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Franquias na Netflix para Você ir se Aquecendo para os Lançamentos de 2021

Cinemas fechados mais uma vez. Por uma boa razão. E para começar nossa série de matérias, escolhemos produções do líder do mercado: a Netflix. Mas não apenas isso, e para você ir aquecendo os motores, resolvemos selecionar franquias ou filmes de sucesso parte do acervo da plataforma que terão novos exemplares lançados muito em breve ainda este ano – ou que estrearam recentemente. Vamos conferir.

Leia também: Dicas de Filmes lançamentos para ficar em casa e maratonar na Netflix durante a fase vermelha

Liga da Justiça / Batman vs Superman

Na internet só se fala da versão do diretor Zack Snyder para a Liga da Justiça. Para quem esteve em Marte nos últimos tempos, o cineasta não pôde finalizar a versão dos cinemas e se afastou do projeto, levando outro diretor a assumir. Agora, a Warner lançará sua versão para o filme, contendo 4 horas de duração, novas cenas, maior desenvolvimento e mais personagens. O longa (e põe longa nisso) vai ao ar no dia 18 de março, numa plataforma que ainda não chegou ao Brasil (a HBO Max) – no entanto, outros serviços de streaming por aqui irão oferecer a superprodução. E para você não ficar boiando, a Netflix oferece o filme que deu início a este universo, o polêmico Batman vs Superman, que está completando 5 anos em 2021, ocasião perfeita para uma nova chance. Fora isso, disponibiliza também Mulher-Maravilha (2017), a obra mais elogiada desta fase da DC – cuja sequência foi lançada no fim do ano passado. E se você, assim como nós, for um cinéfilo/nerd metódico, ainda temos a versão dos cinemas de Liga da Justiça (2017), para examinar bem de perto notando as diferenças cruciais – as quais esperamos que sejam muitas.

Godzilla e Kong

Metade da internet fala sobre Liga da Justiça de Zack Snyder e a outra metade fala sobre o vindouro Godzilla vs Kong, também prometido para março (ou ao menos estava) nos cinemas. Nos EUA será lançado na mesma plataforma citada acima. E sim, já tiveram outros filmes dentro deste “monstroverso” que seria interessante você assistir antes deste embate emblemático de titãs. Dois deles você pode conferir na Netflix. O primeiro é Godzilla (2014), o marco zero deste universo compartilhado. O filme conta com dois jovens atores talentosos protagonizando Elizabeth Olsen e Aaron Taylor-Johnson, aqui interpretando marido e mulher. No ano seguinte, a dupla viria a viver irmãos no filme da Marvel, Vingadores: Era de Ultron (2015). Olsen ganhou série própria na Disney+ na pele da mesma personagem, com WandaVision, fenômeno de audiência. O segundo que você deve ver é Kong: Ilha da Caveira (2017), que se passa durante a Segunda Guerra Mundial e traz no elenco outros três “Vingadores”: Brie Larson (Capitã Marvel), Tom Hiddleston (Loki) e Samuel L. Jackson (Nick Fury). Só faltou mesmo Godzilla – Rei dos Monstros (2019) no acervo da Netflix para completar a tríade – que você igualmente deve assistir.

Um Príncipe em Nova York

Estreou na plataforma concorrente, Amazon, a tão esperada continuação deste querido filme da década de 80. A sequência demorou nada menos que 33 anos para sair do papel, e mostra o príncipe Akeem (Eddie Murphy), agora se tornando rei e descobrindo um filho em Nova York, precisando retornar para a América. E aí é onde você pode realizar uma dobradinha entre as duas grandiosas plataformas, conferindo primeiro este verdadeiro clássico da comédia, antes de partir para a novidade. Um Príncipe em Nova York (1988) segue muito atual e hilário, sendo um dos maiores sucessos da carreira do astro Eddie Murphy. Para termos uma ideia, o filme já havia feito muito do que foi criado e elogiado no fenômeno Pantera Negra (2018), ou seja, uma obra com um elenco majoritariamente negro, passado num país fictício da África, muito rico e próspero, onde o protagonista é o monarca absoluto. Ambos também são sobre quebra de tradição e amor. A diferença é que neste as risadas e nudez são garantidas.

Karatê Kid

Aqui, com esta franquia, seguindo um círculo completo na Netflix. Uma das mais bem sucedidas empreitadas da plataforma atualmente é a série Cobra Kai, que estreou sua terceira temporada no início de 2021 e já tem a quarta confirmada. O programa se tornou um dos mais adorados pelos espectadores do mundo inteiro, sejam eles “órfãos” veteranos ou simplesmente novos fãs que não necessariamente conheciam os filmes antigos. Bem, seus problemas acabaram. Seja você um conhecedor pleno atrás de nostalgia e uma nova visita, ou esteja querendo saber do passado do que assiste, a Netflix acaba de trazer em seu acervo a franquia inteira (ou quase) de Karatê Kid. Os três primeiros filmes (1984, 1986 e 1989) com Ralph Macchio (Daniel LaRusso) e o saudoso Pat Morita (Sr. Miyagi) são pura nostalgia. E embora o primeiro seja disparado o melhor, todos são necessários para maior apreciação do programa, acredite. Só faltou mesmo o quarto longa, com protagonismo de Hilary Swank. Embora seja “duro de doer”, seria interessante que tivesse significado para a série igualmente (quem sabe com uma participação da atriz vencedora do Oscar e seu encontro com Daniel San, já que ambos foram treinados pelo mesmo querido mestre). Ah sim, ao invés deste, temos o remake de 2010, com Jackie Chan e Jaden Smith, na Netflix.

Matrix

Sim, Matrix irá lançar um quarto filme ainda este ano, lá no final em dezembro. Programado para o feriado de fim de ano nos EUA, no dia 22 dezembro, quase no natal, Matrix 4 será mais um filme da Warner para o acervo da HBO Max. No Brasil, dependendo de como estivermos até lá, deverá ser lançado nas salas de cinema. O novo longa trará de volta os protagonistas Keanu Reeves (Neo) e Carrie-Anne Moss (Trinity), mas por enquanto nada de Laurence Fishburne e seu Morfeus. No entanto, Jada Pinkett Smith (Niobe) e Lambert Wilson (Merovingian), das sequências estão confirmadíssimos. Na direção, apenas um, ou melhor, agora uma, das Wachowski, Lana. No quesito sangue novo, as adições são Yahya Adbul-Mateen II (Aquaman), Jessica Henwick (Punho de Ferro), Neil Patrick Harris (Desventuras em Série), Jonathan Groff (Mindhunter) e Priyanka Chopra (O Tigre Branco). Para você ir relembrando ou simplesmente ficando a par (já que no fim de ano só se falará disso), a Netflix tem disponível em seu catálogo a trilogia Matrix completa, com o primeiro (1999) e as sequências, Matrix Reloaded e Revolutions, ambas lançadas em 2003. Matrix foi um dos filmes mais influentes da virada do século.

