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Sequência de ‘Homem-Aranha’ terá “vilão nunca visto nos cinemas”

A sequência de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ vai explorar vilões que ainda não são familiares ao público que não acompanha os quadrinhos.

Segundo o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, o próximo antagonista será alguém que ainda não tenha aparecido em nenhum dos cinco filmes já lançados até a chegada do novo reboot.

Durante uma entrevista ao Toronto Sun, ele revelou:

“Estamos bem animados para introduzir personagens ainda não vistos pela audiência, o que de certa forma reduz o leque de opções que possuímos. Mas é importante dizer que os quadrinhos do Homem-Aranha contam com ótimos vilões e ainda há muito conteúdo que sequer foi explorado. Então vamos focar nessas figuras, a princípio”.

Crítica | Homem-Aranha: De Volta ao Lar é o filme ESPETACULAR que os fãs queriam (Nota: 9.0)

Crítica 2 | Homem-Aranha: De Volta ao Lar – É o filme do herói que você queria (Nota: 8.0)

 

‘Han Solo: Uma História Star Wars’ ganha dois novos comerciais de TV; Assista!

A produção ‘Han Solo: Uma História Star Wars’ ganhou dois novos spots de TV, que já preparam os fãs para a grande estreia do spin-off nos cinemas.

Confira:


O filme deve se aproveitar do feriado de Memorial Day e arrecadar cerca US$ 170 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos em seu fim de semana de estreia, de acordo com novas projeções do Deadline.

O site ainda menciona ainda que o longa registrou uma taxa de 28 pontos de interesse entre um público selecionado, pouco mais que ‘Rogue One’, que registrou 23 pontos.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.

“Embarque na Millennium Falcon e viaje para uma galáxia muito, muito distante em ‘Solo: Uma História Star Wars, a nova aventura com o sacana mais adorado da galáxia. Ao longo de uma série de aventuras ousadas nas profundezas do perigoso e sombrio submundo do crime, Han Solo conhece seu futuro copiloto Chewbacca e encontra o notório Lando Calrissian, numa jornada que definirá os rumos de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars“.

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody HarrelsonEmilia Clarke (de ‘Game of Thrones’), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

 

 

‘Fuller House’: Lori Loughlin não deve retornar para a última temporada após escândalo

A atriz Lori Loughlin não deve retornar para a quinta e última temporada da série ‘Fuller House‘. O motivo seria o seu envolvimento no escândalo de corrupção de compra de vagas em universidades elitistas e de prestígio.

Mais conhecida por dar vida à tia Becky desde os anos 90, ainda em ‘Três é Demais’, Loughlin se viu no centro de um extenso e profundo esquema corrupto, em que milionários pagaram propina a gestores de universidades prestigiadas para conseguir vagas para seus filhos. Entre as instituições envolvidas estão Georgetown e USC.

Com seu envolvimento comprovado – pagando mais de US$ 20 milhões para garantir benefícios, facilidades, bem como a entrada de sua filha à Universidade do Sul da Califórnia, a atriz chegou a ser presa nesta semana, sendo liberada após o pagamento de uma fiança milionária.

Ainda sob investigação, ela foi indiciada por corrupção e responderá o processo em liberdade.

Em virtude de todo esse tumulto, uma fonte contou ao TVLine que ainda não haviam planos para o retorno da atriz para a temporada final. E considerando que o canal Hallmark já oficializou sua demissão dos vários projetos em que estava envolvida, é bem provável que a Netflix siga o mesmo caminho.

 

Fuller House‘ é um reboot da série clássica ‘Três é Demais‘.

O elenco conta com Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin, Andrea Barber, Michael Campion, Elias Harger, Soni Bringas, Dashiell Messitt e Fox Messitt.

Filha de Paul Walker compartilha vídeo JAMAIS visto do ator; Assista!

Em 2020, a trágica perda do ator Paul Walker completará sete anos. E de forma inesperada, sua filha – Meadow Walker – compartilhou um vídeo jamais visto do astro.

O material traz o astro sendo surpreendido pela própria filha em seu aniversário, em um momento familiar apaixonante.

Confira:

 

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I never thought I’d share this. But it felt right. Be good. I love you. Stay safe. xx

Uma publicação compartilhada por Meadow Walker (@meadowwalker) em

Vale lembrar que recentemente o ator Vin Diesel revelou que decidiu continuar a franquia de ‘Velozes e Furiosos‘ como uma promessa feita ao melhor amigo Paul Walker. Na ocasião, ele relatou ao USA Today:

“A cada filme que fazíamos, ele ficava tão feliz. Ele estava sempre tão empolgado e tão orgulhoso que seu irmão pensava nesses filmes antes do estúdio, eu bolava as histórias pra ele. Ele se orgulhava disso. Eu me encontrava com ele, e ele estava com aquele sorriso gigante. Mais tarde naquela noite estávamos conversando e prometi a ele que faríamos até o décimo filme. Pode não significar nada para mais ninguém, mas para mim em um nível pessoal, essa é a promessa que fiz ao meu irmão. E eu prometo honrar isso”, afirmou.

Universal Pictures do Brasil confirmou o adiamento da sequência para abril de 2021 por causa do surto de Coronavírus.

Confira:

Para a nossa família de fãs de Velozes,
Nós sentimos todo o amor e a expectativa de vocês pelo próximo capítulo da nossa saga. É por isso que é especialmente difícil comunicá-los que nós precisamos mudar a data de lançamento do filme. Se tornou claro que não vai ser possível para todos os nossos fãs ao redor do mundo assistir ao filme em maio.

Nós estamos mudando a data do lançamento mundial para abril de 2021, com a América do Norte lançando em 2 de abril. Embora saibamos que é decepcionante ter que esperar um pouco mais, essa mudança está sendo feita pela segurança de todos como nossa principal consideração. A mudança de data vai permitir que a nossa família global viva junta a experiência do novo capítulo. Vemos vocês no ano que vem.

Com amor,
Sua Família Velozes

Como diversos cinemas e shoppings foram fechados ao redor do mundo para evitar a propagação da doença, o estúdio decidiu aguardar um ano até que a situação seja amenizada.

Lembrando que diversas produções tiveram sua estreia adiada por causa da epidemia, incluindo ‘007 – Sem Tempo para Morrer’, adiado de abril para novembro, e ‘Um Lugar Silencioso 2‘, que ainda não teve previsão divulgada.

Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Upload’: Filmagens da 2ª temporada são iniciadas; Confira a imagem!

As filmagens da 2ª temporada de ‘Upload’ já foram iniciadas e para comemorar o retorno aos trabalhos, a Amazon Prime Video compartilhou uma inédita imagem dos bastidores.

O material em questão traz os atores Robbie Amell e Andy Allo em destaque, respeitando o distanciamento social entre as filmagens.

Confira:

Confira o trailer da série:

A série tem produção executiva de Greg Daniels e Howard Klein, dois dos autores da versão americana de ‘The Office‘.

Na trama, pessoas que estão prestes a morrer podem ser ‘upadas’ em uma pós-vida virtual da sua escolha. O ano é 2033 e aqui temos Nora, uma romântica em segredo, nascida no Brooklyn e que trabalha em um serviço ao consumidor para um luxuoso ambiente de realidade virtual. Quando o belo e festeiro Nathan bate seu carro, sua exigente namorada faz o upload dele permanentemente dentro do mundo virtual onda Nora se encontra.

O elenco ainda conta com Andy Allo, Zainab Johnson, Kevin Bigley, Allegra Edwards, Owen Daniels e Andrea Rosen.

Primeiras Impressões | Yellowjackets retorna ainda melhor com impressionante 2ª temporada

O pulsante instinto de sobrevivência que devaneia os protagonistas e – consequentemente – a audiência, retorna ainda mais latente na 2ª temporada de Yellowjackets. Diante da pavorosa morte de Jackie (Ella Purnell), a inóspita e gélida floresta onde nossos sobreviventes se encontram começa a ecoar ruídos ensurdecedores. Entre o frio congelante e a desnutrição, existe uma atmosfera mórbida que emana a fome. Padecendo em um contexto assombroso onde não há nenhum feixe de esperança, todos são consumidos pelos seus apetites mais vorazes e – naturalmente, mais perversos.

É nessa insanidade mental e exaustão física que Yellowjackets abre sua nova temporada. Angustiante e psicologicamente desafiante, ela convida a audiência mais uma vez para uma nova epifania dos horrores, onde suspense, terror e mistério se unem ao sincretismo religioso que quase flerta com ares ocultistas. Diante da mais pura animalização do ser humano, a série começa a explorar mais a fundo as motivações de seus protagonistas, à medida em que se concentra em entregar uma cartela de análises de personagens. Com sua linha temporal sempre dinâmica, entre passado e presente, acompanhamos o íntimo desenvolvimento dos nossos sobreviventes, com pequenas pétalas sendo reveladas gradativamente.

Agora em um contexto onde não há mais a necessidade de traçar seus alicerces narrativos, a produção que é fruto de uma parceria entre a Paramount+ e a emissora Showtime se aprofunda ainda mais nos meandros da desértica floresta. Com o rigoroso inverno sendo tão protagonista quanto o elenco principal, o novo ciclo ainda nos presenteia com uma espetáculo de direção de fotografia, em tomadas aéreas que ressaltam a beleza bucólica da região, em contraste com o conflitante cenário que Shauna, Taissa, Natalie, Misty, Ben, Lottie, Vanessa e Travis enfrentam. E já em outra direção, o assombrado presente vivido pelas talentosoas Melanie Lynskey, Christina Ricci, Juliette Lewis e Tawny Cypress é dominado por suas brilhantes performances. Sempre à beira de um ataque de nervos, elas são a epítome da essência de Yellowjackets.

Com Elijah Wood trazendo um toque de excentricidade maior à trama, a nova temporada recupera seu fôlego e arrebata a audiência para um submundo sombrio, frio e ainda misterioso. Revelando muito pouco de toda a estranha e traumática jornada vivida pelo excepcional elenco jovem formado por Jasmin Savoy Brown, Sophie Thatcher, Sammi Hanratty, Steven Krueger, Courtney Eaton, Liv Hewson e Kevin Alves, Yellowjackets segue segurando suas reviravoltas, mas sem nos deixar na mão. Aqui, Ashley Lyle e Bart Nickersonse se certificam de entregar o bastante para nos manter envolvidos, mas ainda no escuro. E emando um pouco da mesma atmosfera de Lost em seu 2º ciclo, a produção continua se mantendo no pódio como um unicórnio: raro e único.

Prometendo novos desdobramentos cercados por circunstâncias cada vez mais macabras, a série de suspense prova o seu valor e promete chocar o público cada vez mais até seus últimos episódios. Com uma primeira metade de capítulos excelentes e envolventes, Yellowjackets mostra que possui cartas valiosas ainda escondidas. Elevando as nossas expectativas, sob a garantia de que as apostas estão cada vez mais altas, a 2ª temporada da original Paramount+ já é um presente para quem tem sede de originalidade e fome de terror psicológico.

