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‘In Wonder’: Shawn Mendes conta por que gosta tanto do Brasil no novo clipe do documentário

O documentário ‘Shawn Mendes: In Wonder‘ já está disponível na Netflix e, para promovê-lo, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo promocional que traz o artista contando o motivo de gostar tanto do Brasil.

Assista:

A produção acompanha a vida do cantor canadense, desde os seus primeiros anos até sua ascensão e jornada pela fama.

Confira o trailer:

Em seu Instagram oficial, Mendes escreveu que vem trabalhando no documentário há bastante tempo e que está “animado para finalmente compartilhá-lo com todos vocês”.

Mendes ganhou fama gigantesca ao viralizar nas redes sociais em 2013 com covers de diversos artistas. Em 2015, lançou Handwritten, seu primeiro álbum de estúdio, debutando em primeiro lugar nas paradas da Billboard. Ele também já foi indicado a três categorias do Grammy Awards e levou para casa duas estatuetas do Video Music Awards.

Miley Cyrus lança ‘Plastic Hearts’, seu mais novo álbum de estúdio!

A popstar Miley Cyrus lançou hoje (27) o vindouro sétimo álbum de estúdio Plastic Hearts.

A produção já está disponível em todas as plataformas e conta com colaborações incríveis com os astros do rock Joan JettBilly Idol, além de uma faixa com Dua Lipa.

1. WTF Do I Know
2. Plastic Hearts
3. Angels Like You
4. Prisoner feat. Dua Lipa
5. Gimme What I Want
6. Night Crawling feat. Billy Idol
7. Midnight Sky
8. High
9. Hate Me
10. Bad Karma feat. Joan Jett
11. Never Be Me
12. Golden G String

A aclamada canção oitentista “Midnight Sky”, que foi performada ao vivo em diversos programas dos Estados Unidos e também no VMA 2020, entra como lead single.

Cyrus ficou mundialmente conhecida ao interpretar a artista Hannah Montana na série homônima do Disney Channel. Em 2013, chocou o mundo com a repaginação completa de sua figura pública com o subestimado Bangerz, que introduziu aos fãs hits como “We Can’t Stop”“Wrecking Ball”.

Há mais de três anos em produção, Plastic Hearts reúne a cantora e atriz com os produtores Louis BellAndrew Watt.

Crítica | ‘Plastic Hearts’ é o álbum de Miley Cyrus que estávamos todos esperando

Amadurecimentos artísticos são sempre bem-vindos, neste ano, vieram acompanhados de alguns dos melhores lançamentos do ano: tivemos o retorno ao house-pop da lendária Lady Gaga com ‘Chromatica’, o impecável e sinestésico ‘Folklore’, da titânica Taylor Swift, e ‘Future Nostalgia’, o singelo e explosivo convite de Dua Lipa para as pistas de dança. Entretanto, outro nome ganhou os holofotes alguns meses com o vindouro anúncio de seu mais novo e aguardadíssimo álbum de estúdio: Miley Cyrus.

A adorada artista, que ganhou fama ainda ao interpretar Hannah Montana na série homônima do Disney Channel, já vinha nos prometendo seu glorioso retorno à indústria fonográfica desde SHE IS COMING, breve EP lançado no ano passado que deveria ter ganhado uma continuação, mas acabou passando longe dos holofotes. Felizmente, Cyrus mudou por completo seus planos e abraçou com força o rock-pop da década passada com “Midnight Sky”, abrindo espaço para as incursões nostálgicas dos anos 1980 e 1990 e com o de alguma forma frustrante disco-punk à la The Runaways “Prisoner”, em colaboração com a bombástica rendição vocal de Dua. Mas nada (repito: nada) nos preparara para Plastic Hearts: a compilação de originais é, de longe, a mais coesa entrada musical da cantora e compositora, e um salto em sua carreira transformador e extremamente saudosista que, no final das contas, era tudo o que queríamos para esse ano.

Diferente das apostas escapistas que tivemos no cenário pop, inclusive com os nomes citados no primeiro parágrafo, Miley não se conteve em nenhum momento e, através de potentes semi-baladas e impactantes e gritantes declamações de independência e empoderamento, recuperou posse de sua arte para falar de acontecimentos pessoais, bruscos términos de relacionamentos e uma revisitação a todas as eras que já lhe acompanharam desde a estreia de “We Can’t Stop”, em 2013. Bom, todos nós sabemos que sua era Bangerz teve uma recepção mediana por parte da crítica profissional, sendo redescoberta anos depois como uma entrada digna de uma artista em busca de sua própria identidade. Entre altos e baixos, ela havia sim presenteado seus fãs com um lado nunca visto – e tudo caminhou para este momento.

Seja quando recua para solilóquios de solidão e de arrependimento, com o minimalismo reverso de “Golden G String” (um fechamento aplaudível para uma jornada intelectual e musical de densidade admirável), seja com a ácida ironia da potente “Bad Karma”, trazendo ninguém menos que a icônica Joan Jett e apaixonantes acordes da guitarra, Cyrus sabe com bastante clareza de que forma guiar sua produção. Ela tem a faca e o queijo na mão e todos os elementos que deseja à sua disposição, não pensando duas vezes antes de acrescentar uma ou outra camada que explana o detalhismo caprichoso das faixas.

O álbum abre com a abundância crítica de “WTF Do I Know” – uma das melhores canções que ela já nos entregou desde ‘Breakout’, ainda em 2008. Fazendo menções progressivas aos seus primeiros anos, abrindo espaço inclusive para a presença melódica e abafada de uma guitarra elétrica e de pandeiros pontuais, o único erro da track é ser rápida demais e passar em um piscar de olhos. A mesma utilização instrumental é redescoberta, desta vez guiada por sintetizadores noventistas, em “Gimme What I Want”, iteração que mais demonstra sua necessidade de ser dona do próprio nariz, em que “ou você me dá o que eu quero, ou eu mesma me dou”.

Para aqueles não familiarizados com as tendências das quais Miley se nutre para suas composições, ela é afilhada de Dolly Parton e filha de Billy Ray Cyrus, que lhe apresentaram à potência profética do country e do americana. É por essa razão que, entre faixas que se isolam no rock, temos a pungência das cordas ressonantes do violão, como em “High”, cujo formulaico crescendo é ofuscado pelos melismas e pela rouquidão vocal de alguém que está sofrendo e que lida com isso de seu próprio modo. O mesmo acontece em “Angels Like You”, que, apesar da lírica on point, entra em conflito com o teor sonoro do restante do CD e parece reciclada quanto comparada a tantas outras aventuras ousadas – além de soar mais longa do que realmente é.

É notável como a performer drena o possível de um período extremamente pessimista: ela até mesmo cultiva certas influências europeias que se destinam à faixa mais arrepiante e bem produzida do álbum, “Night Crawling”. A evocativa letra nutre de aliterações e assonâncias que nos arremessam de volta para os anos 1970 e trazem uma exuberante química dividida com Billy Idol – movido pela guitarra e pelo eco do synth-rock que viria a se tornar tão majestosamente reverenciada nos anos seguintes (e reconquistando um espaço merecido numa ode mimética ao passado). Sua contraposição emerge com “Hate Me”, cujas transições calcam uma montanha-russa de emoções e notas.

Beirando o elegíaco e cruzando barreiras entre gêneros, Plastic Hearts é o álbum que consegue unir tudo o que amamos sobre Miley Cyrus – e o que ela vinha nos prometendo desde sua aparição surpresa alguns meses atrás. No final das contas, somos agraciados com bem mais do que pedimos e com rendições tão fantásticas que chegam a ser cruéis.

