“‘Mufasa: O Rei Leão’ convoca Rafiki para transmitir a lenda de Mufasa ao jovem filhote de leão Kiara, filha de Simba e Nala, com Timão e Pumba emprestando sua assinatura. Contada em flashbacks, a história apresenta Mufasa como um filhote órfão, perdido e sozinho até conhecer um simpático leão chamado Taka – o herdeiro de uma linhagem real. seu destino – seus laços serão testados enquanto eles trabalham juntos para escapar de um inimigo ameaçador e mortal.”
O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.
Além disso, o projeto terá canções INÉDITAS cantadas por leões animados que parecem leões reais.
O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson, que também foi o responsável pelo script do original.
Aaron Pierre (‘Tempo’) fará a voz de Mufasa. Já Kelvin Harrison Jr., conhecido por ‘Luce‘, fará a voz do personagem Taka.
Para quem não conhece. Taka é o nome verdadeiro de Scar, o irmão de Mufasa que no final das contas o trai e mata na tentativa de assumir o controle do rei da Pedra do Orgulho.
Confira a lista completa de dubladores:
Além de trazer novamente Beyoncé interpretando Nala, o filme contará com a voz de sua filha Blue Ivy Carter como a voz de Kiara, a filha de Simba.
Confira a lista de dubladores, a sinopse e as reações dos fãs no Twitter:
A 20th Century Studios anunciou o lançamento de ‘Predador: Assassino dos Assassinos‘, um filme de animação original ambientado no universo de ‘Predador‘, que estreia exclusivamente no Disney+ em 6 de junho de 2025.
Confira a sinopse, cartaz e trailer:
A história antológica acompanha três dos guerreiros mais brutais da história da humanidade: uma invasora viking que leva seu filho em uma busca sangrenta por vingança; um ninja no Japão feudal que se volta contra seu irmão samurai em uma batalha cruel pela sucessão, e um piloto da Segunda Guerra Mundial que investiga uma ameaça de outro mundo contra os Aliados. Mas, embora todos os guerreiros sejam assassinos por direito próprio, eles são apenas presas para seu novo oponente: o Assassino dos Assassinos.
‘Predador: Assassino dos Assassinos‘ é dirigido por Dan Trachtenberg com Josh Wassung, do estúdio de animação The Third Floor, como codiretor.
O filme tem roteiro de Micho Robert Rutare, e a história é de Trachtenberg e Rutare, baseada nos personagens criados por Jim Thomas e John Thomas.
Um dos filmes mais emocionantes da história do cinema, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, teve sua primeira exibição no ano de 1988 e desde aquele tempo mora pra sempre nos corações de todos que o assistem. Com cenas marcantes, uma trilha sonora fabulosa (assinada pelo gênio Ennio Morricone), Cinema Paradiso é a paixão do cinema que mora em todos nós.
Para explorar as razões desse longa-metragem, de quase três horas, dirigido por Giuseppe Tornatore, ser uma experiência inesquecível para quem algum dia já o viu, listamos abaixo alguns desses motivos:
Um enredo mostrado na telona com maestria
A história gira em torno de três fases da vida de Totó, em um primeiro momento uma criança que estuda em um colégio católico e muito rígido que adora fugir e ir ao cinema. Assim conhece o projecionista Alfredo com quem leva uma amizade durante toda a vida. Totó, na segunda parte mais velho, descobre o amor, as dificuldades da vida que agora enxerga com mais maturidade. Em paralelo começa a surgir a paixão em filmar e a de buscar sua vida longe do lugar que sempre viveu. Já bem mais velho, recebe uma notícia e resolve voltar pra casa.
As transformações do cinema ganham contextos
Seja nos desenvolvimento dos maquinários, antes aqueles rolos inacabáveis e altamente inflamáveis até depois as mudanças desse material necessário para o sonho chegar até as telas; seja também na própria maneira de criar uma história e na liberdade de um beijo ser mostrado longe da censura católica de uma época puritana. A chegada da cor, da televisão, tudo isso ganha passagens.
Um desfile marcante de emoções tendo como pano de fundo a história da sétima arte
John Wayne, Renoir, Visconti, Antonioni, os debates sobre Sophia Loren, os filmes românticos, os dramas, as comédias, os faroestes, como uma espécie de interseções entre os arcos que compõem a vida de Totó vemos linda passagens de filmes emblemáticos que rodaram o mundo sendo vistos por milhares de pessoas que aguardavam horas na fila para conferir as obras de seus artistas favoritos.
A importância do sonhar
O protagonista não fazia as compras de casa para poder pagar o ingresso e ir ao cinema, seu lugar de refúgio contra todas as tristezas que caminhavam em seu redor, ver um filme para ele era uma imersão profunda, momentos de felicidade dentro de instantes marcantes que acabou o guiando por toda sua vida.
Os horrores da Guerra
Podemos analisar o filme pela ótica do jovem à espera do pai voltar da guerra que mora com a irmã e a mãe. O filme mostra a tristeza de Totó e sua família com a confirmação da perda em uma das grandes guerras que tiveram no mundo e onde europeus e gente de todos os lugares perderam seus parentes. Mesmo assim, a memória e a esperança sempre esteve firme na mente de Totó, o pai tinha a cara do Clark Gable segundo os relatos do seu melhor amigo.
Uma trilha sonora empolgante
Percorre nossos pensamentos a todo instante aquela série de harmônicos instrumentos. A delicadeza e maestria que são implementados na trama geram um conjunto de emoções que transbordam em nosso peito. Rimos e choramos tendo a marcante trilha sonora presente em todos os momentos.
Os valores que resgatamos quando olhamos para trás
Deitado em uma cama de um luxuoso apartamento, depois de chegar mais uma vez tarde em sua casa na mais poderosa cidade da Itália, o protagonista, já bem mais velho, recebe uma notícia que o faz relembrar toda sua trajetória, digna de um filme com momentos bons e ruins mas sempre inesquecíveis. Esse é um paralelo muito bonito sobre como a vida é por aqui na realidade, entre certezas e incertezas que sempre nos assolam.
O poder da amizade
Nunca vamos nos esquecer da amizade de Alfredo e Totó. Os diálogos inesquecíveis dos eternos amigos, as explicações sobre a vida, sobre as inúmeras maneiras de enxergar a alegria e a tristeza. Esse filme tem o poder de nos fazer refletir sobre nossas amizades que vamos ganhando ao longo da vida, algumas para toda uma vida.
Ah, as comédias românticas e suas histórias que nos fazem viajar nas nossas próprias realidades. Esse gênero cinematográfico, que sempre chama a atenção, vem nos conquistando mais a cada ano – mesmo com uma série de obras recentes que repetem uma fórmula consagrada, com pouca inspiração e aqueles clichês que já conhecemos bem. Muitas vezes, gostamos mesmo assim!
Mas por que gostamos tanto desse gênero? Será que, no nosso percurso de existência, a meta é idealizar um grande amor em todos os momentos? Ou o que realmente vale é o puro suco do entretenimento, capaz de nos fazer esquecer uma realidade que se mostra distante do que vemos nas telas? Perguntas e mais perguntas vão aparecer quando você pensar sobre esse tema – pode apostar!
