Após sua despedida como Oliver Queen em ‘Arrow’, Stephen Amell continua trabalhando nas gravações de ‘Heels‘, vindoura série de TV da Starz ambientada no universo das lutas livres.
Em seu perfil do Twitter, o astro assustou alguns fãs ao publicar um vídeo em que aparece encharcado de sangue.
O astro ainda brincou e fingiu estar completamente desnorteado, dizendo:
“Eu realmente não consigo definir o que é, mas parece que foi uma quinta-feira.”
Lembrando queAlexander Ludwig (‘Vikings’) também estrela e vai interpretar um lutador chamado Ace Spades, irmão de Jack, personagem de Amell.
A trama vai explorar o mundo do wrestling independente, em uma temporada composta por oito episódios.
Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.
Produzida pela Lionsgate e pela Paramount TV, ‘Heels‘ também conta com Alison Luff, Chris Bauer, Kelli Berglund, Allen Maldonado, e James Harrison.
Confira a sinopse:
“Escrita por Michael Waldron (‘Loki’), a série terá Mike O’Malley como showrunner e vai acompanhar um grupo de homens e mulheres que perseguem seus sonhos no mundo do wrestling. Em uma pequena comunidade da Geórgia, dois irmãos disputam uma chance para continuar com o legado de seu falecido pai. No ringue, há um mocinho e um vilão, personagens difíceis de interpretar e também de serem deixados para trás.”
Ainda não sabemos quem será o próximo James Bond depois que Daniel Craig terminar sua carreira como o icônico agente secreto da franquia ‘007‘.
Mesmo assim, parece que Tom Holland quer vestir o terno do espião em algum momento de sua carreira.
Durante uma entrevista para o podcast Awards Circuit, da Variety, o astro da Marvel foi questionado sobre quais papéis ele sonha em interpretar.
Em reposta, ele disse:
“Tenho dois papéis marcados para os próximos anos e estou muito animado com isso, mas não posso falar sobre eles ainda. Mas tem um específico que seria como realizar sonho: interpretar James Bond. Como um jovem britânico que ama cinema, eu adoraria ser o James Bond. Só para constar, eu fico muito bem de terno, sabe?”
Apesar do desejo de Holland, pode levar um bom tempo até que ele possa realizar esse sonho.
Você acha que ele seria um bom candidato o papel?
Falando nisso, o ator Regé-Jean Page, astro de ‘Bridgerton’, tem sido apontado pelo público como um possível substituto de Craig.
De acordo com a Variety, a casa de apostas britânica Ladbrokes revelou que o astro assumiu a 4ª posição entre os favoritos para o papel.
Ele fica atrás somente de Tom Hardy, James Norton e Idris Elba, e ultrapassou nomes de destaque, como Richard Madden, o 5º colocado na lista.
O portal deixa claro que todo esse sucesso de Page se originou após a estreia de ‘Bridgerton’, já que o astro aparecia na 40ª posição da lista antes da chegada da série.
E aí, você acha que ele tem potencial para viver o aclamado personagem?
Lembrando que Daniel Craig irá se despedir do personagem em ‘007 – Sem Tempo para Morrer’, que estreia em 02 de abril deste ano.
Enquanto isso, vale lembrar que a primeira temporada de ‘Bridgerton‘ já está disponível na Netflix.
Assista ao trailer:
A série foi criada por Chris Van Dusen.
A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX.
Adjoa Andoh, Lorraine Ashbourne, Jonathan Bailey, Ruby Barker, Sabrina Bartlett, Harriet Cains e outros estrelam.
A cultura do cancelamento continua afetando muitas personalidades do ramo do entretenimento e o mais recente alvo de alguns internautas usuários do Twitter foi a atriz Elizabeth Olsen, que está sendo acusada de racismo, por uma fala feita durante uma entrevista.
Segundo os internautas, a protagonista de ‘WandaVision‘ chegou a descrever a sua personagem do MCU, Wanda Maximoff, como sendo uma “cigana”, termo considerado ofensivo pelos povos nômades Rom, Caió e Sinti.
Ela já havia usado o termo em uma entrevista de 2015 com o apresentador de talk show Graham Norton, que na ocasião lhe orientou a respeito do cunho ofensivo da palavra. Mas aparentemente, a atriz cometeu outro lapso, com os usuários do Twitter a atacando rapidamente, como você pode ver nas reações abaixo.
Confira:
“Insultos. Em 2015, Elizabeth Olsen usou insultos para falar da Wanda. Então porque ela estava usando insultos recentemente durante uma entrevista para WandaVision? Porque ela é uma racista nojenta”.
cw: slurs
2015 Elizabeth Olsen was calling Wanda slurs. 2015 Elizabeth Olsen had been told it was a slur. So why was she calling her slurs like RECENTLY while doing press for WandaVision? Because she’s a nasty racist. pic.twitter.com/u2EjIQAs9x
“Ninguém está tentando cancelar a sua favorita. Nós só queremos que ela acorde e peça desculpas por ser racistas e ignorante. Elizabeth Olsen, acorde”.
no one is trying to cancel ur fav. We just want her to wake tf up and apologize for being racist and ignorant. Elizabeth Olsen hun wake tf up.
“Então, onde estão os fãs da Elizabeth Olsen dizendo ‘ela não é racista, ela não sabia que cigana era um insulto’, após o Graham Norton ter dito a ela que era e agora ela está usando a palavra de novo. Como vocês vão defendê-la agora? Eu estou curiosa”.
so where are the elizabeth olsen stans now saying “she’s not racist she didn’t know gypsy was a slur” after graham norton told her it was and now she used it again. how are you going to defend her now? i’m curious.
