Segundo o Hollywood Reporter, a atriz Emma Stone e o diretor Craig Gillespie brigaram com a Walt Disney para que ‘Cruella‘ fosse lançado nos cinemas e não apenas no Disney+.
O estúdio queria lançar o filme no streaming gratuitamente, mas a atriz e o diretor acharam que era uma “questão de princípios” que o filme chegasse nos cinemas e tivesse uma cobrança extra no Disney+.
Para não processar a Disney, o site afirma que Stone receberá uma bolada de US$ 8 milhões mais comissão para voltar para a sequência, o maior cachê de sua carreira.
‘Cruella‘ arrecadou US$ 222 milhões mundialmente.
O próximo filme também vai contar com o retorno do roteirista Tony McNamara.
Por enquanto, ainda não há muitos detalhes sobre a continuação, já que o projeto está nos estágios iniciais.
‘Cruella‘ apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella, uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman, uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.
Ao assinar o Disney+, os novos assinantes terão acesso aos conteúdos disponibilizados na plataforma e terão uma ótima opção de entretenimento para que toda a família se divirta durante o período de férias escolares.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, os atores Joel Fry e Paul Walter Hauser comentaram sobre a oportunidade de fazer parte da nova versão da vilã, que já fora vivida nos cinemas pela atriz Glenn Close e compartilharam a insana ideia que possuem para a possível sequência da produção.
Assista:
‘Cruella‘ conquistou US$ 219,5 milhões pelo mundo e recebeu 74% de aprovação da crítica especializada.
Por outro lado, é o live-action da Disney com a melhor aceitação do público, alcançando 97% de avaliações positivas.
Anteriormente, Gillespie já havia dito ao Collider que estava interessado em retornar para a sequência.
“Eu sinto que só acabamos de conhecer a Cruella. Eu adoraria ver a vilã com a sua maldade totalmente desenvolvida e carregada. Ela conseguiu mostrar suas origens e agora tem condições de expandir sua maldade. Gostaria de ver aonde isso poderia levá-la”, afirmou.
Johnny Depp foi substituído como intérprete do bruxo Grindelwad em ‘Animais Fantásticos – Os Segredos de Dumbledore‘, mas parece que os fãs do astro não aceitaram a notícia muito bem.
“A demissão de Depp só aconteceu por conta do veredicto de seu caso com o tabloide The Sun e a polêmica envolvendo Amber Heard, o que foi completamente injusto. Nós o queremos de volta! A Warner Bros deve ouvir o público ou vamos boicotar o filme!”
Com números cada vez mais crescentes, o objetivo do abaixo assinado é alcançar 300.000 assinaturas.
Após dividir a opinião da crítica (com apenas 48% de aprovação no Rotten Tomatoes), a sequência ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘ registrou a PIOR estreia da franquia nas bilheterias norte-americanas.
O longa arrecadou apenas US$ 43 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA – o que representa quase US$ 20 milhões a menos que a estreia do criticado ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald‘ (US$62.1M).
No mercado internacional, o longa se saiu um pouco melhor com US$ 150.4 milhões, totalizando uma estreia GLOBAL de US$ 193.4 milhões.
Em entrevista ao Deadline, Hwang Dong-hyuk, criador da série, indicou a possibilidade do retorno de personagens mortos para o segundo ciclo.
“A maioria [dos personagens] estão mortos, mas irei tentar trazê-los de volta na segunda temporada. Talvez a Kang Sae-byeok [interpretada por HoYeon Jung] tenha uma irmã gêmea. Veremos.”
Ele completa, “Tudo o que eu posso dizer sobre o próximo ciclo é que haverá mais jogos incríveis. No momento, estou pensando e coletando ideias para a segunda temporada. Ainda não comecei o processo de escrita.”
Anteriormente, Dong-hyuk havia confirmado o retorno do personagem de Lee Jung-jae, que terá uma grande jornada heroica: “É tudo um segredo. Não posso contar nada. Mas Gi-hun vai voltar para fazer algo significativo pelo mundo ao seu redor.”
O cineasta também confirmou que ele a Netflix já estão discutindo planos também para a 3ª temporada.
Conquistando o pódio como a a série mais assistida da Netflix, ‘Round 6’ foi exibida em mais de 142 milhões de lares em pouco mais de um mês.
Para quem ainda não assistiu, a trama mostra um grupo de pessoas com dívidas milionárias em busca de um prêmio que mudará suas vidas se toparem participar de um misterioso jogo divido em seis fases.
Ao longo das tarefas, 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won.
Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?
A 4ª temporada de ‘The Boys‘ será o maior lançamento da série até agora, servindo como base para a expansão de um universo de super-heróis que está em desenvolvimento junto com ‘Gen V‘ e mais um vindouro projeto derivado.
Hoje, o Prime Video confirmou que a nova temporada estreia dia 13 de Junho.
Através do Instagram, a página oficial da série revelou alguns detalhes bem interessantes sobre os próximos episódios da aclamada adaptação dos quadrinhos de Garth Ennis.
Confira:
Agora que o teaser da 4ª temporada foi lançado, vamos recapitular o que sabemos, certo?
– Capitão Pátria está sendo julgado e tendo aulas de pintura com respingos. Uma dessas afirmações é verdadeira.
– Butcher tem seis meses de vida e ainda sabe que aquele vírus está sendo cozinhado em Godolkin.
– Neuman está mais perto do que nunca de mudar seu título de ‘Congressista’ para ‘VP’.
– Sage e Firecracker são dois dos super-heróis mais perigosos que você já conheceu, e vamos deixar por isso mesmo, por enquanto.
– Profundo não mudou nem um pouco.
– Leitinho ainda é a rocha do time, só que com menos barba.
O próximo ciclo, ainda sem data de estreia, será lançado em 2024.
Em entrevista ao Variety, o criador Eric Kripke (‘Supernatural’) explicou a timeline entre a série ‘The Boys‘ e seu derivado ‘Gen V‘.
O realizador confirmou que a quarta temporada de ‘The Boys‘ será ambientada após os eventos do spin-off, e servirá de base para os acontecimentos na segunda temporada de ‘Gen V‘.
“Só alguns dias terão passado entre os eventos de ‘Gen V’ e a quarta temporada de ‘The Boys’. Tentamos manter a timeline bem simples porque não queríamos criar um universo muito complicado, como em outras adaptações de quadrinhos. Não queríamos confundir os espectadores.”
Ele completa, “Os eventos são contínuos. Eu adoro que temos a terceira temporada de ‘The Boys’, então os eventos de ‘Gen V’, que, por sua vez, serão sucedidos pelo quarto ciclo da série original. E, depois disso, a segunda temporada de ‘Gen V’ dará continuidade [aos eventos deste universo].”
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho de 2025.
Cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros.
Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.
Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.
David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.
A produção do novo capítulo da franquia ficou a cargo de Frank Marshall e Patrick Crowley, que trabalharam em ‘Jurassic World‘. Steven Spielberg tem participação como produtor executivo por meio de sua produtora.
A franquia ‘Jurassic’ é uma das mais bem-sucedidas na história do cinema. O filme da Universal, lançado em 1993, redefiniu os efeitos especiais e teve um impacto duradouro na cultura pop. Ao longo de três décadas, foram produzidos seis filmes, arrecadando mais de US$ 6 bilhões em todo o mundo.
O lendário cineasta Rob Reiner e sua esposa, Michele Singer Reiner, morreram, segundo informações divulgadas pelo site TMZ. O caso está sendo investigado pelas autoridades de Los Angeles e, até o momento, poucos detalhes oficiais foram confirmados.
De acordo com o portal norte-americano, dois corpos foram encontrados na residência do casal, localizada em Brentwood, um dos bairros mais nobres de Los Angeles, na tarde do último domingo. Fontes policiais informaram ao TMZ que os corpos pertenciam a Rob e Michele Reiner.
Segundo relatos preliminares obtidos junto à polícia, ambos apresentavam lacerações compatíveis com ferimentos causados por faca, o que levou o caso a ser encaminhado à Divisão de Roubos e Homicídios do Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD). As autoridades seguem apurando as circunstâncias das mortes, e nenhuma hipótese foi oficialmente descartada até o momento.
Um áudio da central de emergências, que circula nas redes e foi divulgado pelo TMZ, registra um bombeiro solicitando reforço para a mansão do casal por volta das 15h30. Apesar do pedido de apoio, o áudio não revela detalhes sobre o que foi encontrado dentro da residência nem as condições exatas da cena.
Rob Reiner era filho do icônico comediante, ator e diretor Carl Reiner, que faleceu em 2020. Sua carreira no entretenimento começou ainda na década de 1960, quando trabalhou como roteirista de comédia, incluindo uma parceria com Steve Martin no programa ‘Smothers Brothers Comedy Hour’, entre 1968 e 1969.
