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Jake Gyllenhaal e Tatiana Maslany no cartaz do drama ‘O Que te Faz Mais Forte’

O Que te Faz Mais Forte‘ teve seu cartaz nacional divulgado.

O filme é baseado no livro homônimo ‘Stronger‘, escrito por Bauman e Bret Witter. A história reconta os acontecimentos do ataque em 15 de abril de 2013.

Confira, com o trailer:

Crítica | O Que Te Faz Mais Forte – Jake Gyllenhaal em drama mirado ao Oscar (Nota: 9.0)

O Que te Faz Mais Forte‘ retrata a história de Jeff Bauman, um homem comum que capturou os corações de sua cidade e do mundo para se tornar o símbolo da esperança após o ataque da Maratona de Boston, em 2013. Jake Gyllenhaal estrela a produção como Jeff, um jovem trabalhador de 27 anos, que estava na maratona para tentar recuperar sua ex-namorada Erin (Tatiana Maslany). Esperando por ela na linha de chegada quando a explosão ocorre, ele perde as duas pernas no ataque.

Depois de recuperar a consciência no hospital, Jeff pode ajudar o policial a identificar um dos criminosos, mas sua própria batalha acaba de começar. O longa retrata meses de reabilitação física e emocional com o apoio inabalável de Erin e sua família. É um relato profundamente pessoal de Jeff sobre a jornada que testa o vínculo de uma família, define o orgulho de uma comunidade e inspira sua coragem interior para superar adversidades devastadoras.

A estreia no Brasil acontece dia 8 de Fevereiro.

Fala Sério, Mãe!

(Fala Sério, Mãe!)

 

Elenco:

Ingrid Guimarães – Ângela Cristina
Larissa Manoela – Maria de Lourdes
Marcelo Laham – Armando
Raphael Tomé – Mário Márcio
Carolina Dumani – Malena
João Guilherme Ávila – Nando
Giovanna Rispoli – Alice

Direção: Pedro Vasconcelos

Gênero: Comédia

Duração: 90 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ 6 milhões

Estreia: 28 de Dezembro de 2017

Sinopse: 

Fala Sério, Mãe!‘ acompanha as queixas e alegrias de uma mãe coruja, e um pouco estressada, Ângela Cristina, em relação à filha primogênita Maria de Lourdes, a Malu, assim como as teimosias e o sentimento de opressão desta em função dos cuidados, muitas vezes excessivos, de sua genitora.

 

Curiosidades: 

» ‘Fala Sério, Mãe!‘ é baseado no livro de mesmo nome da escritora Thalita Rebouças.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

As Melhores Séries que Chegam Ainda em 2017

Com a estreia de séries como The Gifted, da Fox (sobre o universo mutante de X-Men), Stranger Things e Mindhunter, da Netflix (sobre o estudo de serial killers no FBI, produzida por David Fincher e Charlize Theron), foi dada a largada para os melhores programas que chegam ainda neste fim de 2017. Como a temporada de estreias nos canais de TV, sejam emissoras abertas ou a cabo, já começou, nesta lista iremos comentar apenas programas lançados por plataformas de streaming, a nova tendência mundial, já que desta forma não precisam acompanhar a temporada, podendo serem lançadas em qualquer data –a estrutura de lançamento disponibiliza geralmente todos os episódios das séries de uma vez só. Veja abaixo as mais interessantes que selecionamos para vocês, digam quais despertam mais a curiosidade, e não esqueça de participar comentando.

 

O Justiceiro

O cruel atentado ocorrido num show em Las Vegas mobilizou o mundo para o perigo de se ter armas pesadas facilmente às mãos. O fato, como de costume, ecoou no mundo do entretenimento, e assim a série O Justiceiro foi adiada e quase cancelada. A primeira medida foi retirar o painel do programa de um evento voltado à cultura pop, já que a proximidade era grande com a tragédia – que havia acabado de ocorrer. O que acontece é que O Justiceiro, sétimo seriado da parceria Marvel / Netflix, retrata nas telinhas o personagem Frank Castle, um ex-policial, extremamente violento no seu combate ao crime, tendo como especialidade o uso de inúmeras armas de fogo de alto calibre. A primeira aparição do personagem, já nas formas do ótimo Jon Bernthal, foi na segunda temporada de Demolidor (2016), onde o truculento anti-herói roubou a cena. Para o bem dos fãs, mas ainda de luto, a série estreia no dia 17 de novembro.

Assista ao novo trailer de O Justiceiro

Black Mirror – 4ª Temporada

Confesso que esta é uma de minhas séries favoritas na atualidade, e a que mais estou ansioso para a estreia. As duas primeiras temporadas da série de antologia que usa como pano de fundo o mundo tecnológico e suas mazelas na sociedade, foram ao ar num canal britânico, antes de ser cancelada pela emissora. A salvadora da pátria Netflix viu o potencial e resgatou o programa, que consiste em episódios funcionando como médias metragens, interligados apenas pela premissa, entregando uma terceira temporada com mais episódios e tão marcante (ou mais) que as primeiras – San Junipero <3

A quarta temporada já foi anunciada e trará grandes diretores no comando dos episódios, como a cineasta e atriz Jodie Foster. A série estreia ainda este ano, mas ainda não tem data definida.

Assista ao teaser trailer da quarta temporada de Black Mirror

Jack Ryan

Nem só de Netflix são feitas as grandes estreias de séries em streaming. Esta é uma produção da Amazon, maior rival da casa de Stranger Things e Marvel na atualidade. Depois de cinco tentativas no cinema, nas quais apenas as três primeiras foram bem sucedidas, o personagem Jack Ryan, criado pelo autor Tom Clancy, chega pela primeira vez à telinha. O analista da CIA transformado em espião, já foi tema de jogos de vídeo game inclusive, e no cinema teve as formas de Alec Baldwin, Harrison Ford (sua figura mais marcante), Ben Affleck e Chris Pine. Agora quem assume é John Krasinski. A estreia é prometida para 2017 ainda, mas sem data definida.

Assista ao teaser trailer da série Jack Ryan

Philip K. Dick´s Eletric Dreams

Outro lançamento da Amazon, esta é a resposta da empresa para Black Mirror e a Netflix. Pegando como mote as obras do papa da ficção científica Philip K. Dick, autor do conto que deu origem a Blade Runner, a Amazon confecciona sua própria série de antologia, usando como artifício a tecnologia e o mundo moderno para contar suas histórias. No elenco, como parte dos episódios, já foram confirmadas as presenças de Bryan Cranston, Steve Buscemi, Anna Paquin e Timothy Spall. A série já começou a ser exibida por um canal do Reino Unido e em breve chega aos EUA pela plataforma de streaming.

Future Man

Atualmente, uma briga de titãs começa a se formar entre as plataformas de streaming. Enquanto a Netflix ainda é a líder e favorita absoluta no gosto do grande público pelo mundo, a Amazon ganha muito espaço, principalmente em países como os EUA. Chegando em terceiro lugar, mas igualmente já ganhando muita força, se encontra a Hulu. É justamente a empresa que lança Future Man, comédia de ficção científica criada e produzida pelo comediante Seth Rogen, dando uma de Seth MacFarlane. Na trama, um jovem faxineiro que adora games (Josh Hutcherson) é recrutado para viajar no tempo e prevenir a extinção da raça humana. A ideia soa como repaginada no clássico cult 80´s O Último Guerreiro das Estrelas. A série estreia no dia 14 de novembro e terá episódios dirigidos por Rogen e por seu parceiro Evan Goldberg.

Assista ao teaser trailer da série Future Man

Jean Claude Van Johnson

Mais uma da Amazon. Como é bom ver os velhos astros da ação da década de 1980 e 1990 conseguirem revigorar suas carreiras. Stallone e Schwarzenegger tentam a todo custo ainda emplacar nos cinemas. Agora é a vez de Jean Claude Van Damme reaparecer, aplicando novo fôlego em sua carreira. Depois de JCVD (2008), filme no qual interpretou a si mesmo, Van Damme aposta novamente na metalinguagem nesta série produzida pelo consagrado Ridley Scott. Na trama, Van Damme interpreta ele mesmo novamente, e, assim como o verdadeiro, precisa lidar com o declínio profissional. Com o propósito de dar uma sacudida nas coisas, ele decide mudar o nome para Van Johnson e termina recrutado com assassino profissional por uma agência. Agora, a atuação se torna apenas uma fachada para o astro. A série, além de certa ação, promete caprichar na comédia também. O piloto foi ao ar em 2016, mas a série estreia oficialmente no dia 15 de dezembro deste ano.

Hard Sun

Jim Sturgess (Quebrando a Banca) e Aisling Bea (da série The Delivery Man) vivem dois detetives com visões distintas, que precisarão trabalhar juntos em um mundo criminal pré-apocalíptico. Esta ficção científica / drama policial é uma produção da BBC a ser distribuída pela Hulu. A série foi desenvolvida por Neil Cross, da aclamada Luther, com Idris Elba. Hard Sun tem estreia prometida para 2017, sem data definida.