Space Jam – O Jogo do Século

A Warner não está para brincadeira esse ano. Muito devido à pandemia, mas também pensando em alavancar seu novo produto de streaming, a citada HBO Max, o estúdio resolveu lançar todos os seus filmes na plataforma, incluindo as superproduções, e já tivemos três na lista, chegando agora ao quarto. Lançado há 25 anos, Space Jam foi o Uma Cilada para Roger Rabbit (1988) dos anos 90. Bem, talvez em menor escala já que o longa citado atingiu algo sem precedentes: juntar propriedades de vários estúdios para um único filme. Aqui, temos apenas os personagens da Warner / Looney Tunes, o que já está mais que suficiente. Na trama, o futuro dos queridos cartoons está em risco, e sua liberdade dependerá da vitória num jogo de basquete contra terríveis monstros. Assim, Pernalonga, Patolino e toda a turma alistam a ajuda do então aposentado Michael Jordan para retornar às quadras e salva-los. Apesar da atuação robótica do protagonista jogador, o filme é pra lá de divertido. Comemorando os 25 anos do lançamento, uma sequência finalmente sairá do forno de presente. O astro da vez é Lebron James, que unirá forças com os velhos conhecidos. A favor da continuação, o avanço tecnológico para colocar atores reais e desenhos juntos lado a lado. Space Jam – O Novo Legado estreia em julho, enquanto isso você mata a saudade do original na Netflix.

Homem-Aranha: De Volta ao Lar

Mais para cima, eu disse que só se falaria de Matrix 4 no fim do ano. Bem, a verdade é que a nova aventura cibernética de Neo e companhia precisará dividir os holofotes com a terceira incursão de Tom Holland como o maior herói da Marvel, o Homem-Aranha. No Way Home, título oficializado, promete a reunião dos três Homem-Aranha do cinema, além de Holland, Tobey Maguire e Andrew Garfield. Por quanto tudo não passa de rumor, mas já temos confirmadas as presenças de Alfred Molina, reprisando o papel do vilão Dr. Octopus, de Homem-Aranha 2 (2004), e Jamie Foxx, como Electro, de O Espetacular Homem-Aranha 2 (2014). Leia nas entrelinhas. Após o sucesso de WandaVision, tudo que não foi respondido no programa será continuado aqui, já que teremos inclusive a presença de Benedict Cumberbatch como o Doutor Estranho. E se você não é um fã ávido da Marvel mas não quer ficar por fora da trama, uma dica é De Volta ao Lar (2017), primeira parte da jornada de Holland como o herói – aproveitando que este foi um dos únicos filmes da Marvel retirados para compor o acervo da Disney+.

Missão: Impossível

Se já não fosse motivo suficiente rever de tempos em tempos os filmes desta franquia por serem simplesmente incríveis, e um marco da mescla entre suspense, tramas intrigantes e ação desenfreada, um novo longa desta série no cinema, o sétimo, é prometido ainda para 2021, em novembro. Assim, nada mais justo (e divertido) do que dar aquela refrescada na memória reassistindo todas as missões do agente Ethan Hunt – o segundo mais famoso do cinema. E sim, eu disse todas, já que a Netflix traz os seis filmes lançados até o momento em seu acevo. Tudo começou há 25 anos, com Missão: Impossível, de Brian De Palma, o mais voltado ao suspense. Na sequência, de 2000, o mestre da ação John Woo, deu novos ares mostrando que a série tinha potencial para ser blockbuster. O terceiro (2006), dirigido por J.J. Abrams, começou a se alinhar mais com a forma do que a franquia deveria ser no cinema, e introduziu uma linha narrativa mantida até hoje (com a esposa do protagonista). O quarto, Protocolo Fantasma (2011), pode ser considerado o primeiro da nova fase de sucesso, que finalmente afinou a franquia num só tom. O quinto, Nação Secreta (2015), e o sexto, Efeito Fallout (2018), são o auge, abrindo inúmeras possibilidades para esta franquia longeva, que não tem data para acabar.

‘Liga da Justiça 2’: Campanha para DC restaurar o Snyderverso ultrapassa 1,5 milhão de Tweets

Após o lançamento de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘, uma nova campanha tomou as redes sociais.

Com uma das versões do diretor mais lendárias de todos os tempos, o corte de Snyder se transformou em um sucesso de crítica e público.

O sucesso da campanha para a Warner lançar o filme do Snyder fez com que um novo movimento se iniciasse.

A nova campanha de mídia social com a hashtag #RestoreTheSnyderVerse acaba de ultrapassar a marca de 1,5 milhão de tweets em apenas 24 horas.

O recorde anterior era da hashtag #AvengersEndgame com 1,4 milhão de tweets em apenas 24 horas.

Confira:

Será que a Warner e a DC agora vão topar restaurar o Universo Cinematográfico criado por Snyder, que começou com ‘O Homem de Aço‘, ‘Batman vs Superman‘ e terminou em ‘Liga da Justiça‘?

O estúdio agora precisa analisar se deve ouvir os fãs novamente ou seguir com os projetos criados sem a presença do Snyder.

Confira as reações dos fãs:

Você acha que o estúdio devia atender ao pedido ou seguir em frente?

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

‘Liga da Justiça de Zack Snyder’: Artes revelam visual do Coringa, Lanterna Verde e Vovó Bondade

O sucesso de público e crítica de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘ reascendeu o desejo dos fãs de ver o SnyderVerse ganhando forma nas telonas novamente, dando início à campanha #RestoreTheSnyderVerse.

E para ajudar, o designer do departamento visual do DC, Jojo Aguilar, divulgou artes conceituais inéditas do Snyder Cut.

Nelas podemos ver o visual inicial planejado para o Lanterna Verde (Trevante Rhodes), Vovó Bondade (John Stewart), Caçador de Marte (Harry Lennix) e Coringa (Jared Leto).

O Lanterna Verde apareceria na cena final, mas o estúdio fez Snyder cortar a cena. E o Coringa aparece com um novo visual, também em uma cena descartada.

Confira:

Ontem, o astro Jared Leto demonstrou o seu apoio à iniciativa, em um rápido vídeo compartilhado pelo cineasta David Ayer.

O material em questão foi publicado pelo diretor, por meio de sua conta oficial do Twitter. Vale lembrar que Ayer também tem motivado os fãs a clamarem pelo lançamento da sua versão de ‘Esquadrão Suicida‘, alegando que o longa lançado nos cinemas não era o seu projeto original e que sofrera grandes alterações de sua proposta inicial.

Confira o vídeo:

Recentemente, em entrevista ao Wonder Meg, o diretor e roteirista Zack Snyder revelou que Coringa (Jared Leto) teria ainda outra cena em sua recente versão de Liga da Justiça.

Sem muitos detalhes revelados, Snyder contou que o filme tem um segundo final, em que o personagem diz a frase “nós vivemos em uma sociedade” – parte de uma das muitas imagens promocionais do longa-metragem.

“O que eu estava tentando fazer era uma segunda cena [com o Coringa] para a versão em preto e branco, para a versão à caridade do filme. Há um segundo final do filme, da cena de Jared Leto, que é um pouco diferente. Eu inclui aquela fala”.

O filme estará disponível até 7 de abril como um vídeo premium sob demanda.

Liga da Justiça de Zack Snyderconta a história de Bruce Wayne (Ben Affleck), que determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborgue (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.