Nos anos 1970, Rob alcançou fama mundial ao interpretar Michael Stivic, conhecido pelo apelido de “Cabeça de Carne”, na clássica sitcom ‘All in the Family’. O papel lhe rendeu dois prêmios Primetime Emmy de Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia. A série teve 205 episódios e chegou ao fim em 1979.
Após o encerramento de ‘All in the Family’, Reiner passou a focar cada vez mais na direção. Seu primeiro grande sucesso atrás das câmeras foi o falso documentário musical ‘This is Spinal Tap’, que se tornaria um dos filmes mais cultuados da história do cinema.
Durante a década seguinte, ele consolidou seu nome como um dos diretores mais versáteis de Hollywood, comandando clássicos como ‘Conta Comigo’, ‘A Princesa Prometida’ e ‘Harry e Sally – Feitos Um Para o Outro’.
Foi justamente durante as filmagens de ‘Harry e Sally – Feitos Um Para o Outro’ que Rob conheceu Michele Singer, fotógrafa que viria a se tornar o grande amor de sua vida. Os dois se casaram em 1989, iniciando uma união que duraria mais de 35 anos. O relacionamento, inclusive, teria sido decisivo para que Reiner optasse por mudar o final do filme, garantindo que os personagens vividos por Billy Crystal e Meg Ryan terminassem juntos.
Mesmo após o sucesso estrondoso das comédias românticas, Rob Reiner seguiu ativo na indústria cinematográfica, dirigindo produções aclamadas como ‘Louca Obsessão’, ‘Questão de Honra’, ‘O Presidente Americano’, ‘Antes de Partir’ e, mais recentemente, ‘Spinal Tap II: O Fim Continua’.
O caso segue sob investigação, e novas informações devem ser divulgadas pelas autoridades nos próximos dias.
Quem não gosta de uma linda e reflexiva história de amor? Explorar esse sentimento tão profundo numa tela de cinema é uma missão sempre muito difícil, geralmente, jogando a força da história nos fortes conflitos de seus personagens. Como que vos escreve é um eterno romântico que sempre busca nos filmes aprender um pouco mais sobre esse grandioso sentimento, separamos abaixo 10 histórias de amor que nos fazem perder o fôlego:
Sentidos do Amor
Na trama, uma cientista especialista em epidemias e um chef de cozinha (ambos vivendo na Inglaterra) começam a escrever uma história de amor após os traumas no passado de cada um deles. Porém, como prova dessa união, enfrentarão uma epidemia de escala global: as pessoas estão perdendo, um por um, os sentidos levando todos ao colapso de suas emoções. Será que esse amor é mais forte que tudo?
Toda Forma de Amor
Na história, escrita e dirigida pelo sempre ótimo Mike Mills, um casal de jovens se conhece e logo surge uma paixão desse encontro. Aos poucos vamos vendo como um dos personagens chegou até ali, com os ensinamentos e o convívio com o excêntrico pai gay (que saiu do armário aos 75 anos), e o namorado do mesmo. Toda essas interações, deixam lindas lições que o jovem aplica em sua vida.
Deixe a Luz Acesa
Na trama, acompanhamos o cineasta Erik, um documentarista morador de Manhattan, homossexual, que gosta de conhecer pessoas pelo telefone. Em uma dessas ligações, conhece o enrustido advogado Paul. O relacionamento dos dois se torna cada vez mais excessivo, alimentado por altos e baixos e comportamentos fora do normal. A luta de ambos é na verdade uma grande negociação dos limites que ambos ultrapassam a cada nova ação inconsequente.
Allegro
O passado nunca reconhece o seu lugar, está sempre presente. Dirigido pelo competente cineasta dinamarquês Christoffer Boe, o complexo filme Allegro é uma mistura de realidades utópicas, definidas pela paixão de um homem, que se perde em seus mais secretos desejos de amar. Protagonizado pelo espetacular ator Ulrich Thomsen, o longa-metragem de modestos 88 minutos é uma versão metafórica do amor.
Dois Lados do Amor
Aqueles que se amam e são separados podem viver sua dor, mas isso não é desespero, eles sabem que o amor existe. Após alguns curtas de muito sucesso no cenário independente, o cineasta nova iorquino Ned Benson, em seu primeiro longa-metragem, resolve falar profundamente sobre um sentimento que consome muitos de nós, em determinadas partes de nossas vidas, o amor. Para tal, escreveu um roteiro muito interessante, que soa várias verdades universais, e chamou uma talentosa dupla de artistas para compor o casal protagonista. A fórmula dá mais que certo, leva o público à emoção em cada sequência.
Loucamente Apaixonados
Na trama uma jovem inglesa vai para os EUA estudar, lá se apaixona por um rapaz. Juntos, vivem uma intensa paixão. Quando tudo está indo muito bem, uma problemática com o visto da jovem coloca em xeque esse forte sentimento. Eles acabam tendo que enfrentar um arriscado relacionamento à distância. Será que esse amor é maior que qualquer obstáculo que a vida impõe?
Todas as Canções falam de Mim
Ramiro (Oriol Vila) e Andrea (Bárbara Lennie), como todo casal comum viveram seus momentos intensamente, durante seis anos. Quando resolveram se separar, houve um trauma e uma dor muito grande por parte do primeiro. O filme mostra delicados pontos de vistas desses dois românticos personagens e um sonho distante de um dia se reencontrarem e quem sabe viverem uma nova história de amor.
Licorace Pizza
Na trama, conhecemos o jovem Gary (Cooper Hoffman) um aspirante ator que com pouco tempo de carreira já conseguiu trabalhos em algumas apresentações. Muito maduro para sua idade, um dia se encanta por Alana (Alana Haim, em atuação fantástica) uma jovem (porém mais velha que Gary) que está desiludida na vida que não se entende com sua família, completamente sem rumo vendo os outros indo atrás dos sonhos e ela parada em um estado de solidão constante. Essas duas almas vão se unir de diversas formas, nos pensares do amor, no carinho da amizade, nas batalhas dos empreendimentos, tudo isso de mãos dadas mesmo que com desencontros.
Eduardo e Mônica
Na trama, conhecemos Eduardo (Gabriel Leone) e Mônica (Alice Braga). Eles não sabem mas vão se apaixonar perdidamente. Ele, um jovem que está perto de prestar o vestibular, joga futebol de botão com seu avô (com quem mora após o falecimento de sua mãe), tem o sonho de ser engenheiro, nunca se apaixonou. Ela, uma jovem já na fase final da residência em medicina, que faz experimentos visuais em festas e espaços, mora sozinha e anda de moto, gosta do movimento Nouvelle Vague, está antenada em manifestações e na luta por dias melhores para sua comunidade. Essas duas almas vão se encontrar em uma festa e o destino deles estará entrelaçado para sempre.
Moulin Rouge
Na trama, conhecemos o sonhador Christian (Ewan McGregor), um homem que passou a vida toda tendo discussões com o pai sobre as questões das emoções e principalmente sobre o amor. Um dia resolve abandonar a família e partir rumo à Paris, empolgado com a descoberta da boemia do lugar, propícia para um futuro escritor, seu grande sonho. Nesse lugar existe Moulin Rouge, uma casa noturna, uma danceteria, uma casa de shows, um bordel. Fascinado, acaba deixando se levar pelo maior dos sentimentos, o amor, quando conhece o diamante cintilante, a grande estrela do lugar, Satine (Nicole Kidman). Mas nada será fácil para esses doid pombinhos, precisarão enfrentar a desconfiança do dono do lugar Harold Zidler (Jim Broadbent) e de outro pretendente a conquistar o coração da dama, o duque (Richard Roxburgh).
Aproveitando o gancho do início do maior torneio de futebol do planeta, a Copa do Mundo 2026, chegou pelos streamings uma porção de obras audiovisuais que conversam com o tema. Esse é o caso de Tetra: Acreditar de Novo, documentário produzido e dirigido pelo cineasta Luis Ara, que traz um recorte da trajetória da seleção brasileira que chegou ao título em 1994. Uma equipe que ficou marcada por uma enorme desconfiança dos torcedores e imprensa, mas chegou ao tetracampeonato nos Estados Unidos – na época, um país muito mais ligado a outros esportes, principalmente um onde a bola é oval.
Naquele período, o Brasil vinha de enormes decepções em copas passadas, décadas sem vencer o principal torneio desse esporte amado por todos nós brasileiros – fato que se assemelha com o atual momento da nossa seleção. Com uma caminhada nas eliminatórias abaixo do potencial da equipe e com o sufoco de ser obrigado a vencer o Uruguai no último jogo para ir para a Copa, chegamos na copa do mundo de 1994 com muitas perguntas e cercado de dúvidas se realmente teríamos alguma chance de vitória no torneio.
