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‘A Feiticeira’: Série clássica ganhará reboot com protagonista negra

De acordo com o Deadline, a série clássica ‘A Feiticeira‘ ganhará um reboot pela ABC. O projeto está sendo desenvolvido por Kenya Barris, criadora do sucesso ‘Black-ish‘.

Nesta nova versão, a protagonista Samantha será uma mãe solteira negra que se casa com um cara chamado Darren. O site aponta que a relação entre  Samantha e Darren “será uma luta para englobar suas diferenças enquanto ela descobre que mesmo quando uma mulher negra é literalmente mágica, ainda não é tão poderosa quanto um homem branco na América.”

O piloto encomendado será escrito por Yamara Taylor.

A série original, que foi exibida de 1964 até 1972, era estrelada por Elizabeth Montgomery.

‘Aves de Rapina’: Logo oficial do filme é divulgado em alta definição; Confira!

O logo oficial de ‘Aves de Rapina (e a Fantabulosa Emancipação de uma Arlequina)‘ finalmente foi divulgado.

Confira:

O filme será dirigido pela Cathy Yan, com um roteiro de Christina Hodson (‘Bumblebee‘), e terá classificação Rated-R (para maiores de 17 anos).

Depois de terminar com o Coringa, Harley Quinn se junta às super-heroínas Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya para salvar uma jovem de um lorde do crime.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

Aves de Rapina‘ será lançado nos cinemas  nacionais no dia 6 de fevereiro de 2020.

‘007’: Christopher Nolan seria o diretor mais cotado para comandar a franquia

O futuro da marca ‘007‘ pós saída de Barbara Broccoli e Michael G. Wilson está começando a ser traçado pela Amazon e novos rumores divulgados pelo The Wrap indicam que o cineasta Christopher Nolan seria o mais cotado para comandar esse renascimento.

Um artigo publicado pelo veículo divaga a respeito das possibilidades e rumos de James Bond nas telonas, indicando que “meia dúzia de fontes internas” teriam revelado que o diretor de ‘A Origem‘ e ‘Oppenheimer‘ seria o nome favorito pelo estúdio.

Recentemente, a Variety revelou que Nolan quase dirigiu um filme da franquia, depois de ‘Tenet‘. No entanto, o cineasta abriu mão do projeto sob a alegação de falta de controle criativo. Diante da decisão, ele acabou dirigindo o aclamado ‘Oppenheimer‘, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Diretor.

O Futuro de 007

Em entrevista ao Deadline, Andy Jassy, CEO da Amazon, quebrou o silêncio sobre os próximos passos de James Bond e da icônica franquia ‘007‘.

O executivo confirmou que nenhum plano foi definido para a próxima aventura do personagem, mas que eles planejam manter a franquia viva por muito tempo – ou seja, o anúncio oficial do novo James Bond é apenas uma questão de tempo.

“Nós ainda não temos um plano sobre qual seria o próximo tema [da franquia ‘007’]. Ainda não temos nada – ninguém começou a escrever o roteiro. Mas vamos cuidar muito bem [do futuro desta saga]. É uma franquia incrível, amada por muitas pessoas, e esperamos mantê-la viva por um longo período de tempo.”

Vale lembrar que, alegadamente, os produtores originais Barbara Broccoli e Michael G. Wilson entraram em conflito com a direção escolhida para o 26º filme da saga, o que acabou causando um atraso no desenvolvimento do projeto.

Rumores ainda apontavam que o diretor Christopher Nolan estava interessado em comandar o próximo filme da franquia, mas as negociações falharam quando Broccoli se negou a ceder o “corte final” ao aclamado cineasta.

O filme mais recente da saga, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, marcou a despedida de Daniel Craig do papel titular. Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou US$ 774.1 milhões nas bilheterias mundiais.

Após Scarlett Johansson e Kristen Stewart, John Travolta estreia como diretor em Cannes 2026

Há uma semana da divulgação (9 de abril) da aguardada lista de filmes em competição pela Palma de Ouro, a 79ª edição do Festival de Cannes segue revelando, em doses homeopáticas, alguns de seus participantes. Já se sabe que o presidente do júri será Park Chan-wook, e em breve conheceremos a composição completa — fica a torcida para a presença de Wagner Moura. Entre os destaques já anunciados estão os homenageados Peter Jackson e Barbra Streisand, além do filme de abertura, a comédia francesa La Vénus électrique, de Pierre Salvadori, revelada ontem. Hoje, porém, o destaque é outro: John Travolta assume, pela primeira vez, o comando atrás das câmeras.

Em coincidência curiosa, Cronologia da Água, estreia de Kristen Stewart na direção, chega hoje (3 de abril) aos cinemas brasileiros, após dois adiamentos. Exibido na mostra Um Certo Olhar (Un Certain Regard), o longa foi bem recebido pela crítica, acumulando cerca de 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 105 avaliações.

Kristen Stewart faz sua estreia com a adaptação do memoir ‘The Chronology of Water’.

Agora, é a vez de Travolta. Seu filme, em tradução livre do título francês, Voo Noturno para Los Angeles (Propeller One-Way Night Coach), narrado, escrito e dirigido pelo próprio ator, integra a mostra Cannes Première — seção fora de competição que tradicionalmente reúne títulos de apelo mais midiático.

A Estreia de Travolta

Imortalizado como o inesquecível Vince Vega em Pulp Fiction – Tempos de Violência, Travolta retorna à Croisette para celebrar não apenas sua estreia como cineasta, mas também uma antiga paixão. Voo Noturno para Los Angeles adapta um livro publicado em 1997 pelo próprio ator, aficionado por aviação desde a juventude e piloto profissional experiente. A produção é assinada pela JTP Films Inc., em parceria com a Kids At Play, com produção de Travolta, Jason Berger e Amy Laslett.

A história acompanha Jeff (Clark Shotwell), um jovem fascinado por aeronáutica que embarca com a mãe (Kelly Eviston-Quinnett) em um voo sem volta rumo a Hollywood, atravessando os Estados Unidos. O que seria uma viagem comum se transforma em uma jornada formativa, marcada por encontros improváveis e escalas inesperadas. Com olhar nostálgico para a era de ouro da aviação comercial, o filme destaca também a tripulação — entre eles, personagens vividos por Ella Bleu Travolta e Olga Hoffmann.

Embora tenha estreia mundial no Palais des Festivals, com a presença do diretor, Voo Noturno para Los Angeles já tem lançamento confirmado para o público geral: 29 de maio de 2026, na Apple TV+.

John Travolta em Cannes

John Travolta no Festival de Cannes 2018.

Com carreira consolidada, Travolta já passou diversas vezes por Cannes. Esteve na competição com Pulp Fiction – Tempos de Violência (1994) e Loucos de Amor (1997), além de aparecer fora de competição com Segredos do Poder (1998). Dono de uma Palma de Ouro (como parte do elenco de Pulp Fiction), duas indicações ao Oscar e múltiplos prêmios — entre eles Globos de Ouro e Emmys —, construiu uma trajetória marcante em títulos como Os Embalos de Sábado à Noite (1977), Grease (1978), Um Tiro na Noite (1981) e Hairspray (2007).

Paralelamente à atuação, a aviação sempre foi uma de suas grandes paixões. Travolta começou a voar ainda adolescente, conquistou sua licença aos 22 anos e, ao longo das décadas, acumulou mais de 9 mil horas de voo.Essa paixão, inclusive, já apareceu em sua carreira cinematográfica, como na comédia da Sessão da Tarde Olha Quem Está Falando Agora (1993) e, agora, é o ponto de partida de sua estreia como diretor.

Paralelamente à atuação, a aviação sempre ocupou papel central em sua vida. Travolta começou a voar ainda adolescente, obteve licença aos 22 anos e acumulou mais de 9 mil horas de voo. Essa paixão atravessa sua carreira — ainda que de forma pontual, como em Olha Quem Está Falando Agora (1993) — e agora se torna o eixo de sua estreia como diretor.

Atores atrás das câmeras

Com mais essa estreia, Cannes se consolida como uma vitrine para atores que desejam migrar para a direção. Além de Kristen Stewart, no ano passado o jovem Harris Dickinson (Triângulo da Tristeza) surpreendeu com Urchin, vencedor do prêmio FIPRESCI. Já Scarlett Johansson teve recepção mais morna, com um filme considerado previsível e de direção pouco marcante.

Joe Anders e Kate Winslet participam da estreia mundial do filme “Goodbye June”, da Netflix, no Curzon Mayfair, em 3 de dezembro de 2025, em Londres, Inglaterra. (Foto de StillMoving.Net para a Netflix)
Joe Anders e Kate Winslet participam da estreia mundial do filme “Goodbye June”, da Netflix, no Curzon Mayfair, em 3 de dezembro de 2025, em Londres, Inglaterra. (Foto de StillMoving.Net para a Netflix)

Fora do circuito do festival, Kate Winslet também tentou a direção no fim do ano passado, em um projeto lançado pela Netflix. Adeus, June, no entanto, teve recepção negativa, sendo visto mais como um gesto pessoal do que como uma obra consistente — ainda que revele o empenho da atriz em apoiar o filho roteirista.

Leia também: Entrevista – Por que ‘Adeus, June’ levou Kate Winslet à sua estreia na direção [EXCLUSIVO]

Agora, as atenções se voltam para John Travolta. Resta saber se sua estreia seguirá o caminho do sucesso ou se se juntará às tentativas menos memoráveis. De todo modo, a curiosidade é inevitável.

‘Han Solo: Uma História Star Wars’: Jabba vai realmente aparecer no filme, afirma site

Talvez não seja uma novidade mas, de acordo com informações do The Sun, teremos o retorno de Jabba, o Hutt, em Han Solo: Uma História Star Wars’. A participação do personagem no filme já estava circulando como rumor.

