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5 ÓTIMOS filmes para assistir em um primeiro encontro

Quem nunca marcou um primeiro encontro com alguém que está gostando para assistir a um filme em uma sala de cinema ou até mesmo no conforto de alguma casa? Ao longo do tempo, as salas de cinema de todo o mundo já foram palcos de diversas manifestações de amor, pedidos de casamento e momentos inesquecíveis ligados a toda força desse lindo sentimento. Mas como um filme pode ser um encaixe perfeito para um início de relacionamento?

Pensando em projetos que de alguma forma mostram de maneira muito intensa e carismática a questão do sentimento, do amor, da paixão (fatores que fazem refletir quando pensamos num outro alguém), eis abaixo uma lista com cinco ótimos filmes para você assistir em um primeiro encontro:

 

A Vida dos Peixes

Em A Vida dos Peixes, a simplicidade que sempre devemos levar em consideração em qualquer produção de orçamento baixo, é o pontapé inicial positivo desse trivial/genial longa-metragem. Pegaram poucos recursos (até mesmo locações, só tem uma) mas com muita mão-de-obra qualificada (sim, artistas fantásticos) e colocaram no liquidificador, deu certo.

A trama, fala basicamente sobre um reencontro de dois eternos namorados, em uma festa rodeada de passado e indefinição sobre o futuro. O filme não toma tendências, o que é ótimo, os atores possuem uma harmonia comparável, sem dúvidas, a Julie Delpy e Ethan Hawke (Antes do Amanhecer) e ao casal de Once (aqueles que não sabemos os nomes dos personagens até hoje). Matías Bize (que dirigiu o intenso Na Cama) é o comandante desse grande filme. O diretor enriquece a fita com detalhes e ótima movimentação da sua inteligente câmera. No elenco dois atores que se completam muito bem em cena: Santiago Cabrera e Blanca Lewin dão vida aos personagens que comovem o público com suas incertezas e desejos evidentes um pelo outro.

A trilha sonora é uma crítica à parte. Algo maravilhoso, preenche cada lacuna daquele especial momento na vida dos corações apaixonados. Créditos para Diego Fontecilla que assina essa obra de arte musical.

 

Latitudes

Hoje, eu acordei pensando em você. Quem nunca teve uma grande paixão, um grande amor? Em singelos 82 minutos de fita, o trabalho do diretor Felipe Braga, Latitudes, fala sobre o amor, sua ilusões e desilusões. Com locações que variam entre Paris, Londres, Veneza, São Paulo, Porto e Istambul, esse longa-metragem tinha tudo para dar errado, principalmente pela forma como a montagem foi feita, mas acaba encontrando seu porto seguro nas convincentes interpretações dos dois únicos artistas em cena, Alice Braga e Daniel de Oliveira.

Na trama, acompanhamos uma história de amor pingado entre uma bem sucedida editora de moda chamada Olívia (Alice Braga) que viaja o planeta por conta de sua profissão e do renomado e requisitado fotógrafo José (Daniel de Oliveira). Cada um deles tem suas vidas pessoais as sempre que se encontram o clima de paixão e amor toma conta, tornando-os pessoas extremamente vulneráveis. Essa duas almas, que não estavam nos planos um do outro a cada novo encontro precisam por fim definir essa conturbada e intensa situação romântica.

Latitudes é um filme que fala a língua do amor. Quem nunca sofreu por antecedência? Quem nunca teve dúvidas sobre um relacionamento? Quem nunca teve medo de arriscar e se jogar num grande amor? Histórias de amor também duram 82 minutos. Viver é se arriscar. Afinal, um dia lindo em Paris é algo imperdível.

 

Como Não Perder essa Mulher

Após o ano de 2012, com pelo menos três ótimos filmes no currículo, o artista californiano Joseph Gordon-Levitt resolve ingressar na carreira de diretor apresentando o interessante drama Como Não Perder essa Mulher. O roteiro fala com maturidade sobre a vida sexual. O longa-metragem, estimado em U$$ 6 Milhões, conta com as presenças marcantes de Julianne Moore e da musa Scarlett Johansson, ambas super divertidas em seus respectivos papéis.

A comédia cult acompanha Jon (Joseph Gordon-Levitt), um clássico Don Juan dos dias de hoje que vive intensamente sua juventude. Levando uma vida sem relacionamentos sérios, consegue encontrar felicidade em simples movimentos noturnos cotidianos. Um dia, em mais uma dessas noites regadas a bebidas e mulheres, conhece Barbara (Scarlett Johansson), nascendo deste encontro uma paixão avassaladora. Após os enormes conflitos que atrapalham esse relacionamento, Jon conhece Esther (Julianne Moore) e a maturidade e os simples prazeres da vida são vistos de outra forma por esse curioso personagem.

 

Sing Street

O amor é a força mais abstrata, e também a mais potente que há no mundo. Escrito e dirigido pelo ótimo roteirista e diretor irlandês John Carney (dos excelentes Apenas Uma Vez e Mesmo Se Nada Der Certo) essa maravilhosa ‘dramédia’ com pitadas generosas de musical é um grande achado europeu em meio a tantos lançamentos mensais que entram e saem no circuito e infelizmente, em muitos casos, não conseguem ser vistos pelo público. Com um elenco desconhecido e um poderoso roteiro, Sing Street conquista o coração de nós cinéfilos em poucos minutos e vamos torcendo para o filme nunca acabar.

Na trama, passada em uma Dublin em meados dos anos 80, conhecemos Conor (Ferdia Walsh-Peelo) um adolescente que se muda para uma nova escola onde começa a sofrer bullying. Em meio a uma tentativa de ser forte em relação a essa situação, se apaixona perdidamente por uma jovem mais velha e para conquistar seu coração, resolve criar uma banda com alguns amigos, que conhece na nova escola, e assim uma linda história de amor surge.

As canções, talvez o ápice do longa-metragem, são sensacionais. Dá vontade de levantar da cadeira/sofá e começar a dançar. Acredito que os próprios atores sentiram isso, a transformação do protagonista é genial, antes um jovem nerd solitário se torna mais pra frente um líder de uma banda super eclética que acredita no amor e nos sentimentos desde cedo. Um fato para abrilhantar mais ainda essa produção, Carney se inspirou na história de sua vida e ainda teve a colaboração mais que especial do vocalista Bono, da banda U2.

 

Não Olhe para Trás

Não somos responsáveis pelas emoções, mas sim do que fazemos com elas. Em seu primeiro longa-metragem como diretor, o roteirista e produtor norte-americano Dan Fogelman logo de cara tem a difícil missão de dirigir, talvez, o maior ator de cinema em atividade, Al Pacino. Contando a história, baseada em alguns trechos numa história real, de um decadente músico que vê sua vida mudar de rotina quando resolve acertar suas contas com o passado, Não Olhe para Trás mais uma vez mostra todo o talento e carisma de Pacino embasado em um roteiro bem sincero e que transpira verdade. Quem ganha somos nós cinéfilos, por termos a honra de sermos do mesmo tempo de um dos grandes artistas de toda a história da indústria cinematográfica mundial.

Na trama, conhecemos o famoso cantor Danny Collins (Al Pacino), um homem que vive de fama, whisky, shows e drogas faz 40 anos.  Sem lançar um novo sucesso por bastante tempo e sem ter muitas esperanças em seu futuro, após receber de presente uma carta que John Lennon escreveu para ele anos atrás e que ele não sabia, resolve embarcar em uma jornada comovente buscando resolver positivamente seu relacionamento com seu único filho Tom Donnelly (Bobby Cannavale). Nessa jornada, acaba reencontrando sentimentos que estavam perdidos em seu cotidiano, um deles, quem provoca é a gerente de hotel Mary Sinclair (Annette Bening), por quem Danny criará sentimentos fortes.

A honestidade com quem é executada essa bela história é um dos fatores mais preponderantes para o sucesso da trama. Fora o carisma de outro planeta de Pacino, Benning e Cia, a direção de Fogelman, extremamente cuidadosa e detalhista, também nos levam para dentro do que acontece nas cenas. Os diálogos são bastante emotivos durante boa parte do filme, o roteiro visa o amor como forma de perdão e como forma de auto descobertas. Questões são expostas e respostas ficam em aberto, trazendo cada vez mais o público para próximo de uma realidade totalmente possível.

Crítica | Ilha de Segredos – Suspense alemão da Netflix prende a atenção do espectador

Boa parte do grande público brasileiro se acostumou a assistir a filmes produzidos pelo cinema estadunidense, com seu estilo mirabolante de contar histórias calcadas em efeitos especiais. E tudo bem. Mas, é interessante dar uma oportunidade ao cinema produzido por outros países, pois de vez em quando você pode topar em bons filmes como ‘Ilha de Segredos’, suspense alemão que acaba de chegar à Netflix e anda fazendo bastante sucesso.

Já na primeira cena somos surpreendidos por uma velha senhora numa praia vazia, observando o mar com binóculos. Do nada, surge um cachorro raivoso que a persegue e a mata. Quatro meses após o funeral, os pais de Jonas estão dirigindo quando são surpreendidos por um outro carro na contramão, e, após baterem, acabam falecendo. Então, passamos a acompanhar a vida de Jonas (Philip Froissant), um adolescente que em poucos meses se tornou órfão, perdeu a avó e passa a morar com o avô, com quem mal tem contato. Para uma ilha com poucos habitantes, os últimos acontecimentos são considerados trágicos, porém vistos como eventos isolados. Jonas tenta seguir sua vida normalmente, ocultando os sentimentos por sua colega, Nina (Mercedes Müller), mas quando uma nova professora, Helena Jung (Alice Dwyer) chega na escola, o frágil relacionamento dos dois fica abalado.

Ilha de Segredos’ arrebata o espectador nos primeiros dez minutos de longa, com uma sequência de eventos que imediatamente faz a gente se questionar o que está acontecendo e como esses acontecimentos estão relacionados. Porém, passado esse momento inicial, o longa se acalma, e o roteiro de Miguel Alexandre e Lisa Carline Hofer dá uma sossegada, transitando rapidamente do suspense para o drama enquanto aguardamos o encaixar das peças. Ainda assim, não é algo que prejudique o longa, mas sim funcionando como uma colocada de pé no freio para segurar um pouco o ritmo da produção, para a gente ir curtindo aos poucos.

Por outro lado, é esse ajuste de elementos que prende a atenção em ‘Ilha de Segredos’. À medida em que o suspense vai se desenrolando, rapidamente descobrimos quem está por trás de tudo, restando-nos apenas descobrir qual motivo louco teria impulsionado tudo isso. Essa estratégia aproxima o espectador do protagonista, que igualmente não sabe de nada e só vai descobrir tudo no fim. Embora já na reta final o longa de Miguel Alexandre dê uma forçada braba na liberdade dos acontecimentos (fazendo com que a gente dedique uma dose extra de credibilidade), o que é mais interessante é a construção da trama, que vai a banho maria conduzindo o espectador até sua derradeira resolução.