Com uma base formada pela seleção que fracassou na copa de 1990, foi construído um time que, aos poucos, foi ganhando uma forte força coletiva. Guiado também pela resiliência e compreensão do papel importante que tinham para um povo que ama esse esporte e que na época conviveu com tragédias no esporte que marcariam para sempre a história, como a partida do jogador de futebol Denner e o terrível acidente em Ímola de Ayrton Senna, foram encontrando na união a base para superar qualquer obstáculo.
Com uma competente montagem que organiza a narrativa através da emoção, trazendo fatos históricos e vídeos caseiros raros feitos por alguns jogadores nos bastidores do ciclo daquela Copa, o projeto conta também com depoimentos marcantes dos jogadores do Brasil e até de adversários que nos enfrentaram naquele torneio. A pressão por parte da imprensa especializada não é esquecida, assim como a desconfiança dos torcedores. Por meio desse olhar de dentro do vestiário, vamos entendendo ações e emoções que ajudaram a compor um mosaico desse time vencedor.
Grande parte daquele elenco coloca seus importantes depoimentos no documentário. Romário, Ricardo Rocha, Branco, Viola, Jorginho, Zinho, Bebeto, Paulo Sérgio, Raí, Mauro Silva, Márcio Santos, Dunga, Gilmar são alguns dos nomes que, agora mais maduros, revisitam toda aquela caminhada rumo à glória. Através dessa considerações, movida pelo antes e depois, fica nítida a importância e legado que aquela equipe inesquecível deixou para o nosso esporte no triunfo da primeira copa do mundo decidida nos pênaltis.
A paixão de nós brasileiros pelo futebol é algo nítido em qualquer lugar de nosso país, e esse documentário valida isso, culminando em um brinde à essa trajetória de sucesso que, quem sabe, pode inspirar os jogadores em 2026 rumo a uma conquista novamente bastante aguardada.
A infinitude de possibilidades que o artifício da viagem temporal traz a qualquer narrativa já foi utilizado como tema bem aproveitado em diversas mídias, como o audiovisual, em especial o cinema. O que vem sem titubear à mente é a trilogia De Volta para o Futuro – ícone do cinema entretenimento que possui como núcleo de sua história justamente a viagem pelo tempo. Hoje, até mesmo colossos como a Marvel Studios resolveu brincar com as linhas temporais em seu universo cinematográfico (algo que era comum nas suas HQs). A rival DC/Warner fará o mesmo no filme do Flash este ano. Criativo e repleto de possibilidades, o artifício da viagem no tempo é o meio de conectar passado, presente e futuro, apostando quase sempre na nostalgia, certa melancolia e muita emoção.
O que muitos talvez não saibam é que grande fonte de inspiração para De Volta para o Futuro, assim como toda história moderna sobre deslocamento temporal, voltas ao passado e acesso ao futuro teve influência direta do livro A Máquina do Tempo, escrito pelo especialista em ficção científica H.G. Wells, e publicado ainda 1895. Wells, é claro, foi também responsável por trabalhos literários atemporais que seguem dando frutos até hoje, vide O Homem Invisível, Guerra dos Mundos e A Ilha do Dr. Moreau.
A Máquina do Tempo ganhou algumas versões em diferentes mídias desde sua criação, como por exemplo programas de rádio, histórias em quadrinhos, filmes feitos para a TV, tentativas de séries e, claro, produções para o cinema. Até mesmo na forma literária o próprio Wells criou uma espécie de pré-sequência intitulada When the Sleeper Wakes, lançado em 1899 – que faz parte do mesmo universo e serve para entender um pouco o cenário apresentado em A Máquina do Tempo, mesmo sem ter uma ligação oficial. Outros autores igualmente absorveram o trabalho de Wells e deram continuidade para sua clássica história. É o caso com The Time Ships, de 1995, escrito por Stephen Baxter, que teve a moral de se tornar a continuação oficial do clássico, canonizado pelos representantes de H.G. Wells.
‘A Máquina do Tempo’ é baseado num livro clássico, mas rendeu um flop no cinema para a Warner.
No cinema, A Máquina do Tempo possui duas versões famosas. A primeira, de 1960, é dirigida por George Pal (produtor de Guerra dos Mundos, 1953) e pegou carona na febre da ficção científica que havia tomado Hollywood durante a década de 1950. A segunda e mais recente é uma superprodução da Warner que está completando 20 anos de lançamento em 2022. O longa está disponível na plataforma de streaming da HBO Max (que contém os lançamentos da Warner) para todos que quiserem conferi-lo. Talvez muitos sequer tenham ouvido falar sobre este blockbuster, que foi produzido em parceria com a Dreamworks Pictures pelo orçamento de US$80 milhões – o mesmo valor de algumas das grandes produções da época. Como mais nada foi feito com a propriedade desde então e como outros materiais de Wells continuando gerando lucro, como séries de Guerra dos Mundos e a elogiadíssima nova versão de O Homem Invisível, da Blumhouse; está mais do que na hora da Warner se mexer e investir novamente no produto promissor, quem sabe desta vez na forma de uma série para sua plataforma. Assunto é o que não falta.
A trama de A Máquina do Tempo apresenta um brilhante homem da ciência. Um estudioso que perde o amor de sua vida para a violência urbana já na Nova York de 1899. Desolado, ele passa os anos seguintes aprimorando seu mais novo experimento, uma máquina (similar aos automóveis da época) capaz de se locomover no tempo-espaço. Assim, ele consegue retornar para o dia antes do assassinato de sua amada e impedir o crime. Porém, misturando espiritualidade com ciência, a proposta aqui é que não podemos mudar o inevitável. Assim, por mais que o Dr. Alexander Hartdegen (no livro apenas creditado como “o viajante”) tenha impedido o destino de sua companheira momentaneamente, a hora dela chega eventualmente não importa o que ele faça. Novamente com mais dúvidas e sofrimentos do que respostas na cabeça, ele decide se enveredar ao futuro desta vez, para tentar solucionar esta questão.
Guy Pearce não era um nome muito conhecido e não conseguiu segurar o protagonismo da superprodução.
Assim, o cientista avança no tempo e quando não encontra as respostas que procura, segue adiante. Um acidente, no entanto, faz com que ele perca o controle de sua engenhoca e termina jogado 800 mil anos no futuro. Já pensou? É nesta nova realidade pós-apocalíptica que a maior parte da história de A Máquina do Tempo concentra-se, para desenvolver sua grande analogia social. Neste cenário tipicamente apresentado em ficções científicas sobre realidades desoladas, vide Mad Max e Eu Sou a Lenda, o protagonista acorda e conhece os novos humanos. Chamados Eloi, esta nova raça de humanos é extremamente ingênua, e no livro vivem sem grande propósito, a não ser se alimentar e procriar. No blockbuster de 2002, os Eloi são praticamente uma tribo de nativos americanos. A outra espécie, como os familiarizados devem saber bem, são os antagonistas aqui: os Morlocks. Eles vivem nos subterrâneos e provém comida, vestimentas e conforto aos Eloi, já que trabalham nas máquinas que sustentam o mundo. Os Morlocks se desenvolveram para se tornar criaturas horrendas e grotescas, bestiais. E de tempos em tempos, os Morlocks perturbam a vidinha perfeita dos Eloi, os caçando para come-los.
A analogia de H.G. Wells em sua obra é clara sobre sua previsão do futuro: a burguesia contra a classe trabalhadora. A burguesia depende da classe operária para continuar desfilando sua beleza e seu estilo de vida. A classe trabalhadora é a base do estilo de vida “vazio” e belo, porém, a burguesia eventualmente será comida por eles. Diversas obras atuais enfatizam a luta de classes, desde o vencedor do Oscar Parasita (2019) até o blockbuster Pantera Negra, como tema de suas narrativas. Ou seja, o tema utilizado por Wells debaixo do manto da ficção científica se mostra mais atual do que nunca para uma nova investida. O segredo de sua obra famosa é justamente esse: ao buscarmos respostas para determinada questão, poderemos nos deparar com outras dúvidas que podem desviar nosso caminho.
O visual dos antagonistas, os Morlocks, foi muito criticado, até mesmo pela empresa que os criou.
Esta versão de vinte anos atrás foi significativa por alguns motivos. O principal deles, e que vendeu o projeto para a Warner foi a direção de Simon Wells, especialista em animação, tendo comandado O Príncipe do Egito(1998) para a Dreamworks, que também calha de ser o bisneto do autor H.G. Wells. Ou seja, o sobrenome não é apenas coincidência. O roteiro foi adaptado por John Logan, responsável pelos textos de A Invenção de Hugo Cabret e 007 – Operação Skyfall.