Crítica | FUJA – Ótimo suspense com Sarah Paulson estreia na Netflix e vai te angustiar

Quando pensávamos que as histórias de suspense e de terror já não conseguiam trazer mais originalidade para um público ávido pelo novo, surge Fuja. O longa-metragem traz como premissa básica (e vista na incrível minissérie ‘The Act’) a Síndrome de Münchhausen, um transtorno fictício em que os indivíduos fingem ou causam a si mesmo ou a outrem doenças ou traumas psicológicos para chamar atenção ou simpatia a eles – criando sintomas com indução de toxinas, medicamentos e drogas para ganhar credibilidade por parte dos profissionais de saúde. Essa “tese”, por assim dizer, teve notoriedade ao colocar em foco a história de Dee Dee Blanchard, uma mulher que fez com que sua filha, Gypsy Rose, acreditasse que tinha as mais diversas doenças para depende unicamente dos cuidados da mãe – acabando num trágico assassinato fruto de uma vingança muito bem elaborada.

A história real foi transportada este ano para um escopo um tanto quanto mais diabólica e tensa com o longa-metragem supracitado, comandado por ninguém menos que o aclamado diretor Aneesh Chaganty. O nome pode não parecer familiar à prima vista, mas se você assistiu ao thriller ‘Buscando…’, sabe que Chaganty tem uma habilidosa mão para criar histórias envolventes a partir de panoramas clichês, por assim dizer – ora, ele até mesmo trouxe de volta a grandiosidade dos mockumentaries e dos found-footage com a obra estrelada por John Cho. Em sua segunda incursão cinematográfica, ele retorna com força inigualável, entregando apenas o que podemos entender como uma das melhores produções do ano e trazendo Sarah Paulson em uma das performances mais incríveis de sua carreira depois de ‘American Crime Story’.

Paulson dá vida a Diane Sherman, uma traumatizada mãe que dá vida a uma garota prematura chamada Chloe (Kiera Allen). Apesar da situação nada favorável, Chloe cresce e se torna uma inteligente garota – agora com dezoito anos e prestes a entrar para a faculdade. Versada em tecnologia e em robótica, ela é apaixonada pelo conhecimento, mas sofre de diversas mazelas: arritmia cardíaca, asma, hemocromatose (excesso de ferro no sangue), diabetes e paralisia – um cenário nada favorável, é claro; de qualquer forma, mãe e filha desenvolvem um laço inquebrável de empatia, amizade e amor, que transforma o pior em uma situação suportável dentro de seus limites. Entretanto, as coisas mudam quando Chloe encontra uma caixa de remédios com o nome de Diane numa sacola de compras – remédios que ela está ingerindo.

O trailer do filme entrega alguns pontos-chave da trama – algo que seria inaceitável em qualquer outra iteração. Entretanto, Chaganty, em colaboração ao seu parceiro de longa data, Sev Ohanian (com quem assina o roteiro), parece ter feito isso propositalmente, caminhando com cautela enquanto construía reviravoltas dentro de uma narrativa previsível, por assim dizer. Diane é uma mãe superprotetora que mantém a filha presa em uma jaula sem grades, não tirando os olhos de cada movimento que ela faz e até mesmo dando-lhe aulas em casa. Chloe não tem amigos, não tem contato com o mundo externo (nem mesmo as cartas ela consegue pegar em mãos, visto que a mãe sempre está lá na porta para tomar conta de tudo). Como já é de se esperar, tudo sai do controle quando uma série de eventos assombrosos colocam em xeque a confiança entre as duas mulheres e as coloca em uma luta pela sobrevivência.

A atuação impecável de Paulson não é nenhuma surpresa: ela conquistara nossos corações com suas múltiplas rendições na antologia ‘American Horror Story’, além de ter participado de produções como ‘Ratched’, ‘12 Anos de Escravidão’ e ‘Oito Mulheres e um Segredo’, sempre mostrando uma versatilidade aplaudível e um comprometimento com seus papéis que a colocaram num patamar honrável. Em Fuja, a atriz encarna uma das únicas vilãs da carreira, mergulhando em um arco de redenção e queda que entra em conflito explosivo quase o tempo todo – e motivo pelo qual transferimos nossa atenção para ela.

Entretanto, é Allen quem se destaca como a outra protagonista. A novata havia participado apenas de um curta-metragem intitulado ‘Ethan & Skye’, em 2014, fazendo sua grande estreia neste ano. Para um primeiro papel em um filme de calibre considerável, a jovem atriz entrega muito mais que o esperado e se delicia com uma complexidade apaixonante, fazendo bom uso de todas as camadas de uma personalidade que não sabe mais o que é real ou não. Chloe parece se sentir incompetente por não ter percebido que o carinho da mãe era, na verdade, uma máscara para todos os erros que ela cometera no passado; Diane havia perdido a filha prematura duas horas após o nascimento e, numa loucura extrema, roubara uma recém-nascida do berçário do hospital e induzira uma criança perfeitamente saudável a ter as mais diversas doenças, por um simples motivo: mantê-la dependente e sempre necessitada.

Como já mencionado, Chaganty abre espaço para fórmulas datadas e que premeditáveis, por assim dizer – e é isso o que ele almeja: sabemos o final dessa arrepiante história, sabemos que Chloe vai dar um jeito de escapar de uma tortura inconsciente que a transformou em um animal de estimação. Todavia, o que nos chama a atenção é a aprazível e tensa condução de cada uma das sequências – e de que forma a direção e o roteiro promovem uma metamorfose chocante de duas personagens que acreditavam ter tudo sob controle. As peças se encaixam perfeitamente e até mesmo trazem o talentoso Torin Borrowdale, de ‘Locke & Key’, para a composição da tétrica e dissonante trilha sonora.

Fuja tem os seus deslizes, mas não descarrilha em nenhum momento; pelo contrário, o thriller de suspense é uma garantia de que Aneesh e companhia não tiveram apenas sorte de principiante em sua estreia diretorial, servindo como lembrete de ficarmos de olho em um time de realizadores que ainda têm muito a nos contar.

Mel Gibson enfrenta furacão e assalto em novo filme que é o mais visto da Netflix

A Netflix lançou o novo filme de ação do Mel Gibson, que já se tornou o filme mais visto do catálogo nessa semana.

Confira o TOP 5:

A Força da Natureza (Force of Nature) gira em torno de um detetive aposentado que deve proteger os residentes de um prédio que são, ao mesmo tempo, vítimas de um furacão em potencial e de um grupo de criminosos que planeja um assalto.

Vale lembrar que o filme foi massacrado pelos críticos e recebeu apenas 9% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Assista ao trailer:

Michael Polish fica responsável pela direção. Cory Miller assina o roteiro.

Kate BosworthEmile HirschStephanie Cayo completam o elenco.

‘Fuja’: Elogiado suspense com Sarah Paulson já está disponível na Netflix

O aclamado suspense ‘Fuja‘, estrelado por Sarah Paulson, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (02), na grade de programação.

A trama acompanha uma adolescente que passou toda a sua vida reclusa com sua mãe e acaba descobrindo um terrível segredo até então ocultado durante muitos anos. Será que a garota está ficando louca após tanto tempo enclausurada, ou a mãe é uma psicopata?

