Com uma terceira temporada impactante e com as psicologias dos personagens ainda mais fortes, a quarta temporada de ‘The Flash‘ vem com um desafio ainda maior… elevar ainda mais uma trama que já sensacional.
Para isso, Gran Gustin – em conversa com a Entertainment Weekly – revelou que algumas mudanças para elevar ainda mais o nível da série no novo ano estão diretamente conectadas ao protagonista do TV Show,Barry Allen.
“Do jeito que eu vejo é, o tempo não é linear e tudo está acontecendo de uma só fez na força da velocidade. De certa forma, ele teve um despertar e ele teve um renascimento. Nosso primeiro episódio é chamado de “Recém-nascido”, e é um renascimento para Barry, mas também ele está repleto de consequências, porque ele vivenciou tudo isso no decorrer de seis meses. Ele não é mais o mesmo Barry quando o veremos novamente.”
Alimentado por sua fé restaurada na humanidade e inspirado pelo ato de altruísmo de Superman, Bruce Wayne busca a ajuda de sua nova aliada, Diana Prince, para encarar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar um time de metahumanos para encarar essa ameaça recém-desperta. Mas apesar da formação dessa liga sem precedentes de heróis – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue e Flash – talvez seja tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.
‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ ganhou um novo vídeo dos bastidores, que traz Tom Hollandanunciando seu trabalho beneficente na Brothers Trust, que levará um fã para o set.
Porém, o vídeo releva algo inusitado: as bandeiras do lado do ator mostram que a cena se passa em Viena, na Itália.
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Após uma publicação no Reddit, com uma foto do passaporte ficcional de Peter Parker (Tom Holland), os fãs foram presenteados com uma grande revelação: a data de aniversário do herói.
De acordo com a imagem, Parker do Universo Cinematográfico da Marvel nasceu no dia 10 de agosto de 2001, o que significa que completou 17 anos na última semana. Confira:
Apesar da confirmação, não se sabe como será a participação de ambos no filme, levando em conta que viraram pó na cena pós-créditos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’.
O principal vilão do filme será o Mystério (Jake Gyllenhaal), um dublê chamado Quentin Beck e especialista em efeitos especiais que se utiliza de seus conhecimentos práticos para realizar uma série de assaltos por Nova York. Em alguns deles, simulando os super-poderes do Homem-Aranha.
O novo filme irá girar em torno de Em (Thompson), que tenta se superar ao se juntar à MIB de Londres, e será pareada com o Agente H (Hemsworth). A dupla se envolverá em um mistério de assassinato que os levará a uma jornada global.
‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ deve arrecadar US$ 190 milhões em seu primeiro fim de semana nos EUA, informa o Deadline. De acordo com o relatório, o filme ganhará cerca de US$ 90 milhões na sexta-feira, contando com os US$ 40 milhões arrecadados nas pré-estreias de quinta à noite.
Apesar do valor alto, será a pior abertura da nova trilogia – atrás de ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ (US $ 247 milhões) e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘ (US $ 220 milhões).
‘Rogue One: Uma História Star Wars‘, o primeiro spinoff da Lucasfilm fora da saga episódica, será rebaixado para o quarto lugar. O longa dirigido por Gareth Edwards abriu com US$ 155 milhões em dezembro de 2016.
Na China, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ arrecadou apenas US$ 2,2 milhões durante sua estreia na quinta-feira (19).
A sequência dirigida por J.J. Abrams fracassou e ficou atrás de longas de pouco destaque, como o thriller policial ‘Sheep Without A Shepherd‘ (US$ 4,57 milhões) e o romance ‘Only Cloud Knows‘ (US$ 2,57 milhões), ambos sem previsão de estreia no Brasil.
Em janeiro de 2016, ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ faturou US$ 52,3 milhões em seu primeiro fim de semana na China, e terminou a corrida com US$ 126 milhões.
Lembrando que ‘Rogue One’ faturou US$ 30,6 milhões em sua abertura e US$ 69,4 milhões no total, e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ registrou US$ 28,7 milhões no primeiro de semana na China e teve um retorno total de US$ 42,6 milhões.
Lembrando que ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.
Assista nossa crítica:
Confira a porcentagem de aprovação de toda a franquia:
‘Star Wars: A Ameaça Fantasma’ (53%) ‘Star Wars: O Ataque dos Clones’ (65%) ‘Star Wars: A Vingabça dos Sith’ (80%) ‘Rogue One : Uma História Star Wars’ (83%) ‘Solo: Uma História Star Wars’ (70%) ‘Star Wars: Uma Nova Esperança’ (93%) ‘Star Wars: O Império Contra-Ataca’ (94%) ‘Star Wars: O Retorno de Jedi’ (82%) ‘Star Wars: O Despertar da Força’ (93%) ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ (91%) ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ (57%)
Durante o painel de ‘Os Novos Mutantes‘ na Comic-Con@Home 2020, o diretor Josh Boone falou sobre os planos que ele tinha para toda uma trilogia, chegando até a adaptação da saga Inferno.
“Tínhamos planos, obviamente, de trazer novos personagens para o próximo filme. O Warlock estava nas versões iniciais do roteiro, mas era muito caro inseri-lo. Então, quando o retiramos na narrativa, pudemos fazer o filme”, conta.
“A ideia era serem gêneros de terror diferentes”, continua. “O primeiro seria uma espécie de terror de rubber reality [em que se mistura realidade e fantasia], o segundo seria uma invasão alienígena com Warlock, e o terceiro reuniria todos os elementos do crossover dos X-Men do fim da década de 80 e início dos anos 90, chamado Inferno, e seria um terror sobrenatural apocalíptico. Esse era o plano.”
Você gostaria de ver a saga Inferno sendo adaptada aos cinemas?
‘Os Novos Mutantes‘ tem prevista para 28 de Agosto nos EUA, e 10 de Setembro de 2020 no Brasil.
Confira os minutos iniciais:
Dirigido por Josh Boone, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.
A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.
O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.
Segundo o ComicBook, ‘Godzilla vs. Kong’ vai explicar como Kong cresceu tanto nos 40 anos que separam ‘Kong: Ilha da Caveira‘ e o filme atual.
“Kong está maior neste filme, há uma frase em Ilha da Caveira que fala que ele ainda está crescendo, então ele é um adolescente naquele filme. Onde começamos, 40 anos depois, ele é significativamente maior. Ele tem alguns truques na manga, apenas pelo fato de estar em um mundo moderno e tem coisas que ele usar taticamente que o Godzilla não pode. Godzilla é tão poderoso como jamais o vimos, então ele [Kong] tem todas as probabilidades contra ele.”, explicou o produtor de ‘Godzilla vs. Kong‘, Alex Garcia.
Segundo ele, Godzilla tem em torno de 122 metros enquanto o Kong tem 110 metros.
Recentemente, o diretor Adam Wingard revelou que gostaria que as pessoas assistissem ao filme em um cinema IMAX… de preferência em 3D.
“Assista GODZILLA VS KONG em IMAX. Esta é absolutamente a melhor maneira de ver o filme. Normalmente não sou um grande fã de 3D, mas tenho que admitir que estou maravilhado com as versões 3D do IMAX. Há uma cena particular do Godzilla vindo direto para a câmera e ele está literalmente em escala saindo da tela. Eu me peguei rindo animadamente durante grande parte do filme! :)”, afirmou.
