‘Agents of SHIELD’ retornou para o final de temporada em um universo paralelo chamado Framework, uma espécie de experiência simulada em que os personagens poderão corrigir seus maiores erros e arrependimentos do passado.
Confira:

‘Agents of SHIELD’ retornou para o final de temporada em um universo paralelo chamado Framework, uma espécie de experiência simulada em que os personagens poderão corrigir seus maiores erros e arrependimentos do passado.
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No mais novo vídeo de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra’, o Bad Ape tenta ajudar Maurice e Nova a saírem do que parece ser uma tubulação.
Confira:
Em ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, o terceiro capítulo da franquia de sucesso aclamada pela crítica, César e seus macacos são forçados a um conflito mortal com um exército de seres humanos liderados pelo cruel Coronel. Após os macacos sofrerem perdas inimagináveis, César luta com seus instintos mais sombrios e começa sua própria busca mítica para vingar sua espécie. Como a viagem final finalmente os trazem cara a cara, César e o Coronel são colocados uns contra os outros em uma batalha épica que irá determinar o destino de ambas as espécies e o futuro do planeta.
Liberada a logo oficial de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra’; surpresa virá em ‘The Walking Dead’
‘Planeta dos Macacos – A Guerra’ contrata atriz de ‘The Vampire Diaries’
O novo filme seguirá a história que começou com ‘Planeta dos Macacos: A Origem’ e continuou com ‘Planeta dos Macacos: O Confronto’.
Andy Serkis emprestou brilhantemente seus movimentos para o macaco César. Para retornar para a sequência, seu salário foi milionário, de 7 dígitos, uma valor bastante alto para captura de movimentos.
Judy Greer (‘De Repente 30’) voltará a emprestar seus movimentos à primata Cornelia, a amada de César.
Andy Serkis, Steve Zahn e Woody Harrelson estrelam.
Woody Harrelson será o vilão da sequência de ‘Planeta dos Macacos: O Confronto’
‘Planeta dos Macacos: O Confronto’ arrecadou US$ 708 milhões pelo mundo.

(Terminator: Dark Fate)
Elenco:
Mackenzie Davis – Grace
Arnold Schwarzenegger – O Exterminador
Edward Furlong
Linda Hamilton – Sarah Connor
Brett Azar – T-800
Natalia Reyes – Dani Ramos
Gabriel Luna – Exterminador
Diego Boneta
Alicia Borrachero
Steven Cree
Direção: Tim Miller
Gênero: Ação, Ficção Científica
Duração: — min.
Distribuidora: Fox Film
Orçamento: US$ 170 milhões
Estreia: 31 de Outubro de 2019
Sinopse:
No dia depois do Julgamento Final, Sarah Connor (Linda Hamilton) precisa ajudar uma ciborgue que acredita ser humana e uma garotinha a salvar o mundo mais uma vez.
Crítica | O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio – Um filme de ação de tirar o fôlego (Nota: 7.0)
Crítica em Vídeo:
Curiosidades:
» Linda Hamilton (Sarah Connor) e Arnold Schwarzenegger (T-800) retornam em seus papéis icônicos em ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘, dirigido por Tim Miller (Deadpool) e produzido pelo visionário cineasta James Cameron e David Ellison. Em sequência à ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘,o filme também conta com Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna e Diego Boneta.
» Para o diretor Tim Miller ver Arnold Schwarzenegger e Linda Hamilton em cena foi uma experiência única: “Assistir nos monitores é uma emoção para o nerd que habita em mim, foi difícil acreditar no que estava acontecendo. Eu me perdia assistindo as tomadas, e então, a cada trinta segundos eu era atingido novamente, “Puta merda, eu estou fazendo um filme do Exterminador do Futuro!””
» A franquia ‘O Exterminador do Futuro‘ foi lançada em 1984 com Schwarzenegger interpretando o personagem principal e teve três filmes na sequência, que arrecadaram mais de US$ 1 bilhão em bilheterias de todo o mundo.
» Poucos pessoas sabem, mas Cameron perdeu os direitos da franquia ‘O Exterminador do Futuro’ em seu acordo de divórcio com a atriz Linda Hamilton, protagonista dos dois primeiros filmes. A atriz foi casada com o diretor de 1997 a 1999, com quem teve uma filha, Josephine Archer Cameron, nascida em 1993.
» Quando se separaram, ela prontamente vendeu os direitos da franquia para a Carolco Pictures, e os direitos passaram de empresa a empresa até acabar nas mãos da Skydance Productions e Annapurna Pictures, produtoras da nova trilogia.
» Os direitos voltam para sua propriedade, em 2019 – vinte anos após sua venda.
» O terceiro e quarto filme não conseguiram recuperar o dinheiro investido (US$ 200 milhões cada) nas bilheterias norte americanas.
Coletiva Arnold Schwarzenegger:
Trailer:
Cartazes:


Fotos:











‘Nasce Uma Estrela’ faturou indicações importantes no Oscar 2019, incluindo a de Melhor Filme.
Porém, para o produtor Lynette Howell Taylor, isso não foi o suficiente. Em entrevista à EW, lamentou a esnobada da Academia com Bradley Cooper na categoria de Melhor Direção:
“Eu acho que a visão, paixão e o incansável trabalho de Bradley Cooper representam as oito indicações do filme. Ninguém teria sido indicado sem ele. É um ano maravilhoso para o cinema, mas por conta de tantos bons filmes. Claro, eu amaria ter ele sendo reconhecido na categoria, mas eu tenho certeza que ele foi reconhecido de outra maneira por causa da alma desse filme.”
No total, o filme recebeu 8 indicações.
Quem comemorou foi Sam Elliot, que aos 74 anos finalmente conseguiu sua primeira indicação ao prêmio. Obviamente que ator não deixou barato o fato da sua indicação tardia e comentou ao Deadline:
“Eu acho que o que está na minha cabeça agora é, ‘Já estava na hora, p***!’ Além disso, é tudo sobre o trabalho mesmo, é sobre o processo criativo. É ótimo ser reconhecido por isso, é isso que vale mesmo.”
Na categoria de Melhor Ator Coadjuvante, Sam Elliott concorre com Adam Driver (‘Infiltrado na Klan’), Maherhsala Ali (‘Green Book: O Guia’), Sam Rockwell (‘Vice’) e Richard E. Grant (‘Poderia Me Perdoar?’).
A 91ª edição do Oscar acontece no dia 24 de fevereiro.
O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica EM VÍDEO de ‘Projeto Gemini‘, ficção científica estrelada por Will Smith.
Assista:
Crítica | Projeto Gemini – Ficção traz nostalgia dos anos 90 com tecnologia REVOLUCIONÁRIA
Em entrevista ao Filmstarts, o produtor Jerry Bruckheimer revelou que já tem ideias para fazer o segundo filme, mas tudo vai depender da bilheteria.
“Se o público comparecer ao cinema, esperamos fazer outro filme.”, ele disse
Dirigido por Ang Lee (‘As Aventuras de Pi‘), o longa foi originalmente desenvolvido pela Disney nos anos 90, mas o projeto foi engavetado porque os efeitos visuais não eram avançados o suficiente na época.
O melhor assassino do mundo está ficando velho e menos confiável. Por isso seus chefes decidem eliminá-lo criando um clone mais novo e mais forte com a tarefa de exterminá-lo.
O elenco ainda conta com Mary Elizabeth Winstead, Clive Owen, Benedict Wong, Douglas Hodge e Ralph Brown.
‘Projeto Gemini‘ já está em exibição nos cinemas.
‘Projeto Gemini’ será o primeiro filme lançado em 3D+; Conheça a tecnologia!

Através de suas redes sociais, Dwayne Johnson revelou que Jason Momoa (‘Aquaman‘) quase fez parte do elenco de ‘Hobbs e Shaw‘, derivado da franquia ‘Velozes e Furiosos‘.
O ator interpretaria o papel do irmão do Luke Hobbs. No final das contas, o lutador Roman Reigns interpretará o personagem.
“Eu e o Momoa tentamos muito tê-lo nesse filme para interpretar o meu irmão,” revelou Johnson em seu Instagram. “Mas sua agenda estava muito lotada.”
Agora, Momoa negocia para um papel de destaque na sequência de ‘Hobbs e Shaw‘, que começa a ser filmada no próximo ano.
‘Hobbs e Shaw 2‘ tem estreia prevista para 2022.

