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‘Sonhos de uma Vida’: Drama com Javier Bardem e Elle Fanning estreia na HBO Max

O drama ‘Sonhos de uma Vida‘ (The Roads Not Taken), estrelado por Javier Bardem e Elle Fanning, já está disponível na HBO Max.

Na trama, Leo e Molly têm um relacionamento conflituoso. Ela vive os desafios de lidar com o estado mental caótico de seu pai, mas, à medida que avança pela cidade de Nova York, seu dia assume uma qualidade alucinatória e épica. A jovem descobre que a mente de Leo está fluindo continuamente dentro e fora de várias vidas paralelas.

Salma Hayek, Laura Linney e Branka Katić completam o elenco.

O longa foi escrito e dirigido por Sally Potter.

Confira o trailer:

Crítica | Alguma Coisa Assim – Filme nacional discute tabus com linguagem singular

O casal de amigos Mari (Caroline Abras) e Caio (André Antunes) perambulam pelas ruas de São Paulo, entre bar, boate e supermercado, onde vivem novas experiências e discutem sobre a vida. Com essa premissa, Esmir Filho e Mariana Bastos chegaram ao Festival de Cannes (2006) e perpetuaram dois personagens na história do cinema nacional, tanto que os mesmos voltam às telonas depois de 10 anos para dar sequência aos seus questionamentos.

Alguma Coisa Assim contém quase todo o curta de origem dentro de si para não deixar ninguém perdido. Assim, o filme antecessor serve de plot narrativo e se torna realmente um enredo montado ao longo de uma década. Não se iluda, no entanto, em comparar com a odisseia de Richard Linklater em Boyhood (2014) ou sua trilogia Antes do Amanhecer (1995, 2009, 2013). Aqui, os diálogos são bem mais moderados e, apesar de discutir temas sensíveis, o filme demora a engrenar e chegar ao seu ápice.

Deste modo, Alguma Coisa Assim começa morno, meio nostálgico e vai desdobrando as suas intenções pouco a pouco. Entre os adolescentes de São Paulo e os adultos de Berlim, há ainda as vivências dos amigos em 2013, adicionadas como um flashback explicativo para as expectativas e frustrações dos protagonistas.

As três linhas temporais são bastantes distintas até pela captação de imagens e o comportamento dos atores em frente às câmeras. A linguagem, no entanto, acompanha a mesma atmosfera fechada nas expressões dos protagonistas, tanto que é evidente o amadurecimento profissional de Caroline e André durante as gravações em Berlim em 2016.

Com certo distanciamento, o filme apresenta Mari como uma mulher imatura, irresponsável e desapegada, até porque ela não tem moradia fixa ou rotina. A chegada de André ao seu mundinho lúdico, entretanto, expõe o seu teto de vidro e desencadeia um momento de insensatez que muda completamente a vida de ambos.

Assim como no curta Saliva (2006) e no longa Os Famosos e os Duendes da Morte (2009), Esmir Filho explora as tomadas longas em conjunto com movimentos e sons em uma imersão sinestésica. Por meio do foco fechado e o deslocamento lento da câmera, o espectador tateia as sensações dos personagens, como a espessura da terra molhada entre os poros da pele e os dedos, cuja cena transmite uma ação ao mesmo tempo velada e explícita.

Essas sensações nos conduzem ao terceiro ato do filme, no qual a melancolia toma conta da tela e a carga emocional estreita o relacionamento do espectador com os personagens. As ruas de Berlim chamam atenção pela vivacidade, enquanto Mari mergulha em um abismo de emoções para tomar uma difícil decisão e Caio sofre com a decepção de uma relacionamento amoroso.

Com coragem, os diretores e roteiristas compõem um filme necessário sobre a reflexão da sexualidade, família e responsabilidades da vida adulta. Passando longe de todos os clichês da trajetória entre a juventude e a maturidade, a dupla Mari e Caio imprimem sentimentos totalmente díspares, mas que ao longo dos anos tentam amarrar as pontas soltas. Ao invés de ser um fechamento, Alguma Coisa Assim é um incômodo para novas possibilidade, olhares e contemplação da vida.

Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas

(Teen Titans go! to the movies)

 

Elenco:

Kristen Bell

Will Arnett

Tara Strong

Khary Payton

Greg Cipes

Hynden Walch

Scott Menville

Direção: Aaron Horvath e Peter Rida Michail

Gênero: Ação / Aventura / Comédia

Duração: 84 min.

Distribuidora: Warner Bros.

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 30 de Agosto de 2018

Sinopse:

Ao que parece, todos os grandes heróis estão ganhando seus próprios filmes, menos os Jovens Titãs. Mas Robin, o líder do grupo, está determinado a mudar essa situação, tornando-se uma estrela em vez de ser apenas um ajudante. Se eles ao menos conseguissem fazer com que o maior diretor de Hollywood os notasse. Com algumas ideias loucas e uma música no coração, os Jovens Titãs viajam para Tinsel Town, para realizarem seus sonhos. Mas quando tudo dá errado por causa de um super vilão com um plano louco para dominar a Terra, as coisas realmente desandam. A amizade e o espírito guerreiro do grupo são abalados, colocando em risco o destino de cada um.

Crítica | Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas – A declaração de amor da DC aos super-heróis (Nota: 10.0)

Curiosidades:

» Adaptação da série homônima exibida no Cartoon Network;

» É a primeira vez que ‘Jovens Titãs’ vai para o cinema;

Trailer:

Cartazes:

 

Fotos:

10 personagens INSUPORTÁVEIS do universo do cinema

Nem sempre conseguimos uma grande conexão com as narrativas que transbordam ano após ano nas salas de cinema pelo mundo. Algumas vezes, essa questão pode estar ligada à falta de profundidade de alguns personagens, muitas vezes em atuações horrorosas, que transformam a experiência em assistir a um filme em algo sonolento e decepcionante. Pensando dentro desse curioso contexto, resolvi escrever sobre 10 personagens insuportáveis do universo do cinema:

 

Gary Faulkner – (Eu, Deus e Bin Laden)

Na trama, conhecemos o ingênuo e faz nada Gary Faulkner (Nicolas Cage) um ser humano muito louco que vaga pela vida buscando encontrar seu caminho. Quando começa a ver Deus (Russell Brand) em carne e osso, acaba recebendo uma missão: capturar Osama Bin Laden e fazer uma incrível viagem ao Paquistão para cumprir seus objetivos.  Somente com uma espada de samurai que compra a partir de um comercial de televisão no melhor estilo polishop, Faulkner viverá experiências diferentes e uma grande troca cultural durante seu trajeto.

 

Jack / Jill  – (Cada um tem a gêmea que merece)

Na história, a família Sadelstein (liderada por Jack) se prepara para o evento anual: a visita da irmã gêmea (Jill) do comandante da família, no feriado de Ação de Graças. Muito geniosa a irmãzinha querida de Jack aprontará muito, em vários cenários, que vão de uma quadra de basquete até um navio cinco estrelas.

 

Jacob e Gallain – O Imperador

Na trama, conhecemos Jacob (Hayden Christensen) e Gallain (Nicolas Cage), dois guerreiros, vinculados aos templários, que destroem tudo e a todos que encontram pelo caminho. Os anos se passam e avançamos até o norte do oriente, onde Jacob reaparece dessa vez viciado em ópio e precisa ajudar uma dupla de irmãos que lutam para manter a dinastia deixada pelo recém assassinado pai deles. Para ajudar o trio no longo caminho que precisam percorrer, Gallain também reaparece e todos reunidos combatem as forças do mal.

 

Klaatu – O Dia em que a Terra Parou

Você acaba a sessão desse longa dizendo: Porque esse filme demorou tanto? Tudo é muito esquisito na fita. Atuações, direção, roteiro pra lá de capenga…Realmente, após esse filme, estamos mais próximos do fim do mundo.

 

Dr. DolittleDolittle

Na trama, conhecemos o conhecido, genial e excêntrico Dr. Dolittle (Robert Downey Jr.), um homem recluso que passa os dias lutando contra a solidão desde o dia que sua esposa partiu em uma aventura e nunca mais voltou. Tudo muda quando o protagonista recebe duas visitas ao mesmo tempo e acaba embarcando em uma aventura para salvar uma rainha de um terrível final.

 

Jon Baker – Chips: O Filme

Na trama, conhecemos um agente do FBI é designado para trabalhar infiltrado na equipe de patrulheiros rodoviários de Los Angeles com o nome de Frank “Ponch” Poncherello (Michael Peña) com o objetivo de descobrir corrupção dentro da corporação dos motoqueiros policiais. Ao mesmo tempo da entrada de Ponch à equipe, o ex-motociclista profissional Jon Baker (Dax Shepard), não sabemos como, consegue entrar na corporação e se torna parceiro de Ponch. Vindos de dois universos completamente diferentes e de personalidades bastante distante, a dupla precisará unir forças para descobrir as verdades sobre crimes de uma mesma gangue que acontecem na região.

 

Claire Peterson – O Garoto da Porta ao Lado

Na trama, acompanhamos uma professora de meia idade chamada Claire Peterson (Jennifer Lopez) que acabara de deixar o marido após uma traição dele. Certo dia, conhece Noah (Ryan Guzman), o sobrinho de seu idoso vizinho. Após uma série de troca de olhares, a professora se rende ao jovem mas ao longo de tempo percebe que se meteu em uma furada já que o seu affair é um desequilibrado que passa a persegui-la.

 

Aaron Cross – O Legado Bourne

Na trama, conhecemos um homem programado para ser um soldado, a favor de uma grande nação, que passou pelo mesmo treinamento que Jason Bourne. Quando o programa Treadstone se coloca em problemas, todos os soldados que fazem parte dele precisam ser eliminados, só restando um único sobrevivente, Aaron Cross. Assim, ao lado de uma médica especialista em vírus, Cross precisa rodar o planeta atrás de um composto que complete a experiência a qual foi alvo além de fugir das tentativas de assassinato que volta e meia o rodeia.

