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Jennifer Lawrence e Robert Pattinson no teaser do SUSPENSE psicológico ‘Morra, Amor’; Confira!

A Paris Filmes divulgou o primeiro teaser de ‘Morra, Amor‘ (Die, My Love), suspense psicológico estrelado por Jennifer Lawrence (‘Jogos Vorazes’) e Robert Pattinson (‘Batman’).

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de novembro.

Ambientada na área rural remota e esquecida, a trama segue uma jovem mãe que luta para manter sua sanidade enquanto enfrenta os desafios da psicose.

Crítica | Morra, Amor – Maternidade e loucura colidem em drama sufocante com Jennifer Lawrence [Cannes 2025]

Lynne Ramsay é responsável pela direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Enda Walsh.

O elenco ainda conta com LaKeith Stanfield, Nick Nolte, Gabrielle Rose, Sissy Spacek, Sarah Lind, Luke Camilleri e Debs Howard.

TENSO! Trailer da sequência ‘A Queda 2’ promete novo pesadelo nas ALTURAS; Confira!

A Lionsgate divulgou o primeiro trailer da sequência ‘A Queda 2‘ (Fall 2: Deadpoint).

O novo filme chegará aos cinemas nacionais no dia 6 de agosto, pela Paris Filmes.

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Na trama…

“Arrasada pela morte de sua irmã Hunter, Jax (Slater) se conecta com Luce (Thomas), a amiga destemida de Hunter. Para superarem o luto, elas planejam fazer uma escalada no Monte Kwan, na Tailândia. Depois que um deslizamento repentino as deixa presas a 910 metros de altura, Jax precisa confrontar seus medos mais profundos e lutar pela sobrevivência para encontrar a solução.”

Harriet Slater (‘O Tarô da Morte’), Arsema Thomas (‘Rainha Charlotte: Uma História Bridgerton’) e Tom Brittney (‘De Volta à Ação’) estrelam a produção.

Michael e Peter Sprierig (‘Jogos Mortais: Jigsaw’) são responsáveis pela direção.

Scott Mann vai roteirizar o segundo filme ao lado de Jonathan Frank.

Através de um comunicado, Christian Mercuri, CEO da Capstone, disse que:

“Essas duas novas sequências são oportunidades maravilhosas para expandir o original. Queremos agora levar a franquia ainda mais longe enquanto reunimos a melhor equipe e ideias para garantir que o próximo filme seja de arrepiar os cabelos, desafiar a morte e acelerar o coração do público global.”

Mann também se pronunciou, comemorando a parceria.

“Estou emocionado por continuar a jornada de ‘A Queda‘ e levar a franquia para o próximo nível. Temos uma experiência cinematográfica realmente especial planejada e estou imensamente grato aos meus colegas produtores por apoiarem essa visão. Também estou animado por trabalhar com novos colaboradores, bem como por me reunir com a turma original, e obviamente mal posso esperar para voltar a filmar a milhares de metros de altura.”

‘Alias Grace’: Série da mesma autora de ‘The Handmaid’s Tale’ ganha trailer; Confira!

A série ‘Alias Grace’, baseada no livro homônimo escrito por Margaret Atwood, a mesma autora responsável pela obra ‘The Handmaid’s Tale’ (que também foi adaptada e eleita a melhor série de 2017), ganhou seu primeiro trailer.

Confira:

A produção adapta a história real de Grace Marks, uma imigrante irlandesa pobre que se muda para o Canadá e é condenada por assassinar seu chefe e a empregada doméstica, embora existam suspeitas de que ela de fato não tenha cometido o crime.

Alias Grace’ está sendo conduzida pela Netflix, foi roteirizada e produzida por Sarah Polley e conta com a direção de Mary Harron. Sarah Gadon é a intérprete da personagem título.

A série chega à plataforma de streaming em 3 de novembro deste ano.

‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ ganha novo vídeo dos bastidores; Assista!

Jurassic World: Reino Ameaçado ganhou um novo vídeo direto dos bastidores.

No material, Chris Pratt, Daniella Pineda e Justice Smith falam sobre a primeira vez que assistiram ao clássico ‘Jurassic Park‘.

Confira, legendado:

‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ é aplaudido por 10 minutos; Confira as primeiras reações!

Enquanto isso, o segundo capítulo da franquia segue com estreia marcada para 21 de junho, mas terá pré-estreias pagas à partir de 14 de junho. Os ingressos já estão à venda.

O longa recebeu classificação indicativa e aparentemente será mesmo mais sombrio que o filme anterior, dirigido por Colin Trevorrow.

Jurassic World 2‘ foi classificado como PG-13 (para maiores de 13 anos) por “sequências intensas de violência e perigo de ficção científica”.

“Passaram-se quatro anos desde que o parque temático e resort de luxo Jurassic World foi destruído por dinossauros que escaparam do cativeiro. Isla Nublar agora se encontra abandonada por humanos enquanto os dinossauros restantes sobrevivem sozinhos na selva.

Quando o vulcão inativo da ilha começa a dar sinais de que vai entrar em erupção, Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) fazem uma campanha para resgatar os dinossauros desse evento que pode levá-los novamente à extinção. Owen está determinado a encontrar Blue, a líder das velociraptors que ainda está perdida na selva, e Claire passou a respeitar essas criaturas que agora são a sua missão de vida.

Ao chegarem na instável ilha quando a lava começa a jorrar, a expedição deles descobre uma conspiração que pode levar todo o nosso planeta a um estado perigoso que não é visto desde tempos pré-históricos. Todas as maravilhas, aventuras e emoções que são sinônimo de uma das mais populares e bem sucedidas franquias da história do cinema, essa novo longa marca o retorno de personagens queridos e dinossauros – junto com novas raças ainda mais impressionantes e aterrorizantes que antes. Bem-vindos a Jurassic World: Reino Ameaçado.”

‘Jurassic World 3’ ganha data de estreia; Vem ver!

James Cromwell,Ted LevineRafe SpallToby Jones e Justice Smith foram confirmados na nova produção, ao lado de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard. A estreia é prevista para 21 de junho de 2018.

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

‘Mercy Black’: Netflix lança novo terror da Blumhouse de surpresa

A Netflix surpreendeu seus usuários ao, inesperadamente, lançar o novo terror da Blumhouse – ‘Mercy Black‘ – em sua grade de programação. A surpreendente estreia veio pouco tempo depois da gigante do streaming anunciar a compra da produção.

Infelizmente, o lançamento foi feito em apenas alguns países – como os Estados Unidos – e ainda não possui data de estreia no Brasil.

A produção foi escrita e dirigida por Owen Egerton, o mesmo responsável por ‘Blood Fest‘.

Em ‘Mercy Black‘, uma mulher ainda lida com os terríveis erros de seu passado. Ela esfaqueou um colega, com a ajuda de um espírito maligno, chamado Mercy Black. Por conta do crime, ela acabou internada em um manicômio por 15 anos. Ao sair da unidade, ela começa a enxergar coisas macabras, tendo que ficar frente a frente com a criatura mística.

O terror conta com Daniellea Pineda, Austin Amelio, Elle LaMont, Lee Eddy, Janeane Garofalo e Miles Emmons.

Confira as estreias da Amazon Prime Video na última semana do mês de abril

O mês de abril está chegando ao fim e esta última semana promete novidades na plataforma de streaming da Amazon Prime Video.

Entre os novos lançamentos que chegam, os fãs poderão conferir a estreia de ‘Medo Profundo: O Segundo Ataque‘, thriller lançado nos cinemas em novembro de 2019 e que será lançado no streaming dia 30 de abril.

Confira a agenda completa:

27 de abril

Maria Madalena


Este drama bíblico é estrelado por Rooney Mara e Joaquin Phoenix. Ele é dirigido por Garth Davis e foca em uma das mais controversas e emblemáticas da Bíblia: Maria Madalena.

30 de abril

Os 3 InfernaisEste terror de Rob Zombie traz a volta dos “Rejeitados do Diabo” depois de dez anos na cadeia. Otis (Bill Moseley) escapa da prisão e planeja tirar sua irmã Baby (Sheri Moon Zombie) de lá também. Os Rejeitados seguem seu caminho até o México, matando inúmeras pessoas no caminho.

Medo Profundo: O Segundo AtaqueSequência do terror com tubarões, O Segundo Ataque mostra um grupo de amigas que viajam para Recife, buscando conhecer as ruínas de uma cidade submersa. Porém, elas acabam descobrindo o que qualquer banhista de Recife sabe: tem tubarões por lá.

