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CW produzirá reboot sombrio de ‘Sabrina, Aprendiz de Feiticeira’

Esqueça a Sabrina divertida e alegre da série estrelada por Melissa Joan Hart.

O canal CW deu sinal verde para o desenvolvimento da versão sombria de ‘Sabrina, Aprendiz de Feiticeira‘, será que será inspirada nas HQs da Archie Comics.

Segundo o Collider, a nova versão da série está para um tom ainda mais acima do “sombrio” praticado em ‘Riverdale.

Fala-se até que o tom do TV Show será entre ‘O Exorcista‘ e ‘O Bebê De Rosemary‘.

Agora, a pergunta mais importante, claro, Salem – o gato falante – também vai vir um tanto demoníaco?!

Após 19 anos filmando ‘Dom Quixote’, Terry Gilliam sofre AVC e filme pode ser banido

Por 19 anos, o diretor Terry Gilliam produziu e filmou o “amaldiçoado”The Man Who Killed Don Quixote, que finalmente está pronto para exibição.

Porém, o diretor de 77 anos foi internado nesse final de semana após um acidente vascular cerebral e pode ser proibido de exibir seu filme no Festival de Cannes, que começou nesta terça-feira, 8.

Gilliam passa bem e está fora de perigo, mas está sofrendo uma ação civil que pede o cancelamento da exibição do filme em Cannes, processo criado pelo produtor português Paulo Branco – que afirma deter os direitos sobre a obra.

A decisão será divulgada amanhã, dia 9.

Assista ao trailer:

Há anos em gestação, Gilliam tentou tirar o longa do papel em 2000, com Jean Rochefort no papel de Quixote e Johnny Depp como Sancho Pança, mas o projeto não foi para a frente.

Na nova versão, Jonathan Pryce assume o papel que era de Rochefort e Adam Driver atua no lugar de Depp. Olga Kurylenko e Stellan Skarsgard completam o elenco.

O longa ainda não possui data de estreia.

‘Dumplin’: Netflix lançará comédia com Jennifer Aniston no Brasil meses após estrear nos EUA!

Netflix sempre lança seus filmes e séries originais mundialmente no mesmo dia, evitando assim a pirataria.

Porém, o streaming tomou uma atitude inédita com a comédia ‘Dumplin‘, estrelado por Jennifer Aniston.

Lançada na Netflix fos EUA em 7 de Dezembro, o filme chegará no catálogo brasileiro apenas em 8 de Fevereiro.

O motivo do atraso não foi revelado.

Confira o novo trailer:

Dirigida por Anne Fletcher (‘A Proposta’ e ‘Vestida Para Casar’), a trama possui uma narrativa com um viés cômico-musical, e gira em torno de Willowdean, uma adolescente plus size e confiante que é obcecada por Dolly Parton. Para irritar sua mãe, ela decide participar do concurso de beleza do Texas ao lado de alguns amigos e o que antes seria um protesto à cultura da magreza e perfeição, se transforma em uma inspiração para um heterogêneo grupo de adolescentes desajustadas entrarem na competição. Ao entregar sua perspectiva particular sobre o mundo dos concursos de beleza que ela testemunhou dentro de casa, Will consegue conquistar o respeito de sua mãe, que passa a admirá-la e genuinamente conhecê-la por quem ela de fato é.

Originalmente um projeto da Disney Studios, ‘Dumplin’ segue por um viés mais indie, sendo roteirizado por Kristin Hahn, que também assume a produção ao lado de Michael Costigan (‘A Vigilante do Amanhã: Ghost In The Shell’).

‘Uma Noite de Crime 5’ ganha data de estreia e pode ter Sylvester Stallone

Uma Noite de Crime 5’ ganhou data de estreia nos cinemas nacionais: dia 9 de Julho de 2020, um dia antes da estreia norte-americana.

Além disso, o produtor Jason Blum revelou que a sequência pode trazer o icônico Sylvester Stallone na equipe.

O tweet revelou uma reunião entre Blum, Stallone e o criador da franquia James DeMonaco. É claro que nada foi confirmado e não se sabe se o ator irá interpretar um personagem ou servir como produtor executivo.

“Eu e esses dois brincalhões estamos prestes a nos encontrar com #slystallone. #jamesdemonaco estava tão paranoico sobre se atrasar que chegamos 20 minutos antes e não temos nada a fazer além de tweetar”, diz a legenda.

Everardo Gout, da série Mars, foi escolhido para comandar a produção.

Em entrevista ao EW, DeMonaco falou sobre o futuro da saga.

“A história que criei para o quinto filme é um ótimo jeito de terminar tudo. Nós queremos fazer um final com esse próximo [filme], e eu estou muito animado. Quando eu criei a ideia e contei para todos, eles ficaram empolgados, e eu acho que será um desfecho muito legal.”

Vale lembrar que, no final do terceiro filme, o expurgo foi banido e deu início a uma onda de revolta e violência, que provavelmente pode ser o gancho para a nova produção.

Série sobre ‘As Noivas do Drácula’ contrata sua protagonista

Segundo com o TVLine, Erin Richards (‘Gotham‘) entrou para o elenco da série ‘The Brides‘, que irá focar nas noivas do Conde Drácula.

A atriz irá interpretar uma das noivas, Renee, que comanda uma agência de modelos em Nova York. Em sua vida antiga, ela era a esposa de Marquis de Sade quando foi convidada pelo Drácula em sua casa e pediu para ser transformada por ele.

Vale lembrar que Goran Visnjic interpretará o vampiro Drácula, e Gina Torres será uma de suas outras noivas.

A história trará elementos do romance original de Bram Stoker e será desenvolvida por Roberto Aguirre-Sacasa (RiverdaleO Mundo Sombrio de Sabrina), com Maggie Kiley dirigindo a iteração.

Vale lembrar que o projeto estava em desenvolvimento para a NBC há alguns anos antes de migrar para outra emissora. A nova versão deve focar mais no terror e na sexualidade.

A trama é uma sexy e contemporânea reimaginação da saga do Drácula como um drama familiar com um trio de poderosas e diversificadas protagonistas femininas. Com fortes elementos de terror, a história será sobre empoderamento, mulheres imortais e as coisas que elas fazem para manterem seu legado – e sua família não tradicional.

As personagens foram destaques no filme ‘As Noivas do Vampiro‘, lançado em 1960, e, mais recentemente, em ‘Van Helsing: O Caçador de Monstros‘, em 2004.

‘Those Who Wish Me Dead’: Retorno de Angelina Jolie aos filmes de ação ganha logo

A Warner Bros. divulgou o logotipo oficial de ‘Those Who Wish Me Dead’ (‘Aqueles que me Querem Morto’, em tradução livre), que trará o grande retorno de Angelina Jolie aos filmes de ação.

Confira, com as primeiras imagens da atriz nos bastidores:

Taylor Sheridan, indicado ao Oscar de Melhor Filme por ‘A Qualquer Custo‘, é responsável pela direção.

Baseado no romance de Michael Koryta, a história acompanha um menino de catorze anos que presencia um brutal homicídio e entra para um programa de proteção às testemunhas sob uma nova identidade. Enquanto isso, os assassinos partem em uma jornada para encontrá-lo, destruindo quem estiver em seu caminho.  

O elenco conta com Angelina Jolie, Tyler Perry e Nicholas Hoult, conhecido por seu papel de Fera na franquia ‘X-Men’.

‘Those Who Wish Me Dead’ ainda não tem data de estreia definida.

ENTREVISTAS Viúva Negra | Rachel Weisz e David Harbour revelam detalhes dos seus personagens

Depois de muita espera, Viúva Negra estreia simultaneamente nos cinemas e no Disney+ com Premier Access no dia 9 de julho. E para celebrar, nosso Repórter Hollywood Jânio Nazareth traz uma entrevista com os astros Rachel Weisz e David Harbour – que interpretam Melina e Alexei.

Assista a entrevista:

No filme, uma conspiração perigosa ligada ao passado de Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) fará com que a heroína enfrente um lado sombrio de sua história. Perseguida por uma força implacável obstinada a derrotá-la, ela terá que lidar com sua antiga vida de espiã e pessoas do seu passado que ela deixou para trás antes de se tornar parte dos Vingadores.

Além de conhecer mais sobre o passado da vingadora, também conheceremos novos personagens que fazem parte de sua história, interpretados por um elenco de peso. Confira!

 

Yelena Belova (Florence Pugh)

Assim como Natasha, Yelena Belova foi treinada ainda jovem pela Sala Vermelha para ser uma espiã, tornando-se extremamente habilidosa. No filme, descobriremos que ela possui questões não resolvidas do passado com Natasha, as quais ela está disposta a tratar. Contudo, em meio a ameaças maiores, veremos as duas se unirem e trabalharem juntas, desenvolvendo uma relação de irmãs. Dizem por aí que ela será a nova Viúva Negra, será?

 

Melina Vostokoff (Rachel Weisz)

Melina Vostokoff é uma espiã assassina treinada quatro vezes pela Sala Vermelha, para a qual realizou diversas operações secretas, o que levou a organização a transformá-la em uma de suas principais cientistas. Melina acabou se afastando do programa após anos de serviço, mas quando reencontra Natasha, com quem trabalhou antes de as duas seguirem caminhos diferentes, ela deve decidir de qual lado está sua lealdade.

 

Alexei Shostakov/Guardião Vermelho (David Harbour)

Alexei, também conhecido como Guardião Vermelho, foi criado pela União Soviética para ser um herói nacional — o que fica estampado no seu uniforme vermelho com a estrela soviética no peito. Ele é o equivalente russo do Capitão América, sendo desenvolvido como retaliação após os americanos criarem seu querido herói, e viveu seus anos dourados durante a Guerra Fria. Apesar de seu tempo como espião ter acabado, ele ainda se considera um grande herói e adora compartilhar suas histórias de grandeza com aqueles que o cercam. No fundo, Alexei carrega um grande remorso dessa época, especialmente no que diz respeito a Natasha, quem ele conhecia muito antes de ela se tornar a Viúva Negra.

 

O Treinador (não identificado)

O Treinador é um assassino mascarado que possui a habilidade de imitar os movimentos de seus inimigos. Além disso, ele é calculista e implacável quando o assunto é realizar as tarefas que lhe foram atribuídas.

 

Rick Mason (O.T. Fagbenle)

Misterioso, mas com muita atitude, Rick Mason é um ex-soldado que se tornou contrabandista internacional. Ele guarda uma dívida com Natasha, que o ajudou no passado, e os dois possuem um forte vínculo.

 

General Dreykov (Ray Winstone)

Agente soviético de alto escalão, o General Dreykov era o responsável por supervisionar a Sala Vermelha e foi quem recrutou Natasha para o programa. Ela o responsabiliza por seu passado tortuoso, e quer pôr um fim em suas ações — mas, para enfrentá-la, ele irá reunir todas as forças a seu dispor para parar a assassina que ele mesmo criou.

Na trama de seu filme solo, Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) terá que enfrentar o Treinador, um vilão capaz de imitar as habilidades dos seus inimigos. Para isso, ela precisará se reunir com pessoas importantes do seu passado. O elenco conta também com a presença de Florence Pugh como Yelena Belova, Rachel Weisz como Melina Vostokoff e David Harbour como Alexei Shostakov/Guardião Vermelho.

Um dos filmes de terror mais BIZARROS do ano chega no streaming do Brasil; Assista ao trailer!

Após ser aclamado em diversos festivais pelo mundo, ‘Lamb‘, novo terror da produtora A24, chegou no Brasil direto pela plataforma de streaming MUBI.

Estrelado por Noomi Rapace,LAMB‘ conta a história de um casal que acaba de perder a filha, María e Ingvar, e tem de lidar com um nascimento fora do comum em sua propriedade. Ada é uma criança especial, que eles decidem criar como filha deles. Mas, logo enfrentam as consequências de desafiar a vontade da natureza.

Para a crítica especializada, a produção estrelada por Noomi Rapace foi considerada uma experiência cinematográfica ousada e subversiva, conquistando 85% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as principais críticas disponíveis no momento:

“Um filme que prova até que ponto a descrença pode ser suspensa, se você está nas mãos de um diretor, de um elenco e de um departamento de ficção científica/titeragem que realmente se compromete com a produção”. – Jessica Kiang, Variety

“A premissa de ‘Lamb’ é hilária em partes, mas Jóhannsson não está brincando”. – Eric Kohn, indieWire

Lamb é uma experiência perturbadora, mas também uma abordagem altamente original da ansiedade de ser pai, uma história em que a natureza e a criação geram um pesadelo”. – David Rooney, Hollywood Reporter

“A maior parte do filme é forte o suficiente para satisfazer o público com um gosto por esquisitices do terror folk, mesmo que o final não seja tão vigoroso quanto se poderia imaginar”. – Wendy Ide, Screen International

“O filme então volta em sua jornada em direção à dor e tristeza inevitáveis, e todo o episódio do tio parece uma adição no meio do que poderia ter funcionado melhor como um curta-metragem”. – Elena Lazic, The Playlist

“Jóhannsson mostra grande domínio na atmosfera do filme e uma hipnótica economia narrativa que são ambos muito promissores”. – Zhuo-Ning Su, Awards Daily

Confira o trailer:

Valdimar Jóhannsson é responsável pela direção.