Nota por faixa:

1. WTF Do I Know – 5/5
2. Plastic Hearts – 4/5
3. Angels Like You – 2,5/5
4. Prisoner feat. Dua Lipa – 3,5/5
5. Gimme What I Want – 4/5
6. Night Crawling feat. Billy Idol – 5/5
7. Midnight Sky – 4,5/5
8. High – 3,5/5
9. Hate Me – 4/5
10. Bad Karma feat. Joan Jett – 4/5
11. Never Be Me – 4/5
12. Golden G String – 4,5/5

‘Gremlins 3’: Diretor volta a falar sobre possível nova sequência

Em entrevista ao Collider, o diretor Chris Columbus revelou que ainda tem esperanças de tirar ‘Gremlins 3‘ do papel, e que atualmente está tentando acertar a questão dos direitos autorais para um novo filme poder ser feito.

“Eu adoraria dirigir uma nova sequência. Eu escrevi o roteiro, então há uma história [para um novo filme]. Nós estamos tentando acertar os direitos autorais atualmente, e vendo qual o melhor momento para fazer um novo filme.”

Ele completa, “Eu adoraria fazer a sequência da mesma forma – com bonecos e não CGI. Talvez um pouco, mas não gostaria de abusar dos efeitos computadorizados em ‘Gremlins 3’.”

Gremlins são criaturas endiabradas, que têm uma risada sinistra e diabólica. Com sua inteligência, eles destroem casas e lojas, causam incêndios, explosões, acidentes no trânsito, matam pessoas e aterrorizam toda a cidade de Kingston Falls. Embora destruam tudo o que vêem pela frente, são um pouco engraçados.

Os Gremlins também se multiplicam com a água e também não gostam da luz forte. A luz do Sol pode matá-los também.

E aí, querido cinéfilo?! – Nossa Coluna de Entrevista | Parte 18: Kathia Pompeu

O cinema não deixa de ser um reunião, um grande elo, de pessoas que amam entender os sentimentos que caminham pelo universo que vivemos. Pensando em entender melhor as origens do amado gosto pela sétima arte, esse humilde cinéfilo que vos escreve resolveu de maneira espontânea mandar um questionário de perguntas para uma incrível seleção de cinéfilos brasileiros com o objetivo de trocar experiências sobre tudo que já viveram nesses anos de amor ao cinema.

Nossa convidada de hoje é uma das pessoas que mais assistem a filmes por ano no Estado do Rio de Janeiro. Com uma memória de dar inveja a qualquer cinéfilo, sempre simpática e receptiva nas saídas das sessões para conversar sobre o filme visto, Kathia Pompeu é woodyalleana, jornalista, editora-chefe de uma revista de design e arte, diretora de projetos da Agência Ângulo, amante dos filmes, gamada por jazz, colecionadora de HQ, fã do Batman, disneymaníaca e apaixonada por NY.

1) Na sua cidade, qual sua sala de cinema preferida em relação a programação? Detalhe o porquê da escolha.

Eu gosto muito do circuito em Botafogo, que concentra inúmeras opções de salas e programações, como o Estação (que frequento desde a inauguração), que aguçam meu olhar cinéfilo.

2) Qual o primeiro filme que você lembra de ter visto e pensado: cinema é um lugar diferente?

Essa pergunta tem a ver com a minha existência, considerando que minha mãe entrou em trabalho de parto num daqueles antigos cinemas da Cinelândia durante a exibição de Belo Antonio, de Mauro Bolognini, com Mastroianni no papel-título. Acho que foi nesse momento que tudo começou. Nasci cinéfila!

Elipse, uns dez anos depois, me lembro do meu tio (por parte de pai) me levar para assistir Quando o Carnaval Chegar, do Cacá Diegues, no Odeon – também na Cinelândia. Fiquei fascinada por aquele espaço glamoroso, aquela tela enorme dominando meu olhar. Tudo parecia mágico, e é!

 

3) Qual seu diretor favorito e seu filme favorito dele?

Woody Allen, por tudo! Amo de formas diferentes cada um de seus muitos filmes, mas vou escolher aqui Annie Hall, por ter sido o primeiro dele que assisti, numa tarde dos anos 80, no Cine Joia, em Copacabana. Foi amor à primeira vista.

4) Qual seu filme nacional favorito e por quê?

Um dos grandes amores do início da minha vida cinéfila foi Glauber Rocha, e tive o privilégio de assistir Deus e o Diabo na terra do Sol, no Rian – um cinemaço que ficava à beira mar de Copacabana. Era uma época que a grande maioria dos cinemas só tinha uma sala, exibindo o mesmo filme em todas as sessões, e podíamos ficar na sala, se quiséssemos, para rever o filme. Então, fui eu lá ver o sagrado-profano de Glauber, por acaso, na primeira sessão… e aquele barroco visual, a fotografia em preto e branco espetacular de Waldemar Lima, as Bachianas brasileiras n.5 de Villas Lobo, a saga de Rosa e Manuel no sertão baiano, o cangaço de uma câmera quase sempre na mão e muitas ideias na cabeça glauberiana me acachaparam. Vi e revi em sequência hipnótica. Quando sai do Rian já era noite, e eu completamente fascinada por aquela obra-prima do cinema brasileiro.

5) O que é ser cinéfilo para você?

Sabe a Cecília, de Rosa Púrpura do Cairo, personagem criada pelo Sr. Allen e magistralmente interpretada por Mia? Sou eu. O cinema é meu refúgio, minha janela para o mundo, meu divã de terapia, minha conexão com outras culturas, linguagens e, de uma maneira bem especial, um lugar de fazer amigos. Não à toa, a maior parte dos meus best friends conheci e convivo nas salas de cinemas.

6) Você acredita que os cinemas que você conhece possuem programação feitas por pessoas que entendem de cinema?

Não. Sem juízo de valor, acho que algumas redes de cinema são programadas visando uma relação comercial bem sucedida, atingir grandes plateias e bilheteria. Existe um público significativo que quer isso e é atendido. Por essa razão, acho fundamental a resistência de salas dedicadas e que abram espaços para filmes, mostras e festivais com curadoria de pessoas com uma visão ampla do universo do cinema, e que o lucro venha como consequência de uma programação tão variada quanto atraente a diferentes públicos.

7)  Algum dia as salas de cinema vão acabar?

Tomara que não. É uma experiência coletiva-tecnológica que pode evoluir para infinitas possibilidades – o que inclui conforto, qualidade de som, de imagem e sensações. Tenho um bom equipamento na minha casa, mas não compete, e muito menos exclui, o fascínio e a mágica daquela sala escura.

8) Indique um filme que você acha que muitos não viram mas é ótimo.

Nossa! Meus amigos veem tudo e muito. Tarefa difícil indicar algo pra essa moçada que explora produções inimagináveis.

9) Você acha que as salas de cinema deveriam reabrir antes de termos uma vacina contra a covid-19?

Não vou fazer média, é mega arriscado.

10) Como você enxerga a qualidade do cinema brasileiro atualmente?

Cada vez melhor. Uma nova geração de filmes com protagonismo de equipe de criação e artistas que transitam por todos os gêneros, propostas e públicos.

11) Diga o artista brasileiro que você não perde um filme.

A lista, ainda bem, é vasta, mas vou de Kleber Mendonça Filho, um fazedor de obras-primas que levam à reflexão de um Brasil com muitas camadas culturais-sociais. Um diretor intenso que, de filme em filme, constrói um acervo marcado por linguagem própria, reconhecível logo nos primeiros planos, que me emociona sempre. Cinema que dialoga comigo.