O filme chega no dia 25 de março de 2021 nos cinemas brasileiros.
‘Godzilla vs Kong‘ terá baixa indicação etária, sendo recomendado para maiores de 14 anos (PG-13). O longa foi classificado por “sequências intensas de violência/destruição entre criaturas e linguagem leve”.
Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.
“A humanidade luta pelo seu futuro, à medida em que Godzilla e Kong embarcam em um caminho de destruição que trará as duas forças da natureza mais potentes do mundo se colidindo em uma grandiosa guerra”.
Para comparação, ‘Os Novos Mutantes‘ teve 94 minutos e era o filme mais curto da Marvel até então.
O filme chega no Brasil dia 7 de Outubro.
Confira o trailer:
A sequência trará de volta Tom Hardy e Michelle Williams como Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente. Woody Harrelson irá retornar como Carnificina, enquanto Naomie Harris viverá a vilã Shriek.
Introduzida em 1993 nos quadrinhos, Shriek é a amante de Carnificina e é descrita como uma supervilã insana com habilidades psíquicas e poderes de manipulação de sons que a transformam na nêmese de qualquer simbionte. Ela apareceu primeiro como uma das pacientes no Instituto Mental de Ravencroft, sendo libertada por Carnificina durante a própria fuga.
“Cada um desses personagens consome tanto oxigênio em cada sala em que entra que realmente precisávamos ser cuidadosos e atenciosos. Eu sempre tentei manter uma boa noção de quando começaria a parecer um episódio de Love Boat ou algo assim, que é tipo “Quem é o convidado especial nesta cena?”. E temos cinco personagens [contando Lewis Dodgson] de Jurassic Park . BD Wong esteve em todos esses três filmes, e ele é um personagem importante neste filme. E então, quando você está olhando para um filme como Jurassic Park, que provavelmente tinha um total de oito personagens e cinco deles estão neste filme, isso na verdade é muito.”, afirmou.
Além disso, Trevorrow revelou ao ScreenRantque “Domínio é o fim da história que [ele] queria contar”, mas que ele não vê o filme como o último da franquia.
Ele revelou que existe a possibilidade de um jovem cineasta encontrar um novo enredo dentro do universo da história que a trilogia ‘Jurassic World‘ montou e levá-lo a partir daí.
“Eu sei que este é o fim da história que eu queria contar, mas sinto que me foi dada a oportunidade de entrar e colocar minha marca nisso e ser um guardião disso. E eu sinto que deve haver um jovem cineasta por aí que está olhando para o mundo que criamos e sente que sabe para onde pode ir a partir daí. Então, estou interessado no que eles têm a dizer em outro filme da franquia Jurassic World.”, revelou.
Assista a nossa crítica:
A trama é ambientada quatro anos após a destruição da Isla Nublar. Os dinossauros agora vivem – e caçam – ao lado de humanos em todo o mundo. Esse frágil equilíbrio remodelará o futuro e determinará, de uma vez por todas, se os seres humanos continuarão sendo os principais predadores em um planeta que agora compartilham com as criaturas mais temíveis da história.
O produtor Marc Evans confirmou à Variety que ‘The Old Guard‘ deve ganhar um terceiro filme e virar uma trilogia.
“O final do segundo filme pede um terceiro, o que me deixa muito feliz. Charlize é a produtora do filme e apoia o andamento da franquia”, ele afirmou.
As gravações de ‘The Olg Guard 2‘ já começaram e a protagonista Charlize Theron compartilhou imagens dos bastidores em seu perfil do Twitter.
Para quem não conhece, a trama baseada nos quadrinhos homônimos de Greg Ruckae do ilustrador Leandro Fernándezacompanha um grupo de seres imortais que têm sua identidade revelada quando um de seus membros é capturado misteriosamente, agora eles precisam lutar para voltar ao anonimato.
Lembrando que o elenco também conta com o retorno de Matthias Schoenaertse Veronica Ngo, além dos novatos Uma Thurman (‘Kill Bill’) e Henry Golding (‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes’).
Enquanto aguardamos por mais novidades, confira a nossas críticas do filme original:
Denzel Washington sempre acerta na escolha de seus projetos, e dessa vez não foi diferente. Seu novo sucesso de crítica, ‘A Tragédia de Macbeth’ (‘The Tragedy of Macbeth’), já está disponível no streaming Apple TV+.
O longa conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, e recebeu fortes elogios pelas poderosas performances dos vencedores do Oscar Denzel Washington e Frances McDormand, bem como pela original abordagem do diretor.
Washington vive o personagem-título, enquanto McDormand é Lady Macbeth. O elenco também é formado por Brendan Gleeson como o Rei Duncane Moses Ingram como Lady Macduff.
Segundo o consenso geral, liderado por um Denzel Washington estelar, o filme desnuda a clássica história aos seus fundamentos visuais e narrativos.
“Cruel, mas totalmente atraente, esta visão arrepiante de Macbeth é um tour de force visualmente deslumbrante. É tão bom quanto você esperaria deste elenco e equipe, o que diz muito”. – Helen O’Hara, Empire Magazine
“O filme triunfante de Joel Coen sobre a tragédia de Shakespeare surpreende em todos os níveis, com Denzel Washington e Frances McDormand, dois titãs atuantes, interpretando um casal idoso dando sua última chance à ambição assassina. Você não consegue tirar os olhos deles”. – Peter Travers, ABC News
“Todos os anos chega um momento em que o público assiste a um filme que acredita ser a obra-prima deste ano. Essa é aquela hora, aquele filme”. – Dwight Brown, National Newspaper Publishers Association
“Ao escolher Washington e McDormand como seus protagonistas, Coen dá uma nova interpretação à frases familiares”. – Charlotte O’Sullivan, London Evening Standard
“Por melhores que sejam as performances, é a forma como elas estão alinhadas com a direção e a encenação que fazem de A Tragédia de Macbeth uma experiência totalmente emocionante”. – Esther Zuckerman, Thrillist
A produtora A24 é responsável por lançar o projeto.
Na trama original, um casal escocês passa por cima de tudo e todos para assumir o trono, cometendo assassinatos e outras atrocidades. No entanto, a sede pelo poder trará um alto preço, com ambos sendo assombrados pelas terríveis consequências de seus atos.
Em outubro deste ano, o aclamado diretor e roteirista Quentin Tarantino surpreendeu a todos ao rasgar elogios a ‘Coringa: Delírio a Dois’, sequência estrelada por Lady Gaga.
Na ocasião, Tarantino não pensou duas vezes antes de aplaudir o longa – e principalmente Phoenix, por seu trabalho como Arthur Fleck/Coringa, dizendo que a interpretação do astro foi “uma das melhores performances que já vi na minha vida”.
Porém, os comentários do cineasta causaram fúria generalizada nos fãs do personagem, que o chamaram de um “completo babaca” pelos comentários.
