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Festival de Palm Springs é CANCELADO em virtude do aumento de casos de COVID-19 nos EUA

PALM SPRINGS, CA - JANUARY 04: A general view of atmosphere at a screening of "Miss Fisher and the Crypt of Tears" at the 31st Annual Palm Springs International Film Festival on January 4, 2020 in Palm Springs, California. (Photo by Vivien Killilea/Getty Images for Palm Springs International Film Festival )

Pelo segundo ano consecutivo, o Palm Springs International Film Festival foi cancelado, em virtude dos aumentos de casos de COVID-19 nos EUA.

A informação foi revelada pelos organizadores, por meio de um comunicado oficial emitido na última quarta-feira (29).

O evento estava originalmente agendado para acontecer entre os dia 07 e 17 de janeiro. O cancelamento chega logo após a decisão de suspender o Palm Springs Film Awards, que estava anteriormente agendado para o dia 06 do mesmo mês.

Pelo comunicado, os organizadores lamentaram o cancelamento:

“Após uma consideração cuidadosa, a Film Society acredita que esta é a decisão mais responsável, por garantir a segurança de nossos patrocinadores, cineastas e equipe. Aqueles que compraram ingressos e credenciais para o festival receberão um reembolso. Para a maioria, o reembolso será devolvido no método original de pagamento. Como você, amamos o cinema e acreditamos que ele tem o poder de mudar mentes e vidas e nos aproximar. Estamos profundamente tristes por não podermos fazer isso fisicamente em Palm Springs, mas sabemos que teremos outra chance. Acreditamos fortemente na experiência compartilhada de assistir a filmes nos cinemas e não montaremos uma alternativa virtual”. 

O Festival de Palm Springs é conhecido por inaugurar a temporada de festivais ao redor do mundo e é também um dos mais prestigiados da indústria cinematográfica.

O evento é direcionado para a divulgação e promoção do cinema independente e é gerido pela Palm Springs International Film Society, que também gere o Palm Springs International Shortfest. O evento é assistido para selecionar os candidatos ao Oscar de melhor filme estrangeiro.

Dentre os filmes que já passaram pelo festival está o aclamado ‘Cidade de Deus‘, de Fernando Meirelles.

‘Kitz’: Nova série alemã de suspense estreia na Netflix

A nova série alemã de suspense, intitulada Kitz, já está disponível na Netflix. A produção teen teve a sua estreia nesta quinta-feira (30) na grade de programação.

Na trama, buscando vingança contra a garota que considera responsável pela morte do seu irmão, uma garçonete se infiltra no reluzente mundo dos adolescentes ricos.

Confira o trailer:

Ben Felipe, Bless Amada, Felix Mayr, Valerie Huber e Zoran Pingel estrelam a produção.

10 Filmes de Terror ASSUSTADORES para Você assistir nos streamings

Quer curtir a Sexta-Feira 13 passando medo? Então segue as nossas dicas de Filmes de Terror incríveis para você assistir em streamings, como Netflix e Hbo Max.

Confira:

#1. Trilogia “Rua do Medo” (Netflix)

Há um mês disponível na Netflix, os três filmes são adaptações dos livros de R.L. Stine (o autor de “Goosebumps”), que brincam com os clichês do gênero. Cheio de referências, os aficionados perceberão cenas que remetem a filmes como “Pânico” (Scream), “Sexta-feira 13” (Friday 13th), “O Iluminado” entre outros. A linha narrativa une três passagens temporais que conectam a maldição da bruxa Sarah Fier, cada uma contando um pouco da história que remonta um mal que atravessa gerações. O primeiro filme “Rua do Medo 1994” (Fear Street 1994) já começa com uma morte no shopping que traz à memória “Madrugada dos Mortos” e “Pânico”. A fictícia Shadyside é assolada por possessões e mortes de jovens em série, mas parar quebrar a maldição é necessário retomar os eventos que levam a “Rua do Medo 1978” (Fear Street 1978) que faz do acampamento Nightwing uma réplica de Crystal Lake, centrado na personagem Ziggy, papel de Sadie Sink, uma das jovens estrelas de “Stranger Things”. Depois e um violento desfecho, as pontas soltas são reunidas em “Rua do Medo 1666”, que não disfarça seu clima de “A Bruxa” à medida que passado e presente convergem. Interessante, os três filmes são carregados de clichês, mas a falta de originalidade não impede a diversão.

 

#2 Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio. (HBO MAX)

Depois de dois filmes de sucesso, lançados em 2013 e 2016, o casal Ed (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga) retornam para esse terceiro embate com as forças do mal, igualmente baseada em casos documentados. Lançado em junho, o filme dirigido por Michael Chaves (O mesmo de “A Maldição da Chorona”) consegue ser muito movimentado e mantem o nível bem próximo aos filmes dirigidos por James Wan. Se considerado como parte de um mesmo universo onde se passam as histórias dos filmes de “Annabelle”, “A Freira” e “A Maldição da Chorona”, este seria o oitavo filme da franquia, que tenta não ficar restrito ao rótulo de história de casa mal-assombrada, levando à ação para outros cenários como uma densa floresta ou um escuro presídio onde um demônio avança seu domínio, um caso que de fato chegou aos tribunais em 1981.

 

#3 Hereditário (Amazon Prime Video)

Toni Collette em ‘Hereditário’ (2018)

Quando estreou no Festival de Sundance em 2018; o filme, escrito e dirigido por Ari Ester, mostra a misteriosa família Graham, reunida após a morte da matriarca, quando sua presença parece um fantasma a assombrar todos, em especial a pequena Charlie. A narrativa é criativa ao transformar a atmosfera de luto em terror psicológico, e que faz lembrar o clássico “O bebê de Rosemary” (1968). No elenco, os nomes de Toni Collette, Gabriel Byrne e Alex Wolff, de “Jumanji Welcome to the Jungle” (2017) e “Jumanji: The Next Level”. Um clima extremamente claustrofóbico e um final surpreendente fazem deste uma boa pedida para morrer de susto.

 

#4 Fuja (Netflix)

Originalmente produzido pela Hulu, esse eficientíssimo filme de suspense acompanha uma mulher e mãe dedicada (Sarah Paulson) que escraviza a filha Chloe, dependente de sua mãe devido à sua condição de cadeirante. O roteiro de Aneesh Chaganty, que também dirige o filme, consegue gradativamente transformar uma mãe zelosa em uma psicopata, nos moldes de Kathy Bates em “Louca Obsessão” (Misery) e a revelação de Kieran Allen, de 22 anos, que ficou paralítica na vida real em 2014, tornou-se a segunda atriz cadeirante a protagonizar um filme do gênero desde os anos 40 quando a atriz Susan Peters filmou “O Signo de Aires” (The Sign of the Ram). “Fuja” ainda guarda inevitável comparação com “The Act”, série da Hulu, de temática semelhante.

 

#5 It – A Coisa & It – Capítulo 2 (HBOMAX)

Um dos melhores livros de Stephen King demorou a ganhar uma produção à altura para as telas, apesar de uma boa adaptação para a TV nos anos 90. Coube ao diretor argentino Andy Muschitetti e ao time de roteiristas Chase Palmer, Cary Fukunaga e Gary Dauberman transporem o assustador livro de King em um filme envolvente sem perder o ritmo e aproveitando todas as reviravoltas de uma história contada em dois períodos de tempo. O feliz resultado ainda explorou bem o clube dos perdedores com dois elencos, um infantil e outro em suas versões adultas. Bill Skarsgard invadiu o pesadelo de todos com sua atuação de Pennywise, contracenando com Jaden Martell, Finn Wolfhard, Sophia Lillis entre outros. O elenco jovem foi tão bem na aceitação do público que voltaram para filmar cenas de flashback para o capítulo 2. O sucesso de “Stranger Things” se deve muito à dinâmica de grupo do clube dos perdedores, que na fase adulta ganhou os rostos de Bill Hader, Jessica Chastain e James MacAvoy. Se você é um dos poucos que ainda não assistiram essa recente obra prima do gênero, vale a pena se assustar.

 

#6 Army of the Dead: Invasão em Las Vegas (Netflix)

Zach Snyder entregou em o assustador “Madrugada dos Mortos”, refilmagem de “Dawn of the Dead”, de George Romero. Quando Snyder se afastou do Universo DC, seu primeiro projeto veio a ser revisitar o terror dos zumbis, recorrente em tantos filmes e jogos, que torna-se um desafio para Snyder fazer algo que embora não seja novidade para ninguém, ainda aposta no interesse pelos mortos vivos, na trama de um ex-soldado que invade uma cidade infestada de zumbis para pôr as mãos em uma fortuna deixada para trás. Deixando de lado o clima de cenário pós-apocalíptico, o filme traz Dave Bautista à frente de uma história de ação que mais caberia em uma história em quadrinho.

 

#7 Obsessão (HBO MAX)

Filmes de psicopatas bebem da fonte de “Psicose” (1960) de Alfred Hitchcock, e “Obsessão” não é diferente, e nem precisaria ser. Chloe Grace Moretz é uma jovem garçonete que se torna presa da viúva Greta Hideg (a excelente Isabelle Huppert). O filme de Neil Jordan (Entrevista com o Vampiro) consegue ser eficiente, embora não o melhor a explorar o mal que assume uma forma de aparente normalidade. Exibido no Festival Internacional de Toronto, “Obsessão” pode fazer você roer as unhas de ansiedade a cada ação de uma mulher, que assim como diz seu sobrenome, de origem húngara, é a própria frieza encarnada.

 

#8 Um Clássico filme de terror (Netflix)

Terror italiano que investe em uma trama comum recheada de referências a outros filmes do gênero como “Evil Dead – A Morte do demônio”, “Pânico” e “ O Homem de Palha”, entre outras que fazem do filme uma colcha de retalhos com easter eggs. A história de um grupo de pessoas que viajam pelo sul da Itália até sofrerem um acidente de estrada que os deixa perdidos em uma floresta. O próprio título do filme, nem um pouco criativo, assume seu clima mais de paródia do que genuíno pavor.

 

#9 Um Lobisomem Americano em Londres (Amazon Prime Video)

Esse clássico filme de 1981, dirigido por John Landis, teve uma forte influência na cultura pop. Não apenas pela transformação realista, fruto do trabalho impecável do maquiador Rick Baker. O resultado impressionante levou Baker e Landis a trabalhar ao lado de Michael Jackson na realização do clip “Thriller”. 40 anos depois, a mistura de terror e ironia de seu roteiro faz desse filme um exemplar admirável do filme de lobisomem, embalado pela clássica canção “Blue Moon”.