Outro nome que vou sublinhar aqui é o do meu irmão Hsu Chian, um diretor que combina proatividade, versatilidade e um longo histórico de participações nos bastidores do cinema nacional. Já até perdi a conta de quantos filmes ele colaborou, mas sei todos que ele roteirizou e dirigiu. Sou fã além da amizade. Vejo tudo que ele faz e, na enorme maioria das vezes, sentada ao lado dele na plateia.

 

12) Defina cinema com uma frase:

“There’s no place like home”, que nesse contexto são as salas de exibição de filmes. O lar dos cinéfilos.

13) Conte uma história inusitada que você presenciou numa sala de cinema.

Anos 90.  Eu e o meu marido, Marco, levamos nossa filhota, Nathalia, aos 11 meses, para assistir Aristogatas, numa sessão às 15h, no Star Copacabana. Sentamos na primeira fila, para ela ter uma visão mais livre da tela. Enquanto o filme rolava, percebemos um intenso movimento na plateia, notadamente masculina. Era um vai e vem, uma andança pelos corredores, um senta-levanta… até que entendemos que rolava uma pegação na sala. O interesse daquele público não era exatamente pela animação da Disney. O espaço já era manjado para encontros descompromissados. Só eu e Marco não sabíamos… e muito menos a Nath, amarradona no jazz da pesada dos gatinhos que rolava na tela. Já a nossa volta, no escurinho do cinema, uma rapaziada animada se divertia ao som de “Todo mundo quer a vida que um gato tem”.

14) Defina ‘Cinderela Baiana’ em poucas palavras…

Um clássico involuntário.

15) Você é uma cinéfila assídua dos inúmeras sessões de cinema anualmente nos cinemas do RJ. O que você acha que os cinemas precisam melhorar para serem cada vez mais lotados de cinéfilos?

Cinéfilo é um termo genérico, então apostaria na variedade de filmes, sempre… em origem, gênero, linguagem, proposta. Quanto mais diversidade maior amplitude de alcance.

 

16) Qual o pior filme que você viu na vida?

Vou te decepcionar e não dizer nenhum do Nicolas Cage, (risos). Mas já assisti muita bomba por aí, só que tenho a vantagem de ter memória seletiva.

 

17) Indique filmes para a nova geração que gostaria de ser cinéfilo e conhecer um pouco dos grandes clássicos do cinema.

Os filmes fundamentais do cinema estão em todas as listas possíveis. Prefiro dizer que pra ser cinéfilo assista a muitos filmes, muitos, para poder formar um olhar embasado. Mais adiante, é até legal filtrar as preferências. Quando eu comecei a me aprofundar no universo dos filmes, me entusiasmei primeiro por diretores, especialmente os europeus. Depois passei a me ligar em movimentos de linguagem, como Nouvelle Vague, Neorrealismo, Cinema novo, entre os óbvios-essenciais, passando pelos títulos alternativos, experimentais, undergrounds e independentes. E por aí foi… ciclos sem fronteiras.

Hoje sou uma cinéfila que continua curiosa, mas estou mais exigente na minha grade de interesses. E quando digo exigente não tem nenhum pedantismo no termo, é só mesmo uma segurança maior na escolha do que me faz feliz em assistir no cinema.

‘What Lies Below’: Homem entra em lago de fogo em novo clipe sinistro; Assista!

O terror ‘What Lies Below‘, estrelado por Mena Suvari, ganhou um novo clipe.

Confira, com o trailer:

O longa é escrito e dirigido por Braden R. Duemmler.

Liberty, uma adolescente de 16 anos, retorna de um acampamento após dois meses e é surpreendida ao ser apresentada ao noivo de sua mãe, Josh Smith, cujo charme, inteligência e beleza deixam claro que ele é perfeito demais para ser humano.

Ema HorvathTrey Tucker também estrelam a produção.

O longa será lançado direto em VOD no dia 4 de dezembro.

‘Predador 2: A Caçada Continua’: Steven Seagal quase estrelou a sequência; Saiba mais!

Em entrevista ao Howard Gorman, o diretor Stephen Hopkins revelou que tinha planos de escalar o ator na sequência ‘Predador 2: A Caçada Continua‘, mas que, após um encontro bizarro com o astro, desistiu da ideia.

“Eu tive que encontrá-lo na casa dele, e acabou sendo uma das tardes mais insanas que já tive. Foi bizarro. Ele é muito estranho. No final das contas, não consegui me ver fazendo um filme com ele. Ele estava desesperado para participar do filme. Eu fui na casa dele e fui levado a um quarto cujas paredes estavam cheias de armas. Ele disse que queria interpretar um psiquiatra da CIA que também era um expert nas artes marciais e carregava uma arma.”

Ele continua, “Ele obviamente estava um pouco louco na época. E eu estava tipo ‘Isso é diferente do que estávamos pensando, então é melhor não fazermos’. Então, ele respondeu: ‘Sabe, eu quero te levar para minha casa na Santa Barbara. Eu tenho um lança-granadas lá. Nós podíamos lançar granadas juntos’. E eu: ‘Sim, que ótimo. Vamos fazer isso’. Sinto muito, mas eu não sou um fã dele.”

Recentemente, um novo filme da franquia foi anunciado!

Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10‘) será responsável pela direção.

De acordo com o site Alien vs. Predator Galaxy, o enredo do longa será ambientado no passado e vai acompanhar os nativos americanos antes da chegada dos colonizadores.

Esses indícios vieram à tona porque Trachtenberg estava trabalhando num projeto secreto com o titúto provisório ‘Skulls‘, que depois veio a ser confirmado como uma ligação com a franquia.

No ano passado, foi revelado que ‘Skulls‘ (ou qualquer seja o título) iria contar a trajetória de uma mulher comanche que desafia as normas e tradições de gênero para se tornar uma guerreira.

Apesar da franquia já ter explorado o povo nativo nos quadrinhos ‘Predator: Big Game‘ (1992), vale lembrar que a trama exposta pelo portal não foi confirmada oficialmente.

Por falar nisso, Trachtenberg revelou em seu Twitter que o longa deveria ter sido uma surpresa e que já estava trabalhando no projeto há quase quatro anos – algo que não é incomum ao realizador, visto que havia feito a mesma coisa com a sequência de ‘Cloverfield: Monstro’.

Confira:

“Isso era para ser uma surpresa. Tenho trabalhado nisso por quase quatro anos. Estou muito triste que o que tínhamos guardado não vai mais acontecer porque vocês descobriram. É um saco. Mas de qualquer forma… YAY!”, ele escreveu.

A próxima sequência será o quinto capítulo da saga, que foi lançada oficialmente em 1987 e que também contou com dois derivados cross-over com Alien.

O longa-metragem será desenvoolvido sob a marca da 20th Century Studios, que faz parte do conglomerado da Walt Disney.

Patrick Aison (‘Jack Ryan’, ‘Treadstone‘) assina o roteiro.

A última entrada da franquia estreou em 2018 e se tornou uma decepção tanto crítica quanto comercial – resultados de inúmeras refilmagens de última hora e problemas de bastidores.

‘Forty Acres’: Jay-Z irá produzir novo suspense no estilo ‘Corra!’ para a Netflix

De acordo com o Deadline, o cantor Jay-Z irá produzir uma adaptação de ‘Forty Acres‘, livro de suspense escrito por Dwayne Alexander Smith, para a Netflix.

Cheo Hodari Coker (‘Luke Cage’) será responsável pelo roteiro da adaptação.

A trama segue um advogado de direitos civis que deve lutar pela sobrevivência quando ele é convidado para se juntar uma organização de elite com um segredo chocante.

O longa está sendo escrito como uma mistura entre ‘Corra!‘ e ‘A Firma‘.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Amigo imaginário aterroriza família no trailer DUBLADO de ‘Amizade Maldita’; Assista!