 

Noah Griffith – O Babá(ca)

Na tentativa de comédia, conhecemos um estudante universitário (que está suspenso) chamado Noah Griffith (Jonah Hill) que é indicado por sua mãe para ser babá de três crianças numa noite.  Ele só não contava estar totalmente despreparado para a noite maluca que vinha pela frente ao lado desses três jovens com personalidades completamente diferentes.

 

Michelle Darnell  – A Chefa

Na trama, conhecemos a empresária de sucesso Michelle Darnell (Melissa Mccarthy), uma mulher fútil e odiada por todos ao seu redor, exceto por Claire (Kristen Bell), seu braço direito. Certo dia é enviada para a prisão ao negociar informações confidenciais do mercado e passa meses em reclusão. Ao sair, tenta se reerguer aos poucos comandando um empreendimento a partir de deliciosos doces feitos por Claire, porém ainda precisa amadurecer e entender o valor da amizade e da família para ter sucesso.

 

 

 

Festival do Rio 2013: Night Moves

O SONHO DE DAKOTA

Parte do acervo dos festivais de Veneza e Toronto desse ano, o suspense dramático Night Moves chega ao Festival do Rio 2013. Produzido pelos brasileiros Rodrigo Teixeira e Lourenço Sant´Anna (ambos também de Frances Ha), pela atriz francesa Roxane Mesquida (Kaboom), e pelo cineasta Todd Haynes (Longe do Paraíso e Não Estou Lá), Night Moves tem como chamariz as presenças dos jovens talentosos Jesse Eisenberg (Truque de Mestre) e Dakota Fanning (Agora e Para Sempre). A jovem atriz, de 19 anos, veio ao Rio prestigiar o maior evento de cinema brasileiro.

Na trama, Eisenberg é Josh, um jovem revolucionário, que luta ilegalmente contra o governo. Ele recruta a menina Dena, papel de Fanning. Juntos, sob a tutela de Harmon, papel de Peter Sarsgaard (Lovelace), eles arquitetam um plano para impor de forma drástica sua visão. O trio faz parte dos chamados eco-terroristas, pessoas que realizam atos fora da lei em nome do meio ambiente. Geralmente lutando contra grandes empresas, e a falta de escrúpulos de grandes empresários, tais reacionários funcionam como o lado negro do Green Peace, digamos.

Recentemente a obra de Robert Redford, Sem Proteção, tratou do assunto traçando um paralelo entre ficção e realidade, e fazendo referência ao grupo conhecido como Weather Underground, nascido na década de 1960 entre alunos universitários, que cometerem diversos atos extremistas contra o uso de animais em laboratórios, etc.. Todos já vimos pessoas jogando tinta em usuárias de casacos de pele de animais. O filme da diretora Kelly Reichardt, do faroeste elogiado e ainda inédito no Brasil, Meek´s Cutoff (2010), com Michelle Williams, apresenta de forma deliberada todos os passos da elaboração do ato que é o centro dessa obra.

Desde a compra suspeita de ingredientes necessários para uma grande bomba caseira, passando pelo transporte, medidas de segurança e sondagem da área escolhida. O grande problema, para a maioria do público, é o ritmo excessivamente lento da condução do longa. Até para o cinema independente de arte existem limites do quanto você irá testar seu público para cenas em que realmente nada acontece, que já não tenhamos compreendido. O interessante em filmes assim é descobrirmos o que o diretor deseja dizer, uma vez compreendido isso, se torna apenas uma experiência em paciência.

Não existe grande dualidade em Night Moves, tudo é tratado com certa simplicidade do lado de cá da tela. Desde os relacionamentos até as personalidades. Uma vez cometido o tal ato, que é o mote do filme, o trio fica sabendo que acidentalmente uma pessoa foi atingida por eles, lhe custando a vida. Daí em diante, assim como O Sonho de Cassandra, de Woody Allen, a obra se transforma em como pessoas que cometem atos terríveis de forma despreparada, lidam com o fato depois de ocorrido. O filme apresenta o peso nos ombros sob o aspecto dos três responsáveis.

O protagonista e o destaque é mesmo o ator Eisenberg, que aos poucos vai mudando a sua persona de nerd absoluto, para personagens mais complexos e enigmáticos, como o Josh desse filme. Já Dakota Fanning, considerada um verdadeiro prodígio como atriz na fase mirim, ainda não emplacou um grande sucesso em sua fase de jovem adulta, que a coloque de volta ao mapa. Ao contrário, a atriz tem optado por produções menores, como o bom Agora e Para Sempre, filme britânico (com direito a sotaque da americana) lançado direto em vídeo no Brasil. Com madeixas castanhas, ao contrário da loira platinada que vimos pelo Rio, Fanning continua uma atriz talentosa, apenas sem um papel de grande destaque para conseguir demonstrar.

Chris Evans | Conheça os MELHORES e PIORES filmes do astro de ‘Agente Oculto’, da Netflix

Para sempre eternizado como o super-herói Capitão América da Marvel, o jovem astro Chris Evans, de 41 anos, viu ressurgir sua carreira numa ascensão meteórica após ter aceitado viver o citado personagem para o estúdio. Foi um tiro no escuro na época, já que a Marvel ainda não era o que se tornaria, mas que felizmente deu muito certo e fez de Chris Evans finalmente um astro. O ator pensava inclusive em desistir da carreira, já que antes de 2011, grande parte de sua filmografia não era, por assim dizer, repleta de sucessos – tanto de crítica quanto de público. Foi graças à parceria com o MCU que Evans veria uma nova onda de popularidade em sua carreira, ou melhor, um verdadeiro tsunami. Seu mais recente lançamento, a superprodução Agente Oculto (um dos filmes mais caros da história da Netflix) já é o novo sucesso de sua carreira, tendo emplacado forte no gosto do grande público. Agente Oculto (The Gray Man) se tornou a segunda maior estreia da história da Netflix, tendo sido assistido durante 88,5 milhões de horas no primeiro fim de semana. Fora isso, a Netflix já confirmou a continuação do longa, assim como também um derivado. Na trama, Evans interpreta o agente renegado Lloyd Hansen, o vilão da trama, e o ator se diverte bastante ao criar este odiável antagonista (tem se tornado uma especialidade sua).

Como forma de comemorar este novo sucesso dos irmãos Joe e Anthony Russo (responsáveis por quatro dos melhores filmes da Marvel) em sua primeira parceria com a Netflix, e também celebrar este ainda subestimado ator que é Chris Evans (cujo próximo trabalho é a aventura romântica Ghosted, do diretor de Rocketman e dos roteiristas de Deadpool), resolvemos recapitular rapidamente a filmografia do jovem astro, apontando os cinco melhores e também os cinco piores filmes de sua carreira – na opinião dos críticos e também do grande público. Confira abaixo.

Leia também: Ryan Gosling | Conheça os MELHORES e PIORES filmes do astro de ‘Agente Oculto’, da Netflix

MELHORES

5. Capitão América: O Soldado Invernal (2014)

Já que foi o papel de Steve Rogers/Capitão América que deu novo sopro à carreira de Chris Evans, nada mais justo do que começar o top 5 dos melhores do ator com um filme do personagem. E o escolhido não poderia ser outro senão o melhor filme do Capitão América na opinião dos fãs, do público e dos críticos – O Soldado Invernal, o segundo longa do herói. Coincidentemente, esse foi o filme que marcou a entrada dos irmãos Russo na Marvel. A pegada aqui é a dos thrillers de espionagem conspiratórios da década de 1970, e para isso foi escalado num dos papeis principais o ator Robert Redford, especialista no gênero. Na trama, o protagonista vivido por Evans descobre uma grande conspiração de dentro do governo americano.

4. Vingadores: Guerra Infinita (2018)

O item acima pode ter apresentado o único filme do Capitão América contido na lista, mas isso não significa que o personagem não aparecerá mais. Isso porque Evans foi parte integral e indispensável dos longas da superequipe conhecida como Vingadores, que reúne os maiores heróis da Terra e também do espaço – isso é, ao menos os maiores da Marvel. E adivinhe só, aqui temos mais um filme dirigido pelos irmãos Russo. Após escreverem seu nome no panteão do estúdio com o segundo e o terceiro filme do Capitão América, a Marvel não perdeu tempo e escalou a dupla para os filmes três e quatro dos Vingadores também. Aqui, era o começo do fim, o início da conclusão de dez anos de trabalho e diversos blockbusters, culminando na chamada Guerra Infinita. E o MCU nunca mais seria o mesmo.

3. Os Vingadores (2012)

Quando aceitou o papel do Capitão América, Chris Evans já sabia que seu contrato o seguraria para outros filmes. E o que viria a seguir mostraria que o ator estava certo em sua escolha. Os Vingadores foi o primeiro fenômeno da MCU nos cinemas, um filme que reuniu grandes personagens e franquias numa só, demonstrando o potencial de um universo interligado nas telas pela primeira vez. O fenômeno está completando 10 anos de lançamento em 2022 – parece que foi ontem. Desta forma Evans teve a honra de participar de um dos blockbusters mais bem sucedidos da história do cinema, reunindo pela primeira vez em cena o Homem de Ferro, o Hulk e o Thor, além de seu citado personagem símbolo dos EUA. A ideia era ambiciosa e poderia ter dado muito errado. Mas deu muito certo, graças ao comando minucioso de Joss Whedon, que na época se tornava o novo dono do mundo – muito diferente da estima que tem hoje, sendo um dos “cancelados” de Hollywood graças ao seu comportamento abusivo nos sets.

2. Entre Facas e Segredos (2019)

O primeiro filme a aparecer na lista que não faz parte do MCU, ou sequer é um filme de super-heróis, merece ser louvado e reconhecido. Depois de toda a fama conquistada como um dos grandes heróis do cinema, Chris Evans resolveu investir em personagens que representassem o oposto. Antes de viver o vilão em Agente Oculto, o ator já havia interpretado o papel de um sujeito desprezível e dono de poucos predicados, nesse sucesso surpresa do diretor Rian Johnson, que brinca com a mitologia dos clássicos do suspense de Agatha Christie. No filme, Evans vive o playboy Ransom, um herdeiro em constante pé de guerra com a família interesseira pela fortuna de seu avô patriarca, um magnata de uma tradicional editora de livros.

