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‘Star Wars’: Mark Hamill esclarece declarações sobre despedida de Luke Skywalker

Mark Hamill, o icônico Luke Skywalker, recentemente esclareceu suas declarações de que sua jornada em ‘Star Wars’ havia chegado ao fim. Conforme o ComicBookMovie, o ator contextualizou suas falas, explicando o que realmente quis dizer.

Hamill enfatizou que suas declarações não foram um “pronunciamento definitivo”, mas sim uma constatação sobre o arco de seu personagem:

“Não quero fazer um grande pronunciamento do tipo ‘esta é minha decisão final’. Só estou dizendo que realmente pareceu um desfecho. Meu personagem teve um encerramento completo. Eu morri, ironicamente, por uma overdose de Força, vale lembrar”, explicou.

Ele ressaltou que, com o término da trilogia Skywalker, uma nova era se abriu para a franquia.

“E, uma vez encerrada a trilogia Skywalker, começou uma nova era para eles. O George [Lucas] deu a eles essa tela incrível, toda uma galáxia, onde podem fazer faroestes, mistérios, comédias, histórias de detetive… qualquer coisa dentro desse universo de Star Wars. E estão indo muito bem. Eu adorei Rogue One, The Mandalorian, O Livro de Boba Fett. Só digo: tive meu momento. Sou realmente grato, mas estou muito empolgado com o futuro e todos esses novos projetos”, acrescentou.

Hamill também comentou sobre a repercussão exagerada de suas falas: “Mas eu sei que, quando falo qualquer coisa sobre esses filmes espaciais, tudo ganha uma atenção especial, ao contrário de quando falo sobre qualquer outro assunto. Eu disse aquilo e, de repente, vi manchetes: ‘Mark Hamill abandona Star Wars’”.

Ele fez questão de deixar claro que a situação é bem mais simples: “Deixe-me esclarecer: eles nem me chamaram de volta. Não é como se tivessem dito: ‘Por favor, volte’. Vamos lá, o que mais dá pra fazer com um Fantasma da Força? Embora eu adorasse ver um filme inteiro passado só no reino dos Fantasmas da Força. Eu poderia ter conversas com Alec Guinness.”

Lembrando que a segunda e última temporada de ‘Andor’, a mais recente adição ao universo ‘Star Wars’, já está disponível para streaming no catálogo do Disney+.

Relembre o trailer:

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

Nicholas Galitzine revela por que aceitou estrelar ‘100 Nights of Hero’: “Foi uma decisão fácil”

O ator Nicholas Galitzine, estrela de sucessos como ‘Uma Ideia de Você’ e ‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’, relembrou recentemente seu primeiro dia de filmagem em ‘100 Nights of Hero’, uma fantasia de época ousada dirigida por Julia Jackman.

Em entrevista à Variety, Galitzine descreveu a inusitada introdução ao projeto: “Eles disseram: ‘Sim, você vai estar nu, coberto de sangue, arrastando um cervo pelo castelo’. E eu pensei: ‘Claro'”.

Galitzine comparou a natureza única de ‘100 Nights of Hero’ com a experiência de atuar no filme queer-adolescente ‘Bottoms’ (em que interpretou um atleta ridículo) e explicou por que se sentiu atraído por projetos que não são puramente comerciais:

“Eu tinha essa sensação de que, olha, talvez esse filme não estivesse em todos os cinemas do país ou do mundo, mas que seria muito culturalmente significativo e um tipo de culto”, diz Galitzine sobre o trabalho em ‘Bottoms’. “E senti exatamente a mesma coisa quando li 100 Nights”.

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O ator destacou a facilidade com que aceitou o papel: “Assim que li o roteiro, estava completamente dentro. Era tão visceral, e a Julia [Jackman] tem um estilo meio Lanthimos na maneira como gosta de filmar, então foi uma decisão fácil”.

Galitzine se adaptou rapidamente ao estilo de filmagem rápido e direto de Jackman, que ele descreveu como quase “clandestino”:

“É um exercício interessante de atuação: não pensar demais; improvisar; simplesmente ir. Com o rumo que minha carreira tomou, liderando esses filmes incríveis, mas de grande orçamento, foi muito revigorante e desafiador”, destacou.

‘100 Nights of Hero’, fantasia histórica estrelada por Nicholas Galitzine, segue sem previsão de estreia no Brasil.

O longa é escrito e dirigido por Julia Jackman, e baseado na graphic novel homônima de Isabel Greenberg.

Inspirada em “As Mil e Uma Noites”, ‘100 Nights of Hero’ acompanha a história de duas mulheres apaixonadas, Cherry e Hero. Cherry é casada com Jerome, que, apesar do casamento, faz uma aposta com seu amigo Manfred, um vilão lascivo. Jerome aposta que Manfred conseguirá seduzir Cherry em 100 noites; se Manfred tiver sucesso, Jerome entregará Cherry a ele. Cherry, entretanto, não está interessada e desenvolve um plano com Hero. Ao longo das 100 noites, Hero contará uma série de histórias fascinantes para desviar Manfred de suas tentativas de sedução.

Emma CorrinMaika MonroeCharli XCXRichard E. GrantAmir El-MasryFelicity Jones e outros completam o elenco.

O filme fará sua estreia mundial no Festival de Veneza.

‘Mestres do Universo’: Jared Leto interpretou Esqueleto fisicamente no set ou só dublou o personagem?

O cineasta Travis Knight, diretor da nova adaptação cinematográfica de ‘Mestres do Universo’, quebrou o silêncio sobre a ausência do ator Jared Leto nas ações promocionais do longa. Enquanto os protagonistas Nicholas Galitzine e Camila Mendes lideram a turnê mundial de divulgação e os tapetes vermelhos, o sumiço de Leto gerou especulações nos bastidores da indústria, desde uma suposta insatisfação com o resultado final do vilão Esqueleto até o impacto de antigas controvérsias de sua vida pessoal.

Knight, no entanto, minimizou os boatos e preferiu elogiar o profundo comprometimento do vencedor do Oscar com o papel, destacando a forte conexão que o ator possui com a franquia desde a infância:

“Jared adorava He-Man quando era criança, assim como eu. E o Esqueleto era seu personagem favorito. Então ele realmente queria criar um vilão marcante que honrasse tudo o que veio antes, mas que também trouxesse nossa própria abordagem. E ele entregou uma atuação incrível. É simplesmente muito divertido vê-lo em cena”, afirmou, conforme o ComicBookMovie.

Diante das dúvidas do público sobre o nível de envolvimento do astro, o diretor fez questão de esclarecer que Leto esteve presente fisicamente nos sets de filmagem para interagir com o restante do elenco, contrariando as suspeitas de que o personagem teria sido feito inteiramente de forma digital:

“No fim das contas, tudo se resume à colaboração entre diferentes áreas. Ele usava uma impressionante armadura muscular criada pelo mestre de próteses Barry Gower e um figurino fantástico desenvolvido pela equipe liderada por Richard Sale. Jared estava no set atuando ao lado dos outros atores. A única coisa que não estava presente naquele momento era o rosto em forma de caveira”, acrescentou.

O realizador explicou que a fisionomia clássica do vilão foi moldada na pós-produção através de computação gráfica (CGI), mas totalmente baseada nos movimentos reais do artista:

“O rosto de Jared foi substituído por animação em CGI. Os animadores fizeram um trabalho extraordinário ao capturar todas as nuances e a personalidade que ele trouxe para a atuação física e vocal. O resultado é um rosto extremamente expressivo. Pode parecer estranho dizer isso sobre uma caveira, mas há muita personalidade e emoção ali”, explicou.

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Travis Knight pontuou que, embora a alternativa mais simples e barata fosse a escalação de um dublê de corpo para a captura de movimentos, a presença de Jared Leto era fundamental para a identidade do antagonista:

“Isso era importante para mim, porque não se trata apenas da voz ou da expressão facial. Grande parte do que amamos em um ator está na forma como ele usa o corpo. Seus movimentos comunicam emoções, sua postura diz muito sobre quem é o personagem. Jared entendeu que a atuação física era uma parte fundamental do personagem. Há muito do que ele traz para Skeletor que não está apenas na voz ou no rosto”, concluiu.

Apesar de Esqueleto vir sendo apontado pela crítica especializada como um dos grandes trunfos de Mestres do Universo, o mistério em torno de Leto continua alimentando debates em Hollywood. O ator não participou de nenhuma coletiva de imprensa e foi completamente omitido dos materiais oficiais de bastidores (featurettes) divulgados pelo estúdio até o momento.

O longa será lançado nos cinemas nacionais nesta quinta-feira, no dia 4 de junho.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, após 15 anos separados, o herói é guiado pela Espada do Poder até o seu lar em Eternia, que está sob o domínio do cruel Esqueleto (Jared Leto). Para salvar a todos, ele vai ter que aceitar o seu destino como He-Man, o homem mais poderoso do mundo, e contar com a ajuda de seus aliados, Teela (Camila Mendes) e Duncan / Mentor (Idris Elba).

