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‘Godzilla e Kong’ se enfrentam em nova imagem ÉPICA de ‘O Novo Império’; Confira!

O site Empire Magazine divulgou uma nova imagem épica de ‘Godzilla e Kong: O Novo Império‘, que estreia nos cinemas nacionais no dia 28 de março.

Confira:

No novo filme, Kong e o temível Godzilla juntarão forças para enfrentarem uma colossal ameaça desconhecida, escondida em nosso mundo, capaz de colocar em risco a própria existência deles – e a nossa.

O filme vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas. 

O elenco conta com Rebecca Hall, Brian Tyree Henry, Dan Stevens, Kaylee Hottle, Alex Ferns e Fala Chen.

O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.

Crítica | Godzilla Vs Kong – Um maravilhoso Open Bar de porrada de monstros

Kate Siegel estrelará novo terror de ZUMBIS produzido por Mike Flanagan

De acordo com o Deadline, Kate Siegel (‘Hush: A Morte Ouve’) será a protagonista de ‘Epilogue‘, novo terror de zumbis produzido pelo seu marido Mike Flanagan (‘Missa da Meia-Noite’).

David Dastmalchian (‘Entrevista com o Demônio’) também estrelará a produção.

Na trama…

“Ambientada um ano após o apocalipse zumbi ter aparentemente chegado ao fim, a história acompanhará um casal desesperado para encontrar uma cura para sua filha infectada.”

Michael Fimognari (‘A Queda da Casa de Usher’) será responsável pela direção.

O roteiro foi assinado por Luke BarnettTanner Thomason.

Todd Garner, Courtney Petrakis e Brittney McDade também servirão como produtores.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Marvel está “animada” com conceito de ‘Pantera Negra 3’; ‘Deadpool 4’ e ‘Blade’ não são prioridade!

O Variety compartilhou novos detalhes sobre os próximos passos envolvendo o Universo Compartilhado da Marvel.

O site afirma que o estúdio está reestruturando suas prioridades após a fadiga de produções de super-heróis nas telonas e a mudança na expectativa do retorno das bilheterias: “Estamos passando por uma redefinição de sucesso. Não vejo [filmes de super-heróis] ultrapassando consistentemente a marca de US$ 1 bilhão como antes – especialmente sem a China, com a popularização do Disney+, o período pós-COVID e a ausência de megaestrelas,” declarou um agente que representa diversos astros da Marvel.

Com decorrência a isso, alguns planos mudaram. Alegadamente, o reboot de ‘Blade‘ e um novo filme do Deadpool são considerados “baixa prioridade” para a Marvel, enquanto o conceito por trás de um possível ‘Pantera Negra 3‘ tem “animado” internamente o estúdio.

Além disso, o site afirma que Kevin Feige está buscando por “jovens talentos” para o reboot de ‘X-Men‘, com a intenção de reduzir os custos da produção, e aponta que o início de seleção do elenco deve começar em breve.

Vale lembrar que ‘Pantera Negra‘ e ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ estão disponíveis no catálogo do Disney+.

História ÉPICA de amor no trailer de ‘Alma Gêmea’, novo romance LGBTQ+ da Netflix

A Netflix divulgou o trailer completo da série de romance LGBTQ+ ‘Alma Gêmea‘ (Soul Mate).

Isomura Hayato (‘Alice in Borderland’) e Ok Taec-yeon (‘Vincenzo’) estrelam a produção.

Após destruir sem querer a vida de seu melhor amigo, Ryu Narutaki abandona tudo e decide ir embora do Japão. Prestes a morrer em uma igreja em terras estrangeiras, ele é salvo por um lutador de boxe coreano chamado Hwang Johan. Os dois homens carregam cicatrizes profundas, mas logo percebem que não há dúvidas: eles são almas gêmeas.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A série estreará no serviço de streaming no dia 14 de maio.

Assinantes da Netflix estão REVOLTADOS com final da 3ª temporada de ‘Alice in Borderland’: “Palhaçada”

Shunki Hashizume é responsável pela direção e roteiro.

A produção promete contar uma épica história de amor que se desenvolve no decorrer de uma década, ambientada em Berlim, Seoul e Tóquio.

O elenco ainda conta com Ai Hashimoto, Koshi Mizukami, Yutaro Furutachi, Lee Jae-yi, Chihiro Kato, Ken Yasuda, Kaho Minami e Tomokazu Miura.

Romance LGBTQ+ com astro de ‘Alice in Borderland’ estreia na Netflix; Confira o trailer!

‘A Simple Favor’: Anna Kendrick e Blake Lively devem estrelar thriller de Paul Feige

O diretor Paul Feig vai embarcar em um novo projeto, bem distinto das comédias com as quais ele está habituado a trabalhar.

Intitulado ‘A Simple Favour’, o thriller deve ser estrelado pelas atrizes Anna Kendrick e Blake Lively, que já estão em negociações para protagonizar a trama.

Adaptado do romance de Darcey Bell, ‘A Simple Favor’ é o primeiro de uma série de dois livros, que conta a história de Emily, uma mulher bem sucedida que trabalha para uma famosa marca do ramo da moda em Manhattan. Solitária e viúva com um filho pequeno, Stephanie se inspira em seu blog, acompanhando rotineiramente sua vida direto do subúrbio de Connecticut e imaginando Emily como uma espécie de confidente. Tudo muda de forma trágica quando a empresária de sucesso desaparece subitamente, sem deixar qualquer rastro.

Roteirizado por Feig, ‘A Simple Favour’ será produzido sob a tutela da Lionsgate. As filmagens estão programadas para começarem em agosto, em Toronto.

Ed Sheeran negocia participar de filme de Danny Boyle

Após sua participação em ‘Game of Thrones‘ e ‘O Bebê de Bridget Jones‘, o músico Ed Sheeran está negociando participar do novo filme de Danny Boyle. A informação foi divulgada pelo site Screen Rant.

Segundo a publicação, a atriz Lily James estrelará a produção, ao lado de Himesh Patel (‘Eastenders‘) e Kate McKinnon.

Ainda sem detalhes em relação à produção, o pouco que se sabe é que o filme terá temática musical.

Entre os produtores, o projeto conta com Tim Bevan e Eric Fellner da Working Title, ao lado de Matthew James Wilkinson e Bernie Bellew.

 

 

Vídeo | Lorena: Conheça a história da mulher que MUTILOU o pênis do marido!

A nova série documental da Amazon, Lorena, conta a emblemática história dessa mulher que, após sofrer vários abusos, mutilou o membro do seu marido!

Confira a crítica da Rafa Gomes, que viu com EXCLUSIVIDADE no Festival de Sundance. Lorena estreia no dia 15 de fevereiro na Prime Video.

Crítica | Lorena: Documentário produzido por Jordan Peele resgata polêmico caso de abuso

Coronavírs: Gal Gadot, Sia e mais artistas cantam ‘Imagine’ em belo vídeo; Confira!

A pandemia do coronavírus redefiniu o mundo nas últimas semanas, colocando a população global em estado de alerta e quarentena.

E para tentar animar seus seguidores com uma mensagem de esperança, a atriz Gal Gadot – intérprete da Mulher-Maravilha – compartilhou um emocionante vídeo, que traz ela e mais uma série de artistas cantando o hit ‘Imagine’, dos Beatles.

Entre os artistas presentes na gravação estão Sia, James Marsden, Pedro Pascal, Jamie Dornan, Kristen Wiig, Zoe Kravitz e mais.

Assista:

Gal Gadot poderá ser vista em breve, na sequência ‘Mulher-Maravilha 1984‘.

Lembrando que a sequência tem estreia marcada para 04 de junho nos cinemas nacionais.

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

Crítica | Fate: A Saga Winx – Versão live-action tem algumas falhas, mas entretém

Flertando com uma perspectiva mais sombria, a versão live-action de Fate: A Saga Winx pode – inicialmente – assustar aqueles fãs mais nostálgicos que cresceram com a atmosfera colorida e exageradamente alegórica da popular animação. Trazendo uma perspectiva bem mais madura e quase adultizada do clássico desenho infantil, a produção readequa o background de suas protagonistas e adiciona uma camada mais densa à trama, quase flertando com a mesma atmosfera de O Mundo Sombrio de Sabrina. Sendo bem mais leve e suave que a recém cancelada série da Netflix, a nova colega de streaming busca trazer uma maior profundidade às personagens adolescentes, explorando ainda a fase de amadurecimento juvenil, fazendo da série uma espécie de coming of age com fadas.

Fate: The Winx Club Saga Season 1. Abigail Cowen as Bloom in Fate: The Winx Club Saga Season 1. Cr. Jonathan Hession/NETFLIX © 2020

E Fate: A Saga Winx começa sua narrativa um tanto lenta. Apresentando suas personagens como se esta fosse a primeira vez que a vemos, parte de seu episódio inaugural visa nos levar pelas mãos de forma quase didática – o que pode ser um pouco maçante de início. Mas recuperando seu fôlego aos minutos finais do capítulo, a série – que pode mesmo agradar os órfãos de Sabrina, consegue se sustentar bem ao longo de sua narrativa e rapidamente nos introduz ao submundo das fadas, revelando criaturas macabras e uma jornada que promete misturar diversos gêneros, unindo pequenos fragmentos de humor, em uma trama cheia de mistérios, suspense e flertes românticos que beiram os populares filmes teens.