 

#10 Doutor Sono (HBO MAX)

A aguardada sequência de “O Iluminado” de Stephen King, consegue ser curiosa ao mostrar Danny Torrence (Ewan McGregor) aos 40 anos fazendo as pazes com seu passado, e com seu poder, colocando-se em rota de confronto com a seita de vampiros “True Knot”, que vivem séculos se alimentado do poder de pessoas iluminadas. Rebecca Ferguson rouba a cena como a vilã Rose , líder da seita. Dirigido por Mike Flannagan de “A Maldição da Residência Hill”, o filme trouxe Danny Lloyd, que interpretou Daniel Torrance no filme de 1980, em uma rápida aparição como um espectador no jogo de baseball.

‘Mansão Hype’: Reality show da Netflix sobre influencers ganha INTENSO trailer; Assista!

O vindouro reality show original da Netflix, intitulado ‘Mansão Hype‘, ganhou o seu primeiro trailer oficial.

O vídeo promocional mostra a intensa e caótica vida de um grupo de influencers americanos que decidem dividir a vida juntos por uma temporada dentro de uma bela e ostensiva casa.

Assista:

No reality show, dez influencers na faixa dos 20 anos dividem uma mansão – onde devem produzir conteúdos constantemente para suas redes sociais. No entanto, os dramas relacionais e o choque de personalidades tornará a experiência em um grande caos.

A 1ª temporada de Mansão Hype‘ estreia no dia 07 de janeiro de 2022 na Netflix.

Crítica | Lulli – Larissa Manoela amadurece e se despede do tom infantil em filme da Netflix

Larissa Manoela é um fenômeno inegável. A jovem, que acaba de completar 21 aninhos essa semana, está nas telinhas desde muito pequena, quando estrelou a versão brasileira de ‘Carrossel’, onde interpretava a icônica Maria Joaquina. De lá pra cá o público brasileiro se acostumou a ver a jovem crescer diante das telas, passando de uma novelinha à outra até chegar aos filmes, com temáticas juvenis e inocentes. Porém, o ano de 2021 foi definitivamente o ano da mudança na carreira de Larissa Manoela. Tendo estrelado três longas-metragens na Netflix em doze meses, é possível sentir a importante transição que ocorreu ao longo do ano: ‘Modo Avião’ (em que faz uma menina interessada em moda que vai para o interior onde aprende a ser mais calma); ‘Diários de Intercâmbio’ (no qual arranja um emprego no exterior e meio que se envolve emocionalmente com o pai do carinha com quem ela fica no fim) e o recém lançado ‘Lulli’, que encerra o ano trazendo a atriz já no modo faculdade.

Lulli (Larissa Manoela) é uma ambiciosa estudante de Medicina totalmente focada em engrandecer sua experiência na residência médica na qual estagia. Porém, Lulli é uma garota bastante egoísta e mimada, que só pensa em si mesma e não ouve ninguém, nem mesmo a seu namorado, Diego (Vinícius Redd), que tanto quer desabafar com ela, nem mesmo a professora orientadora, Dra. Paola (Paula Possani), que sempre pede para que seus alunos ouçam aos pacientes. Diante de um paciente inquieto em um exame de ressonância magnética, Lulli tem um impulso de entrar na sala e tocar no aparelho em uso, levando, assim, uma grande onda de choque no corpo. A consequência é que ela passa, assim, a conseguir ouvir o pensamento das pessoas, e, o que inicialmente parece assustador rapidamente se transforma em um grande benefício para a dedicada estudante.

Com roteiro de Thalita Rebouças (de ‘Pai em Dobro’, e que também faz participação no longa como a vidente Romina) e Renato Fagundes (‘Vai Que Cola’), o filme de uma hora e meia foi todo gravado durante a pandemia, em um momento pré-vacina. Portanto, é interessante observar as soluções que o diretor César Rodrigues encontrou para gravar as cenas, com bastante quebra da quarta parede e algumas gravações de paisagem realizadas em CGI.

É notório em ‘Lulli’ a mensagem de amadurecimento de Larissa Manoela; até seu rosto mudou, cada vez mais parecida com a Jessica Chastain! Com ar bem menos infantil e traços mais adultos, Larissa encara a protagonista de frente, conduzindo a jornada da personagem com bastante desenvoltura, até mesmo em sua primeira cena de sexo. A boa química com Amanda de Godoi, que interpreta a melhor amiga Vanessa, funciona como alívio cômico no enredo, entrando nos momentos certos da trama, ainda que o filme passe a impressão de não ter sido bem-acabado.

Numa pegada meio ‘House’ para jovens, ‘Lulli’ é um entretenimento leve, que anuncia o ponto de virada na carreira dessa que é uma das jovens mais influentes do país. Ainda que a protagonista não seja exatamente a pessoa mais carismática, é legal ver um elenco com novos rostos ganhando espaço na Netflix. Com ‘Lulli’, tudo indica que Larissa Manoela irá buscar projetos mais voltados ao público jovem adulto a partir de agora – e isso também será algo legal de ver acontecendo nas telonas.

‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ ganha nova arte revelando o visual de America Chavez

A novata Xochitl Gomez fará sua estreia no Universo Cinemático Marvel como America Chavez/Miss América em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, e teve uma nova arte revelada que detalha sua personagem.

Confira:

A atriz comentou em uma entrevista que está muito orgulhosa da personagem, apesar de não ter revelado muitos detalhes.

“Bom, não posso dizer muito – especialmente porque Kevin [Feige] está logo ali”, ela disse. “Mas o que posso dizer é que estou muito animada para a estreia do filme e muito animada para as pessoas verem meu trabalho. Digo, trabalhei muito duro e estou muito, muito orgulhosa. Estou muito animada para [o filme] sair. Já estou animada de estar aqui, para começar! Sou muito fã da Marvel no geral, então estar aqui é… Estou tremendo de apenas estar aqui e de ter sido convidada”.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ será lançado nos cinemas nacionais dia 5 de maio.

“Após os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Strange continua sua pesquisa sobre a Pedra do Tempo. Mas um velho(a) amigo(a) que se tornou inimigo(a) põe fim em seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indizível.”

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com o retorno de Chiwetel Ejiofor e Rachel McAdams.

Sam Raimi dirige.

MAIS UMA! Após Netflix CANCELAR série de sucesso, fãs fazem abaixo-assinado…

A Netflix cancelou sua 11ª série em 2021. E os assinantes não estão nada felizes com a decisão do streaming.

Os assinantes estão pasmos com o cancelamento da série ‘Julie and the Phantoms‘, especialmente por causa do final aberto que a produção deixou. Para tentar reverter a decisão e chamar a atenção da Netflix, a fã Rebecca den Boer criou uma petição para salvar a série do cancelamento.

O abaixo-assinado já reúne mais de 100 mil assinaturas, faltando menos de 50 mil para atingir a meta inicial.

“Essa série trouxe felicidade para muitas pessoas e inspirou muitas outras a seguirem seus sonhos. Todos nós queremos ver mais dessa incrível produção, elenco e equipe,” declara a descrição da petição.

Nas redes sociais, os fãs se manifestassem contra a decisão da plataforma de streaming, expressando seu descontentamento e até mesmo alavancando a hashtag “eu te odeio Netflix” no Twitter.

‘Cowboy Bebop’ e outras 9 séries CANCELADAS pela Netflix em 2021

Confira os principais comentários:

O criador da série, Kenny Ortega, emitiu uma declaração oficial após a notícia, agradecendo ao apoio dos fãs e ao tempo que passou junto com sua equipe:

“Nós mandamos nosso amor e agradecimento aos fãs da série ao redor do mundo pelo apoio que vocês nos mostraram desde a estreia. Nós descobrimos essa semana que a Netflix não nos renovou para uma segunda temporada. Apesar de estarmos tristes, seguiremos em frente com orgulho pelo o que conquistamos como uma equipe e uma família que construíamos ao criar essa série.”

A série foi criada por Kenny Ortega (‘High School Musical‘).

A adolescente Julie descobre a paixão pela música e pela vida quando cria uma banda com um trio de fantasmas.

Madison ReyesCharlie GillespieJeremy ShadaOwen Joyner estrelam.

Vale lembrar que a produção original nacional fez um sucesso gigantesco e até mesmo ganhou uma indicação de Melhor Programa Infantil no Emmy Internacional.

Primeiras Impressões | O Livro de Boba Fett – Série responde a pergunta mais AGUARDADA do universo de Star Wars

Se você chegou até aqui nesse fim de ano é porque é um desses fãs de ‘Star Wars’ que simplesmente surtou quando a Disney anunciou – naquela reunião virtual no ano passado – mais de dez produções do universo criado por George Lucas. De lá para cá já tivemos a segunda temporada de ‘O Mandaloriano’, a série em animeVisions’ e a série animada ‘The Bad Batch’, mas, de todos os anúncios feitos, de longe um dos mais aguardados era mesmo ‘O Livro de Boba Fett’, que finalmente chegou hoje com seu primeiro episódio na plataforma da DisneyPlus.

Boba Fett (Temuera Morrison) anda tendo pesadelos. Sonhos confusos que misturam realidade e ficção, envolvendo o momento em que ele foi engolido pelo Sarlacc e toda uma experiência como escravizado por um grupo de Jawa. Na realidade, Boba Fett está em Tatooine, tendo já destronado Jabba The Hut e desfrutando dos benefícios de ser o mais novo mandante local, recolhendo seus tributos. Porém, o atual governador não parece muito inclinado a ceder à autoridade de Boba Fett, e nem mesmo a ajuda de Fennec Shand (Ming-Na Wen) conseguirá manter a cidade obediente ao seu controle.

O primeiro episódio de ‘O Livro de Boba Fett’, com trinta e oito minutos de duração, responde a uma das principais perguntas de toda a saga, que por décadas ecoou nas especulações dos fãs desde ‘O Retorno de Jedi’: o que aconteceu com Boba Fett depois de ele ter sido engolido pelo Sarlacc? Só o fato de ter trazido essa resposta aos fãs, trinta e oito anos depois, já paga toda o investimento da realização dessa série. Reforçando: são trinta e oito minutos de primeiro episódio para responder a uma pergunta que espera resposta há trinta e oito anos. Coincidência? Acho que não.

Acompanhando a mesma pegada estética de direção de arte e figurino mandatório do universo de Star Wars, a mais nova criação de Jon Favreau tem uma ótima direção de Robert Rodriguez, mantendo o mesmo tom misterioso que a reputação do próprio protagonista traz e trazendo uma pegada mais western bang-bang, característico do protagonista, com direito a perseguição estilo le parkour. De maneira respeitosa, o primeiro episódio encontra um bom equilíbrio entre a satisfação fanática e a calmaria para a condução do enredo.

Agora é esperar os próximos seis episódios para ver como se desenvolve a série. Até lá, vale a recomendação do especial ‘Por Baixo do Capacete: O Legado de Boba Fett’, um programa único que mostra os bastidores da criação deste que é um dos personagens mais icônicos de ‘Star Wars’, justificando, inclusive, o fato de a série estar estreando nessa época do ano – mesma época em que foi lançado o especial de Natal da franquia, que foi quando Boba Fett primeiro surgiu para os fãs. Desse jeito, tudo que podemos prever é que muitas emoções para os fãs da saga.