Buscando investigar esse assunto, que se mostra amplo, mas gera boas reflexões, vamos entrar em algumas questões que podem fazer parte dos elementos de encantamento que associam o sonhar da ficção à vida real. E, olha, mesmo você que não curte filmes desse gênero, vale a pena dar uma lida. Quando pensamos em cinema e na vida, sempre há alguma questão que se mostra válida para as nossas próprias realidades.
Nas nossas próprias vidas, desde que começamos a amadurecer, idealizamos uma existência cheia de aventuras, com um grande amor ao nosso lado. Mas, quando damos alguns passos, percebemos que essa equação é bem complexa – muito mais difícil do que imaginávamos.
Assim, entre acertos e erros, chegadas e despedidas, alegrias e tristezas, vamos compondo nossa trajetória através da chama acesa dos sonhos. E o cinema entra nessa parte da equação, nos possibilitando viver o que está distante de nós, através de personagens e suas trajetórias.
Essa é uma química afiada: quem nunca sonhou com um grande amor depois de assistir Um Lugar Chamado Notting Hill, ou mesmo se identificar com algumas das histórias de Simplesmente Amor?
Pelos nossos sonhos, o cinema sempre ocupa uma camada importante – praticamente uma chama que cisma em manter acesa os lapsos de felicidade que vão se formando ao longo da nossa trajetória na caça de um romance ideal, muitas vezes improvável.
Dos encontros inusitados aos conflitos inesperados: semelhanças com a realidade?
A pitada generosa de humor que percebemos em muitas comédias românticas funciona quase como um artifício para aliviar o que pode ser intenso para muitas pessoas. Nesse equilíbrio entre a comédia e o romance, fica mais fácil a degustação do público em tramas que – em sua grande maioria – camufla intensos conflitos com uma leveza que torna tudo mais maleável.
Percorrendo esses caminhos, a maioria dos roteiros busca auxílio na realidade para transformar a ficção em algo de fácil identificação. Nas comédias românticas mais “pés no chão”, a força dos diálogos nos levam até lembranças que podem ocasionar encontros inusitados e memórias que despertam. Já nas produções mais fantasiosas – com a liberdade das infinidades da possibilidades que o cinema permite – o céu é o limite.
Mesmo sabendo que o amor não é perfeito, torcemos pelos personagens
Há um quê de espírito coletivo quando pensamos em comédias românticas e seu envolvimento com o público. Geralmente com ao menos um personagem carismático, a maioria das produções desse gênero consegue um poder impressionante de torcermos por alguns personagens. E, quando a história resvala em questões que já vivemos em nossas próprias vidas, a conexão é mais que imediata.
Ao abordar temas universais e impor visões otimistas sobre uma situação, essas produções do gênero validam a certeza da nossa fuga da realidade. Quando assistimos a um filme em algum momento de apreensão na vida, tudo o que queremos é esquecer dos problemas e nos jogar num mar de possibilidades sem fim. Essa fácil compreensão pode ser uma das poucas pontas de esperança que nos conectam ao conforto dos nossos sonhos mais profundos, aquela luz que não se apaga e sempre pode ser lembrada.
E você, qual é a sua relação com as comédias românticas? Prefere idealizar um amor perfeito ou o que vale é a fuga da realidade?
Halloween Kills – O Terror Continua ultrapassou a marca de US$100 milhões em tempos pandêmicos, se tornando assim mais um sucesso para a franquia do assassino de máscara branca Michael Myers, agora regido pela Universal Pictures e pela produtora Blumhouse. O longa é o segundo dentro de uma trilogia planejada, continuando os eventos de Halloween (2018) e concluindo seu novo arco no vindouro Halloween Ends, a ser lançado em 2022. Para comemorar o sucesso deste novo capítulo protagonizado pela veterana Jamie Lee Curtis e com envolvimento do criador John Carpenter, já trouxemos uma matéria esmiuçando Halloween II – O Pesadelo Continua, que em 2021 completou 40 anos de lançamento, e agora resolvemos olhar para o “filho bastardo” da franquia, o terceiro longa a estrear nos cinemas em 1982, intitulado Halloween III – Season of the Witch (no Brasil, A Noite das Bruxas).
Dia das Bruxas. Magia e Feitiçaria. Robôs e seres artificiais. Tecnologia. Máscaras amaldiçoadas. Uma companhia diabólica. Capitalismo desenfreado. E nada de adolescentes. Mas cadê Michael Myers, Laurie Strode e o Dr. Loomis, você pergunta? Bem, desculpe te desapontar, mas você está no filme errado. O terceiro Halloween não possui nada disso e agora talvez você entenda um pouco a relação de amor e ódio que todos tem com esta “ovelha negra” da franquia.
A companhia Silver Shamrock cria suas máscaras amaldiçoadas com um misto de tecnologia oitentista e feitiçaria.
Voltando um pouco no tempo para 1978 com o lançamento do primeiro Halloween. O sucesso foi tanto que mesmo a contragosto, o criador John Carpenter foi coagido (leia-se recebeu uma bolada para o trabalho) a tirar da manga uma continuação para a sua história. Ele o fez, mas se certificou que desta vez esta história não pudesse continuar – e para isso eliminava ambos o vilão (Myers) e o herói (Loomis) no desfecho. Novamente, Halloween era um sucesso, com o segundo longa desbancando rivais como Sexta-Feira 13 – Parte 2, lançado no mesmo ano. Assim, os produtores davam novo sinal verde para Carpenter e sua produtora (e companheira na vida real) Debra Hill. A ideia dos realizadores desta vez, no entanto, era promover uma antologia nas telonas, a cada novo exemplar contando uma trama totalmente nova iniciada do zero, tendo em comum apenas a data do dia das bruxas onde seria centrada a narrativa.
Assim era dada a largada para Season of the Witch, algo como “A temporada da Bruxa”, o subtítulo do terceiro Halloween. Uma coisa que precisa ser dita é a coragem de todos os envolvidos em entregar o que queriam e não o que o público esperava – algo inconcebível nos dias de hoje, nos quais é o espectador quem basicamente diz o que quer ver nas telas. Com ideia de Carpenter (assinando o roteiro de forma não credita), o cineasta passava o bastão para o colega Tommy Lee Wallace, que dirige e roteiriza. O terceiro Halloween mudava inclusive de gênero, deixando o slasher adolescente de lado para se tornar um terror sobrenatural, mais nos moldes do que Carpenter havia criado com The Fog – A Bruma Assassina (1980); aqui ao invés de uma história de fantasmas tínhamos um misto de feitiçaria e tecnologia.
Nada de Michael Myers, apenas crianças derretidas no terceiro Halloween (1982).
Inicialmente, porém, o diretor original seria Joe Dante, que havia chamado atenção no ano anterior (1981) com seu filme de lobisomem, Grito de Horror, e claro, iria escrever seu nome para sempre em Hollywood ao assinar o icônico Gremlins (1984), produzido por Steven Spielberg. Segundo uma versão da história de bastidores, foi nesta época que a trama para Halloween IIIsurgiu, com Dante a bordo. Ele teria contatado o renomado Nigel Kneale para escrever o roteiro do longa, aproveitando que o britânico estava vivendo em Hollywood e havia sido contratado para escrever um remake de O Monstro da Lagoa Negra (clássico de 1954), que seria dirigido por John Landis (Um Lobisomem Americano em Londres). O tal projeto não foi para frente, mas Kneale embarcava em Halloween. Teria sido de Dante a vontade por uma nova guinada na franquia, encomendando um roteiro centrado nas raízes da data do dia das bruxas e de seu nome, ou seja, uma história que tinha como pano de fundo a cultura celta.