Com personagens extremamente díspares e distintos, a nova série original da Netflix, desenvolvida por Brian Young (The Vampire Diaries) é diplomática e logo em seu início começa a abordar temas fundamentais que permeiam o ambiente juvenil, como padrões de beleza impostos pela sociedade, disputa entre garotas e pressões familiares. Explorando um lado absolutamente inexistente da animação italiana, a série de caráter britânico possui um grande potencial de se desabrochar diante da audiência, a ponto de conquistá-la com facilidade. Pode ser até piegas em alguns momentos, mas consegue nos cativar por um elenco carismático formado por rostos (em geral) desconhecidos do público.

Ainda é cedo para afirmar o quão poderosa A Saga Winx ainda pode se tornar em suas futuras temporadas. Mas mirando sua trama naquela mesma audiência que durante a infância passou horas a fio se aventurando ao lado das coloridas fadas na Nickelodeon, a versão live-action da Netflix pode mesmo iniciar uma nova fase com essa antiga audiência. 

Apresentando uma narrativa que de fato é bem alegórica em sua abordagem do universo fantástico, a série já carrega em si mensagens e lições necessárias que podem mesmo impactar sua audiência.

Promissora, Fate: A Saga Winx também pode acabar conquistando uma nova audiência até um pouco mais velha, justamente por seu nível de maturidade. Quebrando todos os paradigmas estabelecidos por O Clube das Winx na Nickelodeon, a nova produção original da Netflix tem algumas pequenas falhas, às vezes peca em seus efeitos visuais, mas consegue sustentar a curiosidade do público em meio à paisagens que são realmente um deleite aos olhos.

Crítica | Alice: Keke Palmer e Common estrelam drama racial insosso

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

Entre ficção e realidade, Alice é um drama racial que volta os seus olhos para um tempo não tão distante, em que homens e mulheres negros permaneciam escravizados em certas regiões dos Estados Unidos – em pleno século XX -, sem sequer saber da existência da Proclamação de Emancipação. Mas mesmo com tantos relatos reais dolorosos e simbólicos, a produção se perde em si mesma. Rasa e com pouco desenvolvimento de personagens, ela é um resultado insosso e sem alma, um terrível erro de qualidade fílmica que abafa tragédias genuínas que poderiam ter sido delicadamente honradas.

Keke Palmer and Common appear in Alice by Krystin Ver Linden, an official selection of the U.S. Dramatic Competition at the 2022 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute Eliza Morse.
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A história de Alice se torna esquecida antes mesmo de chegar ao Brasil. Simplista demais em seu roteiro, Krystin Ver Linden nunca vai além na construção de seus personagens, sempre entregando conflitos rasos e repetitivos que caminham de forma cíclica. Reprisando os mesmos abusos que tanto já lemos sobre ou já assistimos em outras aclamadas produções, o longa não sabe muito bem para que direção seguir. Sua protagonista homônima caminha um tanto perdida, com pouca profundidade e substancialidade. Os coadjuvantes seguem quase como figurantes de suas histórias e nem mesmo o abuso das cenas de violência contra pretos promove em nós o impacto e a dor necessários. Genérico e com poucas camadas, Alice não tem identidade nem em sua heroína, tão pouco em seu filme.

E Keke Palmer tenta fazer o seu melhor com o que tem. Com a trama essencialmente girando em torno de si mesma, ela nos sustenta ao longo de todo o filme com uma ótima atuação. Mostrando seu potencial em tela, ela consegue brilhar – ainda que os principais elementos ao seu redor não colaborem. Na trama, ela é uma jovem escrava que anseia por se libertar de uma vida de opressão e abusos em uma fazenda. Ao conseguir fugir, ela se surpreende com um terrível choque de realidade, ao descobrir que de fato estaria no ano de 1973 e a escravidão já havia sido abolida há mais de um século. Sem qualquer noção da realidade e como alguém que acaba de descobrir o que de fato é o mundo, ela agora se tornará uma espécie de justiceira, que luta para libertar sua comunidade que permanece presa no tempo e em uma trágica e dolorosa vida escravocrata.

O grande problema de Alice é ser simplista demais em toda sua construção narrativa. Explorando um leque tão valioso de assuntos correlacionados, Ver Linden não sabe o que fazer com as informações que possui em mãos e se distrai da historicidade afro-americana. Mesmo com um background sociocultural rigoroso e detalhado, ela não sabe aproveitar a duração de seu filme, estabelece conflitos profundos sem realmente aprofundá-los, além de soluções fáceis. Nada parece funcionar organicamente em tela, tornando Alice uma mulher esquecível, não importa o quão forte seja o seu ímpeto de justiceira alada.

Trazendo ares e referências do cinema Blaxploitation em sua direção e roteiro, o longa abusa de sua trilha sonora de época e tenta se estabelecer como uma versão renovada do amado clássico Coffy: Em Busca da Vingança. E ainda que tente fazer de Palmer e Common os alicerces de sustentação de toda sua trama, a cineasta falha miseravelmente no processo. Uma oportunidade perdida, Alice não serve nem como drama, nem como uma ode ao cinema black norte-americano e muito menos como uma reflexiva denúncia. É realmente uma pena.

[Exclusivo] Entrevista | Marcos Prado, diretor de Macabro: “Gerar debate junto com entretenimento é um favor a sociedade”

Conhecido como o produtor de obras grandiosas como Tropa de Elite (2007) e Tropa de Elite: o Inimigo Agora é Outro (2010), Marcos Prado tem levado discussões sociais às tela há 20 anos. Em entrevista exclusiva para o CinePOP, o cineasta fala sobre o desafio de levantar questões humanitárias no suspense Macabro. A obra é baseada no caso dos Irmãos Necrófilos, responsáveis por crimes bárbaros na década de 90, em Nova Friburgo, e de aterrorizar a população local na região serrana do Rio de Janeiro. 

Outro embate é o lançamento de Macabro em meio a pandemia da Covid-19, momento em que a maioria dos cinemas estão fechados por medidas de segurança sanitária. Contudo, Marcos Prado está otimista e enxerga a estreia do filme nas seções em drive-in do país como um termômetro da reação do público. Além disso, ele menciona o seu próximo longa-metragem sobre a vida do rapper Sabotage, assassinado em 2003. 

Confira abaixo este bate-papo revelador sobre os detalhes de Macabro, a partir de 28 de julho, em drive-ins das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Maceió e Bragança Paulista. Ficou curioso? A entrevista completa em vídeo está disponível em nosso canal no YouTube

CinePOP: Como foi o seu primeiro contato com o caso dos Irmãos Necrófilos e como surgiu a ideia de realizar um filme sobre esses crimes?

Marcos Prado: A primeira que eu soube sobre os irmãos foi pelo jornal em 1993. Fiquei muito impressionado com o que eu tinha lido. Os garotos matavam as mulheres e, depois, faziam necrofilia, sexo com os cadáveres. Aquilo me impressionou demais. […] Dez anos atrás, eu tive uma conversa com Rodrigo Pimentel do Bope [Batalhão de Operações Policiais Especiais], que trabalhou com a gente no Tropa de Elite e no documentário Ônibus 174 [2002], que eu produzi. O Pimental me contou a versão da história dele, do ponto de vista da polícia. 

Eles escutaram o que a população relatava, que os garotos tinham poderes sobrenaturais, estavam possuídos pelo demônio e eles tinham o poder de ficar invisíveis. Também que eles andavam por cima das copas das árvores e, por isso, eles conseguiam cruzar longas distâncias a noite. Coisas absurdas. 

Quando eu descobri que, talvez, o Henrique [um dos irmãos condenados pelos crimes de assassinato] fosse inocente, já que ele foi condenado a 49 anos de prisão, eu pensei: agora eu tenho uma história interessante para tentar desvendar. Ao invés de fazer um filme de terror, eu faria um thriller psicológico e colocaria no filme essa questão da dúvida, se um dos irmãos participava ou não [dos assassinatos] pelo ponto de visto do policial missionado a resolver a questão. 

A motivação foi fazer um filme que questiona a possibilidade de terem condenado um inocente, somente porque tinha que condenar alguém. 

CinePOP: Do meu ponto de vista, este é um tema importante do filme. A gente pode dizer que a mensagem de Macabro é questionar um descaso social e político e, até mesmo, uma falência do sistema penal brasileiro?

Marcos Prado: Acho que sim. O filme de trata de algumas questões. A gente tentou pegar os sintomas da sociedade aqui fora, nas cidades grandes do Brasil. […] Por exemplo, temos um grande percentual de presos que são pequenos traficantes, que não precisavam estar encarcerados. Eles não têm os seus julgamentos executados e, então, ficam eternamente presos, portanto, existe uma falência geral da nossa sociedade. 

A gente transportou alguns desses sintomas para esta micro vila ficcionalizada na serra de Friburgo, onde esses crimes ocorreram. A maioria dos mortos eram mulheres, a população era extremamente racista, eles viviam com um fanatismo religioso, tudo que tem espalhado pelo Brasil. Portanto, a gente condensou e colocou uma lente de aumento dentro desse microcosmo. 

