que precisam ficar seis meses longe de tudo e todos no meio da terra gelada da Antártida. Acontece que quando uma outra equipe chega até onde eles estavam, liderados por Johan (Alexandre Willaume), após três semanas sem comunicação, apenas dois sobreviventes são encontrados, em situação de trauma total. Assim, Johan deve comandar uma investigação e descobrir quem está mentindo em uma investigação que está inclusa até mesmo sua esposa Annika (Laura Bach) uma das integrantes da expedição que deu problema.

 

Little Fires Everywhere

Na trama, acompanhamos a chegada de Mia (Kerry Washington) e Pearl (Lexi Underwood), mãe e filha, que chegam a cidade de Shaker Heights em Ohio em um carro antigo e com a vida toda delas na mala. Após buscarem um lugar para morar na cidade, acabam conhecendo a jornalista e mãe de quatro filhos Elena (Reese Witherspoon), uma mulher de uma família prestigiada na região que acaba alugando para Mia e Pearl uma casa que é de sua família. Aos poucos a relação entre Mia e Elena passa de uma quase amizade para um total jogo misterioso onde os segredos que ambas escondem dos seus próximos acabam levando ambas a um conflito profundo e com muitas consequências.

 

Dark

Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’, bastou os espectadores irem aos poucos terminando a temporada para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma produção de arte belíssima, fotografia ótima, trilha impecável e uma montagem de elenco espetacular a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo.

 

 

10 Remakes Melhores que os Originais

Talvez o termo que mais faça os cinéfilos rangerem os dentes seja remake. As infames refilmagens chegaram para ficar e, em sua grande maioria com toda certeza são, digamos, no mínimo desnecessárias. Mas é claro que para toda regra existe a exceção. E assim, para cada 10 obras refilmadas, ganhamos ao menos uma para salvar o dia.

Esses bons exemplares servem, acima de tudo, para mostrar que se desenvolvidos da maneira certa, os remakes pode acrescentar muito ao material original, expandindo sua mitologia e modernizando o conceito para os novos tempos e novos públicos – sem que precisemos esquecer do clássico. Um bom exemplo disso é o que a série Westworld criou, em especial em sua primeira temporada, em relação ao que havia sido trabalhado no filme homônimo de 1973.

Pensando nisso, o CinePOP cria uma nova matéria colocando nos holofotes algumas ótimas refilmagens que, além de funcionarem muito bem por conta própria, ainda conseguem ser tão boas (ou quem sabe até melhores) que os filmes originais. Vem conhecer.

A Mosca (1986)

Baseado no conto homônimo de George Langelaan, A Mosca da Cabeça Branca (1958) é uma produção B da FOX que ganhou status de cult – e foi lançada numa época áurea para este tipo de filme, ficções científicas e histórias fantásticas. Quase trinta anos depois do original, a mesma FOX lançava o remake, e não poderia ter escalado diretor melhor, já que David Cronenberg fez carreira em cima do horror corpóreo e do grotesco – encaixes perfeitos para a natureza desta trama.

Nas duas versões, o protagonista brinca de Deus ao criar uma nova tecnologia que transporta matéria de um receptáculo ao outro. Ambos são obcecados com seu trabalho e têm seus laboratórios em sua própria casa. A diferença é que no original, Andre (David Hedison) é um pai de família e sua mulher (Patricia Owens) é a verdadeira protagonista. A história também começa pelo fim, e o que vemos é inteiramente um flashback contado pela esposa. A experiência, por sua vez, termina por dividir Andre em dois seres. O remake ganha ares de superprodução, com um orçamento de US$15 milhões – o que eleva os efeitos práticos criados aqui a outro patamar, ainda hoje alguns dos mais memoráveis da década e vencedor do Oscar de melhor maquiagem.

Bravura Indômita (2010)

Essa é páreo duro. O filme original conta com uma grande atuação do eterno cowboy John Wayne, que inclusive conquistou o único Oscar de sua carreira pelo trabalho, e está no panteão de seus melhores filmes do gênero. Lançado em 1969, o longa é baseado no livro de Charles Portis e também recebeu indicação no Oscar por sua canção original. Quarenta e um anos depois foi a vez dos irmãos Coen, celebrados cineastas, adaptarem o clássico faroeste para a Paramount.

Se formos comparar unicamente os prestígios das produções, a versão dos Coen sai na frente, com 10 indicações ao Oscar – entre elas melhor filme, diretor, roteiro, fotografia, ator principal e atriz coadjuvante -, mesmo que não tenha levado nenhuma. O veterano Jeff Bridges faz um trabalho tão bom quanto Wayne na pele do caolho Rooster Cogburn, e Matt Damon e Josh Brolin são adições de luxo a qualquer elenco. Se tem outro ponto no qual o remake sai vitorioso novamente é na escalação da menina Hailee Steinfeld no papel de Mattie Ross. A começar que Steinfeld tinha mesmo 16 anos na época, ao contrário dos vinte e poucos de Kim Darby no filme original. Uma das principais diferenças é a inclusão de um epílogo com Mattie já adulta e sem braço, ausente no clássico.

Sob o Domínio do Mal (2004)

Outra disputa duríssima. Paranoia é a palavra central desta trama escrita pelo autor Richard Condon, que teve o seu livro adaptado ao cinema pelo diretor John Frankenheimer em 1962. Aqui, a Guerra-Fria e o pânico norte-americano do comunismo servem como tema na história sobre um grupo de militares dos EUA sequestrado por forças soviéticas durante uma operação em terras estrangeiras, sofrendo lavagem cerebral a fim de cometerem atos terríveis. Tudo canalizado por uma família política ambiciosa e sem escrúpulos.

No remake de Jonathan Demme (O Silêncio dos Inocentes), lançado 42 anos depois do original, sai a paranoia da Guerra Fria, dos coreanos, soviéticos e comunistas, e entra a da Guerra do Golfo, a dos atentados terroristas, e de grandes empresas farmacêuticas e militares. Sai também Frank Sinatra como o protagonista Marco e entra Denzel Washington, servindo a narrativa de maior representatividade. Outros membros do batalhão ganham mais destaque no remake também, além de qualquer filme lucrar com a presença de Meryl Streep. Aliás, o remake ganha muitos pontos somente pela dobradinha Washington/Streep.

Um Crime Perfeito (1998)

Esta remake orquestrado por Andrew Davis (O Fugitivo) consegue um feito impensável: melhorar Alfred Hitchcock. Baseado na peça de Frederick Knott, Hitchcock cria Disque M para Matar (1954) bem no estilo de uma montagem teatral – com poucos cenários (basicamente o apartamento do casal protagonista) e a ação toda baseada em diálogos. O fato faz deste longa uma bela companhia para Festim Diabólico (1948), outra obra do icônico diretor confeccionada em tais moldes.

O remake, mais arrojado e chamativo, acerta ao mesclar os personagens do assassino e do amante num só, eliminando assim a existência de um “mocinho”. Na nova versão, não existem santos, e sim pecadores – o que torna tudo mais crível. Outro ponto a favor é a concentração de uma linha investigativa, ao contrário da “volta ao mundo” que a polícia precisa realizar para conseguir concluir o caso no original. E o que dizer do “passeio” que uma condenada à morte é permitida fazer bem na véspera de sua execução – bem, hoje em dia tais momentos podem não descer tão redondos assim, e o remake fez bem em elimina-los. Fora isso, na refilmagem não existe espaço para a comicidade, incluída no original através do Inspetor Hubbard (John Williams), quase um Poirot. Talvez por isso, no remake tenha sido escalado para o mesmo personagem o ator David Suchet, que viveu o detetive criado por Agatha Christie na série homônima, de 1989 a 2013.

A Pequena Loja de Horrores (1986)

Dirigido pelo rei do cinema B Roger Corman, esta produção de baixo orçamento lançada em 1960 pode se gabar de sua ideia original e alucinada, e de ser um dos primeiros projetos a contar com a participação do astro Jack Nicholson num papel coadjuvante. A trama mostra um tímido funcionário de uma floricultura descobrindo uma planta carnívora como nenhuma outra. O filme, que mistura comédia e terror, se tornou cult e virou um musical nos palcos no início da década de 1980.

Em 1986, tal peça era adaptada ao cinema na forma de uma grande produção dirigida por Frank Oz. Igualmente um musical, o filme manteve alguns atores dos palcos e adicionou grandes nomes da comédia de Hollywood dos anos 1980 ao elenco – gente como Rick Moranis, Steve Martin, Bill Murray e John Candy desfilam em tela. O remake ganhou ainda mais tintas de item cult, se tornando unanimemente preferida em relação ao original. A surpresa é que uma nova versão da história está sendo desenvolvida pelo diretor de Com Amor, Simon (2018), e com Scarlett Johansson, Chris Evans e Taron Egerton no elenco.

Scarface (1983)

Por falar em remakes da década de 1980 que ganharão novos remakes, aqui temos o inesquecível neoclássico de Brian De Palma, com uma das mais chamativas atuações do mestre Al Pacino. Scarface: A Vergonha de uma Nação (1932) é um dos filmes responsáveis por cimentar o cinema de máfia e suas alegorias como conhecemos hoje. A influência do longa sobre um bandido chamado Tony que escala até o topo do submundo do crime ecoa até hoje.

Cinquenta e um (uma boa ideia) anos depois, o diretor De Palma reimaginaria o clássico, com roteiro assinado por Oliver Stone. A ideia é tirar a história de Chicago e a levar até Miami, onde um imigrante ilegal foragido de Cuba faz a trama ganhar novos contextos políticos. Pacino vive o Tony da vez, e assim como no original sobe na cadeia alimentar da contravenção, assassinatos e todo tipo de crime até o topo. Mesmo tido como exagerado hoje, o remake de Scarface é um dos filmes mais adorados do gênero, e conta com coadjuvantes de luxo como Michelle Pfeiffer e Mary Elizabeth Mastrantonio. Outra semelhança entre os longas é a frase “The World is Yours”, mostrada em momentos específicos de ambos.