Um tempo depois, Joe Dante deixava o projeto, e era substituído pelo citado Tommy Lee Wallace. E foi aí que vieram as drásticas mudanças no texto de Nigel Kneale. Segundo o roteirista, o produtor Dino De Laurentiis não entendeu o tipo de humor que ele queria imprimir ao longa e exigiu mudanças que o tornasse mais violento e sombrio. Assim Kneale também deixava o projeto e processava os produtores para que tirassem o seu nome dos créditos.
O sinal para o terror. Um comercial de TV e uma máscara na cabeça de criança se mostrarão uma combinação letal para o dia das bruxas.
Desde a abertura, Halloween IIIse mostra uma ideia diferente e inusitada para os rumos da franquia. Nos dois primeiros longas, os créditos iniciais rodavam enquanto a câmera se aproximava da figura conhecida como Jack O’Lantern, o rosto cravado na abóbora que é o maior símbolo da data – como seu mascote. No segundo filme, de dentro da abóbora brota uma caveira. Neste terceiro, são gráficos de computadores – bem típicos da década de 80 que se revelam ao final uma abóbora virtual. A trilha sonora pulsante foi igualmente criada pelo produtorJohn Carpenter, se mostrando tão icônica quanto as anteriores.
Como citado por Kneale e mantido de seu roteiro, a trama funciona na base do mistério. Essa é uma história enigmática, onde aos poucos recolhemos as pistas e informações até juntar o todo no desfecho. Tudo o que sabemos de início é que um sujeito desesperado está sendo perseguido. Quem espreita não é Michael Myers, mas alguns homens usando terno, donos de comportamentos e movimentos tão frios e calculistas que muito bem poderiam ser Myers sem máscara. Essas figuras assustadoras igualmente são donos de força física descomunal. A vítima é levada ao hospital, onde seu perseguidor o segue e o mata, somente para depois atear fogo no próprio corpo, sentado dentro do carro e se explodir no estacionamento. Quem presencia tudo e estava cuidando do sujeito é o médico Dr. Daniel Challis, papel do veterano Tom Atkins, que havia trabalhado com Carpenter em The Foge Fuga de Nova York.
Halloween III não é um terror adolescente, assim os personagens do filme não são jovens babás, por exemplo. Nosso protagonista é o Dr. Challis, a quem iremos acompanhar nessa espiral de loucura rumo ao seu inferno pessoal. De fato, este longa lembra bastante um outro da carreira de Carpenter: À Beira da Loucura (1994). Em ambos temos um sujeito comum, atravessando sua realidade rotineira rumo a um lugar fantástico e sobrenatural. O protagonista então conhece Ellie (Stacey Nelkin), a filha da vítima inicial, e juntos partem para desvendar o enigma por trás do assassinato de seu pai. As migalhas no chão os levam direto a uma companhia chamada Silver Shamrock, fabricante de máscara para crianças no dia das bruxas, cujos comerciais de TV são exibidos constantemente e possuem um jingle para lá de “chiclete”.
A sede da companhia fica localizada numa pequena cidade norte-americana e no local eles recebem as boas vindas do aparentemente cordial dono da empresa, Conal Cochran, papel de Dan O’Herlihy – mais conhecido pelo papel do “Velho”, o dono de outra companhia dúbia do cinema, a OCP, que os fãs devem conhecer dos primeiros filmes de Robocop (1987 e 1990). Aqui, o personagem de O’Herlihy é ainda mais diabólico e quando deixa cair sua máscara e revela seu plano de vilão de James Bond, podemos sentir toda a insanidade cruel do sujeito. Acontece que as três máscaras vendidas pela empresa (a cabeça de abóbora, uma caveira e uma bruxa), conhecidas como “The Big Halloween Three” (uma alusão nada sutil ao título) são na verdade uma armadilha criada para matar todas as crianças que a usarem no dia das bruxas, sendo ativadas em determinado horário através do insistente jingle do comercial. E como isso funciona, você pergunta? Tudo é ativado por uma rocha roubada do Stonehange, aquele monumento de pedras empilhadas na Inglaterra, que teria um poder místico por trás. Isso é o que vemos nas telas, mas nos bastidores só podemos imaginar que os realizadores fumaram um do bom para tirar algo assim do papel.
Os bonequinhos muito legais do trio de crianças infelizes, com as máscaras da Silver Shamrock.
Fragmentos da rocha são utilizados nas máscaras e unidos a uma tecnologia de chips de computadores. Como dito, o grande mote aqui é a mistura do antigo com o novo, da tecnologia de computadores com a magia e feitiçaria. E o que acontece com as crianças quando o plano nefasto entra em ação? Bem temos uma amostra que o vilão exibe orgulhoso para o protagonista, fazendo a família de um de seus funcionários de cobaia. O pobre menino desfalece no chão e tem sua pequena “cachola” derretida, de onde saem insetos e cobras. Antes, uma infeliz tem o rosto desfigurado e derretido quando acidentalmente em seu quarto de hotel aciona o chip contido na máscara. Halloween III é bem gráfico e por mais que não seja um slasher, exibe muito gore em suas mortes. Além disso, assume o risco pagando para ver no que muitos filmes do gênero se recusam a fazer até hoje: colocar crianças em risco ou fazer delas seu principal alvo, realmente as matando.
Em 2013, o cineasta Tommy Lee Wallace (que em 1990 criaria a minissérie It – Uma Obra-Prima do Medo, baseado em Stephen King) deu uma das melhores respostas acerca desta produção para lá de alucinada. Num evento comemorando a franquia, o moderador o perguntou, já que é também o roteirista, qual a ligação entre Stonehange, a Irlanda, robôs (a explicação dos capangas da empresa Silver Shamrock – todos seres artificiais) e raios laser que derretem a pele e produzem cobras e insetos do corpo humano; a resposta do diretor foi: “é magia, cara”. Perfeito.
Halloween III foi fracasso de crítica, com jornalista Roger Ebert o colocando em sua lista dos “mais odiados”, por exemplo. Os fãs por outro lado ficaram confusos ao perceberem que os personagens que haviam aprendido a adorar não se encontravam em tela. O filme, porém, não foi um fracasso de bilheteria, rendendo US$14.4 milhões num orçamento de US$2.5 milhões. As críticas negativas, no entanto, seriam o suficiente para encerrar a proposta de antologia e fazer Carpenter vender os direitos da franquia, não querendo nada mais com essas histórias. Assim, seis anos depois, os novos produtores tirariam Michael Myers da aposentadoria para Halloween 4 (1988).
Halloween III ressurgiu anos depois como item cult dentro da franquia, angariando cada vez mais adeptos e fãs com o passar dos anos. De fato, muitos o tem como um dos favoritos na franquia. O que podemos dizer é que sem dúvidas é o mais ousado e criativo (depois do original, é claro). Até mesmo dentro da própria mitologia Season of the Witch é homenageado, e em 2018 apareceu como referência no reboot quando crianças usavam as três máscaras famosas do longa. Na sequência Halloween Kills (como podemos conferir no trailer), Michael arruma três de suas vítimas, usando as tais máscaras, num brinquedo de parquinho. O que falta mesmo é a audácia dos produtores em continuarem essa linha narrativa, ou ao menos darem continuidade à proposta abandonada da antologia.