Agora, durante uma recente aparição ao podcast The Joe Rogan Experience, Tarantino respondeu aos comentários odiosos, dizendo:
“Eu vou em um show e digo que gostei de ‘Coringa 2’. Agora, há 150 artigos sobre isso. Uma pessoa ouve aquilo e escreve um artigo sobre isso – e há 150 cópias do artigo sobre esse assunto. E então, você lê os comentários: ‘Quentin é um completo babaca. Esse filme é uma m****. Ele é um idiota por dizer isso’. Por que eu sou um babaca? Eu gostei do maldito filme! Isso faz de mim um completo babaca? Ou você gosta do filme ou não. Não estou divulgando-o. Não estou fazendo nada. Só disse que gostei. Quem se importa com o que eu gosto? Por que você se importa com o que eu gosto?”.
Ele continua: “e, então, eles dizem que eu sou um completo babaca por não ver alguma coisa. Que diabos você se importa com o que eu vejo ou não?. Alguém pode dizer: ‘bom, acho que é ele quem está perdendo’. Bom, tenho certeza de que há um monte de m**** que você está perdendo e eu não me importo com nada disso”.
‘Coringa: Delírio a Dois’ já está disponível no catálogo da Max.
‘Da Magia à Sedução 2‘ vai chegar um pouco mais cedo nos cinemas. A continuação do filme de bruxas, dirigida por Susanne Bier, estava originalmente programada para estrear em 18 de setembro – e agora chega aos cinemas uma semana antes, no dia 11 de Setembro.
Em setembro do ano passado, Kidman usou suas redes sociais para confirmar o encerramento das filmagens e compartilhou um breve vídeo dos bastidores, o primeiro divulgado do filme.
No vídeo, gravado em um campo, Kidman e sua colega de elenco Sandra Bullock (ambas vencedoras do Oscar) aparecem caminhando juntas, se afastando da câmera. Em tom descontraído, Bullock brinca: “Tirar uma foto de perfil? Vamos fazer uma foto de perfil”, enquanto Kidman ri e a abraça.
Na legenda, Kidman escreveu: “Encerramos as filmagens de #PracticalMagic2! Obrigada ao elenco e à equipe por toda a magia”.
O novo filme será uma adaptação do segundo romance da saga deAlice Hoffman, intitulado O Livro da Magia.
Na trama, as Owens vão se unir para quebrar, de uma vez, a maldição relacionada ao amor que paira sobre as mulheres da família. Quando a amada tia Jet ouve o besouro da morte, sabe que é sinal de que não tem mais tempo a perder: precisa revelar o segredo recém-descoberto para quebrar o mal.
Mas o tempo está se esgotando: ela tem apenas sete dias de vida! No mesmo momento, sua sobrinha-neta Kylie, sem saber que pertence a uma linhagem de bruxas condenadas, acaba por se apaixonar. Com a vida do seu amado em risco, três gerações de Owens são obrigadas a usar todos os seus dons para quebrar a magia que tem marcado a vida de todas.
Sobre o que podemos esperar da continuação, a produtora Denise Di Novi declarou: “Acredito que os fãs irão ficar muito satisfeitos com a sequência. A história será muito fiel ao livro. Estamos cientes que aquelas personagens e aquele filme são muito importantes para muitas pessoas. Não vamos inventar algo novo. Vamos nos inspirar nos livros da Alice Hoffman, como fizemos com o longa original, e vamos nos manter fieis em relação à passagem do tempo.”
Ela completa, “[As filmagens] estão programadas para 2025, mas ainda não temos certeza de quando irão começar. Nós apenas começamos o desenvolvimento da história, e Akiva Goldsman, que trabalhou no longa original, está escrevendo o roteiro.”
Akiva Goldsman, que escreveu o roteiro do clássico de 1998, irá retornar como roteirista da continuação.
Dirigido porGriffin Dunne e baseado no romance homônimo de Alice Hoffman de 1995, ‘Da Magia à Sedução’ não foi um sucesso de bilheteria na época de seu lançamento, arrecadando apenas US$68 milhões com um orçamento de US$75 milhões. No entanto, o filme conquistou um status de clássico cult ao longo dos anos, sendo reverenciado por sua história, personagens e elementos mágicos.
Para delírio de milhares de fãs espalhados pelo mundo, chega aos cinemas a continuação da saga de Bilbo Bolseiro e Cia, O Hobbit: A Desolação de Smaug. Comandado por Peter Jackson, que faz uma pontinha nos primeiros segundos de projeção, essa continuação é infinitamente superior ao primeiro filme em relação a tudo o que você possa listar como fundamental para entreter qualquer tipo de público. Fugindo de aranhas gigantescas, chamas poderosas de um dragão assustador e monstrengos Orcs famintos por sangue, os nossos heróis, com a ajuda dessa vez de Legolas (Orlando Bloom), voltam a enfrentar inúmeros desafios em busca de seu objetivo.
Orçado em US$ 250 Milhões e com 161 minutos de fita,O Hobbit: A Desolação de Smaug é o segundo filme da trilogia de adaptação do livro O Hobbit, de J.R.R. Tolkien. Nesta segunda parte, voltamos a acompanhar os novos desafios da jornada épica de Bilbo Bolseiro para recuperar o Reino dos Anões de Erebor. Bilbo, os anões e Gandalf continuam sua ingrata caminhada depois de serem salvos pelas águias nas Montanhas Sombrias (no primeiro filme), chegando até a Floresta das Trevas onde são surpreendidos por criaturas arrepiantes e pelos elfos que os capturam. Quando conseguem fugir da prisão dos arqueiros orelhudos, precisam encarar o maior desafio dessa jornada: roubar Smaug, um dragão que há muito tempo saqueou o reino dos anões do avô de Thorin e que desde então dorme sobre esse tesouro.
Ágeis, corajosos e com verdadeiros corações de guerreiros, os anões de Erebor brindam os espectadores com suas cenas quase circenses de lutas e seus diálogos sempre bem humorados. Eles lutam, ajudam, brigam entre si, mas no final do dia mostram uma união comovente que os faz não desistir de seus objetivos. A cada nova sequência, entre um brinde e outro, os guerreiros liderados por Thorin conquistam e reconquistam o público a cada minuto.
Por mais que maravilhosos personagens da trilogia O Senhor dos Anéisdêem o ar de sua graça nesse segundo filme da franquia, quem rouba a cena é Thorin. O lúcido e enigmático personagem, líder da legião dos anões, é interpretado com bastante competência pelo ator Richard Armitage (Capitão América: O Primeiro Vingador). Destemido, bravo e com uma personalidade de causar inveja a muita gente, o pequeno guerreiro exala carisma na telona.
Tauriel, personagem de Evangeline Lilly (Ex-Lost), adiciona muita emoção à trama. Além de ajudar o famoso orelhudo elfo Legolas com suas setas e facadas certeiras, vira médica para um certo soldado ferido e figura central de um surpreendente triângulo amoroso com o arqueiro mais famoso da trilogia O Senhor dos Anéis e um dos anões. A bela atriz canadense de poucos trabalhos de expressões no mundo do cinema caiu como uma luva na personagem.