O Professor Aloprado (1996)

O saudoso Jerry Lewis ficou imortalizado como um dos maiores nomes do humor no cinema mundial. E foi justamente de sua cabeça que saiu a ideia para O Professor Aloprado – a história sobre um gênio da ciência muito tímido e atrapalhado (o típico nerd), cuja maior vontade é ser popular com as mulheres. Bem, não se pode ter tudo. Ou será que sim? Escrito e dirigido pelo próprio ator, esta espécie de O Médico e o Monstro cômico foi lançado em 1963, e mostra um sujeito retraído criando uma fórmula que o torna um “ás” com as mulheres – hoje, leia-se um “macho tóxico”.

O Professor Aloprado, de Jerry Lewis, foi um sucesso e se tornou seu filme mais famoso. Trinta e três anos depois, outro humorista sensação se apropriou do material, elevando ainda mais o jogo. Eddie Murphy foi sucesso no humorístico Saturday Night Live, e em seu início de carreira no cinema marcou um golaço com Um Tira da Pesada (1984). Depois disso, ficou entre altos e baixos, e foi com sua versão de O Professor Aloprado que o ator recuperaria seu status de outrora. Então, mais do que um filme, para Murphy a obra significou o resgate de sua carreira. A boa sacada do roteiro é fazer do protagonista um homem com baixa autoestima devido ao sobrepeso. A lição final, no entanto, é o oposto da gordofobia, é a de aceitarmos quem somos de verdade. Outro ponto positivo é a atuação de Murphy como vários membros da família Klump, referência a Um Príncipe em Nova York (1988), outro grande acerto de sua filmografia.

Onze Homens e um Segredo (2001)

Já tivemos um filme protagonizado por Frank Sinatra na lista, e agora chega o segundo. Tanto Sob o Domínio do Mal (1962) quanto Onze Homens e um Segredo (1960) são ótimos filmes, mas produtos de seu tempo. Aqui mais ainda, o longa parece ter sido feito na famosa circunstância da camaradagem – pense em Adam Sandler e seus amigos saindo de férias para gravar Gente Grande, por exemplo. Na década de 1960, tínhamos o chamado Rat Pack (o “grupo de ratos”), comandado por Sinatra e seus comparsas (Sammy Davis Jr., Dean Martin, entre outros) – um grupo de malandros sedutores, que adoravam beber e fumar, e eram os caras mais descolados da época.

Justamente por isso, quando foi a hora do alternativo Steven Soderbergh regravar o longa 41 anos depois, sua principal motivação foi reunir um elenco tão “legal” quanto e estipular o clima de brincadeira e camaradagem nos bastidores – que se reflete na tela. Assim, George Clooney, Brad Pitt, Matt Damon, Julia Roberts, entre outros, desfilam num dos maiores e melhores elencos de todos os tempos. É claro que para esta modernização a trama fica um pouco mais complexa e repleta de reviravoltas – assim como melhor aprofundamento de personagens. A principal diferença é, claro, o avanço na tecnologia, e o fato de que no original todos eram colegas das forças armadas planejando um grande golpe em Las Vegas.

Guerra dos Mundos (2005)

Tudo começou com a obra literária do autor H.G. Wells, que conta em detalhes como ocorreria uma invasão alienígena na Terra saída de Marte – lançada ainda em 1897. Antes desta primeira adaptação do livro clássico ao cinema, de 1953, no entanto, tivemos a infame transmissão de rádio, na qual Orson Welles relata a chegada de marcianos ao nosso planeta de forma tão precisa que criou uma histeria em massa, em 1938. Produzido por dois anos até seu lançamento, a Paramount criou esta superprodução – que pegava carona no filão da década da ficção científica, com diversos paralelos traçados, o maior deles sendo o medo e a paranoia do “estrangeiro” em meio à Guerra Fria.

E quando pensamos em alienígenas e superproduções, qual cineasta vêm à mente de forma quase instantânea. Acertou quem disse Steven Spielberg. Após os sucessos de Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977) e E.T. – O Extraterrestre (1982), o diretor trata pela primeira vez os visitantes interplanetários como vilões – afinal, esta é toda a essência do material original. Mesmo após Independence Day (1996) – o Guerra dos Mundos dos novos temposSpielberg consegue entregar uma obra relevante, em especial por centrar sua trama numa família: um pai fazendo de tudo para proteger seus dois filhos. Pode parecer destoante, mas o que o cineasta faz é algo mais intimista, pessoal e dramático dentro da megalomania que uma situação destas apresenta.

O Enigma de Outro Mundo (1982)

Como dito, os anos 1950 foram o berço da ficção científica no cinema – com diversas produções clássicas desta época ainda lembradas como alguns dos maiores exemplares do gênero na sétima arte. É exatamente onde O Monstro do Ártico (1951) se encaixa. Baseado no conto ‘Who Goes There’, de John W. Campbell Jr., o filme apresenta um grupo de cientistas e militares em uma base americana no Alaska, descobrindo uma criatura alienígena congelada na neve. A criatura, é claro, foge e se torna uma ameaça para a equipe, matando seus membros.

Trinta e um anos depois, o cultuado John Carpenter, então no auge de sua carreira, refilma a obra, dando sua própria abordagem diferenciada. A trama é movida para a Antártida, onde temos desta vez uma equipe inteiramente constituída de homens, ao contrário do original. Além disso, o terror começa em uma base norueguesa vizinha, e o primeiro contato com o monstro é através de um cachorro contaminado. A grande diferença, entretanto, é a maior graça do remake. Enquanto no original, a produção não contava com um orçamento folgado, a criatura era apenas um monstro de macacão no estilo Frankenstein, descrito como um vegetal humanoide. Já na refilmagem, Carpenter pôde brincar bastante com o conceito, fazendo da criatura um ser transmorfo, que podia se parecer com qualquer um, inclusive animais, como cachorros. Ao mesmo tempo em que as mutações grotescas se tornaram o chamariz do longa, com efeitos práticos reverenciados até hoje.

‘Avatar 3’ e os Filmes Mais Esperados de Dezembro 2025 nos Cinemas!

Chegamos oficialmente ao fim de 2025, querido leitor. Parece que foi ontem que o ano estava começando, e aguardávamos ansiosos pelo novo filme do Superman nas telonas. Dentro os maiores filmes de 2025 tivemos também a volta dos dinossauros em ‘Jurassic World – Recomeço’, o último ‘Missão: Impossível’, o filme de fórmula 1 de Brad Pitt e os remakes em live-action de ‘Lilo e Stitch’ e ‘Como Treinar o Seu Dragão’. É verdade que não foi um ano particularmente bom para os blockbusters, apesar das promessas. Algumas das maiores surpresas ficaram com filmes de terror – vide ‘Pecadores’ (ainda o melhor do ano para muitos) e ‘A Hora do Mal’.

Mas engana-se quem acha que 2025 não trará mais nada de interessante. Isso porque o maior filme do ano chega agora em dezembro. ‘Avatar – Fogo e Cinzas’ promete sacudir as coisas nas bilheterias e clamar o posto de campeão do ano. Fora isso, ‘Zootopia 2’ e ‘Wicked 2’ ainda estão à toda em cartaz. Teremos ainda o nosso Selton Mello em sua estreia internacional. Confira abaixo os principais lançamentos de dezembro 2025 nas telonas.

04/12

Five Nights at Freddy’s 2

O último mês de 2025 nos cinemas começa com a sequência do sucesso inesperado de 2023. ‘Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim’ é baseado em um famoso videogame, muito popular com os fãs. A graça é que o jogo sempre foi vendido como um dos mais assustadores. O filme, no entanto, manteve os sustos em um nível que a garotada pudesse curtir tranquila. E essa foi sua jogada de mestre, apelar para todas as faixas etárias. O original fez quase 300 milhões de dólares em bilheteria pelo mundo. Ou seja, é claro que os seres animatrônicos mortais iriam retornar.

Eternidade

Todo casal espera morrer e passar a eternidade junto com a pessoa amada. Mas e se no além vida ela escolher outra pessoa? Sim, seria um pesadelo para qualquer um. Essa é a premissa de uma comédia romântica no melhor estilo A24, ou seja, bem fora da caixinha. Os pombinhos aqui são interpretados por Miles Teller e Elizabeth Olsen. E o galã Callum Turner chega para atrapalhar os planos do sujeito apaixonado. O elenco conta ainda com a vencedora do Oscar Da’Vine Joy Randolph.

D.P.A. 4 – O Fantástico Reino de Ondion

O fim de ano traz também uma produção cem por cento brazuca para a garotada entrar em ritmo de férias. Os ‘Detetives do Prédio Azul’ rapidamente se tornou um programa favorito da criançada, mostrando um trio de pequenos investigadores de mistérios em seu condomínio. A ideia criada em 2012 caiu nas graças do grande público, e desde então a franquia veio se reinventando. Em 2017 foi a vez do primeiro longa-metragem para o cinema, ainda com o elenco original. O segredo era produzir o maior número de filmes, porque as crianças crescem muito rápido. Assim, o segundo foi lançado logo em 2018, mas o terceiro ficou para 2020, bem no meio da pandademia. Agora, cinco anos tempos, temos um novo elenco mirim prontos para fazer sucesso nas telonas.

11/12

Perfeitos Desconhecidos

Se esse título lhe parece familiar, e você tem certeza que já o viu ao zapear em algum streaming, não está errado. Acontece que esta é uma das ideias atuais mais refilmadas da atualidade. Para termos uma ideia, o roteiro entrou no livro dos recordes como o mais refilmado de todos os tempos. Ao total 20 vezes – em produções de países como Espanha, Turquia, México, Coreia do Sul, França, Hungria, Grécia, Índia, China e Rússia, por exemplo. E agora chegou a vez do Brasil. Ah sim, a produção original é italiana, e data de 2016. A trama de todos é a mesma – e segue atual. Um grupo de amigos, formado por casais, durante um jantar resolve fazer uma brincadeira, que se torna perigosa: ler em voz alta todas as mensagens que forem recebendo no celular. E você, faria? No elenco tupiniquim, nomes como Fabrício Boliveira, Danton Mello, Giselle Itié, Débora Lamm e Sheron Menezzes.

