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‘Halloween Kills’: Michael Myers massacra a competição e quebra recordes nas bilheterias

A sequência ‘Halloween Kills: O Terror Continua‘ surpreendeu nas bilheterias dos EUA, com impressionantes US$ 50.3 milhões – o que representa a MELHOR estreia para um filme para maiores desde o início da pandemia.

O longa também se tornou a maior estreia de um filme de terror pós-COVID, superando ‘Um Lugar Silencioso – Parte 2‘ ($47.5M).

Além disso, ‘Halloween Kills‘ se tornou a terceira maior estreia da história para um filme de terror lançado em outubro, atrás apenas do reboot ‘Halloween‘ ($76.2M) e ‘Atividade Paranormal 3‘ ($52.5M).

De acordo com o Deadline, esse é o terceiro final de semana seguido nos EUA que a soma da arrecadação de todos os filmes superam a marca dos US$ 100 milhões – o que revela um resultado animador durante esses tempos pandêmicos.

Lembrando que o filme segue em exibição nos cinemas brasileiros!

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

Recentemente, foi divulgado que a sequência terá alta classificação etária e poderá ser assistida apenas por maiores de idade ou menores acompanhados por um responsável.

O terror foi classificado por “forte violência sangrenta, imagens macabras, linguagem e uso de drogas”.

Jamie Lee Curtis estrela ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Judy Greer e Andi Matichak também voltam.

‘Meu Papai é Noel’: Tim Allen e Elizabeth Mitchell se reúnem em nova imagem da série

O Disney+ divulgou a primeira imagem promocional da série ‘Meu Papai é Noel‘, baseada no clássico filme de 1994.

A imagem traz o retorno de Tim Allen e Elizabeth Mitchell, que irão reprisar seus papéis como Scott Calvin/Papai Noel e Carol/Mamãe Noel, e ainda introduz o novo elenco da produção.

Confira:

Austin KaneRupali ReddDevin Bright também irão estrelar a série.

Jason Winer, conhecido por seu trabalho em obras como ‘The Big Leap’‘Modern Family’ (que lhe renderam indicações ao Emmy Awards), ficará responsável pela direção e produção executiva.

Na trama:

“Scott Calvin está prestes a fazer 65 anos e percebe que não pode ser o Papai Noel para sempre. Ele está começando a não dar conta dos seus deveres como Papai Noel e, mais importante, ele tem uma família que poderia se beneficiar de uma vida no mundo normal, especialmente seus dois filhos que cresceram no Polo Norte. Com muitos elfos, crianças e família para agradar, Scott sai em busca de um Papai Noel substituto adequado enquanto prepara sua família para uma nova aventura em uma vida ao sul.”

Jack Burditt servirá como showrunner, além de ser produtor executivo.

As filmagens estão programadas para começarem nos próximos meses, em Los Angeles.

Lançado em 1994, o filme original arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente, garantindo duas sequências ‘Meu Papai é Noel 2‘ (2002) e ‘Meu Papai é Noel 3‘ (2006).

‘O Agente Noturno’: Série de espionagem é RENOVADA para a 2ª temporada pela Netflix

A Netflix renovou oficialmente a série de espionagem ‘O Agente Noturno‘ para a 2ª temporada.

“A última semana tem sido muito emocionante, uma vez que finalmente tivemos a chance de compartilhar ‘O Agente Noturno’ com o mundo,” declarou o showrunner Shawn Ryan. “A excelente resposta do público tem sido incrível e nós devemos isso ao nosso talentoso elenco, roteiristas, diretores, equipe e nossos parceiros na Sony Pictures Television e Netflix. Estamos ansiosos para desenvolver a segunda temporada.”

Vale lembrar que a série é baseada no livro homônimo de Matthew Quirk, que não tem uma sequência. Logo, as novas aventuras do agente Sutherland devem ser completamente originais.

Criada por Shawn Ryan, a série é baseada no livro homônimo de Matthew Quirk.

O elenco conta com Gabriel Basso, Luciane Buchanan, Fola Evans-Akingbola, Eve Harlow, Enrique Murciano, Phoenix Raei, D.B. Woodside e Hong Chau.

The Night Agent. (L to R) Luciane Buchanan as Rose Larkin, Gabriel Basso as Peter Sutherland in episode 103 of The Night Agent. Cr. Dan Power/Netflix © 2023
The Night Agent. Gabriel Basso as Peter Sutherland in episode 104 of The Night Agent. Cr. Dan Power/Netflix © 2023

‘Operação Lioness’ ganhará 2ª temporada? Zoë Saldaña responde!

Em entrevista ao ComicBook, Zoë Saldaña (‘Avatar: O Caminho da Água’) comentou sobre a possibilidade da série ‘Operação Lioness‘ retornar para uma 2ª temporada.

A atriz revelou que a produção alcançou bons números de audiência na plataforma da Paramount+, e está confiante na continuidade da narrativa.

“Eu ouvi algumas coisas [sobre uma possível 2ª temporada], e espero que realmente aconteça. Estamos muito nervosos com a renovação, especialmente eu e a Nicole Kidman. Nós temos esperança. Tínhamos esperança que essa série conseguisse encontrar seu público. É uma produção focada em mulheres, com mulheres no comando, em papéis normalmente interpretados por homens. Então foi muito gratificante ver que a série se tornou a produção mais assistida da Paramount+ em seu primeiro mês.”

Ela completa, “Isso nos deixou muito felizes e animados. Sabemos que o estúdio também está muito contente com a audiência, assim como a Paramount+. Sou amiga do Brian Robbins, CEO da Paramount, e ele e sua esposa também estão muito animados com o futuro de ‘Operação Lioness’.”

A série é uma criação de Taylor Sheridan (‘Yellowstone’).

A trama acompanha Cruz Manuelos (Oliveira), uma jovem fuzileira recrutada para ajudar a derrubar uma organização terrorista interna. A produção é baseada em eventos reais.

Jill Wagner, Dave Annable, LaMonica Garrett, James Jordan, Austin Hébert, Hannah Love Lanier, Stephanie Nur, Jonah Wharton, e Morgan Freeman completam o elenco.

Sheridan atua como showrunner da série.

Saldaña e Kidman também entram como produtoras executivas do projeto.

Frank Grillo enfrenta apocalipse de ‘Lobisomens’ no trailer LEGENDADO do terror

O terror ‘Werewolves‘, estrelado por Frank Grillo (‘Mate ou Morra’), ganhou trailer legendado.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Steven C. Miller (‘Natal Sangrento’), o longa originalmente era intitulado Year 2.

Há um ano, um evento lunar fez um gene latente transformar todos expostos à lua em lobisomens por uma noite. Milhões morreram e, agora, o evento lunar está prestes a acontecer novamente.

O elenco ainda conta com Katrina Law, Ilfenesh HaderaJames Michael CummingsLou Diamond Phillips.

O roteiro foi escrito por Matthew Kennedy.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de dezembro. No Brasil, segue sem previsão.

Pôster de filme com lobisomem feroz e título.

Casamento Sangrento 2: A Viúva

(Ready or Not 2: Here I Come)

 

Elenco:

Samara Weaving
Kathryn Newton
Kevin Durand
Sarah Michelle Gellar

 

Direção: Matt Bettinelli-Olpin, Tyler Gillett

Gênero: Terror

Duração: 108 min.

Distribuidora: 20th Century Studios

Orçamento: US$ 40 milhões

Estreia: 19 de Março de 2026

Sinopse: 

Em CASAMENTO SANGRENTO 2: A VIÚVA, momentos após sobreviver a um ataque sangrento da família Le Domas, Grace descobre que alcançou o próximo nível do jogo mortal — e, desta vez, com sua irmã distante, Faith, ao seu lado. Grace tem apenas uma chance de sobreviver, manter sua irmã viva e reivindicar o Alto Assento do Conselho que controla o mundo. Quatro famílias rivais estão à sua caça pelo trono, e quem vencer governará tudo.

Crítica em Vídeo: 

Crítica: 

Crítica | ‘Casamento Sangrento: A Viúva’ é tão divertido e feroz quanto o filme original

Curiosidades: 

» O roteiro é assinado por Guy Busick e R. Christopher Murphy, que prometem manter o tom ácido e sangrento da franquia;

» ‘Casamento Sangrento 2’ abre com 100% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

» ‘Devoradores de Estrelas’, ‘Casamento Sangrento 2’, ‘Velhos Bandidos’ e os Filmes Mais Esperados de Março 2026 nos CINEMAS!

» O primeiro filme arrecadou mais de US$ 57 milhões mundialmente, tornando-se um sucesso inesperado com fãs fiéis e status de filme cult graças à sua crítica mordaz às elites e sua protagonista carismática;

» O elenco ainda contará com Shawn Hatosy, Néstor Carbonell, David Cronenberg, Elijah Wood, Olivia Cheng, Varun Saranga e Daniel Beirne;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Nick Jonas estrelará nova comédia romântica da Netflix

De acordo com o Deadline, Nick Jonas (‘Hit para Dois’) será o protagonista da nova comédia romântica da Netflix, ainda sem título divulgado.

Ari Sandel, diretor de ‘DUFF‘ e ‘Quando nos Conhecemos‘, será responsável pela direção.