“Elizabeth Olsen recentemente usou ‘cigana’ para descrever o adereço de cabelo da Wanda. Ela tomou ciência do significado da palavra como um insulto ao povo Rom lá em 2014 e eu pensei que ela tivesse se educado desde então. Embora eu creia que ela não teve intenção maliciosa, foi errado e eu realmente espero que ela peça desculpas”.
Elizabeth Olsen recently used G*ps* to describe Wanda’s headpiece. She was made aware of the word’s meaning back in 2014 as a slur to Romani people and I thought she’d educated herself since. While I believe she had no malicious intent, it was wrong & I truly hope she apologizes.
“Ok, nesse ponto, ela já não se importa com o povo Rom. ‘Lutou por isso?’ Que diabos? Ela disse várias vezes e eu creio veementemente que isso foi trazido a ela ou alguém tentou corrigi-la sobre isso. Já é horrível o fato da Wanda ter sofrido embranquecimento, mas isso é nojento”.
alright at this point. she doesn’t care about romani people. “fought for it”? what the hell? to have said it multiple times and i FIRMLY BELIEVE that it’s been brought up or someone had tried to correct her on it. it’s already terrible that wanda’s white washed but this is gross. pic.twitter.com/Xgh2vm81uf
Depois que o roteirista de ‘Rogue One’, Tony Gilroy, anunciou sua saída do cargo de diretor da série ‘Star Wars: Andor’, a Disney+ decidiu contratar não apenas um, mas três diretores para comandar os episódios.
De acordo com o Discussing Film, o estúdio já havia escolhido Toby Haynes (‘Black Mirror: USS Callister’) como diretor dos três primeiros episódios, além de atuar como showrunner.
Agora foram adicionados mais dois nomes para ajudá-lo: Ben Caron e Susanna White.
Caron é mais conhecido por ter dirigido alguns episódios de ‘The Crown’ e ‘Skins‘, e os créditos de White incluem as séries ‘Generation Kill’, ‘Boardwalk Empire’ e ‘Billions‘.
Até o momento, não foram revelados mais detalhes, mas as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses, pois a produção já está em desenvolvimento.
Anteriormente, o protagonista Diego Luna revelou ao THR os desafios de surpreender os fãs, já que os fãs já sabem o destino de Cassian Andor.
“Apesar de já sabermos o final dessa história, acho que é realmente interessante contar a história e a origem de Cassian. Acho que esse é o nosso maior desafio: surpreender o público. Mas é uma ideia muito atraente, porque a série permite que nos aprofundemos nos personagens, então você passa a entendê-los melhor e descobre do que eles são capazes. Como artista, não há nada mais emocionante para mim do que mostrar os diversos lado de um mesmo personagem.”
Ele também comparou a série com o filme original e disse que a atração é tão intensa e emocionante quanto o longa.
“Tenho que ter muito cuidado na forma como respondo a tudo porque não posso entregar spoilers. Mas a série é tão intensa quanto o filme [‘Rogue One‘], é emocionante. A maneira como estamos filmando me lembra a época em que gravei ‘Rogue One’… O trabalho é tão intenso quanto foi daquela vez, sabe? Isso sempre me deixa a sensação de que estamos fazendo um novo filme.”
Lembrando que a 1ª temporada de ‘Andor‘ terá 12 episódios com estreia prevista para 2022.
A trama seguirá as aventuras de Cassian Andor durante os primeiros anos de formação da Rebelião, antes dos eventos de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘. O emocionante thriller irá explorar contos cheios de espionagem e missões ousadas para restaurar a esperança para a galáxia nas garras de um império implacável.
Além de Luna, o elenco conta Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’) Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’).
O’Reilly reprisará seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que ela representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘.
Originalmente, a personagem foi introduzida em ‘O Retorno de Jedi’ (1983), interpretada por Caroline Blakiston.
Até o momento, não foram revelados detalhes sobre os personagem de Gough, Arjona, Skarsgård, e Soller.
No final do episódio “Em um Episódio Especial…” , Wanda (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) estão discutindo sobre a Feiticeira Escarlate estar manipulando tudo e todos para criar um mundo perfeito, quando toca a campanhia e temos a chegada de Pietro, irmão gêmeo de Wanda que morreu durante a batalha com Ultron.
Mas o Mercúrio dessa vez é vivido por Evan Peters, ator que viveu o personagem em ‘X-Men‘, e não por Aaron Taylor-Johnson.
Ao ver a transmissão do lado de fora, Darcy (Kat Dennings) brinca que Wanda “reescalou” o personagem.
Será que o Pietro é Mephisto disfarçado ou estamos vendo a introdução dos X-Men no MCU? O que você acha?
Os fãs de ‘WandaVision‘ podem esperar muitas reviravoltas até o final da temporada, e segundo o roteirista da produção, Jac schaeffer, outros saltos temporais devem ser introduzidos ao longo dos próximos episódios.
Em uma entrevista ao portal TVLine, ele comentou sobre o assunto, se esquivando de detalhes:
“Eu não posso não falar especificamente da estrutura do enredo, mas nós continuaremos surpreendendo com narrativas lineares e não lineares”.
O 5º episódio, intitulado “Em um Episódio Especial…” já está disponível na plataforma do Disney+.
