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‘Samaritano’ e os Filmes de Super-Heróis da carreira do astro Sylvester Stallone

Com uma carreira que já dura mais de cinco décadas e 96 créditos como ator, além de igualmente ser conhecido como roteirista, produtor e diretor, Sylvester Stallone é definitivamente uma das maiores e mais importantes personalidades do mundo do cinema de nossos tempos. Seus blockbusters fizeram dele o herói de ação definitivo dos anos 80 e 90; e com personagens do nível de Rocky Balboa e John Rambo, Stallone bem que poderia ser considerado um dos primeiros super-heróis do cinema.

Apesar das tretas recentes com a família do produtor Irwin Winkler pelo controle criativo da franquia Rocky (que, acreditem, não pertence a Stallone), não iremos abordar este fato aqui, e sim concentrar no mais recente lançamento da carreira do ator: o blockbuster da Amazon Prime Video, Samaritano. Na trama, Sylvester Stallone interpreta o super-herói Samaritano, que fez muito sucesso lutando contra criminosos, mas desapareceu há vinte anos sem mais nem menos. Todos acreditam que ele está morto, mas um menino de 13 anos está prestes a descobrir a verdade. O garoto Sam desconfia que seu vizinho, o idoso Sr. Smith (Stallone) seja na verdade a identidade secreta do vigilante Samaritano – uma mistura de Batman e Superman. Agora, o menino irá até o fundo desta história, investigando para descobrir a verdade, e saber por que o super-herói decidiu aposentar sua capa.

E com o filme Samaritano, o que muitos jornalistas têm frisado é a primeira investida do astro Sylvester Stallone no gênero dos filmes de super-heróis. Segundo as manchetes, o ator estaria pegando carona na onda do momento e no caminho pavimentado pela Marvel e DC para criar seu próprio personagem original. Sim, Stallone está surfando nesta onda, mas isso não é novidade para o ator em sua carreira. Basta olhar um pouco mais detalhadamente para a filmografia do velho garanhão italiano de guerra para perceber que Stallone já havia feito alguns trabalhos no gênero. E são justamente estes filmes que iremos adereçar aqui nesta nova matéria. Confira os outros papeis dentro do gênero super-heróis de quadrinhos (ou não) que Sylvester Stallone já havia feito. Confira.

O Juiz (1995)

É difícil de acreditar, mas teve uma época em que era mais fácil os estúdios apostarem em adaptações de quadrinhos não muito conhecidas e independentes, do que em grandes personagens do acervo da Marvel e da DC. E essa época era os anos 90. Nesse período, o único grande trunfo e personagem confiável da DC era o Batman. E na Marvel as coisas iam piores ainda, com sequer unzinho deles capaz de emplacar nas telas, deixando seu desenvolvimento infernal para trás. Foi nesse cenário que um dos maiores astros de Hollywood da época, Sylvester Stallone, aceitaria viver o protagonista de uma HQ britânica criada por Carlos Ezquerra e John Wagner. Criado em 1977 para os quadrinhos 2000 AD, o personagem ficaria tão popular que ganharia em pouco tempo sua própria revista. Passada num futuro distópico onde a criminalidade tomou conta, e o governo tenta adotar medidas desesperadas de combate. Em Mega City One, os governantes deram total poder aos chamados juízes, oficiais da lei que agem como policiais, juízes e executores – possuindo carta branca para eliminar qualquer contraventor que acharem adequado.

Com produção da Disney, através da Hollywood Pictures, o estúdio topou a empreitada de adaptar o controverso quadrinho, mas terminou esbarrando em algumas armadilhas que fizeram o resultado ficar abaixo do esperado. Embora a direção de arte, efeitos, criações animatrônicas, figurinos, maquiagem e o elenco sejam alguns dos melhores elementos do longa, e que chamam mais atenção, um dos grandes problemas de O Juiz na opinião dos fãs foi ser um filme de censura baixa, quase uma aventura de matinê, que apostava muito no humor (com direito a presença de Rob Schneider como alívio cômico incessante). Fora isso, ao contratarem Stallone, esbarraram em outro percalço. O astro não queria ficar escondido atrás do capacete do herói – já que o público e o estúdio haviam pago pela sua presença. Assim, diferente dos quadrinhos onde o protagonista nunca tira seu capacete, o Dredd do filme passava a maior parte da exibição seu sem famoso visual – fazendo deste qualquer filme de ação de Stallone menos o Juiz Dredd.

Guardiões da Galáxia – Vol. 2 (2017)

Esse aqui os fãs da Marvel devem lembrar bem. Embora Judge Dredd seja um quadrinho britânico cult e não muito conhecido da maioria, os personagens Guardiões da Galáxia da Marvel não ficam muito longe disto. Isto é, antes de se tornarem astros de seu próprio filme milionário. Sejamos sinceros, antes de ter se tornado febre em 2014 graças ao primeiro longa-metragem, quem de fato conhecia ou sequer havia ouvido falar em Guardiões da Galáxia. Até o estúdio reconheceu que eram personagens do time B (ou C), e que justamente por isso precisavam de um voto de confiança do público. Os fãs compararam a ideia e fizeram destes personagens secundários um dos maiores sucessos da casa de ideias.

É claro que tamanho fenômeno geraria uma continuação, e três anos depois estreava o segundo filme. Assim como a grande maioria das superequipes dos quadrinhos Marvel, os Guardiões também tiveram diversas formações, e a que vemos em cena é uma das mais recentes. Porém, a Marvel e o diretor James Gunn arranjaram um jeito de homenagear as formações antigas. E para isso, o cineasta escalou o astro Sylvester Stallone para o papel de Stakar Ogord, encabeçando os clássicos personagens. Na trama, o personagem de Stallone é o líder de sua própria equipe de renegados, que não quer mais saber de seu ex-membro Yondu (Michael Rooker). A participação de Sly foi tão boa que gerou boatos de um derivado. Enquanto ele não sai do papel, o ator retornará ao personagem no terceiro Guardiões da Galáxia a ser lançado no início de maio de 2023, quem sabe para uma participação maior.

O Esquadrão Suicida (2021)

Pelo visto Sylvester Stallone e James Gunn se deram bem nos bastidores de Guardiões Vol. 2. O cineasta é um grande fã do cinema de gênero, incluindo a ação. Sendo assim deve ser também um grande admirador de Sylvester Stallone. O diretor não perdeu tempo quando precisou escalar um ator para dar vida do grandalhão King Shark (Tubarão Rei), no segundo Esquadrão Suicida da DC. Quando foi demitido da Marvel, Gunn tratou de se bandear para o lado da DC – sendo depois recontratado pela rival. Nesse meio tempo pôde desenvolver o projeto da equipe de vilões do jeito que queria, fazendo do novo filme um sucesso de crítica, diferente do original. Uma nova pá de personagens do time C da casa foi colhido por Gunn na hora de construir seu time. E assim como havia feito com a árvore humanoide Groot (que possui a voz de outro grandalhão – Vin Diesel), James Gunn estava disposto a fazer do Tubarão Rei um personagem caricato, divertido, engraçado e muito fofo/querido. Deu certo. E grande parte de seu êxito veio da dublagem de Stallone. Os fãs mal podem esperar para ver o personagem dando as caras, ou as presas, de novo.

Pequenos Espiões 3D (2003)

Seguindo uma linha meio O Esquadrão Suicida, onde temos muitos personagens coloridos, e alguns bem graciosos, este filme (embora nem de perto tão violento e sangrento) tem todo o jeitão de uma adaptação de quadrinhos. Criado por Robert Rodriguez, Pequenos Espiões é uma franquia muito bem-sucedida, que já gerou nada menos que 4 filmes desde 2001. A ideia surgiu de Rodriguez querer fazer um filme que seus filhos pudessem assistir, assim ele se enveredou pelo seu primeiro longa infantil, mirado à toda família. Uma das propostas aqui era para desenvolver o próprio estúdio de efeitos especiais do diretor, que criou sua empresa de CGI e a aprimorou para implementar os efeitos neste filme. Assim, fazendo do primeiro Pequenos Espiões quase um filme experimental. E deu muito certo, gerando duas continuações diretas, de 2002 e 2003. Assim como o recente Samaritano, a ideia não partiu de uma HQ, mas possui todo o clima e poderia muito bem se passar por uma. Na história, dois superespiões aposentados constroem uma família. Mas quando desaparecem misteriosamente, seu casal de filhos descobre que os progenitores eram na verdade os próprios James Bond elevados à décima potência. Com acesso aos seus gadgets da mais alta tecnologia, as crianças partem para salvar os pais. No terceiro filme, criado com o 3D que era moda na época, Stallone vive o vilão Toymaker – e o clima que impera é o cartunesco.

O Demolidor (1993)

Finalizando a matéria temos mais um filme protagonizado por Sylvester Stallone que, embora não seja realmente baseado numa HQ, poderia muito bem ser, e possui todo o clima. O Demolidor infelizmente foi outro dos projetos do astro que não atingiu todo o seu potencial na época de lançamento, mas definitivamente fez a alegria e virou a cabeça de todos que eram crianças e adolescentes fãs do ator na época. Seu valor cult só foi crescendo com o passar dos anos e o próprio Stallone já mencionou algumas vezes o desejo por uma possível continuação. É o que muitos fãs pedem e sonham desde sempre. Essa é outra ficção científica misturada com ação e que se passa no futuro. Ao contrário de O Juiz, o humor aqui funciona, é consciente e intencional. Além disso, as críticas sociais são certeiras, e o filme adivinhou muito de para onde iríamos como sociedade já nos anos 90. Essa é uma obra abraçada por grande parte do público na época de seu lançamento e sua legião de seguidores só aumentou, com O Demolidor sendo considerado um filme visionário e à frente de seu tempo.

Na trama, Stallone vive o super policial John Spartan. Seu principal inimigo é o psicopata sádico Simon Phoenix, papel de Wesley Snipes – igualmente no auge de sua carreira. Eles são versões do Batman e do Coringa, podemos comparar. Após uma missão sair terrivelmente errado, o próprio herói é condenado por um crime ao lado do vilão, e como punição são congelados num procedimento experimental. No futuro onde não existe mais a violência, Phoenix é misteriosamente descongelado e escapa. A única solução é combater fogo contra fogo, e para isso é descongelado igualmente Spartan. O futuro será pequeno para esses dois titãs.

‘MegaTubarão’ ganha novo comercial com cenas inéditas; Assista!

MegaTubarão‘ ganhou um novo spot com várias cenas inédias.

Confira:

MegaTubarão‘ ainda nem estreou nos cinemas, mas a possibilidade da produção ganhar uma sequência é genuína. No entanto, tudo depende do feeedback do público. A observação foi feita pelo astro Jason Statham, em uma entrevista a EW.

Na ocasião, ele foi bem direto, ao afirmar que qualquer estúdio quer fazer mais dinheiro e que o retorno da audiência nos cinemas é o que ditará a existência ou não de uma continuação.