Na trama…

“A vida despreocupada de um solteirão convicto é virada de cabeça para baixo quando ele inesperadamente herda o filho pequeno de sua prima. Assim que ele começa a se adaptar à paternidade, surgem complicações quando a madrinha da criança aparece durante as festas de fim de ano para reivindicar a guarda. O que se segue é uma história de amor que nenhum dos dois imaginava.”

O roteiro é assinado por Tamara Chestna (‘Um Presente da Tiffany’).

Além de estrelar, Jonas também servirá como produtor ao lado de Steve Barnett, Mark Ross e Spencer Berman.

Alan Powell e Vicky Patel serão produtores executivos através da Monarch.

Crítica | Hit Para Dois – Paul Rudd e Nick Jonas em DELICIOSO filme que usa a música para falar sobre valores morais

Vale lembrar que Nick Jones retornará às telonas com a comédia ‘Hit para Dois‘ (Power Ballad), que estreará nos cinemas nacionais no dia 11 de junho.

Na trama, quando Rick (Paul Rudd), um cantor de casamentos, conhece Danny (Jonas), uma estrela em decadência de uma boy band, durante um show, os dois criam um laço através da música e de uma colaboração noturna. Mas quando Danny transforma uma das canções de Rick no sucesso que reacende sua carreira, Rick decide reconquistar o reconhecimento que acredita merecer – mesmo que isso signifique arriscar tudo o que lhe importa.

‘Vingadores – Guerra Infinita’: Josh Brolin publica foto no set de filmagens

As filmagens de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ seguem a todo vapor e desta vez o ator Josh Brolin publicou uma foto em sua conta de Instagram, mostrando um pequena prévia do trabalho desenvolvido para transformá-lo em Thanos.

Na foto, várias marcações estão presentes no rosto do ator, para a realização da captura de imagem.

Confira:

Dot Day. #thanos @marvelstudios #avengers #imjustapurpleguylookingforlove #brolintruckingco

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Em vídeo, Tom Holland deixa escapar que estará em ‘Os Vingadores 4’

‘Vingadores – Guerra Infinita’ vai abordar eventos passados de ‘Guardiões da Galáxia’ 

Jeremy Renner odiou sua participação em ‘Os Vingadores’ 

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Quarteto Fantástico’: Arte imagina John Krasinski, Emily Blunt, John Cena e Zack Efron como os heróis

O ator John Krasinski, que dirige e estrela ao lado de sua esposa na vida real, Emily Blunt, o terror ‘Um Lugar Silencioso’, revelou ao Screen Rant que adoraria viver o Senhor Fantástico em um reboot de ‘Quarteto Fantástico’, ao lado de Blunt como a Mulher Invisível.

A afirmação resultou em uma bela arte feita pelo BossLogic, que imagina o casal estrelando os respectivos papéis, ao lado de John Cena como o Rocha e Zac Efron como a Tocha Humana.

Confira o resultado:

Fantastic Four MCU @johnkrasinski @MarvelStudios #fantasticfour

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The Fantastic Four – MCU

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‘Quarteto Fantástico’: Pôster criado por fã imagina Emily Blunt como a nova Mulher Invisível

O que vocês acham dessa dupla em um possível novo filme da família de heróis? Conte para nós nos comentários!

Crítica | The Last Black Man in San Francisco: Um dos melhores filmes já feitos

Raízes, tradições, vínculos. Um povo é feito de suas origens, sejam elas territoriais, sociais ou culturais. Como o pilar de sustentação, elas identificam os traços de homens e mulheres, refletem em suas personalidades, impactam na sua percepção de mundo. Em uma América construída por negros, ignorados sócio politicamente por sua cor, a raça é um apego à descendência, arraigado naquilo que não se pode tirar. The Last Black Man in San Francisco vai nas profundezas mais densas da essência da humanidade, tratando a rejeição de um povo e sua história por meio da inocência de um jovem que sonha em recuperar o lar que é sua maior lembrança de um tempo que não existe mais em sua família.

Joe Talbot não escreve e dirige como um forasteiro. Quinta geração de sua família nascido em São Francisco, ele sabe o peso do lar que registra sua origem na carteira de identidade. Assinando a narrativa com seu amigo de infância e protagonista do longa, Jimmie Fails, The Last Black Man conta a história de um jovem – obviamente negro – que passa os seus dias sonhando em retomar de volta a majestosa casa vitoriana construída por seu avô. Ali, suas melhores memórias foram escritas. Ali habita seu maior vínculo familiar, inexistente na relação com seus complexos pais. Todos os dias ele presta uma singela visita à residência, ajustando as falhas estruturais evidentes como quem cuida de um filho mimado por tanto amor, sonhando com o dia em que ele, pobre e negro, retomará o lar da região mais valorizada da cidade, uma vez tomada por negros, hoje cercada por brancos de classe média-alta.

Pela percepção apaixonada inveterada de Jimmy, conhecemos a trágica trajetória de um povo que firmou raízes em uma valiosa região de São Francisco, antes do seu glamour. Gradativamente enxotados dos lares que construíram – talvez parte disso pela gentrificação da área à época -, eles foram jogados para as extremidades, ignorados como um passado que a cidade insiste em negar. Agora alocados à margem dos centros urbanos locais, as comunidades de afro-americanos perecem com a negligência social, estrutural e econômica. Isolados da cidade que ajudaram a construir, vivem das lembranças daquele tempo próspero. Vivem em tempos de liberdade de expressão, mas ainda parecem frutos da Lei de Jim Crow.

Com maestria, o roteiro é de uma sensibilidade chocante. Com diálogos profundos e construções conceituais que entregam cenas que são um extrato das raízes do povo negro norte-americano, The Last Black Main in San Francisco é uma história contrastante de esperança de um jovem sonhador, que vive em negação com a real situação de sua comunidade. Como um homem que não vê cor em seus sonhos e em seu estilo despojado, marcado por um skate que o leva aonde precisa, ele é também um extrato de como todos deveríamos ser: diferentes, porém iguais. Sonhando por todos, ele tenta ser o sopro de mudança que vai resgatar os restos da cultura afrodescendente que habitava na região daquela majestosa casa. No entanto, é visto pelos seus pares – seus brancos vizinhos temporários – como um pária, alguém que não pertence ali.

E como é profunda essa perspectiva de The Last Black Man in San Francisco. Dividindo a tela entre os melhores amigos Jimmy e Montgomery (Jonathan Majors), a narrativa ainda nos apresenta esse personagem peculiar, um dramaturgo em potencial, que traja ternos largos e camisas bem alinhadas. Tentando criar sua própria identidade, ele foge dos estereótipos de jovens negros, à medida que vez outra parece querer se encaixar no modelo aceito pelos brancos. Ou talvez ele seja apenas um homem tentando ser quem deseja ser, sem estar associado a qualquer maneirismo de ambas as raças. Algo que, aparentemente, é tão difícil na América de 2019, como era na América de 1965.

Com diálogos e monólogos extasiantes, que emocionam a cada palavra dita, o drama ainda enche nossos olhos como um estética viciante, hipnotizante. Capturando a luz natural com leveza e intensidade, somos impactados pela composição feita entre a iluminação e as atuações, que são íntimas e realistas. Entregando tudo que possuem em tela, Fails e Majors beiram a perfeição diante da audiência, em uma sincronia, cumplicidade e dinâmica relacional surpreendente. Diante do que vemos, somos tocados pela mais profunda gratidão de poder estar ali, vivendo aquele instante cinematográfico tão poderoso.

Com um design de produção e fotografia belíssimos e um espetáculo de bandeja de atuação de Danny Glover, The Last Black Man in San Francisco é, sem exageros, um dos melhores filmes feitos na história recente da indústria cinematográfica. Honesto, genuíno e apaixonante, a produção é uma obra-prima sobre origens e desperta uma reflexão profunda sobre o resgate das raízes de um povo que construiu sua nação, mas até hoje é visto como um hiato ignorado da história mundial. Com autêntico potencial para o Oscar 2020, o drama é um conto que transcende a cor da pele, fazendo dela sua bússola para uma das jornadas mais irresistíveis do cinema.

‘Elite’: 3ª temporada já está disponível na Netflix

A aguardada 3ª temporada da série original da Netflix, intitulada ‘Elite‘, já está disponível na plataforma de streaming.

A nova leva de episódios promete trazer revelações estarrecedoras para os fãs, respondendo um dos grandes mistérios deixados em aberto no ciclo anterior.

Confira:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/3013497315348298/?vh=e&d=n

O próximo ano será lançado na plataforma no dia 13 de março.

Crítica | Elite – Série da Netflix mistura ‘Gossip Girl’ e ‘How to Get Away with Murder’ 

Criada por Darío Madrona e Carlos Montero, a primeira temporada da série foi um grande sucesso, sendo assistida por mais de 20 milhões de contas diferentes em apenas um mês.

Após um terremoto destruir uma escola pública, o governo envia três adolescentes de classe operária para Las Encinas, uma das melhores e mais caras escolas do país, frequentada pelos filhos da elite espanhola. O confronto entre aqueles que têm tudo e aqueles que não têm nada a perder cria uma atmosfera carregada e acaba levando a um assassinato. Quem estará por trás do crime?