A Imagem Filmes divulgou o novo trailer dublado do terror ‘Amizade Maldita‘.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de dezembro.

O longa é dirigido por Brandon Christensen (‘O Enviado do Mal‘).

Na trama, Kevin (Sean Rogerson) e Beth (Keegan Connor Tracy) notam que seu filho de oito anos, Josh (Jett Klyne), tem passado bastante tempo brincando com um novo amigo imaginário, chamado Z. O que a princípio parece uma relação inofensiva, rapidamente se transforma em algo destrutivo e perigoso. É quando Beth começa a desvendar o seu próprio passado, que ela descobre que Z pode não estar apenas na imaginação do filho.

‘Beleza Negra: Uma Amizade Verdadeira’, com Kate Winslet e Mackenzie Foy, ganha trailer DUBLADO!

O novo drama original Disney+, intitulado ‘Beleza Negra Uma Amizade Verdadeira‘ (Black Beauty), ganhou seu trailer dublado.

A produção é estrelada por Mackenzie Foy (‘O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos‘) e Kate Winslet (‘Avatar‘).

Confira:

Dirigido por Ashley Avis, o filme é baseado no romance homônimo de Anna Sewell, lançado em 1877.

Na trama, um cavalo selvagem e uma jovem adolescente forjam laços inquebráveis que os mantêm conectados por uma vida inteira.

O elenco também conta com Fern DeaconClaire ForlaniIain GlenCalam LynchMax RaphaelHakeen Kae-KazimMatt Rippy,Avianah Abrahams.

Beleza Negra’ tem estreia marcada para o dia 27 de novembro no Disney+.

‘Dirty Dancing’: Sequência com Jennifer Grey não substituirá Patrick Swayze

Recentemente, a Lionsgate confirmou que o clássico Dirty Dancing vai ganhar uma sequência com a atriz do filme original, Jennifer Grey.

Agora, a atriz confirmou que o projeto não tentará substituir Patrick Swayze como Johnny, já que o ator faleceu em 2009 de câncer no pâncreas.

“Tudo o que posso dizer é que não há como substituir alguém que morreu – você nunca tenta repetir nada que seja tão mágico assim. Você apenas faz algo diferente.”, disse a atriz em entrevista à People.

Além de estrelar o próximo filme, Jennifer Grey também atuará como produtora executiva. O filme se tornou um dos maiores sucessos de 1987, arrecadando US$ 170 milhões em todo o mundo, enquanto a trilha sonora vendeu mais de 32 milhões de cópias em todo o mundo, com a canção “(I’ve Had) The Time of My Life“, ganhando o Oscar de Melhor Canção Original.

Jonathan Levine (‘Meu Namorado É um Zumbi’) ficará responsável pela produção do novo longa ao lado de Gillian Bohrer.

Mikki DaughtryTobias Iaconis (‘A Maldição da Chorona’) assinam o roteiro. Ainda não se sabe quem irá dirigir ou se mais algum membro da equipe original retornará para o projeto.

Dirty Dancing foi lançado em 1987 e tornou-se um dos dramas românticos favoritos de todos os tempos. Estrelado por Grey e Patrick Swayze, o filme foi dirigido por Emile Ardolino e teve críticas positivas, levando para casa um Oscar, um Globo de Ouro e um Grammy pela música “(I’ve Had) The Time of My Life”. A obra também fez um massivo sucesso de bilheteria, arrecadando quase US$215 milhões a partir de um orçamento de US$5 milhões.

Na trama, uma jovem fica decepcionada ao descobrir que seus pais passarão o verão de 1963 com ela em um resort na sonolenta região de Catskills. Mas sua sorte muda quando ela conhece o instrutor de dança do resort, Johnny, um rapaz com um passado bem diferente do dela. Quando ele a coloca como sua nova parceira, os dois acabam se apaixonando. Apesar do pai proibi-la de ver Johnny, ela não dá a mínima.

O filme também ganhou uma prequela intitulada Dirty Dancing: Havana Nights’, com breve participação de Swayze e que falhou em manter o nível do longa original, e uma versão para o teatro.

Relembre o trailer:

‘The Mandalorian’, ‘Pixar na Vida Real’, ‘Star Wars: The Clone Wars’ e mais estreias no Disney+ nessa SEXTA

Todas as sextas-feiras, os assinantes do Disney+ poderão aproveitar um novo conteúdo original exclusivo

Amanhã, dia 27 de novembro, estreia o filme ‘Noelle‘; a série ‘Explorando Destinos‘ e novos episódios de ‘The Mandalorian‘, ‘Sobrevoando‘, ‘Pixar na vida real‘, ‘Star Wars: The Clone Wars‘, ‘Diário de uma futura presidente‘ e ‘High School Musical: O Musical: A série‘, entre outros

Estreia do filme

Noelle, de Walt Disney Studios

Noelle, filha de Kris Kringle, quer fazer algo importante como seu irmão Nick, que assumirá como sucessor de seu pai no próximo Natal. Quando Nick está prestes a se desarmar devido à pressão, Noelle sugere que ele faça uma viagem por alguns dias. Mas quando ele não voltar, Noelle deve encontrar seu irmão e trazê-lo para casa a tempo de salvar o Natal.

 

Estreia de séries:

Explorando Destinos, da National Geographic

Uma viagem de pai e filho é diferente quando seu pai é um ex-correspondente de guerra. Por muito tempo, Bob Woodruff viu o pior em alguns países em conflito. Agora, ele e seu filho, Mack, viajam pelo mundo em busca do melhor de si.

 

Novos episódios:

The Mandalorian, segunda temporada

Na segunda temporada da série Lucasfilm, o Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e reunindo aliados enquanto caminham por uma galáxia perigosa na era tumultuada após a queda do Império Galáctico.

 

Sobrevoando, da National Geographic

A produção original latino-americana da National Geographic convida o espectador a um passeio desde as águas frias do Canal de Beagle até o quente Mar do Caribe com a voz do ator brasileiro Rodrigo Santoro, Sobrevoando explora a geografia, a história e a cultura do ar de oito regiões deslumbrantes da América Latina, com imagens em alta definição, histórias desconhecidas e curiosidades sobre a diversidade natural e cultural de cada uma das regiões.

Pixar na vida real

Esta série live-action traz personagens e momentos icônicos dos filmes da Pixar para o mundo real. Filmado em locações dentro e ao redor da cidade de Nova York, a série surpreende e encanta as pessoas em vários locais da cidade quando elas menos esperam.

 

Star Wars: The Clone Wars

A saga Star Wars do produtor executivo George Lucas e Lucasfilm Animation continua! Apresentando animação digital com qualidade de filmes longa-metragem, personagens clássicos, ação de cair o queixo e a batalha eterna entre o bem e o mal, Star Wars: The Clone Wars expande a história de Star Wars com novas aventuras em uma galáxia muito, muito distante.

 

Diário de uma futura presidente

Esta série conta a história de Elena Cañero-Reed, uma menina cubano-americana de 12 anos que um dia se tornará presidente dos Estados Unidos, mas por enquanto ela explora seu primeiro ano naquela selva conhecida como colégio. Por meio de seu diário, Elena narra nesta nova comédia familiar os problemas que enfrenta na escola que a levarão a se tornar uma futura líder.

 

High School Musical: O musical: A série

Esta série inovadora conta a história de um grupo de alunos que aguardava ansiosamente a primeira produção teatral de sua escola. A série, uma reviravolta do clássico filme HIGH SCHOOL MUSICAL de 2006 do Disney Channel, apresenta muitas meta-referências à franquia e é filmada com câmeras portáteis para oferecer uma sensação nova que lembra o estilo documentário.