1. Vingadores: Ultimato (2019)

O ano de 2019 foi um dos pontos altos da carreira de Chris Evans. Em especial por marcar o fim de um ciclo de quase 10 anos em que o ator interpretou o personagem Capitão América. Aqui foi onde Evans se despediu com chave de ouro do personagem, assim como Robert Downey Jr., seu colega e mentor. Se irão voltar no futuro, só o tempo dirá. Mas por enquanto, essa foi a despedida de ambos – num dos filmes do gênero mais melancólicos e dramáticos, mas igualmente afetuosos e belos, de todos os tempos. Aqui, o Capitão luta para salvar o mundo, voltando no tempo e mexendo com a realidade. Mas no fim da missão, abre mão de sua trajetória no uniforme do herói em nome do grande amor de sua vida.

PIORES

5. Tesouro Perdido (2008)

Começamos a lista do top 5 piores da carreira de Chris Evans com uma produção anterior à sua primeira aparição como Capitão América. Esse filme, no entanto, veio depois de suas duas investidas em outro herói da Marvel, o Tocha Humana nos filmes do Quarteto Fantástico. Muitos inclusive ficarão surpresos de não encontrar tais filmes aqui na parte do “fundo do poço” do ator. Iniciando os trabalhos temos uma obra não da Marvel, mas sim um produto baseado num dos grandes tesouros americanos: o dramaturgo Tennessee Williams. Na trama, Chris Evans vive Jimmy, um rapaz de origem humilde que se apaixona e inicia uma relação com uma rica socialite vivida por Bryce Dallas Howard. A mulher vai contra os costumes sociais e de sua família para bancar a relação, mas quando uma joia valiosa sua desaparece, a desconfiança recai sobre o sujeito. Os críticos não compraram a adaptação e o público ignorou.

4. Qual Seu Número? (2011)

Chris Evans teve uma fase da carreira na qual resolveu investir em comédias românticas. A verdade é que no início da década de 2010 o gênero estava a toda, mas conseguir apontar alguma de qualidade era bem mais difícil. Assim, no mesmo ano do primeiro Capitão América, o ator servia de par para a humorista Anna Faris neste romance cômico. Considerado uma investida genérica no gênero, Faris interpreta uma jovem mulher atrás de seu grande amor – essa era uma época em que muitos filmes ainda retratavam mulheres jovens e independentes, mas altamente inseguras sobre sua condição, creditando sua felicidade verdadeira na companhia de um homem. Ela resolve correr atrás de todos os homens com quem se relacionou no passado, acreditando que um deles seja seu verdadeiro amor. Dentre os pretendentes está Chris Evans.

3. London (2005)

Em terceiro lugar dos filmes menos apreciados da carreira de Chris Evans está este drama sobre obsessão que talvez desça ainda menos redondo nos dias de hoje. Na trama, Evans e Jessica Biel eram um casal feliz. Até que a mulher termina com o sujeito. Na fossa, depois do fim do relacionamento de dois anos, ocorrido há seis meses, o sujeito se entrega ao álcool e às drogas. No desespero, ele resolve aparecer de supetão numa festa de despedida dela, tentando reatar a relação. Duro de assistir, este filme talvez seja recomendado apenas para os que tiverem o desejo de ver como Jason Statham fica com cabelo. Esse foi o segundo filme seguido que Evans fez ao lado de Statham, após o suspense Celular (2004). Até mesmo o nome da protagonista aqui é pretensioso: o mesmo do título do filme.

2. Deixa Rolar (2014)

E se no lançamento da comédia romântica Qual Seu Número?, Chris Evans estrelava pela primeira vez com o Capitão América, na época deste romance aqui ele aparecia pela terceira vez como o personagem no mesmo ano de O Soldado Invernal, já tendo participado também de Os Vingadores (2012). Tentando inserir metalinguagem em seu roteiro, a trama traz Evans como um roteirista de Hollywood escrevendo uma comédia romântica, ao mesmo tempo em que vive uma ao lado de Michelle Monaghan. Tentando ser ainda mais espertinho, o filme sequer dá nome ao casal, com o protagonista mencionado apenas como “Me” ou “Eu”, e seu par como “Her”, ou “Ela”. O que chama atenção de verdade aqui é o elenco coadjuvante, com atores como Anthony Mackie, que no mesmo ano faria parceria com Evans na Marvel, e Ioan Gruffudd, que era o Sr. Fantástico nos filmes do Quarteto Fantástico. O resultado, no entanto, se tornou o segundo pior filme da carreira do ator, na opinião de críticos e do público.

1. Nota Máxima (2004)

Chegamos ao fundo do poço da carreira de Chris Evans, ao menos na opinião dos críticos e dos fãs. E se o ator já havia contracenado com seu parceiro de Marvel, Anthony Mackie, o Falcão, o encontro entre o Capitão América e a Viúva Negra não foi inédito em Os Vingadores. Acontece que Evans e a atriz Scarlett Johansson já havia participado de dois filmes juntos antes do primeiro encontro dos maiores heróis do MCU. O segundo foi na comédia O Diário de uma Babá, veículo para Johansson. Mas é a primeira parceria da dupla que conquista o primeiro lugar do pódio como o filme menos apreciado do ator. Trata-se de Nota Máxima (2004), filme que poucos conhecem, menos ainda viram, e tantos outros procuram esquecer. Bancado pela MTV Films, o longa traz Evans e Johansson bem novinhos, ao lado de outros jovens atores, interpretando estudantes que resolvem invadir um centro de testes e roubar os exames para o vestibular a fim de gabaritarem a prova.

‘Uma Dobra no Tempo’ ganha hilário trailer honesto; Assista!

O filme da DisneyUma Dobra no Tempo‘ ganhou um trailer honesto hilário. O vídeo faz piada dos diálogos “filosóficos” da produção e o seu fracasso de bilheterias.

Confira:

Com um orçamento de mais de US$ 100 milhões, o filme arrecadou apenas US$ 130 milhões mundialmente. Considerando os enormes gastos com o marketing, já é considerado um dos maiores fracassos do ano.

‘Shameless’ é renovada para a 10ª temporada

O canal Showtime renovou oficialmente a série ‘Shameless‘ para a 10ª temporada.

Vale lembrar que Emmy Rossum e Cameron Monaghan, dois membros do elenco original, se despediram na temporada atual e não retornarão para o próximo ano.

O elenco conta com William H. Macy, Ethan CutkoskyShanola Hampton e Steve Howey.

‘A Grande Mentira’: Ian McKellen e Helen Mirren no novo trailer genial do suspense

A Warner Bros divulgou o novo trailer do suspense ‘A Grande Mentira‘ (The Good Liar).

Confira:

Dirigido por Bill Condon, o longa é baseado no romance homônimo de Nicholas Searle.

A trama acompanha Roy Courtnay, um artista de carreira que mal consegue acreditar na sorte ao conhecer a viúva bem-sucedida Betty McLeish online. Quando Betty abre sua casa e sua vida para ele, Roy fica surpreso ao descobrir que está se importando com ela, transformando o que deveria ser um sucedido novo golpe na mais traiçoeira corda bamba de sua vida.

O elenco conta com Ian McKellen,Helen Mirren Russell Tovey e Jim Carter.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de dezembro.

‘The Twilight Zone’: Loucura e pesadelos no novo trailer da 2ª temporada; Assista!

A CBS All Access divulgou o novo trailer da 2ª temporada da série antológica ‘The Twilight Zone‘, reboot de ‘Além da Imaginação‘.

Confira:

A nova temporada ano irá estrear no dia 25 de junho. Todos os 10 episódios serão lançados no mesmo dia no serviço de streaming.

Confira também os detalhes dos episódios do novo ciclo:

Episódio 1: “8”

“8” — Pictured: Joel McHale as Keith of the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Dean Buscher/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Joel McHale (‘Community’) e Brandon Jay McLaren (‘UnREAL’).

Escrito por Glen Morgan.

Dirigido por Justin Benson e Aaron Moorhead.

Episódio 2: “A Small Town”

“A Small Town” — Pictured: Damon Wayans, Jr. as Jason of the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Dean Buscher/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Damon Wayans Jr. (‘Happy Endings’), David Krumholtz (‘The Deuce’), Natalie Martinez (‘The I-Land’) e Paula Newsome (Chicago Med).

Escrito por Steven BarnesTananarive Due.

Dirigido por Alonso Alvarez-Barreda.

Episódio 3: “Try, Try”

“Try, Try” — Pictured (l-r): Topher Grace as Mark; Kylie Bunbury as Claudia of the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Dean Buscher/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Topher Grace (‘Blackkklansman’) e Kylie Bunbury (‘When They See Us’).

Escrito por Alex Rubens.

Dirigido por Jennifer McGowan.

Episódio 4: “You Might Also Like”

“You Might Also Like” — Pictured: Gretchen Mol as Mrs. Warren of the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Dean Buscher/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Gretchen Mol (‘Boardwalk Empire’) e Greta Lee (‘Russian Doll’).

Escrito e dirigido por Osgood Perkins.

Episódio 5: “Ovation”

“Ovation” — Pictured (l-r): Thomas Lennon as Drew and Jurnee Smollett as Jasmine of the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Robert Falconer/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Jurnee Smollett-Bell (‘Aves de Rapina’), Tawny Newsome (‘Space Force’), Sky Ferreira (‘Em Ritmo de Fuga’), Paul F. Tompkins (‘BoJack Horseman’) e Thomas Lennon (‘Uma Noite no Museu’).

Escrito por Emily C. Chang e Sara Amini.

Dirigido por Ana Lily Amirpour.