CinePOP: Tenho uma teoria de quando levamos ações do cotidiano, como por exemplo crimes, às telas do cinema, a gente consegue gerar maior empatia sobre o tema com as pessoas, tocá-las de forma mais contundente. Algo realizado em filmes, por exemplo, como Última Parada 174 (2008) e O Lobo Atrás da Porta (2014). Você acredita que Macabro consegue gerar essa empatia para as pessoas olharem a história por trás do crime? 

Marcos Prado: Com certeza. O cinema tem uma função de entretenimento, mas também tem uma função de fazer as pessoas se questionarem. Um filme como o Macabro apresenta o racismo estrutural de forma  intensa. Você sai se questionando em diversos níveis.

O filme é todo visto pelo ponto de vista do policial, a história dele é ficcionalizada, mas no começo do filme ele mata um inocente negro numa operação policial. Ele vai para uma segunda missão com uma questão jurídica de que ele vai ser julgado pelo crime que ele cometeu. É uma coisa que ocorre muito nas operações policiais do Rio de Janeiro, 80% das pessoas que acabam sendo mortas – sendo traficantes ou não – são negras. Se você consegue gerar debate junto com entretenimento, você está fazendo um favor a sociedade. 

CinePOP: Quais temas você pretende abordar em seus trabalhos futuro?

Marcos Prado: Estou desenvolvendo um projeto agora que é um outro longa de ficção sobre o Sabotage [nome artístico de Mauro Mateus dos Santos Filho], o rapper paulista assassinado em 2003. Eu acredito que ele tem uma vida muito interessante para retratar. Ele estava envolvido com o crime desde o começo da vida por questões óbvias, não tinha oportunidade para nada, mas era um poeta. Sempre foi um poeta e acabou conseguindo sair [dessa vida]. 

CinePOP: Como estão as expectativas para o lançamento de um filme no momento de pandemia e limitado apenas aos drive-ins, já que os cinemas permanecem fechados? 

Marcos Prado: A princípio a gente ficou reticente, mas eu demorei 10 anos para fazer este filme. […] A sala de cinema é aquele lugar em que você e o filme se relacionam diretamente. É diferente de casa… A sala do cinema é coletiva, mas é individual. 

Então, decidimos ir para o drive-in, que serve como um pré-lançamento. Se o mundo mudar, se houver uma vacina, o lançaremos no cinema. Se continuar desse jeito, vamos para o streaming. É um discussão que eu tenho que ter com os meus co-produtores. Achamos prudente lançar agora. Tem vários drive-ins abertos no Rio, São Paulo, Maceió, Bragança Paulista e outros lugares. Também acredito que é uma forma de dar uma esperança para as pessoas. 

‘Pantera Negra’ quebra recorde de ‘Jurassic World’ e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’

Pantera Negra‘ é um fenômeno nas bilheterias e conquistou um fato prá lá de curioso.

Segundo o Box Office Mojo, em apenas quatro dias o filme solo do herói conseguiu ser a maior bilheteria em uma segunda-feira de todos os tempos, arrecadando US$ 40,2 milhões. Com isso, o filme chegou a um total de US$ 242 milhões em 4 dias.

Esse total dentro deste período supera ‘Os Vingadores’ (US$ 226,3 milhões), ‘Jurassic World’ (US$ 234 milhões) e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ (US$ 241,6 milhões).

Pantera Negra‘ soma US$ 404 milhões mundialmente e também bateu mais um recorde e se tornou o filme mais bem avaliado do Universo Cinematográfico da Marvel no Rotten Tomatoes. Com 98% de críticas positivas, o filme tirou o primeiro lugar de ‘Homem de Ferro‘, que tem 94% de avaliações positivas.

Com mais de 200 avaliações computadas, não parece que a classificação de’Pantera Negra‘ cairá drasticamente nas próximas semanas, já que a classificação de’ Homem de Ferro‘ foi criada com 250 críticas.

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar).

O longa já está em cartaz nos cinemas.

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‘Punho de Ferro’: Icônica máscara amarela do herói é revelada; Vem ver!

A segunda temporada de Punho de Ferro’ chega ao público em 07 de setembro e durante o seu painel na Comic-Con, a Netflix mostrou uma série de cenas do novo o ciclo.

Além de lançar o novo trailer da produção, a empresa fez questão de provar que corrigiu uma de suas maiores críticas, que eram as coreografias das cenas de lutas.

Agora, também vazou no Reddit uma suposta imagem da famosa máscara amarela que o herói usa no quadrinhos. Na imagem, podemos ver o personagem Davos (Sacha Dhawan) usando. De acordo com o ComicBook, a cena trata-se de um flashback, onde os dois personagens competem pelo direito de enfrentar o dragão Shou-Lao. Confira:

Davos in Iron Fist S2 from r/marvelstudios

Assista o trailer:

Outro teaser da segunda temporada destaca a presença do vilão Serpente de Aço.

Serpente de Aço é o alter ego de Davos (Sacha Dhawan), um personagem que já foi introduzido no meio da primeira temporada, tendo treinado junto com Danny Rand (Finn Jones) pelo poder do Punho de Ferro.

Veja algumas fotos:

Crítica ‘A Queda’ | Suspense nas alturas é uma das melhores surpresas do ano

Chega nesta quinta (29), aos cinemas de todo o país, A Queda, o suspense de Scott Mann que vai aterrorizar qualquer um que tenha medo de altura. A trama é bem simples e gira em torno de duas personagens. Presas no alto da quarta maior estrutura dos EUA, localizada no meio do deserto, elas precisam encontrar uma forma de voltarem ao chão antes que as condições climáticas, a fome ou outros perigos as matem.

Preciso admitir que não nutria grandes expectativas para esse projeto. Não apenas por destoar um pouco da filmografia do diretor, mas principalmente porque a premissa do trailer parecia a de um terror de baixo orçamento sobre os perigos da falta de noção dos influencers digitais. E apesar de acontecer uma crítica mais do que justa a eles no filme, a premissa em momento algum se perde e cria um dos melhores suspenses de sobrevivência desde 127 Horas (2010).

No longa, a jovem e aventureira Becky (Grace Caroline Currey) está vivendo um período difícil na vida, após passar por um trauma daqueles que abalam a vida de qualquer um. Percebendo a situação em que ela está, seu pai (Jeffrey Dean Morgan) vai atrás dela para tentar conversar, só que a filha se fechou para o mundo. Tentando mostrar para ela que a vida continua, o pai liga para a melhor amiga dela. O problema é que a abençoada decide convidá-la para um passeio pra lá de inusitado: escalar uma torre abandonada de 600 metros de altura no meio do deserto. Becky hesita, mas acaba aceitando o convite. E lá nas alturas, as coisas desandam.

A amiga de Becky, Hunter (Virginia Gardner) é uma digital influencer de escaladas. Nas últimas décadas, com o avanço das redes sociais, vídeos de pessoas escalando estruturas altíssimas, abandonadas ou não, ou fazendo parkour no topo de prédios, acabaram virando um fenômeno de audiência, levando fama a muitos e a morte para outros. No filme, Hunter é especialista em escalar montanhas sem proteção e acredita que essa adrenalina é a chave para resolver intrigas e conflitos. Por isso, quando ouve falar dessa torre abandonada, ela não hesita em convidar sua melhor amiga para escalar a estrutura com ela.

O problema é que o trauma de Becky envolve justamente uma escalada. Então, desde o princípio, a protagonista já começa a subir a estrutura psicologicamente abalada. Não tão abalada quanto a própria estrutura da torre, que está caindo aos pedaços. E isso é um ponto fundamental para o filme funcionar.

Isso porque o filme, que tem pouco mais de 1h30 de duração, se divide em praticamente dois núcleos: a escalada na torre e o isolamento no topo. Então, para preencher esse primeiro núcleo, o diretor brinca bastante com a escala da estrutura, usando diferentes ângulos e apostando num plano aberto para mostrar como elas estão subindo em uma parada ridiculamente alta, e com os detalhes que passam a noção do quão perigoso e abandonado é o lugar em que elas estão arriscando suas vidas.

E uma forma de passar esse perigo iminente, criando uma tensão desesperadora, é com um artifício que não chega a ser novo no cinema, a franquia Premonição usava e abusava dele, que é mostrar os parafusos soltando conforme elas sobem, a escada tremendo com o vento, os ferros soltos que não deveriam estar soltos. Cada passo que elas dão é um desespero. E a direção faz isso de forma que é impossível não se agoniar. É um parafuso soltando intercalado com um plano aberto mostrando o quão alto elas estão e como sequer chegaram na metade da torre.

No núcleo do topo, o desespero ganha mais força ainda, porque o cenário é praticamente o chão e o céu, com as duas forçando ao máximo o limite do bom-senso para fazer vídeos e fotos para as redes sociais. E quando elas se dão conta da furada em que se meteram, o suspense ganha contornos dramáticos, porque elas estão numa altura em que sequer chega sinal de telefone. E com a corda curta, descer de volta se torna praticamente impossível.

Isoladas lá em cima, as duas conversam e tentam bolar formas de não apenas sobreviver, mas de tentar descer em segurança. É assim que começa uma série absurda de eventos das duas lutando para sobreviver, enquanto fantasmas do passado surgem para assombrar a relação delas. E preciso destacar aqui a atuação de Grace Caroline Currey (Shazam!). A “Becky” dela está muito bem e carrega o filme. É possível se identificar com os dramas dela e com toda a situação na que acabou de se envolver. Já Dean Morgan, que teve bastante destaque no material promocional, aparece bem pouquinho para não desviar o público do horror da altura.