Lançada em 1988, a comédia ‘Um Príncipe em Nova York‘ fez um grande sucesso entre o público brasileiro, incluindo adultos e crianças.
No entanto, o Uol divulgou que o longa estrelado por Eddie Murphy teve sua classificação indicativa alterada no Brasil e foi proibido para menores de 14 anos.
Isso porque foi feita uma denúncia anônima dirigida ao órgão que controla as produções audiovisuais no país, sugerindo que o conteúdo do filme pode influenciar as crianças de forma negativa.
Depois disso, Diário Oficial da União anunciou a decisão através de um documento assinado pelo coordenador de política de classificação indicativa, Eduardo de Araújo Nepomuceno.
Parte do texto diz o seguinte:
“Após nova análise, constatou-se que a obra apresenta conteúdos relativos aos eixos temáticos de violência, sexo e drogas, com destaque para a tendência de nudez.”
Por conta disso, o clássico de 1988 só poderá ser exibido em canais abertos a partir das 21h.
Lembrando que a história do Príncipe Akeem Joffer vai ganhar uma continuação na Amazon Prime, com estreia marcada para 05 de março.
Assista ao trailer:
Na nova história, Akeem descobre que tem um filho perdido nos Estados Unidos e retorna para encontrar o novo herdeiro do trono do fictício reino de Zamunda.
“Depois de longos anos de espera, estou empolgado com o fato de ‘Um Príncipe em Nova York 2′ estar avançando oficialmente”, disse Murphy em um comunicado. “Nós montamos uma grande equipe, que será dirigida por Craig Brewer, que acabou de fazer um trabalho incrível em ‘Meu nome é Dolemite‘, e estou ansioso para trazer todos esses personagens clássicos e amados de volta para o cinema.”
Arsenio Hall and Tracy Morgan star in COMING 2 AMERICA Photo Courtesy of Amazon StudiosEddie Murphy and Jermaine Fowler COMING 2 AMERICA Photo Courtesy of Amazon StudiosKiKi Layne and Eddie Murphy star in COMING 2 AMERICA Photo Courtesy of Amazon Studios
Quando ‘Esquadrão Suicida‘ (2016) foi lançado, o diretor David Ayer revelou que a sua visão original foi alterada pelos executivos da Warner Bros, o que levou o filme ao fracasso.
Ao responder a pergunta de um fã no Twitter, o cineasta revelou que o filme já está finalizado e garantiu que o estúdio não interferiu em sua criatividade para compor a história.
Confira, junto com a sinopse:
“Quanto deste filme saiu como você planejou? A Warner Bros. tem um talento especial para transformar um filme em merda”, disse o fã.
Ao que Gunn respondeu:
“‘O Esquadrão Suicida‘ está totalmente concluído e editado, e eu fiz todas as escolhas porque eles não interferiram nem um pouco. Eles deram muito poucas revisões – geralmente eram boas e secundárias e eu analisava se eram úteis ou não. O pessoal da Warner era criativamente incrível.”
Confira:
How much of this movie will be what you want it to be? Warner Bros. has a knack for editing a movie into shit.
“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”.
Como foi anunciado recentemente, a Warner Bros decidiu lançar a adaptação na HBO Max e nos cinemas no dia 06 de agosto.
Alguns nomes eram esperados para reprisar seus papéis anteriores, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).
A Warner Bros. divulgou em seu Twitter duas novas imagens de bastidores oficiais de ‘Tom e Jerry’, híbrido animado e live-action que chega aos cinemas nacionais neste mês.
As fotos revelam uma participação especial do cantor porto-riquenho Ozuna na produção.
Jerry, o rato, mora dentro das paredes de uma grande casa de campo da Nova Inglaterra, onde faz amizade com os antigos donos, um amoroso casal de idosos. Sua amizade única e cômica chega ao fim depois que o casal idoso morre e sua casa é colocada à venda. Quando uma jovem família se muda, Jerry está determinado a assustá-los para não assumirem sua casa. A família rapidamente adota um gato de rua chamado Tom para ajudar a livrá-los de seu problema de pragas. Em uma batalha épica pela casa, Tom & Jerry logo descobrem sua crescente adoração pela família e devem trabalhar juntos para protegê-los de uma ameaça externa. Através do trabalho em equipe, ambos aprendem o valor supremo da família e da amizade.
‘Tom e Jerry‘ começou como uma série produzida em curtos episódios, com uma média de sete e 10 minutos de duração cada. Entre os anos de 1940 e 1958, o estúdio Hanna-Barbera fez 114 curtas para MGM. Com o sucesso global da animação, a dupla acabou conquistando uma genuína série de TV em 1975, chamada – inicialmente – ‘The Tom and Jerry Show’.
A plataforma do Disney+ trouxe uma nova série espacial para os fãs do gênero, intitulada ‘Os Eleitos‘.
Explorando os bastidores da corrida espacial norte-americana no final dos anos 50 e início dos anos 60, a produção revela os detalhes tanto relacionados ao primeiro grupo de astronautas, os Sete Originais, como também de todo o trabalho desenvolvido pela Nasa.
E a nossa crítica e jornalista Rafa Gomes teve a oportunidade de entrevistar uma das atrizes da série, Shannon Lucio, que deu detalhes sobre a nova série, produzida pelo astro Leonardo DiCaprio.