Ilha de Segredos’ é um filme de suspense alemão bem construído, localizado em uma ilha remota desconhecida do grande público. Com um estilo de construção narrativa diferente dos Estados Unidos, é um filme envolvente, que mistura luxúria, paixão, inocência, vingança, recalque e intriga na mesma medida, de modo que o espectador não consegue deixar a produção até solucionar o mistério. Não à toa, mal estreou e já foi direto para o Top 10 da Netflix.

Saiba quem são os 16 astros mais BEM PAGOS de Hollywood

O consumo de plataformas de streaming tem se tornado uma das principais fontes de entretenimento ao redor do mundo e a pandemia do Coronavírus se tornou uma das grandes alavancas deste novo modelo de negócio – principalmente em virtude do fechamento das redes de cinema, em meio aos frequentes lockdowns.

Isso tem feito com que o interesse dos principais astros de Hollywood se volte para este pujante e efervescente mercado. E com streamings como a Netflix, o Disney+, a Hulu, a Paramount+, a Starzplay e a Amazon Prime Video investindo pesado em suas produções, é natural que muitas personalidades da indústria comecem a se interessar pelo nicho.

E uma recente pesquisa divulgada pela revista Variety mostra exatamente como as gigantes do streaming têm cativado os atores e cineastas de Hollywood. Com propostas muito mais tentadoras e salários relativamente superiores, estas empresas oferecem oportunidades de produção que permitem uma participação maior em seus lucros com o título a ser lançado e naturalmente tende a conquistar um sucesso em sua plataforma. Além disso, os custos com publicidade caem drasticamente, justamente por não depender do massifico marketing necessário quando se trata de um lançamento nas telonas.

E segundo a publicação, a queda na receita dos atores em filmes projetados para os cinemas é significativa. Desde o gigante cheque de US$ 20 milhões recebidos por Jim Carey pela clássica comédia ‘O Pentelho’, Hollywood tem usado essa média salarial para basear o pagamento de seus atores. E de 1996 para os anos mais recentes, o milionário valor pago a Carey se dissolveu significativamente.

Enquanto Chris Pine fechou um salário próximo a US$ 11,5 milhões com a Paramount Pictures pela franquia de ‘Dungeons and Dragons‘, Robert Pattinson decidiu assumir o manto do Batman por “meros” US$ 3 milhões.

Já quando se trata de longas produzidos para o streaming, a história é bem diferente. Só pelo seu trabalho em ambas as futuras sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘ – adquiridas pela Netflix -, Daniel Craig levará para casa impressionantes US$ 100 milhões.

Dwayne Johnson receberá – apenas de início – US$ 30 milhões por sua vindoura aventura natalina ‘Red One‘, produzida pela Amazon Studios. E seus ganhos devem totalizar em US$ 50 milhões no final, considerando que o astro assinou um acordo em que terá direito à parte da receitai do longa.

Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence receberão US$ 30 milhões e US$ 25 milhões, respectivamente, por suas performances na comédia de desastre de Adam McKay (para a Netflix), intitulada ‘Don’t Look Up‘. Já Julia Roberts fechou seu contrato com a mesma plataforma por US$ 25 milhões, para estrelar o thriller ‘Leave The World Behind‘.

Essa mudança significativa nos mostra um interessante horizonte, onde as plataformas de streaming começam a ser vistas por uma ótica muito valiosa do que a própria pandemia jamais previu.

Confira a lista de salários dos maiores atores de Hollywood em seus mais recentes filmes:

1. Daniel Craig

Sequências de Entre Facas e Segredos – US$100M

2. Dwayne Johnson

Red One – US$50M

3. Will Smith

King Richard – US$40M

4. Denzel Washington

Os Pequenos Vestígios – US$40M

5. Leonardo DiCaprio

Don’t Look Up – US$30M

6. Mark Wahlberg

Spenser Confidential – US$30M

7. Jennifer Lawrence

Don’t Look Up – US$25M

8. Julia Roberts

Leave the World Behind – US$25M

9. Sandra Bullock

The Lost City of D – US$20M

10. Ryan Gosling

‘The Grey Man – US$20M

11. Brad Pitt

Bullet Train – US$20M

12. Michael B. Jordan

Without Remorse – US$15M

13. Tom Cruise

Top Gun: Maverick – US$13M

14. Keanu Reeves

The Matrix 4 – US$12 – US$14M

15. Chris Pine

Dungeons and Dragons – US$11.5M

16. Robert Pattinson

The Batman – US$3M

 

‘Viúva Negra’: Elizabeth Olsen apoia Scarlett Johansson em processo contra a Disney

O processo chocante de Scarlett Johansson contra a Disney tem sido um dos maiores pontos de discussão para os fãs da Marvel e aqueles que acompanham o mundo do cinema.

Agora, pela primeira vez, outro ícone da Marvel falou sobre a polêmica.

A estrela de ‘WandaVision‘, Elizabeth Olsen, conversou com a Vanity Fair e foi questionada sobre sua reação ao processo.

“Eu acho que ela é tão durona e quando eu li eu estava tipo, ‘Bom para você, Scarlett’”, disse Olsen.

A equipe jurídica de Scarlett Johansson respondeu à declaração da Disney sobre seu processo e acusou o estúdio de misoginia e insinuou que a corporação tem algo a esconder.

Em resposta à tentativa da Disney de tentar correr o processo em sigilo, a equipe de Johansson divulgou um comunicado sugerindo que a empresa controladora da Marvel Studios está tentando encobrir seu mau comportamento ao lidar com a situação.

“Depois de inicialmente responder a este litígio com um ataque misógino contra Scarlett Johansson, a Disney está agora, previsivelmente, tentando esconder sua má conduta em uma arbitragem confidencial. Por que a Disney tem tanto medo de litigar este caso em público? Porque sabe que as promessas da Marvel de dar à Viúva Negra um típico lançamento nos cinemas ‘como seus outros filmes’ tinham tudo a ver com garantir que a Disney não canibalizaria as receitas de bilheteria para aumentar as assinaturas Disney +. No entanto, foi exatamente isso o que aconteceu – e estamos ansiosos para apresentar a evidência esmagadora que prova isso.”, disse John Berlinski, advogado de Johansson.

O Deadline revelou que a atriz estava em trabalho de parto quando Bob Chapek, CEO da Disney, divulgou um comunicado oficial se manifestando contra o processo da atriz movido contra o estúdio.

Na época, a Disney atacou a decisão da atriz de levar o caso à justiça:

“Não há mérito algum neste processo. Esse processo é uma decisão triste e angustiante por seu desrespeito implacável pelos horríveis e prolongados efeitos globais causados pela pandemia do Coronavírus. A Disney cumpriu totalmente com o contrato da Sra. Johansson e, além disso, o lançamento de ‘Viúva Negra na Disney+ com o Premier Access rendeu a ela uma compensação adicional significativa além dos US$ 20 milhões que ela recebeu até agora.” 

Após os executivos da Disney serem informados de que a atriz Scarlett Johansson estava processando o estúdio, eles decidiram soltar uma nota à imprensa atacando a atriz. E o timing não poderia ser pior, já que a atriz estava no hospital prestes a dar a luz.

Além de desmerecer o processo, afirmando que “não há mérito nenhum” na apelação feita pela atriz no Tribunal Superior de Los Angeles, o estúdio ainda expões o salário recebido por Johansson para o filme – algo que o estúdio nunca havia feito antes.

Os salários dos atores são sempre divulgados baseados em especulação, e nunca divulgados oficialmente.

‘Power Rangers’ vai ganhar nova série em quadrinhos; Confira as capas!

De acordo com o Comic Book, a franquia ‘Power Ranges’ vai ganhar uma nova série em quadrinhos publicada pela BOOM! Studios!

Intitulada ‘Power Rangers Universe‘, a série ilustrada por Simone Ragazzoni vai explorar alguns dos maiores mistérios, segredos e origens da mitologia em torno dos heróis.

Um dos destaques será a história do Phantom Ranger, o misterioso e intrigante personagem visto pela primeira vez no 23º episódio de ‘Power Rangers Turbo‘.

Cada um dos Rangers Vermelhos também ganhará novas perspectivas, mostrando aos leitores como eles lidam com o peso de serem os líderes de suas respectivas equipes.

Prevista para dezembro, a série ainda não tem um roteirista confirmado, mas um nome deve ser anunciado em breve.

Através de um comunicado, Dafna Pleban, editora sênior da Boom! Studios!, comemorou à iniciativa, dizendo:

“Desde o início de nossa parceria com a Hasbro para dar vida aos Power Rangers nos quadrinhos, sempre soubemos que queríamos explorar as muitas equipes e mundos morfinominais em Power Rangers Universe‘. Agora, graças ao incrível sucesso da série em desenvolvimento e ao apoio entusiástico de fãs e leitores, estamos realizando esse sonho de anos investigando as histórias não contadas, com as quais os fãs sempre sonharam.”

Confiras as capas variantes desenhadas por Dan Mora, Miguel Mercado, Goni Montes e InHyuk Lee.

‘Quarteto Fantástico’: Reboot da Marvel trará atores estreantes ao lado de nomes consagrados

Depois que a Marvel Studios adquiriu oficialmente os direitos de imagem do ‘Quarteto Fantástico‘, um novo filme da equipe será lançado em 2023.

Por enquanto, o longa que será dirigido por Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’) ainda não teve seu elenco anunciado.

E, durante uma entrevista para o Comic Book, Kevin Feige disse que a adaptação vai reunir atores estreantes junto com com grandes astros já estabelecidos.

Questionado sobre a escalação da vindoura adaptação do Quarteto, o diretor criativo do estúdio disse o seguinte:

“Eu acho que o MCU é uma bela combinação de atores estreantes e consagrados. Veja bem, temos Simu Liu em ‘Shang-Chi‘, assim como tivemos Chris Hemsworth e Tom Hiddleston em ‘Thor‘, nenhum deles era tão conhecido antes do MCU. Mas também temos Benedict Cumberbatch (‘Doutor Estranho’) e Christian Bale chegando como o vilão de ‘Thor: Amor e Trovão‘.”

Ele continuou, deixando claro que:

“O que nos interessa é a busca pelo melhor ator para o trabalho, seja esse ator conhecido no mundo ou não.”

Agora é apenas uma questão de tempo até que o ‘Quarteto Fantástico‘ faça sua estreia no MCU.

Até lá, os fãs continuam planejando o elenco dos sonhos para dar vida à família composta por Reed Richards, Ben Grim e Susan e Johnny Storm.

Lembrando que esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão de Josh Trank em 2015, que foi massacrada pelo público e pela crítica. 

Por enquanto, ainda não há nenhuma outra informação sobre a vindoura adaptação.

O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).

O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente.