O filme seria lançado nos cinemas pela Paris Filmes, mas teve sua estreia cancelada devido ao fechamento das salas pelos crescentes casos de COVID-19. Eventualmente, a gigante do streaming acabou adquirindo os direitos de distribuição internacional do longa.

Nos Estados Unidos, a produção foi lançada pela plataforma Hulu.

Assista a nossa crítica:

Crítica | Sarah Paulson e Kiera Allen brilham em ‘Fuja’, um dos melhores thrillers do ano

O longa já estreou nos circuitos internacionais e fez um grande e surpreendente estrondo entre a crítica.

No Rotten Tomatoes, o longa conquistou 93% de aprovação, com nota 7.30/10 baseada em 83 reviews até o momento. Segundo o consenso gerla, o filme é “solidamente atuado” e “sagazmente construído”, transformando-se em um “thriller de suspense incrível”.

Confira os principais comentários:

“Uma frágil e sórdida diversão” – Entertainment Weekly.

“Um thriller perfeitamente dinâmico, bem editado e ágil” – FilmWeek.

“Representação de pessoas com deficiência é necessária, e Fuja faz isso do jeito certo” – The Mary Sue.

“Rápido e limpo – o filme vem, faz o que tem que fazer, e vai embora antes de conseguirmos agradecer” – The MacGuffin.

“A performance de Paulson é o que ajuda a transformar esse thriller em uma diversão distorcida” – Entertainment Voice.

A produção é dirigida por Aneesh Chaganty, responsável pelo thriller ‘Buscando‘.

Kiera Allen e Pat Healy completam o elenco.

Além de dirigir, Chaganty coescreveu o roteiro ao lado de Sev Ohanian.

‘Alma de Cowboy’: Drama com Idris Elba e Caleb McLaughlin já está disponível na Netflix

O drama ‘Alma de Cowboy‘, estrelado pelo Idris Elba (‘O Esquadrão Suicida‘) e Caleb McLaughlin (‘Stranger Things‘) já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira, 02 de abril.

Um adolescente rebelde vai morar com o pai durante o verão e descobre um lar numa comunidade de caubóis negros da Filadélfia, nos Estados Unidos.

Critica | Alma de Cowboy: Idris Elba estrela incrível drama da Netflix

Confira o cartaz e as imagens:

Ricky Staub é responsável pela direção, além de assinar o roteiro.

Inspirado no livro Ghetto Cowboy, de G. Neri, Alma de Cowboy traz Jharrel Jerome, Byron Bowers, Lorraine Toussaint e Clifford “Method Man” Smith no elenco.

 

Crítica | Demi Lovato entrega um íntimo e tocante álbum com ‘Dancing with the Devil… The Art of Starting Over’

A última aventura musical de Demi Lovato aconteceu há quatro anos, com o lançamento do bem recebido e amadurecido Tell Me You Love Me. Trazendo temáticas como empoderamento, amor e decepção para os ouvidos de seus fãs, Demi parecia prever que algo adverso estava para acontecer em sua vida – que se concretizou com sua recaída às drogas e uma perigosa overdose que quase tirou sua vida. Após criar a tocante “Sober”, a artista, outrora parte da imensa família do Disney Channel, abriu-se acerca de assédio sexual e de depressão, construindo a propositalmente sombria “Anyone” e apresentando-a numa aplaudível rendição na cerimônia do 62º Grammy Awards.

Agora, em 2021, Lovato mostrou-se pronta para compartilhar com o mundo a jornada mais íntima de sua carreira, cujos capítulos foram pacientemente escritos para realizar uma autocrítica e convidar o público a conhecer a própria aventura na qual se lançou. O resultado, acompanhado de um aclamado documentário seriado homônimo, tomou forma em Dancing with the Devil… The Art of Starting Over’, literalmente mergulhando num fenício renascimento não só de sua carreira, mas de como enxerga a si mesma. E é nessa nova empreitada que a performer reencontra a voz que, anteriormente, havia lhe dado voz para entender o que de errado existia no mundo e de que forma ela se deixou levar por presenças tóxicas que a impediam de ser quem realmente é.

Além da já mencionada canção, dois outros singles se originaram para dar início ao álbum. Temos, de um lado, a profunda colaboração entre Demi e Sam Fischer, “What Other People Say”: a faixa havia sido escrita por Fischer há bastante tempo e, segundo ele mesmo, sempre soube que estava destinada a uma rendição em dueto. Tal foi sua sorte quando Lovato, uma das grandes cantoras de sua geração, cruzou com ele e resolveu emprestar seus belíssimos vocais a um enredo que fala, essencialmente, sobre ressentimento. “Pensei que, quando crescesse, seria igual àqueles que me deram meu sobrenome” é apenas o prólogo de uma reflexão sobre fazer escolhas erradas e deixar que outras pessoas te moldem, fazendo com se esqueça daqueles que sempre te apoiaram e abandonando uma personalidade que não tinha nada de errado para início de conversa.

A produção ganha força exponencial quando aliada a outras incursões elegíacas da década passada, nutrindo de similaridades com as faixas de Lucas Graham e Hozier enquanto marcha a um som único e acolhedor, dizendo, com todas as palavras, que não estamos sozinhos. E o mesmo estende-se para Dancing with the Devil, um soul-rock à la James Bond que mistura sensualidade e acidez em um único lugar. Flertando com o perigo narcótico daquilo que nos dá um pouco de tranquilidade, Demi pede desculpas da forma mais indesculpável possível por ter dançado com o diabo e ter se deixado levar pelo que lhe dava prazer.

Antes de dar início oficial à trama que promove no breve prólogo, a cantora e compositora deixa claro que não trata de impessoalidade: em um processo de cura existencialista e bastante cautelosa, ela tem todas as cartas na mão para decidir como, quando e onde contar sua história, sem influências externas e sem cair nas armadilhas do sensacionalismo midiático. “ICU (Madison’s Lullabye)”, nesse contexto, transforma-se em um poderoso pedido de desculpas à meia irmã, Madison De La Garza, a qual não conseguiu reconhecer depois de acordar na cama do hospital – não chegando nem mesmo a compreender de quem era a voz que a acompanhava. Fazendo as pazes consigo mesma e deixando que os demônios de um passado não muito distante, ela agora pode contar aos fãs tudo que querem saber.

Mais incisivamente do que nunca, Demi une-se a diversas powerhouses da indústria musical para auxiliarem nesse heroico arco – acertando em grande parte, apesar de certos equívocos cometidos pelo caminho. Temos o supracitado dueto com Fischer; a elegíaca e evocativa “Easy”, dramatizada ao lado de Noah Cyrus em um turbilhão orquestral de piano e violinos; “My Girlfriends Are My Boyfriend”, que a une com a rapper Saweetie e dá espaço para construções feministas movidas pelo pop-noir e pelo rap; e a aguardada “Met Him Last Night” – aliando-se à Ariana Grande e aproveitando as conhecidas incursões da artista para arquitetar uma sólida, ainda que dissonante estrutura future-trap, que falha em encaixar-se com perfeição espontânea ao restante do álbum.

