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‘Lilo & Stitch’: Remake em live-action ganha data de estreia nos cinemas brasileiros

O live-action de ‘Lilo & Stitch‘, que seria lançado diretamente no Disney+, agora vai chegar primeiro nos cinemas.

A Disney agendou a estreia do filme no Brasil para o dia 22 de maio de 2025 – um dia antes da estreia nos EUA.

No mesmo dia, está programado para chegar nos cinemas ‘Missão Impossível 8‘.

Assista:

 

No original, Lilo é uma garota havaiana que adora cuidar de animais menos favorecidos e tem o costume de coletar lixo reciclável nas praias para, com o dinheiro recebido, comprar comida para peixes. Até que, em um belo dia, ela encontra um cachorro e decide adotá-lo. Entretanto, este cachorro na verdade é Stitch, um ser alienígena considerado um dos criminosos mais perigosos da galáxia. Agora, Stitch esconde duas de suas seis pernas e decide se fazer passar por um cachorro comum, ficando amigo de Lilo.

Entre os personagens, também há o agente Wendy Pleakley, um ex-membro da Federação Galáctica forçado a ajudar na captura de Stitch, mas que acaba virando amigo de Lilo e seu novo ‘pet’.

O escolhido para interpretá-lo foi Billy Magnussen (‘Lift: Roubo nas Alturas’).

O elenco também conta com Maia Kealoha no papel de Lilo, Kahiau Machado, Billy MagnussenZach Galifianakis.

A nova versão [e dirigida pelo vencedor do Oscar Dean Fleischer Camp (‘Marcel The Shell With Shoes On).

Dan Lin e Jonathan Eirich, que trabalharam no remake de ‘Aladdin‘, entram como produtores. Chris Kekaniokalani Bright assina o roteiro.

Relembre o trailer:

‘Virtuosas’: Terror com Bruna Linzmeyer que se passa em retiro VIP tem estreia mundial no Festival do Rio

No dia 10 de outubro, o filme ‘Virtuosas‘, da cineasta Cíntia Domit Bittar, estreia no Festival do Rio, o maior festival de cinema da América Latina.

O terror, que tem produção da Novelo Filmes, produção associada da Cajamanga e coprodução da Olhar Filmes, foi selecionado para a mostra competitiva “Première Brasil: Ficção” e é o primeiro longa-metragem de ficção da diretora catarinense.

A obra se passa em um retiro VIP para mulheres, que estão em busca de sua melhor versão. Porém, tudo se transforma em uma jornada absurda e perigosa.

Bruna Linzmeyer, Maria Galant e Juliana Lourenção fazem parte do elenco principal. Linzmeyer dá vida à Virgínia, uma coach que tem como o foco o público feminino conservador e que prega sobre os valores da mulher virtuosa e seu papel na família e na sociedade. Um desconforto rapidamente se instala e, conforme o retiro avança, a tensão cresce na tela por meio do fascínio e inquietação do público diante das atitudes das personagens, surpreendendo-se com até onde podem chegar.

“A ideia da “mulher virtuosa”, embora desconhecida por muitos, é um conceito comum em contextos conservadores. Mergulhei em uma densa pesquisa sobre o assunto, em busca de verossimilhança e solidez para a criação das personagens, dos diálogos, da estética como um todo. E, a partir desse contexto, exploro as possibilidades do terror, trabalhando com o absurdo, a ironia e a tragédia.”, explica a diretora Cíntia Domit Bittar.

Virtuosas‘ promove uma narrativa de suspense com uma inquietude constante e sem motivo tão explícito no início, com humor ácido e um final amargo.

“O terror é um gênero que me fascina desde a infância. É muito rico e são diversas as maneiras de evocar o medo e o estranho. Um território fértil para abordar temas contemporâneos da sociedade e tecer críticas, ainda mais no meu caso, pois o que mais me assusta não são demônios e espíritos, mas sim a maldade das pessoas e até onde elas são capazes de ir para conseguir o que querem”, comenta a diretora, que explora o feminismo no terror de forma diferente da usual final girl. “É interessante e desafiador ampliar o conceito do olhar feminista para o cinema a partir do terror, já que o lugar comum disso é a mulher que sobrevive, a mulher que é possuída, a mulher que dá a luz ao demônio, a que vence o mal e por aí vai. Acredito que uma forma de contribuir é criar mulheres ambíguas, por vezes sem qualquer escrúpulo, porque são demasiadamente e monstruosamente humanas. Isso também é fortalecer mulheres no cinema, pois trazer a complexidade e a contradição é trazer humanidade. E é também colocar as personagens mulheres em foco, já que é sobre elas e não sobre algum personagem homem que está ali”. Cíntia acrescenta que “É empolgante ver o gênero em alta mais uma vez”.