O elenco inclui María Pedraza, Itzan Escamilla, Miguel Bernardeau, Miguel Herrán, Jaime Lorente, Álvaro Rico, Arón Piper, Mina El Hammani, Ester Expósito, Omar Ayuso e Danna Paola.

‘It – A Coisa’: Uma das crianças será viciada em drogas na sequência [SPOILERS]

Um dos garotos mais valentes do Clube dos Perdedores terá um futuro bastante sombrio em ‘It: A Coisa – Capítulo 2‘, segundo o diretor Andy Muschietti.

Em entrevista a Entertainment Weekly, Andy explicou o seguinte sobre a versão adulta de Mike Hanlon:

“Minha ideia para Mike no segundo filme é bastante sombria com relação ao livro. Eu quero fazer de seu personagem o único que reunirá todos os outros personagens de volta. Mas como ele foi o único que permaneceu em Derry, haverá consequências. Eu quero que ele seja um viciado em drogas, de verdade. Um bibliotecário tóxico. Quando o segundo filme, ele estará afundado. Ele não será apenas um colecionador de relatos sobre o que Pennywise tem feito em Derry. Ele assumirá o papel de tentar descobrir como derrotá-lo. A única maneira que ele poderá fazer isso é tomar drogas para alterar sua mente.”

‘It: A Coisa – Capítulo 2’ pode ser dividido em Parte 1 e Parte 2

‘It – A Coisa’ e as Melhores Adaptações de Stephen King

Leia nossa crítica EM TEXTO:

Crítica | It: A Coisa – Drama com toques de terror que diverte mais do que assusta!

A Coisa‘ mostra o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.

Palhaços que estão assustando moradores nos EUA não têm ligação com ‘It – A Coisa’ 

Trailer de ‘Mentes Sombrias’, mistura de ‘X-Men’ e ‘Jogos Vorazes’

Foi divulgado o trailer da ficção científica ‘Mentes Sombrias’ (The Darkest Mind), primeira obra trilogia YA da escritora Alexandra Bracken.

O vídeo parece uma mistura de ‘X-Men’ e ‘Jogos Vorazes’.

A trama se passa em uma América pós-apocalíptica, onde 98% das crianças foram erradicadas devido a uma terrível doença e os 2% que restaram desenvolveram poder sobre-humanos. Estas super-crianças remanescentes são colocadas em campos de internação do governo para a segurança da população e delas mesmas.

Confira:

Gwendoline Christie, de ‘Game of Thrones’, Amandla Stenberg (‘Jogos Vorazes’) e Mandy Moore (‘This Is Us’) estrelam. A direção do projeto fica a cargo de Jennifer Yuh Nelson. Este será o primeiro live action que ela dirigirá, após ter feito os dois primeiros filmes de ‘Kung Fu Panda’.

Amandla Stenberg interpretará Ruby, uma garota de 16 anos que consegue escapar do campo com um grupo de adolescentes super poderosos. Gwendoline viverá a caçadora de recompensas contratada pelo governo, que possui a missão de rastrear e encontrar os jovens fugitivos a qualquer custo.

Mentes Sombrias’ chegará aos cinemas nacionais dia 2 de Agosto de 2018.

Novo uniforme do herói é detalhado em arte de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’

As caixas de Kellog’s nos Estados Unidos estão estampadas por artes promocionais de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, e vazou na internet um vídeo mostrando uma caixa tematizada que apresenta o novo visual do uniforme do herói.

Confira:

Recentemente, o ator Jake Gyllenhaal revelou que Mysterio inicialmente será parceiro de Peter Parker.

“Mysterio é recrutado por Nick Fury por causa de uma ameaça mundial, para combater o Homem-Hídrico,  e ele se junta ao Homem-Aranha para enfrentar esta ameaça, essa criatura elemental feita de terra, vento e fogo… e água!”, afirmou.

Confira nossa descrição do trailer:

O trailer começa com Peter e Tia May em um evento dentro de um ginásio. Ele está trajando o uniforme do herói. Em seguida eles encontram Happy, que flerta com May.

Peter está planejando uma viagem de férias com os amigos da escola, prepara sua mala e deixa o uniforme em casa, alegando que só quer passar um tempo com seus amigos.

Uma rápida cena traz Peter emitindo seu passaporte, pegando suas coisas e embarcando para a Europa. Em seguida o vemos em Veneza, em um passeio de gôndola, a câmera corta para Michelle. Pouco depois Peter fala que parece estar se conectando com a colega de escolae um clima surge entre os dois, com constrangidas trocas de elogios dentro de um teatro.

Peter e Ned estão no quarto de hotel, quando seu amigo é surpreendentemente atacado por um dardo. O projétil veio de uma arma disparada por Nick Fury, que estava sentado em uma poltrona, no escuro. Ele é convocado para uma missão.

Uma rápida cena traz o Aranha trajando o uniforme furtivo.

Em seguida uma sucessão de cenas traz explosões na emblemática ponte de Londres, pessoas em fuga e muita destruição.

Em seguida, o Homem-Hídrico emerge das águas, em Veneza, travando uma batalha épica com o Homem-Aranha. Pouco depois, o vilão Mystério surge inesperadamente, uniformizado, como uma espécie de herói, encerrando o trailer. 

História de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ se passará antes de ‘Guerra Infinita’?

A direção será mais uma vez de Jon Watts, e também terá o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

‘Homem-Aranha 2’: Herói ganhará novo traje, afirma figurinista

Homem-Aranha: Longe de Casa’ chega aos cinemas em 4 de julho de 2019.

 

‘Nada a Perder 2’ estreia em mais que o dobro de salas que ‘Era Uma Vez em Hollywood’

Apesar do lançamento do blockbuster ‘Era Uma Vez em Hollywood’, outra produção abriu em mais salas no Brasil.

O filme nacional ‘Nada a Perder 2‘, segunda parte da cinebiografia de Edir Macedo , foi lançado em 835 salas de cinema.

O número é exorbitante comparado ao filme de Quentin Tarantino, que abriu em apenas 320 salas.

Na quinta-feira, ‘Nada a Perder 2‘ tirou a liderança de ‘O Rei Leão‘ e estreou na primeira posição do ranking.

Era Uma Vez em Hollywood’ abriu na terceira posição.

Confira o Top 10 da quinta-feira:

Com direção de Alexandre Avancini, o filme traz Petrônio Gontijo no papel de Edir Macedo e Day Mesquita como Ester Bezerra.

A continuação traz à tona os escândalos mais conhecidos envolvendo o nome do bispo Edir Macedo, mostrando reportagens bombásticas produzidas nos últimos 25 anos, que até hoje circulam na internet.

O polêmico ‘Nada a Perder’, cinebiografia do líder religioso Edir Macedo, se tornou a maior bilheteria da HISTÓRIA para um filme nacional, com “público” de 11,4 milhões de brasileiros. 

‘Nada a Perder’ ultrapassou o recorde que pertencia a ‘Os Dez Mandamentos – O Filme‘, que “levou” 11,3 milhões de brasileiros aos cinemas em 2016.

‘Jogos Vorazes’, ‘John Wick’ e ‘Jogos Mortais’ voltarão aos cinemas nacionais (quando reabrirem)

Com o objetivo de colaborar com a retomada das atividades dos cinemas brasileiros no período pós-Covid-19, as distribuidoras Downtown Filmes e Paris Filmes vão disponibilizar 180 longas filmes nacionais e internacionais de seus catálogos para serem exibidos nas salas de cinemas do Brasil.

A coletânea divulgada pelas distribuidoras reúne produções nacionais e estrangeiras de gêneros que vão das comédias aos longas de aventura e ação, até o terror, passando por cinebiografias e dramas. Entre os títulos disponíveis estão ‘Minha Mãe É Uma Peça’ e ‘Minha Mãe É Uma Peça 3’, que traz de volta as peripécias de Dona Hermínia.

O público adolescente poderá relembrar os desafios de Katniss Everdeen em ‘Jogos Vorazes – A Esperança O Final’ e a relação de amor de mãe e filha em ‘Fala Sério, Mãe!’, com Larissa Manoela e Ingrid Guimarães. Já as crianças poderão conhecer a obra de Maurício de Sousa, ‘Turma da Mônica – Laços’.

Os fãs da comédia nacional poderão se divertir com  Ingrid Guimarães em ‘De Pernas do Pro Ar 3’ e em ‘Loucas Pra Casar’, que conta também com Tatá Werneck e Suzana Pires; Samantha Schmütz em ‘Tô Ryca’; Rodrigo Sant’Anna em ‘Um Suburbano Sortudo’; Cleo Pires em ‘Qualquer Gato Vira Lata 2’ e Mônica Martelli e Paulo Gustavo em ‘Minha Vida Em Marte’.

O sucesso ‘Extraordinário’, com Julia Roberts, que emocionou o público brasileiro, é outro título disponível no projeto, assim como ‘A Cabana’, com Octavia Spencer. Os amantes de ação e suspense poderão conferir ‘John Wick’, com Keanu Reeves. E o terror fica por conta de ‘Jogos Mortais’.