 

Monday: Sebastian Stan é destaque em novo cartaz do romance; Confira!

O romance dramático ‘Monday‘ ganhou um novo cartaz, que traz o astro Sebastian Stan (‘Falcão e o Soldado Invernal‘) em destaque, ao lado da atriz Denise Gough.
Confira:

Confira também a reveladora imagem compartilhada pelo ator:

Na trama, Mickey (Sebastian Stan) e Chloe (Denise Gough), dois americanos de trinta e poucos anos que moram em Atenas, se encontram no calor do verão em um fim de semana turbulento. A química entre eles é inegável. Quando a estada de Chloe na Grécia está chegando ao fim, ela decide desistir de seu trabalho de sucesso em casa e explorar se a paixão de um fim de semana pode florescer em algo mais. O seguimento de Argyris Papadimitropoulos da sensação do festival Suntan é um romance divertido e sensual sobre como o amor atrapalha a vida e a vida atrapalha o amor.

Monday‘ é dirigido por Argyris Papadimitropoulos, a partir de um roteiro co-escrito por ele e Rob Hayes.

Crítica | Quiet on Set: The Dark Side of Kids TV vai destruir sua infância com revelações assombrosas sobre a Nickelodeon

Intocável e quase sagrado, adornado por spotlights e por um Star System que garantia que a magia do cinema permanecesse irretocável diante dos olhos do mundo, os anos antigos de Hollywood foram marcados por uma construção meticulosa e melindrosa de como toda uma indústria deveria ser percebida. De astros mirins como Judy Garland a ícones como Joan Crawford, o cinema e a TV norte-americana foram muito bem controlados por grandes estúdios como a MGM até meados de 1948, quando o modelo de exclusividade contratual entre atores e produtoras foi proibido no país. Mas a sólida visão idílica e romântica nutrida em gerações a perder de vista não acabaria ali.

Embora estrelas mirins como Shirley Temple e a própria Judy fossem diária e constantemente vítimas de abuso dos mais diversos nos bastidores de seu sucesso, a imaculada e performática visão de Hollywood se estenderia para os anos recentes, começando a genuinamente ruir diante da ascensão das redes sociais e do nascimento de um tempo onde já não haveria o mesmo distanciamento entre celebridades e audiência. Com camadas de ilusão caindo gradativamente, vivemos para finalmente testemunhar o que há por trás das cortinas ao sinal de “Corta!”. Quiet on Set: The Dark Side Of Kids TV nasce desse rompante de luz em meio às trevas.

E embora Temple e Garland tenham rastejado para que Drake Bell pudesse andar, a verdade é que já era sem tempo. Precisamos ser confrontados pelas nossas próprias memórias afetivas, tão bem aquecidas e seguras, imaculadas de qualquer mancha de sangue. E o que o novo documentário da ID, lançado no streaming MAX nos EUA ( mas que ainda não estreou no Brasil), faz é justamente isso: nos convidar para um tete-a-tete, uma conversa realista sobre o preço por trás das lembranças televisivas das nossas infâncias. Enquanto a emissora infantojuvenil Nickelodeon trilhava quase três décadas de domínio e glória na produção de programas infantis e adolescentes, os bastidores resguardavam histórias macabras sobre assédio moral e abuso sexual.

As diretoras Mary Robertson, Emma Schwartz e uma coletânea de ex-astros mirins se unem para descortinar cada um desses mistérios, ironicamente tão bem conhecidos entre os membros da indústria. E esses segredos tão bem escondidos de nós, audiência, mas tão corriqueiramente comentados entre profissionais em Hollywood, são revelados em entrevistas brutais, dolorosas e extremamente poderosas. E ainda que permaneçam alguns resquícios não desmembrados – como a trágica história de Amanda Bynes -, a verdade é que Quiet on Set é como uma sessão de terapia a céu aberto, espalhada por megafones que circulam grandes cidades. Como um alerta para pais de pequenos atores e um choque para quem cresceu debaixo da idealização hollywoodiana nascida do Star System, a produção esmiuça bem como tantas crianças se tornaram cobaias artísticas nas mãos de adultos que deveriam protegê-las.

E ali, o famoso estereótipo de ex-ator mirim que surta na vida adulta é desmantelado sob a égide de que todos esses pequenos de fato não passaram de vítimas de uma indústria que apenas os enxerga como cifrões. E é assim que somos introduzidos a um antro nojento e macabro escondido nos corredores da Nickelodeon, que empregava abusadores sexuais condenados e os permitia circular livremente perto de crianças – orientando pais e tutores a não permanecer perto demais de seus filhos, não questionar e não reclamar. Sempre sob a pressão de uma demissão e da extinção de uma carreira recém-iniciada.

E assim, ao longo de quatro episódios de embrulhar o estômago, somos novamente vinculados à nossa pueril infância à frente da TV, assistindo séries como Kenan & Kel, The Amanda Show, Drake & Josh e iCarly, mas sem aquela beleza de outrora. Agora somos colocados diante de uma outra realidade. Somos colocados diante de um Drake Bell assombrado por anos infindáveis de abusos sexuais quase diários. E é impossível retroceder perante essa verdade. Conduzidos pelos seus relatos, que começam suavemente com uma espécie de “era uma vez…”, somos subitamente levados para as profundezas de uma dor jamais compartilhada publicamente. Ali também entendemos a dimensão do slogan “hurt people hurt people” (pessoas machucadas machucam outras pessoas) e ficamos à deriva ao testemunharmos suas denúncias, que foram investigadas ainda em 2003, resultando na condenação do abusador Brian Peck.

Quiet on Set é exatamente o que esperávamos, mas muito pior. Refletindo sobre a negligência de toda uma indústria em relação à vida de crianças talentosas e sem qualquer maldade, a minissérie documental é um trator que destrói nossas memórias – como de fato deveria fazer. Abrindo nossos olhos para uma Hollywood sem seu brilho californiano, a produção é um debate sincero e honesto sobre décadas de práticas abusivas que jamais haviam sido enfrentadas. Chamando a atenção do público para o que fato está por trás da “magia do cinema”, a original MAX é um soco na boca do estômago, acende um alerta vermelho importante e reacende o debate sobre práticas abusivas dentro da indústria.

Denunciando o produtor Dan Schneider por seu suposto comportamento imoral e abusivo com pequenos e adultos, a produção ainda resgata cenas perturbadoras que exalam conotação sexual em conteúdos voltados para o público infantojuvenil. Quiet on Set: The Dark Side of Kids TV toca naquilo que até então parecia estar guardado a sete chaves e finalmente dá voz à gerações inteiras de atores mirins submetidos a um regime de trabalho que ao invés de alçá-los ao estrelato com segurança, os chafurdou em um poça de depressão, vícios e traumas que talvez jamais sejam superados.

Alfonso Cuarón Exalta ‘Ainda Estou Aqui’ em Especial “Directors on Directors” da Variety

Embora Walter Salles não tenha participado do especial Directors on Directors da revista Variety com outro diretor em vídeo, o filme Ainda Estou Aqui foi destacado na edição de 18 de dezembro da revista, entre outras produções cotadas para a temporada de prêmios. Ganhador de quatro Oscars com Roma (2018), Alfonso Cuarón apresentou o filme brasileiro de forma cativante.

Este ano, Directors on Directors trouxe encontros fascinantes entre alguns dos maiores cineastas contemporâneos. Os destaques são Brady Corbet (O Brutalista) e Sean Baker (Anora), assim como Luca Guadagnino (Queer e Rivais) e Denis Villeneuve (Duna: Parte Dois). A dinâmica do projeto envolve dois diretores renomados trocando ideias e refletindo sobre suas obras.

Em seu depoimento, o cineasta mexicano não apenas exaltou a qualidade técnica e narrativa de Ainda Estou Aqui, mas também destacou sua relevância emocional e política. Cuarón também elogiou o roteiro de Murilo Hauser e Heitor Lorega, premiado no Festival de Veneza. O diretor descreveu a obra como uma “memória pessoal e coletiva”, refletindo as tensões políticas do passado e do presente com uma inegável força emocional.

O impacto do filme nas palavras de Alfonso Cuarón:

“Rio de Janeiro, 1971. Eunice Pavia flutua tranquilamente nas águas mornas do Oceano Atlântico quando sua paz é interrompida pelo som dos rotores de um helicóptero militar que, como uma nuvem ameaçadora, sobrevoa a baía do Rio de Janeiro. Na praia, um cachorro vira-lata invade a quadra onde sua filha adolescente, Veroca, joga vôlei. Marcelo, seu filho de 11 anos, pega o cachorro e corre para casa, onde encontramos os outros irmãos. Lá, ele pergunta ao pai, Rubens Paiva, se podem adotar o vira-lata.