No Festival do Rio, o filme tem estreia marcada para o dia 10 de outubro, às 19h15, no Estação NET Gávea. Também haverá sessão no dia 11, às 13h30, no Cine Odeon, e no dia 12 de outubro, às 18h45, no Cinesystem Belas Artes.

Crítica | Truth be Told – Série da AppleTV+ com Octavia Spencer é cansativa, mas consegue prender a atenção

Quando muita coisa não convence mas pelo menos prende nossa atenção. Disponível na Apple Tv+, a primeira temporada de Truth be Told (já renovada para uma segunda jornada) possui uma trama embaralhada nos longos oito episódios, parece que muitas informações se transformam em mais do mesmo sem mudar tanto assim a ótica dos personagens. Prende pelo fato da curiosidade humana, de querermos saber o que diabos aconteceu no dia do assassinato, epicentro da trama, e suas verdades escondidas em contradições mais que evidentes. A ótima e vencedora do Oscar Octavia Spencer é a protagonista, tendo Aaron Paul (Breaking Bad) na pele de um personagem central da trama que se desenvolve através de investigações de um crime de quase duas décadas atrás.

 

Baseada no romance Are You Sleeping de Kathleen Barber, nessa primeira temporada de Truth be Told acompanhamos a jornalista e dona de um podcast de sucesso Poppy Parnell (Octavia Spencer), especialista em investigações sobre crimes cometidos na cidade onde vive, São Francisco, que por conta de uma nova evidência começa a repensar os passos de um crime cometido 19 anos atrás e que teve a condenação de Warren Cave (Aaron Paul), um garoto de 17 anos na época, como o assassino de um famoso escritor que estava no dia do ocorrido com suas filhas gêmeas e sua mulher. Assim, vamos navegando pelas verdades e mentiras que aparecem pelo caminho e acompanhando o drama de Warren em um lugar impossível de viver sem abalos emocionais.

Há várias portas que se abrem em Truth be Told, a questão é saber qual vai ser a que te convence, e se tem alguma que te convence. Se formos caminhar pela ótica da protagonista, enxergamos o cenário mais completo principalmente no lado que mais a incomoda, no simples fato de ter pensado questões erradas sobre o desenrolar de um crime que acompanhou de perto ajudando inclusive a tornar seu conteúdo, e seu podcast, mais famoso nos Estados Unidos. Esse conflito da protagonista a segue até o desfecho e de alguma forma acaba deixando margem para uma (já confirmada) segunda temporada. Há a visão do jovem preso que passou mais tempo atrás das grades do que fora delas, que viu sua mãe envelhecer e adoecer sem poder estar perto, sempre jurando inocência pelo assassinato que fora condenado. Inclusive para esse, os horrores da prisão são sentidos de maneira aterrorizante.

Infelizmente há peças muito soltas nesse confuso quebra-cabeça. A subtrama do pai de Warren, um futuro alto cargo da polícia que na época escondeu segredos, a esposa do escritor assassinado e sua relação com as filhas e a muito confusa saga e distanciamento das gêmeas já na fase adulta (protagonizadas pela atriz Lizzy Caplan). Buscando entender sobre essas óticas, o seriado cai num abismo sem explicação com peças tortas colocadas dentro do que era para ser óbvio.

A grande esperança de Truth be Told, pode ser a próxima temporada, pois seu arco principal, a investigação, a forte presença de Poppy e seu podcast podem ser os complementos de muitas histórias. Vamos torcer e acompanhar!

10 filmes que prometem diversão e entregam loucuras inacreditáveis!