Assista:
‘Os Eleitos’ é a primeira obra original do National Geographic. Baseada no romance de não-ficção homônimo de Tom Wolfe, ela gira em torno de sete dos melhores pilotos militares que se tornam astronautas do programa espacial da NASA no auge da Guerra Fria. Competindo para serem os primeiros no espaço, esses homens comuns alcançam o extraordinário, inspirando o país a se voltar para um novo horizonte de ambição e esperança.
A popular série vampiresca ‘The Vampire Diaries‘ continua com uma grandiosa e bem estabelecida fanbase, mesmo após quase quatro anos desde a exibição do seu último episódio.
E em meio a uma forte onda de revivals, com clássicas séries retornando com novas temporadas, muito tem se especulado a respeito da possibilidade da popular produção retornar com o seu elenco original para novos episódios.
E durante uma entrevista ao Radio Andy, da emissora de rádio SiriusXM, o astro Ian Somerhalder comentou sobre a possibilidade disso acontecer, brincando com o assunto – ao afirmar que os personagens estariam velhos demais para retornar.
Disse:
“Eu não ouvi nada a respeito de uma 9ª temporada. Escute, a série teve um ótimo percurso e agora ainda permanece viva. Isso é tão incrível; ela ainda está vivendo”.
Na trama, Elena tenta sobreviver entre os seres sobrenaturais que vivem em segredo. Ela se apaixona pelo misterioso Stefan, mas o retorno do seu irmão, Damon, ameaça essa paixão.
‘The Vampire Diaries‘ contou com oito temporadas, exibidas entre os anos de 2009 e 2017.
Já se passou quase uma década desde o fim da franquia ‘Harry Potter‘ nos cinemas, tempo o bastante para que os astros dos filmes pudessem reassistir suas cenas incontáveis vezes.
No entanto, Rupert Grint, intérprete de Ron Weasley, admitiu que ainda não assistiu a todos os filmes e nunca se interessou em acompanhar o desenrolar da história.
Durante uma entrevista para a Variety, o astro surpreendeu os fãs ao revelar que só viu os três primeiros filmes.
“Eu já vi os três primeiros nas estreias e tudo mais, mas depois disso parei de assisti-los. Nunca acompanhei os lançamentos e as novidades em torno da saga. Mas agora que tenho uma filha, provavelmente vou maratonar ao lado dela.”
Em 2018, Grint havia dito à Radio Times que os filmes posteriores ainda eram muito recentes e ele tinha dificuldades em se afastar das experiências que viveu enquanto gravava as sequência, por isso nõ gostava de assisti-las.
“Digamos que aqueles [três] primeiros são OK. Foram há muito tempo e eu consigo me afastar daquele garoto de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’. Mas não consigo fazer o mesmo com os filmes mais recentes, é uma experiência muito pessoal, mas não gosta muito de relembrar essa época. Definitivamente não consigo.”
Apesar de não ter entrado em detalhes, os fãs já devem saber que vida de qualquer artista passa por altos e baixos, e Grint deve ter tido algumas experiências frustradas ao longo dos filmes.
Então é totalmente compreensível que ele queira se despegar dessa época.
Lembrando que o astro está atualmente no elenco da série ‘Servant‘, criada por M. Night Shyamalan (‘Vidro’).
Assista ao trailer da 2ª temporada:
A produção é do gênero thriller psicológico e foi co-criada pelo produtor executivo e roteirista Tony Basgallop.
A história gira em torno de um casal da Filadélfia que ainda está de luto após uma tragédia quase destruir o seu casamento. As coisas ficam mais tenebrosas do que o imaginado quando os dois abrem as portas e sua casa para uma força misteriosa – e perigosa.
O elenco é formado por Lauren Ambrose e Toby Kebbell nos papéis de Dorothy e Sean Turner. Nell Tiger Free e S.J. Son também estrelam.
[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]
Se você ainda não assistiu o quinto episódio de WandaVision, não leia esta matéria se não quiser receber spoilers.
O quinto episódio de WandaVision já está disponível no Disney+ e, como era de se esperar, já é um dos assuntos mais comentados nas redes sociais, encabeçando pelo três Trending Topics Mundo relacionados a série. E não é para menos. O capítulo de hoje termina com o maior cliffhanger da série até aqui e provavelmente ditou todos os rumos que a Fase 4 do Universo Cinematográfico Marvel vai tomar daqui em diante. Porém, vamos começar falando sobre uma referência não tão importante para o futuro do MCU, mas que foi certeira.
Uma das bases de adaptação da série é o arco “Visão”, escrito pelo Tom King. Nessa história, acompanhamos o Visão se mudar com sua família robô para um bairro no subúrbio americano na tentativa de ser uma família “normal”. Só que os vizinhos estranham aquilo tudo e a família do androide não ajuda muito também. Em parte da HQ, a esposa do protagonista mata o vilão Ceifador – que já havia aparecido como um easter egg na abertura do episódio 2 de WandaVision. Tentando manter a ordem e a normalidade, ela enterra o corpo no jardim da família e age como se nada tivesse acontecido. Até porque, né? Nada mais família tradicional americana que ocultação de cadáver. Enfim, em dado momento, Zeke, o cachorrinho dos vizinhos, invade o gramado da família Visão e desenterra o defunto. Sem entender nada, o doguinho vai lá e morde o braço-foice do Ceifador, leva uma descarga elétrica e morre. Vendo aquilo, o Visão, que ainda não sabia do assassinato, pega o corpinho do animal, leva pra garagem e o transforma em um cão androide chamado Sparky. No quinto episódio de WandaVision, o Sparky aparece como o cachorrinho perdido que Tommy e Billy adotam e, assim como nas HQs, ele acaba tendo um fim trágico. No entanto, em vez de desencavar um corpo, agora a causa mortis foi a ingestão excessiva das azaleias da intrometida Agnes.