Conforme somos guiados pelos espaços onde a família vive, somos convidados a compartilhar sua intimidade e seus sonhos com uma imediaticidade quase palpável. Através dessa história, testemunhamos o rompimento da harmonia quando Rubens é levado à força por militares. Seguimos, então, a luta determinada de Eunice para trazê-lo de volta.

Assistir a um filme de Walter Salles é ser abraçado pela generosidade, como se experimentássemos uma força gravitacional que nos eleva e nos ancora ao mesmo tempo, com uma força invisível, mas inegável.

Com ‘Ainda Estou Aqui’, esse efeito é ainda mais poderoso. Walter, que era próximo à família Pavia, não apenas conta uma história real de terror, resiliência e aceitação, mas também entrega uma memória pessoal e coletiva — uma história de advertência que serve como um espelho das tensões políticas do passado e do presente. Acima de tudo, Walter nos envolve em uma meditação sobre a passagem do tempo e nossa própria impermanência, deixando o amor como a única força que perdura.”

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Rumo ao Oscar 2025

Com a recepção calorosa no cenário internacional, as chances de Ainda Estou Aqui ser indicado ao Oscar 2025 na categoria de Melhor Filme Internacional são consideráveis. Nesta semana, o filme de Walter Salles apareceu na shortlist de 15 títulos para a categoria na maior premiação do cinema mundial. Além disso, há fortes especulações de que Fernanda Torres poderá receber uma indicação de Melhor Atriz por sua interpretação como Eunice Paiva, e o filme também figura como possível candidato na categoria de Melhor Roteiro Adaptado.

Alfonso Cuarón encerrou seu depoimento enfatizando a importância de histórias como da adaptação do livro de Marcelo Rubens Paiva, as quais  nos lembram da resiliência humana e deixam uma mensagem poderosa: o amor é a única força que perdura. Esta participação na Variety reafirma não apenas o talento de Walter Salles, mas também a capacidade do cinema brasileiro de tocar o mundo com histórias universais.

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Directors on Directors 2025

Durante os bate-papos desta edição — disponíveis no YouTube —, Brady Corbet (O Brutalista) e Sean Baker (Anora) falaram sobre trazer suas visões idiossincráticas para as telas, enquanto Jon M. Chu (Wicked) e Shawn Levy (Deadpool & Wolverine) discutiram a arte de criar fantasias populares em cenários grandiosos. Já Luca Guadagnino (Queer e Rivais) e Denis Villeneuve (Duna: Parte Dois) trocaram figurinhas sobre sua paixão por subverter convenções, mas também por suas escolhas de elenco — ambos trabalharam com Zendaya e mais de uma vez com Timothée Chalamet (Um Completo Desconhecido).

Já o consagrado diretor espanhol Pedro Almodóvar (O Quarto ao Lado) conversou com a holandesa Halina Reijn (Baby Girl) sobre suas fascinações com personagens em momentos de crise, seja um diagnóstico terminal, seja um ato de violência. Estreante atrás das câmeras, Zoe Kravitz (Pisque Duas Vezes) conversou com Matt Reeves, diretor de O Batman, — com quem trabalhou no papel de Mulher-Gato — sobre os insights de seu primeiro roteiro original.

“Estou preparado se as pessoas ficarem decepcionadas”, diz criador de ‘The Walking Dead’ sobre o final da série

Durante uma entrevista ao site Screen Junkie News, o criador dos quadrinhos Robert Kirkman confirmou que já tem um final satisfatório para a série, mas que esse fim ainda está “muito distante”.

“Definitivamente tenho um ponto final em mente para ‘The Walking Dead’. Acho que é a minha responsabilidade, e a responsabilidade de todos os roteiristas, com o público, porque eles estiveram nesta jornada com a gente por muito tempo

Obviamente os fãs merecem um final satisfatório. Existe um plano já, tenho um ponto final em mente, claro. Mas está longe, então não se preocupe, mas estamos construindo algo nesse sentido. Porém estou totalmente preparado se as pessoas ficarem decepcionadas”

À partir do próximo domingo (11), ‘The Walking Dead será exibido na Fox do Brasil em um novo horário, devido ao início do horário de verão nos Estados Unidos.

A série agora será transmitida às 22h30, uma hora mais cedo em comparação ao anterior. Essa mudança se manterá até o final da temporada, que acontece em abril.

Enquanto isso, A AMC divulgou os primeiros 4 minutos do 11º episódio da 8ª temporada de ‘The Walking Dead, que irá ao ar no próximo domingo (11). Assista:

The Walking Dead é transmitida aos domingos pelo canal pago Fox, às 22h30.

‘The Walking Dead’: Produtora está desenvolvendo séries derivadas e algumas surpresas

‘The Walking Dead’: Vídeo emocionante sobre Carl vai fazer você chorar novamente

‘WiFi Ralph’: Gal Gadot entra para o elenco de dubladores; Veja foto!

A Disney anunciou que Gal Gadot está em Wifi Ralph: Quebrando a Internet’, continuação de Detona Ralph. A Mulher-Maravilha dará voz a uma nova personagem. Confira a primeira foto:

Além disso, a animação ganhou novas imagens com as princesas da Disney reunidas. Confira:

A animação estreia no Brasil em 3 de janeiro de 2019.

WiFi Ralph‘ deixa para trás o fliperama Litwak, aventurando-se no desconhecido, expansivo e empolgante mundo da Internet – que pode ou não sobreviver a detonação causada por Ralph. Ralph, o vilão dos videogames e sua companheira desajustada Vanellope von Schweetz precisam arriscar tudo ao viajar para a world wide web em busca de uma peça sobressalente para salvar o videogame de Vanellope, Corrida Doce. Sem saber no que se meteram, Ralph e Vanellope dependem dos cidadãos da Internet – os internautas – para auxiliar em sua navegação, incluindo uma empresária de website chamada Yesss, que é o algoritmo principal e o coração e alma do site que dita tendências “BuzzzTube”.

Rich Moore, diretor do original, vai comandar a sequência ao lado de Phil Johnston, que co-escreveu ‘Detona Ralph‘ e ‘Zootopia‘.

Dica do fim de semana | Produções do MCU para entender o Multiverso

A nova era da Marvel nos cinemas passa diretamente pelo chamado Multiverso. Adaptado dos quadrinhos, esse conceito existe na vida real em uma teoria da física, que parte da premissa que existem inúmeras realidades paralelas acontecendo ao mesmo tempo.

Como as “Joias do Infinito” da vez são o Multiverso, o CinePOP selecionou algumas produções do MCU que abordam o tema para você conferir.

Vingadores: Ultimato

A aventura final dos Vingadores originais reúne os heróis que sobraram na Terra para tentar reverter os atos de Thanos. Então, eles criam uma máquina capaz de viajar por diferentes linhas do tempo para buscar as Joias do Infinito.

Onde assistir: Disney+

 

Homem-Aranha: Longe de Casa

Apesar do segundo filme do Cabeça de Teia trazer um Multiverso “fake”, o conceito debatido pelo herói é o mesmo usado oficialmente no MCU. Na trama, o Homem-Aranha viaja com o colégio para uma excursão pela Europa. No caminho, uma suposta ameaça vinda de outra realidade começa a assolar o continente.

Onde assistir: Disney+

What If…?

Ambientada em diferentes realidades, essa série animada é Multiverso purinho. Ao longo dos episódios, o Vigia guia o público pelas histórias de versões alternativas dos heróis famosos até que uma ameaça poderosíssima faz com que eles precisem se unir para salvar a existência em si.

Onde assistir: Disney+

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa

Depois de sua experiência fake com Multiverso, Peter Parker tem sua identidade secreta exposta ao mundo e pede a ajuda do Doutor Estranho para fazer com que todos esqueçam que ele é o Homem-Aranha. Só que as coisas dão errado e heróis e vilões de outros universos começam a aparecer na cidade.

Onde assistir: Amazon Prime Video 

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura 

Na segunda aventura do Mago Supremo, o Doutor Estranho encontra America Chavez, uma adolescente de outra realidade cujo poder é saltar de um universo para outro. Ela está sendo perseguida pela Feiticeira Escarlate, o que vai levar essa turma em uma viagem pelos diferentes mundos paralelos do MCU.

