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Roteirista de ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2’ confessa: “O primeiro filme não foi muito bom”

Através do seu Instagram, o roteirista Matt Leslie revelou por que aceitou trabalhar no enredo da sequência ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2‘, que, apesar da premissa criativa, acabou desagradando o público e a crítica especializada.

Ele confessou que o primeiro filme não é muito bom, mas prometeu que a continuação irá melhorar todos os aspectos da produção original. Com orçamento muito maior, o novo filme deve corrigir os pontos negativos do primeiro filme.

“Eu escrevi o roteiro da sequência ‘Ursinho Pooh 2: Sangue e Mel 2’, e as pessoas pareceram ter ficado surpresas. Eu entendo. O primeiro filme não foi… muito bom. O compositor Andrew Scottbell entrou em contato comigo – ele havia feito um trabalho excelente na trilha do primeiro filme –, e disse que o diretor queria elevar a qualidade do novo filme e estava procurando por um roteirista. Quando conversei sobre os pontos positivos e negativos do primeiro filme com o Rhys Frake Waterfield, ele pareceu muito consciente sobre tudo isso. Ele sabia que não era um bom filme. Com orçamento de apenas US$ 40 mil, só posso imaginar a difícil tarefa que foi tirá-lo do papel.”

Ele completa, “Com o sucesso do primeiro filme nas bilheterias, eles passaram a contar com um orçamento maior para a sequência. Ao conversar com o Rhys, você rapidamente fica encantado. Ele realmente ama fazer esses filmes. Ele não dirige apenas por dinheiro, ele tem paixão nisso. E a visão dele para a continuação era muito interessante.”

Confira o trailer legendado e siga o CinePOP no Youtube:

“Os dias de aventuras e diversão chegaram ao fim, pois Christopher Robin, agora um jovem, deixou o Ursinho Pooh e Leitão para se defenderem sozinhos. Com o passar do tempo, sentindo raiva e abandonados, os dois se tornam selvagens. Depois de sentir o gosto por sangue, Ursinho Pooh e Leitão partem para encontrar uma nova fonte de comida. Não demora muito para que sua fúria sangrenta comece.”

Rhys Frake-Waterfield retorna à direção.

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, o diretor revelou que o Ursinho Pooh usará uma motosserra no melhor estilo ‘O Massacre da Serra Elétrica‘:

‘Romy e Michele 2’: Mira Sorvino revela que a SEQUÊNCIA “está muito perto de acontecer”

Em entrevista ao People, Mira Sorvino (‘Mutação’) revelou que a sequência da comédia clássica ‘Romy e Michele‘ está “muito perto de acontecer”.

A atriz confirmou que, apesar do projeto ainda não ter recebido sinal verde, os contratos já estão sendo negociados – e ela ainda deu uma previsão para as filmagens do novo filme!

Nós já encontramos um diretor [para a sequência], e eu e a Lisa [Kudrow] já temos nosso acordo para [também] servirmos como produtoras executivas. [A roteirista original Robin Schiff] escreveu diversos rascunhos de um roteiro incrível e divertido, que irá agradar completamente os fãs. Quase todos os personagens importantes do primeiro filme irão retornar.”

Ela completa, “Eles ainda estão negociando algumas coisas, acertando outras, e há rumores de que possamos começar a filmar no segundo trimestre do próximo ano. Mas a sequência ainda não recebeu sinal verde, então não posso dizer que é oficial.”

Lançado em 1997, a comédia conquistou a crítica e o público com um elenco estelar, encabeçado por Sorvino e Kudrow.

Schiff criou as personagens de Romy e Michele para sua peça teatral de 1988, ‘Ladies’ Room‘, estrelada por Kudrow.

Em 1997, a peça foi adaptada em um filme que emergiu como um clássico cult ao longo dos anos.

Na trama, Romy (Mira Sorvino) e Michele (Lisa Kudrow) são melhores amigas desde a infância e sempre fizeram tudo juntas: compras, sua própria moda de cores extravagantes e foram o alvo de piadas na escola. Dez anos depois, ao receberem o convite para o encontro dos ex-alunos do colégio, percebem que suas vidas não são tão impressionantes como elas esperavam.

Querendo se exibir para os colegas populares que as atormentavam na escola, as duas resolvem fingir que são executivas famosas, inventoras dos blocos Post-It, com direito a um carro impressionante, celulares modernos e figurino à caráter.

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Confira o trailer de ‘Rute e Boaz’, novo romance da Netflix inspirado em história bíblica

A Netflix divulgou o primeiro trailer do romance religioso ‘Rute e Boaz‘, uma releitura moderna da popular história bíblica.

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O longa será lançado no serviço de streaming no dia 26 de setembro.

Alanna Brown são responsáveis pela direção, a partir de um roteiro assinado por Michael Elliot e Cory Tynan.

A artista de hip-hop Rute Moably abre mão do glamour da cidade grande e vai para o interior cuidar de Naomi, que passa a ser uma mãe para ela. Lá, ela começa uma vida nova e conhece o homem dos seus sonhos.

Serayah McNeill (‘Empire’) e Tyler Lepley (‘Harlem’) estrelam a produção.

‘Backrooms: Um Não-Lugar’ deve se tornar a MAIOR estreia da história da A24 nos EUA

Sucesso! De acordo com o Deadline, o terror ‘Backrooms: Um Não-Lugar‘ deve arrecadar em torno de US$ 40-45 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

A expectativa é que o longa se torne a maior estreia doméstica da história da A24, superando a abertura de ‘Guerra Civil‘ (US$25.5M).

Além disso, a produção também deve assumir o topo das maiores arrecadações no próximo final de semana no país, desbancando o blockbuster ‘Star Wars: O Mandaloriano e Grogu‘.

Aclamado pelos críticos, o terror conquistou sólidos 84% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca a atmosfera sombria da longa, que expande de forma bem-sucedida o material de origem. Além disso, Kane Parsons desponta como uma das maiores promessas do gênero com sua confiante estreia diretorial.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Backrooms’ é incrivelmente fantástico, um pesadelo alucinante que te deixa em alerta máximo desde o primeiro instante. Kane Parsons cria um terror psicológico puro com visuais assombrosos que ficam na sua cabeça por muito tempo e te deixam obcecado com o que acabou de assistir.” (Zach Pope Reviews)

“‘Backrooms’ é inegável, tanto como um futuro pilar fundamental do movimento de terror nascido na internet, quanto por ser construído sobre um conceito que parece verdadeiramente novo.” (Slant Magazine)

“Sinistro. Embora não seja exatamente aterrorizante, o filme tem uma ótima atmosfera.” (JoBlo)

“Kane Parsons é o diretor mais jovem a comandar um filme da A24, mas sua abordagem metódica permite que ‘Backrooms’ respire e construa seu suspense e sustos com calma, o que exige a paciência de mestres do gênero.” (Collider)

“Como longa-metragem, a história às vezes parece estar lutando contra o próprio destino, mas quando ‘Backrooms’ funciona, é um triunfo impressionante e uma das melhores estreias diretoriais dos últimos anos.” (Slashfilm)

“‘Backrooms’ tem alguns momentos realmente ótimos, mas, como acontece com muitos filmes de terror, quanto mais as pessoas tentam explicá-lo, menos assustador ele se torna.” (Bleeding Cool)

“O filme se esforça bastante para explorar a psicologia de seus personagens, mas não está completamente preparado para isso. Mesmo quando vacila, porém, ‘Backrooms’ ainda é um filme eficaz, priorizando o terror silencioso em vez do horror explícito.” (Screen Rant)

“Embora nem todos os aspectos da história original sejam realmente assustadores ou eficazes, esta adaptação de Kane Parsons pode ser tão claustrofóbica e angustiante quanto sua série viral na internet.” (Discussing Film)

O longa será lançado nos cinemas nacionais amanhã, no dia 28 de maio.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é baseada no curta original de Kane Parsons, que gira em torno de um jovem cineasta que vai parar em outra dimensão. Ele vaga por um escritório inquietantemente amarelo, vazio e labiríntico, que pode ou não abrigar seres sobrenaturais. O título e o cenário do filme são inspirados nas imagens de uma creepypasta (ou lenda urbana da internet) publicadas no site 4chan em 2019.

O elenco conta com Chiwetel Ejiofor (‘The Old Guard’), Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’) Mark Duplass (‘The Morning Show’), Finn Bennett (‘True Detective’), Lukita Maxwell (‘Shrinking’) e Avan Jogia (‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’).

Com apenas 20 anos, Kane Parsons faz sua estreia como diretor de longa-metragem, tornando-se o cineasta mais jovem a colaborar com a A24. Os detalhes do enredo estão sendo mantidos em sigilo absoluto, o que reforça o mistério que cerca o projeto desde o anúncio de sua adaptação para os cinemas.

A adaptação será coproduzida por James Wan, através da Atomic Monster.

Parsons assume a direção do longa, a partir de um roteiro assinado por Roberto Patino (‘Westworld’).

Shawn Levy, Dan Cohen e Dan Levine também servirão como produtores executivos ao lado da 21 Laps Entertainment.

‘Mulher-Maravilha’ é uma oportunidade de falar sobre emponderamento feminino, diz Zack Snyder

A estreia de ‘Mulher-Maravilha‘ tem movimentado o debate sobre emponderamento feminino em todos os âmbitos.

E para Zack Snyder, um dos pais da história apresentada nos cinemas, a heroína é uma oportunidade única de mostrar como as mulheres genuinamente são. A afirmação foi feita por ele no livro ‘Wonder Woman: The Art and Making of The Film‘.

Na obra, ele pontua:

“Ela oferece uma oportunidade singular de abordar sobre o que consiste ser uma mulher forte, poderosa e independente. É uma perspectiva necessária para o mundo, assim como também é fundamental para a forma como retratamos os heróis nos cinemas. Para mim, é de sua importância ter uma representatividade igual tanto para homens e mulheres e eu amo a pureza que existe na ‘Mulher-Maravilha’. Ela não carrega um passado conturbado, ela não busca vingança por aquilo que lhe fizeram. Ela simplesmente é uma heroína”.