Elis’, cinebiografia da cantora de mesmo nome, ‘Minha Fama de Mau’, longa sobre a vida de Erasmo Carlos, integram a lista de filmes cedidos pelas distribuidoras.

‘Invocação do Mal 2’: Fotos do demônio ASSUSTADOR que estaria no terror antes da ‘Freira’

Através do seu Instagram, o cineasta James Wan compartilhou artes conceituais e imagens inéditas do demônio original que foi, posteriormente, substituído por Valak na sequência ‘Invocação do Mal 2‘.

A aparência do demônio foi inspirada por ‘Castlevania‘, projeto que Wan estava desenvolvendo antes de ser engavetado. O diretor afirma que a substituição ocorreu porque o design da criatura, apesar de incrível, não combinava com o tom do filme. Durante o processo de edição, Wan optou por algo mais pessoal e realista – algo que tentaria corromper a fé da Lorraine. E foi assim que o demônio Valak – a ‘Freira‘ – foi criado.

Confira as imagens:

 

Ver essa foto no Instagram

 

CONJURING 2 is one of my personal fav. I focused on character-storytelling above anything else. Here’s my first design of the demonic entity haunting the family and Lorraine. Aaron Sims (concept designer) and myself took inspiration from our Dracula design for a movie I was attached to a long time ago called Castlevania. @justin.raleigh/Fractured FX built an awesome animatronic suit, and we were going to augment it with CGI wings. But alas, during editing, I deemed this beautifully designed/sculpted horned demon too out of left-field for the film. It needed to be more grounded and personal — something that would take Lorraine’s faith and try to test/corrupt it. I remember the real-life Lorraine Warren talking about her love and reverence for her nun friends, and a lightbulb went off — thus… the Demon Nun was born. So we went back and replaced all the Horned Demon with the Nun during additional photography. I call the last image “Beauty and the Beast”. #Halloweenretrospect

Uma publicação compartilhada por James Wan (@creepypuppet) em

Vale lembrar que ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de junho de 2021, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ será baseado mais uma vez em um dos casos reais solucionados por Ed e Lorraine Warren.

Dessa vez, não veremos uma casa mal-assombrada como nos dois primeiros filmes, e sim um dos casos mais assustadores e POLÊMICOS da história: a possessão demoníaca do jovem Arne Cheyenne Johnson, no caso conhecido como O Julgamento do Demônio Assassino/O Diabo Me Fez Fazer. 

Confira a descrição do trailer:

O vídeo começa falando sobre o caso de um homem que esfaqueou vinte e uma vezes um colega em um canil e foi inocentado alegando uma possessão demoníaca. Os juízes chamaram dois peritos para estudarem o caso: Ed e Lorraine Warren. Vemos os dois recebendo uma ligação e viajando para uma cidade, aonde entram em um necrotério com um corpo carbonizado. A cena é aterrorizante. Quando Lorraine toca no defunto, as luzes se apagam e uma entidade assustadora surge em uma cena extremamente aterrorizante! O clima parece ser tão assustador quanto os primeiros filmes.

James Wan não retornará para a direção; Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona‘) assume em seu lugar.

Vera Farmiga e Patrick Wilson voltam como Lorraine e Ed Warren. 

‘Viúva Negra’: Críticos dizem que o filme é ESPETACULAR, TENSO e CHEIO DE AÇÃO

As primeiras reações dos críticos para ‘Viúva Negra‘ foram divulgadas e eles amaram a produção.

A produção foi extremamente elogiada por seu clima de filme de espionagem, cenas tensas, humor refinado e o principal: Florence Pugh (‘Midsommar’) recebeu diversos elogios por sua atuação, sendo chamada de “um ícone MCU instantâneo”.

Confira as primeiras reações:

“Sequências de luta e perseguição bastante convincentes, uma performance de Florence Pugh arriscada e uma primeira metade que é íntima e cheia de diálogos, meio engraçada de uma nova maneira para o MCU; sim, eu gostei muito.”

“Os filmes da Marvel estão de volta! Viúva Negra é um thriller de espionagem tenso e cheio de ação que realmente completa a história de Natasha de uma forma visceral e emocional. Florence Pugh ARRASA e se torna um instantâneo. É como um filme de Bond do MCU com tons de MISSÃO: IMPOSSÍVEL & THELMA & LOUISE.”

“Viúva Negra parece um filme de Fase 1 da Marvel, pois é a história mais independente em algum tempo. Sem aquela baboseira de um filme da Marvel como você nunca viu. Florence Pugh ARRASA!”

“Gostei muito de Viúva Negra! Um dos filmes mais engraçados do MCU, com uma tonelada de piadas autorreferenciais para os fãs de longa data, autoconsciência suficiente para fazer o absurdo funcionar. Florence Pugh e David Harbor roubam o show. Definitivamente tem alguns problemas. Mas cavou! Absolutamente é para ver nos cinemas!!”

“Misture os filmes de Jason Bourne, a série The Americans e o estilo da MArvel e você terá Viúva Negra (ou o que eu chamarei agora, “O momento que Florence Pugh dominou o mundo”) … Definitivamente, fique para a cena pós-créditos”

“É um dos melhores filmes solo da Marvel.

Do começo ao fim, o filme é ótimo. Excelentes surpresas, momentos emocionais da personagem, ação violenta e Scarlett Johansson finalmente consegue colocar tudo no papel.

A diretora Cate Shortland acertou em cheio. Bravo.”

 

Lembrando que ‘Viúva Negra‘ estreia em 08 de julho nos cinemas simultaneamente com o lançamento na Disney+ por meio do Premier Access, custando R$69,60.

No thriller de espionagem, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

‘Mortal Kombat 2’ é CONFIRMADO e contrata roteirista da série ‘O Exorcista’

A Warner Bros. oficializou ‘Mortal Kombat 2‘ e contratou roteirista para a sequência.

Segundo o Deadline, o estúdio escolheu Jeremy Slater, da série ‘O Exorcista‘, para roteirizar o novo filme.

O primeiro filme foi roteirizado por Greg Russo.

No longa, Shang Tsung (Chin Han) tenta impedir a realização do Mortal Kombat enviando seus guerreiros do Outworld para assassinar os campeões da Terra, a fim de escravizar o planeta. Por conta disso, os lutadores de ambos os lados nem sequer têm tempo de treinarem para os duelos oficiais e se concentram em batalhas pessoais.

No entanto, essa foi uma escolha criativa de Russo para garantir que esse tão famoso evento de luta seja retratado de forma natural no futuro.

Durante uma entrevista para o Collider, ele disse que:

Eu sempre imaginei esse primeiro filme como um pré-torneio, foi mais uma história de introdução aos principais elementos da franquia. O próximo filme será focado no evento propriamente dito, já o terceiro será sobre as consequências desse torneio.”

Após uma curta jornada nos cinemas, o reboot de ‘Mortal Kombat‘ já pode ser conferido no streaming da HBO Max.

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

Amazon Prime Video divulga o trailer da série musical ‘Daisy Jones and the Six’, estrelada por Riley Keough

O Prime Video divulgou o trailer oficial de sua nova série musical dramática, ‘Daisy Jones & The Six‘, que também conta com a canção “Regret Me”, uma das 24 faixas gravadas exclusivamente para a trilha sonora da produção pelo próprio elenco.

O álbum com as músicas oficiais será lançado pela Atlantic Records durante a série, que estreia no dia 3 de março. Exclusivamente no Prime Video, ‘Daisy Jones & The Six‘ terá novos episódios semanalmente, até dia 24 de março.

Assista:

Baseado no romance homônimo best-seller de Taylor Jenkins Reid, Daisy Jones & The Six é uma minissérie que detalha a ascensão e queda vertiginosa de uma renomada banda de rock.

Em 1977, o grupo Daisy Jones & The Six estava no topo das paradas mundiais. Liderada por dois vocalistas carismáticos – Daisy Jones (Riley Keough) e Billy Dunne (Sam Claflin) – a banda passou da obscuridade para a fama. E então, após um show esgotado no Soldier Field de Chicago, eles debandaram. Agora, décadas depois, os membros do grupo finalmente concordaram em revelar a verdade. Esta é a história de como uma banda icônica implodiu no auge de sua existência.

O elenco ainda conta com Sam Claflin, Camila Morrone, Suki WaterhouseSebastian ChaconJosh Whitehouse, Will HarrisonTimothy OlyphantTom WrightNabiyah Be.

Adam McKay DESMENTE que Netflix cancelou sua comédia sombria com Robert Pattinson e Robert Downey Jr.

O vencedor do Oscar Adam McKay (‘Não Olhe Para Cima’) desmentiu a notícia do Deadline de que ele decidiu abandonar a direção de ‘Average Height, Average Build‘, comédia sombria que será estrelada pelo Robert Pattinson (‘Batman’).

O site afirmava que, após escrever o roteiro, o cineasta desistiu do projeto.

“Alguns sites de filmes e cinema noticiaram falsamente que meu filme ‘Average Height, Average Build’ foi cancelado pela Netflix. Só para deixar claro, não foi.

Estávamos prestes a começar a pré-produção com a Netflix, mas depois dos recentes oito meses de aceleração do aquecimento global, decidi que mal podia esperar para tirar do papel outro roteiro que escrevi há um ano sobre nosso colapso climático (Se você revirou os olhos para isso, escreva “inundação 2023″ nas buscas de vídeo e certifique-se de reservar de 3 a 4 horas para assistir tudo).