Sexa

Que tal outra produção brasileira para sacudir as coisas nos cinemas neste fim de ano. Aqui temos a estreia da grande estrela de nossa dramaturgia Glória Pires como diretora. A atriz também protagoniza nessa história super atual e que parece que nunca sai de moda – sempre um tema digno de discussão em nossa sociedade: o etarismo. Aliás, Glória Pires tem uma mão também no roteiro – escrito a três, ao lado de Guilherme Gonzalez e Bianca Lenti, com colaboração de Bruna Trindade. O título é a abreviação de sexagenária, que é o que a personagem principal se torna. Mas ela continua a querer curtir a vida e se divertir, engatando inclusive um romance com um homem mais jovem.

Entre Nós – Uma Dose Exta de Amor

O título imenso em português (o que inclui o subtítulo) para esta comédia independente norte-americana, que no original se refere às famosas “ménages”, ou seja, a prática do sexo entre três pessoas, de qualquer gênero. Aqui, temos um rapaz e duas jovens mulheres. Aliás, na década de 90 tivemos um filme da Columbia Pictures intitulado ‘Threesome’, sobre três universitários (uma mulher e dois rapazes – um hétero e um gay) experimentando uma relação a três. Neste novo filme, que nada tem a ver com o dos anos 90, além do título em inglês, Zoey Deutch é o nome mais conhecido do elenco. Na trama, um rapaz, levado pela garota de seus sonhos, realiza a maior fantasia sexual de sua vida, com ela e outra jovem. O grande problema: as duas saem da experiência grávidas. E agora?

O Iluminado – Relançamento

O clássico dos clássicos está de volta! Considerado um dos melhores filmes de terror da história do cinema por muitos, ‘O Iluminado’, de Stanley Kubrick, irá retornar às telonas. O lançamento faz parte de um movimento que tem dado muito certo, para recuperar o público dos cinemas, que teve uma queda exponencial após a pandemia: o relançamento de títulos queridos na tela grande. Em geral, a proposta visa comemorar o aniversário de grandes filmes – como este ano tivemos ‘Tubarão’, completando 50 anos, e ‘De Volta para o Futuro’, que completou 40 anos em 2025. Já ‘O Iluminado’, estrelado pelo monstro Jack Nicholson, está fazendo 45 anos de sua estreia.

Orgulho e Preconceito – Relançamento

Seguimos com os relançamentos nas telonas. A versão mais atual de ‘Orgulho e Preconceito’, estrelado por Keira Knightley, está completando 20 anos de sua estreia em 2025. A obra é baseada no texto atemporal de Jane Austen e fala sobre uma família formada por cinco jovens irmãs. O foco é em Elizabeth, o papel de Knightley, e sua relação e amor e ódio com um pretendente. A obra dirigida por Joe Wright foi indicada para 4 prêmios no Oscar, incluindo melhor atriz para Knightley. É a chance dos fãs reverem esse clássico moderno nas telonas, e os que não tinha idade na época, conhecerem.

Harry Potter e o Cálice de Fogo – Relançamento

Por falar em os fãs conhecerem novos filmes, esse aqui não precisa de apresentações. ‘Harry Potter’ se tornou uma das franquias mais adoradas da história do cinema, com menos de 25 anos de estrada. Bem, duas décadas é tempo o bastante. Mas a verdade é que Harry Potter se tornou fenômeno logo em seu lançamento. É claro que o hype já existia porque antes de se tornar uma série de filmes, a franquia fazia bastante barulho na forma de livros. E foi esse estrondo que transcendeu os fãs das páginas ao mainstream, fazendo com que todos conhecesse a saga do bruxinho. Harry Potter é passado para as novas gerações, assim como Star Wars, se tornando uma saga atemporal. Este mês os fãs poderão assistir novamente nas telonas o quarto longa – que mostra uma competição de alunos, que se torna muito mortal. De quebra, temos a participação de um certo Robert Pattinson no elenco.

18/12

Avatar – Fogo e Cinzas

Agora sim, o maior filme do mês, chega no terceiro fim de semana de dezembro. ‘Avatar – Fogo e Cinzas’, ou ‘Avatar 3’ para os íntimos, promete ser não apenas a maior estreia de dezembro 2025, mas também o maior filme do ano. Isso poque possui um histórico de bilheterias estrondosas. O primeiro ‘Avatar’ mantém o recorde como o filme mais rentável da história. E o segundo filme, ‘Avatar – O Caminho da Água’ é o terceiro filme mais lucrativo da história. Quem sabe ‘Avatar 3’ pode vir a se tornar o quarto. Novamente dirigido pelo midas James Cameron, desta vez a família de grandes criaturas azuis irá encontrar uma nova tribo em seu caminho, a tribo do fogo. No entanto, esta tribo não é bondosa como a tribo da água, iniciando assim uma nova guerra.

Asa Branca – A Voz da Arena

Apostando no público agro e de rodeios, um mundo muito lucrativo aqui no Brasil, chega o filme ‘Asa Branca – A Voz da Arena’. O longa é baseado na história real de um homem simples, que sofre um acidente e precisa se reinventar como locutor de rodeios, se tornando um verdadeiro ícone neste segmento. Quem estrela é Felipe Simas.

Nouvelle Vague

Mais um filme com a jovem atriz talentosa Zoey Deutch chegando nos cinemas brasileiros em dezembro. Deutch, na vida real é filha da veterana Lea Thompson, mais conhecida como a Lorraine da trilogia ‘De Volta para o Futuro’, a mãe de Marty McFly. Trata-se da nova produção do renomado diretor Richard Linklater, indicado cinco vezes ao Oscar. No currículo do cineasta, filmes de prestígio como a trilogia ‘Antes do Amanhecer’ (Pôr do Sol e Meia Noite) e ‘Boyhood’. Sua mais recente produção é uma homenagem à chamada “nova onda” do cinema francês da década de 1960, em especial o clássico ‘Acossado’, dirigido por Jean-Luc Godard.

25/12

Anaconda

O último fim de semana do ano, é também o do dia de Natal. E o que é melhor do que reunir a família para a ceia e avaliar o ano que passou. Outra opção é ir ao cinema e ver Selton Mello, Jack Black e Paul Rudd correrem de uma cobra gigante. Parece esdrúxulo e realmente é. Mas também pode ser incrivelmente divertido. Afinal, alguém em sã consciência pensaria em investir em ‘Anaconda’ novamente? O filme original tentava se levar a sério, mas virou piada antes dos memes surgiram na internet. Virou também um cult prazer culposo. Então por que não capitalizar ainda mais em cima desta vibe. Essa é a proposta desta “homenagem / zoação”, quando amigos cinquentões resolvem refilmagem o longa da década de 90 e terminam se deparando com uma cobra gigante de verdade.

Valor Sentimental

Fim de ano também é época de preparação para o maior prêmio do cinema, o Oscar. Em sua grande maioria, os filmes que receberão indicações são reservados pelas distribuidoras aqui no Brasil para o início do ano: janeiro e fevereiro. Mas sempre temos aqueles que terminam estreando antes dos demais. É o caso com este ‘Valor Sentimental’, que já desperta falatório de Oscar. O longa é dirigido por Joachim Trier, o mesmo de ‘A Pior Pessoa do Mundo’ (2021), indicado aos prêmios de melhor filme internacional e melhor roteiro original. ‘Valor Sentimental’ deve seguir pelo mesmo caminho e ao que tudo indica superar o número de indicações do anterior. O longa conta inclusive com a mesma atriz protagonista, a norueguesa Renate Reinsve. O elenco conta ainda com Elle Fanning e Stellan Skarsgard. A história fala sobre uma família se curando através da arte.

Tainá e os Guardiões da Amazônia

A criançada não ficará desemparada na noite de Natal. Isso porque elas poderão conferir uma animação cem por cento brasileira nas telonas. Filmes mirados para toda a família e os pequenos sempre foram um forte segmento aqui em nosso país – como, por exemplo, os filmes do ‘Menino Maluquinho’, baseados na obra de Ziraldo, e os recentes filmes da ‘Turma da Mônica’ e ‘Chico Bento’, baseados nos quadrinhos de Maurício de Sousa. Nesse contexto a indiazinha Tainá fez parte do consciente coletivo dos espectadores no início dos anos 2000, com a aventura ‘Tainá – Uma Aventura na Amazônia’, que ao mesmo tempo em que visava entreter e divertir, também passava uma mensagem ecologicamente correta, já há mais de 20 anos. O sucesso garantiu uma sequência quatro anos depois, e ainda uma história de origem para a pequena em 2011. Agora a marca da indiazinha será revivida mais uma vez, na forma de uma animação para a criançada.

‘The Conners’: Spin-off de ‘Roseanne’ manterá tradição de Halloween da série original; Saiba mais!

A série ‘Roseanne‘ tinha uma tradição anual, com episódios especiais de Halloween. E o seu spin-off, ‘The Conners‘, não irá parar de celebrar o feriado.

“É Halloween, a feriado favorito dos Conners, mas um e-mail da escola banindo certas fantasias, incluindo a do Mark, começa uma discussão entre Dan e Darlene. Jackie introduz alguém novo à família na festa de Halloween e insiste que Dan o conheça, mas imediatamente deseja que não tinha feito.

Intitulado ‘There Won’t Be Blood‘, o episódio irá ao ar no dia 30 de outubro.

Recentemente, a ABC encomendou um episódio extra para a primeira temporada da série, fechando em 11 capítulos.