Disse:

“Nos dias de hoje, isso funciona como em todas as demais áreas. Se faz dinheiro, existe obviamente um apetite para fazer ainda mais dinheiro. E se a produção não for bem, eles rapidamente varrem ela para debaixo do tapete. É assim que Hollywood funciona. Todo mundo tenta fazer um filme bom, mas no final das contas, está nas mãos da audiência. O público é quem realmente decide; Cabe a eles decidir se algo terá uma sequência ou não”.

A produção estreia no Brasil dia 9 de Agosto de 2018, um dia antes da estreia norte-americana.

O elenco conta com Jason StathamRuby RoseLi BingbingCliff Curtis e Page Kennedy.

Em ‘MegaTubarão‘, um submarino de águas profundas – parte de um programa internacional de observação subaquática – foi atacado por uma criatura gigantesca, que se pensava estar extinta. Agora, ele se encontra incapacitado no fundo da fossa mais profunda do Oceano Pacífico… com a tripulação presa dentro dele. Com o tempo se esgotando, o mergulhador especializado em resgates em águas profundas Jonas Taylor (Jason Statham) é recrutado por um visionário oceanógrafo chinês (Winston Chao), contra a vontade de sua filha Suyin (Li Bingbing), para salvar a tripulação – e o próprio oceano – desta ameaça incontrolável: um tubarão pré-histórico com mais de 20 metros de comprimento conhecido como Megalodon. O que ninguém poderia imaginar é que, anos antes, Taylor já havia encontrado esta mesma criatura aterrorizante. Agora, junto com Suyin, ele deve confrontar seus medos e arriscar sua própria vida para salvar todos os tripulantes… ficando frente a frente com o maior e mais poderoso predador de todos os tempos.

filme é dirigido por Jon Turteltaub e roteirizado James Vanderbilt (‘O Espetacular Homem-Aranha‘).

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‘Nosso Planeta’: Novo documentário da Netflix ganha belíssimo trailer; Assista!

A Netflix divulgou o trailer de sua nova série documental, ‘Nosso Planeta‘ (Our Planet).

Confira:

O famoso naturalista David Attenborough narrará a produção.

Todos os episódios serão lançados na plataforma no dia 5 de abril de 2019.

‘As Golpistas’ ultrapassa US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! O longa ‘As Golpistas‘ (Hustlers) continua forte nas bilheterias e acabou de ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões mundialmente – vale destacar que mais de 80% dessa arrecadação vem apenas das bilheterias norte-americanas.

Nos EUA, o longa acumula US$ 91.3 milhões. No mercado internacional, são US$ 18.7 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 110 milhões mundialmente.

Vale lembrar que ‘As Golpistas‘ teve a melhor estreia da carreira da Jennifer Lopez, superando a abertura da comédia ‘A Sogra‘ (US$ 23.1m), em 2005. Além disso, o longa também quebrou recorde de estreia da distribuidora STXfilms, superando ‘Perfeita é a Mãe!‘ (US$ 23.8m).

Escrito e dirigido por Lorene Scafaria (‘Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo‘), o longa é inspirado em um artigo feita pela jornalista Jessica Pressler para a New York Magazine, intitulado The Hustlers at Scores.

Na trama, um grupo de ex-strippers se une para roubar seus clientes milionários, mas o plano acaba indo além do esperado. O longa se passará em Nova York e terá como pano de fundo a crise financeira norte-americana, abordando “o dano que isso gerou na subsistência das dançarinas, que dependiam de sua clientela de Wall Street”, em contraste com uma temática com o foco em “identidade, lealdade, sobrevivência e controle”.

O elenco conta com Jennifer Lopez, Constance Wu, Julia Stiles, Keke Palmer, Lili Reinhart, Lizzo e Cardi B.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de dezembro.

Gangue de mulheres quer vingança no trailer do suspense ‘Revenge Ride’; Assista!

O suspense ‘Revenge Ride‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Melanie Aitkenhead.

“Quando uma estudante é drogada por um jogador da faculdade, ela se junta a uma gangue de mulheres motoqueiras para se vingar deles, resultando em uma batalha sangrenta em ambos os lados.”

Serinda Swan, Diego Boneta e Pollyanna McIntosh estrelam a produção.

‘WandaVision’: Último episódio tem a PIOR avaliação da série no Rotten Tomatoes

A série ‘WandaVision‘ foi extremamente elogiada pelos espectadores e pela crítica, mas o episódio final parece ter deixado a desejar.

Muitas pessoas ficaram decepcionadas com o último capítulo da produção ao verem suas teorias sobre a trama não se tornando realidade. O próprio ator Paul Bettany ajudou a elevar o hype do desfecho ao indicar uma participação especial secreta, que [SPOILER A SEGUIR:] acabou sendo ele mesmo com a introdução do Visão Branco.

O último episódio de ‘WandaVision‘ conquistou 82% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar de ser uma média sólida, ainda é a pior registrada pela produção. O consenso geral é que “o episódio escolhe priorizar algo pessoal ao invés de confrontos grandiosos e, apesar de não ter sido o desfecho que alguns fãs queriam, oferece migalhas suficientes para manter todos se perguntando sobre o futuro do multiverso”.

Anteriormente, o episódio com a menor avaliação era o sétimo da série, intitulado Breaking the Fourth Wall, com 84% de aprovação.

Recentemente, o diretor Matt Shakman revelou que ele não terminou a série conforme originalmente planejado por causa da pandemia.

Para começar, a produção teria estreado os três primeiros episódios ao mesmo tempo (o que pode ter ajudado algumas audiências a embarcar mais facilmente), mas a Disney+ teria que atrasar o final se seguisse esse plano.

A equipe só terminou o último episódio duas semanas antes do lançamento oficial, e é por isso que parte do CGI não parecia finalizado.

Uma sub-trama foi filmada envolvendo os gêmeos, Monica, Darcy e Ralph Bohner enquanto tentavam roubar o Darkhold do porão de Agatha Harkness.

O diretor confirmou que o coelho de Agatha, Scratchy, teria sido revelado como um demônio… provavelmente Mephisto?

Shakman também confirmou que a cena sobre o engenheiro aeroespacial foi propositalmente incluída – mas uma cena retratando a referência foi aparentemente retirada quando o público começou a especular sobre a chegada de Reed Richards na série.

Apesar de ‘WandaVision‘ ter chegado ao fim, o universo da Marvel continuará a ser explorado na série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, que será lançada em menos de duas semanas, no dia 19 de março.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do marcar o retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpreta a versão adulta de Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘A Família Addams 2’: Sequência já arrecadou quase US$ 100 milhões mundialmente

Apesar de ter sido lançada simultaneamente em VOD, a sequência ‘A Família Addams 2 – Pé na Estrada‘ está surpreendendo nos cinemas, onde já arrecadou quase US$ 100 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 54.9 milhões. No mercado internacional, foram US$ 39.7 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 94.6 milhões mundialmente.

Vale lembrar que a animação já está em exibição nos cinemas nacionais!

Greg Tiernan retorna à direção.

Na trama, Morticia e Gomez estão perturbados porque seus filhos estão crescendo, pulando jantares de família e totalmente consumidos pela “hora dos gritos”. Para recuperar o vínculo, eles decidem enfiar Wandinha, Feioso, Tio Fester e os outros em seu acampamento mal-assombrado e pegar a estrada para férias familiares miseráveis. Sua aventura pela América os leva para fora de seu elemento e em confrontos hilariantes com seu primo icônico, It, bem como muitos novos personagens excêntricos. O que poderia dar errado?

O novo filme contará com o retorno de Charlize Theron (Morticia), Oscar Isaac (Gomez), Chloë Grace Moretz (Wandinha), Nick Kroll (Tio Fester), Bette Midler (Vovó ) e Snoop Dogg (Primo It).

Finn Wolfhard, que deu voz ao Feioso do primeiro filme, não retorna, sendo substituído por Javon ‘Wanna’ Walton. Por fim, Bill Hader completa o elenco e dará voz a Cyrus, um personagem criado exclusivamente para a sequência.

‘The Bear’: Comédia com astro de ‘Shameless’ é renovada para a 2ª temporada

FX renovou oficialmente a série ‘The Bear‘, comédia estrelada por Jeremy Allen White (‘Shameless’), para a 2ª temporada.

“‘The Bear’ ultrapassou nossas expectativas criativas, críticas e comerciais,” declarou Eric Schrier, presidente da FX, em comunicado oficial. “Nós agradecemos o trabalho brilhante liderado pelo criador Christopher Storer e a coshowrunner Joanna Calo. A performance de Jeremy Allen White também é espetacular, assim como os seus colegas de elenco Ebon Moss-Bachrach, Ayo Edebiri, Abby Elliott, Lionel Boyce e Liza Colón-Zayas. Mal podemos esperar para começar a desenvolver a segunda temporada.”

O próximo ciclo deve estrear apenas em 2023.

A série foi criada por Christopher Storer.

A trama segue um jovem chef que volta para Chicago para comandar a loja de sanduiches de sua família.

O elenco ainda conta com Ebon Moss-BachrachAyo EdebiriLionel BoyceLiza Colón-Zayas e Abby Elliott.

Victoria Alonso fecha acordo com a Marvel após DEMISSÃO controversa

De acordo com o Deadline, Victoria Alonso fechou um acordo com a Marvel, onde atuava como produtora executiva e chefe de VFX, após sua controversa demissão.

O site afirma que o acordo, apesar de confidencial, garantiu uma compensação financeira multimilionária para Alonso.

A executiva havia sido demitida abruptamente em março, após trabalhar por 17 anos para a Marvel Studios. Seu afastamento se deu logo após ela ter sido indicada ao Oscar de Melhor Filme Internacional pela produção de ‘Argentina, 1985‘.

Na época de sua demissão, foi reportado que ela havia sido removida do seu cargo porque seu contrato indicava que ela não podia se envolver com produções sem o envolvimento da Disney.

Desde então, ambas partes começaram a se atacar publicamente através de declarações polêmicas – um “barraco” que chegou a ofuscar os lançamentos recentes do próprio estúdio.

Anteriormente, a advogada da produtora havia declarado: “A ideia de que Victoria foi demitida por causa de um punhado de entrevistas à imprensa relacionadas a um projeto de paixão pessoal sobre direitos humanos e democracia que foi indicado ao Oscar e no qual ela recebeu a bênção da Disney para trabalhar é absolutamente ridícula. Victoria, uma latina gay que teve coragem de criticar a Disney, foi silenciada. Então ela foi demitida quando se recusou a fazer algo que acreditava ser repreensível. A Disney e a Marvel tomaram uma decisão muito ruim que terá sérias consequências. Há muito mais nessa história e Victoria a contará em breve – em um fórum ou outro.”, afirmou o comunicado.

Alonso alegadamente teria confrontado a Disney por se recusar a aceitar censuras às referências LGBTQIA+ no filme ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, para a exibição no mercado do Kuwait. A censura em questão seria um borrão em uma vitrine com a bandeira do orgulho LGBTQIA+, em que o personagem de Paul Rudd passa em frente, logo no início do filme.

