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‘Only Murders in the Building’: Selena Gomez está presa e ensanguentada nas novas imagens da série

A nova série criminal estrelada por Selena Gomez, intitulada ‘Only Murders in the Building‘, segue com suas filmagens a todo vapor. E novas imagens dos bastidores foram divulgadas, trazendo a protagonista toda ensanguentada, à medida em que é presa.

As imagens, divulgadas pelo portal Just Jared, foram registradas no set de filmagens da da produção, em Nova York.

Confira:

A série é produzida pela plataforma de streaming Hulu, uma divisão da Walt Disney Co.

A série será estrelada por Steve Martin, Martin Short também estrelam.

Co-criado e escrito por Martin e John Hoffman, ‘Only Murders In The Building‘ segue três estranhos (Martin, Short e Gomez) que compartilham uma obsessão com crimes e assassinatos e de repente se vêem envolvidos em um.

A estreia acontece ainda em 2021.

Crítica | Love Lies Bleeding: Kristen Stewart vive amor bandido em alucinante suspense da produtora A24

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2024

Sob uma luz amarelada de uma antiga academia, Lou (Kristen Stewart) e Jackie (Katy M. O’Brian) trocam olhares e se encontram mental e emocionalmente. Completamente diferentes – uma franzina, a outra musculosa -, elas se encaixam em um tórrido e peculiar romance que poderia muito bem ser apenas uma tempestuosa e tumultuada história a dois. Mas o que Love Lies Bleeding não nos revela logo de início é exatamente o que a torna uma das experiências mais originais e inusitadas do cinema recente. O que poderia se tratar apenas de um amor bandido, se transforma em uma caçada vingativa e sangrenta com ares de contos pulp, marcada por um plot twist absolutamente inesperado. E nem nas nossas maiores expectativas em relação à versatilidade da produtora A24 esperaríamos algo tão…divertidamente exagerado.

Se revelando como um thriller romântico surrealista, o longa de Rose Glass reitera o enorme talento e criatividade da cineasta, que sabe nos conduzir a uma espiral alucinante de efeitos dominó onde nada do que se espera genuinamente é o como parece. E nos convencendo facilmente de que estamos diante de um mero romance com um pequeno “twist”, ela se aproveita de nossa inocência perante a trama para nos tragar para dentro de um impensável e inusitado mistério, onde aquela mesma história de amor se torna apenas o elo de uma catarse familiar regada por traumas, relacionamentos quebrados e consequências caóticas.

E em apenas 1h44 de filme, Stewart lidera seu elenco com astúcia e brilhantismo, revelando uma face mais masculinizada e antissocial. Provando sua capacidade camaleônica enquanto artista, ela brinca em tela com sua personagem, se apropria de uma linguagem corporal mais rude e esconde sua beleza em um corte de cabelo mal feito e roupas surradas e desgastadas. Já O’Brian é a personificação da ostentação física e do culto ao corpo. Seus músculos sobressalentes causam inveja em qualquer maromba e rato de academia e seu sonho no fisiculturismo é o pilar de sustentação dessa rede anárquica de eventos que se desmorona como um castelo de cartas.

Juntas em uma excelente dinâmica relacional, elas fazem de Love Lies Bleeding um suspense criminal/romântico com um toque de Thelma & Louise, onde o crime rege a jornada desse casal rejeitado pela sociedade, mas disposto a transcender a frivolidade daqueles que querem separá-las e destruí-las. E nesse rolo de lã infindável, outros arcos paralelos ajudam a encorpar a trama principal, como a disfuncional e abusiva dinâmica do casal J.J. e Beth, muito bem encarnado por Dave Franco e Jena Malone, e a vida de mafioso de Lou Sr., pai de Beth e Lou, vivido de maneira poderosa por um Ed Harris pavoroso e breguíssimo (e com um mullet invejável!).

E assim, o novo thriller da A24 vai se desenvolvendo como uma poderosa pulp fiction, transformando um conto inicialmente simples em uma gigantesca história onde o elemento fantástico se une à ação e ao mistério. Adentrando ainda no folclore urbano e POP, Love Lies Bleeding consegue romper todas as nossas expectativas, superando uma a uma conforme avançamos para o seu 3º e surreal (literalmente) ato. Flertando com o caricato e até mesmo com o universo dos quadrinhos da Mulher Hulk, a produção nos faz arregalar os olhos com seu plot twist e nos leva ao riso inesperado com as ousadas escolhas narrativas de Glass e sua co-roteirista Weronika Tofilska.

Desafiando nossa percepção enquanto audiência e nos convidando a experimentar algo genuinamente autêntico, Glass e Tofilska aproveitam as telas do Festival de Sundance para nos inundar com sua sanguinolência, juras de amor exageradas e mortes aleatórias, na certeza de que o primeiro público de seu filme está à espera desse tipo de cinema. Não se levando a sério demais e cumprindo a promessa de entregar um entretenimento da mais alta qualidade e insanidade, elas fazem de Love Lies Bleeding uma aventura contagiante, chocante, divertida e cheia de surpresas. Feito para os exaustos de remakes, releituras e repetições de estereótipos, esse é aquele original A24 que comprova mais uma vez o quanto essa produtora veio para revolucionar a indústria cinematográfica.

Crítica | Proibido a Cães e Italianos – Memórias de Guerra Traduzidas de Forma Lúdica e Inebriante em Stop-Motion

Com sutileza e humor, entre pequenas gotas de lágrimas acanhadas e teimosas, Proibido a Cães e Italianos (Interdit aux chiens et aux Italiens, no original) é uma fábula baseada em memórias reais sobre a dores e os temores do início do século XX. Com suporte nas histórias contadas pela sua avó, o diretor e roteirista Alain Ughetto permite-se homenagear seus ancestrais em uma animação curta, porém marcante em stop-motion

Lançado no Brasil no início do ano no festival online My French Film Festival, Proibido a Cães e Italianos chega aos cinemas brasileiro em 12 de setembro trazido pela Risi Film Brasil e a Gal Cultural. Em forma de relato, o diretor disseca a miséria da família do seu avô Luigi, um dos 11 filhos da família Ughetto. Com escassez de comida, doenças fatais e ausência de trabalho, a família obrigou-se a abandonar sua vila natal para tentar sobreviver em campos mais verdes. 

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Proibido a Cães e Italianos ganhador do Prêmio do Júri no Festival de Annecy 2022

Apenas com os próprios pés e mãos, os membros da família Ughetto atravessaram as montanhas e planícies entre Itália e Suíça até encontrarem trabalho na França. Enquanto nos encantamos pela beleza dos personagens forjados em massa de modelar, nos aprofundamos na história de uma Europa decadente, no período da primeira guerra, do nascimento do fascismo italiano e, portanto, da ojeriza estrangeira aos vizinhos, maltratados e apelidados em terras francesas. 

Em meio a perdas, trabalhos rigorosos e as minguadas refeições, Proibido a Cães e Italianos projeta a bravura de homens simples lutando pela sobrevivência de forma lúdica e documental. Com sua intromissão em cena, as mãos do diretor interpelam a narrativa e pontuam a nossa leitura dos acontecimentos junto com ele. Suas mãos são um convite ao espectador para adentrar aos aspectos fundamentais de nossa existência e a olharmos a vida dos nossos pais, e principalmente avós, com admiração de um caminho percorrido para estarmos aqui. 

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Proibido a Cães e Italianos ganhou o prêmio da Crítica no My French Film Festival 2024

Como o Brasil é composto exatamente por essa população migrante, sejam italianos, portugueses, japoneses, libaneses, sejam até mesmo os traficados para este país, esta obra de 70 minutos consegue nos tocar e nos atiçar a descortinar a nossa própria crônica genealógica. Ganhador do prêmio da crítica no My French Film Festival, o qual participei do júri deste ano, e do Festival de Animação de Annecy 2022, Proibido a Cães e Italianos conversa igualmente com os mais jovens e articular o olhar infantil para estes períodos de guerras e xenofobia, tanto no passado quanto no presente. 

Se a cadela Baleia é sempre lembrada como símbolo do desespero e do sofrimento do retirante do nordeste em Vidas Secas (1963) — na literatura e na sétima arte —, esta pequena joia do ítalo-francês Alain Ughetto capta a doçura e as travessuras das crianças como no filme de Nelson Pereira dos Santos, mas também no deixa um sabor agridoce sobre as tragédias a pairar sobre uma família e a criatividade dos pais de esconder, ou melhor, ludibriar o temor como em A Vida é Bela (1997), de Roberto Benigni

 

Proibido a Cães e Italianos estreia nos cinemas brasileiros no dia 12 de setembro de 2024. 

‘Punho de Ferro’: Fotos dos bastidores da 2ª temporada revelam misteriosa personagem

Foram divulgadas algumas novas imagens da 2ª temporada de ‘Punho de Ferro’ em que podemos ver a misteriosa personagem vivida pela atriz Alice Eve (‘Além da Escuridão: Star Trek’). Confira:

Enquanto isso, Joe Quesada, Chefe Criativo da Marvel, divulgou hoje o cartaz promocional da segunda temporada de ‘Punho de Ferro. Confira:

A segunda temporada de ‘Punho de Ferro‘ já está sendo filmada e ganhou suas primeiras imagens.

 

Ser Tão Velho Cerrado

(Ser Tão Velho Cerrado)

Direção: André D’Elia

Gênero: Documentário

Duração: 96 min.

Distribuidora: O2 Play

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 09 de Agosto de 2018

Sinopse:

Este documentário narra a história dos moradores da Chapada dos Veadeiros que, preocupados com o fim do cerrado em Goiás, procuram novas formas de desenvolver a região sem agredir o meio ambiente em que vivem.

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

Fotos:

 

Crítica | ‘How To Be a Carioca’ diverte com carta de amor ao Rio de Janeiro

Gravada em 2021, ainda em tempos de pandemia, a série How To Be a Carioca chegou ao Star+ com seis episódios pra lá de divertidos e com um elemento que faz toda a diferença para quem assiste: o amor dos envolvidos no projeto transborda em tela. E não apenas do diretor e criador da série, o apaixonado pela Cidade Maravilhosa, Carlos Saldanha, diretor da animação Rio (2011), mas de todos os envolvidos, incluindo o elenco internacional. A produção é estrelada pelo Seu Jorge e se inspira no livro homônimo escrito pela norte-americana Priscilla Ann Goslin, que vive na capital fluminense há mais de 50 anos.