Os efeitos especiais continuam no mais alto padrão que a tecnologia deste planeta pode oferecer. Porém, o mérito de Jackson e sua equipe não vem só disso. Reunir um roteiro envolvente, uma direção louvável e cenas de tirar o fôlego, usando essa tecnologia mencionada, é uma tríplice mais do que vitoriosa, inesquecível. Os padrões para criar um filme de fantasia que agrade a qualquer tipo de público foram elevados de uma maneira considerável por este audacioso projeto.
A aventura épica, dirigida pelo genial Peter Jackson (ver o filmeAlmas Gêmeas) é garantia de diversão do início ao fim. Com um corte seco em seu desfecho e uma pergunta fundamental como gancho para o último filme da saga,O Hobbit: A Desolação de Smaugdeve agradar não só aos fanáticos pelos textos de Tolkien mas também a todo mundo que ama cinema. Nessa próxima sexta-feira 13, Jason será esquecido facilmente, corra para o cinema e confira esse excepcional trabalho.
O risco e o destino. Imagina você entrar numa loja badalada pra comprar um novo par de fones de ouvido e surpreendentemente se vê em uma situação de risco. Isso aconteceu em fevereiro de 2022 com algumas pessoas que estavam num estabelecimento da Apple localizado em um agitado point da capital da Holanda. Os detalhes desse episódio – que correu o mundo – virou um longa-metragem ficcional que acabou de chegar na Netflix.
Dirigido pelo cineasta Bobby Boermans e tendo um roteiro que consegue com eficácia e eficiência executar uma narrativa dinâmica que logo alcança a tensão mostrando de forma prática e sem enrolação personagens e seus conflitos – dentro e fora da loja – iHostage se coloca na prateleira dos melhores thrillers lançados pela líder dos streamings nesse primeiro semestre de 2025.
Numa tarde, um homem chamado Ammar (Soufiane Moussouli) entra em uma loja da Apple, situada na badalada praça holandesa de Leidseplein, armado e tomando logo o lugar. Alguns clientes conseguem fugir para outras partes das dependências, menos Ilian (Admir Sehovic), um búlgaro que trabalha na Holanda e foi até a loja comprar um novo par de Air Pods. Logo a polícia é atualizada da situação e durante as horas que se seguem fazem de tudo para libertar os reféns.
O filme prende a atenção principalmente pelas subtramas bem desenvolvidas que abrem-se em camadas nos levando para uma série de emoções e variáveis incontroláveis. De um lado a situação dos reféns com o foco no que fica na linha de frente e em outros quatro deles que conseguem se trancar em um pequeno depósito. Do outro, as forças policiais na ramificação: negociação, força de elite e autoridades responsáveis pelo controle do evento de emergência.
Durante a narrativa o vai e vém entre o instinto de sobrevivência e a função de salvar vidas ganham a tônica com pelo menos um personagem representando cada variável instaurada. Esse arranjo, facilmente identificável, facilita e decifra entrelinhas deixando as portas abertas para fisgar o público. Dentro desse contexto, os pontos de vistas vão florescendo levando até um desfecho de acordo com o que ouve na realidade.
iHostagee sua versão para esse True Crime tem apenas uma canção (Feeling Good) que ficou marcada na voz de Nina Simone e aqui ganha a interpretação de Michael Bublé. A letra dessa música abre e fecha com chave de ouro um discurso afiado que apresenta as armadilhas do destino mas também uma nova vida, um novo amanhecer que sempre chega após qualquer tempestade.
A Netflix dificilmente acerta em seus filmes originais, mas atingiu um recorde negativo com seu novo filme de ação, intitulado ‘The Last Days of American Crime‘. Estrelada por Édgar Ramirez, a ação já está concorrendo ao título de uma das piores produções do ano e abriu com 0% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 2.87/10 baseada em 21 reviews(até o momento).
Pensando nisso, o CinePOP resolveu listar para você os piores filmes originais produzidos pela Netflix. E para tudo ficar mais democrático, como sempre, a pesquisa foi feita em cima da opinião do grande público – o que pode incluir críticos, cinéfilos, profissionais da indústria, especialistas, entusiastas e o espectador comum.
Antes de começarmos a lista, vale dizer que nem todos os filmes rechaçados por gregos e troianos encontraram lugar na lista, então aqui vão algumas menções honrosas (ou desonrosas) de filmes que são difíceis de defender: O Paradoxo Cloverfield (2018), Zerando a Vida (2016), História Real de um Assassino Falso(2016), Campo do Medo (2019), Perda Total (2018), O Silêncio (2019) e Pai do Ano(2018).
Para não dizer que somos injustos e perseguimos Adam Sandler (que este ano pode ser indicado ao Oscar por Uncut Gems), vale ressaltar mais uma vez que esta lista se baseou na opinião geral do grande público. Curiosamente, o filme mais criticado da parceria entre Sandler e a Netflix foi Zerando a Vida, produção que não entrou na lista. Neste longa, o ator interpreta um agente de talentos, sempre visando o melhor para seus clientes, e em busca de novos astros. O filme é criado na forma de mockumentary, com depoimentos de personalidades reais sobre o personagem fictício – e para isso, Sandler usa sua influência conseguindo diversas participações de peso.
10 | Lá Vem os Pais (2018)
Ao contrário de Sandy Wexler, que possui uma pegada de drama, este longa recai mais para o humor escrachado, daí o possível motivo da rejeição dos fãs. Na trama, Sandler e o colega comediante Chris Rock são os pais de jovens noivos que estão para se casar (o primeiro, o pai da noiva, e o segundo, do noivo). De personalidades diferentes e classes sociais também, os dois precisarão conviver e fazer o dia especial de suas crias dar certo.
Depois de dois filmes da franquia Fúria de Titãs(2010 e 2012), o ator Sam Worthington retornou para protagoniza outro longa com a palavra no título. Este, porém, de um gênero e roteiro bem diferentes. Produção subestimada, é até injustiça colocar o longa na lista – bem, ao menos a meu ver, já que o filme foi realmente bem destratado pelo grande público. Uma ficção científica, The Titan mistura elementos de clássicos do gênero (como A Mosca, de Cronenberg) para contar a história de astronautas se preparando para explorar o espaço, e para isso precisando alterar seu DNA. O elenco traz ainda duas atrizes belas e talentosas, a prata da casa Taylor Schilling e Nathalie Emmanuel.
Primeiro filme da parceria Sandler/Netflix, Os 6 Ridículos foi lançado no mesmo ano em que Quentin Tarantino estreava seu Os 8 Odiados. Se foi coincidência ou uma brincadeira saudável com o cineasta não me pergunte. Aqui, Sandler também protagoniza um faroeste, mas na trama apresenta personagens muito improváveis se descobrindo irmãos e precisando se unir para um bem maior. A comédia tem seus momentos.
Lançada este ano, esta ficção científica traz como protagonista a jovem Margaret Qualley, vista recentemente na obra de Quentin Tarantino, Era uma Vez em Hollywood. A ficção é um gênero no qual a Netflix gosta de apostar, mas nem sempre acerta. Aqui, Qualley vive uma cientista lutando para salvar a Terra da extinção, numa realidade de um futuro apocalíptico. Neste novo mundo devastado, ela acaba encontrando outro sobrevivente, interpretado por Anthony Mackie (o Falcão da Marvel), que, ao contrário dela, deseja deixar o planeta na próxima aeronave.