Uma fonte do site disse anteriormente que, após os comentários de Alonso na premiação GLAAD de 2022, nos quais ela citou o então CEO da DisneyBob Chapek, por sua reação ao projeto de lei “Don’t Say Gay” da Flórida, a produtora tinha sido afastada da divulgação de projetos da Marvel na imprensa.

Alonso ingressou na Marvel em 2006 como chefe de efeitos visuais e pós-produção,
e esteve envolvida no lançamento do ‘Homem de Ferro‘, como co-produtora. Ela foi promovida a Produtora Executiva em 2012, a partir de ‘Os Vingadores‘.

Seus créditos mais recentes incluem vários filmes e séries incluindo mais recentemente ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, ‘Thor: Amor e Trovão‘ e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, além de séries como ‘Loki‘ e ‘Ms. Marvel‘.

Entre Dois Mundos

(Ouistreham)

 

Elenco:

Juliette Binoche
Hélène Lambert
Louise Pociecka

 

Direção: Emmanuel Carrère

Gênero: Drama

Duração: 106 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 16 de Maio de 2024

Sinopse: 

Em ENTRE DOIS MUNDOS, Marianne Winckler, uma renomada autora francesa, decide escrever um livro sobre a insegurança no trabalho vivenciando essa realidade em primeira mão. Ela consegue trabalho como faxineira e descobre uma vida onde cada centavo faz falta. No entanto, ao viver essa provação, ela forja laços genuínos e calorosos com alguns de seus companheiros de infortúnio. A ajuda mútua leva à amizade; a amizade leva à confiança. Mas o que acontecerá com essa confiança quando a verdade for revelada?

Curiosidades: 

» O longa é baseado na obra Le Quai de Ouistreham, de Florence Aubenas;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Após ‘Wicked’, Ariana Grande planeja se “reconectar” com teatro musical

Em entrevista ao podcast Las Culturistas, Ariana Grande (‘Scream Queens’) revelou que planeja se reconectar com o teatro musical após estrelar a adaptação de ‘Wicked‘.

A atriz afirma que redescobriu sua paixão pela atuação. Apesar de não ter intenção em se aposentar do mundo da música, a artista confessa que pretende frear o ritmo de sua carreira como cantora pop.

“Eu vou dizer algo assustador. É algo que vai assustar meus fãs, mas eu amo todos eles e eles terão que lidar com isso. Eu sempre amei fazer música. Eu sempre amei estar no palco, e eu sempre vou fazer conteúdo pop. Mas não quero seguir fazendo isso no mesmo ritmo que eu tenho feito nos últimos 10 anos.”

Ela completa, “Acho que eu amo atuar. Eu amo teatro musical. Eu me sinto curada ao me reconectar com essa parte de mim mesma que começou teatro musical e ama comédia. Gosto de encontrar papéis para usar novas partes de mim mesma, e encontrar novos lares e personagens para elas.”

Vale lembrar que a artista fez sua estreia na Broadway em 2008, quando tinha apenas 15 anos. Após participar do musical 13, ela passou a estrelar a popular série ‘Victorious‘ e o spin-off ‘Sam & Cat‘, antes de lançar seu primeiro álbum de estúdio, Yours Truly, em 2013.

Wicked‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de novembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Wicked segue a história de Elphaba, a Bruxa Má do Oeste (interpretada por Cynthia Erivo), uma jovem que se inscreve na Universidade Shiz para aprender a dominar seus poderes. É lá que ela conhece Glinda, a Bruxa Boa do Sul (interpretada por Ariana Grande), uma estudante popular que promete ajudar a introvertida Elphaba com seu comportamento em público. O filme se desenrola antes, durante e depois dos eventos clássicos de O Mágico de Oz.

Lembrando que o filme é dirigido por Jon M. Chu (‘Em um Bairro de Nova York’).

A produção cinematográfica será dividida em duas partes e apresentará novas músicas escritas pelo compositor original do espetáculo, Stephen Schwartz.

O elenco ainda conta com nomes como Michelle Yeoh, Jeff GoldblumEthan Slater.

Com roteiro de Winnie Holzman, a composição musical é de autoria de Stephen Schwartz, enquanto Marc Platt (‘La La Land: Cantado Estações’) produz.

Animação ‘Elio’ não é mais o maior FRACASSO de bilheteria da Pixar

Apesar de sua passagem decepcionante pelas telonas, a animação ‘Elio‘ conseguiu arrecadar US$ 144.2 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor supera a arrecadação total de ‘Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica‘ (US$141.8M), que passa a se tornar o maior fracasso de bilheteria da história da Pixar.

Vale destacar, no entanto, que ‘Dois Irmãos‘ foi fortemente afetado por causa da pandemia de COVID. A produção chegou a ser lançada no serviço de streaming do Disney+ enquanto ainda estava sendo exibida nos cinemas.

Nos EUA, ‘Elio‘ arrecadou US$ 72.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 71.6 milhões através de 48 mercados.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com a França (US$8.6M), Reino Unido (US$6.4M), Coreia (US$4M), China (US$3.9M) e Alemanha (US$3.8M).

A animação abriu com decepcionantes US$ 21 milhões em seu primeiro final de semana no território norte-americano. Além de ter ficado abaixo das projeções – que indicavam uma estreia em torno de US$ 25-30 milhões –, o valor representa o menor lançamento da história da Pixar.

Crítica | ‘Elio’ resgata as glórias da Pixar em uma tocante e honesta narrativa sci-fi

Dave Franco e Sophie Wilde estrelarão novo terror de invasão ALIENÍGENA

De acordo com o Deadline, Dave Franco (‘Juntos’) e Sophie Wilde (‘Fale Comigo’) serão os protagonistas de ‘Soon You Will Be Gone And Possibly Eaten‘ (Em Breve Você vai Desaparecer e Possivelmente ser Devorado, em tradução livre), novo terror sci-fi de invasão alienígena.

Na trama…

“Rob e Sabile, um jovem casal de noivos, viajam para um resort isolado nas montanhas para trocar votos e iniciar um novo capítulo em suas vidas. O que havia sido planejado como um casamento alegre, com a presença apenas de familiares, toma um rumo inesperado quando convidados inesperados invadem a cerimônia.”

Egor Abramenko (‘Estranho Passageiro: Sputnik’) será responsável pela direção.

O roteiro é assinado por Luke Piotrowski e Ben Collins, do reboot de ‘Hellraiser‘ e do aclamado ‘A Casa Sombria‘.

A trama é baseada em um conto escrito por Nick Antosca, criador e showrunner do vindouro remake de ‘Cabo do Medo‘.

Ele também servirá como produtor ao lado de Alex Hedlund, Sébastien Raybaud, Greg Gilreath, Adam Hendricks, Nick Shumaker e Dawn Olmstead.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Homem-Aranha 2’ se passará poucos minutos após ‘Os Vingadores 4’

Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ ainda nem chegou aos cinemas, mas informação ligadas a sua sequência já foram anunciadas.

Segundo a produtora Amy Pascal, o segundo filme terá ligação direta a ‘Os Vingadores 4’, com sua trama acontecendo poucos minutos após o final da adaptação.

Em entrevista ao site Fandom, ela disse:

“Eu creio que devemos focar nesse Homem-Aranha que teve sua estreia em ‘Guerra Civil’, continuou com sua produção solo e voltará para as telonas em ‘Vingadores’. E nós já começamos a trabalhar na sequência, que abre sua narrativa apenas alguns minutos após o fim da história de ‘Vingadores 4’”.

Marvel deve ganhar “reboot” nos cinemas após ‘Os Vingadores 4’ 

A estreia nos cinemas nacionais acontece dia 6 de Julho de 2017.

 

‘Te Peguei!’: Comédia sobre partida mais longa de Pega-pega ganha uma nova imagem

A nova comédia das Warner Bros., intitulada ‘Te Peguei!‘ (TAG), ganhou uma nova imagem, que traz o astro Jeremy Renner em destaque.

Confira:

 

A produção é baseada num artigo feito pelo Wall Street Journal, que conta a história de um grupo de amigos envolvidos em uma longa partida de Pega-pega – que tem durado 30 anos!

Jeremy Renner estrela a produção ao lado de Ed Helms (‘Se Beber, Não Case), Jake Johnson, Hannibal BuressTracy Morgan e Annabelle Wallis, de ‘A Múmia‘.

A comédia será dirigida por Jeff Tomsic, que fará sua sua estreia nos cinemas após anos trabalhando com programas de TV. O roteiro ficou a cargo de  Mark Steilen e Rob McKittrick.

A estreia está agendada para 28 de agosto de 2018.

EITA! ‘Titanic’: Carro usado em cena de amor ainda tem a marca da mão da Rose!

Titanic é um dos grandes clássicos que venceu o teste do tempo e 22 anos depois de sua grande estreia nos cinemas, continua sendo considerado uma das melhores produções da história do cinema.

E o cineasta James Cameron compartilhou uma curiosidade bem peculiar em seu Twitter. O carro de época usado para a famosa cena de amor entre Jack e Rose ainda guarda a marca da mão da personagem no vidro.

Para os que não se recordam, durante o momento a dois, Rose apóia sua mão no vidro traseiro do carro, escorregando-na lentamente. A tomada feita por Cameron foca justamente no movimento – uma maneira simbólica e dentro da censura proposta para o filme de mostrar a intensidade da relação sexual da dupla.

Para comprovar que a marca de Kate Winslet ainda está ali, ele publicou uma foto do carro, mostrando o vidro traseiro. Mais de 20 anos depois e a sombra da mão da atriz continua ali!

Confira:


“Mais de 20 anos depois, a infame marca da mão de Titanic continua lá – olhe de perto”.

Relembre a cena:

James Cameron quase bateu em Harvey Weinstein com Oscar de ‘Titanic’; Entenda!

‘Avatar 2’: James Cameron revela os desafios de gravar cenas subaquáticas; Confira!

 

6 Motivos para assistir a nova série da Netflix, ‘Não Provoque’

A mais nova série original da Netflix, intitulada Não Provoque, tem – gradativamente – chamado a atenção dos assinantes da plataforma de streaming. Configurando no Top 10 de títulos mais vistos no serviço, a produção explora o universo de líderes de torcida, trazendo uma abordagem mais sagaz, dramática e recheada por um suspense que conquista o público a cada novo capítulo.

Desenvolvida originalmente pela emissora norte-americana USA, a produção ainda conta com um elenco de atrizes jovens com muito potencial, liderado por Willa Willa Fitzgerald (Scream), que ao lado da novata Marlo Kelly, fazem da produção com atmosfera teen, um verdadeiro espetáculo do subgênero coming of age.

Explorando essa fase de transformações físicas e hormonais, Não Provoque é uma bela surpresa adquirida pela Netflix. E se você ainda não tem certeza se a série de thriller vale o seu tempo, a atriz Marlo Kelly te dá seis motivos para te fazer para tudo e se hipnotizar nessa narrativa cercada por muito mistério.