‘Deus Não Está Morto’: Popular drama religioso será REMOVIDO da Netflix; Saiba quando!

O popular drama cristão ‘Deus Não Está Morto‘ será removido da grade de programação da Netflix em breve. A produção deixará a plataforma de streaming no dia 15 de janeiro de 2022.

Na trama, Josh Wheaton é um estudante que tem sua fé desafiada por seu professor de Filosofia, Mr. Radisson, que acredita que Deus não existe. Gira em torno da vidas de várias pessoas que também são desafiadas por um mundo que acredita que Deus não existe.

Kevin Sorbo, Shane Harper, David A.R. White, Dean Cain e Cassidy Gifford estrelam a produção.

Harold Cronk assina a direção do longa, a partir de uma história criada por Hunter Dennis e Chuck Konzelman.

Confira o trailer:

Homem-Aranha de Tobey Maguire vai aparecer em ‘Doutor Estranho 2’, revela site

Após meses e meses de especulações, o boato de que Tobey Maguire e Andrew Garfield voltariam como variantes do Homem-Aranha em ‘Homem-Aranha‎‎: Sem Volta Para Casa‘ se provaram reais.

E com a repercussão positiva, parece que a Marvel e a Sony tem mais planos para os heróis do multiverso. Além de boatos do retorno de Andrew Garfield em novos filmes, o FandomWire – que foi um dos primeiros sites a anunciar o retorno dos astros – afirmou que Tobey Maguire vai aparecer em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

O ator fará uma participação especial como o seu Homem-Aranha, afirma a fonte. Como o filme passou por refilmagens recentemente, é provável que eles tenham conseguido o retorno de Maguire.

Vale lembrar que o Dr. Stephen Strange é mencionado em ‘Homem-Aranha 2‘, de Sam Raimi.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ será lançado nos cinemas nacionais dia 5 de maio.

“Após os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Strange continua sua pesquisa sobre a Pedra do Tempo. Mas um velho(a) amigo(a) que se tornou inimigo(a) põe fim em seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indizível.”

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com o retorno de Chiwetel Ejiofor e Rachel McAdams.

Sam Raimi dirige.

Série da Netflix desbanca ‘Gavião Arqueiro’ e se torna a MAIS ASSISTIDA das plataformas de streaming

Gavião Arqueiro‘ se tornou o mais recente sucesso da Marvel Studios nas telinhas, com todos os seus episódios sendo lançados no Disney+. No entanto, esta não foi a série mais assistida das plataformas neste último mês.

Segundo dados da Nielsen, a aclamada minissérie ‘A Mais Pura Verdade‘ – da Netflix -, desbancou as populares ‘Gavião Arqueiro‘ e ‘A Roda do Tempo‘, se consagrando como a produção seriada original mais vista de todos os serviços de streaming.

O levantamento corresponde ao período de 22 de novembro a 28 de dezembro, analisa apenas os dados referentes às séries originais das plataformas e compreende unicamente o território norte-americano.

Ao todo, os assinantes da Netflix passaram 943 milhões de minutos assistindo à minissérie estrelada por Kevin Hart e Wesley Snipes. ‘Gavião Arqueiro’ segue logo na 2ª posição, sendo vista por 853 milhões de minutos. Já ‘A Roda do Tempo‘ ficou com o 3º lugar, com 663 milhões de minutos.

Confira o TOP 10:

  1. A Mais Pura Verdade (Netflix)
  2. Gavião Arqueiro (Disney+)
  3. A Roda do Tempo (Amazon Prime Video)
  4. Cowboy Bebop (Netflix)
  5. The Great British Baking Show (Netflix)
  6. Selling Sunset (Netflix)
  7. The Beatles: Get Back (Disney+)
  8. La reina del flow (Netflix)
  9. Tiger King (Netflix)
  10. Hanna (Amazon Prime Video)

Em a ‘A Mais Pura Verdade‘ (‘True Story’), uma parada na turnê na cidade natal de Kid, Filadélfia, torna-se uma questão de vida ou morte para um dos comediantes mais famosos do mundo, quando as consequências de uma noite perdida com seu rebelde irmão mais velho ameaçam destruir tudo que ele construiu”.

Assista ao trailer:

Eric Newman (‘Narcos‘) assume a função de produtor executivo do projeto, que também é desenvolvido em parceria com a HartBeat Production, a produtora de Hart.

Os episódios são dirigidos por Stephen Williams (‘Watchmen’, ‘Lost’) e Hanelle Culpepper (‘Star Trek Picard’, ‘Kung Fu’).

A24 | Confira os FILMES mais aguardados do renomado estúdio para 2022

Não é comum um estúdio se sobressair e ganhar notoriedade na indústria, além do que já é falado das produções lançadas, seja em filmes, séries, quadrinhos ou jogos. No entanto é verdade que, ao longo dos anos, algumas produtoras passaram a ser sinônimo de qualidade naquilo que fazem. A que salta logo aos olhos está na vertente das séries, onde, apesar da Netflix ser hoje tão celebrada, há mais de duas décadas o selo da HBO é respeitado tanto pelo público quanto pelos setores especializados, e qualquer coisa que sai de lá desperta a atenção do povo e da imprensa.

No cinema, porém, se tratando de uma demanda maior, grandes estúdios como Warner, Disney, Fox e Universal passam meio que despercebidos – ainda que a casa do Mickey tenha tido mais relevância pela quantidade de produções lançadas, principalmente quando adquiriu a Fox. É claro que quando falamos de filmes de terror isso acaba mudando um pouco, até pelas obras da Hammer que proporcionaram momentos antológicos por sua proposta grotesca de ser; ou da Blumhouse que explodiu no mercado com coisas mais populares, mas ainda é respeitada pela crítica com os trabalhos incríveis de James Wan e Jordan Peele.

Contudo, dessa vez, vamos falar sobre a sempre elogiada A24, um estúdio que vem, ano após ano, lançando filmes incríveis capazes de trazer um frescor artístico escasso no cinema atual. Ainda que muita gente encare a empresa apenas como uma espécie de braço indie do terror, especificamente do horror psicológico, a A24 expande a sua cartela de temas cada vez mais, encabeçando as principais listas e premiações pelo mundo. O tipo de cinema autoral feito com muito esmero e métodos atípicos, algo um tanto incomum na indústria.

Ainda assim, muitas dessas obras têm atingido muitas pessoas e feito um grande sucesso, sobretudo quando falamos dos títulos comandados por nomes como Robert Eggers (A Bruxa) e Aris Aster (Hereditário), que surgiram no estúdio e hoje são ídolos do estilo – inclusive, no próximo ano, Aster lançará o seu aguardado próximo filme chamado de Disappointment Blvd, onde Joaquim Phoenix será o protagonista. Pensando nisso, reunimos uma lista com os principais filmes que a A24 lançará em 2022. É melhor já começar se preparando, pois eles prometem muita coisa incrível. Lembrando que os títulos aí citados ainda estão no idioma original, em inglês, e devem mudar quando chegarem aqui.

The Tragedy of Macbeth (Joel Coen)

Estrelado pelo gigantesco Denzel Washington, The Tragedy of Macbeth, adaptação de Joel Coen do clássico de Shakespeare, estreou meio tarde na alta temporada e, por isso, ficou fora das indicações das primeiras premiações da crítica. Chegando pela Apple TV+ no dia 14 de janeiro, o filme estreou nos cinemas americanos no último dia 25 e teve a sua premiere no Festival de Nova York há alguns meses, impressionando os críticos presentes. Kathryn Hunter, figura presente do longa, é uma forte concorrente às premiações na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante, tanto que levou esse prêmio no New York Film Critics Circle. Sem dúvidas é um dos títulos mais aguardados do estúdio.

C’mon C’mon (Mike Mills)

Trazendo o oscarizado Joaquin Phoenix, pós-Coringa, como a principal fonte de divulgação relacionada ao marketing, o singelo longa-metragem, filmado em preto e branco, chamado de C’mon C’mon (no original) teve sua estreia no Telluride Film Festival em setembro. Tanto lá quanto em outros festivais, o filme acabou sendo muito elogiado e até faturando alguns prêmios. A produção segue um homem que tenta se familiarizar ao seu sobrinho após uma fatalidade. A história que tem como mote o humanismo, focando principalmente nas relações entre crianças e adultos, encantando já pelo trailer. No Brasil estreia no dia 22 de fevereiro pela Diamond Filmes.

Red Rocket (Sean Baker)

Red Rocket é nada mais, nada menos que o filme seguinte de Sean Baker após o sucesso de Projeto Flórida. O longa estreou no Festival de Cannes para concorrer à Palma de Ouro, sendo lançado nos cinemas americanos no dia 10 de dezembro. Na trama, o ex-ator pornô, Mikey Saber, decide ir para sua cidade natal no Texas, onde moram sua esposa e a sogra. Tudo vai bem no começo, isso até que ele conhecer Strawberry, uma vendedora de doughnuts que faz Mikey voltar às suas antigas atividades. Apesar de polêmico, o filme tem sido bastante elogiado pela crítica internacional e promete chocar parte do mundo. O pôster é sensacional! No Brasil ainda não tem data de estreia, podendo chegar em algum streaming.

Disappointment Blvd (Ari Aster)

Joaquin Phoenix tem cadeira cativa na A24 em 2022, agora também com o já citado filme de Ari Aster (Midsommar), Disappointment Blvd, que, embora os detalhes da história continuem mantidos em segredo, o filme mostrará um retrato íntimo de um dos empresários mais bem-sucedidos de todos os tempos. Até o momento tivemos apenas algumas imagens divulgadas, das quais vemos Phoenix de cabelos brancos, acima do peso e um tanto confuso em cena, assustando os fãs. Além de Joaquim teremos no elenco Nathan Lane (O Rei Leão), Patti LuPone (A Testemunha), Amy Ryan (Birdman), Kylie Rogers (Beleza Oculta), entre outros. Ainda sem data de estreia internacional.

Everything Everywhere All At Once (Dan Kwan e Daniel Scheinert)

O título longo em questão se refere a um dos filmes recentes mais inusitados da A24, que entra também no subgênero dos super-heróis. Everything Everywhere All At Once é uma comédia de ação estrelada por Michelle Yeoh (Shang‑Chi e a Lenda dos Dez) que interpreta Evelyn Wang, uma mulher chinesa-americana que luta para se manter. As coisas ficam estranhas quando ela descobre que é a chave para salvar o multiverso, podendo acessar o conhecimento e os talentos de todos os seus vários “eus” através de outros universos. É isso aí, a A24 trabalhando com multiverso e heróis. Ainda não temos previsão de estreia, o elenco conta com Stephanie Hsu (The Marvelous Mrs. Maisel), Ke Huy Quan (X-Men), James Hong (Mulan) e Jamie Lee Curtis (Halloween). Apenas imperdível!