Apesar do filme ainda não ter oficialmente estreado, os fãs da saga de fantasia e aventura já estão se questionando não apenas sobre a possibilidade do filme ganhar uma sequência, mas se outros personagens do panteão irão aparecer nas telonas – incluindo a irmã gêmea de He-Man, She-Ra.

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O roteiro é assinado por Chris Butler, baseado em rascunhos iniciais de David Callaham e Aaron Nee.

Nicholas Galitzine (Príncipe Adam/He-Man), Camila Mendes (Teela), Morena Baccarin (Feiticeira), Jared Leto (Esqueleto), Alison Brie (Maligna/Evil-Lyn), Idris Elba (Mentor/Man-At-Arms) e Kristen Wiig (Voz de Roboto) estrelam.

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O elenco conta ainda com Sam C. Wilson (Mandíbula), Hafthor Bjornsson (Homem-Cabra), Kojo Attah (Tri-Klops) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Fisto).

Os 10 Melhores Filmes de Ação

Os chamados action movies (ou filmes de ação) sempre foram bastante consumidos pelo público de um modo geral. Isso porque, além de transitarem em amplo âmbito popular e geralmente serem grandes produções, possuem primos exemplares que agradam não só a crítica especializada, como também os cinéfilos mais atentos.

Se formos realmente levar ao pé da letra, podemos dizer que títulos como Os Sete Samurais, Os Caçadores da Arca Perdida e Era uma Vez no Oeste são representantes venerados e incontestáveis do estilo, apesar de suas temáticas. No entanto, pegando carona no lançamento de Os Mercenários 3, nossa intenção aqui é focar naqueles que acabaram virando referência para o gênero e são formulas até hoje copiadas. Donos de personagens icônicos que viraram heróis e estão enraizados dentro da cultura pop.

Como é praxe aqui no CineTOP, temos que citar apenas dez filmes, logo, mimos como Fuga de Nova York (1981) de John Carpenter, O Profissional (1994) de Luc Besson, Robocop (1987) de Paul Verhoeven, ou mesmo O Cavaleiro das Trevas (2008) de Christopher Nolan, tiveram que ficar de fora. Mas não se preocupem, eles serão representados por outros tão bons quanto. Então, vamos à lista.

10 – Operação França (1975)

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The French Connection traz a dupla de detetives “Popeye” Doyle (Gene Hackman) e Buddy Russo (Roy Scheider), tentando desmantelar uma rede de tráfego de drogas e acabam descobrindo uma suja operação estrangeira. Quando a facção percebe o envolvimento dos investigadores, tenta matá-los a todo custo. Essa caçada acaba levando a momentos explosivos com tiros e perseguições, que poucos tinham feito até então. O lendário e maluco cineasta William Friedkin (O Exorcista) não fez escola apenas no gênero do Terror, também é um dos pilares da ação policial urbana.

9 – A Outra Face (1997)

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Quando o agente Sean Archer (John Travolta) vê seu filho ser morto pelo terrorista psicopata Castor Troy (Nicolas Cage), fica maluco e durante seis anos tenta capturá-lo. Após conseguir o feito, Archer descobre que uma grande explosão vai acontecer em Los Angeles, por obra do criminoso, que devido a um acidente, entra em coma. O policial, utilizando uma técnica revolucionária de troca de rostos, se passa por Troy e vai até a cadeia falar com o irmão do sujeito para saber a localização da bomba. Acontece que o criminoso sai do coma e agora tem o rosto de Sean. Só por esta premissa o filme já merecia ser conferido, mas junte isso a uma química perfeita de John Travolta e Nicolas Cage, com o comando de um dos maiores diretores do gênero, John Woo (Fervura Máxima).

8 – Operação Invasão (2011)

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Gareth Evans pegou todo mundo de surpresa com este petardo da Indonésia. Numa trama extremamente simplória, que leva uma equipe policial a invadir um prédio cheio de bandidos, o longa respira pancadaria e tem espetaculares cenas de ação, como há muito não se via em tela. Excelentes trucagens, muito sangue e fraturas expostas, passadas de modo catártico, empolgaram multidões, o que acabou rendendo uma continuação à altura.

7 – A Identidade Bourne (2002)

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O norte-americano Doug Liman deu outra cara ao gênero quando, junto a Tony Gilroy e William Blake Herron, adaptou o romance de Robert Ludlum, A Identidade Boune. Com um ritmo dinâmico, roteiro repleto de subtramas e um protagonista sem memória e com muitos mistérios a desvendar – um Jason Boune brilhantemente interpretado por Matt Damon – o filme acabou se tornando um dos mais importantes do estilo. Servindo como base e dando um novo rumo à franquia 007, iniciada por Casino Royale. A trilogia encerrada por Paul Greengrass é vista de forma impecável.

6 – Fogo Contra Fogo (1995)

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O cineasta Michael Mann poderia facilmente ganhar uma sessão especial por seus trabalhos dentro gênero. Títulos como Colateral, Profissão: Ladrão e até O Informante entrariam sem muito apelo na lista. Mas dentre eles, Fogo Contra Fogo é ainda mais brilhante. Além de reunir as lendas Al Pacino e Robert De Niro, e ser detentor de magníficos planos abertos (sua característica) engendrados por Mann, o filme tem uma tensão constante e pulsante, trabalha com inúmeros efeitos práticos e possui uma dramaticidade impar. Foi inclusive a principal inspiração de Nolan para O Cavaleiro das Trevas.

5 – Rambo – Programado para Matar (1982)

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Talvez por uma memória distante ou mesmo suas continuações, esse filme pode ser enxergado para alguns como uma história que traz o herói Rambo enfrentando vilões pela mata. Errado! Além de consagrar de vez Sylvester Stallone dentro o gênero e possuir cenas icônicas, First Blood aborda de maneira muito crua o trauma dos soldados americanos após a Guerra do Vietnã. Como eles se sentiam um lixo ou viviam em constante depressão, como eram tratados pela sociedade e marginalizados. Um troço pesado e marcante.

4 – Máquina Mortífera (1987)

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A dupla Martin Riggs (Mel Gibson) e Roger Murtaugh (Danny Glover), sem duvidas formam um dos melhores bromances da história do cinema policial. Contudo, não é apenas a química dos atores que merece tal destaque, a conflitante situação pessoal de Riggs e como Murtaugh tem que lidar com isso tendo em vista sua família e idade avançada, é algo que impressiona; as diversas aventuras da equipe, o cuidado na construção de cena, os múltiplos efeitos práticos e vários outros pontos tornam este um dos mais interessantes trabalhos da carreira de Richard Donner, sendo assim lendário dentro do estilo.

3 – Duro de Matar (1988)

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Yippee ki-yay!” Essa citação proferida por John McClane é basicamente o grito de guerra do gênero de ação. Com um Bruce Willis cheio de carisma, que vai ao limite físico e psicológico, esse jovem clássico de John McTiernan é revisto e venerado até hoje por seu estilo arrojado e até ali genuíno. A história é bem simples, mas os vários grandes momentos vividos pelo protagonista são extremamente tensos e eletrizantes. De modo que a fita ensinou os demais títulos do estilo a trabalhar em cima do emocional de seus heróis.

2 – O Fugitivo (1993)

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Ainda que seu lado policial seja totalmente trabalhado e possua inúmeras cenas de ação absolutamente fantásticas do ponto de vista técnico, estético e narrativo, a abordagem dramática e familiar em cima do Dr. Richard Kimble (Harrison Ford), que faz de tudo pra ter sua vida de volta, é algo que raramente vemos num “filme pipoca”. Podendo até se comparar ao clássico do mestre Hitcock, Intriga Internacional, devido a peculiar situação encarada pelo protagonista. As poderosas atuações de Ford e Tommy Lee Jones são também um show a parte – este último chegou a ganhar um Globo de Ouro pelo seu desempenho aqui.

1 – O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final (1991)

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Com uma produção colossal e inédita pra época, James Cameron realizou um dos filmes mais brilhantes já feitos dentro do gênero, em todos os sentidos. Uma obra-prima que transcende o estilo e se confunde pela variedade de temas abordados, estes que são perfeitamente desenvolvidos. Se de um lado temos um enorme aparato técnico, que até hoje é atual em aspectos visuais, repleto de efeitos práticos e gráficos, com grandiosas cenas de combates e perseguições, dando inveja a qualquer blockbuster, do outro vemos um longa que possui um complexo e filosófico roteiro sci-fi, recheado de drama com toques de humor, além de carregar personagens tridimensionais que ficaram marcados para sempre nos anais da sétima arte. Some isso a forte presença de Arnold Schwarzenegger (que também poderia estar na lista com o Predador), a brilhante atuação de Linda Hamilton (Sarah Connor) e o impressionante desempenho de Robert Patrick como o já lendário vilão T-1000. Enfim, Terminator 2 é tão poderoso que chega a ser incomparável.