‘Noelle’: Comédia natalina com Anna Kendrick estreia AMANHÃ no Disney+

Todas as sextas-feiras, os assinantes do Disney+ poderão aproveitar um novo conteúdo original exclusivo

E o principal lançamento de amanhã, dia 27 de Novembro, é o filme natalino ‘Noelle‘, estrelado pela Anna Kendrick (‘A Escolha Perfeita‘) e Bill Hader (‘It: A Coisa – Capítulo 2’).

A história gira em torna da filha do Papai Noel, que é forçada a assumir o negócio da família quando seu pai decide se aposentar e seu irmão acaba ficando impossibilitado de ajudar antes de seu primeiro grande voo de Natal.

Confira o trailer:

O longa foi escrito e dirigido por Marc Lawrence (‘Miss Simpatia‘).

O elenco ainda conta com Bill Hader, Billy Eichner, Shirley MacLaine, Julie Hagerty e Alison Araya.

‘Um Maluco no Pedaço’: Série com Will Smith TAMBÉM será removida da Netflix em Dezembro

Além de ‘Friends‘, mais uma popular sitcom está deixando o catálogo da Netflix.

Para a tristeza do público, todas as seis temporadas de ‘Um Maluco no Pedaço‘ serão removidas da Netflix do Brasil no dia 31 de Dezembro de 2020.

A retirada da série se dá em virtude do futuro lançamento do streaming da WarnerMedia, HBO Max. Ainda sem data para estrear no Brasil, a expectativa é de que a HBO Max fique disponível em 2021 em terras nacionais, após o seu período de adequação na América do Norte e Europa.

ADEUS, Netflix! Todas as temporadas de ‘Friends’ serão REMOVIDAS do streaming

‘Gossip Girl’ será REMOVIDA da Netflix em Dezembro

‘Pretty Little Liars’: Série será REMOVIDA da Netflix em Dezembro

A série original foi exibida pela NBC entre 1990 e 1996, com nada menos que 148 episódios. O sucesso ajudou a alavancar a carreira de Smith e também trouxe no elenco Alfonso Ribeiro, Tatyana Ali, Karyn Parsons, Daphne Maxwell Reid, Joseph Marcell, DJ Jazzy Jeff e James Avery (este último tendo falecido em 2013).

Vale lembrar que o elenco original de ‘Um Maluco no Pedaço‘ se reuniu para um especial da HBO Max no dia 18 de Dezembro.

E para celebrar esse reencontro e a reconciliação entre a atriz Janet Hubert-Whitten e o restante do elenco, um novo e divertido vídeo foi compartilhado pelo astro Will Smith, que apresenta as duas versões da personagem Tia Viv.

O rápido vídeo, que foi compartilhado pela conta oficial de Smith no Instagram, brinca com a troca de atrizes e celebra ambas como rainhas:

Assista ao trailer:

Confira as imagens:

A reunião celebra o aniversário de 30 anos desde o lançamento da série, com o elenco conversando sobre a produção e o impacto cultural desde sua estreia.

O especial conta com o retorno de Will Smith (Will), Tatyana Ali (Ashley), Karyn Parsons (Hilary), Joseph Marcell (Geoffrey), Daphne Maxwell Reid (Tia Viv 2), DJ Jazzy Jeff (Jazz) e Alfonso Ribeiro (Carlton). Infelizmente, James Avery — que interpretou o patriarca Philip Banks — morreu em 2013.

Relembre a abertura:

‘Homem-Aranha 3’: Volta de Electro pode dar início ao filme do ‘Sexteto Sinistro’

Os fãs do MCU foram pegos de surpresa quando foi anunciado que Jamie Foxx vai reprisar seu papel como Electro no vindouro Homem-Aranha 3‘.

E a chegada do vilão pode ser um forte indício da introdução do ‘Sexteto Sinistro‘ no Universo Compartilhado da Marvel.

Os detalhes da sequência ainda permanecem bem guardados, mas Electro era a peça que faltava na grade de personagens que podem compor a equipe de vilões.

Além de Electro, Mysterio (Jake Gyllenhaal) é um forte candidato ao grupo, já que os fãs acreditam que ele provavelmente forjou sua suposta morte.

Lembrando que Adrian Toomes (Michael Keaton), o Abutre, já ameaçou o Cabeça de Teia no 1º filme com seu grupo de aliados, composto por Herman Schultz, o Shocker (Bokeem Woodbine), Tinkerer (Michael Chernus), e Mac Gargan (Michael Mando), que mais tarde se torna o Escorpião nos quadrinhos.

Além disso, o jornalista KC Walsh deu a entender que ‘Homem-Aranha 3‘ trará um clássico vilão da trilogia original de ‘Homem-Aranha’: Doutor Octopus.

O vilão, interpretado por Alfred Molina, é um dos mais icônicos no panteão aracnídeo e deu as caras em ‘Homem-Aranha 2’, em 2004.

Quando questionado sobre a aparição do Sexteto Sinistro no terceiro filme da nova franquia, Walsh respondeu com um gif de Molina como o vilão. Caso os rumores se confirmem, será interessante analisar de que maneira Doutor Octopus voltará, visto que morreu no final de ‘Homem-Aranha 2’.

Morbius (Jared Leto) também pode ter seu lugar no grupo, caso algum membro mencionado seja deixado de fora, inicialmente.

De qualquer forma, a Marvel e a Sony já estão preparando o terreno para adaptar a equipe no futuro, o que vem sendo aguardado pelos fãs desde a cena pós-crédito de ‘O Espectacular Homem-Aranha’ (2012).

Agora só resta aguardar para saber como o estúdio vai lidar com o leque de personagens inseridos nas telonas.

Recentemente, Dane DeHaan, intérprete de Harry Osborn, confirmou ao Collider que a Sony tinha planos de adaptar o ‘Sexteto Sinistro‘ para o cinema antes do Homem-Aranha fazer parte do MCU.

“É meio óbvio, não é? No segundo filme, eles deixaram diversas pistas e provocaram o público com a chegada do ‘Sexteto Sinistro‘. Eu não sei muitos detalhes, mas o Duende Verde seria o líder do grupo e haveria diversos filmes com novos vilões. A ideia acabou sendo cancelada por conta do novo acordo entre a Sony e a Marvel Studios.”

Por falar em ‘Homem-Aranha 3‘, o Comic Book divulgou que o novo longa pode ser intitulado ‘Spider-Man: Homesick‘ (Homem-Aranha: Saudade de Casa, em tradução livre).

O título faz sentido e combina perfeitamente com os filmes anteriores estrelados pelo Tom Holland, ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ e ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, respectivamente.

Obviamente, a informação não foi confirmada, mas a evidência mais concreta é que o título já havia sido publicado pelas revistas Esquire e Maximum.

Curtiram o possível título da sequência?

A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que, com o adiamento da produção, o lançamento seja afetado.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

Netflix ofereceu US$ 200 milhões pelos direitos de ‘Godzilla vs Kong’; Fãs protestam!

Segundo o Hollywood Reporter, a Netflix ofereceu altíssimos US$ 200 milhões para adquirir os direitos de ‘Godzilla vs Kong‘ da Legendary Pictures e da Warner Bros.

O filme já teria custado em torno de US$ 250 milhões para os cofres dos estúdios e pode gerar um prejuízo milionário caso seja lançado nos cinemas e não arrecade pelo menos US$ 750 milhões. Ou seja, vender o longa para o streaming poderia gerar um prejuízo bem menor.

O site ainda afirmou que a HBO Max entrou na disputa e deve oferecer uma quantia ainda maior para ter o filme em seu streaming.