Confira algumas fotos do livro:

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

 

Crítica em vídeo | ‘Perdidos no Espaço’ – Primeiras Impressões

A nossa jornalista Rafa Gomes já assistiu aos cinco primeiros episódios da série remake da Netflix, ‘Perdidos no Espaço‘, e te traz SEM SPOILERS, suas primeiras impressões.

Assista:

Leia as primeiras impressões de ‘Perdidos no Espaço’ 

 

Os 10 Filmes Mais Aguardados do Festival de Sundance 2019, segundo o IMDBPro

Uma das grandes expectativas em relação ao Festival de Sundance é justamente saber quais filmes terão vida longa em 2019, pós evento. Em anos anteriores, Me Chame Pelo Seu Nome, Whiplash: Em Busca da Perfeição e Corra! se perpetuaram, conquistando estatuetas nas principais premiações como o Oscar.

E como de costume, o IMDBPro fez sua mais nova lista dos 10 Filmes Mais Aguardados que terão estreia mundial nesta edição, baseado nas expectativas dos usuários da plataforma.

Entre as principais apostas está a biografia de Shia LaBeouf, roteirizada por ele, intitulada Honey Boy. O topo da lista ficou com o novo longa de Joe Berlinger, estrelado por Zack Efron e Lily Collins, Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile, que conta a história do serial killer Ted Bundy.

Confira a lista completa:

1- Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile / U.S.A.  

Direção: Joe Berlinger:

Elenco: Zack Efron, Lily Collins

A história de Ted Bundy é contada a partir da perspectiva de sua namorada, Elizabeth Kloepfer, que lutou para aceitar a realidade da natureza do namorado.

2- Velvet Buzzsaw

Direção: Dan Gilroy

Elenco: Jake Gyllenhaal, Toni Collette

A trama é ambientada no mundo da arte contemporânea de Los Angeles, onde artistas de elite e megacolecionadores pagam um preço alto quando o artístico e o comercial colidem.

3- The Mustang

Director: Laure de Clermont-Tonnerre

Elenco: Connie Britton, Mathias Schoenaerts

A trama conta a história de Roman Coleman, um violento detento que consegue uma nova chance para participar em um programa de reabilitação terapêutico, que envolve o treinamento de cavalos.

4- Honey Boy / U.S.A.

Direção: Alma Har’el

Elenco: Shia LaBeouf, Lucas Hedges, Maika Monroe

Cinebiografia do astro Shia LaBeouf, roterizada pelo próprio ator. A produção acompanha o sucesso meteórico de uma estrela de TV teen e seu conturbado relacionamento com seu pai.

5- Big Time Adolescence / U.S.A.

Direção: Jason Orley

Elenco: Pete Davidson, Griffin Gluck, Jon Cryer

É engraçado: os humanos têm crescido há muito tempo, mas de alguma forma ainda somos péssimos nisso. Basta olhar para Mo (Griffin Gluck), de dezesseis anos de idade. Ele é brilhante o suficiente e vem de uma boa família, mas seu melhor amigo é … Zeke (Pete Davidson). Sim, aquele Zeke – o cara que abandonou a faculdade, agressivamente desmotivado, que costumava sair com a irmã mais velha de Mo. O pai bem-intencionado de Mo (Jon Cryer) está menos entusiasmado com esse estado de coisas. 

6- The Report / U.S.A.

Direção: Scott Z. Burns

Elenco: Jon Hamm, Annette Bening, Adam Driver

O funcionário do Senado, Daniel Jones, recebe a difícil tarefa de liderar uma investigação sobre o Programa de Detenção e Interrogatório da CIA. Depois de analisar provas extensas, ele aprende sobre suas “técnicas de interrogatório aprimoradas” – provadas ser brutais, imorais e ineficazes – , que a CIA adotou após o 11 de setembro. Quando Jones e o Comitê de Inteligência do Senado tentam divulgar os resultados de sua investigação, no entanto, a CIA e a Casa Branca fazem grandes esforços para impedir que a verdade seja divulgada.

7- Paradise Hills / Spain, U.S.A.

Direção: Alice Waddington

Elenco: Emma Roberts, Awkwafina, Milla Jovovich

Quando Uma acorda sozinha em uma estranha ilha chamada Paraíso, ela instantaneamente suspeita que seja tudo menos isso. Dirigida pela Duquesa (Milla Jovovich), a Paradise Hills é um centro de cura emocional que, em sua essência, serve como um internato reformatório para mulheres jovens privilegiadas. No entanto, por trás dos caminhos cobertos de rosas e da decoração de conto de fadas, Uma e suas amigas aprendem que algo mais sinistro está em ação.

8- Native Son / U.S.A.

Direção: Rashid Johnson

Elenco: Ashton Sanders, Margaret Qualley, Nick Robinson

Bigger “Big” Thomas, um jovem afro-americano, vive com sua mãe e irmãos em Chicago. Meio indeciso envolvido com uma namorada, ele usa cabelos verdes e uma jaqueta de punk, fuma maconha e carrega uma pistola – mas rejeita o esquema de “dinheiro fácil” de seu amigo para derrubar uma loja da esquina. Cheio de autodeterminação, Big aceita um emprego como motorista da família do rico empresário Will Dalton. Mudando-se para a mansão deles, ele começa a dirigir a filha veemente progressista de Dalton, Mary. Mas seu envolvimento em uma morte acidental coloca Big em rota de colisão com as poderosas forças sociais colocadas contra ele.

9- Them That Follow / U.S.A.

Direção: Britt Poulton

Elenco: Olivia Colman, Kaitlyn Dever, Alice Englert, Jim Gaffigan

No deserto dos Apalaches, os membros de uma comunidade isolada de manipuladores de serpentes pentecostais, liderados pelo pastor Lemuel (Walton Goggins), arriscam suas vidas para se certificar diante de Deus. A filha de Lemuel, Mara (Alice Englert), se prepara para seu casamento com a jovem que seu pai escolheu para ela sob o olhar atento de Hope (Olivia Colman), enquanto tenta esconder um segredo que tem o potencial de levar a igreja de seu pai para ruína.

10 – Little Monsters / Australia

Direção: Abe Forsythe

Elenco: Lupita Nyong’o, Alexander England, Josh Gad

Depois de um breve rompimento, Dave (Alexander England), sem rumo, vai para a casa de sua irmã e passa seus dias expandindo o vocabulário questionável de seu sobrinho. Quando surge a oportunidade de acompanhar uma próxima excursão escolar ao lado da encantadora e enigmática professora Miss Caroline (Lupita Nyong’O), Dave aproveita a oportunidade para impressioná-la. O que ele não previa era Teddy McGiggle (Josh Gad), uma personalidade de televisão infantil desagradável que molda as atividades da excursão. O que ele esperava menos ainda era uma invasão de zumbis, que se desenrola depois que um experimento em uma base militar próxima deu errado.

[EXCLUSIVO] ‘Aprendiz de Espiã’: Dave Bautista fala sobre nova comédia, Marvel e mais em entrevista

Em Aprendiz de Espiã, que estreia na próxima quinta-feira, 12 de março, Dave Bautista interpreta JJ, um agente durão da CIA designado a vigiar uma família. Quando a pequena Sophie (Chloe Coleman) descobre a operação de vigilância em seu apartamento, usa seu poder de persuasão para convencer JJ a ensiná-la a ser uma espiã, em troca de não entregar seu disfarce. Relutante a princípio, ele descobre que não é páreo para o charme e a inteligência da menina.

E em uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro deu detalhes a respeito do longa, comentou sobre sua mudança de carreira e ainda compartilhou como é trabalhar com Chloe, bem como e com o Universo da Marvel.

CinePOP: Este filme é sobre alguém que sai de um ambiente muito masculino e vai para outro que requer, talvez, um pouco mais de sutileza. Isso tem alguma semelhança com a sua passagem do mundo da luta livre para o cinema? Seria uma transição parecida?

Bautista: Foi uma transição no que diz respeito ao ambiente. Não foi uma transição tão pessoal para mim, mas há paralelos, sim. O ambiente das lutas é muito competitivo, cruel e movido a testosterona. É hostil, às vezes. É realmente difícil. Eu não compreendi o alívio que senti até realmente ter parado com as competições. É fácil você se tornar a pior versão de si mesmo naquele ambiente, quando parece que você está constantemente na defensiva, e você se defende tanto que começa a ser tornar ofensivo. E para mim, chegou um ponto na minha carreira, cerca de um ano antes de eu sair, em que eu literalmente me isolava de todos, porque eu só não queria mais estar ali, naquele ambiente em que você luta basicamente para sobreviver. Então, eu saí para tentar a carreira de ator, mas eu realmente queria sair, não é um ambiente dos mais fáceis para se trabalhar ou se prosperar.

CinePOP: Você descarta, então, qualquer possibilidade de voltar para as arenas?

Bautista: Sim, essa fase acabou. O negócio é o seguinte, era uma relação de amor e ódio, eu amo o fato de que eles me deram uma chance de me profissionalizar e ver o mundo, mas era um ambiente muito difícil no qual você vale o quanto pesa, e pesa muito. Então, eu saí na hora certa, e voltei, porque eu queria encerrar minha carreira da maneira certa. Mas tudo se repetiu, eu bati cabeça com eles novamente pelas mesmas razões. Então, eu saí de novo. Mas nunca me senti contente com a forma como terminei minha carreira, então voltei no ano passado e terminei do jeito certo, do jeito que eu queria, mas voltei nas minhas condições. Voltei e finalizei minha carreira nas lutas definitivamente. Estou aposentado, e agora eu vou estar no Hall da Fama no próximo ano.

CinePOP: Quão gratificante será isso, estar no Hall da Fama?

Bautista: Sabe, é estranho, e eu quase me sinto mal dizendo isso, mas bem, na verdade não é. Minha última luta significou mais para mim do que entrar para o Hall da Fama, porque eu nunca almejei, eu não preciso de louros, sabe? Não sou esse tipo de pessoa. Não preciso desse selo de aprovação do Hall da Fama. Sinto-me realizado com minha carreira, contente com a forma que eu a encerrei naquela noite. Saber que ofereci um bom entretenimento para pessoas em todo o mundo significa mais para mim do que ter o ‘Hall da Fama’ associado ao meu nome. Eu, sinceramente, não preciso desses louros, mas estou honrado por chegar lá, ainda que essa conquista não signifique tanto para mim como meu último combate. Esse, sim, significou tudo para mim.