Diretor de ‘Zumbilândia’ vai dirigir ‘Truque de Mestre 3’; Veja detalhes!

Segundo o Deadline, ‘Truque de Mestre‘ vai ganhar um terceiro filme, com direção por Ruben Fleischer, de ‘Uncharted‘ (2022), ‘Venom‘ (2018) e ‘Zumbilândia‘ (2009).

O terceiro filme da franquia trará o retorno do grupo de mágicos golpistas, com elenco estrelado por Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Isla Fisher e Dave Franco. Fleischer, que já trabalhou com Eisenberg e Harrelson em ‘Zumbilândia‘, se disse grato por poder se reunir com os atores e conhecer os demais ao assumir o projeto.

Até o momento, a trama foi divulgada, mas o filme será escrito por Seth Grahame-Smith (‘Orgulho, Preconceito e Zumbis’).

Não há data de início para a produção.

Truque de Mestre‘ teve dois filmes, em 2013 e 2016.

Os dois filmes estão disponíveis nos catálogos da Netflix, HBO Max, Paramount+ e Globoplay. Nos filmes, um grupo de ilusionistas se especializa em roubar bancos e dar o dinheiro para o público enquanto despista agentes do FBI.

Terapia de Risco

(Side Effects)

 

Elenco:
Rooney Mara, Channing Tatum, Jude Law, Catherine Zeta-Jones,
Mamie Gummer, Vinessa Shaw, David Costabile, Greg Paul, Laila
Robins.

Direção:
Steven Soderbergh

Gênero:
Drama

Duração:
— min.

Distribuidora:
Imagem Filmes

Orçamento:
US$ — milhões

Estreia:
31 de Maio de 2013

Sinopse: A história de ‘Terapia de Risco‘ se aprofunda na relação entre as alterações de humor e comportamento devido o uso de substâncias químicas.
No longa, uma mulher (Mara) começa a se dopar com remédios tentando conter a ansiedade do retorno de seu marido, recém-saído da prisão (Tatum). Law e Zeta-Jones vivem psicólogos.

 

Curiosidades:

» Blake Lively (‘Lanterna Verde’) seria a protagonista, mas a Annapurna Pictures retirou o investimento do filme. O motivo foi a falta de confiança na atuação da atriz como uma mulher viciada em medicamentos, envolvida em um triângulo amoroso com o psicológo e o ex-marido criminoso.Em seu lugar, foi contratada a ótima Rooney Mara, que concorreu ao Oscar de Melhor Atriz por ‘Millennium – Os Homens que não Amavam as Mulheres‘.

» Scott Z. Burns, que já trabalhou com o diretor em ‘Desinformante‘ e ‘Contágio‘, roteiriza.

» Steven Soderbergh (‘Contágio’) dirige.

 

Trailer:

 

Cartazes:

 

Fotos:

      

 

‘Concussion’, novo drama do Will Smith ganha seu primeiro trailer

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Estava uma grande expectativa para as primeiras impressões de ‘Concussion’, filme que pode levantar novamente a carreira do astro Will Smith, que vem sido criticado em seus últimos filmes. Hoje foi liberado o primeiro trailer.

No filme, Will Smith vive o médico Bennet Omalu, um neuropatologista que descobre uma concussão traumática que pode ser causada no futebol americano. Muitos esperam que Will pode ter uma chance no Oscar 2016, e conquistar sua terceira indicação à estatueta.

Veja o trailer abaixo:

 

O filme é dirigido por Peter Landesman, do pouco conhecido ‘JFK- A História Não Contada’, e do recente ‘O Menssageiro’, com Jeremy Renner.  Alec Baldwin, David Morse e Albert Brooks também estão no elenco do novo filme.

‘Concussion’ chega aos cinemas americanos no dia 25 de Dezembro.

Pesquisa elege os PIORES atores e atrizes de Hollywood

O site de pesquisa Vox se baseou nas críticas do conceituado Metacritic para descobrir quem são os piores astros de Hollywood.

Levantando os dados de todas as críticas do filme de cada ator e atriz, a pesquisa conseguiu descobrir qual era a opinião dos críticos sobre determinado ator ou atriz.

Rob Schneider, de ‘Gigolô por Acidente‘, foi eleito o pior ator da história. Ele tem 61% de críticas negativas e 31% de críticas mistas. Adam Sandler surge logo na segunda posição.

Já no time das atrizes, a pior é Jennifer Love Hewitt (‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado’), com 70% de críticas negativas e 30% de críticas mistas.

Confira a lista:

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Justin Timberlake se junta a Kate Winslet no novo filme de Woody Allen

Justin Timberlake (‘A Rede Social’) e Juno Temple (‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’) se juntaram ao elenco do próximo filme do diretor Woody Allen.

O elenco já conta com Kate Winslet e James Belushi (K‑9 ‑ Um Policial Bom Pra Cachorro).

A produção começará entre setembro e novembro deste ano, em Nova York. Não foram revelados detalhes, como o título e a Sinopse.

A estreia acontece em 2017.

Antes, Allen lança ‘Cafe Society‘, que tem um dos elencos mais grandiosos dos últimos anos: Kristen Stewart (‘Crepúsculo’), Blake Lively (‘Gossip Girl’), Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’), Parker Posey (‘Blade: Trinity’), Anna Camp (‘A Escolha Perfeira’), Corey Stoll (‘Homem-Formiga’), Ken Stott (‘O Hobbit’), Stephen Kunken (‘Para Sempre Alice’) e Paul Schneider (‘Água Para Elefantes’). O filme estreia nos cinemas nacionais dia 25 de Agosto.

Assista ao trailer:

‘Os Vingadores 3’ ganha trailer sensacional feito por fã

Um fã criou um trailer sensacional para ‘Vingadores: Guerra do Infinito‘, que reunirá os principais heróis da Marvel com os Guardiões da Galáxia. O resultado é extremamente realista, e melhor que muito trailer por aí…

Assista:

Em entrevista ao Toronto Sun, os irmãos Russo Irmão falaram sobre a possibilidade do Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro se encontrarem com os heróis nos cinemas. Não houve qualquer indicação de que ele vai realmente acontecer, mas os diretores não descartam a ideia.

“Nós consideramos todos”, disse Anthony Russo. “Não quero ficar muito específico sobre o que vai acontecer com esses filmes. Queremos que esses filmes sejam uma surpresa para o público. “

Será que teremos os personagens das séries da Netflix/Marvel nas telonas? Tudo é possível.

A Disney anunciou que ‘Vingadores: Guerra do Infinito – Parte 1 e 2‘ serão condensados em apenas um filme, cancelando a Parte 2.

Jeremy Renner odiou sua participação em ‘Os Vingadores’ 

Guerra do Infinito‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Os Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019.

Vale lembrar que a Marvel ainda tem mais um lançamento para este ano: o aguardado ‘Doutor Estranho‘ (3 de Novembro de 2016).

Ryan Gosling e Emma Stone brilham em clipe de ‘La La Land – Cantando Estações’

O musical ‘La La Land – Cantando Estações‘ ganhou um novo clipe em que apresenta o espetacular casa protagonista do musical, Ryan Gosling e Emma Stone.

Assista:

Com distribuição nacional da Paris Filmes, o filme apresenta a história de Mia (Emma Stone), uma aspirante a atriz, e Sebastian (Ryan Gosling), um músico de jazz dedicado, que estão lutando para sobreviver em uma cidade conhecida por esmagar as esperanças e quebrar os corações.

Ambientado na moderna Los Angeles, este musical original fala sobre a vida cotidiana e explora a alegria e a dor de um casal que persegue os seus sonhos. A estreia em circuito nacional está prevista para 12 de janeiro.

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‘The Flash’: Barry vai para 2024 nas prévias do episódio 3×19

Com um vilão vindo do futuro, Barry poderá ter novas informações sobre como deter Savitar antes que ele “mate” Iris pra valer.

Assista ao que vem por aí no próximo episódio de ‘The Flash‘:

Sofia Coppola revela o motivo de ter abandonado a direção de ‘A Pequena Sereia’

A diretora Sofia Coppola revelou em entrevista ao IndieWire o real motivo de sua saída da versão live-action de ‘A Pequena Sereia‘.

“Era muito sombrio. Não era a versão da Disney, mas sim a versão baseada no conto original. Aquilo tomou proporções maiores. Eu queria que o filme se passasse inteiramente embaixo d’água, o que teria sido um pesadelo. Mas a fotografia debaixo d’água é muito mais bonita. Mas eles não queriam seguir por esse caminho”, afirmou.

A diretora Rebecca Thomas foi escolhida para substituir Coppola.