É uma pena que alguns desses sites que todos nós desfrutados por anos tenham sido destroçados, estejam sofrendo com falta de pessoal e tenham se transformado em click baits, me forçando a divulgar esta declaração. Mas este é o mundo em que vivemos.”

Na trama…

Pattinson interpretaria um serial killer que contrata uma lobista (Amy Adams) para mudar as leis que permitirão que ele escape impune de um assassinato com mais facilidade.

O elenco ainda contaria com Robert Downey Jr., Forest Whitaker e Danielle Deadwyler.

Downey Jr. daria vida a um policial aposentado que não desiste de resolver os casos de assassinatos, enquanto o próprio assassino tenta evitar de parar atrás das grades.

O site afirma que a produção teria a mesma vibe da comédia ‘A Mulher Faz o Homem‘, com o serial killer se tornando uma figura célebre e escondendo suas verdadeiras motivações.

2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ tem queda de 50% na audiência após estreia

A 2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘ já está disponível no catálogo do Prime Video, mas a audiência caiu drasticamente.

A série sofreu uma grande queda de audiência em sua segunda semana na parada semanal de originais de streaming medida pelo Luminate.

Na semana passada, a série Amazon Prime Video conseguiu ficar em segundo lugar com 764,7 milhões de minutos assistidos na primeira semana completa de disponibilidade de seus três primeiros episódios combinados com o primeiro dia de disponibilidade de seu quarto episódio.

Mas durante a janela de visualização de 6 a 12 de setembro — que incluiu a primeira semana completa do Episódio 4 e o primeiro dia do Episódio 5 — atingiu apenas 372,7 milhões de minutos assistidos, ficando em quarto lugar.

Embora houvesse menos conteúdo novo para assistir em comparação com a semana anterior, quando os três primeiros episódios acabaram de estrear, ainda não é um bom presságio para uma grande franquia cair mais de 50% após uma semana, quando o apelo boca a boca ainda deve ser alto.

Deve-se notar que o Luminate mede apenas a audiência dos EUA e que a Amazon enfatizou no início desta semana que muitos fãs da série assistem de outros territórios — no entanto, o estúdio não forneceu dados para apoiar essa afirmação.

Nos EUA, a primeira temporada estreou em 2022 alcançando 1,8 milhão de domicílios em todo o território americano.

Já a estreia da segunda temporada alcançou apenas 902 mil domicílios, uma porcentagem bem abaixo da anterior.

O Prime Video não divulgou os números oficiais nem internacionais de audiência da série.

Recentemente, tivemos a oportunidade de entrevistar a diretora Sanaa Hamri e as atrizes Markella Kavenagh (Nori) e Megan Richards (Poppy).

Durante a conversa, o trio comentou sobre as mudanças do novo ciclo e o que o público pode esperar dos próximos episódios da iteração.

Confira:

Em entrevista à Empire, o time criativo da série comentou sobre o que os fãs podem esperar da 2ª temporada – e aproveitaram para deixar claro que os próximos episódios trarão cenas de batalha “obscuras” e “violentas”.

“Nós amamos uma boa batalha”, revelou o co-showrunner Patrick McKay“O plano com a 2ª temporada seria algo muito maior, em uma escala muito maior que não apenas aconteceria à noite, mas durante vários dias, semanas, meses e episódios”.

Charlotte Brändström, que foi promovida à diretora de produção do próximo ciclo, acrescentou que a batalha será “dez vezes maior” que a da primeira temporada.

“É realmente a batalha entre a escuridão e a luz… Com momento muito obscuros e bastante violentos”, ela afirmou.

“As coisas tomaram um rumo bem intenso desde que Sauron voltou e moveu as peças de xadrez no tabuleiro”, acrescentou a produtora executiva Lindsey Weber“Então, temos um tipo diferente de ação e veremos a Terra-média em seus momentos de maior terror”.

A adaptação é inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa HamriLouise Hooper foram contratadas para completar o time.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Direção para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.

Perrengue Fashion

(Perrengue Fashion)

 

Elenco:

Ingrid Guimarães
Rafa Chalub
Filipe Bragança

 

Direção: Flávia Lacerda

Gênero: Comédia

Duração: 94 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ 10 milhões

Estreia: 9 de Outubro de 2025

Sinopse: 

A trama de PERRENGUE FASHION acompanha a influenciadora Paula Pratta, que tenta se consolidar como uma referência na criação de conteúdo de moda com a ajuda do amigo e assistente Taylor.

Quando ela recebe um convite para estrelar uma campanha publicitária de Dia das Mães para uma marca renomada, ela sente que chegou a sua grande oportunidade. Porém, seus planos vão por água abaixo quando o filho Cadu desiste de ir até São Paulo e embarca em uma viagem para viver em uma ecovila sustentável na Floresta Amazônica.

Ao lado de Taylor, Paula viaja até o Norte do Brasil para convencer o filho a desistir do ativismo ambiental e ajudá-la no trabalho dos sonhos, porém os dois têm dificuldade em se entender e ficam em um impasse: Cadu não compreende a carreira e os objetivos profissionais da mãe e Paula tem dificuldade em aceitar as escolhas do filho. Apesar das complicações iniciais em se adaptar a uma realidade mais simples e conectada à natureza, ela descobre um novo estilo de vida que irá fazê-la repensar seus valores e sua relação com a família.

Curiosidades: 

‘Perrengue Fashion’: Nova comédia com Ingrid Guimarães ganha cartaz e trailer

» Além de estrelar, Ingrid Guimarães também assina o roteiro ao lado de Marcelo Saback, Célio Porto e Edu Araújo;

» O longa é a primeira produção brasileira da Amazon MGM Studios para as salas de cinema;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

10 Filmes Bastante Interessantes sobre VIAGEM NO TEMPO

A curiosidade sempre nos fez criar expectativa com produções que de alguma forma nos fazem embarcar em viagens de segundas chances dentro do espaço/tempo. Não somente no óbvio conceito de literalmente viajar no tempo mas também no campo do inusitado, quando por exemplo os personagens acordam no mesmo dia.

Pensando em cima desse conceito do tempo, segue abaixo 10 filmes bastante interessantes sobre Viagens no tempo:

 

O Homem do Futuro

Na trama, um cientista muito inteligente que beira ao genial descobre uma maneira de voltar no tempo através de uma de suas experiências. Com isso, tem a chance de mudar alguns acontecimentos trágicos no passado e tentar ficar com o grande amor de sua vida, Helena. Só que nada é tão fácil quando se tenta mudar fatos que já ocorreram.

 

Questão de Tempo

Um pôster do filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain preso na parede de um quarto já era o primeiro indicador que iríamos conhecer um sonhador, romântico e que faz de tudo para ser feliz. Em Questão de Tempo, o diretor e roteirista neo zelandês Richard Curtis (Um Lugar Chamado Notting Hill) nos leva a conhecer Tim e sua incrível jornada à procura de um futuro ao lado de um grande amor. Uma trilha sonora jovem e popular embala esse ótimo trabalho que é aquele tipo de filme que todo mundo na sala de cinema faz uma corrente imaginária positiva para que o desfecho seja feliz.

 

Interestelar

Não consuma a ternura com apenas uma boa noite, sonhe, imagine e principalmente acredite, é real! Para alegria dos cinéfilos de todo o planeta, o cineasta norte-americano Christopher Nolan voltou aos cinemas anos atrás com mais um daqueles trabalhos impactantes que, dessa vez, deve ter deixado até o Stephen Hawking de cabelos em pé. Interestelar é um drama que mostra a saga da humanidade rumo ao desconhecido mundo das galáxias e da relatividade do tempo no espaço. Orçado em 150 Milhões de dólares e com câmeras Imax sendo utilizadas em grande parte das filmagens, o novo trabalho do espetacular diretor da lendária trilogia do homem morcego é mais um daqueles filmes eletrizantes que valem a pena serem conferidos numa sala de cinema.

 

O Predestinado

Dirigido pelos cineastas e irmãos alemães Michael e Peter Spierig, O Predestinado é algo como o primo mais velho do espetacular A Origem e tio de terceiro grau de todos os bons filmes sobre viagem no tempo que já foram produzidos até hoje. A criatividade e inteligência dos irmãos na direção desse filme é algo fabuloso, raramente um filme prende sua atenção todos os segundos de projeção. Ethan Hawke dá um verdadeiro show na pele do protagonista, um dos melhores e mais enigmáticos papéis de sua vasta carreira.

 

A Morte Te dá Parabéns

O ‘Bu’ que já vimos em outros filmes. Misturando Feitiço do Tempo (com direito a citação ao fim da trama) com diversos filmes do universo terror dos anos 90 (encabeçado pela saga clássica de Wes Craven – Pânico) chegou aos cinemas brasileiros perto da simbólica data de Dias das Bruxas de anos atrás, A Morte Te dá Parabéns. Sem nenhuma pretensão de fazer algo diferente do que visto em outros roteiros, em relação aos mistérios envoltos a um assassino mascarado, esse projeto ganha a intenção apenas de trazer para geração do whatsapp um pouco do passado dos filmes de terror norte-americano que levaram milhares ao cinema para conhecer seus mistérios.