Uma das produções mais recentes da lista, este filme mistura elementos de terror, com drama e mistério. O mal de muitas produções da Netflix é querer entupir seus roteiros com reviravoltas mil – como The Perfection, por exemplo. Muitos filmes começam de uma forma, abordando um tema, somente para depois abandoná-lo, se tornando algo totalmente diferente, muitas vezes jogando um balde de água fria no espectador. É o caso com este filme protagonizado pela talentosa Carmen Ejogo, que começa como um thriller desesperador de sobrevivência, quando a atriz tem que salvar sua filha de uma picada de cobra, e evolui para algo do tipo Arraste-me para o Inferno.
Filmes de casas assombradas podem render obras arrepiantes ou enfadonhas, dependendo de sua confecção. E aqui, segundo o grande público, este thriller sobrenatural recai no segundo item. Na trama, Ruth Wilson interpreta uma enfermeira contratada para tomar conta de uma famosa autora de livros de terror reclusa. No local, a protagonista começa a perceber que a lenda da velha mansão amaldiçoada pode ser mais real do que imagina.
Outro filme pelo qual o grande público pegou implicância. Uma das maiores reclamações aqui é que esta obra desvirtuou a ideia de seu material original. Bem, interpretações de uma história sempre são mais interessantes do que apenas se copiar o que já foi feito. Aqui temos boas atuações de LaKeith Stanfield como L, e principalmente o grande Willem Dafoe como o demônio Ryuk. E novamente no elenco, a jovem Margaret Qualley, no papel do objeto de afeto do jovem Light (Nat Wolff), um rapaz que assim como Aladdin, descobre um “gênio” que lhe concede desejos – mas ao invés de uma lâmpada, temos um livro.
O humorista Marlon Wayans resolve dar uma de Eddie Murphy em sua segunda colaboração com a Netflix. Nesta comédia, ele vive um sujeito que descobre ter cinco irmãos gêmeos. E parte numa jornada para encontrá-los e conhecê-los. É claro que tudo não passa de uma desculpa para Wayans interpretar todos eles e tentar tirar graça das situações. Assim, ele pode viver um irmão com sobrepeso, uma presidiária, um malandro, um esnobe e um doente terminal, todos estereotipados e exagerados como Wayans gosta.
Last Days Of American Crime – Edgar Ramírez – Photo Credit: Netflix / Marcos Cruz
O que esperar de um filme cujo título é ‘The Last Days of American Crime’ – que, em português seria “os últimos dias de crime americano”? Só o título já demonstra toda a pretensão dessa produção, seja por se autodenominar “americano” (quando, americanos são todos os nascidos nas Américas, e não só quem nasceu nos Estados Unidos), seja pela pretensa ilusão de propor o fim da criminalidade naquele país, ainda que na ficção. E ainda usou 2h30 pra contar isso.
É tanto problema nesse filme, que fica difícil eleger o principal. ‘The Last Days of American Crime’ é desses filmes que já na primeira cena você tem o tom do que está por vir – e é dali pra baixo. Pretensioso, cafona e gratuitamente violento, é uma grande produção, com explosivos e carros batendo, mas não vale o tempo do espectador.
E o grande vencedor (ou “perdedor”) não poderia ser outro. Pobre Dylan Minnette, que precisou protagonizar o filme que é tido como a pior produção original da Netflix até o momento. Desde que foi lançado, este suspense sobre um rapaz e sua mãe se mudando para uma misteriosa casa, vem sendo detonado pelos críticos e o público sem dó nem piedade. Um thriller/terror onde nada acontece, e dono de uma reviravolta pra lá de insatisfatória, não existe muito argumento que possa defender este longa de ocupar a primeira posição dos piores filmes originais da Netflix.
Exorcismos, armadilhas mortais, torturas, magia negra, casas de cera, mortos-vivos, casas assombradas, cavernas inexploradas e até um albergue europeu, uma leva de filmes de terror icônicos completa duas décadas de existência — e, para os fãs do gênero, é uma oportunidade perfeita para revisitar (ou finalmente conhecer) algumas obras que marcaram a virada do milênio. Lançados em 2005, esses títulos carregam o espírito de uma era que misturava o medo psicológico com o horror gráfico, e começaram a moldar o gosto de uma nova geração que crescia entre fitas VHS, DVDs e os primeiros fóruns de discussão sobre cinema de gênero. De produções independentes que surpreenderam ao mundo a grandes estúdios apostando pesado em sustos e sangue, o ano foi especialmente frutífero.
É também interessante perceber como essas obras resistiram (ou não) ao teste do tempo: algumas viraram franquias bilionárias, outras se tornaram cults adorados, e há aquelas que simplesmente ficaram esquecidas — mas que agora ganham uma chance de brilhar novamente. Em comum, todas representam um retrato curioso do que assustava o público há vinte anos: casas assombradas, jogos sádicos, possessões demoníacas e muito body horror. Nesta matéria, vamos revisitar esses títulos com um olhar nostálgico, curioso e, claro, com a lanterna ligada — porque até hoje, algumas dessas histórias ainda provocam arrepios.
A palavra de ordem em Hollywood para todo filme comercial que dá certo é: sequência. Quando o gênero é o terror então, isso é praticamente uma obrigação. Assim o cult ‘Jogos Mortais’ (2004), que foi muito comparado a ‘Seven’ em seu lançamento, precisou gerar uma continuação, mesmo que não pedisse por uma necessariamente. Mas até que deu certo. Desta vez, ao invés de duas pessoas restritas a um banheiro encardido, tínhamos meia dúzia de pessoas dentro de uma casa inteira de armadilhas mortais. Porém, mal sabiam que dariam início a uma franquia interminável, que já conta com 10 filmes e o 11º é prometido. Mas o segundo foi o último verdadeiramente interessante.
Para o bem ou para o mal, o sucesso de ‘Jogos Mortais’ terminou por criar o subgênero conhecido como ‘Torture Porn’, ou seja, aquele tipo no qual as cenas altamente explícitas de mortes e tortura contam mais do que qualquer outro elemento, como história, atuações ou suspense. Tudo terá seus fãs. E também seus imitadores. Assim, no mesmo ano do segundo ‘Jogos Mortais’, ganhávamos também ‘O Albergue’, segundo filme do diretor Eli Roth, sobre turistas americanos desavisados, caindo nas garras de um albergue eslovaco que promove a venda de seus hóspedes para milionários sádicos. Já viu, né?
Nem só de “torture porn” viveu o terror há 20 anos, tivemos também obras baseadas em histórias reais, que intrigam ao mesclar fantasia e realidade. A pergunta que fica é: a jovem Emily Rose estava realmente possuída por espíritos malignos, ou ela sofria com surtos epilépticos? Sua condição era espiritual ou médica? Esse é o ponto forte desta pequena pérola do diretor Scott Derrickson (‘O Telefone Preto’), a dúvida que o longa nos propõe, podendo ser analisado das duas formas – e desta maneira sendo mais do que apenas um filme de terror. Com atuações poderosas de gente como Laura Linney, o saudoso Tom Wilkinson e a revelação de Jennifer Carpenter como a personagem título, ‘O Exorcismo de Emily Rose’ infelizmente não é tão comentado hoje como era há 20 anos.
