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Crítica | Deixa Acontecer – João Vitor vive Pagodeiro Cancelado em Comédia Romântica Fofa com Paola Antonini

Fim de semana com muita festa junina, friozinho em boa parte das cidades e um clima de romance no ar com o Dia dos Namorados e Dia de Santo Antônio em plena Copa do Mundo, certo? E nada melhor para fazer a trilha de um romance do que um bom pagode dor de cotovelo…é ou não é? É no meio desse embalo super brasileiro que chegou à plataforma da Telecine sua mais nova romcom favorita: ‘Deixa Acontecer’, um romancezinho que marca um dos muitos lançamentos inéditos dos Estúdios Globo direto para seu braço de streaming de filmes e na Globoplay.

Marina (a influencer Paola Antonini) finalmente conseguiu passar para o vestibular…mas no Rio de Janeiro. Seus pais (Danton Mello, de ‘Mãe Fora da Caixa’ e Camila Morgado, de ‘A Casa das Sete Mulheres’) não lidam bem com a notícia e decidem não apoiar a filha na ideia de sair de Belo Horizonte. Decidida a seguir seu sonho, Marina viaja à capital carioca junto com suas melhores amigas, Pri (Klara Castanho, de ‘#SalveRosa’) e Thayz (Lais Lage), na intenção de fazer sua matrícula. Porém, tudo dá errado assim que chegam no Rio, e, no intuito de espairecerem um pouco, o trio decide ir ao show de João Mendes (João Vitor Silva, de ‘Cinco Tipos de Medo’ e que aqui funciona como “um Hugh Grant pagodeiro”, como bem disse o jornalista Rodrigo Fonseca), um pagodeiro no auge do sucesso que acaba de sofrer um cancelamento na internet. É assim que Bebê (Douglas Silva, de ‘Cidade de Deus’), empresário de João Mendes, tem uma ideia: propor um namoro fake entre João e Marina para limpar a barra dele e fazer com que ele ganhe o prêmio de Homem do Ano, enquanto Marina, por sua vez, receberá uma bolada financeira para custear seus estudos na cidade.

Sim, você já viu dezenas de filmes com uma premissa parecida – baseada no tropo “enemies to lovers”, ou seja, um casal que começa se bicando para terminar se beijando. A diferença em ‘Deixa Acontecer’ é que além de ser um filme brasileiro, ainda tem uma protagonista mineira, de sotaque bem carregado e sem nenhuma pressa de decidir as coisas, o que realça o abismo ansioso entre o pagodeiro João Mendes e a calma da jovem Marina.

Com direção de Natalia Grimberg, o filme consegue equilibrar diversos aspectos que são essenciais para um bom resultado de uma comédia romântica, tais como um figurino altamente desejável, cenários esteticamente bonitos, ângulos que favorecem o elenco e uma boa montagem, que imprime ritmo não só ao romance em si, mas a todos os percalços enfrentados pelos protagonistas. Ainda por cima, a direção fez uma ótima escalação de elenco (que conta ainda participação especial da própria cantora Iza) e conseguiu embalar tudo isso numa trilha sonora só de hits de sucesso, que inclui não só a música-tema que dá nome ao filme, mas também foi capaz de criar uma música nova bem chiclete para o encontro do casal no longa.

O roteiro de Renata Corrêa propõe transformar uma história de fácil reconhecimento do público mas trazendo elementos que imprimem o diferencial – como ter a protagonista portadora de deficiência física mas sem transformar esse elemento como o centro da trama; ao contrário, Renata faz desse ponto apenas uma característica de seu enredo, conseguindo, assim, entregar uma história de amor jovem não-capacitista e, ainda por cima, mostrando aos espectadores como detalhes do cotidiano impactam a rotina dessas pessoas de maneira distinta.

Fofo, carismático e bem brasileiro, ‘Deixa Acontecer’ é o melhor lançamento nos streamings para o fim de semana do Dia dos Namorados.

Crítica | ‘Resgate Implacável’ – Ação com Jason Statham que estreou no Prime Video não tem nada de original, mas é salva pelo CARISMA do ator

Jason Statham é um nome bastante conhecido no cenário cinematográfico, principalmente nas produções de ação. Ao longo de sua prolífica carreira, o astro participou de obras como ‘Velozes e Furiosos’, ‘Adrenalina’, ‘Assassino a Preço Fixo’ e até mesmo deixou se levar pelo divertido non-sense da comédia de espionagem ‘A Espião que Sabia de Menos’. Agora, ele acrescenta mais um título do gênero à sua filmografia, com o explosivo thriller Resgate Implacável’ – que estreou no catálogo do Prime Video.

Considerando o calibre das pessoas envolvidas no projeto, é claro que teríamos uma premissa bastante familiar e que puxasse elementos de outros longas de ação protagonizados por Statham ou correlatos: aqui, ele dá vida a Levon Cade, um ex-sargento das forças marinhas dos Estados Unidos que trabalha como construtor civil, mantendo uma relação de amizade e confiança com seu chefe, Joe (Michael Peña), e família. E, conforme vive um dia de cada vez, ele também luta para conseguir ver mais a filha, Merry (Isla Gie), que mora com o avô após a trágica morte da mãe. Levon a vê apenas duas horas por semana e, engolindo sapos toda vez que passa tempo ao lado dela, não deseja nada além de poder dar a Merry o que ela merece.

Porém, as coisas não seguem como o planejado: após a filha de Joe, Jenny (Arianna Rivas) ser raptada por um grupo perigoso de tráfico humano, Levon resolve ajudar sua segunda família e começa a seguir minúsculos rastros que trarão Jenny de volta, sã e salva (ou é o que ele espera). A partir daí, o nosso herói reúne todas as habilidades que aprendeu no exército e as coloca em prática mais uma vez em uma vibrante e formulaica história que, dentro dos óbvios limites, funciona para os fãs inveterados de Statham ou de obras do gênero.

O projeto é comandado por David Ayer, conhecido por seu trabalho em ‘Esquadrão Suicida’ e ‘Dia de Treinamento’ – um nome que conhece os meandros de filmes de ação. É notável como o cineasta pega páginas emprestadas e incontáveis incursões similares para construir essa mixórdia recheada de sequências bem coreografadas, mas cujos visuais não são fortes o bastante para ofuscar um abismo narrativo do mais puro nada. Ayer, responsável também pelo roteiro ao lado de Sylvester Stallone, arquiteta uma história regurgitada de ‘Busca Implacável’ e até mesmo ‘Beekeeper – Rede de Vinganças’ (estrelado por Statham) que se vale mais das boas mensagens de força e de união do que algo palpável e original.

O próprio Statham não parece nem querer se desvencilhar de outros papéis que encarnou, repetindo fórmulas e recitando clichês com uma expressão carrancuda, compreensiva e calculista, que não mede esforços para fazer justiça – mesmo quando ela requer medidas drásticas. De qualquer maneira, o charme e a presença do astro são significativamente fortes para que não prestemos atenção a essa construção monocromática e sejamos envolvidos em um domínio cênico invejável – e, bom, vê-lo dar uns socos aqui e ali é sempre um ótimo entretenimento.

O restante do elenco faz o mínimo para dar vida e humanidade aos arquétipos que interpretam – os preocupados pais que não sabem o que farão caso alguma coisa de ruim aconteça, vilões e asseclas sociopatas que enfrentam o protagonista com garras e dentes, e até mesmo a atmosfera conspiracionista que se apodera da trama no segundo ato serve como uma cortina personificada que transforma um simples enredo de sequestro em um suspense de proporções catastróficas. Há, inclusive, momentos entre certos personagens que ultrapassam os convencionalismos clássicos, emulando o teor obscuro e agourento de ‘John Wick’ em um rip-off barato.

Nem mesmo os aspectos técnicos procuram aliviar essa amálgama de banalidades, seja na cansativa e penosa fotografia de Shawn White ou na melodramática e insincera trilha sonora de Jared Michael Fry. O roteiro, por sua vez, acumula mais de quatro décadas de filmes de ação em uma condensação de calmaria, deixando que o carisma de Statham seja o verdadeiro trunfo e que, ao menos, isso deixe os espectadores satisfeitos. E, honestamente, é isso o que acontece – a despeito dos incontáveis equívocos que se dispõe no longa.