Onde assistir: Disney+

Loki

A segunda temporada de Loki terminou nessa semana, então é bastante válido fazer uma maratona. Na trama, o Loki de Ultimato escapa e acaba sendo interceptado pela Agência de Variância Temporal, que cuida de quem bagunça o Multiverso. Por lá, ele começa a ajudar a equipe em uma missão para encontrar sua variante caótica em troca de uma redução de pena. Apesar da primeira temporada ser pura enrolação, a segunda temporada é um delicioso suco de Multiverso, fazendo dela uma das mais importantes produções do estúdio.

Onde assistir: Disney+

Primeiras Impressões | Ahsoka – Minissérie Começa Sólida e no Tom Clássico de ‘Star Wars’

Os fãs de Star Wars estão sendo bem alimentados. A cada três ou quatro meses uma nova série,  de igual duração, estreia na plataforma da Disney+, fazendo a manutenção do amor dos fãs. E como o universo expandido de Star Wars é, literalmente, um universo, as possibilidades são muitas para que essa fonte nunca se esgote. Após os sucessos de ‘O Mandaloriano’ e ‘Andor’, chega essa semana aos assinantes os primeiros dois episódios da aguardada minissérieAhsoka’.

O Império não existe mais. A paz reina na galáxia e uma Nova República surge para manter a harmonia entre os povos. Ao menos é isso que muitos acreditam, porém, indícios de que algumas pessoas seguem fiéis aos ideais do Império passam a surgir com cada vez mais frequência. Ahsoka Tano (Rosario Dawson) conseguiu capturar Morgan (Diana Lee Inosanto), que lhe contou sobre a existência de um mapa que levaria à localização do último Grão Almirante Thrawn, que lidera os remanescentes seguidores do Império. Enquanto Ahsoka ia atrás do mapa, uma emboscada, liderada por Baylan (Ray Stevenson, que infelizmente faleceu nesse ano de 2023) e Shin (Ivanna Sakhno, que está ótima como uma fake jedi do mal), assalta a nave da Nova República e liberta a prisioneira. Para conseguir ler o mapa, Ahsoka deverá pedir a ajuda de sua antiga padawan Sabine (Natasha Liu Bordizzo), que hoje é uma Mandaloriana afastada. Enquanto uma nova ameaça começa a se formar na galáxia as duas precisarão deixar suas desavenças de lado.

Com a promessa de oito episódios de aproximadamente cinquenta minutos cada, a minissérie ‘Ahsoka’ recupera a vibe clássica de Star Wars, com personagens mais caladões, vilões sombrios e uma iminente sensação de fim do mundo, que impulsiona os personagens ao heroísmo constante. A sequência de abertura do primeiro episódio, que dura cerca de 10 minutos, é deslumbrante, um presente para os fãs que andavam meio sonolentos após as expectativas frustradas de ‘Obi-wan’.

Rosario Dawson é a escolha certa para viver Ahsoka: bastante expressiva, a atriz ficou muito bem caracterizada e consegue expressar muito sem precisar dizer nada. E, como pano de fundo, a direção de arte acertou em cheio ao recuperar a estética anos 70 da franquia, tanto na iluminação quanto na escolha das cores e na criação dos cenários, transportando-nos à época de quando tudo começou.

Se por um lado as últimas séries têm sido sobre personagens que têm que transportar pessoas de um lado para o outro, o roteiro de ‘Ahsoka’ foca na liderança da luta, algo como o que vimos em ‘Rogue One’. Os primeiros episódios deixam bem claro os objetivos da série e onde ela se encaixa na linha temporal da franquia; assim, não é preciso ter visto tudo de Star Wars para entender ‘Ahsoka’, mas é preciso minimamente saber do que se trata a trilogia original.

Dave Filoni é provavelmente um dos maiores fãs de Star Wars após George Lucas – ou talvez até mais do que o próprio criador. Dave consegue entender a saga e criar produtos de entretenimento no tom certo para o público. Embora curta, a minissérie ‘Ahsoka’ chega com ótimos vilões, uma protagonista por quem vale a pena torcer e cenas de batalha bem coreografadas, do jeitinho que os fãs gostam.

‘Shazam!’: Novas artes promocionais mostram o herói e os Sete Pecados Capitais

Um usuário do Twitter compartilhou hoje, 18, artes promocionais oficiais do filme Shazam!’, trazendo não apenas Zachary Levi como o herói-título e Mark Strong como o Dr. Sivana, mas o restante família do jovem menino e os Sete Pecados Capitais.

Confira:

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

“Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).”

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril de 2019.

‘Riverdale’: 4ª temporada ganha novo trailer oficial; Confira!

Riverdale retorna em breve para sua 4ª temporada e, durante o painel da NYCC 2019, o novo ciclo ganhou mais um trailer oficial.

Confira:

Vale lembrar que o próximo ciclo irá estrear no dia 9 de outubro.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘La Casa de Papel’: Relembre a 3ª temporada com novo vídeo oficial!

Netflix divulgou um novo vídeo oficial que recapitula os acontecimentos da 3ª temporada de La Casa de Papel antes da estreia do próximo ciclo.

Confira:

Lembrando que a 4ª temporada da série estreia em 03 de abril.

Criada por Álex Pina, a série inicialmente teria 15 episódios, mas foi reeditada pela Netflix em duas partes, que posteriormente optou por dar continuidade à produção depois de sua enorme popularidade.

O professor e sua gangue precisarão fazer um assalto impossível: invadir o Banco da Espanha, localizado na praça de Cibeles, em Madrid. O banco tem um sistema de segurança impecável: é localizado a 50 metros abaixo da superfície, abaixo da água e contando apenas com três portas blindadas em sua entrada.

O elenco inclui Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor), Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Pedro Alonso (Berlim), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).

‘Power’: Filme de super-heróis com Jamie Foxx abre com 69% de aprovação no RT; Confira as críticas!

Power‘, o novo filme de super heróis com Jamie Foxx e Rodrigo Santoro, estreou hoje (14) na Netflix e teve uma sólida recepção por parte da crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 69% de aprovação, com nota 5.96/10 baseada em 51 reviews (até o momento).

Confira as críticas:

“É como se eles estivessem com medo de usar todo o poder dentro de seu próprio projeto” – RogerEbert.com.

“A história precisava de mais profundidade, mas é original e divertida o bastante para ofuscar certas falhas” – Flick Fan Nation.

“É difícil conectar quaisquer pontos desse absurdo, porque as cenas de ação são lineares e a história é artificial demais” – TV Guide.

“Os co-diretores Henry JoostAriel Schulman trouxeram seu melhor jogo no tocante aos visuais do filme” – Casey’s Movie Mania.

Power tem um estilo considerável, apesar da falta de substância – mas uma performance interessante de Dominique Fishback e reviravoltas intrigantes para o gênero de super-heróis apimentam-no o suficiente” – Empire Magazine.

“Nas ruas de Nova Orleans, começa a se espalhar uma misteriosa pílula que desbloqueia superpoderes exclusivos para cada usuário. O problema: você não sabe o que vai acontecer até que tome ela. Enquanto alguns desenvolvem pele à prova de balas, invisibilidade e super força, outros exibem uma reação mais mortal. Mas quando a pílula eleva o crime dentro da cidade a níveis perigosos, um policial local se une a uma traficante adolescente e um ex-soldado abastecido por uma vingança secreta (Jamie Foxx) para combater o poder com poder e arriscar tomar a pílula para rastrear e parar o grupo responsável por criá-la”. 

A produção também é estrelada por Joseph Gordon-Levitt e Dominique Fishback.

Crítica | ‘Cor’, novo álbum de ANAVITÓRIA, é um ótimo jeito de começar 2021

ANAVITÓRIA, dupla formada por Ana Caetano e Vitória Falcão, se formou em 2014, levando dois anos até fazerem sua grande estreia com o álbum homônimo em 2016 – que rendeu uma estatueta do Grammy Latino ao duo e outra indicação. Conhecidas por sua escrita bastante metafórica e por uma sonoridade que mistura passado e presente, Caetano e Falcão ascenderam a um sucesso inesperado e, no primeiro dia do ano, agraciaram seus fãs com Cor, uma pequena “oferenda” para nos lembrar do conturbado ano que finalmente chegou ao fim, servindo como o capítulo inicial de um necessário processo de cura. O quarto álbum de estúdio se afasta das concepções realistas e melancólicas outrora manifestados com força em suas músicas mais famosas para uma idealização romântica e bastante patriótica que se estende ao longo de breves catorze faixas muito bem pensadas.