O revival de ‘Roseanne‘, que havia sido renovado no começo do ano, foi a maior estreia de 2017, com 5.1 pontos na demo, e 18,16 milhões de espectadores no total. Apesar disso, a série foi cancelada depois de comentários racistas feitos pela atriz principal.

Na trama de ‘The Conners‘, Roseanne morreu em virtude de uma overdose de opioides.

‘Deadwood: O Filme’ ganha trailer legendado; Assista!

A HBO divulgou o trailer legendado de ‘Deadwood: O Filme‘.

Confira:

Dirigido por Daniel Minahan, o longa é continua a história da aclamada série ‘Deadwood‘, lançada em 2004, que durou por três temporadas.

Os residentes de Deadwood se reúnem para comemorar a oficialização da Dakota do Sul como um estado americano. Porém, 12 anos mais velhos, o tempo gerou graves consequências nesses cidadãos, especialmente em Al Swearengen (McShane), que arruma confusão aonde passa.

O elenco conta com Ian McShane, Timothy Olyphant, Molly Parker, Paula Malcomson, W. Earl Brown, Dayton Callie, Kim Dickens, Brad Dourif e Anna Gunn.

Advogado investiga assassinato brutal no trailer do suspense ‘O Caso Collini’; Assista!

O suspense ‘O Caso Collini‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

Dirigido por Marco Kreuzpaintner, o longa é baseado no romance de Ferdinand von Schirach.

A história dramática segue um jovem advogado que se depara com uma grande conspiração enquanto investiga o caso de um assassinato brutal.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de abril.

‘Slasher’: 4ª temporada ganha título, sinopse e elenco completo; Confira!

As filmagens da 4ª temporada da série de terror antológica ‘Slasher‘ já estão acontecendo! O novo ciclo, intitulado ‘Slasher: Flesh & Blood‘, será lançado pelo Shudder.

A trama da nova temporada irá seguir uma família rica e disfuncional que se reúne em uma ilha isolada. Antigas feridas e rivalidade competitiva chegam ao limite quando eles percebem que há um assassino mascarado na ilha, com a cruel intenção de matá-los, um a um.

Ainda não há informações se a Netflix irá distribuir a 4ª temporada no mercado internacional. A gigante foi streaming foi responsável pela produção dos dois ciclos anteriores, antes da produtora original da série falir.

A nova produtora, Shaftesbury, que atualmente detém os direitos, fechou acordo com o Shudder para a produção do quarto ciclo, mas não foi divulgado se a Netflix terá envolvimento em qualquer capacidade.

Adam MacDonald será responsável pela direção do novo ciclo.

A próxima temporada contará com o retorno dos atores Paula Brancati, Jefferson Brown, Patrice Goodman, Sabrina Grdevich e Christopher Jacot, além da introdução de David Cronenberg, Rachael CrawfordJeananne GoosenSydney MeyerAlex Ozerov.

As filmagens estão acontecendo atualmente em Ontario, no Canadá.

‘Fuga de Nova York’: John Carpenter fala sobre a possibilidade de novas sequências

Em entrevista ao Total Film, o diretor John Carpenter (‘O Enigma de Outro Mundo’) falou sobre a possibilidade de novas sequências da franquia ‘Fuga de Nova York‘, estrelada por Kurt Russell.

“O Snake é um personagem muito querido pelo Kurt [Russell]. Foi ele quem me convenceu a fazer a sequência [‘Fuga de Los Angeles’]. Provavelmente há mais histórias para um terceiro e quarto filme sobre o personagem. Não sei se sairá do papel, mas acredito que ele merece.”

Vale lembrar que um remake do filme original estava em desenvolvimento na FOX, antes de ter sido comparada pela Disney.

Leigh Whannell (‘Upgrade: Atualização’) estava escrevendo o roteiro da nova versão.

Infelizmente, não foi confirmado se o projeto ganhará continuidade com a troca de estúdio.

O filme de 1981 traz o ator Kurt Russel como o icônico Snake Plissken, um rude e duro cara de um olho só condenado em um mundo futurista (1997) que recebe uma oferta de redenção: resgatar o presidente, cujo avião sofreu um acidente em Nova York, que se tornou uma prisão de segurança máxima. Caso ele fracasse, uma bomba presa em seu corpo o detonará.

‘The Kill Room’: Uma Thurman e Samuel L. Jackson irão estrelar thriller cômico

De acordo com o THRUma Thurman (‘Kill Bill’) e Samuel L. Jackson (‘Capitã Marvel’) irão estrelar o thriller cômico ‘The Kill Room‘.

Vale lembrar que os astros já atuaram juntos em ‘Pulp Fiction: Tempo de Violência‘.

A trama seguirá uma assassina de aluguel, seu chefe (Jackson) e uma negociante de arte (Thurman) em um esquema de lavagem de dinheiro que acidentalmente a transforma em uma sensação do mundo da arte – o que a força a assumir esse papel.

Nicol Paone será responsável pela direção.

“Poder fazer ‘The Kill Room’ – que já era um roteiro incrível – com Uma Thurman e Samual L. Jackson está além dos meus sonhos mais fantásticos,” afirmou Paone em declaração oficial. “Sempre que eles estão em cena, não tem como desviar os olhos da tela. Sou eternamente grato a ambos por aceitarem participar, e estou muito animado em dar vida a esse projeto.”

O roteiro da produção foi escrito por Jonathan Jacobson.

Novas informações serão divulgadas em breve.

Timothy Olyphant retorna na 1ª imagem do revival de ‘Justified’; Confira!

O EW divulgou a primeira imagem oficial do revival de ‘Justified‘, intitulado ‘Justified: City Primeval‘, destacando o retorno de Timothy Olyphant (‘Santa Clarita Dieta’).

Confira:

Baseada no livro ‘City Primeval: High Noon in Detroit‘, de Elmore Leonard, a produção se passará 10 anos após a série original.

Na trama…

Raylan ainda vive em Miami, para onde ele se mudou ao final da série original. Um encontro casual em uma estrada desolada da Flórida leva Raylan a Detroit, onde ele cruza o caminho de Clement Mansell, também conhecido como ‘O Selvagem de Oklahoma’, um violento sociopata que já escapou dos melhores de Detroit – e pretende fazê-lo novamente. A advogada de Mansell, Carolyn Wilder, tem toda a intenção de representar seu cliente, mesmo quando ela se encontra presa entre um policial e um criminoso, com seu próprio interesse em jogo.

Considerando que Raylan não é um personagem no material de origem, é provável que ele substitua o protagonista do livro, o detetive Raymond Cruz, na adaptação.

Dave Andron e Michael Dinner, que produziram a série original, servirão como showrunners, roteiristas e produtores executivos. Além de estrelar, Olyphant também terá crédito de produtor executivo ao lado do showrunner original, Graham Yost.

“‘Justified’ foi uma das séries mais aclamadas da última década e a adaptação da obra de Elmore Leonard foi trazida à vida de uma forma muito potente pelo Timothy Olyphant, Graham Yost e toda a equipe de produtores, roteiristas, diretores e elenco,” declarou Eric Schrier, presidente do FX. “Contar com o retorno desse grupo em uma adaptação diferente de Elmore é emocionante.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Diretor do longa original quer retornar para ‘Abracadabra 3’

Em entrevista ao Entertainment Weekly, Kenny Ortega (‘Descendentes’), diretor do clássico ‘Abracadabra‘, confirmou que não foi convidado para comandar a sequência – que foi lançada direto no Disney+.

Apesar de ter ficado chateado por não ter retornado na direção do segundo filme, o cineasta declarou que adoraria retornar para comandar um terceiro capítulo da saga.

“Eles não me chamaram para dirigir a sequência [‘Abacadabra 2’], o que é decepcionante, mas, no final das contas, eu dei muito apoio ao projeto. Queria ver o retorno da Bette, Kathy e Sarah. Você precisa desapegar das coisas e se render. Você precisa superar porque não é o dono. Eu adoraria ter dirigido o segundo filme, mas está tudo bem que eu não tenha retornado. Acho que eles queriam novas ideias, não sei. Foi uma escolha deles. Eu estava disponível e ainda estou interessado [em dirigir um terceiro filme]. De qualquer forma, eu apoio essa franquia.”

Ele completa, “Eu vou assistir a sequência neste Halloween. Não tive a chance de conferir no ano passado porque estava trabalhando. Mas é claro que eu vou ver. Certamente.”

Já se passaram 29 anos desde que alguém acendeu a Vela da Chama Negra e ressuscitou as irmãs do século XVII, e elas estão em busca de vingança. Agora, cabe a três adolescentes impedir que as vorazes bruxas despertem um novo tipo de caos em Salem antes do amanhecer da véspera do Dia de Todos os Santos.

O elenco ainda contará com Whitney Peak, Lilia Buckingham, Belissa Escobedo, Tony Hale, Sam Richardson, Hannah Waddingham, Juju Brener, Froy Gutierrez, Taylor Henderson e Nina Kitchen.

‘Sirens’: Bill Camp, de ‘Acima de Qualquer Suspeita’, se junta ao elenco da nova série da Netflix

De acordo com o Deadline, Bill Camp (‘Acima de Qualquer Suspeita’) entrou para o elenco da série ‘Sirens‘, que está sendo desenvolvida pela Netflix.

O ator interpretará Bruce DeWitt, o pai da Simone (Milly Alcock) e Devon (Meghann Fahy). Ex-militar da Marinha, ele nasceu e foi criado em Buffalo, e foi recentemente diagnosticado com demência. Orgulhoso, ele teme se tornar um fardo para as filhas.

O elenco ainda contará com Julianne Moore, Glenn Howerton, Kevin Bacon, Josh Segarra, Felix Solis, Trevor Salter, Britne Oldford, Lauren Weedman, Jenn Lyon, Erin Neufer e Emily Borromeo.

A minissérie é criada por Molly Smith Metzler (‘Maid’) e é baseada na peça também assinada por Metzler, Elemeno Pea.