É inegável dizer que a obra esbarra em alguns deslizes, principalmente pela exorbitante quantidade de faixas. “15 Minutes” se dispersa em uma zona de conforto repetitiva e levemente reciclada, como se tivesse sido aproveitada rapidamente das tracks antecessoras – e o mesmo ocorre com “California Sober” (uma canção que poderia ter sido retirada sem quaisquer perdas grandes). “Butterfly”, terminando um épico conto que começou ainda em suas primeiras inflexões, também falha ao esquecer-se de um crescendo catártico e se render à frustração comedida das obviedades instrumentais.

Felizmente, Lovato mostra que tem controle criativo, estético e crítico sobre as mensagens que deseja entregar a quem estiver disposto a ouvir. Suas obrigatoriedades passadas dão lugar a uma conhecida ironia que é traduzida na divertida “Melon Cake”, que retoma um infausto episódio de aniversário, enquanto o country-pop dá as caras na belíssima “The Way You Don’t Look At Me”. Apostando fichas no indie pop-rock e na folktronica, Demi nos presenteia com “Carefully” e “The Kind Of Lover I Am”, bem como uma coesa e mais teatral interpretação da clássica “Mad World”.

Dizer que Dancing with the Devil… The Art of Starting Over’ é o amadurecimento de Demi Lovato é criar um eufemismo barato que não explana a importância do álbum para sua própria vida. A cantora, entrando em consenso com todos os momentos pelos quais passou, abre-se como um livro, estampando cada página com uma frase avassaladora e humilde: “esta sou eu, nua e crua”.

Nota por faixa:

1. Anyone – 4,5/5
2. Dancing with the Devil – 5/5
3. ICU (Madison’s Lullabye) –  4,5/5
4. Intro – 5/5
5. The Art of Starting Over – 4,5/5
6. Lonely People – 4/5
7. The Way You Don’t Look at Me – 5/5
8. Melon Cake – 4,5/5
9. Met Him Last Night (com Ariana Grande) – 3,5/5
10. What Other People Say (com Sam Fischer) – 4,5/5
11. Carefully – 4,5/5
12. The Kind of Lover I Am – 4,5/5
13. Easy (feat. Noah Cyrus) – 5/5
14. 15 minutes – 3/5
15. Girlfriends Are My Boyfriends (feat. Saweetie) – 5/5
16. California Sober – 2/5
17. Mad World – 5/5
18. Butterfly – 3/5
19. Good Place – 4/5

Demi Lovato lança videoclipe oficial de “Dancing with the Devil”, single de seu novo álbum homônimo

popstar Demi Lovato lançou hoje (02) o videoclipe oficial de Dancing with the Devilsingle oficial de seu sétimo álbum homônimo.

Confira:

A música é precedida por “Anyone” e “What Other People Say”.

Confira a tracklist oficial do álbum, que já está disponível em todas as plataformas digitais:

1. anyone
2. dancing with the devil
3. i.c.u.
4. intro
5. the art of starting over
6. lonely people
7. the way you don’t look at me
8. melon cake
9. met him last night (com Ariana Grande)
10. what other people say (com Sam Fischer)
11. carefully
12. the kind of lover I am
13. easy (feat. Noah Cyrus)
14. 15 minutes
15. girlfriends are my boyfriends (feat. Saweetie)
16. california sober
17. mad world
18. butterfly
19. good place 

O álbum é precedido pelos bem recebidos Tell Me You Love Me (2017) e Confident (2015).

Lovato ganhou fama ao participar da mini-franquia ‘Camp Rock’ e a série ‘Sunny Entre Estrelas’, ambas produções originais do Disney Channel. Sua estreia solo no mundo da música se deu com ‘Don’t Forget’, que ajudou em seu caminho ao estrelato.

Em 2018, teve um lapso seis anos após ficar sóbria e sofreu uma overdose em virtude de opioides, motivo pelo qual lançou a cançõ “Sober”, pedindo desculpas a si mesma e aos fãs pela “fraqueza”. Após entrar em uma clínica de reabilitação, ela agradeceu o apoio dos fãs e comentou que contaria ao mundo pelo que ela passou quando estivesse pronta, criticando aqueles que criavam histórias fantasiosas sobre sua vida.

Vendendo mais de 25 milhões de records apenas nos Estados Unidos, seus principais prêmois incluem um VMA, 14 Teen Choice Awards, cinco People’s Choice Awards, uma entrada no Livro dos Recordes e outra na listagem anual do Time 100 como uma das personalidades mais influentes de 2017. Ela também é embaixadora de inúmeras causas sociais, incluindo a luta pela igualdade da comunidade LGBTQ+ e discussões sobre saúde mental.

Demi Lovato lança ‘Dancing with the Devil’, seu sétimo álbum de estúdio

popstar Demi Lovato lançou hoje (02) o aguardado sétimo álbum de estúdio Dancing with the Devil… The Art of Starting Over’.

A produção, acompanhada de seu pessoal documentário, conta com os singles “Anyone”“What Other People Say” e a música titular, além de trazer colaborações com Noah CyrusAriana GrandeSaweetieSam Fischer.

Tracklist:

1. anyone
2. dancing with the devil
3. i.c.u.
4. intro
5. the art of starting over
6. lonely people
7. the way you don’t look at me
8. melon cake
9. met him last night (com Ariana Grande)
10. what other people say (com Sam Fischer)
11. carefully
12. the kind of lover I am
13. easy (feat. Noah Cyrus)
14. 15 minutes
15. girlfriends are my boyfriends (feat. Saweetie)
16. california sober
17. mad world
18. butterfly
19. good place 

O álbum é precedido pelos bem recebidos Tell Me You Love Me (2017) e Confident (2015).

Lovato ganhou fama ao participar da mini-franquia ‘Camp Rock’ e a série ‘Sunny Entre Estrelas’, ambas produções originais do Disney Channel. Sua estreia solo no mundo da música se deu com ‘Don’t Forget’, que ajudou em seu caminho ao estrelato.

Em 2018, teve um lapso seis anos após ficar sóbria e sofreu uma overdose em virtude de opioides, motivo pelo qual lançou a cançõ “Sober”, pedindo desculpas a si mesma e aos fãs pela “fraqueza”. Após entrar em uma clínica de reabilitação, ela agradeceu o apoio dos fãs e comentou que contaria ao mundo pelo que ela passou quando estivesse pronta, criticando aqueles que criavam histórias fantasiosas sobre sua vida.

Vendendo mais de 25 milhões de records apenas nos Estados Unidos, seus principais prêmois incluem um VMA, 14 Teen Choice Awards, cinco People’s Choice Awards, uma entrada no Livro dos Recordes e outra na listagem anual do Time 100 como uma das personalidades mais influentes de 2017. Ela também é embaixadora de inúmeras causas sociais, incluindo a luta pela igualdade da comunidade LGBTQ+ e discussões sobre saúde mental.

Elenco de ‘A Semana da Minha Vida’ responde a perguntas apenas CANTANDO; Confira!

O musical adolescente A Semana da Minha Vida, estrelado por Bailee MadisonKevin Quinn, já está disponível na Netflix e, para promover o longa, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo em que o elenco protagonista responde a perguntas de fãs apenas cantando.