“Esse é um dos grandes segredos do filme. Jabba está retornando ao universo de Star Wars. Os fãs vão descobrir por que Han acaba devendo tanto dinheiro para ele”

Enquanto o filme não chega aos cinemas, a site Comic Book divulgou os novos cartazes nacionais. Confira:

Confira também uma nova arte promocional de Han Solo: Uma História Star Wars’, que mostra os personagens com visuais novos em fotos inéditas. Confira:

A Disney divulgou o primeiro trailer completo do aguardado Han Solo: Uma História Star Wars’, junto com novos pôsteres individuais dos personagens. Confira:

A Disney divulgou a sinopse de Han Solo: Uma História Star Wars’ em que ressalta os perigos que os personagens irão enfrentar desbravando a galáxia. Confira:

“Embarque na Millennium Falcon e viaje para uma galáxia muito, muito distante emSolo: Uma História Star Wars, a nova aventura com o sacana mais adorado da galáxia. Ao longo de uma série de aventuras ousadas nas profundezas do perigoso e sombrio submundo do crime, Han Solo conhece seu futuro copiloto Chewbacca e encontra o notório Lando Calrissian, numa jornada que definirá os rumos de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody Harrelson, Emilia Clarke (de ‘Game of Thrones’), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.

Conheça os Filmes que Foram Verdadeiros “Projetos dos Sonhos” de Astros de Hollywood

Quando se é um ator iniciante, um artista aceita qualquer tipo de papel simplesmente para se ver empregado – já que esta área profissional possui grande nível de instabilidade. Isso é verdade até mesmo para jovens atores norte-americanos que chegam em Hollywood em busca de seu grande sonho: se tornar um astro do cinema. Alguns de fato conseguem. E quando atingem esse patamar, se deparam com um novo desafio na carreira (muito para além de fama e fortuna): como direcionar seus projetos? Com o sucesso vem também a autonomia de poder escolher trabalhar em produções que achem relevantes de alguma forma, ou que se comunique mais com suas visões de mundo.

Este é sempre o próximo passo de um artista renomado – saber escolher o tipo de filme que irá fazer e as pessoas com quem quer se envolver no meio, sejam diretores, produtores e outros atores. O que quase sempre ocorre em situações assim, ou seja, quando um astro ou estrela encontra um projeto que acha ser a sua cara, e pretende levar adiante, tirando tal obra do papel para as telas, é seu envolvimento também atrás das câmeras. Um ator nestes momentos precisa meter a mão na massa ele mesmo, e comandar de certa forma nos bastidores, mesmo que não seja o diretor do projeto. Para isso, estes astros terminam assumindo as funções de produtores em seus chamados “projetos dos sonhos”. Esse é justamente o tema desta matéria. Abaixo veremos algumas obras muito pessoais para algumas das grandes lendas atuais de Hollywood. Confira abaixo e comente.

Malévola (2014)

Começamos a lista com a toda-poderosa Angelina Jolie. Em cartaz atualmente nos cinemas mundiais com a mais recente superprodução da Marvel, Os Eternos, a estrela já era uma atriz vencedora do Oscar (e com uma segunda indicação) quando começou a se envolver de forma mais pessoal em alguns filmes. A primeira investida foi no documentário Trudell, de 2005. Em 2011, com Na Terra do Amor e Ódio além de produzir, resolveu estrear na direção, contando uma história de amor no estilo “Romeu e Julieta”, passada na Guerra da Bósnia.

Mas foi em 2014, que Jolie daria seu grande passo, assumindo a produção de um verdadeiro Blockbuster. Trata-se de Malévola, superprodução da Disney que reimagina o conta da Bela Adormecida. E o envolvimento mais próximo de Jolie é simples: este é um de seus filmes preferidos da infância e sua animação favorita da casa do Mickey. Assim, nada mais natural que ela quisesse tirar do papel uma versão de carne e osso deste conto. O curioso é que Jolie, uma eterna rebelde bad ass, não estava interessada no papel da protagonista, mas sim da vilã do título, que ganhou os holofotes e na pele da atriz rendeu uma caracterização perfeita. O sucesso foi tanto que ela voltaria cinco anos depois para uma sequência.

Deadpool (2016)

Essa estrada foi mais árdua, mas surgia como uma questão de honra para o jovem canadense Ryan Reynolds. Em cartaz atualmente nos cinemas e na Netflix com a blockbuster Alerta Vermelho, o ator aos poucos foi conquistando seu espaço em produções cada vez maiores voltadas ao entretenimento. E isso inclui os hoje muito famosos filmes de super-heróis. Reynolds não é estranho a eles e já esteve envolvido em nada menos que cinco. O primeiro foi Blade Trinity (2004), e antes de dar bola fora com Lanterna Verde (2011), realizava um sonho ao viver um personagem que é um grande preferido dos fãs, Deadpool. E de quebra atuar ao lado de Hugh Jackman, o Wolverine encarnado, no primeiro filme solo do mutante de garras afiadas em 2009.

O problema, bem, todos que viram X-Men Origens: Wolverine conhecem de cor. Para Reynolds o entrave se resume a um: a adaptação canhestra que Deadpool recebia naquele filme. Mas o ator não se deu por vencido e durante anos insistia e mexia seus pauzinhos de todas as formas que podia na FOX. Segundo Reynolds, o personagem merecia uma adaptação fiel e decente. Foram quase dez anos nessa luta, que ainda teve um teste “vazado” pelo estúdio – os fãs compraram e a partir disso o filme foi gerado. Hoje não dá para entender porque demoraram tanto, Deadpool e Reynolds parecem ter nascido um para o outro e serem a mesma pessoa.

Shazam! (2019)

O curioso aqui é que esse é um projeto dos sonhos de um ator que não está no elenco do filme. Bem, ao menos não por enquanto. Por falar em Ryan Reynolds e Alerta Vermelho, aqui temos o colega do ator, o peso pesado Dwayne Johnson, vulgo The Rock. A multipotência de Hollywood atual é um dos maiores astros do cinema, quem diria? De lutar de WWE para o topo da cadeia alimentar do cinema mainstream, Johnson já meteu a mão na massa em alguns de seus projetos e segue sem data para parar. Uma das produções pessoais do ator mais interessantes é o universo do herói Shazam, da DC Comics no cinema.

Acontece que o astro multimídia e completamente interativo nas redes sociais, há um tempo atrás fez uma pesquisa de opinião com seus fãs perguntando quem eles gostariam que interpretasse: o herói Shazam ou o vilão Adão Negro. Os seguidores do astro nem precisaram pensar duas vezes e elegeram Johnson como o vilão. É bom ser mau. Assim começava a epopeia e cabo de força para o astro começar a ver esse universo dentro da DC ganhar vida. E está funcionando. O primeiro passo foi produzir o filme do herói. Com um clima juvenil e divertido, como Homem-Aranha (2002), Shazam! se mostrou sucesso. Agora é a vez de dar continuidade com o filme do antagonista, esse sim estrelado pelo próprio The Rock, a ser lançado em julho do ano que vem.

Missão: Impossível (1996)

Quando falamos em astros de Hollywood – um nome surge no panteão dos Deuses da Sétima arte, no topo por nada menos que quase quatro décadas: Tom Cruise. Desde que protagonizou Top Gun – Ases Indomáveis (que ganha sequência ano que vem) em 1986, o ator deu o maior passo de sua carreira se tornando um dos maiores astros do cinema norte-americano. Porém, seria mais dez anos até que Cruise pegasse para si a autonomia de seus próprios projetos em sua carreira. A transição se deu justamente em 1996 – dez anos após Top Gun – quando o astro além de protagonizar, se tornou também dono da marca “Missão: Impossível”.

Aqui, é claro, falamos da revitalização do seriado de suspense, aventura e espionagem da década de 1960, que ganhou sobrevida nos anos 80 em nova série. Ao lado da então parceira de negócios Paula Wagner, o ator comprou os direitos da marca e a transformou num blockbuster de verão, que já soma seis filmes e o sétimo (e o oitavo) estão em vias de serem lançados igualmente. Se isso não é poder…

As Agentes 355 (2022)

Por falar em espionagem e agentes secretos, ano que vem teremos uma nova equipe maravilhosa para chamar de nossa – uma formada só por mulheres super espiãs. Tudo partindo da vontade da musa ruiva Jessica Chastain, uma grande porta-voz dos direitos igualitários e empoderamento feminino na indústria de Hollywood. No modo de pensar da estrela, não existe um gênero em que os homens possam reinar e as mulheres não. E ela está certa. Cansada de ver o gênero dos agentes secretos ser dominado por James Bond, Jason Bourne, Ethan Hunt e afins, Chastain tirou o chapéu uma equipe internacional com mulheres para lá de bad ass. Quem sabe inspirada pelo que Charlize Theron fez em Atômica (2017).

Foi Chastain que bolou a ideia e tirou do papel, mexendo seus pauzinhos e ligando “pra zamiga”. A ruiva convocou queniana Lupita Nyong’o, a espanhola Penélope Cruz, a chinesa Fan Bingbing e a francesa Marion Cotillard. O filme foi um verdadeiro sucesso de venda no Festival de Cannes 2018, com a Universal Pictures pagando US$20 milhões pela ideia de Chastain. Depois disso, a musa francesa Cotillard precisou se retirar do elenco, e foi substituída pela alemã Diane Kruger.

O Escândalo (2019)

Por falar em mulheres empoderadas em Hollywood, um dos grandes nomes de estrelas na atualidade é a autônoma Charlize Theron. Com sua produtora chamada Denver and Delilah, Theron já tirou alguns projetos pessoais do papel. O primeiro deles foi Monster – Desejo Assassino (2003), considerada a primeira grande atuação da carreira da musa, que não por menos recebeu uma indicação e depois a vitória no Oscar de melhor atriz, ao personificar uma serial killer da vida real. Um dos últimos projetos bancados pela atriz parece ter cunho ainda mais pessoal, e surge como um grito ecoando através de uma Hollywood no auge do movimento feminino do #metoo, onde diversas atrizes divulgaram seus maus tratos e abusos sexuais sofridos dentro da maior indústria do cinema do mundo – que terminou por derrubar o magnata Harvey Weinstein, entre outros.

O Escândalo não fala sobre Hollywood, mas funciona como espelho, já que relata abusos de jornalistas dentro da empresa Fox News – que igualmente derrubou um barão da mídia. E foi a própria Theron que alistou um timaço de três gerações: além dela, Nicole Kidman e Margot Robbie – todas contracenando pela primeira vez. Resultado, mais uma rodada de indicações ao Oscar.

