Site Página 4661

SAG Awards 2023 | Ke Huy Quan é o 1º ator asiático a levar o prêmio por um filme

Ontem foi realizada a 29º cerimônia do Screen Actors Guild, também conhecido como SAG Awards.

Premiado como Melhor Ator Coadjuvante por ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo‘, o vietnamita Ke Huy Quan fez história ao se tornar o primeiro ator asiático de um filme a levar a estatueta para casa.

Ele também é o segundo ator asiático a ganhar um prêmio individual na cerimônia, que também celebra astros de séries de TV.

No ano passado, Lee Jung-jae foi o primeiro asiático a levar o prêmio de Melhor Ator em Série de Drama por seu papel em ‘Round 6‘, da Netflix.

Em seu discurso, Quan deixou claro o quanto a vitória foi simbólica, não apenas para ele, mas para toda a comunidade asiática:

“Recentemente, me disseram que se eu ganhasse esta noite, eu me tornaria o primeiro ator asiático a vencer nesta categoria. Quando ouvi isso, rapidamente percebi que este momento não pertence mais apenas a mim. Também pertence a todos que pediram mudanças. Quando me afastei da atuação, foi porque havia poucas oportunidades. E agora, esta noite, aqui estamos nós.”

Quan mencionou seus colegas de elenco: Michelle Yeoh, James Hong, Stephanie Hsu e Harry Shum Jr., que receberam o prêmio de excelente desempenho de elenco em um filme, junto com Jenny Slate e Jamie Lee Curtis.

Lembrando que ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo‘ também rendeu os prêmios de Melhor Atriz para Yeoh e Melhor Atriz Coadjuvante para Curtis.

Na trama, uma imigrante chinesa é arrastada para uma aventura insana, onde ela deve salvar o mundo ao explorar outros universos conectados com a vida que ela poderia ter vivido.

‘Star Wars’: Ethan Hawke revela que gostaria de ser um Jedi ou Sith no futuro da saga

Ethan Hawke (‘O Telefone Preto’) trabalha desde a adolescência em Hollywood, o que significa que ele tem muitos créditos em seu nome.

Sempre pronto para inovar, o astro fez sua estreia na Marvel como o vilão Arthur Harrow, em ‘Cavaleiro da Lua‘, e agora quer participar da saga ‘Star Wars‘.

Enquanto promovia seu próximo filme, ‘O Mundo Depois de Nós‘, Hawke fez a revelação em uma entrevista para o Today.

“Já fiz campanha antes [para entrar na saga] e não funcionou. Qual é? Eu seria o melhor amigo de Obi-Wan. Algum dia espero estar aqui no programa promovendo minha escalação na saga e mostraremos um clipe desse momento para dizer: ‘Sonhos se tornam realidade!’ Farei o que eles quiserem, até mesmo se me pedirem para ficar mascarado. Dê-me um sabre de luz, serei um vilão ou um dos mocinhos. Não me importo.”

Enquanto o sonho não se torna realidade, vale lembrar que ‘O Mundo Depois de Nós‘ estreia amanhã (08 de dezembro), na Netflix.

O o suspense apocalíptico também conta com Julia Roberts (‘Erin Brockovich’) e Mahershala Ali (‘Moonlight’).

Confira o trailer:

Com 15 críticas computadas, o longa abriu com 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral, além de elogiar as performances sólidas do talentoso elenco, destaca a direção competente e os diálogos afiados.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Este filme parece uma versão mais satisfatória de ‘Batem à Porta’.” (Variety)

“Atuações sólidas ajudam a elevar este filme problemático escrito e dirigido por Sam Esmail, adaptação do romance homônimo de Rumaan Alam.” (Hollywood Reporter)

“Um thriller divertido e confiante sobre duas famílias forçadas a viverem juntas no meio do nada enquanto a civilização ao redor delas entra em colapso.” (Screen International)

“Com duração de 138 minutos, o filme tem um ritmo arrastado – há muita conversa para um filme do gênero e é muito superficial para oferecer uma reflexão real.” (Next Best Picture)

“Além de diálogos afiados, a direção e as performances de Julia Roberts, Mahershala Ali, Ethan Hawke e Mya’la fazem deste thriller um triunfo impactante.” (The Curvy Film Critic)

Dirigido por Sam Esmail (‘Mr. Robot’), o longa é baseado no livro homônimo assinado por Rumaan Alam.

A trama segue um casal enquanto eles vão até um canto isolado de uma ilha para passar férias com seus filhos adolescentes. Quando os donos da casa alugada retornam em pânico, alegando que um apagão aconteceu na cidade, o casal não tem certeza sobre o que acreditar. Sem sinal de internet ou telefone, as duas famílias são forçadas a viverem em uma situação tensa. 

Myha’la Herrold (‘Morte Morte Morte’) e Kevin Bacon (‘X-Men: Primeira Classe’) também estrelam a produção.

O Mágico de Oz | Conheça a Bizarra Sequência do Clássico – Disponível na DISNEY+

Famosa história originou-se em uma série de livros com diversas continuações

Uma garota, um tornado, uma trilha de tijolos amarelos e uma cidade esmeralda. Esses são elementos que certamente a maioria das pessoas conhece e certamente identificam de imediato com O Mágico de Oz. A famosa história criada por L. Frank Baum narra a jornada da jovem Dorothy que, após ser levada (ao lado de seu cãozinho Totó) por um furacão para a terra de Oz, deve encontrar o misterioso mágico local que possui conhecimento de como fazê-la retornar. No caminho ela terá aliados inesquecíveis e desafios propostos pela Bruxa Malvada do Oeste.

O primeiro livro, que compõe uma série de catorze outros títulos, foi lançado em maio de 1900 mas a “imortalidade” artística, por assim dizer, pode ser traçada uns trinta e nove anos depois quando Victor Fleming (que dirigiu a obra parcialmente pois ele precisou abandonar o projeto em prol de E o Vento Levou…) lançou sua adaptação cinematográfica. 

Leia também: Clássicos em live-action dos anos 80 para assistir na Disney Plus

O clássico homônimo estrelado por Judy Garland arrebatou o público com seu visual colorido (utilizando ao máximo a então nova técnica de colorização dos filmes) e trilhas musicais inesquecíveis. Concorreu a seis Oscar, dentre eles o de melhor filme, e levou os de Melhor Banda Sonora e Melhor Canção Original.

O clássico de 1939 é a imagem que muitos tem da obra de L.Frank Baum

Não à toa, quando recentemente a New Line Cinema anunciou que a diretora dos episódios de Watchmen e vencedora do Emmy, Nicole Kassell, estará no comando de uma nova adaptação de O Mágico de Oz, imediatamente surgiram indagações sobre o quão diferente da versão de Fleming essa abordagem será ou se pode ser uma espécie de homenagem na forma de um musical.

Entretanto, a primeira visita de Dorothy à Terra de Oz é só o primeiro capítulo de uma saga muito mais longa e cuja sequência é bem diferente do que se esperava. De uma maneira geral, a imagem que o autor tinha para esse mundo fantástico não foi realmente adaptada com sucesso na famosa versão de 1939, isso porque Baum usa dos elementos fantásticos para focar em alguns conceitos que, de outra maneira, não seriam abordados em uma história infantil. As famosas ilustrações assinadas por William Wallace Denslow também passam bem a ideia de surrealismo daquele mundo, com um estilo de arte diferente e até mesmo grotesco.

Por volta de 1904 é lançada A Maravilhosa Terra de Oz; um projeto que nasceu de diversos pedidos de leitores mirins por uma continuação do primeiro livro. Em uma nota publicada junto com a obra em questão o autor fala sobre os pedidos. “Depois da publicação de O Mágico de Oz eu comecei a receber cartas de crianças, me contando do prazer que elas tiveram lendo a história e me pedindo para escrever algo a mais sobre o Espantalho e Homem de Lata”.

Depois de muito insistir, em 1904, o público mirim teve a continuação tão desejada

Essa sequência não traz Dorothy como heroína, mas sim o jovem Tip. Ele é uma criança que desde que se recorda esteve sob a tutela da bruxa Mombi pois no passado seus pais fizeram um acordo com ela: em troca dela deixar a vila em paz eles lhe dariam seu pequeno filho. Logo de cara é interessante notar a similaridade, e tom sombrio presente, entre o início da vida de Tip e um terrível costume de muitos locais, geralmente mais pobres em sua maioria mas não totalmente, da venda dos filhos em troca de algo (geralmente comida).

Esse conceito também é um velho conhecido de histórias infantis; tradicionalmente se interpreta que o início da aventura de João e Maria, em que o casal de irmãos está perdido na floresta até se deparar com a casa da bruxa, é uma alegoria ao antigo hábito que os pais de famílias muito grandes tinham de abandonar seus filhos na floresta (geralmente os que não tinham idade para trazer o sustento para casa) de modo que assim sobrasse mais comida para todos.

Logo, a vida de Tip sob a tutela da bruxa é bastante desagradável, sendo marcada por uma relação verdadeiramente abusiva desde o início. A criança sendo compulsoriamente posta para servir aos caprichos da tutora enquanto que a mesma o ameaçava de lhe transformar em estátua. Tais detalhes mais explícitos sobre abusos domésticos eram um detalhe que o autor Baum entendia que compete aos contos de fadas.

O sofrido Tip irá embarcar numa aventura inesquecível

Afinal seu objetivo sempre foi, ao criar a saga de Oz, de fazer algo digno das tradicionais histórias dos irmãos Grimm mas adaptado ao cenário dos Estados Unidos e não uma cópia da distante Europa. Nas primeiras histórias da saga é perceptível que o autor não pesava tanto quanto viria a fazer mais para frente a excentricidade da ambientação. 

Totalmente desconfortável com sua situação, Tip decide criar um híbrido com corpo de madeira e cabeça de abóbora para poder assustar a sua tutora assim que ela retornasse para casa. O plano não funciona e ela ameaça novamente transformar Tip em uma estátua; aterrorizado o jovem decide fugir dali à noite com seu amigo inanimado porém, antes disso, ele rouba uma poção da bruxa que confere vida a objetos inanimados, de modo que assim ele dá vida ao Jack Cabeça de Abóbora.

Parte da bizarrice que cerca essa sequência tem uma ligação com o Jack Cabeça de Abóbora. Como mostrado no artigo The Original Wizard of Oz Books Are Shockingly Violent Compared to the Judy Garland Classic, de autoria da Talkin, é ressaltado um trecho bem desconcertante sobre o parceiro de Tip. “Baum decide e escolhe quando ele quer que o mundo de O Mágico de Oz reflita a vida real. Nos livros, ele introduz um personagem chamado Jack Cabeça de Abóbora, que muito se parece com Jack Skellington  no início de O Estranho Mundo de Jack. Ele tem um verdadeiro visual de Halloween, com todos os membros de aranha e uma cabeça de abóbora que apodrece como uma abóbora real”.

Em certas situações, Jack Cabeça de Abóbora conseguia ser bem perturbador

Ao longo da jornada a dupla se separa, com Tip indo encontrar o Espantalho, que agora é o governante da Cidade Esmeralda mas que corre o risco de ser deposto em um golpe; e Jack visitando o Homem de Lata, este que também se tornou um monarca e planeja marchar para a Cidade Esmeralda em busca de ajudar seu companheiro. Novamente fica uma analogia a fatores reais como instabilidade dos sistemas políticos e alianças entre Estados nacionais mascarados por um verniz fantástico.

A Maravilhosa Terra de Oz ainda serviu parcialmente (isso porque o terceiro livro Ozma de Oz também foi inspiração) de material base para uma adaptação cinematográfica em 1985 sob o nome de O Mundo Fantástico de Oz, no qual ele se propôs – não oficialmente pois a MGM (estúdio do filme de 1939) não se envolveu na produção – a ser uma sequência do clássico de Victor Fleming. Uma mudança fundamental foi a troca no protagonismo de Tip para uma Dorothy que tem dificuldade de seguir no mundo fora de Oz.

Tanto que no início seu comportamento causa preocupação nos tios, que temem pela saúde mental de Dorothy, que a leva para se clinicar com um psiquiatra. Após algumas sequências tensas no início ela acha seu caminho de volta para a Terra de Oz, essa no entanto estando bem diferente do que ela se lembrava; tudo está destruído e a Princesa Mombi (uma mistura da bruxa tutora mencionada antes com a vilã do terceiro livro, com a Princesa Langwidere) comanda com punho de ferro e o péssimo hábito de colecionar cabeças. 

No filme “O Fantástico Mundo de Oz” Dorothy retorna à tão sonhada terra de Oz mas as regras mudaram

O filme foi mal recebido pela crítica especializada na época do seu lançamento, nem mesmo a indicação ao Oscar de Melhores Efeitos Especiais mudou isso, por sua abordagem bem contrária a tudo que o original representava, mas atualmente ele integra a lista de “filmes cultuados anos após seu lançamento”. Economicamente, ele também não pagou o custo de produção, que à época estava orçado em US$ 28 milhões, fator que fez a Disney desistir de produzir novas sequências.

Toda saga de Oz é repleta de mensagens que fazem referências a elementos reais, algo bastante comum na literatura fantástica do século XX. Apesar de viver no imaginário como o musical de 1939 as obras originais não necessariamente seguem a mesma tendência, porém isso em nada esmaece o encanto daquele mundo.

‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso’ só será lançado “quando estiver PRONTO”, afirmam produtores

Os renomados produtores Phil Lord e Christopher Miller, responsáveis por ‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso‘, compartilharam detalhes sobre o aguardado terceiro filme do Aranhaverso.

Embora ainda não tenham uma data confirmada para a estreia, eles asseguraram que o filme chegará às telas “quando estiver pronto”.

Inicialmente agendado para lançamento em 28 de março de 2024, o filme teve seu lançamento adiado devido às greves que afetaram a indústria cinematográfica de Hollywood.

Em uma entrevista ao Digital Spy, Lord e Miller discutiram o andamento do projeto, revelando que a nova data de lançamento ainda não foi estabelecida. No entanto, enfatizaram o compromisso de entregar uma história completa e emocionante antes de definir uma data.

Phil Lord compartilhou: “Posso afirmar que estamos empenhados em trabalhar intensamente nisso e investir o tempo necessário para garantir que seja excelente.”

Christopher Miller acrescentou que, embora a conclusão da trilogia possa levar mais tempo do que o inicialmente previsto, a espera valerá a pena.

Ele enfatizou: “Estamos buscando criar um filme que seja a conclusão mais gratificante para essa narrativa, levando o público a lugares nunca antes explorados. Queremos fazê-los rir, chorar, torcer e refletir.”