Anime que bateu ‘Avatar 2’ no Japão estreia no Brasil com 100% no Rotten Tomatoes

Lançado no Japão em dezembro de 2022, The First Slam Dunk superou Avatar: O Caminho da Água nas bilheterias japonesas. Com um enorme número de fãs, a adaptação do mangá Slam Dunk chega ao Brasil nesta quinta-feira, dia 3 de agosto, graças a distribuição do Cinecolor.

Criado por Takehiko Inoue, a obra é um fenômeno editorial com mais de 170 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, entre os 31 volumes publicados, entre outubro de 1990 e junho de 1996. Além disso, Slam Dunk virou série de televisão entre 1993 e 1996, em um total de 101 episódios e a conquista de espectadores entusiasmados. 

Produzida, dirigida e escrita pelo criador original Takehiko Inoue, esta é a primeira adaptação do cultuado mangá para o cinema. Para a alegria dos espectadores brasileiros, tanto a recepção do público quanto da crítica foram excelentes no exterior. No seu país de origem, The First Slam Dunk bateu recordes, dando-se o luxo de superar a superprodução de James Cameron em número de entradas.

Sucesso de Público

Por oito semanas consecutivas, a animação ocupou o primeiro lugar nas bilheterias japonesas, tornando o Japão o único país onde Avatar: O Caminho da Água nunca liderou as bilheterias semanais.O longa-metragem igualmente retirou o sucesso Suzume, de Makoto Shinkai, do topo das paradas quando entrou em cartaz. 

Leia também: Quais são as Melhores Animações do primeiro semestre de 2023?

The First Slam Dunk é o segundo filme mais visto no Japão entre 2022 e 2023, com arrecadação de mais US$106 milhões no país, atrás somente de One Piece Film: Red (2022), com US$151 milhões, ambos da mesma produtora Toei Animation Company. Lançado em outros países asiáticos, na Europa e nos Estados Unidos, a animação já fez mais de US$151 milhões no mundo inteiro e chega a mais 15 países neste segundo semestre. 

Sucesso de Crítica

Se não bastasse a aceitação do público na compra de ingressos, a crítica também se rendeu a qualidade do longa. No agregador de notas de profissionais da imprensa, Rotten Tomatoes, The First Slam Dunk apresenta o admirável 100% de aprovação. Assim como no MetaCritic, o longa aparece com nota 87/100. Já no IMDb, o banco de dados global de cinema, a produção ostenta cotação 8,4/10.

Entre as considerações sobre o filme, o jornalista Calum Marsh, do New York Times, afirma: “The First Slam Dunk é um ótimo filme de basquete porque entende o que há de bom no basquete”. Do mesmo modo, o crítico Panos Kotzathanasis, do site Asian Movie Pulse, declara: “É um filme super divertido que vai agradar principalmente aos fãs do anime esportivo e da série em particular, ao mesmo tempo em que há elementos que também vão tocar um público diferente. Em  geral, é uma obra excelente.

O Enredo do Filme

Após 25 anos do seu último episódio, The First Slam Dunk é uma continuação da história, porém o personagem secundário nas produções anteriores, Ryota Miyagi, torna-se o protagonista nesta nova narrativa. O enredo, portanto, é totalmente compreensível para quem nunca leu o mangá ou viu o anime. 

O longa acompanha os desafios de Ryota Miyagi na equipe de basquete da Shohoku High School durante o campeonato nacional inter-secundário. Ele destaca-se entre os outros por seus movimentos em quadra de forma inteligente e super rápidos. 

Seguindo os passos do seu irmão mais velho, jogador local famoso desde cedo, Ryota viciou-se no basquete. No segundo ano do ensino médio, ao lado dos companheiros de time Sakuragi, Rukawa, Akagi e Mitsui, ele compete pelo título contra os jogadores da Sannoh Kogyo High School. Qual será o resultado? Resposta a partir de 3 de agosto nos cinemas brasileiros.

Veja os looks que mais se destacaram no Red Carpet do Oscar 2018!

Hoje acontece a cerimônia de entrega do Oscar 2018 e separamos para vocês alguns dos looks dos artistas que mais estão chamando a atenção no Red Carpet! Confira a galeria:

Assista ao Oscar 2018 AO VIVO com o CinePOP

 

Johnny Depp acusa Amber Heard de agressão

A polêmica envolvendo Johnny Depp e Amber Heard acabou de ganhar um novo capítulo, isso porque, após ser acusado judicialmente de violência contra sua ex-mulher, Depp também decidiu (judicialmente!) acusar Heard pelo mesmo motivo: violência doméstica.

Segundo informações da Entertainment Weekly, o vilão de ‘Animais Fantásticos 2’ alega que sua ex-esposa teria agredido seu rosto com dois socos, por ter chegado atrasado em seu aniversário e afirma que não jogou um iPhone contra ela, famoso caso que deu início à disputa judicial entre os dois, lá em 2016.

Na acusação, Depp explica que havia avisado que se atrasaria para o aniversário mas que ela, bêbada, teria perdido o controle e lhe agredido no rosto. Os advogados da atriz logo se manifestaram sobre as acusações:

“Essas alegações são totalmente falsas e infundadas. Basta ler o artigo da revista Rolling Stone sobre o Sr. Depp para entender o seu estado mental. No momento, o Sr. Depp está sendo processado em múltiplas frentes, inclusive por ter agredido um produtor de locações no set do filme ‘City of Lies’. Em diversas ocasiões, testemunhas observaram a extensão do abuso que o Sr. Depp infringiu à Sra. Heard”

Novidades sobre o desenrolar desse caso devem surgir em breve.

Crítica ‘Invasão Secreta’ | Terceiro episódio é o melhor da série até aqui

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu o terceiro episódio de Invasão Secreta, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

O terceiro episódio de Invasão Secreta está no Disney+, o que marca o começo da reta final da série de seis capítulos da Marvel. O que é uma pena, porque apesar de estar sendo construída uma das melhores produções do MCU no streaming, é inegável que o envolvimento do público está longe de ser o mesmo de outras séries, como WandaVision e Mulher-Hulk: Defensora de Heróis. Não que haja comparação entre as séries, até porque cada uma traz uma proposta diferente, mas é mais para apontar como essa quantidade quase industrial de produções no mesmo universo foi uma das causas pela fadiga do público na já finalizada Fase Quatro, e como isso ainda reflete na Fase Cinco.

De qualquer forma, o terceiro episódio de Invasão Secreta conseguiu sintetizar perfeitamente o que é a série, em seus acertos e erros, o que faz dele o melhor capítulo da saga conspiratória de Nick Fury até o momento.

O episódio anterior havia terminado com um gancho muito promissor envolvendo a esposa de Fury. Revelar a personagem como sendo uma Skrull – que assume a forma humana segundos antes do espião voltar ao lar – levou o público a se questionar se Fury sabia ou não que sua amada era uma alienígena infiltrada. E confesso que as expectativas criadas foram melhores que a trama oficial, já que o terceiro episódio já começa com um flashback em que vemos o início do relacionamento do casal, provando que ele sempre soube que ela era uma Skrull. A ideia de terem infiltrado uma agente na casa de Nick sem que ele soubesse era muito promissora e até cruel por parte dos antagonistas, mas se trabalharem bem essa “traição” da amada se voltando contra o planeta que a acolheu e aquele que ela escolheu passar a vida ao lado, pode funcionar bem.

No entanto, o mais provável parece ser o foco em outra dupla: Fury e Talos. Não é segredo para ninguém que a proposta da série está girando ao redor da desconstrução total do mito de Nick Fury e seu arquétipo do superespião machão invencível. E parte fundamental desse processo é entender a complexidade de sua amizade com o alienígena Talos, que por anos foi seu único amigo 100% verdadeiro na Terra. Neste episódio, inclusive, há um leve embate entre os dois que precedeu uma possível reconciliação, que resume bem o que foi criado entre eles nesta produção até aqui.

Depois de dar um esporro colossal no amigo galáctico, que acabara de salvar sua vida, Fury pôs em risco não apenas sua amizade, mas a principal aliança que ele construiu em sua história. Conforme o próprio Talos revelou, o humano só se tornou O Nick Fury por conta de sua ajuda e dos Skrulls infiltrados, que repassaram informações valiosíssimas para ele ao longo dos anos, o transformando no ser humano mais bem-informado do mundo, o que o levou a assumir o cargo de diretor da S.H.I.E.L.D., resultando na formação dos Vingadores e tudo mais.

E novamente há de se destacar o trabalho espetacular de Ben Mendelsohn, que trouxe um carisma muito grande para seu Talos. A série abre uma grande oportunidade para que ele traia a raça humana a cada episódio, mas ele se mantém fiel aos seus ideais e à promessa feita por Fury nos anos 90 para seguir leal a seu povo e ao planeta que o acolheu. É bem possível que ele termine a série como vilão, o que teria um peso enorme justamente pela construção de personagem incrível de Ben. De verdade, é impossível não se afeiçoar pelo personagem, que muitas vezes demonstra mais humanidade e diplomacia que os próprios humanos retratados na série.

Ele transita entre o núcleo dos Skrulls e o dos humanos, se tornando um ponto de equilíbrio em uma série marcada por esses dois opostos. Enquanto o lado humano, protagonizado por Samuel L. Jackson – que também faz um trabalho ótimo, trazendo ao Nick Fury camadas nunca antes exploradas – é muito intenso e bem trabalhado, o lado dos aliens é carente de peso. Quer dizer, os pontos trazidos por Gravik (Kingsley Ben-Adir) são válidos e houve até mesmo um momento de reflexão sobre as diferentes pessoas que convivem em sociedade, mas ficou por aí mesmo.

Por mais que sejam terríveis, suas ações não causam tanto impacto assim, fazendo do personagem um vilão com potencial multidimensional, mas que vem sendo trabalhado da forma mais cliché possível. Agora ele vai oficialmente se tornar um Super Skrull, o ápice de sua espécie, com poderes especiais para derrotar os Vingadores. Ou seja, provavelmente não veremos mais algum tipo de desenvolvimento de personalidade e sim de poderes. Junto a ele, a traidora Gi’Ah, vivida pela adorável Emilia Clarke, prometeu muito e pouco fez. E nem foi culpa da atriz, mas da direção, que a relegou a um papel de coadjuvante com pouquíssimo tempo de tela. E que pecado é subaproveitar a personagem desse jeito, porque ela é justamente o ponto de desequilíbrio de Talos. Uma pena.

Por fim, o episódio termina com uma revelação que deveria ser bombástica: James Rhodes (Don Cheadle) é um Skrull. Isso é sugerido inicialmente pela afirmação de Fury que diz que ninguém que o conhece de verdade o chama de “Nick” – e Rhodes o chamou pelo primeiro nome quando foi demiti-lo no segundo episódio -, e pela voz na ligação aos Skrulls na cena final deste capítulo. Ter um alien infiltrado em meio aos Vingadores, com ligação direta ao principal herói da última década, deveria ser uma revelação de parar todo o MCU, até por sua relevância, só que toda essa situação é conduzida de forma insossa. Tanto que assim que o herói apareceu na semana passada, até quem não era fã já entendeu que aquele ali não era o Rhodes de sempre. O personagem tinha atitude demais para isso.