When You Finish Saving the World (Jesse Eisenberg)

Muita gente conhece Jesse Eisenberg por papéis icônicos como Mark Zuckerberg (A Rede Social) ou vexames históricos como Lex Luthor (A Liga da Justiça), porém, em When You Finish Saving the World, o ator se transforma em diretor. Eisenberg comanda uma dramédia estrelada por Finn Wolfhard (Stranger Things), o longa também é baseado num romance criado por ele mesmo numa espécie de audiolivro ou podcast. O filme traz uma história de mãe e filho que lutam para se acertar. Ela administra um abrigo para sobreviventes de violência doméstica, enquanto ele passa o dia em frente ao computador tocando canções folks para uma pequena base de fãs. A partir daí novos dilemas vão surgindo e essa relação enfim vai se estreitando. O papel da mãe será vivido pela sempre incrível Julianne Moore (Para Sempre Alice).

After Yang (Kogonada)

Tudo indica que o ano de 2022 será bem proveitoso para Colin Farrell, pois, além de viver o Pinguim em The Batman, o ator vai estrelar um dos filmes mais aguardados da A24, After Yang, do espetacular cineasta sul-coreano Kogonada. Pra quem não lembra, Kogonada, quando estreou em 2017 com Columbus, chegou a ser comparado com Stanley Kubrick e Wes Anderson pelo seu impressionante rigor estético, sempre milimétrico. O longa tem uma premissa estranha, bem a cara da A24, já que se passa no futuro, onde vemos crianças robóticas sendo usadas como babás. O filme estreou em Cannes em 2021 e já recebeu ótimas críticas. Os cinéfilos estão ansiosos para conferir essa nova empreitada de Kogonada.

Marcel the Shell with Shoes On (Dean Fleischer-Camp)

Durante a década de 2000, muitos animadores aproveitaram o lançamento do YouTube para apresentar alguns dos seus trabalhos, dentre eles tivemos curtas bizarros como Charlie the Unicorn e derivados. Marcel The Shell foi um desses filmes tosco, onde atualmente já passa das 30 milhões de visualizações. Aparecendo como um dos vídeos mais estranhos lançados na plataforma. Nele vemos uma concha em stop motion andando pela casa e falando sobre a sua rotina no mínimo peculiar. Sim, é isso mesmo, Marcel virou filme, estreou no Festival de Telluride e consta hoje com a avaliação de 100% no site agregador de notas Rotten Tomatoes. Ou seja, todo mundo tá querendo saber o que fizeram com aquela proposta mínima publicada anos atrás no YouTube.

Sharper (Benjamin Caron)

Depois de tornar The Crown uma espécie de rolo compressor no mundo da TV e demais plataformas de streaming, o diretor britânico Benjamin Caron está pronto para estrear no cinema em grande estilo. Caron vai dirigir Sharper, mais uma parceria entre a Apple Originals e a A24, sendo escrito pela dupla Brian Gatewood e Alessandro Tanaka. Sharper tem como sua estrela principal a vencedora do Oscar Julianne Moore, que vai viver uma vigarista infiltrada no alto escalão de Manhattan. Teremos também o astro da Marvel Sebastian Stan. Além de Sharper, a parceria entre Apple e A24 nos cinemas trouxe On The Rocks, de Sofia Coppola, com por Bill Murray, e o inédito The Sky is Everywhere dirigido por Josephine Decker, com Jason Segel e Cherry Jones. Impõe respeito pela classe dos trabalhos de Caron.

Dwayne Johnson perde o posto de ator MAIS BEM pago após anos na liderança; Saiba quem ganhou mais em 2021!

O consumo de plataformas de streaming tem se tornado uma das principais fontes de entretenimento ao redor do mundo e a pandemia do Coronavírus se tornou uma das grandes alavancas deste novo modelo de negócio – principalmente em virtude do fechamento das redes de cinema, em meio aos frequentes lockdowns.

Isso tem feito com que o interesse dos principais astros de Hollywood se volte para este pujante e efervescente mercado. E com streamings como a Netflix, o Disney+, a Hulu, a Paramount+, a Starzplay e a Amazon Prime Video investindo pesado em suas produções, é natural que muitas personalidades da indústria comecem a se interessar pelo nicho.

E uma recente pesquisa divulgada pela revista Variety mostra exatamente como as gigantes do streaming têm cativado os atores e cineastas de Hollywood.

Com propostas muito mais tentadoras e salários relativamente superiores, estas empresas oferecem oportunidades de produção que permitem uma participação maior em seus lucros com o título a ser lançado e naturalmente tende a conquistar um sucesso em sua plataforma. Além disso, os custos com publicidade caem drasticamente, justamente por não depender do massifico marketing necessário quando se trata de um lançamento nas telonas.

E segundo a publicação, a queda na receita dos atores em filmes projetados para os cinemas é significativa. Desde o gigante cheque de US$ 20 milhões recebidos por Jim Carey pela clássica comédia ‘O Pentelho‘, Hollywood tem usado essa média salarial para basear o pagamento de seus atores. E de 1996 para os anos mais recentes, o milionário valor pago a Carey se dissolveu significativamente.

Enquanto Chris Pine fechou um salário próximo a US$ 11,5 milhões com a Paramount Pictures pela franquia de ‘Dungeons and Dragons‘, Robert Pattinson decidiu assumir o manto do Batman por “meros” US$ 3 milhões.

Já quando se trata de longas produzidos para o streaming, a história é bem diferente. Só pelo seu trabalho em ambas as futuras sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘ – adquiridas pela Netflix -, Daniel Craig levará para casa impressionantes US$ 100 milhões.

Dwayne Johnson , que liderou a lista dos mais bem pagos por dois anos consecutivos, caiu para a 2ª posição. Ele receberá – apenas de início – US$ 30 milhões por ‘Red One‘, filme natalino de comédia e ação para o Amazon Prime Video. E seus ganhos devem totalizar em US$ 50 milhões no final, considerando que o astro assinou um acordo em que terá direito à parte da receitai do longa.

Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence receberão US$ 30 milhões e US$ 25 milhões, respectivamente, por suas performances na comédia de desastre de Adam McKay (para a Netflix), intitulada ‘Don’t Look Up‘. Já Julia Roberts fechou seu contrato com a mesma plataforma por US$ 25 milhões, para estrelar o thriller ‘Leave The World Behind‘.

Essa mudança significativa nos mostra um interessante horizonte, onde as plataformas de streaming começam a ser vistas por uma ótica muito valiosa do que a própria pandemia jamais previu.

Confira a lista de salários dos maiores atores de Hollywood em seus mais recentes filmes:

1. Daniel Craig

Sequências de Entre Facas e Segredos – US$100M

2. Dwayne Johnson

Red One – US$50M

3. Will Smith

King Richard – US$40M

4. Denzel Washington

Os Pequenos Vestígios – US$40M

5. Leonardo DiCaprio

Don’t Look Up – US$30M

6. Mark Wahlberg

Spenser Confidential – US$30M

7. Jennifer Lawrence

Don’t Look Up – US$25M

8. Julia Roberts

Leave the World Behind – US$25M

9. Sandra Bullock

The Lost City of D – US$20M

10. Ryan Gosling

‘The Grey Man – US$20M

11. Brad Pitt

Bullet Train – US$20M

12. Michael B. Jordan

Without Remorse – US$15M

13. Tom Cruise

Top Gun: Maverick – US$13M

14. Keanu Reeves

The Matrix 4 – US$12 – US$14M

15. Chris Pine

Dungeons and Dragons – US$11.5M

16. Robert Pattinson

The Batman – US$3M

 

‘Cobra Kai’: 4ª temporada abre com 100% de aprovação dos críticos; Confira as avaliações!

A 4ª temporada de ‘Cobra Kai‘ estreia daqui a três dias, mas os críticos já tiveram a oportunidade de conferir os novos episódios.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com incríveis 100% de aprovação, a partir de 11 críticas, todas positivas.

Entre os principais comentários, os críticos elogiaram a força dos roteiristas em manter a narrativa relevante e cada vez mais impactante ao longo das temporadas.

Além disso, a nostalgia e o humor presentes nas temporadas iniciais parecem estar ainda mais forte desta vez, o que vai alegar tanto os fãs mais antigos quanto os novos.

Confira as avaliações:

“Francamente, revivals de primeira são tão raros que parecia inevitável que o ‘Cobra Kai‘ perdesse a qualidade ou simplesmente ficaria sem combustível. Felizmente, esse definitivamente não é o caso da 4ª temporada.” – CNN.

“Pode demorar um pouco para todas as histórias da 4ª temporada se encaixarem, mas elas inevitavelmente se encaixam. A série mantém seu coração e esses personagens continuam a crescer de maneiras surpreendentes.” – Flick Fan Nation.

“Após o esforço (bem-sucedido) de resgate da 3ª temporada, eu estava cético de que os roteiristas de ‘Cobra Kai‘ realmente tivessem um universo e personagens que poderiam se estender além de uma trilogia. A 4ª temporada provou que eu estava totalmente errado.” – Polygon.

“Enquanto a 4ª temporada de ‘Cobra Kai‘ certamente ainda inclina-se para o humor e nostalgia pela qual é conhecida (o que faz da série uma alegria), o roteiro desta temporada é o melhor que já existiu.” – AwardsWatch.

“Que alívio que a 4ª temporada de ‘Cobra Kai não trata ‘Karate Kid III‘ como se fosse um filme vencedor do Oscar. Como sempre, a série continua com o bom humor.” – Paste Magazine.

“Nada vai ser tão maluco quanto aquela briga da escola na 2ª temporada, mas a 4ª é um caso à parte, é mais brilhante e termina com um final de deixar de queixo caído, o que só aumenta as apostas mais uma vez.” – Empire.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 5ª temporada!

COBRA KAI se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).

Na terceira temporada, estão todos aturdidos após a violenta briga entre os dois dojos na escola, que deixou Miguel gravemente ferido. Enquanto Daniel revisita o passado à procura de respostas e Johnny busca redenção, Kreese manipula ainda mais seus vulneráveis alunos com suas ideias de dominação. A alma do Vale está em jogo, assim como o destino de todos os alunos e senseis.

Além de Ralph MacchioWilliam Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

‘Não Olhe para Cima’ é uma CRÍTICA ao governo Bolsonaro? Confira e compare! [VÍDEO]

Não Olhe Para Cima‘ estreou na Netflix e está dando o que falar, por abordar em uma sátira política como o negacionismo pode ser mortal. Não demorou muito para os cinéfilos perceberem as semelhanças dos eventos do filme com a atuação do governo Bolsonaro com a crise da pandemia, sempre minimizando os fatos e tentando descredibilizar os cientistas. O resultado foram mais de 600 mil mortos.