Confira a nossa crítica de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’!

Assista ao trailer:

Kemp PowersJustin K. Thompson entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Adeus, Loki? Tom Hiddleston dá a entender que 2ª temporada foi sua DESPEDIDA da Marvel

O renomado ator Tom Hiddleston, famoso por sua interpretação de Loki no Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), expressou que revisitar o papel do deus da trapaça foi “uma honra” e agradeceu seus colegas de elenco pela “química e inspiração”.

Hiddleston, que em breve será agraciado com o Prêmio Virtuoso, afirmou para a Variety: “Quando alguém menciona ‘virtuoso’, eu penso em um solista deslumbrante em uma orquestra, e sinto-me tão distante dessa imagem quanto possível”.

Ele prossegue: “Na verdade, sou o oposto de um solista. Sempre sinto que estou no meu melhor em equipe. O que fazemos é um ato criativo coletivo e a alegria está na imaginação compartilhada”.

O ator aproveitou para expressar sua gratidão aos seus colegas de equipe em ‘Loki’, ressaltando que sua realização jamais seria possível sem seu “elenco profundo”.

“Eu não sei quem disse, mas há a frase: ‘Se você quer ir rápido, vá sozinho. Se você quer ir longe, vá junto’. E nunca foi tão verdadeiro quanto para este show. Eu realmente acho que o trabalho mais interessante que descobri acontece entre pessoas. Você chega pronto e preparado, mas leva essa preparação para a pista de dança e vê o que há entre vocês. Se fiz algo de valor, é por causa dessa química e inspiração que recebo de outro ator”.

Quanto à possibilidade de continuar a história de Loki em uma terceira temporada, Hiddleston respondeu: “Sinceramente, não sei. Estou muito orgulhoso de onde chegamos na 2ª temporada. Passar de uma alma perdida e quebrada em Asgard, e ser dado uma segunda chance e aprender tanto sobre a vida que ele realmente se dá para proteger outras pessoas, tem sido uma honra.”

Lembrando que a próxima produção da Marvel é Deadpool e Wolverine, único filme do UCM em 2024.

“No novo filme, após enfrentar alguns obstáculos profissionais durante uma crise de meia-idade, Wade Wilson (Ryan Reynolds) decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se tornar um vendedor de carros usados. No entanto, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide desenterrar suas katanas da aposentadoria e convoca um Wolverine (Hugh Jackman) relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado”.

O filme está programado para estrear em 25 de julho e promete “mudar” o Universo Cinematográfico da Marvel que conhecemos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU

‘Kraven: O Caçador’ DIVIDE opiniões dos críticos; Confira as primeiras reações!

‘Kraven, o Caçador’ chega em breve aos cinemas, e o longa já foi assistido por alguns jornalistas, que compartilharam suas primeiras impressões nas redes sociais.

As opiniões dos críticos estão divididas, com alguns considerando o filme divertido, enquanto outros o classificam como horrível.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

“Kraven, o Caçador é divertido quando Johnson está em ação causando um caos sangrento, mas o resto é um arrasto. Elenco ótimo prejudicado por um diálogo monótono e sem graça. Mais uma vez, um vilão se tornando herói. Uma história que falta qualquer tipo de intriga. Rino e Camaleão desperdiçados. No geral, uma decepção”, disse Cris Parker.

“Então, Madame Teia e Kraven, o Caçador realmente estão fechando 2024… e nossa, foi tão difícil de assistir quanto. ADR horrível, um tom extremamente inconsistente, alternando ação sanguinária com performances bizarras que variam de hilariamente ruins a extremamente monótonas. Roteiro desajeitado, mal editado e sem qualquer charme, empolgação ou criatividade—definitivamente, isso não é o que o público “Kraven” (esperava)”, disse Matt Neglia.

“Acabei de ver Kraven, o Caçador e tenho que dizer, que filme divertido! Sony Pictures, um dos melhores filmes do SSU depois de Venom. O gore e a ação estavam ótimos”, disse
Jonathan.

“Kraven, o Caçador é um dos filmes mais sem alma já feitos. Nem mesmo JC Chandor fez algo tão sem alma e genérico. ‘Kraven com K'”, disse Brandon Norwood.

“Acabei de sair da estreia mundial de Kraven, o Caçador e vou dizer para vocês agora, este filme está incrível! A atuação, a cinematografia, a música, o roteiro, acreditem em mim, vocês sabem que não faço julgamentos levianos… ESTE É UM DELES!! Do começo ao fim!! J.C. CHANDOR está de parabéns Vão ver Kraven, o Caçador exclusivamente nos cinemas dia 13 de dezembro!”, disse Gerald McCoy.

“Quero meu dinheiro de volta. E a exibição foi gratuita. ‘Kraven, o Caçador'”, disse
Colton.

“Então ‘Kraven, o Caçador’ um grande balde de NÃO. Embora eu tenha gostado da ação, ela cortava tão rápido que a gente não tinha tempo de aproveitar! ATUAÇÃO TERRÍVEL, roteiro péssimo e um desperdício de Aaron Taylor Johnson, que eu realmente gostei no papel! Muito rápido, história não muito boa… adeus”, disse Leo Rydel.

“Kraven, o Caçador é um arraso! Aaron Taylor-Johnson incorpora Kraven com seu físico, carisma e selvageria pura. A classificação R valeu muito a pena. Este filme é sangrento, bruto e brutal, ao mesmo tempo em que oferece uma história que faz justiça a esse vilão icônico”, disse Sean Tajipour.

“Acabei de ver ‘Kraven, o Caçador’ e é uma verdadeira diversão! Há várias referências ao universo do Homem-Aranha que vão impressionar os fãs. Ação cinematográfica incrível, a classificação R foi um deleite. Aaron Taylor-Johnson realmente incorporou o personagem, uma performance fenomenal. Não perca!”, disse Davy.

“Assisti ‘Kraven, o Caçador’ hoje à noite e por que os animais em CGI em 2024 parecem piores do que os dinossauros de Jurassic Park, que foram feitos há mais de 30 anos? Os blockbusters em CGI precisam fazer mudanças, porque de alguma forma estão ficando cada vez mais irreais. O T-Rex de JP ainda é o padrão de ouro”, disse Ken Murray.

“O Universo Spider-Man da Sony não vai com um estrondo, mas com um gemido. Kraven, o Caçador é clichê em todos os momentos. Aaron Taylor-Johnson tenta tirar o máximo disso, mas o roteiro o impede. A ação é um pouco divertida, mas é ofuscada por muita exposição pomposa”, disse Chris Gallardo.

“Kraven, o Caçador é no seu melhor quando as pessoas estão sendo brutalmente assassinadas ou despedaçadas por alguém ou algo. Tem algumas partes bem divertidas e outras realmente terríveis. A atuação é de uma atrocidade horrível, esse filme teria funcionado melhor como um filme mudo com apenas música, absolutamente nenhum diálogo pode ser tão ruim. Não sei como e quando Ariana DeBose foi de vencedora do Oscar para uma das piores atrizes, mas nossa, aquilo foi péssimo. Venha para ver Aaron Taylor Johnson como Kraven, mas fique para ver Alessandro Nivola como O Rino… ou seja, a melhor parte do filme”, disse Movie Deaths.

‘Kraven, o Caçador’ chega aos cinemas em 13 de dezembro de 2024 e o ator Aaron Taylor-Johnson falou um pouco sobre o personagem-título do longa produzido pela Sony.

O astro afirmou que o filme terá cenas selvagens de ação, dizendo que Kraven é “uma besta selvagem” que não para tão facilmente.

Taylor-Johnson mencionou uma das cenas do filme para aumentar as expectativas dos fãs em relação aos momentos de ação.

“A melhor sequência de ação que você vai ver é Kraven correndo descalço pelas ruas de Londres. Ele não se importa com os vidros quebrados perfurando seus pés. Ele é um animal. Uma besta selvagem”, afirmou o ator.

Lembrando que, com poucos dias restantes para o lançamento do filme, a Sony Pictures divulgou os oito primeiros minutos de ‘Kraven, o Caçador’.

Confira:

O elenco também é formado por Ariana DeBoseRussell CroweAlessandro NivolaChristopher AbbottFred HechingerLevi Miller.

J.C. Chandor (‘Operação Fronteira’) é o responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Art Marcum & Matt HollowayRichard Wenk.

kraven o caçador

‘Horizon: Uma Saga Americana’: Coordenadora de intimidade denuncia falhas em cena de estupro não roteirizada

As polêmicas em torno de ‘Horizon 2’ ganharam novos contornos. Agora, a coordenadora de intimidade da produção, Celeste Chaney, redigiu um relatório de duas páginas denunciando falhas graves nos protocolos durante a filmagem de uma cena de estupro não roteirizada.

Segundo a Variety, Devyn LaBella, dublê da atriz Ella Hunt, entrou com uma ação judicial contra Kevin Costner, diretor, roteirista, produtor e protagonista do filme, alegando ter sido forçada a participar da cena sem qualquer aviso prévio, o que a deixou abalada e humilhada.

No relatório, Chaney apontou “diversos problemas”, entre eles a ausência de uma coordenadora de intimidade no set, a falta de fornecimento de roupas de modéstia para a atriz e a direção improvisada de Costner, que não contou com o consentimento de LaBella.

“Ela foi colocada ‘no momento’, em uma situação vulnerável e comprometedora, e então perguntaram se ela estava ‘bem para continuar’, com todos à sua volta esperando uma resposta”, escreveu Chaney.

O relatório foi anexado à petição judicial revisada, apresentada em 18 de junho. No documento, Chaney conclui que “os protocolos apropriados foram abandonados” e recomenda que a produção passe a incluir uma coordenadora de intimidade em qualquer cena com exposição intensa ou vulnerabilidade emocional.

“Coordenadoras de intimidade devem estar sempre presentes nesses momentos, para proteger e apoiar os atores, ajudar o diretor a alcançar sua visão e garantir a integridade da produção”, destacou.

A nova petição também inclui trocas de mensagens entre LaBella e Chaney após o incidente. Em uma delas, LaBella relata que o produtor executivo pediu desculpas e comentou que Costner “precisa se atualizar com os tempos atuais”.

LaBella afirma ainda que sofreu represálias por ter denunciado o ocorrido e que, desde maio de 2023, não foi mais contratada pelo coordenador de dublês da produção.

Costner, por meio de seu advogado Marty Singer, negou as acusações. Em nota, Singer alegou que LaBella teria sinalizado positivamente com um “joinha” após o ensaio e que, posteriormente, aparentava estar de “bom humor”.

A ação revisada também acusa Singer de tentar minar ainda mais a reputação de LaBella ao rotulá-la como uma “acusadora contumaz”.

“Depois que uma linha é cruzada, não resta muita escolha”, disse LaBella em comunicado. “Me pronunciei imediatamente. E, por isso, fui recebida com silêncio, evasivas e tentativas de me descredibilizar. Este caso não trata apenas do que aconteceu comigo. Trata de um sistema falho, que protege os poderosos e pune quem ousa falar”.

Kevin Costner é processado por assédio sexual por dublê em ‘Horizon: Uma Saga Americana’

kevin costner em horizon an american saga

É do Brasil! ‘O Agente Secreto’ entra na lista de finalistas para indicação ao Oscar

O filme brasileiro O Agente Secreto avançou em sua jornada rumo ao Oscar. Segundo o Deadline, a Academia divulgou uma nova lista de candidatos, e o longa nacional aparece entre os finalistas ao prêmio.

De acordo com a reportagem, a produção brasileira foi apontada como uma das fortes concorrentes na categoria.

Além do título do Brasil, outros filmes também figuram entre os finalistas ao troféu:

É do Brasil! Variety aposta em indicação de ‘O Agente Secreto’ e Wagner Moura ao Oscar!

O Agente Secreto’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Além de Wagner Moura, o elenco conta com grandes nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Roberto Diogenes e Hermila Guedes.  

Crítica | O Agente Secreto – Kleber Mendonça Filho Alcança Seu Melhor em Potente Filme de Roteiro Refinado | CinePOP

O longa, que estreou com grande destaque em festivais internacionais, já acumula importantes prêmios, incluindo o FIPRESCI (Prêmio da Crítica Internacional) de Melhor Filme, o Prix des Cinémas Art et Essai – AFCAE (Prêmio de Cinema de Arte), além de troféus de Melhor Direção para Kleber Mendonça Filho e Melhor Ator para Wagner Moura.

Na estreia mundial, o filme foi aplaudido de pé por 13 minutos, consolidando-se como um dos grandes destaques da temporada.

‘Monopoly’: Lionsgate contrata dupla de roteiristas para filme baseado no clássico jogo de tabuleiro

O icônico jogo de tabuleiro Monopoly está mais perto de ganhar as telonas. A Lionsgate, a LuckyChap (produtora de Margot Robbie) e a Hasbro Entertainment estão unindo forças e contrataram duas duplas de roteiristas de destaque no mercado para apresentar propostas para o longa: Neil Widener & Gavin James (‘Um Filme Minecraft’) e Rebecca Angelo & Lauren Schuker Blum (‘Dinheiro Fácil’).

Segundo informações publicadas pelo Deadline, o projeto ainda está em estágios iniciais. Até o momento, as duas duplas apresentaram propostas diferentes de história, e a intenção dos estúdios é selecionar a melhor abordagem antes de avançar para a fase de roteiro completo.

Transformar o Monopoly em um filme é um desejo antigo de Hollywood que já se arrasta por quase duas décadas. Conheça a trajetória do projeto:

  • 2008: A ideia começou na Universal Pictures, que fechou um grande acordo com a Hasbro. Na época, o renomado diretor Ridley Scott chegou a ser cotado para dirigir o longa.
  • 2012 : O fracasso comercial do filme ‘Battleship: A Batalha dos Mares’ fez a Universal desistir de adaptar jogos de tabuleiro, e os direitos voltaram para a Hasbro.
  • 2015: A Lionsgate assumiu os direitos e contratou Andrew Niccol para esboçar um roteiro. Anos depois, uma nova versão foi pensada para ser uma comédia estrelada por Kevin Hart e dirigida por Tim Story, mas o projeto não saiu do papel.
  • 2023–2024: Após a Lionsgate comprar a eOne em 2023 e garantir os direitos definitivos de adaptação, o projeto ganhou força total na CinemaCon de 2024 com a entrada da LuckyChap, produtora de Margot Robbie, surfando na onda do sucesso de Barbie’.
  • 2025: Os cineastas John Francis Daley e Jonathan Goldstein foram contratados para escrever uma versão em março de 2025, mas a abordagem foi descartada, abrindo espaço para os novos roteiristas atuais.