Episódio 6: “Downtime”

“Downtime” — Pictured: Morena Baccarin as Michelle Weaver of the the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Robert Falconer/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Morena Baccarin (‘Deadpool’), Colman Domingo (‘Fear the Walking Dead’) e Tony Hale (‘Toy Story 4’).

Escrito por Jordan Peele.

Dirigido por JD Dillard.

Episódio 7: “The Who of You”

“The Who Of You” — Pictured: Billy Porter as Keith of the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Dean Buscher/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Ethan Embry (‘Grace and Frankie’), Daniel Sunjata (‘Graceland’) e Billy Porter (‘Pose’).

Escrito por Win Rosenfeld.

Dirigido por Peter Atencio.

Episódio 8: “A Human Face”

“A Human Face” — Pictured (l-r): Christopher Meloni as Robert and Jenna Elfman as Barbara of the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Shane Harvey/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Jenna Elfman (‘Fear the Walking Dead’), Chris Meloni (‘The Handmaid’s Tale’) e Tavi Gevinson (‘Person to Person’).

Escrito por Alex Rubens.

Dirigido por Christina Choe.

Episódio 9: “Among The Untrodden”

“Among the Untrodden” — Pictured: Sophia Macy as Irene of the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Dean Buscher/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Abbie Hern e Sophia Macy.

Escrito por Heather Anne Campbell.

Dirigido por Tayarisha Poe.

Episódio 10: “Meet in the Middle”

“Meet In The Middle” — Pictured: Jimmi Simpson as Phil of the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Dean Buscher/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Jimmi Simpson (‘Westworld’) e Gillian Jacobs (‘Community’).

Escrito por Emily C. Chang e Sara Amini.

Dirigido por Mathias Herndl.

Comandada novamente por Jordan Peele e Simon Kinberg, a 2ª temporada tem estreia prevista para junho de 2020.

O primeiro ciclo está disponível no Amazon Prime.

A versão original de The Twilight Zone, criada por Rod Serling, estreou em 2 de outubro de 1959 e ficou no ar até 1964. A série se tornou um grande sucesso mundial ao explorar a condição humana e a cultura da época. A produção, que abriu caminho para tantas outras de ficção científica, deixou sua marca ao abordar esperança, desespero, orgulho e preconceito de forma metafórica – o que outro gênero, até então, não tinha alcançado.

Baseada na série original de 1959, a trama aborda temas como viagens no tempo, histórias sobrenaturais, vidas em outros planetas e entre outros.

Atriz de ‘Arraste-me Para o Inferno’ estrelará novo terror da Blumhouse

De acordo com o Bloody Disgusting, Adriana Barraza (‘Arraste-me Para o Inferno‘) estrelará o novo terror da Blumhouse, intitulado ‘Bingo‘.

A atriz interpretará a protagonista Lupita, uma mulher forte e teimosa que cresceu em um bairro cheio de crimes e pessoas perigosas. A personagem dedicou sua vida a limpar a vizinhança, criando uma comunidade em que os residentes tenham orgulho de chamar de lar.

O longa fará parte da antologia ‘Welcome to the Blumhouse‘.

Gigi Saul Guerrero (‘Culture Shock’) será responsável pela direção.

No bairro de Oak Springs vive um grupo de idosos teimosos que se refusem a serem gentrificados. A líder deles, Lupita (Bazarra), os mantêm juntos como uma comunidade, uma família. Mas o que eles não esperam é que sua área amada está prestes a ser vendida para uma força muito mais poderosa do que dinheiro.

Shane McKenzie e Gigi Saul Guerrero, ao lado de Perry Blackshear, escrevem o roteiro.

A nova leva de filmes do projeto ‘Welcome to the Blumhouse‘ também contará com ‘The Manor‘, ‘Black as Night‘ e ‘Madres‘.

‘Salem’: Todas as temporadas da série de bruxas já estão disponíveis no Star+

A série de bruxas ‘Salem‘ estreou oficialmente no catálogo brasileiro do Star+.

Todas as três temporadas já estão disponíveis no serviço de streaming.

Confira o trailer:

A série foi criada por Brannon Braga e Adam Simon.

Ambientada no século XVII, a série é inspirada nos verdadeiros julgamentos das bruxas de Salem, na Massachusetts colonial dominada pelos puritanos. Mary Sibley é uma poderosa bruxa que, infiltrada entre os líderes locais, inicia a execução de um plano perverso para dar início ao Grande Rito. Problemas começam a surgir quando John Alden, seu amor do passado que ela acreditava estar morto, retorna à vila e encontra um ambiente de histeria, horror e desespero.

O elenco conta com Janet Montgomery, Shane West, Seth Gabel, Xander Berkeley, Ashley Madekwe e Tamzin Merchant.

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Spin-off terá crossover com ‘The Boys’; Confira o título oficial!

De acordo com o Deadline, o aguardado spin-off de ‘The Boys‘, que focará na vida de super-heróis adolescentes, será intitulado ‘The Boys Presents: Varsity‘.

Em entrevista ao site, o showrunner Erick Kripke confirmou que a produção derivada será ambientada em paralelo com o desfecho da 3ª temporada, indicando que rostos conhecidos da série original podem acabar aparecendo.

“Nós definitivamente teremos um crossover, e estamos fazendo o melhor para explorar algumas narrativas da terceira temporada de ‘The Boys’ na primeira temporada do spin-off. Há uma campanha presidencial acontecendo nos bastidores da história e também há certas coisas acontecendo na escola que servem como consequência aos acontecimentos da 3ª temporada de ‘The Boys’.”

Ele completa, “Também há algumas narrativas acontecendo na série derivada que nós voltaremos a acompanhar a quarta temporada da série principal.”

O elenco contará com Jaz Sinclair, Chance Perdomo, Lizze Broadway, Maddie Phillips, London Thor, Derek Luh, Asa Germann, Marco Pigossi, Patrick Schwarzenegger, Sean Patrick Thomas e Shelley Conn.

Ainda sem previsão de estreia, a trama irá explorar a vida de super-heróis adolescentes enquanto eles colocam seus limites físicos, sexuais e mortais à prova, competindo pelos melhores contratos nas melhores cidades.

‘Cruel Summer’: 2ª temporada ganha data de estreia e detalhes sobre o novo mistério

O canal Freeform finalmente anunciou quando a 2ª temporada da série antológica de suspense ‘Cruel Summer‘ será lançada.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 5 de junho.

A nova temporada trará um novo mistério e um elenco completamente novo, liderado por Sadie Stanley (‘The Goldbergs’), Lexi Underwood (‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’) e Griffin Gluck (‘Locke & Key’).

Confira a sinopse oficial:

“Ambientada em uma idílica cidade à beira-mar no noroeste do Pacífico, a trama acompanha a ascensão e a queda de uma intensa amizade adolescente. Abordando a história de três linhas de tempo diferentes, a história mostra os altos e baixos da amizade entre Megan (Stanley), Isabella (Underwood) e o melhor amigo de Megan, Luke (Glock) – explorando o triângulo amoroso que floresceu e o mistério que impactaria a vida de todos.”

O elenco ainda contará com KaDee Strickland (‘Private Practice’), Lisa Yamada (‘All American’), Sean Blakemore (‘Greenleaf’) e Paul Adelstein (‘True Story’).

Ellen Friedman, conhecida por seu trabalho em séries como ‘Siren‘ e ‘Guilt‘, servirá como showrunnerTia Napolitano, responsável pela primeira temporada, teve que deixar o projeto em virtude de problemas familiares.

Entretanto, ela ainda continua como produtora executiva.

Diretor de ‘Bumblebee’ pode comandar live-action de ‘He-Man e os Mestres do Universo’

De acordo com o Deadline, Travis Knight (‘Bumblebee’) está em negociações para dirigir a adaptação live-action de ‘He-Man e os Mestres do Universo‘.

O site afirma que o cineasta está em discussões finais para assumir a direção do projeto. “O acordo ainda não está fechado e outros elementos ainda precisam ser concluídos, mas tudo aponta para o fato de que Knight é o favorito para a direção,” declarou na publicação original.

Adam e Aaron Nee (‘A Cidade Perdida’) escreveram a versão original do roteiro ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), que posteriormente foi reescrito por Chris Butler.

A trama focará no Príncipe Adam, de 9 anos, que caiu no planeta Terra e se separou de sua espada mágica – sua única ligação com Eternia. Após quase duas décadas, Adam está determinado a retornar para sua planeta natal e lutar contra as coisas malignas do Esqueleto.

Mas, para derrotar este poderoso vilão, Príncipe Adam terá que descobrir os mistérios do seu passado e se tornar He-Man: o homem mais poderoso do universo.

Mestres do Universo‘ já foi adaptado para o cinema em 1987, com Dolph Lundgren no papel principal, e Frank Langella roubando a cena como o vilanesco Esqueleto. O filme, no entanto, foi mais um dos fracassos do estúdio picareta Cannon, que faliu depois de bombas consecutivas.

Filmagens da sequência ‘O Telefone Preto 2’ já começaram; Confira a 1ª imagem!

Através do seu Twitter/X, o diretor Scott Derrickson (‘A Entidade’) anunciou que as filmagens da sequência ‘O Telefone Preto 2‘ já começaram oficialmente.

Anteriormente, o cineasta havia revelado detalhes sobre a trama da continuação: “Posso dizer uma coisa: não faria uma sequência de ‘O Telefone Preto’ sem Ethan (Grabbler). Não acho que faria sentido fazer isso.”

Confira a primeira imagem dos bastidores:

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Ethan HawkeMason ThamesMadeleine McGrawJeremy DaviesMiguel Mora, que retornam para a continuação. Demián Bichir (‘A Freira’) também foi confirmado no elenco.

O longa está programado para chega aos cinemas no dia dia 17 de outubro de 2025.

C. Robert Cargill assina o roteiro da sequência.

Lançado em 2022, o terror ‘O Telefone Preto’ arrecadou US$ 161 milhões nas bilheterias globais, consolidando-se como um dos filmes de maior sucesso da produtora Blumhouse.