Por outro lado, um dos fatores responsáveis por não chamar o público almejado pela produção foi a falta de nomes famosos no elenco. O escolhido para protagonizar e carregar basicamente o filme nas costas foi o australiano Guy Pearce, então saído dos sucessos Priscilla – A Rainha do Deserto (1994), Los Angeles – Cidade Proibida (1997) e Amnésia (2000). Apesar do grande valor cult destes longas, Pearce era um nome ainda desconhecido do grande público. O único nome de real peso no elenco é o de Jeremy Irons, que está no filme apenas por alguns minutos na cena final, como o líder dos Morlocks. Terminando o elenco principal, a cantora e atriz Samantha Mumba, a Eloi Mara, que emergiu para seus quinze minutos de fama e retornou ao anonimato.
Aspirante a estrela, a atriz Samantha Mumba teve seus 15 minutos de fama no papel da Eloi Mara, e depois sumiu.
Existiu uma certa polêmica envolvendo o visual dos Morlocks no filme e a empresa que os criou, o estúdio do saudoso Stan Winston. A produção foi problemática e houve falha de comunicação entre os realizadores e a empresa de efeitos e maquiagem. No fim das contas, a criação dos Morlocks (o sonho para qualquer técnico em efeitos) foi renegada pela companhia de Stan Winston por não ter ficado do jeito que imaginaram originalmente. Fora isso, a produção foi empurrada de dezembro de 2001, para março de 2002 por atrasos, o filme precisou ter cenas cortadas (como uma chuva de meteoros na cidade que poderia remeter ao recém-ocorrido atentado terrorista de 11 de setembro de 2001) e até mesmo o diretor Simon Wells se afastou da produção por motivo de exaustão, sendo substituído no fim das filmagens por Gore Verbinski (que no mesmo ano lançaria o terror O Chamado e no ano seguinte, o primeiro Piratas do Caribe) – retornando depois para a pós-produção. Até mesmo Steven Spielberg, que filmava Inteligência Artificialpara a mesma Warner na época, ofereceu ajuda em alguns dos visuais. E por falar em visual, a criação mais cara do filme foi mesmo o design da máquina do tempo.
Em sua estreia nos cinemas dos EUA, A Máquina do Tempo foi bem e com US$22.6 milhões no fim de semana em bilheteria descolou o primeiro lugar do ranking, desbancando o campeão anterior, o drama de guerra com Mel Gibson, Fomos Heróis. A força de A Máquina do Tempo, no entanto, só diminuiria, sendo jogado para quarta posição na semana seguinte com as estreias de A Era do Gelo, Resident Evil – O Hóspede Maldito e Showtime; para sétimo com a estreia de Blade IIe o relançamento de E.T. – O Extraterrestre; e finalmente saindo do ranking em décimo terceiro após os lançamentos de O Quarto do Pânico, Desafio do Destino, Clockstoppers – O Filme e Morra, Smoochy, Morra.
O nome mais conhecido do elenco, Jeremy Irons, está escondido atrás de maquiagem e fica em cena poucos minutos.
Com um orçamento de US$80 milhões, A Máquina do Tempo sequer se pagou nos EUA, terminando sua estadia nos cinemas norte-americanos com US$56.8 milhões em bilheteria. Ao redor do mundo foi um pouco melhor, com um total de US$123.7 milhões, mesmo assim permanecendo bem longe do sucesso esperado. Para termos uma ideia esse foi o mesmo ano que viu nascer sucessos do nível de Homem-Aranha, de Sam Raimi, MIB – Homens de Preto 2, Triplo X, Harry Pottere a Câmara Secreta, O Senhor dos Anéis – As Duas Torres, Star Wars – Ataque dos Clones, e 007 – Um Novo Dia para Morrer.
Com o slogan de “Para Onde Você Iria?”, essa talvez seja a pergunta que os engravatados da Warner e da HBO Max estejam se fazendo neste momento, pois numa Hollywood regida por marcas pré-estabelecidas, perder tempo com uma propriedade potencialmente lucrativa é o mesmo que… bem, você já sabe.
A cena do “urso” é uma das mais aterrorizantes e perturbadoras da ficção científica ‘Aniquilação‘, dirigido por Alex Garland. Confira abaixo fotos que mostram o design da criatura em detalhes, além de um vídeo mostrando o processo de criação do monstro.
A misteriosa trama acompanha uma bióloga que aceita ir a uma expedição secreta e perigosa, em que as leis da natureza não se aplicam.
O roteiro e a direção fica por conta de Alex Garland (roteirista de ‘Extermínio’, ‘Sunshine – Alerta Solar’ e ‘Dredd’), que comandou o sucesso de ‘Ex-Machina‘ – ficção científica que ele roteirizou e dirigiu.
O Hulu divulgou as imagens promocionais do quinto episódio da série antológica de terror ‘Into the Dark‘, produzida em parceria com a Blumhouse, intitulado ‘Down‘.
Confira:
Daniel Stamm (‘O Último Exorcismo‘) é responsável pela direção.
No episódio, duas pessoas ficam presas no elevador durante o feriado do Dia dos Namorados, mas, o que inicialmente parecia ser uma conexão romântica, logo se torna uma luta desesperada pela sobrevivência.
O elenco inclui Natalie Martinez, Matt Lauria, Arnie Pantoja, Diane Sellers e Christina Leone.
O quinto episódio será lançado no dia 1º de fevereiro.
Os episódios são lançados mensalmente, cada um focando em uma data comemorativa diferente.
A guerra entre os serviços de streaming está apenas começando! De acordo com o Deadline, a HBO Max adquiriu os direitos da comédia ‘The Big Bang Theory‘ por altíssimos US$ 600 milhões.
Todas as 12 temporadas da série serão lançadas junto do serviço de streaming, em 2020.
“Poucas séries definem uma geração e captura a atenção da audiência como ‘The Big Bang Theory’,” disse Robert Greenblatt, chefão da WarnerMedia, em uma declaração. “Estamos animados que a HBO Max será o lar exclusivo de streaming para essa comédia quando lançarmos nossa plataforma em 2020.”
A nova plataforma terá clássicos como ‘Friends‘, séries da CW, além de vários outros projetos futuros.
Separamos uma lista das produções originais que estão sendo desenvolvidas pela HBO Max. Confira:
1 – Dune: The Sisterhood
A HBO Max já está preparando uma série spin-off do longa Duna, intitulada Dune: The Sisterhood. A produção é baseada no livro de Frank Herbert, além de ser adaptada do mundo literário criado por Brian Herbert e Kevin Anderson.
A trama acompanha Bene Gesserit, uma misteriosa e mística ordem composta por mulheres, que unem seus poderes graças à magnitude de seus corpos e mentes. Dennis Villeneuve, diretor do reboot de Duna, assume o papel de produtor executivo e vai dirigir o episódio piloto. Ainda não se tem detalhes a respeito do elenco.
2 – Tokyo Vice
Ansel Elgort está dividindo seu tempo entre o cinema e a TV, com seu novo projeto, Tokyo Vice. A série é baseada na autobiografia homônima do jornalista Jake Adelstein, o primeiro repórter não-japonês que trabalhou para um dos maiores jornais do Japão, o Yomiuri Shinbun.
O jovem ator vai interpretar uma versão fictícia de Adelstein e a série vai contar com 10 episódios, que serão dirigidos por Daniel Cretton, recém contratado para dirigir a adaptação dos quadrinhos de Shang-Chi.
3 – The Flight Attendant
The Big Bang Theory pode ter chegado ao fim, mas a atriz Kaley Cuoco não perdeu tempo em se engajar em um novo projeto. Mantendo sua carreira nas telinhas, ela vai estrelar a série The Flight Attendant, feita em parceria com sua produtora Yes, Norman Productions. Além de atuar, ela também assume a função de produtora executiva, ao lado de Greg Berlanti.
A série é baseada no livro homônimo de Chris Bohjalian e acompanha a história da comissária de bordo, Cassandra Bowden, que acorda em um quarto de hotel em Dubai ao lado de um morto. De volta à sua casa, em Nova York, ela será abordada pelo FBI, que possui muitas perguntas sobre o misterioso corpo encontrado.
4 – Love life
Anna Kendrick e Paul Feig se unem novamente para trabalhar juntos, só que dessa vez em uma série de TV. Depois de Um Pequeno Favor, eles voltam a ser parceiros, na comédia romântica Love Life. A produção será uma antologia, o que significa que em breve novos nomes de peso podem ser anunciados para o projeto.
Sua primeira temporada terá 10 episódios curtinhos, com uma média de meia hora de duração cada.
5 – Station Eleven
Station Eleven é uma adaptação do livro homônimo de Emily St. John Mandel e traz uma narrativa de cunho pós-apocalíptico, que acompanha uma misteriosa doença que passa a assolar os Estados Unidos. A trama foca na luta pela sobrevivência que os personagens vão travar, em virtude da forte contaminação que tem tomado todo o país.
A produção será adaptada por Patrick Somerville (‘Maniac‘, ‘The Leftovers‘) e conta com Hiro Murai (‘Atlanta‘) à frente da direção. A primeira temporada terá 10 episódios.