Confira:

O longa é dirigido por Roman White, que comandou diversos videoclipes da Taylor Swift, incluindo Mine, You Belong with Me e Fifteen.

Will Hawkins é um adolescente rebelde que desafia a lei e precisa fazer uma escolha: ir para a detenção juvenil ou para um acampamento cristão. Um peixe fora d’água no início, ele acaba se soltando e encontrando o amor em uma jovem que frequenta o acampamento. Pela primeira vez e onde jamais poderia imaginar, Will sente que encontrou seu lugar no mundo.

A Week Away
Credit: Netflix

‘The Offer’: Dexter Fletcher, de ‘Rocketman’, vai dirigir episódios da série sobre ‘O Poderoso Chefão’

Segundo o The Hollywood ReporterDexter Fletcher, conhecido por seu aclamado trabalho em Rocketman, foi contratado para dirigir alguns episódios da vindoura série The Offer, que nos leva para os bastidores do clássico O Poderoso Chefão‘.

Fletcher tornou-se o primeiro realizador oficialmente contratado para a obra da Paramount+ e também entra como produtor executivo.

Ainda não se sabe quantos episódios ele irá dirigir dentre os dez que ganhara sinal verde na plataforma de streaming. Entretanto, o piloto ficará a seu encargo e estará envolvido com o processo de elencamento.

Michael Tolkin (‘Escape at Dannemora’) criou o show e escreveu o roteiro.

O show é “baseado nas experiências nunca reveladas de Al Ruddy, produtor do filme que previamente havia trabalhado em duas coméditas e co-criou a sitcom ‘Hogan’s Heroes’O Poderoso Chefão tornou-se conhecido por ter um desenvolvimento turbulento antes de se tornar um dos maiores sucessos críticos e comerciais de todos os tempos, levando para casa cinco estatuetas do Oscar e ganhando lugar como uma das melhores obras do cinema”.

Ainda sem outros detalhes revelados, The Offer começa a ser rodado em Los Angeles no verão estadunidense (ou seja, entre junho e agosto de 2021).

‘RuPaul’s Drag Race’: Queens mostram suas habilidades performáticas na cena divulgada do episódio 13×13

A VH1 divulgou uma cena oficial do décimo terceiro episódio da 13ª temporada de RuPaul’s Drag Race’, em que as queens mostram suas habilidades performáticas numa paródia de ‘Querida, Encolhi as Crianças’.

Confira:

O capítulo vai ao ar no dia 02 de abril.

As novas participantes são: DenaliElliott with 2 TsGottmilkJoey JayKahmora HallKandy MuseLaLa RiOlivia LuxRoséSymoneTamisha Iman, Tina BurnerUtica Queen.

‘As Meninas Superpoderosas’: Nicholas Podany será o filho do Macaco Louco na série live-action

Segundo o ComicBook.comNicholas Podany (‘Não Fui Eu!’) foi escalado para viver o filho do icônico vilão Macaco Louco em ‘Powerpuff’, série live-action baseada na animação ‘As Meninas Superpoderosas‘, que está sendo desenvolvida pela CW.

Chloe Bennet (‘Agents of SHIELD’), Dove Cameron (‘Descendentes’) e Yana Perrault irão interpretar a Florzinha, Lindinha e Docinho, respectivamente. Donald Faison (‘Emergence’) também foi recentemente contratado para interpretar o Professor Utônio.

Diablo Cody (‘Garota Infernal’) e Heather Regnier são responsáveis pelo roteiro do episódio piloto.

Baseada na série animada do Cartoon Network, a produção mostrará o trio de heroínas com vinte de poucos anos, que agora se arrepende de ter passado sua infância lutando contra criminosos. A questão é se elas irão engolir seu ressentimento para se unirem e salvarem o mundo quando ele mais precisar.

Greg Berlanti, Sarah Schechter e David Madden serão os produtores executivos.

Criada por Craig McCracken, a animação original seguia três estudantes criadas pelo Professor Utônio quando ele acidentalmente misturou açúcar, tempero e tudo que há de bom com o elemento X.

Exibida entre 1998 e 2005, a série original rendeu 7 temporadas e 78 episódios ao total. Em 2016, um reboot animado foi criado, introduzindo uma quarta menina superpoderosa ao grupo, que durou por três temporadas.

‘Alma de Cowboy’: Netflix divulga nova cena oficial do faroeste estrelado por Idris Elba

A Netflix divulgou uma nova cena oficial de ‘Alma de Cowboy‘, filme estrelado por Idris Elba (‘O Esquadrão Suicida’) e Caleb McLoughlin (‘Stranger Things’).

O longa tem estreia marcada para amanhã, dia 2 de abril.

Confira:

Ricky Staub entra como diretor e co-escreve o roteiro ao lado de Dan Walser. A história é baseada no romance ‘Ghetto Cowboy’, de Greg Neri.

Jeymes Samuel é responsável pela direção e também coescreve o roteiro ao lado de Boaz Yakin.

Ao passar o verão com seu pai distante (Elba), um problemático adolescente (McLaughlin) se vê dividido entre uma vida de crimes e a vibrante subcultura dos cowboys urbanos da Filadélfia.

O elenco ainda conta com Jonathan Majors, Jharrel Jerome, Lorraine Toussaint, Dominique Jackson, Regina King e LaKeith Stanfield.

‘Novos Deuses’: Ava DuVernay se pronuncia sobre o cancelamento do filme pela Warner Bros.

Warner Bros. anunciou hoje (01) que a adaptação de ‘Novos Deuses’ para os cinemas havia sido cancelada.

Agora, em seu Twitter oficial, a diretora Ava DuVernay se pronunciou sobre o engavetamento do projeto, agradecendo ao roteirista Tom King e agradecendo pelo tempo em que trabalharam juntos.

Confira:

“Tom, eu amei escrever ‘Novos Deuses’ com você. Estou chateada que a saga de Barda, Scott, Granny, Pai Celestial e as Fúrias tenha acabado desse jeito. Mergulha no quarto mundo de [Jack] Kirby foi a aventura de uma vida. Isso não pode ser tirado [de nós]. Obrigada pela amizade”, ela escreveu.

A história, funcionando como épico espacial, traria personagens bastante conhecidos do panteão super-heroico, incluindo Darkseid, Grande Barda e Senhor Milagre.

Os quadrinhos originais foram criados por Kirby e são ambientados no planetas fictícios Nova Gênese e Apokolips.

Steven Yeun pode estrelar o novo terror do Jordan Peele, diretor de ‘Corra!’

De acordo com o Deadline, Steven Yeun (‘The Walking Dead’) está em negociações para estrelar o novo terror do Jordan Peele (‘Corra!‘ e ‘Nós‘), ainda sem título divulgado.

Detalhes sobre o seu possível papel não foram divulgados.

Vale lembrar que Daniel Kaluuya (‘Corra!’) também está em negociações para participar do longa.

Keke Palmer (‘Scream Queens‘) será a antagonista do terror.

Além de dirigir, Peele também será responsável pelo roteiro da produção.

Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas o cineasta declarou que o novo filme será “mais assustador que os seus anteriores”.