Enfim, o mistério agora é descobrir o que os Skrulls estão fazendo com as pessoas que são substituídas. Também fica o questionamento de desde quando Rhodes foi trocado pela cópia alien. Seria engraçado se revelassem que ele foi trocado entre 2008 e 2010, que foi quando a Marvel reescalou o ator do personagem e agiu como se ninguém notasse, mas é provável que usem o período do Blip como justificativa para a troca. Isso, inclusive, justificaria a mudança de personalidade dele em Vingadores: Ultimato (2019), por exemplo.

Os novos episódios de Invasão Secreta estreiam toda quarta no Disney+.

Primeiras Impressões | O Mandaloriano – 3ª Temporada Traz Muita Ação, Groguices e o Passado de Din Djarin

Que ‘O Mandaloriano’ é um sucesso mundial, isso já é fato. Razão pela qual a espera pela terceira temporada da série derivada do universo de ‘Star Wars’ tem sido tão intensa, até mesmo por conta dos anúncios feitos pela Disney nesse ínterim de espera. Considerando que a série estreou no fim de 2019 e a segunda temporada chegou pra gente no fim de 2020, no auge da pandemia, e que a terceira temporada está chegando aos assinantes da Disneyplus somente hoje, 1o de março de 2023… é, a espera foi muito, muito longa. Mas não decepcionou! A mais nova parte da saga de Din Djarin começou com tudo!

Após se tornar um apóstata por haver removido seu capacete voluntariamente e em público, o Madaloriano (Pedro Pascal) só consegue pensar em uma coisa: voltar a Mandalore para se banhar nas Águas Vivas, onde se purificará de seus pecados e, assim, conseguir recuperar sua honra de ser um Mandaloriano. Porém, isso se torna virtualmente inviável, uma vez que seu país natal fora destruído e envenenado por completo, e todas as pessoas que ali viviam já não estão mais por lá. Ao menos é isso que dizem por aí… mas Din Djarin tem provas concretas de que talvez Mandalore não esteja tão arrasada quanto as notícias faazem acreditar, então, ele empenhará todos os seus esforços para voltar ao seu planeta natal, e com a criaturinha verde Grogu a tiracolo.

As primeiras impressões sobre o novo episódio da saga do Mandaloriano é que a nova fase será recheada de ação, drama sobre o passado desconhecido do protagonista, e muita fofurice protagonizada por Grogu, o personagem mais vendido dos últimos anos na franquia da saga. Já de cara, no episódio intitulado ‘O Apóstata’, Grogu protagoniza ao menos três alívios fofos, elevando o fofurômetro lá em cima, contrapondo com a sisudez do protagonista e, assim, conseguindo o equilíbrio perfeito.

A direção de Rick Famuyita neste episódio garante o bom balanço entre apresentação da história, cenas de ação e recuperação de elementos clássicos da saga – tudo realizado com bom empenho entre elenco e responsáveis técnicos pelos efeitos. Aos fãs, isso significa que temos desde personagens queridos voltando ao enredo – como o (agora) Alto Magistrado Greef Karga (Carl Weathers) e um outro que fará o público sorrir – como também uma clássica cena de bangue-bangue nas galáxias, ao melhor estilo Han Solo.

É importante salientar que caso o espectador não tenha visto as temporadas anteriores de ‘The Mandalorian’ provavelmente ele ou ela não entenderá nada do que está acontecendo nesta terceira parte, uma vez que a produção faz link direto com acontecimentos anteriores. Por outro lado, fica bastante claro que a missão original de Din foi concluída (entregar Grogu para ser treinado por um jedi), mas que não dera em nada (já que claramente Grogu optara por ficar com Din do que ficar aos cuidados de Luke Skywalker), e que a história volta ao seu ponto inicial – o Mandaloriano com uma criança pra cima e pra baixo nas suas missões – então, nesse sentido, o mote não só repete o que já fora apresentado, como também traz um plot muito simples a quem está chegando agora entender.

Tudo indica que a terceira parte da jornada de ‘O Mandaloriano’ será repleta de ação, com pitadas de nostalgia e drama sobre pontos de sua vida primeva sendo acompanhado por doses e mais doses de fofurice de Grogu. Em suma: tudo que o fã de Star Wars queria.

Liam Neeson é retaliado após comentários racistas: ‘Queria matar um preto bastardo’

Liam Neeson está sendo duramente criticado depois de compartilhar uma história bastante racista de vingança.

De acordo com o site Entertainment Weekly, um crescente número de internautas declarou que o ator de ‘Busca Implacável’ está “cancelado” depois dos comentários que fez em entrevista ao site The Independent para promover seu próximo filme, ‘Vingança a Sangue Frio’, durante a qual se recordou de querer vingança depois de uma amada mulher de sua vida alegar ter sido estuprada.

“É algo primitivo – Deus impeça que você tenha um membro da família sob condições assim. Vou te contar uma história verdadeira”, Neeson disse.

“Ela lidou com a situação do estupro da forma mais extraordinária possível. Mas minha reação imediata foi… Eu perguntei se ela sabia quem era. Não. ‘De que cor eles eram?’. Ela disse que foi um homem negro”.

Ele acrescentou dizendo que ia de cima para baixo nas áreas de “risco, esperando ser abordado por alguém”.

“Estou envergonhado de dizer isso – e eu fiz isso durante uma semana, esperando que um ‘preto bastardo’ saísse de um pub e viesse até mim por alguma razão, sabe? Para que eu pudesse matá-lo”, Neeson continuou. “Quando eu parei, fiquei pensado, ‘Mas que m**** você está fazendo?'”.

Assim que a entrevista foi disponibilizada, diversos internautas começaram a criticá-lo pela postura totalmente racista. Frederick Joseph, por exemplo, disse que “Liam Neeson estar pronto para tirar a vida de qualquer negro apenas mostra como as vidas dos negros são insignificantes para alguns”.

Trey Taylor também usou a plataforma para dizer que “bom, acho que Liam Neeson admitiu publicamente que é racista”.

‘Incident at Fort Bragg’: Diretor de ‘Maria & João’ vai comandar novo thriller sobrenatural

Osgood Perkins, conhecido por dirigir o terror ‘The Blackcoat’s Daughter’, vai comandar um novo thriller sobrenatural intitulado ‘Incident at Fort Bragg’ (‘Incidente no Forte Bragg’, em tradução livre).

O projeto é inspirado pela história real de um padre irlandês chamado Malachi Martin, que foi trazido para os Estados Unidos para realizar um exorcismo em um jovem soldado no Forte Bragg, a maior instalação militar do mundo.

Perkins também ficará responsável pelo roteiro, com Scott GlassgoldScott Sheldon como produtores.

Além de dirigir e escrever o filme supracitado, que estrelou Emma RobertsKiernan Shipka, Perkins é conhecido por seu trabalho no longa original da Netflix ‘I Am the Pretty Thing That Lives in the House’, protagonizado por Ruth Wilson. Seu próximo projeto será ‘Maria & João’, releitura macabra do clássico conto dos Irmãos Grimm que tem estreia marcada para 31 de janeiro de 2020.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

10 Séries Biográficas para Maratonar na Netflix

 

A VIDA E A HISTÓRIA DE MADAME C.J. WALKER (2020)

Temporadas: minissérie com 04 episódios

A história de Madam C.J. Walker (Octavia Spencer), ativista social e primeira mulher milionária dos Estados Unidos a conquistar a própria fortuna: por meio de uma linha de produtos capilares e cosméticos para mulheres negras.

THE CROWN (2016 – PRESENTE)

Temporadas: 03

A Rainha Elizabeth II já foi retratada de diversas formas na indústria do entretenimento, mas certamente foram Claire FoyOlivia Colman que entregaram uma nova rendição da icônica monarca. Filha do rei George VI, Elizabeth II sempre soube que não teria uma vida comum. Após a morte do seu pai em 1952, ela dá seus primeiros passos em direção ao trono inglês, a começar pelas audiências semanais com os primeiro-ministros ingleses. A produção já está renovada até a quinta temporada e trará Imelda Staunton como a rainha no último ciclo.

ALIAS GRACE (2017)

Temporadas: minissérie com 06 episódios

Grace Marks (Sarah Gadon) é uma jovem irlandesa de classe média baixa, que decide tentar a vida no Canadá. Contratada para trabalhar como empregada doméstica na casa de Thomas Kinnear (Paul Gross), ela é condenada à prisão perpétua pelo assasinato brutal do seu patrão e da governanta da casa, Nancy Montgomery (Anna Paquin). Passados 16 anos desde o encarceramento da imigrante, o Dr. Simon Jordan (Edward Holcroft) se apaixona por Grace e fará de tudo para descobrir a verdade sobre o caso.

MANHUNT (2017 – PRESENTE)

Temporadas: 02 (divididas em ‘Unabomber’ e ‘Deadly Games’)

Um retrato sobre o dia a dia de agentes do FBI em suas missões para desvendar célebres casos criminais. A primeira investigação é sobre uma caçada de aproximadamente 20 anos para capturar Ted Kaczynski, mais conhecido como o terrorista “Unabomber”, que foi condenado à prisão perpétua por ter participado de uma série de atentados nos Estados Unidos. Já a segunda investigação narra um dos maiores e mais complexos caçadas em solo americano: a busca pelo bombardeiro dos Jogos Olímpicos de Atlanta em 1996, e a tempestade na mídia que consumiu a vida de Richard Jewell, um segurança que descobriu o esquema de bombas e colocou sua vida em risco para salvar centenas de pessoas.

NARCOS (2015 – 2018)

Temporadas: 03

A vida e a morte de Pablo Escobar (Wagner Moura), um dos maiores narcotraficantes do mundo, chefe do Cartel de Medellín, na Colômbia. Escobar também era conhecido por ser um homem de família e reverenciado pela população mais pobre como um tipo de Robin Hood.

NARCOS: MÉXICO (2018 – PRESENTE)

Temporada: 02

O spin-off de ‘Narcos’ foca na ascensão do Cartel de Guadalajara durante a década de 1980, quando Félix Gallardo (Diego Luna) assume o comando e promove a unificação do tráfico para construir um império no país. Enquanto isso, Kiki Camarena (Michael Peña), um agente da DEA, se muda para a cidade mexicana com a família e começa a investigar os narcotraficantes locais.

OLHOS QUE CONDENAM (2019)

Temporadas: minissérie com 04 episódios

Uma das produções mais chocantes e envolventes do no passado, ‘Olhos que Condenam’ une as forças de Ava DuVernayOprah Winfrey para contar a história de cinco jovens negros do Harlem que foram injustamente acusados de estuprarem uma mulher no Central Park. Eles só foram inocentados em 2014, depois que evidências de DNA comprovaram que o grupo não estava conectado ao brutal crime contra Trisha Meili.