Quem não gosta de dar o play em um filme que aparenta ser divertido e descobrir que as loucuras que se desenrolam pelos caminhos dos personagens são totalmente surreais? Algumas obras abrem seus contextos através da ação, do suspense e da comédia – ou mesmo dos três – nos levando para jornadas marcantes. Se você curte filmes com esse ritmo acelerado, dá uma olhada nas sugestões abaixo:

 

Fight or Flight (Prime Video)

Lucas (Josh Hartnett) é um ex-agente da CIA que, após uma situação em uma missão, é praticamente retirado do sistema, conseguindo abrigo em Bangkok. Anos se passam e ele recebe um telefonema de Katherine (Katee Sackhoff), uma ex-namorada e atual chefona de uma rede poderosa que está com um enorme problema. Tendo em vista a possibilidade de voltar para casa, Lucas resolve aceitar um trabalho perigoso que só se complica quando entra em um avião repleto de assassinos impiedosos.

 

As primeiras férias não se esquece jamais! (Filmelier Plus)

Ben (Jonathan Cohen) é um empresário hipocondríaco muito ligado na família que possui inúmeras manias. Também conhecemos a desbravadora de novas aventuras Marion (Camille Chamoux), uma desenhista de história em quadrinho que mora com dois amigos em um apartamento em Paris. Esses dois, até então estranhos, acabam se conhecendo no aplicativo Tinder e logo marcam de se encontrar. Após uma noite muito divertida e especial, logo a primeira deles, combinam de viajarem para um lugar inusitado: a Bulgária! Assim, partem para esse país que pouco conhecem e muitas situações tragicômicas irão passar juntos.

 

Loucura de Amor (Netflix)

Na trama, conhecemos Adri (Álvaro Cervantes), um jornalista que trabalha em uma revista badalada. Certa noite, conhecendo Carla (Susana Abaitua) da maneira mais inusitada possível e ambos resolvem curtir aquela noite sem compromisso. A questão é que a tal noite é intensa e inesquecível, deixando Adri desesperado nos dias seguintes atrás daquela mulher que acabara de mudar sua maneira de enxergar o mundo.

 

Casamento Sangrento (Disney Plus)

Casamento Sangrento é uma mistura de ação, comédia e terror que se joga em uma narrativa eletrizante, com altas doses de críticas sociais, na busca pela profundidade de um recorte bastante peculiar para uma milionária família e uma protagonista que tinha apenas um sonho: se casar!

 

Querida, Encolhi as Crianças (Disney Plus)

Na trama, conhecemos o cientista Wayne (Rick Moranis), que está focado em sua nova invenção: uma máquina que promete reduzir objetos de tamanho. Ele mora com a esposa e os filhos no subúrbio dos Estados Unidos e tem como vizinhos os Thompsons. As duas famílias nunca se deram bem, e a situação fica mais conflitante quando os filhos das duas famílias são reduzidos, após um acidente com a máquina de Wayne.

 

Uma Babá quase Perfeita (Disney Plus)

Daniel (Robin Williams) é um ator com enorme coração mas sem emprego fixo, imaturo, também um pai que não consegue viver longe dos filhos, após um doloroso divórcio. Sem saber o que fazer e já na linha do desespero, tem a inusitada ideia de se vestir de governanta mais velha e assim se candidatar a vaga de babá na casa da mãe dos filhos. Uma série de situações loucas acontecem e o protagonista passa por mirabolantes situações para manter o seu disfarce.

 

Como se Tornar um Conquistador (Netflix)

O metido a galã de meia idade, Maximo (Eugenio Derbez) nunca trabalhou na vida e sempre almejou ter uma vida de conforto sem ter que fazer muito esforço para conquistas. Quando sua esposa o troca por um homem bem mais jovem, ele fica sem dinheiro e busca ajuda da irmã, a arquiteta e super mãe Sara (Salma Hayek). Assim, os irmãos precisarão enfrentar as tristezas do passado e juntos superarem seus problemas.

 

Jogada de Amor (Diamond Films)

Gianni (Pierfrancesco Favino) é um mentiroso compulsivo, egocêntrico, arrogante, que adora desfilar seu carrão pelas ruas de Roma. Certo dia, tentando seduzir a vizinha de porta do apartamento de sua mãe recém-falecida, acaba conhecendo a bela violinista Chiara (Miriam Leone), que anos atrás, após um trágico acidente de carro, acabou perdendo os movimentos das pernas. Desse encontro, acaba nascendo uma relação que vai crescendo mas precisando enfrentar diversos conflitos, pois, Gianni mente dizendo também ser paraplégico.