Nessa briga pela sobrevivência, a direção consegue abordar temas interessantes que desenvolvem as personagens, mas nada que te desligue do perigo da situação. É um filme vertiginoso, que afeta diretamente nosso senso de risco, de urgência. Inclusive, se você tiver fobia de altura ou sofrer de vertigem, acho que vale a pena avaliar bastante se você está em condições de ver ou não A Queda, porque o trabalho aqui é impecável. Desde A Travessia (2015) que um longa não conseguia abordar com tanta maestria a perspectiva de um lugar ridiculamente alto em prol da trama. A altura da torre é um personagem, um vilão digno dos mais clássicos de Hollywood.

Agora, se você consegue suportar grandes alturas, mas não ao ponto de ficar indiferente, corra para os cinemas, porque A Queda é um dos melhores suspenses do ano!

A Queda está em cartaz nos principais cinemas do Brasil.

 

 

Crítica | Caçando Ava Bravo – Suspense Genérico da Prime Video Traz Mais do Mesmo em Bela Paisagem

Depois que a franquia ‘Jogos Mortais’ elevou o sarrafo das bizarrices torturantes que um ser humano pode fazer com o outro, ficou difícil para os produtores conseguir vender um título que colocasse uma pessoa num limite tão desafiador e convencesse o público, pois, quando o mais cruel já foi feito, qualquer coisa que não seja tão terrível simplesmente fica parecendo fraco demais. Mas, vez ou outra aparecem algumas tentativas interessantes, com algum elemento diferente, como é o caso de ‘Caçando Ava Bravo’, suspense de ação que acaba de estrear na Prime Video.

Ana Bravo (Kate del Castilho) acorda e se vê dentro de um casebre que desconhece. Ela olha ao redor e vê um fio amarrado em seu pé, tocando sininhos, e um rádio, com uma mensagem pedindo para ser tocado. Confusa, ela obedece o bilhete, e ouve uma voz desconhecida dizer que ela fora sequestrada e que, para sobreviver, deve pegar uma espingarda que contém apenas três balas e se dirigir para a parte leste da montanha, do lado de fora, onde haverá uma tenda com uma moto especial para neve para ela poder fugir. Só que a voz avisa que ela tem apenas poucos segundos de vantagem, pois o sequestrador (Marc Blucas) está no porão e irá subir em breve. Desesperada e sem tempo para pensar, Ana obedece à mensagem, sem saber que naquele momento tem início mais uma experiência de vida ou morte que ela deverá enfrentar.

Resumidamente, ‘Caçando Ava Bravo’ pode até não trazer nada de original em seu enredo, mas tem lá sua boa ideia. Porém, o problema parece ser que essa boa ideia não se sustenta por tanto tempo. Tivesse sido desenvolvido em formato de curta ou de média-metragem com menos duração (o filme tem 71 minutos), talvez a produção passasse maior intensidade ao espectador. Mas, com tanto tempo e um elenco muito reduzido – de basicamente apenas cinco atores, quatro dos quais, homens – , falta assunto, falta acontecimento para a trama se desenvolver, de modo que após dez minutos de projeção o espectador se sente tal qual a protagonista: andando em círculos.

Alguns elementos do roteiro de Julie Auerbach, Kevin Tavolaro e Marc Blucas não servem para nada na trama, preenchendo apenas a vastidão da neve das montanhas canadenses, como o constante uivar de lobos que se ouve com frequência, mas que não surgem como ameaça. Os próprios protagonistas não têm justificativas para seus principais atos, e um dos personagens que influencia na história entra e sai de cena sem ser devidamente explicado.

Claramente com orçamento reduzido, há de se dar o valor na direção de Gary Auerbach, especialmente nas tomadas de plano aberto e de drone, mostrando a vastidão do inverno sem fim. Porém, com um início superrápido, que já coloca a protagonista em atividade na primeira cena, o resto do filme se arrasta sem propósito, o que aponta desequilíbrio da produção. Novamente: se fosse mais curto, talvez a história ficasse mais intensa. Do jeito que está, é só mais um suspense genérico que traz uma pessoa sequestrada para servir de caça viva para alguém entediado. Você já viu isso antes.

As 10 MELHORES Séries de 2019

Final de ano batendo a porta… É hora de conhecer as Melhores Séries de 2019 pelo CinePOP. E podemos dizer que foi um ótimo ano para as séries. Nunca se produziu tantos seriados e a presença de mais “jogadores” na disputa no mundo do streaming elevou bastante o padrão de qualidade. Netflix, Amazon Prime Video e Apple TV+ já mostram sua força no mercado. A Disney Plus também chegou fazendo barulho em 2019, mas só estará disponível no Brasil a partir de 2020. Por causa disso, The Mandalorian não entrou na nossa lista. Desculpa, Baby Yoda.

Vamos então à nossa seleção! Não deixe de comentar o que achou da lista e nos diga qual seria o seu Top 10 de séries em 2019.

 

10) Boneca Russa (Netflix)

Russian Doll (no original) é uma das principais novidades do ano que termina. Criada por Natasha Lyonne, Amy Poehler e Leslye Headland, a série gira em torno de Nadia Vulvokov (Lyonne), uma cínica nova-iorquina que morre em um acidente bizarro na noite em que completa 36 anos. Mas ela não vai para o além ou para o túmulo. Ela ressuscita em um ponto específico na mesma noite. A partir daí, ela cai num jogo de falecimento e ressurreição insano, sempre aprendendo algo a cada vez. Há uma dinâmica meio Feitiço do Tempo, mas Lyonne dá todo um novo frescor à trama. Divertida e envolvente, Boneca Russa vale a maratona. A série já foi renovada para a segunda temporada, e a protagonista já disse que a ideia é encerrar a trama após o terceiro ano.

 

9) Sex Education (Netflix)

Uma série que consegue ser divertida, triste, fofa, bizarra e importante ao mesmo tempo. Sex Education foi uma verdadeira sensação em 2019. A série caminha entre clichês e estereótipos de tramas adolescentes do colegial, mas é muito mais ousada, principalmente no campo da representatividade. Ainda que o protagonista seja o tímido garoto branco de sempre, a série é cercada de personagens femininos, negros, gays e trans. Tudo de forma natural e envolvente. A trama acompanha Otis (Asa Butterfield), um garoto que é filho de uma moderna terapista sexual (Gillian Anderson). Aproveitando o conhecimento adquirido em casa, ele passa a consultar seus colegas de escola, mesmo sendo uma pessoa bastante reprimida sexualmente. A segunda temporada estreia já no próximo dia 17 de janeiro.

 

8) Years and Years (HBO)

Uma das séries mais difíceis de assistir do ano. Não por ser ruim, mas pelo contrário. Por ser realista demais. Mesmo avançando anos no futuro, Years and Years investe numa realidade muito próxima da nossa, com políticos demagogos que vendem falsas verdades. A série acompanha a vida de uma família ao longo de muitos anos, retratando um cenário político, social e tecnológico muito próximo do que pode vir a seguir. É uma distopia, mas parece tão próxima que choca o espectador. Ainda assim, uma experiência narrativa especial, que conta com um grande elenco. As veteranas Emma Thompson e Anne Reid são os destaques da produção criada por Russell T Davies.

 

7) Inacreditável (Netflix)

Unbelievable (no original) é uma das série mais relevantes e fortes do ano. A temática é bastante atual e importante, abordando a história de uma jovem garota que denuncia ter sido vítima de um estupro, mas que é desacreditada por parte dos responsáveis pela investigação policial. Não é uma série fácil de assistir, mas bem escrita e envolvente. O elenco traz ótimas atuações de Kaitlyn Dever, Merritt Wever e, principalmente, Toni Collette. Infelizmente, Inacreditável acompanha uma trama que não é nada difícil de acreditar. E são obras como estas que ajudam a contar a história de mulheres vítimas que muitas vezes se calam com medo de serem atacadas ou perseguidas.

 

6) Succession (HBO)

Após uma excelentes primeira temporada em 2018, Succession retornou ainda melhor em seu segundo ano. A série criada por Jesse Armstrong segue contando a fascinante e perturbadora vida da família Roy, gigante no campo da comunicação nos Estados Unidos. Brian Cox, Jeremy Strong, Sarah Snook, Kieran Culkin e Matthew Macfadyen são alguns dos principais membros da disfuncional família. Uma obra sobre cobiça e ganância. Sobre a vontade de se manter no poder. E sobre como os veículos de comunicação são importantes para isso. A terceira temporada estreia em 2020.

 

5) Olhos que Condenam (Netfilx)

Se Years and Years foi difícil de assistir por retratar um futuro que parece muito próximo, Olhos que Condenam é ainda mais brutal, afinal registra um presente que existe. Até por isso, trata-se de uma das séries mais importantes do ano. A série criada e dirigida por Ava DuVernay conta a história real de cinco adolescentes negros que foram presos após uma confusão no Central Park e acusados injustamente por um crime brutal que aconteceu no local. Com apenas quatro episódios, When They See Us (no original) é uma produção importantíssima que mostra as falhas do sistema judicial e investigativo nos Estados Unidos. Embora seja claro que a situação também vale para outros lugares do mundo. Jharrel Jerome recebeu um Emmy de Melhor Ator pelo trabalho na minissérie.