Dani GorinTom AckerleyMargot Robbie entram como produtores, enquanto Nicole Kassell (‘Watchmen’) entra como diretora e produtora executiva.

A trama acompanha Devon (Fahy), que está preocupada com o relacionamento assustador de sua irmã Simone (Alcock) com sua nova chefe, a misteriosa socialite e ativista animal Michaela Kell (Moore). O estilo de vida cult e ultraluxuoso de Michaela é como uma droga para Simone, e Devon acha que é hora de uma intervenção. Quando Devon rastreia sua irmã para descobrir o que está acontecendo, ela subestima o que esperar quando se tem Michaela como inimiga.

Mais informações não foram reveladas.

Diretor revela em vídeo a criação dos efeitos PRÁTICOS do terror ‘Until Dawn’; Confira!

Para promover o lançamento do terror ‘Until Dawn – Noite de Terror‘ – que acontecerá no dia 24 de abril –, o diretor David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam’) compartilhou um novo vídeo explicando o processo de criação dos efeitos práticos do longa.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, um ano após o misterioso desaparecimento de sua irmã Melanie, Clover e seus amigos vão para o vale remoto onde ela desapareceu em busca de respostas. Explorando um centro de visitantes abandonado, eles se veem perseguidos por um assassino mascarado e são brutalmente assassinados… apenas para acordarem e se encontrarem de volta no início da mesma noite. Presos no vale, eles são forçados a reviver o pesadelo repetidamente – só que, cada vez, a ameaça assassina é diferente, cada uma mais aterrorizante que a anterior. Com a esperança diminuindo, o grupo logo percebe que tem um número limitado de mortes restantes, e a única maneira de escapar é sobreviver até o amanhecer.

David F. Sandberg, diretor de ‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘, comanda a adaptação.

O elenco conta com Ella Rubin (‘Uma Ideia de Você’), Maia Mitchell (‘Good Troube’), Michael Cimino (‘Com Amor, Victor’), Odessa A’zion (‘Hellraiser’), Ji-young Yoo (‘Expatriadas’), Belmont Cameli (‘Saved by the Bell’) e Peter Stormare (‘Constantine’).

No game ‘Until Dawn‘, os jogadores assumem o controle de um grupo de amigos que, em uma noite isolada em Blackwood Mountain, precisam lutar para sobreviver enquanto suas vidas são constantemente ameaçadas.

O jogo se destaca por seu sistema de “efeito borboleta”, no qual as escolhas feitas pelos jogadores influenciam diretamente o curso da história, podendo resultar em diferentes desfechos e consequências.

Esse tipo de mecânica, que é um dos maiores atrativos do jogo, seria difícil de ser implementado de forma satisfatória em uma adaptação cinematográfica.

O filme baseado no jogo, no entanto, tomará uma direção bastante diferente ao incorporar elementos de uma narrativa inspirada no conceito de ‘Feitiço do Tempo‘.

Ao invés de seguir a lógica original do jogo, onde os jogadores fazem escolhas para alterar o destino dos personagens, a versão cinematográfica propõe que, quando os amigos morrem, eles retornam para o início do dia, como se vivessem um loop temporal.

Cada vez que isso acontece, o filme os coloca em um novo cenário de terror, explorando diferentes subgêneros do gênero.

Essa abordagem, embora intrigante, se distorce bastante da essência do jogo, criando uma experiência que pouco ou nada tem a ver com o que os jogadores vivenciaram nas telas.

Vale destacar que, de acordo com o insider @Cryptic4KQual, pessoas que eram fãs do jogo e assistiram às exibições de teste do filme “não ficaram particularmente impressionadas com a adaptação, mas os novatos, que não tinham uma conexão prévia com o jogo, pareceram gostar muito mais do resultado”.   

Hey Joe

(Hey Joe)

 

Elenco:

James Franco
Giulia Ercolini
Francesco Di Napoli

 

Direção: Claudio Giovannesi

Gênero: Drama

Duração: 117 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 22 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

Em HEY JOE, Dean Barry, um veterano americano que teve um relacionamento com uma jovem napolitana durante a Segunda Guerra Mundial, retorna à Itália para conhecer seu filho. Dean deseja recuperar os 25 anos de ausência, mas seu filho é um homem criado na criminalidade, adotado por um chefão do contrabando, e não demonstra qualquer interesse no pai.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Claudio Giovannesi também assina o roteiro lado de Maurizio Braucci e Massimo Gaudioso;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Diretor de fotografia da Síria é impedido de entrar nos EUA para o Oscar 2017

O diretor de fotografia de 21 anos, Khaled Khateeb, foi impedido de entrar no território americano para prestigiar a premiação do Oscar, que acontece neste domingo (26).

Responsável pela fotografia do curta-documentário da Netflix indicado ao Oscar, ‘Os Capacetes Brancos’, ele teve sua entrada barrada pelo Departamento de Segurança Nacional por ser um cidadão da Síria, um dos sete países banidos pelo presidente Donald Trump.

Segundo a Associated Press, os oficiais americanos acharam “informações depreciativas”a respeito do jovem Khaled, antes de seu voo para Los Angeles que vinha de Istambul.

Os Capacetes Brancos’ é um documentário de apenas 40 minutos que aborda a Defesa Civil da Síria, também conhecida como “Capacetes Brancos”, responsável por ter salvo mais de 60 mil pessoas de prédios bombardeados durante a guerra no país. Atualmente George Clooney está trabalhando em uma adaptação inspirada no grupo.

‘Liga da Justiça’ deve encerrar jornada nas bilheterias com “apenas” U$ 675 milhões

O período de ‘Liga da Justiça‘ nos cinemas já está se encerrando e as expectativas nas bilheterias, segundo o Box Office Guru, é que a produção encerre seu tempo de exibição atingindo a marca de US$ 675 milhões ao redor do mundo.

Com uma abertura doméstica equivalente a US$ 93 milhões, a adaptação dos quadrinhos chegou a sua sexta semana nas telonas com o montante correspondente a U$ 219,5 milhõesnos Estados Unidos.

A popularidade do filme foi muito maior fora de seu país de origem, conseguindo conquistar US$ 416,5 milhões no mercado internacional, totalizando a grande marca de US$ 636 milhões.

Comparando com as demais produções do DCEU, ‘Liga da Justiça ainda permanecerá atrás de ‘Esquadrão Suicida‘ (US$ 745,6 milhões), ‘Mulher-Maravilha‘ (US$ 821,9 milhões) e ‘Batman V Superman: A Origem da Justiça‘ (US$ 873,3 milhões).

HILÁRIO! Kristen Bell lê tweets de Donald Trump como ‘Gossip Girl’; Assista!

Os infames tweets do presidente norte-americano Donald Trump ganharam uma versão hilária e divertida, pela voz da atriz Kristen Bell.

A protagonista de ‘The Good Place é quem emprestou sua voz para narrar a popular série ‘Gossip Girl‘, no papel homônimo.

E seguindo a mesma marcante tonalidade, ela foi convidada para interpretar as publicações do presidente, como se tudo não passasse de mais uma fofoca da Gossip Girl.

Confira o resultado:

Crítica | Dois Papas – Fernando Meirelles encanta em comédia eclesiástica da Netflix

Filme Assistido durante o Festival de Toronto 2019

O peso da batina vem sempre acompanhado por diversos silogismos. Dogmas religiosos, posturas ritualísticas, maneirismos e burocracias que revelam um enorme distanciamento entre a mais alta cúpula do catolicismo e os seus fiéis. O Vaticano consolidou sua histórica trajetória como uma instituição imponente, observada avidamente e por diversas vezes intocável. Seus líderes – equivocadamente – permanecem como figuras santificadas e até mesmo impalpáveis diante dos seus e dos de fora. Mas Fernando Meirelles decide quebrar o silêncio abafado pelos cantos líricos que ecoam em sua suntuosa e ostensiva estrutura em Dois Papas, uma cinebiografia que faz da comédia o sabor ideal para um conto que é mais identificável do que poderia se esperar.

A troca entre papados foi amplamente televisionada e um tanto polêmica à sua época. O mundo viu o Papa Bento VXI abdicar da sua jornada vitalícia, entregando a responsabilidade nas mãos de uma figura pouco conhecida, mas que já possuía sua própria popularidade. Papa Francisco, de origem latina, assumia a responsabilidade em fevereiro de 2013, iniciando uma jornada bem avessa ao que já havíamos visto dentro do Vaticano. Mas as motivações, os dissabores, os questionamentos e as dúvidas que cercaram todo esse contexto permaneciam enclausuradas em um ambiente secreto, distante dos olhos e mentes curiosas da sociedade. E em Dois Papas, esse pequeno segredo é revelado ao público, mostrando – de maneira leve e cômica – as entranhas que toda essa atmosfera ritualística papal resguarda em si. Como um convite inesperado e inadvertido, somos convocados a entrar no Vaticano e especular aquelas conversas de bastidores que sempre despertou a curiosidade em tantos.

E aqui, o longa dirigido pelo brasileiro e roteirizado por Anthony McCarten – como uma adaptação de sua própria peça homônima, nos leva a conhecer a peculiar dinâmica relacional de duas figuras religiosas sempre tão cercadas por estigmas e simbolismos. Desmitificando ambos os papas, a produção os despe diante da audiência, por meio de diálogos desconfortáveis e irreverentes, que são cercados por um humor doce, sutil e dignamente eclesiástico, por razões óbvias. Ao apresentá-los como duas pessoas que, em sua essência, buscam entender e fazer a vontade de Deus, Dois Papas faz o serviço que o próprio Vaticano insistentemente não quer desempenhar, ao continuar apresentando suas figuras religiosas como arquétipos imaculados acima de qualquer suspeita, dignas de reverência e, naturalmente, longe da realidade.