‘Vingadores: Guerra Infinita‘ está sendo vendido como o fim de uma era no Universo da Marvel, prometendo trazer uma grande mudança na estrutura dos próximos filmes.
“Ainda não. Nós amamos a Marvel, tivemos uma ótima experiência com eles e a Disney. Nós amamos os quadrinhos. Nós amamos contar essas histórias. Obviamente, a fusão entre a Disney e a Fox é muito emocionante para nós, fãs dos quadrinhos. Estamos apenas tentando finalizar ‘Vingadores 4’ e, então, você sabe, nós amaríamos trabalhar com esses caras de novo.”
‘Vingadores: Guerra Infinita’ será lançado nos cinemas dia 26 de Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
Em entrevista ao Nerdist, Todd McFarlane, diretor do reboot de ‘Spawn‘, revelou que o novo filme não terá nenhum tom cômico e que será extremamente sombrio, como um filme de terror normal.
“Não haverá diversão… Não haverá nenhum diálogo engraçadinho. Será apenas um filme sombrio e feio com duas horas de duração – basicamente o que muitos filmes de terror/sobrenaturais são.”
Ele continua, “Não haverá nada engraçado no filme. E isso parece ser estranho para as pessoas porque elas estão acostumadas com super-heróis estilo Vingadores o tempo todo.”
Jeremy Rennerirá interpretar Twitch, detetive que é aliado do anti-herói. Assim como foi dito anteriormente, Twitch servirá como personagem central da trama, enquanto Spawn terá uma participação menor.
O longa é dirigido por David Michôd, que coescreve o roteiro ao lado de Joel Edgerton – que também estrela a produção.
Hal (Chalamet), relutante príncipe e herdeiro do trono inglês, virou suas costas para a vida real e agora habita entre o povo. Mas quando seu tirânico pai morre, Hal é coroado o Rei Henrique V e é forçado a abraçar a vida da qual sempre fugiu. Agora, o jovem monarca deve navegar pelas políticas do palácio, pelo caos e pela guerra que seu pai deixou para trás, bem como as amarras emocionais de seu passado – incluindo o relacionamento com seu amigo mais próximo e mentor, John Falstaff (Edgerton).
De acordo com os dados do TV Time, a comédia ‘Eu Nunca…‘ (Never Have I Ever) se tornou a série mais maratonada do catálogo nacional da Netflix essa semana.
A produção criada Mindy Kaling por superou outras séries famosas de comédia, como ‘Friends‘ e ‘Brooklyn Nine-Nine‘, que ficaram em segundo e terceiro lugar, respectivamente.
‘Community‘, que entrou recentemente na plataforma, está na décima posição.
Vale lembrar que o TV Time classifica como maratona quando quatro ou mais episódios de uma determinada série são assistidos dentre de um certo período de tempo.
A série é uma comédia coming-of-age que gira em torno de Devi, uma estudante ansiosa que tem um leve surto e se envolve em situações difíceis enquanto lida com o fato de ser a primeira geração moderna de descendentes de indianos nos Estados Unidos.
Depois de acordar desorientado e assustado em um quarto de hospital, George (Brendan Sexton III) descobre que recebeu um transplante de rosto completo. Após o choque inicial de um rosto desconhecido, George é atormentado por flashbacks vívidos e inexplicáveis. Logo, ele logo recebe alta do hospital sem nenhuma lembrança de sua vida anterior. Sem ninguém a quem recorrer, a não ser uma misteriosa mulher chamada Sophie (Alex Essoe), George deve enfrentar suas visões e um perseguidor mascarado persistente para entender o que está acontecendo antes que seja tarde demais.
O terror será lançado em VOD no dia 16 de fevereiro.
A produção será lançada na plataforma no dia 19 de novembro.
Baseada na webtoon coreana ‘Hell‘, a trama segue a luta pela sobrevivência em meio ao caos quando um grupo de seres sobrenaturais começam a aparecer e a condenar as pessoas para o inferno. Logo, um novo grupo religioso interpreta a aparição deles como a vontade divina.
Além disso, foi anunciado que a produção irá estrear no dia 7 de outubro.
Confira o teaser:
A trama se passa em Rotterdam Home, um hospício para adolescentes com problemas mentais. Um grupo de pacientes começa a se reunir à meia-noite para contar histórias de terror. Logo, eles fazem um pacto para que a pessoa do grupo que morrer primeiro irá contactar os outros do além.
A série será baseada no livro homônimo escrito por Christopher Pike, lançado em 1994, e também deve incorporar outros trabalhos do autor.
A primeira temporada será comandada por Emmanuel Osei-Kuffour (‘Black Box’), Axelle Carolyn (‘A Maldição da Mansão Bly), Viet Nguyen (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Morgan Beggs (‘Once Upon a Time’) e Michael Fimognari (‘Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’).
Trevor Macy serve como produtor executivo da adaptação.
Sucesso! De acordo com o Deadline, a sequência ‘Pânico 6‘ deve surpreender e se tornar a maior estreia da franquia nas bilheterias norte-americanas.
O novo longa deve estrear com sólidos US$ 42 milhões nos EUA – superando o lançamento de ‘Pânico 3‘ (US$34.7M).
Após arrecadar US$ 5.7 milhões nas pré-estreias, a produção soma mais US$ 18.7 milhões nesta sexta-feira, através de 3.675 salas de cinema. Enquanto os analistas indicavam uma estreia em torno de US$ 35-40 milhões, o filme tem registrado uma performance tão forte nos cinemas norte-americanos que deve facilmente superar as projeções.
Vale destacar que o valor arrecado apenas na sexta-feira consegue superar a estreia geral de ‘Pânico 4‘ no país, que havia arrecadado US$ 18.6 milhões em seu primeiro final de semana, em 2011.
‘Pânico VI‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!
O terror acompanhará os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado.
Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack Champion, Liana Liberato, Devyn Nekoda, Josh Segarra e Henry Czerny completam o elenco.
Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.
De acordo com o ComicBook, America Ferrera (‘Barbie’) entrou para o elenco da 3ª temporada da série animada ‘What If…?‘.
A atriz dublará a Agente Morales. Apesar de aparecer brevemente nos quadrinhos, a personagem retratada na série será praticamente “original”.
“Ela é incrível. Estou feliz em ver o destaque que ela ganhou com ‘Barbie’, que foi um dos meus filmes favoritos do ano passado. Foi meu filme de super-herói favorito, porque a Barbie é uma heroína. E a America também. Ela é a melhor. É por isso que ficamos muito animados quando ela aceitou participar de ‘What If…?’,” declarou o produtor executivo AC Bradley sobre a escalação da atriz.
Com 11 críticas publicadas até o momento, aguardada sequência ‘Terrifier 3‘ abriu com impressionantes 91% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral destaca as cenas ultraviolentas, ressaltando o excelente uso de efeitos práticos. Apesar da trama fraca, os críticos sabem exatamente o que os espectadores querem do filme: muitas cenas sangrentas e mortes inventivas!