CinePOP: Então, ao vê-lo neste filme, eu ficava pensando em atores como Schwarzenegger, John Cena, Dwayne Johnson, e em como essa transição leva sempre a um jogo entre risos e músculos.

Bautista: Acho que minha transição foi feita bem antes deste filme. Eu não acho – eu não diria que minha transição dependia deste filme. Acho que minha transição como produtor é definitivamente mais palpável neste filme, mas eu não penso como um entertainer. É algo que eu nunca me propus a ser. Nunca me propus a ser Dwayne Johnson. Eu certamente nunca me propus a ser John Cena. Não, eu só queria ser ator. Eu queria ser ator. Foi por isso que me apaixonei, foi para isso que eu trabalhei. Mas para conseguir o que eu queria, para obter esse tipo de respeito, eu tive que seguir por um caminho diferente do típico cara de ação, estereotipado.

CinePOP: Mas como produtor, parece que, com a sua experiência, é como se as escolhas para atuar acabam nos filmes de ação e comédia, do contrário você estaria num drama independente.

Bautista: Exatamente, por isso mesmo eu tive que desistir de vários papéis para conseguir os papéis que eu queria, que eu acreditava que me levariam a crescer como ator, a dividir a cena com atores respeitados, a ser dirigido por diretores respeitados. Tive que deixar passar muitos desses papéis mais típicos, o que significava que eu tinha que passar fome. Sabe, por três anos, eu mal trabalhei.

CinePOP: E, obviamente, você atuou em Guardiões. Você foi bastante franco em seu apoio em relação às denúncias contra o diretor James Gunn. Você sente que é algo que poucos fariam?

Bautista: Não posso falar pelos outros, mas talvez eu ache óbvio que seria uma atitude esperada. Eu não pensei muito nisso, eu simplesmente comecei a defender meu amigo. Eu segui o meu instinto, fui fiel a mim mesmo e ao meu amigo. É por causa de James que eu estou trabalhando e fui capaz de seguir em frente como ator, então eu devia a ele pelo menos isso. Mas é algo que naturalmente eu faria, porque eu sou aquele cara que defende seus amigos.

CinePOP: O que você aprendeu com a Chloe, em Aprendiz de Espiã?

Bautista: Ela é sempre gentil com todo mundo. Acho que ela não aprendeu isso comigo. Ela só tem um coração gentil. Mas eu acho que o que mais me impressionou nela desde o primeiro dia das filmagens foi o quão profissional ela era, toda organizada, como ela estava bem preparada. Porque eu nunca sou assim, e eu gosto de pensar que aprendi um pouco disso. Mas eu ainda luto com isso, porque não é da minha natureza. Eu tenho o espírito um pouco mais livre, me preparo menos, sou mais impulsivo, é o meu estilo de atuar. É difícil para mim ficar no roteiro, eu tenho que me encontrar dentro dele, encontrar o meu swing. Normalmente não estou tão preparado, mas encontrei uma maneira de fazer isso funcionar para mim.

CinePOP: Foi difícil ficar sério durante algumas cenas do filme?

Bautista: Sim. Para mim, foi. Nós tivemos bem mais do que alguns momentos em que foi muito difícil ficar sério. Com Ken Jeong era muito difícil ficar sério, mas também com Kristen Schaal, porque ela é tão engraçada, faz umas expressões, umas caretas. Foi muito, muito difícil.

CinePOP: E a dança, Dave. Quão fácil foi para você dançar?

Bautista: Ah, foi horrível. Sabe, é engraçado, porque eu gosto de dançar, eu sou aquele grande pateta que vai passar a noite dançando, sem parar. Eu realmente não tenho esse medo de passar vergonha. Eu percebi que não sou bom, mas eu também gosto de me divertir, e trabalhei em boates por 13 anos, então é como se fosse natural para mim. Mas foi divertido, embora um pouco embaraçoso ter que fazer todas aquelas danças em frente de todas aquelas pessoas. Até porque não seria o tipo de dança que eu normalmente faria. Foi um pouco estranho, mas eu não me importo de me divertir, e foi divertido.

CinePOP: Você e Chloe viveram várias situações bem legais como espiões no filme. Se por acaso tiver uma sequência, que tipo de ação de espião que seria assim, tipo, ‘cara, eu não vejo a hora de fazer isso’?

Bautista: Tem uma, que estava originalmente no roteiro, uma cena no carro, em que eu deveria estar Chloe a dirigir. Nós íamos ter bastante ação, dirigir como espiões, e JJ., claro, ia ficar enjoado com a maneira que ela dirige. Podemos fazer coisas muitos legais ainda com isso, mas já fizemos muitas no filme.

CinePOP: Você fez suas próprias cenas de ação nesse filme?

Bautista: Não, de jeito nenhum. Eu gosto de fazer muitas das minhas próprias cenas de lutas, mas acrobacias e coisas assim, eu não tenho vontade de fazer, nem sou qualificado para isso. Eu não me considero um dublê. Paguei minhas dívidas com luta livre profissional, fui muito mais do que espancado, e não tenho nada para provar a ninguém. Então, eu realmente tenho um dublê muito competente, desde o primeiro filme dos Guardiões da Galáxia, pra ser sincero. Se é algo que é meio perigoso, estou mais do que feliz em dizer: ‘Ei, Rob, você se importa?’ E ele está mais do que feliz em dizer: ‘Não, deixe-me fazer isso’.

CinePOP: É muito bacana estar no filme de maior bilheteria de todos os tempos.

Bautista: Sim, mas você sabe, eu não tenho qualquer responsabilidade por isso, eu mal estou nele, mas sim, ainda assim é legal estar envolvido. Na verdade – eu sinto que fiz parte de Guerra Infinita, porque eu acredito que contribuí mais para esse filme, nem tanto para Ultimato. Mas eu estava lá. Tipo, eu assisti como um fã, e é assim que eu me relaciono com o filme, como um fã.

CinePOP: Você chorou?

Bautista: Claro que chorei.

CinePOP: O que você tem pela frente, quais são seus próximos projetos?

Bautista: Bem, é algo que eu não posso falar ainda. É um programa de televisão, que eu provavelmente vou fazer no próximo ano. E, obviamente, continuar meu relacionamento com a Marvel. Mas eu tenho alguns projetos previstos para serem lançados no próximo ano. Acabei de sair das filmagens de Army of the Dead, com Zach Snyder, para a Netflix. Tem também Duna. E claro, Aprendiz de Espiã.

Confira o trailer legendado:

No filme, após uma missão dar muito errado, o agente da CIA JJ (Bautista) é rebaixado para a função de vigilância. Em serviço, ele acaba sendo descoberto pela menina Sophie (Chloe Coleman). Chantageado pela garota, ele se vê forçado a ensiná-la todas as técnicas para ser uma espiã.

A direção é de Peter Segal (‘Agente 86’) e o roteiro é assinado por Jon e Erich Hoeber, ambos de ‘RED: Aposentados e Perigosos’.

[EXCLUSIVO] ‘Tom e Jerry’: Sequência pode se passar no Brasil, afirma diretor

A versão live-action de ‘Tom & Jerry‘ chega aos cinemas nesta próxima quinta-feira (11) e vai levar o populares personagens das telinhas em uma grandiosa aventura na cidade de Nova York.

Mas a jornada dos personagens pode seguir para novos territórios, caso a produção conquiste um sequência. Segundo o diretor do longa, Tim Story, existe a possibilidade de trazer a popular dupla para o Brasil. A informação foi revelada durante uma entrevista ao editor-chefe do CinePOP, Renato Marafon.

Na ocasião, ele ponderou com bom humor sobre a ideia de uma continuação nas terras brasileiras, mas esclareceu que ainda não há planos determinados para um vindouro capítulo na saga dos bichanos:

“Olha só, que ideia incrível seria! Se isso for um convite, eu diria sim! Porque não o Brasil? Eu amo esse país. Eu não faço ideia a respeito de uma sequência, mas trazer esses personagens de volta seria um sonho realizado e uma coisa que eu te garanto é que viajaremos para algum lugar, talvez o Brasil”.

Ao longo do bate papo, Story ainda ponderou sobre a escolha de desenvolver o filme como um híbrido entre live-action e animação em 2D, afirmando que o objetivo era preservar a essência dos amados personagens, a fim de manter um vínculo com o público mais velho, que cresceu com a produção.

“Nós sempre tivemos essa ideia de fazer uma versão híbrida. Esse hibridismo sempre consistiu em trazer os animais em animação, o que eu achei incrível desde o começo. Uma coisa que nós queríamos muito fazer era garantir que traríamos algo que fosse o mais próximo daquilo que você se lembra sobre o desenho quando era criança. E um das maneiras de fazer isso era mantê-los em animação 2D, sendo de acordo com a animação com a qual você cresceu, e não tornando-os mais humanos, como alguns filmes fizeram no passado. Nós queríamos dizer: ‘Não, esses personagens são animados, se você cortá-los ao meio, eles voltam à sua forma original, eles não morrem’. E isso foi muito divertido, porque nos deu uma tela ilimitada para trazer varias coisas que os tornam divertidos para dentro das telas”.

Confira o trailer do longa:

O elenco é formado por Michael PeñaChloë Grace-Moretz, Ken JeongRob DelaneyJordan BolgerPallavi Sharda

Jerry, o rato, mora dentro das paredes de uma grande casa de campo da Nova Inglaterra, onde faz amizade com os antigos donos, um amoroso casal de idosos. Sua amizade única e cômica chega ao fim depois que o casal idoso morre e sua casa é colocada à venda. Quando uma jovem família se muda, Jerry está determinado a assustá-los para não assumirem sua casa. A família rapidamente adota um gato de rua chamado Tom para ajudar a livrá-los de seu problema de pragas. Em uma batalha épica pela casa, Tom & Jerry logo descobrem sua crescente adoração pela família e devem trabalhar juntos para protegê-los de uma ameaça externa. Através do trabalho em equipe, ambos aprendem o valor supremo da família e da amizade.

