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Moana

(Moana)

Elenco:

Dwayne Johnson – Maui
Catherine Laga’aia – Moana
Frankie Adams – Sina
Rena Owen – Tala
John Tui – Chefe Tui

 

Direção: Thomas Kail

Gênero: Aventura

Duração: 115 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: US$ 250 milhões

Estreia: 9 de Julho de 2026

Sinopse: 

No live-action de MOANA, uma jovem parte em uma missão para salvar seu povo. Durante a jornada, Moana conhece o outrora poderoso semideus Maui, que a guia em sua busca para se tornar uma mestre em encontrar caminhos. Juntos, eles navegam pelo oceano em uma viagem incrível.

Curiosidades: 

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» Jared Bush, responsável pelo roteiro do filme original, assumirá a tarefa de escrever o roteiro para o remake, juntamente com Dana Ledoux Miller;

» Sucesso nos cinemas, a animação original arrecadou sólidos US$ 687.2 milhões mundialmente. Além disso, a produção conquistou os críticos, alcançando 95% de aprovação no Rotten Tomatoes;

 

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

A Morte do Demônio: Em Chamas

(Evil Dead Burn)

Avaliação: 

 

Elenco:

Hunter Doohan – Joseph
Luciane Buchanan – Thya
Souheila Yacoub – Alice
Tandi Wright – Susan
George Pullar – Will
Erroll Shand – Edgar
Maude Davey – Polly

 

Direção: Sébastien Vanicek

Gênero: Terror

Duração: 110 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 9 de Julho de 2026

Sinopse: 

A Morte Do Demônio: Em Chamas traz a aventura mais selvagem e aterrorizante da franquia até hoje, incendiando as telonas com um novo capítulo de carnificina e caos demoníaco.

Após a perda do marido, uma mulher busca consolo com seus sogros em sua casa isolada. Conforme eles são transformados em Deadites e transformando o encontro em uma reunião familiar infernal, ela descobre que os votos que fez em vida continuam valendo mesmo após a morte.

Crítica: 

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Curiosidades: 

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» Além de dirigir, Sébastien Vaniček também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard;

» O novo filme contará com uma história independente. Apesar de se passar no mesmo universo da franquia, não haverá conexões diretas com os capítulos anteriores;

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Cartazes: 

 

Fotos: 

Franz

(Franz)

Elenco:

Idan Weiss
Peter Kurth
Jenovéfa Boková

 

Direção: Agnieszka Holland

Gênero: Drama

Duração: 127 min.

Distribuidora: A2 Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 2 de Julho de 2026

Sinopse: 

Concebido como um mosaico caleidoscópico, FRANZ narra a trajetória de Frank Kafka desde seu nascimento na Praga do século XIX até sua morte na Viena pós-Primeira Guerra Mundial.

Curiosidades: 

» O longa é uma cinebiografia do aclamado escritor tcheco Franz Kafka;

» Além de dirigir, Agnieszka Holland também assina o roteiro do lado de Marek Epstein;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

O Mandalorian e Grogu

(The Mandalorian & Grogu)

Elenco:

Pedro Pascal – O Mandaloriano
Jeremy Allen White – Rotta the Hutt
Sigourney Weaver – Ward
Jonny Coyne
Steven Blum

Direção: Jon Favreau

Gênero: Aventura

Duração: 132 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: US$ 180 milhões

Estreia: 21 de Maio de 2026

Sinopse: 

Em O MANDALORIANO E GROGU, o cruel Império caiu, mas os senhores da guerra imperiais seguem espalhados por toda a Galáxia. Enquanto a incipiente Nova República trabalha para proteger tudo pelo que a Rebelião lutou, ela conta com a ajuda do lendário caçador de recompensas mandaloriano, Din Djarin (Pedro Pascal) e de seu jovem aprendiz, Grogu. Dirigido por Jon Favreau, o filme também é estrelado por Sigourney Weaver e Jeremy Allen White, e produzido por Jon Favreau, Kathleen Kennedy, Dave Filoni e Ian Bryce, com música composta por Ludwig Göransson.

Crítica: 

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Curiosidades: 

» Além de dar continuidade aos eventos da série ‘The Mandalorian‘, o longa não irá atrapalhar a narrativa do seriado. A quarta temporada continua em desenvolvimento, embora possa demorar um pouco mais para acontecer;

» Este longa será o primeiro da saga espacial desde ‘A Ascensão Skywalker‘, de 2019;

» Recentemente, o diretor Jon Favreau expressou seu entusiasmo com o longa-metragem: “Foi incrível contar histórias no rico universo criado por George Lucas. A oportunidade de levar as aventuras do Mandalorian e seu aprendiz Grogu para as telas grandes é emocionante”;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

A Odisseia

(The Odyssey)

 

 

Elenco:

Matt Damon – Odisseu
Tom Holland – Telêmaco
Elliot Page
Zendaya – Athena
Anne Hathaway – Penélope
Travis Scott
Robert Pattinson – Antinous
Charlize Theron
Mia Goth – Mélantho
Jon Bernthal – Menelau
Ben Safdie – Agamemnon
Himesh Patel – Euríloco
Ryan Hurst
Lupita Nyong’o – Helena de Troia
Corey Hawkins
Samantha Morton
Direção: Christopher Nolan

Gênero: Épico

Duração: 172 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 250 milhões

Estreia: 16 de Julho de 2026

Sinopse: 

A ODISSEIA‘ é o novo longa de Christopher Nolan, vencedor do Oscar de Melhor Diretor e Melhor Filme por “Oppenheimer”, que levará às telonas uma épica adaptação do poema de Homero.

Considerada como uma das produções mais aguardadas do ano, o longa é estrelado por Matt Damon e pela vencedora do Oscar Anne Hathaway, que interpretam Odisseu e Penélope, respectivamente. Ambientada após a Guerra de Troia, a história acompanha a épica jornada de Odisseu em seu retorno para casa, enfrentando criaturas míticas e a ira dos deuses, enquanto sua esposa Penélope o aguarda.

Para dar vida a essa narrativa extraordinária, o elenco reúne grandes nomes de Hollywood, incluindo Tom Holland (Telêmaco), Zendaya (Atena), Mia Goth (Melanto), Robert Pattinson (Antínoo), John Leguizamo (Eumeu), Jimmy Gonzales (Cefeu) e Himesh Patel (Euríloco). O filme conta ainda com as participações das vencedoras do Oscar Charlize Theron e Lupita Nyong’o.

Crítica: 

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Crítica em Vídeo: 

 

Notícias: 

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Curiosidades: 

» Com roteiro de Nolan, o longa é uma adaptação ambiciosa do poema épico grego de Homero;

» Depois do sucesso de Oppenheimer (2023), Nolan escolheu o épico grego A Odisseia — de Homero — como seu próximo grande projeto, trazendo de volta o estilo ousado de produção.

» O protagonista do filme será Matt Damon, que interpretará o herói grego Odisseu (Ulisses). Além dele, o elenco inclui nomes como Tom Holland, Zendaya, Anne Hathaway, Robert Pattinson, Lupita Nyong’o e Charlize Theron, entre outros — o que indica uma superprodução internacional e ambiciosa.

» Produção global e paisagens reais. As filmagens ocorreram em diversos países e locações ao redor do mundo, incluindo locais no Marrocos, Grécia, Itália, Escócia e Islândia.

» Uso pioneiro de tecnologia — lona totalmente IMAX. O filme será filmado 100% com câmeras de película IMAX 70 mm, algo nunca feito antes num longa de grande orçamento. Para tornar isso possível, a empresa que provê as câmeras precisou desenvolver equipamentos mais leves e silenciosos — um marco técnico impulsionado pelo próprio Nolan.

» Orçamento e escala épicos. Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, “A Odisseia” é o filme mais caro da carreira de Nolan até hoje (pelo menos oficialmente).

» Produção extensa e ambiciosa. As filmagens começaram em fevereiro de 2025 e se estenderam até agosto do mesmo ano. Segundo informações recentes, foram usados mais de 2 milhões de pés de película IMAX, o que equivale a cerca de 100 horas de filmagem bruta — um volume enorme para padrões da indústria.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Close-up of a dark-skinned woman with wet skin and curly hair, looking distressed at a figure in armor to her left, wearing a gold hair cuff.

Two armored warriors converse on a ship deck; the left figure wears a blue helmet with a tall plume and plume.

Hooded man in low, orange light with a contemplative expression (close-up)

odisseia

O Convite

(The Invite)

 

Elenco:

Seth Rogen
Olivia Wilde
Penélope Cruz
Edward Norton

 

Direção: Olivia Wilde

Gênero: Comédia

Duração: 107 min.

Distribuidora: O2 Play Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 9 de Julho de 2026

Sinopse: 

Em O CONVITE, o casamento de Joe e Angela está por um fio. Quando eles convidam o enigmático casal de vizinhos do andar de cima para um jantar, a noite toma um rumo inesperado e tudo pode acontecer.

Curiosidades: 

‘O Convite’: Harry Styles surpreende ao assistir filme da ex-namorada Olivia Wilde

» O longa é um remake do aclamado filme espanhol ‘Sentimental‘ (2020). Além da refilmagem americana, a produção já foi adaptada em seis outras versões diferentes;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Doce Vingança’: Mais de uma década desse filme sangrento e ATERRORIZANTE!

O olhar para a vingança mesmo após danos irreparáveis. Chegava aos cinemas no ano de 2010 o remake de um filme do final da década de 1970 que usa o chocar, a intensa violência, para mostrar os rompimentos dos valores, do que o ser humano é capaz e o encontro com a imoralidade. Dirigido por Steven R. Monroe, Doce Vingança é uma obra perturbadora, sangrenta, angustiante, que ruma para a mão única de uma vingança. Esse longa-metragem, definitivamente, não é um filme fácil de assistir.

Na trama, conhecemos a romancista Jennifer (Sarah Butler) que aluga um chalé isolado numa cidadezinha para começar a escrever sua nova obra. O que ela não esperava era ser atacada covardemente por um grupo de moradores da região. Após horas sofrendo violência sem parar ela consegue se jogar em um rio e desaparece. Poucos dias depois, a vingança se torna o único objetivo dela.