A pressa em tirar o projeto do papel se justifica pelos números expressivos da marca. Considerado o jogo de tabuleiro mais popular do mundo,Monopoly possui 99% de reconhecimento global, já vendeu quase 500 milhões de unidades desde sua criação em 1935 e está presente em mais de 100 países. A dinâmica do jogo consiste em comprar, alugar e negociar propriedades para levar os adversários à falência.

Além do filme para os cinemas, o universo do jogo vai se expandir para o streaming. A Hasbro está desenvolvendo uma série no formato de reality show (sem roteiro) baseada emMonopoly para a Netflix. A produção está nas mãos da Studio Lambert.

‘Monopoly’: Netflix faz seleção em massa para criar reality inspirado no jogo de tabuleiro

Os Filmes MAIS ASSUSTADORES dos Últimos Tempos

Já se pode afirmar que nos últimos anos o gênero do terror ou horror vem ganhando excelentes títulos, tematicamente distintos e de várias partes do mundo, tendo em vista a escassez e falta de variedade das duas décadas passadas. O que se via basicamente eram remakes asiáticos ou fitas genéricas que pegavam carona no sucesso de Jogos Mortais (2004). Aliás, o homem por trás deste longa, James Wan acabou se tornando um dos maiores nomes da vertente no cenário atual, sendo sinônimo de sucesso e qualidade em suas produções. Um realizador que sabe como criar atmosferas sombrias e assustadoras.

5 CASOS REAIS de Ed e Lorraine Warren que podem inspirar ‘Invocação do Mal 3’ 

O próprio Wan confessa que faz filmes repletos de influências cinematográficas, como falar então de obras assustadoras e não recordar clássicos como O Bebê de Rosemary (1968), O Exorcista (1973) e O Iluminado (1980), produções referenciais que até hoje, quando revisitadas, gelam a espinha. Por sinal, a lista de películas memoráveis nesse meio é extensa, outros exemplares como Suspiria (1977), Alien: O 8º Passageiro (1979) e O Enigma de Outro Mundo (1982) também não ficam atrás.

‘Invocação do Mal 2’: Documentário raro mostra a garota possuída na VIDA REAL! 

No entanto o intuito dessa matéria em questão é apontar alguns exemplos de produções mais recentes que igualmente se destacaram por suas qualidades e peculiaridades. Além do já citado James Wan, surgiram vários outros cineastas que despertaram a atenção do fandom por fazerem filmes bastante interessantes e até genuínos, estes que merecem ser lembrados ou descobertos.

Listamos algumas obras contemporâneas que marcaram o estilo e foram aclamadas por público e (ou) crítica.

Cite também os seus favoritos nos comentários abaixo.

Crítica | Invocação do Mal 2 

12 – Atividade Paranormal (2006)

horror (1)

A qualidade dos filmes é completamente discutível, é verdade, mas também é inegável que essa é a franquia de terror mais lucrativa das ultimas décadas e possui uma legião de fãs espalhados pelo mundo. Aliás, a ideia do primeiro longa é sensacional e se de fato comprada deixa o espectador com os olhos pregados na tela a procura do que está acontecendo ou vai acontecer. Ainda que façam arranjos forçadíssimos para interligar as inúmeras continuações, os realizadores conseguem agradar o público alvo até hoje e não devem largar o osso tão cedo.

Desde criança Katie ouve ruídos estranhos, sussurros e sente sensações inesperadas. Já adulta, ela mora com seu namorado Micah, que, meio cético quanto aos depoimentos, resolve usar uma câmera para gravar tudo o que acontece enquanto eles dormem e vivem dentro da casa. O que era para ser apenas uma forma de esclarecer o mistério torna-se uma experiência intrigante e assustadora.

11 – A Morte do Demônio (2013)

horror (6)

Refilmagens de clássicos do terror tendem geralmente a dar errado, Carrie – A Estranha (2013), A Hora do Pesadelo (2010) e Psicose (1998) são apenas alguns desses exemplos negativos, mas vez ou outra surge uma luz na escuridão. A nova versão de A Morte do Demônio, dirigida pelo uruguaio Fede Alvarez, não tem o mesmo frescor do filme de Sam Raimi, mas possui um lado técnico primoroso. Além de se levar muito mais a sério que o filme original e ter cenas graficamente pesadíssimas, a estética é um deleite a parte.

Cinco jovens vão passar um fim de semana em uma cabana isolada nos bosques de Tennessee. Os jovens têm estranhas experiências, causadas pela presença ali do Livro dos Mortos, que logo encontram. Depois encontram um gravador. Dentro do mesmo a fita que foi gravada pelo dono da cabana, contém a tradução de algumas passagens do livro. Ao ser reproduzida pelos estudantes, desperta os espíritos que estavam adormecidos e que habitam o bosque. Os espíritos começam a possuir os jovens um por um.

10 – O Orfanato (2007)

horror (4)

Na década de 2000 surgiram alguns filmes de terror espanhóis que ganharam o mundo por seu estilo narrativo perturbador, fazendo com que a grande indústria finalmente atentasse para essa nova onda europeia. E talvez este O Orfanato reúna as principais características da vertente e tenha sido visto pelos mais variados públicos. Inserir crianças como ameaças é uma sacada antiga, porém a forma empreendida por Juan Antonio Bayona foi bem particular.

Laura passou os anos mais felizes de sua vida em um orfanato, onde recebeu os cuidados de uma equipe e de outros companheiros órfãos, a quem considerava como se fossem seus irmãos e irmãs verdadeiros. Agora, trinta anos depois, ela retornou ao local com seu marido Carlos e seu filho Simón, de sete anos. Ela deseja restaurar e reabrir o orfanato, que está abandonado há vários anos. O local logo desperta a imaginação de Simón, que passa a criar contos fantásticos. Entretanto à medida que os contos ficam mais estranhos Laura começa a desconfiar que há algo à espreita na casa.

9 – Corrente do Mal (2015)

horror (7)

Essa recente produção quase independente já carrega consigo o feito de conseguir, de maneira muito orgânica, emular diversos clássicos do terror da década de 1970 e 1980, inserindo uma trama jovial, ao estilo Kevin Williamson, e ainda soar como uma obra moderna do mestre John Carpenter. O cineasta David Robert Mitchell foi bastante elogiado pela crítica devido aos maravilhosos enquadramentos e planos soturnos concebidos elegantemente. Um dos suspenses mais interessantes lançados nos últimos anos.

A jovem Jay leva uma vida tranquila entre escola, paqueras e passeios no lago. Após uma transa, o garoto com quem passou a noite explica que carregava no corpo uma força maligna, transmissível às pessoas apenas pelo sexo. Enquanto vive o dilema de carregar a sina ou passá-la adiante, a jovem começa a ser perseguida por figuras estranhas que tentam matá-la e não são vistas por mais ninguém.

8 – Sobrenatural (2011)

horror (8)

James Wan já era bastante conhecido por Jogos Mortais (2004) quando lançou Sobrenatural, seu verdadeiro retorno ao gênero que o consagrou. No entanto dessa vez o cineasta apostou em uma linha completamente diferente, largou a mão do gore e começou a trabalhar com o suspense, empregando elementos narrativos sutis que deixava a atmosfera fílmica tensa o suficiente para manter o espectador ligado o tempo todo. Quando é revelado o que há por trás do caso empreendido, a reação do público é de total pasmasses e horror pelo nível de maluquice do realizador.

A família Lambert, formada por Josh, Renai e os filhos Dalton e Foster, acaba de se mudar. Logo, uma das crianças entra em coma de forma inexplicável, fazendo os pais pensarem que a nova casa abriga algum tipo de espírito do mal. Mas eles logo se mudam do local e nos dias seguintes acabam descobrindo que o problema não estava na casa e sim no próprio filho.

7 – Os Outros (2001)

horror (15)

Quando Alejandro Amenábar explodiu em Hollywood com o petardo Os Outros, já possuía no currículo os ótimos Morte ao Vivo (1996) e Preso na Escuridão (1997), mas foi mesmo o filme protagonizado por Nicole Kidman que solidificou de vez a carreira do cineasta. O longa tinha muito do clássico Os Inocentes (1961) e detinha de uma atmosfera mórbida quase sufocante. Seu final é lembrado até hoje como um dos mais impactantes já vistos.

Durante a 2ª Guerra Mundial, Grace decide por se mudar, juntamente com seus dois filhos, para uma mansão isolada na ilha de Jersey, a fim de esperar que seu marido retorne da guerra. Como seus filhos possuem uma estranha doença que os impedem de receber diretamente a luz do sol, a casa onde vivem está sempre em total escuridão. Eles vivem sozinhos seguindo religiosamente certas regras, como nunca abrir uma porta sem fechar a anterior, mas quando eles contratam empregados para a casa eles terminam quebrando estas regras, fazendo com que imprevisíveis consequências ocorram.

6 – Abismo do Medo (2005)

horror (12)

Tá aí um filme independente que chegou a poucos cinemas pelo mundo, mas conseguiu fazer barulho por sua qualidade e quando finalmente saiu para home video foi abraçado pelos fãs do gênero. A plot basicamente simples e até clichê não tirou sua credibilidade ou empalideceu o trabalho de Neil Marshall, pelo contrário, o longa detinha uma narrativa sóbria e competente que levava seus personagens ao limite, por todo clima sombrio ali passado, deixando o espectador sempre na ponta da cadeira.

Um ano após um trágico acidente, algumas amigas vão explorar uma caverna. Uma delas, Juno, sem avisar as outras, as levou para uma caverna que nenhuma pessoa tinha explorado. Logo elas descobrem que talvez alguém tenha entrado ali, mas nunca saído vivo. Um acidente faz com que uma rocha se desprenda e as amigas fiquem presas na caverna. Com a saída bloqueada, elas passam a explorar o local, buscando outro meio de sair. Porém elas passam a ser perseguidas por estranhas criaturas, que se escondem na escuridão da caverna.

5 – [REC] (2007)

horror (9)

O estilo found footage já havia se disseminado com A Bruxa de Blair (1999), e várias outras pequenas produções apostaram em tal linguagem, mas conseguiu surtir tanto efeito quanto o filme de Eduardo Sánchez e Daniel Myrick. No entanto o longa espanhol [REC], que foi distribuído aos poucos, pegou todo mundo de surpresa. Há tempos não se via algo tão assustador quanto tal produção. Onde Jaume Balagueró e Paco Plaza pegou na verdade outra ideia do estilo e conseguiu causar uma aflição terrível, no melhor sentido da palavra.

Ángela Vidal é uma jornalista que, juntamente com seu operador de câmera Pablo, faz uma reportagem em um quartel do Corpo de Bombeiros, na intenção de mostrar seu cotidiano. Porém o que aparentemente seria uma saída noturna rotineira de resgate logo se transforma em um grande pesadelo. Presos em um edifício, a equipe de filmagens e os bombeiros enfrentam uma situação desconhecida e letal.

4 – Invocação do Mal 2 (2016)

438538.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx

Desde o início da projeção de Invocação do Mal 2, tudo parece muito claro e gráfico. A ideia é passada de maneira mais “gritada”. O uso de jumpscares é constante e a aparição dos fenômenos sobrenaturais é pouco medida, surgindo na presença de policiais ou mesmo na frente das câmeras. Ou seja, temos então uma produção tão genérica quanto tantas outras contemporâneas do estilo, certo? Errado! O caso aqui é exatamente oposto e, ao contrário do que se pode pensar, tal empreitada constata ainda mais o total domínio de James Wan no gênero em questão. Utilizando artifícios que estariam desgastados e ferramentas relegadas por alguns especialistas do gênero, Wan desconstrói essa vertente do estilo que é olhada de lado e consegue, de maneira impressionante, entregar um filme ainda mais assustador que o original.

Sete anos após os eventos de Invocação do Mal (2013), Lorraine (Vera Farmiga) e Ed Warren (Patrick Wilson) desembarcam na Inglaterra para ajudar uma família atormentada por uma manifestação poltergeist na filha. A trama é baseada no caso Enfield Poltergeist, registrado no final da década de 1970.

3 – A Bruxa (2016)

horror (13)

À medida que a trama vai caminhando se observa em A Bruxa contornos completamente diferentes e inesperados. É fácil se perguntar se tudo aquilo não passa de um distúrbio que envolve os personagens ou se simplesmente forças sobrenaturais estejam mesmo agindo ali. O terceiro ato então traz cenas intensas e absolutamente inusitadas em relação ao que era apresentado. Mas a certeza mesmo é que ao fim da sessão você provavelmente estará apavorado ou impressionado diante do que viu.

Nova Inglaterra, década de 1630. William e Katherine leva uma vida cristã com suas cinco crianças em uma comunidade extremamente religiosa, até serem expulsos do local por sua fé diferente daquela permitida pelas autoridades. A família passa a morar num local isolado, à beira do bosque, sofrendo com a escassez de comida. Um dia, o bebê recém-nascido desaparece. Teria sido devorado por um lobo? Sequestrado por uma bruxa? Enquanto buscam respostas à pergunta, cada membro da família seus piores medos e seu lado mais condenável.

2 – O Babadook (2014)

horror (10)

O terror psicológico sem duvidas é um subgênero interessantíssimo justamente por gerar uma dualidade latente em sua proposta, fazendo com que o espectador tenha a mesma perspectiva. No australiano O Babadook (um filme que não chegou nos cinemas brasileiros e foi direto para a Netflix) damos de cara com este artificio o tempo todo. Seria aqueles acontecimentos não sobrenaturais e sim coisas da cabeça do garoto, ou da mãe transtornada com toda situação? A sociedade é o verdadeiro monstro? Esses são alguns dos muitos questionamentos que este também assustador filme levanta.

Seis anos já se passaram desde a morte de seu marido, mas Amelia ainda não superou a trágica perda. Ela tem um filho pequeno, o rebelde Samuel, e tem dificuldades para amá-lo. O garoto sonha diariamente com um monstro terrível e ao encontrar um livro chamado “The Babadook” reconhece imediatamente seu pesadelo. Certo de que Babadok deseja matá-lo, o menino começa a agir irracionalmente, para desespero de Amélia.

1 – Invocação do Mal (2013)

horror (5)

Com o lançamento de Invocação do Mal, sucesso astronômico de bilheteria, James Wan conseguiu o status de maior nome do terror mundial da atualidade no meio pop. O filme responsável por isso é repleto de elementos interessantíssimos e funcionais. E sendo este baseado num casal médium que ainda existe na vida real, a credibilidade pelas histórias contatadas era geral, principalmente por estar nas mãos de um cineasta tão habilidoso quanto Wan. Mas o texto também é muito bom, o elenco é fantástico e o longa possui um rigor estético invejável. Uma obra que aposta novamente em sutilidade e demonstra a total maturidade do realizador.