Nos quadrinhos, o Sparky é capaz até de voar.
Falando na Agnes (Kathryn Hahn), a vizinha enxerida está cada vez mais exposta e sua real identidade está cada vez mais próxima de vir a tona. Ela se mostra uma tutora pra Wanda (Elizabeth Olsen) em vários sentidos, chegando até a tomar conta das crianças para que elas parassem de chorar. Inclusive, todas as ações de Agnes nesse episódio fazem direta ou indiretamente com que Tom e Billy envelheçam ou queiram envelhecer para conseguirem seus objetivos. Além, claro, dela saber dos poderes de Wanda. Ela definitivamente esconde alguma coisa. E é bem provável que os fãs já tenha acertado quem ela antes mesmo da série começar.
Para os fãs, Agnes é a bruxa Agatha Harkness. A série não parece muito preocupada em negar isso, não.
Outra personagem que parece estar perto de revelar seu verdadeiro potencial é Monica Rambeau (Teyonah Parris). Durante os exames, ela relembra de seu passado e do codinome “Fóton”, que era usado por sua mãe. Ao fim da bateria de testes físicos, a médica da E.S.P.A.D.A. diz que houve um problema com o raio-x, que não captou ossos ou órgãos, mas apenas energia. Para quem não lembra, o principal poder da personagem é converter seu corpo em energia pura. Dados os eventos vistos até agora, é bem provável que a origem da super-heroína Fóton tenha acontecido por conta da manipulação de realidade de Wanda. Em outras palavras, é muito possível que a Vingadora esteja alterando o DNA dos habitantes de Westview sem perceber ou que a grande carga de energia usada para expelir Monica daquela realidade seja o equivalente à explosão da bomba que dá os poderes a ela nos quadrinhos. Também vale ressaltar que ela cita conhecer um grande engenheiro espacial. Pode ser uma referência a falecida mãe, Maria, ou até mesmo a Reed Richards, o Senhor Fantástico.
E ainda durante os testes para investigar a extensão dos poderes de Wanda, é provado que as alterações que ela faz na “série dentro da série” são mantidas no mundo real, como é visto na roupa de Monica, que preservou as características de um colete à prova de balas, mas teve sua aparência completamente alterada e seguiu assim fora do “Hex”. Ou seja, Tommy e Billy, que nasceram nessa realidade manipulada, devem conseguir existir no mundo real. Mas até aí nada confirmado, só especulação.
Por fim, mas não menos importante, a grande bomba do episódio. A revelação do personagem de Evan Peters, que teria sido especulado para ser o intérprete do demônio Mephisto, se mostrou bastante surpreendente. Assim como nos filmes da extinta Fox, ele retorna ao papel de Pietro Maximoff, o Mercúrio. Ele aparece na porta com um jeitão mais despojado, que lembra bastante sua versão dos filmes dos X-Men. A aparição dele pega a todos de surpresa, já que o personagem estava morto desde Vingadores: A Era de Ultron(2015), além de ser interpretado por Aaron Taylor-Johnson. A mudança é tão surpreendente que até mesmo a Darcy (Kat Dennings) leva um susto e comenta que a Wanda “reescalou” o próprio irmão. Dependendo do desenrolar dessa trama, é possível que tenhamos sido apresentados a uma nova regra no MCU. Como ainda não dá para saber se Evan Peters está interpretando o mesmo Mercúrio dos X-Men que foi trazido para essa realidade, ou se ele está dando vida a uma nova versão do personagem, é bom ficar de olho nos próximos episódios, porque vale lembrar que alguns atores que já viveram personagens da Marvel em filmes anteriores para o MCU, como Jamie Foxx e Alfred Molina, foram escalados para Homem-Aranha 3, que será lançado em dezembro de 2021. Ao que tudo indica, WandaVision terá papel fundamental para entender essa nova dinâmica do universo em meio a loucura do multiverso.
Os cinco primeiros episódios de WandaVision estão disponíveis no Disney+, que lança um novo episódio toda sexta-feira.
Recentemente, Chris Pratt foi alvo de um ‘cancelamento’ nas redes sociais por ser um dos poucos astros da Marvel a se recusar a apoiar a campanha presidencial de Joe Biden quando ele disputava o cargo contra Donald Trump.
Chamado de republicano conservador, racista e homofóbico, Pratt perdeu sua popularidade e recebeu ataques de diversos internautas enfurecidos.
E parece que o intérprete de Peter Quill voltou a se tornar um dos assuntos mais comentados do Twitter agora que os usuários da rede social estão promovendo uma nova campanha de cancelamento através da tag #RIPChrisPratt.
No entanto, grande parte das pessoas está confundindo a situação, achando que o astro faleceu por conta da sigla RIP (Rest in Peace), descanse em paz, em inglês.
lembrando que astro irá retornar ao MCU em ‘Thor: Amor e Trovão‘.
No início da semana, o Daily Mail divulgou as primeiras imagens da sequência apresentando Thor (Chris Hemsworth), acompanhado de Peter Quill (Pratt), Nebulosa (Karen Gillan) e Kraglin (Sean Gunn).