Ao longo do tempo, muitos filmes de vingança chegaram aos cinemas mas poucos tão violentos e chocantes quanto esse. Esse ponto, a vingança, é o elemento central do conceito do roteiro, atravessa reflexões sobre, algo muito debatido pela filosofia e outras áreas de estudo gerais. Os espectadores se colocam no lugar da vítima, e as perguntas do que você faria logo chegam com força.

Mas até chegarmos a essa análise mais profunda sobre o tema, nos é apresentado na primeira parte do filme o machismo descarado, a falta de remorso, a psicopatia, elementos que rumam para imoralidade e o desrespeito com o próximo. Essas questões psicológicas estão implícitas nas apresentações dos cruéis personagens, algo que se soma a tensão das cenas que se seguem. O descontrole e o egoísmo se juntam à covardia de atos inescrupulosos, imperdoáveis.

Com ensaios que duraram apenas duas semanas, e rodado no estado de Louisiana, o longa-metragem tem cenas angustiantes, algo que deve ter sido um enorme desafio para todo o elenco, principalmente para a intérprete da protagonista, Sarah Butler. A narrativa percorre o olhar para o medo, o desespero de forma bruta, intensa, não há muito respiro para a tensão que toma conta de todos os quase 110 minutos de projeção. Ao assistir ao filme, não fique surpreso se espectadores quererem fechar os olhos em muitas cenas. As sequências causam impacto.

Doce Vingança já tem mais de uma década que foi lançado e ainda gera incômodos quando pensamos sobre a obra. É um projeto complicado até para se rever, pode se gerar gatilhos. Pra quem quiser conferir, o filme está disponível na Prime Video.

Os Melhores e Piores Filmes da saga ‘STAR WARS’

Texto por Wilker Medeiros,
com revisões de Pablo Bazarello

Quando George Lucas arriscou tudo que tinha para montar a empresa de efeitos visuais Industrial Light & Magic e angariar recursos para produzir uma arriscada empreitada de ficção cientifica, gênero que até então não era levado a sério pelo grande público, não imaginou que estaria mudando para sempre a cara do cinema mundial com Star Wars. Além de tornar os contos de fantasia acessíveis para a massa sem que o troço soasse ridículo, Lucas transformou a mídia em produto e, ao lado do parceiro Steven Spielberg com o também sucesso Tubarão (1975), deu início a chamada era dos blockbusters. Superproduções que alcançaram enormes bilheterias e trouxeram linhas de brinquedos, jogos, colecionáveis, entre outras coisas.

Com a incrível recepção obtida, o filme ganhou continuações e virou franquia, e que por sua vez se tornou uma religião entre os fãs mais árduos. O dito universo expandido começou a aparecer e com ele foi gerado histórias em quadrinhos, séries animadas, especiais, livros canônicos e outros materiais que deixaram a obra de George Lucas ainda mais grandiosa. Em estimativa, na estreia de Star Wars: A Guerra dos Clones (2008) – um spin-off que serve como piloto para série de animação híbrida – foi feita a soma da bilheteria arrecadada pelos setes longas, que juntos totalizavam a marca de US$4,41 bilhões, sendo uma das cinesséries mais rentáveis da história. Ainda que Lucas e companhia descartassem a possibilidade de novos longas diretos.

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Mas eis que em 2012 foi anunciado que, assim como fez com a Pixar e a Marvel, a Walt Disney Company comprou a Lucasfilm por incríveis $4,05 bilhões de dólares, anunciando que uma nova trilogia estaria por vir, e também películas solos entre a história central. Mas como os três filmes anteriores com o tempo passaram a ser mal vistos, principalmente no que se refere a algumas escolhas do autor, pedia-se que Lucas passasse longe desse novo projeto. Mas a desconfiança e o preconceito por parte de alguns ainda pairava: conseguiria o estúdio do Mickey Mouse dar um novo vigor à franquia e trazer de volta a magia dos títulos originais? A resposta está em Star Wars – O Despertar da Força, que foi completamente abraçado pela crítica e está tendo uma calorosa recepção por parte do público em geral, inclusive quebrando recordes de bilheteria.

Inúmeros fãs da saga comentam que o novo trabalho de J. J. Abrams é até agora o melhor de todos os longas já lançados, chegando ao ponto de se equiparar ao clássico Star Wars Episódio V: O Império Contra-Ataca (1980). Outros poucos torceram o nariz e afirmaram que a obra na verdade é uma mera cópia de Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança (1977). Mas afinal de contas, numa lista ranqueada por relevância cinematográfica e temática, qual seria a ordem correta dos filmes? Obviamente este é um ponto bem pessoal, mas o CinePOP encarou o desafio e apresenta abaixo quais os melhores filmes do universo Jedi. Não esqueça e deixe a sua lista nos comentários!

9 – Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma (1999)

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Dentre ideias malucas que empalidecem a mística Jedi como midi-chlorians e medição numérica de força, o humor bobo histriônico de Jar Jar Binks e várias caracterizações equivocadas, o que mais incomoda nesse recomeço é como a resolução da trama e de quase tudo acontece de maneira tola. O pequeno Anakin Skywalker quase que sem querer consegue destruir todas as forças inimigas sem muito esforço, fazendo com que todos os planos de guerra vistos no primeiro filme fossem encarados como mera perca de tempo. Os efeitos visuais também já soam hoje absolutamente ultrapassados.

Sinopse: Dois jedis – Qui-Gon Jinn e Obi-Wan Kenobi – vão parar no distante planeta Tatooine, e acabam descobrindo um garoto que acreditam ser “especial”, por ter grande afinidade com a Força.

8 – Star Wars Episódio II: Ataque dos Clones (2002)

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A segunda parte do que seria a nova empreitada de George Lucas, mesmo tendo boas lutas, na verdade é uma colcha de retalhos. Foram dez anos entre os dois filmes, mas parece que nada aconteceu nesse tempo. Aliás, não se entende bem o que está sendo posto em tela. O diretor insere o que lhe vem na cabeça, sem o mínimo esmero dramático. As infinitas batalhas cansam ao longo do tempo e soam repetitivas. O foco no romance entre Anakin e Padmé poderia ser interessante, mas acabou virando algo bobo e perdido em meio à trama, quase uma versão mais nova de seu Loucuras de Verão (1973).

Sinopse: Dez anos se passaram dos acontecimentos de “A Ameaça Fantasma“, Anakin é agora um Jedi em treinamento avançado, quando reencontra Padmé Amidala, agora senadora. Um plano misterioso para matá-la está tentando ser executado, e Anakin vive um romance secreto com ela enquanto a protege. Já Obi-Wan parte em investigações paralelas para descobrir os motivos desse plano.

7 – Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith (2005)

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Ok, neste tivemos um terceiro ato realmente à altura da trilogia clássica; a batalha entre Yoda e o Imperador é empolgante; a luta de Anakin e Obi-Wan emocionante e decisiva; o extermínio dos Jedis e dos padwans foi chocante; e como não lembrar da coroação e transformação de Darth Vader? Mas é inegável o quão pasteurizado é todo longa, bem como a identidade visual e textual de toda nova trilogia. No fim das contas, o troço mais pareceu um consolo de que uma aventura memorável da saga.

Sinopse: O filme começa no final das Guerras Clônicas. Depois de três anos de conflito, o Conselho Jedi envia Obi-Wan Kenobi para capturar o General Grievous, o mortífero líder dos exércitos separatistas. Enquanto isso, o Chanceler Palpatine ganhou ainda mais poder. Suas mudanças políticas transformaram a enfraquecida República no poderoso Império Galáctico e ele revela ao seu aliado mais próximo, Anakin Skywalker, a natureza de seu poder e os segredos da Força, numa tentativa de atrair o jovem ao lado negro.

6 – Rogue One: Uma História Star Wars (2016)

Desde que comprou a Lucasfilm e a franquia Star Wars, a Disney colocou sua propriedade para gerar dinheiro. Assim, além de dar sinal verde para uma nova trilogia, decidiu a cada ano de intervalo confeccionar uma história derivada, passada dentro do mesmo universo, e não necessariamente envolvendo a família Skywalker. Neste primeiro derivado depois da compra, foi criada uma verdadeira trama de guerra, sem Jedi e sem a Força. Ou quase, já que Darth Vader faz um cameo e protagoniza as melhores cenas do filme (e não tinha como não ser). Além de vermos o vilão em plena forma, como não víamos desde O Retorno de Jedi (1983), alguns dos momentos mais interessantes envolvem o diretor Krennic, um burocrata dentro do Império, tentando subir profissionalmente, o que é um ângulo novo a ser abordado. Infelizmente, no lado dos mocinhos, falta carisma a todos, em especial à protagonista Jyn.

Sinopse: Sempre nos perguntamos como a Aliança Rebelde conseguiu derrotar de forma tão fácil e rápida a Estrela da Morte, a maior arma da galáxia, em Uma Nova Esperança (1977). Bem, era a magia do cinema. Mas também uma oportunidade para a Disney criar um derivado, e encaixá-lo entre os episódios III e IV, e contar como um grupo de rebeldes suicidas conseguiu roubar os planos do planetoide mortal e entregá-lo para a Princesa Leia. Logo em seguida ela pede ajuda para Luke, e o resto é história.

Leia nossa crítica completa de ‘Rogue One: Uma História Star Wars’

5 – Star Wars Episódio VIII: Os Últimos Jedi (2017)

Recém-saído do forno, o episódio VIII ainda não assentou direito em nossa mente. Seja como for, antes que pensemos mais nele, e analisemos com calma se irá crescer ou diminuir em nosso gosto com o passar do tempo, ele fica posicionado aqui em quinto lugar no ranking. Os Últimos Jedi é um digno representante da franquia, o problema está na falta de ritmo narrativo de Rian Johnson, que demora um bom tempo para empolgar a plateia e extinguir a sensação de que este será um episódio estacionado no status quo em relação ao anterior. Mas antes que pensamos mal deste oitavo longa oficial, chega o terceiro ato para atear fogo e elevar à máxima potência nossa empolgação. Reviravolta, teu nome é Os Últimos Jedi. Inúmeras surpresas chegam para chocar com grande impacto o público, subvertendo heróis e vilões. Muito mais do que Rogue One e sua cena de Darth Vader, o terceiro ato de Os Últimos Jedi faz o filme todo valer à pena. Ainda estamos recuperando o fôlego.