E ao retirar Francisco e Bento dessa pesada áurea mítica e mitológica, Meirelles conquista a audiência com facilidade, despertando um interesse particularmente incalculado pela narrativa, que ainda é capaz de permanecer na neutralidade, sem preferências religiosas. Com uma trilha sonora original que emana o lirismo do catolicismo, o cineasta ainda faz um divertido contraste musical que extrai risos leves, transformando hits da cultura POP em versões romantizadas e eclesiásticas. Aqui, o clássico da Disco Music, Dancing Queen (Abba) ganha uma releitura delicada e quase teatral, ajudando a compor o tom do humor da trama. Ao seu lado, Blackbird, do Beatles, e a nova queridinha italiana, Bella Ciao, também são repaginadas ao compasso da trama com viés clerical, garantindo uma percepção incrivelmente apurada do roteiro, solidificando seus protagonistas como – eventualmente – duas figuras estranhamente identificáveis.

A harmonia da narrativa se torna completa pela excepcional caracterização dos veteranos Jonathan Pryce e Anthony Hopkins. Na pele dos papas Francisco e Bento XVI, respectivamente, eles entregam atuações sublimes e pontuais, que se assemelham com brilhantismo às figuras reais que encaram nas telonas. Do porte físico ao timbre da voz, os atores são a combinação perfeita de Dois Papas e divertem o público com a excentricidade de suas linguagens corporais, de seus maneirismos e até mesmo de suas personalidades, regadas das tradições de seus próprios países de origem. Sob um roteiro bem escrito e uma direção que explora as extremidades dos ângulos, ambos os astros se entregam em seus papéis, demonstram o quão à vontade estão na batina e conquistam o público, que ainda corre o risco de devanear na peculiar amizade que as consequências da vida proporcionaram entre os dois.

Promovendo uma experiência que beira uma espiada de canto por trás dos pilares de mármore, Fernando Meirelles domina a direção da cinebiografia com maestria, explora a beleza plástica do Vaticano em suas tomadas e sabe exatamente quando entrar com o humor, adocicando-o com pitadas dramáticas, que só acrescentam e dão equilíbrio para a trama. De uma leveza impressionante, Dois Papas é a combinação perfeita de uma história bem condensada e de uma primorosa comédia inocente, que tantas vezes se perde nos cinemas em vulgaridades e piadas de mal gosto. Inesperadamente divertido, o novo filme da Netflix é aquele que vai unir famílias no sofá, independente de suas percepções religiosas.

Jim Carrey está IRRECONHECÍVEL como Joe Biden em novo quadro do Saturday Night Live; Confira!

O astro Jim Carrey está irreconhecível em seu novo trabalho, para o aclamado e popular programa de sketches cômicos, Saturday Night Live.

O comediante dará vida ao ex-presidente dos Estados Unidos e candidato do partido Democrata, Joe Biden.

Ele formará uma dupla dinâmica ao lado de Maya Rudolph, que retorna para a temporada 46 com novos sketches como Kamala Harris.

O novo vídeo divulgado pelo SNL traz astros se transformando em ambos os politicos.

Confira a imagem, seguido pelo vídeo de anúncio com o visual dos atores:

“Senhoras e senhores… Joe Biden e Kamala Harris”. 


 

 

‘House of the Dragon’: Série derivada de ‘Game of Thrones’ ganha teaser LEGENDADO; Confira!

A HBO Brasil divulgou a versão legendada do teaser da aguardada série pré-sequência de Game of Thrones, intitulada House of the Dragon.

No vídeo promocional, o amado e disputado Trono de Ferro está de volta, em meio à muitas tensões e uma poderosa dinastia que pretende manter o seu poder a todo custo.

Assista ao teaser:

Recentemente, sete novos membros foram confirmados no elenco: Graham McTavish (‘O Hobbit’, ‘Aquaman’), Gavin Spokes (‘Brexit’), Matthew Needham (‘Chernobyl’), Bill Paterson (‘Fleabag’), Ryan Corr (‘Holding the Man’), Jefferson Hall (‘Devs’) e David Horovitch (‘A Freira’).

O elenco também conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

House of the Dragon‘ tem estreia prevista para o ano que vem na HBO.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e seguirá os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A Guerra dos Tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

‘Extermínio: A Evolução’ surpreende com 95% de aprovação e selo Fresh no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Extermínio: A Evolução‘ é um dos longas mais aguardados de 2025 e marca o retorno da aclamada franquia de zumbis após 28 anos desde seu último filme.

E a crítica especializada pôde conferir a sequência em primeira mão antes de sua estreia e as principais avaliações já estão entre nós. Abrindo com 95% de aprovação no Rotten Tomattoes, a partir de 85 avaliações, a produção já conquistou o selo “fresh” que indica sua alta qualidade.

E segundo o consenso geral, o filme foi elogiado pela profundidade narrativa e pela perspicaz direção de Danny Boyle, que amplifica as temáticas de ‘Extermínio‘, observando o contexto sociocultural atual.

extermínio a evolução
extermínio a evolução

Algumas avaliações ainda salientam que a continuação é um dos melhores filmes do subgênero e ainda abre margem para uma expansão da franquia.

Confira as principais avaliações:

“Uma ótima série de zumbis se recusa a morrer.”. – Matt Singer, ScreenCrush

“Este é um filme sobre amadurecimento excepcionalmente comovente, considerando a quantidade de medulas espinhais que são arrancadas dos corpos”. – Jake Coyle, Associated Press

Boyle reinventa o filme de zumbi como uma instalação de pop art sangrenta”. – Philip De Semlyen, Time Out

“Sombrio e estranho, ‘Extermínio: A Evolução‘ encontra Boyle mais uma vez seguindo os ritmos irregulares de seu cérebro”. – Richard Lawson, Vanity Fair

“Como o início de uma nova trilogia para a franquia, é uma entrada promissora que sinaliza uma abordagem diferente para um subgênero desgastado”. – Alejandra Martinez, Austin Chronicle

“Um dos filmes de terror mais ricos dos últimos tempos”. – Jordan Hoffman, Entertainment Weekly

“Uma aventura arrebatadora repleta de pavor e admiração, há um classicismo macabro no filme — uma sensação de que, mesmo que a vida como a conhecemos desmorone, alguns elementos essenciais perseveram”. – Jacob Oller, AV Club

“É o médico gentilmente patrício e com sotaque forte de Fiennes que dá a ‘Extermíno: A Evolução‘ sua dor persistente e kiplingiana” – Robbie Collin, Daily Telegraph (UK)

“Normalmente, buscamos entretenimento cheio de adrenalina para a catarse. O reboot emocionante de Boyle também oferece esclarecimento”. – Peter Debruge, Variety

“‘Extermínio: A Evolução‘ tenta superar o filme original e acompanhar a cultura em geral, mas, em vez disso, fica lentamente para trás”. – Rafer Guzman, Newsday

Extermíno: A Evolução‘ estreia nos cinemas nesta quinta-feira (21) e deve arrecadar entre US$ 28 milhões e US$ 30 milhões no final de semana de estreia nos Estados Unidos — números promissores que indicam o apetite do público por mais uma dose de terror com assinatura autoral.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de Jodie Comer, o elenco conta com Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’), Ralph Fiennes (‘O Menu’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).

Extermínio: A Evolução’ foi escrito por Alex Garland e conta, mais uma vez, com a direção de Danny Boyle.

Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.

Slender Man: Pesadelo Sem Rosto

(Slender Man)

 

Elenco:

Joey King

Julia Goldani Telles

Annalise Basso

Jaz Sinclair

Javier Botet

Direção: Sylvain White

Gênero: Terror

Duração: 90 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 6 milhões

Estreia: 23 de Agosto de 2018

Sinopse:

As amigas Wren, Hallie, Chloe e Katie levam uma vida entediante no colégio. Quando ouvem falar em um monstro chamado Slender Man, elas decidem invocá-lo por meio de um vídeo na Internet. A brincadeira se transforma em um perigo real quando todas começam a ter pesadelos e visões do homem se rosto, com vários braços, capaz de fazer as suas vítimas alucinarem. Um dia, Katie desaparece sem deixar pistas, cabendo às três amigas fazerem a sua própria busca, enfrentando a criatura.

Slender Man: Pesadelo Sem Rosto‘  é baseado na lenda do Slender Man – O Homem Esguio, famosa na internet, criado por Victor Surge.

Crítica | Slender Man: Pesadelo Sem Rosto – Polêmico terror capricha nos sustos (Nota: 5.0)

Crítica em Vídeo:

 

Curiosidades: 

» ‘Slender Man’: A história REAL das meninas que esfaquearam a amiga por causa da lenda

» EXCLUSIVO! ‘Slender Man’: As cenas MAIS VIOLENTAS foram retiradas do filme

» EXCLUSIVO! ‘Slender Man’: Joey King fala sobre cinema que se recusou a exibir o terror

» O elenco é de matar! Foram confirmadas como protagonistas as jovens Joey King, de ‘Invocação do Mal‘, e Annalise Basso, de ‘Ouija – Origem do Mal‘.

» A Screen Gems é responsável por grandes filmes de terror, como ‘O Exorcismo de Emily Rose‘, ‘O Albergue‘, ‘Anjos da Noite‘ e ‘Resident Evil‘.

» Baseado na famosa lenda da internet, o Slender Man;

» O criador da lenda, Victor Surge, escreve o roteiro do filme;

Trailer:

 Cartazes:

Fotos:

 

 

‘Han Solo: Uma História Star Wars’ ganha trailer recriado em LEGO; Assista!

Han Solo: Uma História Star Wars ganhou uma nova versão do trailer oficial, recriada pelo LEGO. Assista:

Confira a crítica do Pablo BazarelloCrítica | Han Solo: Uma História Star Wars – Ser ou fazer Han Solo não é para qualquer um

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody HarrelsonEmilia Clarke (de ‘Game of Thrones’), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

Venda concluída! Confira quais franquias da Fox foram para a Disney

A fusão entre a Disney e a 21st Century Fox está oficialmente concluída.