Tom e Jerry‘ começou como uma série produzida em curtos episódios, com uma média de sete e 10 minutos de duração cada. Entre os anos de 1940 e 1958, o estúdio Hanna-Barbera fez 114 curtas para  MGM. Com o sucesso global da animação, a dupla acabou conquistando uma genuína série de TV em 1975, chamada – inicialmente – ‘The Tom and Jerry Show’.

‘Pam & Tommy’: Sex tape de Pamela Anderson cai na internet na nova promo do 5º episódio da minissérie

A aclamada minissérie original da Star+, Pam & Tommy‘, segue a todo vapor e seu 5º episódio, intitulado “Uncle Jim and Aunt Susie in Duluth“, ganhou uma intensa promo oficial.

No teaser, Pamela Anderson (Lily James) e Tommy Lee (Sebastian Stan) terão que lidar com as consequências do vazamento de sua fita íntima e o relacionamento do casal começa a fugir de controle.

Assista:

Ambientada nos primórdios da internet, Pam & Tommy é baseada na incrível história real por trás da primeira sex tape que viralizou protagonizada por Pamela Anderson e Tommy Lee. O vídeo, roubado da casa do casal por um eletricista insatisfeito, passou da curiosidade clandestina do VHS para tornar-se uma sensação mundial quando chegou à web em 1997.

E abrindo com 87% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção recebeu diversos elogios pelas poderosas performances de ambos os atores. Além disso, a crítica especializada ponderou sobre abordagem dada à atriz e modelo Pamela Anderson, que aqui é trazida como uma mulher “totalmente realizada”.

E segundo o consenso geral, “Pam & Tommy às vezes enfraquece sua própria crítica ao voyeurismo cultural com uma estilização lúgubre, mas a performance de Lily James dá a essa sórdida obra um coração inegável”.

Assista ao trailer:

Confira alguma imagens da série:

Além da dupla, o elenco também contará com Seth Rogen, Nick Offerman (‘Parks and Recreation’) como Uncle Miltie; Taylor Schilling (‘Orange Is the New Black’) como a esposa de Rand, Erica Gauthier; o comediante Andrew Dice Clay como Butchie; Pepi Sonuga (‘Ash vs. Evil Dead’) como Melanie; Mozhan Marno (‘House of Cards’) como Gail Chwatsky; e Spenser Granese como Steve Fasanella.

Crítica | Mais uma Chance – Odisseia pungente da concepção de uma vida

Angústia é palavra que define o drama Mais Uma Chance (Private Life), de Tamara Jenkins, lançado pela Netflix. Com um argumento algumas vezes já debatido nos filmes sobre infertilidade, a diretora consegue fugir do lugar comum da criança desejada para a frieza dos métodos, as inseguranças do procedimento e o dinheiro investido no projeto.

Com as magistrais atuações de Kathryn Hahn (Perfeita é é a Mãe!) e Paul Giamatti (Sideways – Entre Umas e Outras), intérpretes do casal Rachel e Richard, a gente mergulha nos sentimentos frustrados dos personagens, vagando por consultórios lotados, passando por procedimentos invasivos e questionando-se sobre suas escolhas.

A primeira cena do filme foca no quadril de Rachel, enquanto Richard prepara uma injeção, tornando a cama do casal ao invés de ninho de amor, uma lugar de preparação para ovulação controlada. Um começo simbólico para a odisseia entre a perda da relação amorosa e a busca por um obsessivo desejo.

Já acima dos 40 anos, o casal tenta de todas as formas ter uma família, mas seus corpos parecem ser um obstáculo. Para transpassá-lo, eles buscam doadoras de óvulos, sites de doações e uma esperança sobrecomum. Conhecida por sua sensibilidade em A Família Savage (2007), sua última contribuição no cinema, Jenkins apoia o roteiro no momento da vida do casal em que nada mais faz sentido, além de ter um herdeiro.

Apesar do mundo ao redor continuar a girar, ambos vão a eventos sociais e possuem carreiras – ela escritora, ele um pequeno empresário -, a vida e as suas conversas se resumem ao desafio de conceber uma vida. O humor seco faz parte da narrativa e da personalidade do casal que o utiliza sob medida para exalar os seus receios e frustrações, no lugar do choro e lamúrias.

Nessa ebulição de desapontamentos, visualizamos um flashback de quando eles tentaram a adoção por um site na internet e todo o processo pungente da expectativa e do desencanto. As discussões sobre desistir entrecortam os planos, no entanto, eles perseguem e a esperança ressurge na figura da sobrinha postiça do casal, Sadie (Kayli Carter).

A jovem de 25 anos acaba de abandonar a faculdade e pede para passar um tempo na casa deles em Nova York. Estimados pela menina, eles começam a fazer parte do dia a dia um do outro até o ponto deles pedirem a ela para ser a sua doadora de óvulo. Obviamente, não é uma decisão fácil, a mãe de Sadie (Molly Shannon) é totalmente contrária ao projeto, além de todas as complicações e privações envolvidas.

Mais Uma Chance é um peregrinação sobre a vida e os seus contornos para alcançar um objetivo. Por vezes, os protagonistas se interrogam sobre como será ser um pai e uma mãe, já que a concepção tem sido tão excruciante. O público testemunha os sentimentos confusos, as dúvidas, se envolve e torce para um final feliz, no entanto, este é um retrato de algo além da força de vontade.

Se antes os filmes sobre o processo apelavam para a comédia e a satisfação final de que todo esforço vale a pena, vide As Coisas Engraçadas do Amor (1990), Um Sorriso Como o Seu (1997) e Como Fazer Bebês (2000), Tamara Jenkins não nos deixa confortáveis em nenhum momento. O final de Mais Uma Chance é mais um momento de inquietude. É uma história, com certeza, para ser vista, mas não vai ser bonita, muito menos relaxante.

Como seria se Tommy Wiseau fosse o Coringa? Assista!

Um fã talentoso recriou o trailer de Batman: O Cavaleiro das Trevas com Tommy Wiseau como Coringa usando cenas do clássico The Room, que inspirou Artista do Desastre, de James Franco. Assista:

‘Duna’: Timothée Chalamet deve estrelar adaptação de Denis Villeneuve

Segundo o The Hollywood Reporter, o astro de Me Chame Pelo Seu Nome, Timothée Chalamet está em negociações para estrelar a nova adaptação deDuna, comandada por Denis Villeneuve.

O ator deve fazer o papel de Paul Atreides, interpretado anteriormente por Kyle MacLachlan.

Após alguns boatos de que a próxima produção do aclamado cineasta Denis Villeneuve poderia render pelo menos dois filmes, o próprio diretor confirmou a informação ao La Presse.

De acordo com Villeneuve, adaptação deDuna será mesmo dividida em dois filmes. Ele ainda explicou que gostaria de gravar os dois longas ao mesmo tempo mas que, por conta do orçamento, fará duas produções separadas.

“É provável que demore cerca de dois anos para terminar Duna. A verdade é que serão dois filmes”

Recentemente, em uma entrevista ao site Fandom, ele pontuou que ‘Duna’ será uma versão da saga de ‘Star Wars’, só que para adultos.

Sem especificar demais, o diretor salientou que este filme será aquele ‘Star Wars’ que nunca viu nos cinemas:

“A maioria das ideias de ‘Star Wars’ são oriundas de ‘Duna’, então creio que será um desafio construir essa trama. Minha expectativa é fazer um filme desta saga que eu jamais vi nos cinemas. Será um ‘Star Wars’ para adultos. Veremos”.

O trabalho mais recente de Villeneuve foi o sucesso de críticas ‘Blade Runner 2049‘.

Duna já teve uma adaptação para os cinemas, em 1984, pelo diretor David Lynch. Ainda não há previsão de estreia para a nova versão.

Crítica | Blade Runner 2049 – Superprodução de grife

‘Jurassic World: Domínio’ | Saiba onde assistir as franquias ‘Jurassic Park’ e ‘Jurassic World’

Com estreia marcada para o dia 2 de junho de 2022, Jurassic World: Domínio promete encerrar a saga dos dinossauros iniciada lá em 1993, com Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros.

Mostrando o mundo com os dinossauros fugitivos se adaptando ao meio ambiente, o novo filme vai trazer de volta o elenco original para se juntar ao trio da nova franquia. Então, nada mais justo do que fazer uma maratona para relembrar todos os filmes desde o original, certo? O problema, porém, é que há poucos meses, a saga podia ser encontrada em vários streamings diferentes. Só que, no momento, a franquia parece ter deixado os catálogos simultaneamente. Então, para ver os cinco filmes anteriores, o público que não tiver os DVDs ou Blu-Ray’s em casa, pode ter que apelar para o aluguel on-line. Pensando nisso, o CinePOP listou onde você pode encontrar os filmes para vê-los ou alugá-los. Confira!

Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros

Clássico imortal de Steven Spielberg, Jurassic Park leva o público em uma viagem a um parque escondido em uma ilha da Costa Rica, onde um ricaço arrogante construiu um zoológico cuja principal atração são dinossauros clonados. Ele convida uma equipe de cientistas, um advogado e seus netos para passarem um fim de semana no parque, só que as coisas dão errado, os dinossauros se libertam e começam a comer qualquer coisa que atravesse seu caminho. Será que eles vão conseguir escapar?

Onde assistir: Telecine.
Onde alugar: Amazon Prime Video e Apple TV+.

O Mundo Perdido: Jurassic Park

Depois dos eventos do primeiro filme, o Dr. Ian Malcolm (Jeff Goldblum) descobre que mandaram sua namorada para documentar sozinha a vida dos dinossauros na ainda mais misteriosa Ilha Sorna, onde os animais eram criados e depois eram mandados para o parque. Num ambiente cercado por dinossauros vivendo em liberdade, Malcolm vai com uma equipe para salvar seu amor, mas o time acaba se deparando com um grupo de mercenários que quer tirar os animais da ilha para levá-los a um parque em San Diego. Tem como dar certo um negócio desses?

Onde assistir: Telecine.
Onde alugar: Amazon Prime Video e Apple TV+.