Um casal muda para uma casa nova ao lado de suas cinco filhas. Inexplicavelmente, estranhos acontecimentos começam a assustar as crianças, o pai e, principalmente, a mãe. Preocupada com algumas manchas que aparecem em seu corpo e com uma sequência de sustos que levou, ela decide procurar um famoso casal de investigadores paranormais, mas eles não aceitam o convite, acreditando ser somente mais um engano de pessoas apavoradas com canos que fazem barulhos durante a noite ou coisas do gênero. Porém, quando eles aceitam fazer uma visita ao local, descobrem que algo muito poderoso e do mal reside ali.

Diretor de ‘A Caçada’ e ‘Mare of Easttown’ deve comandar a série ‘Pinguim’ da HBO Max

Segundo o DiscussingFilm, o cineasta Craig Zobel está em negociações para dirigir a série focada no vilão da DC, ‘Pinguim‘, da HBO Max produção que será um spin-off do longa-metragem ‘Batman‘, com Robert Pattinson.

Craig Zobel tem como suas produções mais conhecidos ‘A Caçada‘ e a premiada minissérie ‘Mare of Easttown‘, também da HBO Max.

Zobel também será creditado como produtor-executivo. De acordo com Production Weekly, a intenção da plataforma é dar início às filmagens em 6 de fevereiro de 2023, em Nova York.

Colin Farrell retornará como o icônico vilão na série limitada.

Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas a produção “irá expandir o universo criado por Matt Reeves“. Rumores indicam que o spin-off irá explorar como o vilão ascendeu ao poder e ao controle do submundo criminoso de Gotham City.

Lauren LeFranc (‘Agentes da SHIELD’) será a showrunner do projeto.

Farrell e Reeves também servirão como produtores executivos.

“O universo que o Matt Reeves construiu em ‘Batman’ merece um olhar mais profundo através dos olhos de Oswald Cobblepot,” afirmou Farrell em declaração oficial. “Eu não poderia estar mais animado em me aprofundar nesse personagem enquanto ele ascende da escuridão para se tornar o Pinguim. Será ótimo trazê-lo de volta para as ruas de Gotham por um pouco mais de caos e insanidade.”

Vale lembrar que ‘Batman‘ continua em exibição nos cinemas, onde já arrecadou impressionantes US$ 301 milhões mundialmente.

 

Viúvas

(Viudas)

2

 

Elenco: Graciela Borges, Martín Bossi, Rita Cortese, Valeria Bertuccelli.

Direção: Marcos Carnevale

Gênero: Drama

Duração: 100 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 21 de Dezembro de 2012

Sinopse: Elena (Graciela Borges) é uma diretora de documentários bastante reconhecida e casada com o músico Augusto. Um dia ela recebe uma ligação anônima, avisando que o marido está em um hospital. Acompanhada de sua amiga e assistente Esther (Rita Cortese), Elena descobre que Augusto a estava traindo com Adela (Valeria Bertucelli). Além de ficar chocada com a revelação, Elena ainda tem que lidar com o pedido do marido, à beira da morte, para que ajude Adela.

Curiosidades:

‘Pânico’: Teaser-trailer da segunda temporada

A primeira temporada da série de TV baseada em ‘Pânico‘, ‘Scream‘, terminou ontem nos EUA.

Além da revelação do assassino e de uma homenagem ao diretor Wes Craven, que morreu neste domingo, dia 30, também foi divulgado o primeiro teaser-trailer da próxima temporada.

Assista, com o comercial do último episódio:

Segunda temporada de ‘Pânico’ ganha novidades

Vídeo compila todos os gritos da quadrilogia ‘Pânico’; Assista! 

Scream‘ começa com um vídeo que foi parar no YouTube e se tornou viral. Ele causa problemas para a protagonista Audrey, que se vê em meio a um assassinado e uma cidade com um passado conturbado.

Tarantino revela que gostaria de ter dirigido ‘Pânico’ e critica Wes Craven 

Jill Blotevogel (‘Ravenswood’, ‘Harper’s Island’, ‘Eureka’) serve como produtor principal de ‘Scream‘.

 

George R.R. Martin tem ideia para série derivada de ‘Game of Thrones’

No começo da semana, os produtores de ‘Game of Thronesrevelaram que as próximas temporadas serão encurtadas, e as próximas duas temporadas vão somar apenas 13 episódios no total.

Em entrevista à revista Entertainment Weekly, o autor George R.R. Martin revelou que gostaria de produzir uma série derivada após o término de ‘Game of Thrones‘.

“Existe um mundo repleto de histórias esperando para serem contadas, caso a HBO tenha interesse de continuar mostrando esse universo”, afirmou.

Segundo o autor, a ideia para a trama do spin-off é adaptar o livro ‘As Aventuras de Dunk e Egg‘, que traz histórias ambientadas no mesmo universo de ‘As Crônicas de Gelo e Fogo‘. Essas histórias falam sobre a jornada de um personagem chamado Dunk e seu escudeiro Egg.

“Cada capítulo deste livro seria facilmente adaptado a um episódio da série, ou em um telefilme com duas horas de duração”, revelou.

Apesar de planejar uma nova série,  Martin continua penando para terminar o sexto livro da saga ‘As Crônicas de Gelo e Fogo‘, intitulado The Winds of Winter.

A sexta temporada estreia no domingo, dia 24 de abril, e a série foi renovada até seu oitavo ano.

Criada por David Benioff e D.B. Weiss, Game of Thrones é uma adaptação dos livros “As Crônicas de Gelo e Fogo“, de George R. R. Martin, e rapidamente se tornou uma das séries de maior sucesso da HBO da atualidade.

Game of Thrones se tornou um sucesso mundial conquistando milhões de espectadores.  Ganhadora de diversos prêmios Emmys® e Globos de Ouro®, a série quebra recordes continuamente, como por exemplo no Primetime Emmys® em 2015, levando 12 prêmios, o maior número em um noite desde 2000.

Leia a descrição do primeiro episódio da 6ª temporada.

The Red Woman – “Jon Snow está morto. Daenerys conhece um homem forte. Cersei consegue ver sua filha novamente”.



Batman salva Arlequina em novo trailer de ‘Esquadrão Suicida’

Esquadrão Suicida ganhou um novo trailer, voltado para o mercado internacional.

Confira, com as fotos divulgadas ontem:

 

O filme terá 2 horas e 10 minutos (incluindo os créditos finais). Para comparação, ‘Batman vs Superman‘ tinha 2 horas e 33 minutos.

‘Esquadrão Suicida’: Vídeo traz 4 minutos de cenas do Coringa 

Detalhes sobre a participação do Batman em ‘Esquadrão Suicida’ 

Dirigido por David Ayer,  ‘Esquadrão Suicida‘ trará o debut dos personagens nos cinemas e tem lançamento marcado para 5 de agosto de 2016.

Batman em imagens de ‘Esquadrão Suicida’ 

Em ‘Esquadrão Suicida‘, Amanda Waller dirige uma agência secreta do governo que se chamado ARGUS e cria uma força tarefa ‘suicida’ de super-vilões. O governo norte-americano recruta um grupo de criminosos, formado por Pistoleiro, Arlequina, Capitão Bumerangue, Coringa e Rick Flagg, para missões especiais.  Eles são obrigados a embarcar em uma missão perigosa e mortal em troca de penas mais curtas.



 

Marvel Studios já tem filmes planejados até 2030

O CEO da Disney Bob Iger revelou em entrevista ao The Wrap que o estúdio já está planejando o calendário de estreias da Marvel Studios para mais uma década, até 2030.

“Estamos planejando e desenvolvendo filmes até o fim da próxima década, e além disso”, afirmou.

Até o fim de 2020, o estúdio irá encerrar a Fase 3 com ‘Doutor Estranho‘, ‘Guardiões da Galáxia 2‘, ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘, ‘Thor – Ragnarok‘, ‘Pantera Negra‘, ‘Homem-Formiga e Vespa‘ e ‘Os Vingadores 3 e 4‘.

O CinePOP criou uma agenda com os futuros lançamentos da empresa, atualizado após a retirada de ‘Os Inumanos (12 de Julho de 2019) do calendário.

Os Melhores e Piores Filmes da Marvel Studios – com ‘Thor – Ragnarok’ incluso!

Vale lembrar que a Marvel ainda tem mais um lançamento para este ano: o aguardado ‘Thor – Ragnarok‘ (26 de Outubro).

‘Thor – Ragnarok’ passa ‘Os Vingadores’ com 98% de aprovação dos críticos!

Confira:

MARVEL STUDIOS

 

Thor: Ragnarok (26 de Outubro de 2017 no Brasil e 3 de Novembro de 2017 nos EUA)

Pantera Negra (16 de Fevereiro de 2018 nos EUA)

Vingadores: Guerra Infinita (4 de Maio de 2018 nos EUA)

Capitã Marvel (6 de Março de 2019 nos EUA)

Vingadores 4 (3 de Maio de 2019 nos EUA)

– Título a ser anunciado (30 de abril de 2020)

– Título a ser anunciado (9 de julho de 2020)

– Título a ser anunciado (5 de novembro de 2020)

Leia nossa crítica EM TEXTO:

Crítica | Thor – Ragnarok – Marvel cria comédia no estilão Deadpool 

Suspense no trailer de ‘Big Little Lies’, com Shailene Woodley e Reese Witherspoon

A HBO divulgou o trailer legendado da aguardada Big Little Lies’, minissérie estrelada por Nicole Kidman, Shailene Woodley e Reese Witherspoon

A estreia está marcada para o domingo, 19 de fevereiro de 2017.

Descrita como um suspense sombrio, a trama acompanha as mães de três crianças que, aparentemente, têm vidas perfeitas. Até que um dia, um assassinato abala as rotinas delas.

Assista:

As vencedores do Oscar também são produtoras da adaptação do best-seller de Liane Moriarty, ao lado de David E. Kelley, criador de ‘Ally McBeal’ e ‘Justiça Sem Limites’ – ele ainda acumulará a função de roteirista.

Kidman e Witherspoon adquiriram os direitos de adaptação da obra no começo de 2014 e originalmente tinham planos de transformá-la em filme.

Foram produzidos sete episódios no total.

Filha de Klaus mostra seus poderes nas prévias do episóio 4×04 de ‘The Originals’

The Originals‘, série spin-off de The Vampire Diaries‘, ganhou suas novas prévias para o terceiro episódio.

Assista, com as promos:

Neste spin-off, Klaus (Joseph Morgan) retorna à Nova Orleans, cidade que ele ajudou a construir há séculos, e reencontra seu diabólico ex-protegido Marcel (Charles Michael Davis). Ao lado dos irmãos Elijah (Daniel Gillies) e Rebekah (Claire Holt), Klaus deve se juntar aos inimigos de Marcel para tentar evitar a extinção da linhagem Mikaelson.

No Brasil, a série é exibida pela MTV.

‘Toy Story 4’ ganha data de estreia

Toy Story 4‘ já tem uma nova data de estreia. A animação foi adiada em um ano, e agora chega aos cinemas apenas em 21 de junho de 2019.

A data anterior, 15 de junho de 2018, foi ocupada pelo lançamento  de ‘Os Incríveis 2‘ – saiba mais!

John Lasseter, diretor do original ‘Toy Story‘ e de ‘Toy Story 2‘, comanda o quarto filme.

A sequência abre um novo capítulo na vida de Woody, Buzz Lightyear e da turma de Toy Story. A história foi criada por Lasseter, Andrew Stanton, Pete Docter e Lee Unkrich, os contadores de história que são a força por trás dos três filmes Toy Story.

A animação será focada no relacionamento de Woody e a pastora Betty (eles namoravam em ‘Toy Story‘ e ‘Toy Story 2‘). Patricia Arquette (‘Boyhood’) emprestará sua voz para a moderna mãe do protagonista.

Assista a apresentação de ‘Toy Story 4’ e ‘Procurando Nemo’ na D23 Expo 

O presidente da Pixar, Jim Morris, já havia adiantado que a nova sequência da franquia animada não continuará os eventos do último filme.

“O terceiro filme terminou de uma linda maneira e completou a trilogia. Eu acho que o novo filme não faz parte da trilogia. É uma história separada que, por sua vez, não sei se será continuada [em ‘Toy Story 5’]. Nunca comece um projeto com isso em mente. [Por isso] Não é uma continuação do final de ‘Toy Story 3’.”

Morris ainda classificou o novo ‘Toy Story’ como uma comédia romântica.

“Será uma história de amor, uma comédia romântica, e não vai focar muito a interação entre os brinquedos e as crianças. Eu acredito que vai ser um filme muito bom.”

toystory4_2

 

Stephen King volta a falar sobre a cena da orgia entre as crianças de ‘It – A Coisa’

Stephen King voltou a comentar sobre uma das cenas mais polêmicas do livro ‘It – A Coisa, que voltou aos holofotes essa semana por conta do lançamento da adaptação de Andy Muschietti.

Em entrevista ao Vulture, King retomou um comentário que tinha feito em 2013 sobre a cena de sexo entre as crianças protagonistas da história.

“Eu não estava pensando no aspecto sexual. O livro trata da infância e da idade adulta. Os adultos não se lembrar de sua infância. Intuitivamente, os Perdedores sabiam que tinham que estar juntos novamente. O ato sexual relaciona a infância e a idade adulta. É outra versão do Túnel de Vidro, que liga a biblioteca infantil a biblioteca adulta. Os tempos mudaram desde que escrevi essa cena e agora há mais sensibilidade a essas questões.”

Agora em 2017, Stephen disse o seguinte…

“Sem dúvida, é minha citação. Eu apenas acrescentaria que é fascinante para mim que haja tantos comentários sobre essa única cena de sexo ao invés das várias mortes de crianças que eu escrevo no livro. Isso deve significar algo, mas não tenho certeza do quê…”

‘It: A Coisa – Capítulo 2’ pode ser dividido em Parte 1 e Parte 2

‘It – A Coisa’ e as Melhores Adaptações de Stephen King

Leia nossa crítica EM TEXTO:

Crítica | It: A Coisa – Drama com toques de terror que diverte mais do que assusta!

A Coisa‘ mostra o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.

Palhaços que estão assustando moradores nos EUA não têm ligação com ‘It – A Coisa’ 

‘Um Lugar Silencioso’ ganha clipe tenso…

O terror ‘Um Lugar Silencioso‘ ganhou um clipe bastante tenso.