Resgate Implacável é formulaico do começo ao fim e previsível até mesmo para aqueles que nunca tiveram muita afinidade com o gênero. Mesmo mordendo a própria cauda ao se mostrar como mais um genérico de ação, o fato de termos Statham como o personagem titular diz muito sobre o seu teor – e é motivo o suficiente para nos levar ao cinema em uma celebração hedonista do nada.

Homem sério com taco em cartaz de filme

10 filmes para assistir e segurar a ansiedade antes dos jogos do Brasil na Copa do Mundo

Nossa seleção começará a caminhada rumo ao hexacampeonato na copa do mundo de futebol masculino. Para você que ama cinema e futebol, e está com aquela ansiedade na ponta da chuteira, segue abaixo uma lista de filmes para se acalmar e assistir antes dos jogos começarem:

 

Tetra: Acreditar de Novo (Netflix)

Documentário que nos leva até os bastidores da conquista da Copa do Mundo de Futebol Masculino, em 1994, pelo olhar dos jogadores daquela seleção.

 

F1 – O Filme (Apple Tv)

Na trama, acompanhamos a história de dois pilotos de uma equipe de Fórmula 1. Um deles é um jovem e talentoso piloto; o outro, experiente e marcado por traumas no passado. Juntos, eles buscam encontrar uma fórmula de sucesso para conseguir vencer como equipe.

 

Momentos Decisivos (Prime Video)

Na trama, acompanhamos um homem que, após uma punição no passado, é recrutado por um amigo de longa data para ser o novo treinador de basquete de um colégio situado em uma cidadezinha de Indiana, mudando a vida de todos, e a própria, através do esporte.

 

Untold: Crime e Infrações (Netflix)

No catálogo da Netflix, Untold: Crime e Infrações, mistura ação no gelo e máfia, mostrando um jovem cria um time de hóquei na cidade onde mora, causando um verdadeiro alvoroço em todos os jogos dessa equipe.

 

Nós Somos os Campeões (Disney Plus)

Lançado mais de 31 anos atrás, e buscando popularizar um esporte que não vemos muito por aqui no Brasil, o Hockey, chegou aos cinemas da época o emocionante e divertido filme Nós Somos os Campeões. A base da história, que veríamos mais desenrolares em outros dois filmes em sequência, gira em torno de um amargurado ex-atleta, agora advogado, que precisa cumprir serviço comunitário após um incidente, fato que o leva a ser o treinador de uma talentosa equipe juvenil de Hockey.

 

Nós derrotamos o Dream Team (HBO MAX)

No primeiro ano que os jogadores da NBA puderam disputar as olimpíadas, um verdadeiro time dos sonhos foi enviado até a Espanha para vencer com autoridade o evento no verão de 1992 em Barcelona. Durante os treinamentos, oito jovens astros do basquete universitário foram chamados para um jogo treino. Eles venceram o Dream Team.

 

O Chef (Filmelier Plus)

Na trama, acompanhamos uma noite conturbada na vida do experiente Chef Andy. Precisando lidar com problemas da sua equipe, e outras questões inesperadas, ao longo de uma noite o esgotamento se torna uma questão de tempo.

 

Agente Zeta (Netflix)

Yago (Mario Casas) é um agente da inteligência espanhola (CNI), de codinome Zeta, que está tirado um tempo de folga em um lugar isolado para cuidar de sua mãe. Quando uma série de assassinatos de ex-agentes, camuflados em embaixadas espanholas pelo mundo, começa a acontecer, Yago é chamado para rastrear um desses alvos que conseguiu sobreviver (Luis Zahera). A partir daí, seu destino se cruza com Alfa (Mariela Garriga), uma agente da inteligência colombiana, e, aos poucos, eles vão descobrindo verdades sobre um misterioso acontecimento fatal do passado que revelará enormes surpresas.

Crítica | ‘Agente Zeta’ – Top 1 do PRIME VIDEO é um competente ‘jogo de espiões’

 

Matar. Vingar. Repetir. (HBO MAX)

Irene (Michaela McManus) é uma mulher marcada pela perda traumática da filha, assassinada cruelmente por um serial killer. Com a vida destruída, ela passa a viajar por universos paralelos buscando eliminar repetidamente esse assassino. Em uma dessas jornadas, acaba conhecendo Mia (Stella Marcus), uma jovem que está destinada a se tornar uma das próximas vítimas do criminoso que matou sua filha.

 

Elway (Netflix)

Documentário lançado no fim do ano passado pela Netflix revela curiosidades sobre a vida e a carreira de um dos maiores nomes da história do futebol americano: John Elway.

Anna Faris diz que não foi convidada de volta para ‘Todo Mundo em Pânico 5’ por causa da “idade e do dinheiro”

Anna Faris se tornou uma grande estrela com a franquia ‘Todo Mundo em Pânico’.

Após a saída dos Wayans, ela estrelou ‘Todo Mundo em Pânico 3′ em 2003 e o filme arrecadou impressionantes US$ 220,7 milhões mundialmente, tornando-se a segunda maior bilheteria de toda a franquia. O filme aproveitou a popularidade de sucessos como O Chamado, Sinais e Matrix Reloaded, conquistando o público e mostrando que a marca ainda possuía enorme força comercial.

Três anos depois, Todo Mundo em Pânico 4 repetiu a fórmula e arrecadou mais US$ 178,7 milhões ao redor do mundo. Embora não tenha alcançado o desempenho do terceiro filme, o resultado confirmou que a série continuava extremamente popular mesmo sem os irmãos Wayans.

No quinto filme, o estúdio decidiu trocar a protagonista e Ashley Tisdale substituiu Anna Faris. O filme foi um desastre.

Em entrevista à Variety, Anna falou sobre o motivo de não ter voltado para a quinta parte da franquia:

“Bem, eu não fui convidada a voltar para ‘Todo Mundo em Pânico 5’. E acho que foi por causa da idade e do dinheiro. Acho que nunca recebi um salário comparável ao de um homem — tenho certeza que não, nem Regina. Não ganhávamos dinheiro de verdade.”, ela afirmou.

A atriz conta que o contrato com os Weinstein não a valorizava.

“Quando consegui o papel em ‘Todo Mundo em Pânico’, fechei um contrato para três filmes. Meu novo agente comemorou, mas eu não sabia o que isso significava. Significa que eles podem te prender a uma franquia de filmes e não te pagar muito. Recebi 65 mil dólares canadenses pelo primeiro filme, que sumiu rapidinho depois dos impostos e da comissão do agente. E aí não recebi quase nada pelo segundo nem pelo terceiro. Então, meus sentimentos em relação à franquia eram complicados, e eu me sentia muito arrogante se por acaso menosprezasse a enorme sorte que tive ao conseguir o papel de Cindy Campbell. Isso me fazia sentir horrível, como se tivesse sido envenenada pela fama; mas ao mesmo tempo, eu pensava: ‘Que se dane, se eu sou boa o suficiente para competir, que eu corra com os campeões!’. Sabe?”, ela disse.

Todo Mundo em Pânico 6‘ arrecadou impressionantes US$ 105.5 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Internacionalmente, o longa abriu com US$ 50.5 milhões através de 53 territórios – registrando um desempenho +75% acima do terceiro filme neste mesmo período, que mantenha o recorde da franquia.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o México (US$6.7M; maior estreia da história para uma comédia da Paramount), Reino Unido (US$5.5M), Alemanha (US$5.5M), Brasil (US$5.1M; maior estreia da história da Paramount) e França (US$3.2M).

Vale lembrar que o filme abriu com US$ 55 milhões nos EUA, tornando-se a maior estreia da história da franquia no país, superando ‘Todo Mundo em Pânico 4‘ (US$49.7M).

Crítica | Sexto capítulo da franquia ‘Todo Mundo em Pânico 6’ é uma TRESLOUCADA aventura que não deixa ninguém a salvo

É um excelente desempenho para um filme orçado em apenas US$ 30 milhões.

Com apenas 26% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o novo capítulo também parece ter dividido a opinião dos espectadores com uma nota C+ no CinemaScore. Para termos de comparação, esta é a segunda pior avaliação da saga, atrás apenas do quinto filme (C-).

O segundo e terceiro filme seguem empatados com a melhor recepção (B), seguidos de perto pelo longa original (B-).