Jurassic Park III

De volta à Ilha Sorna, um garoto desaparece no entorno da ilha quando fazia parapente com um amigo da mãe. Desesperados com a inércia do governo, os pais do menino contratam o Dr. Alan Grant (Sam Neill) para guiá-los em um suposto passeio sobre a ilha. O que Grant não sabia é que o casal pretendia não apenas sobrevoar o local, mas fazer uma expedição em terra firme atrás do garoto. Obviamente, as coisas não dão certo, os dinossauros soltos começam a atacar o grupo e a viagem logo se torna uma grande luta pela sobrevivência.

Onde assistir: não está disponível.
Onde alugar: Amazon Prime Video e Apple TV+.

Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros

20 anos após o escândalo de 1993, o parque foi reaberto e se tornou um sucesso absurdo de público. Com milhares de visitantes por dia, o agora Jurassic World é um dos maiores pontos turísticos da Costa Rica. Porém, tudo muda quando uma nova atração, um dinossauro híbrido psicótico, escapa do confinamento e sai pela zona restrita do parque atacando funcionários e outros dinossauros para saciar sua sede por sangue. O problema acontece quando o dinossauro rima em direção ao parque lotado de turistas.

Onde assistir: Telecine.
Onde alugar: Amazon Prime Video e Apple TV+.

Jurassic World: Reino Ameaçado

Depois da tragédia do parque, o Jurassic World foi fechado para sempre e o vulcão da Ilha Nublar acabou se tornando ativo. Com a ameaça da erupção, o destino dos dinossauros da ilha foi para julgamento. A opinião pública se divide quanto a deixá-los morrer ou salvá-los da lava. Uma equipe de empresários, porém, vende a ideia de que eles precisam ser salvos para viverem em paz num santuário criado para comportá-los. Claro que é tudo uma grande balela para tirar os bichos de lá e vendê-los como armas. Para piorar, um novo híbrido é feito, tocando o terror nos Estados Unidos.

Onde assistir: não está disponível.
Onde alugar: Amazon Prime Video e Apple TV+.

Jurassic World: Domínio estreia em 2 de junho de 2022.

Crítica | Outer Range – Western de Ficção Científica da Prime Video faz Josh Brolin se defender de Mistério Sobrenatural

Se tem um gênero que veio caindo em desuso nas últimas décadas no final do século XX foi o western – as famosas produções do Velho Oeste, encabeçadas por Clint Eastwood e companhia. Porém, desde a virada para o século XXI, novas produções desse gênero veem ressurgindo nas telinhas e nas telonas, como ‘Cowboys e Aliens’ (2011) e ‘Cry Macho: O Caminho para Redenção’ (2021) ou a sérieWestworld’. Aos poucos a coisa vai voltando, com algumas modificações do formato original do bangue-bangue, sendo o mais novo representante desse new western a sérieOuter Range’, que chega no próximo dia 15 na Prime Video com dois episódios por semana toda sexta-feira para os assinantes.

Abbott (Josh Brolin) é um fazendeiro que luta por sua terra e família, com quem vive no rancho de sua esposa, Cecilia (Lili Taylor) desde que chegara ali ainda pequeno, perdido. Certo dia, a mochileira Autumm (Imogen Poots) aparece de repente e pede para acampar nas terras dele, dizendo-se poeta em busca de inspiração. Confuso com o inesperado da situação, Abbot permite, sem saber que logo em seguida ele descobriria um mistério insondável à beira do deserto no estado de Wyoming, dentro de seu próprio terreno. Soma-se a isso o fato de seus filhos, Perry (Tom Pelphrey) e Rhett (Lewis Pullman) travarem uma briga com os filhos do vizinho, Luke (Shaun Sipos), Trevor (Matt Lauria) e Billy (Noah Reid). Quando uma morte inesperada ocorre na vizinhança, todos passam a ficar sob o olhar atento da xerife Joy (Tamara Podemski).

Construído para ser uma fábula de faroeste familiar com toques de humor irônico e mistério sobrenatural, ‘Outer Range’ examina como lidamos com o desconhecido. A série, dividida em oito episódios com quase uma hora de duração cada, se desenrola naquele ritmo sem pressa do meio-oeste estadunidense, o que pode acabar impacientando alguns espectadores. Escrito e criado por Brian Watkins, a produção se volta bastante para aquele estilo de vida bastante conhecido do interior dos Estados Unidos (bom, e também do Brasil), com rodeios e montarias de cavalo e boi, pessoas transitando em picapes e chapéus de couro, e muita testosterona tomando as rédeas dos acontecimentos.

Tudo isso acaba deixando a parte do sobrenatural um bocado em segundo plano, embora a ideia dos elementos sci-fi serem bastante interessantes. Dirigido por Jennifer Getzinger, Amy Seimetz, Alonso Ruizpalacios e Lawrence Thrilling, os episódios poderiam ser enxugados uns dez minutos cada, para dar maior dinamismo ao enredo que é interessante, mas, por se situar em uma localidade com pouco movimento, acaba transportando o marasmo da realidade para dentro da ficção – e para a casa do espectador.

Com Josh Brolin conduzindo a maioria das cenas, ‘Outer Range’ chega como o mais novo representante de um gênero que busca se reinventar, ainda que atrelado às próprias raízes. Josh puxa a responsabilidade para si e entrega um protagonista misterioso, reservado e bastante interessante, cujas ações provocam quem assiste e, aos poucos, vai se afastando do Thanos que o fez famoso com a garotada. E a série ainda conta com o dedinho de Brad Pitt, que é um dos produtores executivos da produção através de sua empresa, Plan B Enterteinment.

‘Shazam!’: Diretor justifica tom leve e inocente do filme

Shazam!’ é um filme mais distinto da DC adotando um tom bem mais leve e cômico do que o habitual. Agora, em entrevista para a Variety, o diretor David F. Sandberg justificou o tom da produção.

“É o tom certo para o personagem. É a realização de um desejo de uma criança que se torna um super-herói. A maioria dos super-heróis ganha seus poderes quando são adultos, então eles são pressionados pela responsabilidade, de salvar pessoas. Enquanto um garoto de 14 anos pensaria, ‘Eu posso ser um super-herói! Eu posso tentar fazer todas essas coisas malucas’. Então acho que fica mais inclinado a um senso de alegria.”

Crítica | Shazam! – A DC volta a sorrir com filme que é diversão pura

Nas críticas, o consenso geral é que a produção traz uma mistura natural de humor e emoção, sendo um filme de super-heróis que nunca esquece o poder real do gênero: a realização de um desejo alegre.

Separamos trechos das principais críticas para vocês:

The Wrap:

“O longa captura a combinação dos quadrinhos originais com heroísmo ventoso e uma trama maluca, transferindo-a da década de 40 para a era moderna com grande habilidade.”

Guardian:

“Flutuante e despretensioso, ‘Shazam!’ tem objetivos baixos e, em sua maioria, bem-sucedidos. Uma brincadeira divertida para crianças, alimentada com energia suficiente para manter seu público-alvo envolvido com um conceito central divertido, que funciona como um cruzamento entre Big e Superman.”

EW:

“Sempre que [Zachary] Levi está na tela, impressionado com seu novo físico adulto (seus músculos parecem ter músculos) e chocado com seus poderes recém-descobertos, o filme realmente acerta.”

We Got This Covered:

Shazam! é a palavra mágica no que diz respeito a estabilidade do Universo da DC, já que David Sandberg prova que os super-heróis da Warner podem ser engraçados, cheios de coração e eletrificados com muita ação – tudo isso ao mesmo tempo.”

AV Club:

“O que muitas vezes é a parte mais comercial de uma história de origem de super-heróis – estabelecendo os poderes do herói –, acaba se tornando a parte mais divertida de ‘Shazam!’, carregada pelo encanto inquietante e infantil de [Zachary] Levi.”

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril.

‘Riverdale’: Episódio tributo a Luke Perry ganha primeiras imagens; Confira!

The CW divulgou hoje (03) as primeiras imagens do episódio tributo a Luke Perry, que faleceu em março deste ano. O capítulo abrirá o quarto ciclo e é intitulado “Chapter Fifty Eight: In Memoriam”.

Confira:

Riverdale foi criado por Roberto Aguirre-Sacasa e traz no elenco Lili Reinhart, Camila Mendes, Madelaine Petsch, Madchen Amick, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles MeltonVanessa MorganCole SprouseSam Witwer.

A quarta temporada estreia no dia 09 de outubro deste ano.

‘Jurassic World 3’: Mais um membro do elenco original deve retornar para a sequência!

Jurassic World 3 promete trazer o melhor dos dois mundos para as telonas, visto que, nos últimos meses, vários membros da franquia original confirmaram presença no spin-off – incluindo Sam NeillLaura Dern Jeff Goldblum, que se unem a Chris PrattBryce Dallas HowardJustice SmithDaniella PinedaJack JohnsonOmar Sy.

Agora, parece que mais um ator da saga Jurassic Park irá retornar para as telonas: recentemente, Joe Mazello (que deu vida a Tim Murphy no primeiro longa-metragem) parece ter confirmado presença na próxima iteração.

O ator postou uma críptica e convidativa mensagem em seu Twitter oficial, dizendo: “acho que está na hora de voltar ao trabalho. O que vocês acham, pessoal?”.

Confira:

Anteriormente, o diretor Colin Trevorrow conversou com a Empire sobre o aguardado retorno dos personagens originais da franquia – Neill, Dern e Goldblum.

“O próximo filme permitirá que os personagens originais da franquia façam parte da história de uma forma orgânica. Eu e a [roteirista] Emily Carmichael chamamos esse filme de ‘Jurassic Park 6’, porque ele realmente é.”

Ele completa, “Você começa perguntando as questões mais básicas: quem são essas pessoas agora? O que eles fazem neste novo mundo em que vivem e como eles sentem sobre ser parte da história? No final das contas, é uma colaboração entre os atores. Eles conhecem e amam esses personagens. E eles retornarão juntos.”

Agora que os astros originais foram confirmados ao elenco da sequência, os fãs estão empolgados para descobrir como eles irão se encaixar na trama.