A trama segue um casal sem filhos, María (Rapace) e Ingvar (Hilmir Snaer Gudnason), que mora em uma fazenda na Islândia. Na véspera de natal, eles encontram um recém-nascido que é metade humano e metade cordeiro. Querendo uma criança, o casal decide cuidar do híbrido como se fosse seu, independente das consequências. Essa perspectiva inesperada de uma nova família lhes traz muita alegria, antes de finalmente destruí-los.

“Um roteiro como esse é raro e eu senti que precisava participar,” afirmou Rapace em uma declaração oficial. “Eu nunca fiz algo assim antes e mal posso esperar para começar a filmar e voltar para a Islândia.”

A produção teve seus direitos adquiridos pela prestigiada A24, e deve ser lançada ainda em 2021.

Saiba que HORAS será lançado o trailer de ‘The Flash’ hoje!

O trailer de ‘The Flash‘ será lançado hoje, 12, durante o SuperBowl.

A previsão é que Warner Bros. e a DC liberem o vídeo as 20h (horário de Brasília).

Fique ligado no CinePOP para assistir.

Confira o cartaz e siga o CinePOP no YouTube:

Enquanto anunciava o Capítulo 1 da nova era da DC Studios, James Gunn foi só elogios para ‘The Flash‘.

“É um dos MAIORES filmes de super-heróis já feitos e vai servir como reboot para o Universo da DC como atualmente conhecemos”, afirmou.  

Vale lembrar que o filme também é o grande retorno de Michael Keaton como Batman, e quem assistiu afirmou que ele desempenha um papel muito importante na trama, aparecendo em mais da metade dos 140 minutos de duração.

Há também uma versão CGI de Christopher Reeve como Superman quando o Flash viaja ao passado para tentar impedir a morte da própria mãe, então ele vê heróis da DC do passado como Reeve, o Batman de Adam West, a Supergirl de Helen Slater e a Mulher-Maravilha de Linda Carter. 

A trama vai mostrar Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Andy Muschietti dirige.

Quem comprou a Torre dos Vingadores? Verdade será revelada!

Em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ (2017), foi revelado que a Torre dos Vingadores foi vendida – mas nunca soubemos para quem.

Sete anos depois, a informação está prestes a ser revelada.

O produtor Brad Winderbaum revelou que um projeto a ser lançado finalmente vai revelar o novo dono da Torre. O próximo projeto da Marvel é a série ‘Eco‘.

O produtor-executivo da Marvel TV, Jeph Loeb, revelou recentemente porque a torre dos Vingadores nunca aparece nas séries desenvolvidas pela divisão.

Em uma entrevista ao site Inverse, o empresário pontuou que na verdade tudo de se trata do ponto de vista dos personagens e não da necessidade de esconder a existência do grupo de heróis:

“De fato tem muito mais a ver com o ponto de vista em que eles se encontram, questionar ‘onde nós estamos?’ e determinar isso ao longo da produção. Ser menos específico também ajuda a audiência a dimensionar que os fatos narrados poderiam acontecer em qualquer rua. Há também essa questão de perspectiva: de onde estamos, é possível ver o Empire State Building, mas caso eu me distancie ainda mais, ficando a cerca de 30 quadras, eu não conseguirei ver o edifício. No entanto, isso não significa que ele não existe, apenas quer dizer que de onde estou, não é possível vê-lo”.

 

‘Chaves’ e ‘Chapolin’ voltam ao SBT no dia 12 de Outubro; Assista ao comercial!

A aclamada sérieChaves e seu icônico spin-off Chapolin vão finalmente retornar à TV aberta. Após anos de disputas, o SBT assinou um novo contrato com a Televisa e voltará a exibir os dois programas a partir do dia 12 de outubro.

Assista ao comercial:

As séries serão exibidas tanto no canal aberto quanto no streaming +SBT.

“O SBT chegou a um acordo com a Televisa, na tarde desta terça-feira, 24 de setembro, para adquirir os direitos de exibição no Brasil das tão amadas séries ‘Chaves’ e ‘Chapolin’, por completo, na TV aberta. Além disso, de acordo com a negociação, alguns episódios de ‘Chaves’ e ‘Chapolin’ também serão exibidos no +SBT. Em breve, informaremos mais detalhes do retorno tão pedido pelos espectadores nos últimos anos”, afirma a direção do SBT.

Ambas as séries deixaram de ser exibidas mundialmente em 2020, após uma mudança na estratégia do Grupo Chespirito.

Na época, eles solicitaram à Televisa, que exibe as criações de Roberto Bolaños no México, um aumento nos pagamentos pelos direitos de exibição e venda internacional. A emissora inicialmente se recusou a atender ao pedido, gerando um impasse que só foi resolvido este ano.

Chaves retrata o cotidiano de uma vila, com foco especial no menino órfão que dá nome à série, interpretado por Bolaños. Já Chapolin narra as desventuras de um super-herói atrapalhado, também vivido pelo criador.

O elenco de ambas as séries conta com vários colaboradores de Bolaños, como María Antonieta de las Nieves, Florinda Meza, Edgar Vivar, Carlos Villagrán, entre outros.

CHOCANTE! Assista ao vídeo de possessão que inspirou ‘Invocação do Mal 2’

Invocação do Mal 4: Últimos Ritos’ teve uma estreia impressionante, arrecadando US$ 34,5 milhões nas exibições de sexta-feira e pré-estreias, conforme a Variety. Esse valor representa a maior arrecadação em um dia de estreia na história da franquia, superando os US$ 22 milhões de ‘A Freira’.

Com esse ritmo, o longa deve ultrapassar facilmente as projeções iniciais que apontavam para uma estreia de no máximo US$ 50 milhões

Com o novo filme nos cinemas, voltou a circular na internet um novo trecho das gravações da década de 70 referente à possessão de uma garota de 11 anos, em Londres, que inspirou ‘Invocação do Mal 2‘.

Crítica | Invocação do Mal 2

Assista:

Sucesso! ‘Invocação do Mal 4’ tem a MAIOR pré-estreia da franquia

‘O Último Ritual’ não deve apenas ser a maior estreia doméstica de um filme de terror em 2025, mas também pode se tornar a sétima maior abertura do ano, com chances de superar até mesmo o desempenho de ‘Thunderbolts’ (US$ 74 milhões).

O fim de semana também marca mais um acerto para a Warner Bros., que acumula agora sete estreias consecutivas acima de US$ 40 milhões. Apesar das críticas medianas e de uma recepção morna do público, o CinemaScore atribuiu ao filme uma nota “B”, a mais baixa da série, o desempenho nas bilheteiras segue forte. Com um orçamento de US$ 55 milhões, o terror começa sua trajetória com excelente fôlego comercial.

O fim de semana também marca mais um acerto para a Warner Bros., que acumula agora sete estreias consecutivas acima de US$ 40 milhões. Com um orçamento de US$ 55 milhões, o terror começa sua trajetória com excelente fôlego comercial.

Conheça a Ordem Cronológica do Universo ‘Invocação do Mal’ – incluindo ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’

Se o ritmo se mantiver,Invocação do Mal 4: Últimos Ritos’ deve ainda se tornar o quinto maior lançamento da história para o mês de setembro, ficando atrás apenas de:

  • ‘It: A Coisa’ (US$ 123 milhões)
  • ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice’ (US$ 111 milhões)
  • ‘It: Capítulo 2’ (US$ 91 milhões)
  • ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ (US$ 75,3 milhões)

O filme também deve assumir o posto de maior estreia de terror do ano, superando os US$ 51 milhões de ‘Premonição 6: Laços de Sangue’.

Vale lembrar que, inicialmente, as projeções apontavam para uma estreia em torno de US$ 40 milhões.

Crítica | Ed e Lorraine Warren se despedem com o ótimo ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’

Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | Game of Thrones 08×03 – The Long Night

A LONGA NOITE, É SÉRIO?!

 

Para ser justo nesta crítica, fiz questão de rever partes deste último episódio de Game of Thrones – GoT em uma plataforma diferente. No domingo, vi pela televisão. Depois, revi os primeiros 40 minutos pelo celular, via HBO Go. A esta altura, já está bem claro que muito da escuridão do 3º episódio foi resultado da sua compressão para transmissão nas TVs e no streaming. É surreal que a HBO não tenha conseguido solucionar os problemas do seu serviço de streaming. Infelizmente, falhas como esta prejudicam o brilho do seu produto mais importante. E a fala de um dos membros da equipe, dizendo que a culpa estava nos televisores, só torna tudo mais constrangedor.

Tentando colocar de lado isso, percebe-se que a direção de Miguel Sapochnik pecou em alguns pontos essenciais. A fotografia muito escurecida (mesmo pessoas que baixaram o episódio e viram em HD reconheceram pouca luz) somado à edição com muitos cortes, tornou o confronto dos primeiros 30 minutos quase ilegível. A ideia era de imergir o público na longa noite. A escuridão excessiva da fotografia (somado aos problemas de transmissão) dificultaram a compreensão da cena. A edição com muitos cortes apenas reforçou a dificuldade de compreensão. Durante a batalha, fiquei mais tentando compreender o que ocorria do que sentindo a emoção do combate. Com o voo dos dragões não foi muito diferente. Apenas quando eles estavam acima das nuvens era possível compreender a geografia da cena. Voltando para a terra, o momento que os humanos retornavam para dentro de Winterfell foi extremamente confuso, com uma imensa dificuldade de localizar o espectador na cena.

Claro que não se trata de uma opção errada. O uso da escuridão era inevitável, ora pois, a longa noite havia chegado! Imagens escurecidas são, normalmente, uma forma de desnortear o espectador. O incômodo poderia ter colocado o público na ação, fazendo-o se sentir como um nortenho. Contudo, o público ser tirado da narrativa para reclamar das imagens escuras é a prova de que a opção foi excessiva. A questão é a dosagem. Talvez se em certos momentos a fotografia desse um tom mais claro, permitindo uma compreensão da cena, o público não seria desconectado da narrativa. Ou, o que seria a minha opção, uma edição com bem menos cortes, privilegiando pequenos planos-sequências, de forma que nosso olhar se acostumasse com a escuridão para, realmente compreender o que se passa, permitiria um envolvimento do público com a batalha.

A julgar pelo que falei até aqui, o episódio foi um horror. De forma nenhuma! Sapochnik e os roteiristas tiveram muito mais acertos do que erros. A estrutura de episódio concretiza a intenção do diretor de criar o terror de sobrevivência. O começo do episódio cria uma tensão genuína. Os Dothrakis com suas armas em chamas sumindo um a um na escuridão foi uma solução elegante e eficaz para criar a tensão e não se gastar tanto com o CGI. Infelizmente, a escuridão do episódio tirou a força dessa abertura. Acredito sinceramente que opção pela fotografia escura e edição com muitos cortes não foi apenas questão artística; ela traz a vantagem de disfarçar imperfeições da computação gráfica que, por limitações orçamentárias, certamente, não conseguiria ser ultrarrealista.

Passados aproximadamente 30 minutos de exibição, especialmente quando o fogo ilumina a cena, com a fotografia assumindo tons alaranjados, a batalha se torna mais compreensível, permitindo um envolvimento maior. Um elemento importante para isto foi a ordem em que as sequências foram montadas.

 

Em sequências de batalhas, se focar apenas no macro, rapidamente a ação se torna enfadonha. Focar em pequenos confrontos ou intercalar com cenas mais calmas – como os diálogos na cripta – engaja o público e permite que ele respire. Neste ponto, o episódio foi bem sucedido. Os diálogos de Tyrion (Peter Dinklage) e Sansa (Sophie Turner), além de um respiro, expuseram os laços que os dois ainda possuem. Os diálogos mais tocantes do episódio foram entre Theon (Alfie Allen) e Bran (Isaac Hempstead Wright), sem dúvida, um belo desfecho para o personagem. Mas, as duas figuras que mais se destacaram foram Melisandre (Carice van Houten) e Arya (Maisie Williams).

Melisandre, odiada por muitos, deu uma de salvadora da pátria e resolve até as pixeladas da HBO! A personagem teve um percurso trágico ao longo da série. Pela sua real aparência, percebemos o quanto ela se dedicou para combater a escuridão. Ficou devastada com os seus erros. Neste episódio, víamos uma figura alquebrada, que sabia que sua jornada estava no fim, mesmo sem saber qual seria. O poético plano da sua morte foi a coroação da sua trajetória.