Todo Mundo em Pânico 6‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

SAIBA MAIS » Todo Mundo em Pânico 6

Marlon Wayans comenta sobre SEQUÊNCIA de ‘As Branquelas’: “Se ‘Todo Mundo em Pânico 6’ for um sucesso”

O 6º filme da franquia tira sarro de filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, ‘Pânico‘, ‘Hereditário‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘Não! Não Olhe‘ e ‘Pecadores‘.

CinemaCon: Teaser de ‘Sonic 4’ com Amy Rose, Johnny Depp no trailer de ‘Um Conto de Natal’, ‘Todo Mundo em Pânico 6’; Assista aos comentários do painel!

Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) é responsável pela direção.

Crítica | Velhos Bandidos – Fernanda Montenegro e Ary Fontoura BRILHAM em ÓTIMA comédia nacional que estreou no Prime Video

Comédia é o gênero mais querido no Brasil. Não é achismo, é fato: os números de bilheteria dos filmes do gênero são frequentemente os maiores do circuito exibidor. Diante desse cenário, imagina o que aconteceria se alguém tivesse a brilhante ideia de reunir, numa mesma produção, dois dos maiores e mais longevos artistas do cenário brasileiro… e para fazer comédia! É exatamente esse o ponto de partida que resultou no filme ‘Velhos Bandidos’, grande lançamento no catálogo do Prime Video.

Um jovem casal de golpistas apaixonados – Sid (Vladimir Brichta, de ‘Bingo – O Rei das Manhãs’ e Nancy (Bruna Marquezine, de ‘Besouro Azul’) – vivem a vida aplicando golpes em idosos, vendendo-lhes passagens de cruzeiro para que, enquanto os clientes estejam fora, os dois fazem a limpa na casa deles. Fizeram isso com Rodolfo (Ary Fontoura, da sérieDois Irmãos’) e Marta (Fernanda Montenegro, de ‘Vitória’), porém, por uma infeliz coincidência – para eles – o casal de idosos acabou voltando para casa mais cedo e flagrou Sid e Nancy roubando seus pertences. O que os jovens não imaginavam era que Rodolfo e Marta também fossem golpistas, e, reféns na mão dos criminosos experientes, se vissem obrigados a embarcar no maior crime já cometido por eles: assaltar um banco.

Velhos Bandidos’ parte de um mote simples e bastante lugar-comum para deixar o espectador à vontade: sim, você já viu essa história antes, e tá tudo bem. Só que você não viu essa história contada aqui no Brasil, dessa forma, e com esse elenco que, por si só, já é uma enorme distração.

Nas diversas entrevistas concedidas pelo elenco na divulgação do filme todos foram firmes em responder que toparam o projeto porque Fernanda Montenegro havia topado. Até aí, não dá para julgar, né. A grande pergunta que fica é em que momento o diretor Cláudio Torres, que é filho de Dona Fernanda, olhou para a mãe e pensou “humm essa daí tem cara de bandida…”

Seja como foi, fato é que é o elenco que torna essa história, comum, em um diamante bruto nacional. Além dos nomes supracitados, a produção ainda conta com Tony Tornado, Lázaro Ramos, Hugo Bonèmer, Dhalia Lopes, Laila Garin, Vera Fischer, Guida Vianna, Nathália Timberg e tantos outros.

Por se tratar de uma comédia de ação, era importante que ambos os gêneros tivessem seus elementos contemplados no enredo de Cláudio Torres, Fábio Mendes, Renan Flumian e colaboração de Davi Torres, neto de Dona Fernanda. E sim, tá tudo bem balanceado: por um lado, as cenas de ação (um tanto quanto mirabolantes, a la ‘Missão Impossível’) e protagonizada pelo jovem casal entretém e convence em grau de dificuldade e veracidade da realização; no âmbito cômico, o palco é todo do outro jovem casal, Ary e Fernandona, que por tantas vezes já formaram casal em outras produções, aqui estão completamente adoráveis e à vontade, divertindo o público com a cara de pau com que fingem serem pobres coitados quando, na verdade, são dois pilantras. Ou como diz o detetive Oswaldo Aranha (Lázaro Ramos) em um dos momentos mais hilários do longa: [Fernanda Montenegro é uma] velha safada! Em tempo: essa fala foi improvisada.

A leveza e facilidade com que o elenco conduz ‘Velhos Bandidos’ delicia o público e entrega o melhor cinema pipocão nacional produzido nos últimos anos, e é, de longe, a melhor comédia brasileira do mesmo período. Uma grande produção com uma proeza dupla: entregar o melhor dos melhores atores brasileiros ao público e entregar um grande filme e uma grande homenagem a esses atores que merecem ser lembrados e homenageados sempre pelo audiovisual mundial.

Velhos Bandidos’ é diversão para todas as idades e deixa uma gostosa sensação de reunião familiar. Que venha uma continuação em breve!

Filme de ação com Jason Statham, roteiro de Stallone e diretor de ‘Esquadrão Suicida’ faz SUCESSO no streaming; Confira as críticas!

O filme de ação ‘Resgate Implacável‘ (A Working Man), estrelado por Jason Statham (‘Beekeeper: Rede de Vingança’), está fazendo sucesso no Prime Video e tem uma equipe de calibre. O filme atualmente está em 9º lugar entre os mais vistos do streaming.

A produção é dirigida por David Ayer (‘Esquadrão  Suicida’) à partir de um roteiro assinado por Sylvester Stallone – baseado no romance homônimo de Chuck Dixon.

Na trama, Levon Cade, um ex-agente de operações secretas, leva uma vida pacífica com sua filha como trabalhador de construção civil.

No entanto, Levon é forçado a usar seu antigo conjunto de habilidades para encontrar a filha adolescente de seu chefe e logo descobre uma conspiração criminosa que tem o potencial de causar estragos em sua vida tranquila.

O elenco ainda conta com David Harbour, Michael Peña, Jason Flemyng, Arianna Rivas, Noemi Gonzalez e Emmett J. Scanlan.

Resgate Implacável‘ abriu com apenas 59% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Com uma recepção divisiva, o consenso geral critica a originalidade da narrativa e de algumas cenas de ação, enquanto aclama a performance de Jason Statham (‘Beekeeper: Rede de Vingança’) como um protagonista competente do gênero.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Sempre digo isso quando critico um filme estrelado pelo Jason Statham: eu o considero mais interessante em suas cenas sem ação do que quando ele está explodindo bandidos em pedacinhos. Este filme não é diferente.” (Boston Globe)

“Alguns filmes [do diretor David Ayer] são muito bons, mas, cada vez mais, parece que ele está reciclando tramas antigas, do mesmo jeito que os filmes de ação lançados direto em VHS faziam no final do século XX.” (Variety)

“Embora não seja tão insano ou absurdo quanto ‘Beekeeper: Rede de Vingança’, este filme prova que Jason Statham e o diretor David Ayer devem continuar fazendo filmes de ação​​pelo maior tempo possível.” (Discussing Film)

“‘Resgate Implacável’ é tão sombrio quanto sua cinematografia. Embora esses visuais certamente combinem com o conteúdo do filme, não há nada de bom nele em outros aspectos para compensar.” (AV Club)

“Não estamos assistindo este filme para aprender uma lição, estamos aqui para um pouco de ultraviolência. E ‘Resgate Implacável’ faz isso muito bem.” (Associated Press)

“O carisma brilhante de Jason Statham está amplamente em evidência neste filme. Apesar de não convencer como um cidadão comum, ele é mais do que convincente como alguém que um bandido nunca deveria querer ver chegando.” (The Hollywood Reporter)

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Homem sério com taco em cartaz de filme

Ignorado no Oscar, ‘Wicked: Parte 2’ já está disponível no streaming; Saiba aonde assistir!

A sequência ‘Wicked: Parte 2‘, estrelada por Cynthia Erivo e Ariana Grande, já está disponível no catálogo do Prime Video. O filme atualmente é o sexto mais visto do catálogo.

Apesar do enorme sucesso comercial e da aclamação do público, a sequência tornou-se a grande surpresa negativa no Oscar 2026. O longa, que encerrou a adaptação do fenômeno da Broadway, não recebeu nenhuma indicação, sendo ignorado em todas as categorias.