‘Invocação do Mal 3’: Intérprete da Ocultista fala sobre possível filme derivado da vilã

Após o lançamento de ‘Invocação do Mal em 2013, a franquia gerou diversos filmes derivados, como a trilogia ‘Annabelle’, ‘A Freira’ e ‘A Maldição da Chorona’.

Como o 3º filme da trama principal apresentou a Ocultista como principal vilã, muitos fãs se perguntaram se a personagem também ganharia um filme derivado.

Durante uma entrevista para o Comic Book, a intérprete da personagem, Eugenie Bondurant, foi questionada sobre essa possibilidade, ao que ela respondeu:

“Eu acho que é perfeitamente natural que a Occultista continue sendo parte da franquia. Quero dizer, esse é o meu ponto de vista pessoal. Mas não posso dizer que irão fazer [um filme derivado]… Não fiquei sabendo de nada.”

Na trama de ‘Invocação do Mal 3‘, a personagem acaba morrendo por não conseguir prometer o que cumpriu em seu pacto com o Diabo.

Falando nisso, a DC Comics lançou em junho um prelúdio de ‘Invocação do Mal 3’, focado no passado da Ocultista.

Intitulado ‘The Conjuring: The Lover‘ (Invocação do Mal: A Amante), o primeiro volume do quadrinho é escrito por Daniel Johnson-McGoldrick e Rex Ogle, roteiristas de Invocação do Mal 2’, e ilustrado por Garry Brown (‘Babyteeth’).

Através de um comunicado, McGoldrick falou sobre a ideia, explicando que:

“No contexto do filme, a história de Jessica é um precursor do que está acontecendo com o personagem principal, a pessoa amaldiçoada do filme, Arne Johnson. Todas as coisas que estão acontecendo com Arne Johnson aconteceram no passado. Os eventos de ‘A Ordem do Demônio’ funcionam como uma espécie de ‘último capítulo’ para uma história maior… Algo que aconteceu primeiro com essa jovem chamada Jessica.”

Confira a capa e algumas páginas do quadrinho:

Lembrando que ‘Invocação do Mal 3 – A Ordem do Demônio‘ já está disponível na HBO Max. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (09) na grade de programação.

A trama revela uma história assustadora de terror, assassinato e um desconhecido mal que chocou até os experientes investigadores de atividades paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos, começa com uma luta pela alma de um garoto, depois os leva para além de tudo o que já haviam visto antes, para marcar a primeira vez na história dos Estados Unidos que um suspeito de assassinato alegar ter tido uma possessão demoníaca como defesa.

Vera Farmiga e Patrick Wilson retornam para a produção.

Assista nossa crítica:

Descrição dos primeiros 11 minutos de ‘Invocação do Mal 3’ [EXCLUSIVO]

O elenco ainda conta com Ruairi O’Connor, Sarah Catherine Hook, Julian Hilliard, Charlene Amoia, Paul Wilson e Sterling Jerins.

‘Duna’: Quanto tempo de duração terá o remake? Confira!

De acordo com o site francês La Presse, o remake de ‘Duna‘, dirigido por Dennis Villeneuve terá 2h 35 min de duração.

A nova versão terá apenas 18 minutos a mais que a versão original, dirigida por David Lynch em 1984, com suas 2h 17 min de duração.

De qualquer forma, esses minutos adicionais prometem fazer uma grande diferença na produção, que vem sendo descrita pelo elenco como uma obra-prima da história do cinema.

Recentemente, o ambicioso projeto ganhou várias novas imagens oficiais, que mostram os atores Zendaya e Timothée Chalamet indo para Arrakis.

Além disso, Villeneuve aparece em dois dos recentes registros, orientando ambos os astros em suas respectivas cenas.

O material em questão foi compartilhado com exclusividade pela revista Total Film.

Confira:

Em entrevista à Total Film, o aclamado diretor Denis Villeneuve comentou que está confiante e bastante otimista de que o projeto Duna terá sua segunda parte confirmada pela Warner Bros. pouco depois da estreia do primeiro capítulo – e que, para o projeto não seguir em frente, ele teria de ser um completo fracasso de bilheteria e de crítica.

“Ouvimos nas últimas décadas que não seria possível adaptar o livro e que essa é uma missão impossível”, ele disse. “Acho que, lá no fundo, o estúdio acreditava nisso. A primeira coisa, então, para ser mostrada é que havia a possibilidade de existir um longa lindo e popular, e acho que provei isso – todos na Warner e na Legendary estão 100% me apoiando. Eles acham que o filme precisaria ter uma bilheteria muito fraca para não dar aval [à segunda parte], porque eles amaram o filme. Estão orgulhosos do filme, então querem que siga em frente. E eles já fizeram metade de tudo. Então, sabe, estou bastante otimista”.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de outubro.

A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar IsaacRebecca Ferguson, Jason MomoaDave BautistaJavier BardemCharlotte Rampling, Zendaya e Josh Brolin.

10 Continuações dos anos 2000 que foram um FRACASSO

A cada ano a sétima arte nos presenteia com diversas produções vindas dos quatro cantos do mundo. Quando falamos no grande público, é de Hollywood que vem os produtos mais esperados dos fãs. Desde que o cinema entretenimento se consolidou como fábrica multimídia ainda na década de 70 (graças a Tubarão e Star Wars), os cinéfilos foram brindados com diversos filmes inesquecíveis, sempre citados por todos quando o assunto são os melhores longas da história. E logo de cara também, os estúdios viram o potencial das continuações. Afinal, se uma história deu muito certo, por que parar com ela? Sigamos em frente para uma nova jornada com personagens que todos aprenderam a amar.

Star Wars, Indiana Jones e tantas outras franquias (a mais recente sendo Velozes e Furiosos, por exemplo) mostraram que os fãs não se cansam de ver em tela os astros vivendo seus personagens icônicos em novas tramas. Porém, para cada acerto precisa existir um erro. E muitas vezes essas continuações resultam numa experiência verdadeiramente traumática para o espectador e, eventualmente para os envolvidos em sua produção. Embora muitos acreditem no termo “filme que não precisava de continuação”, a verdade é que se a sequência for feita com dedicação e empenho, resultando numa boa obra, terminamos aceitando-a no fim das contas.

Aqui, porém, nessa nova matéria, abordaremos justamente o oposto. A ganância de produtores que optaram pelo arriscado desafio de continuar uma história que parecia encerrada (o que se mostra um desafio para qualquer um) e entregaram uma sequência sem qualquer brilho ou empenho. Muitas aparentando já ter nascido “errado” sem qualquer energia. Essas são as 10 continuações dos anos 2000 que você preferia esquecer. Confira.

A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras

Indiscutivelmente, A Bruxa de Blair (1999) se tornou um terror revolucionário e se destacou por introduzir o subgênero “found footage” para os novos tempos. Era o início da internet e sua campanha de marketing misturava ficção com realidade documental na hora de vender seu produto. Sem saber exatamente ao que assistia, o público se viu fascinado em se assustar como nunca anteriormente. Um verdadeiro fenômeno. O que fazer a partir daí? Bem, o que podemos dizer é que o estúdio por trás da produção deu uma aula do que NÃO fazer! E isso foi: uma continuação lançada logo no ano seguinte que não apenas tira qualquer criatividade apresentada antes com um terror pra lá de genérico, como (pior ainda) nem sequer utiliza o estilo de filmagem que fez do original um sucesso.

A Máfia Volta ao Divã

O ano de 1999 foi um dos mais especiais para a sétima arte. Nele tivemos por exemplo Matrix, Clube da Luta e A Bruxa de Blair. Foi dele que saiu também uma das comédias mais engraçadas da década: Máfia no Divã. No filme, Robert De Niro brinca com seus personagens mafiosos pela primeira vez fazendo humor. O filme mostra o que aconteceria se um gangster precisasse fazer terapia. O longa segue uma linha perfeita com começo, meio e fim, concluindo sua história da melhor maneira possível. Mas o que acontece em casos de filmes que se dão muito bem de crítica e bilheteria é que o estúdio cresce o olho e oferece uma bolada para os envolvidos voltarem numa continuação. Quem recusaria? O problema é que muitos filmes não deixam espaço para essa tal continuação, como foi o caso com este, que rendeu em 2002 uma das sequências mais sem graça e desnecessárias da história do cinema.

A Rainha dos Condenados

Esse filme é traumático em vários sentidos, infelizmente surgindo como uma verdadeira “maldição metalinguística”. Apesar de algumas polêmicas de bastidores, Entrevista com o Vampiro (1994) se tornou um grande sucesso para a Warner, conseguindo elevar os filmes de terror e de vampiros a um novo patamar, digamos, de maior prestígio. O longa é baseado numa série de livros da autora Anne Rice e por anos o estúdio visou tirar uma continuação do papel. Agora parece que finalmente o material vai se transformar numa série de TV, que esperamos que tenha qualidade. Porém, antes disso, embora desejemos esquecer, o filme com Tom Cruise e Brad Pitt teve uma continuação em 2002, chamada A Rainha dos Condenados. É claro que nenhum dos dois astros teve qualquer envolvimento. Mas não acaba aí, porque de forma trágica, esse filme de terror B marcaria o último trabalho da jovem cantora Aaliyah, que faleceu antes de finalizar sua participação.

Halloween: Ressurreição

Se os anos 90 foram marcados por muitas obras criativas, como A Bruxa de Blair, Máfia no Divã e Entrevista com o Vampiro, podemos dizer que a década seguinte ficaria marcada pelas continuações ruins destes filmes – que sequer deveriam existir. Aqui chega mais uma. Halloween – A Noite do Terror (1978) teve inúmeras continuações esquecíveis em sua franquia. Mas uma conseguiu destaque, demonstrando grande criatividade em seu roteiro, em especial por se livrar de todas as continuações descartáveis e seguir diretamente após o segundo. Trata-se de Halloween H20 (lançada em 1998), que trouxe Jamie Lee Curtis de volta protagonizando. O final é perfeito e os filmes poderiam ter terminado aí. Mas você acha que eles deixariam? Em 2002 (oh aninho maldito!) sairia do papel o que é considerado por muitos “o” pior filme de Halloween, Ressurreição. O pior de tudo nem é a trama idiota e datada sobre um reality show dentro da casa de Michael Myers, mas sim o fato de desfazer tudo o que H20 havia se dedicado tanto a criar.

Blade Trinity

O que aconteceria se um astro de Hollywood detestasse tanto a sua participação num filme, que ficasse trancado o tempo todo em seu trailer fumando maconha, exigisse apenas ser chamado pelo nome do personagem e num acesso de fúria e loucura chegasse ao cúmulo de enforcar seu diretor. Bem, este clima caótico realmente existiu e se chama os bastidores de Blade Trinity. Após dois bons exemplares (em 1998 e 2002), o primeiro filme de um herói da Marvel que pavimentou o caminho para o que temos hoje, terminou sua trilogia desta forma deplorável, em 2004. O astro Wesley Snipes estava tomado no “Jiraya” durante as gravações frustrado com o roteiro e as formas que o filme tomava. Sobrou até para o coadjuvante Ryan Reynolds que, em início de carreira no cinema, ouviu de seu protagonista: “Fique quieto, assim você viverá mais”. Todo este caos é refletido no que vemos em tela, num filme que entre outras coisas traz uma caracterização meio “Alexandre Frota” do icônico Drácula.