A história é contada pela perspectiva de cinco estrangeiros que acabam vindo ao Rio de Janeiro por diferentes motivos. Na cidade, eles precisam resolver seus problemas e situações, que acabam explorando as diversas facetas da Cidade Maravilhosa, como as belezas fora do comum, a boa vontade dos moradores e as diferentes formas de violência, como o racismo e a criminalidade. Mas antes que pense em cair nos estereótipos dos chamados favela movies, a série reforça sua proposta de contar histórias com viés positivo e encontram saídas inteligentes e divertidas até mesmo para as situações mais complexas.

A estrutura da série é dividida em seis capítulos, nos quais a única ligação é Francisco, o personagem de Seu Jorge, que aparece para ajudar os gringos em momentos de adversidade. Sempre se apresentando como um rapaz com PhD em Rio de Janeiro, o músico é praticamente um oráculo dos desesperados, arranhando os mais variados idiomas para salvar o dia. O mais interessante é que mesmo sendo o rosto da produção e ganhando um episódio inteirinho dedicado a ele, Francisco é apenas mais um representante do Rio em meio aos mais apaixonantes personagens que desenvolvem a trama.

A nacionalidade dos gringos dá nome aos episódios. Então, vemos em sequência Argentina, Alemanha, Síria, Israel e Angola. Concluindo a série, temos Rio. Afinal, são tantas características singulares que compõe o dia a dia do Rio de Janeiro, que a cidade assume esse papel quase nacional. Esse último é todo dedicado a mostrar um dia daqueles do Francisco, que se mostra um personagem repleto de camadas, indo muito além de um simples guia da galera. É lindo ver como ele vai afetando a vida dos gringos e como esses turistas ajudam a moldar seu dia.

Existem episódios melhores que outros, mas a série num geral é bem constante. Não há capítulo ruim, são todos muito acima da média. No entanto, a história de amor do episódio da Síria, a amizade inesperada de Israel e a fé improvável da Argentina são, no mínimo, espetaculares. Esses três trazem tramas deliciosas de se acompanhar, ressaltando de forma sutil elementos tão presentes na vida de quem mora no Rio que chega a encher os olhos. E isso acaba sendo um mérito muito legal da produção. Ela reforça aquela sensação de orgulho não apenas de quem nasceu e vive na cidade, mas em qualquer um que já tenha passado por aqui.

O elenco da série é um espetáculo tão grande quanto as paisagens retratadas na produção. Misturando jovens talentos com cascas-grossas da cultural nacional, o casting trouxe também uma porção de nomes internacionais afiadíssimos. Além de Seu Jorge, estão na série Antônio Pitanga, Malu Mader, Douglas Silva e Débora Nascimento. Todos sensacionais. Do elenco estrangeiro, destacam-se Verónica Llinás, Peter Ketnath, Ahmad Kontar e a incrível Swell Ariel Or. Já a juventude é representada pela molecada do Nós do Morro e pelo surpreendente Nego Ney, que começou como um meme no YouTube e vem emplacando uma série de projetos excelentes em 2023, com atuações muito interessantes, como How To Be a Carioca e Nosso Sonho. Vale a pena ficar de olho no garoto nesses próximos anos.

Outro aspecto fenomenal é a trilha musical da série. Misturando canções originais com clássicos da música nacional, é uma seleção apaixonante. Em conversa com Carlos Saldanha, o diretor nos revelou que esse mérito vai para a cantora Maria Gadú, que trabalhou como produtora musical do show. Segundo Saldanha, ela embarcou de corpo e alma na proposta, deixando o ego de lado para explorar os diferentes aspectos musicais que envolvem o Rio de Janeiro.

“Quando se fala de Rio, a musicalidade é muito especial. A playlist da série é muito impressionante”, afirmou Saldanha.

E segundo ele, ainda há muito a ser contado. E se o público gostar, poderemos ter uma segunda temporada indo para outros cantos da cidade. “Temos histórias com outros países para abordar assuntos que não foram incluídos nessa. A gente não abordou futebol, não abordou carnaval, samba de raiz, a comida… Se a galera gostar e quiser mais, o que a gente mais tem é história pra contar. Eu já tenho uma ideia aqui focada na batata de Marechal Hermes”, concluiu o diretor.

Escrita, dirigida e atuada de forma apaixonante, How To Be a Carioca é uma série ridiculamente cativante, atuando quase como um abraço de mãe diante dos tempos complicados que o país vem atravessando nos últimos anos. É uma produção muito divertida, emocionante e criativa, que explora os diferentes ‘Rios’ que existem no Rio de Janeiro. E ao fim da série, caso não more na cidade, é impossível resistir à vontade de pegar o primeiro voo para a capital fluminense e viver sua própria história por aqui. Um verdadeiro espetáculo!

How To Be a Carioca está disponível no Star+

Crítica | Missão de Sobrevivência – Gerard Butler e Ragnar de ‘Vikings’ em filme GENÉRICO de ação

Não é de hoje que os Estados Unidos entram em guerra com outros países. E não é de hoje também que esse país recebe críticas justamente por seu comportamento invasionista de se meter no território que não lhe pertence para dizer aos outros como as coisas devem ser feitas. Um desses eventos resultou no marco histórico do 11 de setembro, cujas consequências podem ser sentidas no mundo inteiro até hoje, principalmente com relação à comunidade árabe, que, desde então, sente o impacto da discriminação e da violência direta e indireta. Consequentemente, esse atrito prolongado também inspira a criação de filmes como ‘Missão de Sobrevivência’, lançamento que toma conta das salas de cinema nacionais a partir desta quinta-feira.

Tom (Gerard Butler) trabalha como espião para o governo estadounidense em áreas de conflito no Oriente Médio. Ele é o cara que usa o disfarce para implementar rastreadores, escutas e, neste momento, está no Irã, instalando um circuito para implodir uma área para a CIA. Enquanto isso, a jornalista Luna (Nina Toussaint-White) recebe informações sigilosas sobre esta atividade e expõe tudo num jornal alemão, mostrando a hipocrisia da CIA em realizar bombardeios sem haver conflitos na área. Tom está voltando para sua casa na Inglaterra, para a formatura de sua filha, quando recebe uma nova missão de Roman (Travis Fimmel), que lhe pede para ir por três dias ao Afeganistão. Porém, enquanto está nessa nova missão com seu intérprete Mohammad (Navid Negahban), a reportagem da jornalista vai ao ar e seus rostos e identidades são divulgadas no mundo inteiro. Expostos, Tom e Mo terão que fazer de tudo para atravessar o deserto e chegar numa base militar britânica para conseguir voltar para casa em segurança.

No momento em que o roteiro casualmente coloca na história o quanto o personagem Tom é um pai ausente e o quanto a sua presença significaria na formatura de sua filha o espectador já pode ter certeza de que o filme todo será direcionado para a volta para casa desse grande herói. Aí no meio do caminho não importa muito quem sejam seus opositores ou quais sejam seus empecilhos, pois ele sempre estará motivado pela dívida moral.

Sem trazer novidades, o roteiro de Mitchell LaFortune acompanha este protagonista em sua literal ‘Missão de Sobrevivência’ recheada de clichês e de liberdades para dar sentido à sua jornada. Para tal, vale até comportamentos sem sentido e descarte de personagens para nada na história, o que acaba dando uma cansada nas duas horas de duração do filme.

Entretanto, o filme de Ric Roman Waugh tem boas cenas de ação, especialmente uma sequência à noite no deserto, com visão noturna estilo videogame que deixará qualquer fã desse tipo de produção bem animado. Gravado totalmente na Arábia Saudita, os cenários realistas são a melhor coisa do filme, aproximando sua narrativa de jogos como ‘Call of Duty’.

Missão de Sobrevivência’ é um filme genérico de ação com sequências interessantes de perseguição no deserto. Não é o melhor trabalho de Gerard Butler, e ainda traz um Ragnar quase irreconhecível para os fãs de ‘Vikings’.

‘Batman vs. Superman’: Arte conceitual revela como Apocalypse seria originalmente

O artista Jerad S. Marantz trabalhou em diversas adaptações de quadrinhos para os cinemas, incluindo ‘Batman vs. Superman: A Origem da Justiça’‘Liga da Justiça’.

Recentemente, Marantz divulgou em seu Instagram uma arte conceitual com o primeiro visual do vilão Apocalypse antes de ser remodelado para a versão que os fãs conhecem.

Confira:

O filme foi protagonizado por Ben AffleckJeremy IronsGal GadotOlga KurylenkoElodie YungJesse EisenbergHenry CavillAmy AdamsLaurence FishburneDiane Lane.

O roteiro foi escrito por Chris Terrio (‘Argo’) com supervisão de  David S. Goyer, que assinou a trilogia ‘Batman’ e ‘O Homem de Aço’. O filme foi dirigido por Zack Snyder.

Os próximos lançamentos da DC incluem ‘Shazam!’, no dia 05 de abril de 2019, ‘Aves de Rapina’ em 07 de fevereiro de 2020 e ‘Mulher Maravilha 1984’ no dia 05 de junho de 2020. ‘Coringa’ também tem estreia marcada para o dia 04 de outubro de 2019, mas não faz parte do universo estendido.

‘Star Trek: Picard’: Série com Patrick Stewart ganha novo teaser; Confira!

‘Star Trek: Picard’ ganhou um novo e breve teaser oficial.

Confira:

As gravações da primeira temporada terminaram em agosto deste ano e, segundo o site Examiner Live, as filmagens do próximo ano devem começar em março de 2020.

‘Star Trek: Picard’ ainda não tem data definida de estreia, mas deve chegar no começo de 2020 também.

Michael Chabon foi contratado para supervisionar a equipe como showrunner.

Chabon tem uma extensa filmografia tanto nos cinemas quanto na televisão, incluindo ‘Homem-Aranha 2’‘As Incríveis Aventuras de Kavalier & Clay’ e já era parte da equipe da roteiristas do show.

A série terá como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Patrick Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com ‘Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Alison Pill (‘The Newsroom‘), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful’) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace‘)  são as mais recentes adições à produção.

Os detalhes referentes aos seus respectivos personagens permanecem em sigilo.