Separamos os trechos das principais críticas:
“‘Terrifier 3’ continua a tendência da franquia de apresentar uma trama rasa recheada de uma experiência cinematográfica ultraviolenta.” (Slant Magazine)
“‘Terrifier 3’ entrega aos fãs exatamente o que eles querem — mortes ainda mais memoráveis. É um filme mais sombrio e cruel, que alguns podem achar menos lúdico do que o anterior. No entanto, o cenário natalino adiciona um toque fresco e animado à brutalidade.” (Sean Chandler Talks About)
“‘Terrifier 3’ traz uma abundância de efeitos práticos impressionantes, mas sua narrativa é dispersa de maneiras que prejudicam a sequência.” (IGN Movies)
“Art traz sua carnificina ultraviolenta para o feriado natalino, e eu estou totalmente a favor disso! O novo filme consegue apresentar um ótimo equilíbrio entre o tom dos filmes anteriores, enquanto continua a alcançar novos limites de violência. Lauren LaVera brilha como uma Sienna vingativa e desequilibrada!” (Cody Leach)
“‘Terrifier 3’ apresenta algumas mortes satisfatórias e efeitos práticos incríveis, mas com uma duração de mais de duas horas, é improvável que isso satisfaça alguém além dos fãs mais dedicados da franquia.” (FandomWire)
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.
Inspirada em uma história real, a trama acompanha os colonos europeus que buscavam construir seu próprio paraíso na Ilha de Galápagos, em 1929. Em meio a um ambiente hostil e à chegada de novos colonos, o sonho se torna uma grande ilusão, diante da disputa por território, rivalidades e ambições desenfreadas.
Ron Howard (‘O Código Da Vinci’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Noah Pink.
Weaving estrela como Caroline Daniels, cujo desejo de deixar sua pequena cidade no Texas a coloca na órbita de um vigarista carismático (Gallner). Juntos, eles traçam um caminho de crime e paixão pelo sudeste americano.
“Estou animado para trabalhar com a Magnolia Pictures e levar ‘Carolina Caroline’ ao público nos cinemas no ano que vem. Para mim, a química é tudo em um romance — e as atuações de Samara e Kyle são eletrizantes. A onda de crimes deles pelo sul dos Estados Unidos exige ser vista na maior tela possível,” declarou o cineasta.
Kyra Sedgwick (‘Divisão Criminal‘) e Jon Gries (‘The White Lotus’) também estrelam a produção.
Ridley Scott confirmou durante uma entrevista ao Allocine que ‘Alien 5’ realmente não vai acontecer.
O projeto, que estava sob os cuidados de Neill Blomkamp, já apresentava indícios de abandono, principalmente quando o próprio diretor de ‘Elysium’ afirmou ao longo de um bate papo nas redes sociais que a proposta tinha “poucas chances” de acontecer.
Desta vez, é definitivo. Segundo Scott, tudo não passava de uma ideia que contaria com sua participação. E um dos pontos decisivos para o encerramento do projeto foi o retorno do cineasta à franquia, que pretende preparar mais três prequels e está prestes a lançar ‘Alien: Covenant’.
“Eu não acho que acontecerá, então não. Nunca houve um roteiro. Era uma ideia que foi evoluindo, creio que uma proposta de 10 páginas. E eu seria o produtor, mas não progrediu”.
Scott também disse que o martelo final foi batido pela própria 20th Century Fox:
“Fox decidiu que não queria fazê-lo, então foi isso”.
O tradicional crossoverArrowverse ainda nem teve sua última parte exibida e o especial de fim de ano de 2019 já está sendo planejado.
Segundo o astro Stephen Amell, intérprete do Arqueiro Verde, o crossover do ano seguinte será ‘Crisis on Infinite Earths’, baseado nos quadrinhos homônimos. A revelação ainda veio acompanhada da primeira imagem.
Confira:
Escrito por Marv Wolfman, ‘Crisis on Infinite Earths’ é uma série de quadrinhos de 12 partes, lançada em abril de 1985 e que perdurou até março de 1986.
A terceira (e última) parte do crossover Arrowverse, intitulado Elseworlds, ganhou trailer.
Confira:
Na sinopse oficial, “Supergirl, Flash, Arqueiro Verde e Superman enfrentam a batalha de suas vidas.”
Um dos personagens mais populares de ‘Star Wars’, o sábio Yoda é uma peculiar criatura que tem sido parte fundamental da Saga Skywalker, embora não apareça em nenhum momento no capítulo final, intitulado ‘A Ascensão Skywalker‘.
E em 2012, o artista conceitual italiano Andrea Eusebi criou uma versão bem antropomórfica do personagem, tirando sua pele verde e lhe atribuindo feições ainda mais humanas.
Anos depois, um usuário do Twitter conseguiu encontrar o desenho, compartilhando a bizarra versão na rede social.
A adaptação dos quadrinhos Archie Comics, intitulada ‘Josie e as Gatinhas‘, chegou aos cinemas em 2001 e fracassou amargamente nas bilheterias, faturando meros US$14 milhões, a partir de um orçamento de pouco mais de US$ 39 milhões. Mas gradativamente, o longa se tornou um dos favoritos da geração millennial.
E a atriz Tara Reid está disposta a retornar para uma possível sequência da produção. A informação foi compartilhada por ela mesma durante uma recente entrevista. Na ocasião, ela ainda comentou o quanto ama sua personagem em ‘Josie e as Gatinhas‘, que emana uma inocência e simplicidade:
“Esse filme talvez seja um dos maiores cults já feitos. Melody era a minha personagem favorita e seria incrível se eu pudesse interpretá-la novamente”.
Confira o trecho da entrevista em que ela revela seu interesse na sequência:
Josie e as Gatinhas (Josie and the Pussycats) é uma comédia musical lançada pela Universal Pictures e pela Metro-Goldwyn-Mayer.
Dirigida e co-escrita por Harry Elfont e Deborah Kaplan, o filme é livremente baseado nas personagens homônimas das histórias em quadrinhos e desenhos animados da Hanna-Barbera.
O show beneficente ‘Kanye com Convidado Especial Drake em Show Ao Vivo‘ já está disponível na Amazon Prime Video. O especial teve a sua estreia recentemente na grade de programação.
Assista ao ícone musical e cultural, Kanye, em seu primeiro show como atração principal em cinco anos, com o convidado especial Drake, ao vivo do Los Angeles Memorial Coliseum. O concerto beneficente é dedicado para aumentar a conscientização sobre a necessidade de reformar o sistema prisional norte-americano, além de apoiar os defensores da comunidade.
‘F.A.S.T.‘, novo filme escrito por Taylor Sheridan, acaba de ganhar reforços de peso no elenco.
Sam Claflin (Jogos Vorazes),LaKeith Stanfield (Judas e o Messias Negro), Jason Clarke (O Primeiro Homem) e Trevante Rhodes (Moonlight) são as novas adições ao elenco. Eles se juntam aos previamente anunciados Brandon Sklenar (1923) e JulianaCanfield.
O quarteto recém-anunciado dará vida a agentes da agência antidrogas e antigos colegas do protagonista na Delta Force.