Triplo X 2 – Estado de Emergência

O que fazer quando o astro de sua possível franquia se recusa a retornar para a continuação? Bem, se você tiver unicamente a ganância guiando sua vida profissional como os executivos de Hollywood, a resposta é simples: criar uma continuação sem ele, é claro, e ainda matá-lo sem cerimônia fora das telas. Vin Diesel se tornou um astro após protagonizar Velozes e Furiosos (2001) e Triplo X (2002), mas quando foi a hora de voltar para ambas as continuações, ele simplesmente disse não. Isso porque nesta época, Diesel acreditava que poderia ser um ator sério e seguir para trabalhos mais significativos. Assim, Tyrese o substituía na continuação + Velozes + Furiosos (2003) e quanto a Triplo X coube a Ice Cube entrar na vaga deixada pelo careca musculoso. O resultado, você pergunta? Bem, o filme desapareceu tão rápido que muitos de vocês sequer ouviram falar desta sequência.

A Lenda do Zorro

Herói da cultura Pulp, o mascarado Zorro caminha lado a lado com os primórdios do cinema. Isso porque o personagem, um dos primeiros heróis de todos os tempos, já existia antes do advento da sétima arte, em outras mídias. Assim, após o surgimento do audiovisual, Zorro esteve lá em produções que datavam de 1920, por exemplo. Ao longo das décadas vira e mexe o vigilante espadachim mexicano dava o ar de sua graça, mas seria em 1998 que Zorro ganharia uma superprodução lançada por um grande estúdio (a Columbia / Sony) e apadrinhada por ninguém menos que Steven Spielberg. A Máscara do Zorro (1998) é puro entretenimento de matinê, uma aventura à moda antiga que apresentou ao mundo a belíssima Catherine Zeta-Jones e trouxe Antonio Banderas num papel que ele parece ter nascido para viver. O problema aqui não foi tanto o filme ter rendido uma continuação, mas foi a demora com que a tiraram do papel, com quase 10 anos de intervalo – perdendo por completo o hype do original.

O Filho do Máskara

Mais uma vez temos na lista, um ótimo filme nascido dos anos 90, com uma continuação “fedorenta” lançada nos anos 2000. O Máskara (1994) foi um dos filmes do movimento que serviu para cimentar Jim Carrey como um dos grandes nomes de Hollywood na década de 1990. Além disso, revelou também a então modelo Cameron Diaz. Revolucionário, o longa foi uma espécie de Uma Cilada para Roger Rabbit (88) dos anos noventa, usando efeitos especiais jamais vistos e elevando o quesito técnico a outro patamar. Infelizmente sua continuação jogou tudo isso pelo ralo. A começar que Carrey se manteve bem longe do projeto, o que não impediu os produtores gananciosos de fazerem a continuação mesmo assim – sem qualquer nome relevante na frente ou atrás das câmeras. E se o filme original usava de bons efeitos para incrementar sua história, esta sequência mequetrefe, lançada onze anos depois, era um desenho animado com poucos vislumbres de atores reais.

Vovó… Zona 2

O comediante Martin Lawrence tem como ídolo o mestre Eddie Murphy, e dele pegou muito de seu próprio repertório. Lawrence inclusive realizou o sonho de trabalhar com o grande Murphy duas vezes na década de 90 – sendo o mais marcante Até que a Fuga os Separe (1999). Murphy, entre outras coisas, ficou marcado por desempenhar diversos personagens num único filme, como Um Príncipe em Nova York (1988) e depois O Professor Aloprado (1996), onde ficou enterrado sob quilos de maquiagem. Lawrence seguiu os passos do agora colega para criar a Vovó… Zona, um grande sucesso surpresa de 2000. Mas sabe aquela velha história da mesma piada contada duas vezes… pois bem, ela sempre vai perdendo a graça. Foi o que aconteceu com essa continuação, lançada seis anos depois. E o pior disso é que como se não bastasse, Lawrence colocaria o prego no caixão pela última vez ainda em 2011, quando estreou o terceiro Vovó… Zona, desta vez com seu filho se vestindo de mulher também.

Instinto Selvagem 2

O primeiro Instinto Selvagem (1992) é um filmaço de suspense que deu força ao subgênero dos thrillers eróticos dos anos 90, e mais proeminentemente foi responsável pela carreira da musa Sharon Stone, e por transformá-la em uma estrela de Hollywood. No período, quase todos os filmes da atriz exigiam dela um forte sex appeal e claro, muita nudez. Ela até foi bem sucedida, recebendo uma indicação ao Oscar por Cassino (1995), de Martin Scorsese, mas em seguida seus papeis mais dramáticos, fora de sua zona de conforto começaram a fazer sua carreira naufragar. Natural que a atriz quisesse que o filme que fez sua carreira, também fosse responsável por salvar sua carreira. E até que a premissa de trazer a Femme fatale Catherine Tramell, a escritora e amante de sadomasoquismo e picadores de gelo mais famosa do cinema de volta para um novo suspense não é das piores. Afinal, no primeiro filme Stone já mostrava frieza no papel mesmo aos 34 anos. Na continuação, ela havia se tornado uma “loba” (cougar), uma mulher madura aos 48 anos, e muito mais confiante. O grande problema aqui foi o roteiro enfadonho que não exibia um décimo do brilho do original e fez Stone apenas pagar um grande mico em sua carreira.

‘Gremlins’, ‘RoboCop’ e outros clássicos dos anos 80 que ganharão novas produções

Os anos 80 são agora mais que nunca! A invasão do retorno de produtos lançados há mais 30 anos é tão grande que não conseguiremos dar conta de tudo em uma única matéria. É sério! São dezenas de produções dos mais variados gêneros, todos com a proposta de reapresentar e reimaginar produtos queridos desta época tão especial para as novas gerações. Tudo precisa se enquadrar nos tempos em que vivemos, o que torna a ideia mais saborosa e criativa ainda.

Recentemente, criei uma matéria onde citava 10 produções dos anos 80 que haviam retornado há pouco tempo para nossas vidas, títulos queridos como Um Príncipe em Nova York, Karatê Kid (Cobra Kai), Rambo e Bill & Ted constaram na lista (deixarei o link abaixo para você conferir, caso tenha perdido). Nela também estavam inclusas produções que ainda não chegaram, mas que estão ali bem na esquina virando a curva e quando piscarmos estarão prontas para serem assistidas: obras como Caça-Fantasmas (Ghostbusters: Mais Além), Top Gun Marverick e Duna, por exemplo. Justamente por isso, estas não irão figurar aqui novamente.

Pensando nessa grande invasão dos anos 80, e pretendendo dar conta de tudo, trago agora para você esta nova matéria com mais 10 produtos saídos da época que irão aportar muito em breve, seja nas telonas dos cinemas, seja nas telinhas de casa nas plataformas de streaming, na forma de longa-metragem ou seriado. Para esta nova matéria, selecionamos alguns dos filmes mais icônicos dos 80s. Então prepare a nostalgia e confira abaixo.

Confira também: 10 Produtos dos anos 1980 que Voltaram Recentemente

Indiana Jones

Quem cresceu nos anos 80, sabe que Indiana Jones é sinônimo da época. Não apenas isso, Os Caçadores da Arca Perdida (o primeiro filme, de 1981) foi um dos responsáveis pelo que temos hoje em matéria de superprodução de entretenimento. Com uma trilogia na década de 80, a franquia ganhou um quarto filme vinte anos depois do terceiro. Agora, o herói voltará quinze anos depois de sua última aparição em tela, num quinto filme prometido para 2022. E o melhor, nas formas de Harrison Ford (por um tempo falou-se num reboot com Chris Pratt).

Esse será o primeiro filme da franquia a não ter Steven Spielberg no cargo de diretor, apenas como produtor. Quem dirige é James Mangold, dos sucessos Logan (2017) e Ford vs Ferrari (2019). A trama é mantida em sigilo, mas deve trazer os nazistas novamente como vilões. No elenco foram confirmados Antonio Banderas, Mads Mikkelsen, Phoebe Waller-Bridge, Toby Jones e Boyd Holbrook, mas nada de Karen Allen, Shia LaBeof ou cipós até o momento.

Um Tira da Pesada

Recentemente, em um tom muito nostálgico e emotivo, o astro Eddie Murphy falou da importância de seu primeiro papel de destaque em Um Tira da Pesada (1984) para a sua carreira, então um “menino de 22 anos”. Murphy disse que deve tudo à franquia. Um Tira da Pesada começou nos anos 80, mas terminou com um terceiro filme nos anos 90 de uma forma, digamos, não muito positiva. Por décadas um quarto filme vem sendo planejado, mas esse parece ser o momento certo que o projeto sairá do papel – graças às pazes com o sucesso que Murphy fez devido aos filmes Meu Nome é Dolemite e Um Príncipe em Nova York 2.

Um Tira da Pesada 4 está em fase de desenvolvimento, mas será um lançamento direto na Netflix (assim como Um Príncipe em Nova York 2 se tornou um arrasa-quarteirão na Amazon). No comando já foram contratados os diretores belga Adil El Arbi e Bilall Fallah, que antes da pandemia marcaram um golaço com Bad Boys para Sempre (2020). Uma curiosidade, embora muitos não saibam, é que Um Tira da Pesada quase virou uma série de TV em 2013, e um episódio piloto chegou a ser gravado – a história seria sobre o filho de Axel Foley (Brandon T. Jackson – que também já foi o filho da Vovó…zona no cinema).

A Pequena Sereia

Em fase de pós-produção, este é outro filme que deverá chegar em 2022. A animação A Pequena Sereia (1989), da Disney, foi responsável pela retomada do estúdio ao sucesso, com uma história significativa e atemporal que remetia aos tempos dourados dos verdadeiros clássicos da empresa – após uma fase bem difícil nas décadas de 70 e 80 (onde lideram com vários fracassos). O longa se tornou um marco divisor de épocas e foi bastante responsável pelos sucessos que seguiram por toda a década de 90.

Agora nos encontramos numa época em que a Disney trata de refazer todas as suas maiores e mais queridas animações com atores reais – e muitos efeitos especiais. Algumas nem mesmo isso – já que O Rei Leão e a Dama e o Vagabundo foram produções criadas com animais digitais. Mesmo assim, vivemos a enxurrada de filmes como Aladdin, A Bela e a Fera, Mogli, Cinderela e Mulan. Agora chegou a vez da que é uma das mais importantes obras da casa. E revolucionando em representatividade, a seria Ariel será vivida pela jovem atriz negra Halle Bailey. No elenco, nomes de peso como Javier Bardem (Rei Tritão) e Melissa McCarthy (a vilã Ursula). A direção é de Rob Marshall (O Retorno de Mary Poppins).