Em breve, Rebecca tem o lançamento da adaptação ‘Quem é Você, Alasca?‘, inspirada no livro de mesmo nome escrito por John Green.

Sofia Coppola confirma a razão de ter deixado direção de ‘A Pequena Sereia’

Chloe Moretz vai estrelar versão live-action de ‘A Pequena Sereia’

A Pequena Sereia‘ é inspirada no livro de mesmo nome escrito por Hans Christian Andersen e lançado em 1837. A história fala de uma sereia chamada Ariel, a filha caçula do Rei Tritão, comandante dos sete mares. Insatisfeita com sua vida, ela deseja caminhar entre os humanos para conhecê-los melhor, mas sempre é proibida por seu pai, que considera os humanos como sendo “bárbaros comedores de peixe”.

Até que ela se apaixona por um jovem príncipe e, no intuito de conhecê-lo, resolve firmar um pacto com Úrsula, a bruxa do reino, que faz com que ela ganhe pernas e se torne uma verdadeira humana. Porém, Úrsula também tem seus planos e eles incluem a conquista do reino de Tritão.

Não há cronograma definido para o longa.

Chloe-Moretz

IT: A Coisa – Capítulo 2

(It – Part 2)

 

Elenco:

Bill Skarsgård – Pennywise
Jessica Chastain – Beverly Marsh
James McAvoy – Bill Denbrough
Jay Ryan – Ben Hanscom
Bill Hader – Richie Tozier
Teach Grant – Henry Bowers
Xavier Dolan – Adrian Mellon
James Ransone – Eddie Kaspbrak
Jess Weixler – Audra Phillips
Isaiah Mustafa – Mike Hanlon
Javier Botet – The Leper
Owen Teague – Patrick Hockstetter
Jaeden Lieberher – Bill Denbrough jovem
Nicholas Hamilton – Henry Bowers jovem
Sophia Lillis – Beverly Marsh jovem
Wyatt Oleff – Eddie Kaspbrak jovem
Megan Charpentier – Gretta jovem
Finn Wolfhard – Richie Tozier jovem

Direção: Andy Muschietti

Gênero: Terror

Duração: — min.

Distribuidora: Warner Bros.

Orçamento: US$ 80 milhões

Estreia: 5 de Setembro de 2019

Sinopse:

Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, ‘IT: A Coisa – Capítulo 2‘ traz os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme. Bill Skarsgård retorna no papel de Pennywise. James McAvoy (‘Fragmentado’) estrela como Bill, a indicada ao Oscar Jessica Chastain (‘Mama’) é Beverly, Bill Hader (‘Irmãos Desastre’) interpreta Richie, Isaiah Mustafa (‘Caçadores de Sombras’) é Mike, Jay Ryan (‘Mary Kills People’) interpreta Ben, James Ransone (série de TV ‘The Wire’) estrela como Eddie, e Andy Bean (‘A Série Divergente: Convergente’) como Stanley.

Reprisando seus papéis como os membros originais do Clube dos Otários estão os astros do primeiro filme: Jaeden Lieberher como Bill, Wyatt Oleff como Stanley, Sophia Lillis como Beverly, Finn Wolfhard como Richie, Jeremy Ray Taylor como Ben, Chosen Jacobs como Mike e Jack Dylan Grazer como Eddie.

Crítica | It: A Coisa – Drama com toques de terror que diverte mais do que assusta! (Nota: 8.0)

 

Crítica em Vídeo:

Entrevistas:

EXCLUSIVO! ‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Jessica Chastain ficou ensanguentada até o FINAL das gravações 

EXCLUSIVO! ‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Elenco adulto fala sobre a construção de seus personagens 

Curiosidades:

» Andy Muschietti dirige a partir do roteiro de Gary Dauberman (‘IT – A Coisa’, ‘Annabelle: A Criação do Mal’) baseado no romance de Stephen King.

» O diretor Andy Muschietti sempre expressou a vontade de trazer Jessica Chastain como a Beverly adulta na sequência – saiba mais!

Trailer:

Cartazes:

 

Fotos:

Crítica | Um Lugar Silencioso – Suspense raiz vai te deixar aterrorizado…

Todo ano, um grande filme se destaca nos festivais de cinema e se transforma na grande sensação do momento. No último ano, tivemos o sensacional ‘Corra!’, dirigido por Jordan Peele. Neste ano, a grande sensação será ‘Um Lugar Silencioso’, roteirizado e dirigido por John Krasinski.

Inovador e extremamente assustador, o filme se encaixa em um novo subgênero do terror, que tem sido chamado pelos críticos de “terror pós-moderno”. São filmes que conseguem te aterrorizar sem apelar para sustos fáceis, usando poucos elementos e um roteiro inovador – vide ‘A Bruxa’ e ‘A Ghost Story’.

Nunca imaginei que um filme com poucos diálogos pudesse dialogar tanto com o público, e criar sensações das mais fortes possíveis: angústia, desespero, pavor, sufoco e suadouro. Criando uma clima assustador e mostrando a que veio logo nas primeiras cenas, ‘Um Lugar Silencioso’ consegue te aterrorizar sem utilizar o artifício dos diálogos, vide que dois terços do filme são praticamente mudos. E o silêncio pode ser ainda mais aterrorizante que o grito.

O clima aqui é pós-apocalíptico. Em uma fazenda no interior dos EUA, uma família é perseguida por entidades sinistras. Para se protegerem, eles devem permanecer em silêncio absoluto, a qualquer custo, pois o perigo é ativado pela percepção do som. O que é essa criatura? Porque ela é atraída pelo som? Como sobreviver?

Enquanto você se enche de perguntas, o roteiro escrito por Bryan Woods e Scott Beck, com a ajuda de Krasinski, vai te enchendo de uma tensão agonizante enquanto desenrola lentamente – mas de maneira poderosa – sua brilhante trama.

Tudo aqui funciona. Desde o clima até os sustos, que conseguem te fazer pular da cadeira, até os momentos de silêncio brilhantemente encenados pelo elenco sensacional.

Emily Blunt está em sua melhor forma em um dos papeis mais difíceis de sua carreira, interpretando uma mãe de família grávida que precisa se salvar e proteger os filmes dias antes de dar a luz… Tudo isso sem dizer uma palavra, apenas se expressando com a força do olhar. Uma atuação magistral.

Krasinski, marido de Blunt na vida real e diretor do filme, interpreta o pai de família com demônios internos para resolver, proporcionando a cena mais emocionante e triste do filme.

Temos também o ótimo Noah Jupe, que já havia se desataco como o Jack Will em ‘Extraordinário’.

Porém quem rouba a cena é a novata Millicent Simmonds, atriz mirim que realmente é surda na vida real e entrega uma atuação irretocável. O grande destaque do filme!

Quem diria que Krasinski, que comandou o pouco conhecido ‘Família Hollar’, tinha um diretor “classe A” dentro de si – de fazer inveja a Darren Aronofsky e M. Night Shyamalan.

Em um mundo silencioso, a trilha sonora de Marco Beltrami é praticamente um personagem, aliada com uma fotografia fria e belíssima que passa uma sensação de drama e tensão na medida ideal para que o filme nunca fique entediante.

Um Lugar Silencioso’ destroça os seus nervos e te aterroriza do começo ao fim, deixando aquela deliciosa sensação agridoce de medo e desespero quando as luzes do cinema se acendem.

Crítica | Detetives do Prédio Azul 2: O Mistério Italiano – Uma aventura mágica no estilo ‘Harry Potter’

Todas as gerações foram representadas nos cinemas com filmes infantis de sucesso que marcaram época. Dos filmes dos Trapalhões e da Xuxa até a recente franquia ‘Harry Potter‘, sempre tivemos produções que divertiam as crianças nas férias e as brindava com histórias envoltas de magia e humor para que a criatividade pudesse tomar asas e viajar.

Após um tempo sem filmes para a garotada se divertir nos cinemas, finalmente temos uma nova franquia de sucesso: ‘Detetives do Prédio Azul’. Após a divertida e simples série no canal Gloob, a Paris Entretenimento decidiu alavancar voos maiores e levar Bento (Anderson Lima), Sol (Leticia Braga) e Pippo (Pedro Henriques Motta) para as telonas, com aventuras mais rebuscadas, inteligentes e divertidas.

Após o primeiro filme levar mais de 1,2 milhão de espectadores aos cinemas, a sequência conseguiu mais recursos para poder investir alto em efeitos especiais, um roteiro mais elaborado e… uma grandiosa viagem para a Itália.

O resultado? Uma produção nacional de primeira, que mistura elementos de ‘Harry Potter‘ com o clássico ‘Convenção das Bruxas‘, e cria um filme com selo hollywoodiano de qualidade – mas sem perder sua essência brasileira.