Confira a entrevista EXCLUSIVA feita pela nossa jornalista Rafa Gomes!

Personagens complexas 

Não Provoque vai na contramão do seu próprio subgênero, indo além da típica superficialidade muitas vezes tratada no universo de líderes de torcida, conforme pontuou Marlo:

“As personagens são bem complexas e Eu creio que é isso que faz com que o trabalho da Megan Abbott (autora do livro no qual a série é baseada) seja tão universal. Independente do contexto, sexo ou época, todas as suas personagens e relacionamentos são incrivelmente muito facetados e dolorosamente humanos.

e A primeira coisa que me chamou a atenção foi a oportunidade de ser desafiada por um personagem tão multifacetada e mercurial como a Beth. A antítese de perfeição loira, cabeça de vento e líder de torcida historicamente estereotipada reduz mulheres jovens, particularmente líderes de torcida, para baixo. Em vez disso, ela é egoísta, bagunçada, insensível, ferozmente inteligente, sincera e destemida, todas as coisas que dizemos para nossas meninas não serem”.

Trama intrigante

A construção narrativa de Não Provoque faz com que uma crescente atmosfera de suspense seja apresentada para a audiência a cada novo episódio, mantendo a atenção do público e sempre gerando questionamentos quanto ao caráter de seus personagens. Para a atriz Marlo Kelly, essa combinação foi exatamente o que cativou sua atenção para a produção:

“É emocionante fazer parte de uma série em que todos os personagens, seus motivos e relacionamentos estão sob suspeita, o que significa que o público nunca pode dizer quem é o vilão, quem é a vítima ou ambos. Então, tudo isso, combinado com a bizarra guerra pelo poder/triângulo amoroso entre Colette, Addy e Beth, me conquistou e sei que vai conquistar também o público”

Equilíbrio entre vários gêneros

A nova série une vários gêneros em uma única trama, fazendo com que a experiência seja ainda mais ampla, levando o público a uma jornada emocional intrigante – capaz de alcançar os mais diversos gostos, conforme salienta Marlo Kelly:

“A série é um pastiche de vários gêneros atraentes: Um mistério sedutor com assassinato, um drama esportivo em ritmo acelerado, um suspense psicológico e uma história de amor, tudo ao mesmo tempo que perscruta as vidas de uma pequena cidades da América. Eu acho que tem algo que pode agradar a todos!”

Abuso sexual e ansiedade crônica tratados com precisão

Não Provoque não tem medo de tratar sobre assuntos tão complexos no âmbito juvenil. Explorando circunstâncias delicadas como alienação parental, síndrome do pânico, abuso sexual e ansiedade crônica, a série ainda revela camadas diversas em suas próprias personagens, fazendo com que a percepção da audiência em relação a elas seja mutável constantemente.

“Eu me pressiono bastante para representar essas experiências da maneira mais verdadeira e honesta possível, o que significa muito para mim. Eu adoraria ter uma segunda temporada para continuar explorando todas essas camadas e as consequências de tudo o que Beth sofreu. Os roteiristas da série são tão brilhantes que tenho certeza de que, se tivermos a sorte de conseguir uma segunda temporada, eles continuarão a enfrentar esses enredos difíceis com graça e respeito”.

Background teen, temática adulta

Trazendo como pano de fundo o pequeno mundo das líderes de torcida, a série da Netflix chega bem próxima do mesmo nível de qualidade da aclamada Euforia, da HBO. E para atriz, essa abordagem mais adulta do meio adolescente representa um novo momento na produção televisiva:

“Acho que houve uma mudança no mercado nos últimos anos em direção à histórias que não zombem dos adolescentes, mas que comemorem suas complexidades. Há um desejo cultural de narrativas com protagonistas imperfeitos; adolescentes modernos no comando de tramas que não sejam condescendentes e não julguem seu público. Tenho muito orgulho de podermos fazer parte disso e ajudar nessa mudança”.

Uma segunda temporada promissora

Não Provoque ainda não teve sua segunda temporada confirmada, mas caso ela seja anunciada, o público pode esperar uma continuação que genuinamente deve honrar o material fonte, que é o livro homônimo de Megan Abott.

De acordo com a atriz, o primeiro ciclo compreende apenas metade da obra original, o que garante que a temporada seguinte não fugirá da ideia proposta pela autora:

“A primeira temporada engloba apenas metade do livro, o que significa que uma segunda temporada nos dará a oportunidade de terminar a história e juntas todas as pontas soltas do final do primeiro ciclo. Então, dedos cruzados!”

Confira o trailer:

O show é baseado no romance homônimo de Megan Abbott, que também entra como produtora executiva e roteirista.

A história mergulha no feroz mundo escolar das competições de líderes de torcida e gira em torno do relacionamento entre duas melhores amigas depois que uma nova treinadora chega ao colégio e deseja levar seu time à proeminência. Enquanto sua amizade é posta à prova, suas vidas mudam quando um crime chocante abala a pequena cidade em que moram.

Herizen GuardiolaMarlo KellyWilla FitzgeraldPaul FitzgeraldZach RoerigRob HeapsAlison ThorntonAmanda Brugel fazem parte do elenco.

Crítica | Cryptozoo: Animação com Zoe Kazan e Michael Cera é um bizarro experimento artístico

Filme assistido durante o Festival de Sundance

Particular e inusitado, Cryptozoo é um experimento cinematográfico muitas vezes desconfortável aos olhos. Com uma estética absolutamente autoral e um ritmo muito lento em seus primeiros 20 minutos, a produção é do tipo que causa estranheza, tamanha a sua vanguarda. Exigindo muito mais do que disposição do público, ela reside em sua peculiaridade e explora o universo de criaturas míticas históricas, para abordar um tema real: Os valores do capitalismo selvagem.

Na trama, uma mulher dedica a sua vida para salvar e proteger criaturas míticas que atualmente se encontram em extinção, com muitas vivendo suas vidas reclusas, escondidas entre os humanos ou até mesmo subordinadas a um subversivo e corrompido submundo. Para garantir que suas raras espécies sejam preservadas, essa ativista decide criar o Cryptozoo, um zoológico que – teoricamente – resolverá o problema de tráfico de figuras míticas, prática que passou a dominar o mundo e deu início a uma perigosa milícia.

Sendo absolutamente feita manualmente, a animação quebra paradigmas logo com o seu estilo criativo. Com traços em 2D mais “simples” e bem caricatos, a produção tenta cativar a audiência para essa característica diferenciada, a fim de que ela se envolva com a narrativa de maneira mais próxima, sendo ainda capturada pelos tons vibrantes e diversos que estampam a tela a cada tomada. Entre erros e acertos, a ideia pode até funcionar, mas Cryptozoo perde o seu fôlego por ser pouco comunicável com a maioria dos cinéfilos, ainda que sua mensagem seja clara.

Com a sua trama crescendo apenas na metade de seu segundo ato, o longa é inquietante em seu visual. Embora seja muito ousado, o excesso de cores e o design das criaturas míticas tendem a se tornar um problema. Tudo parece estar em excesso, inclusive o fator autoral do cineasta Dash Shaw, que assina o roteiro e a direção do longa. Com uma abordagem com ares das séries animadas do bloco Adult Swim, do canal Cartoon Network, Cryptozoo se apoia em um forte elenco de dubladores, formado por Michael Cera, Zoe Kazan, Alex Karpovsky e Lake Bell – mas perece de encanto.

Simbólico em sua premissa, a produção acerta por querer instigar o público a refletir sobre como a sociedade contemporânea se comporta de forma voraz diante do poder e do dinheiro. No entanto, seu texto ecoa pouco e o interesse pode se perder, diante de sua exaustão visual que mais nos incomoda do que nos intriga. Ao menos que você decida comprar essa alucinação do diretor, Cryptozoo segue como um filme que terá dificuldades de também encontrar o seu o lugar no mundo, assim como suas criaturas.

Crítica | Dupla Jornada: Comédia de vampiros é uma divertida e sangrenta aventura

Sob uma coloração bem quente, que reforça a fotografia bastante solar do noroeste de Los Angeles, Dupla Jornada chega à Netflix como uma tentativa de resgatar o mesmo vigor do amado clássico dos anos 2000, Zumbilândia. Abusando de sua sanguinolência a partir de uma trama regada por muito humor e performáticas cenas de ação, a produção vampiresca é despretensiosa e faz de seus protagonistas caricatos uma ótima oportunidade para brincar com estereótipos sócio raciais que tanto vemos em Hollywood.

Entre uma vilã latina, um herói negro irreverente e um alinhado mauricinho, existe uma narrativa pouco inventiva, mas nem por isso menos atraente. Sem pretensão de inovar no gênero de produções de vampiros, a comédia de ação de J.J. Perry, roteirizada por Tyler Tice e Shay Hatten, acompanha um pai trabalhador que só quer proporcionar uma vida boa para a sua filha. Mas seu trabalho como limpador de piscinas na região do Valley é apenas uma fachada para sua verdadeira profissão de caçador de vampiros. E buscando proteger sua família, ele terá que enfrentar uma espécie de “chefona do crime” – uma bela mulher que se apropria das mesmas expressões piegas de tantos outros vilões mexicanos, fazendo as vezes de uma exímia caricatura hollywoodiana.

Sem qualquer detalhe preciso que explique a existência de vampiros no estado da Califórnia, Dupla Jornada está mais preocupada em oferecer um banquete sangrento, com confrontos hiperbólicos entre mortos e vivos, que fariam Isaac Newton se revirar no túmulo. E conforme Perry desafia a lei da gravidade, Jamie Foxx e Dave Franco se divertem em tela, compram a insana ideia de vampiros aprimorados que não temem a luz do sol e nos levam pela mesma aventura, com a certeza de que essa é mais uma daquelas aleatórias descargas de adrenalina que frequentemente são lançadas pela Netflix.

Com efeitos visuais medianos, mas muita química em tela, Dupla Jornada é uma mistura de diversos produtos da cultura POP, indo muito além do fator vampiresco. Com dois parceiros bem contrastantes que replicam o humor pastelão das duplas dinâmicas das comédias policiais, o longa traz de tudo um pouco – incluindo uma participação de Snoop Dogg. De ritmo rápido e repleto de sacadinhas cômicas cafonas, o filme faz do seu emaranhado de clichês um entretenimento completamente leve, que não se leva a sério e ainda premia a audiência com um balde de sangue a cada nova cena.

Com coreografias de lutas muito bem executadas, a comédia de ação brinca com nossos sentidos ao tirar proveito da enorme quantidade de sangue derramado e das inúmeras acrobacias mirabolantes – que rendem cenas extremamente ágeis e eletrizantes. Exigindo apenas duas horas livres de seu público, Dupla Jornada não quer revolucionar o gênero, pouco se importa com seu conceito e pode ser facilmente esquecido. Mas apesar de todas essas falhas, a comédia acerta naquilo que se propõe a fazer: divertir do começo ao fim, com a possibilidade de se tornar um novo prazer culposo, daqueles que nos relaxam após um dia estressante.