Nas redes sociais, vários internautas produziram memes e sátiras comparando os personagens do filme aos atores políticos que marcam a atual situação do país. O cientista interpretado por Leonardo DiCaprio foi comparado ao biólogo Átila Iamarino, enquanto a presidente vivida por Meryl Streep e seu filho (Jonah Hill) foram comparados a Jair e Carlos Bolsonaro.

No vídeo abaixo, o editor-chefe Renato Marafon compara os eventos do filme com os acontecimentos desastrosos da política no Brasil.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | ‘Não Olhe para Cima’ é uma sátira sci-fi extremamente bizarra e divertida

Vale lembrar que o longa já está disponível na Netflix!

 

Adam McKay (‘A Grande Aposta’) dirige.

O grande elenco conta com Leonardo DiCaprio, Jennifer Lawrence, Rob Morgan, Jonah Hill, Mark Rylance, Tyler Perry, Timothée Chalamet, Ron Perlman, Ariana Grande, Scott Mescudi, Himesh Patel, Melanie Lynskey, Michael Chiklis, Tomer Sisley, Cate Blanchett e Meryl Streep.

A estudante de astronomia Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence) e seu professor, Dr. Randall Mindy (Leonardo DiCaprio), descobrem que um cometa está prestes a colidir com a Terra, mas ninguém parece se importar. Alertar a humanidade sobre o impacto fatídico da rocha do tamanho do Monte Everest não será nada fácil. Com a ajuda do Dr. Oglethorpe (Rob Morgan), eles embarcam em um tour midiático que vai do gabinete da indiferente presidente Orlean (Meryl Streep) e seu filho bajulador Jason (Jonah Hill) até as ondas de rádio do The Daily Rip, um programa matinal bem-humorado apresentado por Brie (Cate Blanchett) e Jack (Tyler Perry). A apenas seis meses da colisão, chamar a atenção da mídia e de um público obcecado pelas redes sociais se mostra um desafio chocantemente cômico – o que será preciso fazer para o mundo apenas olhar para cima?  

DON’T LOOK UP, JENNIFER LAWRENCE as KATE DIBIASKY. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, MELANIE LYNSKEY as JUNE MINDY Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, TOMER SISLEY as ADUL GRELIO. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, RON PERLMAN as COLONEL DRASK Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, HIMESH PATEL as PHILLIP. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, ROB MORGAN as DR. CLAYTON “TEDDY” OGLETHROPE. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, MICHAEL CHIKLIS as DAN PAWKETTY. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP (L to R) SCOTT MESCUDI (KID CUDI) as DJ CHELLO, ARIANA GRANDE as RILEY BINA. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, TIMOTHÉE CHALAMET as YULE. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, MERYL STREEP as PRESIDENT JANIE ORLEAN. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP (L to R) CATE BLANCHETT as BRIE EVANTEE, TYLER PERRY as JACK BREMMER, LEONARDO DICAPRIO as DR. RANDALL MINDY, JENNIFER LAWRENCE as KATE DIBIASKY, Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

Eurotrip – Uma das viagens mais LOUCAS da história do cinema

Feito para se divertir sem nenhuma pretensão de caminhar em questões existenciais profundas, em 2004, chegou às telonas um filme que ficaria na memória de gerações e gerações: Eurotrip – Passaporte para a Confusão. Dirigido pelo cineasta Jeff Schaffer, seu primeiro e único trabalho assinando como diretor de um longa-metragem, o projeto é um curioso acoplado de cenas muito engraçadas, longe de um politicamente correto, que diverte do início ao fim. Para ser a cereja do bolo, uma música chiclete composta para um dos personagens se tornou um ponto de encontro para risos e gargalhadas para toda uma geração de cinéfilos.

Para buscarmos entender o tamanho sucesso desse filme muito comentado nas rodinhas cinéfilas, analisamos alguns aspectos:

 

Enredo repleto de ingredientes dos anos 2000

Na trama, conhecemos Scott (Scott Mechlowicz), um jovem que acabou de concluir o ensino médio norte-americano e ao mesmo tempo acaba terminando de maneira abrupta seu relacionamento com a namorada Fiona (Kristin Kreuk) com quem achou que ficaria pra sempre. Ingênuo, é sempre zoado pelos amigos e por seu irmão menor. Ele pratica alemão com uma pessoa que mora em Berlim e que ele acredita ser um homem, só que ele está enganado e a pessoa com quem ele fala todo dia pelo computador na verdade é uma linda garota chamada Mieke (Jessica Boehrs). Desesperado em fazer acontecer esse relacionamento, ele se junta a Jenny (Michelle Trachtenberg), Jamie (Travis Wester) e seu grande amigo Cooper (Jacob Pitts) para uma volta pela Europa à procura de Mieke.

 

O surf na onda de outros filmes que abordam o mesmo recorte

Surfando na década da onda onde filmes com adolescentes se tornam protagonistas com suas situações engraçadas e situações que todos de alguma forma já enfrentaram ou ficaram sabendo, como o precursor American Pie, Eurotrip – Passaporte para a Confusão buscou seu caminho através do imaginário inusitado do universo das viagens em grupo. Sempre em cima do background da amizade, no contar com os amigos nos momentos difíceis, do enfrentamento dos obstáculos da vida sempre de forma divertida, o filme consegue passar suas mensagens.

 

Os exageros chegam em forma de contexto social para uma época já muito diferente dos dias atuais

Os exageros chegam em forma de contexto social para à época: como o valor do dólar em parte da Europa (questão cambial), a fama da liberdade nas cidades holandesas, o controle rígido do Vaticano em torno da figura do Papa, à procura sempre intensa aos museus e passeios culturais pelos turistas que chegam em qualquer parte da Europa, o recorte sobre o hooliganismo que nada mais é que um comportamento destrutivo e desregrado ligados à algumas torcidas britânicas de futebol, até mesmo os primórdios da internet quando pensamos no início do relacionamento de Scott e Mieke.

 

Participações mais que Especiais

Matt Damon como o cantor da música mais famosa do filme é considerada por muitos uma das maiores participações especiais em um filme de comédia. A canadense Kristin Kreuk que na época fazia um enorme sucesso no seriado da Warner, Smallville, também faz participação especial no início do filme no papel da ex-namorada de Scott.

 

A Criativa Abertura

Já num ritmo frenético assim que damos o play, vale o destaque para os excelentes créditos de abertura que são uma paródia animada e irônica de um cartão de embarque e um cartão de instruções de segurança da fictícia European Airlines.

 

A inesquecível trilha sonora e sua música símbolo

A trilha sonora acaba ganhando um papel importante nesse trabalho. Uma banda formada em Boston em meados da década de 90 chamada Lustra, sem grandes sucessos até então, ganhou na loteria em 2004 ao compor a canção Scotty Doesn’t Know que virou a grande referência desse projeto que diverte do início ao fim. A canção tem parte importante no projeto desde a emblemática cena que entra no contexto, ainda no início do filme.

 

Fato inusitado tendo a música como epicentro de uma história

No final de 2018, o primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison, teve seu site pessoal hackeado. Em vez de exibir informações sobre o primeiro-ministro e suas políticas, a página exibia uma imagem de Morrison com a canção Scotty Doesn’t Know tocando repetidamente.

Quem não viu, tem a chance de assistir na Amazon Prime Video….e mais uma coisa…não conte pro Scott!

 

 

Os 10 Filmes MAIS DETONADOS pelos Críticos em 2021; Qual foi o PIOR?

Cada fim do ano os críticos e os jornalistas de cinema têm a chance de selecionar numa lista o que de melhor assistiram e assim provocar nas pessoas o interesse de conferirem produções que muitas vezes não chegam ao radar de todos. Mas existe também o outro lado desta mesma moeda. Os Piores Filmes do Ano. Muitos podem achar antiético. Outros degustam desta lista como uma vingança contra os longas que nos fizeram sofrer e perder duas horas (pelo menos) de nossas vidas, que nunca mais iremos recuperar. Como diriam os grandes críticos Roger Ebert e Gene Siskel, a lista dos piores pode ser conhecida também como “a vingança dos críticos”, uma chance dos jornalistas “baterem de volta”, retribuindo o “favor” de filmes que provavelmente receberam uma bolada e nada de bom deram ao seu público.

A verdade é que estas listas dos piores são divertidas. É preciso entrar na brincadeira e levar numa boa. Sabendo que nem sempre pode se ganhar todas. É preciso levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima. Temos certeza que todos os envolvidos com os filmes ruins desta lista em breve entregarão novos trabalhos de excelência. O Framboesa de Ouro é um ótimo exemplo deste espírito esportivo, e já levou grandes estrelas de Hollywood, como as Oscarizadas Halle Berry e Sandra Bullock, a entrarem na brincadeira. Sem mais delongas, esses são os 10 piores filmes de 2021 na opinião dos críticos. Comente abaixo, diga se concorda e faça você mesmo sua listinha do “lixo”.

10) Justiça em Família

Quando foi anunciado como um de seus maiores lançamentos para o ano, este longa da Netflix chamou atenção pela presença do campeão de bilheteria Jason Momoa (o Aquaman em pessoa) e a jovem promissora Isabela Merced, vivendo pai e filha no thriller de ação. Só por isso a produção já tinha nosso interesse, pronta para deixar a adrenalina correr solta. Inicialmente, o longa até nos prende com a história sobre um marido em busca de vingança contra a empresa farmacêutica que “deixou sua mulher morrer”, funcionando de forma nada sutil como crítica aos magnatas de tal indústria que visam sempre o lucro acima de vidas humanas. Mas aí acontece o primeiro entrave ao percebermos que este é um veículo muito mais de Merced, deixando o astro Momoa em segundo plano. O que deixou todos a ver navios, no entanto, foi a reviravolta final estapafúrdia, que se achou muito esperta, e é a grande “sacada” por trás do filme. A obra soma 20% de aprovação da imprensa.

09) O Sétimo Dia

Esse aqui é da “rival” Amazon Prime Video. Imagine uma mistura entre O Exorcista (1973) e Dia de Treinamento (2001), pois é isso o que temos aqui nesse terror. Na trama, um renomado exorcista se une a um padre novato para o seu primeiro “dia de ronda”. Assim como no filme de Denzel Washington e Ethan Hawke, a dupla aqui mergulha profundamente na linha que divide o bem e o mal, numa jornada desesperadora. Guy Pearce é quem protagoniza no papel do exorcista. O filme soma 17% de aprovação da imprensa, que o acusou de não ter história, de ser muito introspectivo quando deveria ser mais exagerado, e de misturar os gêneros dos filmes de exorcismo com os buddy cop, mas só tirar deles as piores partes.