Os invencíveis, imbatíveis e, agora, internacionais, Detetives do Prédio Azul, daqui a pouco chegam as telonas para mais uma aventura. Desta vez, Pippo, Sol e Bento vão parar na maior convenção de bruxaria do mundo, o Expo Bruxo, na Itália, para desvendar o sumiço da feiticeira Berenice (Nicole Orsini). Mas nossos detetives não estão sozinhos nessa. Para enfrentar os vilões, os bruxos Máximo (Diogo Vilela) e Mínima Buongusto (Fabiana Karla), eles vão contar com a ajuda do Nono Giuseppe (Antônio Pedro), o avô de Pippo.

O trio de protagonistas está ainda mais a vontade como seus personagens, entregando grandes atuações para atores mirins, transmitindo emoção, diversão, e em alguns momentos, medo. Em determinada cena para salvar seu avó, Pippo se emociona cantando Aquarela (Toquinho), e consegue fazer com que toda a plateia se emocione com ele.

Além de trazer magia, enigmas pra lá de inteligentes, e uma aventura nos moldes de ‘A Lenda do Tesouro Perdido’, o filme consegue traçar um retrato das crianças de hoje em dia, mais antenadas e espertas que as das gerações passadas e engaçadas com a tecnologia.

Quem ganha destaque é a Nicole Orsini, que vive a Berenice, em uma atuação poderosa ao mostrar uma personagem cheia de camadas, que aparentemente é uma garota má, mas na verdade é apenas mal compreendida. Sua personagem é a melhor coisa desse filme cheio de acertos.

O destaque ainda vai para a direção caprichada de Vivianne Jundi, aliada a uma fotografia belíssima e efeitos especiais de ponta, que consegue nos transportar do Brasil para a Itália de uma maneira mágica e deliciosa, com cenários de encher os olhos.

Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano‘ vai agradar em cheio a criançada e ainda divertir os pais que estiverem juntos. É um filme inteligente, cheio de coração e humor, que mostra a evolução do cinema nacional em todos os seus quesitos, desde a fotografia estonteante até a trilha sonora espetacular. Uma grande presente para  a família se divertir reunida nessas férias.

‘Como Perder um Homem em 10 Dias’ vai virar série de TV

A comédia romântica ‘Como Perder um Homem em 10 Dias‘, de 2013, vai ganhar reboot em forma de série no canal norte-americano Quibi.

A sinopse oficial da série “segue uma jovem colunista de sucesso e um executivo de publicidade que precisa provar, de uma vez por todas, que é capaz de ser monogâmico. Eles logo descobrem, no entanto, que manter um relacionamento é mais difícil do que Andie Anderson faz parecer!”

Andie foi interpretada no filme por Kate Hudson, enquanto Matthew McConaughey viveu o protagonista masculino.

A série está sendo escrita por Gary Branum, do ‘The Mindy Project‘.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Visual da Mulher-Leopardo é revelado

A DC e a Warner Bros. Pictures têm sido cautelosas quando se trata de apresentar o visual da Mulher-Leopardo (Cheetah) em ‘Mulher-Maravilha 1984‘, mas agora temos outra boa ideia da forma animal da personagem, graças a um Funko! POP que já foi lançado nas lojas.

Na imagem, divulgada pelo ComicBook, podemos ter uma ideia de como será o visual.

Confira:

Lembrando que o filme chega no Brasil no dia 13 de agosto, um dia antes da estreia norte-americana.

Em seu Twitter, a diretora Patty Jenkins comentou o adiamento e aproveitou para desmentir os rumores de que o filme seria lançado direto em streaming.

“Fizemos Mulher-Maravilha 1984 para ser exibido NAS TELONAS e acredito no poder do cinema. Nestes tempos terríveis, quando os proprietários de cinemas estão lutando para sobreviverem, estamos empolgados por adiar nosso filme para 14 de agosto de 2020 em um CINEMA perto de você, e orar por melhores tempos para todos até lá…”, afirmou.

Além deste, a Warner também anunciou o adiamento de ‘Malignant‘ e ‘Em um Bairro de Nova York’.

Enquanto Hollywood tenta lidar com a crise do coronavírus, os estúdios continuam adiando os seus filmes, e muitos deles podem ser lançados direto no streaming. O motivo? A janela entre os lançamentos vão ficar cada vez mais concorrida.

Filmes grandes como ‘Viúva Negra‘, ‘Mulan‘, ‘Um Lugar Silencioso 2‘, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, ‘Velozes e Furiosos 9‘, entre outros, sofreram adiamento.

Os adiamentos de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ e ‘Em um Bairro de Nova York’ são o primeiro sinal real de que Hollywood espera que os cinemas ainda fiquem nas sombras no mês de junho.

Os cinemas seguem fechados nos EUA e Brasil, e no momento não há previsão de abertura.

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

‘Soul’: Animação sobre espiritismo da Pixar ganha emocionante trailer DUBLADO

Disney/Pixar divulgou o trailer DUBLADO da vindoura e já aclamada animação ‘Soul’.

O longa será o primeiro do estúdio a ser lançado diretamente no streaming do Disney+, no dia 25 de dezembro. A trama explora o mundo espiritual de uma maneira emocionante e através da música.

Assista:

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem abriu com pontuação perfeita (100%), com nota 7.78/10 baseada em 19 reviews até o momento.

Confira, com as críticas:

“É triste, divertida e lindamente feita” – Times (UK).

“Para qualquer um que já tenha se sentido como se não fosse o bastante, ‘Soul’ sugere aceitar que a vida não é algo que você possa entender da primeira vez” – Little White Lies.

‘Soul’ é, talvez, o filme mais existencialmente ambicioso feito pela Disney” – TheWrap.

“Um conto original sobre viver a vida ao máximo sem ser sacarino” – South Chine Morning Post.

“É difícil pensar em outro filme que se seja tão rico ou tão poderoso.” – HeyUGuys.

Na trama, Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed DiggsPhylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent ReznorAtticus RossJon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

‘Cruella’: Emma Stone não esperava que a Disney faria um filme tão sombrio sobre a vilã

A nova versão live-action da icônica vilã ‘Cruella‘ foi uma das grandes surpresas da Disney em 2021, justamente por apresentar um viés bem mais sombrio da clássica personagem das animações.

E a atriz Emma Stone ficou surpresa ao descobrir que a Casa do Mickey havia optado por um viés mais maduro para a produção. Durante um evento fechado, da qual o CinePOP foi um dos convidados, a vencedora do Oscar comentou sobre a ousadia do estúdio em mostrar um lado bem vilanesco da Cruella De Vil:

“Eu fiquei surpresa. Eles realmente deixaram o Craig e o Tony escreverem e fazerem o que quisessem. E eu acho que o filme está definitivamente bem mais sombrio para uma produção da Disney. Talvez não seja um tipo realmente intenso de filme proibido para menores. Mas sim, é bem mais dark do que qualquer outro filme da Disney que eu já tenha visto”.

Na trama, a vencedora do Oscar Emma Thompson também dá vida a uma figura bem vilanesca e surpreendentemente perversa. Ao longo da coletiva, ela salientou a alegria de poder fazer uma personagem que difere significativamente de seus papéis passados:

“Eu me diverti muito interpretando a Baronesa, pois há muitos anos eu tenho pedido para ser uma vilã, uma genuína vilã. E passei décadas interpretando o que minha mãe costumava chamar de ‘Boas mulheres em vestidos’. E agora eu pude interpretar uma mulher realmente má, em vestidos. Mas, cara, que vestidos! Sabe, na verdade foram eles que me vestiram! Foi isso o que realmente aconteceu. Eu simplesmente me diverti muito. E toda vez que Em e eu íamos ao set, nós apenas olhávamos uma para a outra e ficávamos andando em círculos, ao redor uma da outra, como se fôssemos esculturas de arte ou algo assim, o que de fato éramos!”

E para o diretor Craig Gillespie, poder desenvolver um filme sobre um das vilãs mais conhecidas da cultura POP lhe permitiu ousar ainda mais, explorando uma vertente criativa mais abrangente, cruzando fronteiras:

“Vilões são sempre divertidos de retratar, porque você possui uma licença maior para fazer coisas que não são tão apropriadas ou até mesmo para extrapolar alguns limites, a fim de criar esses personagens que sejam maiores que a vida. E para mim era muito importante que esse filme não fosse preto no branco – claro, sem trocadilho intencional com a Cruella! Mas eu queria que houvesse uma certa área cinzenta para que pudéssemos enfatizar nas escolhas que ela estava tomando e à forma como ela estava respondendo às situações. E eu queria fazer tudo isso de um jeito que fosse bem divertido”. 

Crítica | CRUELLA é uma explosão visual que nos entrega a genuína vilã da Disney

‘Cruella’, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella (Emma Stone), uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

Paul Walter Hauser, Joel FryEmily BeechamKirby Howell-Baptiste completam o elenco.

Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘).

‘Pânico’ é o terceiro filme MAIS BEM AVALIADO da franquia; Veja as críticas e o ranking!