A Universal Pictures lançará o terror no dia 22 de julho de 2022.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Warner teria cancelado ‘Novos Deuses’ para encerrar qualquer ligação com o Snyderverse

Segundo a Variety, a decisão da Warner de cancelar ‘Novos Deuses’, que ficaria sob tutela da aclamada diretora Ava DuVernay, se deu para encerrar qualquer ligação da DC com o Snyderverse.

Para o estúdio, ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘ oficialmente encerrou qualquer ponta solta que o Snyderverse apresentou.

‘Novos Deuses’ começou a ser produzido no início de 2018 e envolve os personagens do “Quarto Mundo”, entre eles o vilão totalitário Darkseid.

“A situação se complicou porque Novos Deuses trazia o Darkseid, e o vilão há havia sido introduzido em ‘Liga da Justiça de Zack Snyder'”, afirmou uma fonte do The Hollywood Reporter.

A história, funcionando como épico espacial, traria personagens bastante conhecidos do panteão super-heroico, incluindo Darkseid, Grande Barda e Senhor Milagre.

Os quadrinhos originais foram criados por Jack Kirby e eram ambientados no planetas fictícios Nova Gênese e Apokolips.

Mais cedo, Ray Porter, que interpreta Darkseid no Snyder Cut, twittou para os fãs “pararem de importunar” DuVernay sobre o filme e o personagem.

DuVernay respondeu agradecendo Porter:

“Espero que nossos caminhos se cruzem um dia, senhor”, twittou DuVernay. “Se não no Quarto Mundo, então em outro.”

Confira o anuncio da Warner oficializando o cancelamento do projeto:

“Como parte do nosso cronograma da DC, alguns títulos, incluindo ‘Novos Deuses’‘A Trincheira’, não seguiram em frente”, a Warner e a DC disseram em uma declaração oficial. “Agradecemos aos nossos parceiros Ava DuVernayTom KingJames WanPeter Safran pelo tempo e pela colaboração durante esse processo, e e esperamos continuar nossa parceira com eles em outras histórias da DC. Os projetos permanecerão nas mãos deles caso voltem à ativa no futuro”. 

‘O Esquadrão Suicida’: Segundo trailer LEGENDADO vem repleto de cenas inéditas

O trailer de ‘O Esquadrão Suicida que estava sendo exibido com as cópias de ‘Godzilla vs Kong‘ nos cinemas dos EUA acaba de ser divulgado na versão LEGENDADA.

O vídeo traz várias cenas inéditas.

Confira, com cartazes nacionais:

Lembrando que o filme será lançado nos cinemas nacionais dia 5 de agosto – um dia antes da estreia nos EUA.

O Esquadrão Suicida | Os melhores momentos do trailer do filme

O filme é escrito e dirigido por James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’).

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn e Mayling Ng.

10 Séries INCRÍVEIS para Você Maratonar na Netflix

Você está em casa procurando o que assistir? O CinePOP chega para te ajudar.

Criamos uma nova matéria de nossa série de recomendações, para que você tenha entretenimento suficiente nas plataformas de streaming para conseguir se distrair durante essa fase que é a mais difícil até o momento.

Confira:

Leia também: Fase Roxa | Grandes Séries da AMAZON para assistir em casa

The Crown

Uma das séries mais adoradas e mais premiadas do acervo Netflix é esta produção original da casa sobre a história dos membros da monarquia britânica, um assunto que cativa muita gente. Tratado de forma dramática e intensa, o seriado descortina um pouco a mitologia em torno de algumas das personalidades mais famosas e poderosas do mundo. A série começou em 2016 com a juventude da Rainha Elizabeth, na época ainda princesa, e ano passado lançou em novembro sua quarta temporada, já abordando a princesa Diana como uma das protagonistas. O programa já se tornou um dos 115 mais adorados de todos os tempos na opinião dos fãs e coleciona 10 prêmios Emmy e 7 Globos de Ouro no currículo. E se você ainda precisa de mais um motivo para assistir à série, aqui vai um – especial para os cinéfilos. A atriz Emerald Fennell, que vive Camilla Parker, a amante do príncipe Charles, está triplamente indicada ao Oscar 2021, como produtora, roteirista e diretora do suspense Bela Vingança.

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Expresso do Amanhã

Por não ser uma produção original da Netflix (a plataforma apenas comprou os direitos de exibição no Brasil), aqui temos um sistema de lançamento de episódios igual ao adotado pela Disney+ com as séries da Marvel, por exemplo, com um episódio exibido por semana. Desta forma, a segunda temporada do programa ainda não chegou ao fim, faltando dois episódios para sua conclusão. No entanto, para os que ainda não “embarcaram nesse trem”, a plataforma disponibiliza toda a primeira temporada para você assistir da melhor forma que quiser, seja de uma vez só maratonando, ou em doses homeopáticas. É claro que se trata da adaptação da famosa graphic novel francesa sobre um cenário apocalíptico no qual a Terra congelou e o que restou da humanidade precisa viver dentro de um trem (dividindo seus passageiros por classes sociais) que nunca para. A ideia provocativa se tornou um filme cult de mesmo nome, lançado em 2013, com direção de Bong Joon-Ho (Parasita) e protagonizado por um grande elenco. Na série, a estrela vencedora do Oscar Jennifer Connelly é o destaque.

Leia também: Netflix | Franquias para ir Aquecendo os Lançamentos de 2021 durante a Fase Roxa

Cidade Invisível

Outra novidade fresquinha na plataforma é um programa com muito sabor e tempero brasileiro. A Netflix sabiamente tem investido em conteúdo próprio diversificado com produções de vários países, e firmou uma parceria bem frutífera com o Brasil. O mais recente sucesso é esta investida bem original usando como tema nossas lendas e folclore numa história de mistério, suspense e, claro, muitos elementos sobrenaturais. Além de tudo, a série aborda questões atuais bem delicadas como a preservação da natureza, por exemplo. Marco Pigossi protagoniza como Eric, um policial que perde a esposa em circunstâncias nebulosas, relacionadas a um incêndio florestal. Mas o crime pode não ter sido causado por seres deste mundo. Assim, espere participações de criaturas mitológicas como o Saci Pererê, o Boto Rosa, o Curupira e até mesmo a Cuca, todos assumindo formas “reais” dentro de nossa sociedade moderna. O programa tem chamado atenção inclusive internacionalmente devido à sua criatividade. A série tem 8 episódios que estrearam esse ano e já promete uma segunda temporada em breve.

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O Gambito da Rainha

Minissérie em 7 episódios, este programa se tornou um dos 150 mais queridos de todos os tempos para o público. Entre outras coisas, o seriado demonstra a potência da jovem Anya Taylor-Joy como intérprete de força em seu jeito único e excêntrico de se portar. Ela não é a “girl next door” ou a namoradinha da América que esperamos, o que a deixa ainda com sabor mais peculiar. Aqui, ela vive Beth Harmon, que desde cedo precisou lidar com o abandono, quando a mãe faleceu num acidente de carro e ela teve que viver parte da infância num orfanato. No local ela conhece e se apaixona pelo jogo do xadrez, despertando sua obsessão, enorme intelecto e talento para a coisa. Passado na década de 1960, O Gambito da Rainha é o despertar de uma jovem prodígio, numa época em que a mulher não tinha muito espaço na sociedade. A libertação das correntes sociais é um dos fortes subtextos desse programa que vai muito além de seu discurso sobre xadrez e o jogo. Não por menos venceu os prêmios de melhor minissérie e protagonista para Taylor-Joy no Globo de Ouro.