Na trama, Sklenar interpretará um ex-comando das forças especiais recrutado pela DEA para liderar uma operação clandestina contra traficantes de drogas protegidos pela CIA. O filme marca a reunião entre o ator e Sheridan após a bem-sucedida colaboração na série ‘1923‘, do Paramount+.
Com previsão de estreia para 23 de abril de 2027, ‘F.A.S.T.‘ terá direção de Ben Richardson — também egresso do universo ‘Yellowstone‘ — que fará sua estreia como diretor de longa-metragem. Richardson atuou anteriormente como diretor de fotografia em várias produções de Sheridan.
O roteiro foi encomendado pela Warner Bros. antes do atual contrato exclusivo de Sheridan com a Paramount. O estúdio concedeu uma exceção para que o criador pudesse atuar no projeto dentro de uma janela específica permitida pelo acordo.
Entre os produtores estão David Heyman e Jeffrey Clifford, da Heyday Films (‘Harry Potter’, ‘Era Uma Vez em… Hollywood‘), com Sheridan e Jenny Wood, da Bosque Ranch Productions, em negociação para também produzirem.
O presidente de produção da Warner Bros., Jesse Ehrman, e o vice-presidente executivo Kevin McCormick supervisionam o projeto.
Taylor Sheridan se consolidou como um dos nomes mais influentes do entretenimento nos últimos anos, com créditos como ‘Sicario‘, ‘A Qualquer Custo‘ (Hell or High Water) e ‘Terra Selvagem‘ (Wind River), além de um império televisivo que inclui ‘Yellowstone‘, ‘1883‘, ‘Mayor of Kingstown‘, ‘TulsaKing‘, ‘Lioness‘, ‘Landman‘ e ‘1923‘. Entre seus próximos projetos está o neo-western ‘The Madison‘, com Michelle Pfeiffer.
De primeiro, O’Brien disse não conhecer muito do personagem da DC, até que um de seus colegas de elenco, Dexter Darden, explicou um pouco do personagem e como o ator se encaixaria bem no papel.
“Cara, Dylan seria uma escolha perfeita. O que acontece é que, Batman acaba envelhecendo em Gotham e Robin cresce com seus recursos, mas um pouco mais durão do que era antes. A idade do Asa Noturna é entre 25 e 30 anos, e ele tem essa roupa azul irada. Azul e preta, e ele é demais!”
Assista alguns clipes e trailers do final da trilogia:
O 3º e último filme mostrará Thomas embarcando em uma missão para encontrar uma cura para uma doença mortal conhecida como “Fulgor”. Goggins irá interpretar Lawrence, um personagem perigoso que é parte revolucionário, parte anarquista.
Após anos engavetado, ‘Sherlock Holmes 3‘ finalmente foi confirmado e recebeu sua data de estreia.
O projeto está em estágio avançado de produção e a Warner já procura locações para as gravações. De acordo com o Omega Underground, parte da produção deve acontecer no Marrocos, além de Londres. Porém, ainda não há data para início das filmagens, já que o diretor Guy Ritchie está comprometido em concluir ‘Aladdin’, para a Disney.
O lançamento está agendado para 25 de dezembro de 2020, apenas uma semana após o lançamento de ‘Avatar 2‘ nos cinemas.
A mais nova série do Marvel Studios chega ao Disney+ nesta quarta-feira (9) com a promessa de dar uma nova abordagem ao Deus da Trapaça, Loki. A trama se passa momentos depois do vilão conseguir escapar de Nova York com oTesseract, conforme visto em Vingadores: Ultimato (2019). Porém, em sua fuga inesperada, ele acaba sendo interceptado pela TVA, uma organização responsável por manter as linhas do tempo funcionando perfeitamente. Preso pela organização, Loki precisará trabalhar para eles se quiser conseguir sua liberdade de volta. Para isso, ele vai viajar por diversas realidades diferentes corrigindo todas as falhas que estão acontecendo no momento escolhido. É a partir dessa premissa que a série vai se desenvolver ao longo de seis episódios. E como estamos muito ansiosos pela aventura solo do Deus da Trapaça, separamos o que queremos ver na nova produção doMCU. Confira!
Lokis
Nos quadrinhos, o Deus da Trapaça já apareceu em diversas versões, incluindo a Lady Loki e o Kid Loki. Como a premissa da série é ser uma grande viagem pelo Multiverso, seria um grande desperdício não colocar o Loki de frente a si mesmo, mas em versões alternativas. Não apenas isso, seria interessantíssimo ver essas diferentes facetas de um mesmo personagem tentando enganar sua contraparte de outra realidade. Além dessas versões do vilão, precisamos vê-lo “descer do salto” para agir como um agente, em vez do poço de arrogância que nos foi mostrado nos últimos anos.
Multiverso
Como alguns devem se lembrar, em 2019, o CEO do Marvel Studios, Kevin Feige, disse à Bloomberg que a série do Loki influenciaria no filme Doutor Estranho: No Multiverso da Loucura, cuja estreia está prevista para março de 2022. Porém, como Sam Raimi assumiu o lugar de Scott Derrickson na direção e parte criativa, é bem provável que ele tenha reescrito muitas coisas, então pode ser que essa “influência” tenha diminuído ou aumentado. Fato é que o principal assunto da segunda aventura do Mago Supremo terá como pano de fundo o Multiverso, algo que será indubitavelmente explorado na série do Loki. Afinal, se o Multiverso está uma loucura, alguém deu o empurrão que deixou ele essa bagunça. Além disso, ter um personagem conhecido por sua lábia e mentiras viajando por diferentes parte do Multiverso abre margem para diversas oportunidades únicas a serem exploradas.
Novos personagens
A princípio, o grande novo personagem trazido para a série é Mobius M. Mobius (Owen Wilson), um dos supervisores da TVA, que monitora e analisa as variações temporais da agência. Nos quadrinhos, ele ficou famoso por perseguir o Quarteto Fantástico inúmeras vezes, dadas as bagunças temporais causadas pelo grupo. Entretanto, na série, ele parece ser um pouco mais carismático que sua contraparte das HQs e deve criar um tipo de relacionamento interessante de ser visto com o Loki. Da mesma forma, temos uma personagem inédita, que foi criada exclusivamente para a série. É a Caçadora B-15 (Wunmi Mosaku), que é membro de um tipo de “tropa de elite” da TVA e deve seguir o Deus da Trapaça pelo Multiverso, como uma Companion de Doctor Who, mas com permissão de descer a porrada no protagonista caso ele extrapole o que é permitido.
Outras épocas
A imagem utilizada para anunciar a série trouxe Loki nos anos 1970.
No primeiro trailer da série, deu para ver que o Loki vai viajar para diversas épocas diferentes. Desde os anos 1970 até acontecimentos históricos antigos da Roma Antiga. Bem, ao menos é o que parece. Com essa possibilidade de ver qualquer época sendo representada nas telas, que a direção explore isso ao máximo. Além disso, essa característica de viajar a qualquer época abre as portas para a introdução deKang, o Conquistador (Jonathan Majors), que já foi escalado para ser o vilão de Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, programado para estrear em 2023. Sem contar que a raça de Kang está diretamente ligada à TVA.