Sinopse: A Primeira Ordem vem conquistando espaço e dizimando rapidamente os rebeldes restantes. Leia, Poe e cia. fazem o que podem, mas a esperança se esvai. A última chance reside em Rey, que está numa ilha buscando ensinamentos com o último Jedi ainda existente, Luke Skywalker. Enquanto isso, Kylo Ren consegue criar um elo psíquico com Rey, e com ela desenvolver uma estranha relação.

Leia nossa crítica completa de Star Wars: Os Últimos Jedi

4 – Star Wars Episódio VII: O Despertar da Força (2015)

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Com uma nova roupagem, J.J. Abrams aumentou mais ainda a chama dos fãs de Star Wars, dando uma nova cara à franquia sem deixar de lado a essência do material original. O Despertar da Força é um filme que faz bem o dever de casa, reciclou de maneira eficiente as principais características presentes na trilogia clássica e trouxe inovações significativas. Do ponto de vista cinematográfico, é um blockbuster de primeira.

Sinopse: Três décadas após a derrota do Império Galáctico, uma nova ameaça surge. A Primeira Ordem tenta governar a galáxia e só um novo grupo de heróis, juntamente com a ajuda da Resistência, pode detê-los.

Confira a nossa crítica!

3 – Star War Episódio VI: O Retorno do Jedi (1983)

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Ainda que não seja tão poderoso como os dois que o antecedem, O Retorno do Jedi é um desfecho que honra a trilogia clássica e possui muita magia. Mesmo com os incômodos Ewoks (uma pista do que Lucas queria fazer futuramente), o longa trouxe a tocante redenção de Anakin e seu desaparelhamento do lado negro da força, a formação de Luke como Jedi e Leia ao lado de Han Solo comandando um novo Império.

Sinopse: Luke Skywalker voltou ao seu planeta natal, Tatooine, na tentativa de salvar seu amigo Han Solo das garras de Jabba, o Hutt. Luke ainda não sabe que o Império Galáctico iniciou secretamente a construção de uma nova estação espacial bélica, mais poderosa que a primeira e temida Estrela da Morte. Quando estiver pronta, esta arma definitiva certamente significará o fim do pequeno grupo de rebeldes que luta para devolver a liberdade à galáxia…

2 – Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança (1977)

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Não se pode ignorar que Uma Nova Esperança é o filme mais importante de toda saga. Aliás, foi feito sem que o autor pensasse em continuação, o que demonstra sua riqueza de roteiro e leque de personagens icônicos que conquistaram o público de imediato. É o que se pode chamar de um perfeito trabalho inicial, pois apresenta o universo com todas suas diversas culturas, insere e explora os heróis, adiciona vilões interessantíssimos e te prende numa trama cheia de mistérios e aventura.

Sinopse: No caminho de ampliar o império intergaláctico, as hostes do Lado Negro da Força comandadas pelo sinistro Darth Vader e pelo Imperador Palpatine sequestram a princesa Leia e destroem o seu planeta. No entanto, dois robôs, R2D2 e C3PO, conseguem escapar. No planeta Tatooine, Owen Lars, o tio de Luke Skywalker, compra os dois robôs e com eles encontra uma mensagem da princesa Leia para o Jedi Obi-Wan Kenobi sobre os planos da construção da Estrela da Morte, uma gigantesca estação espacial com capacidade para destruir um planeta.

1 – Star Wars Episódio V: O Império Contra-Ataca (1980)

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Sem duvidas este é em todos os sentidos o melhor e mais interessante filme já feito no universo de Guerra nas Estrelas. A evolução cinematográfica que o diretor Irvin Kershner deu à saga é evidente. O longa simplesmente moldou todo universo em esfera temática e dramática, expandindo ainda mais a criação de George Lucas. Deu solidez à trama e enriqueceu todos os personagens que ganharam novos contornos. O roteiro é levado mais a sério no que refere a temas familiares e militares, ao mesmo tempo em que as gags cômicas ficaram cada vez mais contidas. É ainda hoje o alicerce e referencial de toda franquia, considerado por crítica e público como a obra-prima da série.

Sinopse: Três anos depois da destruição da Estrela da Morte, a Aliança Rebelde arranjou uma base no planeta gelado Hoth. Mas as forças do Império os descobrem e sob o comando de Darth Vader ataca com os AT-AT. Os sobreviventes se espalham. Luke Skywalker, seguindo a orientação do espírito de Obi-Wan Kenobi, vai para o planeta pantanoso Dagobah, encontrar o outrora mais poderoso Jedi, Yoda, e com ele terminar seu treinamento. Já Han Solo, a princesa Leia Organa e Chewbacca encaminham-se para o planeta Bespin onde eles foram recebidos por um velho amigo de Han, um esperto jogador chamado Lando Calrissian. Emboscados pelo Império assim que chegaram, Han e seus amigos são aprisionados por Darth Vader.

Menções Honrosas & Desonrosas

Caravana da Coragem – Uma Aventura Ewok (1984)

Muito antes de Rogue One, um derivado de Star Wars era lançado, no ano seguinte de O Retorno de Jedi. Aproveitando a popularidade dos ursinhos engraçadinhos Ewoks – acredite! – era lançado este longa, que se passava no mesmo universo de Luke, Leia e Darth Vader. Na trama, alguns Ewoks concordam em ajudar um casal de irmãos pequenos em uma jornada para resgatar seus pais de terríveis criaturas e perigos.

A Batalha de Endor (1985)

Como se não bastasse um derivado dos Ewoks, o que dizem de dois. Sim, uma sequência foi feita para o filme acima. Imagine se A Ameaça Fantasma tivesse sido lançado na década de 1980, poderíamos ter filmes do Jar Jar Binks. Irrrrrg. Aqui, os ursinhos fofuchos enfrentam novos desafios, como uma bruxa (!?). Tudo é claro produzido e com o selo do tio George Lucas de qualidade.

Ewoks (1985 – 1987)

Estão cansados de Ewoks? Então tomem mais! Uma série em animação foi produzida no ano seguinte, dando continuidade às aventuras dos ursinhos da floresta do universo de Star Wars, e quem disse que eles não eram populares. Bem que podíamos ver seu retorno nos novos filmes!

Droids (1985 – 1986)

Outros personagens carismáticos deste universo que ganharam um desenho próprio foram os droids C3PO e R2D2, a dupla querida da trilogia original. Suas aventuras aqui, no entanto, não incluíam nenhum dos personagens tradicionais. Anthony Daniels, intérprete de C3PO nos filmes, dublou sua contraparte animada.

Star Wars Holiday Special (1978)

Vergonha alheia, teu nome é Holiday Special. Ainda surfando na gigantesca onda do sucesso de Uma Nova Esperança, Lucas lançou no ano seguinte este especial de Natal numa galáxia muito muito distante. Uma dica: apenas procurem esta preciosidade na internet. Vocês não irão se arrepender.

 

10 Filmes Brasileiros Imperdíveis do Festival do Rio 2018

Recentemente aqui no CinePOP publicamos uma lista com o que de melhor irá passar pelas telas cariocas durante o maior evento da sétima arte no Brasil, no Festival do Rio 2018. Mas também havíamos prometido uma nova lista focada nas produções nacionais – cada vez mais encorpadas em nosso cinema.

25 Filmes Imperdíveis do Festival do Rio 2018

E como promessa é dívida, preparem-se para anotar nossas dicas com os longas brasileiros que mais prometem chamar atenção do público durante o evento.

Morto Não Fala

O Brasil tem apostado muito no cinema de gênero, entre eles o terror. Depois da estreia do fantástico As Boas Maneiras no Festival do ano passado, temos o celebrado Morto não Fala fazendo as honras deste ano. Estrelado por Daniel de Oliveira (que está tendo um 2018 maravilhoso, entre Aos Teus Olhos e 10 Segundos para Vencer), o filme apresenta a rotina aterrorizante de um funcionário de necrotério. Já pudemos conferir o filme de antemão, durante o Fantastic Fest deste ano e você pode ver a crítica abaixo.

Crítica em Vídeo | Morto Não Fala – O Terror nacional que me fez VOMITAR…

O Grande Circo Místico

O filme de encerramento do Festival do Rio deste ano é a nova obra do veterano Cacá Diegues. O prestígio não é pouco, já que o filme foi o escolhido para representar o Brasil numa possível vaga no Oscar de produção estrangeira – mesmo debaixo de protesto de muitos. A história poética ao longo das décadas, apresenta uma família de artistas lutando para seguir à frente do circo do título.

A Sombra do Pai

A diretora Gabriela Amaral Almeida marcou presença em 2018 com seu visceral conto gore O Animal Cordial. Agora, a cineasta segue pelo caminho do cinema de gênero, despontando como forte representante do thriller moderno/ terror de nosso cinema. Na trama, uma relação disfuncional nasce entre pai e filha, quando o progenitor se vê doente e incapaz de cuidar de sua cria. Assim, a menina Dalva (Nina Medeiros) precisa assumir as funções e se tornar a responsável pela casa e pelo pai. Veremos quais plot twists a diretora preparou.

Sequestro Relâmpago

Um dos crimes mais praticados em nosso país se torna tema do novo filme da diretora Tata Amaral. Na trama do suspense, a atriz Marina Ruy Barbosa interpreta uma jovem vivendo uma noite fatídica, após ser sequestrada por dois rapazes e feita de refém a madrugada adentro. No elenco, fazendo participações, o músico Projota e a atriz trans Linn da Quebrada.

Cine Holliúdy 2 – A Chibatada Sideral

Continuação da comédia de sucesso de 2012, escrita e dirigida por Halder Gomes. O primeiro longa, com ares de Cinema Paradiso tupiniquim, apresentava a ameaça do advento da TV para o cinema local em uma pequena cidade brasileira na década de 1970. Depois disso, a dupla formada pelo diretor Gomes e o protagonista Edmilson Filho se aventurou pelo cinema de artes marciais com O Shaolin do Sertão (2016). Desta vez, a trama ganha ares de Ed Wood. Com a chegada do videocassete, o Cine Holliudy fecha as portas, forçando o protagonista a produzir um filme sobre invasão alienígena, a fim de arcar com suas despesas.