O filme conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 540 milhões nas bilheterias mundiais. O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$56.4M), Austrália (US$19M), Alemanha (US$9.7M), Coreia (US$6.5M) e México (US$6.3M).

Vale lembrar que ‘Wicked: Parte 2‘ abriu com US$ 226 milhões mundialmente – o que representa a maior estreia global da história para uma adaptação musical da Broadway.

Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século | CinePOP

O longa é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, Jonathan Bailey e Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

Já nos EUA, a continuação estreou com sólidos US$ 150 milhões, superando o primeiro filme (US$125M) e se tornando o terceiro maior lançamento da história para um longa musical, atrás apenas do live-action de ‘O Rei Leão‘ (US$191.7M) e ‘A Bela e a Fera‘ (US$174.7M).

Com 67% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou o coração dos espectadores, recebendo uma nota A no CinemaScore. Para termos de comparação, essa é a mesma média alcançada pelo primeiro filme.

Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século

Comédia de assalto com Fernanda Montenegro e Bruna Marquezine estreia fazendo SUCESSO no streaming!

Velhos Bandidos, longa estrelado por Fernanda Montenegro e Ary Fontoura, estreou fazendo sucesso no Prime Video.

O filme, dirigido por Cláudio Torres, abriu em terceiro lugar entre os filmes mais vistos do streaming.

Velhos Bandidos’ parte de um mote simples e bastante lugar-comum para deixar o espectador à vontade: sim, você já viu essa história antes, e tá tudo bem. Só que você não viu essa história contada aqui no Brasil, dessa forma, e com esse elenco que, por si só, já é uma enorme distração.

Um jovem casal de golpistas apaixonados – Sid (Vladimir Brichta, de ‘Bingo – O Rei das Manhãs’ e Nancy (Bruna Marquezine, de ‘Besouro Azul’) – vivem a vida aplicando golpes em idosos, vendendo-lhes passagens de cruzeiro para que, enquanto os clientes estejam fora, os dois fazem a limpa na casa deles. Fizeram isso com Rodolfo (Ary Fontoura, da sérieDois Irmãos’) e Marta (Fernanda Montenegro, de ‘Vitória’), porém, por uma infeliz coincidência – para eles – o casal de idosos acabou voltando para casa mais cedo e flagrou Sid e Nancy roubando seus pertences. O que os jovens não imaginavam era que Rodolfo e Marta também fossem golpistas, e, reféns na mão dos criminosos experientes, se vissem obrigados a embarcar no maior crime já cometido por eles: assaltar um banco.

Confira o TOP 4 e o trailer:

Crítica | Velhos Bandidos – Fernanda Montenegro e Ary Fontoura BRILHAM na MELHOR Comédia Nacional dos Últimos Anos

A comédia de ação traz uma premissa inusitada e um elenco estelar que inclui Ary Fontoura, Bruna Marquezine, Vladimir Brichta e Lázaro Ramos

O roteiro deVelhos Bandidos é assinado por Cláudio Torres ao lado de Fabio Mendes e Renan Flumian.

‘Batman’: Ator de ‘A Casa do Dragão’ faz apelo para viver Asa Noturna no novo DCU

O ator Harry Collett, amplamente conhecido por seu papel como Jacaerys Velaryon na série A Casa do Dragão, comentou recentemente sobre o forte apelo dos fãs para que ele assuma o manto do Asa Noturna no novo Universo DC (DCU). Durante o bate-papo, o jovem astro deixou claro que compartilha do mesmo entusiasmo do público e adoraria dar vida ao herói nos cinemas.

Em entrevista ao ComicBook, Collett foi questionado sobre qual personagem dos quadrinhos ele gostaria de interpretar se tivesse a chance. Foi então que o ator revelou a enorme campanha que vem recebendo nas redes sociais.

“As pessoas têm me mandado muitas mensagens dizendo que eu deveria interpretar o Asa Noturna na DC”, comentou o ator.

Após o entrevistador destacar que Collett possui traços físicos e uma aparência muito semelhante à de Dick Grayson (a identidade real do herói) nas HQs modernas, o ator não perdeu tempo e aproveitou a oportunidade para fazer um apelo direto e bem-humorado ao chefe da DC Studios: James Gunn, por favor!”

‘Batman’: Ator manifesta desejo de retornar como Asa Noturna no novo DCU de James Gunn

Embora Harry Collett tenha manifestado publicamente o seu interesse, o futuro do Asa Noturna nas telonas ainda está cercado de mistérios, mas deve ganhar novidades em breve.

A expectativa de bastidores é que Dick Grayson faça sua estreia oficial na nova cronologia dos cinemas emBatman: The Brave and the Bold, longa-metragem que será dirigido por Andy Muschietti e que promete explorar a fundo a dinâmica e os integrantes da Batfamília, focando na relação entre Bruce Wayne e seu filho biológico, Damian Wayne (o Robin).

Até o momento, a DC Studios mantém os detalhes do elenco sob sigilo absoluto e não confirmou quando começará os testes para os papéis dos protegidos do Cavaleiro das Trevas.

Na trama de The Brave and the Bold, o Batman será apresentado ao lado de seu filho, Damian Wayne, que assume o manto de Robin. Nessa continuidade, Dick Grayson já aparecerá como adulto, tendo deixado o posto de ajudante para se tornar o herói independente Asa Noturna.

Embora o elenco ainda não tenha sido definido, o projeto já conta com nomes importantes nos bastidores. Andy Muschietti (diretor de ‘The Flash) será o responsável pela direção, enquanto o roteiro fica a cargo de Christina Hodson.

A escolha da roteirista, no entanto, dividiu a opinião dos fãs devido ao seu histórico em produções comoAves de Rapina, The Flash e o filme cancelado daBatgirl.

Silhueta do Batman em prédio iluminado por luz azul
batman dcu

‘Lilo & Stitch 2’: Criador original da franquia dirigirá sequência do sucesso bilionário da Disney

A franquia Lilo & Stitch acaba de ganhar novidades de peso para a sua sequência em live-action. O cineasta Chris Sanders, que é ninguém menos que o cocriador, corroteirista e codiretor da animação original de 2002, foi oficialmente escolhido pela Disney para dirigir o segundo filme.

De acordo com informações do The Hollywood Reporter, Sanders já estava profundamente envolvido na produção como roteirista. Além disso, ele é a voz oficial do próprio Stitch, tanto no desenho clássico quanto na nova versão realista. Com a sua promoção à cadeira de diretor, o projeto avança rapidamente para a fase de pré-produção, com as filmagens planejadas para começar ainda este ano.

Um dos detalhes mais interessantes revelados pelos bastidores é que a sequência apresentará uma história completamente inédita. O roteiro não será uma adaptação direta de Lilo & Stitch 2: Stitch Deu Defeito’, filme lançado diretamente em home vídeo em 2005. A ideia do estúdio é expandir o universo dos personagens com novos rumos e aventuras.

Nos bastidores, o time de produtores ganha reforços de peso. Jonathan Eirich (que produziu o primeiro live-action) retorna à função através da produtora Rideback e Ryan Halprin assume o cargo de produtor executivo do longa-metragem.

O voto de confiança da Disney para uma sequência imediata não é por acaso. O primeiro live-action de Lilo & Stitch tornou-se um verdadeiro fenômeno de público e crítica. O longa-metragem quebrou barreiras ao ultrapassar a impressionante marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial.

Além do estrondoso sucesso financeiro, a produção foi amplamente elogiada como uma das melhores e mais fiéis adaptações em live-action já feitas pela Disney, conquistando uma sólida aprovação de 72% dos críticos no Rotten Tomatoes.

Lilo & Stitch’ está disponível no Disney+.

A nova versão é dirigida pelo vencedor do Oscar Dean Fleischer Camp (‘Marcel The Shell With Shoes On).

Lilo & Stitch conta a história de Lilo, uma menina que adota um alienígena chamado Stitch, que fugiu de um planeta alienígena. Lilo não sabe que Stitch é uma perigosa experimentação genética. Juntos, eles descobrem o significado de família.

Dan Lin e Jonathan Eirich, que trabalharam no remake de ‘Aladdin‘, entram como produtores. Chris Kekaniokalani Bright assina o roteiro.