 

4) Euphoria (HBO)

Quando saíram as indicações para o Globo de Ouro 2020, meio mundo questionou: onde diabos está a indicações de Zendaya? E o motivo para tanta revolta foi o incrível trabalho da jovem atriz na primeira temporada de Euphoria. A série da HBO acompanha Rue Bennett (Zendaya), uma garota do colegial que tem problemas sérios de dependência com drogas e medicamentos. Após um período numa clínica de reabilitação, ela retorna ao dia a dia de sua família e escola. A produção é envolvente, original e visualmente atrativa, contando com um belo trabalho de design de produção. O elenco é um destaque à parte. Além da protagonista, temos ótimas atuações dos jovens Jacob Elordi, Barbie Ferreira, Storm Reid, Sydney Sweeney, Hunter Schafer e Maude Apatow.

 

3) Chernobyl (HBO)

Os fãs das séries chegam ao final de 2019 com um maior conhecimento em engenharia nuclear. E a razão para isso é justamente Chernobyl! A minissérie de cinco episódios da HBO tem o mérito de reconstituir com precisão os acontecimentos por trás e imediatamente após o acidente nuclear na usina de Chernobyl. Além de explorar bastante o lado científico, a produção é bem precisa no retrato de toda questão política envolvendo a extinta União Soviética e a tentativa da nação em não admitir seus erros. Criada por Craig Mazin, a minissérie conta com grandes atuações de Jared Harris, Stellan Skarsgard e Emily Watson. Recebeu nada menos que 10 estatuetas do Emmy 2019, incluindo Melhor Minissérie. 

 

2) Watchmen (HBO)

Responsável por algumas das melhores séries nas últimas duas décadas (The Leftovers e Lost), Damon Lindelof é a insana e ousada mente criativa por trás de Watchmen, uma adaptação bem livre da clássica HQ de Alan Moore. Sabendo que seria julgado por sua adaptação, Lindelof oferece ao espectador uma história completamente nova envolvendo o universo criado por Moore. Ao mesmo tempo em que celebra o clássico, oferece algo completamente atual aos dias de hoje. E que não soa em nenhum momento requentado. Uma obra de muito frescor num cenário desgastado por infinitas adaptações dos quadrinhos, no cinema e na TV. E conta com a vencedora do Oscar Regina King em atuação marcante. Jeremy Irons, Jean Smart e Tim Blake Nelson também estão no elenco principal. 

 

1) Fleabag (Amazon Prime Video)

Não há muito espaço para debates, o ano foi dela: Phoebe Waller-Bridge. Ela é a criadora e protagonista de Fleabag, série da Amazon Prime Video que chegou em sua segunda (e possivelmente última) temporada em 2019. O primeiro ano da produção já havia sido incrível, mas o segundo vai muito além, com direito a uma participação inesquecível de Andrew Scott como o “padre gato”. A série conquistou seis estatuetas no Emmy 2019, incluindo Melhor Série de Comédia e Melhor Atriz em Comédia, com Waller-Bridge interrompendo uma sequência de seis vitórias seguidas de Julia Louis-Dreyfus (Veep). Fleabag conta a história de uma jovem mulher que viveu uma tragédia recente e tenta lidar com o dia a dia de ser uma adulta, enquanto que sofre com uma vida pessoal instável e com relacionamentos conturbados com a irmã (Sian Clifford), o pai (Bill Paterson) e a madrasta (Olivia Colman, ótima). Vejam!

‘It: A Coisa’: Diretor pode filmar novas cenas para a versão estendida

O diretor Andy Muschietti revelou nos últimos dias que não está interessado (por enquanto) em retornar para o mundo de ‘It: A Coisa’, mas que já está planejando uma versão estendida dos dois filmes da saga.

Além de ter falado sobre a potencial fusão de ambos os projetos em um único super longa-metragem, Muschietti também comentou que ainda não está com tudo pronto para o aguardado novo corte.

Em entrevista ao site ET Online, o cineasta comentou que “não terminou” de rodar as sequências para o lançamento doméstico e que ele pode incluir cenas inéditas, que não fazem parte nem do corte final e nem do compilado das iterações deletadas.

‘It: A Coisa – Capítulo 2’ já está em exibição nos cinemas brasileiros.

Andy Muschietti (‘Mama‘) retorna à direção, que terá novamente Gary Dauberman (‘A Freira‘) como roteirista.

Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, a sequência volta a acompanhar os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.

O elenco conta com o retorno de Bill Skarsgård no papel de Pennywise e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens.

Katy Perry revela que está grávida com o dramático clipe de “Never Wore White”; Confira!

Katy Perry lançou na última madrugada seu mais novo single, intitulado “Never Wore White” – mas isso não foi tudo: a música e o videoclipe vieram acompanhados da emocionante revelação de que a artista está grávida de seu primeiro filho junto com o ator Orlando Bloom.

Assista:

A música já está disponível em todas as plataformas, incluindo Spotify.

A dramática balada é sua primeira música desde o lançamento de “Cozy Little Christmas”, divulgada no ano passado juntamente a outras três canções: “Never Really Over”, “Harleys in Hawaii” e “Small Talk”.

Perry é uma das artistas mais bem-sucedidas das últimas décadas, tendo vendido mais de 18 milhões de álbuns mundialmente. Ela foi indicada a 13 estatuetas do Grammy e é a única cantora a ter recebido o Spotlight Award, dividindo o prêmio com Michael Jackson.

Seu último álbum de estúdio, Witness, foi lançado em 2017. Ainda não se sabe quando a cantora divulgará seu próximo trabalho.

Vale lembrar que Perry e Bloom estão juntos desde 2016 e que pretendem se casar ainda este ano.

‘Star Trek: Picard’ é indicada a cinco categorias do Emmy 2020!

Star Trek: Picard’ tornou-se uma das sensações do ano e uma das produções favoritas do panteão intergaláctico. O sucesso foi tamanho que a 1ª temporada fez um barulho considerável no Emmy 2020 e foi indicada a nada menos que cinco categorias.

As nomeações incluem Melhor CabeloMelhor Maquiagem (Não Prostética)Melhor Maquiagem Prostética para Série, Minissérie, Filme ou Especial para TVMelhor Edição de SomMelhor Mixagem de Som.

Vale lembrar que a temporada de estreia chegará em Blu-ray, DVD e steelbook no dia 06 de outubro.

Em entrevista ao IndieWire, o produtor Akiva Goldsman revelou alguns detalhes sobre o próximo ano da série, indicando que a Frota Estelar terá maior peso narrativo.

Sabíamos que trazer a Frota era uma promessa, então tentamos ser considerativos quanto a isso. Especialmente conforme seguimos em frente, vamos começar a fazer declarações sobre o que é o mundo da Frota Estelar, ao menos tecnologicamente, se não social e culturalmente… Essas são as coisas que vão ter mais atenção que tiveram [na primeira temporada], que foi essencialmente uma história sobre alguém que está fora da Frota Estelar”.

Em entrevista ao Collider, Goldsman revelou que os planos iniciais da série mudaram.

“Nós não iremos gravar. Iríamos começar em junho, o que garanto que não vamos fazer a não ser que o mundo abra amanhã. Tínhamos quebrado a temporada e tínhamos escrito metade dela. Sabe, vamos começar assim que o mundo reabrir. A preparação terá que continuar, e então nós vamos começar”.

Recentemente, o astro Patrick Stewart, que retorna mais uma vez como o personagem-titular, comentou que o próximo ciclo terá eventos bastante surpreendentes.

“Tudo está se juntando, sim. Por causa de como estamos vivendo, não há reuniões de roteiristas, é claro. Mas todos estão escrevendo e estão me deixando a par do que está acontecendo”, ele disse em entrevista ao Goldderby“Há eventos surpreendentes previstos para a 2ª temporada. Estou muito animado para eles, porque vai continuar exatamente de onde paramos na 1ª temporada. Não vamos cobrir as mesmas coisas. Será extraordinário”.

O showrunner Michael Chabon também comentou em recentes entrevistas acerca do que se pode esperar do futuro da série, deixando claro que a perspectiva narrativa será diferente.

“Será diferente de alguma maneira. Definitivamente iremos em direções que não vimos na primeira temporada. Acho que estávamos envoltos de várias formas pela popularidade do show. Eu só fiz isso uma vez, mas imagino que é provavelmente verdade para vários shows televisivos, especialmente nesta era: a 1ª temporada foi, de muitos jeitos, sobre aprender a fazer Star Trek: Picard’. Tanto em termos de produção quanto em termos de narrativa, e quem é o nosso elenco, como esses personagens formaram elos surpreendentes e se uniram uns aos outros”.

A série tem como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Patrick Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Alison Pill (The Newsroom‘), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace‘)  completam o elenco. Hanelle Culpepper assume a direção do projeto. 

‘Matéria Negra’: Produtor de ‘Venom’ está desenvolvendo série baseada no livro best-seller

Segundo o Collider, o produtor Matt Tolmach (‘Venom’) está se reunindo mais uma vez com a Sony Pictures Television para a adaptação seriada do aclamado best-seller ‘Matéria Negra’.

Blake Crouch, autor do romance, ficará responsável pelo roteiro. A Apple já adquiriu os direitos de exibição do show.