A grande figura do episódio foi a Arya! Da luta ao stealth, todas as cenas tiveram um duplo sentido: mostrar o amadurecimento da pequena Stark e a evolução artística da atriz Maisie Williams. O auge foi quando ela bancou o Azor Ahai e matou o Rei da Noite (Vladimir Furdik). Este, aliás, é outro ponto sensível do episódio.

Embora a série tenha falado muito pouco da lenda do Azor Ahai, a tese de que Jon Snow (Kit Harington) seria o escolhido ganhou força com a sua ressurreição. Era uma das teorias mais fortes. E o seu arco dramático é uma jornada do herói. Além disso, também reforçou as expectativas a forte ligação dele com a trama envolvendo os caminhantes brancos. No entanto, inverter expectativas é especialidade de GoT, e a ação da Arya foi mais uma. E foi uma quebra coerente. Não importa se você concorda ou não, a jornada da Arya fundamenta a sua ação: ela fez toda a lição de casa, ao ponto de sermos capazes de imaginá-la se esgueirando entre os mortos vivos.

Não tão coerente foi a quebra de expectativa em relação à longa noite. Desde a primeira cena, a ameaça dos caminhantes brancos paira sobre Westeros. Pouco importa o título que a série adotou, o roteiro colocou fermento nessa trama durante todas as temporadas. O Rei da Noite figurava como uma força capaz de bagunçar o jogo dos tronos – cheguei até a me preocupar que a sua chegada tornasse nula tudo aquilo que aconteceu antes na série. A Longa Noite prometia ser um inverno gélido. O público esperava o pior dos cenários. E como uma loja que promete o maior Black Friday do mundo e dá no máximo 3% de desconto, o Rei da Noite sequer deu frete grátis!

Ok! que tudo acabasse em um episódio. Isto já seria inverter as expectativas. Mas, sequer sentimos o peso dele na trama. Não se trata de explicar seus objetivos (que foram esboçados na série), nem sua origem (que foi explicada). Estou falando de relevância para os acontecimentos da narrativa. Ora, não estamos aqui tratando de um filme iraniano todo desconstruidão, mas de uma série que, sim, quebra expectativas, mas que obedece a estrutura clássica de narrativa.

É fácil seguir padrões. É mais difícil quebrar todos os padrões. Mas, é muito difícil, quebrar alguns padrões e nisto ser inovador. Você mantém a base, mas faz inovações pontuais que são incríveis. GoT fez isso ao longo das temporadas. Se tivesse dado mais peso ao Rei da Noite, somado ao desfecho dessa trama no terceiro episódio pelas mãos da Arya, a série teria mais uma vez feito algo dificílimo. Infelizmente, a falta de impacto do Rei da Noite deixou tudo no meio do caminho. Resta agora aguardar que Bran nos fale mais sobre ele e que a guerra contra a Cersei (Lena Headey) seja pela manhã…

E aí, o que achou deste episódio? Conseguiu ver alguma coisa? Curtiu o fatality da Arya? Também achou que o Rei da Noite entregou menos do que um marido no dia dos namorados? Ficou confuso com quem morreu? Sua TV também ficou com a imagem pixelada?

Durante toda a temporada, ao final de cada episódio, eu, Bruno Fai e Rafa Gomes estaremos conversando ao vivo sobre a série. O bate papo do terceiro episódio vocês podem conferir aqui. E não deixem de comentar, compartilhar a resenha e curtir as nossas redes sociais:

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10 Filmes com uma enxurrada de VIOLÊNCIA!

O universo dos filmes de ação e terror já nos levaram para narrativas sangrentas onde viram representações do estado de espírito de muitos personagens, nos levando para diversas reflexões. Para quem curte longas-metragens onde a violência é representada por um verdadeiro banho de sangue, segue abaixo algumas obras:

 

Xtremo

Na trama, conhecemos o implacável matador Max (Teo García), que faz parte de uma conflituosa família em busca do poder em Barcelona, na Espanha.  Ele tem um filho e não deseja mais fazer parte da matança diária, principalmente orquestrada por Lucero (Óscar Jaenada), um homem cruel que fora criado como irmão de Max. Certo dia, após uma negociação que acabou em um banho de sangue, Max volta para casa e um atentado contra sua família acontece, deixando seu filho sem vida. Alguns anos se passam e Max se junta a María (Andrea Duro) para embarcar num plano de vingança contra Lucero, responsável pelo atentado mencionado.

 

Gosto de Sangue

Na trama, conhecemos Marty (Dan Hedaya), o dono de um bar no Texas que descobre a traição da esposa Abby (Frances McDormand) com Ray (John Getz), um funcionário do estabelecimento. Tomado pelo ódio, contrata um detetive inescrupuloso (M. Emmet Walsh) para matar a mulher e o amante. Só que uma série de situações começam a acontecer, com errôneas verdades impostas por achismos.

 

Mártires (2008)

Na trama, conhecemos Lucie (Mylène Jampanoï) e Anna (Morjana Alaoui), duas jovens que se conheceram ainda criança quando a primeira delas sofria psicologicamente pelos abusos cometidos contra ela durante o período que fora sequestrada. Quando elas crescem, uma década e meia depois, resolvem ir atrás das pessoas que cometeram os abusos contra Lucie e acabam encontrando uma família que esconde um segredo ainda maior.

 

Sangue e Ouro

Na trama, ambientada na primavera de 1945, conhecemos Heinrich (Robert Maaser), um soldado alemão que acabara de desertar e logo é sentenciado à morte. Só que o destino lhe ajuda e coloca em seu caminho a humilde fazendeira Elsa (Marie Hacke) que o salva e cuida do seus ferimentos na casa onde mora com o irmão. Os nazistas que sentenciaram Heinrich estão na cidade em busca de ouro deixado para trás por judeus em fuga, fato que todos ali naquela região parecem conhecer. Logo, uma imensa batalha é vista, com vários lados em busca de seus objetivos.

 

Vingança Solitária

Na trama, conhecemos o casal Brenner (Ellen Hollman) e Dillon (Matt Passmore), que após um grande trauma do segundo, resolvem realizar uma road trip, inclusive indo acampar numa cidade do interior dos Estados Unidos tendo apenas a natureza ao seu redor. Pelo menos eles achavam isso. Quando eles resolvem adentrar uma casa que parecia abandonada acabam sendo surpreendidos por criminosos da região, grupo esse comandado por Mama (Geraldine Singer). Os bandidos matam Dillon e acham que mataram Brenner mas ela consegue sair viva. Brenner é uma ex-Ranger (a tropa de elite dos Estados Unidos), medalhista de Pentatlo, e resolve emplacar uma vingança pra lá de sangrenta contra toda a gangue.

 

Pânico (1996)

Na trama, acompanhamos o início da trajetória de Sidney (Neve Campbell), uma jovem atormentada pela assassinato da mãe anos atrás que em seu presente precisa fugir de um terrível assassino mascarado que vem aterrorizando e deixando rastros de sangue na cidade onde mora, Woodsboro (cidade localizada no estado americano de Maryland). Com uma trilha sonora repleta de ótimas canções, o projeto teve um orçamento de 14 milhões de dólares e arrecadou quase 180 milhões de dólares em bilheteria por todo o mundo. O elenco tem ainda Courteney Cox, David Arquette e Skeet Ulrich, além da participação mais que especial de Drew Barrymore.

 

A Vilã

Na trama, conhecemos Sook-hee (Ok-bin Kim) uma mulher repleta de habilidades que desde sempre foi treinada para ser uma espécie de assassina de organizações secretas. Após uma invasão, logo no início do filme (de tirar o fôlego e com lembranças daquela cena do machado de Oldboy) acaba sendo selecionada para um grupo misterioso comandado por uma chefe rígida e com várias cartas na manga. Ela faz um acordo de prestar serviços durante alguns anos e quando tenta levar sua vida de maneira normal após esse prazo, acaba sendo surpreendida pela entrada de elementos de seu passado que faz com que a protagonista entre numa jornada de vingança repleta de sangue e violência.

 

Sisu: Uma História de Determinação

Na trama, conhecemos Aatami (Jorma Tommila), um ex-comandante do exército finlandês, temido pelo próprio batalhão, que abandonou os tempos de guerra, largado em uma terra ao norte, ainda destruída, no meio do nada, onde vira garimpeiro e começa a achar generosas quantidades de ouro. Só que logo seu caminho se cruza com o de nazistas inescrupulosos sedentos pelo ouro encontrado.

 

Scarface

Na trama, conhecemos Tony Montana (Al Pacino) um perigoso criminoso cubano que chega aos Estados Unidos no início da década de 80 ao lado de alguns comparsas e logo busca seu espaço na ilegalidade se infiltrando em organizações criminosas pela cidade de Miami. Com um histórico violento ele começa a ascender na organização e prepara o terreno para assumir seus próprios negócios que envolvem em grande parte o contrabando de drogas de países sul-americanos para os Estados Unidos. O tempo vai passando e o império de Montana só aumenta o levando a ser alvo de concorrentes e ações policiais ao mesmo tempo em que se perde de sua própria realidade.

 

Noite Infeliz

Na trama, conhecemos o verdadeiro Papai Noel (David Harbour) que aqui nesse projeto é um beberrão, desacreditado, desanimado na data onde é mais lembrado, pensando inclusive em se aposentar. Durante sua rotina intensa durante o natal, acaba chegando na casa da família de Trudy (Leah Brady), uma criança que ainda acredita no Papai Noel e vive dias difíceis com seus pais à beira da separação. Quando um grupo de criminosos resolve assaltar a casa da família dela justo no natal, Papai Noel fará de tudo para proteger Trudy e toda sua família.

Os Filmes Mais Esperados de Março 2020

Podemos dizer que passado o Carnaval, o ano no Brasil começa de verdade. Para os cinéfilos o mesmo se aplica, tendo passado o Oscar. Agora é que começaremos a receber as produções de 2020 de fato. Não que já não tenhamos sentido certo gostinho de alguns filmes do ano, e recebido nossa cota de sucessos e fracassos nos dois primeiros meses de 2020.

Enquanto Dolittle, Ameaça Profunda e (infelizmente) Aves de Rapina comem poeira como alguns dos fracassos iniciais de 2020 – este último com a melhor média de críticas e bilheteria; o começo do ano fez, inesperadamente, de Sonic – O Filme um dos maiores sucessos. Ou seja, fica aqui a lição: não julgue um livro, ou um filme, por sua data de validade vencida ou seus efeitos bizarros. Eles podem ser mudados na pós-produção e fazer do filme um sucesso.

Crítica | ‘Sonic – O Filme’ é nostalgia pura e um deleite para os fãs

Além de Sonic, que por enquanto é o segundo lugar no pódio das maiores bilheterias de 2020, temos correndo a passos largos, o novo thriller da Blumhouse/Universal O Homem Invisível – que com excelentes críticas (91% de aprovação no Rotten Tomatoes) pode vir a se tornar um dos grandes filmes do ano e abrir caminho para outros monstros modernizados. Quem lidera absoluto em primeira posição das bilheterias neste início de ano, no entanto, é Bad Boys para Sempre, terceira (e melhor) aventura dos policiais vividos por Will Smith e Martin Lawrence, que garantem um lucro polpudo para a Sony e vindouras sequências.

Crítica | O Homem Invisível – Uma História Clássica em perfeita Sintonia com a atualidade

Mas em quesito de surpresa positiva, ninguém supera Magnatas do Crime, nova obra criminal do diretor Guy Ritchie – retornando ao gênero que o consagrou. O filme estrelado por Matthew McConaughey, ainda inédito no Brasil (programado para 16 de abril), é a quinta maior bilheteria do ano até o momento, apesar de sua censura alta, ou seja, um filme não muito indicado ao público jovem.

No outro lado do espectro, como um recorde negativo de fracasso, está o igualmente inédito no Brasil, The Rhythm Section. Produção problemática estrelada por Blake Lively, o filme é a adaptação do livro de espionagem Mark Burnell (que assina o roteiro) e tem produção de Barbara Broccoli e Michael G. Wilson, mais conhecidos pela franquia 007 no cinema. Rhythm Section bateu o recorde negativo como a pior estreia de um filme nos EUA a ter um lançamento em mais de 3 mil salas de cinema. O longa foi retirado da lista de lançamentos da Paramount no Brasil e corre o risco de ver uma estreia diretamente no mercado de vídeo ou quem sabe na Netflix – como o estúdio tem feito ultimamente, vide Cloverfield Paradox e Aniquilação.

Sem mais delongas, vamos conhecer os filmes mais esperados de Março 2020, e analisar quais os novos possíveis campeões de bilheteria que o mês reserva.