A trama acompanha um jovem de 13 anos nos anos 70 que é sequestrado por um homem com uma van preta, e é levado para um porão com um telefone preto. Mesmo desconectado, o telefone recebe ligações das vitimas anteriores do assassino tentando ajudar o protagonista a escapar.

Confira nossa crítica:

‘FUBAR’: Série com Arnold Schwarzenegger é CANCELADA pela Netflix após 2 temporadas

A Netflix cancelou oficialmente ‘FUBAR‘, série de comédia de ação estrelada por Arnold Schwarzenegger, depois de apenas duas temporadas.

De acordo com o Deadline, o novo ciclo registrou apenas 2.2 milhões de visualizações em sua primeira semana, entrando somente na última colocação do TOP 10 das produções mais assistidas da plataforma.

Para termos de comparação, a primeira temporada alcançou 11 milhões de visualizações neste mesmo período.

Os números representam uma queda drástica de -80% na audiência.

Além disso, o novo ciclo alcançou apenas 47% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Na série, Luke e sua filha (Monica Barbaro) descobrem que ambos têm trabalhado em segredo para a CIA há anos. Ao perceber que todo o seu relacionamento é uma mentira e que eles não se conhecem de verdade, a dupla é forçada a trabalhar junta em uma missão cheia de ação, humor e espiões.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco ainda conta com Adam Pally, Jay Baruchel, Aparna Brielle, Andy Buckley, Milan Carter, Fortune Feimster, Barbara Eve HarrisGabriel Luna, Fabiana Udenio e Travis Van Winkle.

A série foi criada por Nick Santora (‘Reacher’).

Além de estrelar, Schwarzenegger também serve como produtor executivo ao lado de Adam Higgs, Scott Sullivan, David Ellison, Dana Goldberg e Bill Bost.

‘Dia D’: Novo filme de Steven Spielberg terá BAIXA classificação etária por “ação e violência”

O aguardado ‘Dia D‘ (Disclosure Day), novo filme de ficção científica do aclamado cineasta Steven Spielberg, recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA, e poderá ser assistido por menores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “ação/violência, imagens sangrentas e linguagem forte”.

A classificação não é realmente uma surpresa, uma vez que o filme está sendo vendido como um “blockbuster de verão”, e o diretor não lança um filme para maiores em mais de duas décadas – desde ‘Munique‘ (2005).

A produção chegará aos cinemas nacionais no dia 11 de junho.

Na trama…

“Se você descobrisse que não estamos sozinhos, se alguém lhe mostrasse, provasse isso, você se assustaria? Neste verão, a verdade pertence a sete bilhões de pessoas. Estamos nos aproximando do Dia D.”

A produção marcará a reunião entre o cineasta e o roteirista David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).

O tópico de alienígenas não é desconhecido para Spielberg, que já comandou clássicos como ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau‘ (1977) e ‘E.T. O Extraterrestre‘ (1982). Recentemente, Spielberg produziu o documentário ‘Encontros Extraterrestres‘ para a Netflix, que explora histórias reais de contatos humanos com fenômenos de outro mundo.

Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo e Wyatt Russell estrelam.

‘Mandy’: Nicolas Cage vai estrelar thriller de ação

Nicolas Cage vai estrelar o thriller de ação ‘Mandy’, dirigido por Panos Cosmatos.

Na trama, que se passa em 1983, o astro será Red Miller, um homem atormentado e fragilizado após a morte de sua esposa por uma seita religiosa. Ele decide se vingar do grupo e sai em uma caçada mortal.

Sob a tutela do estúdio Umedia and Piccadilly Pictures, as filmagens de ‘Mandy’ serão iniciadas ainda neste semestre, na Bélgica.

Netflix “compra” Seth Rogen em hilário viral de primeiro de abril; Assista!

Tá certo que o dia primeiro de abril, conhecido popularmente como o dia da mentira, já passou, mas nós ainda estamos rindo do novo viral feito pela Netflix.

Nele, ela anuncia a compra de Seth Rogen. Isso significa que tudo vinculado ao comediante passaria a estar sob o domínio da plataforma de streaming.

E se você acessou o catálogo da empresa no fim de semana passado, provavelmente viu o anúncio estampado na tela principal da grade de programação, sem muitos detalhes. Agora com tudo muito bem esclarecido, a gente já sabe que – embora pudesse ser real – tudo não passou de uma pegadinha.

Confira o divertido vídeo:

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Trailer traz easter-egg no passaporte de Peter; Vem ver!

O trailer de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ já foi visto mais de 27 milhões de vezes e trouxe um easter-egg bem nostálgico, que provavelmente passou desapercebido do público.

Na cena em que o passaporte de Peter aparece rapidamente em destaque, é possível perceber um detalhes simples, mas que mostra o cuidado da Sony e da Marvel em honrar sua história. Entre as suas informações pessoais relacionadas no documento, descobrimos que a data de aniversário do personagem é 10 de agosto.

Embora não especifique o ano em que ele nasceu, os fãs fervorosos dos quadrinhos reconhecem a importância da data em questão, afinal, a primeira aparição do Homem-Aranha foi na hq The Amazing Fantasy #15, amplamente reconhecida como tendo sido lançada em 10 de agosto de 1962.

Vale observar que, de fato, o marco de publicação dos quadrinhos em questão é cinco de junho de 1962. No entanto, a própria Marvel Comics reconhece o lançamento como sendo 10 de agosto.

 

A Sony Pictures do Brasil divulgou a sinopse oficial de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, que não menciona nada sobre os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘.

Confira:

Peter Parker está de volta em Homem-Aranha: Longe de Casa, novo capítulo da série De Volta Ao Lar. Nosso amigão da vizinhança decide se unir aos seus melhores amigos para passar férias na Europa. Mas o plano de Peter de abandonar seus feitos heroicos por algumas semanas logo são mudados quando ele concorda em ajudar Nick Fury a solucionar o mistério de ataques de criaturas elementais, criando uma destruição pelo continente…

» Os Melhores e Piores Filmes do Homem-Aranha – incluindo Aranhaverso

Assista aos trailers e confira o cartaz:

A direção será mais uma vez de Jon Watts, e também terá o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

‘Homem-Aranha 2’: Herói ganhará novo traje, afirma figurinista

Homem-Aranha: Longe de Casa chega aos cinemas em 4 de julho de 2019.

 

‘Viúva Negra’: Scarlett Johansson estampa bela capa de revista; Confira!

Viúva Negra‘ chega aos cinemas em breve e para promover seu novo filme, a atriz Scarlett Johansson se tornou o grande destaque da mais nova edição da revista EW.

Posando para a capa da publicação, ela ainda estampou um belo ensaio fotográfico.

Confira:

Black Widow
Scarlett Johansson photographed exclusively for EW on Feb. 21, 2020, in Los Angeles
Black Widow
Scarlett Johansson photographed exclusively for EW on Feb. 21, 2020, in Los Angeles

Assista ao trailer:

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

‘Hamilton’: Atriz reflete sobre o estrondoso sucesso global do musical

O aclamado musical da Broadway, ‘Hamilton‘, conseguiu superar o seu sucesso nos palcos novaiorquinos, se transformando em um genuíno marco da cultura POP ao redor do mundo todo.

Além disso, a elogiada peça ainda recebeu duas indicações no Globo de Ouro 2021, na categoria de Melhor Filme – Musical ou Comédia, competindo com títulos como ‘A Festa de Formatura’‘Palm Springs’, enquanto Lin-Manuel Miranda disputa a estatueta de Melhor Ator – Musical ou Comédia, por sua performance no papel titular.

E para a atriz Jasmine Cephas Jones, é surpreendente poder fazer de um espetáculo que conseguiu transcender a sua mídia original, se tornando em um poderoso e vanguardista produto cultural.

Durante a sua participação na turnê de imprensa da Associação dos Críticos da Televisão, ela refletiu sobre o sucesso atingido:

“Eu nunca na minha vida vi uma peça de teatro cruzar para a cultura POP da maneira que o musical fez. Porque é uma obra histórica, mas é contada através de como a América é agora. Lembro-me de quando o álbum do musical foi lançado… E poder ver todos aprenderem as letras no dia seguinte foi absolutamente lindo”. 

Lembrando que vencedores do Globo de Ouro serão revelados no dia 28 de fevereiro.

Dirigido por Miranda, o longa quebrou inúmeros recordes com sua narrativa centrada no pai fundador dos Estados Unidos, Alexander Hamilton, e se tornou a produção mais vista do Disney+ e de todas as plataformas de streaming, dado ao seu consistente sucesso e à sua abertura massiva.

O especial reúne as filmagens de três apresentações ao vivo do espetáculo, feitas nos palcos do Richard Rogers Theatre.

Hamilton estreou nos teatros off-Broadway em 2015, migrando para Nova York pouco depois dos ingressos esgotarem.

Lin-Manuel Miranda, Leslie Odom Jr., Daveed Diggs, Renee Elise Goldsberry, Christopher Jackson, Jonathan Groff, Phillipa Soo, Jasmine Cephas, Okieriete Onadowan e Anthony Ramos estrelam.

Baseado na biografia de 2004 assinada por Ron Chernow, o musical gira em torno do primeiro secretário do tesouro norte-americano, Alexander Hamilton.

Hamilton levou para casa 11 estatuetas do Tony Awards, bem como o Grammy de Melhor Álbum de Teatro Musical.

Outros créditos no cinema de Lin-Manuel Miranda incluem Moana, animação na qual ficou responsável pela trilha sonora, e O Retorno de Mary Poppins, em que interpretou o acendedor de lampiões Jack.

‘Dora e a Cidade Perdida’: Aventura familiar com Isabela Merced estreia na Netflix

A aventura familiar ‘Dora e a Cidade Perdida‘, estrelada por Isabela Merced, já está disponível na Netflix.

A versão live-action da amada animação infantil teve a sua estreia nesta terça-feira (08) na grade de programação do streaming.