Crouch também entra como produtor ao lado de Tolmach e David Manpearl.

O livro é descrito como um thriller sci-fi de alto-conceito que relembra ‘Amnésia’‘Looper’. A história explora escolhas e os caminhos que são tomados ou não e o quão longe alguém está disposto a ir para alcançar as vidas com as quais sonhamos.

Crouch vendeu os direitos de publicação por US$1 milhão e conseguiu mais US$1,25 milhão em um pré-acordo com a Sony ainda em 2014.

Confira a sinopse oficial:

“VOCÊ É FELIZ COM A VIDA QUE TEM?” Essas são as últimas palavras que Jason Dessen ouve antes de acordar num laboratório, preso a uma maca.  Raptado por um homem mascarado, Jason é levado para uma usina abandonada e deixado inconsciente. Quando acorda, um estranho sorri para ele, dizendo: “Bem-vindo de volta, amigo.”

Neste novo mundo, Jason leva outra vida. Sua esposa não é sua esposa, seu filho nunca nasceu e, em vez de professor numa universidade mediana, ele é um gênio da física quântica que conseguiu um feito inimaginável. Algo impossível. Será que é este seu mundo, e o outro é apenas um sonho? E, se esta não for a vida que ele sempre levou, como voltar para sua família e tudo que ele conhece por realidade?

Com ritmo veloz e muita ação, Matéria escura nos leva a um universo muito maior do que imaginamos, ao mesmo tempo em que comove ao colocar em primeiro plano o amor pela família. Marcante e intimista, seus múltiplos cenários compõem uma história que aborda questões profundamente humanas, como identidade, o peso das escolhas e até onde vamos para recuperar a vida com que sonhamos.

‘Matéria Escura’ entrou instantanteamente para a lista de mais vendidos do New York Times, além de ser traduzido para 35 línguas diferentes.

‘Legends of Tomorrow’: 6ª temporada ganha novo trailer oficial; Confira!

A CW divulgou o novo trailer oficial da 6ª temporada de ‘Legends of Tomorrow‘.

O próximo ciclo irá estrear no dia 02 de maio.

Confira, junto às imagens promocionais:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

‘Lucifer’: Novo vídeo promocional faz um grande resumão da série; Confira!

A 6ª e última temporada da adorada série Lucifer já está disponível na Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo fazendo um grande resumão da produção.

Confira:

Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar (Tom Ellis), entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco também conta com Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.

‘Belfast’: Drama dirigido por Kenneth Branagh conquista 8 indicações ao Oscar 2022!

Belfast é o mais novo e aclamado drama do diretor Kenneth Branagh (‘Assassinato no Expresso do Oriente’) e continua com sua onda de honrarias.

No Oscar 2022, o longa-metragem conquistou oito indicações, incluindo Melhor FilmeMelhor Roteiro OriginalMelhor Direção para Branagh e Melhor Atriz Coadjuvante para Judi Dench.

Os vencedores serão anunciados no dia 27 de março.

O filme é produzido por Laura Berwick, Becca Kovacik e Tamar Thomas.

Belfast é uma história pessoal e alegre sobre o poder da memória, ambientada no final dos anos 1960 na Irlanda do Norte. No centro do filme está Buddy, um menino à beira da adolescência, cuja vida é repleta de amor familiar, diversões de infância e um romance florescente. No entanto, com sua amada cidade natal envolvida em turbulências crescentes, sua família enfrenta uma escolha importante: esperar que o conflito passe ou deixe tudo o que conhecem para trás por uma nova vida.

Jamie Dornan, Judi Dench, Ciarán Hinds e Jude Hill também estrelam.

‘Baymax!’: Série baseada em ‘Operação Big Hero’ já está disponível no Disney+!

A série animada ‘Baymax!‘, que dá continuidade ao filme ‘Operação Big Hero‘,  finalmente chegou ao Disney+.

A produção foi lançada na plataforma de streaming no último dia 29 de junho.

A trama “retorna para a fantástica cidade de San Fransokyo, onde o afável, inflável e inimitável companheiro de saúde Baymax parte em busca do que foi programado para fazer: ajudar os outros”.

Relembre o trailer:

O diretor Don Hall afirmou que a série “focará na configuração original do Maymax, que é ser um robô enfermeiro. Haverá um paciente na série que o robô amigável tentará ajudar. Então, a história poderá se desenvolver de muitas formas interessantes a partir daí.” 

Operação Big Hero‘ alcançou US$ 657.8 milhões na bilheteria mundial, superando grandes sucessos do estúdio, como ‘Enrolados‘ (US$ 592.4m).

Primeira animação da Disney com personagens da Marvel Comics, ‘Operação Big Hero‘ é comédia de ação e aventura sobre o prodígio Hiro Hamada, brilhante em robótica, que aprende a dominar seu gênio — graças a seu brilhante irmão Tadashi e seus amigos: Go Go Tamago, movida a adrenalina; Wasabi, cuja obsessão é organização; Honey Lemon, especialista em química; e Fred, fã de mangás. Quando uma devastadora sequência de eventos os coloca bem no meio de uma trama perigosa que acontece nas ruas de San Fransokyo, Hiro recorre a seu companheiro mais próximo — um robô chamado Baymax — e transforma o grupo em uma equipe de heróis de tecnologia de ponta determinados a desvendar o mistério.

‘As Marvels’: Astro de ‘Parasita’ entra para o elenco da sequência

Segundo o Collider, o ator coreano Park Seo-joon, conhecido por seu trabalho no aclamado vencedor do Oscar ‘Parasita’, foi escalado para o elenco de ‘As Marvels’.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Seo-joon se junta às previamente confirmadas Brie Larson, que retorna como Carol Danvers/Capitã MarvelIman Vellani, que interpreta Kamala Khan/Ms. MarvelTeyonah Parris, que reprisa o papel de Monica Rambeau; e Samuel L. Jackson, que volta como Nick Fury.

Lembrando que a sequência de ‘Capitã Marvel‘ será lançada nos cinemas nacionais dia 27 de julho de 2023.

O editor-chefe Renato Marafon assistiu ao primeiro trailer na D23 Expo e traz a descrição para você:

No material em questão, Carol, Kamala e Monica são vistas trocando de lugar de forma repentina e misteriosa, lembrando bastante a cena pós-créditos da série da ‘Ms. Marvel.

Logo depois, as três se rúmen na casa da família de Kamala, onde tentam entender o motivo delas ficarem mudando de lugar. A prévia conta ainda com uma pequena participação de Nick Fury, personagem de Samuel L. Jackson que retorna.

As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’), com Brie Larson no papel principal, conforme destacou o teaser do evento.

Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.

‘A Pequena Sereia’: Live-action ganha clipe INÉDITO ao som de “Kiss The Girl”; Confira!

Durante o MTV Movie & TV Awards 2023, a Walt Disney divulgou um novo clipe oficial do live-action de A Pequena Sereia, estrelada por Halle Bailey.

O breve vídeo dá destaque à nova versão da música “Kiss The Girl”.

Confira:

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 25 de maio.

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).

Segundo a rede de cinemas AMC Theatres, a adaptação do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ terá 2 horas e 15 minutos. O filme animado original tinha 1 hora e 23 minutos.

Dica do Fim de Semana | 5 ÓTIMAS séries de suspense para conferir no Prime Video

Mais um final de semana chegou e, como é de costume, trazemos a vocês mais uma lista com dicas imperdíveis espalhadas pelos streamings.

Para as novas indicações, preparamos um compilado de ótimas séries de suspense para conferir no Prime Video.

Veja abaixo as nossas escolhas:

PEQUENOS INCÊNDIOS POR TODA PARTE (2020)

Pequenos Incêndios por Toda Parte é um dos melhores dramas de 2020 e, pouco antes de estrear, já . Entre atuações incríveis e ácidos diálogos que discutem sobre preconceito, orientação sexual e privilégios raciais, é inegável dizer que cada novo capítulo veio como um forte soco no estômago, desconstruindo tudo o que esperávamos em prol de reviravoltas chocantes, personagens marcantes – e uma resolução digna de qualquer tragédia social de Bertold Brecht ou Tennessee Williams.

Estrelada por Kerry WashingtonReese Witherspoon e um elenco de peso, a trama acompanha os destinos interligados da aparentemente perfeita família Richardson e da enigmática mãe e filha que mudam suas vidas ao chegarem num pequeno subúrbio de Ohio – e tudo isso envolvendo um misterioso incêndio e os fatos que sucedem a controversa adoção de uma criança com descendência chinesa.

CRUEL SUMMER (2021 – PRESENTE)

A série de suspense adolescente Cruel Summer estreou sem muito barulho no Prime Video e, em pouco tempo, tornou-se uma das produções mais adoradas dos assinantes. Funcionando, a princípio, como uma minissérie, a narrativa foi desdobrada em uma antologia que ganhou novos episódios em 2023 e que manteve o frescor criativo da obra.

A primeira temporada nos leva para o verão de 1993, em uma pequena cidade do Texas, que foi marcado pelo desaparecimento da garota mais popular do colégio, Kate Wallis. E Jeanette, até então uma jovem excluída, assume o posto de nova popular do Ensino Médio. Mas tudo sai do controle e a vida de Jeanette se cruza com o misterioso desaparecimento de Kate. Já na segunda temporada, somos levados a uma idílica cidade à beira-mar no noroeste do Pacífico e acompanhamos a ascensão e a queda de uma intensa amizade adolescente. A história mostra os altos e baixos da amizade entre Megan, Isabella e o melhor amigo de Megan, Luke – explorando o triângulo amoroso que floresceu e o mistério que impactaria a vida de todos.