De acordo com o The Verge, a casa da família Boggs no filme ‘Edward Mãos de Tesoura‘ está à venda no mercado imobiliário norte-americano.
O interior e o exterior da casa permanecem praticamente inalterados desde a época em que o longa foi gravado, e as únicas mudanças foram as atualizações nas pinturas e em algumas mobílias.
Localizada em Lutz, na Flórida, a residência de três quartos e dois banheiros está avaliada em US$ 224 mil e está gerando bastante interesse dos fãs do clássico, dirigido por Tim Burton e lançado em 1990.
Em entrevista ao portal, a corretora Stacie Savoy disse que ficou surpresa com tantas propostas de compra e mal consegue lidar com tantos telefonemas:
“Eu sei que o filme tem muitos fãs, mas não esperava um interesse tão grande pela casa. Eu recebo muitos telefonemas diariamente e parece que os fãs são os únicos interessados.”
Savoy explicou um pouco sobre a história da casa e disse que Burton a escolheu por conta de um excêntrico detalhe.
“O próprio Tim Burton escolheu a casa enquanto estava aqui na Flórida explorando os arredores. Eu soube que ele adorou a forma como as nuvens se formam por aqui e começou a procurar uma casa, é tudo o que eu sei.”
Confira algumas imagens da propriedade:





Orçado em US$ 20 milhões, o longa foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 86 milhões pelo mundo. Além de acumular 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.

M. Night Shyamalan é um dos diretores mais inventivos de Hollywood. Desde que lançou O Sexto Sentido (1999) há 22 anos, os espectadores sempre esperam que seus filmes tragam reviravoltas de cair o queixo. Às vezes funciona, às vezes não. Mas isso nunca o impediu de tentar novamente.
Apesar de Tempo (Old) ter uma pegada diferente dos filmes que o diretor costuma lançar, tudo que os fãs dele espera está aqui: suspense, ficção científica, drama… e é claro, sua famosa marca: o plot twist final. Mas como todo filme que traz ideia mirabolante, este também vai polarizar opiniões.
A produção é inspirada na graphic novel francesa ‘Castelo de Areia‘, escrita por Pierre Oscar Levy, com arte de Frederik Peeters. Mas o roteiro do diretor consegue adaptá-la para que a história caiba nas telonas.
A trama acompanha um casal que está passando por um momento difícil, o que os levou a uma viagem com os filhos para um resort enquanto tentam resolver seus problemas. Chegando no local, eles são convidados pelo gerente a curtirem uma praia isolada – e eles não titubeiam a aceitar o convite. Quando chegam na bela praia paradisíaca, percebem que não existe sinal de celular e eventos estranhos começam a acontecer.
Com um grupo de desconhecidos, a histeria toma conta da viagem quando eles encontram um corpo. As crianças começam a agir de forma estranha, com um apetite desenfreado. O sonho da viagem perfeita logo começa a se tornar um pesadelo quando eles descobrem que estão presos no local, e o Tempo está passando rapidamente. Literalmente, rapidamente. Eles estão envelhecendo anos a cada hora que passa.
A mensagem do diretor é clara: o nosso bem mais precioso é o Tempo. E devíamos curti-lo da melhor maneira possível, apesar dos problemas que nos rodeiam. Mas é claro que Shyamalan passa essa mensagem da maneira mais obscura e sombria possível, enquanto ele nos assusta com momentos de tensão absurdos.
Os dois primeiros terços do filme, que mostram os personagens entrando em histeria coletiva enquanto descobrem que estão envelhecendo, são geniais. O diretor consegue passar todo o suspense necessário e ainda trazer momentos extremamente surreais que causam uma sensação de desconforto na audiência.
É o bom e velho Shyamalan em ação, fazendo com que o público entre em paranoia junto com os personagens do filme. E ele é bem sucedido no que se propõe.
Apesar da trama inteligente e das reviravoltas interessantes, o grande problema do roteiro é não explorar devidamente seus personagens. Com alguns dialogos pouco inspirados, resta ao elenco trazer suas melhores atuações. Gael García Bernal, Rufus Sewell, Ken Leung, Abbey Lee e Alex Wolff roubam a cena. Eles conseguem trazer toda a dramaticidade e desespero que seus personagens pedem.
Porém, a reviravolta final pode decepcionar algumas pessoas. Em suas tentativas de sempre chocar os espectadores, Shyamalan cria um plot twist que não funciona tão bem. Alguns espectadores já vão desconfiar o que está por vir, e quando a grande revelação é feita, o diretor falha na execução. Todo o suspense e desespero se torna um melodrama que não vai agradar a todos.
Mas, como dizem, o que vale é a jornada e não o destino final. Os momentos em que o filme se passa na praia são realmente desesperadores, e parecem sair de um episódio de Twilight Zone. E sim, temos algumas cenas extremamente gores que podem chocar pela sua violência gráfica.
Se você gosta de um bom suspense, Tempo provavelmente vai te entreter. Mas já vai esperando ser surpreendido pelo final. Ou não.
O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em VÍDEO do fraquíssimo ‘Morbius‘, novo filme do universo ‘Homem-Aranha‘.
Assista e siga o CinePOP no YouTube:
Crítica | Morbius – Um filme sem apelo e deslocado do seu tempo
O longa está em exibição nos cinemas nacionais.
No mesmo universo de ‘Homem-Aranha‘, Um dos personagens mais interessantes e conflituosos da Marvel chega à tela grande com o vencedor do Oscar Jared Leto se transformando no enigmático anti-herói Michael Morbius.
Gravemente adoecido com um raro distúrbio sanguíneo e determinado a salvar outros que sofrem do mesmo destino, o Dr. Morbius arrisca tudo numa aposta desesperada. E embora a princípio tudo pareça um sucesso absoluto, surge uma escuridão que se desencadeia dentro dele. O bem superará o mal – ou Morbius sucumbirá aos seus novos e misteriosos desejos?
Daniel Kaluuya, ator que estrela o filme do ‘Barney‘, falou sobre algo que tem gerado dúvidas no fãs, a respeito de como será o tom que a produção seguirá.
Em contato com o The Hollywood Reporter, o ator disse que o filme vai se levar mais a sério do que a série animada, tendo uma pegada um pouco mais sombria.
Ele diz ainda que não entende o motivo das pessoas desprezarem filmes infantis, pois acredita que eles são importantes para introduzir as crianças nos cinemas.
“Meus últimos filmes foram alinhados com o que eu defendo como homem. Mas há um monte de coisas que eu também faço como homem. Por exemplo, eu amo filmes infantis. Como todo mundo foi introduzido ao cinema? Assistindo à filmes infantis. Eu não quero me restringir às limitações de que me impões”, falou Kaluuya.
‘Barney‘ é o terceiro filme em live-action que a Mattel está produzindo, sendo os outros dois, Barbie e Hot Wheels.
De acordo com o Bloody Disgusting, o diretor japonês Hiroshi Shinagawa irá comandar um terror found footage de zumbis, intitulado ‘Among the Dead‘, no mesmo estilo do clássico ‘A Bruxa de Blair‘.
Andy Cosby e Charlie Danger serão responsáveis pelo roteiro.
Na trama…
“Enquanto o resto do mundo encontra equilíbrio após o caos de um apocalipse zumbi, um homem emocionalmente instável abandona seus amigos e família para viver entre os zumbis que ainda existem antes que todos desapareçam.”
Vale lembrar que esta não será a primeira vez que teremos uma produção found footage com zumbis. O próprio mestre do gênero, George A. Romero, já havia lançado, em 2007, ‘Diário dos Mortos‘, aclamado terror que ajudou a reinventar sua própria franquia.
Mais recentemente também tivemos o independente ‘Plano-Sequência dos Mortos‘, que ainda ganhou um remake francês intitulado ‘Final Cut‘.
“Em 1968, George A. Romero trouxe os zumbis aos holofotes da indústria com sua obra-primeira ‘A Noite dos Mortos-vivos’. Desde então, zumbis se tornaram figura carimbada na mídia, com dezenas de filmes e séries mostrando o terror provocado por estas criaturas. Agora, mais de quatro décadas depois, ‘Among the Dead’ irá documentar o primeiro homem a se atrever a capturar os mortos através de uma lente diferente,” declarou Cosby.
Novas informações devem ser divulgadas em breve.
O Amazon MGM Studios anunciou que está desenvolvendo um filme da franquia da série Jack Ryan de Tom Clancy. Além de John Krasinski como protagonista, o longa terá Wendell Pierce, que também esteve na série, e Michael Kelly está em negociação para voltar.
Andrew Bernstein, que atuou como produtor executivo e diretor na segunda temporada da série, está dirigindo o filme a partir de um roteiro escrito por Aaron Rabin, que atuou como produtor co executivo e escritor na quarta temporada da série. John Krasinski e Allyson Seeger estão produzindo pela Sunday Night. Andrew Form também está produzindo o longa. O filme é produzido em associação com a Paramount Pictures e a Skydance. David Ellison e Dana Goldberg, da Skydance, serão os produtores executivos ao lado de John Kelly e Carlton Cuse.
O filme será uma extensão da série Original Jack Ryan de Tom Clancy, do Amazon MGM Studios, Paramount Television e Skydance, estrelada por John Krasinski como o icônico personagem de Clancy. Após o lançamento dos dois últimos episódios da quarta e última temporada da série, Jack Ryan de Tom Clancy obteve um número significativo de 1,15 bilhão de minutos de exibição, segundo a Nielsen. Com quatro temporadas até o momento, a série está entre as três séries mais assistidas do Prime Video em todo o mundo.
Criada por Carlton Cuse e Graham Roland, a série traz o protagonista dos livros de Tom Clancy, mas não é realmente baseada em nenhuma trama escrita pelo autor.
Jack Ryan (Krasinski) é um analista promissor da CIA que segue um padrão de comunicações terroristas, levando à descoberta de uma estratégia intrincada que tem como meta a destruição global.
O elenco ainda inclui Wendell Pierce, John Hoogenakker, Abbie Cornish, Ali Suli, Dina Shih e Haaz Sleiman.
Lembrando que as quatro primeiras temporadas estão disponíveis na plataforma de streaming.