Ok, talvez isso aqui não seja um desejo geral, mas seria realmente incrível se a série não resolvesse apenas ignorar os Vingadores da linha do tempo alternativa de 2012 de onde esse Loki fugiu. Quer dizer, o público sabe o que aconteceu com os Heróis Mais Poderosos da Terra na realidade em que o Loki foi preso e levado para Asgard. No entanto, como seria caso ele tivesse fugido? Os super-heróis perseguiriam ele por aí? A Shield concentraria esforços para encontrá-lo e acabaria chegando à TVA? Isso é uma oportunidade tão única de trabalhar bem o conceito de Multiverso que seria bem decepcionante caso não explorassem mais os efeitos dessa realidade. Fora isso, os Vingadores da realidade que conhecemos fizeram uma verdadeira bagunça nas linhas do tempo com seu “Assalto no Tempo”, de Ultimato. Eles foram abordados ou punidos pela agência? Se não, por que a TVA não foi atrás deles?
Ansiosos?
Loki estreia nesta quarta-feira (9), no Disney+, e terá um novo episódio lançado toda semana.
Queridinho no coração de muitos jovens adultos no mundo inteiro, ‘A Viagem de Chihiro’ completa este ano 20 anos de seu lançamento. Abrir o novo milênio com a aventura melancólica-poética da pequena Chihiro – que precisa salvar os pais que se transformaram em porcos e torná-los humanos novamente – colocou o diretor Hayao Miyazaki e os Studio Ghibli no radar do mundo, e os tornou, até hoje, uma enorme referência na produção artística mundial. Para celebrar as duas décadas desta bela animação, criamos uma listinha de 10 curiosidades sobre este filme.
10 – Maior bilheteria do mundo
Por quase 20 anos, ‘A Viagem de Chihiro’ se manteve como o anime de maior bilheteria no mundo inteiro. Isso porque a história encantou não apenas o oriente, mas também o ocidente, se tornando um dos filmes preferidos de muitos jovens e adultos. O longa foi superado uns anos atrás pelo anime ‘Your Name’ e, recentemente, por ‘Demon Slayer – Mugen Train: O Filme’.
Criado pelo animador, roteirista e diretor japonês Hayao Miyazaki, ‘A Viagem de Chihiro’ foi lançado quando Miyazaki tinha 60 anos. O longa se tornou a produção mais famosa dosStudio Ghibli, empresa de animação co-fundada pelo diretor. Miyazaki completou 80 anos este ano e ainda é, hoje, um dos principais nomes da animação mundial.
8 – Rio poluído
Em determinado ponto do longa, Chihiro observa um rio poluído sendo limpo – rio no qual vivia um espírito. Esta cena, tão fundamental na produção, foi inspirada na vida de seu criador, Miyazaki, que também colaborou na despoluição de um rio na cidade em que vivia e realmente encontrou uma bicicleta, que precisou ser retirada com a ajuda de uma corda.
7 – Faz tudo
Hayao Miyazaki simplesmente desenhou, escreveu, produziu e dirigiu ‘A Viagem de Chihiro’. Além disso, também supervisionou todas as etapas de criação de arte, de modo que todas as cenas do longa têm sua assinatura.
6 – Turismo cinematográfico
Na cidade de Jioufen, numa área montanhosa e colorida ao nordeste de Taiwan, é possível visitar as ruas dos espíritos, pois várias paisagens da animação foram reproduzidas por lá, inclusive a casa de banho e a casa de chá. Além disso, desde 2019 o Parque dos Studio Ghibli está sendo construído em 200 hectares na cidade de Nagakute, no Japão, e inclui toda uma área dedicada à ‘A Viagem de Chihiro’. A previsão de abertura ao público é em 2022.
Como parte das celebrações para a maioridade de ‘A Viagem de Chihiro’, a primeira adaptação em live-action da animação está atualmente em produção no Japão. A proposta é elaborar uma peça teatral para entrar em cartaz no circuito japonês, e já tem até elenco escolhido: Mone Kamishiraishi e Kanna Hashimoto.
4 – Baseado em personagem real
A ideia de ‘A Viagem de Chihiro’ veio à Miyazaki durante uma viagem de férias, no início de sua aposentadoria. Ao observar a filha de dez anos de um amigo, o diretor japonês percebeu que não havia muitos filmes ou animes voltados para essa faixa etária que trouxessem aprofundamento no pensar infantojuvenil. Foi aí que ele pensou em elaborar uma história protagonizada por uma menina de dez anos e que apresentasse todos os desafios para esta jovem se tornar uma heroína.
3 – História sem fim
O animador Hayao Miyazaki já declarou que quando começou a produzir ‘A Viagem de Chihiro’ ele não sabia como iria terminar. Na verdade, sua técnica de criação tem a ver com fluxo criativo: sente que a animação tem vontade própria e ele apenas segue o que os personagens lhe dizem para fazer.
Para coroar a trajetória de sucesso de ‘A Viagem de Chihiro’, a produção japonesa foi indicada ao Oscar naquele ano e se tornou a primeira animação em língua não-inglesa a vencer a estatueta de ouro nesta categoria. Apesar de quebrar esse recorde, o diretor Hayao Miyazaki não compareceu à cerimônia, em protesto à guerra que os EUA impôs ao Iraque naquele mesmo ano de 2001.
1 – Maior público do mundo
Pode ser que ‘A Viagem de Chihiro’ tenha perdido o posto de anime de maior bilheteria porque vinte anos se passaram e, bom, os ingressos de cinema hoje em dia está mais caro do que há 20 anos. Porém, uma vez que a animação está disponível para assistir na Netflix em dezenas de países, provavelmente se pegássemos os números de acessos do longa na plataforma e somássemos com o público de 2001, é bem capaz de ‘A Viagem de Chihiro’ se tornar o anime de maior público do mundo.
A Netflixdivulgou confirmou via Discussing Film que ‘The Umbrella Academy‘ já foi renovada para um 2ª temporada que deve estrear somente em 2020. Mais detalhes não foram divulgados.
Recentemente, a série conquistou o posto de mais assistida da plataforma, vencendo ‘Stranger Things‘.
A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.
Segundo a Variety, Adam Wingard foi contratado para dirigir e produzir a nova série da Amazon Studios, ‘O Enigma do Horizonte’.
O show, intitulado originalmente ‘Event Horizon’, é baseado no filme sci-fi homônimo de 1997 que gira em torno de uma nave espacial que desaparece em um buraco negro criado acidentalmente durante um experimento. Uma equipe de resgate é enviada para explorar o que aconteceu até que a nave misteriosamente reaparece, apenas para descobrir que se tornou lar de uma perigosa criatura.
‘O Enigma do Horizonte’ tornou-se um fracasso tanto de crítica quanto de pública, recebendo comentários negativos quanto à história. Além disso, arrecadou 26,7 milhões de dólares, não chegando nem a cobrir metade de seu orçamento. Acredita-se que o motivo disso foi que a Paramount, responsável pela obra, resolveu canalizar seus esforços para o lançamento do épico dramático ‘Titanic’, obrigando Anderson a lançar o filme mais cedo do que o previsto.
Wingard, responsável pelo reboot da história, ganhou aclame por seu thriller ‘Você É o Próximo’, além de ter dirigido ‘O Hóspede’ e o remake-continuação ‘Bruxa de Blair’. Seus próximos projetos incluem a série em questão e o vindouro cross-over‘Godzilla vs. Kong’, que tem lançamento marcado para 2020.