Assista:

Crítica | Um Lugar Silencioso – Suspense raiz vai te deixar aterrorizado…

Representatividade é uma palavra que tem gerado bastante polêmica nos últimos anos, com atores sendo escalados para papéis controversos.

O diretor John Krasinski, por outro lado, nem ao menos considerou escalar uma atriz que não fosse realmente surda para o papel de sua filha no terror, que também tem a mesma condição. A atriz Millicent Simmonds conseguiu o papel, e o diretor falou um pouco sobre a experiência:

“Contratar uma atriz surda não era negociável para mim, mas eu não pensei que seria tão sortudo de ter não só uma atriz surda, como também o ser humano mais bonito, que me guiou por essa experiência e foi muito honesto sobre como realmente era ser surda,” Conta Krasinski. “[Simmonds] não estava intimidada. Ela me dizia ‘Isso é o que eu faria nesse momento […] e isso é como uma briga com o meu pai seria’. Foi incrível.”

Kransinki também revelou que a atriz o ajudou com as linguagens de sinal, o ensinando e o orientando no decorrer ds gravações do filme. Segundo ele, tornou “toda a experiência muito mais real”.

Com 100% de aprovação no Rottem Tomatoes, site americano que reúne críticas de cinema e televisão, o filme foi aclamado por especialistas.

Um Lugar Silencioso‘ chega aos cinemas brasileiros no dia 5 de abril.

John Krasinski (13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi), que dirige e atua na produção, também assina o roteiro com Bryan Woods e Scott Beck. Emily Blunt (A Garota do Trem) é a mãe de uma família que tenta se manter em total silêncio para sobreviver à uma ameaça que ronda a sua casa e que pode atacá-los ao menor sinal de barulho.

‘Vingadores: Ultimato’: Artes revelam os novos visuais de Ronin, Hulk, Viúva Negra, e mais…

A Marvel divulgou várias artes oficiais de ‘Vingadores: Ultimato‘, incluindo os novos visuais do Gavião Arqueiro (agora, Ronin), Hulk e Viúva Negra.

E pelo visto, a Natasha terá dois cortes de cabelo distintos no filme – loiro curto e cumprido vermelho com trança – indicando que o filme deve mesmo ter uma passagem de tempo.

Confira:

Com a culminação de 22 filmes interconectados, o quarto filme da saga dos Vingadores fará público testemunhar o ponto crítico desta jornada épica. Nossos amados heróis perceberão o quão frágil é a realidade, e também os sacrifícios que precisam ser feitos para defendê-la.

O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo. ‘Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril de 2019.

Crítica | My Hero Academia: Dois Heróis – Anime ganha ótima adaptação nos cinemas

My Hero Academia‘ – ou ‘Boku no Hero‘ – é um fenômeno por parte daqueles que apreciam os mangás e animes. Mesmo não sendo exibido em nenhum canal de televisão brasileiro como ocorrera em sucessos estrondosos de gerações passadas como Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball, Naruto e Pokemon, conseguiu agregar uma quantidade imensa de fãs por todo o mundo graças à internet.

Tamanho sucesso fez com que a exibição do filme, que estreou em agosto de 2018 no Japão, chegasse às telas de cinema no Brasil, algo não muito comum para um anime. A estreia em terras tupiniquins foi no dia 08 de agosto.
O público-alvo, por razões óbvias, é aquele que já acompanha a obra de autoria de Kōhei Horikoshi, mas isso não quer dizer que os espectadores de primeira viagem fiquem perdidos. Os primeiros minutos do filme são dedicados a fazer uma contextualização do momento que se passa a história e apresentação dos personagens principais àqueles que ainda não o conhecem.

Para embarcar na jornada de ‘My Hero Academia‘, não há uma grande complexidade para entender a trama, ainda mais considerando que é fácil se familiarizar com a premissa da obra: Jovens e super-heróis, algo corriqueiro principalmente aos fãs dos filmes deste gênero que tanto faz sucesso atualmente.

Midoriya e All Might são os pilares de ‘My Hero Academia: Dois Heróis‘. A relação entre os dois, não somente de mestre a aluno, como também podendo ser interpretada até como um relacionamento paterno, é cativante e um dos principais pontos da obra. Os níveis de poder estabelecidos são claros e a mensagem de que o Símbolo da Paz precisa ficar fora de ação momentaneamente para que a história possa andar de modo mais fluente é evidente e necessária.

Embora Midoriya seja o protagonista, a história começa a conquistar ao público de fato quando os demais personagens, colegas de turma, começam a aparecer em tela. Os secundários têm papel importante e o trabalho em equipe entre eles é fundamental para que ‘My Hero Academia‘ funcione, ainda que os maiores holofotes sejam em Midoriya, que é um bom protagonista.

O filme conta com elementos e participações surpreendentes de personagens de grande importância do mangá, ainda que em um breve momento. O tom de perigo, risco e seriedade é multiplicado a partir do momento em que é mostrado o contexto do nível de poder do vilão, fazendo assim um bom link com a obra original, não sendo desta forma uma história totalmente à parte do que o público acompanha semanalmente.

Isso faz com que a produção aparentemente leve e despretensiosa em sua primeira metade ganhe um diferente peso e uma maior dramaticidade, envolvendo a quem assiste. Outro ponto positivo é que os novos personagens somam muito à história e conduzem bem a trama. Melissa e David foram grandes adições. Junto a eles, os já Todoroki e Bakugou, muito queridos pelos fãs, roubam a cena em vários momentos e nos apresentam boas cenas de ação e comédia.

A dublagem brasileira fez um grande trabalho e teve em Guilherme Briggs sua maior força. A voz de All Might foi muito bem representada, assim como o Midoriya de Lipe Volpato, o Bakugou de Fabio Lucindo e Robson Kumode dando vida a Todoroki. A única que não encaixou tão bem com a personalidade do personagem foi Uraraka.

Por outro lado, algo que não foi tão bem trabalhado é a qualidade dos traços, da animação. Em um filme, o esperado é que haja um maior cuidado em relação a este segmento, mas na prática, a qualidade da animação foi inferior a até mesmo diversos episódios do anime. Apenas um uso de CGI no ato final chamou a atenção. Porém, de um modo geral, poderia ter sido melhor.

Dito isso, o saldo final de ‘My Hero Academia: Dois Heróis‘ é positivo. Filmes baseados em mangás e animes costumam ser consideravelmente inferiores às suas obras originais, mas neste caso um bom nível se manteve e a diferença não foi tão discrepante. O tom do filme foi um acerto, assim como o modo de trabalhar vários personagens e ter a capacidade de agradar tanto o público que já conhecia a história quanto aqueles que poderão conhecer e acompanhar pela primeira vez.

‘Sem Remorso’: Adaptação com Michael B. Jordan ganha data de estreia no Brasil

Paramount Pictures do Brasil anunciou a data de estreia Sem Remorso, adaptação do livro homônimo de Tom Clancy estrelado por Michael B. Jordan.

O longa chega aos cinemas nacionais no dia 1º de outubro de 2020.

A trama é situado durante a Guerra do Vietnã e traz a história de origem de John Clark, um dos personagens recorrentes no universo de Jack Ryan.

O livro foi lançado em 1993 e foi mais um grandioso sucesso de Clancy, estreando na primeira posição da lista de best-sellers do New York Times.

Sem Remorso‘ é dirigido por Stefano Sollima e também conta com Jamie Bell e Cam Gigandet no elenco.

Confira o primeiro teaser do longa:

 

Ver essa foto no Instagram

 

#WithoutRemorse 2020

Uma publicação compartilhada por Michael B. Jordan (@michaelbjordan) em

 

 

‘O Exterminador do Futuro 7’: Mackenzie Davis fala sobre uma possível sequência

Em entrevista ao NME, Mackenzie Davis, que estrelou o reboot ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘, revelou não acreditar que o público queira mais um filme, descartando a possibilidade de uma nova sequência.

“Eu realmente amei o filme ‘Destino Sombrio’ e estou orgulhosa do que nós fizemos, mas o longa fracassou nas bilheterias e acredito que não há uma demanda para um sétimo filme.”

Ela continua, “É preciso prestar atenção no que o público quer. Eles querem coisas novas e eu também. Há muitas ideias interessantes que não se encaixam no padrão dessas grandes franquias que não são dadas a chance de serem desenvolvidas. Nós devíamos investir nelas atualmente.”

Destino Sombrio‘ fracassou nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 261 milhões a partir de um orçamento de US$ 195 milhões, tornando-se uma das maiores decepções do ano.

Recentemente, Linda Hamilton, intérprete de Sarah Connor, confessou que “ficaria feliz em nunca mais voltar para a franquia.”

“Cinema não deveria ser um empreendimento de alto risco no qual milhões de dólares estão em jogo.”, disse ela. “O público de hoje é tão imprevisível e eu não consigo lembrar quantas vezes me disseram: ‘Bem, as pessoas não vão mais ao cinema’. Então eu ficaria feliz em nunca mais voltar para a franquia. Não tenho esperança sobre isso, estou cansada.”

O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘ prometia resgatar a essência da franquia e ser o primeiro de uma nova trilogia, mas Hamilton acredita que o filme não tinha capacidade para isso.

“Eu não acho que Sarah e John iriam continuar essa história se estivessem felizes e seguros. A morte de John foi um novo combustível para Sarah Connor retornar à luta, e esse foi um argumento muito bom. Mas não acho que isso sustentaria novas sequências. Não costumo me apegar às ideias do passado, seria mais interessante se o roteiro tivesse outro ponto de vista.”

Apesar das críticas, a atriz disse que se divertiu muito e adorou contracenar com Natalia Reyes e Mackenzie Davis.

“Nunca me senti tão querida ao lado dos colegas de elenco, até conhecer Reyes e Davis. Criamos um vínculo muito forte e nos apoiamos bastante. Eu as admiro como artistas e mulheres, elas são amigáveis, inteligentes, e atenciosas. Foi uma bênção conhecer essas meninas. Acho que Tim [Miller, o diretor] soube tirar o melhor de nós, ele também é incrível.”

Para quem não assistiu, o filme ignora os eventos de ‘Exterminador do Futuro 3‘ e todas as outras sequências que vieram depois, reiniciando a linha do tempo após ‘O Julgamento Final‘.

O elenco conta com Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger, Edward Furlong e Diego Boneta.

Crítica em Vídeo | Lupin – 2ª Parte consolida a série como uma das MELHORES da Netflix

A espera acabou e a segunda temporada da popular série francesa ‘Lupin‘ já está entre nós.

O editor-chefe Renato Marafon já maratonou os cinco novos episódios e traz a crítica para você.

Assista:

Crítica | Lupin – 2ª temporada mantém a ÓTIMA adrenalina e fica ainda mais séria

Na nova leva de episódios, a busca de Assane por vingança contra Hubert Pellegrini acabou devastando a sua família. Encurralado, ele agora precisa pensar em um novo plano, mesmo que para isso tenha que se colocar em perigo.

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 3ª temporada.

Os cinco novos episódios são dirigidos por Ludovic Bernard (‘The Climb‘) e Hugo Gélin (‘Amor à Segunda Vista‘).

Assista à nossa crítica da 1ª temporada:

Crítica | Lupin – Série com Omar Sy já é a MELHOR da Netflix de 2021

A série é inspirada nos romances escritos por Maurice LeBlanc e traz Omar Sy como o primeiro ator negro a encarnar uma versão do icônico Lupin, aqui contemporaneizado na roupagem de Assane Diop.

Ludivine SagnierClotilde HesmeNicole GarciaHervé PierreSoufiane GuerrabAntoine GouyFargass Assandé e outros completam o elenco.

J.K. Rowling NÃO protestou contra a demissão de Johnny Depp em ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore’

Quando a franquia ‘Animais Fantásticos‘ foi iniciada, a criadora J.K. Rowling foi a principal defensora de Johnny Depp como intérprete do vilão Grindelwald.

Apesar das críticas que o astro vinha recebendo por parte dos fãs, Rowling permaneceu firme ao insistir na escolha.

No entanto, o The Hollywood Reporter divulgou que a autora não protestou contra a demissão de Depp depois que a Warner Bros decidiu removê-lo do próximo filme, intitulado ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘.

Como Depp perdeu o julgamento contra sua ex-esposa, Amber Heard, que o acusou de agressões físicas e psicológicas, parece que Rowling não quis pôr em risco sua relação com o estúdio.

Além disso, ela também vem sendo massacrada pelos fãs por conta de suas polêmicas declarações preconceituosas e homofóbicas… E se envolver numa nova discussão iria deixar sua situação ainda mais complicada.

E, segundo a revista Variety, a WarnerMedia optou por seguir adiante com o desligamento do protagonista da saga para evitar que sua imagem esteja associado à tumultuada vida do astro.

É importante ponderar que, após o lançamento de ‘Os Crimes de Grindelwald‘, a gigante de telecomunicações AT&T se fundiu à empresa mãe da Warner Bros., chamada Time Warner.

Essa junção acarretou em mudanças significativas na mesa diretora da WarnerMedia, como a contratação de Jason Killar como o novo CEO e Anna Sarnoff como a chefe de estúdio.

A chegada dos novos diretores fez com que os responsáveis pelo estúdio refletissem sobre o custo-benefício de manter Depp associado aos seus projetos. Ainda que sua popularidade fosse genuinamente grande, seu controverso comportamento estava ofuscando e comprometendo o seu trabalho na saga do universo de ‘Harry Potter‘.

E conforme pontuou a Variety, havia uma “falta geral de tolerância ao tipo de controvérsia que cada grande estúdio teve que enfrentar por pelo menos uma vez ou outra ao cortejar talentos mercuriais – mas historicamente populares – como Depp“. Tais “prejuízos” levaram à “demissão” do veterano.

Assista ao trailer do terceiro filme da saga, que estreia dia 14 de Abril:

Apesar de ter criado uma saga que fala essencialmente sobre aceitação, ‘Harry Potter’, Rowling vem ganhando as manchetes do mundo inteiro pelos motivos errados. Afinal, há algum tempo, a autora britânica vem defendendo uma ideologia extremamente transfóbica e que associa mulheres trans a “homens de vestido” e a “estupradores”.

Agora, Rowling fez mais uma postagem controversa em seu Twitter oficial com a seguinte legenda: “guerra é paz. Liberdade é escravidão. Ignorância é força. O indivíduo com pênis que estuprou você é uma mulher”.

Confira:

O texto em questão faz referência ao romance ‘1984’, de George Orwell, que vem sido erroneamente interpretado por conservadores para justificar preconceitos condenáveis e inaceitáveis, como o caso de Rowling.