O filme que marcou a retomada da Marvel nos cinemas ganhou data de estreia no Disney+.

Com 87% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.
Atualmente, este é o segundo maior filme de super-heróis do ano, atrás apenas de ‘Superman’ (US$611.7M).
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 265.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 240.5 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 506.3 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$29.4M), México (US$27.4M), França (US$15.3M), Brasil (US$13.5M) e Austrália (US$11M).
Vale lembrar que o longa abriu com US$ 118 milhões no território norte-americano – o que representa a quarta maior estreia doméstica do ano, atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft‘ (US$162M), ‘Lilo & Stitch‘ (US$146M) e ‘Superman‘ (US$125M).
A produção ainda recebeu uma nota A- do público no CinemaScore. Apesar de ter mantido a mesma média de ‘Superman‘ e ‘Thunderbolts*‘, a aprovação do filme ficou acima de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (B-).
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

Andando pela internet, deparo-me com a pergunta, será que precisamos de Caco Antibes hoje? Para quem não viveu a década de 1990, ou não acompanha as reprises do Canal Viva e da Globo, possivelmente não sabe de quem falo. Caco Antibes era o personagem interpretado por Miguel Falabella no seriado cômico Sai de Baixo. Caco era uma sátira de uma certa classe média que se considera superior aos demais brasileiro e que tem “horror à pobre”.
Quando vi essa pergunta, pensei ser uma figura de linguagem, e que se estava usando nome do personagem para se referir ao seriado. Eu comecei a me perguntar: qual é a necessidade de se fazer um filme de um seriado cômico tão antigo?!
Sai de Baixo foi um dos programas humorísticos de maior sucesso na segunda metade da década 1990. Começou em 1996 e terminou em 2002. Numa época pré-internet, quando rede social era só a lista de telefones fixos na agenda eletrônica, e a TV por assinatura ainda engatinhava no Brasil, o sucesso do seriado era tamanho que se tornou o principal humorístico da emissora e, por muito tempo, o grande momento das noites de domingo – recordo-me das pessoas comentarem na segunda-feira o episódio de domingo – sim, antes do WhatsApp, esperávamos o outro dia para comentar de um episódio. A partir de 2010, o seriado foi reexibido pelo canal pago Viva com imenso sucesso, tendo sido produzidos 4 novos episódios em 2013. Recentemente, o programa voltou a ser exibido pela Rede Globo nos finais de semana.
Em tempos de live action e de reciclar tudo que fez sucesso no passado, nada mais natural do que um live action de Sai de Baixo. Aliás, hoje, qualquer coisa antiga que pareça fazer sucesso pode virar filme.
Depois que eu já tinha pensado em tudo isso, o site do texto terminou de carregar e pude lê-lo.
O que estava sendo problematizado era o destaque a um personagem como Caco. Sai de Baixo – O Filme daria cartaz para um personagem preconceituoso, racista, que tem “horror à pobre” e isso, certamente, irá ferir a sensibilidade contemporânea. Dar cartaz ao Caco seria como dar voz à elite classista e preconceituosa. Em resumo, o personagem seria uma anacrônica defesa da elite branca brasileira.
Até agora, me pergunto se isso é sensacionalismo ou dificuldade de compreender uma ironia. Criticar um personagem dessa forma é desconsidera que se trata de uma sátira, um deboche dirigido a uma classe que se achar maior que o Big Bang. Caco é um falido, procurado pela polícia, que volta e meia se dá mal. E, se restam dúvidas, o tom humorístico que Miguel Falabella deu ao personagem deixa bem claro ser um deboche.
Compreenderia o questionamento se o texto ao menos lembrasse que, na década de 1990, havia pessoas que achavam legal as falas de Caco, ou pessoas que confundiam ator e personagem e achavam que Miguel Falabella era preconceituoso. E, sim, sempre há quem não entenda uma sátira ou que confunda ator e personagem e, sempre que possível, é bom lembrar disso. Mas o texto não era sobre isso e parecia não compreender a ironia. E na era pós-internet, a dificuldade de compreender ironia alcançou níveis endêmicos.
A internet criou algo curioso: produzimos coisas para nossas bolhas, mas essas coisas podem, facilmente, atingir uma infinidade de pessoas, que certamente não terão o repertório para rir de uma ironia. Hoje, o que não é didático, direto, concebido para ser entendido pelo público geral, corre o risco de ficar restrito à sua bolha, ou de ser mal entendido. Não é culpa da internet, ela apenas acabou as fronteiras para o conteúdo, mas não para o nosso repertório. Neste contexto, sátiras e ironias, especialmente se sutis, não tem terreno fértil.
Se em 1996, já havia quem não entendesse a sátira que era Caco Antibes, hoje, o risco não é menor. Mas, como Sai de Baixo é tudo menos sutil, certamente, a maioria vai levar a coisa toda na piada – ainda que não entenda que Caco seja uma sátira, irá rir. Ou seja, não há nenhum risco de acharem que Sai De Baixo – O Filme não é uma piada.
Alias, falar que Caco Antibes é algo nocivo para os anos 2019 é demonstrar uma insensibilidade ao que seja ironia. A “polêmica” esquece que Caco é uma sátira pouquíssimo sutil. A pergunta, ao que parece, quer apenas “causar”!
A crítica dirigida ao personagem desconsidera o seu subtexto irônico. A crítica se preocupa em vestir a capa do bom mocismo e defender uma minoria abstrata. Comumente, acusa-se isso de politicamente correto – termo bastante desgastado. Independente do nome que se dê, estamos falando de uma postura que se preocupa tanto em se sentir bom e puro que acaba se desconectando da realidade.
Sério, acusar Sai de Baixo de destilar classismo, como se a finalidade do seriado fosse exaltar a classe alta e humilhar os pobres ou é querer criar polêmica vazia, ou é estar tão embebido por uma tara ideológica que não percebe que o público comum apenas ri da série. Quem achar que Caco está certo é a vítima da ironia de Miguel Falabella. Diga-se, esse grupo cresceu muito nos últimos anos. E, à semelhança dos tarados politicamente corretos, esse grupo também tem suas taras ideológicas. Curiosamente, os excessos do politicamente correto serviu de justificativa para que esse grupo transformasse seu ódio e antintelectualismo em categoria de pensamento.
Diante desses dois grupos tão embriagados por suas visões de mundo, eu faço a pergunta, precisamos de Caco Antibes hoje? Sim!, porque em tempos em que astrólogos vendem filosofia fast food, e o politicamente correto, mesmo combalido, ainda espalha a sua limitada interpretação prêt-à-porter da arte, a sátira simples e popular de Caco é a chance de retirar o véu de ignorância que muitas pessoas vestem.
Sejam mecânicos ou por computação gráfica, os efeitos especiais se tornaram elementos importantes para muitas produções a cada ano. Essas técnicas bem aplicadas – geralmente – em narrativas intensas e cheias de possibilidades fazem elevar o nível de toda produção. Para relembrarmos algumas obras com efeitos marcantes, segue uma ótima lista abaixo:
Uma das maiores bilheterias da história do cinema, lançada em 2009 nos cinemas de todo o planeta, Avatar é um épico de ficção científica que nos mostra a chegada de um jovem combatente, que perdeu os movimentos na Terra, até um lugar chamado Pandora, onde vira um ser híbrido e aos poucos começa a entender melhor para onde foi.
Jurassic Park – Parque dos Dinossauros
Lançado nos cinemas brasileiros no ano de 1993, a mega produção (que marcaria para sempre seu nome na indústria cinematográfica mundial) Jurassic Park – Parque dos Dinossauros nos mostra a história de um grupo de pessoas que é levada até uma ilha onde dinossauros foram recriados a partir de DNA mas um problema na segurança do local leva a todos em uma luta pela sobrevivência contra feras indomáveis.
Tron – Uma Odisseia Eletrônica
Lançado no início da década de 80 no Brasil, o filme protagonizado por Jeff Bridges nos mostra um engenheiro de computação que é transportado para o universo digital.
Chegaria em maio de 1999 nos cinemas brasileiros um filme que se tornaria um dos mais impactantes longas-metragens de ficção científica daquela década. Na trama, acompanhamos um brilhante programador de computadores que começa a desconfiar da própria realidade e logo após acaba conhecendo alguns personagens que o mostram um universo completamente novo com direito a um temido sistema de inteligência artificial.
Na fantástica aventura acompanhamos o veterano astronauta Matt Kowalski (George Clooney) e a engenheira médica Ryan Stone (Sandra Bullock) em um dia tumultuado no espaço. Enquanto estão consertando alguns probleminhas em uma estação espacial, são surpreendidos por uma chuva de meteoritos que atingem uma outra estação espacial, caminhando rapidamente na direção deles. Do lado de fora da nave, com pouco oxigênio e quase entrando em desespero, precisam unir forças para tentar sobreviver a essa eminente catástrofe.
Na trama, somos jogados a um futuro onde a Terra vem consumindo boa parte de suas reservas naturais, deixando o planeta em situação extrema. Assim, com o aval da extinta Nasa, no caso, um grupo de astronautas, liderados pelo ex-engenheiro e piloto espacial Cooper (Matthew McConaughey), que precisou abandonar sua família para seguir nessa viagem, recebe a missão de verificar possíveis planetas para receberem a população mundial, possibilitando a continuação da espécie. Paralelo a isso, ainda na Terra, a filha de Cooper, Murph (primeiro Mackenzie Foy, depois Jessica Chastain, depois Ellen Burstyn), se jogará em sua própria jornada para tentar ajudar a terra.
Com um roteiro eletrizante Christopher Nolan deixou os cinéfilos do mundo todo maravilhados com esse filmaço. Com o foco nas lembranças, com DiCaprio e um elenco competente, o filme nos leva a um final que gera polêmica e interpretações até hoje.
Alien, o Oitavo Passageiro
Com um orçamento de 11 milhões de dólares, um dos filmes mais famosos da carreira do excelente cineasta norte-americano Ridley Scott, é sem dúvidas Alien, o Oitavo Passageiro. Na trama, acompanhamos a história de tripulantes de uma nave que percebem que não estão sozinhos após se depararem com estranhos sinais vindo de um lugar e um deles ser atacado.