Departamento de Justiça dos EUA aprova fusão de US$ 110 bilhões entre Paramount e Warner Bros. Discovery

A histórica aquisição da Warner Bros. Discovery pela Paramount Global deu um passo gigantesco. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) aprovou oficialmente o negócio. De acordo com informações do Deadline, o acordo está avaliado em US$ 110 bilhões e, segundo fontes de bastidores, a Paramount não precisou fazer concessões significativas para obter o sinal verde das autoridades federais.

Em um comunicado oficial, um porta-voz da Paramount celebrou a decisão: “Somos gratos pela análise criteriosa realizada pelo Departamento de Justiça, bem como pelo trabalho das demais agências reguladoras que concluíram suas avaliações e concederam aprovação até o momento. Esta é uma operação pró-competitiva, que resultará em uma empresa mais forte e melhor posicionada para competir com as grandes plataformas de tecnologia em um setor cada vez mais disputado por audiência, talentos, tecnologia e investimentos”.

A empresa ainda destacou que segue totalmente focada em concluir a transação o mais rápido possível para entregar os benefícios do acordo aos consumidores, criadores de conteúdo e à indústria do entretenimento.

Apesar da aprovação federal, o caminho para a fusão ainda não está totalmente livre de obstáculos. Procuradores-gerais da Califórnia, de Nova York e de outros estados norte-americanos avaliam a possibilidade de abrir uma ação antitruste para tentar barrar a união, que criaria um dos maiores conglomerados de mídia do mundo.

O procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, reforçou que o negócio não está concluído e continua sob investigação estadual.

“A fusão da Warner Bros com a Paramount ainda não está fechada e continua sob investigação pelo meu escritório”, escreveu nas redes sociais.

Ainda assim, o CEO da Paramount, David Ellison, e sua equipe mantêm a meta de finalizar a aquisição até 30 de setembro. Caso o prazo não seja cumprido, a companhia se comprometeu a pagar aos acionistas uma taxa compensatória diária de vários milhões de dólares.

Enquanto isso, no cenário internacional, reguladores do Reino Unido e da União Europeia iniciaram análises mais aprofundadas sobre os impactos concorrenciais, e a autoridade britânica de concorrência abriu uma investigação formal que pode se estender por até cinco meses.

A bilionária transação, que começou a ganhar os holofotes em fevereiro, quando a Paramount venceu uma disputa acirrada contra a Netflix para comprar a Warner, também vem enfrentando forte resistência política. A senadora norte-americana Elizabeth Warren criticou duramente a aprovação do órgão federal:

“Esta é uma péssima notícia para todos os americanos que não querem que bilionários alinhados a Trump controlem o que assistem e quanto pagam por isso. A fusão entre Paramount e Warner Bros. está cercada por suspeitas de favorecimento e tráfico de influência. Esta batalha ainda não acabou”, afimrou.

‘Durango’: Kathryn Newton estrelará novo drama da Hulu ao lado de Cooper Hoffman

A talentosa atriz Kathryn Newton foi oficialmente escalada para protagonizar, ao lado de Cooper Hoffman, o episódio piloto de Durango, a mais nova grande aposta de drama e ação da plataforma de streaming Hulu.

De acordo com informações divulgadas pela Variety, a trama acompanha Mikey, interpretado por Hoffman, um morador de uma cidade de esqui que vive em busca de sua próxima grande aventura, e Bunny, vivida por Newton, uma jovem fugitiva educada em casa que trabalha temporariamente como garçonete em uma lanchonete local. Juntos, eles embarcam em uma sequência de decisões impulsivas enquanto se apaixonam intensamente e tentam escapar da polícia, de criminosos perigosos e até mesmo da esposa de Mikey, tudo isso enquanto perseguem uma versão totalmente própria e distorcida do chamado sonho americano.

Segundo a descrição oficial divulgada pela Hulu, Bunny é uma personagem encantadora, selvagem e profundamente reservada. Determinada a nunca criar raízes ou permanecer muito tempo no mesmo lugar, ela encara sua passagem por Durango como apenas mais uma parada temporária em sua jornada.

Embora carregue traumas e tenha enormes dificuldades em confiar nas pessoas, algo no carisma de Mikey, um lendário snowboarder local, consegue romper suas barreiras emocionais. No entanto, o grande ponto de virada do roteiro acontece quando o jovem casal acaba no lugar errado e na hora errada, fazendo com que os segredos sombrios que Bunny passou anos escondendo comecem a vir à tona de forma perigosa.

O projeto é assinado pela roteirista Eliza Clark, que também atua como produtora executiva ao lado de Michael Ellenberg, em uma parceria de produção entre a 20th Television e a Media Res.

A escalação para o piloto deDurango reforça o momento brilhante e movimentado na carreira de Kathryn Newton, que vem consolidando seu espaço em Hollywood com uma agenda repleta de projetos de grande porte. Recentemente, a atriz esteve no elenco do aguardado filme de terror e suspenseCasamento Sangrento 2 (Ready or Not 2), atuando diretamente ao lado de Samara Weaving.

Atualmente, ela está nos sets de filmagens deHot Year, longa-metragem que marca a estreia de Roxy Sophie Sorkin na direção. Logo em seguida, a atriz retornará aos holofotes globais ao reprisar o papel da heroína Cassie Lang, a filha do Homem-Formiga de Paul Rudd, no grandiosoVingadores: Dr. Destino’.

‘House of Guinness’: Nova série do criador de ‘Peaky Blinders’ é renovada para a 2ª temporada

‘House of Guinness’, nova série de Stephen Knight, criador da aclamada ‘Peaky Blinders’, foi renovada pela Netflix para sua segunda temporada. De acordo com informações da Variety, o sinal verde para o novo ano do drama inspirado na famosa e poderosa família cervejeira irlandesa já foi dado, e as gravações estão previstas para começar no início de 2027.

Ambientada na Irlanda da década de 1860, a primeira temporada da produção acompanha os passos dos ambiciosos herdeiros da dinastia Guinness logo após a morte do patriarca e magnata Sir Benjamin Guinness. A trama mergulha de cabeça na disputa feroz pelo controle e expansão do império de bebidas, cercada por rivalidades familiares tóxicas e turbulências políticas violentas na época.

Composta por oito episódios, a temporada de estreia conquistou uma recepção calorosa da crítica no Reino Unido e nos Estados Unidos, acumulando impressionantes 89% de aprovação do público no Rotten Tomatoes.

O seriado foi amplamente elogiado por seu estilo visual marcante, tom sombrio e narrativa envolvente, embora as ruas da Dublin oitocentista tenham sido recriadas e filmadas principalmente em Liverpool e Manchester.

Por outro lado, a produção não passou ilesa por controvérsias. Na Irlanda, o drama recebeu duras críticas locais por conta de supostas imprecisões históricas e pela abordagem da política do país no período pós-Grande Fome, tocando em feridas de movimentos revolucionários anticoloniais.

Como o primeiro ano terminou com um gancho eletrizante envolvendo um dos personagens centrais, a renovação já era extremamente aguardada pelos fãs. E os planos de Steven Knight para os Guinness são gigantescos: o autor revelou ao Irish Mirror que pretende transformar a série em uma saga de longo prazo.

“Vamos fazer a segunda, a terceira e a quarta temporada… Vamos levar essa história até os anos 1960”, afirmou o criador.

Apesar do entusiasmo, o nível exato de envolvimento de Knight no roteiro dos próximos episódios ainda é uma incógnita. Atualmente, o roteirista está com a agenda apertada, focando seus esforços na finalização do roteiro do próximo e aguardado filme da franquia James Bond.

‘House of Guinness’ está disponível na Netflix

A produção é estrelada por Anthony BoyleLouis PartridgeEmily FairnFionn O’SheaJames NortonNiamh McCormackSeamus O’HaraJack GleesonDervla KirwanMichael McElhattonDanielle GalliganDavid WilmotHilda Fay.

A atração conta com oito episódios dirigidos por Tom Shankland (‘House of Cards’) e Mounia Akl (‘Costa Brava, Lebanon’).

A trama se desenrola em Dublin e Nova York, começando com a morte de Benjamin Guinness e acompanhando seus quatro filhos adultos – Arthur, Edward, Anne e Ben – em uma disputa pelo poder e controle da crescente empresa cervejeira da família.