 

Te Peguei! (HBO MAX)

O filme conta uma história para lá de inusitada de um grupo de amigos já na fase adulta de suas vidas que durante o mês de maio pregam inusitadas situações para brincar de ‘pega a pega’. Apenas um deles nunca perdeu nessa brincadeira, Jerry (Jeremy Renner), que vai se casar, o que faz com que seus amigos bolem diversos planos mirabolantes para tentar enfim pegar o melhor jogador do grupo de amigos. A brincadeira chama a atenção de Rebecca (Annabelle Wallis), jornalista de um famoso jornal, que passa a acompanhar a saga dos amigos em busca da vitória.

 

A Volta por Cima

Na trama, conhecemos Jonathan (Jérôme Niel) e Pierre (Ludovik Day), dois amigos de longa data que descobrem uma comemoração da turma que estudaram quando criança. Agora de bem com a vida, resolvem ir até esse encontro para se gabarem de seu presente mas acabam esquecendo que surpresas podem ocorrer quando há um reencontro depois de muito tempo.

Quem é o Melhor James Bond do Cinema? Elegemos do pior ao melhor todos os atores que viveram 007

Com 007 – Sem Tempo para Morrer, o ator Daniel Craig, de 53 anos, se despede da franquia mais duradoura do cinema em grande estilo. O 25º filme de 007 nos cinemas marca impressionantes 84% de aprovação da imprensa especializada – o que garante ao filme um sucesso de crítica. Com o público, segue pela mesma linha garantindo uma boa bilheteria, isto é, para tempos pandêmicos – sabem como é.

Craig foi o James Bond definitivo para toda uma geração – os mais novos. Mas acreditem se quiser, antes do ator, outros cinco artistas já haviam emprestado suas formas para o maior espião do cinema, o agente secreto da rainha britânica 007. Pensando nisso, e como forma de homenagear a despedida deste ótimo James Bond, resolvemos seguir com nossa tarefa ingrata sobre a franquia. Desta vez, colocaremos em nossa ordem de preferência, do que menos nos agradou até o nosso intérprete de 007 preferido. Sabemos que cada um tem suas qualidades e charme e no fundo gostamos de todos. Portanto, faça abaixo você também nos comentários o seu ranking. Confira a nossa a seguir.

Leia também: Todas as Matérias Dossiê 007 – até o momento

06 – George Lazenby

Quem??! Você pode até ter ficado um pouco confuso agora, querido leitor. Mas sim, em algum momento da franquia oficial de 007 no cinema, um modelo australiano chamado George Lazenby assumiu o papel de James Bond nas telonas. O fato ocorria com a saída de Sean Connery, o primeirão, após cinco filmes como protagonista. Insatisfeito e procurando alçar novos voos, Connery cumpriu a promessa e deixava a franquia em 1967. Assim, coube aos produtores “se coçarem” e iniciar uma nova buscar mundial por um sucessor.

O escolhido era George Lazenby, um modelo sem muita experiência como ator. O que contou em sua escolha foi sua aparência e presença física. Além disso, foi incluída no roteiro uma brincadeirinha onde o novo Bond diz: “isso nunca aconteceu com o outro sujeito”, se referindo ao seu predecessor.  E curioso nisso tudo é que o próprio Lazenby pediu para sair após um único filme – os produtores visavam mantê-lo. Assim, não podemos dizer que seu legado na franquia seja muito significativo. Apesar disso, A Serviço Secreto de Sua Majestade (1969), o filme protagonizado por Lazenby, ressurgiu como cult, sendo enaltecido por cineastas de peso, vide Quentin Tarantino, Christopher Nolan e Guy Ritchie.

05 – Timothy Dalton

E se quase ninguém tem conhecimento de George Lazenby na franquia como James Bond, o que chegaria em segundo neste hall de anonimato é Timothy Dalton. O ator foi escolhido após a saída (tardia) de Roger Moore da série – durante o período conhecido como o mais “galhofa” e “canastrão” para o agente secreto. Justamente por isso, quando foi a vez de outro intérprete seguir com a série, a opção dos produtores foi trazer para a franquia um ar mais realista e sério. Esse clima mais soturno marcaria a era de Dalton – o que veríamos repetido anos mais tarde na era de Daniel Craig.