‘Pânico’ estreia hoje nos cinemas do Brasil e conquistou em cheio os críticos, se tornando o segundo filme mais bem avaliado da franquia atrás do original, de 1996.

No Rotten Tomatoes, o quinto capítulo da franquia recebeu 78% de aprovação através de 79 críticas publicadas e se tornou o terceiro filme mais bem avaliado da franquia – apesar de muitos críticos afirmarem que é o melhor desde o original.

O filme mais bem avaliado da franquia é ‘Pânico 2‘ (81% de aprovação e 81 críticas publicadas) seguido pelo original (79% de aprovação e 82 críticas).

Como os críticos ainda estão postando suas reviews do novo filme, a porcentagem pode mudar nos próximos dias.

Confira o ranking:

5. Pânico 3 (41% de aprovação)
4. Pânico 4 (61% de aprovação)
3. Pânico – 2022 (78% de aprovação)
2. Pânico (79% de aprovação)
1. Pânico 2 (81% de aprovação)

No consenso geral, “os críticos elogiaram o tom, a narrativa, as performances e o ressurgimento da saga slasher com o novo longa-metragem.”

Veja os principais comentários abaixo:

“Brutalmente sangrento, gloriosamente auto-referencial e genuinamente divertido, ‘Pânico’ presta homenagem ao passado enquanto ainda está completamente de pé.”, The Jam Report.

“Pode não ser tão escandalosamente banal em sua abordagem, mas este quinto filme da franquia Pânico tem algo em comum com Matrix: Ressurreições em seus comentários mordazes sobre nossa cultura cinematográfica contemporânea.”, Flicks.

“Pode não se equiparar ao original, mas o novo ‘Pânico’ está lá em cima com ‘Pânico 2’ como a melhor sequência da série” – Digital Spy.

“É divertido sem diminuir o público ou o gênero, é assustador sem precisar de sustos baratos ou imitações e é divertido e imprevisível” – The AU Review.

“Eu realmente gosto de como [‘Pânico’] tira sarro de si mesmo” – Nerd Reactor.

“Um sucessos digno da coroa de Wes Craven” – THN.

“O novo filme continua com sucesso a tradição de ‘Pânico’ em evoluir, através de comentários originais e pungentes sobre o gênero do terror – mas uma das qualidade mais incríveis do quinto capítulo é estar absolutamente exalando amor e respeito pela franquia” – Perri Nemiroff.

O longa será lançado pela Paramount Pictures nos cinemas nacionais no dia 13 de janeiro, um dia antes da estreia norte-americana.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

‘Pânico 6’ ganha cartaz animado

A Paramount Pictures divulgou um cartaz animado de ‘Pânico 6‘, com a mesma arte do primeiro pôster do filme.

Confira, com o teaser:

O sexto filme terá 1 hora e 58 minutos de duração (118 minutos) e será o 2º mais longo da franquia atrás de ‘Pânico 2‘ (2h 2m) e na frente de ‘Pânico 3‘ (1h 56m).

O primeiro e o 4º filme tiveram 1h 51m, enquanto a duração do quinto filme foi de 1 hora e 54 minutos.

O longa chega ao Brasil no dia 09 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

Liam Neeson parte em uma missão de resgate em filme de AÇÃO que estreou em 1º lugar na Netflix

‘The Ice Road’, ação estrelada por ninguém menos que Liam Neeson., estreou em primeiro lugar no catálogo dos mais vistos da Netflix.

Depois do colapso de uma remota mina de diamantes no norte do Canadá, um motorista de estradas de gelo (Neeson) deve liderar uma missão de resgate impossível através de um oceano congelado para salvar os trabalhadores presos.

Lidando com águas traiçoeiras e uma tempestade massiva, eles descobrem o que ninguém estava vendo: a verdadeira ameaça.

No Rotten Tomatoes, o filme conquistou apenas 44% de aprovação dos críticos.

Confira:

O filme é escrito e dirigido por Jonathan Hensleigh.

Laurence FishburneBenjamin WalkerAmber MidthunderHolt McCallany e Marcus Thomas completam o elenco.

Paul Wesley fala sobre possibilidade de retornar em reboot de ‘The Vampire Diaries’

Em entrevista ao Entertainment Weekly, Paul Wesley (‘Star Trek: Strange New Worlds’) descartou qualquer possibilidade de retornar para um possível reboot de ‘The Vampire Diaries‘.

O ator revelou que, após interpretar o vampiro Stefan Salvatore durante oito temporadas, não sente falta do universo da série.

“Eu realmente não sinto falta de interpretar [o Stefan Salvatore], e não digo isso de uma forma negativa. Oito anos é um longo período, e eu estou feliz em deixar isso no passado. Oito temporadas.”

Ele completa, “O [Stefan] teve que passar por diversos arcos narrativos no decorrer da série para evitar que a história se tornasse monótona. Em certo ponto, ele é completamente maligno, apesar de ter começado e terminado como uma boa pessoa. Eu gostei do desafio de tentar fazer coisas diferentes com o personagem.”

Anteriormente, a produtora Julie Plec havia confirmado que há possibilidades do universo de ‘The Vampire Diaries‘ ganhar continuidade após o cancelamento de ‘Legacies‘.

“Esse é o final de um capítulo, mas podemos usá-lo para lançar o começo de um novo capítulo, que é exatamente o que queremos fazer.”

Ela completa, “Definitivamente há esperanças para o futuro. Eu, Brett [Matthews] e Kevin [Williamson] estamos trabalhando em uma ideia, mas ainda precisamos colocá-la no papel. Nós definitivamente queremos fazer mais um spin-off. É apenas uma questão de tempo, acredito.”

Através das redes sociais, Kat Graham (Bonnie) e Paul Wesley (Stefan) se reuniram em uma foto que viralizou de forma impressionante.

A imagem, compartilhada no Instagram de Graham, traz os dois atores se abraçando sete anos após o término da série, lá em 2017. A legenda diz: “veem como eu e Paul posamos? Bem cuidados. Bem recatados”.

A postagem alcançou uma impressionante marca de 1,6 milhão de curtidas desde a publicação.

Confira:

Criada por Kevin Williamson e Julie Plec, a série foi baseada na saga literária de L. J. Smith, e ainda rendeu dois derivados: ‘The Originals‘ e ‘Legacies‘.

Novo filme sobre MÁFIA com Robert De Niro estreia em 1º LUGAR entre os mais vistos da Max

Robert De Niro é um dos atores mais aclamados e respeitados da história do cinema – tendo conquistado, ao longo de sua prolífica carreira, nada menos que duas estatuetas do Oscar (uma de Melhor Ator Coadjuvante por ‘O Poderoso Chefão: Parte II’ e uma de Melhor Ator por ‘Touro Indomável’).

Conquistando a crítica e o público com uma metamorfose performática invejável, De Niro sagrou-se como um dos grandes nomes dos filmes de máfia e suspense, além de ter se lançado a projetos cômicos que o permitiram se divertir nas telas.

Agora, o ator retorna em dose dupla com o ambicioso filme biográfico criminal ‘The Alto Knights: Máfia e Poder’ – que estreou em PRIMEIRO LUGAR entre os mais vistos da Max.

Confira o TOP 6:

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Como já mencionado, De Niro não é nenhum estranho a produções focadas nessas histórias – e, por essa razão, não tem qualquer problema em assumir os papéis de Frank Costello e Vito Genovese (dois grandes nomes da máfia ítalo-americana de meados dos anos 1950). Antigos amigos que cresceram juntos em meio à necessidade da sobrevivência, Frank e Vito se distanciaram e construíram uma muralha de ressentimentos e de problemas nunca resolvidos que dão o tom da narrativa – e que culminam em um embate explosivo cujo único objetivo é sagrar o chefão do crime em Nova York e no restante dos Estados Unidos, impulsionando-os em uma luta drástica pelo poder que prenuncia a ruína da própria máfia.

O longa é dirigido por Barry Levinson, vencedor do Oscar por seu irretocável trabalho na cinebiografia ‘Rain Man’, de 1988 – o que o torna um nome propício para trazer a história de Frank e Vito às telonas. Todavia, apesar de uma carreira recheada de títulos exemplares e de um profundo conhecimento sobre a arte cinematográfica, Levinson parece não ter a mão necessária para sagrar a trama da forma como merecia, dando aval a inúmeros estilos imagéticos que se amalgamam em uma profusão sequencial. Em outras palavras, o cineasta se rende a inúmeras homenagens a obras criminais que marcaram época – prestando reverência a Martin Scorsese, Brian De Palma e Francis Ford Coppola -, mas sem se preocupar com a própria identidade.