Na trama, conhecemos o jovem Piscine que carinhosamente é chamado de Pi por todos ao redor. Uma lenda das aulas de matemática, o jovem indiano é pego pela curiosidade e se descobre praticante de três religiões, fato que o ajuda na maior aventura da sua vida: quando seus pais resolvem mudar de país, o adolescente precisa abandonar seu grande amor e se distanciar de seus poucos amigos rumo à uma terra nova e cheia de oportunidades. Seus pais possuem um zoológico e resolvem levar todos os animais juntos na viagem. Acontece que perto de chegar ao destino, acontece uma tragédia e Pi se vê em meio ao oceano com alguns deles. Com poucos recursos, usando toda sua inteligente e colocando em xeque sua fé, Piscine precisa enfrentar o grande desafio de sua vida e lutar pela sobrevivência.
Com partes das filmagens realizada na bela Budapeste, Blade Runner 2049 nos coloca anos à frente no universo do primeiro filme, Blade Runner – O Caçador de Androides (1982), onde conhecemos o policial K (Ryan Gosling) que está passando por uma fase confusa que começa com uma investigação misteriosa que o leva a ter dúvidas sobre sua própria origem. A fim de dar um basta nesse mistério, suas pesquisas o levam a um ex-blade runner, Rick Deckard (Harrison Ford) que vive isolado perto de San Diego, uma área devastada e esquecida onde vivem isolados querendo uma revolução. Assim, o passado e o presente se unem em busca de seus objetivos.
O Carnaval está na porta. A maior festa brasileira, e uma das maiores do mundo, para o nosso país por uma semana. Mas nem todos são foliões e existem os que só querem descanso e água fresca. Para estes, a boa pedida é ver o maior número possível de filmes no conforto de seu lar. E nada melhor do que o colosso do streaming Netflix para nos ajudar nesta tarefa.
Pensando nisso, o CinePOP resolveu separar 10 filmes disponíveis no catálogo da Netflix de um gênero que, apesar do descanso em casa, promete tirar o fôlego: a ação. Vem conhecer e não esqueça de anotar e comentar.
A Netflix resolveu mesmo escalar grande parte de Hollywood para a confecção de suas produções originais. Mas não se preocupe, em breve eles escalarão a outra metade também. Os novos contratados da casa são o diretor “explosivo” Michael Bay e o astro Ryan Reynolds. A dupla se une para criar este filme sobre uma equipe de ex-agentes renegados, agindo por conta própria para combater o mal. Reynolds vive o Bruce Wayne da vez, um milionário que financia toda a operação.
O roteiro foi escrito pelos colegas do ator, Rhett Reese e Paul Wernick, responsáveis pelos dois Deadpool (2016 e 2018), e o elenco conta ainda com Mélanie Laurent (a Shosanna de Bastardos Inglórios) e Adria Arjona (que estará em Morbius).
Crítica | Esquadrão 6 – Netflix lança o filme MAIS Michael Bay do Michael Bay!
Seguindo o tema de agentes renegados, este filme por muito tempo foi desenvolvido por Kathryn Bigelow, única mulher a vencer o Oscar de melhor diretora, tendo inclusive seu usual colaborador Mark Boal mantido no roteiro. Mas quem terminou assumindo o comando foi J.C.Chandor (O Ano Mais Violento), outro cineasta de grande prestígio.
A trama narra a jornada de cinco amigos ex-militares das forças especiais que decidem ir atrás e se vingar de um líder de cartel na América do Sul. No caminho, encontram a fortuna do sujeito escondido numa casa e decidem pegá-la. O elenco é outro chamariz e traz Ben Affleck, Oscar Isaac, Pedro Pascal, Charlie Hunnam e Garrett Hedlund protagonizando.
Crítica | Operação Fronteira – Ben Affleck e Oscar Isaac comandam thriller de ação
Aproveitando o gancho da estreia do elogiado Bad Boys Para Sempre (ainda em cartaz nos cinemas brasileiros e pelo mundo), terceiro episódio da franquia protagonizada por Will Smith e Martin Lawrence na pele de parceiros policiais bem diferentes, nossa terceira dica da lista são justamente as duas aventuras anteriores da dupla.
Lançadas em 1995 e 2003, os filmes são reflexo de suas respectivas décadas – ambos dirigidos por Michael Bay (ele de novo). No primeiro, Bay estreava no cinema e a dupla protagonista igualmente dava seus primeiros passos. No segundo, os três já eram astros e naturalmente a continuação é muito mais inchada em todos os sentidos. Os não familiarizados com a franquia podem assistir aos dois primeiros longas na Netflix e depois correr para o cinema e conferir Bad Boys para Sempre, que não conta mais com a direção de Michael Bay e é provavelmente o melhor exemplar da série.
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Por falar em Kathryn Bigelow, a diretora está no comando desta cultuada obra de ação, embora muitos não saibam ou não lembrem deste fato. Clássico da Sessão da Tarde, Caçadores de Emoção traz o novo crush mundial da internet Keanu Reeves na pele de um agente do FBI que precisa se infiltrar numa gangue de surfistas – secretamente agindo como ladrões de banco para financiar seu estilo de vida despreocupado e viciado em adrenalina. Quem comanda os adoradores de grandes ondas é o líder espiritual Bodhi, interpretado pelo saudoso Patrick Swayze.
Caso o ator de Dirty Dancing estivesse vivo, não duvido que os produtores tratassem de tirar da cartola uma sequência, para aproveitar o status atual de Reeves como lenda dos milênios. Mas como o ator faleceu em 2009, a opção foi por um remake lançado em 2015 – bem inferior ao original.
Conhecido também pelo título em português Assassinos Múltiplos, este é um veículo para outro ator renovado, o espanhol Antonio Banderas – indicado ao Oscar este ano pela primeira vez devido a seu trabalho no drama Dor e Glória, do amigo Pedro Almodóvar. E por falar em Keanu Reeves, Banderas é quem dá uma de John Wick aqui, protagonizando na pele de um sujeito “porradeiro”, decidido a vingar a morte de sua família.
Na onda do medo mundial do Coronavírus, a prevenção pode vir também do cinema. E este filme, sobre o qual mencionei recentemente na matéria das produções sobre vírus letais, fala justamente do combate a uma epidemia mortal, se espalhando rapidamente. Embora aqui o vírus da vez fosse o Ebola. Dustin Hoffman protagoniza na pele de um médico militar correndo contra o tempo, enquanto um macaco trazido da África espalha a doença pela Califórnia. Rene Russo, Morgan Freeman e o maldito Kevin Spacey completam o elenco principal.
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Por falar em filmes de vingança, esta produção original da Netflix traz Anthony Mackie (o Falcão dos filmes da Marvel) à frente do elenco, na pele de um sujeito que vê sua mulher sequestrada por policiais corruptos. Sua única solução é se unir a um criminoso hospitalizado, ajudá-lo a fugir e iniciar o contra-ataque. No papel de seu parceiro nesta empreitada, outro veterano da Marvel, Frank Grillo (o vilão Crossbones dos filmes do Capitão América).
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Escrito e dirigido pela britânica Vicky Jewson, este longa é puro girlpower. E para tanto, quem protagoniza injetando muita adrenalina é a durona Noomi Rapace, a garota da tatuagem de dragão original. Aqui, ela vive uma guarda-costas cuja missão é proteger uma rica herdeira de assassinos contratados para matá-la. Este é outro filme original da Netflix.
Enquanto o reboot produzido por James Wan não chega (programado para estrear no ano que vem), que tal relembrar o filme original dirigido por Paul W.S. Anderson. Considerado uma das melhores adaptações de videogame para o cinema, assim como um dos melhores filmes do diretor, o longa baseado no famoso jogo de luta continua a ganhar status de cult com o passar do tempo. A dica vale também para os que não conhecem e nunca assistiram à produção.
Este que vos fala teve o prazer de assistir no cinema ainda jovenzinho e me lembro da diversão que foi. A trama todos já devem conhecer: um torneiro de luta realizado em outra dimensão, atrai todo tipo de competidor, deste e de outros mundos.
A última dica da lista serve como homenagem também – ao saudoso diretor John Singleton, que nos deixou cedo demais aos 51 anos em abril do ano passado. De fato, Quatro Irmãos foi seu último grande filme para as telonas (escolhemos ignorar a atrocidade conhecida como Sem Saída, com Taylor Lautner). O que muitos talvez não saibam é que Singleton possui dois recordes em sua carreira como cineasta: foi primeiro negro da história a ser indicado na categoria de melhor diretor no Oscar e o diretor mais jovem a ser indicado – recorde que ainda mantém.
Na trama, baseada no faroeste Os Filhos de Katie Elder (1965), com John Wayne e Dean Martin, quatro irmãos adotivos, malandros de um bairro pobre nos EUA, se unem para investigar o assassinato da mulher que lhes acolheu na infância.
Falta de originalidade? Bem, isso é o que alguns sempre acusam em relação ao cinema de Hollywood. E o que justifica as inúmeras sequências, remakes e reboots. Mas veja por outro lado, se ninguém quisesse consumir essas marcas, Hollywood pararia de vender. É a lei da oferta e procura, que sempre dominou qualquer transação comercial de mercado. E não é dizer que todo blockbuster faz sucesso, que toda continuação faz sucesso e que todo reboot faz sucesso. Muito pelo contrário. Quando certa franquia começa a gastar mais do que arrecada, é sinal de que os estúdios cortam logo o seu financiamento.
É justamente dessas tentativas fracassadas que iremos tratar aqui nessa nova matéria. Sim, é verdade que é preciso tentar antes de fracassar ou ser bem-sucedido. Mas é verdade também que certas ideias parecem já terem nascido mortas, ou seja, gerando grande negatividade em torno de suas produções desde o seu anúncio. E por que os estúdios vão em frente mesmo assim? Porque também existem casos em que essa má fama inicial conseguiu ser revertida com sucesso. Um caso recente foi com ‘Minecraft’, um filme que todos julgavam acabado antes da largada, mas que se mostrou o maior sucesso de 2025 até o momento, com quase US$1 bilhão em caixa.
Os tópicos desta matéria, no entanto, não tiveram tanta sorte. Conheça abaixo os piores reboots de Hollywood.