DEADLOCH (2023)

Criada e escrita por Kate McCartney e Kate McLennan, a série australiana Deadloch traz elementos do mistério, do suspense, da comédia e do drama para uma divertida aventura que provavelmente passou longe do seu radar.

Na trama, quando um homem aparece morto na praia, duas detetives muito diferentes são escaladas para resolver o caso: a meticulosa sargento-sênior Dulcie Collins e uma rude investigadora chamada Eddie Redcliffe, junto com sua ansiosa policial júnior Abby. Enquanto a cidade se prepara para lançar o evento anual de artes, comida e cultura – o Festival de Inverno – o trio deve colocar suas diferenças de lado e unir forças para encontrar o assassino.

SHELTER (2023)

Harlan Coben é um dos autores mais celebrados e bem-sucedidos da contemporaneidade, responsável por assinar obras como ‘Até o Fim’ e ‘Silêncio na Floresta’, por exemplo. Não é surpresa que inúmeros de seus romances já tenham sido adaptados para o cinema e para a televisão – e, recentemente, o Prime Video lançou uma ótima adaptação intitulada Shelter, baseada no livro ‘Refúgio’.

A história acompanha Mickey Bolitar, um jovem que, depois da morte repentina do pai, começa uma nova vida em Kasselton, Nova Jersey. Mickey logo se vê envolvido no desaparecimento misterioso de uma nova estudante em sua escola, Ashley Kent, que o leva a descobrir segredos inimagináveis dentro daquela quieta e suburbana comunidade. Com a ajuda de seus amigos – o inventivo Spoon e a introvertida Ema -, Mickey destrói a fachada sonolenta de Kasselton para revelar um poço submundo obscuro que pode conter as respostas para décadas de desaparecimentos, mortes e lendas… E talvez até mesmo para sua própria história.

TURISMO SELVAGEM (2023)

Assinada por Marnie Dickens e baseada no romance de BE JonesTurismo Selvagem acompanha Liv e Will, um casal britânico que parecem ter uma relação perfeita. Quando Liv descobre que Will está tendo um caso, ele propõe uma viagem pelos épicos Parques Nacionais da América para dar um novo começo ao relacionamento deles, mas ela só pensa em se vingar.

Contando com Jenna ColemanOliver Jackson-Cohen, a minissérie pode ter suas falhas, mas vale a pena pela ambiciosa e envolvente atmosfera, bem como por incríveis atuações que nos conduzem por uma complexa vendeta que é, ao mesmo tempo, nostálgica e contemporânea.

‘Da Ponte Pra Lá’: Vídeo nos leva aos bastidores da série de SUSPENSE da Max com João Guilherme

A Max divulgou um novo vídeo promocional de ‘Da Ponte Pra Lá‘, suspense nacional estrelado pelo João Guilherme (‘De Volta aos 15’).

O vídeo nos leva aos bastidores da produção.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A série estreará no Max em 4 de abril, com um total de sete episódios.

Ambientada na cidade de São Paulo, a trama traça paralelos sobre diferenças sociais e culturais dos jovens da periferia e do centro das grandes cidades, ao mesmo tempo, em que fala sobre paixão e luto, temas contextualizados entre dois mundos divididos por um grande mistério. Nele, uma jovem periférica se infiltra na escola mais exclusiva da alta sociedade paulistana em busca de uma única resposta: quem matou seu melhor amigo?

Com direção de Rodrigo Monte e Vicente Amorim, a série tem o roteiro assinado por Luh Maza, Thais Falcão e Rafael Spínola.

O elenco ainda conta com Gabz, Victor Liam, Marcello Antony, Augusto Madeira, Virginia Cavendish, Nina Tomsic e Breno Ferreira.

Confira:

VMAs 2024 | Taylor Swift e Post Malone levam o prêmio de Vídeo do Ano por “Fortnight”

Taylor SwiftPost Malone conquistaram o principal prêmio do Video Music Awards 2024.

A dupla levou para casa o prêmio de Vídeo do Ano pela colaboração “Fortnight”, lead single do álbum The Tortured Poets Department.

Com isso, Swift se tornou a primeira artista da história do evento a levar para casa o prêmio cinco vezes.

Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 14 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo quatro Álbuns do Ano por Fearless, 1989FolkloreMidnights.

Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns Fearless‘Red’‘Speak Now’ e 1989, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.

BAFTA 2025 | ‘Conclave’ conquista o prêmio de Melhor Filme Britânico

‘Conclave’, o novo longa de Edward Berger (‘Nada de Novo no Front’) que adapta o best-seller homônimo de Robert Harris, continua a fazer bonito na temporada de premiações.

Durante o anúncio de vencedores do BAFTA 2025, o filme levou para casa o prêmio de Melhor Filme Britânico. Além disso, Peter Straughan conquistou a estatueta de Melhor Roteiro Adaptado.

“O filme explora um dos eventos mais secretos e antigos do mundo: a escolha do novo Papa. O Cardeal Lawrence é designado para conduzir esse processo sigiloso após a morte inesperada do querido Papa. Quando os líderes mais poderosos da Igreja Católica se reúnem no Vaticano, trancados juntos nos corredores, Lawrence descobre uma série de segredos profundos deixados pelo Papa falecido, segredos que podem abalar as fundações da Igreja”, revela a sinopse.

Ralph Fiennes lidera um elenco que também conta com Stanley Tucci, John Lithgow, Carlos Diehz e Sergio Castellito.

Emmy Awards 2025 | ‘Adolescência’, ‘O Estúdio’ e mais na lista de INDICADOS à premiação!

A Academia de Artes e Ciências Televisivas revelou hoje (15) os indicados à 77ª edição do Emmy Awards, que visa premiar o melhor da televisão e dos streamings.

Os nomeados foram revelados por Harvey Guillén (‘O Que Fazemos nas Sombras’) e Brenda Song (‘A Dona da Bola’).

Os vencedores serão anunciados no dia 14 de setembro.

Confira a lista abaixo:

COMÉDIA

MELHOR ATRIZ
Uzo Aduba, Assassinato na Casa Branca
Kristen Bell, Ninguém Quer
Quinta Brunson, Abbott Elementary
Ayo Edebiri, O Urso
Jean Smart, Hacks

MELHOR ATOR
Adam Brody, Ninguém Quer
Seth Rogen, O Estúdio
Jason Segel, Falando a Real
Martin Short, Only Murders in the Building
Jeremy Allen White, O Urso

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Liza Colín-Zayas, O Urso
Hannah Einbinder, Hacks
Kathryn Hahn, O Estúdio
Janelle James, Abbott Elementary
Catherine O’Hara, O Estúdio
Sheryl Lee Ralph, Abbott Elementary
Jessica Williams, Falando a Real

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Ike Barinholtz, O Estúdio
Colman Domingo, As Quatro Estações
Harrison Ford, Falando a Real
Jeff Hiller, Somebody Somewhere
Ebon Moss-Bacharach, O Urso
Michael Urie, Falando a Real
Bowen Yang, Saturday Night Live

MELHOR SÉRIE
Abbott Elementary
O Urso
Hacks
Ninguém Quer
Only Murders in the Building
Falando a Real
O Estúdio
O Que Fazemos nas Sombras

MELHOR ATOR CONVIDADO
Jon Bernthal, O Urso
Bryan Cranston, O Estúdio
Dave Franco, O Estúdio
Ron Howard, O Estúdio
Anthony Mackie, O Estúdio
Martin Scorsese, O Estúdio

MELHOR ATRIZ CONVIDADA
Olivia Colman, O Urso
Jamie Lee Curtis, O Urso
Cyntha Erivo, Poker Face
Robby Hoffman, Hacks
Zoë Kravitz, O Estúdio
Julianne Nicholson, Hacks

SÉRIE LIMITADA, FILME PARA TV OU ANTOLOGIA

MELHOR ATRIZ
Cate Blanchett, DISCLAIMER
Meghann Fahy, Sereias
Rashida Jones, Black Mirror
Cristin Milioti, Pinguim
Michelle Williams, Morrendo por Sexo

MELHOR ATOR
Colin Farrell, Pinguim
Stephen Gragam, Adolescência
Jake Gyllenhaal, Acima de Qualquer Suspeita
Brian Tyree Henry, Ladrões de Drogas
Cooper Kogh, Monstros

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Erin Doherty, Adolescência
Ruth Negga, Acima de Qualquer Suspeita
Deirdre O’Connell, Pinguim
Chloë Sevigny, Monstros
Jenny Slate, Morrendo por Sexo
Christine Tremarco, Adolescência

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Javier Bardem, Monstros
Bill Camp, Acima de Qualquer Suspeita
Owen Cooper, Adolescência
Rob Delaney, Morrendo por Sexo
Peter Sarsgaard, Acima de Qualquer Suspeita
Ashley Walters, Adolescência

MELHOR SÉRIE LIMITADA OU ANTOLOGIA
Adolescência
Black Mirror
Morrendo por Sexo
Monstros
Pinguim