Em entrevista para o Games Radar, Laura Dern não escondeu sua empolgação ao participar do novo filme:

“Estou muito animada para ver como tudo irá se conectar. Eu sei que Colin [Trevorrow, o diretor], Steven Spielberg, e toda a equipe estão preparando algo especial. Será uma homenagem ao filme original, vai ser muito bonito e realmente incrível.”

Por enquanto, o enredo do longa ainda permanece um mistério, mas novas atualizações devem surgir em breve.

A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.

‘Sputnik’: Terror estilo ‘Alien’ ganha novo cartaz INCRÍVEL; Confira!

O terror ‘Sputnik‘ ganhou um novo pôster oficial.

Confira, junto ao trailer:

O longa foi dirigido por Egor Abramenko.

O único sobrevivente de um incidente no espaço não retornou para casa sozinho – escondida dentro do seu corpo há uma criatura perigosa. Sua única esperança é uma médica determinada a fazer o que for preciso para salvar seu paciente.

Pyotr Fyodorov, Oksana AkinshinaFedor Bondarchuk estrelam.

O terror será lançado direto em VOD no dia 14 de agosto.

‘Euphoria’: Rue está de volta nas imagens oficiais do episódio especial; Confira!

O primeiro episódio especial da aclamada série Euphoria ganhou belíssimas imagens promocionais.

O capítulo chegará ao HBO Max no dia 4 de dezembro, dois dias antes da estreia oficial na televisão.

Confira, junto ao teaser:

Zendaya fez história na última edição do Emmy 2020 ao se tornar a atriz mais jovem a conquistar a estatueta de Melhor Atriz em Série Dramática por sua performance na produção – e a 2ª atriz negra a conquistar tal feito ao lado apenas de Viola Davis.

Criada por Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

O elenco conta com Zendaya, Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Barbie Ferreira, Hunter Schafer e Storm Reid.

‘Sem Remorso’: Vídeo de bastidores revela detalhes sobre o novo filme com Michael B. Jordan; Confira!

IMDb divulgou com exclusividade um novo vídeo de bastidores de Sem Remorso(Without Remorse), thriller de ação estrelado por Michael B. Jordan (‘Pantera Negra’).

featurette leva o público a conhecer detalhes e segredos do longa-metragem.

Confira:

O filme será lançado no catálogo da Amazon Prime Video em 30 de abril.

Dirigido por dirigido por Stefano Sollima (‘Sicário: Dia do Soldado’), o filme é baseado no livro homônimo de Tom Clancy.

A trama acompanha John Clark (Jordan), um fuzileiro naval dos EUA, busca vingança pelo assassinato de sua esposa, mas acaba se encontrando dentro de uma conspiração muito maior.

O elenco ainda conta com Jodie Turner-Smith, Jamie Bell, Guy Pearce, Lauren London e Jacob Scipio.

‘A Casa Sombria’: Terror com Rebecca Hall recebe 86% de aprovação dos críticos; Confira as reações!

O terror sobrenatural ‘A Casa Sombria‘ (The Night House), estrelado por Rebecca Hall (‘Godzilla vs Kong’), chega em breve aos cinemas brasileiros (30 de setembro) – mas já ganhou inúmeros elogios por parte da crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, o longa conquistou surpreendentes 86% de aprovação, com nota média 7.10/10 baseada em 183 reviews. Segundo o consenso geral, “liderado pela performance arrepiante de Hall, [o filme] oferece um horror atmosférico que nos envolve intelectual e emocionalmente”.

Confira os principais comentários abaixo:

“A performance de Hall […] sustenta e eleva esse incrível filme de terror do diretor David Bruckner” – San Jose Mercury News.

“Hall está em cena em quase todos os minutos do filme, e está sempre interessante” – Minneapolis Star Tribune.

“Hall comanda cada momento desse thriller psicológico – e me fez olhar para trás no estacionamento” – The Curvy Film Critic.

“Hall é a responsável pelo clímax. […] Ela suaviza todos os problemas. Ela vai te guiar [pelo filme]” – Times (UK).

“Hall intensifica o que poderia ser apenas outra mulher com uma lanterna em uma casa mal-assombrada” – Chicago Tribune.

David Bruckner (‘O Ritual’) fica responsável pela direção.

Ainda abalada pela morte inesperada de seu marido, Beth (Hall) fica sozinha numa casa à beira do lago que ele construiu para ela. Tentando se estabelecer na casa, ela começa a surtar por conta de estranhos pesadelos. Sentindo-se atraída por visões uma figura que chama por seu nome, Beth começa a vasculhar os pertences do marido na busca por respostas.

O elenco também conta com Sarah Goldberg, Evan Jonigkeit, Stacy Martin e Vondie Curtis Hall.

‘Comer, Rezar, Amar’: Drama estrelado por Julia Roberts estreia na Netflix!

‘Comer, Rezar, Amar’, drama estrelado pela vencedora do Oscar Julia Roberts, já está disponível na Netflix.

O longa foi lançado na plataforma de streaming hoje, 01 de fevereiro.

Lançado em 2010, o drama romântico biográfico é baseado no livro de memórias best-seller homônimo de Elizabeth Gilbert e é centrado em Liz (Roberts), uma escritora que acreditava ter tudo na vida: uma casa, um marido e uma carreira de sucesso. Porém recém-divorciada e de frente para um momento de mudança, ela se sente confusa sobre o que é importante em sua vida. Ousando sair da sua zona de conforto, Liz embarca em uma busca de auto-descoberta que a leva à Itália, à Índia e a Bali.

Relembre o trailer:

O filme foi dirigido por Ryan Murphy (‘American Horror Story’).

Javier BardemViola DavisJames Franco e outros também fizeram parte do elenco.

Para o bem ou para o mal, o longa tornou-se um dos mais famosos da carreira de Roberts – e fez um enorme sucesso nas bilheterias mundiais.

Joey King é uma princesa GUERREIRA no trailer dublado de ‘A Princesa’; Assista!

O Star+ divulgou o trailer dublado do filme de ação medieval ‘A Princesa‘ (‘The Princess’), estrelado por Joey King (‘A Barraca do Beijo’).

O filme chega à plataforma de streaming no dia 22 de julho.

Confira:

Le-Van Kiet (‘Furie’) é responsável pela direção.

Descrita como uma mistura de ‘Rapunzel’‘The Raid’, o longa acompanha uma jovem princesa (King) que se sente muito mais confortável com uma espada do que com uma coroa – e cabe a ela salvar o reino de mercenários impiedosos.

O elenco ainda conta com Dominic Cooper (‘Preacher’), Olga Kurylenko (‘Viúva Negra’) e Veronica Ngo (‘The Old Guard’).

Artigo | Os 80 anos de ‘Casablanca’, um dos maiores filmes de todos os tempos

Em sua didática obra Story’, o guru da escrita criativa para cinema Robert McKee cita mais de uma vez a importância de Casablanca para a compreensão de uma boa história, fragmentando seu complexo roteiro em pequenos blocos para analisar de que forma a jornada de Rick e Ilsa consegue se conectar com o público até mesmo nos dias de hoje – analisando coerentemente que um romance de guerra travestido de crítica política, por mais afastado que se mostre das novas gerações, é capaz de nos transportar para um cosmos de aparência específica, mas essência milenar. Não é surpresa que o longa-metragem dirigido por Michael Curtis no início da década de 1940 ainda seja considerado um dos melhores feitos em toda a História da indústria cinematográfica, estando lado a lado com clássicos como O Poderoso Chefão’ e Cidadão Kane’. 

À época de sua produção e lançamento, Curtis mergulhou ousou sair do lugar-comum e afastar-se das investidas fílmicas propagandísticas que visavam criar um panorama otimista em meio aos anos mais ferrenhos da II Guerra Mundial – a exemplo de Walt Disney que, com a bruta construção de seu futuro império, realizava animações de “boa-vizinhança” que buscavam polarizar ainda mais uma sociedade movida pelo medo e pela insegurança constantes. Em Casablanca, as coisas tomam um rumo inesperado ao insurgirem como crítica sociopolítica, visando até mesmo ao debate, mesmo que não tão profundo, do que realmente estava acontecendo em territórios de terceiro mundo e que eram excluídos das páginas do jornal e das frequências radiofônicas. 

Rick Blaine (Humphrey Bogart) é gerente de um modesto e pitoresco café de Casablanca. Desde os primeiros momentos em cena, o personagem se mostra com uma construção reservada, introvertida, que já passou por poucas e boas e carrega consigo o mote de “não colocar o pescoço em risco por nenhum homem”. É claro que tal amargura não é ocasional e tem origens recentes, cujas consequências são vistas em sua paixão fervorosa pela bebida, capaz de matar seu antigo eu iludido pelo falso amor verdadeiro. Entretanto, essa linearidade que o mantém fora do perigo é colocada em xeque quando Ilsa Lund (Ingrid Bergman) e seu marido Victor Laszlo (Paul Henreid) adentram no estabelecimento com intenções muito mais mortais do que aparentam. 

E por que tudo isso é impactante para a vida de Rick? Simplesmente pelo fato de Rick e Ilsa terem uma história tão comovente quanto trágica. Rick era líder da resistência antifascista e conheceu a sedutora expatriada norueguesa Ilsa em Paris. Após terem iniciado um caso, o nome do rebelde entra para a lista da Gestapo e ele arquiteta uma fuga com sua amante para longe da Cidade-Luz, para um lugar onde podem recomeçar do zero. Eles, pois, combinam de se encontrar na estação de trem, mas Ilsa nunca aparece, mandando um mensageiro entregar-lhe uma carta dizendo que o ama, mas que nunca mais poderá vê-lo. Desde então, Rick submeteu-se ao apaziguamento de sua rebelião e vê tudo desmoronar quando os sentimentos reacendem. 

Se prestarmos bastante atenção na personalidade do protagonista, é possível deduzir o que irá acontecer em cada um dos atos. Porém, não pense que a trama de Casablanca se move através de convencionalismos narrativos, pois tudo é orquestrado com uma sutileza aplaudível e emocionante, cuja conexão interpessoal (seja com o público, seja entre os personagens) é sua principal força-motriz. A química de Bogart e Bergman é inegável, alcançando altos e baixos que mostram a irreversibilidade de uma chama que nunca se apagou – Rick ainda a ama, e isso se mostra de modo mais claro quando Ilsa o implora para conseguir enviá-los para fora de Casablanca: afinal, Laszlo é um refugiado, também líder de um dos grupos rebeldes, e que está prestes a ser capturado pelo inimigo. 