Honestamente, a carreira dessas duas ótimas cantoras e compositoras sempre passou longe do radar desse crítico que vos escreve, mas resolvi me render ao que apenas posso chamar do melhor jeito para começar uma nova era. Afinal, a obra é uma mistura evocativa e emocionante de todas as incursões folk brasileiras – ou seja, a amálgama sincera das raízes sertanejas com as baladas interioranas de Minas Gerais e de São Paulo – com a sutileza momentânea de sintetizadores eletrônicos e da pungência metálica da guitarra e do baixo, pincelando uma lírica poética monumental, para dizer o mínimo. Enquanto certos versos são familiares entre si, ainda mais por falar de um romance shakespeariano que deixou suas marcas e que não pode ser apagado, é isso que fornece a coesão que amarra direitinho as tracks. Ademais, a preferência da dupla por finalizações bruscas é um dos únicos aspectos que mancha o CD.

“Amarelo, azul e branco” é uma produção que tem muito a dizer, mas não consegue se achar. Não se enganem, a abertura do álbum é muito bem-vinda para preparar os ouvintes ao que os aguarda no restante da jornada – e até nutre de certos elementos com grupos musicais como Barbatuques, em que a percepção sensorial é transferida para potentes tambores e um autodescobrimento empoderador que clama pela liberdade e pela expressividade. Porém, a fusão de contraditoriedades toma proporções frenéticas que mereciam maior atenção (dito isso, sendo ofuscados pela química e pelas harmonias de ambas as performers).

Os melhores momentos de Cor insurgem quando a dupla não se limita a construir algo simplista – como acontece com “Te amar é massa demais”. A obviedade do título é logo varrida para debaixo do tapete quando é-nos apresentada uma conflitante e apaixonante explosão de samba e bossa-nova que nos arremessa de volta para os anos 1920 do subúrbio carioca, enquanto abre espaço para inflexões à la Tom Jobim e Maria Gadú, com reflexos distantes à fase mais pé-no-chão de Elis Regina (e tais caracterizações explicam o motivo de ser um dos pontos altos da iteração). Já “Tenta acreditar” é um antro em que vulnerabilidade e teatralidade encontram um espectro em comum num circense e pessoal desabafo.

A obra alcança sucesso imenso ao manter o frescor atual das múltiplas facetas da cultura brasileira ao mesmo tempo que presta homenagem bastante mimética aos ídolos que a influenciaram – sejam eles nacionais ou internacionais. O extraordinário interlúdio “(dia 34)” é porta de entrada para uma reverência à Rita Lee (que empresta sua voz para a faixa inicial) nos primeiros anos da década de 2000, intitulada “Ainda é tempo” – em que a profusão do new rave é reduzida ao classicismo do piano e as brechas que o instrumento cultiva para a popular guitarra da semi-balada “Eu sei quem é você”. Em “Terra”, o doo-wop e o soul ganham vida através de inferências que respaldam na icônica discografia de Rihanna, mais especificamente no icônico ‘ANTI’ (2016); “Lisboa”, canção que fecha com chave de ouro, resgata as últimas aventuras de Adriana Calcanhotto no ano passado com ‘Só’, mas não se limita apenas a imitá-la, e sim trazê-la para um escopo original e bastante narcótico.

Nada disso seria possível sem a competente produção supervisionada por ninguém menos que Caetano ao lado de Tó Brandileone – uma parceria perfeita que une dois estilos bastante semelhantes em algo que pode vir a ditar as preferências instrumentais deste ano para a música brasileira. Os detalhes acústicos, que puxam elementos do B-pop, da eletrônica e da melodia sinestésica do violão (como em “Carvoeiro” ou em “Explodir”), são os responsáveis por impedir que as tracks se rendam a uma similaridade monótona e esquecível. Aliás, o compilado de originais é uma grande memorabília atemporal que não se amordaça a um momento, e sim a vários deles que despontam em uma cronologia onírica.

2021 começou com o pé direito – e com ninguém menos que uma dupla brasileira que ainda tem muito a nos contar e que, no final das contas, esperamos que permaneçam nesse caminho de grande sucesso. Cor é uma celebração do amor, da liberdade e de tudo aquilo que a vida nos reserva – motivo pelo qual precisamos do álbum agora mais do que nunca.

Nota por faixa:

1. Amarelo, azul e branco (feat. Rita Lee) – 3/5
2. Te amar é massa demais – 4/5
3. Tenta acreditar – 4,5/5
4. Explodir – 3,5/5
5. Cigarra – 4/5
6. Selva – 4/5
7. (dia 34) – 5/5
8. Ainda é tempo – 5/5
9. Eu sei quem é você – 4/5
10. Terra – 4,5/5
11. Abril – 4/5
12. Te Procuro – 4/5
13. Carvoeiro – 4,5/5
14. Lisboa (feat. Lenine) – 5/5

‘Legends of Tomorrow’: Lendas se encontram com um importante alienígena na promo oficial do episódio 06×04; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “Bay of Squids”, quarto episódio da 6ª temporada de Legends of Tomorrow.

Na trama, “as Lendas ficam chocadas quando Rory assume o comando e consegue descobrir a localização de um alienígena importante, mas também os leva para o centro da Crise de Mísseis em Cuba. Ava está ansiosa para questionar o Alien, mas eles devem, primeiro, roubá-lo dos cubanos e dos russos, que acreditam que ele seja uma arma letal dos estadunidenses. O time deve tomar a decisão de se separar, deixando Nate e Zari trabalhando juntos para impedir um desastre nuclear ao lado de JFK, enquanto Behrad tenta se aproveitar da amizade com Castro para impedi-lo de começar uma guerra. Enquanto isso, com a ajuda de Spooner, Rory faz um acordo inesperado que pode enviá-lo em uma missão solo para encontrar Sara.

O capítulo vai ao ar no dia 23 de maio.

Confira, junto às imagens oficiais:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

‘We’re Here’: Shangela, Eureka e Bob the Drag Queen estão de volta na nova imagem oficial da 2ª temporada; Confira!

HBO Max divulgou recentemente uma nova imagem promocional da 2ª temporada de ‘We’re Here‘, que tem estreia marcada para o dia 11 de outubro.

Confira:

O próximo ciclo contará com oito episódios, que serão lançados semanalmente no canal HBO e na plataforma de streaming.

A nova temporada segue as renomadas drag queens Bob the Drag Queen, Eureka O’Hara e Shangela enquanto elas continuam suas jornadas espalhando amor e conexão pelas pequenas cidades dos Estados Unidos, por meio da arte de ser drag. Elas recrutam residentes locais de Spartanburg, Carolina do Sul; Temecula, Califórnia; Del Rio, Texas; Selma, Alabama; Evansville, Indiana; Watertown, Dakota do Sul; Kona, Havaí e Grand Junction, Colorado, para se apresentarem como drag queens por uma noite, inspirando suas “filhas drags” a se expressarem genuinamente na frente de suas famílias, amigos e comunidades.

Confira o trailer:

‘Pam & Tommy’: Episódio final da minissérie ganha trailer oficial; Confira!

Hulu divulgou o trailer oficial de “Seattle”, último episódio da minissérie Pam & Tommy, estrelada por Lily JamesSebastian Stan.

Na trama, “uma jovem empresária da internet entra em cena, mudando tudo o que se conhece”.

O episódio vai ao ar no dia 09 de março e será exibido pelo Star+ no Brasil.

Confira:

Ambientada nos primórdios da internet, Pam & Tommy é baseada na incrível história real por trás da primeira sex tape que viralizou protagonizada por Pamela Anderson e Tommy Lee. O vídeo, roubado da casa do casal por um eletricista insatisfeito, passou da curiosidade clandestina do VHS para tornar-se uma sensação mundial quando chegou à web em 1997.

E abrindo com 87% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção recebeu diversos elogios pelas poderosas performances de ambos os atores. Além disso, a crítica especializada ponderou sobre abordagem dada à atriz e modelo Pamela Anderson, que aqui é trazida como uma mulher “totalmente realizada”.

E segundo o consenso geral, “Pam & Tommy às vezes enfraquece sua própria crítica ao voyeurismo cultural com uma estilização lúgubre, mas a performance de Lily James dá a essa sórdida obra um coração inegável”.

Assista ao trailer:

Confira alguma imagens da série:

Além da dupla, o elenco também contará com Seth Rogen, Nick Offerman (‘Parks and Recreation’) como Uncle Miltie; Taylor Schilling (‘Orange Is the New Black’) como a esposa de Rand, Erica Gauthier; o comediante Andrew Dice Clay como Butchie; Pepi Sonuga (‘Ash vs. Evil Dead’) como Melanie; Mozhan Marno (‘House of Cards’) como Gail Chwatsky; e Spenser Granese como Steve Fasanella.