Pelo visto, o estúdio está apostando na venda para não correr riscos de baixa bilheteria se o filme for lançado no cinema, mas ainda não há nada confirmado oficialmente.

Mesmo assim, a notícia não foi bem aceita pelo público, já que os fãs estavam ansiosos para assistir o longa nas telonas.

Nas redes sociais, diversos internautas protestaram contra a negociação e estão alegando que um filme desse calibre merece ser visto no cinema.

Confira as reações:

“Jesus … a indústria cinematográfica está matando sucesso após sucesso com essa ideia de lançamento em streaming. Eu não posso ver isso sendo bom para ninguém a longo prazo. Essa notícia me deixa triste.”

“‘Godzilla vs Kong‘ foi feito para assistirmos em IMAX nas telonas. Lançar no streaming é um grande erro!”

“Eu odeio isso. ‘Godzilla vs Kong‘ merece ser visto na maior tela de cinema possível. Não façam isso.”

Legendary Pictures, eu terei o prazer em esperar mais um ano para ver ‘Godzilla vs. Kong‘ no cinema, como planejado. Por favor, não anulem a o lançamento nos cinemas!”

“Meu Deus, este é um grande momento, se eu não conseguir ver ‘Godzilla vs Kong‘ em IMAX, eu vou chorar. Eu realmente queria muito ver a luta do século no cinema.”

“Como estou decepcionado com esse anúncio, ‘Godzilla vs Kong‘ tem todo o perfil de ser um filme para ser visto no cinema. Tenho esperanças de que a sétima arte não acabe se acomodando em lançar títulos via streaming.”

Lembrando que a Legendary e a Warner Bros. deram início ao MonsterVerse em 2014 com ‘Godzilla‘, que abriu o caminho para ‘Kong: Ilha da Caveira‘. O filme mais recente foi a sequência ‘Godzilla: Rei dos Monstros‘, que não agradou aos críticos e teve uma jornada decepcionante nas bilheterias.

Confira a sinopse de ‘Godzilla vs. Kong‘:

“Lendas colidem quando Godzilla e Kong, as duas forças mais poderosas da natureza, se enfrentam numa batalha espetacular que ficará para a História! A guerra dos monstros se espalha na superfície e atinge o centro do nosso mundo à medida que incrível segredo desse reino de titãs conhecido como A Terra Vazia é revelado”. 

A sequência terá baixa indicação etária, sendo recomendado para maiores de 14 anos (PG-13). O longa foi classificado por “sequências intensas de violência/destruição entre criaturas e linguagem leve”.

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir no elenco.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER] 

Terry Rossio (‘Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra’) é o chefe da equipe de roteiristas, comandando o time composto por Patrick McKay e JD Payne (‘Star Trek – Sem Fronteiras’), Lindsey Beer (‘Dungeons & Dragons’), TS Nowlin (‘Maze Runner’), e J. Michael Straczynski (‘Guerra Mundial Z’).

Os 11 Piores Filmes Originais da Netflix – Segundo os Críticos

A Netflix dificilmente acerta em seus filmes originais, mas atingiu um recorde negativo com ‘The Last Days of American Crime‘. Estrelada por Édgar Ramirez, a ação já está concorrendo ao título de uma das piores produções do ano e abriu com 0% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 2.87/10 baseada em 21 reviews.

Pensando nisso, o CinePOP resolveu listar para você os piores filmes originais produzidos pela Netflix. E para tudo ficar mais democrático, como sempre, a pesquisa foi feita em cima da opinião dos críticos.

Antes de começarmos a lista, vale dizer que nem todos os filmes rechaçados por gregos e troianos encontraram lugar na lista, então aqui vão algumas menções honrosas (ou desonrosas) de filmes que são difíceis de defender: O Paradoxo Cloverfield (2018), Zerando a Vida (2016), História Real de um Assassino Falso (2016), Campo do Medo (2019), Perda Total (2018), O Silêncio (2019) e Pai do Ano (2018).

Sem mais delongas, vem conhecer.

11 | Sandy Wexler (2017)

Para não dizer que somos injustos e perseguimos Adam Sandler (que este ano pode ser indicado ao Oscar por Uncut Gems), vale ressaltar mais uma vez que esta lista se baseou na opinião geral do grande público. Curiosamente, o filme mais criticado da parceria entre Sandler e a Netflix foi Zerando a Vida, produção que não entrou na lista. Neste longa, o ator interpreta um agente de talentos, sempre visando o melhor para seus clientes, e em busca de novos astros. O filme é criado na forma de mockumentary, com depoimentos de personalidades reais sobre o personagem fictício – e para isso, Sandler usa sua influência conseguindo diversas participações de peso.

10 | Lá Vem os Pais (2018)

Ao contrário de Sandy Wexler, que possui uma pegada de drama, este longa recai mais para o humor escrachado, daí o possível motivo da rejeição dos fãs. Na trama, Sandler e o colega comediante Chris Rock são os pais de jovens noivos que estão para se casar (o primeiro, o pai da noiva, e o segundo, do noivo). De personalidades diferentes e classes sociais também, os dois precisarão conviver e fazer o dia especial de suas crias dar certo.

09 | The Titan (2018)

Depois de dois filmes da franquia Fúria de Titãs (2010 e 2012), o ator Sam Worthington retornou para protagoniza outro longa com a palavra no título. Este, porém, de um gênero e roteiro bem diferentes. Produção subestimada, é até injustiça colocar o longa na lista – bem, ao menos a meu ver, já que o filme foi realmente bem destratado pelo grande público. Uma ficção científica, The Titan mistura elementos de clássicos do gênero (como A Mosca, de Cronenberg) para contar a história de astronautas se preparando para explorar o espaço, e para isso precisando alterar seu DNA. O elenco traz ainda duas atrizes belas e talentosas, a prata da casa Taylor Schilling e Nathalie Emmanuel.

Crítica Netflix | The Titan – Ficção Científica com Taylor Schilling, musa da casa

08 | Os 6 Ridículos (2015)

Primeiro filme da parceria Sandler/Netflix, Os 6 Ridículos foi lançado no mesmo ano em que Quentin Tarantino estreava seu Os 8 Odiados. Se foi coincidência ou uma brincadeira saudável com o cineasta não me pergunte. Aqui, Sandler também protagoniza um faroeste, mas na trama apresenta personagens muito improváveis se descobrindo irmãos e precisando se unir para um bem maior. A comédia tem seus momentos.

07 | IO – O Último na Terra (2019)

Lançada este ano, esta ficção científica traz como protagonista a jovem Margaret Qualley, vista recentemente na obra de Quentin Tarantino, Era uma Vez em Hollywood. A ficção é um gênero no qual a Netflix gosta de apostar, mas nem sempre acerta. Aqui, Qualley vive uma cientista lutando para salvar a Terra da extinção, numa realidade de um futuro apocalíptico. Neste novo mundo devastado, ela acaba encontrando outro sobrevivente, interpretado por Anthony Mackie (o Falcão da Marvel), que, ao contrário dela, deseja deixar o planeta na próxima aeronave.

06 | Cascavel (2019)

Uma das produções mais recentes da lista, este filme mistura elementos de terror, com drama e mistério. O mal de muitas produções da Netflix é querer entupir seus roteiros com reviravoltas mil – como The Perfection, por exemplo. Muitos filmes começam de uma forma, abordando um tema, somente para depois abandoná-lo, se tornando algo totalmente diferente, muitas vezes jogando um balde de água fria no espectador. É o caso com este filme protagonizado pela talentosa Carmen Ejogo, que começa como um thriller desesperador de sobrevivência, quando a atriz tem que salvar sua filha de uma picada de cobra, e evolui para algo do tipo Arraste-me para o Inferno.