É claro que a postagem não passaria batido pelos internautas, que prontamente se postaram contra o que a autora comentou e voltaram a acusá-la de transfóbica.

Veja:

“Eu era uma grande fã sua. Foi molestada quando tinha oito anos… Eu sou trans. Seus livros costumavam me inspirar e me dar esperança. Agora… eu realmente odeio o que você se tornou”.

“Toda a influência que você tem e você escolhe machucar as pessoas que são vulneráveis e marginalizadas. Realmente nojento”.

“Você literalmente tem um castelo e passa o tempo fazendo isso”.

“Preciso que a escritora de um livro sobre jovens bruxos pare de ser tão obcecada com o que as pessoas têm no meio das pernas”.

“Amor é paz. Liberdade é aceitação. Compreensão é força. Mulheres trans não são um perigo para a sociedade. J.K. Rowling adora alimentar o ódio em relação a um grupo de pessoas inocentes e belas”.

“Por que parece que você está mais chateada com as pessoas trans do que com estupradores? Parece que suas prioridades estão invertidas, querida”.

Para quem não se lembra, Rowling escreveu no Twitter que se nega a reconhecer mulheres trans como mulheres de verdade porque passou os últimos três anos lendo livros e artigos científicos sobre o assunto, mas se mostra confusa ao distinguir a diferença entre os conceitos de ‘sexo’ e ‘gênero’.

Ela também disse que a exposição de propagandas com casais gays é uma má influência para crianças e adolescentes, o que gerou as críticas por parte de seus seguidores.

Anteriormente, Bonnie Wright, intérprete de Gina Weasley, compartilhou sua solidariedade aos fãs da comunidade trans, dizendo:

“Se ‘Harry Potter’ era uma fonte de amor e pertencimento para vocês, esse amor é infinito e existe para ser tratado sem julgamentos ou questionamentos. As mulheres trans são mulheres. Eu enxergo e amo vocês. Bonnie.”

Vídeo traz cenas INÉDITAS dos próximos episódios de ‘The Last of Us’

A HBO Max divulgou um vídeo com cenas dos próximos episódios de ‘The Last of Us‘, que estreou ontem e está fazendo o maior sucesso.

Assista:

Agora que já está disponível o primeiro episódio da série estrelada por Pedro Pascal (‘O Mandaloriano’) e Bella Ramsey (‘A Pior das Bruxas’), o público está rendendo elogios à performance da dupla.

Nas redes sociais, há diversos comentários exaltado a fidelidade ao material original, seja em relação à trama, ao visual pós-apocalíptico e à conexão entre os personagens.

Quem está assistindo dublado também ficou feliz ao notar que os mesmos dubladores do game foram contratados para dar voz aos personagens na versão brasileira.

Confira as reações:

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.  Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Demogorgon na primeira imagem oficial da PRÉ-SEQUÊNCIA da série ‘Stranger Things’

Através do Twitter, a página oficial da peça teatral inspirada na série Stranger Things‘.

Intitulada ‘The First Shadow‘, a trama é ambientada décadas antes da série de TV, no ano de 1959, “antes do mundo virar de cabeça para baixo…” E vai explorar a evolução do telepata Henry Creel até se transformar em Vecna, o grande vilão da série.

A imagem divulgada mostra o Demogorgon se preparando para atacar Henry quando ele é enviado para o Mundo Invertido.

Confira:

“Henry, conheça o Demogorgon.”

Conversando como The Wrap, o produtor Shawn Levy comentou sobre o projeto e elevou as expectativas dizendo que:

“Estamos ocupados em várias frentes porque, além das gravações da temporada final da série, também teremos nossa peça de ‘Stranger Things‘ estreando em Londres em breve. É fabulosa. É incrível pra caramba.”

Ele continuou, ressaltando também que está esperançoso sobre o início das filmagens da última temporada da série:

“Essa peça superou todas as nossas expectativas. Estamos muito entusiasmados em compartilhar isso com o mundo. Estamos ansiosos para expandir este universo – nosso elenco, nossa equipe… Todos não só precisam voltar ao trabalho porque temos centenas de membros da equipe que não conseguiram ganhar a vida desde o início das greves, mas estaremos filmando [a temporada final] muito em breve, logo após o término da greve dos atores.”

Lembrando que o elenco da produção finalmente foi revelado.

Através do Twitter, o Discussing Film anunciou que Oscar Lloyd será James Hopper Jr., Isabella Pappas será Joyce Maldonado, Christopher Buckley será Bob Newby, Shane Attwooll será o Xerife Hopper e Louis McCartney dará vida a Henry Creel.

Já a versão mais jovem do Dr Brenner será interpretada por Patrick Vaill.

O elenco adicional inclui Michael Jibson como Victor Creel, Chase Brown como Lonnie Byers, Ammar Duffus como Charles Sinclair, Gilles Geary como Ted Wheeler, Florence Guy como Karen Childress, Max Harwood como Allen Munson, Matthew Pidgeon como Padre Newby, Calum Ross como Walter Henderson, Maisie Norma Seaton como Claudia Henderson, Lauren Ward como Virginia Creel e Ella Karuna Williams como Patty Newby.

Confira a publicação:

Escrita por Kate Trefry, que também é produtora executiva da série, a peça conta com a direção de Stephen Daldry (‘The Crown’) e Justin Martin (‘Together’).

Com estreia marcada para este ano, a atração estará em cartaz somente no teatro West End, localizado em Londres, capital da Inglaterra.

Confira o teaser e a sinopse:

“Hawkins, 1959, uma cidade normal com preocupações regulares. O carro do jovem Jim Hopper não pega, a irmã de Bob Newby não leva seu programa de rádio a sério e Joyce Maldonado só quer se formar e dar o fora da cidade. Quando o novo aluno Henry Creel chega, sua família descobre que um novo começo não é tão fácil… E as sombras do passado têm um alcance muito longo”.

Enquanto isso, vale lembrar que todas as quatro temporadas continuam disponíveis na Netflix.

Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – enquanto passam por um período turbulento na escola, o que dificulta ainda mais as coisas. Nesse momento vulnerável, surge uma ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

‘Velozes e Furiosos – Hobbs e Shaw 2’ vai acontecer?

Em entrevista ao Collider, o produtor Kelly McCormick falou sobre a sequência ‘Velozes e FuriososHobbs e Shaw 2‘, revelando o projeto atualmente está em pausa, esperando a disponibilidade dos atores.

“Todos daquela franquia em particular estão muito ocupados. Quero dizer, quem é mais ocupado do que o Dwayne Johnson? E ele é fundamental para o projeto. Nós estamos apenas esperando, para ser honesto.”

Ele completa, “Ainda estamos esperando o momento certo… Estamos muito animados para continuar.”

Na história, o policial Luke Hobbs (Dwayne ‘The Rock’ Johnson) e o agente renegado Deckard Shaw (Jason Statham) precisam se unir à contragosto para uma missão: recuperar um vírus capaz de dizimar a humanidade, e derrotar o criminoso Brixton (Idris Elba), outro espião britânico que trocou de lado. O sujeito trabalha inclusive para uma organização nos moldes da SPECTRE – para quem é familiarizado com a mitologia de 007.

Velozes e FuriososHobbs e Shaw 2‘ arrecadou ótimos US$ 760,7 milhões mundialmente.

Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul

(Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul)

Elenco:

Direção: Alê Camargo

Gênero: Animação

Duração: 88 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 25 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

Em Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul, a indiazinha Tainá vai conhecer seus amigos inseparáveis: Catu, um macaquinho encrenqueiro; Pepe, o sábio urubu-rei; e a charmosa ouricinha Suri. Juntos, eles se tornarão os “Guardiões da Amazônia”, ajudando os animais, protegendo e cuidando da floresta. Tão diferentes uns dos outros, eles terão que aprender a vencer as diferenças e a valorizar a amizade para formar uma equipe e cumprir a missão: encontrar a Flecha Azul — uma antiga flecha mágica, que guia aqueles que têm o destino de serem os Guardiões da Amazônia — e impedir que um grande mal queime a floresta e destrua todo o ecossistema amazônico. Dessa vez todos os bichos estão em perigo! Cru-cru!

Crítica: 

Crítica | ‘Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul’ – Animação brasileira é um verdadeiro show de como tocar o coração das novas gerações [Bonito CineSur]

Curiosidades: 

Tainá 3 – A Origem

» Gustavo Colombo, de ‘Detetives do Prédio Azul‘, assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

13 filmes sobre relacionamentos entre Pais E Filhos – Parte 3

Seguindo em nossa jornada sobre esse tema complicado e bastante abordando de diversas maneiras por inúmeras produções pelo mundo todo ano, dessa vez reunimos filmes da Romênia, Israel, França, EUA, Argentina, um clássico sobre o tema com Christopher Walken e Sean Penn no elenco, até curta-metragem separamos para essa parte 3 de nosso especial.

 

O Caderno de Tomy (Argentina, 2020)

Ame, leia, veja, escute…e pense em mim de vez em quando. Baseado em uma história real, o longa-metragem argentino O Caderno de Tomy é uma história, antes de mais nada, sobre um último desejo de mãe para filho. Abordando temas delicados como a linha tênue entre procedimentos legais e a eutanásia, a difícil tarefa de dizer adeus, o projeto gera muitas emoções pois em nossas vidas já conhecemos ou conhecemos alguém que já conheceu quem teve câncer. Disponível na Netflix, o filme pode também ser definido como uma grande mistura de sentimentos. Escrito e dirigido pelo cineasta Carlos Sorin.

Na trama, conhecemos uma mulher de 40 e poucos anos (interpretada pela ótima atriz argentina Valeria Bertuccelli) que é diagnosticada com um câncer terminal. Seu marido (Esteban Lamothe), sempre ao seu lado, faz de tudo para que ela fique bem nos seus últimos dias em um quarto de hospital. Certo dia, fugindo de um quadro depressivo por conta de sua situação, resolve escrever um diário endereçado a seu filho pequeno, a cada página que escreve ela conta sobre sua experiência de estar ali mas também todos seus desejos par ao futuro dele. Além do diário, resolve ir twitando sobre sua rotina e acaba ficando famosa involuntariamente saindo em jornais e aparecendo na televisão.

Quando ser corajoso e forte é nossa única opção. Não é um filme fácil, há muita dor pelo caminho dos 84 minutos de projeção. Os diálogos da protagonista com o médico chefe são sinceros, fortes e com uma maturidade gigante. Sedação paliativa ou eutanásia, os contornos dessa linha tênue chegam já no arco final dando bastante profundidade para o polêmico tema.

Por mais que não seja o foco principal, está dentro de outros subtópicos o sentido do relacionamento de pais e filhos. Além disso é algo profundo, dolorido e notório que não é fácil para ela nem para todos ao seu redor. As cenas dos arcos finais deixam nossos corações apertados. O Caderno de Tomy gera muita reflexão sobre o sentido de nossas vidas e o que fazemos com ela.

 

Se Algo Acontecer…Te Amo (EUA, 2020)

Só o amor vence batalhas que durante muito tempo não pensamos em como superar. Como contar os reflexos de uma tragédia através da técnica de animação em menos de 15 minutos? O vazio existencial, a solidão. Uma tristeza que abala o casamento, portas abertas de uma lembrança que machuca mas que mostra uma esperança. Se Algo Acontecer…Te Amo, curta-metragem disponível na Netflix (que legal ter curtas em algum streaming!), busca transformar pequenos minutos em grandiosos momentos contando o recorte de uma família, suas desilusões e algum caminho para a esperança. Escrito e dirigido pela dupla Michael Govier e Will McCormack o projeto transforma a dor em forma de traços e tinta.

Utilizando as técnicas de animação, o drama Se Algo Acontecer…Te Amo mostra uma família que tem sua rotina completamente afetada com lembranças após uma tragédia acontecer com a filha dentro de um colégio norte-americano. Em 12 minutos somos testemunhas de um avassalador recorte de uma família abatida pelo luto.

A sombra, o espírito. A interpretação para tudo o que vemos vem de cada um de nós. Fica forte a tendência de que os sentimentos podem ser identificados como as sombras que vão e vém nesse pequeno grande filme. A paleta de cores se mostra presenta e sem entrelinhas indica o colorido quando geravam lembranças da filha. Govier e McCormack tem um grande méritos de conseguir envolver o espectador do primeiro ao último minuto. Um projeto corajoso e muito emocionante.

 

Uncle Frank (EUA, 2020)

Você vai fazer as coisas como querem que você faça ou da maneira como você quer fazer? Escrito e dirigido por Alan Ball (produtor de seriados de sucesso como A Sete Palmos e True Blood), em seu segundo longa-metragem como diretor, Uncle Frank é sensível recorte passado no início da década de 70 onde um professor universitário não assumidamente gay precisa enfrentar seus grandes fantasmas do passado quando seu pai falece. Delicado e com reflexivos diálogos, o filme percorre todas as dores de um personagem (e os ótimos coadjuvantes) inteligentes e cativantes. Os atores Peter Macdissi e Paul Bettany conseguem extrair de seus personagens todo amor e carinho de uma relação secreta que passa uma grande verdade para o lado de cá da tela. Um emocionante filme, disponível na Amazon Prime.

Na trama, conhecemos a jovem Beth (Sophia Lillis) que mora no interior dos Estados Unidos e não possui muitos sonhos na vida. Sua grande referência acaba sendo o seu tio Frank (Paul Bettany) um homem inteligente, educado, professor da Universidade de Nova Iorque, distante do resto da família, por motivos que a princípio não sabemos, que a faz entender alguns conceitos básicos para que tenha independência e consiga ser quem ela realmente quiser ser. Os anos se passam e Beth passa para a mesa Universidade que o tio dá aulas e acaba, durante uma festa meio que secreta, descobrindo que ele é gay e vive casado com Wally (Peter Macdissi), um engenheiro aeronáutico, a mais de 10 anos. Dias depois, Frank recebe a notícia que seu pai, avô de Beth, faleceu, e os dois precisam embarcar para a cidade natal deles para o funeral.

Há uma impressionante linda passagem entre os arcos, harmônicos e com recheio de emoções perdidas ou encubadas principalmente do amargurado protagonista que acaba se descontruindo e se construindo novamente aos nossos olhos. Não chega a ser um road movie mas é um caminho de descobertas, ou, encerramentos de capítulos não terminados de um passado que vivia gritando dentro de Frank. A delicadeza percorre todos os menos de 100 minutos de projeção, mesmo nas partes mais dolorosas como os preconceitos sofridos há uma quebra de hipocrisia com sarcasmos e muitos risos, alguns desses provocados pelo ótimo personagem Wally (o quase desconhecido por aqui, o ator libanês Peter Macdissi em grande atuação).