‘Dolittle’ é a prova de que um grande sucesso do passado pode não se traduzir para os tempos modernos. Nesses casos é preciso ter em mente que lidamos com outra geração e com outra mentalidade. Você sabia que o primeiro ‘Dr. Dolitle’, intitulado ‘O Fantástico Dr. Dolittle’ é um musical de 1967 indicado ao Oscar de melhor filme, com 2h32min de duração? Depois vieram os filmes de Eddie Murphy, ambos de muito sucesso com a garotada. Mas quando Robert Downey Jr. achou ter encontrado outra franquia para estrelar depois da Marvel, essa voltada exclusivamente para as crianças, o público mostrou que não se importava mais com um homem que consegue conversar com animais, garantindo o fracasso do filme nas bilheterias.

‘Godzilla’ é originalmente um filme de monstro japonês de 1954, que deu origem a todo um subgênero. O filme fez tanto sucesso e se tornou tão popular que mesmo sendo uma produção japonesa, ficou conhecido ao redor do mundo, se tornando cult. Isso porque o filme falava muito mais do que apenas seus ataques de monstro, era uma crítica às armas nucleares, responsáveis pela criação do grande lagarto radioativo.
As continuações pareciam intermináveis, até que Hollywood iria fazer seu primeiro filme de ‘Godzilla’ totalmente americano. O resultado foi o filme de 1998 de Roland Emmerich, após ter sacudido o mundo com ‘Independence Day’ – era o candidato perfeito para a missão. Porém, o resultado ficou tão aquém que até os japoneses começaram a chamar só de “Zilla”, uma versão menor e mais fraca de seu imponente colosso.