ORANGE IS THE NEW BLACK (2013 – 2019)

Temporadas: 07

Piper Chapman (Taylor Schilling) é uma mulher por volta de seus 30 anos que é sentenciada a 15 meses de prisão após ter cometido crimes para sua ex-namorada, a traficante Alex (Laura Prepon) — que não vê há mais de uma década. Piper troca a sua vida confortável de Nova York, com o noivo Larry (Jason Biggs), pelo macacão laranja, e cumpre sua sentença na Penitenciária Feminina de Litchfield. Para sobreviver, ela precisa aprender a conviver com as outras detentas, como Red (Kate Mulgrew), Nicky (Natasha Lyonne), Taystee (Danielle Brooks) e Crazy Eyes (Uzo Aduba). O que Piper não espera é encontrar a ex cumprindo pena no mesmo lugar.

THE ENGLISH GAME (2020)

Temporadas: minissérie com 06 episódios

Criada por Julian Fellowes (‘Downton Abbey’), a minissérie gira em torno de dois jogadores de futebol da Inglaterra dos anos 1870 que enfrentam os desafios de mudar o esporte de uma vez por todas – culminando em sua fenomenal popularidade nos dias de hoje.

AMERICAN CRIME STORY (2016 – PRESENTE)

Temporadas: 02 (a segunda temporada não está disponível na Netflix)

‘American Crime Story’ é a antologia subsequente a ‘American Horror Story’, criada por Ryan Murphy. O primeiro ano foca no julgamento de O.J. Simpson, que foi acusado de assassinar sua esposa, e é composto por dez episódios. O segundo ciclo, por sua vez, foca no homicídio do famoso estilista de moda Gianni Versace pela mãos de Andrew Cunanan.

‘Robin’s Wish’: Documentário sobre vida de Robin Williams ganha pôster incrível; Confira!

O documentário ‘Robin’s Wish‘, que mostra os últimos dias do ator Robin Williams, ganhou seu primeiro cartaz oficial.

Confira, junto ao tocante trailer:

Tylor Norwood é responsável pela direção.

O documentário mostra a vida do ator Robin Williams e sua luta contra uma doença neurodegenerativa mortal. O projeto traz entrevistas com a viúva do astro, Susan Schneider Williams, assim como também seus amigos Shawn Levy, John R. Montgomery e David E. Kelley.

A produção será lançada direto em VOD no dia 1º de setembro.

Os 20 Melhores Álbuns de 2020

2020 foi um ano recheado de conturbações e impedimentos – mas não para a música.

Já fazia quase uma década desde os artistas independentes e até mesmo mainstream não se aventuravam com tanta paixão em obras dignas de entrarem para a história, misturando o passado, o presente e até mesmo o futuro em narrativas competentes, escapistas e, principalmente com o intuito de nos deixarem um pouco mais confortáveis em um período marcado por descontentamentos.

Desde o eufórico ‘Chromatica’, retorno de Lady Gaga às suas raízes do final dos anos 2000, até as latinidades sensuais de Isabela Merced com o EP ‘the better half of me’, passando pelo rock alternativo do exuberante ‘Fetch the Bolt Cutters’, de Fiona Apple, separamos uma breve lista com os vinte melhores álbuns do ano.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

20. THE BETTER HALF OF ME, Isabela Merced

“O maior sucesso que a cantora e compositora encontra aqui é a capacidade de manter-se rejuvenescida em meio a tantos lançamentos e nomes que surgem esporadicamente no mundo afora – deixando claro quais são os gêneros pelos que tem mais gosto de explorar. Em cada peça fonográfica, o ritmo e a melodia combinam-se em uma ambiência sólida o suficiente para criar afinidade com seus interlocutores, mesclando humor e tragédia com toques do legado da geração millenial (como a forte presença dos anos 1980). No final das contas, the better half of me entrega muito mais do que esperávamos, merecendo muito mais carinho e reconhecimento do que provavelmente terá.” – Thiago Nolla

19. SONG FOR OUR DAUGHTER, Laura Marling

O sétimo álbum de estúdio de Laura Marling é o seu melhor até hoje. Comparando com suas obras anteriores, ‘Song for Our Daughter’ é uma narrativa místico-ficcional que traz arranjos instrumentais mais esparsos e mais fincados no minimalismo sonoro para criar uma atmosfera íntima. Os vocais impecáveis de Marling são acompanhados do violão e de uma ecoante percussão ao fundo, apoiada pela melodia apaixonante do piano e por uma produção competente de Rob Moose.

18. SILVER LANDINGS, Mandy Moore

“‘Silver Landings mantém-se coeso o suficiente ao longo de suas breves dez faixas; pautado em estilos que agora vêm dando espaço para o pop e o disco-dance­ das décadas anteriores, a artista foi ousada em se deixar levar por aquilo que mais lhe chamou a atenção. O resultado, apesar de alguns breves deslizes que se concentram na esquecível “Save a Little for Yourself”, é aplaudível ao ponto de considerarmos este um dos grandes comebacks do ano” – TN.

17. AFTER HOURS, The Weeknd

“Foi pensando numa continuidade de sua dramática arte que The Weeknds criou intenções interessantes e promissoras para After Hours, seu quarto álbum de estúdio que, seguindo o passo de tantas outras figuras de alto calibre na esfera contemporânea, resolveu se respaldar nas décadas passadas incrementar icônicas sonoridades com algumas transgressões e fusões outrora inimagináveis. E, ainda que tenha permanecido de certa maneira em sua zona de conforto, é visível o modo como sempre busca por algo diferente para entregar a seus “seguidores” – alcançando proeza invejável em grande parte.” – TN

16. HOW I’M FEELING NOW, Charli XCX

“Mais uma vez, a cantora toma as rédeas de sua carreira e faz o que bem entender com as músicas que lhe inspiraram, trabalhando numa forte parceria ao lado de produtores como Dijon DuenasA.G. Cook e BJ Burton (colaboradores de longa data que parecem sempre encontrar uma brecha para superarem a si próprios). De um lado, sua presença ganha força descomunal a cada ano sem esbarrar nas ruínas de uma monotonia fatigante; de outro, soa fora dos padrões e pode ser recebido com repulsa ou ignorância por aqueles mais acostumados com o “pop chiclete” que vem regendo 2020 desde os primeiros dias do ano.” – TN

15. AVES DE RAPINA (OST), Vários Artistas

“A proeminência de Doja Cat abre a produção com a incrível “Boss Bitch” que, mesmo seguindo uma construção já ouvida antes (ainda mais quando pensamos na transição dos anos 2000 para os 2010), transborda com um delicioso rap guiado por sintetizadores do electro e do dance-pop, entregando uma rendição frenética e inebriante ao extremo – sabendo o momento certo de recuar para um instrumental mais densa e de utilizar os familiares moduladores de voz. Pouco depois, é a vez de Charlotte Lawrence brilhar com as samples emprestadas de Nina Simone em “Joke’s On You”, ganhando um espaço mais que merecido e pavimentando uma trajetória rumo a uma discografia de bastante sucesso.” – TN

14. LETTER TO YOU, Bruce Springsteen

‘Letter to You’ é uma das conquistas mais peculiares e incríveis da carreira de Bruce Springsteen. O ícone do rock voltou seis anos depois de seu último lançamento de originais e trabalhou arduamente após um longo bloqueio criativo. Felizmente, ele se reuniu com o produtor Ron Aniello. Os versos discutem temas como arrependimento, envelhecimento e a inevitabilidade da morte – este último vindo como reflexo da morte de seu ex-colega de banda George Theiss.

13. PICK ME UP OFF THE FLOOR, Norah Jones

“A lendária e distinta Norah Jones ganhou fama nos anos 2000, quando lançou seu primeiro álbum de estúdio intitulado Come Away with Me (cuja música-título até mesmo foi regravada em uma nostálgica rendição por Emma Bunton). Depois de vender quase 30 milhões de cópias e tornar-se um dos maiores nomes do jazz-folk do século XXI, Jones teve sua carreira catapultada para uma prolífica discografia, que lhe rendeu nada menos que nove prêmios do Grammy. Agora, duas décadas depois de seu début, ela retorna à glória com sua melhor obra em dez anos, o nostálgico e que tangencia o cinematográfico ‘Pick Me Off the Floor’, que, ao longo de suas onze estupendas faixas, entra facilmente para a lista das grandes produções de 2020 que abrem com o pé direito um novo ciclo.” – TN

12. PUNISHER, Phoebe Bridgers

Phoebe Bridgers conquistou o espaço merecido em 2020 com o lançamento não apenas de seu segundo álbum de estúdio, mas de um EP poucos meses depois. Entretanto, a produção que entrou para nossa lista é ‘Punisher’ – uma continuação impecável do emo-folk já explorado em sua estreia com ‘Stranger in the Alps’. Aqui, o indie rock também ganha espaço ao longo de onze faixas escrita com candura excepcional e uma multidimensionalidade psicodélica que transforma uma simples jornada em uma aventura sinestésica.

11. SÓ, Adriana Calcanhotto

“Calcanhotto já não precisa provar nada para ninguém. Suas irretocáveis rendições vocais são conhecidas seja no escopo adulto, seja no infantil (como não recordar da série de álbuns infantis que assinou sob a alcunha de Adriana Partimpim?). Aqui, a meio-soprano lírico volta sua personalidade para elegíacos versos que puxam elementos do MPB e da bossa-nova, é claro, mas mergulhando-os no cenário contemporâneo do samba e do funk moderno, criando uma amálgama única que funciona do começo ao fim. Retomando a colaboração com o icônico Arthur Nogueira e com a presença de Dennis DJ para a oitava faixa, fica claro que a performer nunca deixa de lado simbologias ambíguas, fazendo questão de imprimir uma construção que tangencia um parnasianismo desconstruído e buscando uma releitura de tudo que já nos foi apresentado.” – TN

10. UNGODLY HOUR, Chloe x Halle

“Dois anos após o lançamento de seu primeiro álbum de estúdio, Chloe x Halle retornam para os holofotes com a estreia de ‘Ungodly Hours’. O novo CD é uma competente produção que explora, talvez mais que a investida anterior (‘The Kids Are Alright’), as habilidades e as incursões vocais de ambas as artistas, bem como letras recheadas com uma envolvência sensual e imediatamente relacionável com qualquer ouvinte que venha procurando boas músicas. Além disso, as irmãs se unem com a icônica produtora e compositora Nija Charles – que é conhecida por trabalhar com alguns dos maiores nomes da indústria fonográfica, incluindo SZACardi B e Lady Gaga. O resultado é uma homenagem clássica e ao mesmo tempo contemporânea a um gênero que já vinha se saturando no cenário mainstream, com uma revisitação poderosa ao fin de siècle.” – TN

9. FUTURE NOSTALGIA, Dua Lipa

“Dua Lipa prova que veio para ficar – e que está pronta para fazer parte das A-Lists da esfera musical. Ao longo de onze canções unidas em um mesmo pano de fundo e convergindo para uma homenagem aplaudível àquilo que a inspira desde sempre, a cantora representa uma urgência coletiva, um pastiche cultural que é canalizado sem qualquer presunção (e era de se esperar que alguém recuperasse a união de vários segmentos, visto que há tempos não víamos isso com tanta expressividade no panorama geral). “Cool”, por exemplo, exala as repetições clássicas de bandas como Pearl Jam e mostra como alinhar os acordes retumbantes da bateria eletrônica e os bruscos cortes antes de voltar ao seu escopo onírico; “Physical” faz uma impactante e sexy declaração de amor a Olivia Newton-John e nos convida para dançar como se não houvesse amanhã; e “Break My Heart”, último single divulgado, deixaria Diana Ross muito orgulhosa.” – TN

8. SET MY HEART ON FIRE IMMEDIATELY, Perfume Genius

O álbum conceitual ‘Set My Heart on Fire Immediately’ é a produção mais ousada do ano – e um bastante prático quando se trata da exuberante carreira de Perfume Genius. Sua quinta incursão fonográfica não abre portas para um ou outro gênero musical, mas sim para dezenas de esferas que variam do art rock até o art pop, passando até mesmo pelo R&B e pelo pop acústico nesse meio tempo. Ao longo de 13 faixas, ele critica a si mesmo e ao feitio da arte, rebelando-se contra aquilo que o colocou no topo do mundo.