A produção fica por conta de Knight, Karen Wilson, Elinor Day e Martin Haines. O elenco ainda não foi definido.

Em um comunicado à imprensa, Knight expressou sua fascinação pelas histórias da rica e influente dinastia Guinness, demonstrando entusiasmo em dar vida a esses personagens.

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‘Superman: Homem do Amanhã’: Sequência terá cenas ambientadas no Brasil, diz rumor

As filmagens de Superman: Homem do Amanhã’ (Superman: Man of Tomorrow), sequência direta do longa de 2025, estão a todo vapor. Agora, novas informações que circulam nos bastidores apontam que a épica continuação da DC Studios terá cenas ambientadas em solo brasileiro.

De acordo com o FeatureFirst, o elenco de apoio para as próximas gravações já está sendo selecionado em Atlanta, no estado da Geórgia (EUA). Utilizando o codinome de produção Exodus, o estúdio está recrutando figurantes para interpretar cidadãos locais em uma cena descrita como “um autêntico mercado brasileiro”.

A informação sugere que o diretor James Gunn seguirá o plano de apresentar uma aventura verdadeiramente global para o Homem de Aço, optando por visitar países reais dentro da cronologia oficial do novo DCU, em vez de focar apenas em nações fictícias dos quadrinhos, como Borávia ou Jarhanpur.

Por mais que detalhes profundos sobre o roteiro ainda não tenham sido divulgados, a presença de uma ambientação no Brasil reforça os rumores de que o novo filme terá uma escala internacional ainda maior, explorando diferentes culturas e regiões do planeta enquanto acompanha a nova fase do herói.

Atualmente, o cronograma de produção do longa segue um ritmo intenso, com as gravações ocorrendo nos estúdios de Atlanta. Após a conclusão dessa etapa técnica e de cenários específicos, a equipe seguirá para a cidade de Cleveland, local tradicionalmente escolhido para rodar as grandiosas sequências externas ambientadas nas ruas de Metrópolis.

Vale ressaltar que as informações ainda não foram confirmadas oficialmente pela Warner Bros. ou pela DC Studios e devem ser tratadas como rumores.

‘Homem do Amanhã’: James Gunn revela o LOGOTIPO da sequência de ‘Superman’; Confira!

James Gunn (‘O Esquadrão Suicida’) retorna à direção.

A trama do novo filme promete elevar as apostas do DCU ao apresentar uma aliança improvável: o Homem de Aço precisará unir forças com o Lex Luthor para deter a ameaça tecnológica de Brainiac, que visa a coleção de mundos.

O longa tem estreia mundial marcada para 9 de julho de 2027, consolidando a nova era da DC nos cinemas sob o comando de Gunn e Peter Safran.

O elenco conta com David Corenswet como o Homem de Aço, Nicholas Hoult como Lex Luthor, Lars Eidinger como Brainiac, Rachel Brosnahan como Lois Lane, Skyler Gisondo como Jimmy Olsen, Sara Sampaio como Eve Teschmacher, Isabela Merced como Mulher-Gavião, Nathan Fillion como Guy Gardner e Edi Gathegi como Senhor Incrível. Adria ArjonaAaron PierreMatthew Lillard também fazem parte do elenco.

Suspense SANGRENTO com Samara Weaving chega ao streaming e é FANTÁSTICO; Confira a crítica em vídeo!

Se você tá procurando um filme para ficar tenso e ainda assim rir, o suspense ‘Por Cima do Seu Cadáver‘ (Over Your Dead Body) é a pedida. O filme já está disponível no serviço de streaming do Prime Video e é uma das grandes surpresas do ano.

Remake do thriller irlandês ‘A Viagem‘, a nova versão é estrelada por Jason Segel (‘Falando a Real’) e Samara Weaving (‘Casamento Sangrento’).

Na trama, casal disfuncional se refugia em uma cabana isolada com o objetivo secreto de se assassinarem. Seus elaborados planos para se matarem são interrompidos quando foragidos e um agente penitenciário corrupto atrapalham sua fuga.

Confira a crítica em vídeo feita na época que o filme foi exibido no SXSW e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Por Cima do Seu Cadáver – Samara Weaving BRILHA mais uma vez em comédia de terror divertida e sangrenta que estreia no Prime Video

 

Jorma Taccone (‘Popstar: Sem Parar, Sem Limites’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Timothy OlyphantJuliette Lewis, Paul Guilfoyle e o lutador do UFC Keith Jardine.

O roteiro é assinado por Nick Kocher e Brian McElhaney.

Tommy Wirkola, diretor do longa original, serve como produtor executivo ao lado de Karen Gillan.

‘Mad Max’: George Miller planeja filme final após fracasso de ‘Furiosa’ nas bilheterias

O cineasta George Miller, mente por trás do fenômeno Mad Max, está planejando lançar mais um filme para marcar sua despedida da clássica história pós-apocalíptica. De acordo com informações do ComicBookMovie, o diretor planeja um último longa que marcaria seu adeus definitivo a esse universo, seguido de perto por uma série de televisão.

Todavia, o novo projeto possivelmente será lançado longe da Warner Bros., já que gigantes da indústria como Amazon, Universal Pictures e Sony Pictures estariam travando uma disputa acirrada pelos direitos da propriedade intelectual. Após concluir esses dois projetos, a intenção do diretor é vender os direitos da franquia para o estúdio que oferecer a melhor proposta e aceitar financiar o seu grandioso encerramento.

A movimentação acontece após as divisões de cinema e televisão da Warner Bros. recusarem a oportunidade de voltar a trabalhar com Miller. A decisão do estúdio foi motivada pelo recente resultado deFuriosa: Uma História Mad Max, que arrecadou aproximadamente US$ 174 milhões mundialmente contra um orçamento estimado em US$ 168 milhões, sendo considerado um fracasso comercial.

Michael Fassbender relembra audição desastrosa para ‘Mad Max: Estrada da Fúria’

Apesar do tropeço financeiro do último longa, os estúdios concorrentes ainda acreditam no potencial da marca. Eles olham para o histórico de sucesso da franquia, que inclui o aclamado Mad Max: Estrada da Fúria’. Na época, o filme arrecadou cerca de US$ 380 milhões mundialmente, um valor moderado para seu orçamento de US$ 150 milhões, mas que compensou ao conquistar seis estatuetas do Oscar e se tornar um fenômeno de crítica.

Para os executivos de Hollywood e plataformas de streaming, a atração não está apenas no encerramento de George Miller, mas na possibilidade de um eventual reboot (reinício) da saga no futuro, abrindo as portas para novos filmes e séries derivadas.

‘Mad Max’: Diretor de ‘Assassin’s Creed’ quer fazer prequel da franquia

O desejo de continuar expandindo esse universo não é recente. Em entrevistas concedidas há alguns anos, George Miller já havia revelado que possui material de sobra pronto para ser filmado.

“Temos mais um roteiro. Mas, depois de tanto tempo trabalhando com histórias, acabei acumulando ideias demais, não apenas na minha cabeça, mas também em roteiros completos ou anotações muito detalhadas”, afirmou o diretor.

Na ocasião, o cineasta anunciou em tom de brincadeira sua personalidade criativa desde a infância: “Quando eu era criança, isso era visto como meu maior defeito. Nos boletins escolares estava escrito: ‘George se sairia melhor na escola se não passasse tanto tempo sonhando acordado’. Então existem muitas histórias. Uma delas é, de fato, uma história de Mad Max”.

Embora não pretendesse iniciar a produção imediatamente naquela época, Miller sempre deixou as portas abertas para o retorno do guerreiro das estradas: “Se, por qualquer motivo, os planetas se alinharem, nunca se sabe. Muitas vezes você está prestes a fazer um filme e algo acontece. Algumas coisas dão certo, outras não. Então tudo o que posso dizer é: veremos”.

Caso esse novo longa-metragem saia do papel sob o teto de um novo estúdio, a expectativa inicial é que Tom Hardy retorne ao papel de Max Rockatansky. No entanto, dependendo do período cronológico da vida do personagem que a história decidir explorar, George Miller também pode optar por uma reformulação completa do elenco principal.

Por enquanto, nenhum projeto foi anunciado oficialmente pelas produtoras.

Para quem quiser conferir o capítulo mais recente desse universo,Furiosa: Uma História Mad Max já está disponível no catálogo da Max.

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Estrelado por Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, e dirigido pelo genial diretor vencedor do Oscar, George Miller, Furiosa: Uma Saga Mad Max é o aguardado retorno ao icônico mundo distópico criado pelo cineasta australiano há mais de 30 anos com os seminais filmes ‘Mad Max‘. Miller surpreende mais uma vez com uma nova aventura de ação original e autônoma que vai revelar as origens da poderosa personagem do sucesso global, vencedor de seis prêmios Oscar, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘. 

Quando o mundo entra em colapso, a jovem Furiosa é sequestrada do Green Place das Muitas Mães e cai nas mãos da horda de motoqueiros liderada pelo Senhor da Guerra Dementus. Vagando pelo deserto condenado, eles encontram a Cidadela controlada por Immortan Joe. Enquanto os dois tiranos lutam por poder e controle, Furiosa terá que sobreviver a muitos desafios para encontrar e trilhar o caminho de volta para casa.

Anya Taylor-Joy estrela o papel-título e, com Hemsworth, o filme também é estrelado por Alyla Browne e Tom Burke. 

Crítica | Furiosa: Uma Saga Mad Max: Anya Taylor-Joy brilha em uma odisseia vingativa, cercada pela devastação da humanidade

Crítica | ‘Destruição Final 2’ estreia no Prime Video e conta com o carisma de um ótimo elenco, mas não justifica a própria existência

Em 2020, Gerard Butler e Morena Baccarin estrelavam um dos melhores filmes de destruição da década, ‘Destruição Final: O Último Refúgio’. Na trama, o engenheiro John Garrity (Butler) se vê numa corrida contra o tempo quando um cometa com o poder de destruir o planeta inteiro está em rota de colisão com a Terra, sendo chamado, ao lado da família, para um bunker de segurança máxima localizado na Groenlândia – e que irá abrigar os sobreviventes do catastrófico evento. Passando por desencontros, perigos inimagináveis e uma série de eventos destrutivos, os nossos protagonistas eventualmente chegam ao refúgio minutos antes do impacto.

Mais de meia década mais tarde, o diretor Ric Roman Waugh nos convida para uma aventura pós-apocalíptica com o lançamento de ‘Destruição Final 2’, lançado no catálogo do Prime Video, que nos leva de volta ao universo que construiu – agora explorando os corolários da quase extinção da raça humana. Cinco anos depois de terem chegado ao bunker, a família Garrity percebe que a sobrevivência se tornou quase insustentável, com perdas de comunicação ocorrendo dia após dia e tempestades radioativas ameaçando a integridade do refúgio. As coisas ficam ainda mais perigosas quando, durante a contínua movimentação das placas tectônicas causadas pela queda do Clarke, um terremoto os obriga a sair dali, compelindo John, ao lado de Allison (Baccarin) e Nathan (Roman Griffin Davis) a encontrar um novo “santuário”.

A família resolve arriscar e atravessar o Pacífico em direção à Europa, mais especificamente para o local onde o cometa caiu. Afinal, segundo a Dra. Amina (Amber Rose Revah), que os acompanha nessa mortal empreitada, as montanhas criadas pelo impacto, de alguma maneira, podem ter impedido o ar poluído e as tempestades de entrar, criando uma espécie de éden onde a vida pode recomeçar. O problema é que, nesse meio-tempo, forças rebeldes e organizações militares tomaram conta da região, controlando a passagem para a cratera e dando início a uma interminável guerra civil reflexo do regresso à barbárie do próprio ser humano.

O primeiro filme dessa inesperada mini-franquia funcionou não apenas por reunir os conhecidos tropos dos filmes de desastre, abrindo espaço para homenagens que variaram desde ‘O Dia Depois de Amanhã’ até ‘Impacto Profundo’ e ‘Armageddon’. O projeto encontrou sucesso pelo ótimo trabalho do elenco e por uma emocionante carga dramática que focou nas relações interpessoais e na subjugação do ser humano frente a uma força cósmica incontrolável e temida – arremessando-os em um desespero sem fim e uma consecutiva queda da civilização moderna. Dessa maneira, as expectativas para o segundo capítulo eram altas e, com exceção de alguns pontos positivos, o resultado foi bem aquém do esperado.

Waugh segue um padrão similar ao que fez no longa-metragem original, apostando em cenas panorâmicas extensas que exemplificam o estrago planetário causado pelo Clarke e fazendo questão de reiterar a pequenez do indivíduo em meio à devastação e à letargia – confinando cada um dos personagens às fortificadas e claustrofóbicas paredes do bunker. Porém, a aparente proteção se desmantela, lançando-os ao desconhecido e obrigando o diretor, ao lado dos roteiristas Mitchell LaFortune e Chris Sparling, a colocá-los numa corda bamba entre o já mencionado drama interpessoal e ao suspense e à ação exigidos em projetos do gênero.

Porém, Waugh esbarra em incontáveis equívocos que repetem as reviravoltas e os pontos-chave do capítulo predecessor em uma frustrante emulação que, como podíamos imaginar, não justifica a existência dessa continuação. Butler, Baccarin e a bem-vinda presença de Davis têm peso suficiente para ofuscar alguns erros crassos, nos guiando por mais um tour-de-force em meio à desolação e à selvageria à medida que exploram os laços que seus personagens possuem – caminhando rumo a um final um tanto quanto previsível, mas tocante. Todavia, quando paramos para analisar o que de fato acontece no filme, o épico escopo se reduz a breves momentos de angústia e a uma sucessão de escolhas trôpegas que nunca alcançam o que deveriam.

De fato, a estrutura técnica e artística do projeto parece despida de um comprometimento generalizado, desde os controversos efeitos visuais que tomam conta da tela, até a excessivamente sombria trilha sonora assinada por David Buckley e a cíclica fotografia opressora de Martin Ahlgren. Como mencionado no parágrafo acima, o destaque é destinado ao elenco que, envolto em clichês e frases de efeito, ainda faz o máximo que pode para nos encantar.

‘Destruição Final 2’ chegou aos cinemas nacionais hoje, 5 de fevereiro, com grandes chances de agradar aos fãs do longa de 2020 e oferecendo poucas novidades para o gênero sobre o qual discorre. Esquecendo-se incrementar a narrativa com elementos que a fundamentam, essa esquecível sequência frustra até mesmo aqueles que já sabiam o que esperar.

‘Destruição Final 2’: Filme pós-apocalíptico com Gerard Butler e Morena Baccarin estreia fazendo SUCESSO no streaming após fracassar nos cinemas

‘Destruição Final 2’, sequência do longa estrelado por Gerard Butler e Morena Baccarin, foi um grande fracasso de bilheterias – mas encontrou seu público no streaming. A produção estreou em primeiro lugar entre os filmes mais vistos do Prime Video.

Após sobreviverem a um evento de quase extinção provocado pelo impacto de um cometa interestelar na Terra, a família Garrity precisa deixar a segurança do bunker na Groenlândia e embarcar em uma jornada perigosa pelo deserto congelado e devastado da Europa em busca de um novo lar.

Gerard Butler e Morena Baccarin retornam à continuação, reprisando os papéis de John e Allison Garrity. Desta vez, os personagens enfrentam um desafio ainda mais intenso: abandonar a proteção do abrigo subterrâneo para desbravar o que restou do continente europeu.

Em sua desastrosa jornada pelos cinemas, o filme arrecadou aproximadamente US$ 44,8 milhões mundialmente, sendo US$ 17,7 milhões nos Estados Unidos. Ou seja, deu um baita prejuízo, pois custou US$ 90 milhões

‘Destruição Final 2’ conquistou 50% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoes, com base em 90 análises, além de 67% de aprovação do público.

Para efeito de comparação, o primeiro ‘Destruição Final’ alcançou 78% de aprovação da crítica no site, além de 63% de aprovação por parte do público.

No geral, a crítica se dividiu: enquanto alguns consideraram o filme épico por seguir a linha dos longas pós-apocalípticos, outros avaliaram a produção como sem graça e repleta de clichês.

 

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“Embora a trama ágil desta sequência siga caminhos pós-apocalípticos já conhecidos, Waugh os conduz com força imensa”, disse Robert Daniels do New York Times.

“A mensagem é forte para um mundo real que está cada vez mais fora de controle de tantas maneiras. No momento, esse pesadelo pode ser apenas um filme, mas quem sabe?”, disse Pete Hammond e Deadline.

“Destruição Final 2 é uma das desculpas mais fracas para uma sequência de que se tem memória. O primeiro Destruição Final, lançado no fim de 2020, era um filme de desastre ambiental. O novo é uma jornada arrastada pós-desastre. Deveria ter se chamado ‘Escombros'”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“Para seu grande prejuízo, ‘Migração’ é um filme muito mais genérico e voltado para a ação do que seu antecessor, que tinha o mérito de mostrar a civilização sendo desmantelada pelas costuras”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Destruição Final 2 acaba entrando para uma categoria própria ao provar que filmes como esse podem contar uma história sobre as consequências de um desastre que é tão espetacular quanto a destruição que o precede”, disse Liz Declan do Screen Rant.“Ele entrega mais do que seu antecessor sob uma perspectiva humana e oferece espetáculo suficiente para satisfazer quem quer ficar na ponta da cadeira, mas não tenho certeza se precisávamos fazer essa jornada”, disse Simon Thompson do The Playlist.

“Destruição Final 2 é uma sequência que ninguém estava pedindo ou aguardando ansiosamente. Não há muito mais o que fazer com essa história e, ao assistir ao filme, dá para perceber claramente que eles forçaram a barra desta vez”, disse Nate Richard do Collider.

“Destruição Final 2 é insosso e carece de originalidade, ou até mesmo de uma execução competente dentro do gênero”, disse M.N. Miller do FandomWire.

Ric Roman Waugh volta à direção, novamente a partir de um roteiro assinado por Chris Sparling.

O elenco também conta com Roger Dale Floyd, Roman Griffin Davis, Amber Rose Revah, Sophie Thompson, Trond Fausa Aurvåg e William Abadie.

Crítica | ‘Destruição Final 2’ conta com o carisma de um ótimo elenco, mas não justifica a própria existência

Crítica | Por Cima do Seu Cadáver – Samara Weaving BRILHA mais uma vez em comédia de terror divertida e sangrenta que estreia no Prime Video

Se tem um filme que saiu do South by Southwest com status instantâneo de cult, esse filme é ‘Por Cima do Seu Cadáver‘ (Over Your Dead Body) – que acaba de ser lançado no catálogo do Prime Video. Uma explosiva mistura de comédia, ação e terror que não só conquista, como atropela o espectador com sua energia caótica e absolutamente viciante.

A trama parte de uma premissa deliciosamente absurda: um casal em crise decide se livrar um do outro durante uma viagem aparentemente tranquila… mas o plano dá terrivelmente errado quando assassinos, segredos e situações completamente fora de controle entram em cena. O que se segue é uma espiral de violência, mal-entendidos e reviravoltas, onde ninguém é exatamente quem parece ser, e sobreviver vira apenas mais um detalhe em meio ao caos.

E é justamente nesse caos que o filme encontra sua identidade. ‘Por Cima do Seu Cadáver‘ é, sem exagero, uma obra-prima do gênero. A direção aposta em um ritmo frenético, quase ininterrupto, que transforma cada cena em um espetáculo à parte. A câmera inquieta, os cortes rápidos e a encenação milimetricamente coreografada criam uma experiência que mistura tensão e gargalhadas na medida certa.

O humor é afiado, inteligente e muitas vezes surpreendentemente ácido. Os diálogos são um show à parte: rápidos, irônicos e recheados de timing perfeito, garantindo momentos verdadeiramente hilários que contrastam de forma brilhante com a brutalidade gráfica que o filme não tem medo de exibir. E aqui não há economia: o longa mergulha de cabeça na violência estilizada, com muito sangue, membros decepados e pedaços de corpos voando pela tela em sequências que são ao mesmo tempo chocantes e absurdamente divertidas.

No centro de tudo está a sempre magnética Samara Weaving, que entrega mais uma atuação memorável. Com seu carisma explosivo e presença de tela irresistível, ela transita com perfeição entre o humor e o desespero, consolidando mais um dos grandes papéis de sua carreira. E o sotaque que ela faz, então? IMPAGÁVEL! Ao seu lado, Jason Segel mostra um timing cômico impecável e uma entrega surpreendentemente física, provando ser o parceiro ideal para essa jornada caótica.

O elenco de apoio é um verdadeiro luxo. Keith Jardine rouba a cena com um personagem simplesmente icônico, combinando presença intimidadora com nuances inesperadamente cômicas. Timothy Olyphant adiciona seu charme característico em um papel cheio de camadas de um mercenário fugitivo da prisão, enquanto Juliette Lewis entrega mais uma performance intensa e imprevisível, elevando ainda mais o nível do filme.

O roteiro de Nick Kocher e Brian McElhaney é simplesmente brilhante. Adaptando o filme norueguês ‘A Viagem‘ (The Trip (2021) para o público internacional, a dupla consegue não apenas preservar a essência da obra original, mas expandi-la com personalidade própria, investindo em diálogos ainda mais afiados e situações que beiram o absurdo sem jamais perder o controle narrativo.

No fim das contas, ‘Por Cima do Seu Cadáver‘ é aquele raro tipo de filme que entende perfeitamente o que quer ser, e executa tudo com precisão cirúrgica (literalmente, em alguns momentos). O diretor Jorma Taccone acerta em cheio. Uma comédia de erros sangrenta, estilosa e irresistivelmente divertida, que sai do SXSW como o melhor filme exibido no festival e um forte candidato a se tornar queridinho do público e da crítica.

Prepare-se para rir, se chocar e, acima de tudo, se divertir como há muito tempo não acontecia.

Ben Schwartz entra para o elenco das cinebiografias dos Beatles dirigidas por Sam Mendes

O ator Ben Schwartz, amplamente conhecido por dar voz ao famoso ouriço azul na franquia ‘Sonic: O Filme’, é a mais nova adição ao elenco do ambicioso projeto cinematográfico ‘The Beatles — A Four-Film Cinematic Event’. Sob o comando do premiado diretor Sam Mendes, a produção figura como uma das mais aguardadas do cinema mundial por trazer uma proposta inovadora: dividir a história da icônica banda de Liverpool em quatro filmes distintos, cada um sob a perspectiva de um de seus integrantes.

De acordo com informações da Variety, Schwartz foi escalado para interpretar o lendário DJ nova-iorquino Murray the K, figura histórica que foi acolhida pelos Beatles em seu círculo íntimo de amizades durante a primeira viagem do grupo aos Estados Unidos, na década de 1960.

Cada um dos quatro longas-metragens será focado na visão de um membro diferente da banda, cruzando suas narrativas para retratar a trajetória dos rapazes de Liverpool até o centro da cultura global, culminando na separação definitiva do grupo em 1970.

Este projeto marca um feito inédito na indústria do entretenimento, sendo a primeira vez que a Apple Corps Ltd. e os próprios Beatles concedem direitos de história de vida e catálogo musical completo para um filme de ficção roteirizado. As filmagens dos quatro filmes já estão em andamento no Reino Unido, sob a produção da Sony Pictures e da Neal Street Productions.

Sam Mendes escala atrizes para dar vida às esposas dos ‘Beatles’ em cinebiografias; Confira!

Os filmes são assinados pelos vencedores do Tony Jez ButterworthJack Thorne, bem como o vencedor do Oscar Peter Straughan, foram contratados para adaptar a história às telonas.

A quadrilogia tem estreia simultânea agendada para abril de 2028.

Sam Mendes traz atualizações promissoras dos Filmes dos ‘Beatles’

Alem disso, Mia McKenna-Bruce, Saoirse Ronan, Anna Sawai e Aimee Lou Wood, completam o elenco.

Segundo a sinopse oficial, “cada homem tem sua própria história, mas juntos eles são lendários”. 

“[Os Beatles] redefiniram a cultura e permaneceram com vocês pela vida toda”, Mendes disse, caracterizando o grupo de rock como “a banda mais significativa de todos os tempos”.

Os quatro longas serão produzidos pela Sony Pictures em parceria com a Apple Corps Ltd, juntamente com McCartney, Starr e as famílias de Lennon e Harrison, que concederam todos os direitos de história de vida e música para um filme roteirizado.