08) Infinito

Infinito era para ser o carro-chefe de lançamento da plataforma Paramount+, do clássico estúdio de Hollywood. Isto é, seria o primeiro grande lançamento da casa direto em sua plataforma, o que deveria vender o streaming para o grande público. Protagonizado pelo astro Mark Wahlberg e dirigido pelo talentoso Antoine Fuqua, o longa de ficção científica mistura A Origem (2010) com Highlander – O Guerreiro Imortal, mas o resultado final terminou fazendo dele um dos maiores fiascos de 2021, um filme que quem viu não gostou, e a maioria sequer ouviu falar. Com 16% de aprovação dos críticos, ele foi considerado “um thriller de ficção científica inicialmente intrigante, que rapidamente descamba para a incoerência, Infinito é tão insano quanto é inconsequente”.

07) Na Mente do Demônio

Outra “preciosidade” contida no acervo da Amazon Prime Video. Outro “pseudo terror”. Já se foi o tempo em que o diretor Neill Blomkamp era considerado uma voz de talento promissor na ficção científica. O sul africano chegou fazendo barulho com Distrito 9 (2009) e foi até indicado ao Oscar (o filme); mas a cada nova produção seu brilho ia se apagando mais um pouco – com Elysium (2013) e Chappie (2015). O próprio diretor brinca com o fato e diz que sua saída de um filme do Alien que não vingou foi porque Ridley Scott assistiu à Chappie. Só resta ao jovem diretor atualmente falar mal de Denis Villeneuve em suas redes sociais – já que o franco-canadense está na crista da onda, dominando um gênero onde Blomkamp deveria estar no topo. Seja como for, esse é oficialmente o fundo do poço para o cineasta, Na Mente do Demônio mistura assombração e tecnologia, marcando o retorno do cineasta aos baixos orçamentos. O filme soma 15% de aprovação da imprensa.

06) O Resgate: O Dia da Redenção

Parece que ficaremos nos revezando entre os streamings mais populares da atualidade. Depois de dois “pontos” marcados para a Amazon, agora empatamos o jogo com um dos mais recentes lançamentos da Netflix. O Resgate (não confundir com o filme original da Netflix com Chris Hemsworth) é um filme de ação que fala sobre uma arqueóloga sequestrada por terroristas no Marrocos. Agora, cabe ao seu marido, um herói de guerra, superar seus traumas, se armar até os dentes e ir lá buscar sua esposa. Uma coisa chama atenção aqui: a presença de Gary Dourdan, astro da série CSI, apresentando ótima aparência e forma física. O que prova que um boato que circulou na internet mostrando o ator como usuário de crack destruído pelas drogas era falso, se mostrando uma das primeiras fake News da internet. O filme, porém, soma 13% de aprovação, sendo considerado “uma comédia involuntária”.

05) Últimas Notícias de Yuba County

E com essa, a Amazon Prime Video “lidera” novamente como a plataforma com os filmes mais desastrosos de 2021 – a disputa está sendo boa. Aqui quem protagoniza é a vencedora do Oscar Allison Janney. Às Vezes ficamos sem entender o que se passou na cabeça de atores e realizadores talentosos para embarcarem em tamanha furada. Quem comanda esta comédia “sem noção” é o geralmente talentoso Tate Taylor (Histórias Cruzadas e A Garota no Trem), que ultimamente vem dando muitas bolas fora (Ma, Ava e agora este). Na trama, Janney vive uma mulher que flagra o marido com outra, o sujeito morre e ela o enterra no quintal. Depois disso, ela vira uma celebridade em sua pequena cidade. O elenco conta ainda com nomes como Mila Kunis, Juliette Lewis, Awkwafina, Regina Hall, Ellen Barkin e Matthew Modine. O filme soma irrisórios 11% de aprovação da imprensa.

04) Radhe

Aqui temos um caso curiosíssimo. Esse filme indiano de ação, suspense e crime provavelmente entrará para a história como um dos mais “odiados” em anos recentes. Ele tem o recorde como um dos “mais populares” no IMDB, isso porque mais de 174 mil usuários fizeram questão de acessar a página de Radhe no site… para dar uma nota baixa ao filme. No IMDB é medido também quantas pessoas acessaram a página de um filme para dar nota, é o famoso “falem mal, mas falem de mim”. Assim Radhe guarda o recorde como o 12º filme mais “popular” (ou seria impopular) do ano no quesito de acessos, o problema é que esses acessos foram para dar ao filme uma nota baixíssima de 1.9 num total de 10 estrelas. A trama mostra o policial Radhe (Salman Khan) voltando da suspensão para combater a máfia da Índia. O filme soma 9% de aprovações, dos corajosos jornalistas que encararam o filme.

03) Music

A intenção era boa, temos certeza. Mas de boas intenções o inferno está cheio. Hoje, o mundo politicamente correto está muito delicado em relação ao retrato de minorias no cinema, nas séries, e nas artes em geral. É preciso ter feeling para não abordar um tema polêmico de forma errada. Mas foi exatamente isso que a musa pop “secreta” Sia conseguiu ao decidir estrear sua carreira de diretora de cinema num filme sobre autismo. E o pior, o filme também foi escrito por Sia. Na trama, Kate Hudson, de cabeça raspada, vive uma jovem alcoólatra se “limpando” em uma clínica de reabilitação. É no local que ela recebe a notícia de que deverá ser a guardiã de sua meia irmã, uma jovem autista chamada Music. Pelo filme, Sia recebeu muitas críticas negativas e foi alvo de imensa polêmica nas redes sociais por ter escalado Maddie Ziegler, a menina dançarina de seus clipes, no papel de uma autista. A polêmica só aumentou quando Sia debateu e defendeu a escolha de sua protegida. O “musical sobre autismo” de Sia foi indicado ao Framboesa de Ouro de pior filme e “venceu” em várias categorias. Mas também foi indicado ao Globo de Ouro de melhor filme. O que será que isso diz sobre a premiação da imprensa estrangeira em Hollywood? Music soma 7% de aprovação da imprensa e foi considerado um filme ofensivo.

02) Conquista

Com essa a Amazon Prime Video assume o “pódio” do streaming com filmes mais detonados de 2021 e ninguém o tira o posto. Pobre Morgan Freeman, que a esta altura de sua carreira precisa passar por estas. Mas quem é rei nunca perde a majestade, e nada irá tirar do ator veterano o seu prestígio conquistado por muitos anos de carreira. Protagonizando, temos outra “musa” polêmica. A exótica Ruby Rose chegou em cena impressionando na série Orange is the New Black, e em pouco tempo se tornava uma queridinha, aparecendo em projetos como Resident Evil 6, Triplo X Reativado, John Wick 2, A Escolha Perfeita 3 e Megatubarão. Sim, é seguro dizer que ela estava em todo lugar. E isso a leva até a série Batwoman, onde viveu uma heroína lésbica nas telinhas. Porém, após entrar em atrito com a comunidade LGBTQ, a atriz abandonou a série e terminou descambando para projetos menos relevantes. Esse aqui, onde interpreta uma ex-criminosa manipulada por um policial corrupto, o coloca para atuar com o grande Morgan Freeman e talvez esse tenha sido o atrativo. Porém, o filme soma 5% de aprovação, o colocando no posto de um dos piores de 2021 para os críticos.

01) Os Filmes de Bruce Willis

Recentemente escrevi uma matéria sobre o declínio da carreira de Bruce Willis. Ao que parece, o antes carismático ator está de “saco cheio” e tem trabalhado apenas por dinheiro nos últimos tempos. Dessa forma, aparece, faz suas cenas (geralmente em um dia), cede seu rosto para o cartaz do filme (mesmo que seu tempo em cena seja curtíssimo), desconta seu contracheque e parte para o próximo. Embora para ele seja uma ótima fórmula, isso resulta numa queda brusca, tanto em sua popularidade com o público e na qualidade de tais obras feitas à toque de caixa. Somente em 2021, Willis entregou três filmes “fedorentos”, que amargaram o fundo do poço cinematográfico. O primeiro, o melhorzinho do trio, é Meia-Noite no Switchgrass, que embora anuncie o protagonismo de Willis, é estrelado na verdade por Megan Fox como uma policial. O suspense tem 8% de aprovação. Em sequência chega Invasão Cósmica, ficção científica espacial, cheia de figurinos e cenários bacanas, mas que soma 3% de aprovação dos jornalistas. E ganhando a medalha de ouro no acervo recente de Bruce Willis, seu mais novo longa, Apex, outra ficção científica mequetrefe, soma 0% até o momento. Será que alguma alma caridosa o erguerá aos 1% pelo menos?

Leia também: Bruce Willis é o novo Nicolas Cage? Conheça as PRODUÇÕES B lançadas pelo astro só em 2021

Michael J. Fox fala sobre ser portador de Mal de Parkinson há mais de 20 anos

Famoso por estrelar a trilogia ‘De Volta para o Futuro’, Michael J. Fox se tornou o portador de Mal de Parkinson mais conhecido do mundo desde que anunciou seu diagnóstico, em 1998.

No ano passado, o ator e filantropo também anunciou sua aposentadoria da atuação 20 anos após seus médicos estimarem o fim de sua carreira.

Desde que foi diagnosticado, Fox tem sido bastante aberto sobre seus desafios através de livros, palestras e entrevistas, além de ter fundado uma organização sem fins lucrativos que visa a melhor a qualidade de vida dos portadores da condição.

Esta semana, ele participou de um evento em comemoração aos 65 anos da AARP (via Comic Book), fundação que trata dificuldade das pessoas com mais de 50 anos, e deu uma atualização sobre seu estado de saúde.

Apesar de admitir problemas de memória e fala, que o fizeram parar de atuar, ele manteve seu bom humor e disse que se sente muito bem para alguém que com uma lesão cerebral.

“Eu sou meio que uma aberração quando se trata de portadores de Parkinson. É estranho que eu tenha me saído tão bem por todo esse tempo. As pessoas costumam pensar no Parkinson como doença visual por causa dos sintomas que atacam o sistema nervoso, mas os sintomas invisíveis são piores.”

Ele continuou:

“Me sinto muito bem apesar da lesão cerebral. Às vezes, minhas mãos nem tremem, ou tremem e eu não percebo… Mas o que você não pode ver é que machuca. A falta de equilíbrio, a tonteira, as dificuldades de visão. Tentar falar e não conseguir formar palavras. É como enfrentar uma tempestade enquanto todos estão aproveitando um dia ensolarado.”

Atualmente com 60 anos, Fox teve um papel recorrente em ‘The Good Wife‘ e apareceu em dois episódios do spin-off ‘The Good Fight’.

Em 2018, ele também teve uma breve participação em ‘Designated Survivor‘, além de trabalhar como dublador em ‘American Dad ‘ e nos filmes do ‘Stuart Little‘.

Ele também está investindo na carreira de escritor com um livro autobiográfico, intitulado ‘No Time Like the Future: An Optimist Considers Mortality‘ (“Não há tempo como o futuro: um otimista consideração sobre a mortalidade’), lançado em 17 de novembro.

No livro, ele detalha algumas das lutas que ele superou desde seu diagnóstico e como consegue se manter positivo enquanto muitas pessoas acham que ele se entregou à doença.