7. WHAT’S YOUR PLEASURE?, Jessie Ware

Jessie Ware fez um estrondoso e aplaudível retorno para o mundo da música com o lançamento de ‘What’s Your Pleasure’, seu quarto álbum de estúdio. Sua arquitetura requintada e a ressonância que criou com o hi-NRG e com o post-disco transformaram o que poderia ser uma produção qualquer em um escapismo de alta qualidade, pincelado com as conhecidas incursões semi-melancólicas e uma narcótica jornada arranjada com perfeição ao longo de doze faixas.

6. SAWAYAMA, Rina Sawayama

SAWAYAMA segue o caminho de revitalização da música mainstream e indie e equipara-se a tantos ótimos álbuns lançados em 2020. Rina, por sua vez, mostra-se como um nome que tem muito a oferecer nos próximos anos, talvez representando um futuro brilhante para a esfera fonográfica: suas habilidades criativas são invejáveis e aplaudíveis em todos os sentidos – conseguindo enterrar os poucos deslizes do álbum em performances implacáveis.” – TN

5. CHROMATICA, Lady Gaga

“O pecado de Lady Gaga é nos deixar querendo por mais – e talvez esse pecado seja expurgado em um piscar de olhos, seja quando nos deliciamos com a envolvência gritante de “Enigma”, com a viciante balada desconstruída “Sine From Above”, proferida ao lado de Sir Elton John (e a melhor colaboração do álbum, indiscutivelmente), ou com a elegíaca house pop que ganha forma com “1000 Doves”. E, em um complementar ápice, “Babylon” é uma conclusão sem quaisquer defeitos que nutre de similaridades progressivas com as icônicas produções dos anos 1990, apesar de pincelá-las com um dêitico coro gospel que não poderia ter vindo em melhor hora.” – TN

4. FOLKLORE, Taylor Swift

“Swift foge do escapismo e, ao mesmo tempo, retorna a ele: as impalpáveis texturas que delineia se distanciam de um teatralismo exacerbado, acompanhando de perto uma “humanização” que, mais que nunca, faz-se necessária. “Cardigan”, o carro-chefe do álbum, é uma crítica quase sociológica e hierárquica, guiada pelas notas lo-fi do piano que, numa rápida busca pela discografia da artista, quase nunca foi usado. De fato, Taylor sempre teve em mente construções mercadológicas, essencialmente voltadas para a compra em massa. Folklore renega tudo o que ela já foi e o que é, mas não a deixa de lado por completo, escolhendo mostrar um lado visto com brevidade em incursões menos conhecidas.” – TN

3. GOOD NEWS, Megan Thee Stallion

“Girls in the Hood”“Don’t Stop”“Body” são apenas algumas das incríveis faixas que Megan Thee Stallion constrói para sua estreia fonográfica, ‘Good News’. A rapper fez um barulho gigantesco logo em sua primeira incursão, reunindo toda a confiança e toda a sensualidade que a colocaram no centro dos holofotes e no topo das paradas. Stallion encontra todos os elementos certos e um terreno mais que fértil para fazer o que bem entende – e para celebrar o empoderamento feminino do modo mais explosivo possível.

2. ROUGH AND ROWDY WAYS, Bob Dylan

Rough and Rowdy Ways é uma narrativa que transcende o que se entende e o que se entendeu por música nas últimas décadas. Assim como Apple e seu mais recente lançamento (que alçou voo para o patamar de melhor álbum do ano), Dylan não se restringe apenas a um método de contar o que deseja e o que precisa; pelo contrário, ele tem uma necessidade intrínseca e inalienável de juntar investidas artísticas diversas e bastante abrangentes em um único lugar, fugindo do canto e optando diversas vezes por apresentações faladas – como “Crossing the Rubicon”, que premedita a epítome formada por “Key West” e por “Murder Most Foul”.” – TN

1. FETCH THE BOLT CUTTERS, Fiona Apple

“A verdade é que ‘Fetch The Bolt Cutters’ vai muito além de uma simples resenha ou de algo que ouvimos apenas para passar o tempo: o novo álbum de Fiona Apple atravessa quaisquer preceitos engessados que já carregávamos da indústria musical, destroçando-os em mil pedacinhos e reorganizando-os em um romance, um thriller, um drama, cujas páginas são pequenas e suntuosas caixinhas de surpresas. Mais do que isso, este é um dos poucos casos que entrega muito mais do que promete: iniciando com um irreverente estrondo e terminando com um estrondo ainda mais espetacular.” – TN

‘A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas’: Novo vídeo explica a construção da icônica cena dos Furbys; Confira!

A animação ‘A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas’ já está disponível na Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um vídeo de bastidores explorando processo de construção da icônica cena dos Furbys.

Confira:

A comédia de ficção científica gira em torno de uma família qualquer que, assim como toda família no mundo, se tornou dependente de seus celulares. Mas isso se torna um problema quando todos os aparelhos eletrônicos ganham consciência e se voltam contra a humanidade.

Originalmente intitulado ‘Super Conectados‘, o filme produzido por Phil Lord e Chris Miller (‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘) teve seu título alterado pela Netflix após adquirir os direitos de exibição da Sony Animation.

Michael Rianda (‘Gravity Falls’) comanda a produção a partir do roteiro escrito por Jeff Rowe.

Abbi JacobsonDanny McBrideMaya RudolphEric AndreOlivia Colman estrelam.

‘Stargirl’: Courtney está à beira da morte na sinopse oficial do episódio 02×11; Confira!

A The CW divulgou a sinopse oficial do 11º episódio da 2ª temporada de ‘Stargirl’, intitulado “Summer School: Chapter 11”.

Na trama, “depois de um derradeiro encontro deixar a vida de Courtney por um fio, o time se une para determianr quais serão os próximos passos”.

O capítulo vai ao ar no dia 19 de outubro.

Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

‘Expresso do Amanhã’: Layton toma uma decisão irreversível na promo do episódio 03×06; Confira!

A TNT divulgou a promo oficial do sexto episódio da 3ª temporada de ‘Expresso do Amanhã’, intitulado “Born to Bleed”.

Na trama, “quando o bombardeiro é revelado, Layton entra em consenso com suas decisões do passado antes de agir de modo irreversível”.

O capítulo vai ao ar no dia 01 de março.

Confira:

Vale lembrar que a produção já foi oficialmente renovada para a 4ª temporada.

Criada por Graeme Manson, a série é baseada no filme ‘Expresso do Amanhã‘, lançado em 2013.

Sete anos após o planeta Terra ser lançado em uma era glacial, todos os sobreviventes vivem a bordo de um trem de 1.001 vagões que dá voltas ao redor do mundo sem parar. O trem gigantesco se divide em classes, com a elite nos primeiros vagões e os mais pobres nos últimos. Mas o que acontece quando aqueles que foram oprimidos a vida inteira resolvem se rebelar e lutar?

O elenco conta com Jennifer Connelly, Daveed Diggs, Mickey Sumner, Susan Park, Katie McGuinness, Annalise Basso, Sheila Vand e Sam Otto.

Archie Panjabi (‘The Good Wife’) interpreta Asha, a última pessoa viva na Terra.

Archie Panjabi as Asha in Snowpiercer Season 3
963200- Snowpiercer 304 Unit RF

‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’: Queens se preparam para o próximo desafio na prévia do episódio 07×10!

A WoW divulgou um novo vídeo promocional da 7ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars‘, mostrando a primeira parte do 10º episódio.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que o novo episódio será exibido amanhã, 15 de julho.

O novo ciclo é formado pelas vencedoras Shea Couleé (All Stars 5), Jaida Essence Hall (Season 12), Yvie Oddly (Season 11), Trinity The Tuck (All Stars 4), Monét X Change (All Stars 4), Jinkx Monsoon (Season 5), Raja (Season 3) e The Vivienne (UK Season 1).

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.
RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.
RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.
RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

Além de ganhar US$ 200 mil, a vencedora será coroada a Rainha de Todas as Rainhas.

A atriz Cameron Diaz, a supermodelo Naomi Campbell e a cantora e compositora Tove Lo farão parte do painel de jurados. Os outros convidados incluem Daphne Guinness, Kirby Howell-Baptiste, Jeffrey Bowyer-Chapman, Nikki Glaser, Betsey Johnson, Janicza Bravo, Ben Platt, Ronan Farrow e Hannah Einbinder.

Critics Choice Awards 2023 | ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’, ‘Avatar 2’ e mais na lista de indicados às categorias fílmicas

Foram anunciados hoje (14) os indicados às categorias fílmicas da próxima edição do Critics Choice Awards.

Os vencedores serão revelados no dia 15 de janeiro de 2023.