Karatê Kid (2010)

“Pai, me compra aquela franquia para estrelar?”. Tudo bem, a brincadeira não foi tão engraçada e podemos estar sendo injustos. O fato é: Will Smith e a esposa Jada Pinkett empurraram seus filhos ao estrelato a todo custo. Tudo bem, pode ter sido desejo dos pimpolhos Jaden e Willow. Mas a vida pública para uma criança não é fácil. Willow se enveredou para o lado da música. Enquanto o pequeno Jaden foi “pinçado” pelo paizão coruja para lhe fazer companhia em À Procura da Felicidade (2006), onde debutou vivendo, bem, o filho de Will Smith nas telonas. Quatro anos depois e o paizão “comprou” a franquia Karatê Kid, um dos produtos mais queridos da década de 1980 (que rendeu quatro filmes, um desenho animado e todo tipo de produto licenciado, desde brinquedos até jogos de videogame).

E adivinhe só? Pois é, o nepotismo falou mais alto e Will colocou Jaden para estrelar. O fato causou comoção entre os fãs, com a maioria não curtindo muito a ideia – em grande parte devido à idade de Jaden na época, então com 12 anos de idade, saindo da infância ainda. Outro problema? Passado na China, a luta praticada no filme não é o karatê, e sim o conjunto de técnicas Kung Fu. O que fez os fãs pensarem que o filme deveria se chamar Kung Fu Kid desta vez. O fato de ter Jackie Chan como o novo mestre, ocupando a vaga do eterno Sr. Miyagi até que apaziguou um pouco o ranço geral sentido pelo remake. Mas Smith se mostrando superior e o cara legal que é, entendeu a reclamação dos fãs e o que eles queriam. Assim, seguiu para produzir também a série Cobra Kai, já que ainda tem a franquia em seu domínio – e assim fazendo o público feliz.

‘3 From Hell’: Mais um ator veterano se junta ao elenco da sequência

Apesar do filme já ter sido filmado, Rob Zombie continua lentamente anunciando novos atores ao elenco de ‘3 From Hell‘, continuação direta de ‘Rejeitados Pelo Diabo‘.

Bill Oberst Jr. (‘Death House‘) é o último a se juntar ao elenco. Ele interpretará Tony Commando.

On the set of Three From Hell with Bill Oberst Jr. #robzombie #threefromhell #billoberstjr

Uma publicação compartilhada por RobZombieofficial (@robzombieofficial) em

Sid HaigBill Moseley e Sheri Moon Zombie estão confirmados para retornar.

Daniel RoebuckDavid UrySean WhalenKevin Jackson, Pancho MolerClint HowardKevin JacksonAustin StokerDee WallaceJeff Daniel PhillipsRichard RiehleDot-Marie Jones e Tom Papa completam o elenco.

Lançado em 2005, o terror faz parte de uma trilogia que começou com A Casa dos 1000 Corpos, e traz a história do xerife John Wydell, sedento por vingança pela morte de seu irmão. Buscando fazer justiça com suas próprias mãos, ele sai em uma caçada atrás de uma família assassina, foragida com o auxílio de dois caçadores de cabeças.

Leonardo DiCaprio viverá Leonardo da Vinci em cinebiografia

O aclamado ator e vencedor do Oscar, Leonardo DiCaprio, dará vida ao emblemático artista Leonardo da Vinci nos cinemas. A informação foi revelada pela Variety.

Segundo a publicação, o veterano vai estrelar a cinebiografia baseada no livro escrito por Walter Isaacson, que será lançado em 17 de outubro deste ano. A produção do filme ficará a cargo da Paramount, após uma acirrada disputa por direitos autorais com a Universal.

Isaacson é conhecido por ter escrito inúmeras biografias, como a de Steve Jobs, que chegou a ser adaptada para os cinemas em 2015 sob o comando de Danny Boyle. Na época, o filme chegou a conquistar duas indicações ao Oscar e 18 outras nomeações em diversas premiações de prestígio.

Além de estrelar a adaptação, DiCaprio também será produtor através da Appian Way.

 

 

‘Rocketman’: Jamie Bell se junta a Taron Egerton na cinebiografia de Elton John

O astro Jamie Bell é a mais nova adição ao elenco de ‘Rocketman‘, a cinebiografia do cantor Elton John.

Segundo o The Hollywood Reporter, Bell está finalizando as negociações para assumir o papel de Bernie Taupin, compositor que possui uma longa parceria com o músico.

O filme chegará aos cinemas em 17 de maio de 2019.

O astro Taron Egerton viverá o músico e a direção fica a cargo de Dexter Fletcher, que assumiu a produção de ‘Bohemiah Rhapsody‘ em meio a saída de Bryan Singer.

O roteiro é assinado por Lee Hall (‘Billy Elliot‘). Matthew Vaughn será o produtor, ao lado de John e David Furnish.

As filmagens devem ser iniciadas ainda no primeiro semestre, durante o verão europeu.

‘Vingadores: Ultimato’: Novo comercial destaca os elogios da crítica; Assista!

Vingadores: Ultimato‘ já está entre nós, faturando muito e conquistando a audiência a cada sessão. E para comemorar o sucesso de público e com a crítica especializada, a Marvel Studios divulgou um novo comercial, que destaca as principais avaliações da imprensa, que considerou o longa o “evento de uma geração”.

Assista:

Dirigido por Anthony Russo e Joe Russo, esse é o filme mais longo da Marvel.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Arte conceitual revela visual alternativo do Homem-Hídrico

O artista conceitual da Marvel, Jerad S.Marantz, compartilhou um visual alternativo para o vilão Homem-Hídrico, de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

O material traz os primeiros rascunhos do vilão, feitos na fase de brainstorm da produção. Na versão embrionária da construção do personagem, o Homem-Hídrico surgiria a partir de um experimento fracassado.

Confira:

“Conceito inicial do Homem-Hídrico para Homem-Aranha: Longe de Casa. Isso foi na fase de brainstorm. Tentando pensar que tipo de Homem-Hídrico nós teríamos. Esse era o cenário de um experimento científico que deu errado. Amo fazer esses rascunhos”.

Lembrando que as gravações de ‘Homem-Aranha 3‘ foram adiadas devido ao surto de Coronavírus.

Memso assim, a Sony Pictures revelou que as expectativas em relação ao início das filmagens permanecem para o verão norte-americano, mas não há nada confirmado.

Dirigido por Jon Watts, o lançamento do longa foi adiado de julho de 2021 para outubro do mesmo ano.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

10 ÓTIMOS Filmes brasileiros protagonizados por Mulheres

O cinema brasileiro vem crescendo cada ano que passa com cada vez mais qualidade em suas produções. Mas ainda é uma indústria (não só no Brasil) com cargos predominantemente compostos por homens, com poucas oportunidades para mulheres brilharem, seja na frente das câmeras, ou atrás das câmeras. É uma questão a se refletir e esperamos que o cenário mude.

Abaixo, segue uma lista bem legal com 10 ótimos filmes brasileiros protagonizados por mulheres:

 

Carvão

Um choque entre dois mundos é a combustão que nos leva para uma estrada de diversos conflitos e escolhas, onde o paradoxo entre a impulsividade e a premeditação vira um reflexo dilacerante da natureza humana. Escrito e dirigido pela cineasta paulista Carolina Markowicz (em seu primeiro longa-metragem), Carvão joga na tela contradições camufladas de dilemas morais e a hipocrisia do julgamento para os que chegam e para os que estão no epicentro dessa história ambientada em uma casa humilde no interior de nosso país. Surpreendente até seu último minuto, somos testemunhas de mais uma grande obra do cinema brasileiro.

 

Pérola

Abalou Bauru! Baseado em uma peça de teatro, de enorme sucesso em todo o Brasil, escrita pelo dramaturgo Mauro Rasi, Pérola, segundo trabalho de Murilo Benício como diretor de um longa-metragem, é um projeto cativante, que através de lembranças, memórias, nos leva a olhar pelo buraco da fechadura no campo das emoções e conflitos de uma família, de Bauru, do interior de São Paulo. O principal mérito do roteiro é conseguir fazer rir e chorar de forma constante em uma história de sentimentos diversos ao longo de um recorte de muitos anos. Drica Moraes, uma força da natureza em cena, domina sua personagem com maestria, uma baita atuação dessa fantástica artista brasileira.

 

Regra 34

Vencedor do Leopardo de Ouro no Festival de Locarno, o longa-metragem brasileiro Regra 34 é um chocante projeto que consegue unir em uma mesma trajetória reflexões importantes de nossa sociedade, desde de interpretações sobre leis, dos direitos das mulheres, da violência sob alguns pontos de vistas, até o infinito universo dos desejos ligados aos impulsos virtuais. A cineasta Julia Murat consegue com sua forte protagonista (interpretada pela ótima Sol Miranda) nos levar à 100 minutos de impactantes diálogos e ações. Regra 34 é um filme que demora a sair de nossas mentes, há uma reflexão constante sobre os ótimos temas abordados, principalmente sobre as várias óticas da violência. O projeto faz parte da seleção do Festival do Rio 2022 e também da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo do mesmo ano.

 

O Livro dos Prazeres

Os medos e o duelo sobre a intimidade dentro de um renascer. Baseado na obra Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres de Clarice Lispector o longa-metragem O Livro dos Prazeres dirigido por Marcela Lordy é uma imersão à vida de uma mulher, livre, que busca o entendimento dos seus desejos através de situações onde transbordam suas emoções. Tendo lindas paisagens do Rio de Janeiro como plano de fundo, vamos entendendo aos poucos essa forte personagem que nos apresenta mais um trabalho irretocável de uma das grandes atrizes do cinema brasileiro, Simone Spoladore.

 

Um Broto Legal

A trajetória e as escolhas de uma das primeiras artistas do rock brasileiro. O cenário musical brasileiro é tão vasto e tão fascinante que ao longo de todos esses anos algumas produções nos mostram histórias bastante curiosas sobre os caminhos desses artistas. Um Broto Legal segue nessa linha, nos apresentando mais profundamente o início, meio e parte do fim de uma grande cantora, Celly Campello, que emplacou logo de cara dois grandes sucessos que escutamos até hoje. Buscando em pouco mais de 90 minutos de projeção, nos mostrar o que antes era um sonho e logo vira um estrondoso sucesso na vida da jovem cantora, que ao lado do irmão Tony, conquistaram o Brasil entre as décadas de 50 e 60. A direção é assinada por Luiz Alberto Pereira que é de Taubaté, cidade onde Celly e Tony iniciaram seus primeiros passos na música.