Tendo passado a maior parte de sua vida explorando a selva com seus pais, nada poderia preparar Dora para a aventura mais perigosa de todas: o colégio. Sempre a exploradora, Dora logo se vê liderando Boots, seu melhor amigo macaco, Diego, um estranho habitante da selva, e um grupo de adolescente em uma jornada em live-action para salvar seus pais e solucionar esse impossível mistério por trás de uma cidade de ouro.

Sucesso entre os críticos (84% de aprovação no Rotten Tomatoes) e público, o longa já arrecadou mais de US$ 116 milhões mundialmente, com um orçamento de apenas US$ 49 milhões.

Dirigido por James Bobin (‘Alice Através do Espelho‘), o longa é baseado na série animada clássica ‘Dora, a Aventureira‘, lançada em 2000.

O elenco conta com Isabela Moner, Benicio del Toro, Danny Trejo, Michael Peña e Eva Longoria.

Relembre o trailer:

Crítica | Dora e a Cidade Perdida – Live-action diverte e surpreende com uma vibe ‘Os Goonies’

Crítica | Traffik: Liberdade Roubada – Suspense arca com falta de credibilidade

Chorar para não rir

Sabe aquela máxima “o que vale é a intenção”? Pois bem, Traffik: Liberdade Roubada (Traffik) se encaixa perfeitamente nesta premissa. Isso porque o filme almeja ser um suspense criminal em tom de denúncia, declara-se até baseado em fatos reais, no entanto, é apenas um vislumbre mal realizado de uma questão mundialmente importante.

Para explorar o tema de tráfico sexual de mulheres, Traffik apresenta a heroína Brea (Paula Patton), uma jornalista visionária que luta para publicar artigos relevantes, mas é interpelada pelo chefe a buscar histórias mais triviais. Já em sua primeira cena, a moça tem uma discussão com o editor sobre perspectivas de trabalho. O embate é encerrado com a ameaça de uma possível demissão.

Logo depois, Brea tem um encontro com o namorado e amigos no bar, onde apresenta seu descontentamento com o trabalho. A cena em si serve para introduzir os personagens de forma caricata, pois enquanto o namorado John (Omar Epps) tenta animar a moça, o amigo do rapaz Darren (Laz Alonso) faz piadas machistas e pequenas humilhações direcionadas à namorada Malia (Roselyn Sanchez), que apenas esboça um ar de cansaço.

No dia seguinte, com planos de animá-la e pedi-la em casamento, John leva Brea para passar um romântico fim de semana na casa do lago do seu amigo e desfrutar da paz necessária para o grande momento. Na estrada, entretanto, o pesadelo começa a assombrá-los na  forma de uma gangue de motoqueiros no posto de gasolina. Para situação ficar mais estranha, uma mulher (Dawn Olivieri) tenta abordar Brea no banheiro, mas desiste de dizer alguma coisa.

Com um péssimo senso de temporalização, o diretor Deon Taylor usa o recurso do slow motion em variados momento, ridicularizando as cenas de tensão e tornando as de romance excruciantes. Um péssimo exemplo do recurso ocorre quando na procedência de uma perseguição entre o casal e um dos motoqueiros, a câmera passeia vagarosamente sobre a atriz e na troca de carinho entre o casal no carro, não acrescentando nada à história.

Aliás, o roteiro abusa de momentos sem sentido, tais como o casal na piscina sem nenhum diálogo ou situação reveladora, apenas apresentação de corpos – por vezes em slow motion. A paz então reina por algumas horas, até a chegada de Darren e Malia e também do toque de um celular desconhecido na bolsa de Brea.

A partir do aparelho, a jornalista descobre – sem precisar de nenhum código de segurança -, dezenas de fotos de mulheres em situações de espancamento e decide entrar em contato com a polícia. Ao invés dos policiais, a mulher do banheiro surge na porta implorando pelo celular. Em uma sequência de má interpretação constrangedora, o grupo da casa percebe a presença da gangue, observa eles cometerem um assassinato, mas ainda tentam negociar a entrega do celular. Patético! Quase como forçação de barra, o roteiro tenta colocar Brea como um mulher badass, nem que para isso metade do elenco tenha que morrer. Afinal, para destruir uma bilionária organização criminosa, que conta com a cobertura da polícia local, basta enviar um e-mail, dar um telefone e contar com personagens patéticos na figura de vilões.

Traffik, portanto, pega um tema extremamente sério e o trata com total incompetência, prestando um desserviço social. É como se uma professora tivesse passado o dever de casa e o aluno com preguiça copia e cola da internet o primeiro texto que aparece na busca. Claro, sem nem checar se o material apresentado se encaixa ao tema proposto.

Além de todos os clichês de um filme de suspense, Traffik não pode ser levado a sério por conta do princípio básico de credibilidade. Com texto e direção preguiçosos, o tema central passa longe da verossimilhança, minimizando ao máximo o real terror de uma vítima em tal situação.

A cena final de Traffik parece uma piada de mal gosto, imitando o fim da maioria dos clássicos de super-heróis, em que o protagonista diz não temer o perigo em busca de fazer o bem. Ou seja, Brea propõe um jornalismo ativista. Sobretudo, Paula Patton não tem ainda cacife para alternar sentimentos em cena. Apesar de se esforçar, seu trabalho é apenas razoável.

‘Five Nights at Freddy’s’: Diretor de ‘Harry Potter’ comandará adaptação do jogo de terror

Segundo o Deadline, o diretor Chris Columbus, diretor de Harry Pottere Esqueceram de Mim assumirá a direção da adaptação cinematográfica de ‘Five Nights at Freddy’s’, jogos de terror criados por Scott Cawthon.

O projeto será produzido pela Blumhouse Productions, de Corra!’ eFragmentado, comandada pelo produtor Jason Blum.

Criado em 2014, ‘Five Nights at Freddy’s’ rendeu uma série de jogos de terror produzidos pela Cawthorn, para PC e celulares. Os jogos colocam o jogador na posição de um guarda de segurança do turno noturno em um restaurante de diversão para família, com assustadores mascotes robóticos que ganham vida à noite. O game já rendeu quatro sequências, além de livros.

A produção já começou, porém ainda não há uma data de estreia definida. Confira um imagem divulgada no Twitter da Blumhouse:

Gostou de ‘Dark’ e ‘1899’? 10 ótimas SÉRIES que não foram feitas nos Estados Unidos

Todo mundo sabe que os primeiros grandes sucessos do mundo da televisão, quando pensamos em seriados, vieram dos Estados Unidos e sua indústria poderosa e criativa na arte do entretenimento. Mas o audiovisual foi se desenvolvendo chegando a um presente onde maravilhosas produções são produzidas em todos os cantos do mundo. Pensando nisso, e buscando dar algumas sugestões de ótimos projetos que foram não foram feitos na maior potência do mundo, segue abaixo 10 ótimas séries que não foram feitas nos Estados Unidos:

 

Som na Faixa (Suécia)

A força do algoritmo contra o pensamento obsoleto. Dividido em capítulos que mostram pontos de vistas diferentes sobre a criação e consolidação do serviço de streaming de música, Spotify, Som na Faixa é uma minissérie sueca que causa seu impacto através da profundidade com que consegue gerar reflexões sobre um modelo de negócios à princípio muito contestado mas que acabou sendo algo revolucionário na indústria fonográfica. As interseções da narrativa não deixam de ser grandes embates onde o público recebe bastante informações para tirar suas próprias conclusões.

 

My Name (Coreia do Sul)

As reviravoltas de um crime. Seguindo na linha de Infiltrados mas com um arco bem forte familiar embutido, além de uma vingança óbvia por trás dos atos, o seriado coreano My Name, disponível na líder dos streamings, caminha entre a ação e o drama para mostrar a saga de uma jovem que praticamente abdica de sua vida para encontrar o verdadeiro assassino do pai. Com um roteiro repleto de surpresas e oito episódios eletrizantes, o seriado deve agradar bastante pra quem der uma chance.

 

Gente Ansiosa (Suécia)

As linhas tênues entre a lei e as regras da vida. Baseada no best-seller do escritor sueco Fredrik Backman, Gente Ansiosa atravessa as surpresa de um mistério para refletir sobre a compaixão. Disponível na Netflix, essa minissérie de curtos seis episódios com cerca de 30 minutos em cada um deles mostra um acontecimento que vira um ponto de intercessão de algumas pessoas para entenderem melhor a própria vida que levam. Sem pretensões ou julgamentos o projeto encanta pela simplicidade e pelas ricas entrelinhas quando pensamos nas leis e nas regras de uma sociedade repleta de um conservadorismo exagerado.

 

1899 (Alemanha)

Na curiosa trama, conhecemos um grupo de pessoas que compram uma passagem de navio saindo de um país da Europa para os Estados Unidos. Nesse grupo de pessoas, de diversos países diferentes, estão, entre outros: Maura (Emily Beecham), Ling Yi (Isabella Wei), Krester (Lucas Lynggaard Tønnesen), Eyk (Andreas Pietschmann), Ángel (Miguel Bernardeau) Ramiro (José Pimentão), Jérome (Yann Gael), Clémence (Mathilde Ollivier), Lucien (Jonas Bloquet) Sra. Wilson (Rosalie Craig), Olek (Maciej Musial), Tove (Clara Rosager), Franz (Isaak Dentler). Parece que esses personagens, que se tornam os principais da história, possuem um elo que são os fortes traumas que viveram em um passado nem tão distante. Ao longo do trajeto dessa viagem, muitas coisas estranhas começam a acontecer e decisões sobre o que fazer colocará todos eles em risco.