Confira:

FILME

MELHOR FILME
Avatar: O Caminho da Água
Babilônia
Os Banshees de Inisherin
Elvis
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Os Fabelmans
Glass Onion: Um Mistério Knives Out
RRR
TÁR
Top Gun: Maverick
Entre Mulheres

MELHOR ATOR
Austin Butler, Elvis
Tom Cruise, Top Gun: Maverick
Colin Farrell, Os Banshees de Inisherin
Brendan Fraser, A Baleia
Paul Mescal, Aftersun
Bill Nighy, Living

MELHOR ATRIZ
Cate Blanchett, TÁR
Viola Davis, A Mulher Rei
Danielle Deadwyler, Till
Margot Robbie, Babilônia
Michelle Williams, Os Fabelmans
Michelle Yeoh, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Paul Dano, Os Fabelmans
Brendan Gleeson, Os Banshees de Inisherin
Judd Hirsch, Os Fabelmans
Barry Keoghan, Os Banshees de Inisherin
Ke Huy Quan, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Brian Tyree Henry, Passagem

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Angela Bassett, Pantera Negra: Wakanda para Sempre
Jessie Buckley, Entre Mulheres
Kerry Condon, Os Banshees de Inisherin
Jamie Lee Curtis, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Stephanie Hsu, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Janelle Monáe, Glass Onion: Um Mistério Knives Out

MELHOR ATOR/ATRIZ JOVEM
Frankie Corio, Aftersun
Jalyn Hall, Till
Gabriel LaBella, Os Fabelmans
Bella Ramsey, Catherine Called Birdy
Banks Repeta, Armageddon Time
Sadie Sink, A Baleia

MELHOR ELENCO
Os Banshees de Inisherin
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Os Fabelmans
Glass Onion: Um Mistério Knives Out
A Mulher Rei
Entre Mulheres

MELHOR DIREÇÃO
James Cameron, Avatar: O Caminho da Água
Damien Chazelle, Babilônia
Todd Field, TÁR
Baz Luhrmann, Elvis
Daniel Kwan, Daniel Scheinert, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Martin McDonagh, Os Banshees de Inisherin
Sarah Polley, Entre Mulheres
Gina Prince-Bythewood, A Mulher Rei
S.S. Rajamouli, RRR
Steven Spielberg, Os Fabelmans

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Charlotte Wells, Aftersun
Martin McDonagh, Os Banshees de Inisherin
Daniel Kwan, Daniel Scheinert, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Steven Spielberg, Tony Kushner, Os Fabelmans
Todd Field, TÁR

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Rian Johnson, Glass Onion: Um Mistério Knives Out
Kazuo Ishiguro, Living
Rebecca Lenkiewicz, Ela Disse
Samuel D. Hunter, A Baleia
Sarah Polley, Entre Mulheres

MELHOR FOTOGRAFIA
Russell Carpenter, Avatar: O Caminho da Água
Linus Sandgren, Babilônia
Roger Deakins, Império da Luz
Janusz Kaminski, Os Fabelmans
Florian Hoffmeister, TÁR
Claudio Miranda, Top Gun: Maverick

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
Avatar: O Caminho da Água
Babilônia
Pantera Negra: Wakanda para Sempre
Elvis
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Os Fabelmans

MELHOR EDIÇÃO
Avatar: O Caminho da Água
Babilônia
Elvis
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
TÁR
Top Gun: Maverick

MELHOR FIGURINO
Babilônia
Pantera Negra: Wakanda para Sempre
Elvis
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Glass Onion: Um Mistério Knives Out
A Mulher Rei

MELHOR CABELO E MAQUIAGEM
Babilônia
Batman
Pantera Negra: Wakanda para Sempre
Elvis
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
A Baleia

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Avatar: O Caminho da Água
Batman
Pantera Negra: Wakanda para Sempre
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
RRR
Top Gun: Maverick

MELHOR COMÉDIA
Os Banshees de Inisherin
Mais que Amigos
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Glass Onion: Um Mistério Knives Out
Triângulo da Tristeza
O Peso do Talento

MELHOR ANIMAÇÃO
Pinóquio de Guillermo del Toro
Marcel the Shell with Shoes On
O Gato de Botar 2: O Último Desejo
Red: Crescer é uma Fera
Wendell & Wild

MELHOR FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA
Nada de Novo no Front
Argentina, 1985
Bardo
Close
Decision to Leave
RRR

MELHOR CANÇÃO
“Lift Me Up”, Pantera Negra: Wakanda para Sempre
“Ciao Papa”, Pinóquio de Guillermo del Toro
“Naatu Naatu”, RRR
“Hold My Hand”, Top Gun: Maverick
“Carolina”, Um Lugar Bem Longe Daqui
“New Body Rhumba”, Ruído Branco

MELHOR TRILHA SONORA
Michael Giacchino, Batman
Justin Hurwitz, Babilônia
John Williams, Os Fabelmans
Alexandre Desplat, Pinóquio de Guillermo del Toro
Hildur Guðnadóttir, TÁR
Hildur Guðnadóttir, Entre Mulheres

Boneco de Neve | Relembre o péssimo suspense com Michael Fassbender que se vem fazendo SUCESSO nos streamings

Histórias de mistério talvez sejam aquelas cujo poder de persuasão e de envolvimento são imprescindíveis para serem consideradas boas. Desde o surgimento e a ascensão da indústria cinematográfica como império mundial, tais vertentes narrativas sempre foram muito bem exploradas, ao lado da ficção fantástica, para serem traduzidas em produtos audiovisuais que sempre almejavam à satisfação do público. É claro que, volta e meia, os filmes e séries desse gênero acabam por optar pelas saídas clássicas e consideradas clichês, sem ao menos se preocupar em fornecer uma perspectiva mais original ou uma mudança no desfecho do último ato – e é exatamente isso o que acontece com Boneco de Neve’.

Primeiro, devemos nos lembrar de que Jo Nesbø, romancista responsável pela obra em questão, é um dos autores noruegueses mais famosos de sua geração. Seus livros, que já venderam mais de 130 milhões de cópias, não ganham respeito pela crítica e pelo público por valerem-se de escopos mal pensados ou mal arquitetados, mas sim pela complexidade da atmosfera que consegue criar – uma mistura convincente de thriller, ação e até mesmo algumas sacadas de humor negro; isso sem mencionar os incríveis personagens que atuam dentro de um microcosmos ao mesmo tempo verossímil e sobrenatural, perscrutados por perigos mortais que os levam a testar os próprios limites e encontrar meios de sobreviver.

Tomas Alfredson é um nome interessante no circuito fílmico contemporâneo. O cineasta já mostrou suas habilidades no terror Deixe Ela Entrar’ e no thriller de espionagem O Espião que Sabia Demais’. Ambas as narrativas, muito diferentes entre si, mas que carregavam suas inclinações para uma nova reformulação do cinema moderno em suas próprias identidades, parecem ter sido esquecidas por Alfredson nessa nova investida: Boneco de Neve’ já começa de uma forma insípida – um prólogo desnecessário e picotado que não segue uma linha de raciocínio lógica e opta pela criação forçosa de elementos catárticos, os quais não funcionam nem um pouco bem.

A falta de condução e o desprezo por uma decupagem envolvente e que nos aproxime mais da realidade do filme é contínua e não parece mudar até os momentos finais. A concepção imagética é completamente posta de lado, e nem mesmo o roteiro assinado por Peter Straughan consegue salvar esse fiasco, desenrolando-se a partir de uma construção que preza pela trama principal em detrimento dos protagonistas e das subnarrativas – as quais, dentro de um cosmos de suspense e mistério, são essenciais para o endossamento de conexões com o público e entre os personagens. Nem mesmo o detetive Harry Hole (Michael Fassbender) nos consegue manter presos o suficiente dentro do mistério principal, e olha que, no universo narrativo, sua psique e personalidade são extremamente humanas e perscrutadas por erros e arrependimentos.

Não é possível nem mesmo discorrer sobre a real trama do filme, porque ela basicamente não existe. Em essência, Hole deveria desenterrar casos antigos sobre mulheres desaparecidas e traçar um paralelo entre os eventos do passado com os recentes acontecimentos. Entretanto, quem assegura que o corpo de investigadores da cidade de Oslo não abandone esses casos há muito arquivados é a inspetora Katrine Bratt (Rebecca Ferguson), cuja linearidade em cena é, por falta de outra palavra, insuportável. Ao invés de seguir um resquício dos inúmeros e icônicos coadjuvantes das histórias de mistério – como Dr. Watson ou Robin Venetia -, ela mais se aproxima de Dakota Johnson na franquia Cinquenta Tons de Cinza’ que de alguém que realmente utiliza de suas habilidades para resolver os crimes.

De forma geral, cada um dos protagonistas mantém-se ao estereótipo do que representa na gama do gênero em questão. Nem mesmo Hole consegue afastar-se de seus problemas para enxergar com clareza ou para ligar os pontos deixados por um antagonista tão insosso quanto sua própria motivação. A fórmula mocinho-vilão mais uma vez é posta em xeque, mas nem ao mesmo deixa-se mascarar por um brilho momentâneo, preferindo se levar a sério e tornar-se um emaranhado de presunções que, eventualmente, não funcionam. Todas as revelações e os chamados “clímaxes” – que em momento algum trazem transformações irreversíveis para os personagens principais – são pautados em deus ex machina, uma resposta divina que magicamente aparece aos pés de alguém em desespero.

É claro que o conturbado passado de nosso protagonista seria desenterrado. Mas essa subtrama que revolve Hole não tem nem um pingo de seu real potencial explorado, primeiro pelo fato de todo o universo não ser convidativo ou envolvente em nenhum aspecto; segundo, porque simplesmente não há química. Mesmo que dentro de suas próprias superficialidades, os personagens funcionam bem (encerrados em si mesmos). Quando dependentes das ações dos outros, o confronto de personalidades extremistas e escrachadas não é harmônico e não se completa, deixando falhas imperdoáveis para o funcionamento da obra. Nem mesmo a versatilidade de Charlotte Gainsbourg como a ex-namorada do detetive, Rakel, consegue nos puxar de um abismo interminável de deslizes – e não culpo sua atuação, mas sim os diálogos autoexplicativos e grotescos.

O ápice desse épico desnecessário é, sem sombra de dúvida, Mathias. Interpretado por Jonas Karlsson, o antagonista da história tem uma motivação inescrupulosa e que se prova cômica com o passar dos atos, mesmo que tenha bases em um tema interessante – a negligência paternal e a polêmica do aborto. Entretanto, ele não é carismático, não tem um bom desenvolvimento, e seu desfecho não conversa com o arco da tragédia nem com o de redenção, visto que ele simplesmente encontra um fim muito mal arquitetado e que parece ter entrado como único modo de impedi-lo de continuar seus homicídios. E como se não bastasse, as pérolas do filme também contam com aparições de J.K. Simmons e Val Kilmer no que podemos chamar de um dos piores momentos de suas carreiras, dando vida a personalidade tão insossas quanto inúteis na trama.

‘Boneco de Neve’ é um filme forçado. Um produto melancólico e bruto que não faz jus à obra da qual deriva, mas que faz o público ficar com um pé atrás para conhecer o universo criado por Nesbo. Alfredson não apenas desencanta a todos com uma investida fracassada dentro do gênero de mistério, como também deixa à vista uma decadência iminente das adaptações literário-cinematográficas contemporâneas.

‘Rick e Morty’: Assista à DIVERTIDA cena de abertura do 3º episódio da 7ª temporada!

A 7ª temporada da série animada ‘Rick e Morty‘ finalmente estreou na HBO Max e, agora, foi divulgada a cena de abertura oficial do terceiro episódio.

Intitulado “Air Force Wong”, o episódio vai ao ar hoje, 29 de outubro.