05/03

Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica

Por falar em campeão de bilheteria, um forte concorrente para o mês é esta animação. Novo produto dos titãs Disney e Pixar, o filme aposta numa história familiar, na união de dois irmãos tentando encontrar seu pai e diversas referências nostálgicas às décadas de 1980 e 1990 neste road trip. Mas não é só isso, a brincadeira principal é com o mundo de magia, fadas e todo tipo de criatura mística, já que esta é também uma fantasia.

Crítica | Dois Irmãos – Animação leva a Pixar de volta aos anos 90!

Seberg Contra Todos

Por falar em Kristen Stewart, a moça não deu sorte com seus filmes divertidos recentes, vide a aventura As Panteras e o terror Ameaça Profunda. Agora, ela volta ao drama na pele da icônica atriz francesa Jean Seberg. Na biografia, o foco é no ativismo social da estrela, que se envolveu com o movimento dos Panteras Negras durante as décadas de 1960 e 1970, e terminou sendo perseguida pelo governo americano. Deu para ver que se trata de um filme muito necessário. Além de Stewart, o longa conta ainda com as presenças de Anthony Mackie, Vince Vaughn e Zazie Beetz em papeis importantes.

Crítica | Seberg Contra Todos – Biografia com Kristen Stewart é propícia e reflete a atualidade

Jexi – Um Celular sem Filtro

Todo mundo ama Ela (2013), de Spike Jonze. Mas a única coisa que faltou na obra-prima romântica e existencial foi uma boa dose de zoeira. Bem, melhor não. Para isso temos Jexi, uma história parecida, mas completamente escrachada. Na trama, um jovem introvertido e solitário (papel de Adam Devine) passa mais tempo com seu celular do que com pessoas reais. Ele adquire um novo modelo, que vem com a inteligência artificial mais sem noção de todas e faria a Samantha de Scarlett Johansson passar vergonha. Ela tem a voz de Rose Byrne.

Crítica | Jexi: Um Celular Sem Filtro – Comédia com jeitão de Netflix diverte

12/03

Bloodshot

O astro Vin Diesel segue tentando mostrar que pode dar certo fora da franquia Velozes e Furiosos. Bem, se deu certo (em partes) com Triplo X, pode funcionar de novo. Aqui ele tem a ajuda de uma marca relativamente bem estabelecida, com a adaptação de um quadrinho cult. Na trama, Diesel vive um soldado dado como morto e revivido com a mais alta nanotecnologia, que o permite se regenerar instantaneamente, como um super Wolverine. Mas existe uma trama por trás, e ele na verdade está sendo manipulado, assim como Guy Pearce foi no suspense Amnésia (2000), de Christopher Nolan, a fazer o que um sujeito sem escrúpulos deseja. Ah, e quem é o sujeito aqui? Guy Pearce, e quem mais?

Aprendiz de Espiã

De um grandalhão pra outro, o nome da vez tentando emplacar é Dave Bautista, mais conhecido como Drax dos Guardiões da Galáxia (2014). A Diamond Films aposta no carisma do sujeito e traz o longa para o Brasil. Este foi o caminho de todo brucutu, começando lá nos anos 1980 com Arnold Schwarzenegger, ou seja, mostrar que é capaz de tirar um sarro com sua persona troglodita. Aqui, Bautista vive um super espião da CIA, que tem como parceira… uma menina de 9 anos. Se vai funcionar, só a estreia dirá.

O Oficial e o Espião

Novo filme do polêmico diretor Roman Polanski. A obra recebeu diversas indicações ao César, considerado o Oscar francês.  A maior controvérsia, no entanto, ocorreu quando Polanski foi eleito o melhor diretor na cerimônia, mesmo sem o filme ganhar. Inúmeras atrizes deixaram o evento após o anúncio, incluindo a apresentadora. O Oficial e o Espião fala sobre o famoso caso Dreyfus, um dos maiores erros da história do exército francês, que puniu um homem inocente. Muitos acreditam que a escolha de seu novo trabalho é uma espécie de mensagem que Polanski manda ao público, alegando sua inocência e o apedrejamento equivocado.

Solteira Quase Surtando

Comédias-românticas protagonizadas por mulheres chegando à meia idade fazem muito sucesso no Brasil. De fato, este poderia ser um filme estrelado por Mônica Martelli ou Ingrid Guimarães. Quem protagoniza, no entanto, é Mina Nercessian, filha do ator Stepan Nercessian. A atriz não apenas é a personagem principal à frente das câmeras, como também aposta suas fichas no roteiro do longa. Na comédia, ela vive uma mulher bem sucedida, que aos 35 anos surta, se desesperando para encontrar um marido e ter um filho – situação pela qual muitas mulheres, mesmo as mais esclarecidas, passam. E não apenas elas, afinal, quem não quer encontrar sua alma gêmea?

19/03

Um Lugar Silencioso – Parte II

Continuação do mega sucesso Um Lugar Silencioso, novamente produzido em família com a direção de John Krasinski e estrelado pela esposa do cineasta, a atriz Emily Blunt. Desta vez veremos em escala maior o que o mundo se tornou após a chegada das misteriosas criaturas guiadas pelo som. Blunt lidera sua família em busca da salvação e no caminho irá descobrir outros sobreviventes. O suspense em torno do filme novamente se mantém, mostrando que esta é uma sequência da qual o quanto menos soubermos, melhor.

Três Verões

Outra produção brasileira, esta um drama prestigiado em festivais pelo mundo, como o festival de Toronto, sua estreia mundial. O filme também passou pelo festival do Rio em dezembro passado. Dirigida por Sandra Kogut, a veterana Regina Casé vive outra empregada doméstica (a atriz tem se especializado neste tipo de papel), trabalhando na casa de ricos patrões. A cada ano, seus chefes recebem amigos e convidados para grandes festas, que são acompanhadas com interesse pelos funcionários do local. Depois dos escândalos de corrupção envolvendo o governo em 2016, a vida de todos no local muda.

A Jornada

Produção francesa da diretora Alice Winocour (roteirista do indicado ao Oscar Cinco Graças), este drama traz Eva Green como protagonista na pele de uma astronauta vivendo um grande dilema. A única mulher a treinar na selecionadíssima Agência Europeia Espacial, ela divide seu tempo entre o sonho da profissão e a criação de sua filha de 9 anos, de quem cuida sozinha. Quando ela é selecionada para passar 1 ano numa missão espacial a bordo da nave Proxima, ela precisa ponderar entre a realização de seu chamado e permanecer com a pessoa mais importante de sua vida.

Honeyland

Documentário dramático que concorreu a duas estatuetas nesta edição do Oscar. Além da categoria documentário, Honeyland esteve indicado para melhor produção estrangeira. A trama ecológica, aborda o ecossistema das abelhas sendo gravemente desestruturado, numa época de grande desrespeito com a natureza em visão unicamente do lucro financeiro desmedido. Hatidze é uma exímia caçadora de abelhas, que respeita as regras do meio ambiente e o acordo estipulado com as abelhas em relação à coleta de seu mel. Este sistema é ameaçado com a chegada de apicultores que não seguem a mesma norma.

26/03

Mulan

O mês de março fecha com um dos maiores lançamentos do ano. Em 2019 tivemos a surpresa de Aladdin, que todos achavam que iria fracassar e se tornou uma das maiores bilheterias de um live-action da Disney. Isso sem falar em O Rei Leão, mas quanto a esse ninguém tinha dúvidas. Em 2020 é a hora de outra animação querida e cultuada da casa ganhar sua versão de carne e osso. Mulan, no entanto, já chega imerso em controvérsia devido a algumas decisões adotadas pela cineasta Niki Caro. Um dos elementos mais importantes é saber se a protagonista graciosa Liu Yifei terá carisma o suficiente para segurar o filme.

As Faces do Demônio

O cinema da Coreia do Sul está com tudo, depois da vitória de Parasita no Oscar deste ano. Os filmes do país nunca estiveram mais populares, despertando interesse até mesmo no fechado mercado norte-americano, em especial de Hollywood. No Brasil não é diferente e os cinéfilos de plantão começam a consumir tudo relacionado ao país asiático. E as distribuidoras estão prestando atenção no fato. Em março, a Paris Filmes sai na frente e lança o terror As Faces do Demônio. Imagine uma coisa que faltou em Parasita. Sabe o que é? Isso mesmo, possessão demoníaca. Aqui, um demônio que pode mudar sua forma, se instala numa típica família sul coreana, a la Parasita, e começa a levantar suspeita de seus membros, até um dos irmãos decidir realizar um exorcismo. Imperdível.

Skin – À Flor da Pele

Uma das maiores potências norte-americana quando o assunto é obra independente que assume riscos, a produtora A24 nos deu diversos filmes cultuados e de muito prestígio – alguns chegando até o Oscar, como o caso de O Quarto de Jack (2015), Moonlight (2016) e Projeto Flórida (2017). Aqui, temos uma versão atualizada para os anos 2020, do noventista A Outra História Americana (1998). Assim como Edward Norton naquele filme, aqui Jamie Bell é membro de uma gangue racista de supremacistas brancos skin heads. Ele então decide abandonar o ódio, com a ajuda de um ativista negro e da mulher que ama. A premissa é de gelar a espinha.

10 Séries QUERIDAS que irão Retornar para Novas Temporadas na segunda metade de 2025

Todo ano somos brindados com novas séries que irão disputar um lugarzinho em nossos corações. A intenção de todo programa é se tornar querido do grande público e explodir em popularidade. É um jogo difícil, enquanto alguns conseguem, outros caem por terra e são cancelados, às vezes logo em sua primeira temporada. No entanto, enquanto as séries de 2025 buscam seu lugar ao sol, outras já estão em aconchegadas em nosso peito e nossa mente, inclusive tendo se tornado fenômeno da cultura pop, em alguns casos.

A primeira parte de 2025 trouxe a volta de algumas produções televisivas bastante badaladas e que deram o que falar em novas temporadas. Esse foi o caso, por exemplo, com a sensacional ‘The Last of Us’, que continuou colocando o dedo na ferida, e desta vez espalhou sal junto, nos deixando atônitos e sem saber o que pensar. Nos despedidos de vez de ‘Cobra Kai’, uma série meio “Sessão da Tarde”, mas que acompanhávamos desde 2018. Impossível não sentir aquela melancolia boa no último episódio e a saudade de nossos velhos amigos.

Sensações como ‘Black Mirror’, ‘Ruptura’ e ‘White Lotus’ também deram as caras em novas temporadas. Mas não pense você que o ano acabou para as novas temporadas de nossas séries preferidas, pois a segunda metade de 2025 trará um novo lote de sucessos. Confira abaixo e programe-se.

01) Stranger Things

Não podíamos começar de outra forma que não fosse colocando ‘Stranger Things em primeira posição como a série mais aguardada da segunda metade do ano. E se acima eu disse que a despedida de ‘Cobra Kai’ deixou um sabor de tristeza, já que acompanhávamos a série desde 2018, coloque mais dois anos nessa conta quando falamos de ‘Stranger Things’. Esse também será o ano derradeiro do seriado que acompanhamos desde 2016!

A quinta e última temporada dará adeus para toda a turminha. O que podemos dizer é: “prepare os lencinhos”. Como de costume, a Netflix irá dividir em três partes. A primeira parte, com quatro episódios, será lançada no dia 26 de novembro. Depois, teremos três episódios no dia de Natal, 25 de dezembro. E a despedida será em grande estilo com o episódio final no dia de réveillon, 31 de dezembro.

02) Round 6

Quem também irá se despedir de vez na segunda metade de 2025 é o fenômeno sul-coreano ‘Round 6’. O programa estreou bem no boom das produções do país, consumidas no mundo inteiro. Não demorou para que a série caísse nas graças do grande público pelo globo e se tornasse um dos programas mais assistidos na Netflix de todos os tempos.

Um programa altamente identificável, pois fala da paixão do mundo por jogos, e ao mesmo tempo mostra os participantes desesperados, tentando resolver seus problemas financeiros. ‘Round 6’ mistura ‘Jogos Vorazes’ e ‘Jogos Mortais’ com um sabor bem especial e único. A segunda temporada estreou no fim do ano passado, e a terceira e última chega muito em breve, ainda este mês – no dia 27 de junho. Ou seja, já anote na agenda.

03) Wandinha

Mais uma série Netflix nas cabeças. Porém, enquanto as duas acima se despedem do público, ‘Wandinha’ parece estar apenas aquecendo os motores. Ou será? Tudo bem que esta é apenas a segunda temporada, mas a verdade é: quanto tempo mais a protagonista Jenna Ortega, apesar de sua aparência jovial, conseguirá interpretar a colegial Wandinha Adams – Ortega está com 22 anos. Bem, quem sabe a proposta de uma eventual terceira temporada leve Wandinha para a faculdade?

Seja como for, foram nada menos que três anos desde a primeira temporada (junte a isso a agenda super cheia da estrela em ascensão Ortega). A segunda e esperadíssima temporada de ‘Wandinha’, um fenômeno com as crianças, estreia no dia 6 de agosto.