O principal obstáculo para a trajetória de Dalton como James Bond se resume a um fato: o cinema dos anos 1980. O ator estreou na franquia em 1987 e fez apenas dois filmes (Marcado para a Morte e Permissão para Matar), deixando a série em 1989. Acontece que, como todos sabemos, os anos 80 marcaram de vez o que conheceríamos como cinema entretenimento. Desta forma, superproduções muito queridas e eternas, como Star Wars, E.T., Indiana Jones, De Volta para o Futuro, Rambo, Os Caça-Fantasmas, entre outras, dominaram a década. Ou seja, 007 estava se sentindo deslocado e sem muita vez. Era preciso uma reformulação. E infelizmente a era Dalton, dona dos filmes mais sombrios e violentos do personagem, não era o que o público buscava naquele momento. Embora também tenham se tornado cult, a fase de Dalton é uma das menos lembradas pelo grande público em geral.

04 – Pierce Brosnan

Agora sim. Quando falei que a franquia 007 precisava de uma reformulação para enfrentar a concorrência pesada que se estabelecia no cinema entretenimento, era disso que eu falava. A entrada de Pierce Brosnan na franquia, em 1995 com GoldenEye, trouxe o que a série estava precisando: um entretenimento grandioso, que misturava seriedade, uma boa história, mas também bastante diversão. Com Brosnan, James Bond recuperava o prestígio que não via desde seu auge nos anos 1960. A febre chamada “Bondmania” voltava com força total, e GoldenEye mostrou que os filmes do agente secreto podiam fazer frente às maiores produções da sétima arte da época.

Embora tenha estreado com o pé direito, elevando a franquia a novos patamares, a era de Pierce Brosnan foi aos poucos se voltando para o que a era Roger Moore havia sido – tanto que as duas fases são muito comparadas. Ou seja, já no filme seguinte, O Amanhã Nunca Morre (1997), as tramas foram ficando cada vez mais farsescas, o clima cada vez mais gaiato, e tudo foi adquirindo um ar fantasioso e cartunesco. Para a época funcionou, e os quatro filmes estrelados por Brosnan foram alguns dos mais rentáveis da franquia, a cada novo exemplar quebrando algum recorde. Porém, quando foi a vez de lançar o comemorativo Um Novo Dia para Morrer (que celebrava o vigésimo filme da franquia oficial e o quadragésimo aniversário da série no cinema), os produtores perceberam que as coisas haviam saído dos trilhos e que o caminho mais certo era um reinício. Assim, um Brosnan disposto a continuar na série viu a porta se fechar em sua cara – numa das histórias mais tristes envolvendo um ator de 007.

03 – Roger Moore

Quando pensamos em atores que viveram 007 no cinema, o nome do saudoso Roger Moore vem logo à mente em sequência de Sean Connery. Bem, quem sabe isso mudou um pouco com geração mais jovem e adepta de Daniel Craig. Seja como for, durante muitos anos o nome de Moore foi sinônimo de James Bond. O ator, é claro, pegou o manto deixado por Connery e o vestiu perfeitamente bem. Após o vai não vai com George Lazenby, os produtores buscavam um nome comprometido e que pudesse permanecer na franquia por bastante tempo. Roger Moore foi o homem certo para este trabalho – até hoje mantendo o recorde como o ator que por mais filmes interpretou 007: foram sete no total (número sugestivo).

Devemos esclarecer, Sean Connery também fez sete filmes como 007, mas o seu último, Nunca Mais Outra Vez (1983), não é canônico – trata-se de uma refilmagem de A Chantagem Atômica feita pela Warner, fora da EON – a produtora oficial da franquia. Assim, com sete filmes feitos na cronologia da série no cinema, Roger Moore ainda mantém o recorde. Sua fase, como todos sabem, foi a mais “zoada” da franquia, a mais divertida e engraçada. Os filmes de Moore não podem ser muito levados a sério. Temos por exemplo a infame ida de James Bond ao espaço (engula essa Velozes e Furiosos) em O Foguete da Morte (1979), filme que quis pegar carona no sucesso de Star Wars. O capítulo mais “sóbrio” da era Moore foi Somente para Seus Olhos (1981).