 

Pureza

A força e determinação de uma mãe de muitos. Livremente inspirado em fatos reais, Pureza mete o dedo na ferida em um grave problema que acontece não só no Brasil mas em vários lugares do mundo: o trabalho escravo. Em um país onde a palavra não vale nada, onde há corrupção por todos os lados, o projeto traz à luz feridas em aberto de uma sociedade que tem muitas dificuldades em buscar seus direitos pela lei. Dirigido pelo cineasta Renato Barbieri o filme teve exibição no Festival do RJ em 2019 e só agora em 2022 consegue chegar aos cinemas brasileiros.

 

O Rio do Desejo

A angústia do desejo. Tema de várias obras ao longo do desenvolvimento da humanidade, a traição, o desejo, o amor proibido se chocam em conflitos quase sempre amargurados onde os pontos de vistas se tornam a estradas para reflexões. O Rio do Desejo, do ótimo cineasta Sérgio Machado, nos leva para esse paralelo, uma jornada muito bem construída, objetiva, que busca criar um recorte dentro do universo abstrato do desejo na visão de um quadrado amoroso. Baseada em um conto chamado O Adeus do Comandante da obra A Cidade Ilhada do escritor amazonense Milton Hatoum, o filme consegue dar vida, movimento, a sentimentos conflitantes.

 

A Mãe

A força maternal numa busca imprevisível pela verdade. Premiado no Festival de Gramado e de Vitória, o novo longa-metragem do cineasta Cristiano Burlan, A Mãe, nos leva até a periferia da maior cidade do país onde somos guiados para momentos de tensão, dor, sofrimento, de uma busca desesperada de uma mãe por um filho que desapareceu do dia para noite e se vê em conflitos com vários lados de uma violência constante. No papel principal, a premiada atriz brasileira Marcélia Cartaxo mais uma vez comove o espectador com uma atuação emocionante.

 

Mar de Dentro

Um poderoso recorte sobre a maternidade. Buscando trazer as transformações do corpo e da vida de uma forte protagonista, a cineasta gaúcha Dainara Toffoli nos coloca diante de várias questões que giram em torno da maternidade. Em dúvidas sobre quase tudo que a cerca, a personagem principal, interpretada brilhantemente por Monica Iozzi, busca dar um passo de cada vez dentro de um universo de possibilidades. Seu sofrer vira luto em uma virada que a trama nos apresenta provocando um recorte cada vez mais íntimo de uma mulher em busca das melhores soluções dentro das variáveis que estão no seu presente.

 

Bem-Vinda, Violeta!

Para contar uma história é preciso desprender-se da realidade e embarcar na ficção? Partindo de uma análise bastante ampla sobre o universo sempre peculiar do processo criativo, Bem-Vinda, Violeta! , inspirado no romance ‘Cordilheira’ do escritor brasileiro Daniel Galera, é um filme que navega nas turbulências emocionais de uma protagonista que se descobre em crise através da personagem que está criando para seu novo livro. Fernando Fraiha, um dos diretores do famoso programa Choque de Cultura, volta à direção de um longa-metragem de ficção, após o ótimo La Vingança (2016), nesse filme que é pura reflexão sobre os sentidos da existência humana.

Crítica | O Amor é Estranho

O Amor em Todas as Suas Formas

Sucesso em todos os festivais nos quais foi exibido desde sua estreia em Sundance (incluindo no do Rio), O Amor é Estranho escalou até muitas listas dos melhores, incluindo a do prestigiado e icônico veículo francês Cahiers du Cinéma. A história não poderia ser mais atual, e apresenta um relacionamento que já dura quatro décadas, entre os personagens dos veteranos John Lithgow (Interestelar) e Alfred Molina (The Normal Heart). A dupla decide oficializar a relação, ao mesmo tempo precisando enfrentar uma das maiores adversidades de sua vida conjunta a esta “altura do campeonato”.

George (Molina) é demitido de seu cargo de professor num local cristão, forçando-os a vender seu apartamento e procurar um local mais acessível ao seu novo orçamento. No ínterim, precisam recorrer ao apoio da família e amigos. George passa a viver temporariamente com vizinhos, dois policiais, também um casal homossexual; enquanto Ben (Lithgow) busca abrigo na casa do sobrinho (Darren Burrows), sua esposa escritora (Marisa Tomei) e o jovem filho deles (Charlie Tahan). O difícil momento força uma separação temporária, que irá colocar à prova, mas também fortalecer, seu relacionamento.

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O primoroso roteiro de Ira Sachs (Vida de Casado e Deixe a Luz Acesa) – também o diretor da obra – apresenta diversas vertentes do amor, e as discute de forma séria e adulta, pensando em todos os aspectos. Apesar de ser um filme sobre o relacionamento da dupla protagonista, O Amor é Estranho também foca em outros relacionamentos e outros tipos de amor (como o amor entre parentes ou amigos). Temos, por exemplo, o relacionamento do sobrinho de Ben e sua esposa, ou do menino Joey (Tahan) com seu melhor amigo Vlad (Eric Tabach), e depois com a namorada, na descoberta de sua sexualidade na adolescência.

Em jogo também entra o amor que os parentes e amigos sentem pela dupla, já que de forma altruísta superam barreiras para ajudá-los. Enquanto George entra em contato com o mundo jovem novamente, ao participar de festas e conhecer amigos de seus anfitriões, Ben se torna algo como um estorvo, ao atrapalhar tarefas escolares do menino Joey ou a criatividade de Kate (Tomei) para escrever, já que trabalha em casa. Além de ser uma obra repleta de sentimentos, o filme também aborda o eterno fantasma econômico que assola os americanos sem um bom plano financeiro para a vida.

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O assustador mercado imobiliário de Nova York (muito identificável aqui no Rio de Janeiro) é um elemento latente do filme de Sachs, e se comporta como o grande vilão da história. Alfred Molina (60 anos na época do lançamento) e John Lithgow (68 anos na época do lançamento) entregam alguns dos melhores desempenhos de suas carreiras, de forma muito honesta. De tremendo bom gosto e com mais alma do que a maioria dos filmes que geralmente recebemos, O Amor é Estranho continuará a ser eleito um dos melhores, seja qual for o ano de sua exibição (para nós brasileiros, é garantido de figurar nas listas deste ano).

Imagine a sensibilidade, doçura e acessibilidade de Hoje eu Quero Voltar Sozinho, em versão da terceira idade, e com problemas adultos e reais, extremamente identificáveis para todos. O Amor é Estranho não se deixa rotular ou ficar “preso numa caixa”. Com seu apelo imediatista, o filme lida com pessoas maduras e evoluídas, mostrando como enfrentam um grande problema a certa altura da vida. Se for para resumi-lo, é mais válido dizer que esta é uma história americana. No entanto, apresentando sentimentos reconhecíveis a todos os seres humanos. O desfecho é estarrecedor e belo, beirando a perfeição.

‘Abigail’: Terror com Melissa Barrera arrecada US$ 10.2 milhões em estreia nos EUA

Apesar de ter perdido o topo das bilheterias norte-americanas para o distópico ‘Guerra Civil‘, o terror cômico ‘Abigail‘ conseguiu arrecadar US$ 10.2 milhões em sua estreia nos EUA.

Ainda que tenha ficado abaixo das projeções, o valor supera a estreia dos últimos dois lançamentos vampíricos da Universal Pictures, ‘Drácula: A Última Viagem de Deméter‘ (US$6.5M) e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘ (US$8M).

Vale destacar que estes filmes terminaram suas passagens pelas telonas do país com uma arrecadação de US$ 21.7 milhões e US$ 26.4 milhões, respectivamente.

Internacionalmente, ‘Abigail‘ acrescenta US$ 5 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 15.2 milhões.

Além disso, o terror recebeu uma nota B+ dos espectadores no CinemaScore e, junto às críticas positivas – 83% de aprovação no Rotten Tomatoes –, pode se beneficiar de uma boa estabilidade nas telonas durante as próximas semanas.

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Na trama, uma quadrilha sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.

‘Moana 2’ ultrapassa ‘Meu Malvado Favorito 4’ e sobe para o TOP 3 das maiores arrecadações de 2024

Sucesso! A sequência ‘Moana 2‘ já arrecadou quase US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

O longa conseguiu superar a bilheteria total de ‘Meu Malvado Favorito 4‘ (US$969.2M), subindo para o TOP 3 das maiores arrecadações de 2024.

Agora, a Disney domina todo o TOP 3 das maiores arrecadações do ano passado, que ainda conta com ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.69B) e ‘Deadpool e Wolverine‘ (US$1.3B).

Nos EUA, o longa soma US$ 434.8 milhões – superando arrecadação total do primeiro filme no país (US$248.7M). No mercado internacional, foram US$ 554.9 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 989.79 milhões mundialmente – e deve ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão na próxima semana. Para termos de comparação, o primeiro filme encerrou sua passagem pelos cinemas globais com US$ 643.3 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a França (US$60.6M), Reino Unido (US$49.7M), Alemanha (US$41.7M), México (US$30.2M) e Austrália (US$29.5M).

Moana 2′ reúne Moana e Maui três anos depois para uma nova viagem expansiva ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis. Depois de receber uma ligação inesperado de seus ancestrais, Moana deve viajar para os mares distantes da Oceania e em águas perigosas há muito tempo perdidas para uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou.”

Auli’i CravalhoDwayne Johnson retornam como Moana e Maui.

O filme é dirigido por Dave Derrick Jr. com músicas de Abigail Barlow, Emily Bear, Opetaia Foa’i e Mark Mancina.

Sucesso de crítica e público, o primeiro longa-metragem foi lançado em 2016 e arrecadou US$643 milhões pelo mundo.