04) The Witcher

E adivinhe só, mais uma série da Netflix. Por mais que as outras plataformas de streaming tenham seus sucessos, a Netflix é a empresa que mais produz conteúdo. Claro que nem tudo vira ouro, mas o que vira consegue virar fenômeno da cultura pop. É o caso com os três primeiros itens da lista e este aqui também. Aqui temos um caso bastante curioso. Acontece que ‘Witcher’ está trocando de protagonista para a sua quarta temporada. Nos primeiros três anos do programa, estreando em 2019, o protagonista Geralt of Rivia foi interpretado por Henry Cavill.

O ator inclusive fez campanha para ser escalado no papel, e se revelou um fã árduo do material original. Mas algo deve ter ocorrido nos bastidores e Cavill simplesmente não irá retornar para o quarto ano do programa. Em seu lugar entra Liam Hemsworth no mesmo papel. Mas não apenas isso, por ‘The Witcher’ já foi confirmada inclusive para mais um ano. A quarta temporada é prometida para este ano ainda, mas a data ainda não foi divulgada.

05) Gen V

Essa pegou todos de surpresa. ‘The Boys’ é uma das séries mais populares dos últimos anos. A produção subverteu o conceito do gênero de super-heróis com muita violência, sexo e teor politicamente incorreto. Não por menos, se tornou a ideia mais interessante do conceito em anos. Tanta popularidade fez o público consumir tudo relacionado ao programa, incluindo o primeiro spin-off da série, ‘Gen V’. Mais jovial, o derivado conta sobre adolescentes tentando controlar seus poderes ainda na academia de heróis.

Embora não tenha ficado tão popular quanto ‘The Boys’, o seriado foi bem-sucedido. Porém, uma tragédia atingiu os bastidores, quando um dos protagonistas, o jovem Chance Perdomo, de 27 anos, perdeu sua vida em um acidente de moto logo após a primeira temporada. Não sabíamos como o programa iria continuar. E nem quando. Porém, o trailer surgiu pegando todos de surpresa, assim como a data da estreia para esse ano, para o dia 17 de setembro.

06) Pacificador

Outro que irá retornar para a segunda temporada é ‘Pacificador’. Ah sim, acima devia ter dito se tratar de uma série da Amazon Prime Video, acabando com a hegemonia da Netflix. E aqui seguimos com a HBO Max. ‘Pacificador’ foi o primeiro programa do antigo universo DC criado por Zack Snyder a ser inserido no novo universo DC de James Gunn.

Será curioso ver essa adaptação, mas ainda bem que o cineasta decidiu deixar John Cena em paz com seu violento justiceiro, que acredita estar fazendo o bem, custe o que custar. O segundo ano chega para sacudir as coisas, com direito a participações do elenco de apoio do vindouro filme do ‘Superman’ – Isabela Merced e Nathan Fillion. A segunda temporada de ‘Pacificador’ chega no dia 21 de agosto, logo após a estreia de ‘Superman’ nos cinemas.

07) Fallout

Voltamos para a Amazon Prime Video e para mais uma série que lançará sua segunda temporada, após uma estreia de enorme sucesso. ‘Fallout’ foi a resposta da Amazon para o sucesso de ‘The Last of Us’, ou seja um material adaptado de um famoso videogame, feito da maneira certa e respeitosa com o conteúdo original e com os fãs. Apesar de não ser tão bem trabalhado quanto o sucesso citado da HBO Max, ‘Fallout’ é uma ficção científica que carrega bastante humor, aventura, mas não deixa os momentos sérios e chocantes de lado.

A série foi um estouro em 2024 e se tornou o programa mais popular do ano passado. Fora isso, colocou o nome da graciosa Ella Purnell no mapa como a protagonista. O segundo ano não demorou e estreia logo em dezembro de 2025, com a terceira temporada já confirmada.

08) Silo

Já se foi o tempo que ‘Ted Lasso’ era o maior e único grande sucesso da AppleTV+. Programas como ‘Ruptura’ e ‘Falando a Real’ se tornaram extremamente populares com sua base de fãs. ‘Ruptura’ inclusive roubou o lugar de ‘Ted Lasso’ como programa mais assistido da plataforma. Isso é muito bom, mas todas essas têm elementos de comédia, e ‘Ruptura’ é um mistério. A empresa precisava de uma grande série que se comportasse como superprodução.

E ela chegou na forma de ‘Silo’, um programa que foi conquistando o público aos poucos, até se tornar um dos seriados mais populares da atualidade. Encabeçado por Rebecca Ferguson, o programa mostra um futuro no qual a humanidade vive nos subterrâneos depois que nosso planeta foi destruído por completo e se tornou tóxico. A terceira temporada estreia este ano – mas ainda não confirmou a data. E não apenas isso, como a quarta temporada também já recebeu sinal verde.

09) Only Murders in the Building

Você gosta de mistério, “whodunit” e séries de investigações de assassinato no estilo true crime. Então ‘Only Murders’ é a série para você. Essa é uma comédia, no estilo mais clássico – que remete aos anos 80 e 90. Não por menos, conta com astros saídos daquela época. Steve Martin e Martin Short são quem comandam o show, na pele de vizinhos que se unem para investigar mortes suspeitas em seu enorme prédio de luxo.

A dupla conta com a ajuda de uma jovem, que lhes dá dicas modernas da geração atual – papel de Selena Gomez. ‘Only Murders’ esteou em 2021, e se tornou um sucesso surpresa, crescendo seu público a cada nova temporada – sempre escalando um elenco cada vez maior. O legal é que desde 2021, o programa vem lançando uma temporada a cada ano, sem falhar. Esse ano chega a quinta, e algo diz que não será a última. No entanto, a data de estreia ainda não foi divulgada.

10) Treta

Terminando a matéria, temos mais um programa da Netflix, que chega ao seu segundo ano. ‘Treta’, ou ‘Beef’ no original, foi um sucesso surpresa. A trama é uma espécie de ‘Relatos Selvagens’ e mostra como desavenças do dia a dia podem escalar até se tornar uma rivalidade mortal. Fúria, ira e revolta, todos estes sentimentos ruins são o que movem a trama e funcionam como seu cerne. Uma discussão de trânsito escala até tomar proporções assustadoras e perigosas, entre uma mulher asiática de classe alta da sociedade, e um rapaz asiático vindo de uma classe menos privilegiada.

Com ares de minissérie, a Netflix não foi boba e resolver criar uma série de antologia, assim como ‘White Lotus’, mas ao invés de um resort de luxo, aqui o foco é a treta nossa de cada dia. Para o segundo ano, um elenco inteiramente novo, encabeçado por Oscar Issac, Carey Mulligan, Cailee Spaeny, Charles Melton e Song Kang-ho. A estreia da segunda temporada é este ano, mas a data ainda não foi definida.

‘Titãs’: Novo trailer introduz Rapina e Columba à série; Confira!

A série ‘Titãs‘ ganhou um novo trailer, introduzindo Rapina e Columba.

Confira:

A Netflix adquiriu os direitos de exibição internacional e lançará a série no Brasil.

A série segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

O projeto foi criado por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Noturna) e Ryan Potter (Mutano).

Titãs‘ já está renovada para a 2ª temporada.

 

‘The Bold Type’: 4ª temporada ganha primeiro teaser; Assista!

O canal Freeform divulgou o primeiro treaser da 4ª temporada de ‘The Bold Type‘.

Confira:

Criada por Sarah Watson, a série é baseada na vida da editora da revista Cosmopolitan, Joanna Coles.

Uma estagiária sonhadora que acaba de ser promovida dentro da Scarlet Magazine (uma “substituta” para a Cosmopolitan no mundo fictício da série). A série irá mostrar a relação de Jane e de vários outros funcionários com a editora-chefe.

O elenco conta com Katie Stevens, Aisha Dee, Meghann Fahy e Nikohl Boosheri.

A quarta temporada irá estrear apenas em 2020.

Jason Blum fala sobre os fracassos de ‘A Morte te Dá Parabéns 2’ e ‘Natal Sangrento’

Em entrevista ao Comic Book, Jason Blum falou sobre os recentes fracassos de bilheteria da Blumhouse, tais como ‘A Morte te Dá Parabéns 2‘ e ‘Natal Sangrento‘.

“Você consegue aprender muito mais com filmes que fracassam do que com os sucessos. Nós aprendemos que não devemos apressar um filme. Escolher a data de estreia errada para um filme de baixo orçamento é receita para um desastre.”

O próximo o terror da produtora, ‘O Homem Invisível‘, deve estrear com ótimos US$ 20 milhões em seu primeiro final de semana, o que seria uma ótima abertura para uma produção com um orçamento de apenas US$ 7 milhões.

Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.

A estreia está marcada para 27 de fevereiro.

O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (Nós‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.

Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

Amigo imaginário toca o terror no trailer LEGENDADO de ‘Amizade Maldita’; Assista!

A Imagem Filmes divulgou o novo trailer legendado do terror ‘Amizade Maldita‘.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de novembro.

Vale lembrar que o terror conquistou os críticos e alcançou incríveis 96% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Com 27 críticas publicadas até o momento, sendo apenas uma negativa, o longa foi muito elogiado.

Confira os trechos das principais críticas:

“Se você está quiser apagar todas as luzes, puxar um cobertor até o queixo e pular de susto no sofá, esse é o terror certo pra isso.” (AV Club)

“Extraordinariamente enervante, com um roteiro excepcional e instigante e performances incríveis de Keegan Connor Tracy e Jett Klyne, ‘Amizade Maldita’ com certeza irá assombrá-los por dias.” (Dread Central)

“Baseada na natureza estereotipada dos personagens, a história se desenvolve exatamente como você já espera. No entanto, se você está procurando por algo que cause arrepios, esse é o filme certo.” (Bloody Disgusting)

“‘Amizade Maldita’ traz sustos eficazes e pelo menos uma cena que fez esse pai gritar de horror. Esse filme faz tantas coisas certas, mas como um quebra-cabeça com algumas peças faltando, é difícil ver o quadro completo.” (Consequence of Sound)

“‘Amizade Maldita’ é um filme que fará você gritar em um segundo e deixará você morrendo de tensão no próximo. Legitimamente aterrorizante e um estudo realmente excelente sobre trauma.” (Daily Dead)

“Esse terror é um pequeno filme que transcende o limite do seu orçamento. É a prova que roteiros bons sempre serão mais eficientes do que milhões de dólares gastos em efeitos visuais.” (The Movie Isle)

O longa é dirigido por Brandon Christensen (‘O Enviado do Mal‘).

Kevin (Sean Rogerson) e Beth (Keegan Connor Tracy) notam que seu filho de oito anos, Josh (Jett Klyne), tem passado bastante tempo brincando com um novo amigo imaginário, chamado Z. O que a princípio parece uma relação inofensiva, rapidamente se transforma em algo destrutivo e perigoso. É quando Beth começa a desvendar o seu próprio passado, que ela descobre que Z pode não estar apenas na imaginação do filho.

‘Alice, Darling’: Anna Kendrick estrelará novo suspense psicológico da Lionsgate

De acordo com o Bloody Disgusting, Anna Kendrick (‘Passageiro Acidental’) estrelará o suspense psicológico ‘Alice, Darling‘, que está sendo desenvolvido pela Lionsgate.

A trama será focada em Alice (Kendrick), que começa a se comportar de forma estranha, mantendo segredos sobre seu namorado inconstante (Carrick) de suas duas melhores amigas (Mosaku e Horn). Quando as três fazem uma viagem ara fora da cidade, todos os segredos são revelados quando uma garota local desaparece e o namorado de Alice aparece sem avisar.

O elenco ainda contará com Wunmi Mosaku (‘Lovecraft Country’), Kaniehtiio Horn (‘Possessor’) e Charlie Carrick (‘O Sequestro de Daniel Rye’).

Mary Nighy será responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Alanna Francis.

As filmagens do suspense estão acontecendo atualmente, no Canadá.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Hacks’: Atriz de ‘O Livro de Boba Fett’ entra para o elenco da 2ª temporada

De acordo com o TVLine, Ming-Na Wen (‘O Livro de Boba Fett’) entrou para o elenco da 2ª temporada da aclamada comédia ‘Hacks‘.

Além dela, Laurie Metcalf (‘The Conners’) e Martha Kelly (‘Baskets’) também foram acrescentadas ao elenco do novo ciclo em caráter recorrente.

Infelizmente detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

Confira as primeiras imagens do próximo ciclo:

HACKS
Season 2
HACKS
Season 2
HACKS
Season 2
HACKS
Season 2
HACKS
Season 2
HACKS
Season 2
HACKS
Season 2
Jean Smart, Deborah, and Hannah Einbinder, Eva, at the Grand Canyon, in Arizona while taking Deborah’s show on the road in Season 2 of ‘Hacks’ on HBO Max. Photo by Karen Ballard/HBO Max

O próximo ciclo ainda não tem data de estreia confirmada.