 

Contra o Tempo

O filme começa de maneira confusa e com poucas informações fazendo os expectadores ficarem uma pouco alerta em relação a todos os diálogos e cenas. Ao longo da trama situações começam a aparecer e se desenrolar para um desfecho interessante. Realmente isso acontece e o final salva o filme, pois, dá uma explicação chave para quem prestou atenção desde o começo.

 

Feitiço do Tempo

Quem nunca assistiu ou ouviu falar desse filme? Um grande clássico da sessão da tarde, tornou o nosso homenageado muito mais famoso no nosso país. Dirigido por Harold Ramis, o filme que tem Bill Murray e Andie MacDowell como protagonistas, se passa na Pensilvânia e nos apresenta um rabugento meteorologista (interpretado por Murray) que acaba ficando preso em um loop temporal. Teve um orçamento de cerca de 17 milhões de dólares e faturou mais de 70 milhões de dólares só em bilheteria. Um dos grandes sucessos da carreira de Bill Murray.

 

Efeito Borboleta

Um dos filmes mais elogiados quando pensamos no assunto, estrelado por Ashton Kutcher o projeto nos leva a uma aventura das escolhas dentro de realidades alternativas após intervenções nos acontecimentos do passado. Dirigido pela dupla Eric Bress, J. e Mackye Gruber.

 

Durante a Tormenta

Filme espanhol escrito e dirigido por Oriol Paulo, se joga no conceito do efeito borboleta onde uma junção entre duas linhas de tempo modifica completamente a vida de uma mulher.

 

Antes que Termine o Dia

Um dos filmes mais tristes ainda na era das locadoras, o filme nos mostra uma grande história de amor entre duas pessoas completamente diferentes. Após um acidente, uma segunda chance de amar aparece. Estrelado por Jennifer Love Hewitt.

 

 

Trabalho, stress e você só quer um descanso? 10 Dicas de Filmes pra pensar sobre a vida!

A vida não anda fácil. Com o mundo mudando e a velocidade de tudo transbordando em cada parte de nossas vidas, o esgotamento emocional, em algum momento de nossas trajetórias, parece uma questão de tempo. Nessas horas, a melhor coisa a fazer é buscar relaxar. Uma das opções é dar o play em filmes que realmente façam você refletir sobre a vida. Abaixo, deixamos algumas boas dicas:

 

O Mapa das Pequenas Coisas Perfeitas (Prime Video)

Mark (Kyle Allen) é um jovem com problemas de comunicação com o pai, que vê a mãe muito pouco, afastado da irmã, que possui apenas uma certeza: seguir em frente na tentativa de entrar em uma faculdade para cursar artes. A questão aqui é que ele está em Loop, em uma repetição infinita de um mesmo dia. Até que uma hora, conhece Margaret (Kathryn Newton), um jovem que ama astronomia e que está na mesma situação que ele. Assim, essa dupla de descobridores sobre a essência da vida irá precisar reunir forças para combater todos os dramas e fortes emoções que virão pela frente, numa jornada de autodescoberta.

 

Meu Bolo Favorito (Reserva Imovision)

A vida da ex-enfermeira e viúva Mahin (Lili Farhadpour), uma mulher que se prendeu em uma solidão faz décadas, caiu na mesmice. Vendo as amigas que adora cada vez menos a cada ano, vive sozinha numa casa tendo contato com as filhas somente pelo celular. Certo dia, algo desperta nela e tomando coragem para se livrar do cantinho solitário que passa o cotidiano, acaba tendo um encontro pra lá de casual com o também solitário, e taxista, Faramarz (Esmaeel Mehrabi), com quem passa uma noite inesquecível, cheia de surpresas.

 

O Que Tiver que Ser (Netflix)

O Que Tiver que Ser, abraça o labirinto angustiante da melancolia mostrando versões de um sufocar que encontram as reconexões através do mais forte dos sentimentos.

 

Às Vezes quero Sumir (MUBI)

Contemplando um estado de solidão, dando sentido ao mesmo através do olhar sensível e imaginativo de uma intrigante protagonista, Às Vezes Quero Sumir, novo trabalho da cineasta Rachel Lambert, se joga com muita inteligência no abatimento de uma visão triste do mundo, reunindo peças para se chegar em uma autodescoberta de curtos passos.

 

Pig (Prime Video)

Na trama, acompanhamos Rob (Nicolas Cage) um homem que encara sua solitude como algo normal numa região de florestas no interior de Oregon. Ele vive com seu porco que o ajuda a resgatar trufas e assim vender para um negociante desse produto, o jovem empreendedor Amir (Alex Wolff). Certo dia, em uma noite fria, sequestram seu porco, levando o protagonista a ter que encarar todo seu passado em busca do animal.

 

Suncoast (Disney Plus)

Inspirado em partes das experiências de vida da própria diretora Laura Chinn, em sua primeira direção de um longa-metragem, Suncoast lida com as variáveis de uma iminente tragédia aos olhos de uma adolescente com inúmeros embates com a mãe.

 

O Homem dos Sonhos (Telecine)

Paul (Nicolas Cage) é um infeliz professor universitário, especialista em biologia do desenvolvimento, que um dia começa a aparecer nos sonhos de milhares de pessoas e logo viraliza após um artigo ser publicado. A peculiar situação mexe com toda sua controlada rotina e a de sua família, o fazendo ir do céu ao inferno, primeiro como um sonho, depois com a chegada dos reflexos dos pesadelos.

 

A Vida em Espera (Prime Video)

Na trama, conhecemos um advogado chamado Howard Wakefield (Bryan Cranston), casado há 14 anos com Diana (Jennifer Garner) e pai de duas gêmeas adolescentes. Um dia, após uma catastrófica volta pra casa em meio ao seu bairro completamente sem luz, ele praticamente sofre um colapso emocional e resolve passar a noite em um lugar onde ninguém o procuraria: o porão de sua casa. Quando ele acorda, decide continuar o plano. Assim, passa semanas vivendo na escassez de comida e refletindo sobre sua vida, conforme vai vendo como sua família reage a sua ausência.

 

Minha Vida Perfeita (Netflix)

Jo (Ágata Buzek) é uma professora do ensino médio com uma vida agitada. Uma mulher que aparenta uma infelicidade constante, vivendo seus dias num conturbado cotidiano: numa casa onde mora com o marido, a mãe, o filho mais velho – que acabou de ser pai – e o filho mais novo. Ainda por cima, em forma de oásis ao caos que domina sua vida, tem um relacionamento secreto com outro professor. Um dia, começa a receber ameaças de alguém que descobriu sua traição.

 

A Menina Silenciosa (Reserva Imovision)

Na trama, conhecemos Cáit (Catherine Clinch), uma menina quieta que vive dias tensos com sua família disfuncional. Durante o verão do ano de 1981, ela é enviada para a casa de Eibhlín (Carrie Crowley) e Seán (Andrew Bennett), parentes de sua mãe, um casal que perdeu o filho em uma tragédia. Chegando lá, acaba descobrindo um novo sentido de lar, de relação familiar, e assim precisa lidar com novos acontecimentos que abrem o seu leque de percepções sobre a vida.

Euphoria e a “Maldição” das Excelentes Primeiras Temporadas das Séries da HBO

O início de 2022 no mundo do entretenimento viu o retorno de uma das séries mais aclamadas pelo público e elogiadas pela imprensa especializada internacional: Euphoria. Criado por Sam Levinson e lançado em 2019, o programa original da HBO serviu para catapultar a carreira da ex-atriz mirim Zendaya, a elevando ao status de uma das jovens estrelas de maior prestígio da Hollywood atual. Claro, Zendaya está na trilogia recente do Homem-Aranha na Marvel, cantou e dançou em O Rei do Show, e arrumou uma pontinha de papel importante (e que virá a aumentar consideravelmente na sequência) em Duna. As atrizes que se consagram realmente, no entanto, são as que conseguem fazer de tudo, e conseguem mesclar produções escapistas-pipoca com obras mais substancialmente pungentes. Euphoria deu este respaldo para Zendaya, demonstrando que a intérprete de 25 anos segura bem uma performance pesando mais ao drama.

Aqui não iremos falar sobre a carreira de Zendaya, no entanto, e sim sobre a trajetória não apenas de Euphoria, mas também de algumas séries da HBO que se encaixam num cercadinho ao lado dela. Devo começar dizendo que as produções das séries originais da HBO dificilmente encontram páreo. O canal que está de pé desde a década de 1990, veio se aperfeiçoando em contar histórias, seja na forma de filmes criados para a TV, séries ou minisséries. Se formos enumerar alguns dos programas televisivos preferidos do grande público de todos os tempos, certamente encontraremos muitos produtos da casa, vide Família Soprano, The Wire, Band of Brothers, Sex and the City e Game of Thrones. Além da excelência com que confecciona programas elogiadíssimos pela crítica, seus seriados possuem grande apelo popular, invariavelmente se tornando o novo fenômeno midiático do momento – como alguns dos citados acima.