Matilda Lutz está INCRÍVEL como ‘Red Sonja’ na 1ª imagem do live-action; Confira!

O site Deadline divulgou a primeira imagem promocional da adaptação live-action de ‘Red Sonja‘, que mostra a atriz Matilda Lutz (‘Vingança’) caracterizada como a heroína titular.

Confira:

O longa é baseado nos quadrinhos homônimos assinados por Roy ThomasBarry Windsor-Smith, bem como na personagem criada por Robert E. Howard.

M.J. Bassett (‘Solomon Kane’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Joey SolowayTasha Huo.

O elenco ainda contará com Wallis Day, Robert Sheehan, Michael Bisping, Martyn Ford, Eliza Matengu, Manal El-Feitury, Katrina DurdenOliver Trevena.

Para quem não conhece, Red Sonja apareceu pela primeira vez na HQ ‘Conan, o Bárbaro’ #23, lançada em 1973.

Retratada como uma guerreira bárbara, ela ganhou habilidades de guerreira após o encontro com uma deusa, que se compadeceu depois que a família de Red Sonja foi assassinada.

No entanto, as habilidades de Sonja poderiam desaparecer se ela fosse tocada por qualquer homem, exceto por aquele  que a derrotasse em batalha.

Em 1985, a heroína, que já foi interpretada pela Brigitte Nielsen na adaptação de dirigida por Richard Fleischer.

Atualmente, ‘Red Sonja‘ é publicada pela Dynamite Comics.

Ator revela ter ficado FRUSTRADO com as últimas temporadas de ‘Game of Thrones’

Em entrevista ao The Times, Conleth Hill, que interpretou o manipulador Lord Varys na série ‘Game of Thrones‘, revelou ter ficado frustrado com as últimas temporadas da produção.

O ator sentiu que o seu personagem ficou descaracterizado na reta final da série.

“Eu pensei que tinha feito algo errado. Até as últimas duas temporadas, eu não tinha nenhuma reclamação. Eu me senti frustrado com os últimos ciclos porque o Varys não se mostrou o personagem inteligente que havia sido.”

Ele completa, “Acredito que os roteiristas queriam terminar a série de um jeito, mas a HBO queria finalizar a produção de outro. Senti que a última temporada foi muito apressada, mas atualmente eu já superei.”

Vale lembrar que as filmagens da 2ª temporada do derivado ‘A Casa do Dragão‘ continuarão normalmente, apesar da recente greve dos atores.

O Sindicato de Atores e Federação Americana de Televisão e Rádio (SAG-AFTRA) determinou, nesta quinta-feira (13), o início da greve dos atores. O ato, no entanto, não afetará a produção da série da HBO, uma vez que a maioria dos atores são do Reino Unido.

Esse grupo de artistas são representados por uma organização separada, a Equity. E, segundo as leis britânicas, estes membros não podem se juntar em solidariedade à greve do SAG-AFTRA.

As filmagens do novo ciclo de ‘A Casa do Dragão‘ começaram em abril, e tampouco foram afetadas pela greve dos roteiristas, uma vez que todos os roteiros já haviam sido finalizados na época.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘Shameless’: Katey Sagal e Courteney Cox participarão da 9ª temporada

De acordo com Variety, duas veteranas das telinhas participarão da 9ª temporada de ‘Shameless‘, Katey Sagal (‘Sons of Anarchy‘) e Courteney Cox (‘Friends‘).

Sagal terá caráter recorrente no próximo ano. Ela interpretará Ingrid Jones, uma paciente psicótica que se envolve com Frank depois de conhecê-la na emergência.

Cox fará uma participação especial como Jen Wagner, uma atriz famosa que será apadrinhada na A.A. por Lip. Apesar de ter tido problemas com bebidas no passado, a personagem levará Lip à loucura enquanto procura por um drink pela cidade.

Além disso, Richard Flood foi promovido ao elenco fixo.

Recentemente, o canal Showtime encomendou dois episódios adicionais para a 9ª temporada. O novo ano, no entanto, agora com 14 episódios, será dividido em duas partes.

Os sete primeiros episódios serão exibidos a partir de 9 de setembro, com término no dia 21 de outubro. A segunda metade da temporada estreará no dia 20 de janeiro.

O elenco conta com William H. Macy, Emmy RossumEthan CutkoskyShanola HamptonCameron MonaghanSteve Howey.

‘The 100’: Heróis lutam pela sobrevivência no novo trailer da 6ª temporada; Assista!

A 6ª temporada de ‘The 100‘ ganhou um novo trailer.

Confira:

Criada por Jason Rothenberg, a série é baseada no livro homônimo da autora Kass Morgan.

A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.

O elenco inclui Eliza Taylor, Paige Turco, Bob Morley, Marie Avgeropoulos, Lindsey Morgan, Richard Harmon, Tasya Teles, Shannon Kook e Henry Ian Cusick.

A sexta temporada irá estrear no dia 30 de abril.

Lindsay Lohan faz singela homenagem à falecida atriz Natasha Richardson

Lindsay Lohan prestou uma singela homenagem à atriz Natasha Richardson, que completaria 58 anos na última terça-feira (11). Por meio de sua conta oficial do Instagram, a cantora compartilhou uma antiga imagem do filme ‘Operação Cupido‘, quando ambas contracenaram juntas como mãe e filha.

Richardson, que também era esposa do popular ator Liam Neeson, faleceu de forma trágica em março de 2009, após um terrível acidente. Na ocasião, ela teria sofrido uma grave lesão na cabeça enquanto esquiava num centro de esqui na província canadense de Quebec.

Confira a homenagem:

Lançado em 1998, ‘Operação Cupido‘ se tornou um grandioso sucesso de público. Na trama, as gêmeas Hallie e Annie foram separadas ainda pequenas. Uma ficou com a mãe, Elizabeth, e outra com o pai, Nicholas. Um dia as duas se encontram num acampamento de verão e se dão conta do parentesco até então desconhecido. Elas trocam de lugar na volta para a casa e elaboram um plano para que o casal volte às boas e a família enfim possa se reunir.

O longa está disponível na plataforma Disney+.

‘Bride Hard’: Comédia de ação com Rebel Wilson ganha data de estreia e primeira imagem oficial; Confira!

Rebel Wilson terá que enfrentar a árdua missão de satisfazer os desejos de noiva de sua melhor amiga na comédia de ação ‘Bride Hard‘, que estreia no dia 20 de junho nos Estados Unidos.

O longará, que ainda marca o reencontro com Anna Camp, sua colega de elenco da franquia ‘A Escolha Perfeita‘, também ganhou sua primeira imagem oficial.

Confira:

Na trama, Wilson interpreta Sam, uma agente secreta cuja missão mais difícil até o momento é agradar sua melhor amiga que está prestes a casar em uma luxuosa festa feita em um extravagante destino. Mas quando uma equipe de mercenários invade a cerimônia e faz os convidados de reféns, Sam é jogada em uma luta diferente de todas as anteriores — uma em que ela não pode arriscar revelar seu disfarce e muito menos arruinar o grande dia. Enquanto ela enfrenta os bandidos em uma batalha de alto risco, disfarçada em looks de contos de fadas, ela perceberá que a ameaça real pode estar mais perto do que imaginava. 

O elenco ainda conta com Anna Chlumsky (‘Inventando Anna‘, ‘Veep‘), Da’Vine Joy Randolph (vencedora do Oscar por ‘Os Rejeitados‘), Gigi Zumbado (‘Heart Eyes‘), Stephen Dorff (‘True Detective‘, ‘The Righteous Gemstones‘) e Justin Hartley (‘Tracker‘, ‘This is Us).

Simon West (‘Os Mercenários 2’, ‘Con Air: A Rota da Fuga‘) assina a direção do longa.

Bride Hard‘ ainda não possui data de estreia no Brasil.

Cannes 2026 | Dia 1 — Del Toro critica IA, Peter Jackson é destaque e James Franco Reaparece

A 79ª edição do Festival de Cannes começou oficialmente nesta terça-feira, dia 12, com uma mistura de nostalgia, glamour, debates sobre o futuro do cinema e homenagens históricas na Croisette. Um dos momentos mais marcantes do primeiro dia aconteceu durante a sessão comemorativa dos 20 anos de O Labirinto do Fauno, clássico de Guillermo del Toro que retornou às telas em uma exibição especial restaurada. Ovacionado pelo público, o diretor mexicano aproveitou a ocasião para fazer um forte discurso sobre o avanço da inteligência artificial na indústria audiovisual.

Em tom emocionado, Del Toro afirmou que o filme se tornou ainda mais atual diante do cenário contemporâneo. “Estamos, infelizmente, em tempos que tornam este filme mais pertinente do que nunca porque nos dizem que é inútil resistir, que arte pode ser feita com um m… de aplicativo, e estamos enfrentando coisas tão formidáveis.”

O cineasta também fez uma defesa apaixonada da criação humana e da necessidade de preservar a sensibilidade artística diante das transformações tecnológicas. “Mas eu sinto e penso, como a garota Ofelia em ‘O Labirinto do Fauno’, que se conseguirmos deixar uma marca, se colocarmos nossa fé contra a força deles e nossa força contra a força deles, ainda existe esperança.”

As falas rapidamente repercutiram entre jornalistas e convidados do festival, tornando-se um dos assuntos mais comentados do primeiro na mídia internacional.

James Franco reaparece no Tapete Vermelho

Outro momento que chamou atenção foi a surpreendente presença de James Franco no tapete vermelho ao lado de sua companheira, Isabel Pakzad. Nos últimos anos, ator manteve uma postura discreta e distante dos grandes eventos de Hollywood após as acusações de má conduta sexual reveladas em 2018, portanto esta é a primeira vez que ele aparece em um evento internacional de grande visibilidade.

James Franco e Izabel Pakzad (Photo: Reuteurs)

Na época, Franco foi acusado por cinco mulheres, incluindo ex-alunas de atuação. Parte das acusações resultou em um processo judicial encerrado em acordo em 2021. Desde então, o ator tem aparecido esporadicamente em projetos independentes e evitado exposições públicas de grande escala. Sua presença em Cannes acabou gerando curiosidade e movimentando fotógrafos e jornalistas na chegada das celebridades ao Palais des Festivals.