Deslembro

Atualíssimo e polêmico, o filme da mostra competitiva tem grandes chances de sair com o prêmio máximo do evento justamente devido ao seu tema. Na trama, a adolescente Joana (Jeanne Boudier) se exila em Paris devido a época da ditadura militar no Brasil – que fez seu pai de refém torturado como prisioneiro político. Passando a vida toda no país europeu, ela resolve voltar à sua terra natal depois de muitos anos, numa dolorosa viagem ao passado.

Simonal

Mais um filme do gênero que é sucesso garantido em nossa terra aporta no Festival do Rio. Simonal é a biografia do cantor Wilson Simonal, um lendário artista que encantou plateias nas décadas de 1960 e 1970. Quem interpreta o músico nas telas é Fabrício Boliveira. Um a curiosidade é que o ator recobra a parceria com Isis Valverde, com quem protagonizou Faroeste Caboclo (2013) – baseado numa canção imortal da banda Legião Urbana.

Intimidade Entre Estranhos

Dirigido por José Alvarenga Jr. (Antes que Eu me Esqueça), o longa narra a trajetória de Maria, papel da bela Rafaela Mandelli, uma jovem que se muda para o Rio de Janeiro a fim de ficar próxima ao marido, um ator contratado para uma série de TV. Apesar de estarem na mesma cidade, Maria segue sentindo-se sozinha e distante, até que na equação entra Horácio, um vizinho. Por essa premissa, sentimos reflexos de Encontros e Desencontros (2003), de Sofia Coppola, no longa nacional.

Nóis por Nóis

Novo filme do diretor Aly Muritiba, que este ano lançou o impactante Ferrugem. Novamente abordando o universo de jovens, o cineasta agora relata quatro histórias vividas por diferentes personagens dentro de um baile de RAP. E como suas subtramas irão se intercalar.

Domingo

A talentosíssima Camila Morgado é o chamariz deste drama dirigido por Clara Linhart e Fellipe Barbosa, que narra as desventuras de duas famílias do interior gaúcho durante um almoço – no que emergem segredos. Tudo ocorre com a eleição à presidência de Lula no Brasil em 2003.

Elas Estão com TUDO! 10 Atrizes que Estão BOMBANDO em Hollywood!

Hollywood é a maior fábrica de cinema do mundo, e também uma fábrica de fazer estrelas. Você pode se tornar uma das pessoas mais famosas do mundo se tiver os meios certos. Um bom agente e contatos certamente ajuda, mas se você não tiver também o talento e carisma, tudo o que conseguirá são seus 15 minutos de fama. O carisma te leva a ter fãs, e esses fãs são o público que lotam seus filmes. No fim das contas isso é o mais importante para quem está produzindo as obras.

É claro que uma carreira tem altos e baixos. Dessa forma nomes fortes do passado podem se apagar, digamos, uma década depois. Outros, não importa as bolas-fora que deem jamais perdem seu brilho e consagração. Aqui, nesta nova matéria iremos dar uma olhada em uma dezena de nomes femininos que estão bombando atualmente em Hollywood e são os mais quentes do momento. Confira abaixo.

01) Zendaya

Dona de uma beleza exótica, a jovem Zendaya, de 27 anos, começou a carreira como atriz mirim nos programas da Disney. Ela adentrou uma nova fase em sua carreira ao ser escolhida como a MJ do primeiro filme do ‘Homem-Aranha’ no MCU, e no mesmo ano encantou plateias pelo mundo no musical ‘O Rei do Show’. Mas todos começaram a vê-la com outros olhos mesmo ao protagonizar a série impactante ‘Euphoria’, pela qual recebeu prêmios e teve o prestígio da crítica.

Sua participação na franquia do ‘Homem-Aranha’ aumentou consideravelmente depois disso e ela até começou a namorar o protagonista Tom Holland na vida real também. E assim veio ‘Duna’, um dos blockbusters mais adorados dos últimos anos. Em 2024, ela escalou até o topo do mundo novamente, lançando com pouca diferença de tempo ‘Duna – Parte 2’ e seu primeiro veículo como protagonista no cinema, o drama ‘Rivais’, de Lucca Guadagnino, pelo qual vem arrancando muitos elogios. Ela já tem engatilhados um novo ‘Duna’ e um novo ‘Homem-Aranha’.

02) Sydney Sweeney

Um ano mais nova que Zendaya e também saída do sucesso de ‘Euphoria’, o loirinha Sydney Sweeney conseguiu imenso destaque mesmo sem ser a protagonista da série. E podemos dizer que tirando Zendaya, seu nome é atualmente o mais “bombado” do programa. Enquanto todos aguardam uma nova temporada da série visceral, Sweeney obteve destaque também na primeira temporada de ‘White Lotus’.

Mas seu ponto de virada ocorreu mesmo com a comédia romântica sensação da última temporada, ‘Todos Menos Você’, que caiu no gosto do grande público elevando o status da moça. Ao ponto que nem uma escorregada como ‘Madame Teia’ conseguiu manchar. Sweeney emendou protagonizando o elogiado terror ‘Imaculada’, surgindo também como produtora. Nos próximos trabalhos da moça estão filmes com gente como Julianne Moore, Ana de Armas, Vanessa Kirby, Ron Howard e David Michôd.

03) Anya Taylor-Joy

Anya Taylor-Joy aparece em terceiro lugar da lista, mas poderia muito bem estar em primeiro. Seu nome hoje talvez esteja mais “bombado” que o de Zendaya. A atriz loirinha de formas igualmente exóticas e olhos gigantes, que acabou de completar 28 anos, surgiu para o mundo novinha no terror cult ‘A Bruxa’ (2015). Daí em diante seria “um abraço”. Logo vieram filmes de igual hype, vide ‘Fragmentado’.

Durante a pandemia ela encantou o mundo e virou trending em ‘O Gambito da Rainha’, série da Netflix que foi o maior sucesso do confinamento. Para todo lugar que olhávamos lá estava ela, desde ‘Noite Passada no Soho’, ‘O Homem do Norte’, ‘O Menu’ e até mesmo dublando a Princesa em ‘Super Mario Bros’. Esse ano ela já apareceu em ‘Duna – Parte 2’ e muito em breve carregará sua primeira superprodução nas costas com ‘Furiosa – Uma Saga Mad Max’. Mas não para por aí pois já tem filmes engatilhados com gente como Scott Derrickson, Miles Teller, Chris Evans, Brendan Fraser e Salma Hayek.

04) Emma Stone

As três atrizes acima na lista podem ser consideradas iniciantes perto de Emma Stone, de 35 anos. Isso porque a vencedora do Oscar já obtinha destaque em sua carreira em meados da década de 2000. Embora seja também bastante jovem, Stone tem muitos anos de carreira e conquistou sua primeira indicação ao Oscar em 2014 por ‘Birdman’. São muitos trabalhos de qualidade, desde duas parcerias com Woody Allen, franquias como ‘O Espetacular Homem-Aranha’ e ‘Zumbilândia’, três filmes com Ryan Gosling, até sua consagração máxima no Oscar ao vencer melhor atriz pelo prestigiado ‘La La Land’.

Em 2024 ela voltou com tudo ao receber sua segunda estatueta de melhor atriz no Oscar em menos de dez anos de diferença pelo esquisitão (no bom sentido) ‘Pobres Criaturas’. Stone emendou com a série cult ‘The Curse’ e esse ano já lança um novo trabalho ao lado do mesmo diretor Yorgos Lanthimos, ‘Tipos de Gentileza’, que promete dar o que falar de novo. Ah sim, ela também foi sucesso num certo blockbuster da Disney chamado ‘Cruella’, que tem sua continuação agendada e sairá em breve.

05) Emily Blunt

Por falar em atrizes experientes e com mais anos de estrada, chega agora à lista a britânica Emily Blunt, de 41 anos. Ela também obteve destaque em sua carreira em meados dos anos 2000, com ‘O Diabo Veste Prada’. E depois de uma série de papeis de destaque, ficaria famosa por “não ser” a Viúva Negra na Marvel, quando o infantil ‘As Viagens de Gulliver’ a obrigou a deixar o papel para Scarlett Johansson em ‘Homem de Ferro 2’. Acontece, coisas de Hollywood.

Emily Blunt, por outro lado, sacudiu a poeira e deu a volta por cima. Esteve em filmes de sucesso como ‘Looper’, ‘No Limite do Amanhã’, ‘Sicario’ e ‘A Garota do Trem’. Em 2018 atingiria um novo patamar ao estrelar ‘Um Lugar Silencioso’ e depois sua continuação. É anunciada também a terceira parte da franquia (que não é o derivado ‘Dia Um’). Blunt recebeu sua muito merecida indicação ao Oscar este ano com ‘Oppenheimer’ e emendou com o elogiado ‘O Dublê’ – em cartaz nos cinemas. Muito em breve cede a voz para uma das personagens de ‘Amigos Imaginários’, e promete sequências para ‘No Limite do Amanhã’ e ‘Jungle Cruise’.

06) Anna Sawai

Hoje, o sucesso em uma série de TV pode abrir portas para determinados artistas no cinema de uma forma como nunca anteriormente. E o que dizer quando uma atriz tem sucesso não em uma, mas em duas séries que se tornam sensação? É o caso com a japonesa Anna Sawai, que está para completar 32 anos. Ela já havia participado de ‘Velozes e Furiosos 9’, mas não havia sido muito notada. Foi a partir de 2023 quando estrelou a série de Godzilla para a AppleTV+, ‘Monarch – Legado de Monstros’, que a sorte de Sawai começou a mudar. Esse ano ela tirou a sorte grande com a melhor série até o momento, a elogiadíssima ‘Xógun – A Gloriosa Saga do Japão’, da Fox/Disney. Agora é aguardar os próximos passos da moça.