De fato, De Niro faz um ótimo trabalho ao encarnar os dois protagonistas, se metamorfoseando com a ajuda de óbvias próteses e de alterações vocais simples e efetivas, e garantindo que esse enredo não seja apenas uma compilação, e sim um abraço aos dramas jurídicos e aos tour-de-force de inimizade e vingança. E, enquanto as impassíveis expressões dialogam com a forma que De Niro materializa os personagens, há certas escolhas de diálogo que quebram a magia e a ideia por trás do projeto – e que frustram os espectadores, ainda mais considerando que Nicholas Pileggi, responsável pelo roteiro de ‘Os Bons Companheiros’, fica responsável pelo roteiro. Temos, por exemplo, uma duvidosa preferência por quebrar a quarta parede ao colocar Frank falando diretamente com a câmera, trazendo aspectos documentais que não têm qualquer espaço num longa como esse.

O filme não é todo pautado em equívocos, e sim oscila entre cenas muito bem arquitetadas, como a potente sequência inicial que já nos explica a tóxica e perigosa relação entre Vito e Frank, e construções que parecem ter sido feitas às pressas, como subtramas envolvendo as respectivas esposas dos protagonistas, Anna (Kathrine Narducci) e Bobbie (Debra Messing). Não se enganem: Narducci e Messing fazem um trabalho digno de nota, que apenas não é explorado como deveria e que parece resigná-las a uma estruturação efêmera, em vez de lhes destinar arcos sólidos o suficiente para deixá-las roubarem os holofotes. Todavia, é necessário comentar que o terceiro ato consegue ofuscar esses deslizes através de um ritmo bem pautado e de uma reviravolta que, apesar de previsível, funciona dentro do espectro do longa.

A verdade é que a produção tenta dar um passo maior que a perna e, caso se restringisse a algumas fórmulas de forma abraçá-las por completo, essa ambição desmedida não iria transparecer. De fato, temos incursões do neo-noir que permeiam a fotografia de Dante Spinotti, cujo foco retira o aspecto épico e foca em melodramas interpessoais através de enquadramentos sombrios e palpáveis, e a tétrica trilha sonora de David Fleming, cujo arranjo, apesar de prático, tangencia uma obrigatoriedade sentimental que não faz muito sentido em certos momentos.

‘The Alto Knights: Máfia e Poder’ vale a pena pela carga de talento trazida por um elenco estelar, com destaque óbvio à atuação de De Niro – e, enquanto cumpre com a tarefa de ser aprazível e convincente aos fãs inveterados de obras do gênero, navega por uma corda bamba oscilante que poderia ter sido mais bem polida.

Crítica | Min så kallade Pappa

A força da maternidade é maior que as leis da natureza. Lançado na Suécia em setembro de 2014, o longa-metragem Min så kallade Pappa (ainda sem tradução para o Brasil) é um daqueles belos filmes que infelizmente quase certo de eu nunca veremos por aqui. O projeto conta com o grande ator sueco Michael Nyqvist e é dirigido pelo experiente diretor Ulf Malmros. Utilizando bem a realidade e os pés nos chão para contar uma história que tinha tudo para ser um filminho de sessão da tarde, Min så kallade Pappa é um filme que você precisa conferir.

Na trama, conhecemos a futura mamãe e professora do jardim de infância Malin (Vera Vitali), uma mulher com garra e atitude que está passando por um momento de separação com o futuro pai de seu primeiro filho. Definida a tomar atitudes corajosas sobre seu futuro, resolve ir em busca do pai que nunca conhecemos, Martin (Michael Nyqvist), um veterano ator de teatro que nunca fez questão de procurar notícias de sua única filha. Durante o inusitado encontro, Martin sofre uma espécie de derrame e perde parte da memória. Assim, é a grande oportunidade de Malin se aproximar de seu desconhecido pai.

O fato que mais chama a atenção nesta fita sueca é a forma realista que o diretor apresenta os fatos e segue as linhas dos diálogos neste forte drama. Martin e sua personalidade forte, parece lutar contra seu passado a todo instante, até quando perde a memória. Malin vive todos os atos do filme atormentada por um passado que se mistura com o presente, sentindo que o futuro filho vai sofrer da mesma forma como sofreu quando seu pai a rejeitou quando criança. A linha de raciocínio para entendermos melhor a profundidade das características de cada personagem é feita de maneira brilhante.

Min så kallade pappa é para corações fortes, se aproxima um poucos das duras realidades mostrada por Susanne Bier e um pouco da poesia melancólica dos trabalhos de Isabel Coixet. Ao longo das cerca de duas horas de projeção o público se emociona e torce pela sofrida personagem a todo instante.  Min så kallade pappa é um belo filme que mescla uma realidade quase que infinita e uma linda poesia quase que melancólica.

Crítica 2 | ‘Cortina de Fumaça’ – Nova série da Apple TV+ incendeia nossas reflexões com surpresas a todo instante

Desde Sobre Meninos e Lobos, passando por Ilha do Medo, o escritor norte-americano Dennis Lehane vem, cada vez mais, buscando em seus trabalhos um olhar para camadas profundas do ser humano e seus comportamentos em uma sociedade que se transforma e caminha a passos largos ao descontrole. Em Cortina de Fumaça, nova série da Apple TV+, ele retorna a essa análise complexa – e por que não dizer, também fascinante – através de personagens à beira do precipício moral.

Com nove episódios nessa primeira temporada – não sabemos se haverá uma segunda – todos já disponíveis na plataforma mencionada, acompanhamos histórias de pessoas que, de alguma forma, estão nos limites – muitas vezes ambíguos – entre heróis e vilões. Tendo a reviravolta (plot twist) como uma carta na manga, exposta em fragmentos dos primeiros aos últimos episódios, a narrativa mergulha no sombrio da mente humana de forma envolvente.

No centro desse tabuleiro está o investigador de incêndios criminosos Dave (Taron Egerton), um homem que leva uma rotina comum, casado, bem-visto no trabalho, que se vê de frente com dois incendiários tocando o terror pela cidade. Sem conseguir avançar nas investigações, é designado para ajudá-lo a policial Michelle (Jurnee Smollett), uma mulher com traumas no passado. Essa dupla precisará encontrar o caminhos para chegar até aos criminosos. Só que há um detalhe, no final de um dos primeiros capítulos, nossos olhos se voltam para verdades inesperadas e passamos a acompanhar os desenrolares de outras perspectivas.

Seguindo uma estrutura – a mais atraente ao público – de fazer episódios iniciais envolventes entregando prévias de desenvolvimento e indo direto à raiz do seu discurso, Cortina de Fumaça é o fogo fora do controle, em todos os sentidos. Esse preenchimento das lacunas, através de um alicerce contextual e de seus paralelos, nos apresenta ações e inconsequências que vão ao encontro das nossas reflexões sociais. Dos traumas do passado, passando pelo comportamento humano até o distúrbio de personalidade, o roteiro nos fisga a atenção em muitos momentos.

Para onde quer que viremos nossa atenção, encontramos peças de encaixe. O desenvolvimento dos personagens é algo que impressiona: todos tem espaço e se tornam elementos importantes para contar essa história. Partindo de duelos sugeridos, conforme avançamos nos episódios, percebemos respingos também sobre a ética, onde o certo e o errado encontram barreiras de compreensão. A grande graça desse projeto não é saber a identidade dos suspeitos, é muito mais que isso, são os caminhos que levam pessoas a atos no impulso, tendo o desprezo na ponta das atitudes.

Cortina de Fumaça se consolida, nessa primeira temporada, como um das gratas surpresas no universo das séries. Sem muita divulgação desde sua estreia, mal sabe o público o que o espera. É ver e se deliciar!

 

Crítica | Um Príncipe em Nova York 2 – Correto e domado, mas em sintonia com os novos tempos

Zamunda Forever! E antenada com a atualidade

Trinta e três anos depois, um dos filmes mais famosos da década de 1980 finalmente ganha sua tão prometida continuação. Não deixa de ser um fato raro uma produção tão bem sucedida quanto Um Príncipe em Nova York (1988) nunca ter gerado uma sequência – e a explicação vem do fato que antigamente, nem tudo que fazia sucesso precisava continuar, algo simplesmente inconcebível para a indústria hoje. Ao menos podemos dizer que em partes, Um Príncipe em Nova York 2 foi feito da maneira certa. Bem, tentarei explicar o “em partes” abaixo.

Indiscutivelmente, o maior acerto do novo filme é estar em plena sintonia com a atualidade, com o mundo moderno. Um Príncipe em Nova York 2 não é uma destas continuações que parecem deslocadas de seu tempo ou que apenas tentam replicar o original sem qualquer conexão com o contexto social presente. Parecia óbvio que o longa necessitaria desta inserção e no quesito não desaponta. O feminino está no coração da sequência, e é grande parte de sua narrativa.