Peter Jackson recebe grande Homenagem

A cerimônia de abertura também reservou espaço para a emoção com a homenagem a Peter Jackson, entregue pelas mãos de Elijah Wood. O reencontro entre os nomes ligados eternamente à trilogia O Senhor dos Anéis arrancou aplausos e adicionou uma forte carga nostálgica à noite de abertura.

Leia mais: Festival de Cannes 2026 abre com discurso político e homenagem a Peter Jackson

Além disso, o festival apresentou oficialmente o júri responsável pela disputa da Palma de Ouro deste ano, reunindo cineastas, atores e artistas de diferentes partes do mundo para uma das seleções mais aguardadas dos últimos anos.

Two men in tuxedos pose on a red-carpet stage; one holds an award plaque against a cityscape backdrop.

Veja também: Cannes 2006 | Demi Moore, Chloé Zhao e Stellan Skarsgård compõem o júri oficial do Festival, liderado por Park Chan-wook

Encerrando a programação inaugural, o público acompanhou a estreia de Vênus Elétrica, nova comédia romântica de Pierre Salvadori. O longa francês trouxe leveza e humor para a primeira noite do festival, equilibrando o clima político e emocional que marcou a cerimônia.

Ao longo dos próximos dias, acompanhe diretamente da Croisette os principais acontecimentos do festival, trazendo bastidores exclusivos, entrevistas, curiosidades, críticas dos filmes e tudo o que movimenta o maior evento de cinema do mundo.

Acompanhe no YouTube: 

‘Nightflyers’: Série de terror do autor de ‘Game Of Thrones’ ganha vídeo assustador

A adaptação da novela de ficção científica e terror Nightflyers, de George R.R. Martin, autor deGame Of Thrones ganhou um vídeo divulgado pelo canal SyFy mostrando os bastidores e algumas cenas da nova série.

Martin descreve a série como “‘Psicose’ que se passa no espaço”. Assista ao vídeo:

Recentemente, o showrunner Daniel Cerone deixou a produção por diferenças criativas, sendo substituído por Jeff Buhler (do terror O Último Trem). As informações são do THR.

O seriado será do canal Syfycom coprodução da Netflix, que vai distribuir os episódios mundo afora.

Nightflyers foi escrito em 1985 e narra a história de um grupo de humanos a bordo de uma nave espacial que tentam fazer contato com formas de vida alienígena. Tudo muda quando eventos aterrorizantes começam a acontecer e os protagonistas entram em uma jornada difícil de sobrevivência.

O elenco conta com Gretchen Mol (Boardwalk Empire) será a Dra. Agatha Matheson, Eoin Macken (The Night Shift) viverá Karl D’Branin, David Ajala (Velozes e Furiosos 6) será Roy Eris, Sam Strike (Leatherface) dará vida a Thale, Maya Eshet (Teen Wolf) será Lommie, Angus Sampson (Fargo) será Rowan, Brían F. O’Byrne (FlashForward) vive Auggie, Jodie Turner-Smith (The Last Ship) será Melantha Jhirl.

O romance ainda não chegou ao Brasil e a data de estreia da série ainda não foi definida.

10 Clássicos do Cinema NACIONAL que Completam 30 anos em 2021

A história é um dos aspectos mais importantes de nossa existência como seres humanos. É preciso sempre estudá-la e aprender com ela. A história nos faz olhar para o passado e refletir, como parte de nosso processo evolutivo. O aprendizado é o que nos faz seguir desejando sempre melhorar, mas também absorver muito. No cinema, isso não é diferente. Essa consciência é o que faz grande parte dos cinéfilos valorizarem muito mais as obras clássicas, buscando sempre elas como referência do que é feito hoje. E quando falamos no nosso cinema, notamos um grande salto em qualidade. Hoje, nossos filmes são internacionalmente badalados. Mas no passado já realizávamos obras de enorme sucesso de público e crítica.

Pensando nisso, como forma de homenagear o nosso cinema brasileiro, relembramos nessa nova matéria os filmes nacionais mais famosos que completam 30 anos de lançamento em 2021. Confira.

Matou a Família e Foi ao Cinema

Refilmagem do clássico homônimo de 1969 escrito e dirigido por Júlio Bressane (A Erva do Rato), a nova versão é adaptada por Neville d’Almeida (A Dama da Lotação), que assume roteiro e direção. O filme marcou o reencontro nas telas do ex-casal Claudia Raia e Alexandre Frota – que ficaram casados de 1986 a 1989. Na trama, Frota vive um jovem desequilibrado que mata os pais e vai ao cinema, onde assiste a quatro curtas com histórias pra lá de bizarras. Uma delas é protagonizada por sua ex-mulher. As duas versões são polêmicas e você com certeza já ouviu este título.

Gaúcho Negro

Tentativa de emplacar um filme de super-herói brasileiro nos moldes das produções Hollywoodianas. O Gaúcho Negro é uma figura misteriosa, parte do folclore do Sul do país. Ele é uma espécie de Zorro, usa vestimentas pretas, um chapéu, máscara e tem como armas chicote e boleadeira. O filme é impulsionado pela estrela Xuxa, na época no auge de sua carreira, que narra o filme e faz uma participação especial. Quem protagoniza na verdade é um de seus Paquitos e duas de suas Paquitas. Na trama, ao mesmo tempo em que o herói surge durante um festival de música no Rio Grande do Sul para impedir crimes de queimadas, um jovem do Rio de Janeiro (Cláudio Heinrich) chega no local e se apaixona por uma professora escolar (papel de Letícia Spiller). Juliana Baroni completa o elenco principal.

Brincando nos Campos do Senhor

Apesar do elenco internacional renomado, de nomes como Kathy Bates (vencedora do Oscar), John Lithgow (duas vezes indicado ao Oscar), Tom Berenger (indicado ao Oscar), Tom Waits (indicado ao Oscar), Daryl Hannah e Aidan Quinn, este filme é uma coprodução entre Brasil e EUA (falado nas duas línguas) e tem na direção o argentino mais brasileiro de todos os tempos, o saudoso Hector Babenco. A trama mostra missionários fundamentalistas tentando converter os nativos das florestas brasileiras à sua religião. Baseado num famoso livro, o filme teve certo prestígio, apesar de hoje deixar evidente alguns equívocos, como ter Tom Berenger interpretando um indígena.

A Maldição de Sanpaku

O chamariz deste thriller criminal é a presença da estrela Patrícia Pillar impulsionando a obra e estampando o cartaz. Escrito e dirigido por José Joffily (Quem Matou Pixote?, 1996), o filme apresenta o golpista Gafanhoto (Roberto Bomtempo), que rouba uma pedra valiosa e termina na mira do mafioso Velho (Sérgio Britto). Enquanto foge, atrai para o perigo o colega Poeta (Felipe Camargo) e sua namorada Cris (Pillar), cujos olhos trazem a marca da tragédia. Completando o elenco, a saudosa Rogéria.

O Corpo

Baseado na história de Clarice Lispector, e com roteiro e direção de José Antonio Garcia (A Estrela Nua), esta comédia traz Antônio Fagundes na pele do farmacêutico Xavier, que vive uma relação bígama com suas duas mulheres: Carmem (Marieta Severo) e Bia (Cláudia Jimenez). Tudo começa a mudar de figura quando as duas descobrem que o marido arrumou mais uma amante, a dançarina de cabaré Monique (papel da também diretora Carla Camurati).

Vai Trabalhar Vagabundo II – A Volta

Um dos mais icônicos filmes de nossa cinematografia, o clássico Vai Trabalhar Vagabundo (1973), escrito, dirigido e protagonizado pelo saudoso Hugo Carvana, traz o ator como um malandro recém saído da prisão, tratando de dar um golpe pra cima de um falso rico, um sujeito que apenas finge ter dinheiro. Para a sequência, passada quase vinte anos após o original, Carvana retorna nas funções de diretor e protagonista, com o trambiqueiro Dino exilado em Acapulco, arquitetando sua volta ao Brasil financiado por uma rica viúva. Para chegar ao país ele arma seu próprio funeral. No elenco, os reforços de Marieta Severo e Marcos Palmeira.

A Grande Arte

Outro filme brasileiro com gosto internacional na lista, este longa é baseado num romance de nosso grande autor Rubem Fonseca. Produção nacional também falada em inglês e espanhol, quem dirige é o prestigiado Walter Salles (Central do Brasil). Na trama, Peter Coyote é um fotógrafo norte-americano no Rio de Janeiro, saindo em missão de encontrar o assassino de uma de suas modelos. O turco Tchéky Karyo e a bela Amanda Pays (conhecida pela série Flash dos anos 90) completam o elenco internacional. Já do nosso lado, Giulia Gam, Cássia Kis, Paulo José e o saudoso Raul Cortez dão o tempero brazuca para o suspense.

Forever – Juntos para Sempre

Mais uma produção com ares internacionais, quem comanda na direção é o lendário Walter Hugo Khouri (Amor Estranho Amor). Coprodução entre Brasil e Itália, o suspense dramático mostra a conturbada relação entre pai e filha, vividos por Ben Gazzara e Eva Grimaldi. A filha tenta se aproximar do pai, um rico e poderoso empresário, mas no percurso termina descobrindo seus segredos e relacionamentos. Vera Fischer, uma Ana Paula Arósio bem novinha e os saudosos Cecil Thiré e John Herbert são os reforços compatriotas.

O Inspetor Faustão e o Mallandro

Cult por excelência devido à sua qualidade, digamos, duvidosa, diversos críticos da nova geração tem redescoberto a obra e a reapresentado ao público. A ideia “brilhante” por trás do roteiro era juntar dois apresentadores famosos da época, mas que de atores tinham muito pouco: o ecstasy humano Sérgio Mallandro e a fábrica de bordões ambulante Faustão. Mas não apenas isso, no filme Faustão é um inspetor especializado em crimes contra animais e o meio ambiente que precisa se unir ao amalucado Mallandro, interpretando basicamente ele mesmo no filme, para impedir o tráfico de espécies em extinção.