02 – Sean Connery

Prevejo polêmica e treta. Bem, talvez os mais jovens até concordem. Aqui devo dizer também que gosto de todos os intérpretes de James Bond no cinema, acredito que todos tenham conseguido deixar sua marca, de uma maneira ou de outra. E Sean Connery é definitivamente o preferido de muita gente. Em partes por ter sido o original e cimentado tudo o que seria usado pelos outros atores para compor o papel. Connery deu a largada e deu muito certo. Seu estilo era único e inigualável. Desde sua estreia em O Satânico Dr. No (1962), o ator já exalava charme, carisma e suavidade, vindo a ser o retrato definitivo de James Bond.

Talvez o que mais marque na interpretação de Sean Connery no papel seja a capacidade de caminhar nos dois mundos. Os demais atores tendem a escolher a suavidade e graça, ou a dureza e seriedade. Connery tinha as duas coisas. Era duro e certeiro quando precisava, mas também irônico ao ponto de entregar algumas das melhores tiradas da franquia. Não que ele não tenha tido seus filmes “farofeiros” (Os Diamantes São Eternos, estou olhando para você), mas em especial em seus primeiros filmes, Sean Connery entregou alguns dos melhores momentos que seriam projetados na franquia até hoje. Fora isso, quando falamos em James Bond, o nome que ainda vem na boca da maioria é o de Sean Connery.

01 – Daniel Craig

Calma, me deixem argumentar. Para começo devo dizer que escolher um favorito é uma tarefa mais que ingrata. E continuo para defender o ponto de que o primeiro e original não necessariamente é sinônimo de melhor ou intocável. Os filmes da década de 1960, protagonizados por Sean Connery, tiveram definitivamente seu propósito e foi graças a eles que temos hoje o cinema entretenimento moderno. Todos os louros devem ser dados. Ao mesmo tempo, devemos considerar que os anos 1960 estão cada vez mais longínquos e sem eco na modernidade. De fato, até mesmo as produções blockbuster dos anos 1980 se encontram datadas atualmente. A falta de conexão com o tempo retratado pode ser uma barreira para muitos.

Mas não nos desesperemos, porque a franquia 007 no cinema nos deu um exemplar moderno à altura. Cassino Royale (2006) constantemente citado por muitos, sem medo, como “o” melhor capítulo da franquia 007. E muito merecidamente. Na época de seu lançamento, falava-se inclusive de indicações ao Oscar. É bom neste nível. Pessoalmente, no entanto, o que mais pega quando penso em Craig como Bond é na entrega humana que o ator nos presenteou desde sua estreia. O Bond de Craig é o mais humano e real – já virou até clichê dizer isso, mas é verdade. Enquanto todos os outros sentimos se tratar de um personagem, da interpretação de um ator em um personagem – na maioria dos casos envolto na mais deliciosa fantasia; com Daniel Craig sentimos uma pessoa de verdade debaixo da carapaça do espião intocável. Essa vulnerabilidade é o grande trunfo de Craig no papel. Tudo bem que grande parte disso se deve ao roteiro, mas Craig foi felizardo em participar de uma era em que os envolvidos decidiram entregar ao público mais sobre um dos heróis icônicos da sétima arte. Era o passo além que no passado se recusavam a dar. Aqui é como se James Bond, o dinossauro da Guerra Fria, finalmente houvesse evoluído, se modernizado e acompanhado os novos tempos.

Novas imagens de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ destacam os efeitos práticos do filme

Depois do último e eletrizante trailer divulgado pela Universal Pictures, o EW divulgou novas fotos de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘, destacando os seus efeitos práticos.

Confira:

O longa recebeu classificação indicativa e aparentemente será mesmo mais sombrio que o filme anterior, dirigido por Colin Trevorrow.

Jurassic World 2‘ foi classificado como PG-13 (para maiores de 13 anos) por “sequências intensas de violência e perigo de ficção científica”.

“Passaram-se quatro anos desde que o parque temático e resort de luxo Jurassic World foi destruído por dinossauros que escaparam do cativeiro. Isla Nublar agora se encontra abandonada por humanos enquanto os dinossauros restantes sobrevivem sozinhos na selva.

Quando o vulcão inativo da ilha começa a dar sinais de que vai entrar em erupção, Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) fazem uma campanha para resgatar os dinossauros desse evento que pode levá-los novamente à extinção. Owen está determinado a encontrar Blue, a líder das velociraptors que ainda está perdida na selva, e Claire passou a respeitar essas criaturas que agora são a sua missão de vida.