Hanelle Culpepper assume a direção do projeto. Culpepper tem um extenso currículo que incluí episódios de ‘Sleepy Hollow’‘Grimm’‘Castle’‘Gotham’‘Lucifer’‘The Flash’, além de ter entrado no universo intergaláctico com ‘Star Trek: Discovery’.

O produtor da nova série, Alex Kurtzman, não poupou elogios à diretora:

Hanelle é uma diretora habilidosa e dinâmica, cujas escolhas cênicas são sempre enraizadas no personagem. Sou um grande fã de seu trabalho desde começou conosco em ‘Discovery’, e ela é a pessoa perfeita para reintroduzir o amado personagem Picard para os antigos e os novos fãs. Estamos muito animadas em tê-la na mais nova aventura da família Trek. 

‘Ozark’: Tom Pelphrey revela como conseguiu seu papel na 3ª temporada

‘Ozark’ retornou com sua 3ª temporada nos últimos dias e alguns fãs da Marvel podem ter reconhecido um rosto familiar no novo ano – afinal, a iteração acrescentou Tom Pelphrey (‘Punho de Ferro’) ao elenco como Ben Davis, o irmão outrora afastado de Wendy Byrde (Laura Linney).

Agora, em uma recente entrevista ao ComicBook.com, o ator revelou como conseguiu o papel na série.

“Boa pergunta. O elenco de ‘Ozark’ é feito por uma mulher chamada Alexa Fogel, que conheci pela primeira vez uns quinze anos atrás. Fiz audição com ela para [a minissérie] ‘Generation Kill’ e cruzei com ela várias vezes desde então. Ela é diretora de casting e realmente a admiro e acredito que ela seja alguém que admira meu trabalho. Ela foi quem me elencou em ‘Banshee’“.

“Então quando esse papel em ‘Ozark’ apareceu, acho que ela pensou que seria uma boa escolha para mim. Li [o papel] e senti a mesma coisa, e então fui ao encontro dela, gravei uma audição e me ligaram de volta uma ou duas semanas mais tarde, dizendo que me queriam para o papel”, ele acrescentou.

Jason Bateman, produtor executivo e diretor, estrela como Marty Byrde, junto à indicada ao Oscar Laura Linney como sua mulher, Wendy.

Na trama, os Byrde e seus filhos adolescentes, Charlotte e Jonah, são, para todas as intenções e propósitos, uma família comum com uma vida comum. Exceto pelo trabalho de Marty, um consultor financeiro de Chicago que é também o mais importante lavador de dinheiro para o segundo maior cartel de drogas do México. Quando as coisas ficam feias, Marty precisa tirar sua família dos arranha-céus de Chicago e se mudar com ela para a região bucólica dos Lagos Ozark, no Missouri.

O elenco conta com Esai Morales, Julia Garner, Marc Menchaca, Jason Butler Harner e Harris Yulin.

‘Young Wallander’: Nova série de mistério da Netflix ganha pôster oficial; Confira!

Netflix divulgou o pôster oficial de ‘Young Wallander’, sua nova série de mistério sueca.

Confira, junto ao trailer:

A série foi criada pelos mesmos produtores do clássico show ‘Wallander’, baseada nos romances de Henning Mankell.

A história gira em torno da versão mais jovem de Kurt Wallander, tendo acabado de sair da academia de polícia e presenciado um brutal crime. Ele, então, é arrastado para desvendar o caso com a ajuda do superintendente Hemberg.

Adam PålssonRichard Dillane estrelam. Leanne BestEllise Chappell completam o elenco.

‘Young Wallander’ tem estreia marcada para o dia 03 de setembro.

4ª temporada ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ se encerra de maneira divertida; Confira a crítica!

Está na hora de dar adeus a 2020 da melhor maneira possível: com novos episódios de ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’, os últimos oito capítulos da saga que nos introduziu a Kiernan Shipka como a envolvente e rebelde bruxa adolescente Sabrina Spellman. Afinal, a Netflix resolveu cancelar a produção em meio às gravações do quarto ano da série, descontentando fãs ao redor do mundo que não aceitavam revisitar a mística Greendale pela última vez. De qualquer forma, chorar pelo leite derramado não adianta de muita coisa – e a plataforma de streaming fez o máximo para fornecer aos espectadores uma conclusão digna da divertida aventura ao lado da jovem feiticeira e de seu apaixonante e arrepiante universo.

A verdade é que, a princípio, a série causou certo impacto negativo naqueles que esperavam um reboot ou uma sequência inspirada em ‘Sabrina – Aprendiz de Feiticeira’, sitcom estrelada por Melissa Joan Hart. Entretanto, a ideia por trás de Roberto Aguirre-Sacasa, showrunner do popular drama teen ‘Riverdale’, era resgatar o teor melodramático e anfigúrico da Archie Comics para construir narrativas nostálgicas e atemporais o bastante para nos apresentar às criaturas que se escondem na escuridão. Ao longo de 36 episódios, nos assustamos com goblins, demônios e arautos do caos – e nada poderia nos preparar para a ameaça final que se levantaria contra Greendale no final deste ano. Para o bem ou para o mal, Aguirre-Sacasa reuniu o melhor de Sabrina para buscar um desfecho honroso, sem perceber que transformou essa iteração em um espetáculo circinal e apressado.

Depois de enfrentar Lúcifer Estrela-da-Manhã (Luke Cook), Lilith (Michelle Gomez), clãs de bruxos pagãos e até mesmo deuses seculares, está na hora de Sabrina se preparar para a batalha de sua vida: aproximando-se de seu aniversário de dezessete anos, a caçada pelo Padre Faustus Blackwood (Richard Coyle) continua na ativa, visto que seus objetivos ainda não foram totalmente revelados. Blackwood infligiu dor e discórdia entre as bruxas de seu próprio clã, até que elas se revoltassem contra a hierarquia misógina de Lúcifer e passassem a adorar o poder etéreo de Hécate, que se tornou a divindade conselheira e regente de uma nova Academia de Artes Ocultas. Aliando-se à Zelda (Miranda Otto), Hilda (Lucy Davis), Ambrose (Chance Perdomo) e outras pessoas de grande confiança, Sabrina agora deve enfrentar os Terrores do Sobrenatural, entidades mais antigas do que o próprio universo que são agouros do Vazio, um vórtice que consome a tudo e a todos sem escrúpulos.

Esse talvez seja o principal deslize da nova temporada de ‘Mundo Sombrio’. Aguirre-Sacasa ainda tem domínio sobre todos os protagonistas e coadjuvantes e cuida para que o microcosmos de Greendale não sofra expansões para além do necessário, mas sim seja guarnecido em explorações do que já existe. Em outras palavras, as novidades vêm conforme as personalidades dos personagens se transmutam e amadurecem impiedosamente perante a iminência do apocalipse, ainda que resvalem em certas fórmulas novelescas para ganharem movimento. Sabrina deve aprender que sua solidão não é nada mais que um impulso para compreender o lugar que deve ocupar na Terra e nas múltiplas realidades que existem além dela – incluindo seu “eu” que comanda o Inferno; procurando o tão sonhado amor em ocasiões impossíveis, leva algum tempo até que ela compreenda que a pessoa certa vai aparecer, mais cedo ou mais tarde.

Por enquanto, sua preocupação é salvar aqueles que ama. A cada capítulo, ela e seus fiéis companheiros encaram figuras misteriosas que usam de semblantes familiares para se materializarem e se mesclarem aos habitantes de Greendale – como é o caso do Indesejado ou do Estranho. Tais criaturas não unem forças para atacarem de uma vez, resolvendo espalharem-se numa preferência antológica que quebra o ritmo entre os capítulos e cai nas conhecidas inflexões fragmentadas de tantas outras produções fantásticas. O showrunner inclusive parece pegar emprestado os fracos roteiros das últimas temporadas de ‘Once Upon a Time’, forçando químicas inexistentes entre uma narrativa e outra para tentar uni-las em um bem comum.

A nova temporada da série deveria se concretizar polidamente, servindo como chave de ouro de um arco que ainda tinha muito para acabar – e faz isso, de certa forma. Apesar de não conseguir se sustentar por completo, esse aspecto coletâneo é bastante prático em episódios como “The Imp of the Perverse”, em que somos transportados para uma realidade alternativa; ou então de “The Endless”, em que o drama se funde com a comédia de situações e até mesmo abre espaço para a presença icônica de Caroline Rhea e Beth Broderick. Acrescentando algumas camadas de terror à irreverência estética, Aguirre-Sacasa e seu time criativo não pensa duas vezes antes de banhar as cenas com sangue, ódio e anarquia. Mesmo assim, é quase ridículo pensar que, valendo-se de quase uma hora por capítulo, ele não consiga contar tudo o que deseja e tenha que correr para não deixar pontas soltas.

Pela primeira vez, os exagerados caprichos estéticos não atrapalham os resplandecentes e melancólicos cenários, motivo pelo qual nossa atenção fica mais aguçada para as distorções de roteiro. O elenco permanece incrível, como sempre, e se deleita ao máximo antes de um grand finale que almeja a uma catarse reflexiva, mas a alcança em partes. Era de se esperar que um sacrifício viesse acompanhando a iteração; entretanto, sua obviedade é forte demais para nos causar o choque prometido.

‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ tem elementos suficientemente espirituosos para levar a audiência numa calma e confortável jornada. Por mais que desejássemos algo um tanto quanto mais ousado, essas parcas centelhas logo se apagam em prol de agradar aos fãs em vez de arriscar qualquer coisa que fugisse do convencional. Todavia, Aguirre-Sacasa acredita que esse não era um momento para peripécias, então aposta numa comedida segunda opção: divertir – e mais nada.

‘Space Jam: Um Novo Legado’: Esquadrão Valentão é destaque nos novos cartazes nacionais da sequência!

A Warner Bros. Brasil divulgou através do Twitter novos cartazes individuais nacionais de ‘Space Jam: Um Novo Legado’, apresentando o Esquadrão Valentão (Arachnneka, The Brow, Wet-Fire, White Mamba e Chronos) – os vilões da aguardada sequência.

Confira:

O filme tem estreia prevista para o dia 15 de julho nos cinemas nacionais.

Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastro LeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.

O elenco conta também com Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’‘Star Trek: Discovery’).

Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.

O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.