Talvez nenhum outro personagem na dramaturgia mundial tenha sido tão utilizado como fonte de produções quando o lendário herói inglês Robin Hood. Sem dúvida ele precede todos os heróis modernos que temos hoje. Sua história folclórica mostra um nobre abrindo mão de sua fortuna e decidindo tirar dos ricos para dar aos pobres. Se ao menos mais pessoas seguissem essa ideologia teríamos um mundo melhor hoje em dia.
Veja só, só nos últimos 35 anos, tivemos alguns grandes filmes sobre ‘Robin Hood’. Um dos mais famosos foi estrelado por Kevin Costner em 1991 e teve a canção icônica de Bryan Adams. Em 2010, Russell Crowe e Ridley Scott, o time por trás de ‘Gladiador’, tentava uma versão mais nua e crua, sem o mesmo apelo ou popularidade. Mas o que dizer da versão mais jovem de 2018, com Taron Egerton no papel principal, que realmente quis transformar a lenda de Robin Hood em um filme de origem de um super-herói. Não colou.

Só estando vivo na época para entender o que foi o fenômeno ‘Homens de Preto’ em 1997. O sucesso surpresa daquele verão transformou Will Smith em um grande astro e fez da franquia um enorme sucesso, antes mesmo de a continuação ser lançada em 2002. De tudo desde um desenho animado até todo tipo de brinquedo para a garotada, os Homens de Preto estavam em todos os lugares. Por alguma razão, o público foi gostando cada vez menos das continuações, apesar de repetirem muito a mesma fórmula do original. Seria o caso de um raio não cair duas vezes no mesmo lugar.
Apesar de mais fracas, as continuações ainda tinham a dupla Will Smith e Tommy Lee Jones. Isto é, até o terceiro filme, de 2012. Sete anos depois, o estúdio optou por um reboot, apostando na química que a dupla Chris Hemsworth e Tessa Thompson haviam demonstrado no sucesso da Marvel ‘Thor: Ragnarok’. Provando que “uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa”, o reboot de MIB não obteve o mesmo amor que o filme do MCU.

Tem ideias que parecem já nascer mortas. Esse é o caso com o reboot de ‘O Corvo’, lançado 30 anos depois do original. Acontece que a proposta de um recomeço para a franquia já rodava por Hollywood há muitos anos, e teve diversas encarnações, com uma das mais famosas contendo Jason Momoa como protagonista e que quase saiu do papel. Teria sido interessante, por mudar completamente o estilo do personagem principal. Por outro lado, os fãs não queriam saber de nada disso e já “amaldiçoavam” o projeto em sua simples menção. ‘O Corvo’ foi um produto de seu tempo e só se tornou cult porque o protagonista original Brandon Lee faleceu durante as filmagens devido a um acidente no set com um disparo letal. Tanto que as sequências nunca chegaram aos pés. E foi o caminho que o reboot seguiu.

Para termos um reboot bem-sucedido, tudo depende de quão querida a obra se torna para o público. No fim das contas somos nós, os fãs, quem decidimos se um filme é ou não digno de nosso tempo ou investimento. O gosto do público parece ser um organismo vivo, que não pode ser planejado. Muitas produções de grande investimento terminam se tornando fracasso de público e por outro lado, aquela produção que ninguém dava nada pode cair nas graças dos fãs.
Ou seja, alguns projetos desde quando são anunciados já são recebidos com bastante ceticismo da parte daqueles que deveriam ser seus maiores defensores. Um destes casos em anos recentes foi o reboot de ‘Hellboy’, um personagem que nem mesmo tendo o grande Guillermo del Toro na direção de seus dois primeiros filmes conseguiu estrelato, ficando apenas no território das obras cult. O que dirá um filme que não tinha o envolvimento do diretor.

Certas marcas são produtos de seu tempo. Mesmo que os criadores se esforcem para continuar inseridos na cultura pop moderna, é sabido que a coisa nunca atinge o patamar da época de sua popularidade. A não ser, é claro, quando conseguem ser transformadas em produções cinematográficas de prestígio – como foi o caso dos ‘Transformers’ e do universo cinematográfico da Marvel. Mas no caso das ‘Tartarugas Ninja’, seu ápice ficou mesmo nas décadas de 1980 e 1990, mesmo que muito seja tentado com o título na atualidade, desde séries animadas, filmes animados e filmes em live-action.
Era preciso estar vivo na época para entender o que foi o fenômeno Tartarugas Ninja com a garotada e esse sucesso se traduziu nos primeiros filmes em live-action da década de 90. Mas infelizmente o resultado não foi o mesmo com o reboot de 2014, capitaneado por Michael Bay. O que deu errado? Muitas mudanças na mitologia dos personagens.

Subindo ao pódio com a medalha de bronze, em terceiro lugar dos piores reboots de Hollywood está uma franquia que podemos dizer estar morta e enterrada. Bem, ao menos até o próximo reboot. ‘O Exterminador do Futuro’ (1984) se tornou um cult, com ideias boas demais e avançadas para a época. Mas foi só com a parte 2, que James Cameron se tornaria de vez o rei de Hollywood, com um filme que até hoje é considerado um primor. Cameron terminou o longa sem a possibilidade de a história continuar.
Mas a ganância de Hollywood nunca diz “acabou” e assim, sem Cameron, tiraram a terceira parte da trilogia que, bem, respeitando a regra das terceiras partes, se tornou o piorzinho da saga. Mas e quem disse que ia parar por aí. O quinto Exterminador do Futuro fica em terceiro lugar porque representa não apenas um reboot, mas três tentativas frustradas de reiniciar uma franquia. As partes quatro, cinco e seis foram todas reboots que dariam origem a uma nova saga. Nenhum conseguiu. Incluímos o quinto porque é o pior dos três e ainda pecou por uma campanha de marketing canhestra, repleta de spoilers.

Em segunda posição dos piores reboots de Hollywood, temos um filme que não apenas matou uma franquia, mas matou todo um universo que sequer havia nascido. ‘A Múmia’ (2017) poderia facilmente figurar na primeira posição, pois entrou para a história como um dos piores cases de um grande estúdio de cinema sobre o que não fazer. Antes mesmo que este reboot estrelado por ninguém menos que Tom Cruise pudesse chegar aos cinemas, e antes de todos atestarem sua qualidade (ou falte de), a Universal Pictures correu para dar uma de Marvel e anunciou todo um universo, que se chamaria Dark Universe, e ressuscitaria os grandes monstros do estúdio, como Frankenstein, sua noiva e o Homem Invisível.
Astros do nível de Johnny Depp e Javier Bardem estavam confirmados nos próximos filmes, e Angelina Jolie vinha sendo cortejada para um papel importante. Uma foto com esse timaço inclusive ainda pode ser encontrada online. Mas eis que veio o resultado de ‘A Múmia’, tão negativo que tudo foi varrido para debaixo dos panos como se nunca tivesse existido. ‘A Múmia’ foi considerado o pior filme da carreira do astro Tom Cruise.

Como dito, ‘A Múmia’ poderia muito bem estar em primeiro lugar, afinal quantos filmes você conhece responsáveis por não apenas matar uma franquia, mas todo um universo. Isso também pode ser dito deste item. Falamos do reboot de ‘Quarteto Fantástico’, provavelmente os personagens mais azarados da Marvel, ao menos no cinema. Por exemplo, você sabia que em 1994 foi produzido um filme bem mequetrefe da equipe de heróis, que se tornou basicamente uma lenda urbana, com cópias encontradas apenas no mercado negro? Acontece que o produtor Roger Corman foi contratado para produzir um filme da equipe de heróis às pressas, apenas para o estúdio não perder os direitos. Assim, como de costume, ele fez um filme à toque de caixa e nunca lançou nos cinemas.
Lançamento apropriado os personagens só teriam em 2005, com o filme da Fox, leve demais para o próprio bem. Esse fez um sucesso relativo e gerou uma sequência em 2007 – que muito bem poderia ter tido uma terceira parte. Mas o estúdio optou por seguir um caminho mais sério e realista, com o objetivo de criar um universo da Marvel na Fox, unindo o quarteto aos personagens dos X-Men. Assim como o Dark Universe, uma foto vaga na internet, mas ‘Quarteto Fantástico’ de Josh Trank deu tão errado, que terminou causando a venda do estúdio 20th Century Fox para a Disney. E aí sim a Marvel finalmente poderá brincar com os personagens em seu próprio universo, a começar por este ano, quando estreia um novo ‘Quarteto Fantástico’ nas telonas.
De acordo com o Variety, a Netflix e a BBC estão desenvolvendo ‘Dracula‘, uma nova série que adaptará o clássico conto do vampiro, com a mesma equipe criativa da aclamada ‘Sherlock‘.
O projeto está sendo desenvolvido por Mark Gatiss e Steven Moffat, e terá três episódios de 90 minutos. A Netflix ficará responsável pela distribuição da série fora do Reino Unido.
Ambientada em 1897, a série irá focar no vampiro durante a Londres vitoriana.
Sobre o projeto, Moffat e Gatiss disseram: “Sempre houveram histórias sobre o mal. O que é especial sobre o Drácula é que Bram Stoker deu ao mal o seu próprio herói.”
Novas informações devem sair em breve.
‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ ganhou um novo cartaz IMAX.
Confira:

A sequência terá o retorno de Jon Watts na direção, e também contará com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.
Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.
O elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Marisa Tomei, Jacob Batalon, Samuel L. Jackson e Jake Gyllenhaal.
‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ chega aos cinemas nacionais em 4 de julho.