A série foi criada por Jen Statsky, Lucia Aniello e Paul W. Downs.

A produção acompanha Deborah Vance, uma comediante stand up em decadência, que se vê compelida a contratar uma jovem estrela da internet para lhe escrever novas piadas. Mas as duas se odeiam à primeira vista. Entretanto, o desprezo de uma pela outra logo acaba se revelando como sendo o ingrediente ideal para uma boa parceria.

O elenco conta com Jean SmartHannah Einbinder, Carl Clemons-Hopkins, Paul W. Downs e Christopher McDonald.

‘Avatar’ ganha mockbuster de baixo orçamento; Confira o trailer!

Com a aguardada sequência ‘Avatar: O Caminho da Água‘ prestes a ser lançada – no dia 15 de dezembro –, a produtora The Asylum surpreendeu ao anunciar ‘Battle for Pandora‘, mockbuster de baixo orçamento do longa de James Cameron.

Confira o trailer:

Dirigida por Noah Luke, a trama segue uma equipe de resgate que é enviada para Pandora, uma das luas de Saturno. Logo, eles descobrem que o lugar já está habitado por uma espécie humanoide que não irão entregar seus prisioneiros sem uma luta.

Tom SizemoreMark RiketsonKristos Andrews estrelam a produção.

‘Círculo de Fogo 2’: Guillermo del Toro revela o verdadeiro MOTIVO de não ter voltado

Em entrevista ao Collider, o aclamado diretor Guillermo del Toro revelou por que não retornou à direção da sequência ‘Círculo de Fogo: A Revolta‘.

O cineasta afirmou que sequer assistiu ao longa, e explicou o motivo.

“Nós estávamos nos preparando para retornar à sequência, que seria diferente do primeiro filme, mas também funcionaria como uma continuação de muitas coisas que eu estava tentando fazer. Porém, eis o que aconteceu: eles precisavam fazer um depósito para os sets em Toronto ou iríamos perdê-los. O prazo venceu e nós realmente os perdemos. Então eles disseram: ‘Podemos filmar na China’. E eu respondi: ‘O que você quer dizer com ‘nós’? Eu tenho que dirigir ‘A Forma da Água’.”

Ele completa, “Eu ainda não assisti à sequência porque seria como assistir filmes caseiros de sua ex-mulher. É terrível se o filme for bom e ainda pior se for ruim. Você não quer saber. Então, eu não assisti [‘Círculo de Fogo: A Revolta’]. Eu li o roteiro final, e era muito diferente. Eles mantiveram alguns elementos [da história original], mas era muito diferente.”

Sem a direção de Guillermo del Toro, ‘Círculo de Fogo: A Revolta‘ se tornou um fracasso de público e crítica. Além de amargar 42% de aprovação no Rotten Tomatoes, a continuação arrecadou apenas US$ 290 milhões nas bilheterias mundiais.

A história é centrada em uma horda de monstros conhecidos como Kaiju que despontam no meio do Oceano Pacífico para trazer caos e desespero ao planeta. Para combatê-los, a humanidade desenvolve uma série de robôs gigantescos, os Jaegers, cada um controlado por duas pessoas através de uma conexão neural. Entretanto, mesmo os Jaegers se mostram insuficientes para derrotar os Kaiju. Diante deste cenário, a última esperança é um velho robô, obsoleto, que passa a ser comandado por um antigo piloto (Charlie Hunnam) e uma treinadora (Rinko Kikuchi).

‘MaXXXine’ registra a MAIOR estreia da franquia nos EUA

Concluindo a trilogia iniciada por ‘X: A Marca da Morte‘, ‘MaXXXine‘ fez sucesso em sua estreia nos cinemas norte-americanos, abrindo com US$ 6.7 milhões.

O valor representa a maior estreia da franquia no país. Para termos de comparação, os dois primeiros filmes arrecadaram US$ 4.2 milhões e US$ 3.1 milhões em seu primeiro final de semana, respectivamente.

Com uma nota B no CinemaScore, o público também parece ter gostado da conclusão da saga. A avaliação do novo filme conseguiu superar a de ‘Pearl‘, que havia recebido um B- dos espectadores em 2022.

De acordo com o Deadline, o terror fez muito sucesso com o público mais jovem. Cerca de 40% das pessoas que conferiram a produção tinham entre 18-24 anos. Além disso, o longa atraiu 52% de homens, com 23% acima de 35 anos.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de julho.

Confira nossa crítica em vídeo:

O novo filme será ambientado durante os anos 80, e seguirá Maxine Minx, ex-estrela de filmes pornô e aspirante a atriz, que finalmente consegue sua grande chance em Hollywood. Mas quando um assassino misterioso espreita a cidade, uma trilha de sangue ameaça revelar o passado sinistro dela.

Mia Goth retorna como a personagem titular. O elenco ainda conta com Halsey, Elizabeth Debicki, Moses Sumney, Michelle Monaghan, Bobby Cannavale, Lily Collins, Giancarlo Esposito Kevin Bacon.

Ti West (‘A Casa do Diabo’) retorna à direção.

‘O Sobrevivente’: Filmagens do reboot com Glen Powell já foram encerradas; Confira a 1ª imagem!

Através do seu Instagram, o diretor Edgar Wright (‘Em Ritmo de Fuga’) revelou que as filmagens do reboot de ‘O Sobrevivente‘ já foram finalizadadas.

“Encerramos as gravações de ‘O Sobrevivente’. Todo o meu amor e apreciação vão para nosso incrível elenco e equipe, que trabalharam incansavelmente neste projeto. Mal posso esperar para que vocês possam ver o que filmamos,” declarou o cineasta.

Glen Powell (‘Todos Menos Você’) será o protagonista da nova versão.

Confira a primeira imagem dos bastidores:

 

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O elenco ainda contará com Josh Brolin, Karl Glusman, Katy O’Brian, Colman Domingo, William H. Macy, Daniel Ezra, Lee Pace, Jayme Lawson, Michael Cera e Emilia Jones.

O reboot está programado para estrear nos cinemas nacionais no dia 20 de novembro – um dia antes do lançamento no território norte-americano.

Baseada no livro homônimo de Stephen King, publicado através do pseudônimo Richard Bachman, a trama é ambientada em uma América distópica em 2025 e gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O Sobrevivente, para ganhar dinheiro e salvar sua filha gravemente doente.

A direção fica a cargo de Edgar Wright (‘Baby Driver – Em Ritmo de Fuga’), que escreveu o roteiro em parceria com Michael Bacall, seu colaborador em ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘.

Além de dirigir e escrever, Wright serve como produtor ao lado de seus parceiros Nira Park e Simon Kinberg.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Charlize Theron luta pela sobrevivência no teaser LEGENDADO de ‘O Jogo do Predador’, novo thriller da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro teaser de ‘O Jogo do Predador‘ (Apex), novo thriller de sobrevivência estrelado pela Charlize Theron (‘Branca de Neve e o Caçador’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 24 de abril.

Taron Egerton (‘Kingsman: Serviço Secreto’) e Eric Bana (‘Livrai-nos do Mal’) também estrelam a produção.

Na trama…

“Uma alpinista experiente precisa lutar pela sobrevivência quando se vê sendo caçada na natureza.”

Escrito por Jeremy Robbins (‘The Purge’), o roteiro chegou a aparecer na The Black List (uma lista anual com os melhores roteiros não produzidos de Hollywood), de 2021.

Baltasar Kormákur (‘Dose Dupla’) é responsável pela direção.

“Os executivos da Netflix amaram tanto o roteiro que eles adquiriram os direitos apenas com o envolvimento dos produtores. Quando chegou a hora de escolher o elenco e diretor, Theron e Kormákur foram suas primeiras escolhas – e ambos concordaram em participar após lerem o roteiro,” declarou o site.

‘Kong – A Ilha da Caveira’: King Kong estampa a nova capa de revista americana

O ComicBook Movie divulgou a mais nova capa da revista americana SFX, que traz o novo e gigantesco King Kong de ‘Kong: A Ilha da Caveira‘, que será reapresentado para o mundo em março deste ano.

Na semana passada, o longa também ganhou um novo comercial que destaca a figura do coronel do exército americano Packard, interpretado por Samuel L. Jackson.

Gorilão mostra toda a sua força no novo banner de ‘Kong – A Ilha da Caveira’

Confira a imagem e o comercial:

 

 

‘Kong – Skull Island’ terá ligação com o remake de ‘Godzilla’ 

Kong: A Ilha da Caveira‘ é estrelado por Tom Hiddleston, Sam Jackson, Brie Larson, John Goodman, Tian Jing, Corey Hawkins, Jason Mitchell, John Ortiz, Shea Whigham e Toby Kebbell.

Dirigido por Jordan Vogt-Roberts, o longa fará uma imersão completa do público na misteriosa e perigosa casa do rei dos macacos, quando uma equipe de exploradores se aventura no traiçoeiro interior da ilha.

A estreia mundial está prevista para o dia 9 de março de 2017 nos formatos 2D, 3D e IMAX.

 

Polenguinho homenageia Pink Floyd e é atacada com comentários homofóbicos

Alguns desavisados que desconhecem a clássica capa do disco ‘Dark Side of The Moon’, da banda Pink Floyd, reagiram de forma homofóbica em uma publicação feita pela empresa Polenghi, em sua conta do Facebook.

Em um novo anúncio do queijo Polenguinho, que faz uma brincadeira com diversas capas de álbuns de rock emblemáticos, como o ‘Abbey Road’ dos Beatles, diversos usuários que desconhecem o popular prisma e o espectro colorido, destilaram seu ódio criticando a marca por se associar à causa gay.

A confusão foi feita pelos tons projetados que se assemelham ao arco-íris. Rapidamente, alguns pensaram que na verdade a imagem seria uma clara alusão à bandeira LGBT.

O post viralizou rapidamente e muitos usuários que já conhecem a capa do álbum saíram em defesa da empresa, se posicionando contra os comentários homofóbicos.

Confira a “polêmica” arte:

‘A Morte do Superman’: Assista a uma cena da nova animação da DC

A nova animação da DC Comics, ‘A Morte do Superman’, ganhou um novo vídeo, divulgado com exclusividade pelo portal ScreenRant.

O material traz uma cena inédita.

Confira:

Jerry O’Connell (‘Billions‘) irá retornar como a voz do Superman pela quarta vez. A esposa do ator, Rebecca Romijn (‘X-Men‘) fará a voz da Lois Lane. Rainn Wilson (‘The Office‘) será o vilão Lex Luthor.

Completam o elenco Rosario Dawson (como a Mulher-Maravilha), Nathan Fillion (Laterna Verde), Christopher Gorham (The Flash), Matt Lanter (Aquaman), Shemar Moore (Cyborg) e Jason O’Mara, que irá retornar como o Batman.

“Quando um monstro emerge de um local de repouso subterrâneo e começa uma agitação irracional, a Liga da Justiça é rapidamente chamada para deter a força colossal da natureza. Mas, logo se torna aparente que apenas o Super-Homem pode se opor à monstruosidade que foi apelidada de Juízo Final. Lutando seu caminho por toda a América, os dois lutam freneticamente enquanto atingem o coração de Metropolis. Caindo no braço, o Super-Homem finalmente termina a ameaça, enquanto ele lança um último soco e desmorona para sempre.”

A Morte do Superman‘ será lançado direito em DVD no verão americano. A segunda parte, ‘O Reinado do Super-Homem‘, chegará somente em 2019.

Vídeo hilário mostra Jessica Chastain fazendo piada após ser mordida por cavalo na rua; Assista!

A atriz Jessica Chastain é conhecida por seu carisma e soube levar uma situação bem constrangedora ao seu favor, rindo de si mesma e de todo o incidente.

Enquanto caminhava pelas ruas, ela acabou sendo rapidamente atacada por um cavalo, enquanto tentava acariciá-lo. Ao invés de ficar irritada, ela transformou tudo numa grande piada, fazendo do vídeo que registra o incidente em uma espécie de meme.

Em pouco tempo o vídeo foi visto mais de 100  mil vezes, recebendo 7,3 mil curtidas, além muitos comentários.

Assista:

 

Rupert Grint defende a comunidade trans após polêmica carta aberta de J.K. Rowling

O astro de ‘Harry Potter‘, Rupert Grint, fez uma declaração categórica em favor da comunidade trans, após a polêmica carta aberta emitida pela autora da saga de livros homônimos, J.K. Rwoling.

Em um comunicado ao The Times, ele defendeu o direito das pessoas trans viverem suas vidas de formas livres e sem julgamentos:

“Eu firmemente me posiciono com a comunidade trans e ecoo os sentimentos expressados por muitos dos meus colegas. Mulheres trans são mulheres. Homens trans são homens. Nós todos deveríamos ter o direito de viver e amar sem julgamento”.