Continuando pela temática sobrenatural e da religião, aqui ao invés do catolicismo e de exorcistas, mergulhamos na cultura negra americana, nas religiões de matrizes africanas e em especial o vodu. Uma das obras do gênero mais subestimadas dos últimos anos, o longa é um prato cheio para os que apreciam a cultura dessa parte do sul dos EUA, dos pântanos e dos “bayous”, se mostrando também um digno herdeiro de clássicos como ‘Coração Satânico’ (1987). Kate Hudson é a loirinha da vez, no papel de uma jovem aceitando trabalho como cuidadora de um senhor idoso. No local, ela suspeita que a mulher do idoso esteja tentando fazer mal a ele, mas irá adentrar uma trama repleta de reviravoltas, que fala diretamente ao passado escravista e lida com certa reparação histórica.
Existe uma trilogia involuntária com bons e subestimados filmes de terror que estrearam há 20 anos, cada um usando um segmento diferente do terror e vindos de estúdios diferentes. Ela é formada por ‘O Exorcismo de Emily Rose’ (da Sony/Columbia), ‘A Chave Mestra’ (da Universal) e ‘A Casa de Cera’ (da Warner). Todos eles são mais do que você espera. Esse aqui tentou dar sobrevida ao gênero slasher em meados dos anos 2000, após ter sido revivido no fim dos anos 90 – com ‘Pânico’. Na verdade, se trata de uma reimaginação moderninha de um clássico do horror gótico, com Vincent Price. Aqui, um grupo de jovens vai parar acidentalmente em uma cidadezinha abandonada por Deus, onde funciona um museu de cera repleto de segredos.
Ryan Reynolds em um filme de terror? Sim, temos! Embora não seja tão conhecido por filmes mais intensos, o ator já andou molhando os pés em thrillers e filmes de terror. O mais famoso deles em seu repertório é ‘Horror em Amityville’, aposta ambiciosa da MGM para o remake de um clássico da década de 1970. Em resumo, os filmes Amityville são sobre casas assombradas, nos quais os moradores do endereço são subitamente tomados por alucinações que os leva à loucura e a fazer mal para seus entes queridos. É dito também ser baseado em uma história real.
Que tal um filme de terror comandado por uma verdadeira lenda do gênero, dentro de um tipo de filme que ele criou e fez escola? Nada melhor. Há 20 anos, o saudoso George Romero entregava o quarto filme de sua saga de mortos-vivos (e o último verdadeiramente bom) – ele seguiria, infelizmente por mais dois longas completamente esquecíveis. Voltando para o que foi bom, o grande diretor, que é o pai dos zumbis no cinema, voltava ao tema e como de costume seus filmes tinham mais a dizer sobre a sociedade do que meramente sustos fáceis. Aqui ele voltava à crítica social do primeiro, apresentando uma luta de classes: os ricos vivem em coberturas superprotegidas enquanto os pobres precisam viver embaixo junto com os mortos-vivos. Fora isso, continuando a narrativa de ‘Dia dos Mortos’, os zumbis evoluem e aprendem, mostrando que os verdadeiros vilões são os humanos.
No terreno dos filmes desconhecidos que se tornaram cult e depois ficaram famosos, temos essa obra independente europeia, que pegou o mundo de surpresa e nesses 20 anos conseguiu se tornar um dos melhores e mais apreciados filmes do gênero. A trama é simples, mas muito eficiente. Um grupo de alpinistas formado apenas por mulheres decide praticar rapel em uma caverna subterrânea. Uma delas está em processo de luto após ter perdido o marido esportista em um acidente de carro. Um ano depois, essa é a forma com a qual ela decide superar o trauma. As seis amigas partem para a aventura, porém, irão encontrar um terror inimaginável no subterrâneo dessas cavernas inexploradas.
Wolf Creek: Viagem ao Inferno
Seguindo pelo terreno das produções independentes, longe de Hollywood, mas que se tornaram cult ao ponto de serem considerados alguns dos melhores exemplares do gênero, temos a produção australiana ‘Wolf Creek’. Na época, a crítica chegou a chamar o longa de “a verdadeira história de Crocodilo Dundee”. Também baseado em uma história real, o longa acompanha um trio de mochileiros se deparando com um caçador australiano, que se revela um verdadeiro psicopata sádico. Com toques de ‘O Massacre da Serra Elétrica’, o filme ganhou status de cult e até hoje é citado como exemplar inquietante do terror.
Finalizando a matéria, temos um exemplo do clássico “um raio não cai no mesmo lugar duas vezes”. O filme ‘O Chamado’ (2002) foi o primeiro de uma onda de remakes americanos de sucessos do terror japonês, seguido por ‘O Grito’ (2004) e outros. O filme fez de Naomi Watts uma estrela internacional, e ainda se mantém como não apenas uma das melhores refilmagens do gênero (ajudando a popularizar a assombração Samara), como um dos melhores filmes de terror dos últimos 25 anos. Assustador em diversos sentidos, o desfecho é especialmente bom por não trazer um final feliz, condenando, de certa forma, a humanidade. Mas como dito no início, fez sucesso, então precisou ter continuação. Toda a graça se esvaiu nessa sequência, digamos, desnecessária (para sermos educados). O curioso é que o diretor aqui é o mesmo da versão japonesa. Aliás, você sabia que existe um ‘O Chamado 3’ americano? Pois é, ele foi lançado em 2017.
Bônus: Água Negra
Não poderíamos terminar a matéria sem falar da investida do nosso Walter Salles no mercado Hollywoodiano. Infelizmente, o diretor do excelente ‘Ainda Estou Aqui’ não obteve o melhor dos resultados em sua grande oportunidade internacional, que poderia ter aberto portas para novos projetos na maior meca do cinema no mundo. Pegando o gancho de ‘O Chamado’ acima, ‘Água Negra’ também se trata de um remake americano de uma produção japonesa de sucesso. Apesar de não ter feito o sucesso esperado na época, o longa é um bom filme de terror, que nunca recebeu o carinho devido do grande público, se tornando no máximo cult. Na trama, a vencedora do Oscar Jennifer Connelly vive com sua pequena filha em um prédio detonado em uma área pobre da cidade. No local, estranhos acontecimentos começam a ocorrer, que podem estar ligados a antigos moradores do local.
Em entrevista ao EW, James DeMonaco, criador da franquia ‘Uma Noite de Crime‘, falou sobre o futuro da saga, e indicou o que o próximo filme pode ser o último.
“Eu tenho o próximo filme na minha cabeça. Acho que vou escrevê-lo. Acho que é um ótimo jeito de terminar tudo. Nós queremos fazer um final com esse próximo [filme], e eu estou muito animado. Quando eu criei a ideia e contei para todos, eles ficaram empolgados, e eu acho que daria um desfecho muito legal.”
Neste ano, além do filme ‘A Primeira Noite de Crime‘, também tivemos a estreia da série ‘The Purge‘, que se passa no mesmo universo que os filmes.
Vale lembrar que, no final do terceiro filme, o expurgo foi banido, iniciando uma onda de revolta e violência, que provavelmente pode ser o gancho para a nova produção.