Na trama, após a morte do Rei Jaffe (James Earl Jones), o reino de Zamunda parece estar perdido. Tudo porque Akeem (Eddie Murphy) não possui um herdeiro homem, sendo pai de três filhas ao lado do amor de sua vida, Lisa (Shari Headley). Embora sua filha mais velha Meeka (Kiki Layne – de Se a Rua Beale Falasse e The Old Guard) tenha se preparado a vida toda de forma dedicada, o trono do país africano simplesmente não pode ser ocupado por uma mulher, devido à tradição. Deu para sentir a problemática arcaica a ser desafiada. Para piorar a situação, o General Izzi (Wesley Snipes), regente de um país vizinho, está colado no pescoço de Akeem, louco por uma das duas: aliança através de matrimônio familiar ou guerra.

É então que Akeem descobre um herdeiro na forma de um filho bastardo, gerado em sua busca por uma companheira nos EUA lá em 1988 durante o filme original – e neste trecho o longa utiliza da famosa técnica de “rejuvenescimento” a fim de acrescentar cenas nas entrelinhas do que não vimos no passado. Desta vez, o agora Rei deve voltar à América para corrigir esta negligência, oferecendo à cria que nunca conheceu o futuro do reino. Uma das grandes diferenças em relação à narrativa, é que o primeiro brincava muito com a condição de peixe fora d’água, centrando a maior parte de sua história nos EUA e focando no choque cultural. No segundo ocorre o oposto, com a trama se desenvolvendo em grande parte em Zamunda e os adendos se passando nos EUA.

Em termos de referências, Um Príncipe em Nova York 2 faz bem seu dever de casa e promete agradar os saudosos de plantão. Aqui temos diversas conexões com o passado, seja na retomada dos inúmeros personagens interpretados por ambos Murphy e Arsenio Hall (que também retorna na pele do conselheiro Semmi) – como os famosos barbeiros -, seja na participação de números musicais performados por artistas negros da época, vide Salt-N-Pepa, En Vogue e Gladys Knight, ou até mesmo na gag sobre os irmãos avarentos Randolph (Ralph Bellamy) e Mortimer Duke (Don Ameche) de Trocando as Bolas (1983), segundo filme de Eddie Murphy, igualmente dirigido por John Landis, que fizeram um cameo em Um Príncipe em Nova York, e retornam, de certa forma, aqui.

Fora isso, Um Príncipe em Nova York 2 ainda discute questões raciais e o privilégio branco, na cena da entrevista de emprego de Levelle (Jermaine Fowler), o tal herdeiro bastardo; e tira sarro de sua própria condição ao brincar de forma metalinguística num dos diálogos entre o novo casal principal. “Tudo o que o cinema americano tem a oferecer hoje em dia são os intermináveis filmes de super-heróis, refilmagens ou continuações de filmes antigos que ninguém pediu. É verdade, mas alguns podem ser bons”, eles dizem um para o outro.

O filme não nega a verdade. No entanto, seu principal calcanhar de Aquiles é justamente a época em que está inserido. Nossa época. Muito se falou da polêmica em torno da censura do original, que foi aumentada no Brasil hoje. A verdade é que a obra de 1988, nos EUA sempre foi R-rated, ou seja, um filme para maiores de idade. O novo é PG-13, para todas as idades. E o que isso muda? Bem, tira a acidez, elimina piadas mais subversivas e deixa tudo num tom mais seguro e domado. Perfeito para os dias de hoje, onde muitos poderiam olhar torto para um humor mais incômodo ou ofensivo, como no original, algo comum nos 80’s. Sendo assim, Um Príncipe em Nova York 2 é o que ele precisava ser para os padrões atuais. Sendo isso bom ou ruim. Digamos apenas que se tornou menos engraçado e mais afetuoso.

Dentre os atrativos vale destacar a participação de um elenco majoritariamente negro, que segue bem de perto a cartilha do que foi feito em Pantera Negra (2018). Não por menos, Ryan Coogler foi quem deu a ideia da continuação. A mescla de veteranos como Wesley Snipes, Leslie Jones e Arsenio Hall, por exemplo, casa muito bem com jovens talentos promissores, vide Layne, Fowler e as carismáticas Nomzamo Mbatha (o verdadeiro amor do novo príncipe) e Teyana Taylor (sua pretendente, filha do personagem de Snipes). Todos tem espaço suficiente para brilhar.

Na direção, Craig Brewer, que havia comandado Murphy no mais ousado e criativo Meu Nome é Dolemite, se não marca um golaço como no trabalho anterior, ao menos realiza um jogo honesto. Mais indicado para toda a família, sem esquecer da grande alma que era o motor que puxava o original, Um Príncipe em Nova York 2 acerta em se adequar aos tempos modernos, enfatizando a necessidade de mudança. Seja num reino antiquado. Seja no humor de velhos dinossauros do politicamente incorreto, como Murphy e Hall.

‘Jane the Virgin’: Atriz indica que 5ª temporada será a última

A estrela e co-produtora executiva da série ‘Jane the Virgin‘, Gina Rodriguez, deixou a entender em uma entrevista que a quinta temporada da série será a última.

Ao falar sobre a experiência de ter dirigido um dos mais importantes episódios da quarta temporada, Rodriguez declarou ter “sido uma experiência incrível”, e acrescentou que, curiosamente, “foi o episódio de maior audiência da temporada”.

A atriz completou que ela tem planos de assumir a direção novamente na próxima temporada – “a última”, sendo ela.

A CW ainda não anunciou oficialmente a renovação da série para o quinto ano.

 

‘Calmaria’, com Matthew McConaughey e Anne Hathaway, ganha cartaz e trailer!

O suspense ‘Calmaria‘, estrelado por Matthew McConaughey e Anne Hathaway, ganhou o primeiro cartaz.

Confira, com o novo trailer:

Dirigido por Steven Knight, o filme lançado no Brasil pela Diamond Films.

O capitão de um barco de pesca vive no Caribe e não gosta de falar do passado. Porém, muitas coisas que ele viveu voltam para assombrá-lo e atrapalhar o que está acontecendo no presente.

 

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: Últimos episódios da 6ª temporada ganham trailer SENSACIONAL

Durante a Comic-Con de San Diego, foi divulgado um trailer SENSACIONAL dos quatro últimos episódios da 6ª temporada de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.‘.

Confira:

Vale lembrar que a 7ª temporada será a última da série.

 

Na trama, a S.H.I.E.L.D. reúne uma equipe secreta de elite para encontrar e lidar com ameaças em qualquer parte do mundo. O time é formado pelo focado agente Grant Ward, um especialista em combate e espionagem; a agente Melinda May, uma piloto e perita em artes marciais; o agente Leo Fitz, um cientista brilhante, porém um pouco deslocado socialmente; e a agente Jemma Simmons, uma excepcional bioquímica. Eles serão auxiliados pela nova recruta civil Skye, conhecida por sua especialidade como hacker de computadores.

O elenco inclui Clark Gregg, Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley e Jeff Ward.

‘Harley Quinn’: Showrunner confirma que irá explorar relacionamento com a Hera Venenosa

Em entrevista ao Comic Book, o showrunner Justin Halpern confirmou que a 2ª temporada de ‘Harley Quinn‘ irá explorar o relacionamento amoroso entre a personagem e a vilã Hera Venenosa.

“[A trama] está sendo desenvolvida em torno de um relacionamento amoroso com a Hera Venenosa na segunda temporada. Isso faz parte dos nossos planos. Nós queríamos que a primeira temporada focasse na Harley se libertando do seu relacionamento com o Coringa, se virando sozinha, focando em sua carreira. Não queríamos que ela pulasse de um relacionamento para outro.”

Ele completa, “Nós sabíamos que, na segunda temporada, uma vez que ela tenha se descoberto, nós queríamos explorar o relacionamento dela com a Ivy. Nós queremos explorar as nuances que foram apresentadas nos quadrinhos. Com certeza vai valer a pena até o final da temporada, pois será um grande foco desse ciclo.”

‘Harley Quinn’, baseado nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.

Kaley Cuoco dubla a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony HaleChris Meloni.

Neill Blomkamp, de ‘Distrito 9’, gravou novo terror em segredo durante a quarentena

De acordo com o Deadline, o cineasta Neill Blomkamp (‘Distrito 9‘) gravou um novo filme de terror em segredo durante o período de quarentena.

O longa, ainda sem título divulgado, foi filmado em Colúmbia Britânica, durante o verão norte-americano.

A produção está sendo descrita como um terror sobrenatural, com “fortes elementos de ficção científica e com muitos efeitos visuais”.

Apesar da trama não ter sido revelada, o site afirma que o projeto é algo que o cineasta sempre quis fazer.

Esse será o primeiro filme do Blomkamp desde ‘Chappie‘, lançado em 2015. Recentemente, o cineasta tem dirigido curtas-metragens como ‘Rakka‘, ‘Firebase‘ e ‘Zygote‘.

O diretor também está desenvolvendo o terror ‘Inferno‘, que está estrelado por Taylor Kitsch.