A Universal Pictures divulgou o novo clipe do terror ‘O Homem Invisível‘.
Confira:
Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.
A estreia está marcada para 27 de fevereiro.
O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (‘Nós’, ‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.
Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.
‘O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.
A ABC divulgou o novo trailer da 17ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘, prometendo que o retorno da série será chocante.
Confira:
Criadora de ‘Grey’s Anatomy’ revela o POLÊMICO motivo que a fez trocar a Disney pela Netflix
Vale lembrar que o Sony Channel divulgou nas redes sociais que a 17ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘ vai estrear por aqui em janeiro, com dia a ser definido. Nos EUA, o novo ano irá estrear oficialmente no dia 12 de novembro.
A estreia do próximo ciclo contará com episódio duplo, em um especial de 2 horas.
17a temporada de Grey’s chega em janeiro. #GreysNoSony pic.twitter.com/oBPG2guCQS
— Sony Channel Brasil (@SonyChannelBR) September 24, 2020
A showrunner Krista Vernoff já confirmou que o próximo ciclo abordará a epidemia:
“Haverá muitas histórias para serem contadas envolvendo o COVID-19, mas nem todas serão sobre morte e desespero. Veremos pessoas se divertindo enquanto estão em quarentena, longe do hospital. Muitos desses médicos não estão indo para casa; eles estão vivendo juntos em hotéis.”
Ela continua, ressaltando que o vírus não será o grande “vilão” da temporada: “Veremos diversos ângulos dessa pandemia, dependendo do episódio.”

Em entrevista ao ComicBook, Eiichiro Hasumi, o diretor de ‘Resident Evil: No Escuro Absoluto‘, falou sobre a possibilidade da série animada retornar para uma segunda temporada.
“Acredito que, se pessoas suficientes assistirem ‘No Escuro Absoluto’ e pediram por mais, uma segunda temporada seria uma possibilidade. E eu amaria se isso acontecesse.”
Vale lembrar que todos os 4 episódios da série já estão disponíveis na Netflix!
Confira o trailer:
“Em 2006, havia vestígios de acesso indevido a arquivos secretos do presidente encontrados na rede da Casa Branca. O agente federal americano Leon S. Kennedy está entre o grupo convidado à Casa Branca para investigar o incidente, mas quando as luzes se apagam repentinamente, Leon e a equipe da SWAT são forçados a derrubar uma horda de zumbis misteriosos.
Enquanto isso, Claire Redfield, membro da equipe da TerraSave, encontra uma imagem misteriosa desenhada por um jovem em um país que ela visitou, enquanto fornece apoio aos refugiados. Assombrada por este desenho, que parece ser de uma vítima de infecção viral, Claire inicia sua própria investigação.
Na manhã seguinte, Claire visita a Casa Branca para solicitar a construção de um centro de bem-estar. Lá, ela tem uma chance de se reunir com Leon e usa a oportunidade para mostrar a ele o desenho do menino. Leon parece perceber algum tipo de conexão entre o surto de zumbis na Casa Branca e o estranho desenho, mas ele diz a Claire que não há relação e vai embora. Com o tempo, esses dois surtos de zumbis em países distantes levarão a eventos que irão abalar a nação.”

Quando o vírus volta a se espalhar, apenas uma dupla veterana de matadores de zumbis poderá colocar a situação sob controle.
Vale lembrar que a gigante do streaming também está desenvolvendo uma série live-action dos games, que terá 8 episódios.
De acordo com o Deadline, Winona Ryder (‘Stranger Things’) estrelará o suspense psicológico ‘The Cow‘.
O elenco ainda contará com John Gallagher Jr. (‘Rua Cloverfield, 10’), Dermot Mulroney (‘Sobrenatural: A Origem’), Owen Teague (‘It: A Coisa’) e Brianne Tju (‘Medo Profundo: O Segundo Ataque’).
Na trama…
“Kath (Ryder) e seu namorado (Gallagher Jr.) chegam em uma cabana isolada na floresta, apenas para descobrir que um misterioso casal mais jovem já está hospedado no local. Com o aluguel erroneamente agendado e sem nenhum lugar para ir, eles decidem dividir a cabana. Quando o namorado da Kath desaparece com a mulher mais jovem, ela fica obcecada em encontrar uma explicação para seu término abrupto – mas a verdade por ser muito mais sinistra do que ela imaginava.”
Eli Horowitz (‘Homecoming’) será responsável pela direção.
O roteiro foi escrito por Horowitz em parceira com Matthew Derby.
O suspense deve ser lançado ainda em 2022, pela Vertical Entertainment.
Novas informações serão divulgadas em breve.
O Prime Video divulgou o primeiro trailer de ‘Gen V‘, spin-off de ‘The Boys‘.
Confira:
Sem data de estreia, a produção está programada para 2023.
O elenco contará com Jaz Sinclair, Chance Perdomo, Lizze Broadway, Maddie Phillips, London Thor, Derek Luh, Asa Germann, Marco Pigossi, Patrick Schwarzenegger, Sean Patrick Thomas e Shelley Conn.
“‘Gen V‘ se passa na única faculdade da América exclusivamente voltada para super-heróis, administrada pela Vought International. Além de superar seus limites morais nos testes, cada aluno irá competir pelos melhores contratos nas melhores cidades como representantes da companhia. A trama é uma mistura de série universitária e ‘Jogos Vorazes’, com todo o coração, sátira e atrevimento de ‘The Boys‘.”
Ainda sem previsão de estreia, a trama irá explorar a vida de super-heróis adolescentes enquanto eles colocam seus limites físicos, sexuais e mortais à prova, competindo pelos melhores contratos nas melhores cidades.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Mark Molloy, diretor de ‘Um Tira da Pesada 4: Axel Foley‘, revelou que nunca assistiu ao criticado terceiro filme da franquia.
A terceira iteração é considerada a mais fraca da saga, e chegou a ser detonada publicamente pelo Eddie Murphy. Com isso em mente, o cineasta não deixou passar a oportunidade de tirar sarro da produção.
Em determinada cena no novo filme, o personagem de Joseph Gordon-Levitt diz que “1994 não foi o melhor momento de Axel” – fazendo referência ao ano que o terceiro capítulo foi lançado.
“Eu nunca assisti ‘Um Tira da Pesada 3’, e [o produtor] Jerry [Bruckheimer] também não. Quando eu conversei com ele [sobre o quarto filme], revelei que não tinha conferido o terceiro. E ele respondeu: ‘Eu também não vi, então você não precisa assistir’.”
Ele completa, “Eu nunca assisti ao filme, mas eu vi os comentários do Eddie [Murhpy] sobre ele. Eu até conversei com outros atores que já participaram do terceiro filme. Senti que seria divertido fazer uma referência para os fãs da franquia. Não vou assumir 100% de responsabilidade pela piada, mas eu estive envolvido na criação dela.”
Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:
O detetive Axel Foley (Murphy) está de volta a Beverly Hills. Depois que a vida de sua filha (Taylour Paige) é ameaçada, Foley e ela se unem a um novo parceiro (Joseph Gordon-Levitt) e aos antigos companheiros Billy Rosewood (Judge Reinhold) e John Taggart (John Ashton) para acabar com uma conspiração.
Mark Molloy é o responsável pela direção. Trata-se de um recém-chegado em Hollywood, tendo recebido muitos elogios no circuito comercial especificamente com comerciais da Apple.
Adil El Arbi e Bilall Fallah seriam responsáveis pela direção, mas precisaram abrir mão devido ao compromisso com a pós-produção de Batgirl. O filme da DC acabou sendo cancelado.
Lembrando que o acordo entre Netflix e Paramount Pictures prevê a produção de ‘Um Tira da Pesada 5′ caso esse quarto filme seja bem-sucedido.
Originalmente, a Paramount lançou a franquia em 1984, com o primeiro filme dirigido por Martin Brest, que deu lugar a Tony Scott na sequência de 1987. Em 1994, John Landis assumiu o cargo, marcando o encerramento da trilogia.
Ao total, a trilogia rendeu US$ 712 milhões arrecadou pelo mundo.