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

Existem dois tipos de espectadores ansiosos para a chegada de Duna (Dune: Part One) aos cinemas, os quais o título deste texto se refere. Os primeiros são os leitores da epopeia em seis livros de Frank Herbert, publicados entre os anos de 1960 e 80, além de duas continuações póstumas. Os outros são os fãs de ficção-científica e Denis Villeneuve, o qual já realizou os bem sucedidos A Chegada (2016) e Blade Runner 2049 (2017). Para ambos grupos, o diretor franco-canadenses não decepciona, mas também não nos inebria como em suas obras anteriores, por exemplo, Incêndios (2010). 

Vale ressaltar que Duna já é planejado como uma primeira parte de uma sequência e abrange apenas o primeiro livro da saga literária, o qual dá protagonismo a Paul Atreides (Timothée Chalamet). Com tentativas anteriores malfadadas, como Duna (1984, de David Lynch) e as minisséries Duna (2000) e Os Filhos de Duna (2003), esta versão promete um melhor desenvolvimento da trama, efeitos especiais de primeira linha e uma arrebatadora luta galáctica em 10.000 anos no futuro. 

Assim como clássicos modernos do sci-fi Star Wars e Star-Trek e mesmo medievais, como Game of Thrones, Duna é uma história sobre jogos de poder, exploração, luta e sobrevivência. Em linhas gerais, a trama segue, por um lado, o campo pragmático da política e guerra; por outro, um ambiente místico de poderes mentais, sobrenaturais e de fé. Assim, Paul tem sonhos com uma misteriosa jovem (Zendaya) e diversos outros personagens habitantes do deserto. Seu caminho é percorrido entre acreditar nessas visões ou usá-las para abrir novos percursos. Não existe um suspense, mas uma dinâmica de seguir a história pelos olhos do misterioso Paul. 

No planeta Arrakis, vários nobres disputam o controle da sua principal riqueza, o “spice”, que a gente poderia traduzir como “especiaria”, mas significa-la também como “ouro”, ou qualquer material de exploração, tal como o petróleo. Essa substância é produzida pelos vermes da areia, isto é, criatura carnívoras gigantescas habitantes do subsolo do deserto, onde o povo Fremens (talvez tenha um dica no nome, free = livre, men = homens) vive. Quando consumida, a especiaria tem propriedade entorpecentes e são cruciais para viagens espaciais, ou seja, ela permite aos navegadores se guiarem através do espaço. 

Como toda essa riqueza, mas escassez de água e temperaturas altíssimas, o povo local sofre com a perpétua exploração, enquanto tem apenas ao seu lado as artimanhas de sobrevivência nesta zona. Desse modo, a extração estrangeira da substância torna-se ponto de conflito político-econômico interestelar. Semelhanças com as colônias de exploração na América Latina e na África não são mera coincidência, assim como os atuais conflitos no Oriente Médio, onde pessoas são apenas um empecilho ao extrativismo de barris de petróleo. 

Seguindo o desenrolar dos fatos, a ação começa quando a corte imperial indica os nobres de Atreides para assumir a administração de extração do “spice” em Arrakis. É de conhecimento geral que os atuais gerentes, o povo de Harkonnen, são os mais ricos do império por conta do lucrativo negócio e vivem em guerra com a população da região. Explosões, tiros e mortes são planos de abertura para pavimentar a apresentação do poder bélico das tropas de Beast Rabban Harkonnen (Dave Bautista), o qual contrariado deixa o local segundo às ordens do Barão Vladimir Harkonnen (Stellan Skarsgård), uma criatura repulsiva e flutuante. Os Harkonnen, claro, terão um plano para recuperar sua riqueza e poder. A parte política da história guarda poucos mistérios, o que nos prende atenção é a parte mística, ainda pouco desenvolvida nesta primeira parte. 

Para os espectadores da primeira versão cinematográfica e, principalmente, os leitores, a falta de alguns personagens será sentida. Por outro lado, Denis Villeneuve concentra o espectador no percurso de Paul (Chalamet), nas escolhas dos seus pais Duke Leto (Oscar Isaac) e Lady Jessica (Rebecca Ferguson), além do legado de Atreides. O futuro da família está ligado às visões de Paul no deserto e ao seu povo de olhos azuis, os Fremens. Após o esperado ataque do potente inimigo e as baixas de metade do elenco, Duna perde fôlego e se alonga na espera do encontro entre Paul e a mulher de seus sonhos e visões (Zendaya). 

Com a tensão em baixa depois de uma batalha extensa e jogos de traição (a nossa geração fará ponte com Game of Thrones), Duna atinge o ápice da trajetória de forma morna. O grande encontro entre “colonizadores” e “colonizados” ocorre rápido e sem grande espetáculo, ou seja, não possui o efeito devido de um momento decisivo. Assim, nessa primeira parte Zendaya e Javier Bardem são mal aproveitados em seus personagens. Ao passo que Jason Momoa, como Duncan Idaho, e Josh Brolin, como Gurney Halleck, têm os seus momentos, mas ainda singelos frente a uma produção de 2h45. 

O final é um anticlímax, algo diferente de produções com sequências já planejadas como O Senhor dos Anéis (2001). Como superprodução, Duna encanta os olhos, apresenta locações belíssimas, personagens curiosos, além de ótimas cenas de batalha, contudo, seus ganchos narrativos são desarmoniosos. Já Timothée Chalamet encara bem o personagem misterioso e confuso. Simplificar uma história complexa, talvez seja o motivo do desacerto entre o espetáculo visual e o impacto emocional. 

 

** Duna estreia dia 21 de outubro nos cinemas. Este filme foi visto em Paris, lançado nos cinemas em 15 de setembro. 

‘Liga da Justiça’: Zack Snyder confirma teoria sobre o retorno do Superman

Zack Snyder confirmou uma teoria bastante interessante envolvendo o Superman, unindo Homem de Açocom ‘Liga da Justiça, que já estava sendo especulada pelos fãs após a liberação da cena deletada em que mostra o traje negro do herói.

Na cena em questão, Clark caminha pelos corredores da nave de Krypton, onde encontra o traje negro, mas acaba optando por usar o azul e vermelho. Um fã perguntou a Snyder se teria alguma ligação com uma fala de Homem de Aço’:

“Todas essas mudanças pelas quais você está passando, um dia, você pensará nelas como uma bênção. E quando este dia chegar, você terá que fazer uma escolha: se manter orgulhoso na frente da humanidade ou não.”.

Para o fã, a escolha pelo traje azul e vermelho ao invés de usar o traje preto mostra que o herói seguiu esse orgulho. Snyder respondeu:

“Penso que é bem isso que você disse e que, agora, de certo modo, ele nasceu duas vezes: Uma em Krypton e outra na Terra. E é esta realidade que ele agora percebe enquanto caminha pela nave”

Assista a cena deletada:

O Digital Spy divulgou um vídeo mostrando como foi a confecção do figurino dos heróis em Liga da Justiça’, nele podemos ver o uniforme preto do Superman. Confira:

Mais uma cena deletada de Liga da Justiça foi divulgada no Youtube. A cena em questão mostra o esperado encontro entre Superman e Alfred, que ocorre antes do herói se juntar Liga na luta contra Lobo da Estepe. Assista:

Warner Bros. deixa os heróis mais coloridos no Blu-ray de ‘Liga da Justiça’ 

‘Gata Negra e Sabre de Prata’: Spin-off de ‘Homem-Aranha’ é cancelado pela Sony

Recentemente, o The Hashtag Show, havia informado que a Sony pode ter adiado a produção de Sabre de Prata e Gata Negra, spin-off de Homem-Aranha’, por tempo indeterminado.

As filmagens estavam previstas para começar em março, porém, nada foi informado oficialmente pelo estúdio, que parece estar passando por momentos complicados após a troca de CEO.

Agora, o Hollywood Reporter confirmou em um artigo que o projeto foi mesmo cancelado pela Sony. Imagina-se que a produtora tenha optado por suspender o projeto para que foque mais em trabalhar em Morbius, outro derivado deHomem-Aranha – que terá Jared Leto como o protagonista.

O projeto contava com Chris Yostresponsável pelo roteiro de ‘Thor: Ragnarok’, como escritor. Gina Prince-Bythewood (‘Além dos Limites’) na direção e seria produzido por Amy Pascal e Matt Tolmach.

Criado por Tom DeFalco e Ron Frenz, a personagem Sabre de Prata teve sua estreia nos quadrinhos nas páginas de ‘O Espetacular Homem-Aranha’, em 1985. Líder do grupo Wild Pack e presidente da Silver Sable International, ela é uma mercenária caçadora de criminosos de guerra. Ao longo dos anos ela trabalhou com heróis do universo da Marvel e também chegou a se opor a eles, quando seus métodos se tornaram conflitantes para estes personagens.

A Gata Negra foi criada por Marv Wolfman e Keith Pollard e apareceu pela primeira vez em ‘O Espetacular Homem-Aranha’, em 1979. Seu nome verdadeiro é Felicia Hardy e ela é a filha da gatuna mais famosa do mundo. Estuprada durante seu período na faculdade, ela transformou sua experiência e um motivo para nunca mais ser vítima. Decidida a se igualar ao seu pai, ela assume a identidade da Gata Negra e possui grandes habilidades acrobáticas e de luta. Na sua jornada, ela acaba digladiando com alguns heróis da Marvel, como o próprio Homem-Aranha.

Nos cinemas, a atriz Felicity Jones interpretou Felicia Hardy na sequência ‘O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro’.

10 curiosidades de ‘O Máskara’, um dos melhores filmes de Jim Carrey

Lançado em 1994, O Máskara é um daqueles filmes que praticamente todo mundo já viu e se divertiu ao longo da vida. Protagonizado por Jim Carrey, o longa veio no auge do comediante em Hollywood, que conseguiu transformar um personagem grosseiro em um ícone da comédia politicamente incorreta do cinema mundial. E como os bastidores escondem algumas histórias interessantes, separamos dez curiosidades sobre o filme que você provavelmente não conhecia. Confira!

 

Adaptação

Apesar de já ser uma informação mais difundida, ainda há muita gente que não sabe, mas O Máskara é uma adaptação de quadrinhos. Publicadas pela Dark Horse nos anos 80, as HQs giravam em torno de uma máscara vodu que dava poderes a quem a utilizava, só que esses poderes acabavam corrompendo a vida dos portadores até que eles não aguentassem mais. Por isso, o primeiro a vestir a máscara foi Stanley Ipkiss, mas acabou sendo morto pela própria namorada.

Jogada de mestre

A confirmação de Jim Carrey no papel principal foi um grande negócio. Isso porque ele ‘explodiria’ para o cinema mundial, se tornando um dos maiores astros dos anos 90, com o sucesso colossal de Ace Ventura: Um Detetive Diferente, lançado anteriormente no mesmo ano. Então, conseguir contar com ele no filme por apenas 450 mil dólares de salário foi uma jogada de mestre, principalmente ao considerar que a projeção de Ace Ventura fez com que todas as atenções do público se voltassem para o próximo filme de Carrey, que foi justamente O Máskara.