Leia a carta de J.K. Rowling na íntegra:

“Essa não é uma carta fácil de escrever, por razões que logo se mostrarão claras, mas sei que é momento de me explicar acerca de um tema cercado de toxicidade. Eu escrevi isso sem qualquer intenção de acrescentar mais toxicidade.

Para as pessoas que não sabem: em dezembro do ano passado, fiz um tuíte em apoio a Maya Forstater, uma especialista em impostos que havia perdido seu trabalho por postagens ‘transfóbicas’. Ela levou seu caso para um tribunal trabalhista, pedindo para que o juiz julgasse se uma crença filosófica que sexo é determinado pela biologia é protegido pela lei. O Juiz Taylor disse que não.

Meu interesse em temas trans é pré-datado ao caso de Maya por quase dois anos, durante o qual acompanhei os debates sobre conceitos de identidade de gênero de perto. Conheci pessoas trans, li vários livros, blogs, artigos de pessoas trans, especialistas de gênero, pessoas interssexuais, psicólogos, especialistas, trabalhadores sociais e doutores, e segui o discurso online e em mídia tradicional. Em certo nível, meu interesse nesse tema tem sido profissional, pois estou escrevendo uma série criminal, ambientada nos dias de hoje, e minha detetive protagonista é de uma idade que se interessa e que é afetada por isso; mas em um nível pessoal também, como irei explicar.

Durante todo o tempo que vim pesquisando e aprendendo, acusações e ameaças de ativistas trans começaram a aparecer em meu Twitter. Tudo isso foi engatilhado por uma ‘curtida’. Quando comecei a me interessar em identidade de gênero e discussões transgêneras, comecei a tirar fotos de comentários que me interessavam, como modo de me lembrar o que deveria pesquisar mais tarde. Em uma ocasião, eu, sem percebi, apertei o botão de ‘curtir’ em vez de tirar uma foto. Aquela única ‘curtida’ foi evidência de pensamentos errôneos e um persistente baixo nível de assédio começou.

Meses depois, eu aumentei meu crime ao seguir Magdalen Burns no Twitter. Madgalen foi uma jovem e corajosa feminista e lésbica que estava morrendo em virtude de um tumor cerebral. Eu a segui porque gostaria de entrar em contato com ela diretamente, o que consegui. Entretanto, visto que Magdalen foi uma grande credora da importância do sexo biológico e não acreditava que lésbicas deveriam ser chamadas de fanáticas por não namorarem mulheres trans com pênis, os pontos se juntaram nas cabeças das ativistas trans, e o nível de abuso social aumentou.

Eu menciono tudo isso apenas para explicar que eu sabia perfeitamente o que iria acontecer quando eu apoiei Maya. Eu deveria estar no meu quarto ou quinto cancelamento na época. Eu esperava as ameaças de violência, que me diriam que eu ‘estava literalmente matando pessoas trans com meu ódio’, de ser chamada de vadia e, é claro, por meus livros serem chamados, apesar de um homem particularmente abusivo me disse que iria compostá-los.

O que eu não esperava, nas consequências do meu cancelamento, era uma avalanche de e-mails e cartas que choveram em mim, a maioria das respostas positivas, agradecidas e apoiadoras. Eles vieram de uma seção de pessoas gentis, empáticas e inteligentes, algumas trabalhando em campos que lidavam com disforia de gênero e pessoas trans, com preocupações profundas sobre o modo que os conceitos sociopolíticos estão influenciando a política, as práticas médicas e salvaguardas. Eles estão preocupados sobre os perigos para as pessoas jovens, gays e sobre a erosão de direitos de mulheres e garotas. Acima de tudo, estão preocupados sobre um clima de medo que não fará bem a ninguém – principalmente a juventude trans.

Eu havia me afastado do Twitter por vários meses tanto antes quanto depois de tweetar em apoio a Maya, porque eu sabia que não estava fazendo bem para minha saúde mental. Eu apenas retornei, porque queria compartilhar um livro infantil gratuito durante a pandemia. Imediatamente, ativistas que claramente acreditam ser bons, progressistas e gentis, assolaram minha timeline, acreditando no direito de policiar meu discurso, me acusar de ódio, me chamar de misoginia, me insultar e, acima de tudo – como qualquer mulher envolvida nesse debate saberá -, de TERF.

Se você não sabia – e por que deveria? -, ‘TERF’ é um acrônimo criado por ativistas trans que significa Feministas Radicais Trans-Excludentes. Na prática, uma seção considerável e diversa de mulheres estava sendo chamada de TERFs e a grande maioria nunca nem foram feministas radicais. Exemplos das chamadas TERFs variam da mãe de um jovem gay que estava com medo de que seu filho quisesse fazer a transição para escapar do preconceito homofóbico, para uma idosa histérica anti-feminista que jurou nunca mais voltar ao Marks & Spencer porque estavam permitindo que qualquer homem que se identificava como mulher entrar no provador feminino. Ironicamente, feministas radicais nem ao menos são trans-excludentes – elas incluem homens trans em seu feminismo, porque nasceram mulheres.

Mas essas acusações foram o bastante para intimidar muitas pessoas, instituições e organizações que outrora admirava, que se acovardaram ante a táticas infantiloides. ‘Eles irão nos chamar de transfóbicos!’. ‘Eles irão dizer que eu odeio pessoas trans!’. E depois, vão dizer que têm pulgas? Falando como uma mulher biológica, várias pessoas em posições de poder realmente precisam criar coragem”. [aqui, Rowling faz uma piada de mal gosto com a expressão “grow a pair”, dizendo que “é algo literalmente possível, de acordo com as pessoas que dizem que peixes-palhaço provam que humanos não são uma espécie dismórfica”.]

“Então por que estou fazendo isso? Por que falar? Por que não fazer minha pesquisa quietamente e manter minha cabeça abaixada?

Bom, eu tenho cinco razões em ficar preocupada com esse novo ativismo trans, e decidi que preciso falar.

Primeiramente, eu tenho um fundo de caridade focado em aliviar de privações sociais na Escócia, com ênfase em particular em mulheres e crianças. Dentre outras coisas, meu fundo apoia projetos para prisioneiras e para sobreviventes de abusos sexual e doméstico. Eu também financio pesquisas médicas sobre esclerose múltipla que se comporta de maneiras diferentes em homens e mulheres. Ficou claro para mim, há algum tempo, que o novo ativismo trans está tendo (ou deve ter, se todas as demandas forem atendidas) um impacto em várias das causas que apoio, porque está forçando uma erosão da definição legal de sexo e substituindo-o por gênero.

A segunda razão é que sou uma ex-professora e a fundadora de uma caridade para crianças, o que me dá interesse tanto em educação quanto em segurança. Assim como vários, eu tenho preocupações sobre os efeitos do movimento trans em ambos.

A terceira é que, por mais que seja uma autora banida, estou interessada em liberdade de expressão e tenho defendendo-a publicamente, mesmo no tocante a Donald Trump.

A quarta é onde as coisas começam a ficar pessoais. Estou preocupada sobre essa gigantesca explosão em mulheres jovens que querem fazer a transição e também sobre os números crescentes daqueles que des-transicionam (retornam para seu sexo original), porque se arrependem de ter feito algo que, em alguns casos, alteraram seus corpos irrevogavelmente, e tirado sua fertilidade. Alguns dizem que eles decidem transicionar depois de perceberem que têm atração pelo mesmo sexo, e que transicionar é parte movida pela homofobia, seja pela sociedade ou pela família.

A maioria das pessoas provavelmente não estão cientes – eu certamente não estava, até começar a pesquisar sobre isso – que, dez anos atrás, a maioria das pessoas querendo transicionar para o sexo oposto eram homens. A taxa agora foi revertida. O Reino Unido teve um aumento de 4400% de garotas desejando fazer o tratamento. Garotas autistas são fortemente representadas nesses números.

O mesmo fenômeno foi visto nos Estados Unidos. Em 2018, a pesquisadora e médica Lisa Littman foi explorar mais sobre isso. Numa entrevista, ela disse:

‘Pais online estavam descrevendo um padrão bastante incomum de identificação transgênera, na qual vários amigos e até mesmo grupos inteiros de amigos se identificavam como transgêneros ao mesmo tempo. Eu estaria errada se não considerasse contágio social e influências como fatores potenciais’.

Littman mencionou o Tumblr, o Reddit, o Instagram e o YouTube como fatores contribuintes para a Rápida Disforia de Gênero, na qual acredita que, no âmbito da identificação transgênera, ‘a juventude veio crescendo particularmente através de câmaras de eco’.

Seu artigo causou um furor. Ela foi acusada de viés ideológico e de espalhar informações falsas sobre pessoas transgênero, sujeita a um tsunami de abusos e uma campanha para descreditar tanto ela quanto seu trabalho. A revista tirou o artigo da internet e o reviu antes de republicá-o. Entretanto, sua carreira teve uma queda similar à sofrida por Maya Forstater. Lisa Littman ousou desafiar um dos pilares do ativismo trans, que é a concepção de identidade de gênero como inata, assim como a orientação sexual. Ninguém, os ativistas insistiram, poderia ser persuadido em ser trans. 

O argumento de vários ativistas trans é que, se você não deixar um adolescente com disforia de gênero transicionar, eles irão se matar. Em um artigo explicando o motivo de ter saído de Tavistock (clínica de gênero na Inglaterra), o psiquiatra Marcus Evans declarou que a ideia de crianças se matando caso não pudessem transicionar, não se ‘alinham substancialmente com quaisquer dados ou estudos na área. Nem mesmo se alinham com os casos que encontrei ao longo de décadas como psicoterapeuta’.

Os escritos de um jovem homem trans revelam um grupo de pessoas notavelmente sensíveis e sagazes. Quanto mais lia sobre suas declarações acerca de disforia de gênero, com descrições sobre ansiedade, dissociação, transtornos alimentarem, automutilação e ódio, mais me perguntava se, caso eu nascesse trinta anos mais tarde, eu também iria transicionar. A tentação de escapar da feminilidade seria grande. Eu lidei com um severo TOC quando adolescente. Se eu tivesse encontrado uma comunidade online que não conseguia encontrar em meu ambiente imediato, eu acredito que seria persuadida em me transformar no filho de meu pai que ele abertamente dizia que teria preferido.

Quando leio sobre a teoria de identidade de gênero, me lembro o quão mentalmente sem sexo eu me sentia. Eu lembrava das descrições de Colette sobre ser uma ‘hermafrodita mental’, e as palavras de Simone de Beauvoir: ‘é perfeitamente natural para a mulher do futuro se sentir indignada com as limitações impostas sobre seu sexo. A verdadeira questão não é se ela deve rejeitá-los, mas sim entender o motivo de aceitá-los’.

Visto que não tinha uma possibilidade realística de me tornar homem nos anos 1980, foram os livros e a música que me ajudaram a lidar com problemas de saúde mental e escrutínio sexual e julgamento que coloca várias garotas contra seus corpos quando adolescentes. Felizmente, para mim, encontrei meu próprio senso de alteridade, e minha ambivalência sobre ser uma mulher, refletida no trabalho de escritoras mulheres e musicistas que me garantiram que, apesar de tudo o que um mundo sexista tenta falar sobre o corpo feminino, não há problema em não se sentir compatível dentro de sua cabeça; não há problema em se sentir confusa, na escuridão, sexual ou não-sexualmente incerta de quem ou do que você é.

Eu quero ser bastante clara aqui: sei que transicionar será uma solução para alguns casos de disforia de gênero, ainda que eu esteja clara, através de uma extensa pesquisa, que estudos mostraram consistentemente que entre 60% e 90% de adolescentes com disforia de gênero irão crescer fora de sua disforia. De novo, me pediram para ‘apenas conhecer algumas pessoas trans’. Eu fiz isso: além de conhecer vários jovens, todos adoráveis, conheço uma mulher que se descreve como transsexual que é mas velha que eu e maravilhosa. Apesar de ser aberta sobre seu passado como um homem gay, eu sempre achei difícil pensar como ela como qualquer pessoa além de uma mulher, e acredito (e espero) que ela esteja feliz por ter transicionado. Ser mais velha, entretanto, a fez passar por um processo longo e rigoroso de avaliação, psicoterapia e transformação por etapas. A explosão atual do ativismo trans está urgindo por uma remoção de quase todos os sistemas robustos, através dos quais os candidatos a reatribuição de gênero devem passar. Um homem que não pretende passar por cirurgia e não tomar hormônios pode garantir a si mesmo um Certificado de Reconhecimento de Gênero e ser uma mulher respaldada pela lei. Muitas pessoas não têm ciência disso.