Godless

O que seria da lista sem um bom e velho faroeste. E o programa chega pelas mãos de nossa querida Netflix. Ao contrário da sensação Westworld, que mistura o gênero com ficção científica, este é um faroeste de raiz. Na trama desta série produzida por Steven Soderbergh (Logan Lucky), Jeff Daniels (Perdido em Marte) vive um temido criminoso aterrorizando o Oeste americano de 1880. Seu objetivo é caçar o antigo parceiro e hoje inimigo declarado, papel vivido por Jack O´Connell (Invencível). O caminho da dupla os levará direto para La Belle, Novo México, uma cidade inteiramente constituída de mulheres. No local, conhecem a personagem da bela Michelle Dockery (das séries Downton Abbey e Good Behavior). Godless é escrita e dirigida por Scott Frank (Logan) e a estreia, com seis episódios na primeira temporada, ocorre no dia 22 de novembro.

She´s Gotta Have It

Baseada no primeiro longa-metragem (1986) da carreira de Spike Lee, esta série homônima pega o mesmo mote, mas o adapta para os tempos atuais, de muita independência feminina. A trama continua a seguir Nola Darling, agora assumindo as formas estonteantes de DeWanda Wise (Shots Fired), e suas desventuras com três homens muito diferentes em sua vida. Como esperado, o cineasta Spike Lee não está só com o dedo no programa, mas a mão toda. Lee cuidou da adaptação, produz e dirige os dez episódios da primeira temporada. Veremos o que o diretor, antenado com direitos humanos e questões de minorias, terá a dizer sobre o tópico no mundo moderno. A estreia de She´s Gotta Have It ocorre no dia 23 de novembro.

Assista ao teaser trailer de She´s Gotta Have It

Happy

É insanidade que você quer? É insanidade que você vai ter. Esta é a primeira série criada por Brian Taylor, um dos responsáveis pelos filmes Adrenalina (2006 e 2009), com Jason Statham, e o clima encontrado aqui é o mesmo, é só conferir o trailer completamente alucinado. Na trama, Christopher Meloni faz as vezes de Statham como um policial que cai em desgraça, comete os atos mais incorretos imagináveis, tudo em nome de um bem maior – como salvar uma garotinha de um maníaco – e sempre com a ajudar de seu fiel escudeiro, um unicórnio imaginário animado. O canal Syfy garante o lançamento no dia 6 de dezembro.

BÔNUS:

Série de David O. Russell

Esta seria a primeira investida numa série de TV do diretor David O. Russell, cinco vezes indicado ao Oscar. O projeto, que ainda não possuía título, teria os vencedores do Oscar Robert De Niro e Julianne Moore como protagonistas, contracenando pela primeira vez na carreira – ambos participaram do drama A Família Flynn (2012), mas não dividiram a tela. Russell seria o responsável pelo roteiro, produção e direção do drama de máfia dividido em duas temporadas de 8 episódios. Recentemente, o talentoso Michael Shannon também havia sido confirmado no elenco. O que acontece é que o programa era uma produção da Weinstein Co., empresa de Harvey Weinstein, acusado por inúmeras atrizes de assédio sexual, num escândalo que acabou de explodir. Weinstein foi afastado da empresa, mas a decisão de todos os envolvidos, incluindo a Amazon (que seria a distribuidora), foi de cancelar o projeto. Leia neste link e sabia mais.

Saiba mais sobre o caso Harvey Weinstein

‘Scream’: Reboot da série terá episódio de Halloween; Confira detalhes!

Com a produção já em andamento em Atlanta, o Bloody-Disgusting revelou que o reboot da série ‘Scream‘ terá um episódio de Halloween.

O episódio, intitulado “Trick or Treat“, está buscando “atores com aparência caucasiana de 7 a 12 anos para interpretarem crianças em um bairro suburbano de luxo, pedindo ‘Gostosuras ou Travessuras’ com fantasias de Anjo, Bruxa, Monstro, Cowboy / Cowgirl, Polícia, Gato, etc.”

O reboot terá seis episódios e estreia na MTV norte-americana em Março de 2018, estreando na Netflix Brasil no mesmo período.

Tyler Hoechlin e Gideon Emery – ambos da série ‘Teen Wolf‘ – estão confirmados no elenco.

O personagem de Gideon não foi revelado. Já Hoechlin interpretará Shane, um homem que saiu da faculdade para se tornar um traficante que sempre está se empolgando para ganhar dinheiro. Mas por traz de sua profissão, existem muitos mais segredos sobre Shane.

A nova temporada contará com um novo elenco, história e localização, e terá rostos “menos brancos” e “mais inclusivos” do que o que vimos na série até agora.

Gideon Emery
Tyler Hoechlin

‘Scream’: MTV confirma que máscara do Ghostface será a mesma dos filmes 

R.J. Cyler (‘Power Rangers’),  Keke Palmer (Scream Queens), Giorgia Whigham (13 Reasons Why),  Jessica Sula (‘Skins’), C.J. Wallace (‘Notorious B.I.G.’), Tyga e Jessica Sula (‘Fragmentado’) completam o elenco.

Cyler será o protagonista Deion Elliot, um grande astro do futebol americano cujo passado trágico volta a assombrá-lo no momento mais tenso de sua vida, ameaçando seus planos e colocando-o ao lado de um improvável grupo de amigos enquanto eles tentam sobreviver a um assassino mascarado.

Whigham interpretará Beth, a menina gótica do campus que também é uma tatuadora. Como fã de filmes de terror, Beth é sincera sobre seu conhecimento enciclopédico de assassinatos e serial killers.

Palmer será Kym, uma atrevida e bela ativista social com um grande coração e zero paciência para sofrimentos bobos. Quando Kym e seus amigos são caçados por um assassino, ela trabalha para virar o roteiro e sobreviver a qualquer custo.

Sula vai viver Liv, a nova garota na escola.

Brett Matthews, roteirista e produtor das séries ‘The Vampire Diaries‘ e ‘Supernatural‘, será o novo showrunner. Queen Latifah foi confirmada como produtora-executiva, ao lado de Shakim Compere e Yaneley Arty.

Muita ação em novo trailer do live-action de ‘Fullmetal Alchemist’; Confira!

A adaptação japonesa para os cinemas do anime ‘Fullmetal Alchemist‘ ganhou um novo trailer destacando a ação e divulgando o lançamento do filme em IMAX.

Assista:

A história começa no início do século XX, onde a alquimia (ciência que trabalha a transmutação da matéria) é super desenvolvida e respeitada. ‘Fullmetal Alchemist’ gira em torno dos irmãos Edward Alphonse Elric, que sofrem um acidente após tentar usar a alquimia para a transmutação humana. O acidente causa a morte de Alphonse e Edward, além de quebrar uma perna, sacrifica um dos braços para manter a alma do irmão dentro de uma armadura de metal. Depois disso, Edward parte em busca da Pedra Filosofal, para recuperar os seus membros perdidos e devolver o corpo do irmão.

Escrito e ilustrado por Hiromi Arakawa, o mangá já foi adaptado para a TV nos animes ‘Fullmetal Alchemist‘ e ‘Fullmetal Alchemist: Brotherhood‘.

A direção é de Fumihiko Sori, que trabalho com os efeitos visuais de ‘Titanic‘. O roteiro é de Hiromi Arakawa.

Fullmetal Alchemist‘ (‘Hagane no renkinjutsushi’) tem estreia agendada para dezembro de 2017 nos cinemas japoneses. Ainda sem data de estreia no Brasil.

Tom Hardy faz acrobacias em vídeo dos bastidores de ‘Venom’; Assista!

Caiu na internet um vídeo filmado de maneira amadora nos bastidores deVenom

Podemos ver Tom Hardy performando umas acrobacias, caindo em um colchão e se levantando machucado. Mais pra frente, vemos o personagem dialogando com alguém (ou alguma coisa). Assista:

Além de Tom Hardy, Michelle Williams e  Jenny Slate estrelam a adaptação.

O estúdio já deixou claro que o Homem-Aranha (Tom Holland) não estará nos spinoffs, mas deixou claro que as portas estão abertas para mais filmes no universo do cabeça de teia, como o – previsto – ‘Sexteto Sinistro‘. 

O longa, da Columbia Pictures conta com o roteiro de Scott Rosenberg (‘Jumanji’), Kelly Marcel (’50 Tons de Cinza’) e Jeff Pinker (‘A Torre Negra’) e a produção de Avi Arad, Matt Tolmach (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e Amy Pascal (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’). Ruben Fleischer (‘Zumbilândia) dirige.

Venom’ tem estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.

‘O Justiceiro’ será “uma série forte sobre perda, sofrimento e dor”, afirma Jon Bernthal

Em entrevista a Variety, Jon Bernthal conversa um pouco sobre o tom da série e sobre seu personagem, explicando a complexidade dos conflitos internos de Frank Castle.

“Essa série será algo autêntico sobre perda, sofrimento e dor. O que nós perguntamos ao longo dessa primeira temporada é “O que faremos a seguir? O que você faz para lidar com sua “guerra” interna? Como você enfrenta isso?”

O produtor executivo Jeph Loebe também comentou sobre a atuação de Bernthal como o Justiceiro.