Os Trapalhões e a Árvore da Juventude

Por falar em produções Hollywoodianas, nas décadas de 1980 e início de 1990, a trupe conhecida como Os Trapalhões reinou absoluto nas bilheterias brasileiras. Não tinha para ninguém, nem mesmo para as grandes produções vindas da terra do Tio Sam. Este filme de 30 anos atrás, no entanto, marca o último filme com, ao menos, três dos quatro integrantes originais do grupo de humoristas. Zacarias havia falecido em 1990, sendo sua última participação nas telonas o filme Uma Escola Atrapalhada (1990) e com o nome dos Trapalhões no ano anterior, Na Terra dos Monstros (1989). Esse filme já não contava com sua presença e marcou a última participação de Mussum, falecido em 1994. Na trama, Didi, Dedé e Mussum são guardas florestais protegendo a Amazônia (um tema ecológico recorrente na época e ainda muito atual), descobrindo a fonte da juventude e voltando a ser criança e depois jovens. Cristiana Oliveira é o reforço no elenco.

‘Suits’: Trailer da 8ª temporada apresenta Katherine Heigl; Assista!

O canal USA Network divulgou o trailer da 8ª temporada de ‘Suits‘, apresentando a nova personagem interpretada por Katherine Heigl (‘Grey’s Anatomy‘).

Assista:

A atriz entrou para preencher o espaço deixado por Patrick J. Adams e Meghan Markle, que deixaram a série depois de sete temporadas.

A 8ª temporada de ‘Suits‘ estreia em julho nos EUA!

Jessica Chastain já desponta como preferida para o Oscar no trailer de ‘Molly’s Game’

O novo filme estrelado por Jessica Chastain e Idris Elba, ‘Molly’s Game’, ganhou seu primeiro trailer.

Chastain já desponta como uma das preferidas para o Oscar de Melhor Atriz por sua atuação no filme.

Confira:

A produção é baseada na autobiografia ‘Molly’s Game: From Hollywood’s Elite to Wall Street’s Billionaire Boys…’, que traz os relatos de Molly Bloom, popularmente conhecida como a “princesa do pôquer”. A jovem, que abandonou a carreira de esquiadora após perder sua vaga para as Olimpíadas, chegou a trabalhar como garçonete até conquistar seu espaço no universo do jogo. Ela permaneceu envolvida com o ramo por oito anos, até ser investigada pelo FBI.

Dirigido por Aaron Sorkin, o drama traz Chastain no papel título e Elba como seu advogado. ‘Molly’s Game’ conta também com Mark Gordon e Amy Pascal na produção, pela Sony Pictures.

A estreia está marcada para 22 de novembro nos Estados Unidos.

‘Halloween’: John Carpenter já começou a produzir a trilha sonora

O aclamado compositor John Carpenter já começou a produzir a trilha sonora de ‘Halloween‘.

Para marcar o início dos trabalhos, ele publicou uma foto direto do estúdio de gravações.

Confira:

“Uma equipe britânica de documentaristas vem aos Estados Unidos para visitar Michael Myers na prisão, na intenção de relatar os acontecimentos da noite de terror do maníaco ocorrida há 40 anos, mas seu projeto se torna ainda mais interessante quando Myers escapa, recolhe sua máscara e procura se vingar de Laurie (Jamie Lee Curtis), deixando uma trilha de corpos pelo caminho. Nas décadas que se seguiram, Laurie se preparou para o retorno inevitável de Michael, para proteger principalmente sua filha Karen (Judy Greer) e sua neta Allyson (Andi Matichak).”

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things’), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle’), Dylan Arnold (‘Mudbound’), Virginia Gardner (‘Os Fugitivos’), Andi Matichak (‘Orange is the New Black)’ e o retorno de Nick Castle, que interpretou Michael Myers em Halloween: A Noite do Terror’, que voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax e tem estreia prevista para 19 de outubro de 2018.

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

 

 

‘Outlander’: Ouça uma prévia da trilha sonora da 4ª temporada

A trilha sonora da 4ª temporada de ‘Outlander‘ ainda não foi lançada, mas os fãs já podem conferir um pequeno trecho do álbum, compartilhado com exclusividade pela revista EW.

A faixa em questão se chama “Fraser’s Ridge’ e é de autoria de Bear McCreary. O álbum total terá 70 minutos de duração e será lançado ainda no dia 31 de maio.

Contendo 21 faixas, o álbum já pode ser adquirido na pré-venda digital e física, em CD.

Confira:

O canal Starz divulgou um vídeo dos bastidores da 5ª temporada de ‘Outlander‘.

Confira, com a primeira imagem oficial:

Criada por Ronald D. Moore, a série é baseada na saga literária escrita por Diana Gabaldon.

A trama segue Claire Randall, uma enfermeira do exército inglês no período da Segunda Guerra Mundial e o seu marido, Frank, historiador e agente da inteligência inglesa durante o início dos anos 40. Após a vitória dos Aliados, os dois resolvem viajar para Inverness, na Escócia, em uma segunda lua de mel para que Frank possa pesquisar sobre seus ancestrais. Após assistir a um ritual místico nas colinas de Craigh na Dun, Claire é jogada através do tempo, para o ano de 1743, as vésperas de uma violenta guerra civil. Acolhida pelo clã MacKenzie, Claire tenta se adaptar a sua nova realidade ao mesmo tempo em que procura uma maneira de voltar para casa.

O elenco inclui Caitriona Balfe, Sam Heughan, Sophie Skelton, Richard Rankin, Duncan Lacroix e Steven Cree.

‘Esquadrão Suicida’: James Gunn apoia o lançamento da versão de David Ayer

O Esquadrão Suicida‘, de James Gunn, promete trazer uma abordagem bem diferente do time de anti-heróis, se distanciando genuinamente da polêmica versão feita por David Ayer.

Mas independente da diferença de abordagens, o cineasta apoia o lançamento da versão de David Ayer do filme ‘Esquadrão Suicida‘, lançado em 2016.

Ao ser questionado por um fã quanto ao seu apoio, Gunn revelou no Twitter que não teria problema em ver o “Ayer Cut” sendo lançado e que está de acordo com qualquer decisão que a Warner e o diretor decidam tomar:

“Eu ficaria bem com qualquer coisa que o David Ayer e a Warner queiram lançar, sem problema algum”.

A respeito veio da seguinte pergunta feita por um usuário:

“James Gunn, você seria contra o lançamento da versão do David Ayer para Esquadrão Suicida? Você acha que isso diminui o seu filme ou ajuda a aumentar o interesse, ou não tem efeito nenhum?”

Ayer afirmou que não apenas o “Ayer Cut” existe, como ele já está praticamente pronto.

“Claro que existe. E está quase completo, menos alguns efeitos visuais”.

Lembrando que recentemente, a AT&T, dona da Warmer, deu a entender que o lançamento do “Ayer Cut” também é uma possibilidade.

Após um fã iniciar a campanha#ReleaseTheAyerCut, a AT&T respondeu:

“Tudo é possível, só é preciso um pouco de magia”.

Confira:

Lembrando que o novo ‘O Esquadrão Suicida‘ tem estreia prevista para 06 de agosto de 2021.

Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

 

A trilogia ‘Creed’: o legado de Rocky!

Uma das grandes questões que surgem quando pensamos sobre uma franquia oriunda de outra é se a essência dos personagens serão mantidas. Em 2015, chegou aos cinemas o primeiro filme da saga Creed, Creed: Nascido para Lutar, que nos mostraria o eterno Rocky como um coadjuvante pela primeira vez e nos apresentaria um novo rosto, Adonis Creed, filho de um grande amigo de Rocky. O sucesso foi estrondoso e novos filmes já se tornaram praticamente certos.

Abaixo, vamos analisar os filmes produzidos até aqui desse Spin Off cinematográfico.

Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer. Após o ótimo Fruitvale Station: A Última Parada, o cineasta californiano Ryan Coogler embarcou nesse projeto que resgata um dos grandes mitos do cinema norte-americano. Creed: Nascido para Lutar é uma espécie de mais um filme sobre o eterno Rocky Balboa, mas dessa vez, o lendário personagem lutador prefere ser o coadjuvante de uma ótima e criativa história que fala sobre grandes batalhas da vida. O grande destaque da fita é sem dúvidas a atuação maravilhosa de Sylvester Stallone que mostra que é possível resgatar um personagem quando ele é extremamente poderoso em cena.

Na trama, acompanhamos a história de Adonis Johnson (Michael B. Jordan), um homem marcado por uma infância conturbada e que nunca conheceu seu pai. Certo dia, anos depois de ser adotado pela ex-mulher de seu pai (o famoso pugilista Apollo Creed), Adonis resolveu investir na carreira de lutador e acaba se mudando para a Filadelfia, onde vai atrás de seu ‘Tio’, o famoso lutador Rocky Balboa (Sylvester Stallone). Assim, esses dois buscarão enfrentar cada um seu desafio, nessa etapa da vida.

Creed fala entre outras coisas do poder da família em nossos corações. Rocky sempre cuidou de todos os amigos e familiares ao seu redor ao longo de todos os filmes, dessa vez, é ele que também precisa de uma motivação extra para lutar a maior batalha de sua vida. Adonis chega na vida de Rocky para preencher de esperança a rotina, do agora comerciante, do ex-campeão. Os laços de afeto entre os dois são muito bem expostos na telona, exalam carisma em cena.

O grande mérito do filme é ter Rocky Balboa mas o próprio ser muito mais lembrando por algumas sequências que lembram o maravilhoso personagem. Stallone, o ser humano que mais conhece o garanhão italiano na face da terra, coloca um ar de terceira idade (parecido um pouco com linhas de raciocínio de Os Mercenários) muito profundo e bonito, em algumas partes chega a emocionar. Não sei se podemos dizer que a grande atuação de Sly foi uma surpresa, talvez a característica mais marcante e/ou curiosa é a releitura do personagem se encaixar como uma luva no roteiro de Creed.