Estamos vivendo no período mais misógino que já presenciei. Nos anos 1980, eu imaginava que minhas filhas futuras caso eu tivesse alguma, teriam muito mais do que eu tive, mas entre o backlash feminista e uma cultura saturada de pornografia, acredito que as coisas ficaram piores. Nunca vi uma mulher denegrida e desumanizada como vejo hoje. Do líder de um mundo livre com uma triste história de assédio sexual e seu orgulho em dizer ‘pegá-las pela vagina’, até o movimento dos celibatários involuntários que se volta contra as mulheres que não vão transar com eles, para as ativistas trans que declaram que TERFs merecem apanhar e serem re-educadas, homens nesse espectro político parecem concordar: mulheres estão pedindo por problemas. Em todo lugar, mulheres estão sendo mandadas para calar a boca e sentar.

Eu li todos os argumentos sobre feminilidade não residir no corpo sexual, e as asserções que mulheres biológicas não têm experiências comuns, e eu os vejo, também, como profundamente misóginos e retrógrados. É claro também que um dos objetivos de negar a importância do sexo é erodir que o que alguns parecem enxergar como uma ideia segregacionista e cruel de que as mulheres têm suas próprias realidades biológicas ou – ameaçador do mesmo jeito – realidade unificadoras que as transformam em uma classe política coesa. As centenas de e-mails que recebi nos últimos dias prova que essa erosão preocupa vários outros. Não é o bastante para mulheres serem aliadas ao movimento trans. Mulheres devem aceitar e admitir que não há diferenças entre elas e as mulheres trans.

Mas várias mulheres me disseram antes que ‘mulher’ não é uma fantasia. ‘Mulher’ não é uma ideia na mente de um homem. ‘Mulher’ não é um cérebro cor de rosa, um receptáculo de Jimmy Choos ou qualquer das outras ideias sexistas que agora são ditas como progressistas. Além disso, a linguagem ‘inclusiva’ que chama as mulheres de ‘menstruadoras’ e ‘pessoas com vulvas’ diminui e desumaniza tantas mulheres do mesmo modo. Eu entendo o motivo das ativistas trans considerarem essa linguagem apropriada e gentil, mas para nós que fomos humilhadas por homens violentos, não é neutro, é hostil e alienável.

O que me traz para a quinta razão pela qual estou profundamente preocupada com as consequências do atual ativismo trans.

Estive no olho público por quase vinte anos e nunca falei publicamente sobre ser abusada doméstica e sexualmente. Não é por que tenho vergonha do que aconteceu a mim, mas sim porque é traumático revisitar e relembrar. Eu também me sinto protetora sobe minha filha do primeiro casamento. Não queria custódia completa de uma história que pertence a ela, também. Entretanto, um tempo atrás, eu a perguntei como ela se sentiria caso fosse a público falar sobre essa parte da minha vida, e ela me encorajou a seguir em frente.

Estou mencionando essas coisas agora não numa tentativa de gerar empatia, mas sim de solidariedade quanto ao número gigante de mulheres que têm histórias como a minha, que foram chamadas de intolerantes por tem preocupações sobre espaços de um sexo apenas.

Eu consegui escapar do meu primeiro casamento violento com certa dificuldade, mas agora estou casa com um homem bom e com princípios, segura e protegida de modos que não imaginava nem em um milhão de anos. Entretanto, as cicatrizes deixadas pela violência e pelo abuso sexual não desaparecem, não importa o quão amada você seja, e não importa o quanto de dinheiro você tenha. Meu nervosismo perene é uma piada familiar – e até eu sei que é engraçada -, mas rezo que minhas filhas nunca tenham as mesmas razões que tenho de odiar barulhos altos, ou ser surpreendida por pessoas atrás de mim.

Se você pudesse entrar em minha cabeça e compreender o que eu sinto quando leio sobre uma mulher trans morrendo nas mãos de um homem violento, encontraria solidariedade e afinidade. Eu tive uma sensação visceral do terror pelo qual essas mulheres trans passaram os últimos segundos na Terra, porque tive momentos do mais puro e cego medo, quando percebi que a única coisa me mantendo viva era a hesitação do meu agressor.

Acredito que a maioria das pessoas que se identificam como trans não apenas representem zero ameaça para outros, mas são vulneráveis pelos motivos que escrevi. Pessoas trans precisam e merecem proteção. Como as mulheres, são mais suscetíveis a serem assassinada por parceiros sexuais. Mulheres trans que trabalham na indústria do sexo, particularmente mulheres trans de cor, são um risco em particular. Assim como qualquer outro sobrevivente de abuso doméstico e sexual que conheço, sinto empatia e solidariedade com mulheres trans que foram abusadas por homens.

Então, eu quero que as mulheres trans sejam protegidas. Do mesmo modo, não quero que garotas e mulheres [cisgênero] fiquem menos seguras. Quando você abre as portas dos banheiros e provadores para qualquer homem que acredita ou que se sente como uma mulher – como eu disse, certificados de confirmação de gênero podem ser entregues sem qualquer necessidade de cirurgia ou hormônios -, então você abre as portas para qualquer homem que queira entrar. É a mais pura verdade.

No sábado de manhã, li que o governo escocês está seguindo em frente com seus controversos planos de reconhecimento de gênero, que irão, no geral, significar que tudo do que um homem precisa para ‘se tornar uma mulher’ é dizer que é uma. Para usar uma palavra bastante contemporânea, fui ‘engatilhada’. Presa por ataques impiedosos de ativistas trans nas redes sociais, quando estava apenas tentando dar um feedback para as crianças sobre as imagens que fizeram para meu livro durante a quarentena, eu passei a manhã do sábado em um lugar bastante conturbado na minha cabeça, conforme memórias sobre abusos sexuais que sofri em meus vinte e poucos anos voltavam constantemente. O abuso aconteceu em um lugar e em uma época de pura vulnerabilidade, e um homem se aproveitou da oportunidade. Não consegui me livrar dessas memórias e vi o quão difícil era conter minha raiva e decepção acerca do modo que meu governo está brincando com a segurança das mulheres e das garotas.

Na noite de sábado, olhando as imagens das crianças antes de ir para a cama, esqueci a primeira regra do Twitter – nunca, nunca esperar uma conversa com nuances – e reagi acerca do que senti ser uma linguagem degradante sobre as mulheres. Falei sobre a importância do sexo, e venho pagando o preço desde então. Eu fui transfóbica, fui uma puta, fui uma vadia, uma TERF, eu mereci ser cancelada, apanhar e morrer. ‘Você o próprio Voldemort’, disse uma pessoa, claramente sentindo que essa seria a única linguagem que entenderia.

Seria muito mais fácil tuitar as hashtags aprovadas – porque é claro que os direitos trans são direitos humanos e é claro que vidas trans importam. Há felicidade, alívio e segurança na conformidade. Como Simone de Beauvoir também escreveu, ‘… sem dúvida é mais confortável aguentar uma servidão cega do que trabalhar para a libertação de alguém; os mortos, também, são bem melhor vestidos na Terra do que os vivos’.

Números exorbitantes de mulheres são justificavelmente aterrorizadas pelos ativistas trans; sei disso, porque várias entraram em contato comigo para contar suas histórias. Elas estão com medo de doxxing, de perder seus empregos e meios de subsistência e da violência.

Mas infinitamente desagradável que seja esse alvejamento sobre mim, eu me recuso a abaixar a cabeça para um movimento que acredito que está causando demonstráveis ações para erodir ‘mulher’ como uma classe política e biológica, e oferecendo refúgio para predadores como alguns antes disso. Eu me coloco ao lado de homens e mulheres, gays, héteros e trans, que estão unidos pela liberdade de expressão e pensamento, e pelos direitos e pela segurança dos mais vulneráveis em nossa sociedade: jovens gays, adolescentes frágeis e mulheres que se respaldam em seus espaços de sexo. Votações mostram que essas mulheres são a grande maioria, e excluir apenas os privilegiados e sortudos de nunca terem enfrentando violência sexual dos homens, e que nunca se importaram em se reeducar o quão prevalente é.

A única coisa que me dá esperança é que as mulheres que podem protestar e se organizar estão fazendo isso, e elas têm alguns homens decentes e pessoas trans ao lado delas. Partidos políticos que tentam acalmar as vozes mais altas nesse debate estão ignorando as preocupações das mulheres sobre seus riscos. No Reino Unido, mulheres estão se unindo de lados opostos da mesma moeda, preocupadas sobre a erosão de seus direitos e a intimidação generalizada. Nenhuma das mulheres com as quais conversei odeia pessoas trans; pelo contrário. Muitas delas começaram a se interessar nesses temas por causa da juventude trans, e são bastante compreensivas acerca de adultos trans que querem apenas viver suas vidas, mas estão enfrentando backlash de um tipo de ativismo com o qual não concordam. A ironia suprema é que a tentativa de silenciar as mulheres com a palavra ‘TERF’ podem ter levado mais mulheres jovens em direção ao feminismo radical do que o movimento viu nas últimas décadas.

A última coisa que queria dizer é essa. Eu não escrevi esse artigo na esperança de que alguém toque um violino para mim, nem mesmo um pequenininho. Sou extraordinariamente afortunada; sou uma sobrevivente, certamente não uma vitima. Mencionei meu passado apenas porque, assim com qualquer outro ser humano no planeta, tenho uma história completa, que molda meus medos, meus interesses e minhas opiniões. Nunca esqueço a complexidade interior quando crio um personagem ficcional e eu certamente nunca esquecerei quando falamos de pessoas trans.

Tudo o que peço – tudo o que quero – é uma empatia similar, um entendimento similar, que seja expandido para as milhões de mulheres cujo único crime foi querer que suas preocupações fossem ouvidas, sem receber ameaças e abusos”.

Através do site The Trevor Project, que representa uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de informar e prevenir o suicídio entre jovens LGBTs, o ator Daniel Radcliffe rebateu os comentários transfóbicos que Rowling fez no Twitter, ressaltando a importância de defender e apoiar a comunidade trans.

“Eu percebi que certos portais de notícias provavelmente irão querer indicar uma briga entre eu e a J.K. Rowling, mas esse não é o caso e nem é importante no momento. Enquanto ela é responsável pelos rumos que a minha vida tomou, eu, que tenho sido honrado em trabalhar com o Projeto Trevor na última década, sinto que devo dizer algo. Mulheres transgênero são mulheres. Qualquer declaração contrária a isso apaga a identidade e dignidade das pessoas trans e vai contra o indicado pelos profissionais da saúde que têm muito mais domínio no assunto do que eu e a J.K. Rowling. De acordo com o The Trevor Project, 78% de pessoas transgêneros e não-binárias são discriminadas por causa de sua identidade de gênero. Nós precisamos fazer mais para apoiar essas pessoas, não invalidar suas identidades e não causar mais mal a elas.”

Essa não é a primeira vez que Rowling se envolve em polêmicas do tipo. E apesar de afirmar que não é contra a liberdade de gênero, ela já admitiu que é leitora de sites anti-trans.

Há alguns anos, ela também foi duramente criticada por compartilhar trechos de entrevistas tentando minimizar a luta da comunidade transgênero.

A atriz Emma Watson, que interpretou Hermione Granger em todos os oito filmes da série ‘Harry Potter‘, veio a publico defender as pessoas trans.

“As pessoas trans são o que dizem ser e merecem viver suas vidas sem serem constantemente questionadas ou informadas de que não são quem dizem ser. Quero que meus seguidores trans saibam que eu e tantas outras pessoas ao redor do mundo te vemos, te respeitamos e te amamos por quem você é.”

 

‘Uma Skatista Radical’: Novo drama indiano já está disponível na Netflix

O drama indiano ‘Uma Skatista Radical‘ já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (11) na grade de programação.

Ambientada em uma vila remota em Rajasthan, na Índia, a trama segue Prerna (Gupta), uma adolescente local vivendo uma vida ligada pela tradição e pelo dever para com seus pais. Mas quando a publicitária Jessica (Maghera) chega à aldeia para saber mais sobre a infância de seu falecido pai, Prerna e as outras crianças locais são apresentadas a uma nova aventura emocionante graças a Jessica e seu velho amigo (Readwin), que cruza a cidade em um skate. As crianças se apaixonam pelo esporte, patinando pela vila, atrapalhando tudo e todos ao seu redor. Determinada pela sua paixão recém-descoberta, Jessica inicia uma batalha difícil para construir um lugar para andar de skate, deixando Prerna com uma escolha difícil entre se conformar com as expectativas da sociedade em relação a ela ou realizar seu sonho de competir no Campeonato Nacional de Skate.

Confira:

Manjari Makijany é responsável pela direção, e escreveu o roteiro ao lado de Vinati Makijany.

O elenco conta com Rachel Saanchita Gupta, Amy Maghera, Shafin Patel e Jonathan Readwin, além de uma participação especial de Waheeda Rehman.