Confira:
Como os ‘Guardiões da Galáxia‘ farão parte da trama, o longa terá a presença do diretor James Gunn como consultor criativo da narrativa.
A informação foi confirmada pelo próprio Gunn, responsável por trazer os Guardiões para as telonas nos dois filmes da equipe.
Quando um fã o questionou sobre o assunto através do Twitter, o cineasta revelou a novidade e ainda elogiou o trabalho de Taika Waititi (‘Thor: Ragnarok’), que retorna como diretor da sequência.
Confira:
“Só por curiosidade, você está dando consultoria sobre os Guardiões em ‘Thor: Amor e Trovão’?”, perguntou o fã.
Ao que Gunn repondeu:
“Sim. Tenho feito isso. Eles estão em ótimas mãos com Taika Waititi.”
Lembrando que o elenco também conta com Natalie Portman, Tessa Thompson e Christian Bale, além de Dave Bautista e Vin Diesel.
Recentemente, o Comic Book divulgou que a sequência recebeu um título de produção bastante curioso: ‘The Big Salad’.
É provável que a escolha da chamada tenha a ver com um momento específico do Deus do Trovão (Hemsworth) em ‘Vingadores: Ultimato’: em determinada cena, o herói se rende à depressão depois de ser derrotado por Thanos (Josh Brolin), levando-a a ganhar peso e a ser cutucado por sua mãe, Frigga, que lhe diz para comer um prato de salada.
Dirigido por Taika Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano).
Sem revelar muitos spoilers, Holland aumentou nossas expectativas para o novo filme da franquia ao caracterizá-la como um ambicioso projeto que nunca foi feito antes.
“Posso dizer que é o filme solo de super-herói mais ambicioso já feito. Você senta, lê o roteiro e vê o que eles estão tentando fazer e o que estão conseguindo fazer. É realmente impressionante. Nunca vi um filme de super-heróis assim antes. […] Temos muito a fazer ainda. Paramos para os feriados natalinos e recomeçamos de novo. Estou tão animado quanto qualquer outra pessoa para assistir, ainda mais para fazer parte disso”.
Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais em 16 de dezembro de 2021, um dia antes da estreia nos EUA.
Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.
Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado deFeige, representando a Sony e aMarvel, respectivamente.
Os fãs de ‘WandaVision‘ podem esperar muitas reviravoltas até o final da temporada, e segundo o roteirista da produção, Jac schaeffer, outros saltos temporais devem ser introduzidos ao longo dos próximos episódios.
Em uma entrevista ao portal TVLine, ele comentou sobre o assunto, se esquivando de detalhes:
“Eu não posso não falar especificamente da estrutura do enredo, mas nós continuaremos surpreendendo com narrativas lineares e não lineares”.
O 5º episódio, intitulado “Em um Episódio Especial…” já está disponível na plataforma do Disney+.
A cultura nacional é repleta de histórias fantásticas que normalmente passam batido do conhecimento popular, ainda mais pelo constante bombardeio neoimperialista provindo dos territórios de língua inglesa. Felizmente, o folclore local vem sido recolocado ao trono que merece entre as grandes mitologias mundiais e, em 2021, ganhou uma forma bastante original e ambiciosa com a série ‘Cidade Invisível’, a mais nova incursão da Netflix. Encabeçada pelo lendário diretor Carlos Saldanha, fora de sua zona de conforto animada, e com uma narrativa arquitetada por Raphael Draccon e Carolina Munhóz (dupla de escritores que parece ter dado uma chance maior às lendas que se escondem nos quatro cantos do nosso país), a produção é interessante em seu conceito e, na maior parte das vezes, funciona com praticidade emulável a tantas outras fórmulas mainstream – mas que peca no desenvolvimento dos protagonistas e coadjuvantes.
Há uma misteriosa trama escondida no subúrbio litorâneo brasileiro que serve de força-motriz para os breves sete episódios da temporada de estreia: no centro de estranhos acontecimentos que tomam proporções drásticas, está o policial ambiental Eric (Marco Pigossi), que perdeu sua mulher num incêndio florestal e agora vive com a jovem filha Luna (Manu Dieguez) à beira de um universo às sombras do nosso cotidiano. Eric, mascarando seus verdadeiros sentimentos, lida com um crescente trauma que, aliado ao fato de não saber exatamente de que forma a esposa morreu, transforma-se em uma frustração copiosa e psicótica que não aparenta não distinguir o que é real do que é fantasia – motivo pelo qual é arrastado para uma conspiração que atua contra as forças mitológicas que protegem a nação.
À medida que cruza com pessoas estranhas e um boto cor-de-rosa que apareceu misteriosamente na orla praiana, ele percebe que as coisas são bem mais complexas do que aparentam – e, de alguma forma, se relacionam com os trágicos eventos já mencionados. Eric encontra-se no vórtice boêmio da noite carioca, controlado pela perigosa figura de Inês (Alessandra Negrini) e seus comparsas, Tutu (Jimmy London), Camila (Jessica Cores) e Isac (Wesley Guimarães). Cada um deles encarna um personagem folclórico diferente: Inês é uma poderosa entidade conhecida como Cuca, cujas habilidades incluem controle mental e hipnose, diferenciando-se da clássica vilã das histórias de Monteiro Lobato; Camila traz a sensualidade de Iara, a Mãe das Águas, para o contemporâneo; Isac é uma versão atualizada do Saci-Pererê, mais irreverente, mas sem abandonar suas características únicas.