07) Vanessa Kirby

A britânica Vanessa Kirby, de 36 anos, é um rosto conhecido desde 2018 quando atuou como a Viúva Branca na franquia de sucesso ‘Missão: Impossível’, ao lado de Tom Cruise. Depois disso, foi a irmã de Jason Statham em ‘Hobbs e Shaw’, derivado de ‘Velozes e Furiosos’, e escalaria até sua muito merecida indicação ao Oscar pelo filme da Netflix ‘Pedaços de uma Mulher’. Bem, isso no cinema, porque nas séries marcava presença em ‘The Crown’ desde 2016 como a Princesa Margaret. Ela foi Josephina em ‘Napoleão’ e se prepara para o oitavo ‘Missão: Impossível’. Mas o que mais chama atenção é ter sido escalada como Sue Storm pela Marvel no vindouro ‘Quarteto Fantástico’, em 2025.

08) Cailee Spaeny

A pequena de estatura, mas gigante de talento Cailee Spaeny (assim como Anna Sawai) é a mais novinha do grupo, com 25 anos. Ela fez ‘Círculo de Fogo – A Revolta’ e ‘Jovens Bruxas – Nova Irmandade’, mas é inegável que começou a ser vista com outros olhos ao encarnar Priscilla Presley para a diretora Sofia Coppola ano passado em ‘Priscilla’ – que a rendeu muitos elogios. Esse ano ela emendou com o igualmente elogiado ‘Guerra Civil’, um dos longas mais comentados desse início de ano. E muito em breve (ainda esse ano também) será a protagonista Rain Carradine em mais um filme do monstro espacial mais famoso do cinema, em ‘Alien – Romulus’.

09) Ella Purnell

Outro jovem talento, a britânica de olhos arregalados Ella Purnell era um rostinho conhecido dos cinéfilos e amantes de série de TV. Ela viveu, por exemplo, a Malévola jovem no primeiro filme com Angelina Jolie. Um de seus maiores destaques, no entanto, foi como a filha de Dave Bautista no blockbuster de terror de Zack Snyder, ‘Army of the Dead’. Depois disso, entrou para a série badalada ‘Yellowjackets’. No entanto, o ponto de virada que a jovem tanto aguardava foi dado esse ano com ‘Fallout’, adaptação de um famoso game na forma de série para a Amazon Prime Video, que se tornou não apenas a mais assistida e popular dessa primeira metade do ano, como também um dos maiores sucessos da casa. Em breve ela estará na série derivada de ‘Army of the Dead’, ‘Lost Vegas’, reprisando o papel de Kate Ward.

10) Daniela Melchior

Finalizando a lista temos a portuguesa Daniela Melchior, que embora seja europeia, nos encher de orgulho de qualquer forma, talvez por falar nosso idioma (ou de nossos colonizadores). E pensar que bela jovem de olhos azuis, de 27 anos, fazia novelas em seu país de origem quando foi selecionada por James Gunn em pessoa para viver a Caça-Ratos 2 em ‘O Esquadrão Suicida’ em 2021. Depois voltou a trabalhar com Gunn em ‘Guardiões da Galáxia Vol.3’ e entrou para o elenco de ‘Velozes e Furiosos 10’ em um papel importante. Esse ano apareceu ao lado de Jake Gyllenhall em um dos maiores sucessos do primeiro trimestre, ‘Matador de Aluguel’, da Amazon Prime Video – que já anunciou sequência.

‘9-1-1’: Caos no trailer completo da 2ª temporada

A 2ª temporada de ‘9-1-1‘ ganhou um novo trailer emocionante.

Confira:

Quando a série retornar para o seu segundo ano, não terá a participação de uma de suas personagens principais, Abby Clark, interpretada por Connie Britton.

“Nós amamos Connie Britton, mas o seu papel sempre foi envisionado para durar apenas um ano.” Disse o presidente da FOX, Gary Newman. “Se Connie expressar interesse e tiver tempo no futuro, sei que o Ryan Murphy ficará animado para trazê-la de volta à série.”

Murphy, por sua vez, parece esperançoso que a atriz continue em caráter recorrente.

“Estamos no processo de renegociação do acordo dela para que ela possa participar de alguns episódios para manter sua personagem ativa. Ela adora o elenco e a equipe, e ela acredita que isso possa acontecer.”

‘9-1-1’: FOX barrou a participação da atriz Charisma Carpenter, de ‘Buffy’ 

Produzida também pelos parceiros de Murphy na antológica ‘American Horror Story’, Brad Falchuk e Tim Minear, a série foca na equipe que responde chamados de emergência e lidam com situações de vida e morte diariamente.

O elenco de ‘9-1-1’ é formado por Angela Bassett, Peter Krause e Jennifer Love Hewitt.

Boneco do Mal 2

(Brahms: The Boy II)

 

Elenco:

Katie Holmes

Ralph Ineson

Christopher Convery

Owain Yeoman

 

Direção: William Brent Bell

Gênero: Terror

Duração: 86 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 2 milhões

Estreia: 15 de janeiro de 2021 no Amazon Prime Video

Sinopse: 

Sem saber da aterrorizante história da Mansão Heelshire, uma jovem família se muda para a propriedade, onde seu jovem filho logo faz um novo amigo perturbador, um boneco estranhamente real que ele chama de Brahms.

Curiosidades: 

» ‘Boneco do Mal 2’ abre com 0% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

» O Filme estreia no Brasil direto no Amazon Prime Video.

» O diretor e roteirista do primeiro filme, William Brent Bell e Stacey Menear, respectivamente, retornam para a sequência;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘The Witcher’: Netflix compartilha timeline oficial da série; Confira!

Vocês ficaram confusos com a timeline em ‘The Witcher‘? Pois a Netflix acabou de divulgar uma timeline oficial para os fãs não se perderem nos acontecimentos da série.

Confira:

Apesar de parecer que todas as narrativas estão acontecendo simultaneamente, vale notar que as cenas iniciais com a Yennefer são situadas décadas antes do ataque ao castelo que iniciou a jornada da Ciri.

A primeira temporada já está disponível na Netflix!

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

‘Fuja’: Terror com Sarah Paulson ganha data de estreia no Hulu; Confira o teaser!

O Hulu finalmente divulgou quando o terror ‘Fuja‘ (Run), estrelado por Sarah Paulson, irá estrear em sua plataforma.

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 20 de novembro.

Confira o teaser:

No Brasil, o terror será lançado nos cinemas, com estreia prevista 26 de Novembro de 2020. Ansiosos?

A produção é dirigida por Aneesh Chaganty, responsável pelo excelente ‘Buscando‘.

Fuja acompanha uma adolescente que passou toda a sua vida reclusa com sua mãe descobre um terrível segredo até então ocultado durante muitos anos. Será que a garota está ficando louca após tanto tempo enclausurada, ou a mãe é uma psicopata?

Kiera Allen e Pat Healy completam o elenco.

Além de dirigir, Chaganty coescreveu o roteiro ao lado de Sev Ohanian.

‘Chamas da Vingança’: Atriz de ‘Mr. Robot’ se junta ao elenco do remake da Blumhouse

De acordo com o Deadline, Gloria Reuben (‘Mr. Robot’ e ‘Manto e Adaga’) entrou para o elenco do remake de ‘Chamas da Vingança‘ (Firestarter), que está sendo desenvolvido pela Blumhouse

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Vale lembrar que Ryan Kiera Armstrong (‘It: Capítulo 2’) irá interpretar a Charlie, personagem vivida pela Drew Barrymore no filme de 1984.

Confira a primeira imagem oficial:

Zac EfronMichael Greyeyes completam o elenco da nova versão.

A trama acompanha uma menina que desenvolve habilidades pirocinéticas e é sequestrada por uma agência secreta do governo que quer estudá-la e usar seus poderes como uma arma para fins militares.

Keith Thomas (‘The Vigil’) será responsável pela direção.

O remake ainda não possui previsão de lançamento.

‘Recursos Humanos’: Série derivada de ‘Big Mouth’ ganha novo clipe LEGENDADO; Confira!

A Netflix divulgou um novo clipe legendado de ‘Recursos Humanos‘ (Human Resources), série derivada da animação ‘Big Mouth‘.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção será lançada na plataforma no dia 18 de março.

A série irá apresentar dois novos monstros: Petra o Gremlin da Ambição (Rosie Perez) e Keith do Luto (Henry Winkler). Eles se juntarão aos outros monstros que já conhecemos: Mona a Monstro Hormonal (Thandiwe Newton), Simon Sex (Jemaine Clement), Tito o Mosquito da Ansiedade (Maria Bamford) e Gavin o Monstro Hormonal (Bobby Cannavale).

Além deles, outros rostos conhecidos da série original também devem aparecer, tais como Maury o Monstro Hormonal (Nick Kroll), Connie a Monstro Hormonal  (Maya Rudolph), Emmy o Inseto do Amor (Aidy Bryant), Pete the Logic Rock (Randall Park), Rochelle a Inseto do Amor (Keke Palmer), Walter o Inseto do Amor (Brandon Kyle Goodman), o Mago da Vergonha (David Thewlis) e Sonya a Inseto do Amor (Pamela Adlon).

A produção foi cocriada e produzida por Kelly Galuska, Nick Kroll, Andrew Goldberg, Jennifer Flackett e Mark Levin.

Lobisomem ataca no trailer do terror indiano ‘Bhediya’; Confira!

O terror cômico ‘Bhediya‘, blockbuster indiano sobre lobisomens, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Amar Kaushik é responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Niren Bhatt.

Bhaskar é mordido por uma criatura mitológica e começa a passar por uma transformação. Para encontrar respostas sobre sua condição e voltar a ser humano, ele deve se juntar a um grupo de amigos antes que seja tarde demais.

O elenco conta com Varun Dhawan, Kriti Sanon, Deepak Dobriyal, Abhishek Banerjee e Paalin Kabak.

Internacionalmente, o longa será lançado no dia 25 de novembro. No Brasil, segue sem previsão.

Ó Paí, Ó 2

 

Elenco:

Lázaro Ramos
Dira Paes
Érico Brás
Luís Miranda

 

Direção: Viviane Ferreira

Gênero: Comédia

Duração: 90 min.