O maior e mais relevante acordo na história de Hollywood tornou-se oficial à 00h02 desta quarta-feira, confirmou a própria 21st Century Fox.

O prazo tinha sido antecipado na semana passada para que os acionistas da 21st Century Fox escolhessem a quantidade de dinheiro e ações da Disney que querim receber no âmbito da fusão.

Mas a pergunta que todos fazem agora é: o que isso significa? Que a Disney se tornou a maior potência do entretenimento atual, oras. Como se fosse pouco ter em seu poder a Marvel Studios – e em seu acervo personagens extremamente lucrativos, vide Homem de Ferro, Capitão América e os Guardiões da Galáxia – e a Lucasfilm – que dá direito ao estúdio do Mickey sobre propriedades como a franquia Star Wars e Indiana Jones (me surpreende até o momento não terem tirado este segundo do chão ainda), a Disney possui agora toda a biblioteca de cinema da 20th Century Fox e igualmente seus derivados na TV, no braço de animação e no cinema independente (este que sempre emplaca na época de premiação).

Vale lembrar também que mesmo antes de todas essas aquisições, a Disney já era uma potência quase imbatível. Dona da Pixar – que todo ano catapulta suas animações entre as maiores bilheterias dos cinemas – e de franquias como Piratas do Caribe. Além disso, outro filão recém-conquistado pelo clássico estúdio são as versões em live action de suas animações. Tudo começou com Malévola (2014) e daí seguiram Cinderela (2015), Mogli – O Menino Lobo (2016) e A Bela e a Fera (2017). E uma verdadeira enxurrada começa em 2019, com O Rei Leão, Dumbo e Aladdin atingindo os cinemas no mesmo ano.

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O fato só dificulta ainda mais a vida dos outros estúdios, que lutam aos tropeços para conseguir emplacar suas franquias. Esse ano, por exemplo, tivemos grandes escorregadas da Paramount (Transformers: O Último Cavaleiro, Baywatch e Ghost in the Shell: A Vigilante do Amanhã), Universal (A Múmia e Boneco de Neve) e Warner (Liga da Justiça), com muitas franquias em potencial desperdiçadas graças à falta de qualidade de seus filmes. A Disney parece estar mais em controle e em sintonia com seu público, entregando exatamente o que ele quer. E mesmo quando não acerta em cheio o alvo, não é o caso de um erro astronômico. A Sony também estaria nessa lista, mas se bandeou para o lado da Disney, e com ela fechou um lucrativo acordo para fazer uma de suas maiores franquias funcionar, como eles mesmos não estavam conseguindo. Trata-se do Homem-Aranha, que este ano ganhou filme o solo De Volta ao Lar  já dentro desta parceria.

Pensando na nova propriedade da Disney, que está se tornando um verdadeiro monopólio do entretenimento, resolvemos apresentar para você alguns dos recém-adquiridos bens do estúdio, antes considerado uma empresa infantil e que agora está em seu caminho para dominar o mundo. Estas são as aquisições mais quentes da Fox que vão parar nas mãos da Disney.

X-Men

O universo X nos quadrinhos é basicamente tão grande e relevante quanto a própria Marvel em si. E no terreno do audiovisual seguia pelo mesmo caminho. A franquia X-Men é atualmente uma das propriedades mais quentes da Fox. Bem, o primeiro pensamento que chega à mente uma vez o Universo X estando nas mãos da Disney é que agora o estúdio possui todos os grandes personagens da Marvel reunidos numa única casa. Homem-Aranha e X-Men eram os últimos que faltavam – e eram dois dos mais populares. Ah, sim, Quarteto Fantástico também – e voltaremos a este tópico.

Podemos esperar a inclusão dos mutantes já a partir da fase 4 dos filmes da Marvel. Não acredito que filmes como Homem-Formiga e a Vespa (2018), Capitã Marvel (2019) e o vindouro Vingadores 4 (2019), ainda sem título oficial, irão fazer uso dos personagens. Ao mesmo tempo, ano que vem estão para ser lançados X-Men: Fênix Negra, quarto da franquia iniciada em 2011 com Primeira Classe, e o derivado de terror X-Men: Novos Mutantes. O resultado de tais filmes irá ditar qual caminho o estúdio seguirá. Pensando pelo aspecto de que a Disney não curte muito deixar suas aquisições na geladeira (veja o que ela fez com Star Wars, que tem lançado um filme por ano), e que Hugh Jackman se aposentou como o popular Wolverine depois de Logan, lançado este ano, espere uma nova escalação para o personagem em breve. Ou melhor ainda, Jackman havia dito que desistiria da aposentadoria se fosse para entrar no elenco do próximo Vingadores. Bem, agora isso é uma possibilidade.

Fora isso, temos também as séries de TV derivadas desta franquia, como The Gifted e Legion.

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Deadpool

Uma das maiores preocupações dos fãs em relação a esta bilionária compra, é se a Disney irá embarreirar produções como Deadpool e Logan, que recentemente conquistaram o direito de uma censura alta, tão almejada pelos fãs do gênero, incluindo violência gráfica extrema, muito palavrão e – a parte que ainda está devendo – nudez. Não acredito que Disney irá reverter esse quadro. É só lembrar que o estúdio tem suas subdivisões e que os filmes iniciais de Quentin Tarantino, por exemplo, vide Pulp Fiction e Jackie Brown, foram lançados enquanto a Miramax estava de posse do estúdio. Então, acredito que como sábia que é, a empresa não mexerá neste time que está ganhando, e continuaremos a receber super-heróis de censura alta. Agora, talvez até com mais frequência.

Avatar

Há muitos anos desenvolvendo as continuações de sua saga espacial, James Cameron talvez tenha o incentivo que precise agora para tirar do papel suas tão almejadas sequências. Seja como for, Avatar 2 já está confirmado para estrear no dia 18 de Dezembro de 2020, com a volta do elenco original, e Kate Winslet (quem Cameron jogou ao estrelato em Titanic) num dos papeis principais.

Alien

A franquia Alien não vai bem das pernas, com os últimos exemplares Prometheus (2012) e Alien: Covenant (2017), dirigidos por Ridley Scott. Como igualmente é uma das propriedades mais valiosas da casa, a Disney pode dar uma mexida estruturalmente, e fazer a coisa funcionar. Talvez sem Scott e seus devaneios existencialistas de boteco. Queremos ver são os xenomorfos em toda a sua glória e não histórias enfadonhas sobre criação de androides. Quem sabe agora sai do papel o filme colocado na geladeira de Neill Blomkamp, que continuaria os eventos de Aliens – O Resgate (1986), eliminando assim todos os equívocos desta franquia. Scott poderia servir apenas de produtor.

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Quarteto Fantástico

Eu disse que voltaria a este tópico. Quarteto Fantástico foi a primeira superequipe da Marvel nos quadrinhos e a resposta da editora para a Liga da Justiça, da rival DC, acredite! No terreno do audiovisual, esta super família, extremamente popular nos quadrinhos, nunca teve grande sorte. Na década de 1990, um filme lançado por Roger Corman, apenas para não se perder os direitos sobre os personagens foi feito – reparem que eu não disse foi lançado, porque de fato não foi, assim se tornando uma lenda. As séries em animação dos personagens igualmente não se mostraram populares. Em meados da década passada, em 2005 e 2007, duas produções cinematográficas foram feitas com os heróis, de teor mais leve, cômico e indicado para toda a família. Em 2015, a propriedade era reinventada, com um tom mais sombrio e apelo de ficção científica, resultando num dos filmes mais desastrosos de anos recentes. A Fox então planejava um crossover dos heróis com os mutantes de X-Men. Ideia esta que a Disney agora poderá levar a fundo, além de misturá-los também com os personagens já em sua posse. Resta saber se o estúdio irá manter os atores da última adaptação. Meu pensamento é: não! Creio que a opção da Disney será recomeçar, com um novo elenco, assim como fez com o Homem-Aranha. E assim como o herói aracnídeo, a primeira aparição do Quarteto em terras de Marvel não precisará ser uma história de origem.

Predador e Planeta dos Macacos

A Fox é o estúdio retentor de mais criaturas lucrativas dentre todos os estúdios. E aqui estão mais dois, prestes a cair nas mãos da Disney. Enquanto a franquia Planeta dos Macacos foi revitalizada com esta trilogia recente que deu muito certo, e recebeu inúmeros elogios da imprensa especializada, ninguém acredita que está nos planos do novo estúdio simplesmente aposentá-la. Assim imaginamos que em breve, de uma forma ou de outra, veremos novas aventuras símias, mesmo sem Caesar e companhia. Já o Predador está com filme novo em fase de pós-produção para o lançamento em Agosto de 2018, com Shane Black na direção. O resultado do longa definirá continuações. A verdade é que a Disney com seu toque de midas faria até mesmo um novo Alien VS. Predador dar certo.

Os Simpsons e Arquivo X

Duas das séries televisivas da Fox são as mais icônicas de todos os tempos – ou as duas mais icônicas – e serão colocados em bom uso pela Disney, ninguém duvida. Os Simpsons, animação famosíssima da família amarela, está em cartaz desde 1989. Pois é. É a produção audiovisual mais duradoura da história. E se não parou até agora, não será nas mãos da Disney que irá para escanteio. Arquivo X, série de suspense e ficção científica iniciada em 1993, havia fechado as portas em 2002. Portas essas reabertas ano passado, com a décima temporada tardia, que trouxe de volta os protagonistas originais David Duchovny e Gillian Anderson. A décima primeira temporada é prometida para ano que vem. Arquivo X está entre as melhores séries de todos os tempos na opinião dos fãs.