Crítica | Cascavel – Suspense da Netflix simplesmente não tem história

05 | O Último Capítulo (2016)

Filmes de casas assombradas podem render obras arrepiantes ou enfadonhas, dependendo de sua confecção. E aqui, segundo o grande público, este thriller sobrenatural recai no segundo item. Na trama, Ruth Wilson interpreta uma enfermeira contratada para tomar conta de uma famosa autora de livros de terror reclusa. No local, a protagonista começa a perceber que a lenda da velha mansão amaldiçoada pode ser mais real do que imagina.

04 | Death Note (2017)

Outro filme pelo qual o grande público pegou implicância. Uma das maiores reclamações aqui é que esta obra desvirtuou a ideia de seu material original. Bem, interpretações de uma história sempre são mais interessantes do que apenas se copiar o que já foi feito. Aqui temos boas atuações de LaKeith Stanfield como L, e principalmente o grande Willem Dafoe como o demônio Ryuk. E novamente no elenco, a jovem Margaret Qualley, no papel do objeto de afeto do jovem Light (Nat Wolff), um rapaz que assim como Aladdin, descobre um “gênio” que lhe concede desejos – mas ao invés de uma lâmpada, temos um livro.

Crítica | Death Note – adaptação de desenho japonês acerta no tom

03 | Seis Vezes Confusão (2019)

O humorista Marlon Wayans resolve dar uma de Eddie Murphy em sua segunda colaboração com a Netflix. Nesta comédia, ele vive um sujeito que descobre ter cinco irmãos gêmeos. E parte numa jornada para encontrá-los e conhecê-los. É claro que tudo não passa de uma desculpa para Wayans interpretar todos eles e tentar tirar graça das situações. Assim, ele pode viver um irmão com sobrepeso, uma presidiária, um malandro, um esnobe e um doente terminal, todos estereotipados e exagerados como Wayans gosta.

02 | The Last Days of American Crime (2020)

Last Days Of American Crime – Edgar Ramírez – Photo Credit: Netflix / Marcos Cruz

O que esperar de um filme cujo título é ‘The Last Days of American Crime’ – que, em português seria “os últimos dias de crime americano”? Só o título já demonstra toda a pretensão dessa produção, seja por se autodenominar “americano” (quando, americanos são todos os nascidos nas Américas, e não só quem nasceu nos Estados Unidos), seja pela pretensa ilusão de propor o fim da criminalidade naquele país, ainda que na ficção. E ainda usou 2h30 pra contar isso.

É tanto problema nesse filme, que fica difícil eleger o principal. ‘The Last Days of American Crime’ é desses filmes que já na primeira cena você tem o tom do que está por vir – e é dali pra baixo. Pretensioso, cafona e gratuitamente violento, é uma grande produção, com explosivos e carros batendo, mas não vale o tempo do espectador.

Crítica | The Last Days of American Crime – Filme de Ação da Netflix é Cafona, Violento e Constrangedor

 

01 | Vende-se Esta Casa (2018)

E o grande vencedor (ou “perdedor”) não poderia ser outro. Pobre Dylan Minnette, que precisou protagonizar o filme que é tido como a pior produção original da Netflix até o momento. Desde que foi lançado, este suspense sobre um rapaz e sua mãe se mudando para uma misteriosa casa, vem sendo detonado pelos críticos e o público sem dó nem piedade. Um thriller/terror onde nada acontece, e dono de uma reviravolta pra lá de insatisfatória, não existe muito argumento que possa defender este longa de ocupar a primeira posição dos piores filmes originais da Netflix.

Crítica | Vende-se Esta Casa – Suspense da Netflix é ASSUSTADORAMENTE ruim

ADEUS, Netflix! Todas as temporadas de ‘Friends’ serão REMOVIDAS do streaming

Os fãs da popular sitcom ‘Friends‘ iniciarão o ano de 2021 se despedindo da popular produção. Para a tristeza do público, todas as 10 temporadas serão retiradas da Netflix do Brasil no dia 31 de Dezembro de 2020.

A retirada da série de sua grade de programação se dá em virtude do futuro lançamento do streaming da WarnerMedia, HBO Max. Para os que não sabiam, Friends é uma produção da Warner Bros. e todas as suas temporadas passarão a ficar disponíveis na nova plataforma.

‘Gossip Girl’ será REMOVIDA da Netflix em Dezembro

‘Pretty Little Liars’: Série será REMOVIDA da Netflix em Dezembro

Ainda sem data para estrear no Brasil, a expectativa é de que a HBO Max fique disponível em 2021 em terras nacionais, após o seu período de adequação na América do Norte e Europa.

Vale lembrar que o episódio especial da aclamada série de comédia será filmado em março de 2021, um ano depois da data original determinada pela HBO Max. A informação foi divulgada pelo astro Matthew Perry, por meio de sua conta oficial do Twitter.

Na ocasião, ele comemorou a novidade:

“A Reunião de Friends está agendada para iniciar suas filmagens em março. Parece que teremos um ano agitado chegando. E é assim que eu gosto!”


Inicialmente agendadas para março de 2020, as gravações tiveram que ser adiadas para o mês de agosto, devido ao agravamento no número de infectados ao redor do mundo.

No entanto, a situação global não melhorou o bastante para que o especial pudesse ser filmado com segurança e a HBO Max se viu forçada a esperar o cenário reduzir um pouco mais, para que então pudesse dar uma nova data.

Recentemente, durante uma entrevista com a Variety, Bob Greenblatt, presidente da companhia, disse que a ideia de gravar um revival partiu de Courteney Cox, intérprete de Monica Geller.

Greenblatt disse que Cox reuniu o elenco para um jantar no início do ano passado e sugeriu que levassem a ideia aos executivos da Warner Media.

“Eu fiquei sabendo que Courteney convenceu os amigos sobre a ideia. Parecia emocionante, então todo o elenco estava tentando nos convencer. Mas nós [da Warner Media] sabíamos que não poderíamos dar uma reposta sem planejar tudo com calma… Foi um momento muito difícil porque precisávamos tomar uma decisão rápida.”

‘Gossip Girl’ será REMOVIDA da Netflix em Dezembro

Com a chegada de novos serviços de streaming no Brasil, a Netflix vê seu vasto conteúdo sendo dizimado aos poucos. Em Dezembro, o streaming perderá mais uma série de sucesso: ‘Gossip Girl‘.

A Netflix não conseguiu renovar o contrato para continuar exibindo a série no Brasil.

Vale lembrar que ‘Pretty Little Liars‘ também será removida do catálogo do streaming no fim de Dezembro.

A saída das séries está relacionada com a eminente chegada da HBO Max no Brasil, que deve acontecer em 2021.

‘Pretty Little Liars’: Série será REMOVIDA da Netflix em Dezembro

A série original, que encontrou seu fim em 2012, tornou-se um fenômeno da cultura pop, além de colocar em voga diversos nomes da indústria atual – como Blake Lively, Leighton Meester, Ed Westwick, Chace Crawford e Penn Badgley.

Vale lembrar que a série ganhará revival em 2021, que teve suas primeiras imagens divulgadas e trará um novo elenco.

Nas escadas do Met, clássica locação da série, podemos ver os astros Jordan Alexander, Emily Alyn Lind, Whitney Peak, Thomas Doherty e Zion Moreno.