Gremlins

Essa semana, a rede Globo exibiu na Sessão da Tarde o clássico atemporal Gremlins, de 1984. O fato fez os mais velhos se sentirem novamente nos anos 80/90 assistindo no programa diurno os produtos da época. A produção de Steven Spielberg fez grande sucesso e foi um dos filmes icônicos do período, mas problemas de desenvolvimento deixaram a sequência se arrastar por um bom tempo, até ser lançada de forma tardia em 1990. O resultado não foi dos melhores e as queridas criaturinhas foram colocadas na geladeira de forma indefinida.

Os Gremlins chegaram a aparecer em comerciais de TV e nunca deixaram a cultura pop, sendo material para diversos produtos nas mais variadas mídias. Porém, mais um filme que é bom nada. Isso é, até agora, porque a partir de 2021 os Gremlins voltarão com tudo! Primeiro, na forma de uma série em animação da HBO Max planejada para estrear ainda este ano. Mas o que todos querem é Gremlins 3, que encontra-se em fase de desenvolvimento, já tendo anunciado o nome do criador original Chris Columbus no roteiro e produção. Agora é só esperar.

Robocop

Outro produto muito querido dos anos 80, Robocop – O Policial do Futuro foi uma revolução para os filmes de ação da época. Extremamente violento, mas dono de um senso de humor ácido, o longa usava a paródia implícita para criticar aspectos de nossa sociedade. Com o passar das sequências a qualidade foi decaindo em produções mais amenas e voltada para as crianças. Não por acaso, Robocop aparecia em desenhos animados e bonecos para a garotada.

Nosso conterrâneo, o ótimo José Padilha, bem que tentou com sua visão única e bem interessante no remake de 2014, mas o filme não emplacou com o público e crítica. Agora o estúdio planeja mais um exemplar da franquia, desta vez sendo uma continuação direta do filme original. E antes mesmo de sair do papel já começaram os problemas com a produção. Se tem um diretor azarado atualmente é o sul-africano Neill Blomkamp, que na década passada marcou seu nome na ficção científica com títulos como Distrito 9, Elysium e Chappie. Primeiro, Blomkamp foi “chutado” de seu projeto para Alien (que seria uma continuação direta de Aliens – O Resgate) quando Ridley Scott decidiu fazer Alien: Covenant (2017). Agora, ele sai de Robocop Returns também, abrindo espaço para Abe Forsythe (Pequenos Monstros). Robocop também ganhará uma nova série de TV passada antes do primeiro filme.

Três Solteirões e um Bebê

Bem mais perto de acontecer do que alguns itens acima na lista, este é uma nova refilmagem da comédia clássica. A versões que todos conhecem e adoram de 1987 (aquela com a lenda urbana do fantasma do menino morto atrás da cortina numa cena) é na verdade uma refilmagem por si só de uma produção francesa de 1985 intitulada 3 Homens e um Bebê. Dois anos depois, a Disney através da subsidiária Touchstone Pictures tirou do papel uma refilmagem em grande estilo que se tornou um dos maiores sucessos do fim dos anos 80. Para tal, a empreitada contou com os nomes de Tom Selleck (famoso pela série Magnum), Steve Guttenberg (famoso pela franquia Loucademia de Polícia) e Ted Danson (famoso pela série Cheers) para viver os solteirões.

A graça na época, bem típica dos anos 80, era ver machões mulherengos e solteiros convictos “dando uma de mulher” e cuidando de um bebê. Algo totalmente deslocado hoje. O interessa será ver como a nova versão, prometida para 2022, irá lidar com essa modernização. Por enquanto temos o nome de Zac Efron vinculado como um dos solteiros e que a estreia possivelmente será no Disney+.

Willow

Conhecido no Brasil como Na Terra da Magia, a proposta da aventura de fantasia medieval Willow (1988), produção da LucasFilm, era trazer de volta em grande estilo os filmes do gênero, que haviam feito muito sucesso no início da década. O filme não foi um sucesso estrondoso, mas ganhou uma legião de seguidores após ser lançado em VHS e adquirido status de cult. Agora nas mãos da Disney, o produto será readaptado aos novos tempos na forma de uma série para a Disney+. A produção, no entanto, não está sendo fácil e vem sofrendo muito atraso e diversos problemas em seus bastidores – como alguns diretores abandonando a produção da série. Assim como Cobra Kai, a história da série Willow irá continuar os eventos apresentados no filme dos anos 80, e trará o famoso anão Warwick Davis reprisando o papel do fazendeiro mago do título. A estreia é prometida para 2022.

Evil Dead

Fechando a matéria, temos uma franquia que já existiu em todas as formas midiáticas possíveis. Tudo começou, é claro, na forma de um filme “caseiro” feito no estilo de guerrilha com amigos e pouquíssimo dinheiro. Apesar disso, a criatividade do diretor Sam Raimi fez de A Morte do Demônio (Evil Dead) um grande sucesso cult. Seis anos depois, em 1987, a coisa mudava de figura com uma produção maior e ainda mais bem sucedida, Uma Noite Alucinante, a continuação direta. Depois do terceiro filme (bem mais uma aventura cômica do que um terror) de 1993, Evil Dead e o protagonista Ash (Bruce Campbell) apareceram em todo tipo de produto, se tornando ícones da cultura pop.

Seria só em 2013, que a obra retornaria na forma de uma refilmagem bem barra pesada. Dois anos depois, Ash nas formas do mesmo Bruce Campbell estrelaria a série cult Ash vs Evil Dead, que continuava as aventuras da trilogia original. O programa durou por três temporadas. Por anos se debateu uma continuação para o remake. Agora, parece que o produtor Sam Raimi optou por uma continuação direta da trilogia, intitulada Evil Dead Rise, que centrará pela primeira vez a trama num ambiente urbano ao invés de uma cabana na floresta – isto é, sem contarmos o seriado. O filme está em fase de filmagens e deverá ser lançado em 2022.

Conheça a franquia CANDYMAN – O terror slasher poético e representativo

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Em breve teremos uma nova versão de Candyman (que ganhou o título A Lenda de Candyman no Brasil), que agora é produzido por Jordan Peele (Corra! e Nós). E se você achou o título muito familiar, mas não sabe exatamente onde ouviu o nome Candyman antes, estamos aqui para te ajudar a lembrar.

Em homenagem a este ícone subestimado da cultura pop e do terror, o CinePOP faz uma recapitulação da trajetória do personagem, dono de uma carga política pesada e polêmica, para você não ficar perdido quando o novo filme estrear nos cinemas brasileiros em junho. Vem conhecer.

O Conto

A origem de Candyman está diretamente ligada ao escritor Clive Barker, especialista no gênero e um dos maiores nomes do terror literário nos EUA. Em seu currículo como obra mais famosa o autor possui Hellraiser – Renascido do Inferno (1987), adaptação de seu livro The Hellbound Heart, o qual o próprio dirigiu para as telonas.

Candyman saiu originalmente da história The Forbidden, conto criado por Barker como parte de uma antologia na série Books of Blood, coletânea de seis livros lançados entre 1984 e 1985.

A trama se apoia fortemente em lendas urbanas, e fala sobre uma estudante universitária chamada Helen, que decide pesquisar sobre os grafites com desenhos de uma figura nas paredes de uma área pobre e perigosa de sua cidade. Ela então se depara com o mito do Candyman, o qual começa a investigar, somente para descobrir que esta lenda é muito real.

Existem duas grandes diferenças na transposição do conto para o cinema. A primeira é a locação – Barker usou como cenário uma zona pobre de sua cidade Liverpool, Inglaterra. A segunda é mais importante para a redefinição do personagem e todo o contexto no qual viria incluído. No conto, o Candyman é branco.

O Mistério de Candyman (1992)

Para a adaptação aos cinemas muito da essência do conto foi mantido, exceto as duas fortes diferenças citadas acima. O roteirista e diretor britânico Bernard Rose (Minha Amada Imortal, 1994) decidiu mover a trama para Chicago, nos EUA, após visitar a cidade durante um festival de cinema.

O local escolhido por Rose para centrar a história foi o infame conjunto habitacional Cabrini-Green, área perigosa da cidade, repleta de gangues e terríveis condições para os residentes. A equipe da produção inclusive precisou fazer acordo com os líderes criminosos do local a fim de assegurar sua segurança. O local foi demolido em 2011.

Assim, uma mudança étnica para o vilão foi prontamente estabelecida. A figura do “bicho-papão” no terror se tornava afrodescendente, já que mostrar um homem branco aterrorizando uma vizinhança predominantemente negra teria um contexto muito mais politicamente incorreto e de mau gosto.

Mesmo assim, ainda na década de 1990 onde questões raciais já eram discutidas com a importância e o fervor de hoje num país como os EUA, ter um assassino negro perseguindo uma protagonista branca causou desconforto e o filme não se viu livre de inúmeras polêmicas.

O diretor e o filme foram acusados de representar racismo e estereótipos raciais. Na época, diversos cineastas negros famosos, como Carl Franklin (Por um Triz, 2003) e Reginald Hudlin (Marshall: Igualdade e Justiça, 2017), se pronunciaram contra o filme, o definindo entre outras coisas como “preocupante”.

Em sua defesa, Rose disse que enfrentou as mesmas preocupações no início da produção, onde precisou realizar diversas reuniões com a NAACP, a Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor nos EUA. Seu ponto de vista e o dos produtores era o de estarem realizando apenas um filme de terror, uma diversão, e neste contexto não viam motivo do por quê um possível ícone do terror não poderia ser representado por um ator negro.

“Por que um negro não pode ser um Fantasma? Por que um ator negro não pode ser o próximo Freddy Kruger ou Hannibal Lecter? Se você está dizendo que ele não pode, isso é realmente perverso. Isto é um filme de terror…”, foi o que argumentou Rose para a organização liberar a produção do longa.

A defesa deu certo e Candyman se tornou o mais famoso antagonista negro em uma franquia de terror. Mas O Mistério de Candyman está longe de ser somente mais um slasher, se tornando um cult instantâneo, ainda hoje redescoberto, e recebendo elogios de parte da imprensa especializada na época.

Mesmo os detratores reconhecem um empenho maior em sua confecção, com uma história e personagens mais elaborados do que digamos nas inúmeras sequências de Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo.

O Mistério de Candyman é cinema à moda antiga, investe em clima e por isso possui uma narrativa mais lenta, de longos planos contemplativos – sem a edição picotada para servir ao público jovem. Existe certo romantismo na figura do fantasma com o gancho no lugar da mão, que aparece depois de ter seu nome repetido na frente do espelho por cinco vezes.

Para ter uma ideia, o Candyman só aparece após quase uma hora de exibição no filme original, deixando bastante tempo para sua mitologia ser desenvolvida até seu surgimento em tela.