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Cobra Kai

Essa é pura nostalgia anos 80 para os aficionados! A série que continua a história de Karatê Kid – A Hora da Verdade (1984) começou a ser exibida no Youtube Red, mas merecia mais visibilidade e assim logo a ideia foi comprada pela Netflix, que passou a distribuir o programa. Tudo nasceu da teoria de que Daniel ‘San’ LaRusso talvez não fosse “tão pobre coitado assim”. Embarcando na brincadeira 34 anos depois, a série subverteu os papeis colocando Daniel (Ralph Macchio) como um rico esnobe, enquanto Johnny Lawrence (William Zabka), o vilãozinho do original, se tornou um ferrado em busca de redenção. Ambos coroas de meia idade, os rivais apadrinham novos aprendizes recomeçando as artes marciais em suas vidas. O legal de Cobra Kai é realmente o saudosismo, resgatando diversos temas e personagens lá dos filmes antigos da década de 1980 (sim, foram três), assim esperem muitos rostos conhecidos do passado. Mas para os não familiarizados, especialmente a garotada mais jovem, o seriado igualmente funciona fazendo um bom trabalho com uma história própria e nova. Os fãs só falam no programa e você não pode perder. No início deste ano estreou a terceira temporada (todas estão disponíveis na Netflix) e a quarta já está confirmada.

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Bom Dia, Verônica

Voltamos para uma produção brazuca, esta tendo dado ainda mais o que falar em seu lançamento. Baseada no livro de Raphael Montes e Ilana Casoy, o programa tinha jeitão de minissérie já que, de certa forma, teve começo, meio e fim fechando praticamente todos os arcos dos personagens. Porém, o sucesso foi tão grande que as mentes por trás já estão providenciando uma segunda temporada. E fazem muito bem. Na trama, temos a ideológica protagonista Verônica, papel de Tainá Müller, uma policial não muito levada a sério, disposta a desbaratinar o maior caso de sua carreira e mostrar seu valor. O tema aqui é a violência doméstica e a violência contra a mulher. Acompanhamos histórias sobre abusadores na trama, mas o assunto principal é o casal vivido de forma esplendorosa por Eduardo Moscovis e Camila Morgado, a verdadeira alma da série. Quer saber por que? Assista! Só iremos dizer que é daquele tipo de arrepiar até o último pelo da nuca.

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A Maldição da Residência Hill / Mansão Bly

Outra série que foi assunto de todas as “rodinhas” no Facebook e redes sociais após sua estreia, A Maldição da Residência Hill foi criada por Mike Flanagan, um dos expoentes do terror atual, e chamou atenção devido a seus quesitos técnicos primorosos, muito dissecados virtualmente pelos fãs. Na trama, o terror sobrenatural se mescla com o drama de uma família em ruínas, e a narrativa mostra o passado e presente de cinco irmãos e seus pais. O interessante é que de forma muito criativa, o cineasta responsável pelo programa adapta o livro clássico escrito por Shirley Jackson, que já havia sido levado ao cinema como Desafio do Além (1963), rearranjando a história e transformando os personagens agora numa família. A série se tornou uma das 150 mais queridas de todos os tempos e emplacou a Netflix como realizadora de horror igualmente. São 10 episódios de puro brilhantismo. Assim, a empresa deu sinal verde para Flanagan seguir com sua ideia para A Maldição da Residência Bly, agora 9 episódios centrados numa nova história – que usa como base outro clássico do gênero: o livro de Henry James, A Volta do Parafuso. A obra igualmente já tinha ido aos cinemas, em 1961, com o elogiado Os Inocentes.

The Witcher

Henry Cavill é nosso Superman. Enquanto o astro não é atendido em seu desejo de se tornar o novo 007 do cinema, aqui ele dá vida a outra paixão sua. Fã de videogames e em especial da franquia The Witcher, o jovem ator de 37 anos, assim como Ryan Reynolds fez com Deadpool, agarrou o projeto de forma apaixonada com unhas e dentes. Assim, hoje temos uma aventura medieval com doses de fantasia muito eficiente bancada pela Netflix na qual Cavill interpreta o cabeludo platinado Geralt de Rivia, um caçador solitário se deparando com todo tipo de criatura e pessoas piores ainda. A primeira temporada com 8 episódios (quase um longo filme) está disponível na plataforma. E este ano finalmente ganharemos a continuação da trama na segunda temporada.

Sherlock

Enquanto o astro Benedict Cumberbatch, vulgo Doutor Estranho, não faz espaço na sua agenda para uma nova temporada (como o próprio afirmou em entrevista), a Netflix disponibiliza a série completa para você ir aquecendo caso (ou se) o programa retorne. Podemos dizer inclusive que o seriado original da rede britânica BBC serviu para apresentar o ator ao mundo, ainda em 2010. Na plataforma vermelhinha você encontra todas as 4 temporadas, sempre contendo apenas 4 episódios – que se comportam quase como longas-metragens. A trama adapta os casos do famoso detetive para os dias de hoje, em nossa sociedade moderna, e traz Cumberbatch como o indefectível Sherlock Holmes, e Martin Freeman como seu fiel escudeiro Dr. John Watson. Para termos uma ideia, o prestígio do programa é tamanho que ele se encontra entre os 21 melhores de todos os tempos na opinião do grande público. Portanto, Benedict, trate de achar tempo para presentar seus fãs com ao menos mais quatro episódios de uma nova temporada.

Ash vs Evil Dead

Esta é outra série que não é produção original do streaming número 1 de todos, e sim do canal Starz. Mas só podemos dizer que a Netflix mandou muito bem em exibir o programa no Brasil. E se você está reconhecendo o título é porque… sim, se trata de um derivado da criação de Sam Raimi, Evil Dead – A Morte do Demônio, que em 2021 completa 40 anos de seu lançamento. Época ideal para não apenas comemorar revendo a trilogia clássica de filmes (e quem sabe o remake), mas também maratonar as 3 temporadas do programa, todas disponíveis na plataforma. O segundo filme da franquia, Uma Noite Alucinante (1987), já começou a introduzir elementos cômicos em sua narrativa (bem, há quem diga que o primeiro já fazia isso), e a partir do terceiro a galhofa já havia tomado conta. É justamente nesta pegada que segue a série, misturando de forma muito eficiente humor, terror e litros de sangue para o gore. Ah sim, o mais legal da série é poder reencontrar o bufão Ash Williams, anti-herói vivido pelo canastra mor Bruce Campbell. E o elenco conta ainda com Lucy Lawless, a eterna Xena – A Princesa Guerreira, além do veterano Lee Majors (O Homem de Seis Milhões de Dólares). O Criador Sam Raimi escreveu, produziu e dirigiu alguns episódios da série. Imperdível!