 

Quatro anos mais tarde um novo filme

Uma vez Rocky, sempre emoção. Tentando dar seguimento a uma espécie de reboot à clássica história do saudoso e inesquecível garanhão italiano, personagem emblemático de Sylvester Stallone nas telonas, Creed II ainda com fios de laços com a história de Rocky, foca na família e nas escolhas do passado para entendermos melhor o protagonista, filho do eterno Apollo Creed. Reunindo um competente elenco, um ou outro vacilo no andamento do roteiro mas tentando manter a força dramática dos outros filmes do qual é oriundo, o cineasta Steven Caple Jr, que assina a direção (esse é apenas o segundo longa dirigido por ele) faz o básico e busca manter a força dos personagens mas sem o carisma de outrora.

Na trama, voltamos a encontrar o jovem lutador de boxe profissional Adonis Creed (Michael B. Jordan) que por anos se manteve distante da história de sua família para tentar trilhar uma carreira de sucesso sem comparações. Mas tudo isso fica em cheque quando um polêmico organizador de lutas vai até a mídia e faz pressão para Adonis lutar contra o filho do lutador que matou seu pai Apollo, o boxeador russo Ivan Drago (Dolph Lundgren). Assim, tentando driblar a força do destino e com a ajuda de seu mentor, treinador e amigo Rocky Balboa (Sylvester Stallone), o protagonista deverá enfrentar mais esse complicado desafio.

A vantagem de ter tido tantos filmes sobre Rocky se mostra claramente na elaboração de novas ideias e caminhos para que essa chama nunca se apague. Com uma veia dramática forte e diversas portas a se abrirem, Creed II cresce nas telas como um paralelo a nostalgia, tentando a cada linha de roteiro ter uma personalidade própria. Mas mesmo com todo esforço, assim que aparece Rocky e suas lembranças bem distantes é onde o filme cresce e milhões de espectadores aguardam ansiosamente pela música clássica dos outros longas. A narrativa é progressiva, as cenas de lutas são ótimas, os atores muito competentes. Os arcos familiares são bons e se tornam o novo pilar dessa grande antiga nova saga.

Estimado em cerca de 50 milhões de dólares, o filme deve arrecadou muito mais que o dobro nas bilheterias mundiais. Mesmo não conseguindo se desvincular de uma sessão nostalgia mesmo buscando novos arcos com os novos personagens, Creed II vale a pena. Uma vez Rocky, sempre emoção.

 

Em 2023, o mais recente capítulo dessa nova saga

Jogo é jogo, treino é treino. Em seu primeiro trabalho atrás das câmera como diretor, Michael B. Jordan busca a emoção a todo instante seja no duelo profissional ou no pessoal do ótimo protagonista que dá título a essa franquia, oriunda da saga Rocky, que caiu nas graças de todos que viraram órfãos do garanhão italiano. Em Creed III, vemos o tom reflexivo de um campeão que precisa confrontar seu passado. Os conflitos familiares contornam a narrativa mas sem deixar de ter fôlego para cenas de ação de um dos esportes mais populares do universo das lutas. Esse é o primeiro filme do universo de Rocky que o lendário personagem não aparece.

Na trama, voltamos a encontrar Adonis Creed (Michael B. Jordan) agora um empreendedor do mundo das lutas após sua recente aposentadoria com um currículo invejável como lutador. Só que nesse terceiro filme da franquia vamos conhecendo mais a fundo o passado do personagem e o reencontro dele com um amigo do passado, o complicado e ex-presidiário Damian (Jonathan Majors) um antigo prodígio do boxe. Desse encontro, logo um confronto acontece e os amigos irão se enfrentar em uma batalha onde só um pode ficar com o cinturão.

A palavra família contorna as linhas da narrativa. Com certa profundidade, sempre aos olhos do protagonista, vamos vendo mais de perto sua profunda relação com a esposa, a filha (que é surda) e a mãe, essa última com lembranças do passado quando o assunto é Damian, um amigo encrenqueiro que ficou quase duas décadas preso por conta de confusões e uma situação ligada ao amigo Adonis. O desenvolvimento de Adonis nesse filme é uma estrada de conflitos que são muito bem executadas traçando um poderoso raio-x da personalidade, até mesmo um antes e depois, desse forte personagem.

Será que vai ter um quarto filme? Provavelmente, história é o que não falta!

Crítica | Crimes Ocultos

A Lista de Stalin

Para um filme ser bem sucedido não basta a intenção. Muitos ainda confundem, por exemplo, a importância histórica de determinado fato apresentado em uma produção, com o resultado do filme em si. Crimes Ocultos se encaixa exatamente em tal paradigma. O filme é a adaptação do aclamado livro “Criança 44”, do escritor britânico Tom Rob Smith – o primeiro de uma trilogia envolvendo o personagem Leo Demidov, continuado com “The Secret Speech” e “Agent Six”.

A trama usa como mote dois interessantes elementos reais. O primeiro, é situar a história na União Soviética de Stalin, no início da década de 1950. O segundo, envolve a caçada a um maníaco assassino de meninos, baseado em Andrei Chikatilo, que ficou conhecido pelos apelidos de Estripador de Rostov, o Açougueiro de Rostov e o Estripador Vermelho, e foi condenado e executado pelo assassinato de 52 crianças. No filme, sua identidade é alterada para Vladimir Malevich.

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Tom Hardy (em cartaz nos cinemas com Mad Max: Estrada da Fúria) vive o protagonista Leo Demidov, um agente da MGB (Ministério da Segurança de Estado). Sua função dentro da agência é encontrar traidores do regime socialista e capturá-los. Pense no Coronel Hans Landa (Christoph Waltz), o caçador de judeus em Bastardos Inglórios (2009) – Crimes Ocultos guarda uma sequência muito semelhante ao início do filme de Tarantino, com os militares russos invadindo uma fazenda e capturando foragidos.

A ditadura soviética condenava ao paredão de fuzilamento todos que fossem considerados inimigos do Estado, e este é justamente o destino de Anatoly Brodsky, personagem de Jason Clarke (Planeta dos Macacos: A Origem). Em uma nota de curiosidade, Crimes Ocultos marca a reunião de Clarke e Tom Hardy, que trabalharam juntos no eficiente Os Infratores (2012). O terror impera e o sentimento de medo é constante, inclusive para os funcionários do lado da lei. Tal medo se concretiza para o protagonista quando sua companheira, a professora Raisa (por si só uma pensadora livre), é suspeita de traição.

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Cabe ao protagonista, que esconde a relação com a moça, investigar se de fato ela faz parte de algum plano de bastidores. Raisa é interpretada pela sueca Noomi Rapace, a Lisbeth Salander original da trilogia Millenium. Em uma segunda nota de curiosidade, Rapace também se reúne com Tom Hardy aqui – a dupla havia divido a cena e primeiramente encenado um romance conturbado em A Entrega (2014), lançado recentemente direto no mercado de vídeo brasileiro. A dinâmica criada ao redor do relacionamento do casal é a melhor coisa de Crimes Ocultos.

Seu relacionamento precisa ser mantido em segredo, e quando a dúvida de traição recai sobre a mulher, o protagonista se vê com um grande peso nos ombros: privilegia o amor, mesmo correndo o risco de estar enganado, ou segue os deveres patrióticos e passa por cima dos sentimentos? Para salvar a própria pele, Raisa revela sua gravidez. A fim de proteger sua recém-formada família, Demidov enfrenta altas consequências e termina relocado para uma pequena cidade, longe de Moscou. A fragilidade do relacionamento dos personagens de Hardy e Rapace dentro do regime ditatorial daria um filme por si só, mas Crimes Ocultos ainda reserva outras subtramas.

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O ótimo ator e diretor Paddy Considine interpreta Malevich, o psicopata. Considine fica com a parte mais sem fôlego do filme, que soa deslocada de todo o resto. Talvez o principal defeito do filme de Daniel Espinosa (Protegendo o Inimigo) seja a falta de foco, sobre qual história deseja contar aqui. Se a resposta for todas as apresentadas, um equilíbrio maior seria a pedida. O interessante da subtrama envolvendo o Estripador é apenas o contexto em que se insere. No regime socialista de Stalin, era inaceitável a existência de um assassino serial, claramente uma criação provida de governos capitalistas (os que não têm roubam dos que têm).

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Por tanto, a conclusão de tal ato psicótico era inconcebível. O governo chegava inclusive ao ponto de acobertar tais crimes, taxando-os de acidentes – quando o filho de um amigo é morto, o motivo é reportado como um atropelamento de trem, mesmo que o menino tenha sido encontrado sem roupas. O próprio protagonista é quem leva as “evidências” da morte acidental. A construção dos personagens, suas motivações e arcos (em especial da dupla protagonista) são fortes. No entanto, Crimes Ocultos (com seus 137 minutos) parece nunca conseguir se desamarrar estruturalmente do lugar comum.

O roteiro de Richard Price (O Preço de um Resgate) em partes é o culpado por não criar cenas verdadeiramente memoráveis e diálogos gelados, que nos ponha na beirada da cadeira de tensão, além de não dar espaço para coadjuvantes de luxo como Gary Oldman, Joel Kinnaman (terceira nota de curiosidade, Kinnaman substituiu Hardy no vindouro blockbuster Esquadrão Suicida) e Vincent Cassel – todos apenas batendo ponto. O clima sem dúvidas está lá, mas Crimes Ocultos infelizmente nunca decola.

Documentário de Oliver Stone sobre o presidente Lula será exibido no Festival de Cannes

O Festival de Cannes anunciou que o novo documentário de Oliver Stone, sobre o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, será exibido em sua 77ª edição – que está programada para maio.

O projeto se aprofundará no período da prisão do Lula e o seu retorno ao poder.

Em entrevista à AFP, o cineasta declarou que o documentário vai explorar “a perseguição judicial e o que aconteceu quando o Lula era um presidente bem-sucedido e o prenderam por corrupção, que é como as coisas costumam acontecer nesses países”.

Além de ter dirigido clássicos como ‘Platoon‘, ‘Wall Street – Poder e Cobiça‘, ‘Assassinos Por Natureza‘, o cineasta também comandou documentários sobre figuras emblemáticas como Fidel Castro e Hugo Chávez.

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Entre os dias 14 e 25 de maio, os longas serão exibidos nos cinemas em torno do Palácio do Congresso e festivais. Organizada pelo Sindicato Francês de Críticos de Cinema, a mostra competitiva reúne sete filmes de cineastas de primeiro e segundo longa e mais quatro em sessão especial.  

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