Todo o processo de criação é demonstrado com sutileza e diversão, pegando páginas emprestadas de obras como ‘Once Upon a Time’ e ‘Grimm’ e suas distorções fabulescas. Por esse motivo, o roteiro aposta em gritantes peculiaridades que, amalgamadas em uma linha em comum, criam mágica entre o elenco e suas características. O problema é que, no final das contas, o frenético ritmo deixa de lado a credibilidade do enredo, ao menos nos quatro primeiros episódios: os flertes com os dramas estadunidenses partem das mesmas ambições vazias e equivocadas de ‘Supermax’, por exemplo, ou do desequilibrado espectro de ‘Desalma’. Os arcos principais são deteriorados em função da explosiva química dos atores e atrizes, nunca alcançando a glória que prometem.
Lutando para manter a estática e diabolicamente mórbida atmosfera do prólogo e do primeiro capítulo, os diálogos vem e voltam em um movimento circinal e cansativo, ainda mais quando restringimos o foco a Eric. Pigossi faz um trabalho fantástico do homem cético e racional, mas passa a acreditar muito rápido nas origens míticas que o cercam, engolfado em reviravoltas que se revelam rápido demais para apreciação. Até mesmo sua breve relação com Camila é descartada, pincelando-a com elementos de importância duvidosa e choque momentâneo. As expectativas de explicações concisas e explorações mirabolantes nunca alcançam ponto crítico e, eventualmente, rendem-se aos clichês televisivos dos últimos anos.
Negrini é uma das engrenagens que mantém esse microcosmos funcionando. Sua interpretação como Cuca por vezes é repetitiva, mas não o suficiente para desconstruir sua personalidade desconfiável e calculista. Conforme os capítulos se desenrolam, os poderes da antagonista ganham dimensão assustadora e aproveitável em quase sua completude. Guimarães, subestimado em todo o carisma que traz às telas, deixa uma impressão marcante e envolvente; e até mesmo José Dumont como o velho Ciço consegue nos cativar nas certezas que esconde do restante do mundo. Em suma, as partes em si não atingem a completude que mereciam, mas se espalham profusamente em pequenos picos de ineditismo.
Enquanto as temáticas particulares são ambivalentes e controversas, as inflexões universais servem como base para compreendermos as mensagens da obra. As críticas ao capitalismo predatório são canalizadas para a relação destrutiva entre uma empreiteira de iniciativa privada e uma secular comunidade ribeirinha que se recusa a abandonar seus costumes em prol do “progresso”; a exaltação nacionalista da cultura é descrita em metáforas sutis, como a requintada alusão à ritualística dança indígena toré, ou a belíssima arte recheada de referências, que variam dos menores ornamentos às mais expressivas estéticas. Como se não bastasse, a sofisticada e a charmosa direção é outro aspecto de notável respeito.
No geral, ‘Cidade Invisível’ cumpre o que promete: uma divertida aventura que explora os confins das tradições populares do nosso país; entre altos e baixos, os deslizes se amalgamam em uma bola de neve incontrolável que, ao contrário das ambições desejadas, se contenta com a segurança do óbvio.
Sam Levinson alcançou notoriedade nos últimos anos por trazer uma das melhores séries da década passada à vida – o remake estadunidense de ‘Euphoria’. Trazendo temas necessários à discussão, incluindo drogas, vida adolescente e identidade de gênero, a nova versão foi estrelada por Zendaya como Rue Bennett, arrancando a melhor performance de sua carreira e lhe garantindo uma estatueta do Emmy. E, depois de co-produzir o impactante ‘Pieces of a Woman’, Levinson retornou para os holofotes com mais uma promissora e intimista montanha-russa intitulada ‘Malcolm & Marie’ – cujo resultado é bem aquém do esperado ao se valer muito da química do elenco protagonista em vez de aparar as múltiplas pontas soltas.
Levinson retoma parceria com Zendaya para uma narrativa metalinguística e extremamente novelesca, trazendo-a no papel de Marie. A ovacionada atriz divide os holofotes com John David Washington no outro papel titular, e ambos desfrutam de um tóxico relacionamento que atinge seu ponto mais baixo após a bem-sucedida estreia de Malcolm nos cinemas – o qual se vale da contínua aclamação para se colocar no topo da “cadeia alimentar”. O problema principal se desenrola quando o cineasta se esquece de agradecer à namorada em seu discurso de abertura; engatilhada por uma invisibilidade que já vem ganhando forma há algum tempo, Marie explode em uma série de constatações que demonstram de que modo Malcolm vinha se aproveitando de um analítico romance para conquistar o mundo.
O filme é arquitetado, propositalmente ou não, como uma peça de teatro. Assim como outras adaptações dramáticas, como ‘The Boys in the Band’, ‘Deus da Carnificina’ ou ‘A Voz Suprema do Blues’, o público lida com uma verborrágica apresentação cujo enfoque é canalizado às atuações e ao próprio roteiro em detrimento de ousadias técnicas. O metamorfo e unilateral cenário parece se desdobrar ao bel-prazer dos protagonistas, como um labirinto infinito que os prende em uma claustrofóbica e intransponível bolha – ao menos até os dois enfrentarem os demônios que os perseguem. É claro que a trama envolve uma madrugada, mas realiza um movimento introspectivo de expansão que transforma a suntuosa casa em um purgatório, onde segredos e ressentimentos guardados há muito tempo se materializam em constantes ataques.