Escrito para ele

Carrey foi seduzido pelo projeto por se identificar com uma característica bem peculiar do protagonista. Stanley é descrito como um homem desligado que é apaixonado por desenhos animados, paixão que o próprio Jim compartilha. Então, com Carrey encabeçando o projeto, a equipe criativa reescreveu o papel de Stanley Ipkiss inspirada nos talentos e na personalidade do ator. Isso deu tão certo que o próprio Jim Carrey, ao terminar de ler o roteiro completo, disse que parecia que aquele projeto havia sido escrito para ele.

Inspiração

Além de atrair Jim Carrey para o papel, a fissura de Staley Ipkiss por desenhos animados, que podem ser vistos espalhados por todo seu apartamento, como nos quadros das paredes e na tela de sua TV, também inspirou o comportamento do próprio Máskara, que dá poderes ao seu portador, mas se aproveita da vivência do “hospedeiro” para explorar suas habilidades. Assim, a direção decidiu homenagear os desenhos clássicos dos anos 1940, colocando o protagonista para replicar diversas cenas icônicas das animações da época.

Economia

Além de ser lucrativo por trazer o principal astro do ano por um salário muito abaixo do que ele cobraria na época, o filme conseguiu uma considerável economia de efeitos especiais graças ao talento de Jim Carrey. Pois é, como ele se consagrou por ser um ator mestre das expressões corporais, a produção aproveitou para que ele fizesse o máximo possível de cenas que exigiam flexibilidades com o próprio ator, fazendo com que o gasto com CGI fosse bem menor do que o esperado.

Belo piano

Inicialmente, a ideia da produção era usar a proeminente dentadura do Máskara apenas em cenas nas quais o personagem não tinha falas. Assim, causaria um impacto visual diferente e poderia focar mais na comédia física de Jim Carrey. Porém, o ator pegou a todos de surpresa ao treinar o domínio da dentição, falando com a boca extremamente aberta, se mostrando capaz de atuar e recitar suas falas com esses dentões. Dessa forma, todas as cenas com a máscara verde foram gravadas com a dentadura.

Figurino

Marca registrada do personagem, o icônico terno amarelo do Máskara teve mais inspiração na vida pessoal de Jim Carrey do que nas páginas das histórias em quadrinhos da Dark Horse. Isso porque o modelo veio de um terno feito pela própria mãe de Jim Carrey para que o filho usasse em suas primeiras apresentações, enquanto se arriscava na vida de comediante stand-up. Entretanto, apesar de ser tão memorável, se somarmos a minutagem em tela do Máskara usando o terno amarelo, temos apenas cinco minutos de filme.

Estreia

Além de ter inúmeros fãs ao longo do mundo, o filme se tornou uma obra muito especial para Cameron Diaz, que fez sua estreia na atuação justamente como o interesse amoroso do Máskara. O mais curioso dessa escalação é que Diaz não era a primeira opção para o papel, que foi pensado para ser vivido por Anna Nicole Smith. Porém, os produtores viram Cameron Diaz saindo de uma agência de modelos e ficaram encantados com a beleza da atriz. Dessa forma, ela foi convidada para fazer um teste para tentar convencer a equipe de casting a reconsiderar sua escolha por Smith. Foram necessários nada menos que 12 audições de Diaz para que ela conseguisse o papel, que foi anunciado faltando uma semana para o início das gravações.

Salvo por Carrey

É consenso que o filme não seria a mesma coisa se Jim Carrey não topasse participar do filme. Além de ter improvisado e sugerido algumas das piadas mais geniais da trama, a visão do ator para o personagem conseguiu transformar uma entidade fictícia criada para explorar a violência nos quadrinhos de forma criativa em um ícone do humor politicamente incorreto. E uma das sequências que provou sua genialidade à frente do papel foi justamente a sequência musical ao som de Cuban Pete. Na época, os produtores acharam essa sequência imbecil, sem graça e caricata demais. No entanto, o público das exibições-testes simplesmente amou os trejeitos e caretas de Carrey, fazendo com que a sequência fosse mantida no corte final do longa e se tornasse uma das mais icônicas do filme.

Recusou

Apesar do sucesso absurdo, conquistando mais de 350 milhões de dólares em bilheteria, Jim Carrey ficou com um pequeno trauma de fazer sequências de seus personagens após o fracasso de Ace Ventura 2 – Um Maluco na África. Então, ele colocou como meta só reprisar papéis de personagens que precisassem de mais desenvolvimento ou pudessem desafiá-lo na carreira. Por isso, mesmo com o estúdio oferecendo um cachê de nada menos que 10 milhões de dólares, Carrey recusou o papel em O Máskara 2. O projeto uma certeza tão grande no estúdio, que a Nintendo, uma das patrocinadoras, chegou a promover um concurso valendo uma participação especial do vencedor na sequência. Para a desgraça de todos, com a recusa de Jim Carrey, eles acabaram fazendo o tenebroso O Filho do Máskara (2005), que é um dos piores filmes já feitos na história do cinema. Mas nem tudo está perdido. Durante as entrevistas para promover Sonic: O Filme (2020), Jim disse que estava aberto a viver o Máskara novamente, contanto que apresentassem para ele uma história realmente boa, comandada por um diretor cheio de visões únicas, ousadas e insanas. Vamos lá, James Gunn… Quebra essa pra gente!

O Máskara está disponível no catálogo do HBO Max.

Crítica | Meu Querido Zelador – Série de comédia ácida no estilo ‘Parasita’ estreia na Star+

Desde que o longa sul-coreano ‘Parasita’ ganhou o Oscar de Melhor Filme e Melhor Filme Estrangeiro, dentre outros prêmios, a produção cinematográfica ocidental tem voltado seus olhos com mais atenção para as histórias das pessoas comuns, que trazem uma riqueza ainda maior para as narrativas. O atual representante do Brasil ao Oscar, ‘Marte Um’, também aborda esse tema, pois um dos personagens, o pai, é porteiro de um prédio de classe média alta. Também nessa pegada, recentemente estreou no streaming da StarPlus a ótima série argentina ‘Meu Querido Zelador’, programão para maratonar de uma vez só.

Há quase trinta anos Eliseo (Guillermo Francella) trabalha em um prédio como porteiro e zelador, cuidando do local, abrindo portas, ajudando com compras, recebendo encomendas e orientando outros funcionários. Sua vida praticamente inteira está neste prédio, na zona rica de Buenos Aires. Certo dia, ele entreouve uma conversa muito suspeita da arquiteta Florencia (Malena Sánchez) e o advogado Doutor Zambrano (Gabriel Goity), que o faz ficar encucado até que, na reunião de condomínio, Eliseo infiltra um walkie talkie no local para ouvir o debate e descobre que os dois moradores levaram uma proposta tentadora aos outros proprietários: construir uma piscina no terraço do prédio. Isso não seria um problema, exceto pelo fato de a casa de Eliseo ficar exatamente no terraço, e, para a construção da piscina, Zambrano e Florencia estivessem propondo demitir o zelador e destruir sua casa. O que eles não contavam era com a astúcia do ‘Meu Querido Zelador’.

Dividida em nove episódios curtinhos com cerca de trinta minutos, ‘Meu Querido Zelador’ é uma série de comédia deliciosamente ácida com toques de suspense e psicopatia. Guillermo Francella faz de seu personagem um dócil e querido cidadão exemplar, sem vícios, sempre disposto, mas que usará de todos os artifícios para defender sua permanência – e é aí que vem o outro lado desse protagonista, que também se revela um cara frio, calculista, sem remorsos e bastante obcecado com cada morador, um verdadeiro vouyer da vida alheia. A química perfeita entre um ótimo ator com o roteiro ao ponto de Martin Bustos.

Se por um lado a série entretém e faz rir, por outro faz a crítica social ao comportamento dos seres mais abastados, que comumente se acham na autoridade de descartar pessoas como se fossem lixo. A cada risada que damos da história criada por Gastón Duprat e Mariano Cohn fica um sabor amargo na boca, por reconhecermos esses comportamentos na sociedade. É o que mais vemos acontecer nos dias de hoje: empresas descartando funcionários e prestadores de serviço sem se importarem com os direitos trabalhistas, com o impacto que causa na vida da pessoa e/ou em prol de uma dita modernização, em que empregos são substituídos por máquinas e autoatendimento. É o retrocesso disfarçado de “futuro”.

Não se admire se você sentir nervoso ao assistir aos episódios de ‘Meu Querido Zelador’, pois um clima constante de “vai dar ruim” vai sendo construído com a evolução do enredo, costurado por um suspense estilo policial em que todos são suspeitos de um crime ainda não cometido, mas que deve ser evitado pelo protagonista. ‘Meu Querido Zelador’ é uma série deliciosa e viciante, sabor vingança.

OSCAR 2022 | Selecionamos 20 Filmes que são apostas para a premiação

Pouco tempo se passou desde que Nomadland consagrou-se o grande vencedor do Oscar 2021, premiado como Melhor Filme, Melhor Direção (Chloé Zhao) e Melhor Atriz (Frances McDormand). A cerimônia fechou a temporada de premiações dos filmes do ano passado. E abriu as portas para um cenário de especulação sobre o que vem por aí.

Apaixonado por premiações e sem conseguir se controlar na expectativa, o CinePOP decidiu separar para vocês algumas apostas muito prematuras sobre o que pode pintar no Oscar 2022.

É importante destacar que as apostas dizem respeito às categorias principais, especialmente Melhor Filme.

Amor Sublime Amor

Lançada em 1961, a versão original de West Side Story levou para casa nada menos que 10 estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme. Se por um lado a falta de originalidade pode prejudicar, por outro é impossível ignorar a grandiosidade do projeto e o envolvimento de Steven Spielberg, um cineasta muito querido pela Academia.

 

Em um Bairro de Nova York

Mais um musical que promete fazer barulho. O filme é uma adaptação de In the Heights, peça de Lin-Manuel Miranda que antecedeu o trabalho em Hamilton. Em um Bairro de Nova York talvez tenha maiores chances em categorias como Melhor Canção Original (o EGOT de Lin parece questão de tempo), mas as primeiras críticas do filme apontam que ele pode sim surpreender na temporada de premiações.

 

Cry Macho

A volta de Clint Eastwood ao mundo do faroeste é daqueles projetos que parecem destinados ao Oscar. É bem verdade que os últimos trabalhos do cineastas não tiveram muito destaque em premiações, mas Clint sempre foi um nome importante na indústria. Além de tudo, o filme contará com Clint atuando no que pode ser sua despedida à frente das telas. Aos 90 anos, ele tem se concentrado cada vez mais na direção. 