Joana é uma adolescente que se alimenta de literatura e rock. Ela mora em Paris com a família, quando a anistia é decretada no Brasil, final de 79. De um dia para o outro, e a sua revelia, organiza-se a volta para o país do qual mal se lembra. No Rio de Janeiro, cidade onde nasceu e onde seu pai desapareceu nos porões do DOPS, seu passado ressurge. Nem tudo é real, nem tudo é imaginação, mas ao “lembrar”, Joana inscreve sua própria história no presente, na primeira pessoa.
Em 2006, um grupo de ladrões realizou o que é considerado um dos assaltos a bancos mais famosos e inteligentes da história da Argentina quando assaltaram a agência do Banco Río em Acassuso.
‘O Roubo do Século‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de março.
A aguardada adaptação de ‘Duna‘ ganhou novos cartazes individuais.
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de outubro.
Dirigido por Denis Villeneuve, o longa é baseado no romance clássico de Frank Herbert.
A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.
Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar Isaac, Rebecca Ferguson, Jason Momoa, Dave Bautista, Javier Bardem, Charlotte Rampling, Zendaya e Josh Brolin.
A produção irá estrear oficialmente no dia 29 de abril.
A série é uma adaptação do romance homônimo de Lauren Beukes.
A trama irá girar em torno de Kirby Mazrachi, uma repórter de Chicago que sobrevive a um ataque brutal e passa por uma transformação em sua realidade enquanto tenta descobrir quem a atacou.
O elenco ainda conta com Jaime Bell eWagner Moura.
No livro, um serial killer viaja no tempo assassinando mulheres em diferentes épocas. Ao se infiltrar no cotidiano de suas vítimas, ela as ataca quando elas menos esperam. Sem deixar rastros, ele age como um assassino perfeito… Até que uma de suas vítimas sobrevive.
Silka Luisa será a showrunner da série, além de produtora executiva.
A produção é baseada no livro homônimo de Jeffery Deaver.
A trama segue Colter Shaw (Hartley), um sobrevivente que percorre o país como um “caçador de recompensas”, usando suas habilidades de rastreamento para ajudar cidadãos comuns e policiais a resolver todos os tipos de mistérios – tudo isso enquanto luta com sua própria família fragmentada.
“Estou animada em dar sinal verde para essa nova série protagonizada pelo talentoso Justin Hartley,” declarou Amy Reisenbach, nova presidente da CBS Entertainment. “‘The Never Game’ é uma excelente adição à nossa programação. Como nossos espectadores adoram ação, intriga, mistério e personagens complexos, eles irão amar essa série.”
Além de estrelar, Hartley também servirá como produtor executivo ao lado de Ken Olin e Ben H. Winters (que dirigiu e escreveu o episódio piloto, respectivamente).
O Disney+ divulgou o trailer completo da 2ª temporada da série latina ‘Pais por Acidente‘.
Confira:
O novo ciclo estreará no serviço de streaming no dia 8 de novembro.
Apresentando as incríveis paisagens e a diversidade cultural do México, a história é centrada em California (Farah Justiani), uma jovem de treze anos que, no dia do aniversário, é presenteada com as chaves de uma van que foi enviada pela própria mãe, que deseja vê-la mais uma vez depois de seu desaparecimento inesperado.
Apesar das boas intenções de Itzel, Miguel (Jorge Blanco), Morgan (Michael Ronda) e Diego (Lalo Brito), pais adotivos de California, têm certos resguardos sobre o reencontro das duas, mas acabam mergulhando de cabeça nessa jornada hilária e emocionante.
Pato Safa e Javier Colinas entram como diretores, com roteiro assinado por Ana Sofia Clerici.
David Henrie (‘Os Feiticeiros de Waverly Place’) é responsável pela direção.
Quando uma força sobrenatural começa a destruir seu verão, Noah e seus amigos se juntam com um detetive aposentado em uma aventura monstruosa para salvar sua ilha.
De acordo com o Deadline, Jermaine Fowler (‘The Blackening: Jogo Mortal’) foi confirmado no elenco da 5ª temporada de ‘Only Murders in the Building‘.
O ator participará do próximo ciclo em caráter recorrente, mas, infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.
Ele se junta aos novatos Renée Zellweger, Christoph Waltz, Téa Leoni, Keegan-Michael Key e Logan Lerman, previamente anunciados.
Anteriormente, a Selena Gomez havia compartilhado uma imagem inédita dos bastidores das filmagens da nova temporada. Confira e siga o CinePOP no Youtube:
De acordo com o Deadline, a sequência ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ deve acrescentar em torno de US$ 20 milhões em seu terceiro final de semana nos EUA, mantendo-se no topo das maiores arrecadações do país.
O longa deve desbancar as estreias de ‘Destruição Final 2‘ e ‘O Primata‘ no território norte-americano. Segundo as projeções, ambos filmes estão programados para abrirem entre US$ 8-10 milhões em seu primeiro final de semana.
Vale lembrar que ‘Fogo e Cinzas‘ já ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais – tornando-se o quarto filme do diretor James Cameron a superar a marca, após ‘Titanic‘, ‘Avatar‘ e ‘Avatar: O Caminho da Água‘.
Além disso, ele é o único cineasta a ter três filmes com mais de US$ 2 bilhões em arrecadação global.
Nos EUA, a produção soma US$ 306 milhões. Internacionalmente, foram US$ 777.1 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 1.08 bilhão.
Atualmente, o longa subiu para o TOP 3 das maiores arrecadações de 2025, atrás apenas de ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma‘ (US$2.1B) e ‘Zootopia 2‘ (US$1.4B).
Ao total, os três filmes da franquia já arrecadaram mais de US$ 6 bilhões mundialmente.
‘Avatar: Fogo e Cinzas’ segue em exibição nos cinemas nacionais!
Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.
O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.
ASony Pictures teve um trimestre não muito agradável no segmento de entretenimento, registrando um prejuízo de US$ 962 milhões .
A drástica queda é devido à redução da perspectiva de lucratividade de seus negócios no ramo de filmes e produções domésticas para a TV. Os valores correspondem aos meses de outubro a dezembro de 2016 e o anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira (02), de Tóquio.
A divisão de cinema registrou um lucro de US$ 179 milhões no mesmo trimestre de 2015, impulsionado graças ao sucesso de ‘007 Contra Spectre’, último filme da saga do agente secreto interpretado por Daniel Craig.
A receita desse setor da empresa caiu para US$ 1,94 bilhão no terceiro trimestre fiscal de 2016, em comparação a US$ 2,18 bilhões no mesmo período do ano anterior. Os lucros da Sony Pictures foram afetados por conta de uma série de baixíssimas bilheterias, com aconteceu com ‘Passageiros’, com Jennifer Lawrence e Chris Pratt, além do remake de ‘Sete Homens e Um Destino’, que contava com elenco de peso, entre eles o premiado Denzel Washington.
A previsão do ano fiscal da Sony para a receita operacional da divisão de filmes foi revisada para uma perda de US$ 737 milhões, ante uma previsão inicial correspondente a US$ 258 milhões em novembro, devido à perda por redução ao valor recuperável.