‘The Last of Us’: Cenário pós-apocalíptico nas novas imagens de bastidores da série; Confira!

Um usuário do Reddit divulgou recentemente novas imagens de bastidores da ambiciosa adaptação da franquia de games ‘The Last of Us’, da HBO.

Confira:

A série traz Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’) e Neil Druckmann (criador do jogo) como diretores. Balagov comanda os dois primeiros capítulos.

Além de Pedro Pascal (‘The Mandalorian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) como os protagonistas Joel e Ellie, o elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray BartlettAnna Torv.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Neil Druckmann.

Por enquanto, ‘The Last of Us’ainda não possui previsão de lançamento.

‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore’ ganha novo cartaz nacional BELÍSSIMO; Confira!

Depois do trailer, a Warner Bros. Pictures do Brasil divulgou um novo cartaz nacional de ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore’, terceiro capítulo da saga mágica.

O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 14 de abril.

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O professor Alvo Dumbledore (Jude Law) sabe que o poderoso mago das trevas Gellert Grindelwald (Mads Mikkelsen) está se movimentando para assumir o controle do mundo mágico. Incapaz de detê-lo sozinho, ele pede ao magizoologista Newt Scamander (Eddie Redmayne) para liderar uma intrépida equipe de bruxos, bruxas e um corajoso padeiro trouxa em uma missão perigosa, em que eles encontram velhos e novos animais fantásticos e entram em conflito com a crescente legião de seguidores de Grindelwald. Mas com tantas ameaças, quanto tempo poderá Dumbledore permanecer à margem do embate?

Em entrevista ao ColliderMads Mikkelsen, que foi escalado para viver a nova versão de Gellert Grindelwald, falou um pouco sobre as tentativas de replicar o que Johnny Depp havia construído com o antagonista nas investidas anteriores, dizendo que copiá-lo seria “criativamente estúpido”.

“Ninguém está interessado em tentar copiar alguma coisa, isso seria um suicídio criativo imediato, especialmente quando já foi feito de forma incrível antes. Então todos estão esperando que sigamos um caminho diferente. Dito isso, precisamos de uma ponte entre o que [Depp] fez e o que eu irei fazer, então essas pontes devemos encontrar juntos – o que implica um certo visual, certas atitudes em certas situações, mas deve ser feito de um modo único. Tudo o mais seria criativamente estúpido”.

O elenco também conta com Eddie RedmayneJude Law, Dan FoglerAlison SudolEzra MillerCallum TurnerJessica WilliamsRichard CoyleMaria Fernanda Cândido.

David Yates comanda o projeto a partir de um roteiro assinado por Steven Kloves e J.K. Rowling.

‘Oppenheimer’: Filme sobre o criador da bomba atômica ganha primeiro cartaz OFICIAL; Confira!

‘Oppenheimer’ é o próximo e ambicioso projeto de Christopher Nolan e agora, o longa-metragem ganhou seu primeiro cartaz oficial.

Confira:

Recentemente, Olivia Thirlby foi contratada para se juntar ao massivo elenco da produção em um papel não revelado (via Deadline). Thirlby é conhecida por seu trabalho em obras como ‘Juno’‘The L Word: Generation Q’‘Y: The Last Man’.

A atriz se junta ao previamente confirmado Cillian Murphy, que será o protagonista J. Robert Oppenheimer, o cientista que dirigiu o Projeto Manhattan e que levou à invenção da bomba atômica.

O elenco ainda inclui Emily Blunt (‘Jungle Cruise’), Matt Damon (‘O Último Duelo’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Robert Downey Jr. (‘Vingadores: Ultimato’), Rami Malek (‘Bohemian Rhapsody’), Benny Safdie (‘Joias Brutas’), Dane DeHaan (‘O Espetacular Homem-Aranha 2’), Jack Quaid (‘The Boys’), Josh Hartnett (‘Penny Dreadful’), David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’), Alden Ehrenreich (‘Solo: Uma História Star Wars’), David Krumholtz (‘The Deuce’), Jason Clarke (‘Everest’), Louise Lombard (‘CSI’), James D’Arcy (‘Agent Carter’), Michael Angarona (‘Sky High: Super-Escola de Heróis’) e Matthias Schweighöfer (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

Pugh interpretará Jean Tatlock, membro do Partido Comunista dos Estados Unidos que tem um caso com Oppenheimer e a causa de grandes preocupações de segurança para funcionários do governo.

Safdie interpretará Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio e membro do Projeto Manhattan, a iniciativa de pesquisa dos EUA que desenvolveu a primeira bomba atômica.

Damon será o tenente-general Leslie Groves, diretor do Projeto Manhattan, enquanto Downey será Lewis Strauss, o infame presidente da Comissão de Energia Atômica que iniciou audiências que questionaram a lealdade de Oppenheimer aos Estados Unidos e que ajudou a revogar o conhecimento científico dele perante a segurança pública do país. Já Blunt será Katherine Oppenheimer Vissering, esposa do protagonista.

A Universal Pictures lança o filme nos cinemas dia 21 de julho de 2023.

Nolan também entra como produtor executivo do filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.

Naomi Ackie é Whitney Houston nas imagens INÉDITAS de ‘I Wanna Dance With Somebody’; Confira!

Sony Pictures divulgou imagens inéditas de ‘I Wanna Dance With Somebody’, cinebiografia sobre a lendária cantora Whitney Houston.

O longa é estrelado por Naomi Ackie e estreia no Brasil no dia 02 de fevereiro de 2023.

Confira:

O roteiro é assinado pelo indicado ao Oscar Anthony McCarten, responsável pelos aclamados ‘O Destino de Uma Nação‘, ‘A Teoria de Tudo‘ e ‘Dois Papas‘.

A cinebiografia é co-produzida por Pat Houston, cunhada de Whitney, bem como por Clive Davis (produtor musical que descobriu a cantora), McCarten e Lary Mestel e Denis O’Sullivan, da Primary Wave.

‘I Wanna Dance With Somebody’ é descrito como uma “celebração alegre, emocional e comovente da vida e da música da maior cantora pop de R&B de todos os tempos, acompanhando sua jornada da obscuridade ao estrelato musical. À medida que em será um relato muito franco sobre o preço que o superestrelato lhe exigiu, a biografia será também uma saga rica e complexa da busca pelo casamento perfeito entre a música, a artista e o seu público e, ao mesmo tempo, a história comovente de uma simples garota de Jersey tentando encontrar o caminho de volta para casa “.

Whitney foi reconhecida internacionalmente como uma das maiores artistas de todos os tempos, devido ao seu talento, legado e, principalmente, à sua voz marcante e lendária. Frequentemente chamada de The Voice (A Voz), a cantora sempre foi comparada a grandes artistas do passado, como Frank Sinatra, Aretha Franklin e Elvis Presley. Houston está entre os 500 Maiores artistas de todos os tempos da revista Rolling Stone.

A cantora possui sete álbuns de estúdio, quatro trilhas sonoras e cinco coletâneas. Vencedora de sete Grammy Awards, Houston viu sua carreira definhar em virtude do alto consumo de cocaína.

A artista veio a falecer em 2012, em uma banheira de um hotel, em virtude de uma aterosclerose, que causou uma iminente falta de oxigenação para o cérebro e resquícios de cocaína em sua corrente sanguínea, que foram encontrados durante a autópsia – o que comprova que o afogamento foi causado por uma overdose.

Franquia ‘Velozes e Furiosos’ está MUITO PERTO de ultrapassar as sagas ‘007’ e ‘Harry Potter’ nas bilheterias

‘Velozes e Furiosos 10’ chegou aos cinemas de todo mundo – e o sucesso financeiro do novo filme pode ajudar a franquia estrelada por Vin Diesel a ultrapassar uma marca grandiosa na arrecadação financeira.

Segundo o Deadline (via Screen Rant), o lançamento do décimo capítulo colocou ‘Velozes e Furiosos’ logo atrás da saga ‘007’ nas bilheterias.

As informações indicam que ‘Velozes’ já ultrapassou a marca de US$7 bilhões mundialmente, enquanto a série de filmes de James Bond reside com US$7,8 bilhões – o que indica que, em poucas semanas, a franquia de ação pode ultrapassar a de espionagem.

‘Velozes’ também pode ultrapassar a franquia ‘Harry Potter‘, já que os oito filmes da franquia tiveram rendimentos de US$ 7,81 bilhões em bilheterias nos cinemas.

E isso não é tudo: ao passar a marca supracitada, ‘Velozes e Furiosos’ pode alcançar o quarto lugar das franquias mais rentáveis de todos os tempos.

Você já assistiu ao novo filme?

‘Velozes & Furiosos 10’, o mais novo filme da Saga Velozes & Furiosos, é o marco dos capítulos finais de uma das franquias globais mais célebres e populares do cinema, que em sua terceira década de ação e aventura continua firme e forte, com o mesmo elenco e os mesmos personagens principais desde o filme inaugural.

Ao longo de muitas missões e contra todas as possibilidades, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família resistiram, contornaram e superaram todos os adversários que cruzaram o seu caminho. Agora, eles enfrentam o mais letal de todos os seus oponentes – um inimigo aterrorizante que emerge das sombras do passado, alimentado por um desejo sanguinário de vingança, e determinado a destruir, para sempre, a família Toretto – tudo e todos a quem Dom ama.

Crítica | ‘Velozes e Furiosos 10’ é tão ABSURDO, surreal e nonsense que diverte e faz rir (Nota: 8.0)

O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

‘Lift: Roubo nas Alturas’: Confira o trailer LEGENDADO e o cartaz INÉDITO da nova ação estrelada por Kevin Hart!

A Netflix Brasil divulgou o trailer legendado e o cartaz oficial de ‘Lift: Roubo nas Alturas‘, filme de ação estrelado por Kevin Hart (‘Pai de Folga’) e Gugu Mbatha-Raw (‘Loki’).

Na trama, Hart interpreta um ladrão mestre, que o FBI e sua própria ex-namorada atraem para um assalto aparentemente impossível nos céus.

O filme estreia no dia 12 de janeiro de 2024.

Confira

Dirigido por F. Gary Gray (‘Velozes e Furiosos 8’), o longa foi escrito por Dan Kunka (’12 Rounds’).