Distribuidora: H20 Films

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 23 de Novembro de 2023

Sinopse: 

Mais de 15 anos depois do sucesso do primeiro longa, Roque (Lázaro Ramos) se prepara para lançar sua primeira música e está confiante que irá, finalmente, alcançar a fama como cantor. Enquanto isso, o cortiço de Dona Joana (Luciana Souza) continua agitado em meio a fofocas e confusões entre os novos moradores e vizinhos. Já Neuzão (Tania Toko), perde seu bar, causando uma comoção geral. Mas a animação da turma é grande com as preparações para a Festa de Iemanjá, uma das mais populares do calendário baiano, que concentra uma multidão em Salvador.

Curiosidades: 

» O roteiro foi assinado por Elísio Lopes Jr, Daniel Arcades, Igor Verde e Viviane Ferreira, com colaboração de Luciana Souza, Bando de Teatro Olodum e Rafael Primot;

» Dira PaesÉrico BrásLuís MirandaTânia TokoJoão PedroRejane MayaEdvana CarvalhoLázaro Machado Santos e outros também fazem parte do elenco.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Atriz comenta sobre possível spin-off de ‘Star Wars: Andor’

Em entrevista ao Variety, Adria Arjona (‘Morbius’) comentou sobre a possibilidade de um spin-off de ‘Star Wars: Andor‘ focado em sua personagem, Bix Caleen.

Enquanto a jornada do personagem titular, interpretado por Diego Luna, já tem uma conclusão inevitável, o mesmo não pode ser dito sobre a Bix – e o seu futuro pode ser explorado em seu próprio derivado.

“Eu sinto que um grande spin-off [de ‘Andor’] pode estar no futuro da minha carreira. Estou tentando assegurar meu trabalho no futuro. Estou tentando alongá-lo. Fiz uma tatuagem pela Bix. Meu maquiador que fez em mim no meu trailer.”

Vale lembrar que as filmagens da 2ª temporada de ‘Andor‘ já foram concluídas.

Relembre o trailer da primeira temporada:

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

‘Alan Wake 2’ já vendeu mais de 2 milhões de cópias mundialmente

A desenvolvedora Remedy Entertainment confirmou que a sequência ‘Alan Wake II‘ conseguiu ultrapassar a marca de 2 milhões de cópias vendidas mundialmente.

“O mês de outubro registrou uma atividade particularmente alta para ‘Alan Wake 2’,” declarou o CEO Tero Virtala. “Remedy e Epic Games lançaram a expansão Lake House, o que coincidiu com o lançamento físico da edição deluxe do jogo. Em novembro, com o lançamento do PlayStation 5 Pro, Remedy liberou uma atualização específica de ‘Alan Wake 2’ e deu seguimento a diversas atualizações para garantir a qualidade do título através de todas as plataformas. No final do quarto trimestre, o jogo já havia alcançado a marca de 2 milhões de cópias vendidas.”

Na trama, treze após o escritor Alan Wake desaparecer, uma série de assassinatos ritualísticos e forças sobrenaturais começam a corromper os moradores da pequena e idílica cidade de Bright Falls. Saga Anderson, uma agente do FBI, é enviada para investigar os crimes, mas acaba presa em uma história sobrenatural aterrorizante escrita pelo próprio Alan Wake em uma tentativa de escapar de sua prisão.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Lançado em 2010, o jogo original segue a história do personagem titular enquanto ele tenta descobrir os mistérios por trás do desaparecimento de sua esposa. O incidente aconteceu enquanto o casal passava as férias em Bright Falls – um lugar onde o Alan Wake vivencia os eventos de seu último livro que ele não se lembra de ter escrito.

Anteriormente, a AMC adquiriu os direitos para desenvolver uma série live-action baseada na produção. Peter Calloway servirá como showrunner.

Rivalidade e romance no trailer de ’10Dance’, novo filme LGBTQ+ da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer de ‘10Dance‘, novo romance LGBTQ+ japonês.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 18 de dezembro.

Na trama, dois dançarinos opostos em tudo menos na arte concordam em treinar juntos para uma competição. Primeiro eles batem de frente, mas logo sentem uma atração poderosa.

Dirigido por Keishi Otomo, o filme é baseado no mangá homônimo de Inouesatoh.

Ryoma Takeuchi (‘O Sol Não se Move’) e Keita Machida (‘Alice in Borderland’) estrelam a produção. O elenco ainda conta com Shiori Doi, Anna Ishii, Shinya Hamada, Oshiro Maeda, Nadiya Bychkova, Susie Trayling e Pasquale La Rocca.

Mensagens do além e mais suspense no novo trailer de ‘Personal Shopper’

Personal Shopper‘, o drama sobrenatural protagonizado por Kristen Stewart acaba de ganhar uma novo trailer com cenas inéditas, que mostram as perturbações da protagonista.

Confira:

Na trama, Kristen vive Maureen, uma mulher de 20 e poucos anos que odeia o emprego, onde precisa revisar o guarda-roupas de uma celebridade da mídia. Ela não conseguiu achar nada melhor que pagasse sua estadia em Paris, enquanto ela espera por um contato do espírito de seu irmão gêmeo falecido. Enquanto não recebe esse sinal, a vida de Maureen continua em espera. Entretanto, Maureen começa a receber mensagens ameaçadoras de um estranho que segue todos os seus movimentos.

O suspense foi vaiado em Cannes – saiba mais!, mas também levou o prêmio de Melhor Direção para Olivier Assayas.

David Bowles (‘As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian’) e Lars Eidinger (‘Acima das Nuvens’) co-estrelam.

 

Henry Cavill fala sobre a importância de Superman para a ‘Liga da Justiça’

Durante a turnê de divulgação de ‘Liga da Justiça‘ na China, o astro Henry Cavill falou pela primeira vez sobre a importância de Superman dentro da narrativa do grupo de heróis.

Segundo ele, o herói tem uma sensibilidade crucial para a dinâmica entre todos os membros:

“Para a Liga, Superman é aquele que possui uma sensibilidade em relação que está fazendo falta. Foi ele quem mudou a perspectiva do Batman em se tratando desses personagens e de suas habilidades especiais”.

Confira também a canção-tema composta por Danny Elfman para a trilha sonora do filme.

Lembrando que Elfman confirmou que a música composta por ele para Batman: O Retorno’, de Tim Burton, também estará presente no filme da Liga.

Liga da Justiça’ estreia no Brasil dia 15 de Novembro.

 

‘Creed II’: Michael B. Jordan está pronto para o combate em nova imagem; Confira!

A sequência ‘Creed II‘ ganhou uma bela nova imagem, que traz o astro Michael B. Jordan ao lado de Sly Stallone, pronto para o combate.

Confira:

“A vida se tornou um ato de equilíbrio para Adonis Creed. Entre as obrigações pessoais e os treinos para sua próxima luta, ele está contra o grande desafio da sua vida. Enfrentar um oponente que tem ligações com o passado da sua família intensifica a batalha iminente no ringue. Rocky Balboa está ao lado durante tudo isso e, juntos, Rocky e Adonis confrontarão seu legado compartilhado, questionaram pelo que vale a pena lutar e descobrirão que nada é mais importante do que a família. Creed II é sobre voltar ao princípio para redescobrir o que o tornou um campeão em primeiro lugar e lembrar que, não importa aonde você vá, você não pode escapar do que você é”

Creed – Nascido para Lutar‘ já arrecadou mais de US$ 100 milhões somente nos EUA.

Com direção de Steven Caple Jr. (‘Class’), o longa tem estreia marcada para 21 de novembro de 2018.

‘Ad Astra’ e ‘Coringa’ vão disputar o Leão de Ouro do Festival de Veneza 2019

O festival cinematográfico mais antigo de todos, o Festival de Cinema de Veneza 2019 está com seu line up completo e vai contar com grandes produções quem têm sido cotadas para as principais premiações de 2020.

E nesta edição, ‘Ad Astra‘, de James Gray, e ‘Coringa‘, de Todd Phillips, vão disputar o Leão de Ouro do evento, ao lado de ‘Marriage Story‘, de Noah Baumbach, e ‘The Laundromat‘, de Steven Soderbergh.

Além de contarem com renomados cineastas, os longas em questão são protagonizados por grandes artistas da atualidade. ‘Ad Astra‘ traz Brad Pitt à frente do elenco, enquanto ‘Coringa‘ é estrelado pelo indicado ao Oscar, Joaquin Phoenix.

Já ‘Marriage Story‘ traz a história de um drama matrimonial, protagonizado por Scarlett Johansson. Em se tratando de ‘The Laundromat‘, a comédia baseada em fatos reais traz um elenco estelar, composto por Meryl Streep, Gary Oldman e Antonio Banderas.

O prêmio Leão de Ouro é uma das maiores honrarias que uma produção cinematográfica poderia conquistar, sendo muitas vezes também um fator determinante para os futuros vencedores do Oscar de Melhor Filme. No ano passado, o ganhador da estatueta foi ‘Roma‘, de Alfonso Cuarón, que conquistou três Oscar (entre eles a de Melhor Filme), de um total de 10 indicações.

Já em 2017, ‘A Forma da Água‘, de Guillermo del Toro, levou a grande honra, pavimentando seu caminho para o Oscar de Melhor Filme, na premiação do ano seguinte.

Da lista de indicados ao Leão de Ouro, a grande surpresa mesmo é Coringa’, uma adaptação de quadrinhos. Normalmente, longas desse gênero não fazem o perfil do Festival de Veneza. Sua presença na disputa pelo grande prêmio salienta que Todd Phillips e a Warner Bros./DC estão animados com a produção, com a certeza de que sua abordagem mais madura e – talvez – cult seja ideal para configurar ao lado dos demais concorrentes.

O Festival de Cinema de Veneza acontece entre 28 de agosto e 07 de setembro.

 

‘The Boys’: Capitão Pátria em amedrontadora imagem da 2ª temporada; Confira!

A 2ª temporada da série original da Amazon, ‘The Boys’, ganhou uma nova e amedrontadora imagem, que traz o sádico herói Capitão Pátria em destaque.