Na segunda-feira, a Sony anunciou que estava tomando um prejuízo por desvalorização de ágio não monetária, equivalente a US$ 962 milhões no setor de filmes, “como resultado da revisão da projeção de lucratividade futura para o segmento de cinema e séries de TV”.
O diretor financeiro da Sony Pictures, Kenichiro Yoshida, afirmou que vai dedicar mais atenção à divisão de cinemas e entretenimento doméstico, a fim de reverter o prejuízo:
“A partir deste mês, o presidente Hirai manterá um segundo escritório em Culver City para se envolver mais profundamente no ramo cinematográfico, embora sua principal prioridade seja encontrar um sucessor para Michael Lynton“.
Perguntado sobre o tipo de pessoa que a Sony está procurando para liderar este setor, Yoshida respondeu:
“Alguém com experiência e visão sobre a produção de filmes, mas também, considerando as mudanças que a distribuição está sofrendo, uma pessoa que entenda dessa tecnologia e tenha espírito de liderança . “
Yoshida reiterou o compromisso da Sony com o cinema e as séries de TV, que tem sido objeto de especulação de venda novamente, desde o anúncio do prejuízo tomado pelo estúdio:
“Nós planejamos alavancar a Propriedade Intelectual de jogos para a Sony Pictures Entertainment, algo que só nós podemos fazer por sermos donos de ambas as divisões”.
‘Cães de Aluguel‘ completa 25 anos em 2017 e para celebrar o marco, a revista britânica Empire está preparando uma edição especial para dezembro, trazendo detalhes jamais divulgados sobre a produção, além de fotos inéditas dos bastidores.
Uma delas já foi compartilhada através de seu site.
A adaptação solo de ‘Aquaman’ vai chegar um pouco mais cedo em alguns países.
Segundo usuários do Reddit, em alguns locais a data foi antecipada de 21 de dezembro para o dia 13 e 14 do mesmo mês.
Na Austrália, um fã confirmou que a produção chegará aos cinemas na quinta-feira, dia 13. Já no Reino Unido, a estreia foi reagendada para o dia seguinte, 14.
Na Tailândia e na Rússia o longa também será lançado uma semana antes da estreia norte-americana, conforme pontuando por outros usuários.
As primeiras exibições-teste de ‘Aquaman‘ foram realizadas nos EUA, e vazaram as reações do grupo de sortudos que estava presente na sessão.
Steve Weintraub, do Collider, disse que ouviu coisas boas daqueles que participaram das projeções.
“Adivinha qual filme de super-heróis foi exibido na noite passada em San Fernando Valley? Ouvi algumas coisas boas de Aquaman”.
Já Christopher Marcus, da Omega Underground, disse que ouviu que o filme é bom, mas não ótimo.
“Ouvi dizer que é bom (não ótimo) e é tudo o que podemos esperar do novo filme da DC”.
KC Walsh, da Geeks WorldWide, compara ‘Aquaman’ com os primeiros filmes da Marvel Studios.
“#Aquaman é como um filme da fase 1 da Marvel Studios, então se você gostou deles, talvez você vai adorar… Se não, provavelmente não vai curtir muito…”.
DA sequência direta do clássico oitentista ‘Robocop‘, intitulada ‘Robocop Returns‘, sofreu uma grande baixa.
O cineasta Neil Blomkamp anunciou sua saída da direção do projeto, em virtude de conflitos de agenda.
Em uma publicação feita em sua conta oficial do Twitter, o diretor pontuou que a MGM não poderia esperá-lo finalizar seu novo filme de terror/thriller, para então iniciar as filmagens. Segundo Blomkamp, o estúdio precisava iniciar as filmagens antes dele ficar disponível.
Confira:
Off Robocop. I am shooting new horror/thriller and MGM can’t wait/ need to shoot Robocop now. Excited to watch it in theaters with other fans. N
“Fora do Robocop. Estou filmando um novo terror/thriller e a MGM não pode esperar/precisa gravar Robocop agora. Estou empolgado em assisti-lo nos cinemas com os fãs. N”
Antes de deixar o projeto, Blomkamp revelou no Twitter que a sequência seria com censura para +18 anos, salientando que a trama traria “muita ironia e explosões”.
O longa não deve contar com o astro do filme original, o ator Peter Weller.
Mesmo com 71 anos, muita gente acreditava que o ator retornaria ao papel por conta dos avanços tecnológicos de computação gráfica, mas segundo o site Super Bro Movies que entrou em contato com os representantes do ator, nada disso vai acontecer.
Peter Weller simplesmente não tem o menor interesse em voltar a viver o policial ciborgue. Isso não é bem uma surpresa para os fãs do ator que está cada vez mais reservado participando muito pontualmente de alguns filmes como ‘Além da Escuridão: Star Trek‘.
O mês de setembro está dobrando a esquina e os usuários da Amazon Prime Video serão presenteados por uma leva de novas estreias na grade de programação.
E nesta primeira semana, novos títulos chegam para o deleite dos assinantes, com a estreia da aguardada segunda temporada de ‘The Boys‘ sendo o principal destaque.
Confira a agenda de lançamentos!
01 de setembro
Gauguin – Viagem ao Taiti
Lançado em 2017, este drama biográfico conta a história do artista Paul Gauguin (Vincent Cassel), que, em 1891, deixa a Europa rumo ao Taiti. Cansado das regras morais e sociais de seu continente, ele parte rumo à polinésia para tentar se reencontrar com a natureza e com a vontade de produzir. Porém, ele acaba tendo de lidar com a tristeza e a doença. Esse filme é um drama interessante e pesado, que aposta na estética e na atuação magistral de Cassel para fugir do clichê das biografias. Dando bastante ênfase aos sentimentos e à cólera do artista, o longa não o romantiza, mas também não o vilaniza. É um grande filme.
Estrelado por Zach McGowan, o quinto filme do Escorpião Rei o coloca junto à irmã do Rei Nubian em uma busca pelo Livro das Almas, uma relíquia que será muito útil na luta contra o senhor da guerra: Nesberek.
Ainda mais intensa e insana, na segunda temporada os The Boys encontram-se foragidos da justiça, procurados pelos Super, e tentando, desesperadamente, reagrupar e lutar contra Vought. Escondidos, Hughie (Jack Quaid), Mother’s Milk (Laz Alonso), Frenchie (Tomer Capon) e Kimiko (Karen Fukuhara) tentam se ajustar a uma nova realidade, com Billy Butcher (Karl Urban) desaparecido. Ao mesmo tempo, Starlight (Erin Moriarty) procura encontrar seu lugar no grupo The Seven, enquanto Homelander (Antony Starr) se concentra para assumir o controle total. Seu poder está ameaçado com a chegada de Stormfront (Aya Cash), uma nova Super especialista em mídia social, que tem planos próprios. Além disso, a ameaça do Supervilão toma o centro das atenções e faz barulho enquanto Vought tenta monetizar em cima da paranoia da nação. Como disseKaren Fukuhara na coletiva de imprensa do Amazon Prime Video, em dezembro de 2019: “Vocês podem esperar uma temporada com muito, muito sangue”.
*As datas de lançamento estão sujeitas a alterações da Amazon
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