‘Maria e João: O Conto das Bruxas’ prometia ser uma das grandes surpresas do ano, mas parece ter dividido a crítica internacional.
O longa abriu com 59% de aprovação no site Rotten Tomatoes, com nota 6.21/10 baseada em 61 reviewsaté o momento. O consenso geral diz que, apesar do “visual satisfatoriamente rico, a adaptação do clássico conto de fadas se perde um pouco na floresta”.
Confira algumas das críticas abaixo:
“[O filme] tem ‘cult’ escrito em sua testa […] e o público que resolver assistir a essa narrativa nada usual ficarão felizes por uma aventura tão bonita, assustadora e inteligente” – The Wrap.
“Enquanto [Perkins] oferece um banquete estonteante para os olhos, a substância deve deixar o público ainda com fome” – Los Angeles Times.
“‘Maria e João’ tem uma história decente com um elenco ótimo, mas uma atmosfera incessantemente obscura o torna complicado de assistir” – Cultured Vultures.
“Este é um terror jovem-adulto em seu melhor” – Austin Chronicle.
“O filme começa com uma sensação de agonia que não se dissipa até depois de você deiar o cinema” – Cinema76.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de fevereiro.
Desta vez, as migalhas nos guiarão por um caminho muito mais sombrio e perturbador. Durante um período de escassez, Maria (Sophia Lillis) e seu irmão mais novo, João (Sammy Leakey), saem de casa e partem para a floresta em busca de comida e sobrevivência. É quando encontram uma senhora (Alice Krige), cujas intenções podem não ser tão inocentes quanto parecem, que eles descobrem que nem todo conto de fadas tem final feliz.
Um terceiro filme da franquia ‘Homem-Formiga’ estava rodeando o cronograma de projetos da Marvel Studios e, agora, parece que o próximo capítulo da aventura deve sair do papel em breve.
Segundo o podcast Murphy’s Multiverse, que normalmente acerta diversos rumores sobre a companhia, o longa-metragem que marcará o retorno de Peyton Reed para as telonas deve começar a ser rodado no ano que vem, com estreia prevista para 2022 ou 2023.
Confira:
“Eu inicialmente fiquei pensando se deveria ou não compartilhar essa informação, dito a incerteza de várias produções, principalmente nos Estados Unidos; entretanto, compartilhá-la deve sanar dúvidas e confusões, então aqui vai: ‘Homem-Formiga 3’ foi reagendado para ter a produção iniciada em junho de 2021, am Atlanta”.
Segundo o THR, Jeff Loveness foi contratado para escrever ‘Homem-Formiga 3‘. Ele é conhecido por roteirizar episódios das séries de comédia ‘Rick e Morty‘ e ‘Miracle Workers‘.
Além disso, a Marvel confirmou o retorno do ator Michael Douglas.
Paul Rudd voltará a interpretar Scott Lang / Homem-Formiga. Evangeline Lilly ainda não foi confirmada, mas é provável que a atriz retorne como Hope Van Dyne/Vespa.
A atriz Michelle Pfeifer também comentou sobre a possibilidade de um novo filme da saga ser produzido e afirmou que adoraria retornar para o papel da Vespa.
Talvez uma das franquias mais insanas e conhecidas de todos os tempos seja, sem dúvida alguma, ‘Todo Mundo em Pânico’.
A paródia slasher foi lançada há exatos vinte anos nos cinemas norte-americanos e, desde então, ganhou três sequências e um reboot estrelado por Ashley Tisdale. É claro que todos sabem que a saga criada pelos irmãos Shawn e Marlon Wayans é ruim – mas continua sendo nosso “prazer culposo” até hoje pelo roteiro bizarro e por cenas ridículas que refletem o nível de irreverência dos longas-metragens.
A iteração de estreia (assim como as consecutivas) foi massacrada pela crítica, mas tornou-se um sucesso de bilheteria, arrecadando quase US$280 milhões a partir de um orçamento de US$19 milhões. E, para celebrar o vigésimo aniversário do filme, separamos dez curiosidades tanto da produção quanto de seus bastidores.
Jamie Lee Curtis é uma das scream queens originais e, seguindo os passos da mãe, Janet Leigh, veio a estrelar a icônica franquia ‘Halloween’. Em ‘Todo Mundo em Pânico, a atriz faria uma breve aparição como uma das vítimas: ela seria encontrada por Cindy (Anna Faris), escondida em um armário, enquanto o assassino subia as escadas para matá-las.
O vencedor do Oscar Jared Leto foi contatado pela direção de elenco do filme e, a ele, foi oferecido o papel de Bobby (que eventualmente foi para Jon Abrahams). Ele recusou a oferta para participar de ‘Réquiem para um Sonho’, que também foi estrelado por Marlon Wayans.
NOMES DOS PERSONAGENS SÃO HOMENAGENS AO TERROR
‘Todo Mundo em Pânico’ é uma paródia de diversos filmes clássicos do gênero de terror – e até mesmo os nomes de seus personagens não foram colocados ao acaso. Cindy Campbell e Drew Decker fazem alusão a Neve Campbelle a Drew Barrymore, respectivamente, atrizes da saga ‘Pânico’; Buffy Gilmore tem relação com a adorada série teen‘Buffy – A Caça-Vampiros’; Bobby Prinze é homenagem a Freddie Prinze Jr., um dos atores principais de ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’.
‘Pânico’ tornou-se um sucesso de bilheteria e de crítica, colocando o nome de Wes Craven mais uma vez nos holofotes. Entretanto, o filme originalmente se chamaria ‘Scary Movie’, sendo mudado com o passar do tempo – e sendo reaproveitado para ‘Todo Mundo em Pânico’ (cujo título em inglês é o supracitado).
O ROTEIRO É, NA VERDADE, UMA COMBINAÇÃO DE OUTROS DOIS
Jenny McCarthy e Britney Spears foram contatadas para participar do longa-metragem como Drew Decker. As duas recusaram a oferta, mas McCarthy apareceria em ‘Todo Mundo em Pânico 3’. Eventualmente, o breve papel foi para Carmen Electra.
SUCESSO INESPERADO
O sucesso do primeiro filme veio sem quaisquer precedentes, o que culminou em várias continuações. Entretanto, o pôster da primeira iteração dizia “sem sequências”; para “corrigir o erro”, a equipe criativa e publicitária do filme riscou a frase em questão e escreveu “nós mentimos” para ‘Todo Mundo em Pânico 2’.
ENCONTRO DE DOIS MUNDOS
Apesar de oito longas-metragens terem servido de inspiração para a paródia, uma breve “homenagem” foi feita a outra icônica franquia que teve início alguns meses antes: ‘Premonição’. A cena em questão é a última, em que Cindy é atropelada por um carro depois de descobrir que Doofy (Dave Sheridan) é o assassino.
ANNA FARIS NÃO FOI A PRIMEIRA ESCOLHA PARA VIVER CINDY
Anna Faris ganhou o mundo ao interpretar Cindy Campbell não apenas uma, mas sim quatro vezes. Todavia, as coisas poderiam ter seguido um caminho diferente. Afinal, os produtores de ‘Todo Mundo em Pânico’ tinham Alicia Silverstone em mente para viver a protagonista – mas a atriz recusou o papel devido a conflitos de agenda.
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