Surge um novo perigo no trailer oficial da 3ª temporada de ‘Guerra dos Mundos’; Confira!

EPIX divulgou recentemente o trailer oficial da 3ª temporada de ‘Guerra dos Mundos’ (La Guerre des Mondes).

Os novos episódios têm previsão de lançamento para setembro de 2022, ainda sem dia confirmado.

Confira:

Criado por Howard Overman, a nova adaptação é ambientada na Europa dos dias de hoje e trará uma perspectiva única para a icônica história.

A narrativa original foi publicada em 1890 por H.G. Wells e até hoje carrega o título de uma das melhores incursões de ficção científica de todos os tempos. Ao longo do tempo, o conto ganhou inúmeras releituras audiovisuais, incluindo um filme de 2005 comandado por Steven Spielberg e uma série de época lançada no ano passado.

Gabriel ByrneElizabeth McGovern, Léa Drucker, Natasha Little, Daisy Edgar Jones, Stéphane Caillard, Adel Bencherif e Guillaume Gouix fazem parte do elenco.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Sequência com Gal Gadot chega o catálogo do Prime Video!

A sequência ‘Mulher-Maravilha 1984‘, estrelada por Gal Gadot, já está disponível no Prime Video.

O longa-metragem foi lançado hoje, 30 de dezembro, na plataforma de streaming.

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

Relembre nossa crítica:

Patty Jenkins retorna na direção e no roteiro do filme.

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

O Show de Truman | Como o filme estrelado por Jim Carrey incorporou a filosofia para falar sobre vigilância e liberdade

Os reality shows pertencem a um gênero do entretenimento que ganhou muita popularidade a partir do final dos anos 1980, com o lançamento de ‘COPS’. A produção, que acompanha a rotina de oficiais da justiça, foi pioneira nessa vertente televisiva e a responsável por fazer com que o público se apaixonasse por programas dessa estruturação – afinal, se pensarmos nos dias de hoje, é notável como ‘Big Brother’, ‘Casamento às Cegas’ e ‘RuPaul’s Drag Race’ (apenas para citar alguns) garantem picos de audiência para as emissoras e/ou plataformas de streamings. E, em 1998, o diretor Peter Weir resolveu construir uma narrativa épica para criticar e aprofundar as relações entre as pessoas e os reality shows – e foi assim que surgiu ‘O Show de Truman’.

Estrelado por Jim Carrey, a narrativa acompanha Truman Burbank, um homem de trinta anos que acreditar estar vivendo na normalidade. Entretanto, ele foi adotado legalmente por uma emissora de televisão para participar de um reality exibido 24 horas por dia e sete dias por semana ao mundo inteiro – em que os espectadores assistem a seu cotidiano. Comandado por Christof (Ed Harris), um magnata do entretenimento, a ideia do show é mostrar uma realidade não muito vista, em que uma pessoa, alheia da verdade, demonstra emoções reais e permite que o público se conecte com ela. E, enquanto Christof acredita que isso seja uma boa intenção e uma maneira bastante original de criar diversão, não podemos deixar de refletir sobre inúmeros temas que se relacionam com o enredo pintado.

O primeiro deles relaciona-se com diversas correntes da filosofia que discorrem sobre estruturalismo, como Michel Foucault. Conhecido por seus trabalhos sobre as relações do poder e o controle social emanado pelas instituições sociais, podemos pegar o conceito do panóptico para analisar a posição em que Truman está. Afinal, o panóptico consiste em um edifício em forma de anel, dentro do qual existe uma torre no centro e pequenas celas a rodeando. Dentro da torre, há um vigia que consegue observar cada um dos indivíduos que habitam a cela, sem que os “prisioneiros” consigam enxergá-lo de volta – que, de forma prática, reforçaria o autoritarismo e a obediência cega. Entretanto, Truman não sabe que esse panóptico existe, o que torna o controle sobre sua vida ainda mais duro, visto que ele sempre teve seus passos guiados pela atuação de outrem.

Nesse âmbito, Christof emerge como essa força invisível que tudo vê: sua onisciência é tradução de um contrato inalienável entre o que ele permite e o que ele recebe de volta – um reflexo do capitalismo predatório que ordenha. o máximo que pode de seu rebanho. Cada pessoa que cruza caminho com Truman é meticulosamente treinada para colocar uma máscara, garantindo que as ações do protagonista não sejam feitas por livre e espontânea vontade. Ora, até mesmo o clima da cidade em que vive pode se transmutar em questão de segundos.

As coisas começam a mudar quando, certa manhã, Truman passa a perceber eventos estranhos – como a queda de um holofote, uma transmissão de rádio que narra seus passos exatos e o reaparecimento do pai (que havia morrido em um naufrágio quando ele ainda era uma criança). A partir daí, o protagonista parece acordar de uma matrix que queria mantê-lo em cativeiro, fazendo absurdidades para escapar e, eventualmente, cavando um túnel em que estará longe das câmeras e poderá fugir de uma vez por todas. É claro que ele enfrenta diversos obstáculos no caminho, mas o glorioso grand finale tira o fôlego de qualquer um que assista ou reassista.

Ainda que a atmosfera cômica exista, as mensagens passadas pelo longa-metragem são importantes e gritam com uma urgência inenarrável. Temos a questão da vigilância, que é colocada em xeque pelo despertar de Truman; temos a questão midiática, em que Christof é representante de uma hegemonia controladora social que vende um produto como se fosse real, mesmo ele não sendo – uma questão que permeia o existencialismo e que abre portas para o controle não só do personagem em questão, mas daqueles que assistem. Conforme os comandos são dados, iluminação, trilha sonora e uma “atuação” pré-concebida encantam ou desencantam aqueles que assistem. Dessa forma, até que ponto somos livres e até que ponto passamos a pertencer a uma engrenagem muito maior e mais intrincada que o imaginado.

A questão do controle é constante: Christof engendra uma narrativa falsa que é impressa como verdadeira para um infante que nem ao menos teve a oportunidade de existir como indivíduo. Truman é jogado sob uma opressão ferrenha em diversos estágios de sua vida – seja quando perde o pai, o que o leva a desenvolver talassofobia; ou sua paixonite por uma figurante, quando deveria se apaixonar por uma mulher em específico; ou quando os produtores percebem ser necessário cortar o mal pela raiz e garantir que seu desejo de explorar o mundo afora seja neutralizado. Christof, inclusive, o convence de que o mundo lá fora não tem nada de novo para oferecer-lhe – e que, dentro do programa, ele estará seguro.

‘O Show de Truman’ tem uma capacidade aplaudível de romper as barreiras do que significa fazer cinema e abrir espaço para importantes discussões filosóficas de liberdade e cerceamento. Não é surpresa que, mesmo 25 anos depois de seu lançamento, o filme continue mais atual do que nunca.

‘Reacher’: 2ª temporada ganha trailer EXPLOSIVO e data de estreia no Prime Video; Confira!

Prime Video divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de Reacher, série de ação estrelada por Alan Ritchson.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo chega à plataforma de streaming em 15 de dezembro.

Confira:

A segunda temporada não seguirá a ordem dos livros e adaptará “Azar e Contratempo”, 11º livro da série do autor Lee Child. O livro acompanha Jack Reacher que é forçado a voltar à ação quando seus ex-companheiros começam a ser mortos.

Durante uma entrevista para o Collider, Vernon Sanders, presidente de conteúdo televisivos da Amazon Studios, provocou o público ao dizer que a nova temporada será ainda melhor que a anterior.

Além disso, ele espera que o próximo ciclo seja lançado ainda esse ano.

“Estamos indo muito bem. Alan está de volta, e ele está fantástico no papel. Estou tão orgulhoso dos produtores por acharem o cara adequado para dar vida a Reacher. E a recepção dos fãs do romance foi um sonho. A 2ª temporada está incrível.”

Ele continuou:

“Por melhor que a 1ª temporada tenha sido, eu acho que a 2ª é melhor, vai muito além, e acho que há uma boa chance de que a série volte no ano que vem.”

Malcolm Goodwin, Willa FitzgeraldKristin Kreuk também fazem parte do elenco.

Jack Reacher, preso por engano, mostra que a justiça escolheu brincar com a pessoa errada. Nesta sua primeira aventura, Reacher verá uma cidade-modelo na Geórgia revelar toda a sua podridão, ao mesmo tempo em que é iniciada uma brutal e surpreendente contagem de cadáveres… E de milhares de notas de dólares falsificadas.