O elenco também conta com Vincent D’Onofrio (‘Demolidor’), Billy Magnussen (‘007: Sem Tempo para Morrer’), Úrsula Corberó (‘La Casa de Papel’), Yun Jee Kim, Viveik Kalra e Paul Anderson.

A produção fica a cargo de Simon Kinberg (‘X-Men: Fênix Negra’), junto com Audrey Chon para a Genre Pictures, Matt Reeves (‘Batman’) e Adam Kassan para a 6th & Idaho, e Hart e Brian Smiley para a HartBeat Productions.

Conheça o novo reino dos símios no teaser INÉDITO do próximo ‘Planeta dos Macacos’

20th Century Studios divulgou mais um teaser inédito do aguardado ‘Planeta dos Macacos: O Reinado’, que chega aos cinemas no dia 09 de maio.

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De acordo com o Deadline, o filme deve arrecadar em torno de US$ 54 milhões em sua estreia nos EUA.

Para termos de comparação, ‘Planeta dos Macacos: A Origem‘ arrecadou US$ 54.8 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias norte-americanas.

Os dois filmes seguintes, ‘Planeta dos Macacos: O Confronto‘ e ‘Planeta dos Macacos: A Guerra‘, estrearam com US$ 72.6 milhões e US$ 56.2 milhões no país, respectivamente.

Vale lembrar que a 20th Century Studios exibiu os 13 primeiros minutos do longa no CinemaCon 2024, e a experiência foi nada menos que épica! Este novo filme marca o início de uma nova saga na icônica franquia, e promete ser uma aventura emocionante e visualmente deslumbrante.

O filme impressiona desde o início com seus efeitos visuais realistas, que transportam o público para um mundo selvagem e exuberante. As paisagens são de tirar o fôlego, e a aparência dos macacos é extremamente detalhada e convincente. É como se estivéssemos realmente observando esses animais em seu habitat natural.

Seguimos a história de Noa, um jovem macaco que faz parte de um grupo especial de caçadores. Sua missão é escalar árvores gigantes em busca de ovos de falcão para um ritual chamado “Dia do Vínculo”. Durante uma dessas expedições, Noa então decide deixar um dos ovos para trás, preservando assim o ciclo da vida.

Noa se depara com um ninho com três ovos, então os macacos decidem criar os filhotes de falcão para poderem caçar melhor com companheiros que voam. Noa então parte em busca de outro ninho, mas durante uma escalada traiçoeira, ele é atacado pela mãe Falcão e cai de um penhasco e mal consegue sobreviver, se segurando em um galho.

O filme então corta para a aldeia natal de Noa, que é atacada por outro clã de macacos liderado por Proximus Caesar (Kevin Durand). Eles devastam a vila com armas, e Noa presencia a morte de seus familiares e amigos. No final do trailer, todos os macacos da casa de Noa são derrotados, e ele fica apenas com o Falcão com quem se uniu.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de maio.

Na trama, ambientada 300 anos após os eventos de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, as qualidades de liderança de César se dissiparam com o tempo, porém, seu legado continua a inspirar Noa, o novo herói macaco do Reino.

O elenco conta com William H. MacyOwen Teague, Dichen Lachman, Freya Allen, Eka DarvillePeter MaconTravis JefferyNeil SandilandsSara WisemanRas-Samuel Welda-abzgiLydia Peckham.

Além de dirigir, Wes Ball assina o roteiro em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).

ÚLTIMO episódio da 2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ ganha prévia ÉPICA; Confira!

A 2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘ chega ao fim amanhã, 03 de outubro – e, agora, foi divulgada uma prévia inédito do capítulo de encerramento.

Confira:

Em entrevista à Empire, o time criativo da série comentou sobre o que os fãs podem esperar da 2ª temporada – e aproveitaram para deixar claro que os próximos episódios trarão cenas de batalha “obscuras” e “violentas”.

“Nós amamos uma boa batalha”, revelou o co-showrunner Patrick McKay“O plano com a 2ª temporada seria algo muito maior, em uma escala muito maior que não apenas aconteceria à noite, mas durante vários dias, semanas, meses e episódios”.

Charlotte Brändström, que foi promovida à diretora de produção do próximo ciclo, acrescentou que a batalha será “dez vezes maior” que a da primeira temporada.

“É realmente a batalha entre a escuridão e a luz… Com momento muito obscuros e bastante violentos”, ela afirmou.

“As coisas tomaram um rumo bem intenso desde que Sauron voltou e moveu as peças de xadrez no tabuleiro”, acrescentou a produtora executiva Lindsey Weber“Então, temos um tipo diferente de ação e veremos a Terra-média em seus momentos de maior terror”.

A adaptação é inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa HamriLouise Hooper foram contratadas para completar o time.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Direção para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.

Anna Muylaert, Celine Song e outras DIRETORAS para você celebrar no Dia Internacional das Mulheres

Março é o mês em que celebramos a história feminina, e, no dia de hoje, comemora-se o Dia Internacional das Mulheres. E é claro que, em homenagem à importância que elas trazem para cada um dos setores da sociedade – e suas jornadas repletas de obstáculos e falta de oportunidades -, o CinePOP não deixaria de homenagear os grandes nomes da indústria do entretenimento.

Para tanto, separamos quinze diretoras que você precisa conhecer, seja no cinema, seja na televisão. Desde Anna Muylaert até Celine Song, aproveitamos também para mencionar seus projetos mais conhecidos.

Confira abaixo nossas escolhas:

ANNA MUYLAERT

anna muylaert

Principais obras: Durval Discos, Que Horas Ela Volta?

A diretora brasileira Anna Muylaert é uma das mais respeitadas não apenas do circuito nacional, mas do internacional. Nome por trás de produções como ‘Durval Discos’‘Que Horas Ela Volta?’ e, mais recentemente, ‘O Clube das Mulheres de Negócios’, a realizadora assume as funções de direção e roteiro e preenche narrativas com uma visão única e que não pensa duas vezes antes de mergulhar de cabeça em potentes críticas sociais que soam pertinentes de uma maneira atemporal.

CELINE SONG

celine song

Principais obras: Vidas Passadas

Celine Song não apenas é uma aclamada diretora que conquistou duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Vidas Passadas’, como já trabalhou como dramaturga e firmou um nome de respeito no cenário do entretenimento. Song, inclusive, serviu como palanque de denúncia para a falta de oportunidades para diretoras em Hollywood, principalmente por não ter sido indicada à categoria de Melhor Direção nos prêmios da Academia. Neste ano, ela retorna com o aguardado longa-metragem ‘Materialists’, que já a colocou no centro dos holofotes para a próxima temporada de premiações.

AVA DUVERNAY

Principais obras: Selma, Olhos que Condenam

Ava DuVernay se tornou a primeira diretora negra a ser indicada ao Oscar por seu incrível e subestimado trabalho em ‘Selma’. Sempre trazendo representatividade às suas aclamadas obras, DuVernay também ficou responsável pela potente minissérie ‘Olhos que Condenam’, que retrata com crueza a politicagem e a corrupção por trás do sistema judiciário estadunidense, e é o principal nome por trás da série ‘Origin’.

JANE CAMPION

Principais obras: O Piano, Ataque dos Cães

Se você nunca ouviu falar de Jane Campion, está deixando de conhecer uma das maiores diretoras do cinema contemporâneo. Campion tem uma mão habilidosa para trazer dramas às telonas de maneira original e envolvente – motivo pelo qual já levou para casa o Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘O Piano’ e o Oscar de Melhor Direção por ‘Ataque dos Cães’ (tornando-se a primeira cineasta feminina a conquistar o feito). A realizadora não apenas insurge como um emblema da luta das mulheres na sétima arte, mas também como um estandarte contra o etarismo.

SOFIA COPPOLA

Principais obras: Encontros e Desencontros, Maria Antonieta

Filha de EleanorFrancis Ford Coppola, Sofia Coppola encontrou sua identidade artística logo com sua estreia no cenário cinematográfico, ‘As Virgens Suicidas’. Desde então, construiu uma carreira honrável que conta com os títulos ‘Encontros e Desencontros’, que lhe rendeu um Oscar de Melhor Roteiro Original e uma indicação para Melhor Direção, e ‘Maria Antonieta’, icônico drama histórico que misturou presente e passado em uma colorida narrativa.

GRETA GERWIG

Principais obras: Lady Bird, Adoráveis Mulheres, Barbie

Antes de aventurar-se na direção, Greta Gerwig teve uma carreira de sólido sucesso como roteirista e atriz. Provando sua versatilidade, ela encabeçou o aclamado drama coming-of-age ‘Lady Bird’, que lhe rendeu inúmeras indicações ao Oscar e, mais recentemente, a incrível adaptação ‘Adoráveis Mulheres’, que entrou para a lista de melhores longas-metragens de diversos consórcios de imprensa. Em 2023, Gerwig encabeçou o live-action ‘Barbie’, que caiu no gosto da crítica e do público, reiterando sua visão cinematográfica única (e sendo esnobada na categoria de Melhor Direção do Oscar), além de estar preparando o reboot da saga ‘As Crônicas de Nárnia’ para a Netflix.

CHLOÉ ZHAO

Principais obras: Songs My Brothers Taught Me, Nomadland

Depois de fazer sua estreia no circuito independente com o ovacionado ‘Songs My Brothers Taught Me’Chloé Zhao viria a repetir o feito com o favorito das premiações ‘Nomadland’. Estrelado por Frances McDormand, o longa-metragem levou para casa o prêmio de Melhor Filme no Globo de Ouro 2021 e garantiu à Zhao o prêmio de Melhor Direção (a primeira mulher asiática a conquistar o feito e a segunda no geral a ganhar a estatueta). Ela também fica responsável pela direção de ‘Os Eternos’, uma das produções mais subestimadas e mal compreendidas da Marvel Studios.

LULU WANG

Principais obras: Póstumo, A Despedida

Se você nunca ouviu falar de Lulu Wang, não sabe o que está perdendo. Uma das figuras mais proeminentes da cultura sino-estadunidense, a realizadora é conhecida por seu trabalho em ‘Póstumo’ e, principalmente, na comédia dramática ‘A Despedida’, estrelada por Awkwafina. Conquistando o mundo e diversas condecorações por sua perspectiva original sobre dramas familiares, Wang tem seu nome associado aos mais diversos gêneros do cenário do entretenimento, incluindo videoclipes e documentários.