Uma Noite no Museu e Kingsman

Franquias recentes da FOX que se mostraram extremamente lucrativas são Uma Noite no Museu e Kingsman. A primeira embora não faça muito a cabeça dos críticos, por seu teor bem infantilizado e com apelo apenas a crianças pequenas, é totalmente a praia da casa do Mickey, e o estúdio poderá certamente reinventá-la ou seguir para um quarto episódio, com o próprio Ben Stiller. A esta altura não imaginaria o motivo do ator querer sair da mira deste gordo contracheque, que provavelmente irá garantir-lhe um novo apartamento. Já Kingsman, mais subversivo e visceral, atingiu status cult em 2015, com o lançamento do original. O segundo, seguiu a mesma batida. De fato, foi tão semelhante que se tornou quase uma refilmagem. Seja como for, existe muito potencial ainda para ser totalmente abandonada.

A compra garantiu ainda para a Disney franquias como Duro de Matar, Alvin e os Esquilos, Doutor Dolittle, Esqueceram de Mim, A Era do Gelo, Rio, Percy Jackson e Maze Runner, entre outras.

E você, o que acha desta aquisição da Disney? Qual franquia gostaria de ver primeira transformada pela casa do Mickey? Ansioso pela junção de X-Men e Quarteto Fantástico com Os Vingadores? Comente!

Diretor de ‘A Cidade dos Piratas’, Otto Guerra fala da dificuldade de adaptar a obra da Laerte [EXCLUSIVO]

Em cartaz nos cinemas com o longa de animação ‘A Cidade dos Piratas’, baseado nas tirinhas da cartunista Laerte Coutinho, o diretor Otto Guerra conversou com exclusividade com o CinePOP sobre como ele conseguiu perlaborar os personagens ultrapassados dos anos 80 e fazê-los dialogar com a contemporaneidade.

Diante da dificuldade de fazer esses personagens atravessarem quase quarenta anos no tempo, o diretor comenta que “houve uma grande evolução nesse período, dos anos 80 pra cá. Muita coisa melhorou, muita coisa piorou. Mas o trabalho da Laerte também. Por exemplo, o trabalho mais recente dela tem essa coisa existencialista, ela deu um upgrade, digamos, no universo dos quadrinhos. Ela passou a fazer um trabalho mais complexo né, bem mais complexo. Às vezes até bem hermético também, mais fechado. Mas eu adoro os quadrinhos da Laerte da época dos Piratas, Chiclete com Banana, Piratas do Tietê. O Glauco era um dos amigos, um dos geniais. Eu acho que o trabalho da Laerte evoluiu muito, e eu acabei preferindo colocar os Piratas junto com essa nova Laerte que surgiu. E foi bem difícil, com o processo do filme em andamento, a gente conseguir trazer esse universo novo depois de escrever o roteiro durante muitos anos. E ainda por cima sobre os Piratas né. Misturar o universo antigo com os Piratas. Eu gostei muito do resultado.”

Mas nem tudo foram flores durante a elaboração do projeto, e, com tantas mudanças na sociedade, vieram as dificuldades. Mesmo assim, Otto reflete: “É, a Laerte é uma visionária. Tem várias coisas ali. Não só essa coisa do “politicamente correto”. Mas o que mais me impressionou nessa história toda da Laerte, e nesse filme, foi o ódio. O político armazenar esse excesso de ódio… isso em 2007. Como é que a gente podia imaginar que o ódio ia ser uma coisa tão grande no Brasil, assim como está, o ódio uns pelos outros, as famílias. Então, é uma coisa incrível a Laerte. Parece que ela tem um radar ligado, assim, no que ia acontecer né.”

Em entrevista aqui no CinePop, Laerte comentou que não tinha planos de participar diretamente do filme, a princípio, mas acabou aparecendo. Sobre essa mudança, Otto comenta que “ela é muito generosa. E profissional também. Ela não queria, dizia que era uma pessoa desinteressante… Só não é interessante quem é interessante né, pelo amor de Deus. Então, ela colaborou de forma espontânea, muito solícita, generosa. Ela confiou na gente. E mesmo não querendo aparecer, ela gravou as cenas bem, não tava de má vontade. E acabou colaborando mesmo. Na real, eu tava até com medo de ela acabar não gostando. Ela viu o filme depois, me beijou lá. Ela viu a primeira vez lá na Mostra de cinema, no ano passado. E aí eu fiquei muito aliviado que ela gostou. E, nossa! Tirei uma tonelada das minhas costas. Os personagens são como filhos né, então…”

Depois de finalmente estrear com a adaptação ‘A Cidade dos Piratas’ nos cinemas e enfrentar tantas e inúmeras dificuldades, Otto Guerra promete que não vai parar tão cedo e, em breve, os fãs de quadrinhos poderão conferir mais novidades tanto no cinema quanto na tv aberta. O diretor conta, com exclusividade ao CinePop, que “está fazendo uma série, também, pro canal Brasil, chamada ‘Rock e Hudson e os Cowboys Gays’, do Adão. Estamos terminando a série agora. São 13 episódios. Nós vamos entregar agora, era para ser esse mês, atrasou um mês, acho que só estreia no ano que vem, eu acho. Não sei. Mas já tá pronto. Falta só terminar o último episódio e vamos entregar esse mês de novembro agora a série. E estamos produzindo o ‘Filho da Puta’, que é um longa que a gente já aprovou antes dessa entrada da Ancine aí de censura prévia né. O ‘Filho da Puta’ é a história de um menino que é um filho em um bordel lá no interior do sertão, que quer conhecer o pai. É uma história muito legal, muito… É o roteiro de uma baiana que mora em Madri chamada Carla Guimarães. É o clássico jornada do herói. Um roteiro muito bom. E vamos partir para o mundo infantil, finalmente. A Otto [Desenhos Animados, produtora dele] queria que eu fizesse filmes para crianças. Estamos fazendo um longa chamado ‘Joe e o Capitão da Guarda’, que é uma princesa que quer ser o capitão da guarda né. Também tem esse mote aí da questão de gênero né, mas infantil, uma história para criança. Estou pensando. Minha vida tem tantas coisas acontecendo… Agora mesmo eu fechei com a produção de um piloto de uma série, estamos fazendo também quatro, cinco núcleos criativos, que é uma… Que são um longa mais quatro séries, para desenvolver os roteiros né.”

Pelo o que podemos ver, ainda teremos muita adaptação de quadrinhos e de animação brasileira pelos próximos meses, então, fiquem ligados aqui no CinePop para mais novidades!

‘Black Mirror: Bandersnatch’: Roteirista usou códigos de videogame na produção do roteiro

O filme interativo da NetflixBlack Mirror: Bandersnatch‘, tem por volta de cinco finais disponíveis e que, dependendo das escolhas do espectador, a duração é impactada significativamente.

No processo da escrita do roteiro, o criador da série, Charlie Brooker, revelou que usou códigos de videogame para conseguir se organizar entre as diversas escolhas que o filme oferece ao espectador. A programação utilizada foi a Twine:

“É a única coisa que eu utilizei para fazer o tratamento da história funcionar. Sempre que eu tinha ideias, eu as colocava em uma caixa e tentava movê-las. É como fazer uma grande colcha de retalhos.”

Além disso, em conversa com a Variety confirmou o número de finais:

“Há muito que nós podemos fazer, mais do que a TV linear. Nós quisemos que os espectadores tenham escolhas bem-sucedidas desde o começo. São por volta de cinco finais. O filme tem bilhões de possibilidades”.

A média de duração do filme é de 90 minutos, sendo a versão mais curta contando apenas com 40 minutos.

Além disso, a publicação afirma que isso gera um bilhão de possibilidades para o desenvolvimento da trama. Somando todas as possibilidades, o longa terá mais de 5 horas de duração, mas o espectador só verá em torno de duas horas de filme – dependendo o destino que ele decidir para a trama.

A narrativa é construída para evitar que os espectadores se afastem da história real e sejam pegos em um loop desnecessário. Se você chegar a um ponto em que você não está mais conectado à história real de Bandersnatch, o filme dará ao seu personagem uma opção para essencialmente fazer alguma coisa, permitindo que você dê um passo ou dois de volta e vá em uma direção diferente.

Com essas ferramentas exclusivas de contar histórias, pode não estar disponível em todos os dispositivos. Algumas smart TVs mais antigas com aplicativos da Netflix não serão atualizadas para o filme devido aos requisitos de pré-visualização. Você também não poderá assistir ao Bandersnatch usando o Google Chrome ou o Apple TV, por motivos técnicos.

O longa já está disponível na Netflix:

Confira o trailer:

Dirigido por David Slade, os espectadores poderão fazer algumas escolhas chave para o protagonista, determinando o destino do personagem.

Na trama, enquanto adapta um romance de fantasia para videogame em 1984, um jovem programador começa a questionar o próprio conceito de realidade e acaba enfrentando um desafio alucinante. Bem-vindo de volta.

‘The Ballad of Richard Jewell’: Sam Rockwell está em negociações para estrelar novo filme de Clint Eastwood

Segundo o site VarietySam Rockwell está em negociações finais para estrelar o próximo drama de Clint Eastwood‘The Ballad of Richard Jewell’. O ator é conhecido por seus papéis em ‘À Espera de um Milagre’ e, mais recentemente, Três Anúncios para um Crime.

O longa, sob tutela da Fox desde 2014, agora será produzido pela Warner. Bros, com Eastwood responsável pela direção, e Jonah Hill e Leonardo DiCaprio como produtores, ambos anteriormente presentes no elenco.

O filme será uma adaptação do artigo “American Nightmare: The Ballad of Richard Jewell”, publicado por Marie Brenner na revista Vanity Fair, em 1997, e acompanha a história real de Richard Jewell, um segurança identificado pela mídia como possível suspeito do atentado nas Olimpíadas de 1996 em Atlanta. Na época, Jewell descobriu uma mochila suspeita no complexo olímpico e evacuou a área, no entanto, uma pessoa morreu e algumas ficaram feridas. Apesar de inicialmente considerado herói, Jewell foi acusado pelo ataque. Mesmo após o FBI ter descartado sua culpa, Jewell nunca se recuperou totalmente, morrendo décadas depois de um ataque cardíaco, aos 44 anos.