Nick Santora (‘Scorpion’) é o showrunner da série.

Vale lembrar que a saga já foi adaptada para as telonas em dois longas estrelados por Tom Cruise, ‘Jack Reacher: O Último Tiro‘ (2012) e ‘Jack Reacher: Sem Retorno‘ (2016). Juntos, os dois filmes arrecadaram mais de US$ 380 milhões mundialmente.

‘Não Fale o Mal’: Remake de terror estrelado por James McAvoy ganha novo cartaz NACIONAL

A Universal Pictures divulgou um novo cartaz nacional de ‘Não Fale o Mal‘ (Speak No Evil), remake do aclamado terror dinamarquês de 2022.

Confira, junto ao tailer, e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de setembro.

James Watkins (‘A Mulher de Preto’) é responsável pela direção e roteiro.

Quando uma família americana é convidada para passar o fim de semana na idílica propriedade rural de uma encantadora família britânica com quem fez amizade nas férias, o que começa como as férias do sonho logo se transforma em um complicado pesadelo psicológico.

O elenco da nova versão conta com Mackenzie Davis (‘Os Órfãos’), James McAvoy (‘Fragmentado’), Scoot McNairy (‘Argo’) e Aisling Franciosi (‘Drácula: A Última Viagem de Demeter’).

Crítica | Speak no Evil: Terror dinamarquês é uma visceral e satírica crítica à misantropia

3ª temporada de ‘A Lenda de Vox Machina’ já está disponível no streaming!

A 3ª temporada de ‘A Lenda de Vox Machina‘, série animada adulta inspirada no clássico jogo ‘Dungeons & Dragons‘, já está disponível no catálogo do Prime Video.

O próximo ciclo foi lançado hoje, 03 de outubro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A trama acompanha o grupo de desajustados Vox Machina, um time de improváveis heróis que gosta de beber e brigar. Eles recebem a missão de salvar o reino de Exandria de uma ameaça mortal que utiliza magias ocultas e obscuras. Durante o percurso, eles terão de enfrentar diversos inimigos poderosos, testando não apenas suas habilidades em batalha, mas também seu vínculo enquanto grupo.

A série foi criada por Matthew Mercer, que também estrela a produção.

A produção ainda conta com as vozes de Ashley JohnsonTravis WillinghamLaura BaileyLiam O’BrienTaliesin JaffeMarisha RaySam Riegel.

2ª temporada de ‘Demolidor: Renascido’ mostrará uma Nova York BEM diferente, revela insider

Demolidor: Renascido’ já esta disponível no catálogo brasileiro do Disney+ e, pouco depois da estreia da atração, os fãs já estão se perguntando sobre o futuro da série.

Em uma recente sessão de Q&A, o famoso insider e jornalista Alex Perez trouxe informações inéditas sobre a próxima temporada.

Durante a conversa, Perez revelou não apenas que os Defensores (o time de heróis que inclui Demolidor, Jessica Jones, Punho de Ferro e Luke Cage) devem retornar, mas que a própria ambientação da narrativa será diferente da que estamos vendo no ciclo de estreia.

“Sei que os Defensores devem retornar”, ele contou. “Então, será interessante ver como isso vai se desenrolar na segunda temporada e como Matt [Murdock] irá convencê-los a sair das sombras depois do que acontece na primeira temporada”.

Perez continua: “a cidade de Nova York será um cenário bem diferente de onde começamos em Demolidor: Renascido’ até onde terminamos a primeira temporada. Quando começamos o segundo ciclo, será muito interessante ver como a lei marcial e os vigilantes sendo proibidos irão se desenrolar. Estou curioso para ver como essa trama irá afetar não apenas a história principal da série, mas as repercussões disso no restante do MCU. Porque uma coisa que esse show faz bem é atar diferentes aspectos do MCU que às vezes estão relacionados, e às vezes não”.

Primeiras Impressões | ‘Demolidor: Renascido’ traz o melhor da Marvel Studios à tona

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Rumor revela REAL motivo de Peter Parker e Justiceiro se enfrentarem em ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’

Embora não tenha sido confirmada, a trama principal de Homem-Aranha: Um Novo Dia’ deve se concentrar em Peter Parker (Tom Holland) se unindo a Frank Castle (Jon Bernthal) para deter o furioso Hulk Selvagem (Mark Ruffalo) – mas isso não significa que o Homem-Aranha e o Justiceiro não irão se enfrentar no longa-metragem.

O famoso jornalista Daniel Richtman divulgou recentemente novos detalhes sobre a cena de perseguição que estava sendo filmada/ensaiada no último dia 2 de agosto em Glasgow, Escócia, que viralizou nas redes sociais. Ao que tudo indica, o antagonista Escorpião/Mac Gargan (Michael Mando) pode ser a chave para a tensão inicial entre Peter e Frank.

De acordo com o insider, o tanque que vemos nos vídeos abaixo na verdade pertence ao Justiceiro, que está tentando tirar da estrada um veículo que transporta Mac, para que possa puni-lo da maneira que achar melhor. Porém, Peter descobre o plano do vigilante e tenta impedi-lo de matar o vilão.

Confira:

Assim como nos filmes anteriores, a nova produção segue a tradição de colocar o jovem Peter Parker ao lado de figuras mais experientes do universo Marvel. Em De Volta ao Lar’, ele dividiu cenas com Tony Stark (Robert Downey Jr.); em ‘Longe de Casa’, contracenou com Nick Fury (Samuel L. Jackson); e em Sem Volta Para Casa’, com Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch). Essa dinâmica remete diretamente à clássica série de quadrinhos Marvel Team-Up, onde o Homem-Aranha frequentemente se unia a outros heróis em aventuras conjuntas.

Embora os detalhes do enredo estejam sendo mantidos em segredo, fontes próximas à produção sugerem que o trio formado por Homem-Aranha, Hulk e Justiceiro terá confrontos intensos antes de se unirem contra um inimigo comum — uma fórmula consagrada nas histórias da Marvel.

O filme é dirigido por Destin Daniel Cretton, responsável por Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, com roteiro assinado por Chris McKenna e Erik Sommers, veteranos da franquia do Homem-Aranha. A estreia está marcada para 31 de julho de 2026.

Confira o teaser:

Livros que inspiraram a premiada série de ESPIONAGEM ‘Slow Horses’ chegam ao Brasil

Os dois primeiros volumes da saga literária que originou ‘Slow Horses’, aclamada produção da Apple TV estrelada por Gary Oldman, chegam às lojas em janeiro de 2026 pela Intrínseca.

‘Slow Horses’, escolhido pelo jornal The Telegraph como um dos vinte melhores romances de espionagem de todos os tempos, e ‘Leões Adormecidos’ inspiraram, respectivamente, a primeira e a segunda temporadas da série televisiva, indicada ao Globo de Ouro 2026 de Melhor Drama. Escritos por Mick Herron, os livros são um marco entre thrillers de espionagem e elevaram o autor inglês ao patamar de uma das vozes mais importantes desse gênero literário na atualidade. Publicadas pela primeira vez no Brasil, as edições ganharam capas e projetos gráficos originais. 

Em ‘Slow Horses’, Jackson Lamb é um experiente espião da inteligência britânica que passa os dias enfurnado na Slough House, um prédio decadente destinado a serviços burocráticos entediantes, comandando os chamados slow horses, agentes fracassados e exilados do MI5. Descartados pelo sistema após erros que cometeram, os slow horses não nutrem esperanças de se redimir e retomar as próprias carreiras. Quando um jovem é sequestrado e ameaçado de decapitação em uma transmissão em tempo real na internet, porém, os agentes entendem que é uma chance única de tentar recuperar a credibilidade junto ao alto escalão do Serviço Secreto. Só que, para salvar o garoto, eles vão ter que formar uma verdadeira equipe.

Na sequência ‘Leões Adormecidos’, Lamb e seus comandados se veem no centro de uma trama que pode mudar os rumos da espionagem para sempre. Na obra, um fantasma do passado reaparece após décadas: Alexander Popov, o nome por trás da lenda soviética que fez o Serviço Secreto britânico andar em círculos, seguindo pistas irrelevantes. A investigação leva os slow horses a um passado distante e a um minúsculo vilarejo, aparentemente insignificante, no coração da Inglaterra. No entanto, no jogo de espelhos dos agentes russos e britânicos, quase nada se prova fruto do acaso.

Em enredos escritos de forma brilhante, Herron apresenta o início de uma série que conquistou as prateleiras e as telas no mundo inteiro. Entre mentiras, encenações e muita investigação, os slow horses se mostram um grupo único de agentes secretos e, acima de tudo, personagens fascinantes em uma história arrebatadora.