DRAMA

MELHOR ATRIZ
Kathy Bates, Matlock
Sharon Horgan, Mal de Família
Britt Lower, Ruptura
Bella Ramsey, The Last of Us
Keri Russell, A Diplomata

MELHOR ATOR
Sterling K. Brown, Paradise
Gary Oldman, Slow Horses
Pedro Pascal, The Last of Us
Adam Scott, Ruptura
Noah Wyle, The Pitt

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Patricia Arquette, Ruptura
Carrie Coon, The White Lotus
Katherine LaNasa, The Pitt
Julianne Nicholson, Paradise
Parker Posey, The White Lotus
Natasha Rothwell, The White Lotus
Aimee Lou Wood, The White Lotus

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Zach Cherry, Ruptura
Walton Goggins, The White Lotus
Jason Isaacs, The White Lotus
James Marsden, Paradise
Sam Rockwell, The White Lotus
Tramell Tilman, Ruptura
John Turturro, Ruptura

MELHOR SÉRIE
Andor
A Diplomata
The Last of Us
Paradise
The Pitt
Ruptura
Slow Horses
The White Lotus

MELHOR ATOR CONVIDADO
Giancarlo Esposito, The Boys
Scott Glenn, The White Lotus
Shawn Hatosy, The Pitt
Joe Pantoliano, The Last of Us
Forest Whitaker, Andor
Jeffrey Wright, The Last of Us

MELHOR ATRIZ CONVIDADA
Jane Alexander, Ruptura
Gwendoline Christie, Ruptura
Kaitlyn Dever, The Last of Us
Cherry Jones, The Handmaid’s Tale
Catherine O’Hara, The Last of Us
Merritt Wever, Ruptura

Confira a lista completa aqui!

Diretor de ‘Alien: Romulus’ pode ficar responsável pelo reboot de ‘Blade’, afirma insider

Universo Cinemático Marvel está repleto de projetos que muitos fãs jamais imaginaram serem possíveis. Personagens adorados que pareciam destinados apenas aos quadrinhos se tornaram heróis do cinema. Porém, alguns planos são mais difíceis de concretizar que outros – e um título bastante aguardado pelo público ainda não viu a luz do dia: ‘Blade’.

Essa adaptação em particular foi anunciada há vários anos. Inúmeros diretores e roteiristas estiveram envolvidos durante esse período, e parece que a Marvel Studios teve dificuldades para encontrar a abordagem certa para o projeto. Agora, embora permaneça atrasado, o filme parece ter ganhado uma atualização promissora.

O filme foi anunciado em 2019, antes de uma série de atrasos o deixar indefinidamente em um limbo de desenvolvimento. De acordo com o famoso insider Alex Perez, do The Cosmic Circus, a Marvel ainda tem planos para fazer o filme e já tem dois novos diretores em mente para o projeto.

“Está demorando um pouco porque eles queriam adiar para a próxima saga”, o jornalista afirmou. “Vai se concretizar; não se preocupe com isso. Quanto à direção, Fede Alvarez ou Dan Trachtenberg“.

Mahershala Ali interpretará o vampiro titular.

Infelizmente, o projeto permanece sem diretor – após a saída de Yann Demange (‘Lovecraft Country’) e Bassam Tariq (‘Fantasmas de Sugar Land’).

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Álbuns POUCO conhecidos que completam 5 anos em 2026

2021 foi um grande ano para a música mainstream, com vários álbuns que se tornaram favoritos do público.

Dentre os destaques da mídia ao redor do mundo, tivemos a grandiosa estreia de Olivia Rodrigo com ‘SOUR’, que lhe rendeu nada menos que três estatuetas do Grammy Awards e a eternizou como uma das maiores vozes da nova geração – e um dos emblemas do bedroom pop; a igualmente impactante estreia de Lil Nas X com a efervescência multiestilítica de ‘MONTERO’; e o último álbum do icônico grupo sueco ABBA, ‘Voyage’, que conquistou uma indicação ao Grammy de Álbum do Ano.

Porém, em meio a tantos lançamentos, alguns passam longe do nosso radar e, por esse motivo, preparamos uma breve lista com oito álbuns que completam 5 anos em 2026 e que mereciam mais atenção.

Confira abaixo as nossas escolhas:

A TOUCH OF THE BEAT…, Aly & AJ

Composto por doze faixas, o monstruoso e poético título, A Touch of the Beat Gets You Up on Your Feet Gets You Out and Then Into the Sun’, representa uma forte mudança no estilo que a dupla formada por Aly Michalka e AJ Michalka apresentaram aos fãs nos anos 2000. Carregando um forte apreço pelo costumeiro e mercadológico pop-rock ou pelo classicismo do nu-house, a dupla resolveu apostar fichas em um nicho que começou a ser explorado ainda nas protuberâncias sessentistas do cenário europeu – o rock eletrônico ou synth-rock. É a partir daí que insurge a arquitetura principal da produção, alastrando-se ao longo de quase cinquenta minutos de forma a não cair na repetição e apresentar uma nostálgica e, ao mesmo tempo, original identidade sonora.

BACK OF MY MIND, H.E.R.

É muito estranho pensar que H.E.R., depois de conquistar o mundo com suas músicas incríveis, nunca havia lançado um álbum completo até 2021. Porém, depois de nos encantar com sua belíssima voz e com necessários versos que conversam com os temas explorados na atualidade. Guiado por canções como “Slide”“Damage”“Come Through” e vários outros, Back of My Mind reflete o lado de uma artista que ainda tem muito a dizer. Como se não bastasse, o lirismo pungente da cantora e compositora é acompanhado por uma produção on point que conta com Tiara Thomas e Carl McCormick.

BLUE WEEKEND, Wolf Alice

Quatro anos depois de terem lançado seu último álbum, a banda inglesa Wolf Alice retornou sem muito alvoroço com a impecável produção Blue Weekend. Sem sombra de dúvida uma das obras mais subestimadas de 2021 e uma que merece entrar para a lista dos apaixonados por rock alternativo e indie pop, a construção das onze breves faixas representa o amadurecimento e a completa compreensão do que significa ser um artista na atualidade, contando com singles como “The Last Man on Earth” e “No Hard Feelings”.

CALL ME IF YOU GET LOST, Tyler, the Creator

Tyler the Creator é um dos artistas mais originais e aclamados da contemporaneidade – e seu retorno à música com CALL ME IF YOU GET LOST veio seguido de perto por uma expectativa gigantesca. Mas Tyler não nos decepcionou e entregou o que podemos apenas encarar como a melhor entrada de sua exuberante discografia. O álbum, movido ao classicismo inigualável do hip hop, traz colaborações com Ty Dolla $ignLil WaynePharrell Williams, trazendo referências inesperadas da poética de Charles Baudelaire e fundindo gêneros como popjazzsoulreggae.

DEATH BY ROCK AND ROLL, The Pretty Reckless

The Pretty Reckless é um grupo musical que merece mais atenção do que atualmente tem. É claro que a banda de rock estadunidense tem suas conquistas e músicas de sucesso sólido, como a clássica “Make Me Wanna Die” – mas boa parte dos ouvintes que tem apreço pelo mainstream provavelmente nunca ouviram falar deles. Felizmente, 2021 se mostrou um ano bem interessante para a música, ainda mais com o glorioso e inesperado retorno da banda com o álbum Death By Rock and Roll, uma ode nostálgica e original que trouxe o melhor do hard rock aos holofotes.

HEAUX TALES, Jazmine Sullivan

O primeiro álbum completo de Jazmine Sullivan serviu como uma ótima sequência de suas iterações predecessoras. Descrito pela própria artista como a entrada mais obscura de sua carreira, Heaux Tales traz o melhor do R&B sem perder a mão do que ela realmente pretende: investir esforços em uma espécie de construção conceitual que parte do significado do hip hop. Como se não bastasse, o EP conta com inúmeras colaborações que incluem Ari Lennox e H.E.R..

JUBILEE, Japanese Breakfast

Se Fiona Apple nos encantou em 2020 com o irretocável ‘Fetch the Bolt Cutters’, a banda independente Japanese Breakfast lançaria uma espécie de “sucessor espiritual” desse clássico instantâneo um ano mais tarde com o aclamado Jubilee, que com certeza merecia maior atenção do público. Comandado pelos vocais poderosos de Michelle Zauner, que inclusive mergulhou de cabeça no próprio livro de memórias ‘Crying in H Mart’, a mistura explosiva de art pop e lo-fi é o que transforma Jubilee em uma obra como nenhuma outra.

STAR-CROSSED, Kacey Musgraves

Depois de ter conquistado o tão cobiçado prêmio de Álbum do Ano pelo irretocável ‘Golden Hour’Kacey Musgraves retornou para o mundo da música sedenta por encantar os fãs com seus vocais angelicais e por narrativas relacionáveis e muito bem construídas. E foi então que nasceu Star-Crossed, sua quinta obra musical. Ainda mais pessoal que os discos anteriores, Musgraves misturou elementos como folkrockdance e música psicodélica para tratar de um tema muito delicado, o divórcio, criando um enredo inspirado na clássica tragédia shakespeariana ‘Romeu e Julieta’. Apresentando um novo lado de sua personalidade apaixonante, a cantora e compositora cumpriu com o prometido e conquistou seu lugar não apenas na nossa lista, mas em várias outras.