REGINA KING

Principais obras: Scandal, Uma Noite em Miami

Regina King é um dos nomes mais prolíficos e importantes da atualidade e conseguiu sucesso nas mais diversas esferas artísticas, tanto como atriz quanto como diretora, roteirista e produtora. Além de suas múltiplas incursões em séries como ‘Scandal’‘Insecure’‘Greenleaf’, King fez sua estreia cinematográfica na direção com o aplaudido ‘Uma Noite em Miami’, que levou para casa diversos prêmios.

CÉLINE SCIAMMA

Principais obras: Tomboy, Retrato de uma Jovem em Chamas

Conhecida por desafiar convenções de gênero e o papel da mulher na sociedade, Céline Sciamma continua a chocar o público por abordagens incríveis da relação feminina, como a fluidez de gênero em ‘Tomboy’ e o romance lésbico em ‘Retrato de uma Jovem em Chamas’ (uma das melhores obras das últimas décadas). Ela também é uma respeitada ativista que luta pelo fim da disparidade de gênero no cinema e na televisão.

AGNÈS VARDA

Principais obras: Cléo das 5 às 7, As Duas Faces da Felicidade, Varda por Agnès

É quase um crime falar sobre Agnès Varda em apenas um parágrafo. A celebrada e lendária cineasta francesa é responsável por alguns dos títulos mais revolucionários do cinema, como ‘Cléo das 5 às 7’‘As Duas Faces da Felicidade’, envolvendo-se com a new wave francesa da indústria audiovisual e considerada por muitos como um dos expoentes do feminismo cultural, focando em temáticas que normalmente eram protagonizadas por personagens fortes e complexas.

LILLY E LANA WACHOWSKI

Principais obras: Matrix, Sense8, V de Vingança

Lana e Lilly Wachowski são dois dos nomes mais conhecidos da atualidade e donas de títulos muito bem recebidos pela crítica e adorados pelo público. Desde a estreia em 1999 com ‘Matrix’ até a estupenda e subestimada série ‘Sense8’, as Wachowski não são apenas grandes nomes da presença feminina no cinema e na televisão, mas também ativistas pela luta dos direitos LGBTQ+, principalmente por serem mulheres trans.

KATHRYN BIGELOW

Principais obras: Caçadores de Emoção, A Hora Mais Escura, Guerra ao Terror

Seja com a ação cult ‘Caçadores de Emoção’, seja com o thriller de guerra ‘Guerra ao Terror’Kathryn Bigelow abriu portas para diversas cineastas depois de ter alcançado um feito considerado impossível: se tornar a primeira (e a única) mulher a ganhar o Oscar de Melhor Direção. Nomeada diversas vezes como uma das pessoas mais influentes do planeta, seus outros prêmios incluem um BAFTA, um DGA Award e um Critics’ Choice Award.

VERA EGITO

Principais obras: Amores Urbanos, Todxs Nós

Vera Egito é uma pioneira em diversas questões quando pensamos no escopo do entretenimento brasileiro. Seu longa-metragem mais famoso, Amores Urbanos, estreou no Festival Internacional de Miami apenas para receber aclame universal e conquistar o coração do público. Em 2020, fez história ao comandar a primeira série nacional estrelada por um personagem não-binário com ‘Todxs Nós’, da HBO, aproveitando também para falar abertamente sobre orientação sexual, gênero, identidade, cor e juventude.

Crítica | Sofia Carson e Corey Mylchreest brilham no honesto romance ‘Meu Ano em Oxford’

Sofia Carson vem ganhando notoriedade extrema no circuito fílmico atual – em grande parte fruto de uma parceria de enorme sucesso com a Netflix. Ao longo dessa colaboração contínua, Carson encabeçou produções como ‘Continência ao Amor’ e ‘A Lista da Minha Vida’, denotando um apreço considerável por rom-coms, revelou um lado voltado para a comédia com ‘Feel the Beat’ e até mesmo explorou as incursões de ação e aventura com o recente ‘Bagagem de Risco’. Agora, Carson faz seu retorno à gigante do streaming com o romance ‘Meu Ano em Oxford’, aguardado longa-metragem inspirado no romance homônimo assinado por Julia Whelan.

A trama parte de inúmeras histórias do gênero que conquistaram fãs ao redor do mundo e, talvez, seus aspectos de maior sucesso provenham da noção de que não há nada de novo a ser ofertado – o que não é um problema, necessariamente. Carson, em todo seu conhecido e sólido magnetismo performático, dá vida a Anna De La Vega, uma jovem que, desde os dez anos de idade, sonhava em ir para Oxford. E, após se graduar com honra na universidade e esquadrinhar um plano completo para o resto de sua vida, ela resolve tirar um “ano sabático” e participar de um curso de poesia vitoriana na Universidade de Oxford – uma das mais prestigiadas do mundo.

Ao se mudar para Londres, ela tem um início um tanto conturbado ao cruzar caminho com Jamie (Corey Mylchreest), um estranho a encharca com o próprio carro e que vem a se tornar seu professor – uma frustração grande para Anna, que esperava ter aulas com sua maior inspiração. E, em uma remodelação mais branda da estética do enemies-to-lovers, a relação entre os dois torna-se cada vez mais íntima até transformar-se em um romance fervoroso e que se beneficia da incrível e apaixonante química entre Cason e Mylchreest. Porém, como é de costume dentro de produções do gênero, as coisas não são tão simples e belas o tempo todo – e o crescente amor que um sente pelo outro é colocado à prova mais de uma vez.

Iain Morris, que assume o cargo de direção e que ficou famoso por seu trabalho em ‘The Inbetweeners’, tem plena ciência do tipo de projeto que assume aqui – e navega com ritmo conciso e confortável através dos convencionalismos, abraçando-os em prol de uma clara praticidade. À medida que constrói cada um dos atos de maneira a explorar ao máximo as tramas principais, o realizador não apenas foca no complexo relacionamento entre Anna e Jamie, mas garante que a força-motriz se expanda para seus próprios arcos, firmando um paralelo entre as tours-de-force vividas pelos protagonistas.

Anna é uma sonhadora, mas firma o pé no chão ao não ter a opção de “cometer escolhas erradas” e traçar um claro plano que a levará ao sucesso e às oportunidades que foram renegadas à sua família. Todavia, ao se envolver mais e mais com Jamie, ela percebe que a vida é feita de momentos e que cada segundo conta como se fosse o último – algo que ele a ensina. Em contrapartida, Jamie mergulha em um confrontamento de suas convicções, visto que jurou não se apegar a ninguém em virtude de uma batalha perdida contra o câncer e sua decisão de viver ao máximo e fora da cama de um hospital. E é claro que, sequência a sequência, eles entram em território perigoso, mas que vale a pena por cada sorriso arrancado e cada declaração de amor proferida.

Como podemos perceber, a história parte de produções similares como ‘A Culpa é das Estrelas’ e ‘Como Eu Era Antes de Você’, em que as clássicas máximas do amor impossível e da efemeridade do tempo se tornam personagens principais. Aqui, o teor jovial é reconstruído para uma ambientação mais amadurecida em que cada detalhe precisa ser pensado com minúcia significativa. Dentro desse espectro, o arco envolvendo Jamie e Anna é pincelado com a presença de um corpo de atores muito talentoso, que inclui Dougray Scott e Catherine McCormack em interpretações fabulosas como os pais de Jamie. De fato, os erros existem em uma similaridade não muito inspirada de obras anteriores – mas conseguimos deixar de lado os deslizes quando abraçamos essa honesta narrativa e a celebração da vida como ela é.

‘Meu Ano Em Oxford’ encontra sucesso principalmente na encantadora atuação de Carson como a protagonista Anna, reiterando seu merecido status como uma das queridinhas da atualidade, e no bem-vindo trabalho de Mylchreest como seu par romântico. Em uma produção comprometida em nos emocionar com um enredo fácil e delicioso de acompanhar, o novo filme original da Netflix cumpre com os requisitos esperados de um romance despojado e nos entretém mais uma vez.

Will Arnett substitui David Harbour no drama ‘Behemoth!’, da Searchlight Pictures

Segundo o DeadlineDavid Harbour (‘Stranger Things’) deixou o elenco do drama ‘Behemoth!’, da Searchlight Pictures, devido a motivos pessoais – e o estúdio já encontrou um ator para substituí-lo.

Will Arnett (‘Is This Thing On?’) foi escalado para assumir o papel de Harbour, juntando-se aos previamente confirmados Pedro PascalOlivia WildeEva VictorMatthew LillardMargarita LevievaAlexa Swinton.

O filme é escrito e dirigido por Tony Gilroy (‘Andor’).

Os detalhes do enredo ainda são mantidos sob sigilo, mas Gilroy já adiantou em entrevistas que o filme gira em torno de um violoncelista — sugerindo uma narrativa possivelmente intimista com nuances psicológicas e dramáticas, marca registrada do cineasta.

A produção começou em outubro do ano passado, em Los Angeles, com mais detalhes sobre a estreia a serem divulgados em breve.

Gilroy também assina a produção ao lado de Sanne Wohlenberg (‘Chernobyl’, ‘Andor’).

Taylor Swift lança nova versão de “I Knew It, I Knew You”, música original de ‘Toy Story 5’

‘Toy Story 5’, vindoura sequência da aclamada franquia da Disney/Pixar, ganhou recentemente uma música inédita pelas mãos da vencedora do Grammy e do Emmy Taylor Swift.

Intitulada “I Knew It, I Knew You”, a canção quebrou inúmeros recordes de streaming ao redor do mundo e se tornou uma das principais concorrentes à próxima temporada de premiações.

Para continuar promovendo a canção, Swift lançou uma versão em piano da track, que já está disponível nas principais plataformas.

Ouça:

 

Nesta nova aventura, a personagem Jessie ganhará um papel de destaque central ao lado de Woody e Buzz. A trama promete um embate atual e relevante: os amados brinquedos enfrentarão o desafio de reconquistar a atenção das crianças em meio à crescente dominância da tecnologia e dos dispositivos eletrônicos no cotidiano infantil.