Confira:

A sequência de ‘Gossip Girl‘ vai contar com 10 episódios, que vão introduzir uma nova leva de belos adolescentes estudantes de escolas particulares de Manhattan, pela mesma ótica que a produção usou em seus anos de sucesso. Só que desta vez, a série vai abordar o quanto as redes sociais – e o próprio visual de Nova York – mudaram nos últimos anos, desde o fim da narrativa original.

Karena Evans, aclamada realizadora conhecida por seu trabalho nas séries ‘Snowfall’‘P-Valley’, é a responsável pelos dois primeiros episódios da produção.

Segundo a página do Instagram GossiperLeighton Meester está em negociações para reprisar seu icônico papel como Blair Waldorf no revival.

O acordo feito com a Warner Media e a HBO traria Meester de volta como a personagem por breves momentos – e o contrato também se estenderia para outros membros do elenco original, incluindo Blake LivelyPenn Badgley.

Kristen Bell (‘The Good Place‘) voltará a narrar a icônica voz da garota do blog na nova versão de ‘Gossip Girl‘. A primeira temporada da nova versão terá 10 episódios e irá estrear na HBO Max.

Astro de ‘Todo Mundo em Pânico’ revela ideias para um derivado focado em Doofy

Quem é que não se lembra do atrapalhado policial Doofy Gilmore (Dave Sheridan) em ‘Todo Mundo em Pânico‘? O personagem foi um dos grandes destaques da paródia por conta de seu plot twist ao fim da trama.

Para quem não se lembra, Doofy é apresentado como um jovem demente que pensa ser um policial respeitado, mas acaba se revelando como o vilão Ghostface, pegando o público de surpresa.

Infelizmente, o personagem não retornou para as sequências e os fãs continuam sem saber sua origem ou seu desfecho.

Durante uma entrevista para o podcast The Production Meeting, Sheridan disse que adoraria reprisar o papel em uma série de curtas e detalhou a ideia:

“Pode ser uma história muito engraçada, mas cativante sobre ‘Quem é Doofy?’ E realmente, ‘Quem é o cara que interpreta Doofy?’, Porque no final [do filme] eu tiro o bigode e meu cabelo está penteado para trás e eu rasgo a camisa e sou revelado como aquele cara bonitão e descolado. Acho que serial legal descobrir mais sobre ele. Também pensei no formato de antologia, explorando vilões que ainda não foram satirizados, tipo Annabelle, o cara do ‘Halloween’… Eu gostaria de convidar alguns comediantes para o elenco, seria bem legal.”

Até que não é uma má ideia para reviver a franquia, já que Doofy nunca retornou para as sequências de ‘Todo Mundo em Pânico‘, então seria interessante saber mais sobre ele.

E aí, você apoia a ideia?

Lembrando que a paródia slasher foi lançada há exatos vinte anos nos cinemas norte-americanos e, desde então, ganhou três sequências e um reboot estrelado por Ashley Tisdale.

É claro que todos sabem que a saga criada pelos irmãos Shawn e Marlon Wayans é ruim – mas continua sendo nosso “prazer culposo” até hoje pelo roteiro bizarro e por cenas ridículas que refletem o nível de irreverência dos longas-metragens.

A iteração de estreia (assim como as consecutivas) foi massacrada pela crítica, mas tornou-se um sucesso de bilheteria, arrecadando quase US$280 milhões a partir de um orçamento de US$19 milhões. E, para celebrar o vigésimo aniversário do filme, separamos dez curiosidades tanto da produção quanto de seus bastidores.

Confira:

JAMIE LEE CURTIS FARIA UMA APARIÇÃO NO FILME

Jamie Lee Curtis é uma das scream queens originais e, seguindo os passos da mãe, Janet Leigh, veio a estrelar a icônica franquia Halloween. Em ‘Todo Mundo em Pânico, a atriz faria uma breve aparição como uma das vítimas: ela seria encontrada por Cindy (Anna Faris), escondida em um armário, enquanto o assassino subia as escadas para matá-las.

JARED LETO PARTICIPARIA DO FILME

O vencedor do Oscar Jared Leto foi contatado pela direção de elenco do filme e, a ele, foi oferecido o papel de Bobby (que eventualmente foi para Jon Abrahams). Ele recusou a oferta para participar de ‘Réquiem para um Sonho’, que também foi estrelado por Marlon Wayans.

NOMES DOS PERSONAGENS SÃO HOMENAGENS AO TERROR

‘Todo Mundo em Pânico é uma paródia de diversos filmes clássicos do gênero de terror – e até mesmo os nomes de seus personagens não foram colocados ao acaso. Cindy Campbell e Drew Decker fazem alusão a Neve Campbell e a Drew Barrymore, respectivamente, atrizes da saga Pânico; Buffy Gilmore tem relação com a adorada série teen ‘Buffy – A Caça-Vampiros’; Bobby Prinze é homenagem a Freddie Prinze Jr., um dos atores principais de Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado.

OITO FILMES FORAM PARODIADOS

Além das referências óbvias aos recentes lançamentos do cinema, a comédia parodiou nada menos que oito longas-metragens: além de Pânico, Pânico 2’ e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, o roteiro também trouxe piadas sobre O Sexto Sentido, A Bruxa de Blair, O Iluminado, Matrix e Os Suspeitos.

O TÍTULO FOI REAPROVEITADO

Pânico tornou-se um sucesso de bilheteria e de crítica, colocando o nome de Wes Craven mais uma vez nos holofotes. Entretanto, o filme originalmente se chamaria ‘Scary Movie’, sendo mudado com o passar do tempo – e sendo reaproveitado para ‘Todo Mundo em Pânico (cujo título em inglês é o supracitado).

O ROTEIRO É, NA VERDADE, UMA COMBINAÇÃO DE OUTROS DOIS

O roteiro para o longa-metragem é, na verdade, uma combinação de outros dois que foram adquiridos pela Dimension Films: ‘Last Summer I Screamed Because Halloween Fell On Friday The 13th’, escrito por Phil Beauman, e ‘Scream If You Know What I Did Last Halloween, escrito por Jason Friedberg e Aaron Seltzer. Esses últimos dois participaram da franquia ‘Todo Mundo em Pânico e também colaborariam em Uma Comédia Nada Romântica e Deu a Louca em Hollywood.

JENNY MCCARTHY E BRITNEY SPEARS FORAM CHAMADAS PARA O FILME

Jenny McCarthy e Britney Spears foram contatadas para participar do longa-metragem como Drew Decker. As duas recusaram a oferta, mas McCarthy apareceria em ‘Todo Mundo em Pânico 3’. Eventualmente, o breve papel foi para Carmen Electra.

SUCESSO INESPERADO

O sucesso do primeiro filme veio sem quaisquer precedentes, o que culminou em várias continuações. Entretanto, o pôster da primeira iteração dizia “sem sequências”; para “corrigir o erro”, a equipe criativa e publicitária do filme riscou a frase em questão e escreveu “nós mentimos” para ‘Todo Mundo em Pânico 2’.

ENCONTRO DE DOIS MUNDOS

Apesar de oito longas-metragens terem servido de inspiração para a paródia, uma breve “homenagem” foi feita a outra icônica franquia que teve início alguns meses antes: Premonição. A cena em questão é a última, em que Cindy é atropelada por um carro depois de descobrir que Doofy (Dave Sheridan) é o assassino.

ANNA FARIS NÃO FOI A PRIMEIRA ESCOLHA PARA VIVER CINDY

Anna Faris ganhou o mundo ao interpretar Cindy Campbell não apenas uma, mas sim quatro vezes. Todavia, as coisas poderiam ter seguido um caminho diferente. Afinal, os produtores de ‘Todo Mundo em Pânico tinham Alicia Silverstone em mente para viver a protagonista – mas a atriz recusou o papel devido a conflitos de agenda.