 

Meu Querido Zelador (Argentina)

Criada pelo trio Mariano Cohn, Gastón Duprat e Martin Bustos, ao longo de onze episódios de cerca de 30 minutos de duração acompanhamos a história de Eliseo (Guillermo Francella), um quase senhor de idade, bastante ativo, que é zelador de um prédio de classe média alta numa região central de uma grande cidade na Argentina. Seus dias são intensos, com muitos afazeres e tentando agradar a todos os moradores a todo instante. Mas o protagonista tem um lado obscuro ligado ao seu egocentrismo marcante buscando levar vantagens em situações do dia a dia.  Seu controle sobre tudo acaba indo por agua abaixo quando um dos moradores, o narcisista Matías Zambrano (Gabriel Goity) resolve colocar em prática uma votação para criar uma piscina no último andar do prédio, exatamente o lugar onde Eliseo mora. Ao mesmo tempo, o projeto prevê a demissão dele. Assim, o intrigante personagem principal dessa história embarcará em uma jornada para convencer a maioria dos moradores do prédio a votarem a seu favor.

 

Dois Verões (Bélgica)

Um crime e as interpretações da impunidade. Chegou ao catálogo da Netflix, uma minissérie belga que busca em seus intensos seis episódios nos mostrar os desenrolares, ao longo de décadas de uma linha temporal, sobre um crime cometido por um grupo de amigos que se reúnem tempos mais tarde onde as verdades são jogadas na mesa. Dois Verões traz para a reflexão do público interpretações dos personagens para a violência cometida e quais seriam as maneiras de punição propostas.

 

Line of Duty (Inglaterra)

Na trama, acompanhamos o superintendente Ted Hastings (Adrian Dunbar), que logo na primeira temporada precisa encontrar mais um integrante para a equipe que chefia, a AC-12, uma unidade anti-corrupção da polícia britânica. Assim chega no nome do sargento Steve Arnott (Martin Compston). Ele se junta a policial Kate Fleming (Vicky McClure) e o trio irá enfrentar histórias complexas onde precisam encontrar as pistas para investigações que envolvem alguém da força policial. Detestados pela maioria dos policiais, eles embarcam em situações de fortes emoções que acabam convergindo, em alguns casos com as suas próprias vidas pessoais.

 

Amor e Anarquia (Suécia)

A vida robótica em contraponto às belezas das imperfeições que existem no mundo. Criado pela cineasta Lisa Langseth, do ótimo filme Hotell (filme com a ganhadora do Oscar, a sueca Alicia Vikander), Amor e Anarquia, seriado sueco disponível na Netflix, é a princípio uma serie despretensiosa que vai crescendo conforme entendemos a caótica e monótona vida de uma mulher na casa dos 40, sonhadora, que vive uma rotina pouco intensa para seus sonhos. A chegada de um jovem estagiário à sua vida, mexe com tudo que estava congelado dentro de seus desejos. Além de uma intensa e provocante história de amor, o seriado tem o mérito de levantar excelentes discussões sobre o complexo mercado editorial e as transações do antigo para o novo: do físico para o digital.

 

Dark (Alemanha)

O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’, bastou os espectadores irem aos poucos terminando a temporada para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma produção de arte belíssima, fotografia ótima, trilha impecável e uma montagem de elenco espetacular a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo, culminando no desfecho da última temporada dentro do período pandêmico que o mundo viveu em 2020. Muito bem ranqueado em diversas listas dos principais sensores de cinema/séries do mundo, Dark é uma série difícil de esquecermos.

 

Normal People (Inglaterra)

Quando o amor traduz as lacunas complexas do vazio existencial. Baseado no livro de grande sucesso da escritora irlandesa Sally Rooney, Normal People, disponível na Lionsgate+, nos apresenta a saga de um platonismo às vezes reverso entre dois jovens, através de um período de tempo importante em suas vidas. Caminhamos junto com os personagens rumo às mágoas, as derrapadas, o pânico, o caos social, a maturidade precoce, a imaturidade tardia, são cerca de 30 minutos divididos em 12 episódios que desejamos que nunca acabem. A minissérie, envolvente, intensa, que conta com uma fabulosa trilha sonora, foi indicada a quatro Emmys, sendo alguns episódios dirigidos pelo competente cineasta Lenny Abrahamson (O Quarto de Jack, Frank).

Festival do Rio 2013: Blue Jasmine

O DECLÍNIO DO IMPÉRIO AMERICANO

Com quase 50 filmes dirigidos no currículo, e já embarcando num próximo projeto para 2014, filme ainda sem título já em fase de pós-produção, com Emma Stone e Colin Firth no elenco, Woody Allen é um tesouro mundial da sétima arte. O lendário cineasta de 77 anos bate ponto todo ano, entregando uma nova obra. Seus fãs se acendem a cada lançamento. Seus detratores o acusam de se repetir. Quem conhece seus filmes de perto sabe que Allen, assim como todo diretor autoral, usa os mesmos elementos repetidas vezes, afinal tudo sai da mente da mesma pessoa. E para Allen, um trabalhador constante, não se repetir momentaneamente se torna ainda mais difícil.

No entanto, mesmo os autointitulados não fãs do diretor, mas sim da sétima arte, reconhecem como primorosos seus trabalhos em obras como Match Point, Vicky Cristina Barcelona e Meia Noite em Paris, isso só para citar os dos últimos anos (particularmente ainda incluiria Tudo Pode dar Certo). E é com muita alegria que digo que Blue Jasmine, o novo filme do diretor, se encaixa ao lado dessas obras celebradas, num top 5 dos últimos anos, e quem sabe no top 10 de toda a carreira do diretor. Blue Jasmine é sem dúvidas um dos trabalhos inspirados do diretor, desses que conseguem destaque entre produções menores como Para Roma, Com Amor, O Sonho de Cassandra e Melinda & Melinda.

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Mesmo fazendo uso de muitas cenas de humor, Blue Jasmine é em seu núcleo um forte drama estarrecedor, que remete a Interiores (seu primeiro drama, e um de meus favoritos em sua filmografia). A ótima Cate Blanchett vive a personagem título, uma mulher que nunca se preocupou em ser nada na vida, além da rica esposa de um magnata, vivido por Alec Baldwin (Rock of Ages – O Filme), e usufruir da boa vida por ele dada. A dondoca de Manhattan sofre um grande golpe do destino, quando o governo confisca todos os bens ilegais de seu marido, fazendo assim com que a protagonista seja forçada a procurar abrigo na casa da irmã, vivida pela britânica Sally Hawkins (Simplesmente Feliz).

Ginger (Hawkins) é caixa de um supermercado, vive em San Francisco, e parece feliz com sua vida, divorciada, com dois filhos pequenos para criar, e se metendo em relacionamentos consecutivos com perdedores de pouca aspiração. Apesar de Hawkins ser uma boa atriz, aqui além do sotaque, ela força também a atuação. O mesmo não acontece com Blanchett, exibindo a maior beleza física de sua carreira, a atriz de 44 anos a equipara como uma performance primorosa. Será verdadeiramente uma grande decepção se Blanchett não for indicada ao Oscar, coisa que não deve deixar de acontecer. Jasmine, ou Jeanette, é uma das melhores personagens já personificadas pela atriz.

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Deixe para um gênio criar uma história, e personagens, tão estimulante e devastadora. A narrativa acontece com flashbacks intercalando o tempo presente, dessa forma vamos catando as informações deixadas por Allen, e as montando em nossas cabeças. O talentoso veterano vai revelando aos poucos toda intrincada trama, a personalidade de nossa heroína, e tudo o que ela é capaz. Quando achamos que já recebemos todas as informações, Allen cria o gran finale com a última reviravolta. Esse não é o típico filme acolhedor e simpático do diretor, é uma tragédia, recheada de momentos chocantes, como seu desfecho pra lá de impactante.

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Aqui ainda temos espaço para as eficientes participações de Andrew Dice Clay (figuraça da década de 1980 e 1990) no papel do primeiro marido de Hawkins, Peter Sarsgaard (Lovelace), do comediante Louis C.K. (da série Louie), e principalmente de Bobby Cannavale (O Agente da Estação), o segundo melhor em cena depois de Blanchett, no papel do noivo atual da personagem de Hawkins. Ele é um sujeito truculento e sem sofisticação alguma, que serve de contraponto perfeito para a protagonista, e forte colaborador para a sua ruína. Não faltam elogios para Blue Jasmine, um filme no qual somos convidados a assistir um desastre de trem que está prestes a acontecer, mas que não conseguimos desviar o olhar.

‘Trem-Bala’ e os filmes de AÇÃO que se passam num único cenário

Não, não se trata do herói superveloz do seriado incorretíssimo The Boys, da Amazon Prime Video. Aqui falamos da nova superprodução do astro Brad Pitt. O ator não fazia um filme desde 2019, quando lançou Era uma Vez em Hollywood e Ad Astra – Rumo às Estrelas. Bem, é verdade que no início 2022 ele apareceu numa participação na comédia Cidade Perdida, a pedido da colega Sandra Bullock – que retribuiu o favor com uma participação em Trem-Bala. Então digamos que este é o primeiro filme que protagoniza desde 2019. Trem-Bala já está em cartaz nos cinemas pelo mundo, tendo estreado na última quinta-feira, dia 4 de agosto, por aqui no Brasil dando oficialmente a largada dos grandes blockbusters do mês. A trama, baseada em um livro japonês foca grande parte de sua ação dentro de um trem-bala, quando um grupo de exímios assassinos se encontra a bordo e percebe que seus destinos estão interligados. O trem do filme é uma versão fictícia do trem real Shinkansen – um dos mais rápidos do mundo.

Essa é a primeira vez que um filme de ação usa como cenário o veículo incrivelmente veloz – ao menos em grande parte de sua narrativa (já que no passado longas como o primeiro Missão: Impossível e Wolverine Imortal realizaram uma cena específica utilizando o veículo). Pensando nisso e pegando como gancho esse novo longa que vem sendo muito elogiado, resolvemos relembrar com você alguns dos icônicos filmes de ação do passado que usaram um único cenário, seja um veículo ou outro local, o usaram como centro de sua narrativa e o venderam em cima disso. Confira abaixo.