Elenco

No elenco, no papel do personagem título, o subestimado Tony Todd dá vida ao trágico vilão. Esta é outra diferença em relação ao antagonista aqui, seu drama pessoal numa história de vingança. Dois anos antes, Todd havia participado do remake de A Noite dos Mortos Vivos, um dos mais emblemáticos filmes de terror da história do cinema.

Antes de sua escalação ao papel, o astro Eddie Murphy foi considerado para viver o personagem, mas um dos problemas foi sua altura de 1,75m, contra os 1,96m de Todd – uma figura mais imponente. Murphy, no entanto, protagonizaria um filme de terror três anos depois com Um Vampiro no Brooklyn, escrito pelo próprio ator e dirigido pelo lendário Wes Craven.

Tony Todd já chegou a afirmar que o papel de Candyman e este filme são os preferidos em sua filmografia.

No papel da heroína Helen, a indicada ao Oscar Virginia Madsen. A atriz pulou de um lado para o outro em relação ao papel que interpretaria durante a pré-produção. Originalmente, ela foi escalada para viver a melhor amiga da personagem principal, Bernie, já que a protagonista estava nas mãos de Alexandra Pigg, então esposa do diretor Rose.

Depois, ficou decidido que Bernie deveria ser uma atriz negra, e o papel foi parar com Kasi Lemmons (O Silêncio dos Inocentes), que se tornou uma diretora de prestígio, tendo comandado o recente Harriet (2019), indicado ao Oscar de melhor atriz este ano e ainda inédito no Brasil.

Nesta dança, Madsen quase ficou fora do filme, e se não estivesse disponível depois de Pigg ter sido vetada em prol de um nome mais chamativo para a produção, a protagonista Helen teria caído no colo de uma certa Sandra Bullock, atriz em ascensão na época, que era a segunda opção dos realizadores. Já imaginou?

Candyman 2: A Vingança (1995)

 

Tudo o que havia sido construído em relação ao desenvolvimento de clima, história, personagens, parte técnica e narrativa foi deixado de lado em nome de uma boa bilheteria. O primeiro filme se mostrou um sucesso, rendendo três vezes o seu orçamento somente nos EUA. Assim, os produtores viram a oportunidade de realmente transformar o Candyman no novo ícone do terror.

Isto significava deixar um pouco a qualidade e qualquer conteúdo adulto de lado em nome de agradar as massas, ou seja, o público jovem. Assim, o segundo Candyman se tornava verdadeiramente um filme slasher rotineiro.

A trama agora movia a ação dos subúrbios de Chicago para Nova Orleans, onde a cultura afrodescendente é muito forte nos EUA. A continuação optava por descortinar ainda mais do passado e mitologia em relação ao personagem título, o que havia sido apenas pincelado no original.

Aqui descobrimos que Daniel Robitaille (Todd), o nome verdadeiro do Candyman, havia sido um artista, filho de um escravo numa plantação justamente em Nova Orleans. Ele se apaixona pela filha branca de um rico fazendeiro, numa história trágica de amor proibido. O sujeito é atacado pelos locais, tem a mão serrada (e depois substituída por um gancho) e o corpo besuntado em mel de abelha – depois picado até a morte pelos insetos. Daí o apelido pelo qual ficaria eternizado, Candyman, o “Homem Doce”.

A personagem principal aqui é vivida por Kelly Rowan, e faz parte da linhagem responsável pelo assassinato de Robitaille, ou seja, desta vez é pessoal para o Candyman!

Curiosamente, o diretor e roteirista original, Bernard Rose, foi convidado para retornar ao comando da sequência, mas sua ideia viria logo a ser descartada. A história de Rose para a continuação não traria novamente o Candyman, mas seguiria explorando a natureza dos mitos do horror urbano. Obviamente, os produtores decidiram se garantir no sucesso adquirido da figura titular e transformá-lo num ícone. Assim, Bill Condon (A Bela e a Fera, 2017), em seu segundo filme para o cinema, foi quem sentou na cadeira de diretor.

Mais Controvérsia

Como se já não bastasse toda a polêmica que rodeou a produção do primeiro filme, especialmente envolvendo as questões raciais, a controvérsia voltou a ser pauta do segundo também. A principal delas envolveu o cartaz e o material de divulgação do longa. Na época, o caso real de OJ Simpson, considerado o julgamento do século (retratado em minisséries e documentários), no qual o esportista e ator foi acusado de assassinar sua esposa branca, Nicole, estava a toda tomando a mídia norte-americana de assalto.

Desta forma, ter um cartaz estampado por Tony Todd, um ator negro que guarda certa semelhança com Simpson, onde ele persegue uma mulher branca, era simplesmente inflamatório demais. A solução foi modificar todas as artes, escondendo bastante a figura do antagonista.

O segundo Candyman terminou arrecadando somente o dobro de seu orçamento nos EUA.

Candyman: Dia dos Mortos (1999)

Sim, embora muitos não saibam, ou desejem esquecer, tivemos um terceiro filme da assombração Candyman. Este é o único da franquia lançado diretamente em vídeo.

Ainda mais diluído de conteúdo e qualidade, desta vez o filme mostra o espírito tentando convencer uma descendente, Caroline, filha da protagonista do segundo filme, a se juntar a ele em sua matança. Para o papel principal, a atriz escolhida foi a coelhinha da Playboy, Donna D’Errico, mais conhecida por ser uma das salva-vidas de SOS Malibu (Baywatch), de 1996 a 1998. Ou seja, estava no auge da popularidade.

É claro que Bernard Rose e Bill Condon ficaram a quilômetros de distância, e a direção recaiu em Turi Meyer, veterano de séries de TV como Buffy – A Caça-Vampiros e Smallville.

Até mesmo Todd Tony parece desinteressado durante o filme e já afirmou que não gosta nada desta terceira produção.

A Lenda de Candyman (2020)

Se tem um projeto que estamos muito interessados este ano, este atende pelo título A Lenda de Candyman. Parte reimaginação da obra original, parte “sequência espiritual” como vem sendo definido, o novo Candyman tem todos os elementos atrativos e parece estar sendo feito de maneira mais correta impossível.

Em primeiro lugar, temos a produção e roteiro de ninguém menos do que Jordan Peele – um dos fortes nomes do terror atual, acostumado a utilizar muito subtexto racial em suas produções absurdamente bem-sucedidas, vide Corra! (2017) e Nós (2019). Peele é a figura perfeita para trazer Candyman de volta ao radar do grande público, e embora não esteja dirigindo, com o envolvimento no roteiro e produção podemos argumentar que este é em grande parte um filme seu.

A afirmação acima não diminui de forma alguma a verdadeira direção do longa. A Lenda de Candyman é uma colaboração de mentes brilhantes. No comando da obra, a promissora jovem cineasta Nia DaCosta, de 29 anos.

A diretora chamou atenção em seu filme de estreia, o drama Little Woods, um faroeste moderno protagonizado por Tessa Thompson e Lily James. Agora, DaCosta tem a chance de deixar fluir sua veia artística em um projeto mais ambicioso, e a julgar pelo que foi mostrado até agora no trailer, ela tem tudo para adentrar o time principal de Hollywood – e com um padrinho do nível de Peele, ela já está no caminho certo. A cineasta também assina o roteiro do novo Candyman.

Além deste timaço atrás das câmeras, no elenco protagonizando temos um casal de muito talento. O personagem principal desta vez será, de forma inédita na franquia, um homem. Anthony McCoy é um fotógrafo explorando as lendas da cidade, em especial um conjunto habitacional de Chicago. Para o papel, foi escalado Yahya Abdul-Mateen II, que vem construindo uma sólida carreira no cinema (Aquaman e Nós) e na TV (Black Mirror e Watchmen).

Atuando ao seu lado no papel de sua namorada, a bela Teyonah Parris. A atriz já trabalhou com o prestigiado Spike Lee em Chi-Raq (2015), com Barry Jenkins em Se a Rua Beale Falasse (2018) e estará na série da Marvel, WandaVision, no papel de Monica Rambeau, ainda este ano.

Curiosamente, o personagem de Yahya neste filme é irmão de Anne-Marie McCoy, que apareceu em papel importante no filme original de 1992, e aqui volta a ser interpretada pela mesma Vanessa Williams.

E não é apenas esta ponte que teremos com a produção original, já que Tony Todd em pessoa está confirmado no elenco, reprisando o papel de Daniel Robitaille – mas misteriosamente ainda não creditado como Candyman também. O que será que estes cineastas autorais estão tramando?

Para uma reunião completa só faltou mesmo a atriz Virginia Madsen ter aceitado retornar para viver mais uma vez Helen Lyle. A personagem está no novo filme, mas desta vez será interpretada por Cassie Kramer (da série Chicago Fire).

Agora só nos resta esperar roendo as unhas de ansiedade até 26 de Agosto de 2021, quando A Lenda de Candyman será lançado no Brasil pela Universal Pictures.

Conheça as 9 séries que a Netflix CANCELOU e deixou seus assinantes revoltados

Ser a plataforma de streaming número 1 do mundo tem seus prós e seus contras. Ainda mais se levarmos em conta a quantidade cada vez maior de concorrentes no mercado respirando em seu cangote. A segunda colocada, a Amazon, se aproxima em número de assinantes comemorando em 2021 a marca de 200 milhões. Este ano também chegaram ao Brasil clamando seu lugar ao sol, a Disney+ e a HBO Max, concorrentes à altura com os acervos da Marvel, Star Wars, DC e Warner.

Prevendo como seria a forma de assistir a produções audiovisuais no futuro (que chegou rápido demais) e nossa relação inclusive com a TV – cada vez mais os canais convencionais dão lugar ao streaming -, a Netflix resolveu apostar em produções próprias. E logo de cara chutou a porta com estreias de muita qualidade, vide Orange is the New Black e House of Cards. A popularidade das séries originais da Netflix continua atualmente com algumas das obras pop mais badaladas da TV, vide Stranger Things e The Crown – isso sem falar no fenômeno que foi O Gambito da Rainha e até mesmo produções nacionais como Bom Dia, Verônica.

Porém, para cada gol que a Netflix marca com seu público, outras tantas tentativas terminam por acertar na trave. Aparentemente, o que faz a plataforma renovar um programa para novas temporadas não é medido apenas por sua audiência, mas sim a capacidade que determinados seriados possuem de capturar novos assinantes para a plataforma. O que, como dito, as séries citadas acimas possuem, e a Amazon tem com The Boys, por exemplo. Esse é o motivo pelo qual muitas vezes vemos a Netflix cancelar aquela série que tanto adoramos e que por vezes possui um número de fãs e espectadores grande.