‘Toy Story 5’ deve arrecadar US$ 150 milhões e se tornar a MAIOR estreia da franquia nos EUA

Maisa vai dublar Lilypad, o novo smart tablet em formato de sapo da Bonnie. Para o desespero dos brinquedos de verdade, Lilypad se torna a nova favorita da garota. Completamente despreocupada que sua presença esteja estressando Jessie e os demais brinquedos, Lilypad está sempre muitos passos à frente dos brinquedos tradicionais e tem as próprias ideias para ajudar a garota a se conectar com amigos. A altamente tecnológica Lilypad e a atemporal Jessie parecem completas opostas, mas elas têm um grande ponto em comum: elas farão qualquer coisa para ajudar sua criança. No áudio original, em inglês, a personagem é dublada pela atriz Greta Lee.

Rafael Infante dará voz ao Amigo Rolinho, um desbocado dispositivo tecnológico de treinamento de troninho com todo o glamour de um rolo de papel higiênico e uma atitude que faz jus a seu nome. Com sua criança Blaze tendo passado, há muito, seus dias de treinamento, Rolinho passou anos esquecido, em modo de descanso, na velha cabana de brinquedos dela. Mas, quando ele é inesperadamente recrutado para uma missão importante, esse sabichão consegue pilhas novinhas e uma oportunidade de mostrar do que é capaz. No áudio original, em inglês, o personagem é dublado pelo comediante Conan O’Brien.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 18 de junho.

A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).

Andrew Stanton (‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris são responsáveis pela direção.

Pedro Almodovar diz que falta ‘sexualidade’ nos filmes da Marvel

As críticas aos filmes da Marvel continuam após as declarações de Martin Scorsese afirmando que o estúdio “não faz cinema de verdade.”

Desta vez, o cineasta espanhol Pedro Almodovar disse à Vulture que os filmes da Marvel são rasos, porque “não exploram a sexualidade humana.”

“Existem muitos filmes sobre super-heróis. E a sexualidade não existe para eles. Parece que são castrados ou não têm gênero identificado, só o que importa é a aventura. Em filmes independentes, você encontra mais dessa sexualidade. Tenho a sensação de que na Espanha, na Europa, temos muito mais liberdade em tratar disso.”

Questionado se gostaria de dirigir um filme da Marvel, Almodovar disse:

“Em grandes produções, você precisa esperar muito para ver os resultados. Eu prefiro impor minha opinião como diretor. Eu fiz 21 filmes, e me acostumei a fazer as coisas do jeito que gosto, eu não me encaixo no sistema de Hollywood.”

Lembrando que o diretor Francis Ford Coppola apoiou as críticas de Scorsese e adotou uma postura ainda mais agressiva.

“Quando Martin Scorsese diz que os filmes da Marvel não são cinema, ele está certo. Esperamos aprender algo com o cinema, esperamos obter algo, alguma iluminação, conhecimento e inspiração. Eu não sei como as pessoas conseguem assistir a esses filmes várias vezes. Martin foi gentil quando disse que não é cinema. Na minha opinião, os filmes da Marvel são desprezíveis”, disse em entrevista durante o Prémio Lumiere.

Após fazer a declaração polêmica, Scorsese se justificou dizendo que as produções desse tipo são como parques de diversões, possuem o seu valor, mas são uma “experiência diferente” e não cinema.

“O que precisa ser protegido é a experiência singular de viver um filme, idealmente com uma audiência. Mas há espaço para tantos outros agora e para tantas outras formas. Completamente haverão crossovers. O valor de um filme que é como um parque de diversões, por exemplo, os filmes do tipo da Marvel – onde os cinemas se tornaram parques de diversão, isso é uma experiência diferente. Eu estava dizendo isso antes, não é cinema, é outra coisa, independente de você ir aos cinemas para isso ou não”.

Entenda a polêmica

Martin Scorsese fez duras críticas à Marvel durante uma entrevista em que promovia o seu novo filme, ‘O Irlandês‘.

Ao ser questionado pela revista Empire sobre sua opinião a respeito dos filmes da Marvel Studios, ele foi categórico em dizer:

“Eu não vejo esses filmes. Eu até tentei, sabia? Mas isso não é cinema de verdade. Sinceramente, são mais como parques de diversão do que cinema. Por mais bem feitos que sejam, mesmo que os atores façam o seu melhor, não é algo que transmite experiências emocionais e psicológicas a outro ser humano.”

Sua fala reverberou em Hollywood, com os diretores Joss Whedon (‘Vingadores‘), James Gunn (‘Guardiões da Galáxia‘), Rian Johnson (‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘) e Taika Waititi (‘Jojo Rabbit‘ e ‘Thor: Ragnarok‘) se pronunciando publicamente.

‘Star Wars’: John Williams diz que seu sucesso como compositor “foi pura sorte”

Poucos compositores criaram tantas músicas icônicas para filmes como John Williams, que ajudou a definir os universos de ‘Indiana Jones’, ‘Harry Potter’, ‘Jurassic Park’ e ‘Star Wars‘.

Ainda assim, o artista de 88 anos continua humilde e disse ao The New Yorker que todo esse sucesso “foi pura sorte.”

“Eu tive uma jornada extraordinária trabalhando nesses filmes ao longo da minha carreira. Mas a ideia de me tornar um compositor de sucesso nunca foi meu real objetivo. Eu não imaginava que iria compor a trilha de sonora de nove filmes de ‘Star Wars‘. Simplesmente aconteceu e posso dizer que foi pura sorte. Às vezes, essa sorte produz as melhores coisas da vida.”

Ao longo de sua carreira, Williams foi indicado ao Oscar em nada menos que 52 edições, mais do que qualquer outro artista na história, e foi vencedor cinco vezes.

Os prêmios incluem as estatuetas de Melhor Trilha Sonora Original para ‘Um Violinista no Telhado’, ‘Tubarão’, ‘Star Wars: Uma Nova Esperança’, ‘E.T.: O Extra Terrestre’, e ‘A Lista de Schindler’.

Lembrando que o veterano retornou à saga ‘Star Wars‘ durante a recente trilogia da Disney, que foi encerrada com ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘.

Infelizmente, o desfecho teve o pior percentual de aprovação entre toda a franquia, registrando apenas 52% no Rotten Tomatoes. Logo atrás vem ‘A Ameaça Fantasma‘ (53%) e ‘O Ataque dos Clones‘ (65%).

Assista nossa crítica:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme traz o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparece como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Liga da Justiça’: Artes conceituais revelam como seria o Kilowog no Snyder Cut

Após o lançamento do Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘, o diretor Zack Snyder confessou que iria adicionar dois lanternas verdes ao filme.

No entanto, a Warner Bros vetou a ideia porque já tem planos para a maioria dos membros da tropa de policiais intergalácticos.

Felizmente, o ilustrador Jerad Marantz divulgou algumas artes conceituais revelando que um desses Lanternas seria o Kilowog.

O monstruoso alienígena e grande amigo de John Stewart, que também estaria no filme, ganharia uma versão bem fiel aos quadrinhos e muito mais ameaçadora que a versão de 2011.

Confira:

“Bem, não vemos o pobre kilowog no Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘. Eu tive uma época incrível trabalhando nele com o figurinista Michael Wilkinson. Kilowag é um dos meus personagens favoritos da DC e sempre quis ver uma versão dele, algo mais parecido com um pitbull do que um porco. Espero que possamos ver esse cara em ação um dia.”

 

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Confira nossa crítica do filme:

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

‘Matrix 5’: Keanu Reeves acha que NÃO haverá mais sequências da franquia

Mesmo que ‘Matrix Resurrections‘ esteja dividindo opiniões, quem gostou do filme já está fazendo campanha para que o longa gere novas sequências.

Infelizmente, o protagonista Keanu Reeves não acredita que uma continuação possa acontecer.

Durante uma entrevista com a Empire, o intérprete de Neo foi questionado sobre o assunto, ao que ele respondeu:

“Não acredito [que vão fazer outro]. Se eu tivesse que apostar, ou melhor, se eu tivesse que votar [na ideia]. Eu diria que [a diretora] Lana [Wachowski] não faria outro ‘Matrix‘.”

Ainda assim, o astro disse que estaria disposto a reprisar o papel se Lana quiser dar continuidade à franquia.

“Ficaria feliz em fazer outro se Lana me convidar… Estou dentro!”

De qualquer forma, é bom lembrar que a Warner Bros pode decidir fazer novos filmes sem a presença de Lana.

Anteriormente, o produtor James McTeigue, que também trabalhou na trilogia original, revelou ao Collider que ‘Matrix Resurrections‘ seria feito com ou sem ela.

Durante a entrevista, ele disse que a sequência já estava em desenvolvimento quando decidiram convidar Lana para retornar à direção.

“Veja. Eu acho que quando você tem uma franquia com tanto potencial de fazer dinheiro, sempre há conversas sobre fazer mais. É da mesma forma que o universo Marvel se repete e se transforma a cada ano, ou você tem o Homem-Aranha, ou o Homem de Ferro, ou Thor. Sempre há potencial para atualizar esses filmes por causa da possibilidade de fazer dinheiro com eles.”

Ele continuou:

“Não se engane, porque não pensamos apenas no dinheiro. Só decidimos fazer porque houve uma ideia que valia à pena contar. A ideia estava lá, só precisávamos do diretor, quando Lana se voluntariou e disse: ‘Olha. Estou interessada em fazer esse outro filme’, é claro que escolheríamos quem deu início a tudo isso.”

Lembrando que o filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista a nossa crítica:

No Rotten Tomatoes, o novo filme abriu com 66% de aprovação, a partir de 77 críticas.

Até o momento, foram 51 positivas e 26 negativas.

O comentários do Chicago Sun Times ainda descreve o filme como um tributo ao passado que não consegue trazer ousadia ou uma trama inovadora. Por outro lado, o Globe and Mail diz que 2021 não poderia ser encerrado de forma melhor por conta da estreia do longa.

Felizmente, parece que o carisma de Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss continua agradando como Neo e Trinity e esbanjam química ao longo da trama.

Confira as principais críticas:

“Embora a épica trilogia de ficção científica seja reiniciada depois de quase 20 anos de forma inteligente, ela não consegue sustentar a energia ou entusiasmo do original, transformando-se em algo cansativo e datado.” – The Film Yap.

“‘Matrix Resurrections‘ luta com seu legado e coloca uma autoconsciência existencial no verdadeiro estilo ‘Matrix‘. Só que desta vez, a diretora e co-roteirista Lana Wachowski ficou muito mais pessoal e sentimental, trazendo humor surpreendente para a mistura.” – Bloody Disgusting.