6 – Made For Love
Ainda em estágio bem inicial, a nova série é uma adaptação do livro homônimo de Alissa Nutting, lançado em 2017. A trama acompanha a história de uma jovem mulher, Hazel, que passa a morar com seu pai, após conseguir escapar do complexo high-tech de seu ex-namorado – o empreendedor Byron Gogol, que a mantinha sob vigilância e sob um obsessivo monitoramento. Mesmo escapando, Hazel não está segura, justamente porque o obcecado rapaz está disposto a fazer de tudo para tê-la de volta sob o seu domínio.
Made of Love terá 10 episódios em sua primeira temporada, com meia hora de duração cada. A produção será dirigida por S.J. Clarkson, que já trabalhou com as séries Jessica Jones e Os Defensores.
7 – Gremlins
Os cinéfilos que cresceram nos anos 80 e 90 conhecem muito bem a história desses bichinhos fofinhos, que viravam monstrinhos devoradores de absolutamente tudo. E agora os Gremlins vão migrar para as telinhas, com novas aventuras que visam apresentar esse clássico produzido por Spielberg para uma nova geração de crianças.
A nova produção será feita no formato de animação e se passará na década de 20, em Xangai. Nessa prequela, acompanhamos a infância de Sam Wing, conhecido pelos fãs do longa original como o Avô, o senhorzinho dono da peculiar loja de Chinatown. No desenho, veremos o personagem no auge dos seus 10 anos, logo quando ele conhece Gizmo.
Nessa nova aventura, Sam se une à ladra de rua Elle e juntos o trio percorrerá pelos campos chineses a fim de que Gizmo e sua família possam se reencontrar. A produção terá 10 episódios em sua primeira temporada, com meia hora de duração cada.
A Netflix disponibilizou em seu catálogo a trilogia completa da saga ‘A Múmia‘, estrelada por Brendan Fraser.
Além disso, o serviço de streaming também tem o derivado ‘O Escorpião Rei‘, estrelado pelo Dwayne Johnson, e o reboot de 2017, estrelado por Tom Cruise.
Recentemente, o astro Brendan Fraser afirmou que adoraria retornar à franquia ‘A Múmia‘:
“Preciso dizer o quanto é difícil fazer esse filme. Tentei três vezes e o ingrediente essencial é a diversão. Você precisa lembrar de se divertir. Então, se houver uma maneira divertida de fazer isso de novo, eu amaria voltar.”
Fraser também elogiou Rachel Weisz, que atuou ao lado dele interpretando Evelyn O’Connell nos dois primeiros filmes da franquia, em 1999 e 2001.
“Trabalhar com Rachel foi incrível, é a Rachel Weisz, cara. Ela é maravilhosa, é adorável, e tem um impressionante talento e bom humor.”
Fraser interpretou Rick O’Connell pela última vez em 2008, em ‘A Múmia: Tumba do Imperador Dragão’, e Rachel Weisz foi substituída por Maria Bello, o que não agradou o público.
Em 2017, foi lançado um reboot de ‘A Múmia’ estrelado por Tom Cruise. No entanto, o filme foi uma decepção de crítica e público.
A adaptação ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City‘ ganhou um novo cartaz, reunindo o elenco principal.
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de dezembro.
Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) é responsável pela direção.
Antes um lar em expansão para a gigante farmacêutica Umbrella Corporation, Raccoon City se tornou uma cidade decadente. O êxodo da empresa transformou a cidade em um deserto… com um grande mal fermentando abaixo da superfície. Quando esse mal é libertado, os habitantes da cidade serão mudados para sempre… e um pequeno grupo de sobreviventes deve trabalhar juntos para descobrir a verdade por trás da Umbrella e sobreviver durante a noite.
O elenco conta com Kaya Scodelario (Claire Redfield), Hannah John-Kamen (Jill Valentine), Robbie Amell (Chris Redfield), Tom Hopper (Albert Wesker), Avan Jogia (Leon S. Kennedy) e Neal McDonough (William Birkin).
Sucesso! A sequência ‘Sonic 2 – O Filme‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais, mantendo-se no TOP 8 das maiores bilheterias do ano.
Nos EUA, a produção arrecadou US$ 190.7 milhões – o que supera a arrecadação do primeiro filme (US$ 148.9m), quebrando o recorde de MAIOR bilheteria para um filme baseado em videogame no país. No mercado internacional, foram US$ 210.2 milhões.
Ao total, o longa já arrecadou sólidos US$ 400.9 milhões mundialmente.
Vale lembrar que, ao arrecadar US$ 72.1 milhões durante o primeiro final de semana nos EUA, a sequência também se tornou a maior estreia doméstica da carreira do Jim Carrey, ultrapassando ‘Todo Poderoso‘ (US$68M), que foi lançado em 2003.
Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”
Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
Durante o painel na C2E2 em Chicago, Tenoch Huerta, que interpretou o vilão Namor em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, revelou ter dois “projetos dos sonhos” – o que inclui uma participação na clássica franquia ‘Star Wars‘.
“Eu tenho dois [projetos dos sonhos]. Eu quero criar uma trilogia sobre a cultura Mesoamericana e participar da franquia ‘Star Wars’.”
Anteriormente, em entrevista ao The Wrap, o ator havia comentado sobre o retorno de seu personagem no Universo Marvel: “Sinceramente, eu não sei. Mas espero que sim”.
Vale lembrar que o roteirista Jeff Loveness, do vindouro ‘Vingadores: A Dinastia Kang‘, concedeu uma entrevista para o Comic Book onde disse estar ansioso para trabalhar com o personagem no próximo filme da equipe de super-heróis.
“Namor, cara. Estou animado para escrever cenas do Namor”, disse Loveness.
Namor é líder da nação subaquática Talokan e foi o principal oponente de Shuri, a nova Pantera Negra, interpretada por Letitia Wright, e que também deve voltar em ‘Vingadores: A Dinastia Kang‘.
O mais recente filme da Marvel Studios, ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, continua em exibição nos cinemas nacionais. Apesar de ter registrado a maior estreia da franquia, o longa tem lutado para se manter estável nas bilheterias – onde arrecadou, até o momento, US$ 471.8 milhões mundialmente.
O longa é novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.
Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.
Paul Rudd, Evangeline Lilly, Bill Murray, Michelle Pfeiffer e Michael Douglas completam o elenco.
Em entrevista ao Business Insider, a icônica cantora Dolly Parton, uma das produtoras da série original ‘Buffy – A Caça-Vampiros‘, revelou novos detalhes sobre o possível reboot da produção.
Apesar de não se aprofundar em muitos detalhes, a estrela do country confirmou que a nova versão ainda está em desenvolvimento.
“Eles ainda estão desenvolvendo [um reboot de ‘Buffy, a Caça-Vampiros’]. A intenção é trazer a série de volta através de uma repaginada [na trama].”
Anteriormente, a atriz Sarah Michelle Gellar havia revelado que não tem interesse em retornar para um reboot da série: “Tenho muito orgulho da série que criamos, mas não precisamos trazê-la de volta. Eu apoio a continuidade da história, porque é uma trama sobre empoderamento feminino. Amo a mensagem final da série: ‘Toda garota que tem o poder pode ter o poder’. É o cenário perfeito para introduzir uma nova protagonista. As metáforas de Buffy eram focadas nos horrores da adolescência. Eu posso parecer jovem, mas eu não sou mais uma adolescente.”
Monica Owusu-Breen (‘Agents of SHIELD’) havia sido contratada para escrever o roteiro da nova versão e servir como showrunner.
Na época, havia sido reportado que uma atriz negra interpretaria a protagonista.
Buffy foi criada em 1992 no filme ‘Buffy – A Caça-Vampiros’, vivida pela atriz Kristy Swanson. Embora tenha uma péssima reputação, o longa foi a base para a cultuada série, que estreou em 1997 e teve 7 temporadas até 2003.
A história ganhou continuidade em duas séries em quadrinhos. A 8ª temporada foi publicada entre 2007 e 2011, e a 9ª teve início em 2011 e ainda tem dois volumes inéditos.
Sucesso! A sequência ‘Sorria 2‘ alcançou o topo das bilheterias dos EUA, arrecadando sólidos US$ 23 milhões em seu primeiro final de semana.
O valor conseguiu superar o lançamento do primeiro filme no país, que abriu com US$ 22.6 milhões, em 2022.
Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 23 milhões através de 62 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 46 milhões.
Para termos de comparação, ‘Sorria 2‘ registrou um lançamento 41% acima do desempenho do longa original. Além disso, a produção se tornou a maior abertura do ano para um filme de terror em 13 mercados, incluindo França, Alemanha e Itália.
Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a sequência também parece ter agradado os espectadores, recebendo uma nota B do público no CinemaScore. Além de ser uma ótima avaliação para o gênero, a média também supera a nota recebida pelo primeiro filme (B-).
Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Prestes a embarcar em uma turnê mundial, a cantora pop Skye Riley (Naomi Scott) começa a viver experiências aterrorizantes e inexplicáveis. Tomada pelo horror e pela pressão da fama, Skye é forçada a confrontar seu passado para retomar o controle de sua vida antes que seja tarde demais.
Parker Finn retorna à direção.
Kyle Gallner reprisa seu papel do primeiro filme. O elenco ainda conta com Lukas Gage (‘The White Lotus’), Dylan Gelula (‘O Homem dos Sonhos’), Rosemarie DeWitt (‘La La Land: Cantando Estações’) e Peter Jacobson (‘Dr. House’).
De acordo com o Deadline, a Paramount+ deu sinal verde para o primeiro spin-off de ‘Tulsa King‘, intitulado ‘NOLA King‘.
A série derivada será estrelada por Samuel L. Jackson (‘Serpentes a Bordo’), que será introduzido na terceira temporada da produção original, estrelada por Sylvester Stallone, e ainda servirá como produtor executivo do spin-off.
Confira a 1ª imagem do ator em ‘Tulsa King‘:
A produção seguirá Russell Lee Washington Jr. (Jackson), que, após fazer amizade com Dwight Manfredi (Stallone) durante 10 anos em uma prisão federal, é enviado para Tulsa pela família criminosa Renzetti, de Nova York, para acabar com Dwight de uma vez por todas.
O projeto será produzido pela 101 Studios e MTV Entertainment Studios, com Sheridan, David C. Glasser e o próprio Jackson como produtores executivos.
A nova série é parte da estratégia da Paramount para expandir o universo de ‘Tulsa King‘, assim como Sheridan fez com o fenômeno ‘Yellowstone‘, que já gerou múltiplos spin-offs. A ideia do derivado partiu de Chris McCarthy, CEO da Showtime e MTV Entertainment Studios.
Lançada em 2022, ‘Tulsa King‘ acompanha o mafioso nova-iorquino Dwight “The General” Manfredi (Stallone), que ao sair da prisão após 25 anos é exilado por sua família para montar um império criminoso em Tulsa, Oklahoma.
A segunda temporada da série bateu recordes na plataforma, com 21,1 milhões de visualizações globais em sua estreia e presença constante no Top 10 da Nielsen ao lado de outras produções de Sheridan, como ‘Landman‘ e ‘Operação: Lioness‘.
O primeiro trailer do próximo filme da franquia ‘A Morte do Demônio‘, intitulado ‘Evil Dead Burn‘, foi exibido exclusivamente durante o painel da Warner Bros. na Cinema Con 2026.
Dirigido por Sébastien Vaniček (‘Infestação’), o próximo capítulo da saga promete trazer um tom mais sério – como o remake de 2013 –, cenas assustadoras que farão o público se contorcer nos cinemas.
“O trailer começa mostrando uma mulher parada, apavorada, olhando para uma porta prestes a se abrir, revelando uma deadite com um assento de carro atravessando sua cabeça. Ela o remove lentamente, como se estivesse sentindo prazer nisso. Desta vez, o terror começa quando uma família usa o Livro dos Mortos para ressuscitar um membro masculino que morreu jovem demais.”
“Uma cena mostra a mão de uma das personagens sendo fechada no carro e todos os dedos sendo arrancados. Em outro momento, que fez todos se contorcerem, o personagem de Hunter Doohan está sendo atacado pela mulher da cena inicial. Ela o assusta e ele cai na máquina de lavar, que tá com um monte de faca secando. As facas entram nas costas dele. Ela pula em cima dele. SELVAGEM!”
O trailer de #EvilDeadBurn acabou de ser exibido aqui na #CinemaCon e eu me CONTORCI de nervoso assistindo. Tá ainda mais sangrento que o filme anterior. Me lembrou o filme de 2003.
O trailer começa com uma cena na cozinha envolvendo a atriz Tandi Wright. Ouvimos barulhos e…
Além deste projeto, a Ghost House Pictures contratou Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’) para escrever e dirigir outro filme da franquia. No entanto, este projeto ainda não teve mais detalhes revelados.
Com orçamento de US$ 19 milhões, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, filme mais recente da saga de terror, conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Uma cena em especial de ‘Mulher-Maravilha‘ viralizou entre as mulheres na internet.
A tomada em questão traz a heroína trajando um belíssimo vestido de gala azul, no qual ela esconde sua espada nas costas.
Com a hashtag #WWgotyourback, o momento tem sido adotado por muitas usuárias das redes sociais, que viram na simples postura mais um aspecto do emponderamento feminino trazido por Patty Jenkins e Gal Gadot aos cinemas.
A HBO já confirmou a renovação de duas das séries originais. ‘Silicon Valley‘ e a novata ‘Barry‘, com Bill Hader, retornam em 2019 com suas respectivas sexta e segunda temporadas.
O anúncio foi feito por Amy Gravitt, a vice-presidente executiva da emissora.
Em um comunicado oficial, ela comentou o prestígio de ambas as produções:
“Enquanto ‘Barry‘ tem agradado muito as audiências com sua profunda narrativa que interpela a comédia e o drama, ‘Silicon Valley‘ permanece brilhante e assustadoramente vanguardista e à frente de seu tempo. Estamos animados por saber que essas duas séries engraçadas e inteligentes estarão retornando para mais uma temporada”.
Um habilidoso fã decidiu re-editar a emblemática ressurreição de Superman em ‘Liga da Justiça‘ e o resultado é realmente surpreendente.
Retirando o diálogo cômico entre o herói e o Batman e fazendo alguns ajustes no contraste e na iluminação da cena, o habilidoso fã entregou uma versão que ficou surpreende, até superando a tomada original.
O material foi compartilhado por um usuário do Reddit.
A essa altura do campeonato, você já deve estar careca de saber que os planos de Zack Synder para o universo estendido da DC nos cinemas foram descontinuados pela Warner, após os desempenhos não tão expressivos de ‘O Homem de Aço‘ e ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ nos cinemas (ainda que não possam ser considerados fracassos de bilheteria). Porém, detalhes do que o diretor planejava foram revelados recentemente e pareciam grandiosos!
Segundo Neil Daly, responsável pela organização das exibições de testes da DC e pelo feedback para o estúdio, Snyder originalmente tinha um plano de seis filmes para a franquia. Ele conseguiu fazer três, e o resto consistiria em ‘O Homem de Aço 2‘, ‘Liga da Justiça 2‘ e ‘Liga da Justiça 3‘. Isso teria dado tempo para que o diretor desenvolvesse sua visão do Superman, além de conectar algumas pontas soltas deixadas propositalmente em ‘BvS‘, como os pesadelos do cavaleiro das trevas envolvendo um futuro dominado por um Super ditador, no estilo Injustice, a viagem no tempo de Flash e a inserção do vilão Darkseid.
Ainda de acordo com Daly, Snyder foi pressionado pela Warner a trabalhar no filme da Liga logo após o lançamento de ‘Batman vs Superman‘. Isso, no entanto, ia contra a visão do diretor, que acreditava que antes da junção dos heróis nas telonas era preciso lançar filmes solos de cada um, não sendo eles necessariamente dirigidos por Zack. Apesar de ter negado na época, este é o caminho que, ironicamente, o estúdio está seguindo agora.
Atualmente, Zack Snyder continua na DC, mas trabalhando na produção dos filmes. ‘Aquaman‘, por exemplo, tem produção executiva assinada por ele e sua esposa, Deborah Snyder.
No Brasil, a série é lançada pela Netflix como uma produção original.
A série gira em torno de três mães suburbanas que estão passando por uma situação financeira difícil. Depois que uma série de contratempos as deixa desesperadas, elas decidem assaltar um mercado local, mas o valor do roubo excedeu suas expectativas. Logo, elas estarão metidas com um chefão do crime local, e essas “boas garotas” se encontrarão em um poço de decisões ruins.
Christina Hendricks, Retta, Mae Whitman, Matthew Lillard, Reno Wilson, Manny Montana, Lidya Jewett, Izzy Stannard e David Hornsby estrelam.
A nova comédia tailandesa ‘Amigos de Escola‘ já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia neste sábado (20) na grade de programação.
Na trama, quatro amigos de meia-idade vivem uma vida de rotina sem muitas expectativas e sem grandes perspectivas. Mas o destino ainda guarda algumas surpresas interessantes, que prometem dar uma reviravolta nessa previsível jornada.
O thriller ‘Nerve – Um Jogo Sem Regras‘, estrelado por Emma Roberts e Dave Franco, será removido da Netflix em breve. A produção deixará a grade de programação no próximo dia 02 de março.
Na trama, Vee é uma jovem sem muita vida social que resolve entrar no Nerve, um jogo virtual de “Verdade ou Desafio” que é acompanhado por vários usuários online. No começo, tudo é diversão e pequenos desafios – e ela até se torna famosa pelos feitos – mas logo se tornará vítima de um roubo de identidade pelos organizadores dos jogos. Ao lado de Ian, ela deverá fazer de tudo para conseguir ter sua vida de volta.
Emily Meade, Miles Heizer, Juliette Lewis e Kimiko Glenn, Machine Gun Kelly e Samira Wiley completam o elenco.
Admiradores do seriado The Twilight Zone (1959-1964), os irlandeses Lorcan Finnegan e Garret Shanley conceberam Vivarium para nos desconectar da realidade e nos transportar direto ao purgatório de uma vida muito semelhante a nossa, mas sem o privilégio do livre-arbítrio. Lançada no Festival de Cannes 2019 e disponibilizada em VOD em março, a obra protagonizada por Jesse Eisenberg e Imogen Poots é uma alegoria sobre as ilusões da felicidade familiar e nos remete ao romance O Processo (1925), de Franz Kafka.
Por meio da cena inicial, na qual um pássaro faminto derruba os seus semelhantes do ninho de forma energética e cruel, a produção já comunica ao espectador o seu objetivo de deixá-lo num ambiente desconfortável. Assim como icônico personagem Joseph K., preso em um processo interminável por um crime não específico, o casal Gemma (Poots) e Tom (Eisenberg) desconhece as razões do seu infortúnio.
O essencial da narrativa, no entanto, não é explicá-las, mas nos confrontar com a experiência de cada um deles nesta jornada. O casal chega a uma imobiliária e são recebidos pelo agente Martin (Jonathan Arisa), portador de um sorriso horripilante e desprovido de trato social, ou seja, poderíamos compará-lo a um assombroso Sheldon Cooper, de The Big Bang Theory. De imediato, o casal é conduzido a visitar o espaço residencial Yonder e eles são apresentados a um infinito repetitivo de casas verdes idênticas com cercadinhos na varanda.
Logo de início, a decoração domiciliar causa estranhamento e eles reagem com aversão e escárnio. Para completar a atmosfera insólita, Martin desaparece sem deixar rastros e a vizinhança permanece completamente silenciosa. Sem titubear, ambos entram no carro em direção ao caminho de volta à cidade. Contudo, após rodar por horas e sempre encontrar as mesmas casas, a gasolina acaba e a saída torna-se inatingível.
A partir desse momento, é preciso olhar a obra com um quê de desconfiança e curiosidade, equivalente a dos protagonistas. Depois de algumas tentativas de fuga, eles recebem um caixa com mantimentos e, posteriormente, um bebê, o que os revela como prisioneiros de alguém ou algo incompreensível. Como no romance de Kafka, Finnegan e Shanley nos conduz a enxergar para além do plano das imagens e fazer um esforço de interpretar a simbologia.
Com uma composição minimalista, a força narrativa sustenta-se por meio da expressividade de Imogen Poots, sendo este um dos trabalhos mais eminente da atriz. Ela funciona como um pêndulo entre manter-se humana ou deixa-se seduzir pela loucura, principalmente nas cenas como o seu suposto filho (Senan Jennings). Nesta situação, os três sentados à mesa para o café da manhã perverte o lúdico fotográfico da constituição familiar, já que o garoto é uma amplificação horripilante do desenvolvimento de uma criança através dos hábitos parentais, neste caso, dos prisioneiros ao seu redor.
Seguindo o mesmo caminho do surrealismo das obras de Charlie Kaufman (Quero Ser John Malkovich [1999], Sinédoque Nova York [2018], Anomalisa [2015]),Vivarium joga um casal em um pesadelo de serventia a um ditador invisível. Em uma instância mais primária, é possível fazer uma contemplação que esta é exatamente a vida que ambos buscavam ao entrarem naquela residência. Os elementos de realidade com resquícios de fantasia, ou melhor, de composições surrealistas, são belos ao nosso olhar e intrigam a lógica presente na vida cotidiana, tal como um quadro do artista belga René Magritte.
Com uma excelente direção artística, Vivariumsobressai a estética em detrimento de uma mensagem simples, mas aberta a interpretações: seja o pesadelo da vida no subúrbio para a geração Y, seja a criação dos filhos. De fato, os elementos pincelados por Lorcan Finnegan aterrorizam e entretêm, mantendo o espectador capturado pela fascínio do alegórico purgatório, além de brincar com as questões apresentadas em Foi Apenas Um Sonho (2008) e Beleza Americana (1999).
Uma nova arte conceitual de ‘Pantera Negra’ caiu na internet e nela podemos ver a Shuri (interpretada pela atriz Letitia Wright), usando o famoso traje de Pantera:
Nos quadrinhos, Shuri já assumiu o traje do Pantera Negra e viveu como Rainha de Wakanda por um tempo.
‘Pantera Negra’ também bateu mais um recorde e se tornou o filme mais bem avaliado do Universo Cinematográfico da Marvel no Rotten Tomatoes. Com 98% de críticas positivas, o filme tirou o primeiro lugar de ‘Homem de Ferro‘, que tem 94% de avaliações positivas.
Com mais de 200 avaliações computadas, não parece que a classificação de’Pantera Negra‘ cairá drasticamente nas próximas semanas, já que a classificação de’ Homem de Ferro‘ foi criada com 250 críticas.
Em terceiro lugar vem ‘Os Vingadores‘ e ‘Thor Ragnarok‘, empatados com 92%.
Considerado o melhor filme da Marvel até o momento, ‘Pantera Negra’ foi elogiado por seu vilão excepcional, com motivações reais e emocionais, e pelas incríveis cenas de ação. Eletrizante, a produção também é dita como a que possui o maior viés político, quebrando o molde da MCU e inaugurando um nova fase para o universo compartilhado.
Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra’ é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar).
O filme de origem do vilão Coringa estrelando Joaquin Phoenix, com direção de Todd Phillips, foi oficializado pela Warner Bros. e chegará aos cinemas em 4 de outubro de 2019.
Agora, o THR revelou que a atriz Zazie Beetz, de ‘Deadpool 2’, está em negociações para entrar para o elenco. Ela deverá viver uma mãe solteira que acaba se interessando pelo homem que virá a se tornar o Palhaço do Crime.
O longa terá novidades divulgadas durante o painel da Warner Bros na San Diego Comic-Con, porém, antes mesmo disso, de acordo com uma listagem da Production Weekly, o filme será chamado simplesmente de ‘Joker’ (‘Coringa’), como na HQ de Brian Azzarello e Lee Bermejo.
Vale lembrar que a DC Films está cotando o ator Robert DeNiro para que ele apareça no filme.
Além disso, a equipe pode contar com o diretor de fotografia Lawrence Sher (‘Godzilla’, 2014), que já trabalhou anteriormente com o diretor Todd Phillips nos filmes de ‘Se Beber, Não Case!’ e ‘Cães de Guerra’.
Também foi confirmado que a produção terá o designer de produção Mark Friedberg (‘Noé’) e o premiado figurinista Mark Bridges (‘Trama Fantasma’).
O plano é lançar um novo selo chamado de DC Dark ou DC Black, parte de uma mudança de estratégia da Warner após o péssimo resultado de ‘Liga da Justiça’ nas bilheterias.
O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.
A produção que trará a origem do personagem realmente terá o envolvimento dos cineastas Todd Phillips e Martin Scorsese. O primeiro assumirá a cadeira de diretor, enquanto o segundo será o produtor.
“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.
Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.
Se você acompanhou o CinePOP esta semana, provavelmente leu algumas matérias sobre os 80 anos do Zé Carioca, o primeiro personagem brasileiro da história da Disney. Antigamente, quem quisesse assistir a alguma produção que tivesse a presença do personagem precisaria percorrer locadoras e torcer para que ela tivesse uma fita de vídeo ou DVD com algum dos filmes. Afinal, são produções muito antigas. No entanto, com o advento do Disney+, todas as suas aparições em vídeo estão disponíveis no catálogo do streaming. Então, o CinePOP foi atrás e catalogou aqui em quais filmes e séries você pode encontrar o papagaio da Vila Xurupita. Confira!
Alô, Amigos
O nascimento do Zé Carioca aconteceu em Alô, Amigos, uma animação com três curtas que abordam a viagem dos animadores da Disney pela misteriosa América do Sul em plena década de 1940. O curta final, claro, se passa no Rio de Janeiro, e mostra o início da amizade entre o Pato Donald e o Zé Carioca, enquanto a ave brasileira apresenta as maravilhas do Rio de Janeiro para o amigo norte-americano.
Você Já Foi à Bahia?
Funcionando como uma sequência de Alô, Amigos, Você Já Foi à Bahia? traz o Pato Donald fazendo aniversário. E como era de se esperar, seus amigos da América Latina mandam grandes presentes para ele. No entanto, esses presentes acabam transportando o marreco para o México, onde ele se diverte com o Panchito, e para a Bahia, onde ele disputa com o Zé Carioca a atenção de Aurora Miranda em meio a um espetacular número musical.
Tempo de Melodia
Seguindo com a tradição dos curtas, Tempo de Melodia traz uma viagem pelos diferentes estilos musicais em vários curtas diferentes e sem ligação. Em um deles, a irritante ave Aracuã começa uma divertida e intensa roda de samba para tirar o Zé Carioca e o Pato Donald de uma tristeza profunda.
Mickey Mouse Curtas – Temp.1 Ep. 19
No último episódio da primeira temporada da série de curtas, o simpático Mickey Mouse vai até o Maracanã para tentar ver um jogo de futebol. O problema é que muitas confusões acontecem e a experiência acaba sendo intensa. No estádio, o Zé Carioca trabalha como narrador da partida.
Ducktales: Os Caçadores de Aventuras – Temp. 2 Ep 4
Em uma viagem ao Brasil, Donald reencontra sua banda da faculdade, Los Três Caballeros, e descobre que Panchito virou um músico famoso, enquanto o Zé Carioca se tornou um famoso influenciador de viagens. Assim, o Pato Donald vê que não fez nada da vida e resolve mentir para eles que é milionário.
Ducktales: Os Caçadores de Aventuras – Temp. 3 Ep. 5
A banda de Donald se prepara para uma turnê mundial e tenta conseguir investimento do Tio Patinhas. Então, com a negativa, Los Três Caballeros tramam enganar a Margarida para fazerem uma apresentação num grande evento e conseguirem bancar a turnê.
Apesar da sociedade ocidental ser patriarcal, muitos tabus impedem o pleno desenvolvimento emocional dos homens, colocando-os em pedestais da masculinidade do qual nunca podem descer, haja o que houver. Com o tempo, esses homens foram se tornando modelos de uma masculinidade que almeja poder, conquistas, quantidade, ao invés do afeto, da qualidade e da harmonia. Particularmente no Brasil, vivemos em uma sociedade na qual os homens ocupam os principais cargos nas empresas, e muitos deles se ausentam da prática da paternidade, como se ser pai significasse tão somente apenas fazer o filho. Numa tentativa de abrir os olhos dos espectadores, o longa ‘Papai é Pop’ chega aos cinemas no próximo dia 11 de agosto, e é um programão em família para o Dia dos Pais.
Tom (Lázaro Ramos) e Elisa (Paolla Oliveira) são casados e estão esperando a primeira filha. A expectativa é grande para o casal apaixonado, mas, depois que a pequena Laura (Malu Aloise, na fase já crescidinha) nasce, parece que tudo muda na dinâmica dos dois. De início, Tom se mostra presente e atencioso, porém, à medida que a bebê começa a demandar mais atenção e cuidados, e Elisa começa a solicitar mais participação de Tom, ele passa a se afastar, ficando cada vez mais fora de casa e justificando que sua vida não poderia mudar só por causa da filha deles. A partir daí, um ruído grave se instala na vida do casal, e os dois precisarão muito da ajuda da sogra Gladys (Elisa Lucinda) e do amigão Júlio (Leandro Ramos) para voltar a encontrar a harmonia de se viver em família.
Em cerca de uma hora e quarenta de duração, ‘Papai é Pop’ vai da comédia ao drama e de volta à comédia mostrando, sem medo, a vida como ela é. Inspirado no livro homônimo de Marcos Piangers, o filme aborda de maneira bem sensível e profunda como é a transformação do homem Tom em um pai – ou, como dizem as obstetras, “quando nasce um filho, nasce também um(a) pai/mãe”. Esse é o ponto que andamos esquecendo socialmente. Se por um lado o protagonista Tom fala que para mulher é fácil, porque nasce com esse manual de mãe já todo instalado no sistema, por que, então, não criamos os filhos homens para serem pais? Em que momento esses indivíduos assumem a paternidade para além do papel e das contas? Estes e outros questionamentos que estão enraizados na nossa cultura são levantados pelo longa, mas de maneira leve estilo ‘Olha Quem Está Falando’, consciente da complexidade do tema, o que torna o roteiro de Ricardo Hofstetter, com colaboração de Maíra Oliveira e Luísa Guanabara, um trabalho de intensa observação e reflexão.
Além do tema principal, o longa de Caito Ortiz não deixa de mostrar a sobrecarga que recai às mães enquanto elas devem pacientemente esperar que o homem amadureça no tempo deles, enquanto elas, como diz o protagonista, já vêm prontas. É belo e triste ver a personagem Elisa sufocando sozinha no cuidado com a bebê – uma realidade que todos nós já vimos acontecer, embora poucos parem para reparar e interferir. Mas o ponto chave do enredo é mesmo a personagem de Elisa Lucinda, uma sogra/mãe diferente do que comumente é apresentado na dramaturgia: aqui a atriz dá vida a uma Gladys justa, amorosa, fortaleza, que percebe os erros do filho e não tem medo de apontá-los, em vez de super protegê-lo tão somente por ser seu filho; ao contrário, como mãe, ela o educa a ser um pai melhor, um pai em todos os momentos. Afinal, tudo começa na educação dos filhos.
‘Papai é Pop’ é um filme extremamente sensível, certeiro ao jogar luz num ponto tão frágil da estrutura familiar, mas que precisa urgentemente ser fortalecida e conversada. É um acerto danado estrear para o Dia dos Pais, pois, (tomara!), irá estimular mudanças profundas nos papais que o forem assistir nos cinemas. Emocionante, o filme merece continuações – no plural.
As comédias de amadurecimento de adolescentes, muitas vezes chamadas de coming of age, são verdadeiro fenômeno da sétima arte, podendo até serem consideradas um gênero próprio. Geralmente, seguem uma estrutura simples e bem repetitiva, acompanhando um jovem deslocado que começa a lidar com os problemas de crescer, ainda não necessariamente chegando aos dilemas da vida adulta. A escola geralmente é o cenário padrão desses longas e os problemas envolvem relacionamentos, aceitação e bullying. São tantos filmes do tipo que a maioria das vezes, fica o questionamento: será que precisamos de mais um coming of age bobinho no mundo? Então, no caso de Alice Júnior, a responsa para tal pergunta é muito fácil: SIM!
O longa acompanha a youtuber trans Alice (Anne Celestino), que vive no Recife e tem uma legião de fãs e admiradores. Determinado dia, seu pai é transferido a trabalho para uma pequena cidadezinha no interior do Paraná, e a jovem tem que deixar sua rotina já estabelecida, os amigos e os crushes para acompanhá-lo. Na nova cidade, a garota acaba matriculada em um colégio religioso e passa a sofrer com a intolerância da diretora e com o preconceito de muitos dos colegas. Aos poucos, ela vai conquistando a atenção e a amizade das pessoas, mas não sem passar por alguns problemas.
Alice Júnior traz elementos já vistos inúmeras vezes nas telonas, mas o fato de ter como figura central uma personagem (e atriz) trans dá uma importância que não pode ser desconsiderada. Tudo é tratado de forma quase didática, mas o uso de elementos visuais e o carisma da protagonista ajudam a trama a seguir de forma divertida, sem soar muito explicativa. Deve-se valorizar ainda o fato de não termos uma personagem sofrida, deprimida e sem o apoio da família. Esta é sim a realidade de muitas pessoas trans, mas já foi vista inúmeras vezes nos cinemas. É importante que tal personagem seja tratada com naturalidade. Alice é segura de si, determinada, sabe o que quer e combate quem tenta lhe oprimir, muitas vezes com o apoio do pai. Inclusive, ela lida bem até com o fato de ter perdido a mãe muito cedo.
Obviamente, a questão do preconceito e do conservadorismo está presente na obra – que cria até alguns “vilões” bem estereotipados -, mas não é só sobre isso. O filme é sobre Alice, e ela inteira. A Alice que sofre perseguição de algumas pessoas no colégio, mas também a Alice que não tem medo de exigir seu espaço na sociedade.
Além da ótima presença da atriz Anne Celestino, a produção conta ainda com um ótimo elenco jovem, com uma ou outra exceção que cai mais na caricatura. O núcleo adulto, formado pelo pai, pelos professores e outras mães do colégio, também se destaca.
Dirigido por Gil Baroni a partir de roteiro de Luiz Bertazzo e Adriel Nizer Silva, Alice Júnior, como destacado acima, utiliza-se de inúmeros efeitos visuais, transmitindo bem a ideia de que estamos dentro de uma rede social. Os elementos também são usados para transmitir os sentimentos da protagonista e a forma como vê o mundo. Não é um filme sobre uma youtuber, mas um filme da geração YouTube.
Filme visto durante o 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
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