(Shadow Force)
Elenco:
Kerry Washington
Omar Sy
Mark Strong
Direção: Joe Carnahan
Gênero: Ação
Duração: 104 min.
Distribuidora: Paris Filmes
Orçamento: US$ 3 milhões
Estreia: 10 de Julho de 2025
Sinopse:
Em SHADOW FORCE – SENTENÇA DE MORTE, um casal distante com uma recompensa por suas cabeças precisa fugir com seu filho para evitar seu antigo empregador, uma unidade de operações secretas que foi enviada para matá-los.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Joe Carnahan também assina o roteiro ao lado de Leon Chills;
Trailer:
Cartazes:

Fotos:



A Netflix divulgou o trailer completo da 2ª temporada do reality LGBTQ+ japonês ‘O Namorado‘.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 13 de janeiro.
Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A próxima temporada irá introduzir um novo grupo de homens, compartilhando histórias sobre sua sexualidade enquanto vivem em uma casa chama O Quarto Verde. Em cada episódio, um homem é selecionado para comandar um food truck. Ele deve selecionar outro participante para ajudá-lo, e eles passam o dia se conhecendo melhor.
Sucesso no serviço de streaming, a primeira temporada passou seis semanas entre as produções mais populares do serviço de streaming em seu país de origem.
Megumi, Chiaki Horan, Thelma Aoyama, Durian Lollobrigida e Yoshimi Tokui irão retornar para guiar os espectadores através das experiências dos participantes.
Esnobado pelo Minc para ser indicado ao Oscar 2017 de Melhor Filme Estrangeiro, ‘Aquarius‘ continua trilhando seu caminho de sucesso nas premiações mundo afora.
Agora, o filme de Kleber Mendonça Filho foi indicado na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, na premiação mais importante do cinema francês, o César.
‘Aquarius‘ concorre com os indicados ao Oscar 2017, ‘Manchester à Beira Mar‘ e o alemão ‘Tony Erdman‘.
Após ser indicado no Spirit Awards, o filme também concorre em duas categorias no prestigiado San Diego Film Critics Award, como Melhor Filme e com Sonia Braga em Melhor Atriz – veja os indicados.
Confira os indicados do César 2017:
Melhor filme
Divines
Elle
Frantz
The Innocents
Slack Bay
From the Land of the Moon
Victoria
Melhor Filme Estrangeiro
Aquarius (Brasil)
Graduation (Romênia)
Unknown Girl (Bélgica)
Manchester à Beira Mar (EUA)
Eu, Daniel Blake (Reino Unido)
Toni Erdmann (Alemanha)
Melhor diretor
Houda Benyamina (Divines)
Paul Verhoeven (Elle)
Francois Ozon (Frantz)
Anne Fontaine (The Innocents)
Xavier Dolan (It’s Only the End of the World)
Bruno Dumont (Slack Bay)
Nicole Garcia (From the Land of the Moon)
Melhor atriz
Judith Chemla (A Woman’s Life)
Marion Cotillard (From the Land of the Moon)
Virginie Efira (Victoria)
Marina Fois (Faultless)
Isabelle Huppert (Elle)
Sidse Babett Knudsen (150 Milligrams)
Melhor ator
Francois Cluzet (Irreplaceable)
Pierre Deladonchamps (The Son of John)
Nicolas Duvauchelle (A Decent Man)
Fabrice Luchini (Slack Bay)
Omar Sy (Chocolat)
Gaspard Ulliel (It’s Only the End of the World)
O diretor Jordan Peele, o responsável pelo aclamado terror ‘Corra!‘, fez uma aparição inusitada ao invadir uma aula sobre filmes de terror negro na universidade UCLA.
Entrando na surdina e se escondendo no fundo da sala, ele contemplou a turma assistindo uma das cenas de seu grande sucesso de bilheteria e só se revelou no momento de perguntas e respostas, ao levantar o braço para responder um questionamento sobre a visão do diretor.
Toda a surpreendente visita foi relatada pela professora responsável pela aula, em sua conta do Twitter.
Tananarive Due compartilhou um pouco da experiência:
“Eu disse: ‘O que você acha que o diretor estava tentando dizer sobre a cobiça dos corpos negros?’
*Jordan Pele levanta a mão*
Eu: Você aí no fundo'”“Jordan Peele não apenas respondeu perguntas e conduziu a turma. Ele nos levou a outro patamar. Um aluno chegou atrasado na aula e teve que passar por ele para poder se sentar. E ele brincou, dizendo: ‘Como você pôde se atrasar para uma aula sobre ‘Corra!’?'”
A professora também compartilhou uma foto ao lado do cineasta, além filmar uma encenação da reação dos alunos quando descobriram que Peele esteve presente em toda a aula.
Confira:
Today we snuck @JordanPeele into a back row while I was screening a scene from Get Out in my #blackhorror class. Then he raised his hand. pic.twitter.com/drXJX5mXcz
— Tananarive Due (@TananariveDue) 12 de outubro de 2017
Recreation of my students’ reactions as @JordanPeele walked to the front of the #blackhorror class to field questions. pic.twitter.com/oBfvyiELQo
— Tananarive Due (@TananariveDue) 12 de outubro de 2017
A clássica comédia dramática mirim, ‘Se Brincar o Bicho Morde‘, vai ganhar uma prequel. A informação foi revelada pelo portal Deadline.
Segundo a publicação, o diretor e roteirista do original, David Mickey Evans, vai assumir o roteiro da produção, que deve contar com Austin Reynolds como o seu parceiro.
Os detalhes da trama ainda permanecem em segredo, mas a narrativa envolverá novamente o temido cão apelidado de A Besta.
‘Se Brincar o Bicho Morde‘ foi lançado em 1993 e se passa em 1962. A história acompanha Scottie Smalls (Tom Guiry) um garotinho que se muda para uma pequena cidade com sua mãe e seu padastro. Ele rapidamente faz amizade com Benny Rodriguez, o melhor jogador de basebol da região. O novo amigo apresenta-o aos demais e juntos eles começam a praticar o esporte, à medida que vivem pequenas aventuras e passam a descobrir coisas novas, como a paixão junevil.
O clássico anime ‘Akira‘ vai ganhar uma sequência, desenvolvida pelo seu criador original, Katsuhiro Otomo. A informação foi revelada durante a Anime Expo, em Los Angeles.
Os detalhes do novo projeto ainda permanecem em sigilo, mas o pouco que se sabe é que a produção não será um reboot, mas sim uma continuação do universo iniciado ainda nos anos 80.
Escrita e ilustrada por Otomo, a narrativa se passa em um universo distópico, envolvendo gangues de motoqueiros e crianças com poderes psíquicos em uma Neo Tóquio. O mangá foi publicado entre os anos de 1982 e 1990 e ganhou uma adaptação para os cinemas, lançada em 1988.
‘Akira‘ também ganhará uma adaptação em live-action, dirigida por Taika Waititi (‘Thor: Ragnarok‘) e lançada pela Warner Bros. O projeto ainda conta com Leonardo DiCaprio como produtor.
O longa estreia no dia 21 de maio de 2021.