“‘Matrix Resurrections‘ poderia ter sido uma tentativa completamente cínica de nos fazer gastar dinheiro. Ou, tão ruim quanto, um exercício de arrogância [de Lana Wachowski]. Uau! Mas ela consegue se esquivar de todas essas balas.” – London Evening Standard.

“Por mais empolgante que sua chegada possa ser, ‘Matrix Resurrections‘ recria muitas das ideias do primeiro filme com apenas uma aparente autoconsciência como proteção contra sua falta de originalidade.” – WhatToWatch.

“‘Matrix Resucrrections‘ mostra que há mais do que apenas uma falha na Matrix. Esse filme nos dá a sensação de que todo o servidor está fora do ar.” – Detroit News.

“‘Matrix Resurrections‘ parece tentar aproveitar o sucesso da trilogia original, assim como aconteceu em ‘Star Wars: O Despertar da Força‘, cruzando a linha entre a nostalgia e uma reinicialização que (provavelmente) dará início a uma série inteiramente nova de filmes.” – Insider.

“‘Matrix Resurrections‘ volta ao código-fonte integral que tornou o original tão cativante. E Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss são novamente um par com bastante química na tela.” – Movie Web.

Assista nossa crítica e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | Matrix Resurrections vale pena nostalgia, mas é um blockbuster genérico….

Lembrando que ‘Matrix Resurrections‘ é uma continuação da história estabelecida no primeiro filme MATRIX.

Na trama, Reeves e Moss retornam como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho.

Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.

20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam. 

Além de Reeves e Moss, o elenco conta com Jada Pinkett-Smith (Niobe), Daniel Bernhardt (Agente Johnson), Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

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‘Coração de Ferro’: Rashida Olayiwola é escalada para a série em misterioso papel

De acordo com o Comic Book, a atriz Rashida Olayiwola (‘Insecure’) foi adicionada ao elenco de ‘Coração de Ferro‘ em um misterioso papel.

Para quem não sabe, Olayiwola é mais conhecida por seu trabalho como roteirista da série ‘South Side‘, da HBO, e também desempenhou a função em ‘A Black Lady Sketch Show’, ‘Chicago PD’, ‘The Late Show’ e ‘Insecure‘, na qual atuou como ela mesma.

Como a escalação é recente, os detalhes sobre sua personagem devem ser revelados em breve.

Agendada para 2023, a atração vai acompanhar as aventuras de Riri Williams (Dominique Thorne), uma adolescente e inventora genial que cria uma armadura avançada inspirada no Homem de Ferro.

Anteriormente, o Comic Book divulgou que a trama vai contar com a participação de Jim Rash (‘Community’) como um representante do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

Para quem não sabe, Rash teve uma breve participação em ‘Capitão América: Guerra Civil‘ como colaborador de Tony Stark em seu programa de bolsas para jovens talentos.

Sua participação faz todo sentido, já que Williams é uma aluna do MIT e muitas de suas histórias nos quadrinhos são ambientadas na instituição.

Vale lembrar que o elenco da série também conta com Anthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes, Alden Ehrenreich, Manny Montana, Shakira Barrera e Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.

Confira logo abaixo em detalhes:

Antes da série, Williams será introduzida ao MCU na aguardada sequência ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, que estreia em 10 de novembro deste ano.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

‘Abracadabra 3’: Protagonista do original está ANIMADO com possível retorno para a sequência

Há alguns dias, foi confirmado que a Disney+ está desenvolvendo ‘Abracadabra 3‘, e o longa vai contar com o retorno de Anne Fletcher à cadeira da direção após ela ter comandado o segundo filme.

Apesar do sucesso do segundo filme, os fãs sentiram bastante falta do elenco original.

Para quem não se lembra, o primeiro filme acompanha Max Dennison (Omri Katz) e sua irmã Dani (Thora Birch), que se juntam à bela Allison (Vinessa Shaw) na tentativa de deter as irmãs Sanderson depois que ele as traz de volta dos mortos ao acender a vela de chama negra no Dia das Bruxas.

Em entrevista para a Entertainment Weekly, Katz foi questionado se toparia reprisar o papel no terceiro filme, ao que ele respondeu:

“Sim, eu voltaria se a Disney me convidasse. Seria uma honra voltar, espero que com alguns dos meus colegas de elenco. Acho que Seríamos uma adição divertida à franquia!”

Ele continuou, comemorando o sucesso dos filmes mesmo após três décadas desde o lançamento do original.

“Estou animado para o novo filme! Fico feliz em ver esta franquia ganhar popularidade 30 anos depois.”

Lembrando que o longa original se tornou um clássico de Halloween graças às performances de Bette MidlerSarah Jessica ParkerKathy Najimy como as bruxas conhecidas como as irmãs Sanderson.

Em relação aos fãs, apesar de alguns estarão receosos sobre o novo filme, o sentimento geral é de felicidade por mais uma aventura no universo da franquia.

Confira as reações:

Apesar de nenhuma informação mais concreta ter sido revelada, acredita-se que  Midler, Parker e Najimy devam voltar mais uma vez para a continuação.

Em entrevista à EW, Midler, que interprete Winifred Sanderson, revelou que adoraria que a história se transformasse, de fato, em uma saga, dizendo que essa é uma ambição que ainda quer conquistar.

“Eu adoraria ter uma franquia – especialmente para uma personagem que eu amo interpretar. Se houvesse um terceiro [filme], eu obviamente participaria, mas não sei como. Não imagino o que a história seria, mas eu amo Winifred, Sarah, Mary e nosso relacionamento. É bom para as mulheres. Nós ficamos juntos não importa o que aconteça, mas causamos caos, e não são muitas mulheres que fazem isso”, ela contou.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o produtor Adam Shankman revelou que, além de uma nova sequência, a franquia ‘Abracadabra‘ também pode ganhar possíveis spin-offs.

“Acredito que [a diretora] Anne [Fletcher] lidou muito bem com o arco narrativo da Becca. Nós discutimos muito sobre como essa trama iria funcionar, e a Anne simplesmente disse: ‘Nós vamos fazer o seguinte’. E foi ótimo. Essa resolução abriu caminhos interessantes para possíveis spin-offs.”

Assista ao trailer de ‘Abracadabra 2‘:

Já se passaram 29 anos desde que alguém acendeu a Vela da Chama Negra e ressuscitou as irmãs do século XVII, e elas estão em busca de vingança. Agora, cabe a três adolescentes impedir que as vorazes bruxas despertem um novo tipo de caos em Salem antes do amanhecer da véspera do Dia de Todos os Santos.

O elenco ainda contará com Whitney Peak, Lilia Buckingham, Belissa Escobedo, Tony Hale, Sam Richardson, Hannah Waddingham, Juju Brener, Froy Gutierrez, Taylor Henderson e Nina Kitchen.

‘Madame Teia’ quase teve participação do Homem-Aranha de Tom Holland; Confira as artes!

O Homem-Aranha de Tom Holland quase teve uma participação especial em ‘Madame Web’, a mais recente adaptação dos quadrinhos da Marvel em parceria com a Sony Pictures.

A informação foi revelada por Sebastian Meyer, o artista conceitual por trás dos visuais do filme estrelado por Dakota Johnson (’50 Tons de Cinza ‘) e Sydnew Sweeney (‘Todos Menos Você’).

Em seu portfólio, Meyer publicou algumas artes que mostram o herói lutando contra o vilão Ezekiel Sims (Tahar Rahim) no topo de um arranha-céu.

Como a cena não foi incluída no filme, agora só nos resta aguardar para saber porque a Sony descartou a luta entre os personagens.

Confira as artes:

Orçado em US$ 80 milhões, o longa foi um fracasso nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 99,7 milhões pelo mundo (via Box Office Mojo).

Além disso, registrou míseros 12% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Nossa jornalista Janda Montenegro também teve a oportunidade de entrevistar Johnson, que comentou sobre o filme e com quais heróis e vilões ela quer lutar nas próximas iterações.

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Crítica | Madame Teia – Dakota Johnson em aventura Sessão da Tarde que parece saída dos anos 90

Na trama, Johnson interpreta Cassandra Webb, uma paramédica que começa a ter visões do futuro, tecendo teias que ligam o destino de diversos personagens.

‘Madame Teia’ destaca Dakota Johnson como a heroína principal, ao lado de Julia Carpenter (Sydney Sweeney), Anya Corazon (Isabela Merced) e Mattie Franklin (Celeste O’Connor).

Enquanto isso, em outro universo… Madame Teia conta a história do filme solo da história de origem de uma das heroínas mais enigmáticas da Marvel. O thriller estrela Dakota Johnson como Cassandra Webb, uma paramédica em Manhattan que pode ter habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos… se elas conseguirem sobreviver ao presente ameaçador.

O elenco é formado por Isabela MercedSydney SweeneyCeleste O’Connor, Emma RobertsTahar RahimMike EppsAdam Scott Zosia Mamet.

S.J. Clarkson dirige, enquanto Burk SharplessMatt Sazama assinam o roteiro.

Diretora de filme PROIBIDO do ‘Coringa’ pede ajuda a James Gunn para que filme seja lançado

Através do Twitter, a cineasta Vera Drew, estrela e diretora de ‘The People’s Joker’, pediu para que o atual co-CEO da DC Studios, James Gunn, desse permissão para que o filme ilegal seja lançado.

Para quem não sabe, o longa seria exibido no Festival Internacional de Cinema de Toronto em 2022, mas acabou sendo excluído da programação devido à violação de direitos autorais.

Isso porque o título foi produzido sem licença da DC e da Warner Brothers Discovery.

Confira:

“Hoje seria um ótimo dia para James Gunn simplesmente dizer: ‘The People’s Joker totalmente se encaixa na definição de uma paródia e não vejo motivo para que não seja exibido ao público e distribuído’. Verifiquei com meu advogado, curtir esse tuíte também pode ser suficiente.”

 

Na trama, depois de anos entorpecendo-se com ironia e um inalador chamado Smylex, uma aspirante a palhaça sem graça lida com identidade de gênero, primeiro amor e velhos inimigos, tudo isso enquanto funda um teatro de comédia ilegal em Gotham City. É uma história estranha da Origem do Coringa.