Dentro deste parâmetro podemos dizer que Euphoria também se encaixa. A série pode não ter se tornado um rolo compressor do nível de Game of Thrones, por exemplo, mas dentro da proposta de um programa juvenil focado em adolescentes colegiais, foi um dos sopros de originalidade mais marcante dos últimos tempos. A forma inovadora como Levinson e sua equipe apresentam cada um dos personagens e suas características, personalidades e dramas, é algo tão original que definitivamente elevou o jogo para outros programas do gênero. O assunto principal é o abuso das drogas, já que este é o tema da trajetória de Rue (Zendaya), uma menina que perdeu o pai cedo devido a um câncer e desde então se entregou a substâncias ilícitas para aliviar sua dor, se viciando e se transformando num peso para sua família: sua mãe (Nika King) e sua irmã mais nova (Storm Reid). E esse poderia ser mais um drama sobre jovens e drogas rotineiro, mas Euphoria faz valer a máxima de que todo assunto pode se tornar revigorante dependendo da forma inventiva que esta história for contada. E Levinson opta por dar novas tonalidades, seja através do humor ou de cenas completamente inusitadas.

Em uma determinada cena da primeira temporada, quando Rue usa drogas, a “euforia” do título é sentida pelo público através da “onda” da personagem refletida em cena com ela vendo literalmente a casa girar. Para tal, um artifício digno de superprodução foi criado, com uma sala que realmente vai girando enquanto a atriz caminha – algo visto no blockbuster A Origem (2010), de Christopher Nolan. Tais elementos apenas contribuíram para o fascínio do programa. Além disso tínhamos também as cores vibrantes, que representavam as viagens alucinógenas, a paixão destes jovens sendo externalizada, e também as maquiagens usadas pelas personagens principais, que em pouco tempo viraram tendência junto às expectadoras e profissionais da área.

Rue é a personagem principal, mas a primeira temporada de Euphoria, com seus oito episódios, consegue dar espaço não apenas para a angústia de outros jovens, como também discute temas atuais importantíssimos. Temos a relação extremamente abusiva e doentia entre Nate (Jacob Elordi) e Maddy (Alexa Demie); a forma como o comportamento sexualmente livre de jovens mulheres ainda é visto de maneira muito recriminatória (na história de Cassie – Sydney Sweeney); o despertar sexual do “patinho feio” que se aproveita de seu novo status para faturar (Kat – Barbie Ferreira); a raiva reprimida de Nate pelos atos de seu pai (Cal – Eric Dane). E o mais importante de todos: a inclusão social com muita naturalidade de Jules, uma aluna trans, interpretada pela atriz trans Hunter Schafer – algo inédito dentro da dramaturgia mirada ao público adolescente. As atuações são certeiras, como por exemplo a subversão da persona de atores como Eric Dane e Jacob Elordi, galãs bons moços em outras produções, aceitando o desafio com personagens complexos e por vezes odiosos.

Em resumo, a sensação que Euphoria passou para o espectador foi a de estar antenado em perfeita sintonia com a juventude atual. O programa, em sua primeira temporada, consegue abordar muitos dos tópicos tidos como malditos de forma autêntica e urgente. Sua modernidade é sentida, e tão atual que mesmo três anos depois ainda pode ser visto como um produto que poderia estar falando diretamente com o nosso 2022. Justamente por isso quando a segunda temporada estreou debaixo de grande hype, o que trouxe foi algo no mínimo decepcionante. Sejamos justos, o sucesso da primeira temporada elevou Euphoria a um patamar que talvez fosse impossível manter. Mas o mundo queria mais. A verdade é que Euphoria não pedia mais. O desfecho com a separação de Rue e Jules é perfeita, e caso fosse um filme, terminar em tal nota seria o ideal. Como continuar algo assim? Talvez fosse o caso de criar uma série de antologia, com novas questões de outros personagens sendo o assunto.

O público, no entanto, queria mais de Rue, Jules e a turminha disfuncional da série. E durante a pandemia que se abateu sobre o mundo, as filmagens da segunda temporada tiveram que ser adiadas. Para acalmar os fãs ávidos por novidades, a HBO soltou dois especiais neste intervalo, que servem de ponte entre a primeira e a segunda temporada: um focado em Rue e outro em Jules, após o “desencontro” do último episódio. Confesso que existia em mim o receio de como o canal trataria de continuar aquela história que havia terminada da melhor forma possível – ou seja, sem respostas fáceis e finais felizes inacreditáveis. Havia sido encerrado na nota certa. Continuar seria difícil, mas talvez pudesse ser feito. Este mal já havia se abatido sobre outras séries interessantes da casa no passado em suas segundas temporadas, vide True Detective, Westworld e Big Little Lies. O que Euphoria trouxe ao jogo em sua segunda temporada, infelizmente, foi algo mais mundano e sem o mesmo brilho. A proposta do criador para este segundo ano foi a “desglamourização” do vício – sem as firulas visuais e narrativas que permeavam a primeira temporada e, convenhamos, eram o charme da série.

A segunda temporada é mais suja, feia e cru. Até aí tudo bem, uma mudança estética serve para distinguir cada ano do seriado. O problema está no roteiro, que apenas repete o que já havia sido mostrado antes sem nenhum acréscimo. Agora que as vidas de alguns personagens evoluíram a outro patamar, vide Kat, a personagem é automaticamente tratada como desinteressante, com sua narrativa estagnada – justamente ela que era uma das mais cativantes no primeiro ano. O drama também sofre uma queda para se tornar algo meramente adolescente, algo visto em qualquer outra série do gênero, com conflitos amorosos sendo a principal preocupação de alguns protagonistas – até mesmo triângulos amorosos são incluídos no programa: um entre Nate, Maddy e Cassie, e outro entre Rue, Jules e Elliot (Dominic Fike).

A máxima ainda é verdadeira. No cinema, só vale à pena realizar uma continuação se existir algo mais a falar sobre aquele tema – caso contrário rapidamente o sentimento de caça-níquel se instala, e muitas produções sofrem de tal mal. Na TV o mesmo conceito deve ser aplicado, mesmo com o clamor e a pressão dos fãs e do canal. É impossível tirar a sensação de retrocesso na segunda temporada de Euphoria – que parece se apoiar somente na violência, na nudez e sexo para chocar e se envolver no manto da relevância, sem nunca justifica-lo. As tramas parecem sem desenvolvimento, sem saber para onde ir, por qual caminho seguir com tais personagens. O segundo ano apenas frisa o que havia sido construído no primeiro, sem acrescentar muita novidade. Nem mesmo o reencontro entre Rue e Jules, que poderia render debates e diálogos interessantes – que poderiam ser o coração da segunda temporada -, ocorre de forma apática, como se nada tivesse acontecido, com elas continuando de onde haviam parado.

Como dito, esse mal parece se abater sobre outras séries ótimas da casa. Big Little Lies é baseado num livro da autora Liane Moriarty. E apesar de um desfecho questionável na primeira temporada, repleto de conveniências e saídas fáceis, podemos muito bem entender o apelo de uma história muito feminina, que discute violência doméstica, estupro, maternidade, relacionamentos, tudo feito com muita propriedade e bom gosto. No fim, a mensagem que prevalece é a união de mulheres muito diferentes, não necessariamente amigas, em prol de um bem maior: combater e eliminar a masculinidade tóxica de uma vez por todas. Tudo bem, é passível. Mas à altura que foi anunciada a segunda temporada, a pergunta que pairou foi: precisava? Meryl Streep foi anunciada como reforço no elenco. Ótima adição, anima um pouco as coisas e eleva o jogo. O roteiro foi escrito pela autora, o que é mais um somatório. Porém, ao invés de avançar, a trama retrocede, sendo inteiramente baseada em eventos que ocorreram na primeira temporada – ao invés de caminhar com as próprias pernas. As histórias individuais das personagens se arrastam e andam em círculos, realmente como se tirassem as últimas gotas de tal suco. Se fosse a sequência de um filme, o segundo ano de Big Little Lies seria rapidamente varrido para debaixo do tapete.

Com True Detective temos um diferencial. Esta, de fato, é uma série de antologia, com cada temporada contando sua própria história, com início, meio e fim. Menos mal. O que ocorre é que a primeira temporada, protagonizada por Matthew McConaughey e Woody Harrelson foi um verdadeiro primor da dramaturgia televisiva, dono de picos de criatividade raramente vistos até mesmo no cinema hoje em dia (o que é a cena com plano sequência no conjunto habitacional?). Desta forma, já poderíamos imaginar que um segundo ano seria difícil de superar o primeiro. Mas a expectativa estava lá. De todos estes seriados “amaldiçoados” por excelentes primeiras temporadas, True Detective é o que entrega um segundo ano mais distinto. A segunda temporada bem que tentou, e foi bem até o seu desfecho. Levantou boas questões, com novos personagens, como o de Taylor Kitsch, mas terminou por sair dos trilhos com um final insatisfatório. Justamente por isso, o programa criado por Nic Pizzolatto ficou engavetado por quatro anos desde o desfecho da segunda temporada em 2015. Com o final da primeira, os EUA e grande parte do mundo pararam suas vidas para assistir. Com a segunda, a sensação foi do resultado não descer completamente redondo. A terceira aconteceria somente em 2019 e passaria em branco, sem qualquer alvoroço – como era de costume antes.