Duro de Matar (1988)

Não dá para falar de filme de ação sem pensar em Duro de Matar. Ainda hoje o filme estrelado por Bruce Willis e dirigido por John McTiernan (o mesmo de O Predador) é sinônimo de excelência quando o assunto é o gênero. Muitos podem não saber, mas o filme responsável por transformar Willis num astro e nome associado ao cinema policial é baseado num livro também. Aqui, obviamente, a história se desenrola toda dentro de um prédio de Los Angeles, o fictício Nakatomi Plaza (na verdade o Fox Plaza, o prédio que continha os escritórios de um dos maiores estúdios de Hollywood e produtor do filme).

Duro de Matar 2 (1990)

O primeiro Duro de Matar foi um sucesso unânime, assim seria muito difícil o estúdio não dar sinal verde para uma continuação, mesmo que ele não pedisse necessariamente. Mais difícil ainda, previa os pessimistas, seria realizar um filme tão bom quanto o original. Bem, podemos dizer que os pessimistas estavam errados de novo. Bruce Willis retornava e a trama era novamente baseada num livro (talvez aí esteja o segredo da franquia). A ação agora era movida para Washington, para o aeroporto internacional Dulles. O local se mostrou um cenário tão eficiente quanto o prédio original, numa trama talvez ainda mais repleta de reviravoltas e ação mirabolante.

Passageiro 57 (1992)

Tudo que faz sucesso e vira fenômeno em Hollywood logo cria sua própria tendência. Por lá o número de “imitadores” é sempre maior do que as ideias originais. A verdade é que no mundo real as coisas também não são diferentes disso. Seja como for, Duro de Matar se tornou uma febre e logo alastrava suas influências no cinema de ação para outros filmes. A Warner foi uma das que agiu mais rápido e sem perder muito tempo gerou seus próprios “filhotes” de Duro de Matar. É muito fácil imaginar que este veículo protagonizado por Wesley Snipes (então um dos reis do gênero) foi vendido para os executivos como um “Duro de Matar passado num avião”. E é exatamente isso que ele é.

A Força em Alerta (1992)

Hoje, Steven Seagal pode até ser uma piada para muitos, mas no fim dos anos 80 e início de 90, ele galgava ao posto de astro da ação com filmes que eram sucesso de crítica e público. Esse aqui foi seu maior e mais ambicioso projeto: uma superprodução de US$35 milhões bancada pela Warner e com direção de Andrew Davis, que no ano seguinte faria o indicado ao Oscar O Fugitivo, com Harrison Ford. Aqui, Seagal vivia um cozinheiro militar condecorado, que vê o navio encouraçado no qual está a bordo ser tomado como refém por terroristas – assim como toda a tripulação -, restando apenas ele para salvar o dia. E sim, é um “Duro de Matar no navio”.

A Força em Alerta 2 (1995)

A Força em Alerta pode ser considerado o maior e mais ambicioso filme da carreira de Steven Seagal. E foi também o mais bem sucedido de crítica e bilheteria. Naturalmente, a Warner viu não uma janela, mas uma porta escancarada para uma sequência. Afinal, a rival Fox já tinha um carismático herói nas formas do John McClane de Bruce Willis, e Casey Ryback de Steven Seagal parecia ser uma ótima pedida para a Warner também. Assim, três anos depois, o estúdio tirava do papel a continuação que colocava o protagonista desta vez dentro de um trem em alta velocidade, onde terroristas ameaçavam o mundo. Isso que é estar no lugar errado, na hora errada. Bem, não chegava a ser um trem-bala, mas fez estrago.

Velocidade Máxima (1994)

Muito antes de John Wick e antes mesmo de Matrix, o gente-boa Keanu Reeves se tornava um herói de ação ainda no início dos anos 90. Muitos podem apontar Caçadores de Emoção (1991) como sua entrada com pé direito no gênero, mas foi Velocidade Máxima que atingiria novos níveis de sucesso para o estrelato do ator. Velocidade Máxima foi sensação em sua época, e de forma surpresa roubou grande parte dos holofotes de outros blockbusters, vide True Lies e Os Flintstones – O Filme. A trama começa dentro de um elevador e segue claustrofóbica dentro de um ônibus, que não pode diminuir sua velocidade caso contrário uma bomba o explode. Reeves vive Jack Traven, e o filme ainda nos apresentaria uma Sandra Bullock novinha em sua virada na carreira.

Velocidade Máxima 2 (1997)

Não existe nada tão bom que não possa ser estragado. E nem sempre a continuação de um filme de sucesso chega aos pés de seu original. Nem todos podem ser Duro de Matar 2. E Velocidade Máxima 2 definitivamente não é. Embora o mesmo Jan de Bont tenha retornado para dirigir, o astro Keanu Reeves decidiu seguir seu próprio caminho, não querendo nada com essa continuação, que trocava o ônibus por um cruzeiro transatlântico. E sim, se você acha que um cruzeiro é um veículo lento demais para um filme de ação chamado Velocidade Máxima, você está completamente certo. Sandra Bullock retornou e ganhou os holofotes como protagonista. E na ausência de Reeves, entrou em cena o insosso Jason Patric. A melhor coisa é o sempre ótimo Willem Dafoe vivendo o caricato vilão.

Con Air – A Rota da Fuga (1997)

A geração mais nova pode até não acreditar, mas Nicolas Cage era um dos maiores heróis de ação no fim dos anos 90, após ter vencido o Oscar de melhor ator. Tá bem, pode ser informação demais para os mais novos assimilarem, então iremos nos concentrar no filme. Após ter se saído muito bem em A Rocha (1996), diversos roteiros do gênero chegavam à porta do ator, que na época tinha sim renome. O primeiro que ele aceitou foi esse Con Air, que o colocava como herói trágico, um presidiário cumprindo pena por ter matado um sujeito numa briga defendendo a esposa. O tal Con Air do título se refere ao avião que transporta os condenados e que curiosamente o coloca ao lado dos piores criminosos do país. Quando os bandidos tomam conta da aeronave, cabe a Cameron Poe (Cage) fazer o que é certo.

Analista aponta “péssimo marketing” como motivo do fracasso de ‘Han Solo’

Muito tem sido especulado sobre o desempenho fraco de ‘Han Solo‘ nas bilheterias. Enquanto alguns apontavam para uma possível fadiga da franquia, e rejeição por parte dos fãs, outras colocavam a culpa no marketing.

Este último também é a opinião de Doug Creutz, um analista veterano da área, que descarta a teoria sobre a fadiga. “Se a franquia conseguiu sobreviver a A Ameaça Fantasma e Ataque dos Clones, é difícil acreditar que Os Últimos Jedi poderia fazer tanto estrago.”

Com projeção final de US$ 200 milhões nos EUA, Creutz nota que a bilheteria internacional representa apenas 75% da doméstica, tornando-se a menor média de todos os filmes da franquia.

O analista também se aprofunda na péssima campanha de marketing, que falhou em persuadir o público que Alden Ehrenreich poderia ser o jovem Han Solo, fazendo uma comparação com ‘Rogue One‘.

“Acreditamos que o maior problema de ‘Han Solo’ foi a sua campanha de marketing sem personalidade. No primeiro teaser de Rogue One, por exemplo, os primeiros 35 segundos focam quase que exclusivamente em Felicity Jones como a protagonista Jyn Erso, vendendo-a como a nova protagonista do filme.”

O primeiro teaser de ‘Han Solo‘, que foi lançado a apenas 108 dias de seu lançamento, só mostrava 10 segundos de Ehrenreich, o que, segundo análise, não era o suficiente.

Sendo considerado o filme mais caro da franquia, ‘Han Solo‘ também é o com menor retorno financeiro. Até o momento, o longa arrecadou US$ 271 milhões mundialmente.

 

‘Homeland’: Última temporada tem estreia adiada

A 8ª – e última – temporada de ‘Homeland‘ teve sua estreia adiada. Originalmente programada para ser lançada em junho, o último ano da série estreará apenas no final do ano.

O motivo foi por causa da demanda das filmagens em locações internacionais.

Sobre o fim da série, o showrunner Alex Gansa disse:

“‘Homeland’ foi a experiência mais prazerosa e compensatória da minha carreira. Nem todos tiveram a mesma sorte que eu, de fazer uma parceria com Claire Danes, recebendo o suporte até os confins da Terra, tanto da Fox como do Showtime, além da oportunidade de poder trabalhar na companha dos mais talentosos roteiristas, atores e cineastas do ramo. Estou triste de ver essa jornada se encerrar, mas chegou a hora.”

A terceira temporada registrou uma média de 0.3 na demo, e um total de 1.2 milhões de espectadores. Em comparação ao ano anterior, há uma queda de quase 30% na audiência.

 

Atriz de ‘Annabelle 3’ estrelará novo terror da Blumhouse; Saiba mais!

De acordo com o Deadline, a atriz Madison Iseman (‘Annabelle 3: De Volta para Casa‘) vai estrelar ‘Nocturne‘, novo terror da Blumhouse.

O longa será escrito e dirigido por Zu Quirke.

O terror sobrenatural gira em torno de uma pianista incrivelmente talentosa que faz um pacto com o diabo para superar sua irmã mais velha em uma instituição de prestígio para músicos clássicos.

O elenco também conta com Sydney Sweeney (‘Euphoria‘), Jacques Colimon (‘The Society‘) e Ivan Shaw (‘Casual‘).

Novas informações devem sair em breve.

‘O Esquadrão Suicida’: Diretor afirma que o público vai surtar com o personagem do John Cena

Através do Twitter, o diretor James Gunn afirmou que os espectadores irão surtar com o participação de John Cena em ‘O Esquadrão Suicida‘, que será uma espécie de reboot do primeiro filme.

Detalhes sobre o papel do ator estão sendo mantidos em segredo, mas rumores apontam que Cena pode interpretar o Bane, Deathstroke, KGBeast ou Solomon Grundy.

‘O Esquadrão Suicida também terá o retorno de Viola Davis (Amanda Waller), Joel Kinnaman, e Jai Courtney (Capitão Boomerang).

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

O longa chega aos cinemas em 06 de agosto de 2021.