Fica mais rico ainda o filme se analisarmos pela ótica de Beth, a referência em quase tudo que conhece sobre livros e vivência vem desse tio tão especial para ela, como se fosse uma filha para ele. Uncle Frank não deixa de tocar o ponto principal a todo instante, relacionamentos pais e filhos, na linha do protagonista e na de muitos dos personagens coadjuvantes, seus conflitos e suas escolhas. Um belo trabalho de Bell e cia.

 

Caminhos Violentos (EUA, 1986)

Violência gera violência. Explorando uma relação explosiva entre pai e filho, o cineasta nova iorquino James Foley nos apresenta um longa-metragem repleto de questões que envolvem principalmente questões familiares e a falta de uma maturidade em um início de uma fase adulta conturbada, sem muitas referências. Somos testemunhas de caminhos inconsequentes, violentos em uma primavera de 1978 no interior da Pensilvânia. Vale o destaque também para a trilha sonora, com direito a canção Live to Tell da Madonna. Destaques para as atuações de Christopher Walken Sean Penn.

Na trama, conhecemos Brad Jr. (Sean Penn), um jovem que trabalha com um bico pouco rentável e vive com a mãe, a avó e o irmão em uma simples casa na Pensilvânia. Brad Jr. se apaixona por Terry (Mary Stuart Masterson) com quem deseja fugir da cidade e ter uma nova vida. Mas, ao mesmo tempo, Brad tem em sua vida novamente o seu pai, o bandido Brad Sr. (Christopher Walken) com que começa a ter uma reaproximação que culminará em um desfecho tenso, frio e sangrento.

Baseado em fatos reais, At Close Range, no original, possui um roteiro bem desenvolvido, assinado por Nicholas Kazan. As verdades da vida são colocadas todas expostas, nem toda trama tem um final feliz, como muitas trajetórias inconsequentes e/ou perdidas do lado de cá da telona. O foco é total na relação complicada entre pai e filho, uma verdadeira luta entre a imaturidade e o pensar sem escrúpulos. Toda a trajetória é violenta, desde o abandono da ex-esposa e dos filhos até a maneira como lida com isso e os inconsequentes atos que se seguem. Um filme marcante, com cenas fortes que apresentam ao público uma história chocante, indicado ao Urso de Ouro no Festival de Berlim.

 

Charter (Suécia, 2020)

Se tivesse que escolher, você ficaria com sua mãe ou seu pai? Indicado da Suécia ao próximo Oscar na categoria Melhor Filme Estrangeiro, Charter, escrito e dirigido pela cineasta sueca de 34 anos Amanda Kernell, possui um arrepiante abre alas, um diálogo no escuro que diz muito sobre sentimentos dúvidas/incertezas que veremos ao longo dos intensos 94 minutos de projeção. No início tudo é muito misterioso, aos poucos vamos descobrindo as verdades e alguns porquês (nem todos) sobre como todos os personagens foram parar ali naquela situação complexa que envolve guarda das crianças, a polícia, assistentes sociais, e uma mãe em fuga com os próprios filhos. Um drama profundo, muito bem dirigido. A atuação de Ane Dahl Torp é uma das melhores dos últimos anos quando pensamos em filmes europeus.

Na trama, conhecemos Alice (Ane Dahl Torp) uma mulher que precisou se distanciar dos dois filhos, Elina (Tintin Poggats Sarri) e Vincent (Troy Lundkvist) por alguns meses esperando sair a decisão sobre a custódia das crianças. Mas certo dia, Vicent liga para mãe no meio da noite e isso faz com que ela volte correndo para o lugar onde seus filhos vivem e acaba sequestrando as crianças com destino às ilhas canárias. Mas o pai das crianças, o indecifrável Mattis (Sverrir Gudnason) não deixará barato e aciona a polícia em busca do paradeiro deles.

O roteiro bate na tecla ‘Peso na consciência’ constantemente. Há uma mágoa imensa dos filhos para com a mãe deles. Por conta de escolhas do passado, isso fica evidente com mais clareza quando analisamos as atitudes pela ótica da filha Elina. Mas as demonstrações de arrependimento os une, quando o espírito materno grita, atitudes desesperadas e impulsivas se jogam na tela gerando uma fuga para redescobertas e um entrelinhado pedido de desculpas embutido em cada atitude simpática vindo dessa mãe que se distanciou mas voltou.  Charter é uma poderosa Fita nórdica que fala sobre assuntos importantes que acontecem diariamente no mundo, principalmente quando envolve filhos, pais e separação.

 

On the Rocks (EUA, 2020)

As verdades precisam ser contadas ou descobertas? Analisando um peculiar raio-x da desconfiança na cabeça de uma esposa que se sente afastada do marido, a cineasta Sofia Coppola (que escreve e dirige esse projeto) nos leva em bom ritmo a uma trama repleta de ótimos diálogos mesmo com um clima amargurado que percorre toda a trama. Entre um drink e outro pai e filha nos divertem com diálogos sobre casamentos, o mundo, traições, escolhas, atos machistas. Bill Murray Rashida Jones nos brindam com ótimas atuações. As passagens dos arcos são lindas, metáforas de interseção entre a cidade e os problemas cotidianos entre quatro paredes.

Na trama, conhecemos Laura (Rashida Jones) uma escritora que está em uma péssima fase no seu trabalho e ainda começa a desconfiar da constante falta de tempo do seu marido Dean (Marlon Wayans). Nisso, surge seu pai Felix (Bill Murray) na história, um negociante de artes bem sucedido, sedutor, bom vivant, que acha ser o maior conhecedor sobre relacionamentos da face da terra. E assim, no vai e vém pelas principais ruas de uma nova Iorque que nunca dorme pai e filha tentarão descobrir se há segredos de Dean.

Uma pulga atrás da orelha é uma expressão que se encaixa na vida da protagonista. Em busca da própria aventura, Laura tenta a todo instante analisar cada variável da vida que leva e acaba entrando em constante pane emocional quando vestígios de mentiras aparecem em sua frente. Nessa hora que surge a figura do pai, de cara vemos uma relação pai e filha muito amistosa, resumindo é objetivo e deveras protetor por parte do mais velho. Caricato, porém, exalando carisma, o seu excêntrico Felix vira algo marcante na história, méritos do sempre hilário Bill Murray. Os ótimos diálogos não avançam muito em profundidade e a situação matrimonial ganha contornos de background em alguns momentos.

Mesmo não sendo perfeito, On the Rocks nos apresenta um drama disfarçado de comédia elegante com pitadas sobre um recorte do que acontece entre quatro paredes.

 

Mãe e Muito Mais (EUA, 2020)

Há sempre espaços nas histórias da vida para um final melhor. Camuflado de comédia bobinha Mãe e muito maisé muito mais que uma historinha água com açúcar. Consegue traçar paralelos reflexivos sobre idade, dúvidas, incertezas dentro de um contexto de amizade que passa de mães para filhos. Escrito e dirigido pela cineasta Cindy Chupack (produtora do famoso seriado Sex and the City) o filme aposta em três recortes de relacionamento mãe x filho diferentes, com três artistas fantásticas que transpiram carisma.  Ao longo de simpáticos 100 minutos, o longa-metragem, que está disponível no catálogo da Netflix, caminha, nem tão raso, nem tão profundo, por assuntos tabus dentro desses relacionamentos.

Na trama, conhecemos as inseparáveis amigas Carol (Angela Bassett), Gillian (Patricia Arquette) e Helen (Felicity Huffman) que viveram a vida toda no interior de uma grande cidade e todas elas presenciaram a formação de cada um dos respectivos filhos delas. Quando em uma conversa argumentam sobre os porquês dos filhos não ligarem no dia das mães, impulsivamente resolvem ir atrás deles, que são amigos, e moram, cada um em sua casa, em Nova Iorque. A partir daí, casa uma delas tentará entender situações, melhorar relacionamentos e aparar problemas do passado pensando sempre em ter um futuro melhor no relacionamento mães e filhos.

Aquela sensação angustiante de ver o filho crescer e se importar pouco com a mãe. Esse raciocínio é a alma das personagens, seus objetivos passam por essa questão e o que o roteiro faz para descascar esse tema é muito produtividade, pois, habilmente, consegue abre abas, como subtemas, para questões existenciais resolvidas dupla, mãe e filho. Andando pelas ruas de Nova Iorque, muito parecido com a sensação de vários outros filmes (clichê mas bem válido), as mamães chegam à encruzilhada de que talvez não possam ser tão perfeitas como elas pensam, nem seus filhos.

Falando sobre traição, sexualidade, síndrome do ninho vazio, questões mal resolvidas de um passado longe mas presente o trio de amigas se descontroem aos olhos mais atentos em busca de um novo norte. Por isso, podemos afirmar que Mãe e muito mais é uma jornada convincente que mostra muito sobre relacionamentos de mães e seus filhos.

 

Tempestade de Areia (Israel, 2017)

Há momentos infelizes em que a solidão e o silêncio se tornam meios de liberdade. Selecionado como representante de Israel ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2017, Tempestade de Areia, falado todo em árabe, abre mais uma vez os campos de discussões sobre culturas e tradições sobre os direitos da liberdade de escolha na vida das mulheres que vivem cercadas de imposições de costumes. Na linha de frente da história estão duas mulheres corajosas que sofrem com essas imposições. A cineasta israelense Elite Zexer, em seu primeiro longa-metragem, consegue criar um drama delicado recheado de argumentos para discussões sobre o despertar da necessidade de mulheres que não possuem liberdade de escolhas.

Na trama, conhecemos Layla (Lamis Ammar) uma jovem filha de uma família de beduínos (parte de um grupo árabe habitante dos desertos) que consegue convencer seu pai a deixar ela freqüentar a faculdade. Lá, conhece um grande amor e decide tentar resolver sua situação com seu pai Suliman (Hitham Omari), esse que acaba tomando decisões drásticas em relação a isso. Ao mesmo tempo, sua mãe Jalila (Ruba Blal) está irritada com o segundo casamento de seu marido e busca, mesmo em meio aos próprios conflitos, entender a situação de Layla e ajudá-la.

Atrás dos véus, estão duas mulheres fortes e corajosas, mãe e filha. Um conflito ideológico, oriundo de tradições e culturas, é imposto para a jovem Layla. Querendo lutar pelo seu direito de amar quem ela bem desejar, entra em choque com a imposição do pai de arranjar um casamento com quem ele quer. Já sua mãe Jalila viveu todo o drama de não saber com quem iria se casar e sofre atualmente com a preferência do marido para a segunda esposa. Os retratos emocionais se refletem nas situações mostradas, como as necessidades que Jalila passa com suas filhas enquanto a nova esposa do marido tem uma nova casa com geladeira funcionando e eletricidade.

A passividade do pai em alguns momentos chama a atenção. A mãe, figura forte e muito centrada tenta ajudar sua filha em certos momentos mas sempre na dúvida do que realmente quer para ela. Com o sofrimento imposto pelo segundo casamento de seu marido, as prováveis conseqüências de ajudar a filha a ir atrás do destino que ela quer são jogadas para escanteio, prevalece o amor pela filha. As escolhas que são feitas, já no ato final, mostram os conflitos e até onde conseguimos ir pra lutar contra quem amamos.

Vencedor do Grande Prêmio do Júri na categoria World Cinema Dramatic no Festival de Sundance, Tempestade de Areia é um grito de socorro para essas mulheres que vivem presas em conflitos sem poder respirar suas próprias escolhas e conhecer o que é liberdade.

 

Tempestade (França, 2015)

Temos o destino que merecemos. O nosso destino está de acordo com os nossos méritos. Vencedor de dois prêmios no aclamado Festival Internacional de Cinema de Veneza em 2015, Tempête, no original, dirigido pelo francês Samuel Collardey, é uma daquelas pérolas sensíveis, raras, que explora a ausência até seu último suspiro. Dúvidas e escolhas são bastante explorados pelos personagens, repletos de indagações e sonhos, quase análogos à incerteza quando estamos passando por uma fase adolescente para a fase adulta. Um recorte maduro sobre a paternidade e a busca por melhores condições para uma família.

Na trama, conhecemos o pescador Dom (Dominique Leborne), um homem perto dos quarenta anos que trabalha em alto mar ficando pouco tempo por mês em terra. Ele recentemente se divorciou e conseguiu a guarda de seus dois filhos, Mailys (Mailys Leborne) e Matteo (Matteo Leborne) que escolheram ficar com ele por terem problemas com a mãe. Mesmo ausente, Dom sempre preenche a casa onde vive com os filhos de amor e carinho, mesmo com algumas irresponsabilidades. Quando a filha fica grávida aos dezesseis anos, Dom precisará encarar escolhas que mudarão para sempre os rumos dessa família.

A ausência é um tema importante, explorado com leveza, também acompanha toda a história, os caminhos da maturidade até a responsabilidade, grande dilema do protagonista. Há um certo descontrole quando se vê cheio de tempestades em sua vida, com a eminência da perda da guarda de seus filhos e a decisão de pensar em um trabalho remunerado que o deixe mais presente, em terra, perto deles. Movido pelo amor que tem pelos filhos, o protagonista embarca em uma transformação em sua vida pessoal e profissional, se apegando em seus sonhos para escrever um horizonte cheio de esperança e estabilidade.

Um pai ausente mas amoroso, irresponsável com detalhes da vida mas que ajuda quando está por perto. Dom, personagem marcante, é um retrato de parte da sociedade que na busca pro melhores condições para a família acaba abdicando de momentos importantes na formação dos filhos. Tempestade é um recorte que exala humanidade, duro, transformador quando estamos em um limite de nossas forças e de como todos os dias podemos aprender mais sobre nosso mundo.

 

Um Lindo dia na Vizinhança (EUA, 2019)

A mudança do mundo destruído pelas palavras. Um cotidiano das emoções em forma de declamações, um livro contado sobre a arte das emoções. Baseado em fatos reais, mais precisamente do artigo de Tom JunodCan You Say … HeroUm Lindo dia na Vizinhançaque estreou faz poucos dias no concorrido (por termos muito poucas salas) circuito brasileiro de exibição, navega pelos sentimentos de forma bastante simples que dão a entender algo parecido a original, as declamações de pensamentos nos levam ao instantâneo ato de pensar sobre aquilo buscando referências em nossas próprias vidas. No papel principal o ator Matthews Rhys, em atuação apenas ok. No papel coadjuvante, nosso eterno Forrest. Tom Hanks é um ator diferenciado, sempre em busca dos mais complexos personagens e sempre com maestria para nos contar suas histórias. Somos sortudos por ser da mesma geração desse gênio da arte de interpretar. A direção é da cineasta californiana Marielle Heller (do elogiado Poderia Me Perdoar?).