A adorada Westworld sofre do mesmo mal. A primeira temporada, de 2016, é uma das produções mais detalhadamente bem construídas, com um enredo enigmático e escopo literalmente cinematográfico. A fotografia do seriado não deixa a desejar em relação a nenhum blockbuster e merece ser visto na maior tela possível. É simplesmente lindíssimo. Não é à toa que Westworld foi escolhido para substituir Game of Thrones, um dos programas mais adorados da HBO de todos os tempos. E em sua primeira temporada, Westworld não fez feio, mantendo o nível de excelência do colega de canal. Com nomes como Anthony Hopkins no elenco, não dava para esperar menos. Porém, com o final da primeira temporada, muitos dos mistérios do programa foram respondidos – para não dizer todos, ao menos os mais importantes. Assim, muito pouco sobrou para a continuação na segunda temporada. A “solução” foi substituir suspense e questões que prendiam a atenção do público, com um bom roteiro, por ação. A segunda temporada termina se apoiando em efeitos e ação mais do que no conteúdo, uma vez que todos os mistérios que intrigavam o espectador foram solucionados. A falta do que falar ficou evidente quando a terceira temporada exibiu apenas 8 episódios ao invés dos costumeiros 10.

Euphoria, Big Little Lies e Westworld poderiam ter sido desenvolvidos como minissérie e ter mantido sua qualidade com primeiras temporadas irretocáveis (em especial a primeira e a terceira citadas). Imagine se produções do nível de Chernobyl ou Watchmen, ambas igualmente da HBO, rendessem segundas temporadas. Dificilmente manteriam o mesmo nível. As duas foram desenvolvidas como minisséries e se tornaram duas das obras televisivas mais elogiadas, merecidamente, de anos recentes. Realmente não existe nada de errado com o formato seriado, que se alonga por novas temporadas. Mas ele só é aplicável e justificável quando mais precisa ser contado sobre aquela determinada história. Esse é sempre o caso. Em matéria dos três exemplos em especial citados acima, é impossível escapar do sentimento de que o que precisava ser dito ficou no primeiro ano de tais programas.

‘American Horror Story’: Billie Lourd voltará para a 8ª temporada

Segundo o Deadline, a atriz Billie Lourd, que estrelou em ‘American Horror Story: Cult‘, voltará para a 8ª temporada da série, que se passará em um futuro próximo.

Evan PetersSarah Paulson e Kathy Bates já foram oficialmente confirmados.

Rumores apontam que a nova temporada irá se passar no Arizona em 2032, depois de uma explosão nuclear. A temporada será centrada em um grupo de sobreviventes que não foram afetados pela explosão.

Sobre o oitavo ano, Ryan Murphy recentemente disse: “Não será necessariamente preso na realidade como na temporada passada. Nós meio que estamos voltando para Asylum e Coven. Este será o tom da temporada.”

Billy Eichner, Cheyenne Jackson, Adina Porter e Leslie Grossman também devem retornar.

‘O Justiceiro’: 2ª temporada ganha novo trailer VIOLENTO; Assista!

A Netflix divulgou um novo trailer da 2ª temporada de ‘O Justiceiro‘.

Confira:

Essa deve ser a última temporada da série.

Na nova temporada, Frank Castle (Bernthal) pode fugir, mas não pode se esconder de quem está destinado a ser. A segunda temporada encontra Frank em um território muito familiar. Billy Russo (Barnes), seu ex-companheiro de armas, lentamente começa a se recuperar da lesão cerebral traumática que Frank o causou e é apenas uma questão de tempo até que comece a juntar as peças do quebra-cabeça.

O elenco inclui Jon Bernthal, Deborah Ann Woll, Amber Rose Revah, Jason R. Moore e Ben Barnes.

A 2ª temporada de ‘O Justiceiro‘ irá estrear na plataforma no dia 18 de janeiro.

‘O Cristal Encantado’: Castelo Rá-Tim-Bum se junta à resistência em novo vídeo divertido

Para promover o lançamento da primeira temporada da série ‘O Cristal Encantado: A Era da Resistência‘ (The Dark Crystal: Age of Resistance), a Netflix divulgou um novo vídeo divertido com os personagens do clássico Castelo Rá-Tim-Bum.

Confira:

“Age of Resistance retornará ao universo de Thra com uma nova aventura. Quando três Gelfling descobrem o segredo terrível por trás dos poderes de Skeksis, eles começam uma jornada épica para começar uma rebelião e salvar o mundo.”

Taron Egerton (Rian), Anya Taylor-Joy (Brea), Nathalie Emmanuel (Deet) e Donna Kimball (Aughra) dublarão os personagens principais.

‘Killing Eve’: Produtora fala sobre a relação entre a Eve e a Villanelle na 4ª temporada

Em entrevista ao TVLine, a produtora Suzanne Heathcote falou sobre o que podemos esperar da relação entre a Eve e a Villanelle na 4ª temporada de ‘Killing Eve‘.

“O relacionamento entre elas ainda é muito perigoso. E a realidade não pode ser negada. Dito isso, ambas reconhecem esse perigo e ainda querem estar na vida uma da outra. Elas nunca poderiam começar um relacionamento normal por causa de quem elas são. Elas sabem que estar juntas é quase como uma escolha que elas não podem negar. É a escolha mais perigosa para as duas.”

Ela continua, “Sinto que a Eve tem essa escuridão dentro dela que ela escondeu por muito tempo. E a Villanelle é o contrário: ela tem uma luz escondida dentro dela. E uma vê isso na outra. Uma vez que alguém vê você por completo, é difícil não se sentir atraído pela pessoa, porque é quando você se sente mais vivo.”

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 4ª temporada.

‘Killing Eve’: Sandra Oh é a primeira atriz asiática a ser indicada ao Emmy

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanelle.

Sandra Oh (‘Grey’s Anatomy‘) e Jodie Comer (‘My Mad Fat Diary‘) estrelam.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

‘The Lost City Of D’: Comédia romântica com Sandra Bullock e Channing Tatum ganha data de estreia

A Paramount Pictures finalmente anunciou quando a comédia romântica ‘The Lost City Of D‘, estrelada pelos astros Sandra Bullock e Channing Tatum, será lançada.

O longa está programado para estrear no dia 15 de abril de 2022.

A trama acompanhará uma solitária escritora (Bullock) certa de que nada poderia ser pior do que ficar presa em uma turnê de livro com seu modelo de capa (Tatum). Até que uma tentativa de sequestro leva os dois para uma aventura na selva, provando a ela que a vida real pode ser muito mais perigosa, estranha e romântica do que qualquer uma de suas ficções.

A dupla Adam e Aaron Nee (‘Band of Robbers’) será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Dana Fox, de ‘Jogo de Amor em Las Vegas‘.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘A Família Addams’ entra de férias no novo comercial da sequência; Confira!

Universal Pictures divulgou um novo comercial divertido da sequência ‘A Família Addams 2 – Pé na Estrada‘.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de outubro.

Greg Tiernan retorna à direção.

Na trama, Morticia e Gomez estão perturbados porque seus filhos estão crescendo, pulando jantares de família e totalmente consumidos pela “hora dos gritos”. Para recuperar o vínculo, eles decidem enfiar Wandinha, Feioso, Tio Fester e os outros em seu acampamento mal-assombrado e pegar a estrada para férias familiares miseráveis. Sua aventura pela América os leva para fora de seu elemento e em confrontos hilariantes com seu primo icônico, It, bem como muitos novos personagens excêntricos. O que poderia dar errado?

O novo filme contará com o retorno de Charlize Theron (Morticia), Oscar Isaac (Gomez), Chloë Grace Moretz (Wandinha), Nick Kroll (Tio Fester), Bette Midler (Vovó ) e Snoop Dogg (Primo It).

Finn Wolfhard, que deu voz ao Feioso do primeiro filme, não retorna, sendo substituído por Javon ‘Wanna’ Walton. Por fim, Bill Hader completa o elenco e dará voz a Cyrus, um personagem criado exclusivamente para a sequência.

Diretor de ‘Spencer’ comandará novo filme de vampiros para a Netflix

De acordo com o Bloody Disgusting, Pablo Larraín, diretor do aclamado ‘Spencer‘, vai comandar a comédia sombria de vampiros ‘El Conde‘, que está sendo desenvolvida pela Netflix.

Além disso, Larraín também assinará o roteiro ao lado de Guillermo Calderón.

A trama gira em torno de Augusto Pinochet, um vampiro antigo que, após 250 anos neste mundo, decide morrer de uma vez por todas, devido a doenças provocadas por sua desonra e conflitos familiares.

Jaime VadellGloria Münchmeyer irão estrelar a produção. O elenco ainda contará com Alfredo Castro e Paula Luchsinger.

Sobre o projeto, Pablo Larraín declarou: “Nós estamos muito felizes porque a Netflix é um lugar onde diversos diretores que eu admiro fizeram filmes incríveis. Através desta comédia sombria, nós queremos observar, entender e analisar os eventos que aconteceram no Chile e no mundo nos últimos 50 anos. Temos confiança que faremos um bom trabalho e será uma jornada incrível.”

O longa será programado para estrear no serviço de streaming apenas em 2023.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.