Herron é autor de diversos livros e se consagrou pela série ‘Slough House’, que teve seis romances indicados para oito prêmios CWA Dagger e venceu duas vezes. O primeiro livro da série, ‘Slow Horses’, foi escolhido pelo Daily Telegraph como um dos vinte melhores romances de espionagem de todos os tempos, enquanto o sexto, ‘Joe Country’, figurou entre os dez livros mais vendidos do Sunday Times.

Dua Lipa, Olivia Rodrigo e outras artistas para ouvir neste Dia dos Namorados

O Dia dos Namorados chegou e, nesse 12 de junho, nada melhor para recuperar a chama do amor que uma playlist com hinos românticos atemporais e incríveis.

Por isso, o CinePOP separou uma lista com dez músicas de icônicas artistas femininas para ouvir no dia de hoje.

Confira abaixo nossas escolhas e nos diga qual a sua favorita:

“MAYBE”, Emma Bunton

Emma Bunton ganhou fama mundial ao integrar o icônico grupo feminino britânico ‘Spice Girls’ – e, apesar de ter atingido seu ápice de popularidade e reconhecimento com as colegas da girlband, lançou-se em uma carreira solo com músicas muito subestimadas. Esse é o caso de “Maybe”: o segundo single do álbum ‘Free Me’ é uma apaixonante aventura pelos anos 1950 e 1960, apostando fichas no clássico pop francês à medida que incorpora orquestrações magníficas de trompetes e instrumentos de corda e traços da bossa nova e do samba – em uma aventura lírica digna das melhores rom-coms.

“LOVE STORY”, Taylor Swift

O lead single de ‘Fearless’, aclamado álbum que rendeu a Swift sua primeira estatueta de Álbum do Ano no Grammy Awards, é uma das músicas mais conhecidas da princesinha do country-pop. Inspirada pela clássica peça ‘Romeu e Julieta’, de William Shakespeare, “Love Story” se torno um sucesso massivo no cenário internacional e foi a música country ano pela BMI.

“HALO”, Beyoncé

Beyoncé não é uma das maiores artistas de todos os tempos por qualquer motivo, sagrando-se o pináculo cultural que é na atualidade através de uma versatilidade e de um capricho artísticos inegáveis. No subestimado ‘I Am… Sasha Fierce’, que dividiu a crítica à época do lançamento, a icônica musicista nos entregou uma das maiores baladas de sua carreira com o single “Halo”, cuja apaixonante e antêmica história de romance é amplificada por uma sinestesia etérea que faz jus ao próprio nome.

“SPEECHLESS”, Lady Gaga

“Speechless”, faixa escrita inteiramente solo pela titânica Lady Gaga, é um dos primeiros grandes contatos da artista com o electro-rock e com a sutileza romântica da guitarra e do piano. A power ballad é inspirada pelas incursões setentistas, incluindo da banda Queen, e foi injustamente criticada por ser “uma fraude” – algo se provaria mentira pela densidade de várias de suas canções futuras que se inspirariam nesta aqui.

“MASTERPIECE”, Madonna

“Masterpiece” é uma das poucas faixas realmente bem-produzidas de ‘MDNA’ e fez parte do drama histórico ‘W.E.’, dirigido e escrito por Madonna. Transformando a costumeira orquestra das baladas românticas em um folk-pop trabalhado arduamente pela artista e por William Orbit. Eventualmente, a música levou para casa o Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

“SWIMMING IN THE STARS”, Britney Spears

“Swimming in the Stars” se volta para o ecoante e apaixonante lirismo dos clássicos performados pela eterna princesa do pop Britney Spears em uma roupagem totalmente contemporânea, cortesia da produção de Matthew KomaDan Book, que também assinam os versos. A cândida reflexão promovida pela canção fecha com chave de ouro a jornada do álbum, seja por sua narrativa, seja pelo ótimo uso do electropop.

“LOVE AGAIN”, Dua Lipa

Em “Love Again”, a icônica Chelcee Grimes empresta sua incrível habilidade como compositora para auxiliar Dua Lipa em uma das melhores faixas do aclamado álbum ‘Future Nostalgia’, lançado em 2020. Essa obra-prima que busca inspiração em nomes como Donna Summer e Roberta Kelly, aproveitando os agudos violinos para mostrar seu respeito para os anos 1970 e abrir as portas para um onírico e narcótico night club movido a disco e ao classicismo dos embalos de sábado à noite.

“OOH LA LA”, Jessie Ware

Promovendo um encontro entre R&B, funkdisco“Ooh La La” leva Jessie Ware de volta aos anos 1980, buscando inspirações em PrinceStevie Wonder para a divertida e despretensiosa faixa “Ooh La La”. A canção, lançada como single promocional do aplaudido ‘What’s Your Pleasure’, conta com a presença bem-vinda do sempre ótimo James Ford para uma narrativa neo-noir surrealista à la David Lynch que utiliza as propositais dissonâncias para um encontro romântico e sensual entre duas pessoas que estão apenas se conhecendo.

“SOMEBODY TO LOVE”, Kylie Minogue

Ao longo de sua carreira, a vencedora do Grammy Kylie Minogue entregou várias canções voltadas para a paixão e o amor, explorando os mais diversos subtemas dentro desse escopo que é tão comum ao cenário mainstream. Em ‘Tension’, facilmente um dos melhores álbuns de sua carreira, a rainha do pop australiano nos presenteou com a cândida “Somebody to Love”, que parte de uma tocante narrativa fincada no verso “se você quer alguém para amar, este alguém sou eu”.

“DROP DEAD”, Olivia Rodrigo

Aproveitando que o Dia dos Namorados coincidiu com o lançamento do mais novo álbum de Olivia Rodrigo, não podíamos deixar de fora uma das vozes mais expressivas e importantes da geração atual da música – e “drop dead” é, sem sombra de dúvida, uma das faixas que melhor encapsula o amor explorado pela vencedora do Grammy. Aqui, a performer engendra uma arrebatadora declamação romântica que faz menções a seu relacionamento com o ator Louis Partdrige e que utiliza de uma experiência íntima para narrar algo universal.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: James Gunn indica possíveis mortes na sequência

De acordo com o We Got This Covered, James Gunn foi questionado em suas redes sociais se algum personagem morrerá em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, e sua resposta não foi nada agradável.

“Não me lembro de nenhum filme de quadrinhos em que ninguém tenha morrido!”, disse o cineasta.

Considerando as mortes de Groot e Yondu nos filmes anteriores, é de se esperar que a última peça da trilogia seja encerrada com a despedida de um querido personagem.

Vale lembrar que o diretor revelou ao Comic Book que a sequência será a despedida de Rocket nas telonas.

Além disso, ele é o único membro dos Guardiões que ainda não morreu de alguma forma. Groot se sacrificou pela equipe, Gamora foi morta por Thanos, e os outros membros ‘morreram’ no estalar de dedos do vilão.

De qualquer forma, ainda há bastante tempo de planejamento, já que o filme não está programado para a próxima fase da Marvel Studios.

Giancarlo Esposito vai estrelar filme da Marvel? Astro responde!

Há alguns anos, Giancarlo Esposito revelou que recusou ofertas para atuar numa séries de TV da Marvel porque tinha interesse em se juntar ao universo cinematográfico.

E, no último fim de semana, diversos rumores apontaram que o astro estaria cotado para um dos próximos filmes do estúdio.

Durante uma entrevista para a Entertainment Tonight, o astro tocou no assunto e desmentiu os boatos, mas disse que adoraria a ideia.

“Surgiram vários boatos sobre a Marvel e eu estarmos em negociações, mas quero deixar claro que eu não criei nenhum [desses boatos]. Mas eu quero trabalhar com esses caras, divulgá-los ao mundo… Eu já trabalhei com um dos produtores executivos da Marvel Studios, Louis D’Esposito… Quando ele estava em ‘The Cotton Club‘, ele era assistente de direção.”

Ele continuou:

“Eu acho que o que a Marvel faz é fantástico para o cinema e eu quero trabalhar com eles. Gosto de pensar que participar desse universo seria um próximo passo para minha carreira.”

Enquanto isso não acontece, vale lembrar que Esposito estará na 2ª temporada de ‘The Boys, que estreia em 04 de setembro na Amazon Prime

A plataforma dre streaming já divulgou os títulos dos próximos episódios.

Confira:

Assista ao trailer da 2ª temporada:

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford e Nathan Mitchell.