Confira:

“Rick e Morty estão de volta e parecendo mais como eles mesmos do que nunca! É a sétima temporada e as possibilidades são infinitas: o que está acontecendo com Jerry? Summer do mal? E será que eles vão voltar algum dia para o colégio? Talvez não! Mas vamos descobrir! Há provavelmente menos urina que a temporada anterior. ‘Rick e Morty’, 100 anos! Ou ao menos até a 10ª temporada”.

Lembrando que as seis primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

A série foi criada por Dan Harmon e Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Os melhores papéis de Melissa Barrera, a nova SCREAM QUEEN dos cinemas!

Melissa Barrera se transformou em um dos grandes ícones do cinema contemporâneo após estrelar a elogiada adaptação ‘Em um Bairro de Nova York’, que a lançou a uma popularidade exponencial ao redor do mundo.

Pouco depois, Barrera foi escalada como a protagonista dos últimos dois capítulos da saga slasher ‘Pânico’, interpretando Sam Carpenter e ganhando ainda mais fãs – e não demorou muito até que ela se tornasse a atriz perfeita para estrelar inúmeros filmes do gênero, consagrando-a como uma das novas scream queens da contemporaneidade.

Com seu recente trabalho em ‘Abigail’, uma releitura contemporânea do clássico ‘A Filha do Drácula’, resolvemos montar uma breve matéria elencando seus cinco melhores papéis.

Confira abaixo as nossas escolhas:

5. CARMEN, Carmen (2022)

Em ‘Carmen’Benjamin Millepied nos apresenta à história de uma mulher jovem e independente que é forçada a fugir de sua casa no deserto mexicano após o brutal assassinato de sua mãe. Carmen (Barrera) sobrevive a uma aterrorizante e perigosa travessia ilegal da fronteira para os EUA, mas acaba confrontada por um guarda.

Apesar de ter dividido a crítica, o filme trouxe o melhor da atriz e de seu colega de cena, Paul Mescal, aos holofotes. Segundo a nossa jornalista Rafaela Gomes, “Barrera [entrega] todo o seu talento na dança com a mesma intensidade dos dilemas de sua personagem, a atriz dá vida à Carmen com sensibilidade e delicadeza, sempre em sinergia com Mescal”.

4. JOEY, Abigail (2024)

Após se consagrar oficialmente como uma das scream queens do cinema contemporâneo – e alguns meses depois de ter sido injustamente demitida de ‘Pânico VII’ -, Barrera retomou sua parceria com os diretores Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett para o terror ‘Abigail’, que chegou nos últimos dias aos cinemas de todo o mundo.

Na produção, Melissa dá vida a Joey, um dos membros do grupo de sequestradores que rapta a jovem personagem-título – apenas para descobrir que ela, na verdade, é uma vampira. Adotando uma persona mais taciturna e recheada de traumas, é notável como a atriz pega alguns elementos emprestados de seu tempo como Sam Carpenter em ‘Pânico’, mas acrescentando outras camadas que explicam cada uma de suas atitudes conforme a narrativa se desenrola.

3. VANESSA, Em um Bairro de Nova York (2021)

Antes de viver Sam Carpenter, Melissa Barrera deixou bem claro que era uma atriz extremamente versátil ao encarnar Vanessa na adaptação do musical ‘In the Heights’. Ganhando o título de ‘Em um Bairro de Nova York’ no circuito nacional, o longa-metragem trouxe Barrera como Vanessa, uma jovem vivendo em Washington Heights cujo maior sonho é se tornar uma designer de moda – mas enfrenta um obstáculo enorme ao observar a gentrificação de seu lar tomar tudo pelo que ela mais preza.

Aqui, a performer não apenas entregou uma rendição impecável ao encarnar todas as nuances da personagem, buscando elementos da peça original e apresentando incursões originais que usaram e abusaram de seus irretocáveis vocais – como nas canções “Blackout”“Carnaval del Barrio”.

2. LYN HERNANDEZ, Vida (2018 – 2022)

‘Vida’ é uma série de drama que você provavelmente não conhece, mas deveria. Aclamada pelos críticos e conquistando inúmeros prêmios ao longo de suas três temporadas, a trama gira em torno de duas irmãs mexicano-americanas que voltam para a casa de sua infância em Boyle Heights, Los Angeles, após a morte de sua mãe.

Na produção, Barrera interpreta Lyn Hernandez, uma mulher vegana de espírito livre que namorou principalmente homens brancos ricos em São Francisco e que agora está de volta a seu lar para iniciar um novo capítulo de sua vida. Por sua performance, a atriz foi aplaudida pelos especialistas e pelo público – principalmente por dar espaço a um lado dramático que merecia nossa atenção.

1. SAM CARPENTER, Pânico (2022) e Pânico VI (2023)

Todos nós ficamos em choque quando Barrera foi demitida de forma injustificável e inexplicável da franquia ‘Pânico’ – quando, no final das contas, estava certa em se posicionar contra o genocídio cometido contra os palestinos. Afinal, a atriz não apenas se consagrou como um dos pilares dos novos longas-metragens, como entregou a melhor atuação de sua carreira (ao menos até hoje) ao encarnar Sam Carpenter.

Logo no início do primeiro filme, lançado em 2022, Sam é revelada como a filha de Billy Loomis, o assassino original da franquia. Nutrindo de um arco diferente de todos os que havíamos visto até agora, ela luta contra o passado que continua a assombrá-la, temendo acabar como o pai, e transparecendo uma linha tênue entre sanidade e loucura que não pôde ser encarnada por ninguém melhor que Barrera.

A MAGIA está de volta no trailer LEGENDADO de ‘Os Feiticeiros Além de Waverly Place’; Confira!

‘Os Feiticeiros Além de Waverly Place’, derivado de ‘Os Feiticeiros de Waverly Place’, ganhou seu primeiro trailer oficial legendado, cortesia do Disney+ Brasil.

A produção contará com o retorno de David Henrie e Selena Gomez reprisando seus papéis como os irmãos Russo e chega à plataforma de streaming no dia 29 de outubro.

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O elenco também conta com composto por Max Matenko (‘Platonic’), que interpretará o filho mais novo de Justin, Milo; Mimi Gianopulos (‘O Que Esperar Quando Você Está Esperando’) será a esposa de Justin, Giada; Janice LeAnn Brown (‘Euphoria’) assumirá o papel da protagonista Billie, enquanto Alkaio Thiele (‘Call Me Kat’) será o filho mais velho de Justin, Roman.

Do elenco original, também retornam David DeLuise (Jerry Russo) e Maria Canals-Barrera (Theresa Russo).

Conforme a sinopse, a série seguirá Justin Russo que “optou por levar uma vida normal e mortal com sua família, Giada, Roman e Milo. Quando a irmã de Justin, Alex, traz Billie para sua casa em busca de ajuda, Justin percebe que deve resgatar suas habilidades mágicas para orientar a feiticeira em treinamento, enquanto também equilibra suas responsabilidades cotidianas – e protege o futuro do Mundo dos Feiticeiros”.

Além de atuar, Gomez e Henrie são produtores executivos ao lado de Jed Elinoff e Scott Thomas (‘Casa da Raven’), que assim os roteiros.

Gary Marsh, ex-presidente do Disney Channel e figura chave em ‘Os Feiticeiros de Waverly Place’, também é produtor executivo.

Andy Fickman (‘Operação Babá’) é o diretor responsável pela produção do piloto e pela direção de vários episódios.

Artes VAZADAS podem ter revelado o verdadeiro vilão de ‘Coração de Ferro’; Confira!

Em 2022, supostas artes da vindoura série ‘Coração de Ferro’, estrelada por Dominique Thorne, viralizaram nas redes sociais apresentando três diferentes designs de Sacha Baron Cohen como o vilanesco Mephisto – inspirados pela moda punk-rock.

Porém, diferente do que todos imaginavam, é possível que Cohen não interprete o personagem no vindouro projeto da Marvel Studios – e sim a forma humana de um icônico antagonista que já deu as caras no Universo Cinemático Marvel.

Os rumores ganharam força após a artista Mushk Rizvi compartilhar artes conceituais de obras passadas e futuras do MCU, incluindo algumas que fazem parte de ‘Vingadores: Apocalipse’ (‘Avengers: Doomsday’). Em uma das galerias, há um arquivo de personagem em que se lê Dormammu Humano.

Apenas alguns desses designs foram compartilhados nas redes sociais antes de Rizvi tirá-los totalmente do ar. No entanto, cada um deles é totalmente diferente e dá ao vilão do Doutor Estranho uma forma humana. E, para aqueles que não sabem, Dormammu é o responsável por dar os poderes ao Capuz, e não a Mephisto – abrindo portas para as teorias de que Cohen irá interpretar a versão humana de Dormammu no MCU.

Anunciada pelo presidente do estúdio, Kevin Feige, como parte da fase 5 do MCU, a série também conta com Anthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes, Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash, Cree Summer e Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

Rebecca Romijn NÃO sabe se terminou de gravar suas cenas em ‘Vingadores: Doomsday’

As gravações de ‘Vingadores: Doomsday’ seguem a todo vapor – e, enquanto detalhes mais específicos sobre o projeto não são revelados, sabemos que o filme contará com um elenco de peso.

Uma das atrizes a integrar o longa-metragem é Rebecca Romijn, que eternizou Mística na franquia ‘X-Men’, da extinta 20th Century Fox, e retorna como a mutante para o novo capítulo do Universo Cinemático Marvel.

Agora, em uma recente conversa com o The Hollywood Reporter, Romijn foi questionada sobre sua participação no projeto e revelou que não se sabe se terminou de rodar suas cenas, pois o roteiro ainda não está “concluído”.

“[Não tenho] muita certeza”, disse ela. “O roteiro ainda não… eles ainda não terminaram de escrevê-lo. Tem sido muito, muito divertido, e ainda não sabemos. Eles mantêm tudo em segredo, fazem um grande esforço para manter tudo em segredo”.

Romijn permaneceu em silêncio quando questionada se havia lido o roteiro completo, respondendo timidamente: “não posso confirmar ou negar que li”.

Vale lembrar que ‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

Steve Rogers está de VOLTA no primeiro teaser de ‘Vingadores: Doutor Destino’; Confira!

SAIU! A Marvel Studios acaba de divulgar o primeiro teaser oficial de ‘Vingadores: Doutor Destino’ (‘Avengers: Doomsday’), trazendo Chris Evans de volta com o icônico Steve Rogers/Capitão América.

Confira:

VAZA a suposta descrição dos QUATRO teasers de ‘Vingadores: Destino’ revelando que [SPOILERS] teve uma filha

Robert Downey Jr. interpretará o icônico vilão Doutor Destino (Victor von Doom), em um papel inédito no MCU.