A figura do antagonista é dúbia e pode ser encarada tanto pela superficialidade cênica quanto pelo intimismo microcósmico arquitetado por Curtis e pelo incrível trio de roteiristas formado por Julius e Philip Epstein e Howard Koch. À medida em que introduzem o Major Heinrich Strasser (Conrad Veidt) para tornar a trama principal mais interessante e até brincar com a ideia de gato-e-rato entre a resistência e a repressão, os próprios Rick e Ilsa tornam-se inimigos não entre si, mas para si mesmos: enquanto esta declara novamente seu amor pelo ex-amante e diz que o que sente por Viktor não passa de uma mera ajuda, aquele não consegue acreditar na estória, e a deprecia para se proteger e não se envolver com alguém que quase lhe custou a vida. Mesmo com as negações desenfreadas, a mudança atmosférica é respaldada pelo diálogos que travam em diversos momentos, incluindo numa cena específica. 

Toda a premissa é concentrada na cena do Bazar, em que Rick se mostra determinado a conseguir Ilsa de volta: ambos passeiam pelos vendedores ambulantes, adentando o mercado negro em busca de passaportes falsificados que garantirão a saída do casal de Casablanca. Culpa, arrependimento e obrigação movem-nos pelas ruas, até que segredos são revelados – e a própria mulher admite o arrependimento irreconciliável de ter iniciado o caso. Afinal, desde Paris, Laszlo era seu marido – e é justamente essa quadra de palavras que marca o clímax principal, mostrando como Rick, apesar de amá-la e deseja-la com todas as forças, não poderá tê-la por razões muito maiores do que julgou e julga. 

O primor fílmico com o qual Curtis conduz a sua obra é impecável: é claro, ele não ousa tanto quanto poderia com a direção, mas faz questão de mesclar sua habilidade fotográfica com estéticas expressionistas e melodramáticas equilibradas, sem ceder a exageros. Não é à toa que, em grande parte das sequências ambientadas no bar, o rosto dos personagens esteja à meia-luz: cada um deles, seja na pluralismo dos inúmeros outros refugiados que buscam se esconder dos comandos nazifascistas, seja na feição dos protagonistas em questão, esconde segredos complicados e que não podem ser revelados sob nenhuma circunstância. Para alguns, o ritmo da montagem e a arquitetura imagética podem parecer monótonos; entretanto, elas são de extrema importância para ratificar o peso dramático e até mesmo histórico do longa. 

Casablanca encontra seu fim em uma das cenas mais clássicas do Cinema: o adeus de Rick e Ilsa, na qual a mulher dá adeus ao único homem que amou embarcando em um avião rumo à liberdade. Ela desaparece na névoa, e tal momento é tão simbólico para uma variedade infinita de assuntos, que é muito difícil não se comover. E, parafraseando McKee, essa jornada dramática é crítica e fundamental para compreender não apenas uma importante parte da nossa História, mas também para nos encontrarmos. 

‘Peter Pan e Wendy’: Live-action já está disponível no Disney+!

O live-action Peter Pan e Wendy’ finalmente cheguu ao catálogo do Disney+.

A produção foi lançada hoje, 28 de abril, na plataforma de streaming.

Em Peter Pan & Wendy’, Wendy e seus irmãos são levados para o mundo mágico da Terra do Nunca com o herói de suas histórias, Peter Pan.

Relembre o trailer:

Ever Anderson, filha de Milla JovovichPaul W.S. Anderson, dará vida à Wendy, enquanto Alexander Molony interpreta Peter Pan.

O elenco também conta com Jude Law como o infame Capitão Gancho, Alyssa Alook como a princesa Tiger Lily, Rebecca Hall como a Sra. Darling, Jim Gaffigan como o marujo Sr. Smee e Yara Shahidi como a fada Sininho.

Escrito e dirigido por David Lowery e Toby Halbrooks (‘Meu Amigo o Dragão‘), o longa será lançado direto na Disney+ e é baseado no romance de J.M. Barrie.

Em 2003, a Universal Pictures lançou uma versão live action que recebeu críticas positivas, mas foi bombardeado nas bilheterias. O filme acabou dando prejuízo de mais de US$ 70 milhões contra um orçamento bem grande (US$ 130,6 milhões).

Já em 2015, a Warner lançou uma versão com Hugh Jackman, Rooney Mara e Amanda Seyfried que também foi um fracasso de público, e gerou mais de US$ 150 milhões em prejuízo para o estúdio.

‘O Exorcista: O Devoto’: Vídeo nos apresenta às novas VÍTIMAS da sequência; Confira!

‘O Exorcista: O Devoto’, sequência direta do clássico de 1973 e agora sob o comando da Blumhouse, ganhou um novo vídeo promocional apresentando as jovens vítimas da narrativa.

Vale lembrar que o filme chega aos cinemas nacionais em 12 de outubro.

Confira:

De acordo com informações do Deadline, o longa está previsto para arrecadar aproximadamente US$ 30 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos.

A estimativa de arrecadação é considerada ótima, especialmente por se tratar de um filme de terror.

O valor é o mesmo que o soft reboot de ‘Pânico‘, que arrecadou US$ 30 milhões em sua estreia nos EUA em 2022.

Embora o orçamento exato da produção ainda seja desconhecido, é importante lembrar que a Universal Pictures e a Blumhouse gastaram cerca de US$ 400 milhões para adquirir os direitos da franquia ‘O Exorcista‘.

Conhecido por seu trabalho na nova trilogia de ‘Halloween‘, Green compartilhou sua abordagem cuidadosa em relação à icônica voz demoníaca na franquia clássica do terror.

Em entrevista para o SyFy Wire, ele expressou seu desejo de não decepcionar os fãs, reconhecendo o papel crucial que essa característica desempenha na série.

Green revelou que a versão final do filme pode diferir do que foi apresentado no trailer oficial.

“Estamos na parte de voz demoníaca do processo agora, e explorando vários conceitos. Outro dia, nós trouxemos cinco pessoas muito, muito diferentes para uma sala, com um microfone e pedi que dissessem coisas”, explicou o diretor.

“Talvez eu queira que seja cada uma dessas vozes e muito mais. Talvez eu queira que esse demônio seja um monte de coisas”, concluiu.

Anteriormente, conversando com o IndieWire, o produtor Jason Blum comentou sobre a expectativa pelo lançamento e disse que este é o filme mais arriscado de sua carreira.

“O filme mais arriscado que já fiz com certeza ainda não foi lançado. É ‘O Exorcista‘. Só porque é muito caro. Normalmente, a barreira para o sucesso em tudo o que fazemos é incrivelmente baixa porque fazemos filmes baratos. Para ‘O Exorcista’, a aposta é alta.”

Ele acrescentou que:

“Não é um alto risco para a Blumhouse. Obviamente, já fomos pagos, mas é um risco alto para nossos parceiros. Então, quando você me pergunta qual é a coisa mais arriscada em que já trabalhamos, considero isso como para nós ou nossos parceiros financeiros. No caso de ‘O Exorcista’, esse seria o maior, porque é um risco alto para a Universal.”

Na trama, um pai desesperado pede a ajuda de Chris MacNeil para tentar lidar com uma presença demoníaca, assim como aconteceu com ela no passado.

Leslie Odom Jr.Ann DowdJennifer NettlesNorbert Leo ButzLidya JewettOlivia MarcumEllen Burstyn estrelam.

‘Cowboy Carter’: Oitavo álbum de Beyoncé será lançado esta SEXTA!

A lendária Beyoncé está prestes a lançar a segunda parte de sua já aclamada trilogia de álbuns – e o próximo capítulo da saga, ‘Act II: Cowboy Carter, chega muito em breve às plataformas de streaming.

O compilado de originais será lançado nesta próxima sexta-feira, 29 de março, e conta com os singles “Texas Hold ‘Em”“16 Carriages”.

Lembrando que o ‘Act I: Renaissance foi lançado em 2022 e rendeu à Beyoncé nada menos que quatro estatuetas do Grammy – além de ter sido indicado a Álbum do Ano.

Movido por uma mistura incrível de housediscofunkR&B, dance e tantos outros gêneros, o compilado de originais se tornou um sucesso de crítica (além de entrar para nossas listas de Melhores do AnoMelhores do Século), bem como alcançou o topo da Billboard 200 em sua semana de estreia. Mais do que isso, Beyoncé abriu oportunidade para uma celebração da cultura afro-americana em uma narrativa hedonista e empoderadora.

Beyoncé – 43 Anos | 10 músicas da LENDÁRIA artista que deveriam ter sido singles

No dia de hoje, 04 de setembro, celebramos o aniversário de um dos maiores nomes não apenas da música contemporânea, mas da história da indústria fonográfica: Beyoncé Knowles-Carter.

Dona de algumas músicas de maior sucesso de todos os tempos, Beyoncé começou sua carreira como membro do girl group Destiny’s Child, lançando-se à carreira solo a partir de 2003, com o lançamento de Dangerously in Love. Desde então, quebrou inúmeros recordes de vendas e de aclamação, eventualmente tornando-se a mulher mais premiada do Grammy Awards e consagrando um legado infindável e imortal.

Para comemorar esse dia tão especial, o CinePOP montou uma lista elencando dez canções da performer que mereciam mais destaque e que deveriam ter virado singles oficiais (todavia, estamos focando em sua carreira solo, o que significa que não integraremos a discografia do trio mencionado no parágrafo acima).

Veja abaixo e conte para nós qual a sua favorita ou qual deixamos de fora:

“FREAKUM DRESS”

Álbum: B’Day

Em ‘B’Day’, seu segundo álbum de estúdio, Beyoncé demonstra uma capacidade invejável de construir um universo próprio que nos conquista desde os primeiros toques e que revela seu apreço por adotar riscos. Dentro desse escopo, temos a divertida “Freakum Dress” que, apesar de ter ganhado um clipe, não foi lançada como single oficial. Aqui, a canção nos conquista pela assertividade e pela força com que os versos são entregues, com um crescendo para o refrão próprio da época em que o disco foi lançado.