Conforme o realizador comentou em uma das diversas entrevistas promocionais, a obra tangencia alguns elementos do thriller, contribuindo para um interessante suspense que nunca atinge completude. A animação exacerbada de Malcolm entra em conflito com a apatia de Marie e seu robótico papel como namorada perfeita que está lá para apoiar o homem que ama – isso é, até trazer suas angústias à tona e ser taxada de histérica. A partir daí, o desequilibrado companheirismo do casal é jogado em um forçado arco de confissões e desabafos, de conciliações e agressões verbais (uma escolha exaustiva e maçante que chega a lugar nenhum).
Todas as reviravoltas são previsíveis; aliás, a própria iteração luta para manter o agourento ritmo do ato de abertura, cedendo às mais diversas fórmulas que são, ironicamente, criticados pelo enredo e pelos estereótipos condenados por Malcolm. A assertiva atmosfera transmuta-se em uma densa bola de neve que luta para se desviar de metáforas vencidas e de diálogos irreais – nesse quesito, Zendaya e Washington fazem o possível para imprimir uma estética crível e naturalista a intermináveis solilóquios sem sentido. Seja em crises de ciúme, seja em infelizes declarações um sobre o outro, a jornada dos personagens se vê em um beco sem saída e em personalidades altercadas que são podadas tanto pela condução do longa quanto pela pedante trilha sonora que não tem qualquer espaço aqui.
A produção de ‘Malcolm & Marie’ não foi uma das mais convencionais, visto que se estendeu por menos de um mês durante o ápice da pandemia do COVID-19 no ano passado, isolando-se sob os protocolos de segurança na idílica Carmel-by-the-Sea. Dessa forma, o escopo imagético é erguido em uma apaixonante assimetria que dialoga com as tensões exploradas – até mesmo os enquadramentos centralizados não são óbvios. Afora a escolha coerente do filtro preto-e-branco, é notável como Levinson, aliando-se com conhecidos colaboradores (como o diretor de fotografia Marcell Rév e o designer de produção Michael Grasley) arquitetam algo diferente do que vimos em ‘Euphoria’, indicando uma versatilidade bem-vinda. De qualquer forma, as fortes amarras narrativas e as constantes repetições sequenciais impedem que o filme atinja todo seu potencial.
Há algo de estranho no “paraíso” conjugal que Zendaya e Washington estrelam – e não digo apenas sobre as mentiras que esconderam, mas nos claros equívocos que se espalham profusamente em quase duas horas de exposição. Concórdias e pedidos de desculpa não são o bastante para desviar nossa atenção de que, eventualmente, rendições incríveis e um apreço pelo drama tour-de-force não mudam o fato da história tentar ser mais do que consegue.
A nova space opera sul-coreana, intitulada ‘Nova Ordem Espacial’, já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia nesta sexta-feira (05) na grade de programação.
Ambientado no ano de 2092, a dramédia pós-apocalíptica conta a história de uma tripulação à bordo da nave The Victory que tenta escapar a iminente destruição do planeta Terra.
A cantora e compositora H.E.R., vencedora de duas estatuetas do Grammy, lançou recentemente “Fight For You”, música original para o drama ‘Judas e o Messias Negro’.
A faixa já está disponível em todas as plataformas digitais.
A artista levou para casa os prêmios de Melhor Performance R&B e Melhor Álbum R&B na 61ª edição do Grammy, além de ter sido indicada para Álbum do Ano e Artista Revelação.
O filme que gira em torno de Fred Hampton, ativista político e presidentes do Panteras Negras em Illinois que foi assassinado aos 21 anos pelo FBI.
A produção chegará aos cinemas brasileiros em 25de fevereiro de 2021.
Com a ajuda de um criminoso chamado William O’Neal, o FBI investe na tenativa de silenciar Hampton e o Partido dos Panteras Negras. Mas eles não conseguiram matar o legado de Fred Hampton. 50 anos depois, suas palavras ainda ecoam… Mais alto do que nunca.
Embora sua vida tenha sido interrompida, o impacto de Fred Hampton continuou a reverberar. O governo viu os Panteras Negras como uma ameaça militante ao status quo e vendeu essa mentira a um público assustado em um momento de crescente agitação civil. Mas a percepção dos Panteras não correspondia à realidade. Nas cidades do interior dos Estados Unidos, eles ofereciam café da manhã gratuito para crianças, serviços jurídicos, clínicas médicas e pesquisas sobre anemia falciforme e educação política. E foi o presidente Fred de Chicago que, reconhecendo o poder da unidade multicultural por uma causa comum, criou a Coalizão Arco-Íris – unindo forças com outros povos oprimidos da cidade para lutar por igualdade e empoderamento político.
A 4ª temporada do drama de época ‘The Crown’ já é considerada por muitos como a melhor entrada da série – e o sucesso crítico e comercial do novo ciclo continua a colher frutos.
A produção original da Netflix conquistou cinco indicações na apresentação dos nomeados ao SAG Awards 2021. Olivia Colman, Emma Corrin e Gillian Anderson disputam pela estatueta na categoria de Melhor Atriz em Série de Drama, enquanto Josh O’Connor compete pelo prêmio de Melhor Ator em Série de Drama; a série também foi relembrada em Melhor Elenco em Série de Drama juntamente a obras como ‘Bridgerton’, ‘Lovecraft Country’ e ‘Ozark’.
A premiação ocorre no dia 04 de abril e será exibida na TNT.
O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).
Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.