A foto foi compartilhada pelo intérprete do personagem, Antony Starr, por meio do Twitter. Na publicação ele ainda prometeu muito sangue na nova leva de episódios.

Confira:

“A segunda temporada de The Boys está chegando em breve. Eu não prometo nada. Exceto sangue. Haverá sangue. E abraços do Capitão Pátria. Viu como ele é fofinho?”

O próximo ciclo estreia no dia 04 de setembro.

Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada.

Nos novos episódios, os protagonistas serão fugitivos enquanto procuram Billy Bruto (Karl Urban), desaparecido após a trágica revelação sobre sua mulher.

Enquanto isso, Os Sete continuam lucrando com lucrando com o pânico causado por um Supervilão e recrutam uma nova heroína, Stormfront (Aya Cash), que ameaça ocupar o posto e a popularidade do Capitão Pátria, desafiando-o a todo momento.

A Amazon Prime também divulgou os títulos dos episódios.

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Infinito’: Ação com Mark Wahlberg já está disponível no streaming Paramount+

Infinito(Infinite), filme de ficção estrelado por Mark Wahlberg que segue o estilo de ‘Matrix‘, já está disponível no Brasil. A produção estreou na última sexta-feira (13) na grade de programação da plataforma de streaming Paramount+.

Na trama, o longa acompanha Evan Michaels (Wahlberg), um homem assombrado por lembranças de suas vidas passadas. Quando se depara com uma sociedade secreta formada por indivíduos que possuem recordação total de seus passados, Michaels descobre que eles são responsáveis por mudanças drásticas de períodos históricos.

A produção não agradou os críticos e amargou apenas 15% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 73 resenhas publicadas.

A produção teve 62 críticas negativas e apenas 11 positivas, com a nota média 4,1 de 10.0.

Confira as principais críticas:

“Visto em casa, da perspectiva do sofá, os efeitos são menores, os buracos na história maiores, a atuação infinitamente mais ridícula.”, John Anderson – Wall Street Journal

Infinito parece uma fábula deprimente sobre a indústria do cinema.”, Alison Willmore – Revista New York / Vulture

“É o pior tipo de produto feito por um comitê sem alma, preguiçoso e sem riscos, que nunca precisa e nunca será pensado novamente. Infinito? Nem mesmo perto.”, Benjamin Lee – The Guardian

Infinito nivela uma batalha de alto risco do bem e do mal em uma ação sem ar de pouca consequência povoada por personagens que somam ainda menos.”, K. Austin Collins – Rolling Stones

“Em vez de criar uma maravilha da ficção científica de alto conceito, Infinito, de Fuqua, se baseia em efeitos visuais de baixa qualidade e construção de mundo volátil para o pior filme de sua carreira.”, Robert Daniels – RogerEbert.com  

Confira o trailer:

Além de Wahlberg, o elenco conta Dylan O’Brien, Chiwetel Ejiofor, Sophie CooksonRupert Friend.

Antoine Fuqua dirige e Lorenzo di Bonaventura produz.

‘Elle’: Cinco novos atores são confirmados em série pré-sequência de ‘Legalmente Loira’

A série ‘Elle‘, prelúdio da icônica comédia ‘Legalmente Loira‘, acaba de ganhar reforços no elenco.

Lisa Yamada (‘The Bold and the Beautiful‘), Chloe Wepper (‘The Rookie‘), David Burtka (‘How I Met Your Mother‘), Brad Harder (‘Supernatural‘) e Kayla Maisonet (‘The Rookie‘) foram escalados para papéis recorrentes na produção da Prime Video.

Wepper interpretará a Sra. Burke, professora de química e coreógrafa do time de líderes de torcida. Burtka dará vida a Chad, vizinho da família Woods. Maisonet e Yamada serão Tiffany e Amber, respectivamente — duas amigas de Elle no colégio em Bel Air.

Eles se juntam à Amy Pietz (‘Paradise‘), anunciada recentemente no papel de Donna, a rígida secretária da escola em que a personagem titular (Lexi Minetree) estuda.

Elle‘ tem produção da Hello Sunshine, de Reese Witherspoon, em parceria com a Amazon MGM Studios.

Lembrando que no passado recente a produtora executiva e estrela do filme original, Reese Witherspoon, compartilhou a primeira imagem oficial da série.

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O elenco ainda contará com Tom Everett Scott, June Diane Raphael, Gabrielle Policano, Jacob Moskovitz e Chandler Kinney.

Jason Moore, conhecido por ‘A Escolha Perfeita’, ficará encarregado de dirigir os dois primeiros episódios da produção, que é uma colaboração entre os estúdios Amazon MGM e Hello Sunshine, de Reese Witherspoon.

A série irá acompanhar a vida de Elle Woods, interpretada por Lexi Minetree, no ensino médio, enquanto exploramos as experiências que a moldaram na jovem icônica que conhecemos e amamos no primeiro filme deLegalmente Loira.

Laura Kittrell e Caroline Dries atuarão como co-showrunners e produtoras executivas. Reese Witherspoon, Lauren Neustadter e Marc Platt também são produtores executivos da série.

‘Liga da Justiça’: Jason Momoa revela as cenas deletadas de Willem Dafoe; Confira!

Entre as muitas cenas de Liga da Justiça que foram deixadas pelo caminho, estão cenas de Aquaman com Vulko, o personagem de Willem Dafoe que serve de tutor de Arthur Curry e o convence de ser o herdeiro legítimo do trono.

Em entrevista à EW, Jason Momoa falou sobre essas cenas.

“Tivemos muitas cenas com Willem Dafoe e toda essa parte atlante, sobre eu ser o rei e tudo mais. Não havia necessidade dessas cenas entrar porque veremos em Aquaman. Não é um filme de Aquaman, mas sim da Liga da Justiça

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O filme já está em cartaz no Brasil.

‘The House That Jack Built’: Uma Thurman aparece em novas imagens do terror de Lars von Trier

The House That Jack Built, novo filme do diretor dinamarquês Lars von Trier, ganhou seu primeiro teaser, junto com novas imagens. Confira:

A trama do terror vai contar a história do personagem Jack (Matt Dillon) ao longo de 12 anos, e mostrará os assassinatos que definem sua personalidade como serial killer.

Além de assumir a direção, von Trier também escreveu o roteiro do longa, que tem ainda no elenco Uma Thurman, Riley Keough, Ed Speleers. A estreia está programada para acontecer ainda em 2018.

‘Aves de Rapina’: Filme com a Arlequina ganha data de estreia oficial

A Warner Bros. marcou a data de estreia deAves de Rapina (Birds of Prey), filme que reunirá um grupo de vilãs liderado pela Arlequina (Margot Robbie).

Segundo o The Wrap, a adaptação de HQ chegará aos cinemas em 7 de fevereiro de 2020. O elenco completo deve ser divulgado muito em breve.

A “gangue de garotas” irá incluir a Arlequina, Canário Negro, Caçadora, Cassandra Cain e Renee Montoya. Eles também afirmam que o vilão da produção será o Máscara Negra, um dos maiores inimigos do Batman, que nos quadrinhos sua identidade secreta é Roman Sionis, ex-amigo de infância de Bruce Wayne.

Além disso, o Discussing Film divulgou o que seria a primeira sinopse do longa, detalhando o ponto de  partida da história. Apesar de se tratar de um rumor, vale à pena conferir:

“Após se separar do Coringa, Arlequina e outras três super-heroínas (Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya) se unem para salvar a vida de uma pequena garota (Cassandra Cain) das garras de um cruel lorde do crime”

A produção está prevista para iniciar em janeiro de 2019.

Robbie, por enquanto, é a única confirmada no elenco.

O estúdio contratará apenas mulheres para conduzirem o projeto. Isso inclui também a equipe de produção, que será formada apenas por profissionais do sexo feminino.

Vale ressaltar que Cathy Yan foi a escolhida para assumir a direção, e Christina Hodson (Bumblebee) foi contratada para escrever um dos roteiros da produção.

Crítica 2 | ‘Michael’ é uma embalagem bonita para uma caixa VAZIA. Para alguns, isso basta…

Na última década, as cinebiografias de ícones da música tomaram conta do cinema dos Estados Unidos. Apesar de algumas se destacarem, como o espetacular Rocketman (2019), a maioria se mostrou vazia e sem coragem, não justificando sua existência. Foram filmes “chapa branca”, que acabaram contando com ampla intervenção dos detentores da “marca” para preservar as imagens de membros dos grupos já falecidos. Por isso, quando filmes como Springsteen: Salve-me do Desconhecido (2025), que abordam seus protagonistas com sinceridade, aparecem, o público parece estranhar tanto. Normalizou-se tratar esses ícones com superficialidade, enquanto o texto tenta te convencer sobre a profundidade desses personagens.

São filmes que te mostram um prato de sopa cheio de água e ficam te falando o tempo inteiro que aquilo ali é uma piscina, como se isso fosse o bastante para permitir que você mergulhasse. O exemplo mais famoso disso é o infame “filme do Queen“. Apesar de ter um trabalho de figurino e maquiagem excepcional de forma geral – recriando com perfeição praticamente todos os membros da banda, com exceção daquela prótese bizarra que enfiaram no rosto do Rami Malek -, a escolha narrativa de Bohemian Rhapsody (2018) constrói uma trama que tira todo o peso profissional das escolhas da banda e trata o sucesso do grupo como um mero acaso, dando a impressão de que qualquer banda que tivesse o Freddie Mercury como vocalista daria certo. O que a própria realidade provou ao contrário. Pior do que isso, o filme ainda deu a entender que as tragédias da vida do vocalista não teriam acontecido caso ele fosse heterossexual, o que, por si só, foi uma grande ofensa à memória do artista. Sem contar as inúmeras informações erradas trazidas no longa, datas e contextos que transcenderam a liberdade poética ao comprometerem o peso de shows históricos.

Bohemian Rhapsody acabou virando ‘pioneiro’ desse movimento de biografias musicais, com a repercussão do longa servindo como exemplo para outros cineastas do que fazer ou não na hora de adaptar histórias de ícones da música. Ainda assim, o longa fez uma bilheteria impressionante e conquistou prêmios – muitos inexplicáveis, como o Oscar de Melhor Montagem, um dos pontos que foi massacrado até mesmo por parte do público. Infelizmente, acabou ditando um padrão do qual poucos cineastas ousaram se distanciar: prezar pela estética e nostalgia, deixando a história e a construção de personagem de lado.