 

The French Dispatch

Dirigido por Wes Anderson e estrelado por Tilda Swinton, Frances McDormand, Bill Murray, Owen Wilson, Saoirse Ronan, Benicio Del Toro, Timothée Chalamet e Adrien Brody. Só isso já parece o bastante para colocar o longa na próxima temporada de premiações. O filme estava marcado para estrear em 2020, mas acabou adiado por causa da pandemia.

 

House of Gucci

Ridley Scott pode não ser amado pelos críticos, mas está sempre recebendo um carinho por parte da Academia. O diretor quatro vezes indicado ao Oscar chega com novo projeto em 2021. E não é qualquer projeto. House of Gucci conta a história do assassinato de Maurizio Gucci, empresário do mundo da moda Gucci. O crime foi orquestrado por sua ex-esposa. No elenco, nomes como Lady Gaga, Adam Driver, Al Pacino e Jared Leto.

 

Soggy Bottom

Em Paul Thomas Anderson nós confiamos! O diretor de Magnólia, Sangue Negro e O Mestre chega em breve com seu mais novo projeto: Soggy Bottom. Passado na Califórnia dos anos 70, o filme acompanha um estudante do ensino médio que também é um ator mirim de sucesso. O elenco traz Bradley Cooper, Benny Safdie e Cooper Hoffman, filho do grande Philip Seymour Hoffman.

 

Nightmare Alley

Primeiro filme dirigido por Guillermo del Toro após A Forma da Água, vencedor de quatro estatuetas do Oscar. Bradley Cooper e Cate Blanchett lideram o elenco do novo projeto. Eles vivem os dois protagonistas: um vigarista que chega ao fundo do poço e sua psiquiatra, que aos poucos se revela mais problemática que ele. Rooney Mara e Toni Collette completam o time.

 

Don’t Look Up

Adam McKay surgiu para o mundo dirigindo comédias como O Âncora e Ricky Bobby, mas aos poucos foi se tornando um dos queridinhos das temporadas de premiações. Seus últimos trabalhos foram A Grande Aposta (2015) e Vice (2019), dois filmes premiados no Oscar. Em 2021, o cineasta lança Don’t Look Up, comédia estrelada por Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence sobre dois astrônomos que tentam alertar o mundo sobre os riscos de um asteroide acabar com a vida na Terra. Cate Blanchett, Timothée Chalamet, Meryl Streep e Jonah Hill completam o elenco.

 

Duna

Mesmo indicado em oito categorias no Oscar 2017, A Chegada deixou a temporada de premiações com um gostinho de que merecia mais reconhecimento. E o novo trabalho do diretor Denis Villeneuve também deve chegar fazendo muito barulho. A nova versão de Duna para os cinemas era um dos filmes mais aguardados do ano passado, mas acabou adiado por causa da pandemia. Adaptação de clássico de Frank Herbert, o filme traz Timothée Chalamet, Rebecca Ferguson, Zendaya, Jason Momoa, Oscar Isaac e Javier Bardem à frente do elenco.

 

Canterbury Glass

A crítica pode não gostar de David O. Russell, mas ano após ano lá está ele na temporada de premiações. O Lado Bom da Vida, Trapaça, Joy: O Nome do Sucesso… E agora é a vez de Canterbury Glass. E para buscar esta indicação, o cineasta contará com a ajuda de uma das sensações do momento, a atriz Anya Taylor-Joy (O Gambito da Rainha). O elenco conta ainda com Margot Robbie, Zoe Saldana, Robert De Niro e Christian Bale

 

Não Se Preocupe Querida

Após estrear na direção com o ótimo Fora de Série, Olivia Wilde chega com um projeto bem mais ambicioso em 2021. Trata-se do drama Não Se Preocupe Querida, com Florence Pugh e Harry Styles como protagonistas. O drama com elementos de suspense conta a história de uma dona de casa dos anos 50 que vive numa comunidade utópica com o marido. Aos poucos, ela começa a desconfiar que a companhia para qual ele trabalha possui alguns segredos terríveis.  

 

A Journal for Jordan

Em seu primeiro trabalho como diretor desde Um Limite Entre Nós (2016), que recebeu quatro indicações ao Oscar, Denzel Washington agora conta a história do sargento Charles Monroe King. Antes de ser morto durante a Guerra do Iraque, ele escreve um diário para o filho falando sobre como poderia levar uma vida decente mesmo crescendo sem um pai. Michael B. Jordan é o protagonista.

 

Next Goal Wins

Adaptação para a ficção do documentário O Próximo Gol Leva (2014). Dirigido por Taika Waititi, o filme conta com Elisabeth Moss, Michael Fassbender e Armie Hammer no elenco. A trama acompanha a saga da seleção de futebol da Samoa Americana, que perdeu uma partida para a Austrália pelo placar de 31 x 0, durante as eliminatórias para a Copa do Mundo de 2002.

 

King Richard

Drama que explora o sucesso das tenistas Venus e Serena Williams, destacando a importância do pai e treinador Richard Williams. Will Smith foi o escolhido para o papel de Richard e atua ao lado de Jon Bernthal, Dylan McDermott, Tony Goldwyn e Aunjanue Ellis. A direção é de Reinaldo Marcus Green.

 

The Tragedy of Macbeth

A clássica peça de William Shakespeare chega aos cinemas em breve pelas mãos do cultuado diretor e roteirista Joel Coen (Onde os Fracos Não Têm Vez). O elenco traz ninguém menos que Denzel Washington e Frances McDormand como lorde e lady Macbeth, respectivamente. 

 

Blonde

Adaptação de livro homônimo de Joyce Carol Oates, que é uma reimaginação da vida pessoal e profissional de Norma Jeane Baker, mais conhecida como Marilyn Monroe. Ana de Armas foi a escolhida para interpretar Marilyn e irá contracenar com nomes como Julianne Nicholson, Bobby Cannavale, Adrien Brody e Sara Paxton. A direção é de Andrew Dominik, de O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford.

 

Spencer

Além de Marilyn, outra famosa loira vai aparecer em destaque nas telas em 2021. Spencer, de Pablo Larraín, contará parte da história da princesa Diana, especialmente o período em que decide se separar do príncipe Charles. Lady Di será interpretada por ninguém menos que Kristen Stewart. O diretor é o mesmo de Jackie, cinebiografia de Jacqueline Kennedy Onassis.

 

The Power of the Dog

A cultuada diretora Jane Campion (O Piano) chega em breve com o aguardado The Power of the Dog, adaptação de livro homônimo escrito por Thomas Savage. A trama acompanha a relação de dois irmãos que dividem um rancho, e que entram em conflito quando um deles decide se casar. Benedict Cumberbatch, Kirsten Dunst e Jesse Plemons formam o trio principal.

 

C’mon C’mon

Novo filme da produtora A24, C’mon C’mon traz Joaquin Phoenix na pele de um artista de meia idade que embarca em uma viagem através do país na companhia do jovem sobrinho. Gaby Hoffmann e Jaboukie Young-White também estão no elenco. A direção é de Mike Mills, de Mulheres do Século 20.

 

Red, White and Water 

Outra produção da A24. Após trabalhar na série Room 104, a diretora Lila Neugebauer faz sua estreia em longas com Red, White and Water. O drama acompanha a saga de uma oficial do exército americano que sofre um trauma grave no cérebro durante o combate no Afeganistão. De volta aos Estados Unidos, ela terá que ajustar sua vida às novas limitações. Jennifer Lawrence é a protagonista do filme, que conta ainda com as presenças de Brian Tyree Henry e Samira Wiley.

‘Pedro Coelho 2’: Sequência é adiada em quase dois meses

De acordo com o site Deadline, a sequência Pedro Coelho 2’ teve seu lançamento adiado em quase dois meses: em vez de estrear no dia 07 de fevereiro, o longa chega aos cinemas em 03 de abril de 2020.

As mudanças foram feitas acerca do período da Páscoa do ano que vem, para que não concorra com a exibição de ‘007 – Sem Tempo para Morrer’, que será lançado no final de semana do feriado em questão.

Faturando ótimos US$ 320 milhões mundialmente, a produção original – que mescla animação em 3D com live action -, teve uma boa recepção tanto da crítica quanto do público.

A continuação contará com o retorno do diretor Will Gluck e dos astros James Corden, Rose Byrne e Domhnall Gleeson no elenco.

Baseado na série de livros ‘As Aventuras de Pedro Coelho’, da autora Beatrix Potter, o filme conta a história do rebelde animalzinho que apronta grandes confusões, além de travar uma briga com o senhor McGregor (Gleeson) pelo carinho de sua amada, a apaixonada por animais, Bea (Byrne).

Usuários da Netflix estão assistindo a documentário sobre pandemia devido ao surto de Coronavírus

Segundo a Netflix, os usuários da plataforma estão consumindo um produto um tanto quanto esquecido nos últimos meses – principalmente devido ao surto do Coronavírus nas últimas semanas.

Depois de diversos cancelamentos de eventos cinematográficos, banimentos de voos da Europa e a recente confirmação de que Tom Hanks e sua esposa contraíram a doença, a obra Pandemic: Como Prevenir uma Epidemia começou a despontar como uma das grandes escolhas dos espectadores.

Confira o trailer:

Confira a sinopse oficial:

Conheça os heróis do front de batalha contra a influenza e aprenda sobre seus esforços para impedir a próxima epidemia global.

A série documental viaja por países como Índia, Egito, Congo e Estados Unidos, trazendo referências e paralelos a outros surtos sanitários (como a Gripe Espanhola) e também comentários sobre os profissionais de saúde que lutam para que essas pandemias acabem.

Crítica | Madonna critica o chauvinismo da indústria musical com o magistral ‘Bedtime Stories’

Há um certo teor emblemático na primeira metade da década de 1990 para a música – principalmente quando restringimos nossa atenção para o conturbado período pelo qual Madonna passou em 1992 e em 1994. Com o lançamento de ‘Erotica’, a rainha do pop começava a enfrentar um backlash injustificável acerca da revolução que causara no cenário feminino mainstream – poucos anos depois de já ter feito isso com Like a Prayer. Talvez nunca na história (ou ao menos não com tanta força), uma mulher havia quebrado tabus sobre temáticas sexuais, corporais e até mesmo no tocante a fetiches e, de certa forma, a conservadora sociedade norte-americana e europeia não parece ter “adorado” a ideia, principalmente quando o álbum veio acompanhado do icônico livro Sex, recheado de fotografias com nudez explícita.

Como forma de “limpar” sua imagem, Madonna viria a dar um passo para atrás, mas não do jeito que todos pensavam. Com Bedtime Stories, seu sexto álbum de estúdio, a cantora e compositora iria se afastar do costumeiro pop exuberante de suas investidas anteriores e até mesmo do dance-noir de seu CD predecessor, abrindo espaço para incursões intimistas e bastante pessoas do R&B que trariam colaborações inesperadas e infalíveis – principalmente partindo de uma performer que não tinha medo de explorações grandiosas e arriscadas. No geral, a poderosa lírica é mascarada com uma espécie de dream-pop fabulesco que cria pequenos universos independentes e que, em uma simbiose fônica, unem-se uns aos outros em confissões declamatórias e críticas que nos envolvem ao longo de quase uma hora.