Por falar em De Volta para o Futuro‘, o longa foi lançado há 36 anos e se tornou uma das franquias mais aclamadas e famosas do cinema, conquistando o público por uma história original, envolvente e recheada de reviravoltas.

Estrelado por FoxChristopher LloydLea ThompsonCrispin GloverThomas F. Wilson, a história gira em torno de Marty McFly, um adolescente que acidentalmente viaja trinta anos para um passado através de um carro DeLorean transformado em máquina do tempo por seu amigo cientista Doc Brown. Preso no passado, Marty sem querer impede que os pais se conheçam, e, lutando contra o tempo, tenta reuni-los para que seu futuro não esteja perdido.

Com direção de Robert Zemeckis, o filme é considerado um dos melhores de todos os tempos, tendo adquirido status lendário desde sua estreia e rendendo duas sequências diretas, além de quadrinhos, jogos de tabuleiro, música, livros, colecionáveis e muito mais.

Para celebrar o enorme legado da produção, separamos uma breve lista com dez curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

REBOOT? ACHO QUE NÃO

Os direitos do filme e das sequências ainda continuam sob tutela de Zemeckis e do produtor e roteirista Bob Gale. Em 2015, Zemeckis disse que nenhum reboot ou remake do filme seriam autorizados enquanto estivessem vivos. E talvez isso seja para o melhor.

IMORTAL

Gale e Zemeckis receberam uma belíssima carta de fã de John DeLorean após o lançamento do filme. No texto, DeLorean agradecia aos dois por ter imortalizado o carro.

MCFLY!

Em 2010, durante uma reunião de elenco para comemorar os vinte e cinco anos do filme, Fox disse que estranhos ainda o chamavam de “McFly!” constantemente. O ator disse que o momento mais memorável foi quando estava em uma selva remota em Butan, país do sudeste asiático, e um grupo de monges budistas passou por ele e comentou: “Marty McFly!”.

OS HUMILHADOS FORAM EXALTADOS

O roteiro de De Volta para o Futuro foi rejeitado nada menos que 44 vezes antes de finalmente ganhar sinal verde. O resultado foi impressionante: ovacionado pela crítica, a história recebeu extensos elogios pela originalidade e pela dinâmica, além de ter rendido duas sequências de igual sucesso e um musical em 2020.

APROVAÇÃO IMEDIATA

Quando o filme foi exibido numa sessão teste, a Industrial Light and Magic (ILM) ainda não tinha terminado o voo final do DeLorean, e os minutos finais foram mostrados em preto e branco. Mas isso não importou, visto que o público se alvoroçou em aplausos de qualquer forma.

TRISTE MUDANÇA

Claudia Wells, que interpretou Jennifer Parker no primeiro capítulo da trilogia, teve de abandonar o papel nas duas sequências quando a mãe foi diagnosticada com câncer. A personagem, então, foi dada a Elisabeth Shue.

INSPIRAÇÃO PESSOAL

A inspiração para o filme veio de Gale e da descoberta do anuário de seu pai. Ele, então, se perguntou se seria amigo do próprio pai quando adolescente. Gale também comentou que, se tivesse a chance de voltar no tempo, ele realmente voltaria e confirmaria se eles seriam amigos ou não.

REASSISTIR OU NÃO REASSISTIR? EIS A QUESTÃO

Glover, intérprete de George McFly, disse que assistiu ao filme apenas uma vez, pouco depois do lançamento. Em contraste, Lloyd, que eternizou Doc Brown, disse que, no momento em que o longa está sendo exibido na televisão, ele senta para revê-lo.

APROVAÇÃO GOVERNAMENTAL

As partes do roteiro que faziam referências ao então presidente Ronald Reagan precisaram ser avaliadas pela própria Casa Branca, para não ofendê-lo. Os produtores tiveram algumas preocupações à reação de Reagan quanto à famosa fala de Doc Brown zombando a improbabilidade dele ser presidente em 1985, mas Reagan foi aconselhado a levar tudo na esportiva.

CRONOGRAMA APERTADO

Fox ganhou permissão do produtor de ‘Caras e Caretas’, série na qual estrelava desde 1982, para participar do filme, mas com uma condição: comprometer-se a cumprir o cronograma do show – o que significava que ele deveria participar de todos os episódios. Por isso, ele não participou da turnê promocional de De Volta para o Futuro.

‘Peacemaker’: James Gunn revela a 1ª imagem oficial de Nhut Le como Judomaster; Confira!

Em seu perfil do Twitter, o diretor James Gunn revelou a primeira imagem oficial do Judomaster, ou Mestre Judoca (Nhut Le), na série ‘Peacemaker‘, derivada de ‘O Esquadrão Suicida.

Confira:

“Conheça Nhut Le como Judomaster em 17 dias, quando estreia ‘Peacemaker, na HBO Max.”‘

Desde 1965, surgiram três versões do Judomaster na DC Comics, sendo a de 1994 a mais recente, criada por Paul Kupperberg e Michael Collins.

Em seu perfil do Twitter, Kupperberg se perguntou “o quão animado ele e Collins deveriam estar sobre a adaptação do personagem?”

E o diretor James Gunn, responsável pela produção, garantiu que o personagem terá um importante papel na trama ao responder:

“Muito. Paul Kupperberg, suas impressões digitais estão em todo a série do ‘Peacemaker‘, e a história de seu trabalho com os personagens da Charlton Comics faz parte de nós.”

Para quem não conhece o personagem, seu nome é Rip Jagger e ele era um sargento americano durante a 2ª Guerra Mundial que passou por um milenar treinamento de judô depois de salvar da morte a filha de um tribal japonês e mestre em artes marciais.

Rip tornou-se um dos maiores lutadores vivos durante a guerra, e resolveu usar suas técnicas para combater os nazistas.

Por enquanto, maiores detalhes não foram revelados, então não se sabe se ele será um personagem recorrente ou se fará apenas uma participação especial.

Lembrando que a produção será lançada na plataforma no dia 13 janeiro.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série irá explorar as origens do personagem interpretado por John Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

James Gunn assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

Os 15 MELHORES Filmes de 2021

Mesmo sabendo que ainda teremos muita coisa pela frente, já dá pra dizer que 2021 foi o ano em que as pessoas voltaram aos cinemas. Assim como os estúdio, finalmente, puderam soltar os seus principais grandes títulos, aqueles gravados antes e até complementados durante o período de pandemia. Com 2020 quase inexistindo para a indústria cinematográfica, todos que fazem parte dessa mídia tão apaixonante ficaram bem apreensivos com o que viria a seguir. As vacinas surgiram, os cuidados continuaram e o público voltou, ainda que timidamente, às salas. Foi lindo poder ver inúmeras fotos de pessoas emocionadas nos cinemas tirando fotos e podendo matar as saudades e novamente vivenciar aquele tipo de magia somente proporcionada pela sétima arte.

Felizmente tivemos um ano abençoado no que se refere a variedade e quantidade de bons filmes. Os cineastas estavam inspirados e as produtoras fizeram o possível para lançar o máximo de suas produções. Seja nos cinemas ou mesmo nos streamings, plataformas que ajudaram muita gente durante a fase de total isolamento e da ideia do novo normal. Gente do meio brigando se era válido ou não soltar os filmes ou segurar mais um pouquinho e lançar no que seria momento certo é o que mais teve. Enfim, tentativas não faltaram e o público apenas ganhou com tudo isso.

De blockbusters colossais a pequenas produções independentes, não faltou espaço pra ninguém. Os ditos arrasa-quarteirões, de franquias como Duna, 007 e Homem-Aranha, não decepcionaram, fazendo os fãs comparecerem em peso ao multiplex. Bem como as produções autorais estrangeiras, fora de Hollywood, que exploraram ao máximo os mais diferentes níveis de linguagem e os inúmeros temas delicados, que nem todo mundo tem coragem de tocar. Mesmo o cinema brasileiro, que agoniza devido ao estado atual da cultura no país, considerado desesperador, conseguiu se sobressair e apresentar obras incríveis. Filmes que saíram do entretenimento e adentraram no campo social e político.

E é claro que o CinePOP conferiu, literalmente, todos os lançamentos de 2021 e preparou uma listinha especial com aqueles que deram o que falar e encantaram todo mundo. Reunimos nossa equipe inteira da crítica para cada um fazer o seu Top 15 (mostrados logo abaixo da lista principal) e assim podermos criar uma média dos melhores filmes que estrearam, oficialmente, esse ano no Brasil. Coloca aí nos comentários a lista de vocês e fala se concorda ou discorda do pessoal. No mais, é isso, vamos continuar aqui produzindo material, toda equipe espera que vocês tenham curtido nossa cobertura anual.

15 | Druk – Mais uma Rodada

DRUK

Os méritos de Druk – Mais Uma Rodada estão no fechar de portas ao maniqueísmo e às lições de moral sobre o álcool, ao mesmo tempo em que nos faz refletir de forma sensível e celebratória a dádiva de ter uma vida para usufruir. Após a tragédia pessoal do diretor durante a produção do filme em 2019, junto ao ano de 2020, em que a morte esteve presente em todos os meios de comunicação, Druk é uma potência discursiva e imagética de apreciação ao agora.” Letícia Alassë

14 | Tick, Tick… Boom!