Pensando nisso, em como a plataforma do N vermelho muitas vezes “destrói nossos sonhos”, resolvemos trazer essa nova matéria comentando sobre o mais recente lote de programas prontamente cancelados pela Netflix nesta primeira metade de 2021. Alguns lançados há pouquíssimo tempo, mas que por não atingirem o esperado, acabaram com até mesmo apenas uma temporada para chamar de sua. Confira abaixo.

Cursed – A Lenda do Lago

A mais recente decepção foi o encerramento de Cursed – A Lenda do Lago’ depois de apenas uma temporada. A série de fantasia baseada na graphic novel de Frank Miller e Tom Wheeler foi anunciada como uma reimaginação da lenda do Rei Arthur, contada através dos olhos da jovem heroína (Katherine Langford) que estava destinada a se tornar a poderosa e trágica Lady of the Lake.

O cancelamento veio como uma trágica surpresa, já que a atração apresentou uma trama bastante promissora e conseguiu reunir uma legião de fãs em muito pouco tempo. Por conta disso, os assinantes da plataforma estão lamentando a decisão. Entre as publicações, os fãs mais chateados disseram ainda que não vão perdoar a plataforma pelo deslize.

Grand Army

Grand Army, uma das duas mais recentes séries adolescentes da Netflix, foi cancelada após uma temporada. O primeiro ciclo fez sua estreia no ano passado e acompanhou a adolescente Joey Del Marco, violentada sexualmente por três garotos e que começa a lutar por justiça. Além disso, a trama também abordou a história de outros cinco adolescentes enquanto eles tentam incentivar a busca por direitos sexuais, raciais e econômicas.

O motivo não foi revelado. A obra foi baseada na peça teatral ‘Slut‘, de Katie Cappiello. O elenco conta com Odessa A’zion, Maliq Johnson, Amalia Yoo, Amir Bageria, e Odley Jean.

Os Irregulares de Baker Street

Produção ambiciosa da Netflix que reimagina a história de Sherlock Holmes e o Doutor Watson. Aqui, a dupla está somente atrás dos panos comandando (ou melhor, obrigando) um grupo de jovens de rua (os irregulares do título) a desvendar crimes e casos complexos na era vitoriana da Inglaterra. Tendo estreado em março de 2021, a série teve apenas 8 episódios da primeira temporada quando a empresa anunciou seu cancelamento. O fato gerou grande comoção nas redes sociais, já que o programa já havia adquirido sua base de fãs. No elenco, o nome mais conhecido era o de Rory McCann, “o cão” da famosa série Game of Thrones, da HBO.

O Legado de Júpiter

Grande aposta da Netflix para ser sua nova série de estimação no nível de Stranger Things, O Legado de Júpiter era a resposta da empresa para o sucesso da Amazon, The Boys. Aqui, a Netflix investia em sua própria série de super-heróis, que falava sobre duas gerações de uma família de heróis poderosos e as diferenças dos desafios em suas épocas distintas de atuação. O programa foi criado por Steven S. DeKnight (produtor de Smallville e Demolidor, também da Netflix) e estreou há pouquíssimo tempo no dia 7 de maio. Justamente por isso, a notícia do cancelamento, após somente 8 episódios, pegou a todos de surpresa. Após o cancelamento, o protagonista, o ator Josh Duhamel, alfinetou a plataforma, “vendendo” a série para a rival Hulu.

Amizade Dolorida

Essa foi outra cujo cancelamento recente fez os fãs saírem do sério vociferando seu descontentamento absoluto nas redes sociais. É desta forma que os estúdios ficam a par do grande número de espectadores que um determinado programa possui, quando seu cancelamento causa um verdadeiro alvoroço. Com o título original de Bonding, esta comédia jovial traz uma estudante universitária de Nova York que resolve fazer bico à noite como “dominatrix” e termina alistando seu melhor amigo gay para ser seu assistente no polêmico trabalho. Amizade Dolorida não é uma série tão recente assim, estreou em 2018, mas exibiu sua segunda temporada em janeiro de 2021 e terminou cancelada com apenas 15 episódios.

Professor Iglesias

Outro programa querido do público, Professor Iglesias (Mr. Iglesias) foi uma das séries canceladas recentemente que mais tempo resistiu no ar, com um total de 3 temporadas e 22 episódios. A comédia apresenta a rotina de um professor bonachão, rechonchudo e muito boa-praça (Gabriel Iglesias) e sua relação com os alunos talentosos, mas problemáticos e desinteressados. O seriado estreou em 2019 e foi cancelado após a terceira temporada no fim do ano passado.

Família em Concerto

Com total “alma de cowboy”, essa série muito country traz a carismática Katharine McPhee (Scorpion: Serviço de Inteligência e Smash) como a protagonista Bailey, uma jovem aspirante a cantora “sertaneja” (o country americano). A moça então encontra o emprego dos sonhos quando se torna babá de uma família com muito talento para a música, um patriarca e seus cinco filhos. Se você ainda não tinha se ligado pela temática, o programa foi criado pela mesma Caryn Lucas do clássico dos anos 90, The Nanny (1995-1999). Família em Concerto estreou em março de 2021 e durou apenas 10 episódios.

Pit Stop

Com o título original The Crew, esta série cômica tinha grande potencial e um nome de peso protagonizando. O humorista Kevin James faz sucesso com seus filmes no cinema e já deixou sua marca também na telinha, em especial com sua revelação em The King of Queens (1998-2007). Aqui, ele é o chamariz como o chefe de uma equipe de corridas de carro na NASCAR, o principal evento automobilístico dos EUA. Tudo muda quando a jovem filha do dono da equipe assume a direção do time. O programa estreou em fevereiro de 2021 e apesar da promessa ficou apenas com seus 10 episódios da primeira temporada.

A Duquesa

Drama cômico, o programa era uma espécie de resposta da Netflix para Fleabag, série satírica da Amazon criada e protagonizada pela britânica Phoebe Waller-Bridge. Em The Duchess, outra britânica assume as funções de criadora e protagonista num programa com questões bem femininas. Katherine Ryan é na realidade canadense, mas é basicamente inglesa, e no programa vive uma mãe solteira batalhando para criar sua filha em Londres. O programa estreou em setembro de 2020. Porém, recentemente foi anunciado seu cancelamento após somente uma temporada de 6 episódios.

Remake de ‘Esqueceram de Mim’ ganha data de estreia no Brasil e sinopse

O Disney+ anunciou que o remake de Esqueceram de Mim, intitulado ‘Home Sweet Home Alone‘, estreará por aqui em 12 de novembro de 2021, exclusivamente no serviço de streaming.

Confira a sinopse oficial:

Max Mercer é um garoto levado e inventivo que foi esquecido em casa enquanto sua família viajava para o Japão para as festas de fim de ano. Então, quando um casal, tentando recuperar uma relíquia de família com valor inestimável, volta sua atenção para a casa da família Mercer, cabe a Max protegê-la dos invasores… e ele fará o que for preciso para mantê-los fora. Com travessuras hilárias de proporções épicas garantidas, Max percebe que realmente não há lugar melhor que nosso lar.

Archie Yates, destaque do filme ‘Jojo Rabbit‘, estrela.

O elenco ainda conta com Ellie Kemper (Unbreakable Kimmy Schmidt), Rob Delaney (Deadpool 2), Aisling Bea (Cara X Cara), Kenan Thompson (Saturday Night Live), Tim Simons (Veep), Pete Holmes (Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2), Devin Ratray (Esqueceram de Mim), Ally Maki (Toy Story 4), Chris Parnell (Tudo por um Furo) e dirigido por Dan Mazer (Tirando o Atraso).

A Disney também compartilhou algumas fotos do elenco principal segurando cartazes com o anúncio.

Confira:

 

Macaulay Culkin foi a primeira criança no mundo do entretenimento a receber um salário milionário por uma única produção, cerca de US$ 8 milhões.

Relembre o trailer do longa-metragem original, dirigido por Chris Columbus:

‘A Família Addams 2’ será lançado em VOD no mesmo dia que chega nos cinemas

Segundo o Bloomberg, ‘A Família Addams 2‘ vai ganhar lançamento híbrido nos EUA. O filme chega nos cinemas e também para compra em VOD no dia 1º de outubro.

Não foi revelado se a estratégia de lançamento também vai se aplicar no Brasil.

Assista ao trailer:

Greg Tiernan retorna à direção.

Na trama, Morticia e Gomez estão perturbados porque seus filhos estão crescendo, pulando jantares de família e totalmente consumidos pela “hora dos gritos”. Para recuperar o vínculo, eles decidem enfiar Wandinha, Feioso, Tio Fester e os outros em seu acampamento mal-assombrado e pegar a estrada para férias familiares miseráveis. Sua aventura pela América os leva para fora de seu elemento e em confrontos hilariantes com seu primo icônico, It, bem como muitos novos personagens excêntricos. O que poderia dar errado?

O novo filme contará com o retorno de Charlize Theron (Morticia), Oscar Isaac (Gomez), Chloë Grace Moretz (Wandinha), Nick Kroll (Tio Fester), Bette Midler (Vovó ) e Snoop Dogg (Primo It).

Finn Wolfhard, que deu voz ao Feioso do primeiro filme, não retorna, sendo substituído por Javon ‘Wanna’ Walton. Por fim, Bill Hader completa o elenco e dará voz a Cyrus, um personagem criado exclusivamente para a sequência.

Jurnee Smollett comemora filme solo da ‘Canário Negro’, spin-off de ‘Aves de Rapina’

A atriz Jurnee Smollett confirmou que voltará a viver a Canário Negro em um filme derivado de ‘Aves de Rapina‘ feito para a HBO Max.

“Acho que a Canário está fora da gaiola! 🤪 Estou muito animada para finalmente embarcar nesta aventura com minha irmã alma criativa @MishaGreen. 🖤💛 #blackcanary”, afirmou a atriz.

Segundo o Collider, Misha Green vai roteirizar o projeto. Ela foi indicada ao Emmy por ‘Lovecraft Country‘, também estrelado por Smollett, e atualmente roteiriza a sequência de ‘Tomb Raider‘.

O filme será produzido por Sue Kroll, que também foi produtora de ‘Aves de Rapina‘.

Mais novidades serão divulgadas em breve.

Crítica | Aves de Rapina – DC acerta novamente com filme divertido, colorido e cheio de vida

‘For Life – Lutando por Justiça’, série sucesso da Netflix, estreia também no Globoplay

O drama ‘For Life – Lutando por Justiça’, que atualmente figura no 2º lugar entre as séries mais vistas da Netflix, estreou também no Globoplay.

Inspirada em fatos reais, série conta a história de um homem condenado a prisão perpétua que se torna advogado na cadeia

Crítica | For Life – Série conta a EMOCIONANTE jornada real de detento que se torna advogado

Assista ao trailer:

A primeira temporada da série acompanha a vida de Aaron Wallace (Nicholas Pinnock), preso e condenado injustamente por tráfico de drogas. Formado em Direito e com licença para advogar por seus colegas detentos, ele luta contra o sistema penal, buscando justiça para seus companheiros e tentando reverter sua condenação por prisão perpétua.