Mais uma vez, a artista promove uma mistura astuciosa e que beira a evasão instrumental, talvez querendo nos guiar para um âmbito mais sensorial do que palpável, talvez arquitetando uma via de mão de dupla que se repete em cada uma das onze faixas. Percebe-se um apreço da produção, supervisionada por Madonna e auxiliada por nomes como Dallas Austin e Nellee Hooper, por elementos “estranhos” às envergaduras do pop, como o saxofone, o xilofone e o órgão. Em vez de se render aos sintetizadores (cuja estética seria revisitada nos conceitos de Ray of Light e na mercadologia gritante de Confessions on a Dance Floor), a ideia aqui é convidar os fãs e até mesmo aqueles que entravam em primeiro contato com a identidade da lead singer a conhecer uma narrativa única. Apesar da track de abertura, “Survival”, carregar semelhanças inegáveis com Madonna do final dos anos 1980, ela serve de abertura estética àquilo que nos aguarda – e que insurge com majestade nas faixas seguintes.

A obra, ainda que não seja tão vanguardista quanto outras conterrâneas, tem uma construção única, instigante e carregada de uma acidez travestida por baladas românticas – dessa forma, alimentando faixas incríveis e memoráveis como é o caso do crescendo resguardado de “Secret” ou então da contemporaneidade de época de “I’d Rather Be Your Love”, instantaneamente guarnecida pela composição dos Isley Brothers e suas inclinações ao soul. Outras, por sua vez, cultivam sensações diversas, mergulhando de cabeça nos primórdios dos narcóticos e sensuais vocais do chamber-soul, como a ambígua “Inside of Me”, ou então para a amálgama entre R&B e jazz resguardada por “Forbidden Love” (cujo resultado é bem menos entediante do que poderíamos imaginar).

Se ‘Erotica’ nos ensinou alguma coisa, foi que Madonna não pede desculpas por estar certa e por enfrentar o status quo. Ela sempre foi astuta no tocante às composições (não é surpresa que, até hoje, seja uma das melhores de todos os tempos) e, por essa razão, tinha plena ciência de como prosseguir em tempos em que as mulheres não podiam ter a mesma liberdade criativa que os homens. De certa forma, Madonna estava acostumada àquilo e, como já havia provado diversas vezes, continuaria a destruir as barreiras de gênero em busca de melhores oportunidades para suas colegas de profissão que também pavimentavam seu caminho na esfera fonográfica. “Human Nature”, por exemplo, é um grande anthem feminista e um dos singles menos conhecidos da cantora, por criticar com ávida fúria o chauvinismo e a repressão, aproveitando para apostar em ironias cruas e aplaudíveis.

Como se não bastasse, a cantora acerta em cheio quando se trata de parcerias, unindo-se à envolvência de Meshell Ndegeocello e escolhendo a dedo suas referências a Jean Harlow, as quais atravessam os limites da música e do cinema em um entrelaço multicultural. Porém, seu auge artístico resolve dar às caras quando Björk entra em cena: a hodierna artista britânica, conhecida por seu estilo irreverente, acompanha Madonna em “Bedtime Story”. Sua progressão afasta-se da dominação do R&B noventista dos Estados Unidos e abre portas para os sintetizadores abafados do dub inglês, para os versos sem métrica e para o nirvana experimental. Em “Sanctuary”, ela volta com sua paixão poética ao recitar Walter Whitman (que acaba sendo a melhor secção de uma música oscilante).

Finalizando essa mais nova jornada em estilo burlesco e onírico com “Take a Bow”, Bedtime Stories é uma das melhores obras da rainha do pop por seu teor ao mesmo tempo melódico e digressivo, suave e áspero, dentro de composições que superam nossas expectativas e reafirmam sua magistral importância.

Nota por faixa:

  • Survival – 4,5/5
  • Secret – 5/5
  • I’d Rather Be Your love (feat. Meshell Ndegeocello) – 5/5
  • Don’t Stop – 4/5
  • Inside of Me – 4/5
  • Human Nature – 5/5
  • Forbidden Love – 4,5/5
  • Love Tried to Welcome Me – 5/5
  • Sanctuary – 3/5
  • Bedtime Story – 5/5
  • Take a Bow – 4,5/5

‘Zootopia+’: Série baseada na animação ganha previsão de estreia!

Walt Disney anunciou recentemente que a aclamada e premiada animação Zootopia – Essa Cidade é o Bicho’ vai ganhar uma série no Disney+. Agora, a Casa Mouse ofereceu uma atualização do projeto, indicando que o show será lançado em 2022, ainda sem dia confirmado.

Confira:

Ainda sem detalhes, a produção se junta às já confirmadas TianaMoana.

Zootopia foi lançado em 2016 e se tornou um dos filmes mais aclamados da Casa Mouse, levando para casa um Oscar, um Globo de Ouro, um Annie Award e vários outros prêmios.

Relembre o trailer:

Judy Hopps é a pequena coelha de uma fazenda isolada, filha de agricultores que plantam cenouras há décadas. Mas ela tem sonhos maiores: pretende se mudar para a cidade grande, Zootopia, onde todas as espécies de animais convivem em harmonia, na intenção de se tornar a primeira coelha policial. Judy enfrenta o preconceito e as manipulações dos outros animais, mas conta com a ajuda inesperada da raposa Nick Wilde, conhecida por sua malícia e suas infrações. A inesperada dupla se dedica à busca de um animal desaparecido, descobrindo uma conspiração que afeta toda a cidade.

 

‘Batwoman’: Mestre das Pistas é destaque na promo oficial do episódio 02×13; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “I’ll Give You a Clue”, 13º episódio da segunda temporada de Batwoman.

Na trama, “quando Sophie deve enfrentar um inimigo de seus dias com os Corvos, Ryan, Mary e Luke também são arrastados para o jogo da vilã. Enquanto isso, o jogo vira para Alice quando ela se vê em circunstâncias terríveis; Jacob continua a revisitar seu passado”.

O capítulo vai ao ar no dia 09 de maio.

Confira:

No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘House of the Dragon’: Série terá muito mais dragões que ‘Game of Thrones’, revela George R.R. Martin

Em uma recente entrevista ao The Stuff Dreams Are Made Of, o icônico romancista George R.R. Martin revelou mais alguns detalhes sobre a vindoura série pré-sequência de Game of ThronesHouse of the Dragon, que tem estreia prevista para o ano que vem.

Martin revelou que a produção terá muito mais dragões que a obra original – mais especificamente, dezessete.

“Sempre pensei que essa história era muito legal, é uma que estou muito animado para ver ganhar vida nas telinhas”, ele comentou. “E é claro que estou animado para os dragões! Obviamente, eu amo os dragões. Tínhamos três deles em Game of Thrones, mas agora temos 17 deles. E, com sorte, cada um deles terá sua própria personalidade e serão imediatamente reconhecidos quando vocês o virem, as cores e tudo o mais – porque os dragões têm personalidades nos livros e será ótimo vê-los ganhar vida”.

Recentemente, sete novos membros foram confirmados no elenco: Graham McTavish (‘O Hobbit’, ‘Aquaman’), Gavin Spokes (‘Brexit’), Matthew Needham (‘Chernobyl’), Bill Paterson (‘Fleabag’), Ryan Corr (‘Holding the Man’), Jefferson Hall (‘Devs’) e David Horovitch (‘A Freira’).

McTavish será Sor Harrold Westerling, antigo soldado da Guarda Real desde os dias do Rei Jaehaerys e considerado um exemplo de cavalheirismo e honra.

Spokes será Lord Lyonel Strong, o Mestre das Leis do Rei Viserys e Senhor de Harrenhal.

Needham será Larys Strong, o filho mais novo do Mestre em Leis Lyonel Strong, levado ao tribunal por seu pai.

Paterson será Lord Lyman Beesbury, o Senhor de Honeyholt e Mestre da Moeda no pequeno conselho do Rei Viserys.

Corr será Sor Harwin ‘Breakbones’ Strong, considerado o homem mais forte dos Sete Reinos. Sor Harwin é o filho mais velho do Mestre das Leis, Lyonel Strong, e herdeiro de Harrenhal.

Hall será Lord Jason Lannister, Senhor de Casterly Rock e gêmeo de Sor Tyland Lannister, também interpretado por ele e descrito como um político astuto e calculista.

Horovitch será o Grande Maester Mellos, uma voz da razão e conselheiro de confiança do Rei Viserys.

Confira o anúncio:

Lembrando que House of the Dragon‘ tem estreia prevista para o ano que vem na HBO.

A história é ambientada 300 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e seguirá os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada.

O elenco também conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A Guerra dos Tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

‘Only Murders in the Building’: Nathan Lane irá reprisar seu papel como Teddy Dimas na 2ª temporada

De acordo com o Deadline, o icônico ator Nathan Lane irá reprisar seu papel como Teddy Dimas na 2ª temporada da aclamada comédia de mistério Only Murders in the Building.

Detalhes sobre sua participação não foram revelados.

Teddy e seu filho, Theo (James Caverly), foram um dos principais suspeitos da temporada de estreia da produção e de terem assassinado Tim Kono (Julian Cihi). Eventualmente, ambos são levados por terem cometido o crime, mas as investigações apontaram o contrário e eles foram soltos e declarados inocentes.

Além de Lane, o próximo ciclo também apresentará Shirley MacLaine (vencedora do Oscar por ‘Laços de Ternura‘) e Amy Schumer (‘Sexy por Acidente’), porém, detalhes sobre suas personagens não foram divulgados.

A nova temporada também contará com Cara Delevingne (‘Carnival Row’) no elenco regular. Ela irá interpretar Alice, uma sofisticada insider do mundo da arte que se envolve no mais recente mistério dos podcasters investigados.

A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento de true crime para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.

A série é criada por Martin e John Hoffman.

‘Bom Dia, Verônica’: Tainá Müller descobre um segredo terrível no trailer da 2ª temporada; Confira!

Netflix divulgou hoje (07) o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Bom Dia, Verônica’.

Além disso, foi revelado que os novos episódios têm estreia agendada para o dia 03 de agosto na plataforma de streaming.

Confira:

A segunda temporada volta com a intriga da corrupção construída na primeira temporada e se aprofunda na investigação de Verônica. Oficialmente morta, Verônica fará o que for preciso para descobrir a verdade e voltar para sua família. Durante sua investigação, ela descobre uma ligação sombria entre o orfanato onde Brandão cresceu e um missionário perigoso em busca de poder absoluto.

O elenco conta com Tainá Müller, Reynaldo Gianecchini, Klara Castanho e Camila Márdila.

Assista à nossa crítica da temporada anterior:

Crítica | Bom dia, Verônica – Suspense Policial e Bizarrice em Ótima Série Brasileira da Netflix

A série é baseada no romance homônimo de Ilana Casoy Raphael Montes.