“Em termos de quão vulnerável ele pode ser, o quão humano ele pode ser, você realmente chega ao ápice do personagem. Esse não é um herói que rebate as balas de volta, é um herói que sangra, e isso é importante para nós.”

O ator Ben Barnes cedeu uma entrevista ao Screen Rant, em que comenta sobre o grau de violência que ‘O Justiceiro terá e se isso pode vir a incentivar atos violentos, já que os EUA está passando por momentos complicados.

De acordo com o ator, a violência mostrada na série foi pensada de modo a causar desconforto no espectador, e não ser glorificada.

“Sempre ficou claro para nós que a violência no nosso seriado era para causar desconforto e você deveria conseguir ver o desgaste dos personagens ao serem violentos. Ninguém, acho, é louvado na nossa série por ser violento, especialmente se estão usando armas. Então esta não é uma mensagem que estamos passando e foi algo que discutimos. Mas obviamente que a conversa ganha outras proporções quando coisas acontecem no mundo, como os trágicos eventos em Las Vegas. Mas certamente não foi tratado levianamente. A violência na nossa série nunca foi algo a ser glorificado.”

 

Em ‘O Justiceiro‘, Frank Castle é um ex-militar assombrado e caçado após o assassinato de sua família. Tentando superar o trauma, ele se transforma em um vigilante, que busca combater a criminalidade em Nova York e atende pelo nome de “Justiceiro”. A primeira temporada do spin-off terá 13 episódios.

Deborah Ann Woll retorna ao papel de Karen Page e Ben Barnes será Billy Russo.

A série estreia na Netflix dia 17 de novembro de 2017.

‘Demolidor’ ganha versão para deficientes visuais

 

‘Stranger Things’: Assista ao vídeo com teste de elenco de Dacre Montgomery

Foi divulgado o vídeo com o teste de elenco de Dacre Montgomery, para viver o Billy em Stranger Things’. Assista:

Assista também o vídeo do teste de elenco das crianças:

O especial de retrospectiva Beyond Stranger Thingsdivulgou um vídeo com os testes do elenco da série, todos ainda mais jovens. Cuidado, esse vídeo contém muita fofura e talento! Assista:

 

Segundo dados da empresa Nielsen (via The Wrap), cerca de 15,8 milhões de pessoas viram episódio de estreia da 2ª temporada de Stranger Things no primeiro final de semana. Destes, 11 milhões estão compreendidos na faixa etária entre 18 e 49 anos.

Merece destaque também que 361 mil pessoas assistiram aos nove episódios da temporada no dia do lançamento.

Já nas redes sociais, principalmente no Facebook e no Twitter, foram aproximadamente 7,2 milhões de interações nos primeiros três dias.

Apesar da Netflix não concordar em divulgar índices de audiência, a Nielsen garante que descobriu uma forma de obter tais informações, tendo conduzido um teste de sucesso nos últimos dois meses.

A 2ª temporada de Stranger Things já está disponível com 9 episódios na Netflix.

J.K. Simmons gostaria de voltar a viver J. Jonah Jameson em ‘Homem-Aranha’

J.K. Simmons concedeu uma entrevista ao ET em que lembrou do seu famoso papel na franquia Homem-Aranha, o J. Jonah Jameson, e revelou que está aberto para retornar para o personagem algum dia se não estiver muito velho.

“Eu nunca digo nunca. Quero dizer, obviamente tive um momento incrível com Sam Raimi naqueles filmes, com Tobey Maguire e todo mundo. Foi uma época muito, muito incrível, e muito bom para minha vida e minha carreira, foi muito divertido. Se eu tivesse uma oportunidade de revisitar isso eu aceitaria… mas não sei, quão velho o Homem-Aranha teria que ser se o J. Jonah Jameson tem essa idade?”

Atualmente ele é o novo Comissário Gordon em Liga da Justiça’.

 

Faltando uma semana para a aguardada estreia de ‘Liga da Justiça‘, e parece que a DC terá outro sucesso em suas mãos.

Segundo o The Wall Street Journal, eles participaram de uma exibição para a imprensa do filme e insinuaram que o longa é tão bom quanto ‘Mulher-Maravilha‘, o filme mais elogiado do Universo Estendido da DC até o momento.

Mulher-Maravilha‘ conquistou os fãs e estreou com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, e o site afirma que ‘Liga da Justiça‘ deve seguir o mesmo caminho.

A Warner está esperando as primeiras reações ao filme caírem na internet para liberar o embargo da imprensa, com medo de que a mídia ataque o filme como aconteceu com ‘Batman vs. Superman‘.

O site também sugere que ‘Liga da Justiça’ poderia ter um fim de semana de abertura heroico, arrecadando “mais de US$ 100 milhões” em sua estreia somente nos EUA.

Alimentado por sua fé restaurada na humanidade e inspirado pelo ato de altruísmo de Superman, Bruce Wayne busca a ajuda de sua nova aliada, Diana Prince, para encarar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar um time de metahumanos para encarar essa ameaça recém-desperta. Mas apesar da formação dessa liga sem precedentes de heróis – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue e Flash – talvez seja tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.

Liga da Justiça’ tem estreia marcada para 15 de Novembro de 2017.

Quem criou a cena do Superman no trailer de ‘Liga da Justiça’… Zack Snyder ou Joss Whedon? 

‘Liga da Justiça’ – Fãs encontram easter egg do Coringa e Arlequina no trailer

Após boatos de ter sido cortado, Lex Luthor deve aparecer em ‘Liga da Justiça’ 

Os Melhores e Piores Filmes da Marvel Studios – com ‘Thor – Ragnarok’ incluso!

Antes de trazer esse mágico universo de super-heróis para as telas, que acabaria se tornando o principal filão da indústria cinematográfica contemporânea e consecutivamente a maior franquia da história da sétima arte, pelo menos no que se refere à popularidade e lucro financeiro, os personagens da Marvel haviam passado por algumas outras produtoras. É o caso do Homem de Ferro, que em 1990 a Universal Studios adquiriu da Casa das Ideias os direitos e planejava fazer um filme de baixo orçamento com Stuart Gordon na direção, o que não aconteceu.

Quando em 1996 a Fox tomou posse do Ferroso, muito se ventilou a respeito: de citação a nomes como Nicolas Cage e Tom Cruise para o papel principal, até Quentin Tarantino sendo cotado para dirigir a adaptação. Também nada foi acordado e o personagem acabou vendido em 1999 para New Line Cinema, que naquele período recebeu inúmeros roteiros e chegou a marcar o início da produção para 2004. Mas como novamente o projeto foi adiado, os direitos legais voltaram para a Marvel.

E foi mesmo em 2005, quando Kevin Feige escolheu de Jon Favreau para comandar a nova empreitada, que a dita Marvel Studios anunciou o lançamento de seu primeiro filme independente em parceria com a Buena Vista International. De lá pra cá, muita coisa aconteceu e o universo que hoje domina também outras mídias foi se solidificando com estratégia e responsabilidade – coisa que a rival DC/Warner parece não ter.

Agora, com vários longas lançados, o CinePOP resolveu fazer o seu Top 17 da Marvel Studios. As escolhas, apesar de analíticas, são de certo modo imparciais, pois o que realmente importa aqui é o debate geral. Queremos saber a opiniões de vocês, nossos leitores.

Sem mais delongas, segue abaixo a nossa lista:

17. O Incrível Hulk (2008)

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Na época de lançamento, este correto trabalho de Louis Leterrier (Fúria de Titãs), foi bem quisto pela crítica especializada e acolhido pelo público (arrecadou $ 263.427.551 de dólares, sendo a bilheteria mais baixa da Marvel) por trazer novos elementos e aprofundar a personalidade do gigante verde – que há cinco anos havia voltado para as telonas com o trabalho autoral de Ang Lee.

Aqui vemos conflitos humanos e o que há de melhor no personagem: o monstro que guardamos dentro de nós e que há todo momento quer se libertar, soando como uma bela metáfora. Por outro lado é visível que suas veias artísticas são mínimas e sua estética suja e escura acaba destoando dos demais títulos do estúdio. Sendo até ignorado por alguns, principalmente depois que Edward Norton abandonou o posto.

 

16. Homem de Ferro 3 (2013)

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Como filme solo, o Homem de Ferro 3 é de longe o que mais deu lucro ao estúdio. Trazendo pela quarta vez Tony Stark, o personagem mais famoso desse universo, recheado de cenas explosivas como a guerra das armaduras, além do aguardado conceito do Extremis e à dinâmica e maluquice de Shane Black, o filme faturou a incrível quantia de $ 1.215.439.994.

No entanto, possui um roteiro que trata de inúmeras subtramas, mas é pedestre em todas, principalmente com o fato da regeneração. O troço simplesmente não consegue prender o público mais atento. Falhando, miseravelmente, no desenvolvimento do personagem e trazendo um Robert Downey Jr. extremamente automatizado e caricatural, ainda reciclando piadas prontas que pouco funciona. O bom elenco não consegue suprir os problemas da fita e esta acaba sendo apenas entretenimento vazio, quando poderia explorar mais seus conceitos.

 

15. Homem de Ferro 2 (2010)

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Trazendo praticamente toda equipe do anterior, com exceção de Don Cheadle que foi contratado para substituir Terrence Howard no papel de James Rhodes, Homem de Ferro 2 deu certa refrescância para a franquia por ser mais descompromissado e Downey Jr. está ainda mais a vontade no papel de Stark. Isso sem falar nas canções do AC/DC que deram um ritmo especial e marcaram definitivamente o personagem.

Mas apostando num roteiro que traz três pontos importantes para desenvolvimento – um até com grau de dramaticidade mais forte, o caso do personagem Ivan Vanko vivido por Mickey Rourke –, o longa, no fim das contas, não conseguiu obter êxito total. O primeiro ato é realmente excelente, tem todo lado fantástico e cômico do Ferroso, personagens potencialmente interessantes e um clima de romance conflitado, só que por muito se atentar apenas às tomadas de ação, deixa a desejar no andamento da trama.

 

14. Thor 2: O Mundo Sombrio (2013)

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Continuando a chamada Fase 2, ousadia era uma palavra que quase não existia no dicionário da Marvel Studios, isso em relação à complexidade de roteiros. Em O Mundo Sombrio, temos uma introdução enorme em formato de flashback, sobre o que vai desencadear o conflito da trama. Logo depois, no início do segundo ato, Odin nos conta, novamente, como tudo aconteceu. Prova do didatismo.

Ainda assim, o longa comandado por Alan Taylor quase seria um épico, pelo menos em seu primeiro ato, não apostasse em subtramas mais humanas. O que acabou tornando a obra ainda mais atraente foi a química do casal Chris Hemsworth e Natalie Portman, a apresentação familiar e a boa dose de comédia tornou a narrativa orgânica e resgatou a esperança do subgênero.

 

13. Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)

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Já tendo feito filmes como Rocketeer e participado da equipe de produção da saga original de Star Wars, Joe Johnston apareceu como um nome perfeito para comandar o líder e principal personagem d’Os Vingadores, Capitão América. O diretor contou com um fiel e belo design de produção, auxiliado por uma direção de arte fabulosa, além do refinado figurino.

Assumindo-se como uma obra puramente gracejada e sem maiores aspirações, ainda que contenha cenas de impacto, tomadas de fuga e batalhas atraentes, seus personagens tridimensionais são bem aprofundados e a ideia do símbolo americano é implantada de forma orgânica e nunca maniqueísta.

 

12. Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)

Em sua essência, Homem-Aranha: De Volta ao Lar é um filme adolescente de colégio. A decisão sábia do roteiro traz Peter Parker (Tom Holland, o terceiro intérprete do personagem e o mais jovem) de volta aos 14 – 15 anos de idade. E aqui funciona muito bem. Suas desventuras não são tão típicas quanto as de Tobey Maguire – a melhor encarnação do cerne do personagem, com falta de dinheiro, problema com as garotas, tia idosa. O Homem-Aranha de Holland é apadrinhado pelo bilionário (ou seria trilionário?) Tony Stark (Robert Downey Jr.), chega a recusar certas investidas da gracinha Liz (Laura Harrier), por quem nutre paixão, e sua tia, agora nas formas da estonteante Marisa Tomei, bem, curte dançar e uma cervejinha na janta.

A trama, embora simplista, é eficiente. Porém, o filme é uma leve sessão da tarde… Uma versão atual das comédias oitentistas do mestre John Hughes.

 

11. Vingadores: Era de Ultron (2015)

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Joss Whedon retornou como diretor e também assinou sozinho o roteiro deste Era de Ultron, que pode facilmente ser rotulado como um blockbuster autêntico. É recheado de cenas de ação, possui personagens absolutamente carismáticos e tem um humor que caminha organicamente em seus três atos. Sim, apesar do material de marketing apresentá-lo por um viés deveras obscuro, a atmosfera vivenciada aqui não é diferente da anterior. As já conhecidas gags do estúdio são recorrentes, não incomodam e funcionam como alívio cômico.

Bem como o original, a fita possui um roteiro assumidamente simplório, a história basicamente é: heróis unidos lutando para destruir o vilão – este que mesmo não tendo uma forma realmente sólida, já que está ciberneticamente enraizado em qualquer software ou inserido na internet, soando invencível dessa maneira, absorveu conceitos e valores humanos, tornando sua causa ainda mais obsessiva ou até falha.

A segunda aventura dos Vingadores no cinema consegue manter o bom nível e ainda assim superá-lo em certos aspectos, mas no geral, o primeiro filme continua superior.

 

10. Homem-Formiga (2015)

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Homem-Formiga é sem dúvida o sonho molhado dos nerds de plantão. Existem referências o suficiente para que eles gritem, aplaudam e quase cheguem ao êxtase.

O devido reconhecimento precisa ser dado a um roteiro que consiga fazer de uma história mais difícil, e que facilmente poderia ser alvo de zombaria, algo identificável, curioso e divertido. Com empenho, é justamente assim que a trama criada por Edgar Wright e Joe Cornish, e desenvolvida por eles em parceria com Paul Rudd e Adam McKay, é exibida nas telas. Com um tom bem propício de histórias em quadrinhos, Homem-Formiga é uma investida honesta e com bastante coração. Utilizando de bastante humor, esta é uma aventura digna, mesmo que tudo ocorra em menor escala. Justamente por isso, é mais humana e de fácil acesso.

 

9. Thor (2011)

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Do mesmo modo que Joe Johnston apareceu como uma figura de confiança para dirigir um grande herói, o britânico Kenneth Branagh causou uma reação exatamente oposta. Isso por ser um diretor autoral, não acostumado com blockbusters e realizar obras mais dramáticas, como os excelentes Frankenstein de Mary Shelley e Hamlet.

Mas é justamente aí que reside o grande trunfo do cineasta. Não poderia ter casado melhor Branagh para o filme, já que criou um perfeito enredo shakespeariano entre os irmãos Thor e Loki. Além de possuir o grande romance da franquia e efeitos espetaculares, o mundo de Asgard é um dos elementos mais mágicos que o estúdio já fez.

 

8. Doutor Estranho (2016)

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Doutor Estranho‘ é uma viagem frenética e prazerosa para um novo mundo, que conquista com seu elenco estelar e efeitos visuais mirabolantes, se tornando a melhor apresentação de um personagem desde o primeiro ‘Homem de Ferro‘, lançado em 2008.

Para a difícil tarefa de criar um visual frenético e psicodélico, o estúdio chamou o talentoso diretor Scott Derrickson (‘O Exorcismo de Emily Rose’ e ‘A Entidade’), que nos proporciona um show visual de imagens caleidoscópicas que transformam a projeção em uma jornada alucinante – que muitos comparam com uma viagem de ácido.

A fotografia de Ben Davis entrega cenas alucinógenas e muito bem orquestradas, que deixam ‘A Origem‘ no chinelo. A evolução nos efeitos visuais também é visível nesse filme, dando profundidade às cenas psicodélicas e frenéticas do “Plano Astral”.

É um filme que merece ser visto em uma sala IMAX 3D, e vale cada centavo do ingresso mais caro.

 

7. Thor – Ragnarok (2017)

O tom de ‘Thor – Ragnarok‘ é similar ao da franquia ‘Guardiões da Galáxia’, deixando de lado o toma mais sério e se transformando em uma sátira dos filmes de super-heróis, revertendo o gênero e divertindo o público. Ou seja: se você não gostou dos dois primeiros ‘Thor’, você vai amar esse filme.

O Deus do Trovão finalmente mostrou a que veio e ganhou uma personalidade própria, provando o timing cômico do ator Chris Hemsworth – em sua melhor atuação até aqui. Sua interação com o Hulk é impagável, e o verdão também ganha bastante destaque como co-protagonista, apesar de vermos pouco o ator Mark Ruffalo.

Porém, o roteiro deixa um pouco a desejar. Apesar das diversas plot twists chocantes (o filme tem várias), faltou o brilhantismo de um roteirista como James Gunn – que conseguiu reverter os clichês do gênero. Outro problema é a falta de seriedade e urgência, já que estamos falando aqui de Ragnarok – a destruição de Asgard. O fim do mundo está acontecendo, mas os personagens sempre tem um tempinho para suas piadinhas de efeito. É uma comédia de ação com selo Marvel.

 

6. Homem de Ferro (2008)

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Possuindo um elenco afiado, efeitos especiais incríveis e um roteiro absolutamente amarrado e contido, o filme dirigido por Jon Favreau pegou a todos de surpresa e fez muita gente olhar diferente para a Marvel Studios. Já que, até aquele momento, somente X-Men (Fox) e Homem-Aranha (Sony) eram os trabalhos elogiados do selo.

Homem de Ferro abriu novas perspectivas e foi enaltecido por crítica e público. Mais que isso: foi responsável por todo universo cinematográfico da Casa das Ideias. Podendo, facilmente, ficar entre os primeiros da lista.

 

5. Capitão América: Guerra Civil (2016)

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A segunda empreitada dos Irmãos Russo na Marvel resultou num filme que mesclou a maioria dos elementos de sucesso que o estúdio havia trabalhado anteriormente e adição de novas figuras marcantes. Fazendo assim um longa bastante equilibrado, cheio de grandes cenas de ação e que dá espaço para os vários personagens importantes. O embate entre eles, aliás, é completamente justificado, bem como o vilão é humanamente interessante, por ter como objetivo apenas a vingança, criando uma rima narrativa com a própria ideia do conflito.

No que se refere às aventuras propriamente ditas e algumas gags cômicas, Guerra Civil não faz feio, pois traz o clima empolgante notado no sucesso Os Vingadores (2012), bem como insere piadas sutis e naturais dentre os diálogos dos personagens.

Talvez o ponto fora da curva esteja na duração do filme, que ainda no primeiro ato possui certa gordura e faz o espectador ficar apenas na expectativa pelos acontecimentos futuros, tendo a sensação de que nada acontece. Ou até tenha faltado uma consequência mais trágica no episódio, que poderia trazer uma dramaticidade maior ao evento. No mais não há problemas que afetem a visão macro da obra.

 

4. Guardiões da Galáxia (2014)

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Diferente d’Os Vingadores, a tarefa de James Gunn com Guardiões da Galáxia era ainda mais difícil. Se Whedon teve a maioria de seus personagens apresentados e desenvolvidos nos títulos solos, Gunn, além de realizar esse feito em apenas um filme, trabalhou com figuras completamente desconhecidas no cenário mundial, colocando-as em ascensão e sendo, num todo, imensamente eficaz.

Detentor de um final emocionante, fortes doses de humor e aventura, além de possuir batalhas épicas empolgantes, do ponto vista visual e coreográfico, o filme já é um dos maiores acertos da Marvel. Se no início capengaram, os últimos longas da chamada Fase 2 foram completamente eficientes e preparam bem o terreno para o próximo grande evento que está por vir.

 

3. Guardiões da Galáxia – Vol 2 (2017)

Enquanto Joss Whedon penou para realizar uma sequência melhor que ‘Os Vingadores‘, entregando o mediano ‘Vingadores: Era de Ultron‘, James Gunn conseguiu a proeza de realizar um filme ainda melhor que o original. ‘Guardiões da Galáxia – Vol 2‘ é uma viagem de ácido com o visual mais delicioso já criado em um filme da Marvel, sendo ainda mais psicodélico e colorido que ‘Doutor Estranho‘ – usando e abusando do Neon para criar um universo intergalático estonteante. Apesar de ter mais ação e mais efeitos visuais, é uma sequência mais intimista que consegue trabalhar cada personagem individualmente enquanto cria um interação extremamente divertida entre eles. É um filme que foge totalmente da “fórmula Marvel” e apresenta com louvor a família mais disfuncional e absurda do cinema. Uma pequena obra-prima, que merece ser degustada e vislumbrada. O filme mais engraçado e divertido da Marvel Studios.

 

2. Os Vingadores: The Avengers (2012)

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A sorte de Joss Whedon foi ter ao seu dispor personagens extremamente carismáticos – que já haviam sido explanados nos filmes solos – e em cima deles desenvolver toda proposta do enredo. Além das figurinhas carimbadas, a atração dentre a equipe foi a do HULK, interpretado competentemente por Mark Ruffalo. Ou mesmo da Viuva Negra e o Gavião Arqueiro, que ganharam um tempo especial. Aliás, todos os heróis brilharam.

Portanto, criando um universo recheado de humor e aventura, Whedon presenteou os fãs do gênero com uma fiel e legitima transposição cinematográfica de uma história em quadrinhos. E, mesmo cumprindo bem o que se propôs ser, vejo que o roteiro poderia ter sido um pouco mais ambicioso pela total dimensão. Tendo em sua ideia central o simples fato de Loki se juntar a uma determinada raça alienígena – mal explorada, por sinal – para que pudesse destruir a Terra por vingança. Não que um roteiro simplório seja algo ruim, mas certamente um pouco de ousadia tornaria a obra ainda mais grandiosa em sua plenitude.

 

1. Capitão América 2: O Soldado Invernal (2014)

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Escolher o primeiro lugar é sempre algo difícil e controverso, mas pensamos num título que tivesse ido além de todas as demais produções do estúdio e fosse um tanto mais sério e ambicioso. Logo, essa segunda aventura do Bandeiroso possui todas as características pedidas.

Pulsante em seus três atos, variando entre belíssimos planos abertos e impactantes cenas de combates corpo-a-corpo, em meio a uma trama densa, que tem como background alguns conflitos políticos, sociais e militares, Capitão América 2 – O Soldado Invernal é, sem duvidas, o que surgiu de melhor, em todos esses anos, no universo Marvel.

 

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Os 10 Piores Filmes do Verão Americano de 2017

Como afirmar quais são os melhores e piores filmes do ano? Bem, este é um tópico muito relativo, já que cinema e arte não são ciências exatas. Porém, ultimamente, as superproduções hollywoodianas são tratadas exatamente desta forma, como um esporte, competindo pelo pódio. Desde que os blockbusters foram criados ainda na década de 1970, os filmes de entretenimento parecem cada vez mais unicamente preocupados com seu retorno em bilheteria. Embora tal fator, obviamente, precise entrar em jogo, já que além de arte, cinema é um negócio e precisa gerar dinheiro, é necessário nunca esquecer de empregar ideias e inteligência a tais roteiros.

Mas foi quando um dos maiores vilões (ou seria herói?) – ao menos na visão de produtores (a não ser que elogiem seus filmes) – entrou em cena, que os filmes começaram a ser medidos em porcentagem. É claro que estou falando do Rotten Tomatoes, agregador mais famoso (ou infame) do meio, que faz as vias de um Super Crítico de cinema, dando força a um coletivo de avaliadores registrados. Veja por esse lado, se um crítico pode incomodar certos envolvidos com um filme, imagine um agregador, que aponta se a maioria aprovou ou não seu filme. Um pesadelo total, não é mesmo?

Leia nossa matéria que explica como funciona o Rotten Tomatoes, o pesadelo de Hollywood

Imagine os dois itens, críticas (Rotten) e bilheterias (público) entrelaçados, um afetando o desempenho do outro – ou melhor, o primeiro influenciando o segundo. É exatamente o que uma matéria recente do site Quartz, na qual nos baseamos para criar esta, apontou. Será que o público está dando mais ouvidos aos críticos? Aqui temos uma lista com dez filmes que receberam avaliações baixas da imprensa especializada e que por consequência, ou coincidência, afundaram no gosto do público e nas bilheterias. Vamos conhecê-los.

Transformers: O Último Cavaleiro (15%) – US$45 milhões

Tudo bem que tirando o primeiro filme de 2007, que obteve 57% de aprovação dos especialistas, a franquia Transformers nunca foi o forte dos críticos – as sequências receberam 19%, 35% e 18%, respectivamente. Até aí, ok, já que o público sempre comparecia lotando as salas de cinema e garantindo o lugar dos carros-robôs no pódio dos filmes mais vistos de seus respectivos anos. Aqui é que entra o fator Rotten Tomatoes, ou simplesmente um certo desgaste da franquia.

Das duas uma, ou as pessoas estão mais cientes em relação ao agregador, não só nos EUA, mas pelo mundo, ou completamente saturadas dos longos blockbusters explosivos de Michael Bay. Com uma irrisória aprovação de 15% – a parcela de profissionais que deu aval ao longa – a menor de toda a série até o momento – o quinto Transformers abriu sua carreira com 45 milhões de dólares nos EUA, o número mais baixo em bilheteria de toda a franquia, levando em conta que alguns filmes atingiram a marca de US$100 milhões só na estreia e o valor mais baixo havia sido US$70 milhões do filme original.

A Múmia (16%) – US$32 milhões

Enquanto a Paramount vê sua galinha dos ovos de ouro perder finalmente o fôlego junto ao público-alvo, a Universal não fica muito atrás em questão de prejuízo e amarga a “largada queimada” do Dark Universe, ambicioso projeto do mega empresário de cinema Alex Kurtzman, roteirista e produtor de franquias como Star Trek, Homem-Aranha e Transformers. Este ano fizemos uma matéria descortinando o Dark Universe – para saber mais clique no link.

A Múmia foi (ou seria) o primeiro passo deste universo interligando de monstros, com Kurtzman à frente do longa, jogando em todas as posições: roteiro, produção e direção. Bem, podemos dizer que não existem tantas outras pessoas para culpar pelo resultado. Quem sabe Tom Cruise? O astro é conhecido por dar pitaco e colocar seu dedo nos blockbusters que protagoniza. De qualquer forma, dificilmente Kurtzman deixaria Cruise fazer de seu Dark Universe, um Cruise Universe. Aqui, no entanto, creio que seja o caso de uma ideia mal concebida, já que assim que pipocaram as primeiras fotos, sinopse e finalmente o trailer, a maioria de cara torceu o nariz, prevendo o desastre. O filme obteve 16% de aprovação no agregador e rendeu 32 milhões de dólares em sua estreia nos EUA.

All Eyez on Me (16%) – US$26 milhões

Ao contrário dos dois primeiros itens na lista, este não é um blockbuster, mas uma biografia dramática. Pegando carona o sucesso de Straight Outta Compton – A História do NWA (2015), um dos grandes sucessos surpresa do verão norte-americano de dois anos atrás, biografia de um grupo de rap da década de 1980, que teve como integrantes nomes estabelecidos do mercado como Ice Cube e Dr. Dre. Straight Outta Compton fez sua estreia abrindo com mais de US$60 milhões em bilheteria, vivendo para uma carreira de mais de US$160 milhões só nos EUA (o 19º filme mais lucrativo do ano) e mais US$100 milhões ao redor do mundo – fechando com mais de US$200 milhões.

Além disso, o sucesso de 2015 obteve o aval da crítica, com 87% de aprovação no RT, e a indicação ao Oscar de roteiro original. Já All Eyez on Me, que relata outra figura muito amada do mundo do rap, Tupac Shakur, também ator, não caiu da mesma forma no gosto da crítica e público. Shakur foi assassinado em 1996, devido a uma rixa entre gangues rivais do mundo do rap. All Eyez on Me estreou com US$ 26 milhões, e arrecadou US$ 44 milhões durante a trajetória nas telonas, ou seja, menos do que a abertura de Straight Outta Compton. Fora isso, também não emplacou com os críticos, sendo aprovado apenas por 16% dos especialistas, o que deve garantir ao filme um lançamento direto no mercado de vídeo do Brasil.

Emoji: O Filme (8%) – US$25 milhões

Mostrando que a Hollywood atual funciona de reciclagens, todos querem garantir seu sucesso baseado em sucessos alheios. Ser original? Pra quê, se o que o público quer é repetição. Bem, nem sempre, ou ao menos que tenha o mínimo d qualidade. É o que prova esta animação. Uma Aventura LEGO (2014) foi um dos maiores sucessos do gênero em anos recentes, com 96% de aprovação dos críticos, quase US$70 milhões em sua estreia e US$470 milhões em caixa mundialmente. Quem diria que brinquedos de montar poderiam ser tão lucrativos e prestigiados no cinema. O que só mostra que uma boa ideia não tem limitações.

Mas ao contrário de uma boa ideia, uma cópia desta ideia pode ter seus percalços. LEGO mostrou que pecinhas de montar poderiam render uma boa animação. Desta forma, por que não adaptar para o cinema um aplicativo / jogo de celular, os infames Angry Birds. Bem, o resultado não foi o mesmo, já que não adianta ter só o mote sem um bom roteiro. Angry Birds obteve 44% de aprovação e uma bilheteria (boa) de US$350 milhões mundialmente – ficando abaixo de medalhões desgastados vide Kung Fu Panda 3 e A Era do Gelo 5. Mas nada prepararia pro desastre de Emoji: O filme. Sim, a grande ideia de fazer um filme dos rostinhos com emoções amarelos. Bem, ao menos tudo é amarelo, como LEGO, certo? Para a defesa da animação, eu, talvez o único ser humano vivo, não achei a pior coisa do mundo – leia a minha crítica. Emoji tem 8% de aprovação da imprensa e US$25 milhões em caixa na estreia.

A Torre Negra (16%) – US$19 milhões

Não é apenas um estúdio que fracassa, todos conhecem seus esqueletos no armário. Bem, talvez não a Disney. Seja como for, a Sony também possui sua cota de tiros no pé, e a mais nova é esta adaptação de uma cultuada série literária do mestre Stephen King. A trama de A Torre Negra é tão densa e complexa, se estendendo ao longo de diversos livros, que merecia um cuidado maior em sua adaptação. Não sei bem o que os envolvidos tinham na cabeça para confeccionar uma trama tão apressada e um filme que nem de perto faz jus a qualquer item contido no livro, em especial os personagens.

Aqui, no filme, a história é extremamente genérica, que apenas reproduz a batida “bem versus mal”, sem qualquer personalidade, surpresa ou inovação. Junte a isso a jornada do herói, levada à risca, sobre um menino que se descobre o escolhido e precisa combater o fim do mundo, não é brincadeira – mais clichê impossível. Nada se salva, tudo é altamente esquecível, e no meio disso, atores talentosos com Idris Elba e Matthew McConaughey descontam seus altos salários, mas perdem um pouco de suas almas. Para mais detalhes, leiam a minha crítica. A solução agora, se é que terá uma, é levar esta trama para as telinhas na forma de uma série de TV. A Torre Negra estreou nos EUA com US$19 milhões (ao menos em primeiro lugar, surrando O Sequestro, com Halle Berry – um filme pior, porém, mas divertido) e obteve apenas 16% de aprovação da imprensa.

Baywatch (19%) – US$19 milhões

Com o mesmo valor arrecadado na estreia, mas uma aprovação mais significativa da imprensa, com 3% a mais em relação à Torre Negra, Baywatch, adaptação de uma série de TV galhofa, tinha aspirações de ser o novo Anjos da Lei (2012). Infelizmente, os envolvidos esqueceram do principal e terminaram por inaugurar uma nova categoria no cinema: as comédias sem humor. Tudo é extremamente forçado, e o material não é digno dos atores, parecendo ter sido escrito por aquele adolescente espinhudo, que não pega ninguém, mas diz as maiores sacanagens para se auto afirmar.

Fora o humor escatológico sem graça, que insiste repetidas vezes em piadas que funcionaram (até criar uma exaustão) e também nas que não funcionaram, os personagens são mal resolvidos – funcionando em uma única nota – e a química entre eles é nula, em especial a dos protagonistas Dwayne Johnson (geralmente um poço de carisma, mas aqui claramente incomodado) e Zac Efron. Para não sermos totalmente injustos, existe sim uma boa química entre dois personagens pra lá de carismáticos no filme, que justamente roubam os holofotes e protagonizam os momentos que mais dão certo comicamente: Kelly Rohrbach (CJ Parker) e Jon Bass (Ronnie Greenbaum). Até mesmo as pontas de David Hasselhoff e Pamela Anderson o longa tratam de despir de humor. Leia mais na crítica do filme.

The House (17%) – US$9 milhões

Inédito no Brasil e com o destino certo de lançamento em vídeo, esta é a nova comédia dos humoristas Will Ferrell e Amy Poehler. É certo que o poder de Ferrell junto ao público não é mais o mesmo da década passada, na qual o comediante emplacava um sucesso atrás do outro. Mesmo assim, Ferrell ainda consegue tirar da cartola produções que caem no gosto do grande público, ao menos o suficiente para renderem uma sequência, vide Pai em Dose Dupla.

Aqui, a dupla Poehler e Ferrell, veteranos do humorístico Saturday Night Live – o programa de esquetes mais duradouro do mundo – interpretam um casal que está sem opções para conseguir dinheiro para a universidade cara da filha. No meio da crise e desesperados, os dois decidem transformar a casa em um cassino, tirando assim a paz da vizinhança. O filme marca a estreia na direção de Andrew Jay Cohen, roteirista de comédias de sucesso como Vizinhos (2014) e sua continuação (2016). The House guarda simplórios 17% de aprovação da imprensa, e juntou US$9 milhões em bilheteria através dos EUA em sua estreia.

O Que Será de Nozes 2 (11%) – US$8 milhões

Mostrando que não são apenas os filmes mirados aos jovens e adultos que sofrem com o desprezo do público e crítica, já temos duas animações no ranking dos maiores fracassos deste ano. A segunda é justamente esta continuação do longa de 2014, que igualmente não emplacou no gosto dos especialistas marcando exatos 11% de aprovação (reprisados aqui) e com bilheteria total de um pouco mais de US$64 milhões.

A continuação, que traz de volta as vozes originais de Will Arnett e Katherine Heigl, e adiciona Jackie Chan e Bobby Cannavale ao elenco de dubladores, conseguiu agradar mais críticos que Emoji, por exemplo. O motivo, no entanto, pode ter sido por um lançamento mais limitado para O Que Será de Nozes 2 e o fato de que provavelmente um número maior de jornalistas assistiu a Emoji, uma produção da Sony. O que reflete também a bilheteira mais inflada do filme das carinhas amarelas. Seja como for, Nozes 2 juntou US$8 milhões em sua estreia.

Diário de um Banana: Caindo na Estrada (20%) – US$7 milhões

Os filmes infantis não tiveram sorte neste verão norte-americano. Ou melhor, alguns não tiveram, e a maioria foi justificável. Esta é terceira continuação da franquia Diário de um Banana, iniciada em 2010, baseada nos livros de Jeff Kinney, e o primeiro filme a usar o garoto Jason Drucker como o protagonista Greg (substituindo Zachary Gordon dos três anteriores). Alicia Silverstone e Tom Everett Scott também são novidades, entrando no lugar de Rachael Harris e Steve Zahn como a mãe e o pai.

Desta vez, a franquia reformulada com novos rostos decide cair na estrada com a família, cinco anos depois da última aparição dos personagens na telona. Este, porém, foi o esforço menos satisfatório da série na opinião dos críticos, rendendo apenas 20% de aprovação, a média mais baixa de um filme da franquia. Fora isso, o fato de ter aberto sua carreira nos cinemas dos EUA com “apenas” US$7milhões faz do quarto Diário de um Banana o segundo maior fracasso do verão americano de 2017.

7 Desejos (18%) – US$5 milhões

Este era para ser somente mais um filme de terror, cujo objetivo era cair nas graças do grande público que lota as salas de multiplex prontos a consumir produtos do gênero. No entanto, esta mistura de Hellraiser (1987) e O Mestre dos Desejos (1997), que mostra uma jovem descobrindo uma caixa que lhe concede todo tipo de desejo, falhou ao atender os pedidos dos fãs de terror e dos críticos.

Veículo para a jovem Joey King (O Ataque), clone de Chloe Grace Moretz, 7 Desejos obteve uma das avaliações mais baixas do ano, com 18% de aprovação dos especialistas. Seja como for, junte a isso uma abertura de somente US$5 milhões e temos uma das obras de terror (gênero geralmente muito rentável, levando em conta seu baixo orçamento e apelo junto ao fiel público) mais mal sucedidas dos últimos tempos. Além disso, 7 Desejos leva o prêmio como o filme que mais naufragou neste verão norte-americano.

‘Stranger Things’: Criadores falam sobre a polêmica em torno da cena de beijo “forçado”

Os irmãos Duffer, criadores de Stranger Things, se envolveram em uma grande polêmica ao comentar, durante o especial Beyond Stranger Things’, que uma cena entre dois atores não existia no roteiro.

 

[CUIDADO COM SPOILERS SOBRE A 2ª TEMPORADA]

A cena do beijo entre Max (Sadie Sink) e Lucas (Caleb McLaughlin) não estava no roteiro e a atriz não estava confortável com a situação.

Sadie Sink admitiu que estava nervosa com a cena por ter de gravar na frente de vários membros da equipe, figurantes e de seus pais.

Ross Duffer então brinca que o beijo não estava planejado, porém só foi inserido pois a reação “assustada” da atriz foi “muito forte”. O comentário gerou discussões na internet, com fãs e atores classificando o comportamento dos criadores como errado e abusivo.

Já em entrevista a Variety, Matt Duffer também afirmou que os demais beijos da série foram feitos da mesma forma, definidos pelo momento.

“Me dá um tempo! Eles tiveram que se beijar três vezes. Você pensa que é o fim do mundo mas acho que é grande coisa. Caleb deu seu primeiro beijo, acho. Definitivamente era o primeiro de Sadie, isso eu sei. Mas até Millie Bobby Brown e Finn Wolfhard nunca tinham beijado antes. Foi algo enorme.”

Por fim, Matt diz que é necessário que os atores saiam de suas zonas de conforto às vezes.

“Foi divertido, eu amei. É preciso torturá-los um pouco. Você sabe que é preciso se divertir de alguma forma. E temos essas crianças que são muito divertidas. Sei exatamente como irrita-las agora.”

E vocês, o que acham dessa situação que os atores tiveram que passar?

 

 

A 2ª temporada de Stranger Things já está disponível com 9 episódios na Netflix.

‘Stranger Things’: 3ª temporada terá um salto temporal; Entenda!

O elenco infantil está crescendo cada vez mais rápido e a trama da série não está conseguindo acompanhar.

Tendo em vista esse fato, Ross Duffer, co-criador de Stranger Things’, revelou em entrevista ao Yahoo! que a terceira temporada também começará após um salto temporal.

“É preciso algum tipo de salto temporal porque as crianças já se parecem muito mais velhas. Não importa o que quisermos fazer. Lembro quando estávamos falando da segunda temporada, que queríamos começar logo na noite de natal e continuar daí, mas ai percebemos que as crianças já estavam velhas demais, então foi preciso avançar.”

Duffer também conta uma das dificuldades que estão enfrentando com o elenco e brinca:

“Até no último trailer foi preciso repetir uma fala de Lucas (Caleb McLaughlin). Ele tem voz de homem agora, isso me assusta. Ano vem ele já estará dirigindo para o set”

Leia mais sobre Stranger Things’:

Segundo dados da empresa Nielsen (via The Wrap), cerca de 15,8 milhões de pessoas viram episódio de estreia da 2ª temporada de Stranger Things no primeiro final de semana. Destes, 11 milhões estão compreendidos na faixa etária entre 18 e 49 anos.

Merece destaque também que 361 mil pessoas assistiram aos nove episódios da temporada no dia do lançamento.

Já nas redes sociais, principalmente no Facebook e no Twitter, foram aproximadamente 7,2 milhões de interações nos primeiros três dias.

Apesar da Netflix não concordar em divulgar índices de audiência, a Nielsen garante que descobriu uma forma de obter tais informações, tendo conduzido um teste de sucesso nos últimos dois meses.

A 2ª temporada de Stranger Things já está disponível com 9 episódios na Netflix.

Ryan Murphy produzirá pré-sequência de ‘Um Estranho no Ninho’ para a Netflix

O criador de American Horror Story‘, Ryan Murphy, fechou acordo com Netflix e produzirá sua primeira série para a empresa.

Ratched‘ será um prelúdio do longa Um Estranho no Ninho (1975)protagonizado por Jack Nicholsone focará na diabólica enfermeira que dá nome à produção.

Sarah Paulson (American Crime Story)  viverá a protagonista.

A produção funcionará como uma história de origem, na qual os espectadores entenderão a evolução da enfermeira no sistema de saúde mental desde 1947, quando começa a série, até o momento em que a conheceram no longa de Milos Forman, quando ela já se transformou em um monstro.

Segundo o Deadline, os serviços de streaming Hulu e Apple batalharam pela produção, mas a Netflix acabou fechado o acordo, considerado um dos maiores do ano até o momento. Ryan Murphy garantiu, assim, duas temporadas de 18 episódios cada.

Além de ser o produtor executivo ao lado do ator Michael Douglas, Murphy dirigirá o piloto da série. O projeto foi criado pelo novato Evan Romansky. 

Ratchedtem lançamento previsto para o primeiro semestre de 2018.

Sean Astin fala sobre a série de TV baseada em ‘O Senhor dos Anéis’

No fim de semana, a Variety confirmou que a Amazon Studios está trabalhando com a Warner Bros. Television para desenvolver uma série de TV de O Senhor dos Anéis.

Em entrevista à rádio SiriusXM, o ator Sean Astin falou sobre o projeto. Ele interpretou Sam na trilogia dirigida por Peter Jackson, e atualmente divulga a segunda temporada de ‘Stranger Things‘.

“Há anos eu tenho avisado as pessoas que eles fariam um remake de O Senhor dos Anéis. E todo mundo me dizia que não aconteceria, porque eles não mexeriam em um clássico. Eu previ tudo isso. São personagens tão marcantes e amados… É claro que eles iriam contar essa história de novo. Eu não interpretaria Sam de novo, mas fiquei curioso para saber como vai ficar”, afirmou.

A obra de J.R.R. Tolkien foi adaptada para os cinemas como trilogia de 2001 à 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre eles o Oscar de melhor diretor para Peter Jackson e Melhor filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um prequel com O Hobbit, também deu origem a três filmes, lançados a partir de 2012.

O CEO da Amazon, Jeff Bezos, disse estar participando pessoalmente das negociações para desenvolver a série, que ainda estão em estágios iniciais. Nenhum acordo foi definido ainda com a Warner, que retem os direitos das obras de Tolkien.

Fiquem ligados no CinePOP para novas informações sobre a série.

‘The Batman’: Ben Affleck diz que não sabe se voltará a viver o personagem; Assista!

A novela em torno do retorno de Ben Affleck como o Batman continua.

Em entrevista à ExtraTV, Affleck afirmou que não sabe se voltará a viver o Batman após ‘Liga da Justiça‘.

“Não sei a respeito disso. Vamos ver o que o futuro nos guarda”, afirmou.

Há meses, existem várias especulações afirmando que o ator seria substituído após ‘Liga da Justiça‘ – mas a Warner só divulgaria a notícia oficialmente após a estreia do filme, para evitar perdas nas bilheterias.

Assista a entrevista (no minuto 0:40):

The Batman‘ começará a ser filmado durante o verão norte-americano de 2018, entre Junho e Setembro.

O filme passou por diversas reformulações ao longo dos últimos meses. O filme seria estrelado, dirigido e roteirizado por  Ben Affleck (o texto teria a ajuda de Geoff Johns), mas o ator sentiu o peso do trabalho e decidiu se afastar de algumas funções, seguindo como protagonista (apesar de vários rumores alegarem que ele não viverá o herói no filme).

Seu roteiro era inspirado no filme ‘Vidas em Jogo‘ (The Game), suspense de David Fincher protagonizado por Michael Douglas em 1997.

O roteiro foi descartado e está sendo escrito por Matt Reeves, do ótimo ‘Planeta dos Macacos: A Guerra‘, que também assumirá a direção. Especula-se que o projeto possa chegar aos cinemas entre 2019 e 2020.

‘House of Cards’ e as Séries Canceladas por Polêmicas

Recentemente, a Netflix anunciou o fim da aclamada série política House of Cards. Iniciada em 2013, e com cinco temporadas em sua trajetória, o programa serviu como fundação para o que a plataforma de streaming é hoje. Antes de fenômenos como Stranger Things, a Netflix se erguia graças ao sucesso de House of Cards.

Embora uma sexta temporada esteja sendo produzida no momento, com lançamento previsto para o ano que vem, o anúncio do fim do programa pegou todos de surpresa. O que acontece, como todos sabem, é que o protagonista e produtor do seriado, o astro vencedor de dois Oscar Kevin Spacey (Os Suspeitos e Beleza Americana) foi pego numa teia de inúmeras acusações de assédios sexuais por parte de diversos artistas que trabalharam com ele, todos homens, e incluindo menores de idade.

Se estava nos planos da Netflix terminar House of Cards em breve ou não, as acusações serviram como acelerador do processo. A empresa inclusive anunciou um possível derivado, seguindo por outro caminho com personagens secundários da série, que é a 35ª preferida do grande público segundo a bíblia da rede, o IMDB.

Agora chega o anúncio do desligamento de Spacey da série, decisão da empresa, o que afetará o andamento da temporada inédita – o que dizem é que o personagem de Spacey, Francis Underwood, morrerá.

Todo este panorama que demos sobre a polêmica de House of Cards serviu apenas como introdução de nossa nova matéria, baseada em um artigo de nossos colegas da UOL. House of Cards não foi a única série da história a ser cancelada exclusivamente devido à polêmica de bastidores. Conheça abaixo outros programas que tiveram o mesmo destino e como sempre, não esqueça de comentar deixando sua opinião.

Produções Renomadas

Duas produções recentes, com grandes nomes envolvidos, foram interrompidas devido a polêmicas. Uma antes mesmo de ser rodada. Antes de receber até mesmo um título, a série sobre máfia que seria estrelada por Robert De Niro e Julianne Moore, e com roteiro, produção e direção de David O. Russell (cinco vezes indicado ao Oscar) teve seu plugue puxado. A série seria lançada pelo canal de streaming rival do Netflix, a Amazon. Mas por que com um elenco desses e um criador prestigiado o programa precisou ser cancelado? Simples: tratava-se de uma produção da Weinstein Company, empresa de Harvey Weinstein, talvez o único sujeito mais ferrado que Kevin Spacey nestas explosões sobre assédio.

Luck, série produzida por Michael Mann (Fogo Contra Fogo, 1995), sobre corridas de cavalo, teve outro motivo para ser cancelada. E foi justamente o tema do programa. Por envolver corridas de animais, um acidente resultou no ferimento grave de dois cavalos, que logo em seguida precisaram ser sacrificados. Entidades que cuidam da proteção aos bichos nos sets de filmagens, como a PETA, não ficaram nem um pouco felizes e trataram de cair em cima da produção. Os envolvidos, prevendo que não teriam como garantir o bem estar e segurança dos animais, se tratando de uma programa com tal temática, resolveram cancelar a série logo na primeira temporada, deixando Luck com apenas dez episódios em seu histórico. Para completar, o seriado tinha como protagonista o veterano Dustin Hoffman, contra quem denúncias sobre assédio em seu passado surgiram recentemente.

Ídolos Teen

Se você pensa que ter um astro adolescente te livrará de polêmicas de bastidores, pense de novo. Dois programas ficaram marcados por seus desfechos abruptos, ligados exclusivamente às vidas pessoais de seus protagonistas.

Começaremos com Zoey 101, protagonizado por Jamie Lynn Spears, irmã da igualmente problemática Britney Spears. O programa, que ficou no ar por três anos, é dito ser um dos mais assistidos no canal infantil Nickelodeon na década passada. No entanto, precisou chegar ao fim quando sua estrela anunciou a gravidez aos 16 anos de idade (seu namorado então tinha 18 anos). O canal anunciou apoio à menina, mas optou por encerrar Zoey 101 para não passar a ideia errada de apologia à gravidez adolescente.

Do mesmo canal, Sam & Cat é o derivado dos programas da casa iCarly e Victorious, e durou apenas um ano. O motivo: fotos nuas da estrela juvenil Jennette McCurdy pipocaram na rede quando a temporada chegava ao fim, embora oficialmente o canal tenha justificado o encerramento utilizando a carreira musical de Ariana Grande – a outra protagonista. Além disso, brigas por igualdade salarial (Grande recebia mais) eram reportadas nos bastidores.

Reprises

Séries clássicas também podem ser abaladas por controvérsias recentes. É o que aconteceu com The Cosby Show, programa associado à representatividade por ser um dos mais relevantes protagonizado por uma família negra. O seriado foi exibido de 1984 a 1992, porém, assim como muitos programas icônicos, vide Chaves, Um Maluco no Pedaço (Fresh Prince of Bel-Air), Seinfeld e Friends, se perpetuou com as reprises. O problema veio com a acusação de assédio do astro Bill Cosby, comediante e protagonista do programa. Cosby, visto como o paizão da América, foi acusado por uma jogadora de basquete, e em seguida diversas outras mulheres seguiram o mesmo caminho. Desta forma, canais de TV que exibiam as reprises de seu programa mais famoso, resolveram encerrar a transmissão do mesmo.

Filmes que chegam Nas Locadoras em NOVEMBRO de 2017

   22-11-17CONTINUE LENDO 

‘Forever My Girl’: Trailer do romance country com Jessica Rothe, estrela de ‘A Morte te dá Parabéns’

A atriz Jessica Rothe, de 30 anos, teve sua grande revelação na carreira este ano com o sucesso de terror A Morte te dá Parabéns (Happy Death Day). Agora, a carismática atriz retorna às telonas com Forever My Girl, romance com temática country, que promete arrebatar os fãs do gênero, seguindo a linha das obras de Nicholas Sparks.

Assista ao nosso divertido vídeo sobre ‘A Morte te dá Parabéns’

Forever My Girl estreia nos cinemas norte-americanos em janeiro de 2018. Assista abaixo ao trailer.

Na trama, Alex Roe (A 5ª Onda) interpreta Liam Page, um jovem e famoso cantor country, que retorna para sua cidade e para seu grande amor (Rothe) após ter ficado afastado por dez anos na estrada. O longa é escrito e dirigido pela cineasta Bethany Ashton Wolf. O filme ainda não possui data de estreia definida no Brasil.

‘Stranger Things’: Criadores comentam teoria sobre Bob ter sido vítima de Pennywise

Recentemente, surgiu uma teoria na internet de que o personagem Bob (Sean Astin) de Stranger Things’, pudesse ter sido umas das vítimas do palhaço Pennywise, da obra IT: A Coisa, de Stephen King.

Tudo surgiu porque, na 2ª temporada, Bob conta para Will (Noah Schnapp) uma história de sua infância envolvendo um palhaço chamado Mr. Baldo, que assombrou seus pesadelos após lhe oferecer um balão em uma festa infantil.

Bob é natural do estado do Maine, nos EUA, onde se passam muitas das histórias de King, incluindo, é claro, a do palhaço Pennywise.

Perguntado pela Vulture se a referência foi intencional, o criador Matt Duffer contou como a ideia foi colocada em prática.

“Quando eu era pequeno, tinha um problema enorme com palhaços. Eu tinha muito medo, e quando vi It: A Coisa, a minissérie original de 1990, a performance de Tim Curry como Pennywise realmente me f*deu todo. Eu acho que essa cena foi uma forma de exorcizar esse demônio para mim, e contar algo que ainda me causa medo. Eu nunca tive contato com nada de Stephen King antes de assistir It, então acho que foi uma homenagem também.”

Interessante, não acham? Quem reparou na referência?

Leia mais sobre a série:

Que a 2ª temporada de ‘Stranger Thingsveio muito mais desafiadora, sombria e ousada que a anterior, nós já sabemos, agora, após o controverso sétimo episódio intitulado “A Irmã Perdida”, os criadores defendem as decisões criativas e rebatem as críticas negativas de que o capítulo destoa do restante da série.

Em entrevista à Entertainment Weekly, Matt Duffer comentou:

“Quer funcione para as pessoas ou não, isso nos permite experimentar um pouco. É importante para Ross e eu tentar novas coisas, para não parecer que estamos fazendo a mesma coisa sempre. É quase como fazer outro pequeno episódio piloto no meio da temporada, o que é algo meio insano. Mas foi realmente divertido escrever o roteiro, escalar o elenco e trabalhar nele.”

Os irmãos Duffer ainda defendem que o episódio trouxe mais relevância e complexidade para a personagem Eleven:

“Nosso teste para o episódio foi tentar tirá-lo da série apenas para nos certificarmos de que não precisaríamos dele, porque eu não queria ele lá como um preenchimento, mesmo que alguns críticos tenham nos acusado de fazer isso. Mas a jornada de Eleven meio que despencava, como se o final não funcionasse sem isso.”

O episódio também a presenta a nova personagem Kali (Linnea Berthelsen), que deve ser melhor desenvolvida nas próximas temporadas. E vocês, o que acharam desse sétimo episódio?

A 2ª temporada de Stranger Things já está disponível com 9 episódios na Netflix.