Na trama, conhecemos um rabugento jornalista Lloyd Vogel (Matthew Rhys, do ótimo seriado The Americans) que após uma ordem de sua chefe, precisa fazer um texto de 400 palavras sobre o famoso apresentador de público infantil, Fred Rogers (Tom Hanks). Conforme vai conhecendo mais a fundo seu entrevistado, o protagonista começa a passar por mudanças profundas na sua forma de pensar e expressar seus sentimentos, principalmente com o recém aparecido pai.

Um Lindo dia na Vizinhança é um projeto peculiar que você precisa ser convencido que ele pode ser uma boa experiência. Não deixa de ter também quebra de certos paradigmas como o olhar para a câmera. A tal da inteligência emocional, a partir da inspiração. Um Lindo dia na Vizinhança é um filme que você precisa ser convencido que ele pode ser uma boa experiência, isso pode acontecer. A paciência é um fator importante. Nas imperfeições, a subtrama do protagonista e sua saga em reconciliar com seu pai seja pouco profunda, quando Hanks sai de cena o filme dá umas despencadas, mesmo Chris Cooper estando ótimo no papel do pai do protagonista.

Onde ir onde quando a alma está ferida? Um fator interessante é que há uma conversa franca com o espectador. Uma grande sessão de terapia que ultrapassa as barreiras da telona. Muitos podem se identificar demais com a história contada, sobre pais e filhos. Psicólogos, psicanalistas, psiquiatras precisam assistir a esse filme. Gera um bom debate.

 

Bacalaureat (Romênia, 2016)

Ética é a concepção dos princípios que escolhemos, moral é a sua prática. Depois de encantar o mundo cinéfilos com filmes como 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias, o renomado cineasta romeno Cristian Mungiu volta ao universo cinematográfico, após um hiato de quatro anos, com o profundo longa metragem Bacalaureat, que lhe rendeu nada mais nada menos que o prêmio de melhor diretor no último e badalado Festival de Cannes. Explorando os caminhos tumultuados que um pai precisa tomar para que sua filha tenha uma vida distante dos problemas de onde vivem, Mungiu acaba fazendo uma grande exploração bastante Kantiana traçando um paralelo emblemático entre escolhas e consequências no mundo atual.

Na trama, conhecemos o médico Romeo (Adrian Titieni), um homem de idade mediana que mora com sua mulher Magda (Lia Bugnar) e sua filha Eliza (Maria-Victoria Dragus) em um bairro de classe média de uma cidade da Romênia. Romeo possui uma amante, Sandra (Malina Manovici), por quem possui um carinho enorme. Quando sua filha Eliza sofre uma violência a caminho da escola e isso a impede de completar a tempo questões de uma prova importante para o futuro dela, Romeu precisará caminhar por uma estrada onde uma linha tênue divide as posições da ética e da moral.

Um dos fatores mais interessantes do fantástico roteiro, escrito pelo próprio diretor do filme, é que as ações e consequências que vemos ao longo dos 122 minutos de projeção parecem um grande debate filosófico, pisando em linhas éticas e morais, passando pelo tráfego de influência e manipulação em um sistema de ensino rígido. Todas as peças contribuem para o debate, Romeo é apenas nossos olhos nesse tabuleiro de escolhas, um homem comum, com seus princípios, talvez nada diferente de mim ou de você.

As ações das pessoas influenciam o comportamento do indivíduo. Sem uma mancha no currículo e com uma reputação irreparável, Romeo em poucos dias ultrapassa todos os limites éticos possíveis fazendo com que sua personalidade mude e que as emoções fiquem à flor da pele. As variáveis do protagonista são muito bem exploradas pelas lentes inteligentes de Mungiu, percebemos o constrangimento e a decepção caminharem lado a lado, Romeo fica completamente esgotado. Os embates e diálogos com sua filha são as cerejas no bolo, definindo também uma necessidade de Eliza em trilhar seus próprios pensamentos, se distanciando da proximidade de seu pai e tomando as atitudes que melhor achar.

Bacalaureat, infelizmente, não tem previsão de estreia no Brasil. Uma pena, discutir sobre a maneira de se comportar regulada pelo uso (moral) e os costumes (ética), é um prato cheio para nós cinéfilos que gostamos de traçar paralelos com nossa realidade. Esse filme tem muito de muitos lugares.

 

Um Limite Entre Nós (EUA, 2016)

Mude suas opiniões, mantenha seus princípios. Dirigido e protagonizado pelo genial artista Denzel WashingtonFences fala sobre a vida de um homem, seus conflitos, suas convicções e suas relações conturbadas e cheias de princípios com sua família. Baseado na peça homônima de enorme sucesso escrita por August Wilson (que assina o roteiro), e também protagonizada por Denzel nos teatros (papel que lhe rendeu o prestigiado prêmio Tony em 2010), o longa metragem tem momentos de pura poesia que nos faz pensar a cada minuto sobre nossa vida e nossos sonhos nesse imenso mundo cheio de diversidades em que vivemos. Talvez a cereja do bolo, as atuações de Denzel e Viola Davis são magistrais.

Na trama, ambientado na década de 50 nos Estados Unidos, acompanhamos a trajetória de Troy Maxson (Denzel Washington) um homem analfabeto, que foi preso por anos, e depois trabalhou duro todos os dias para sustentar sua família, de origem humilde, em um bairro familiar norte americano. Frustrado toda vida por não conseguir ter sido um jogador de baseball profissional, com todo o talento que tinha, seu destino lhe reservou outra história e assim ele vive o cotidiano entre um drink e outro, tentando se manter consciente em casa e no relacionamento conturbado que possui com sua mulher Rose Maxson (Viola Davis) e seus dois filhos além de ter que cuidar do irmão Gabriel (Mykelti Williamson), um ex-combatente do exército que voltou com problemas da guerra.

Mesmo falando de assuntos familiares complicados, com a ótica totalmente em cima nas escolhas que o protagonista toma, o filme respira poesia e leveza. As lições que o texto de August Wilson provoca no espectador são inúmeras. As cercas do título fazem total sentido, é o paralelo com Troy que parece ter colocado uma grande proteção em volta de quem os cerca. Mesmo com atitudes impulsivas e seguindo uma regra de disciplina fervorosa, Troy é o retrato de grande parte dos trabalhadores norte americanos de origem humilde na década de 50, esperando por chances que às vezes nunca chegam, lutando contra preconceitos todo dia. Podemos fazer uma analogia com os tempos atuais de crise não só no Brasil mas em boa parte do planeta.

O filme ganha contornos mais dramáticos quando Troy conta a sua esposa Rose, com quem é casado há 18 anos, que terá um filho em breve de uma amante. Essa cena já vale o ingresso, Viola e Denzel não dão só show, dão aula em cena. A partir desse ponto, muita coisa muda na visão de Rose mesmo Troy tentando se manter firme em suas atitudes e as conseqüências que chegam a partir disso, como o distanciamento do filho mais novo que é praticamente expulso de casa certo dia pelo pai.

Fences possui cerca de 140 minutos, e praticamente nem sentimos. Podemos dizer que é um teatro filmado, com poucos cenários e impactantes diálogos. É uma história forte, muito bem escrita e atuada que conta com atuações espetaculares de dois dos melhores atores norte-americanos em atividade. Bravo!

 

Más Notícias para o Sr. Mars (França, 2016)

Os velhos acreditam em tudo, as pessoas de meia idade suspeitam de tudo, os jovens sabem tudo. O novo trabalho do cineasta alemão Dominik Moll (O Monge) é antes de tudo um filme que dita suas regras nas entrelinhas da loucura de uma mente reclusa e exausta dos seus caminhos iguais dia após dia. Explorando bastante seu caricato protagonista, Moll transporta para tela, de maneira bem leve (e muitas vezes bem estranha), as dezenas de possibilidades que o ser humano tem todo dia de acordar e sair da rotina estressante.

Na trama, somos apresentados a Philippe (François Damiens), um analista de sistemas que vive uma vida certinha, cheia de regras e pacata em uma cidade francesa. Perto de fazer quase 50 anos sua ex-mulher, uma repórter famosa de uma emissora francesa,  decide de uma hora para outra se mudar para a Bruxelas, deixando os dois filhos adolescentes para ele cuidar. Só isso já seria impactante em sua rotina mas para deixar mais maluca essa história, Philippe começa a enfrentar problemas no seu trabalho, tendo que trabalhar com um funcionário que vai alterar de vez os rumos dessa história.

É preciso paciência e colocar nossas células cinzentas para buscar as associações que o roteiro também escrito pelo diretor busca explorar. Obviamente, a crise de meia idade é o ponto de start para que o fechado protagonista comece a navegar em sua controlada loucura que afeta (e ele também é afetado) a todos que o cercam, desde os novos ‘amigos’ de trabalho, a ira de um supervisor escandaloso, sua relação com os dois filhos, a distância de sua ex-esposa e o aparecimento em tons fantasmagóricos hilários de seus pais.

Exibido no Festival de Berlim em 2016, esse curioso projeto, tem como protagonista o excelente e versátil ator belga François Damiens.

Corre que dá tempo: 10 SÉRIES pra ver antes de 2026 chegar!

2026 está chegando, e todas as pessoas que amam séries estão ansiosas pelos próximos lançamentos que chegarão no ano que vem. Mas você assistiu a todas as grandes séries de 2025? Para quem está em seu momento de descanso, entre o natal e o ano novo, e procura uma obra seriada pra conferir nos streamings, fica aqui as 10 SÉRIES pra ver antes de 2026 chegar.

 

Pluribus (Apple Tv)

Nessa nova série do criador de Breaking Bad, acompanhamos uma escritora de relevante sucesso que, durante uma noite, começa a perceber algo estranho acontecendo pelo mundo e precisa se adaptar a esse novo cenário.

 

Dexter: Ressurreição (Paramount Plus)

Depois de sobreviver milagrosamente a um tiro dado pelo próprio filho na jornada anterior, Dexter (Michael C.Hall) parte rumo a uma nova Iorque que ele não conhece em busca de reestabelecer os laços com seu único herdeiro, Harrison (Jack Alcott). Nesse lugar, cheio de caminhos e reflexões, acaba batendo de frente com um clube de serial killers – um prato cheio pra quem gosta de fazer justiça com as próprias mãos.

 

It: Bem-Vindos a Derry (HBO MAX)

Com um episódio piloto simplesmente brilhante e surpreendente, em It: Bem-Vindos a Derry, ambientado no início da década de 1960, acompanhamos uma série de situações sinistras que ocorrem na cidade de Derry, antes dos eventos de It: A Coisa.

 

Pssica (Netflix)

Tudo começa quando Janalice (Domithila Cattete), após uma situação que leva seus pais a deixá-la na casa da tia (Fátima Macedo), em Belém, é sequestrada por um grupo criminoso ligado ao tráfico de mulheres. Paralelamente, conhecemos outros personagens: um ex-policial em busca da afilhada; Preá (Lucas Galvino), um bandido que se apaixona e vê sua bolha ligada à crimes desmoronar; e Mariangel (Marleyda Soto), uma ex-militar colombiana que vê sua família despedaçar e parte em busca de vingança. Ao longo da trama, esses caminhos se cruzam, nos conduzindo a um desfecho imprevisível.

 

Chad Powers (Disney Plus)

Nascido de uma pegadinha feita anos atrás pelo ex-jogador da NFL Eli Manning – vencedor de dois super bowls – para uma série documental da ESPN, o personagem fictício Chad Powers ganhou uma inesperada série – e muito interessante, por sinal. No papel principal, o ator Glen Powell – em ótima atuação – dá vida a um homem frustrado em busca do recomeçar. Com seis episódios em sua primeira temporada, a série convence ao transformar uma fórmula batida – que tinha tudo pra dar errado – em um verdadeiro touchdown!

 

Homem x Bebê (Netflix)

Aos 70 anos, e após uma breve participação no longa-metragem Wonka (2023), o ator e comediante britânico Rowan Atkinson, conhecido por seu inesquecível personagem Mr. Bean, volta a uma grande produção, dessa vez em parceria com a NETFLIX. Homem x Bebê, minissérie curtinha de apenas quatro episódios, apresenta eventos dissonantes na vida de um homem ingênuo mas de bom coração que se vê envolvido em uma situação pra lá de inusitada.

 

Ninguém nos Viu Partir (Netflix)

Ambientado na década de 1960, em Ninguém nos Viu Partir, conhecemos Valeria (Tessa Ia), uma jovem que largou o mestrado e foi obrigada a se casar com o arquiteto Leo (Emiliano Zurita), em um acordo entre as famílias judias que residem no México. O casal tem dois filhos. O tempo passa e Valeria se apaixona pelo cunhado do marido, Carlos (Gustavo Bassani). Após descobrir a traição, Leo, com a ajuda do pai, Samuel (Juan Manuel Bernal), sequestra as crianças e foge para a Europa. Durante muitos meses, Valeria se vê em uma busca cheia de reviravoltas, movida pelo sonho de voltar a ver as crianças.

 

O Monstro em Mim (Netflix)

Aggie (Claire Danes) é uma escritora de sucesso que, após a morte do único filho, vê sua vida desmoronar. Sentindo-se culpada e não se desprendendo de procurar culpados para a tragédia, destrói seu casamento e passa a viver reclusa. Um dia, muda-se para sua vizinhança o polêmico e ambíguo empresário Nile (Matthew Rhys), acusado anos atrás de assassinar a própria esposa. Ao se aproximar dele, começa a desconfiar de algumas ações e resolve escrever um livro sobre ele, ao mesmo tempo que busca informações sobre se ele matou ou não a ex-esposa.

 

O Naufrágio do Heweliusz (Netflix)

Era o início do ano de 1993, na Polônia. O enorme cargueiro MS Jan Heweliusz, construído no final da década de 1970, se preparava para mais uma jornada atravessando o Mar Báltico. A bordo, mais de 60 pessoas – entre passageiros e tripulantes. Durante uma manobra arriscada – mas necessária diante das condições que se estabeleceram –, a embarcação começou rapidamente a afundar, se tornando um dos maiores desastre marítimos europeus.

 

Stranger Things (Netflix)

Submetida a experimentos por um cientista que a roubou de sua mãe, Eleven tem super poderes e pode controlar objetos com a mente. Ao longo das temporadas de Stranger Things vamos conhecendo melhor sua trajetória no passado, já rumando para um presente onde seus amigos precisarão de seus poderes para vencer o mal.