E assim que o longa se consolidou como sucesso comercial, os estúdios começaram a trabalhar em outros ícones. Ou seja, era apenas questão de tempo para que o maior de todos, Michael Jackson, entrasse em cena. E após anos de uma produção marcada por controvérsias, Michael, enfim, chegou aos cinemas nesta semana. Dirigido por Antoine Fuqua, o filme traz os mesmíssimos problemas de Bohemian Rhapsody e acaba sendo construído com grande preocupação estética e pouquíssima vontade de realmente contar a história de Michael Jackson. Como disse no título do texto, é como um presente com embalagem belíssima, que é desembrulhada para revelar uma caixa vazia. A falta de conteúdo é preenchida com a playlist espetacular do cantor. Mas, em alguns momentos, fica a sensação de que o time criativo pegou um gibi da biografia do artista, só leu as figuras e achou que seria o bastante para contar essa história.

Foto: Glen Wilson/Lionsgate

Por se tratar de Michael Jackson, as repercussões desse filme serão extremas. Poucas vezes na história um ser humano foi capaz de despertar tamanha paixão, movendo multidões pelo mundo, como esse homem fez. Existe um antes e depois de Michael na indústria musical global, tamanho seu primor artístico e impacto nesse meio. Ao mesmo tempo, do momento de sua origem ao seu pós-morte, a passagem dele pelo mundo foi marcada por controvérsias e polêmicas. E tudo isso ajudou a construir o mito moderno de Michael Jackson. Ninguém teve um auge tão meteórico quanto ele. Porém, para chegar a esse ápice, ele passou por muitos abusos e teve muita ralação nos bastidores.

E aí que entra a grande problemática do longa. Ele é estruturalmente idêntico a Bohemian Rhapsody, do início ao fim, a estrutura é a mesma. Inclusive, fica a dica: para quem não viu o filme do Queen, não o assista antes de Michael, tamanha a redundância narrativa dos dois. É algo que pode verdadeiramente influenciar na sua experiência do filme de 2026. Enfim, o problema maior de Michael é que o longa usa a desculpa de querer retratar o auge do artista para tratar dos abusos sofridos na infância como algo simples. O pequeno Mike e seus irmãos cortaram um dobrado nas mãos do pai, Joe Jackson, que batia neles e obrigava as crianças a trabalharem exaustivamente para fazer do The Jackson 5 uma realidade.

Foto: Divulgação/ Glen Wilson
O filme retrata esse momento de forma banal. Os irmãos são recorrentemente reduzidos a alívios cômicos ao longo da trama, enquanto o pequeno Michael (interpretado brilhantemente pelo pequeno Juliano Krue Valdi) apanha uma vez e aparece sendo contrariado vez ou outra. Passa uma sensação de que tudo que ele sofreu foi “aceitável”, adotando uma perspectiva comercial muito complexa de se vender. Os abusos da infância de Michael, que impediram o garoto de ser criança efetivamente, não podem ser normalizados. Faltou essa sensibilidade de mostrar Joe como um monstro, não apenas como um empresário folgado que via os filhos como uma mina de dinheiro. E isso provavelmente esbarrou nas interferências da família nos bastidores, que, segundo indicam os rumores, solicitou a exclusão de conteúdos e fez com que o final do filme passasse por uma refilmagem.
Questões mais pessoais ao artista, como sua obsessão estética e o caso de vitiligo, que ele escondia com a própria vida, também são mencionados, mas nunca trabalhados. É uma cinebiografia que dedica pouquíssimo tempo a realmente mostrar a vida do protagonista. Ao final da sessão, fica a sensação de que você termina o filme sabendo menos da vida do Michael do que sabia antes. E isso é mais do que complicado, é frustrante, principalmente por se tratar de Michael Jackson. A virada de chave da relação do músico com a MTV, por exemplo, que é um dos capítulos mais interessantes da história da música mundial, porque revoluciona de uma vez por todas a importância dos videoclipes – e do próprio canal em si – é resumida a uma piadoca.
Colman Domingo está irreconhecível como Joe Jackson. Foto: Divulgação/ Lionsgate

Mas talvez nada seja tão frustrante para os fãs do músico quanto o não desenvolvimento da relação dele com o produtor Quincy Jones, o responsável por libertar a fera criativa que Michael Jackson foi. É como retratar a dupla Bebeto e Romário na Copa do Mundo de 1994, reduzindo o Bebeto à comemoração “Embala Neném”, deixando de lado suas contribuições em campo para o Tetra. Quincy aparece “do nada” na trama, tem uma cena com Michael no estúdio e fica nisso. Os longos processos criativos da dupla, a forma como eles se entendiam de maneira quase sobrenatural, não é retratada, dando a impressão de que Michael seria o mesmo ícone que é hoje mesmo se não tivesse a influência do lendário produtor. E não é assim. Houve todo um trabalho coletivo para Michael se tornasse Michael Jackson. Não foi só talento, não foi por acaso.

Outro ponto complicado do filme é a direção e a montagem, que repete os mesmos problemas de Bohemian Rhapsody para contar essa história. Há momentos em que há tantos cortes para cenas simples de diálogo, que a sensação é de estar assistindo uma sequência de ação em que nada acontece. É muito picotado. Outro ponto é que a direção busca muita influência nos videoclipes, mas não consegue se decidir se quer retratar esse filme como uma obra para cinema ou para TV. Nas sequências dos shows, por exemplo, há traços de direção para TV, de equipes de transmissão de shows mesmo, que se misturam a traços de direção cinematográfica. O resultado até funciona em alguns momentos, só que causa um estranhamento em outros.

Foto: Glen Wilson/Lionsgate

Ainda assim, apesar de repetir os problemas de Bohemian Rhapsody, e trazer esse jeitão de longa para TV, Michael consegue ser um filme bem melhor que o do Queen ao fazer dessa jornada uma experiência divertida. Mesmo com tantos problemas, há méritos muito intensos aqui. A começar pelas atuações. Colman Domingo está irreconhecível como Joe Jackson, mas quem brilha mesmo é Jaafar Jackson. Filho de Jermaine Jackson, o garoto é sobrinho de Michael na vida real. Talvez seja por isso que ele consegue dar tanto brilho ao papel, é algo pessoal para ele. E mesmo que haja um estranhamento no início, o rapaz incorpora muito bem o tio, principalmente nas cenas em que o personagem usa os famosos óculos escuros. Há cenas em que a semelhança realmente chega a assustar.

O elenco de apoio está ali apenas para criar situações para o Michael assumir o centro das atenções, sem muito a acrescentar. Porém, em meio às excentricidades suavizadas da vida do artista, uma se destaca: o chimpanzé Bubbles. O macaquinho de CGI tinha tudo para ser uma bizarrice em cena, mas a forma como retratam sua chegada e como os coadjuvantes reagem a ele cria um tom cômico que te faz comprar aquela situação imediatamente. É simplesmente hilário.

Divulgação: Lionsgate

Ah sim, não tem como falar desse filme sem mencionar a playlist absurda. Por ter produção da família, Michael teve acesso a todo o acervo de Michael Jackson e dos Jackson 5, que provavelmente serão redescobertos por muitos ouvintes antigos, além de chegarem a novas gerações. O resultado será visto nas próximas semanas, com possíveis novos recordes sendo quebrados nas plataformas de áudio, já que a exposição será colossal. No fim das contas, o grande propósito musical desse filme é esse mesmo, reaquecer números da família Jackson. De qualquer forma, é uma trilha musical absurda. Ver essas canções surgindo no cinema é uma experiência por si só, vê-las em momentos de recriações de videoclipes ou apresentações, como Bad ou Thriller são de arrepiar. O poder da nostalgia é muito intenso – e Hollywood sabe disso. E são esses momentos que vão conquistar o público.

Ao conversar com um amigo que não gosta muito de cinema, ele disse que o filme tem músicas boas e é divertido, e isso basta para conquistá-lo. Então, talvez seja esse o grande mérito do filme. Ele sabe que será massacrado pela crítica, mas também sabe que vai fazer uma bilheteria homérica. Então, lidar com críticas negativas talvez já seja até mesmo parte da estratégia de divulgação internacional do longa, em um tipo de “EuricoMirandismo Cultural”, desse “nós contra eles”, de que “se a crítica não gostou, então o filme é bom”. É muito curioso ver como isso virou um tema tão presente no cinema atual.

No fim das contas, Michael é um filme frustrante pela grandiosidade do protagonista que foi reduzida a uma aventura comum. Michael Jackson merecia um retrato biográfico mais à altura do que ele representou para a música. Apesar disso, é um filme ridiculamente divertido, embalado por uma playlist à prova de erros e com um elenco que faz o possível para se destacar.

É um filme esteticamente bonito, que tenta compensar a falta de conteúdo com nostalgia, referências e um trabalho grandioso de figurino e maquiagem. É um filme com toda a cara das sessões vespertinas do fim de semana na TV aberta, que certamente vai fazer uma bilheteria impressionante mundo afora.

Michael está em cartaz nos cinemas.

‘Onisciente’: Netflix anuncia nova série brasileira dos criadores de ‘3%’

Com o grande sucesso que ‘3%‘ gerou tanto no Brasil quanto no exterior, a Netflix apostará novamente no talento de Pedro Aguilera e da produtora Boutique Filmes.

A nova série batizada como ‘Onisciente’ trará a história de Nina, uma jovem que descobre um assassinato não relatado por um sistema de vigia que até então era 100% eficaz, limando as taxas de criminalidade. Para solucionar o mistério, Nina poderá enfrentar todo um sistema pré-estabelecido.

Segundo o showrunner, a série se trata do conflito entre privacidade e segurança, além de questionar a ética das pessoas que fazem parte ou não desse sistema.

A série deve abordar temas sociais além de se tratar de uma ficção científica assim como ‘3%‘ que já possui as duas temporadas em exibição na plataforma

Onisciente‘ só deve estrear em 2020.