Aaron mantém boa relação com Safiya Masri (Indira Varma), diretora da prisão onde cumpre pena, que sempre tenta ajudá-lo como pode. No entanto, o clima entre os dois começa a ficar tenso quando Safiya precisa defender os direitos de sua família, uma vez que sua esposa, Anya Harisson (Mary Stuart Masterson), almeja ocupar um cargo político em Nova York, e a relação com o caso de Aaron pode prejudicá-la. O detento vive, ainda, momentos conturbados no relacionamento com sua mulher, Marie Wallace (Joy Bryant), com quem tem uma filha, Jasmine Wallace (Tyra Harris). Marie, apesar de visitá-lo na cadeia e defender sua soltura, resolve seguir a vida e passa a viver um romance com Darius, um dos melhores amigos de Aaron.

O drama For Life – Lutando por Justiça’ é inspirado na vida de Isaac Wright Jr., advogado de New Jersey (EUA). Com 13 episódios, tem produção e atuação do rapper 50Cent.

Carla Diaz fala sobre interpretar Suzane Von Richthofen: “Críticas fazem parte”

O Amazon Prime Video confirmou que adquiriu os direitos de lançamento de ‘A Menina Que Matou os Pais e ‘O Menino Que Matou Meus Pais‘, que não serão mais lançados nos cinemas do Brasil.

Os filmes chegam direto no streaming no dia 24 de setembro, em mais de 240 países e territórios.

Em seu Instagram, a atriz Carla Diaz comentou sobre interpretar Suzane Von Richthofen nos filmes, e afirmou que “críticas fazem parte”.

“Quando essa personagem apareceu na minha vida, não hesitei. Seria um desafio artístico gigantesco, que exigiria de mim dedicação, estudo e coragem. Críticas fazem parte da trajetória de um artista e eu embarquei nesse projeto pronta para enfrentá-las. Foram incansáveis dias de preparação, reclusão e filmagens. Um trabalho que exigiu de mim um olhar artístico sem julgamento para uma história que pretende retratar um crime bárbaro, que mexe com as nossas emoções, com as mais profundas e incômodas emoções que passam pela aversão e pelo pavor.”, revelou.

Cada longa tem aproximadamente 80 minutos de duração e conta um ponto de vista diferente da história do casal de namorados Suzane von Richthofen e Daniel Cravinhos.

‘A Menina que Matou os Pais’: Quanto Suzane Von Richthofen vai ganhar pelos filmes?

Assista ao trailer:

Os roteiros têm como base informações contidas nos autos do processo que terminou com a condenação dos dois pela morte dos pais de Suzane.

O crime ocorreu em 2002 e chocou o Brasil e o mundo na época. Atualmente, Suzane permanece cumprindo pena no presídio feminino de Tremembé.

O roteiro é assinado por Ilana Casoy, criminóloga, escritora e maior especialista em serial killers do Brasil, juntamente com Raphael Montes, escritor brasileiro de literatura policial sucesso de público e de crítica, traduzido em mais de 20 países.

‘Tomb Raider 2’: Roteiro da sequência já está em desenvolvimento, afirma Alicia Vikander

A sequência do remake de ‘Tomb Raider‘ parece estar finalmente ganhando forma e a atriz Alicia Vikander demonstrou o seu entusiasmo com a retomada do projeto, que fora colocado em espera em virtude da pandemia do Coronavírus.

Em uma recente entrevista à revista EW, a vencedora do Oscar revelou que Misha Green, co-criadora e showrunner da aclamada série ‘Lovecraft Country‘ está a bordo do projeto, desenvolvendo o rascunho do roteiro da sequência.

“Eu espero que possamos fazer um novo filme. Nós tínhamos planos de gravar essa sequência, mas por conta da pandemia, se passaram um ano e meio já. Mas Misha Green está a bordo e ela está escrevendo um rascunho agora mesmo”.

Vikander ainda comemorou o envolvimento de Green na possível sequência, compartilhando sua admiração pelo trabalho da criativa artista.

“É bem incrível, nós temos a mesma idade! Eu fiquei pensando ‘oh, eu estou em uma call no Zoom com uma mulher extremamente talentosa que eu acho que criou coisas tão maravilhosas’. Seria tão incrível se pudéssemos fazer esse filme super bad-ass juntas, detonando diante e por trás das câmeras, sabe?”

O será rodado sob o nome de ‘Tomb Raider: Obsidian’ e ainda conta com Green (‘Lovecraft Country’) na direção.

O novo filme será inspirado nos games mais recentes da personagem, e vai misturar os elementos vistos em ‘Rise of the Tomb Raider‘ e ‘Shadow of the Tomb Raider‘. O estúdio quer que a sequência tenha elementos sobrenaturais, muito conhecidos pelos jogadores dos games.

Graham KingElizabeth Cantillon serão os produtores.

Relembre o trailer do primeiro filme, lançado em 2018:

‘Viúva Negra’: Scarlett Johansson acusa a Disney de misoginia e diz que estúdio quer esconder o processo

Após algumas semanas, a equipe jurídica de Scarlett Johansson respondeu à declaração da Disney sobre seu processo e acusou o estúdio de misoginia e insinuou que a corporação tem algo a esconder.

Em resposta à tentativa da Disney de tentar correr o processo em sigilo, a equipe de Johansson divulgou um comunicado sugerindo que a empresa controladora da Marvel Studios está tentando encobrir seu mau comportamento ao lidar com a situação.

“Depois de inicialmente responder a este litígio com um ataque misógino contra Scarlett Johansson, a Disney está agora, previsivelmente, tentando esconder sua má conduta em uma arbitragem confidencial. Por que a Disney tem tanto medo de litigar este caso em público? Porque sabe que as promessas da Marvel de dar à Viúva Negra um típico lançamento nos cinemas ‘como seus outros filmes’ tinham tudo a ver com garantir que a Disney não canibalizaria as receitas de bilheteria para aumentar as assinaturas Disney +. No entanto, foi exatamente isso o que aconteceu – e estamos ansiosos para apresentar a evidência esmagadora que prova isso.”, disse John Berlinski, advogado de Johansson.

O Deadline revelou que a atriz estava em trabalho de parto quando Bob Chapek, CEO da Disney, divulgou um comunicado oficial se manifestando contra o processo da atriz movido contra o estúdio.

Na época, a Disney atacou a decisão da atriz de levar o caso à justiça:

“Não há mérito algum neste processo. Esse processo é uma decisão triste e angustiante por seu desrespeito implacável pelos horríveis e prolongados efeitos globais causados pela pandemia do Coronavírus. A Disney cumpriu totalmente com o contrato da Sra. Johansson e, além disso, o lançamento de ‘Viúva Negra na Disney+ com o Premier Access rendeu a ela uma compensação adicional significativa além dos US$ 20 milhões que ela recebeu até agora.” 

Após os executivos da Disney serem informados de que a atriz Scarlett Johansson estava processando o estúdio, eles decidiram soltar uma nota à imprensa atacando a atriz. E o timing não poderia ser pior, já que a atriz estava no hospital prestes a dar a luz.

Além de desmerecer o processo, afirmando que “não há mérito nenhum” na apelação feita pela atriz no Tribunal Superior de Los Angeles, o estúdio ainda expões o salário recebido por Johansson para o filme – algo que o estúdio nunca havia feito antes.

Os salários dos atores são sempre divulgados baseados em especulação, e nunca divulgados oficialmente.

Sim, Johansson é a atriz mais bem paga da atualidade, e manteve seu título esse ano ao receber US$ 20 milhões para estrelar o filme solo da ‘Viúva Negra‘ mais comissão nas bilheterias. Mas nem sempre foi assim.

Após uma batalha que durou anos dentro da própria Marvel, a atriz finalmente conseguiu negociar um salário equivale ao que Chris Evans e Chris Hemsworth ganharam para interpretar Capitão América e Thor em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Em entrevista ao Hollywood Reporter, Scarlett foi questionada se recebia menos que seus companheiros de elenco para ‘Vingadores: Ultimato‘: “Dinheiro sempre é um tabu em qualquer conversa. Mas posso dizer que, sim, agora estou no mesmo campo salarial dos meus amigos do sexo masculino”.  

Mas nem sempre foi assim, Johansson discutiu a diferença salarial entre os gêneros e revelou que as coisas foram nivelas apenas em 2016 – quase 6 anos após a atriz estrear em ‘Homem de Ferro 2‘.

“Há algo estranho em ter essa conversa. Eu tenho muita sorte, uma boa vida e tenho orgulho de ser uma atriz que está ganhando tanto quanto meus colegas masculinos neste estágio.”

Agora, a atriz trava uma batalha com a Disney para receber uma porcentagem dos lucros de ‘Viúva Negra‘, já que seu acordo com a Marvel garantia uma estreia EXCLUSIVA nos cinemas – o que não aconteceu.

Segundo o ScreenRant, a atriz perdeu em torno de US$ 30 milhões com a decisão do estúdio de lançar o filme também no streaming.

O site afirma que a Disney é “notoriamente difícil de lidar” e que Scarlett Johansson tem muito apoio de outros atores e pessoas do ramo, pois seus colegas criativos estão esperando que alguém se pronuncie sobre o assunto, que é não se espera que se acalme tão cedo.

Mais novidades sobre o processo devem surgir nos próximos dias.

Confira os principais comentários abaixo:

Crítica | Viúva Negra é um eletrizante espetáculo de cenas de ação, com direito a assuntos bem complexos

Henry Cavill faz pizza e viraliza nas redes sociais; Veja fotos!

Depois de viralizar ao montar um PC, o astro Henry Cavill voltou a ficar nos trending topics após postar fotos cozinhando pizza.

O ator postou as várias tentativas, e finalmente acertou nas duas últimas.

“Primeira vez cozinhando pizza neste fim de semana! Eu arrisquei tudo e fiz minha própria massa na noite passada. O primeiro ficou bom, mas parece que Kal fez enquanto estava bêbado, então acabei aumentando a temperatura para 370-400C (700-750F) e tornando as bases suuuper finas, o que pode ter funcionado! Minha cobertura ainda precisa ser trabalhada, no entanto.”, afirmou.

Confira:

Ontem, foi revelado o salário de Henry Cavill para cada episódio da série ‘The Witcher‘.

Segundo a Variety, o astro ganha uma quantia de US$ 400 mil por cada capítulo, o que está na média para uma estrela do seu calibre. No entanto, o site destaca que o valor é abaixo do esperado em comparação aos atores de outras séries do serviço de streaming.

David Harbour e Winona Rydere também ganham US$ 400 mil por cada episódio de ‘Stranger Things‘, assim como Jason Sudeikis por cada capítulo da comédia ‘Ted Lasso‘, da Apple TV+.

Vale lembrar que a 2ª temporada de ‘The Witcher’ irá estrear em 17 de dezembro.

Confira o trailer: