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‘Venom’ tem a 2ª maior abertura da história para um filme de ‘herói’ na China

Venom‘ se tornou um fenômeno nas bilheterias chinesas e estreou quebrando vários recordes.

O longa arrecadou impressionantes US$ 111 milhões no fim de semana e se tornou a 2ª maior abertura da história  para um filme de ‘herói’, ficando atrás apenas de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ (US$ 201 milhões).

Essa marca supera facilmente também a estreia de TODOS os filmes da franquia Homem-Aranha.

Além disso, o filme conquistou a maior abertura da história da Sony na China.

Mundialmente, o filme já arrecadou surpreendentes US$ 673 milhões.

Crítica | Venom – Não é um desastre (mas por pouco) (Nota: 6.0)

 

‘O Grinch’ estreia com recorde nos EUA; ‘Operação Overlord’ abre bem nas bilheterias

O Grinch‘ surpreendeu nas bilheterias norte-americanas e estreou quebrando recordes.

Com US$ 66 milhões arrecadados no fim de semana, o filme teve a maior abertura da história para um filme com temática natalina, superando os US$ 55 milhões arrecadado pelo live-action protagonizado por Jim Carrey em 2000.

Crítica | O Grinch – Bom passatempo para as crianças, mas inferior ao filme com Jim Carrey 

O segundo lugar ficou com ‘Bohemian Rhapsody‘, cinebiografia do Queen, que arrecadou mais US$ 30 milhões e já soma US$ 100 milhões nos EUA.

O terceiro lugar ficou com o terror ‘Operação Overlord‘, que estreou bem e arrecadou US$ 10 milhões.

O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos‘ ficou em quarto lugar (US$ 9,5 milhões), seguido pela estreia decepcionante de ‘Millenium: A Garota na Teia de Aranha‘ – que estreou com apenas US$ 8 milhões.

O CinePOP entrevistou o simpaticíssimo Lázaro Ramos, que dubla nossa querido vilão “do bem” na fofa animação ‘O Grinch‘, que chega aos cinemas no dia 8 de Novembro.

No vídeo, o ator fala sobre o processo de dublagem, as diferenças dessa versão para aquela estrelada por Jim Carrey, e quais são suas animações preferidas.

Assista:

 

 

Crítica | O Mundo Sombrio de Sabrina – Uma Grata Surpresa…

No dia 26 de outubro, ‘O Mundo Sombrio de Sabrina‘ chegou à Netflix. Mesmo diferente da sua versão de 1996, que tinha um tom cômico, a série surpreendeu pela sua qualidade na história contada dentro dos 10 episódios da primeira temporada.

Atenção: O texto contém pequenos spoilers.

Com um estilo voltado ao horror, ‘O Mundo Sombrio de Sabrina‘ agrada tanto pela sua história quanto por atuações e detalhes técnicos. A fotografia escura se encaixa perfeitamente no que a série quer transmitir. Em termos de tom e linguagem, a relação com o Satanismo varia do cômico -fazendo paralelos diretos e sátiras com o Cristianismo – ao terror, podendo agredir àqueles espectadores que tem uma relação forte com a Igreja. Este equilíbrio é sempre bem pontuado e contextualizado de acordo com o contexto em que se passa o episódio naquele momento. A direção acerta muito em saber pontuar onde cada tipo de cena desse sentido deve se encaixar.

Além do tom obscuro, outro grande ponto forte da série são os personagens. Por não ter um elenco numeroso, foi possível desenvolver o máximo alguns dos elementos chave da série, como por exemplo,  Zelda e Hilda, as tias de Sabrina, que são cruciais para o andamento da história e são as duas atrizes com o melhor trabalho da série até então. Palmas gigantes para Miranda Otto e Lucy Davis.

Até mesmo personagens que a princípio têm um peso menor para o desenvolvimento da história são muito bem trabalhados. No “núcleo humano”, Ros, Susie e Harvey possuem uma backstory que enriquece a relação deles com o enredo, mesmo sem a série se aprofundar muito. Isso dá uma importância maior para as cenas que se passam na escola comum e as que envolvem momentos triviais entre os amigos.

Por outro lado, há dois personagens que têm bons e maus momentos dentro do enredo. Ambrose (Chance Perdomo) cresce a cada episódio, porém, a partir de determinado momento até a conclusão da temporada, perde força. Já a Senhora Wardwell (Michelle Gomez), figura chave dentro da história, demora a engrenar e alguns momentos passam a ser chatos. Era necessário que o toque final ocorresse apenas no fim deste primeiro arco da série, então alguns momentos dela funcionam pela famosa “encheção de linguiça”. Felizmente, sobra carisma para ela e o seu jeito sarcástico de falar, além das sacadas envolvendo feminismo, que dão uma tolerância maior a ela por parte do público.

Por fim, a Sabrina de Kiernan Shipka é determinada, forte e imperfeita. Por mais que tome decisões no mínimo duvidosas, os espectadores entendem o modo de raciocínio dela. No fim da temporada, mais especificamente na última cena, uma aparente mudança de comportamento que dá a entender que veremos a protagonista com uma personalidade diferente na segunda temporada.

Ok, mas e o Salém?

O Salém não fala. E isso faz todo o sentido.

Sim, na antiga série, os comentários engraçados dele eram uma das maiores vantagens, mas no contexto que O Mundo Sombrio de Sabrina se passa, não caberia espaço para ele ser o mesmo de “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira“. Salém é o guardião da personagem principal e aparece apenas nos momentos em que é necessária a presença dele para executar esta função de protetor.

Ótima, porém, não perfeita

Um ponto interessante das séries da Netflix é que são lançados poucos episódios, o que diminui o espaço para enrolações. Dez é um ótimo número para contar a história deste primeiro arco e quase tudo ficou redondo, porém, ainda assim há um episódio com muitas gorduras e apenas alguns poucos minutos de sua quase 1h de duração são necessários. “Sonhos de Bruxa“, o capítulo 5, poderia ser muito enxugado. É agradável de assistir, porém, mal faz a história andar.

A série agrada tanto aos fãs mais antigos quanto aqueles que nunca haviam assistido a série antiga. ‘O Mundo Sombrio de Sabrina‘ foi um dos melhores trabalhos da Netflix em 2018 e soube contar uma história coesa em um tom muito próprio. Considerando a atitude de Sabrina em relação ao livro no último episódio e sua visível mudança de personalidade, como visto na cena final com as Irmãs, há muitos elementos a serem explorados em temporadas futuras. A expectativa é que se mantenha o alto nível de qualidade de produção da série. Julgando pela primeira temporada, o começo é animador.

Assustador, divertido e pesado em alguns momentos , ‘O Mundo Sombrio de Sabrina‘ chama a atenção pela sua qualidade. Que continue assim.

Primeiras Impressões | O Mundo Sombrio de Sabrina: Uma releitura obscura e madura para os amantes do terror 

‘Vingadores 4’: Heróis surgem com uniformes bizarros para usarem no Reino Quântico

O Nerdy Basement divulgou possíveis artes conceituais do uniforme branco que será usado pelos Vingadores no Reino Quântico no próximo filme.

Os uniformes parecem com o do Homem-Formiga, o que corroba a possibilidade de serem reais. Mas por enquanto encare como um boato.

Confira:

A Marvel Studios é conhecida por planejar com antecipação as histórias do Universo Marvel , mas a nova teoria da Reddit argumenta que uma grande pista sobre o que acontecerá em ‘Vingadores 4‘ pode ter sido plantada em 2012, quando os Vingadores frustraram os planos de Thanos pela primeira vez.

Um fã, de nome ch671, sugere como Tony Stark desfaria os acontecimentos do último filme, e, como a maioria das teorias que surgiram até agora, esta também é baseada numa viagem no tempo. Ela se fundamenta na previsão de que o Homem de Ferro irá voltar no tempo para recuperar todas as Joias do Infinito. Uma vez que a Batalha de Nova York está confirmada de reaparecer no próximo filme, o fã especula que Tony não só voltará no tempo, como também irá fazer uma pequena troca no momento em que o seu eu do passado tentar trapacear a morte:

Tony Stark de fato morreu quando passou pelo portal e o Tony Stark do futuro o substitui, voltando no tempo exatamente no mesmo momento! Lembre-se de que esta é a única chance do Tony do futuro teria para trocar de lugar com o Tony do passado. O portal se fechou quando ele estava prestes a passar por ele, logo, ele foi deixado de fora, preso no vácuo, ou em algum lugar no meio do caminho. Será que esses dois segundos de luz amarela tem alguma coisa a ver com o Reino Quântico/viagem no tempo? Sabemos, do filme ‘Homem-Formiga e a Vespa‘, que o Reino Quântico tem uma cor amarelada, exatamente como esses dois segundos do outro filme.’

O diretor-roteirista dos ‘Vingadores‘, Joss Whedon, admitiu meses atrás que ainda não tem ideia do que fazer com o Thanos, sugerindo que ainda não estava fazendo planos para o Titã. Entretanto, o editor da Reddit elabora mais essa teoria de que a luz amarelada foi um sinal de viagem no tempo:

‘Como pode haver um Tony no futuro se Tony morreu no portal? Essa [resposta] é óbvia. O Tony original supostamente já iria voltar no tempo, porém o Tony do futuro se deu conta de que era melhor trocar de lugar com ele e deixar o velho Tony morrer. Talvez tudo que aconteceu depois de ‘Vingadores 1‘só tenha acontecido porque o Tony do futuro voltou no tempo. Em um universo alternativo, onde Tony tenha morrido e o Tony do futuro não tenha conseguido voltar, as coisas teriam piorado consideravelmente para os Vingadores sem o Homem de Ferro. Talvez por isso ele tenha uma visão em ‘Vingadores 2‘ de que todos eles morrem e tenha decidido construir a Ultron. Talvez o Doutor Estranho saiba que o Tony da ‘Guerra Infinita‘ TENHA que fazer essa viagem no tempo para garantir que as coisas aconteçam do forma como devem acontecer, e esta é apenas uma das 14 milhões de oportunidades que eles têm. É óbvio que isso é uma grande hipótese e um  paradoxo no tempo, mas desde quando esse tipo de questão impediu os filmes de ficção-científica de usar a imaginação?’

É uma teoria que destrói a si mesma, ok, mas uma vez que o paradoxo do tempo é apenas uma das muitas sugestões sobre o que acontecerá no próximo lançamento da franquia, ela possibilita que os fãs utilizem a imaginação de maneira irrestrita até o dia 3 de maio de 2019, quando estreia ‘Vingadores 4‘.

‘De Repente Uma Família’: Première da comédia é cancelada devido incêndio na Califórnia

A Paramount Pictures anunciou o cancelamento da première da comédia ‘De Repente Uma Família‘ (Instant Family), que aconteceria em Hollywood no começo desta semana.

O motivo? Os incêndios florestais que atingem a Califórnia e deixaram ao menos cinco mortos, vários feridos e 200 mil pessoas foram retiradas de suas casas. O maior foco das chamas está localizado ao Norte de Sacramento, no condado de Buttle, onde o incêndio Camp Fire destruiu 280 quilômetros quadrados e foram emitidas ordens de evacuação.

Em compensação, a Paramount exibirá gratuitamente o filme para as pessoas que perderam as suas casas e estão em abrigos, além de exibir o filme em casas de adoção.

dirigido e roteirizado por Sean Anders (‘Pai em Dose Dupla’).

Na trama, Pete (Mark Wahlberg) e Ellie (Rose Byrne) são um jovem casal que decide adotar uma criança. Durante o processo, eles acabam se apaixonando pela adolescente Lizzie (Isabela Moner), uma garota de temperamento forte e que se sente responsável pelos dois irmãos mais novos. Logo, Pete e Ellie se veem com três estranhos em casa, que mudam as suas vidas por inteiro.

Assista:

Baseado na história real do diretor, o novo filme da Paramount Pictures estreia nos cinemas brasileiros dia 29 de novembro.

‘Vingadores 4’: Teoria afirma Nick Furry sabia o que aconteceria desce o começo

Tudo indica que ‘Vingadores 4‘ realmente terá uma viagem no tempo, mas será que o Nick Furry sabia de tudo o que aconteceu desde o início? Uma nova teoria sugere que o filme da ‘Capitã Marvel’ também terá uma viagem no tempo , numa tentativa de explicar a capacidade do diretor da S.H.I.E.L.D. de prever as coisas que estavam e estão para acontecer na MCU.

A teoria elaborada por um usuário da Reddit sugere que em ‘Capitã MarvelNick Furry de alguma forma terá uma experiência com o futuro da MCU. Embora não saiba todos os detalhes, ele saberá o suficiente para entender que precisa se levantar dentre os destroços e tomar conta da S.H.I.E.L.D. A Iniciativa dos Vingadores se tornará seu foco principal simplesmente porque ele conseguirá ver o quão importante serão os Os Heróis Mais Poderosos da Terra na proteção de nosso planeta. E, mais ainda: ele será avisado sobre o estalar de dedos crucial que ocorre em ‘Guerra Infinita‘ – um único momento catastrófico que dizima metade das formas de vida existentes no planeta de uma só vez.

Será? O que vocês acham dessa possibilidade?

Vingadores 4‘ tem previsão de estreia para maio de 2019.

‘Bucky pode nunca vir a ser o Capitão América’, diz Sebastian Stan

O ator Sebastian Stan, que interpreta o vilão-que-se-tornou-amigo, Bucky Barnes, se pronunciou sobre seu personagem, e disse que Bucky pode nunca assumir a persona do Capitão América. A pergunta já foi feita ao ator diversas vezes, e com muita frequência ele responde com sua opinião pessoal. Porém, com a possibilidade de Steve Rodgers (Chris Evans) talvez dizer tchau à franquia em ‘Vingadores 4‘, o interesse sobre quem irá assumir o uniforme do primeiro Vingador se intensifica.

Nos últimos anos, a vida de Bucky tem sido uma verdadeira montanha-russa. Após descobrir que a HYDRA fez uma lavagem cerebral nele, Bucky decidiu se isolar em Wakanda, enquanto aguardava a reconstrução das partes de seu corpo que foram destruídas enquanto era o Soldado Invernal. Agora ele é o Lobo Branco, e voltou a ser um dos mocinhos do filme. Mas também é um dos que evaporou depois que Thanos estalou os dedos em ‘Guerra Infinita‘. Porém, acredita-se que ele será um dos heróis que voltará à vida em ‘Vingadores 4‘.

Em participação no programa Jimmy Kimmel Live! para promover seu novo filme, ‘Destroyer‘ (onde contracena com Nicole Kidman), o entrevistador perguntou sobre a carreira do ator na Marvel e a possibilidade de seu personagem se tornar o Capitão América, como ocorre nos quadrinhos. Muito cauteloso com as palavras, Sebastian respondeu: ‘Não. Na verdade, não. Geralmente é como você sabe, é como o sonho que você conhece, apenas um grupo de pessoas pode comentar algo, mas nós nunca levamos isso adiante.’

Sobre a minissérie da Disney+,que foi divulgada recentemente, centrada no Bucky e no Falcão, o ator relaxou e até brincou, dizendo que a série se chamaria ‘Miami Vice‘, e que, se fosse esse o caso, ele ficaria feliz em participar do elenco. Até o momento, apenas a série estrelando o Loki foi confirmada na plataforma de streaming recém anunciada pela Disney.

Crítica  | Vingadores: Guerra Infinita – O evento cinematográfico de uma geração

Scarlett Johansson conta tudo sobre ‘Vingadores: Guerra Infinita’ em entrevista EXCLUSIVA

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 27 de Abril de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

 

Como ‘Operação Overlord’ pode virar ‘Cloverfield 4’? entenda!

Operação Overlord‘ é um filme da franquia ‘Cloverfield‘? Não, mas definitivamente pode ter conexão com a série de ficção-científica de terror do J. J. Abrams.

Operação Overlord‘ é uma história original de Billy Ray, com roteiro dele e de Mark L. Smith, porém diversas pistas sugerem como o filme pode se conectar com o universo agitado de monstros marinhos, invasões alienígenas e de crises em estações espaciais. A partir de agora, o post conterá pequenos spoilers.

Dirigido por Julius Avery, ‘Operação Overlord‘ tem como pano de fundo o Dia D da chegada das tropas aliadas durante a II Guerra Mundial, em 1944. No filme, um grupo de soldados tem como missão destruir a torre de uma igreja, utilizada para transmitir mensagens dos soldados alemães em um povoado na França. Após um pouso terrível, os sobreviventes descobrem que há muito mais rolando na igreja do que apenas equipamento radiofônico: os alemães estão realizando experimentos nefastos com os moradores do vilarejo, transformando-os em zumbis mutantes, com a promessa de criar um Reich que pretende durar mil anos.

Na última década, a Bad Robot ao mesmo tempo em que produziu as sequências de Star Trek e Star Wars, também ajudou a construir a franquia ‘Cloverfield‘, fazendo roteiros que em princípio não tinham relação entre si, se encaixarem dentro desse universo. De início achava-se que ‘Cloverfield‘ seria uma antologia, com ‘Rua Cloverfield, 10‘ parecia acontecer num mundo diferente que o primeiro ‘Cloverfield‘. Porém, ‘O Paradoxo Cloverfield‘ mudou isso, mostrando um infinito mundo de dimensões paralelas com todo tipo de horrores.

Se por um lado ‘O Paradoxo Cloverfield‘ é todo bagunçado e não deixa claro qual exatamente é a linha do tempo da franquia, por outro nos ajuda a ver como monstros e aliens foram transportados para outras dimensões em diversas épocas e locais, criando uma crise múltipla ao longo da história.

Dito isso, fica fácil sugerir que o poder para gerar zumbis deformados tenha surgido através de alguma força dimensional, afinal, o filme ‘Cloverfield ‘ dizia que o néctar do monstro podia infringir mutações nas pessoas, e em ‘Rua Cloverfield, 10‘ os aliens usavam um gás tóxico para subjugar as pessoas. Daí a ter cientistas alemães criando um líquido que transforma as pessoas em zumbis mutantes indestrutíveis é um passo.

Embora ‘Operação Overlord’ não seja oficialmente parte da franquia ‘Cloverfield‘, o argumento do filme permite esse tipo de conexão. E, uma vez que J. J. Abrams produziu a franquia, pode ser que no futuro as duas produções se encontrem.

Operação Overlord‘ vai estrear no Brasil antes de chegar nos Estados Unidos. A estreia comercial no Brasil acontece dia 8 de Novembro, e chega um dia depois nos cinemas norte-americanos. Somos sortudos, né?

O terror é sensacional e diferente de tudo que foi lançado recentemente.

Faltando poucas horas para o Dia D, uma equipe de paraquedistas americanos invade a França ocupada pelos nazistas para realizar uma missão que é crucial para o sucesso da invasão. Com a tarefa de destruir um transmissor de rádio sobre uma igreja fortificada, os soldados desesperados juntam forças com uma jovem francesa para penetrar nas muralhas e derrubar a torre. Mas, em um misterioso laboratório nazista sob a igreja, os menos privilegiados encontram-se frente a frente com inimigos diferentes de qualquer outro que o mundo já tenha visto.

O terror conta com a direção de Julius Avery, de ‘Sangue Jovem‘, e roteiro de Billy Ray, que também produz o filme ao lado de J.J. Abrams.

 

10 séries originais da Netflix que fracassaram

A Netflix produz conteúdos originais em um ritmo frenético. E nesta vasta imensidão, muita coisa boa costuma conquistar os usuários, mas nem sempre tudo são flores.

Dentre aguardadas estreias e novos lançamentos lançamentos, algumas séries acabam desagradando o público, não correspondendo às expectativas propostas. Em outros casos, elas chegam a conquistar uma fan base valiosa, mas os altos custos de produção não sustentam sua permanência.

E para você conhecer o que não vingou na Netflix, separamos uma listinha amiga com 10 séries originais que fracassaram – seja pela falta de público ou por altas despesas. Confira!

Disjointed

Kathy Bates é uma das atrizes mais aclamadas de Hollywood, possui um currículo vasto, que até inclui a consagrada série de terror, American Horror Story. No entanto, a comédia Disjointed não teve a mesma sorte e foi cancelada após apenas uma temporada.

Criada por David Javerbaum e Chuck Lorre – o mesmo responsável por The Big Bang Theory e Two and a Half Men, a série retrata o ambiente de trabalho onde a maconha é a matéria-prima fundamental comercializada.

23% de aprovação no Rotten Tomatoes

Punho de Ferro

A Netflix surpreendeu os usuários ao lançar a série do herói Demolidor. Naturalmente, a expectativa dos fãs em relação às demais produções do grupo Os Defensores acompanhou o entusiasmo gerado pelo Homem Sem Medo, vivido por Charlie Cox. No entanto, a plataforma de streaming foi incapaz de manter o mesmo nível em Punho de Ferro, que foi eleita pelos fãs a pior dentre as quatros (que incluem Luke Cage e Jessica Jones).

Com um personagem pouco carismático, cenas de luta mal coreografadas e episódios maçantes, a Netflix acabou optando pelo cancelamento da série, pouco depois da estreia de sua segunda temporada.

37% de aprovação no Rotten Tomatoes

Marco Polo

A série histórica de ‘Marco Polo‘ conquistou um público fiel, embora sua primeira temporada tenha sido um fracasso entre a crítica especializada. Renovada para um segundo ciclo, a produção não conseguiu sustentar o grande orçamento que as muitas tomadas externas exigiam e acabou sendo cancelada.

62% de aprovação o no Rotten Tomatoes

Sense8

Chamar Sense8 de fracasso provavelmente é uma enorme incoerência! A produção, rapidamente, conquistou uma leva de fãs fiéis apaixonados, se tornou uma febre com um público específico, recebeu dezenas de avaliações positivas e parecia ter uma vida longa adiante. Até que a Netflix freou essa escalada frenética e anunciou seu repentino cancelamento.

Deixando a história incompleta e encerrado a série com um filme, a contra gosto dos fãs, Sense8 teve apenas duas temporadas e teve um impacto meteórico que – aparentemente – não fora tão reconhecido pela Netflix.

85% de aprovação no Rotten Tomatoes

The Get Down

Criada por Baz Luhrmann, The Get Down tinha swing, uma trilha sonora original espetacular, uma direção de arte hipnotizante, um roteiro intrigante e mesclava contextos históricos reais da Nova York dos anos 70 com uma trama fictícia. E foi justamente pelo seu gasto – considerado exorbitante – com toda essa produção que a Netflix decidiu cancelá-la.

Embora The Get Down tivesse seu público, ele não era o suficiente para justificar a continuação da série, que foi cancelada logo após a exibição da parte dois da primeira temporada.

81% de aprovação no Rotten Tomatoes

Haters Back Off

Tudo começou no Youtube. A irritante Miranda Sings, personagem criada pela blogueira Colleen Ballinger, fez um sucesso surpreendente com seus comentários, sua personalidade forte e jeito de falar, a ponto de lhe garantir sua própria série de TV pela Netflix.

Entretanto, o sucesso do Youtube não migrou nas mesmas proporções para o streaming, tão pouco conquistou outros fãs, fazendo com que a série fosse cancelada após duas temporadas.

47% de aprovação no Rotten Tomatoes

Girlboss

Girlboss tinha tudo para ser um sucesso: uma trama dinâmica, uma história real como background e várias referências à cultura POP dos anos 2000. Mas a construção da protagonista dificultou a retenção de audiência, que tinha muita dificuldade de se identificar com Sophia (Britt Robertson), que além de ser irritante, era bem antipática.

No final das contas, a dona da história verídica, Sophia Amoruso, se desentendeu com a Netflix pela construção equivocada da personagem e o projeto acabou sendo cancelado pouco depois da estreia da primeira temporada, sem uma segunda chance sequer.

37% de aprovação no Rotten Tomatoes

Chelsea

Chelsea Handler sempre trabalhou com talk shows, mas o seu último, feito pela Netflix, não teve uma sobrevida maior que a do sucesso Chelsea Lately, que contou com sete temporadas. Com apenas dois ciclos, o programa de variedades da comediante não conquistou os fãs do streaming que não acompanhavam seu trabalho no passado.

38% de aprovação no Rotten Tomatoes

Luke Cage

Embora a primeira temporada de Luke Cage tenha recebido avaliações mistas por parte dos fãs, a produção conseguiu boas avaliações da crítica especializada e foi capaz de se consolidar na Netflix.

Seu segundo ciclo pode não ter correspondido às expectativas, mas seu cancelamento ainda sim veio como uma surpresa para todos. Até uma petição para resgatar a série foi feita por um fã e ela já conta com mais de cinco mil assinaturas!

88% de aprovação no Rotten Tomatoes

Gypsy

A série dramática Gypsy trouxe a atriz Naomi Watts como seu carro-chefe, na expectativa de atrair os fãs cinéfilos. Mas a trama arrastada e os episódios exaustivos e prolixos não sustentaram a contratação da atriz e a produção acabou sendo cancelada pela Netflix após uma única temporada.

38% de aprovação no Rotten Tomatoes

Crítica 2 | A Casa Que Jack Construiu – Lars Von Trier fala sobre si

Se ficarmos presos às polêmicas de Cannes e aos excessos publicitários do diretor Lars Von Trier, A Casa Que Jack Construiu (The House That Jack Built) não passará de um filme gore sobre um assassino. Se superarmos isso – e o embrulho no estômago –  iremos encontrar uma metáfora sobre a criação artística – e sobre os demônios que assombram os criadores.

Metáfora é a chave para entender a obra de Von Trier. No caso de A Casa…, temos um filme com um potencial metafórico menor do que os anteriores, além de um trabalho visualmente menos interessante do que outras obras do diretor.

Seu epílogo, infelizmente, acrescenta poucas camadas àquelas que já estavam presentes ao longo da projeção, reforçando a ideia do artista incapaz de fugir do inferno pessoal que é a criação artística e da mediocridade de sua arte. É justamente o oposto de obras anteriores, como Ninfomaníaca ou Dogville, na qual os excessos de referências e a verborragia do diretor era contrabalançada com desfechos que expandiam as possibilidades interpretativas da obra. Em A Casa…, já é possível especular muita sobre a relação entre morte, violência e arte com o material que Jack nos forneceu nas primeiras duas horas de projeção. O epílogo pouco acrescenta.

O psicopata Jack (Matt Dillon) acredita que seus crimes são uma expressão artística. Em um plano mais direto, o filme questiona os limites éticos da produção artística, ou mesmo a qualidade da arte moderna (como quando é exposta a semelhança entre o cubismo e um cadáver). Porém, o aspecto que mais interessa o diretor é a proximidade do desejo da criação artística com a pulsão de morte e violência. O fato do protagonista ser quem é já é suficiente para levar o espectador a tais questionamentos. Além disso, a montagem do filme intercala imagens que reforçam essa ambiguidade. Quando se incluem cenas de líderes totalitárias (como Hitler e Stalin), o filme recorda a plateia que tais regimes políticos usaram a linguagem das artes para vender suas ideologias. Ao expor essa proximidade, o diretor lembra da responsabilidade que o artista tem em mãos.

Por outro lado, ao colocar tantas especulações sobre a arte na boca de um serial killer, Von Trier demonstra também seu desprezo ao mundo das artes. Por mais surreal que pareça, há muitos momentos no filme – especialmente na parte inicial – que o humor negro do diretor expõe o absurdo da mente do assassino Jack – ou de qualquer artista. Enfim, é o diretor, muito ácido, debochando do mundo das artes.

O filme ainda encontra tempo para tocar em outros assuntos, como a misoginia da sociedade. Ao contrário do que dizem as más línguas, a obra de Von Trier é qualquer coisa, menos machista e misógino. Certamente, quem lê a obra dessa maneira fica apenas na superfície, e julga que a violência cometida contra as suas personagens femininas é um ataque às mulheres. Sem muito esforço, podemos notar o forte apreço que o diretor tem pelas mulheres. A violência pela qual elas passam é antes uma denúncia de um mundo, este sim, machista e misógino.

A pecha de machista, certamente, será reforçada por este filme. Von Trier tem a coragem de assumir o ponto de vista de um assassino em série que, apesar de não matar apenas mulheres, tem nelas suas vítimas preferenciais. Jack não entende como os homens são tratados como culpados por tudo e as mulheres são vistas como vítimas. Para ele, os homens têm uma vida difícil. Isto é dito por um sujeito que mata mulheres brutalmente. Mesmo que o protagonista seja contraditado em um diálogo, colocar em primeiro plano a voz de um psicopata sem uma condenação explicita – tão ao gosto dos justiceiros sociais atuais – demonstra a intenção do diretor de produzir um filme consistente. Infelizmente, o público não costuma digerir bem quando o artista dá voz para um personagem asqueroso, confundindo criador e criatura.

Ao contrário de seu protagonista, Von Trier enxerga nas mulheres algo de sacrossanto – como bem demonstrou em Ninfomaníaca –, reforçado pelos paralelos com a Divina Comédia. No poema, Dante Alighieri reserva o lugar mais alto do Paraíso para a sua amada Beatriz. No filme, Jack é incapaz de ver qualquer qualidade no feminino; a mulher é um ser que se vitimiza, que faz mimimi. Enquanto Dante fez um dos poemas fundamentais da nossa civilização, Jack sequer consegue terminar sua casa. Ele é um incapaz de erguer qualquer coisa que tenha uma beleza genuína. “Sua arte” só consegue retratar o feminino de forma grotesca.

Von Trier não quer apenas denunciar que as mulheres são as primeiras a sofrear em nossa sociedade. Ele parece apontar o dedo para aquela arte que é incapaz de traduzir a dimensão sagrada do feminino. Uma arte que não consegue perceber a tênue separação entre beleza e horror, não será capaz de traduzir a complexidade do feminino.

O dedo do diretor não aponta apenas nessa direção. Se para Von Trier a mesma pulsão que gera a morte também gera a arte, ele também critica o artista que, embriagado pelo seu ego, é incapaz de perceber seus erros – ou até a violência que sua obra pode apoiar, como no caso dos artistas ligados aos regimes totalitários. Esta leitura é confirmada pela personalidade de Jack, um sujeito vê seus crimes como se fossem uma Guernica. Curiosamente, Jack é incapaz de terminar sua casa. A única coisa que poderia carregar beleza artística genuína é constantemente derrubada por ele. Resta-lhe confundir crime com arte e se enterrar no seu inferno ególatra.

Apesar de todas as metáforas que apontamos nesta resenha, A Casa… não é a melhor obra do diretor, nem aquela com maior quantidade de camadas. Visualmente menos impactante, muito das qualidades do filme está na montagem e na atuação de Dillon, que opta por uma interpretação contida, fugindo da caricatura. Mas, esta é a obra que fica mais evidente a angustia existencial do artista Lars Von Trier. O diretor sofre de depressão, e desde Anticisto (2009) ele vem traduzindo isto em película. Neste seu último trabalho, notamos seu medo de que suas angústias, ao invés de serem traduzidas em filme, desaguassem em algo como uma tentativa de suicídio. Por este ponto de vista, A Casa… é um filme altamente pessoal.

Crítica | Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald – Complexo, confuso e visualmente belo

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald‘, o segundo dos cinco novos filmes da franquia.

Assista a crítica:

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine WaterstonEddie RedmayneAlison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

David Yates volta a dirigir. Com roteiro de J.K. Rowling. Já nos cinemas.

Ennio Morricone chama Quentin Tarantino de ‘cretino’ e mais…

O grande compositor Ennio Morricone soltou diversas opiniões ácidas a respeito de Quentin Tarantino, diretor com quem trabalhou nas trilhas musicais de ‘Django Livre‘ e ‘Os Oito Odiados‘.

Em uma entrevista para a Playboy alemã, o compositor disparou contra o diretor sem qualquer papa na língua. Aparentemente, ter ganhado o Oscar por ‘Os Oito Odiados‘ não amenizou os desentendimentos entre os dois:

“O homem é um cretino. Ele rouba ideias dos outros e coloca tudo misturado de novo. Não há nada de original nisso. E ele também não é um diretor. Nada que seja comparável aos grandes de Hollywood como John Huston, Alfred Hitchcock ou Billy Wilder. Eles eram ótimos. Tarantino só refaz merendas antigas. Só lixo. Ele me chama do nada e também quer terminar a trilha musical do filme em dias, algo impossível. Me enlouqueceu! Porque não é possível fazer isso. Não passarei por isso de novo. Eu avisei a ele. Na próxima vez eu serei muito mais resistente. Então ele vai poder me beijar.”

Morricone é famoso por trilhas musicais incríveis de grandes filmes como ‘Era uma vez no Oeste’ e ‘Três Homens em Conflito‘. Hoje é seu aniversário de 90 anos.

Relembrar é viver! Quais eram os 40 Filmes Mais Esperados de 2018?

Todo final de ano, o CinePOP divulga uma lista com os filmes mais aguardados do ano que vai se iniciar.

Enquanto preparamos a super lista dos Filmes Mais Esperados de 2019, fomos pesquisar quais foram os filmes que escolhemos para figurar a lista de 2018.

Acertamos com várias produções, mas erramos com algumas outras (que prometiam muito mais do que cumpriram). Algumas seguem inéditas e tiveram seus lançamentos adiados para 2019, como foi o caso de ‘Hellboy‘, ‘X-Men: Fenix Negra‘ e ‘Os Novos Mutantes‘, e outras ainda vão estrear nos cinemas – vide ‘Bumblebee‘, ‘Aquaman‘ e ‘O Retorno de Mary Poppins‘.

Vamos relembrar quais eram os filmes mais aguardados do ano, quando criamos a lista em Dezembro do ano passado?

40 | Cinquenta Tons de Liberdade

O que é: conclusão da trilogia sexytime, baseada nos livros da autora E.L. James, que causou comoção no público e um pepino com camisinha nos cinemas.
Porque é esperado: dessa vez é para valer, e assim como Crepúsculo, um casamento é extremamente aguardado para encerrar a saga. Você está convidado, só não vai poder beber ou tentar dar em cima da madrinha.

39 | Bumblebee

O que é: primeiro derivado da franquia bilionária Transformers, de Michael Bay, que foca no personagem mais engraçadinho, o Camaro amarelo mudo Bumblebee.
Porque é esperado:
a indicada ao Oscar Hailee Steinfeld desta vez é a protagonista, prometendo trazer carisma ao derivado. Fora isso, o filme se passa na década de 1980 e Bumblebee aparece pela primeira vez em sua forma original, a de um Fusca amarelo.

38 | Maze Runner: A Cura Mortal

O que é: encerramento da trilogia baseada nos livros infanto-juvenis de James Dashner, sobre jovens se rebelando num futuro distópico.
Porque é esperado:
após um grave acidente durante as gravações que quase tirou sua vida, o jovem Dylan O´Brien retorna para a conclusão da franquia.

37 | Rampage: Destruição Total

O que é: novo veículo de ação para Dwayne Johnson, o blockbuster de efeitos fala sobre animais que atingem tamanhos monstruosos: um gorila, um lobo e um crocodilo.
Porque é esperado:
baseado num famoso vídeo game, o filme pode render um bom exemplar do gênero. A direção é de Brad Peyton, do divertido Terremoto: A Falha de San Andreas (2015).

36 | Tomb Raider: A Origem

O que é: o tão aguardado reboot da estrela dos jogos Tomb Raider, Lara Croft, no cinema.
Porque é esperado:
a Oscarizada Alicia Vikander assume o papel deixado pela Oscarizada Angelina Jolie. A aventura parece fazer jus aos novos games da personagem.

35 | Uma Dobra no Tempo

O que é: adaptação da Disney em live action de um livro de fantasia. Conta com nomes como Oprah Winfrey, Reese Witherspoon e Gugu Mbatha-Raw no elenco.
Porque é esperado:
o livro possui uma legião de fãs e mais quatro da série escrita por Madeleine L´Engle engatilhados. Após Piratas do Caribe, a Disney tenta criar uma nova franquia no cinema. O filme é dirigido pela ativista Ava DuVernay (Selma – Uma Luta Pela Iguadade).

34 | Círculo de Fogo: A Revolta

O que é: sequência do cultuado Círculo de Fogo, filme de Guillermo del Toro sobre monstros e robôs gigantes.
Porque é esperado:
apesar do diretor mexicano não estar mais no comando desta continuação, ele atua como produtor, assim como o protagonista John Boyega, o Finn de Star Wars. Espere novas cenas incríveis das batalhas.

33 | Nasce uma Estrela

O que é: a quarta adaptação para o cinema da história sobre uma jovem com sonhos de ser uma cantora de sucesso, e seu relacionamento com um astro do passado, hoje alcóolatra.
Porque é esperado:
depois de versões em 1937, 1954 e 1976, o ator Bradley Cooper adapta para as telonas esta história, pulando para trás das câmeras em sua estreia como diretor. Por mais que a ideia de ter Clint Eastwood na direção e Beyoncé como a protagonista não deixe nossas mentes, Lady Gaga pode ser uma substituta à altura.

32 | Hellboy

O que é: reboot das aventuras do herói demoníaco no cinema, depois de dois filmes dirigidos por Guillermo del Toro em 2004 e 2008.
Porque é esperado:
baseado igualmente nos quadrinhos de Mike Mignola, Neil Mashall (Abismo do Medo) é quem assume a direção, e David Harbour (Stranger Things) herda o personagem de Ron Pearlman. Milla Jovovich viverá a vilã do filme.

31 | Mogli – Entre Dois Mundos

O que é: segunda adaptação em um pouco mais de dois anos da clássica história escrita por Rudyard Kipling, que na Disney ganhou uma versão animada imortal de 1967, e uma em live action ano passado, mais elogiada ainda.
Porque é esperado:
embora seja um trabalho ingrato seguir Mogli – O Menino Lobo (2016), de Jon Favreau, esta nova versão tem um especialista na captura de movimento, ao menos na frente das câmeras, Andy Serkis, estreando em uma superprodução como diretor. Os animais tem as vozes de Christian Bale, Cate Blanchett e Benedict Cumberbatch.

30 | Alita – Battle Angel

O que é: superprodução baseada num manga famoso, adaptada para o cinema por James Cameron, e dirigida por Robert Rodriguez. A trama fala sobre uma ciborgue no futuro. Esperamos que possa redimir Ghost in the Shell.
Porque é esperado:
além dos nomes de peso por trás das câmeras, o elenco dá um gosto a mais, com Mahershala Ali, Jennifer Connelly, Christoph Waltz e Eliza González, de Em Ritmo de Fuga, que vem sendo cotada para a nova Mulher Gato e com este filme pode explodir ao estrelato.

29 | WiFi Ralph 

O que é: continuação da animação de sucesso sobre um personagem de vídeo game, que mostrou que a Disney pode funcionar muito bem sem a Pixar.
Porque é esperado: além do primeiro ter sido um enorme sucesso, esta continuação abordará outro ângulo, com o personagem solto pela internet e não apenas por jogos. Fora isso, para a surpresa geral, todas, simplesmente todas as princesas da Disney farão participações, dubladas pelas atrizes originais. E também o eterno C3PO, na voz de Anthony Daniels.

28 | Viva – A Vida é uma Festa

O que é: animação Disney / Pixar sobre o dia dos mortos. É a versão Disney de Festa no Céu, animação de 2014, produzida por Guillermo del Toro.
Porque é esperado:
Porque é uma animação Disney / Pixar, colorida e que focará na cultura mexicana, pela primeira vez. Precisa dizer mais?

27 | Operação Red Sparrow

O que é: novo veículo mirado ao grande público da estrela Jennifer Lawrence, depois do ousado mãe!, de Darren Aronofsky.
Porque é esperado:
J-Law faz sua própria versão de Atômica, no papel de uma espiã russa, neste thriller baseado num livro. A direção é de Francis Lawrence, que jogou a atriz para o sucesso absoluto com a franquia Jogos Vorazes.

26 | Halloween

O que é: reboot da clássica franquia sobre um assassino mascarado, a primeira da história a ficar famosa, iniciada pelo icônico John Carpenter.
Porque é esperado:
continuações, refilmagens, já tentaram de tudo. Mas dessa vez, todos os filmes depois do original serão descartados. David Gordon Green (Joe) escreve e dirige e traz Jamie Lee Curtis para a anunciada batalha final.

25 | O Predador

O que é: depois de Michael Myers, outro monstro assassino recebe nova roupagem em 2018. Este, no entanto, vindo do espaço. Assim como o novo Halloween, o novo Predador decide esquecer tudo depois do original de 1987.
Porque é esperado:
embora não tenham conseguido trazer Arnold Schwarzenegger de volta (ou será?), o criador original Shane Black, hoje um grande nome atrás das câmeras, está à frente do projeto, como roteirista e diretor. E isso é o suficiente para qualquer um.

24 | Mamma Mia! Here We Go Again

O que é: sequência do famoso musical de 2008 com Meryl Streep, que por sua vez é baseado na longeva peça de teatro contendo apenas canções da banda sueca de extremo sucesso, ABBA.
Porque é esperado:
Meryl Streep, Amanda Seyfried, Pierce Brosnan, Colin Firth e toda a turma retornam para um novo round. Todas as músicas do ABBA que não entraram no primeiro filme estarão aqui, além de alguns replays. Cher faz parte do elenco, e através de flashbacks veremos a personagem de Streep jovem, nas formas de Lily James.

23 | Jogador Nº 1

O que é: baseado num livro young adult, que serve como A Fantástica Fábrica de Chocolate versão mundo moderno de realidade virtual. Um famoso inventor deixa pistas em seu mais novo jogo para sua fortuna. Também pensou no bilhete dourado de Willy Wonka?
Porque é esperado:
a direção aqui é de ninguém menos que Steven Spielberg e o visual do jogo é simplesmente incrível. O Gigante de Ferro e Freddy Kruger fazem participações como avatares de jogadores.

22 | The Irishman

O que é: novo filme de máfia de Martin Scorsese, baseado no livro de Charles Brandt, e estrelado por Robert De Niro, Al Pacino, Joe Pesci e Harvey Keitel.
Porque é esperado:
porque é o novo filme de máfia de Martin Scorsese, e estrelado por Robert De Niro, Al Pacino, Joe Pesci e Harvey Keitel.

21 | A Maldição da Casa Winchester

O que é: terror classudo sobre uma grande mansão assombrada.
Porque é esperado:
a vencedora do Oscar Helen Mirren traz grande parte da classe para o filme, no papel da herdeira das armas Winchester, que aparentemente enlouqueceu, construindo uma fortaleza na forma de um castelo, onde maus espíritos rondam. Tem tudo para ser o filme de terror do ano. Dos diretores de O Predestinado e Jogos Mortais: Jigsaw.

20 | Venom

O que é: derivado da franquia Homem-Aranha no cinema, focado em um de seus inimigos mais populares, Venom, uma criatura alienígena mesclada com um humano.
Porque é esperado:
atores de peso compraram o projeto, como Tom Hardy e Michelle Williams, ambos indicados ao Oscar. Ruben Fleischer, de Zumbilândia (2009), é o diretor.

19 | Cloverfield Paradox

O que é: terceira parte da franquia cinematográfica de antologia. Assim como em séries de TV do gênero, os filmes Cloverfield tem pouca ligação entre si, usando temas e narrativas diferentes, apenas com o mote de uma invasão alienígena em comum.
Porque é esperado:
depois do ótimo Rua Cloverfield, 10 (2016), a expectativa sem dúvidas cresceu para um novo filme da série. Desta vez, a opção é por uma ficção científica passada no espaço. No elenco, Daniel Brühl, Gugu Mbatha-Raw (ela de novo), Elizabeth Debicki e Zhang Ziyi.

18 | Aniquilação

O que é: falando em ficção científica, nenhuma é mais esperada do que essa. Natalie Portman protagoniza na pele de uma cientista embarcando numa aventura onde as leis da natureza não se aplicam.
Porque é esperado:
é o novo trabalho escrito e dirigido pelo cineasta Alex Garland, de Ex-Machina: Instinto Artificial (2015), um dos mais elogiados do gênero nos últimos anos.

17 | A Garota na Teia de Aranha

O que é: quinta adaptação das desventuras da hacker Lisbeth Salander, baseada nos livros da série literária Millenium. Esta é a adaptação do quarto livro, que não foi escrito por Stieg Larson.
Porque é esperado:
depois de três produções suecas e uma americana de David Fincher, Fede Alvarez, de Evil Dead – A Morte do Demônio e O Homem nas Trevas, assume o comando na direção. Também teremos uma troca de protagonista. Depois de Noomi Rapace e Rooney Mara, Claire Foy será a personagem tatuada e cheia de piercings, de comportamento antissocial.

16 | Creed II

O que é: sequência do derivado da franquia Rocky, Creed, que rendeu para Stallone uma indicação ao Oscar.
Porque é esperado:
dessa vez é o próprio Stallone quem põe a mão na massa na direção e traz de volta para a franquia o russo Ivan Drago, vivido por Dolph Lundgren, o homem responsável pela morte de Apollo Creed (Carl Weathers), pai do protagonista Adonis (Michael B. Jordan).

15 | Homem-Formiga e a Vespa

O que é: continuação de um filme menor da Marvel, com o perdão do trocadilho, mas um dos mais divertidos. O herói Homem-Formiga (Paul Rudd) desta vez terá como parceira a Vespa (Evangeline Lilly).
Porque é esperado:
o passado volta à tona com a entrada de Michelle Pfeiffer no elenco, que vive a primeira Vespa e mãe da personagem de Lilly. Além disso, o veterano Laurence Fishburne se une ao time como o personagem Golias, nos quadrinhos tanto um herói quanto um vilão. Ainda não se sabe para qual lado o personagem irá no filme.

14 | Oito Mulheres e um Segredo

O que é: derivado da trilogia de Steve Soderbergh sobre um grupo de ladrões charmosos, protagonizado por George Clooney, Brad Pitt e companhia. Aqui, a equipe é formada só por mulheres e encabeçada pela irmã do personagem de Clooney.
Porque é esperado:
como dito, a equipe agora é só de mulheres. Mas espere para ver quem são essas mulheres: Sandra Bullock, Cate Blanchett, Anne Hathaway, Helena Bonham Carter, Rihanna e Sarah Paulson, entre outras. Dakota Fanning e Katie Holmes completam o elenco, e Matt Damon revive seu Linus Caldwell.

13 | O Retorno de Mary Poppins

O que é: sequência tardia, 54 anos para ser mais exato, do clássico imortal da Disney, protagonizado por Julie Andrews.
Porque é esperado:
a carismática Emily Blunt assume o sobretudo, chapéu e guarda-chuva da personagem, quando ela retorna muitos anos depois e aparentemente sem envelhecer, para ajeitar a vida das crianças do original, agora adultos nas formas de Colin Firth e Emily Mortimer. Meryl Streep está no elenco.

12 | A Forma da Água

O que é: novo filme de monstros de Guillermo del Toro, mas com uma pegada romântica e forte apelo dramático em seu conto de fadas moderno.
Porque é esperado:
é muito mais do que apenas uma homenagem ao filme de monstro preferido do diretor, O Monstro da Lagoa Negra (1954), é uma história humana, com uma grande protagonista, jogada no pano de fundo da paranoia da Guerra Fria. Tem toda cara e fortes chances no próximo Oscar.

11 | X-Men: Fênix Negra

O que é: novo filme da franquia X-Men, que continua após os ocorridos em Apocalypse (2016), e irá adaptar de forma correta, assim esperamos, o arco da Fênix Negra dos quadrinhos.
Porque é esperado:
poderemos ver a gracinha talentosa Sophie Turner ganhar destaque como Jean Grey / Phoenix. Bryan Singer deixa a direção dando lugar para Simon Kinberg. E Jessica Chastain é a nova adição na pele de uma personagem ainda não divulgada.

10 | Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald

O que é: continuação de Animais Fantásticos e Onde Habitam, derivado da franquia de fantasia e magia mais famosa do cinema, Harry Potter.
Porque é esperado:
o segundo Animais Fantásticos aumentará as apostas, trazendo para o jogo um dos maiores magos de tal universo, Dumbledore, ainda jovem, na pele de Jude Law.

09 | Aquaman

O que é: filme solo do rei dos mares, Aquaman, novamente personificado por Jason Momoa.
Porque é esperado:
após o resultado morno de Liga da Justiça com os críticos e nas bilheterias, há de se ficar com o pé atrás. No entanto, precisamos lembrar que este é um filme de James Wan. E em Wan we trust.

08 | Han Solo – Uma História Star Wars

O que é: depois que o universo de Star Wars foi comprado pela Disney, a empresa botou sua nova aquisição para gerar dinheiro e produziu o primeiro derivado, com Rogue One, um baita sucesso. Agora é a vez do segundo derivado, focando no jovem Han Solo.

Porque é esperado: bom, a resposta poderia ser apenas, porque é Star Wars. Já estaria de bom tamanho. Mas a curiosidade é grande por esta ter sido uma obra problemática, com troca de diretores – agora quem está no comando é Ron Howard. Além disso saberemos como começou a amizade entre Han (Alden Ehrenreich) e Lando Calrissian (Donald Glover). No Elenco, Emilia Clarke, Woody Harrelson, Thandie Newton e Paul Bettany.

07 | X-Men: Novos Mutantes

O que é: derivado do universo principal de X-Men, adaptando pela primeira vez a equipe dos Novos Mutantes, personagens mais jovens dentro de tal universo.
Porque é esperado:
estão preparados? Os Novos Mutantes será diferente de tudo no gênero super-heróis, já que adiciona na mistura outro gênero, inusitado, mas que pode dar muito certo: o terror, gênero adorado pela garotada. Além disso, temos jovens atores bem talentosos no elenco, destaque para Anya Taylor-Joy, de A Bruxa (2015) e Fragmentado (2017), na pele de Iliana, a irmã de Colossus, capaz de criar ilusões.

06 | Missão: Impossível – Efeito Fallout

O que é: sexta aventura de Ethan Hunt, o maior espião do cinema. Isto é, atrás somente de Bond, James Bond.
Porque é esperado:
ainda não se sabe muito da trama, mas já valeria pela polêmica envolvendo o bigode de Henry “Superman” Cavill (sim, foi por este filme que ele não pôde raspar para Liga da Justiça), que vive o vilão. Fora isso, Rebecca Ferguson volta como a hipnótica agente dupla Ilsa Faust, e Michelle Monaghan também, como a esposa do protagonista, Julia. Parece que o moço ficará encrencado. Christopher McQuarrie, diretor do anterior, retorna, sendo o primeiro cineasta na franquia a repetir a direção.

05 | Os Incríveis 2

O que é: continuação tão aguardada e tardia de uma das animações Disney / Pixar mais adoradas de todos os tempos.
Porque é esperado:
a família de super-heróis está de volta. Finalmente! Então, esperem uma nova sátira ao gênero que explodiu de vez (o primeiro saiu em 2004 e a coisa ainda engatinhava). Na trama, o Sr. Incrível precisa cuidar do seu bebê superpoderoso, enquanto sua esposa Elastigirl combate o crime. Os tempos mudaram.

04 | Pantera Negra

O que é: novo herói da Marvel a ganhar um filme solo. O Pantera Negra é o primeiro super-herói negro dos quadrinhos da casa. Ele vive numa nação africana extremamente tecnológica. Espere uma mistura de Fantasma, de Lee Falk, com Um Príncipe em Nova York (1988).
Porque é esperado: Pantera Negra é sinônimo de representatividade, e se nos quadrinhos era o primeiro herói negro, no cinema, é o primeiro filme com um elenco 90% de atores negros, e um diretor negro. Que venham outros!

03 | Deadpool 2

O que é: continuação mais que aguardada do filme que mudou o jogo para as adaptações de quadrinhos, já que foi o primeiro da história de um personagem conhecido, com censura alta – extrema violência, muitos palavrões e conotação sexual.
Porque é esperado:
além de ser um dos filmes mais aguardados do ano, ainda introduz Cable, personagem que é um grande favorito dos fãs, personificado por Josh Brolin. Sua parceira usual Domino também entra em cena, interpretada pela bela e carismática Zazie Beetz.

02 | Jurassic World: Reino Ameaçado

O que é: quinto filme da franquia de dinossauros mais querida do cinema. E sequência direta aos eventos de Jurassic World (2015).
Porque é esperado:
embora personagens pouco carismáticos estejam de volta, vide Owen Grady (Chris Pratt) e Claire Dearing (Bryce Dallas Howard), quem também volta é um favorito da série, o doutor Ian Malcolm, de Jeff ‘freaking’ Goldblum. De nada.

01 | Vingadores: Guerra Infinita

O que é: não tem jeito. Não tem pra ninguém. A Marvel domina as bilheterias mundiais, e faz isso com filmes de personagens desconhecidos, vide Guardiões da Galáxia (2014), Homem-Formiga (2015) e Doutor Estranho (2016). Imagina o que fará com a reunião de simplesmente todos os seus personagens no seu filme mais ambicioso.
Porque é esperado:
justamente por ser a reunião de tudo que a Marvel fez até hoje no cinema. É o início do fim, que culmina com a parte dois da Guerra Infinita, para o início de uma nova fase. Alguém duvida de que será o maior filme do ano?

Criador de ‘Chucky – Brinquedo Assassino’ comemora os 30 anos do filme com foto MACABRA

O tempo passa rápido! Já fazem 30 desde a estreia de ‘Chucky: O Brinquedo Assassino‘, um dos longas mais queridos pelos fãs de filme de terror slasher que estreou em 9 de novembro de 1988 nos EUA.

Para comemorar essa data histórica, o roteirista e criador do filme original, Don Mancini, postou uma imagem bastante macabra do túmulo do psicopata Charles Lee Ray:

Como muitos sabem, após Lee Ray ser assassinado em uma loja de brinquedos, o espírito maléfico do bandido acaba possuindo um dos simpáticos bonecos da loja que, infelizmente, é comprado pelos pais de Andy Barclay, permitindo que o boneco comece uma onda de assassinatos pelos arredores.

Na versão original do roteiro, porém, Lee Ray não possuiria boneco nenhum, pois a história envolvia um pacto de sangue de Andy com o boneco. Mancini recentemente revelou como tudo aconteceria:

“Na premissa original, Chucky – ou Buddy, como era chamado – não seria possuído por um serial killer. Em vez disso, o incidente sobrenatural seria diferente. O boneco ganharia vida porque Andy era uma criança solitária, sem pai e com a mãe sempre trabalhando. Em um clássico pacto de sangue, o garoto cortava o próprio dedão, assim como o do boneco para serem amigos para sempre e aí tudo começa a dar errado.”.

E então? Qual das versões você acha que foi a melhor? A original ou a que acabou entrando no filme?

Visual dos vilões de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ deixaram Marvel preocupada com ‘Venom’

Em todo filme de super-herói, é normal que tenhamos vilões genéricos chamados de minions para que os heróis tenham oponentes para duelar em mais cenas do filme enquanto não lutam contra o antagonista principal.

Em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ tivemos aqueles soldados bizarros de quatro braços do exercito de Thanos. Mas para chegar nesse design visual, a Marvel teve bastante dor de cabeça, pois os conceitos originais eram excessivamente parecidos com o vilão do Homem-Aranha, ‘Venom‘.

Recentemente, o designer do filme ofereceu insights interessantes. Confira:

“Amei o fazer o design dos Outriders. Foi um grande desafio. Depois de olhar para o material original, queria que tivesse um aspecto biomecânico. Havia uma grande preocupação que os Outriders pareciam demais como um simbionte de Venom e o desafio era conquistar um visual único. Para isso, decidi ir com o aspecto biomecânico e adicionar formatos similares aos das armaduras de Thanos e Próxima Meia-Noite.”.

Confira os diferentes esquemas de cores que os personagens receberam:

Acham que a Marvel conseguiu evitar uma repetição do design de Venom?

Vingadores: Guerra Infinita‘ já está disponível nas lojas.

‘Esquadrão Suicida’ tinha menos músicas pop e mais desenvolvimento de personagens, diz diretor

Mesmo recebendo inúmeras críticas negativas, a Warner conseguiu tornar Esquadrão Suicida um verdadeiro sucesso. Entretanto, as polêmicas sobre a produção do filme permanecem até hoje.

Já é fato conhecido que após o trailer repleto de explosões embalado pela música do Queen, executivos da Warner mandaram remontar o filme para que ficasse mais parecido com um trailer, removendo boa parte do corte original que o diretor David Ayer tinha concebido.

Nisso, cenas importantes envolvendo Crocodilo e seu passado foram descartadas, assim como outras de Capitão Bumerangue. Até mesmo o Coringa, de Jared Leto, teve diversas de suas deletadas.

No Twitter, o sempre presente David Ayer confirmou que o corte original não possuía “tantas músicas pop” e que o filme trazia um tom mais unido, “de família”, para os personagens.

Eventualmente, o filme recebeu um novo corte que ajudou muito pouco a resolver as críticas que o longa tinha recebido na versão dos cinemas.

O próximo filme da DC, ‘Aquaman‘, estreia em 15 de dezembro no Brasil e esperamos que esses erros do passado não se repitam mais.

‘Jason Bourne’: Série começa a escalar atores

Um tempo atrás, nós aqui do Cinepop anunciamos que a franquia ‘Jason Bourne‘ iria virar série de televisão. O nome da série já foi anunciado, ‘Treadstone‘, e será um spinoff da franquia estrelada por Matt Damon. Neste final de semana foi revelado que os atores Jeremy Irvine (que recentemente esteve nos cinemas com ‘Mamma Mia 2: Lá Vamos Nós De Novo!‘) e Brian J. Smith (‘Sense 8‘).

A série, ainda sem previsão de estreia, focará no programa de operações secretas da CIA, conhecido como Operação Treadstone. Ao mesmo tempo, seguirá individualmente a vida de soldados “adormecidos”, que irão “despertar” tal qual aconteceu com Jason Bourne em ‘A Identidade Bourne‘. A série será escrita e produzida por Tim King, criador da série ‘Heroes‘.

A primeira adaptação de Jason Bourne aconteceu em 1988 em uma minissérie de televisão, estrelada por Richard Chamberlain. O Bourne mais conhecido, porém, é certamente Matt Damon, que viveu o personagem entre 2002 e 2016 nos filmes de ação que fizeram sucesso nas telonas.

O personagem Jason Bourne é baseado nos livros de Robert Ludman, que tem o mesmo nome, publicado no Brasil pela editora Rocco.

Entrevista: Diretor de ‘Simonal’, Leonardo Domingues, fala sobre o processo de produção do filme

Leonardo Domingues, diretor e roteirista de Simonal, subiu ao palco da première do filme no Festival do Rio – que aconteceu ontem, dia 9 de novembro, no Cine Odeon – mal conseguindo esconder o nervosismo. Ao falar no microfone para uma plateia lotada, enquanto buscava as melhores palavras para dizer no palco, ele até brincou com sua própria tensão.

Não era para menos. Apesar da longa experiência como editor de filmes, era sua noite de estreia na direção do longa que conta a história de ninguém menos que Simonal, cantor de sucesso da década de 60, que foi do auge ao fundo do poço ao ser acusado de ser um delator durante o período da ditadura militar no país. Mas, ao final dos 105 minutos do filme, se ainda restava algum nervosismo em Leonardo, este deve ter ido embora imediatamente – afinal, mostrando que realmente aprovou o que foi visto, a plateia aplaudiu de pé a produção. Merecidamente.

Aqui no CinePOP, eu, Nívia Passos, tive o prazer de bater um papo com o diretor um dia depois do evento para saber como foi o processo de realização do filme, suas referências cinematográficas, a relação do contexto da época de Simonal com o atual cenário político do Brasil, e muito mais. Vem conferir!

Nívia Passos: Primeiramente, queria te parabenizar pelo filme. Fiquei muito satisfeita com o que vi e deu para perceber que a plateia também. Bom, para começar: O que despertou seu interesse em contar a história de Simonal nos cinemas?

Leonardo Domingues: Muito obrigado!

Eu já conhecia o Simonal como cantor na minha infância, e sabia sobre essa história com a ditadura que nunca tinha sido esclarecida. Mas foi quando trabalhei como editor no documentário Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei, de 2009, que fui conhecer mais a fundo e pensei “Caramba, que história incrível!”. Então foi meio como somar “1+1 = 2”: como gostava da música e da história, por que não fazer? O público de um documentário é mais restrito, e eu queria levar essa história para a ficção, para um público maior, porque Simonal foi um personagem marcante.

NP: E como foi a busca pelas informações para reconstituir a história? Qual foi sua maior fonte?

LD: Tinha todo o material bruto do documentário, onde trabalhei como editor. Também li a biografia do Ricardo Alexandre, “Nem Vem que não Tem”, e o livro do Gustavo Alonso, que foi feito para uma tese de mestrado da Universidade Federal Fluminense. Além disso, também tinham matérias de jornal, teve o musical, e eu procurava conversar sempre com o Ricardo e com a família. Enfim, o que tinha em volta eu ia lendo e pesquisando.

NP: A escolha de Ísis Valverde para interpretar Tereza, a mulher de Simonal, e ser o par romântico de Fabrício Boliveira tem algo a ver com o bom resultado dos dois em cena em Faroeste Caboclo?

LD: Teve mais a ver com o fato da Ísis ser uma grande atriz. Inicialmente eu não havia pensado nessa possibilidade pelo fato da Tereza ser loira, mas depois veio essa ideia por ela ser uma ótima atriz. Só depois fui pensar nos dois em Faroeste Caboclo. O Sergio Pena, que foi preparador de elenco, até me perguntou se eu achava que ia ser ruim repetir essa dobradinha porque as pessoas logo podiam associar os dois ao primeiro filme. Mas eu não vi problema porque acho que eles contracenam bem juntos e porque, em 5 minutos de Simonal, já daria para esquecer esses outros personagens. Mas a escolha não foi pelo filme… Foi pelo fato da Ísis ser uma atriz maravilhosa. Ela brilha em cena, tem um estudo de personagem e se dedica.

NP: E por falar em escolha, queria aproveitar para apontar que o Fabrício Boliveira ficou incrível como Simonal. Ele realmente capturou os trejeitos do personagem, modo de falar, dançar… Você chegou a cogitar outro ator?

LD: A primeira pessoa que eu pensei foi realmente o Fabrício Boliveira. Eu editei o filme Nise – O Coração da Loucura, em que ele fez o personagem Fernando Diniz, e no material bruto pude ter a certeza de que ele realmente era bom. Às vezes, com a edição, você consegue disfarçar uma atuação ruim, mas eu vi que esse não era o caso dele. Eu já estava pensando no Simonal nessa época, então o nome dele logo me veio à cabeça. Até cheguei a cogitar outros, mas o Fabricio foi o primeiro que vi e mantive. Eu acho que ele tem o mesmo carisma e brilho no olhar que o Simonal. Nas filmagens, ele subia no palco, ficava no microfone na mão pedindo animação… Tinha esse mesmo espírito. 

Ele não canta no filme. Não quisemos arriscar porque a voz do Simonal é única, fomos no certo. Mas ele teve uma preparação musical para cantar de verdade durante a gravação. O Felipe Abílio, que foi o mesmo preparador vocal da Andrea Horta em Elis, dizia que era importante que o ator emitisse o som da voz também. Então Fabrício chegou a ter aula de canto para cantar mesmo – mas aí, na hora da gravação, tinha esse playback.

NP: Em um tempo onde a memória da ditadura parece ter sido esquecida por alguns brasileiros, seu filme vem como um modo de mostrar como era esse período, por mais que não foque só nisso. Quando você começou a gravar o filme, provavelmente não esperou que ele fosse acabar sendo tão atual, certo? Agora, com tudo isso, você tem um novo olhar sobre ele?

LD: É curioso isso. Quando eu pensei no filme, em 2010, logo depois do documentário, era outro Brasil, o auge da Era Lula. O filme seria sobre a história do cantor negro, pobre, que ascendeu, fez sucesso e tinha esse pano de fundo da ditadura, mas em nenhum momento pensei que essa discussão estaria em pauta. Uma dificuldade que eu tinha, inclusive, era mostrar para os jovens como era ruim ser um delator naquela época, um “dedo duro”, porque é algo que tem uma conotação diferente desde 2014, com essa história da “delação premiada”, por exemplo. Até que o tempo foi passando, o filme foi se tornando mais atual e chegamos nesse momento das eleições, onde se fala de tudo isso de novo.

Mas, assim, ele está atual agora, nesse momento. Não sei se vai estar assim em setembro de 2019, quando for a estreia nos cinemas. Talvez, até lá, as pessoas já não falem tanto sobre isso.

NP: Outro ponto positivo do filme é tocar nas feridas de uma sociedade racista – como no momento em que Simonal fala que um “preto favelado entre eles era demais”, e quando dizem no DOPS que racismo era coisa de americano. Isso tudo é ótimo, porque cinema é mesmo para gerar debate e fazer denúncia. Como você se sente exercendo esse papel?

LD: Eu acho que fui na onda do que o documentário tinha falado. Eu tentei dar força, dar voz a isso; mostrar que um dos motivos para tudo ter acontecido era o fato do Simonal incomodar por ser um negro naquela posição. No filme, até cito o exemplo da Elis Regina. Sei que são casos diferentes, mas têm uma certa semelhança. Talvez, se Simonal fosse branco, não tivesse acontecido tudo isso.
Essa discussão racial também está muito latente agora, e fazia parte do meu papel no filme contar isso também. Mostrar que estamos em uma sociedade que vive algo que nos anos 60 e 70 já era discutido.

NP: Qual seria sua cena favorita do filme?

LD: São várias, mas vou falar os dois planos-sequência do filme porque foram muito trabalhosos de fazer. A gente demorou muito tempo só para fazer aquele primeiro plano, e foi um dia muito especial porque toda a equipe ficou muito focada para conseguir fazer. A atriz Mariana Lima chegou a machucar o pé no primeiro ensaio! Chamamos médico e tudo, mas ela continuou querendo filmar e fez os takes todos com o pé quebrado. Mas foi tudo dando certo, certo… E a equipe toda quis ficar até conseguir o plano completo.

Mas o meu favorito é o plano-sequência do meio. Apesar de ser menor, tem um paralelo importante para a narrativa: Simonal deixa o público cantando, sai para ir no bar e quando ele volta é aquela apoteose, todos ali cantando juntos. É um plano que eu tinha imaginado desde o início porque é narrado no documentário. Ficou no meu imaginário com Chico Anísio e Ziraldo contando, e eu pensei “tenho que filmar esse negócio” e decidi o plano-sequência.

NP: Aproveitando o gancho de cenas favoritas, queria aproveitar para elogiar a cena final. Ela consegue ser feliz e melancólica ao mesmo tempo ao mostrar Simonal cantando para uma plateia vazia…

LD: Obrigado. Foi difícil imaginar um final para o filme, porque o documentário vai até a morte dele. É um final para cima, com Chico Anísio falando que ele foi para o céu. Aí eu fiquei pensando “como vou terminar isso? Quero que as pessoas saiam para cima”. Na verdade, eu filmei vários finais para decidir na montagem (risos). E achei que esse foi uma boa solução porque ele entra no palco de uma forma feliz, sorrindo, quando a cena revela que ele está cantando em um teatro vazio. Ele canta Sá Marina alegre e feliz, mas para ninguém. Mostra que o que ele queria era cantar, ainda que fosse para apenas um.

NP: Hoje, depois de ter revisto tudo na estreia, faria algo diferente no filme?

LDTudo que eu faria diferente, eu cortei do filme. Várias cenas que eu queria fazer diferente, de certa forma, refiz diferente. Eu até chego a aparecer no filme, em uma cena de entrada no Maracanã, e tive até que dublar nela porque tinha feito uma entrada de outro jeito. Eu fui consertando tudo o que estava me incomodando, tanto que tem muita cena que eu filmei que não entrou. Os diretores têm muito apego com o que gravam, e eu tenho também, mas fui aparando as arestas.

NP: Foi sua estreia na direção de um longa e você foi aplaudido de pé. Já viu que deu certo… (risos). Já tem algum projeto pela frente?

LD: No começo, eu cheguei a achar que as pessoas estavam levantando para ir embora antes do filme acabar (risos). Bom, eu sou editor há muito tempo; é como trabalho para pagar as contas. Fiz faculdade de Cinema e lá fazia tudo: ajudava no roteiro, editava, filmava… Mas, em algum momento, eu editei “Partida de Futebol” do Skank, ganhei prêmio e a partir daí só fui chamado para ser editor. De vez em quando, até me chamavam para dirigir um institucional aqui e outro ali; mas, para dirigir algo legal, eu tive que me produzir. Tenho projetos próprios, um roteiro já cadastrado em edital, mas não sei se alguém vai me chamar para ser diretor.

Em Simonal, gosto de falar que foi um trabalho muito de equipe. Meu mérito foi o de ouvir e aceitar muito a contribuição de todas as pessoas. Meu dirigir foi “não me intrometer no que os outros estão fazendo”. Talvez, minha maior contribuição tenha sido na montagem mesmo.

NP: Você se inspirou em algum diretor para fazer o filme?

LD: Talvez eu tenha me inspirado mais no Simonal e nas biografias do que em um diretor específico. Tem a do Ray Charles, que eu adoro, é uma referência para o filme. Filmes do Scorsese, como Bons Companheiros, para ajudar nos planos-sequência…. Mas eu diria que, mais que em diretores, me inspirei nas biografias, até para me ajudar a fazer o recorte temporal.

NP: Para terminar, deixe uma mensagem para os leitores do CinePOP assistirem ao seu filme:

LD: Eu acho que é um filme de um artista importante de ser resgatado. Muitas pessoas nem sabem quem é Simonal, mas se descobrem conhecedoras das músicas. É um filme que tem esse pano de fundo de uma época e que está sendo muito rediscutido agora. Fala muito sobre essa divisão de direita e esquerda; cultura, não-cultura… Além de discutir muito sobre questão racial, que hoje em dia também está bem debatida. É um filme que fala de um momento do nosso passado com pinceladas atuais.

Para quem não quiser esperar até a estreia em setembro de 2019, ainda dá para assistir no Festival do Rio amanhã.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Revelado o motivo de Thanos não ter matado todos os Vingadores

Mesmo com todo o massacre que Thanos infligiu ao universo e também aos Vingadores, alguns sortudos conseguiram sobreviver à ira do Titã Louco em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Entretanto, muita gente se perguntou o motivo de Thanos não ter simplesmente matado todos os heróis e ter eliminado qualquer chance de perder um confronto em uma eventual revanche.

Para responder essa dúvida, o diretor de desenvolvimento visual da Marvel, Ryan Meinerding, declarou:

“O plano de conseguir todas as Joias do Infinito é colocar Thanos em uma posição tão poderosa que ele fica calmo e mais razoável. Ele não se preocupa em matar os heróis. Desde que ele consiga as Joias, ele consegue fazer tudo o que quiser.”.

O que acham da explicação? Faz sentido? Parece que a soberba de Thanos pode ser justamente o seu fim em ‘Vingadores 4‘ que estreia em 27 de Abril de 2019.

Thor quase batalhou contra cobras gigantes em ‘Vingadores: Guerra Infinita’

Uma das porções favoritas dos fãs de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ é a jornada separada que Thor, Groot e Rocket Raccoon trilham para buscar uma nova arma capaz de destruir Thanos.

Ao contrário dos segmentos mais tranquilos focados em desenvolvimento dos personagens que vimos no filme, os planos originais envolviam muita ação com o trio batalhando contra serpentes gigantescas.

As serpentes seriam uma referência à mitologia nórdica à Serpente do Mundo, Jormungandr. Na mitologia, a Serpente é a responsável pela morte de Thor, pois ambos duelam até a morte durante o Ragnarok

No livro de artes conceituais de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ é possível conferir o design distinto que essas cobras receberiam:

O filme já está disponível nas lojas brasileiras.