“I WAS HERE”

Álbum: 4

Em uma de suas várias reinvenções, Beyoncé deu vida a 4, um de seus álbuns mais memoráveis (se bem que é difícil não adotar todos seus lançamentos como memoráveis). A conclusão dessa aventura sonora vem acompanhada da aplaudível “I Was Here”, facilmente uma das melhores músicas do catálogo da Queen B – cujas mensagens ultrapassam o mero conceito de exaltar quem você é, atravessando uma linha etérea que discorre sobre a própria existência (“eu estava aqui, eu vivi, eu amei, eu estava aqui”) e movendo-se por uma pessoalidade emocionante.

“1+1”

Álbum: 4

Beyoncé já provou inúmeras vezes ter uma capacidade invejável de criar belíssimas baladas – e neste álbum, as coisas não seriam diferentes. Além das tracks supracitadas, temos a presença de “1+1”, que parte de um princípio bem estruturado de diminuir a potência dos instrumentos, valendo-se do baixo, dos sintetizadores e de uma eventual guitarra, para deixar espaço aos potentes vocais da cantora.

“DADDY LESSONS”

Álbum: Lemonade

“Daddy Lessons” é um dos vários ápices de Lemonadee uma das canções que merecia mais reconhecimento que tem.. Com a música em questão, a lead singer eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como premedita o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.

“ALIEN SUPERSTAR”

Álbum: Act I: Renaissance

Beyoncé voltou com força total em 2022 ao lançar o aguardado e antecipadíssimo ‘Act I: Renaissance’. O projeto, primeiro capítulo de uma ambiciosa trilogia sonora, já ascendeu ao patamar dos melhores do ano e da década (ao menos na opinião desta que vos fala) e honrou a cultura negra com uma celebração antêmica do house e do disco. E, dentre as várias canções, “Alien Superstar” nos chama a atenção pela produção impecável e pelo caráter explosivo de suas texturas, mergulhando no poder dos sintetizadores, do voguing e dos ballrooms do Brooklyn dos anos 70 e 80 (“olhos em você quando performa, olhos em mim quando eu coloco”).

“HEATED”

Álbum: Act I: Renaissance

Em ‘Renaissance’, a performer permite que as faixas tragam temáticas importantes para discussão e que tomaram fortes proporções ao viralizarem nas redes sociais – como as pautas sociais que emergem com a vibrante impecabilidade de “HEATED” (repaginada com um hedonismo diabolicamente apaixonante e energizante). Como se não bastasse, a track também abre espaço para que ela celebre a comunidade LGBTQIA+ e honre uma de suas maiores inspirações – seu Tio Johnny, a quem inclusive agradeceu ao receber a estatueta de Melhor Álbum Eletrônico no Grammy Awards.

“PURE/HONEY”

Álbum: Act I: Renaissance

‘Act I: Renaissance’ tornou-se um evento ao finalmente ser divulgado para os fãs de Beyoncé, reiterando, mais uma vez, a versatilidade invejável de uma das maiores artistas da história. E, como já é de se esperar, escolher as melhores músicas dentro deste imaculado e testamentário compilado não é um trabalho fácil; de qualquer forma, é notável como “Pure/Honey” é uma das entradas que nos roubam a atenção por sua construção ostensiva e elegante, pautada no electro-house e neo-disco (que é resumida pelo honrável verso “deve custar um bilhão para parecer tão bem”).

VIRGO’S GROOVE

Álbum: Act I: Renaissance

“Virgo’s Groove” foi considerada não apenas uma das melhores músicas da produção, mas uma das melhores entradas da carreira de Beyoncé. A construção, movida pela explosão constante de disco e funk, é uma homenagem aos anos 70 e 80 sem se valer de um cansado anacronismo – mas sim de uma originalidade nostálgica sedutora. Os aplausos também vão ao produtor The-Dream, que faz um trabalho memorável na track.

AMERIICAN REQUIIEM

Álbum: Act II: Cowboy Carter

O compilado abre com a espetacular faixa “Ameriican Requiem”, cujo título faz alusão à litúrgica declaração de re-empoderamento que deseja promover; através de um coro arrepiante e saudosista, ela navega por uma conceitualização do problema identitário ao nos presentear com versos como “eles costumavam dizer que eu falava muito country; então a rejeição veio, disseram que eu não era country o bastante”. Cada trecho dos quase cinco minutos e meio da faixa é pensado sob uma ótima específica, trazendo a dissonância da guitarra elétrica ao impacto da bateria e à sutileza do piano em uma vibrante e urgente jornada.

YA YA

Álbum: Act II: Cowboy Carter

Como bem sabemos, Beyoncé é um gênio no tocante a construir baladas que ficam marcadas como algumas de suas melhores canções – procurando uma atmosfera cândida para declamar e explorar angústias internas. Mas seu lado mais insano e indesculpável explode em avidez quando ela se apropria de arquiteturas uptempo e dançantes – como é o caso da vibrante “Ya Ya”. Seguindo uma menção à lendária Linda Martell, a track é uma amálgama dançante de country-popcountry-rock e go-go, cujas notas iniciais buscam referência na clássica “These Boots Are Made For Walkin’”, de Nancy Sinatra – e que nos carregam em uma aventura frenética e inescapável.

Critics Choice Awards 2025 | “El Mal”, de ‘Emilia Pérez’, leva o prêmio de Melhor Canção Original

O filme ‘Emilia Pérez’, estrelado por Selena Gomez, Zoe Saldaña, Karla Sofía Gascón e Adriana Paz, se tornou um dos mais elogiados do ano – e não ficaria de fora da temporada de premiações.

Durante o anúncio de vencedores do Critics Choice Awards 2025, o longa levou para casa o prêmio de Melhor Canção Original por “El Mal”.

Além disso, a produção conquistou a estatueta de Melhor Filme Internacional, enquanto Zoe Saldaña levou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por seu aclamado trabalho.

“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.

O filme é dirigido por Jacques Audiard, conhecido porO Profeta, com roteiro também de Jacques Audiard (Paris, 13º Distrito).

Benjamin Wainwright investiga crimes VIOLENTOS em Paris no trailer da série ‘Maigret’; Confira!

PBS Masterpiece divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Maigret’, drama criminal inspirado nos romances assinados por Georges Simenon.

A produção tem estreia agendada para o dia 5 de outubro na emissora e na plataforma de streaming, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

A série foi adaptada por Patrick Harbinson, que também entra como diretor ao lado de Faye GilbertDavid Evans.

Na trama, o Inspetor-Chefe Maigret e sua equipe de detetives rebeldes e leais, conhecida como Les Maigrets, solucionam uma série de crimes complexos em Paris. Os métodos pouco convencionais e o senso de justiça único de Maigret o colocam em conflito com seus superiores e com o sistema judiciário que ele supostamente representa. Ele, então, precisa superar alguns dos criminosos mais astutos e violentos de Paris, enquanto lida com seu próprio passado conturbado.

Benjamin WainwrightStefanie MartiniNathalie ArminBlake HarrisonReda ElazouarKerrie HayesShaniqua OkwokRob Kazinsky estrelam.

A aventura COMEÇA no trailer inédito de ‘Kaguya: A Princesa Espacial’; Confira!

A Netflix divulgou o mais novo trailer oficial de sua nova animação, Kaguya: A Princesa Espacial.

A produção estreia no serviço de streaming em 22 de janeiro de 2026.

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O longa é um filme original da plataforma e marca a estreia do diretor Shingo Yamashita (Pokémon: Twilight Wings) em longas-metragens. O design de personagens é assinado em conjunto por Hechima (‘Gakuen Idolmaster’) e Akihiro Nagae (‘Uma Casa à Deriva’).

A história acompanha duas garotas que se aproximam através da música. No mundo virtual dos sonhos de Tsukuyomi, o destino das duas se revela em meio a um espetáculo visual deslumbrante.

Netflix confirma spin-off animado de ‘Stranger Things’; Confira o teaser!

A música, elemento central da narrativa, foi criada por renomados produtores da cena Vocaloid, incluindo ryo (supercell), responsável pelo sucesso “Melt”, interpretado pela cantora virtual Hatsune Miku, além de kz (livetune), 40mP, HoneyWorks, Aqu3ra e yuigot.

O elenco principal conta com:

Além disso, o longa marca a estreia do Studio Chromato, fundado por Yamashita, na produção de longas-metragens, em parceria com o Studio Colorido.

Confira o trailer DUBLADO de ‘Inapropriados Para o Trabalho’, nova comédia criada por Mindy Kaling

O Hulu Brasil revelou o trailer dublado de Inapropriados Para o Trabalho(‘Not Suitable for Work’), nova série de comédia criada por Mindy Kaling (‘A Vida Sexual das Universitárias’).

A produção chega à plataforma do Disney+ em 2 de junho.

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A produção contará com Ella HuntAvantikaWill AngusJack MartinNicholas Duvernay no elenco.

Hunt interpretará AJ Pascarelli, uma charmosa e intensa analista recém-contratada no mais prestigiado banco de investimentos de Nova York.

Avantika será Abhinaya “Abby” Chilukuri, uma assistente de um exigente estilista de celebridades que é obcecada por moda.

Angus interpretará Davis Beau Bradley Barrett III, um jovem cheio de energia do mundo das finanças, mas que, por trás da aparência de fraternidade, quer amar e ser amado.

Martin dará vida a Josh Teitelbaum, um nova-iorquino inteligente, idealista e, às vezes, hipócrita.

Duvernay será Kel Washington, um estudante de medicina charmoso e um pouco ansioso que luta para tirar boas notas nas provas enquanto investe na carreira de ator.

A nova série explora o próximo estágio na vida dos jovens após o ensino médio e a faculdade. A trama focará em cinco jovens de vinte e poucos anos que buscam sucesso profissional e, se tiverem tempo, felicidade pessoal no bairro mais glamoroso de Manhattan, Murray Hill.

Charlie Grandy (‘Velma’) servirá como showrunner e produtor executivo.