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Aclamado romance ‘O Rio que Me Corta por Dentro’, de Raul Damasceno, ganhará adaptação para os cinemas

Depois de encantar leitores em todo o país, ‘O Rio que Me Corta por Dentro’, do escritor Raul Damasceno, muito em breve vai emocionar um novo público nos cinemas. A Deberton Filmes, dos produtores Allan Deberton e Marcelo Pinheiro, adquiriu os direitos de adaptação do sucesso literário. Cineasta por trás dos premiados Pacarrete’ e ‘Feito Pipa, Deberton assume a cadeira de diretor, enquanto o autor assina o roteiro.

“Raul escreve literatura criando imagens muito marcantes a partir de uma perspectiva muito íntima, de um garoto do interior”, afirma Deberton que, como muitos leitores, “engoliu” o romance assim que foi lançado. “Fiquei dias com essas imagens povoando a minha cabeça. Achei que uma adaptação de um livro com esse poder era um caminho não apenas natural, como também um presente para o cinema brasileiro”.

“Os leitores sempre falam sobre o desejo de ver esses personagens numa possível adaptação, então é uma alegria muito grande ver esse projeto tomando forma. Sem falar que é também uma boa oportunidade de fabular ainda mais sobre essas figuras que conheço tão bem”, completa Damasceno.

Lançado pela editora Astral Cultural, ‘O Rio que Me Corta por Dentro’ acompanha Cícero, garoto da pequena Carrasco, no sertão cearense, que passa a infância à espera da sua mãe. Aneci. Ela trabalha na capital como empregada doméstica e só volta para o interior uma vez ao ano, no Réveillon, quando o coração do menino enche de amor. No restante do tempo, ele sonha com a possibilidade de um dia ir embora com sua mãe e deixar toda a saudade para trás.

Nestes momentos, sua dor só se aquieta ao lado do vizinho e amigo Luzimar, com quem corre pelo lugarejo de ponta a ponta até o rio, onde brincam. É nele, inclusive, que Cícero encontra apoio quando Aneci de repente para de voltar. Com o passar dos dezembros, os dois garotos se descobrem homens juntos – mas ser homem nessas terras e nestas águas também significa saber escolher bem suas armas.

A adaptação não é a primeira colaboração entre Deberton e Damasceno. Na realidade, o novo projeto marca o amadurecimento de uma parceria criativa que já rendeu ótimos frutos, como a comédia romântica ‘O Melhor Amigo’ e o ainda inédito ‘A Adoção’, que encerrou as filmagens há pouco.

“Allan e eu, para além das parcerias de trabalho, somos grandes amigos. Logo, adaptar o meu livro junto a ele é me sentir sempre em casa. Temos liberdade um com o outro, o que torna o processo de desenvolvimento muito honesto e intenso”, diz Damasceno. “É a primeira vez que ele embarca numa história tecida por mim, o que me faz enxergar esse momento como uma renovação definitiva de nossa parceria”.

Transpor uma narrativa das páginas para a telona exige muito jogo de cintura, algo que autor e diretor estão bastante cientes. “O universo da literatura tem permissões e características diferentes da narração para o cinema. Então, certas escolhas são inevitáveis, sobretudo os recortes do que será narrado”, explica Deberton. “Nosso exercício tem sido encontrar soluções interessantes que preservem o coração da obra e que evoquem as mesmas imagens marcantes, sem perder a profundidade e a complexidade sensorial e temática”.

‘Vingadores: Ultimato’: Robert Downey Jr. recusou campanha da Marvel por indicação ao Oscar

Em entrevista para o The Howard Stern Show, Robert Downey Jr. disse que recusou a campanha da Marvel para indicá-lo ao Oscar como Melhor Ator por ‘Vingadores: Ultimato’.

Ao ser questionado sobre a possibilidade, Downey disse que:

“Houve uma conversa sobre fazer uma campanha para a minha indicação ao Oscar, mas eu disse: ‘Não vamos fazer isso’.”

O astro não revelou o motivo da recusa, mas Stern se adiantou, afirmando que filmes de super-heróis também merecem ser reconhecidos pela Academia.

Lembrando que ‘Vingadores: Ultimato ainda não foi indicado aos prêmios, mas a Marvel Studios já iniciou a campanha para que a produção entre na disputa.

Confira a lista com as possíveis indicações:

Melhor Filme
Melhor Diretor – Anthony e Joe Russo
Melhor Roteiro Adaptado – Christopher Markus e Stephen McFeely
Melhor Fotografia – Trent Opaloch
Melhor Edição – Jeffrey Ford e Matthew Schmidt
Melhor Design de Produção – Charles Wood e Tonja Schurmann
Melhor Figurino – Judianna Makovsky
Melhor Maquiagem e Cabelo – John Blake, Janine Thompson e Brian Sipe
Melhor Mixagem de Som – Tom Johnson, Juan Peralta e John Pritchett
Melhor Edição de Som – Shannon Mills e Daniel Laurie
Melhores Efeitos Especiais – Dan Deleeuw, Matt Aitken, Russell Earl e Dan Sudick
Melhor Trilha Sonora – Alan Silvestri

E você, acha que a adaptação dos irmãos Russo leva o prêmio de Melhor Filme? Agora só resta torcer!

Assista nossa crítica:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr.Chris EvansMark RuffaloChris HemsworthScarlett JohanssonJeremy RennerDon Cheadle, Paul Rudd, Brie LarsonKaren GillanDanai GuriraBradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘O Mundo Sombrio de Sabrina’: Fãs ficam REVOLTADOS com o cancelamento da série

Ontem, os assinantes da Netflix tiveram uma terrível surpresa depois que a plataforma de streaming anunciou o cancelamento de ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’.

Inspirada nos quadrinhos da Archie Comics, a série terá seus últimos oito episódios lançados ainda em 2020.

Nas redes sociais, os fãs publicaram diversas mensagens demonstrando revolta pela decisão, já que a adaptação vinha fazendo sucesso entre o público.

Confira as reações:

Confia as primeiras imagens dos novos episódios:

Os oito episódios finais da série serão lançados na Netflix ainda em 2020.

Originalmente desenvolvida pelo canal CW como série “companheira” de ‘Riverdale‘, Sabrina acabou se mudando para a Netflix, onde obteve uma ordem de 20 episódios em outubro de 2018.

Uma segunda temporada de 16 episódios foi encomendada posteriormente, sendo que os oito primeiros foram lançados em janeiro.

Nos oito episódios finais, “O clã deve combater cada ameaça aterrorizante, um por um (O Estranho, O Retornado, A Escuridão, para citar alguns), todos levando a… O Vazio, que é o Fim de Todas as Coisas. Enquanto as bruxas fazem guerra, com a ajuda do The Fright Club, Nick começa lentamente a voltar ao coração de Sabrina, mas será tarde demais?”

O elenco conta com Kiernan Shipka, Ross Lynch, Lucy Davis, Chance Perdomo, Michelle Gomez, Jaz Sinclair, Tati Gabrielle, Adeline Rudolph, Richard Coyle, Miranda Otto, Abigail F. Cowen e Lachlan Watson.

Letreiro de Hollywood é vandalizado com imagem de vaca malhada

De acordo com o TMZ, o icônico letreiro de Hollywood foi vandalizado na sexta-feira com a imagem de uma vaca malhada no primeiro ‘O’ da placa.

Fontes policiais disseram ao portal que três pessoas foram presas por invasão de propriedade depois que um helicóptero da polícia conseguiu rastrear os suspeitos enquanto eles desciam a colina.

O ato foi uma forma da banda Junior Varsity promover seu novo single, intitulado ‘Cold Blood’, que apresenta uma vaca leiteira na arte da capa e em redes sociais.

Até o momento, não foi revelado qual será a punição para os membros da banda.

lembrando que esta não é a primeira vez que o letreiro é vandalizado este ano…

Em fevereiro, a modelo Julia Rose foi presa por alterar o letreiro para ‘Hollyboob’ (Santo seio), e acabou sendo levada em custódia por policiais sem resistir à prisão.

Inclusive, ela comemorou o ato em seu perfil do Twitter.

Confira as fotos e a publicação:

“Quando eu alterei o letreiro de Hollywood para Hollyboob.”

‘Pantera Negra 2’: Irmão de Chadwick Boseman diz que o astro gostaria de ver outro ator assumindo o papel

Desde a trágica morte Chadwick Boseman, vítima de câncer de cólon no ano passado, a Marvel vem mantendo em segredo qual será o destino de T’Challa, o Pantera Negra.

De qualquer forma, Kevin Feige e os demais representantes do estúdio garantiram que o personagem não será reescalado em respeito à memória de Chadwick.

No entanto, o irmão de Chawick, Derrick Boseman, disse ao TMZ que o astro gostaria que outra pessoa assumisse seu lugar como o herói em benefício da história.

Para Derrick, seu irmão conhecia a influência e a força representativa de T’Challa e acreditava que o legado do personagem é muito maior do que a pessoa que veste seu traje.

Derrick argumentou que, se a Marvel matar T’Challa em vez de pôr um novo ator no papel, estará diminuindo a carga que o rei de Wakanda trouxe para o mundo.

O irmão do astro se pronunciou depois de ficar sabend de uma campanha em que os fãs estão pedindo a reescalação de T’Challa, algo que ele acredita ser natural.

Publicado no Change.org, o abaixo-assinado já conta com mais de 45.000 assinaturas.

Em parte do texto, o criador do documento faz um apelo emocionado, dizendo:

“Este é um apelo para que o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, o co-presidente Louis D’Esposito e o roteirista/diretor Ryan Coogler reconsiderem a decisão e reformular o papel de T’Challa na franquia ‘Pantera Negra‘. Se a Marvel Studios remover T’Challa, seria às custas do público (especialmente meninos e homens negros) que se espelham nele. Isso também inclui os milhões de fãs que foram inspirados pelo personagem.

Ele continua:

“Não reformular poderia sufocar a oportunidade de aumentar o legado de um dos mais populares super-heróis negros. A pior forma de matar uma lenda é parar de contar sua história.”

Lembrando que o lançamento filme foi adiado de 08 de julho de 2022 para 11 de novembro de 2022.

Anteriormente, o Production Weekly vazou a sinopse do longa, que coloca Atlantis e Namor na sequência.

“Tanto Wakanda quanto Atlantis são civilizações ocultas com tecnologia avançada e maiores capacidades militares que decidiram se separar do resto do mundo para sua própria segurança e, de certa forma, por medo. Wakanda temia que sua tecnologia fosse abusada. Alantis temia que os habitantes da superfície viessem profanar a cidade mítica como o fizeram há tantos anos  

No entanto, seus medos são ainda mais intensificados quando essas duas nações, uma vez ocultas, colidem uma com a outra. Wakanda e Atlantis têm uma história surpreendentemente entrelaçada. Wakanda é o único país do mundo com acesso ao vibranium. no entanto, rumores sobre seu poder estão se espalhando pelo mundo, e o pai humano de Namor foi enviado para procurar por este material raro na Antártica. A guerra vai começar.”

Tenoch Huerta será o Namor.

Ryan Coogler retorna como diretor e roteirista.

‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, torno-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.