Com o filme entregue nas mãos do ator, é difícil tick, tick…BOOM! errar. E ainda que nem todos os números musicais funcionem em sua essência, a produção roteirizada por Steven Levenson não deixa os fãs do gênero na mão. Trazendo uma ótima dinâmica de Garfield, com Vanessa Hudgens e principalmente Alexandra Shipp, o musical é uma jornada nostálgica imperfeita, mas que honra Larson e seu talento, à medida em que o apresenta para uma nova audiência que talvez não saiba a dimensão do seu valor para a arte contemporânea como a conhecemos.” Rafaela Gomes

13 | Matrix Resurrections

Matrix Resurrections surge de maneira bastante positiva, isso por querer se distanciar da grande maioria das abordagens anteriores, mesmo utilizando o que chamam de formula, mesclando pancadaria e filosofia – quer algo melhor que isso? É claro que está longe de alcançar o nível do Matrix que parou o mundo na virada do milênio, porém tem personalidade suficiente para andar com as próprias pernas e não fazer feio em nenhum momento. Ainda que exista aqui e ali uma barriguinha no segundo ato. Todavia, se o Neo agora tem alguns cabelos brancos, quem somos nós pra falar de abdomes sobressalentes.” Wilker Medeiros

12 | 007: Sem Tempo para Morrer

E, como não podia deixar de ser, Fukunaga deixa sua marca visual característica, advinda de um rigor técnico estético quase kubrickiano – ou mesmo por dar umas cutucadas de la revolucion que farão alguns chama-lo de comunista. De maneira geral, não é ousadia dizer que a despedida de Daniel Craig, o 007 mais físico e intenso, não poderia ter sido melhor – talvez, muito talvez, só comparável.” Wilker Medeiros

11 | Noite Passada em Soho

Noite Passada em Soho é muito mais do que aparenta ser e pode surpreender àqueles que buscam uma estrutura mais clássica vista nos autênticos filmes de terror. Você que já é fã do cineasta não precisa de preocupar, Edgar Wright continua fazendo o cinema pulsante, referencial e eletrizante de sempre, com àquelas trucagens visuais empolgantes e uma trilha sonora repleta de canções sensacionais e importantes narrativamente. No entanto tudo agora foi construído pelas mãos de um artesão mais experiente, que sabe a hora certa de disparar a carga elétrica de ação necessária para tudo acontecer como deve ser.” Wilker Medeiros

10 | Deserto Particular

Esteticamente distante das produções sudestinas, Deserto Particular não tem medo de ser sujo em meio a toda aridez do Juazeiro baiano. Coleciona diversos planos abertos e se orgulha do cenário natural que exibe como uma verdadeira galeria de quadros, paisagens que casam perfeitamente com o dilema abordado. Aliás, o filme separa um dos andamentos mais lindos e marcantes que a cinematografia nacional produziu recentemente, quando Daniel e Sara dançam coladinhos ao som de Bonnie Tyler e o seu clássico brega Total Eclipse of the Heart, canção que surge com a força e a classe de uma poesia escrita por Pablo Neruda.”  Wilker Medeiros

09 | Maligno

Obviamente nada disso teria o mesmo impacto se o diretor não tivesse dedicado cada momento e intenção para o ápice. Ao dizer isso não quero dar a entender que Maligno funcione apenas pelo seu grande segredo, já que a trama e todo clima de mistério são interessantes suficientes para manter o espectador ligado, além do apelo estético já destacado que deve agradar os amantes do gênero. Porém, após sabermos de toda verdade, o filme ganha dimensões que jamais imaginávamos.” Wilker Medeiros

08 | O Esquadrão Suicida

O Esquadrão Suicida é uma sequência que não te obriga a ver o anterior para entender a história. Ele se sustenta sozinho e aumenta o panteão de personagens memoráveis da DC nas telonas. A estrutura narrativa, a forma de abordagem dos personagens e o estilo de direção de James Gunn transformam essa aventura praticamente episódica em um clássico instantâneo dos filmes baseados em quadrinhos. Repleto de violência, personalidade, ação, membros decepados, zero slow motion e uma mensagem política mais que pertinente.” Pedro Sobreiro

07 | Duna

Com a tensão em baixa depois de uma batalha extensa e jogos de traição (a nossa geração fará ponte com Game of Thrones), Duna atinge o ápice da trajetória de forma morna. O grande encontro entre “colonizadores” e “colonizados” ocorre rápido e sem grande espetáculo, ou seja, não possui o efeito devido de um momento decisivo. Assim, nessa primeira parte Zendaya e Javier Bardem são mal aproveitados em seus personagens. Ao passo que Jason Momoa, como Duncan Idaho, e Josh Brolin, como Gurney Halleck, têm os seus momentos, mas ainda singelos frente a uma produção de 2h45.” Letícia Alassë

06 | Meu Pai

E quando ficamos diante deste clímax, Anthony Hopkins atinge um novo pico em sua atuação, regado por profundas lágrimas e uma sensação de abandono que beira o comportamento infantil. Entre alucinações e uma pequena crise de pânico, sua genuína entrega no proporciona uma das experiências mais difíceis de assistir. E como um remédio amargo que desce rasgando a garganta, Meu Pai é o retrato mais autêntico e real da fase mais temida pelo ser humano. Doloroso de assistir, mas belíssimo de contemplar, o primeiro filme do francês Florian Zeller é ainda a entusiasmada expectativa pelo que mais esse brilhante e novato cineasta tem a compartilhar com o restante do mundo.” Rafaela Gomes

05 | Quo Vadis, Aida?

O grande mérito de Quo Vadis, Aida? é o seu apoio nos detalhes e na mise en scène de uma guerra civil sem mostrar uma sequer gota de sangue. O imaginário preenche os ruídos, o movimento dos objetos e as expressões da atriz Jasna Djuricic. Sua bravura ultrapassa a dos militares na linha da frente, igualmente bem interpretados pelos atores Johan Heldenbergh e Raymond Thiry, ambos entre a valentia e a condescendência. Ao escolher o ângulo do drama pessoal, o longa torna-se mais impactante e uma bela homenagem a todos os sobreviventes e as vítimas desse trágico episódio em Srebrenica, na Bósnia-Herzegovina.” Letícia Alassë

04 | Bela Vingança

Trazendo alguns leves e breves respiros, que servem como pequenos hiatos de calmaria que antecedem o esporro narrativo que logo virá, Bela Vingança traz uma reviravolta deliciosa de contemplar, representa de forma categórica toda e qualquer sobrevivente de abuso e se encerra como uma ópera que atinge seu ápice supremo nos momentos finais. Honroso, educativo e envolvente, a produção é uma joia primorosa que segue à risca as principais características de um clássico do Festival de Sundance e se imortaliza como aquele filme essencial para um tempo onde não há mais espaço para a objetificação feminina.” Rafaela Gomes

03 | Nomadland

É impressionante como nenhum dos aspectos do longa falha em entregar exatamente aquilo que promete: a dicotomia entre a aurora e o ocaso é transferida inclusive à minimalista trilha sonora de Ludovico Einaudi e a uma sóbria e trágica fotografia de Joshua James Richards. Mesmo assim, com todas essas infusões que vão para além de um mero estudo de caso, é bem provável que ‘Nomadland’ não caia no gosto de todos – mas que merece ser visualizado como a densa análise antropológica e sociológica que realmente é.” Thiago Nolla

02 | Ataque dos Cães

Poderoso e intrigante, Ataque dos Cães é um fôlego de vida dentro de um cinema contemporâneo cercado por blockbusters formulaicos, remakes e derivados pouco originais. Exigindo da audiência apenas o desejo por uma experiência única e envolvente, o drama faroeste lindamente dirigido por Campion é uma preciosidade de 2021 que precisa ser celebrada na temporada de premiações de 2022.” Rafaela Gomes

01 | Homem-Aranha: Sem Volta para Casa

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa trabalho da vida de Jon Watts, que superou suas limitações mostradas nos projetos anteriores para trazer “simplesmente” o filme definitivo do Homem-Aranha. A entrega de Tom Holland também enche os olhos, porque é nítido que ele se doou ao máximo para que esse filme pudesse ser essa obra-prima dos filmes com heróis. E conseguiu seu objetivo.” Pedro Sobreiro


Allan Torres

01 – Homem-Aranha: Sem Volta para Casa

02 – Rua do Medo: 1978 – Parte 2

03 – A Escavação

04 – Casa Gucci

05 – Raya e o Último Dragão

06 – Vingança & Castigo

07 – Eu Me Importo

08 – Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis

09 – 007Sem Tempo para Morrer

10 – Tick, Tick… Boom!

 

Georgenor Neto

01 – Nomadland

02 – Quo vadis, Aida?

03 – Bela Vingança

04 – Raya e o Ultimo Dragão

05 – O Mauritânio

06 – Duna

07 – O Esquadrão Suicida

08 – Ataque dos Cães

09 – Noite Passada em Soho

10 – Luca

 

 

Gustavo Barreto

01 – Nomadland

02 – Duna

03 – Meu Pai

04 – O Som do Metal

05 – Ataque dos Cães

06 – 7 Prisioneiros

07 – Quo vadis, Aida?

08 – O Esquadrão Suicida

09 – Bela Vingança

10 – Noite Passada em Soho

 

 

Janda Montenegro

01 – Turma da Monica – Lições

02 – Quo vadis, Aida?

03 – A Última Floresta

04 – Ghostbusters – Mais Além

05 – Meu Pai

06 – Cidade de Gelo

07 – Liga da Justiça de Zack Snyder

08 – Major Grom Contra o Dr. Peste

09 – Em um Bairro de Nova York

10 – Cruella

 

Letícia Alasse

01 – Druk – Mais uma Rodada

02 – Meu Pai

03 – Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa

04 – First Cow – A Primeira Vaca da América

05 – Deserto Particular

06 – Val

07 – Quo vadis, Aida?

08 – Verão de 85

09 – Tick, Tick… Boom!

10 – Atravessa a Vida

 

Lucas Salgado

01 – First Cow – A Primeira Vaca da América

02 – Ataque dos Cães

03 – Nomadland

04 – Annette

05 – Cabeça de Nêgo

06 – Meu Pai

07 – Maligno

08 – Quo vadis, Aida?

09 – Deserto Particular

10 – A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas

 

Nefferson Taveira

01 – Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa

02 – Duna

03 – Luca

04 – Demon Slayer – Mugen Train: O Filme

05 – Maligno

06 – Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis

07 – Encanto

08 – Bela Vingança

09 – O Esquadrão Suicida

10 – A Casa Sombria

 

Pablo Bazarello

01 – Meu Pai

02 – Val

03 – Judas e o Messias Negro

04 – Nomadland

05 – A Escavação

06 – O Tigre Branco

07 – Druk – Mais uma Rodada

08 – Marighella

09 – Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa

10 – Bela Vingança

 

Rafaela Gomes

01 – Meu Pai

02 – Nove Dias

03 – No Ritmo do Coração

04 – Judas e o Messias Negro

05 – Duna

06 – Minari

07 – Nomadland

08 – 007Sem Tempo Para Morrer

09 – Ataque dos Cães

10 – Ghostland: Terra Sem Lei

 

Raphael Camacho

01 – Bela Vingança

02 – Quo vadis, aida?

03 – Nomadland

04 – Ataque dos Cães

05 – Homem-Aranha: Sem Volta para Casa

06 – Shiva Baby

07 – Tick, Tick… Boom!

08 – Druk – Mais uma Rodada

09 – Anônimo

10 – Loucos por Justiça

 

Renato Marafon

01 – Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa

02 – Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis

03 – O Esquadrão Suicida

04 – Liga da Justiça de Zack Snyder

05 – 007Sem Tempo para Morrer

06 – Free Guy

07 – Bela Vingança

08 – Matrix Resurrections

09 – Viúva Negra

10 – Maligno

 

Thiago Nolla

01 – Ataque dos Cães

02 – Marighella

03 – Vingança & Castigo

04 – A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas

05 – Amor, Sublime Amor

06 – 7 Prisioneiros

07 – Duna

08 – Encanto

09 – A Crônica Francesa

10 – Luca

 

Wilker Medeiros

01 – A Mão de Deus

02 – Noite Passada em Soho

03 – Evangelion: 3.0+1.0 Thrice Upon a Time

04 – Ataque dos Cães

05 – Deserto Particular

06 – Maligno

07 – Matrix Resurrections

08 – The Trip

09 – Val

10 – Judas e o Messias Negro