Ao chegarem na instável ilha quando a lava começa a jorrar, a expedição deles descobre uma conspiração que pode levar todo o nosso planeta a um estado perigoso que não é visto desde tempos pré-históricos. Todas as maravilhas, aventuras e emoções que são sinônimo de uma das mais populares e bem sucedidas franquias da história do cinema, essa novo longa marca o retorno de personagens queridos e dinossauros – junto com novas raças ainda mais impressionantes e aterrorizantes que antes. Bem-vindos a Jurassic World: Reino Ameaçado.”

‘Jurassic World 3’ ganha data de estreia; Vem ver!

James Cromwell,Ted LevineRafe SpallToby Jones e Justice Smith foram confirmados na nova produção, ao lado de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard. A estreia é prevista para 21 de junho de 2018.

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

Sucesso! ‘Nasce Uma Estrela’ ultrapassa US$ 200 milhões nas bilheterias dos EUA

Além de ser um dos filmes mais aclamados do ano, ‘Nasce Uma Estrela‘ também foi um dos mais bem-sucedidos. O longa ultrapassou a marca de US$ 200 milhões nas bilheterias dos EUA.

Esse ano, o filme também é o de maior bilheteria da Warner Bros. no país. O segundo lugar é de ‘Podres de Ricos‘, com US$ 174 milhões.

Ao total, ‘Nasce Uma Estrela‘ já acumula US$ 382 milhões mundialmente.

Produtor de ‘It: A Coisa’ vai adaptar novo livro de Stephen King; Saiba mais!

De acordo com o THR, Roy Lee, produtor de ‘It: A Coisa‘, e Jon Berg, da Vertigo Films, estão desenvolvendo uma adaptação do livro ‘The Girl Who Loved Tom Gordon‘, escrito por Stephen King.

Além disso, Chris Romero, esposa do finado George A. Romero, também está envolvida com o projeto.

“Estou animado que meu livro está sendo adaptado com o envolvimento da esposa de [George A.] Romero. Chris [Romero] trabalhou duro para esse projeto acontecer,” declarou King.

Na trama do livro:

Em uma caminhada de dezesseis quilômetros na Trilha dos Apalaches, Trisha McFarland, de nove anos de idade, cansa-se rapidamente das constantes brigas entre seu irmão mais velho, Pete, e sua mãe recém-divorciada. Mas quando ela vagueia sozinha, e depois tenta pegar um atalho, ela se perde em um labirinto cheio de perigos e terror.

“Quando a noite cai, Trisha tem apenas sua engenhosidade como defesa aos elementos a sua volta, e apenas sua coragem e fé para resistir a seus crescentes medos. Para seu consolo, ela sintoniza seu walkman nas transmissões dos jogos de beisebol do Red Sox e acompanha as performances corajosas de seu herói, o lançador Tom Gordon. E quando a recepção de seu rádio começa a desaparecer, Trisha imagina que Tom Gordon está com ela – protegendo-a de um inimigo muito real que deixou um rastro de animais abatidos e árvores mutiladas na densa floresta escura…

Novos detalhes serão divulgados em breve.

Lulu Wilson, de ‘Annabelle 2’, enfrenta psicopatas no trailer do suspense ‘Becky’; Assista!

O suspense ‘Becky‘, estrelado por Lulu Wilson (‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido pela dupla Jonathan Milott e Cary Murnion.

A trama gira em torno da Becky, uma adolescente rebelde de 14 anos, que é obrigada a passar um final de semana na casa do lago de seu pai em um esforço para se reconectar após a morte de sua mãe. A viagem se torna um pesadelo quando um grupo de condenados em fuga, liderado pelo impiedoso Dominick, invade o lugar. Mas a situação muda quando a Becky decide contra-atacar.

O elenco ainda conta com Kevin James, Joel McHale, Amanda Brugel, Robert Maillet e Ryan McDonald.

O terror será lançado direto em VOD no dia 5 de junho.

‘Bridgerton’ é renovada para a 2ª temporada

A Netflix renovou oficialmente a série ‘Bridgerton‘ para a 2ª temporada.

O próximo ciclo irá adaptar o segundo livro da saga, ‘O Visconde Que Me Amava‘, e as filmagens estão programadas para começar nos próximos meses.

Confira o teaser e o anúncio oficial:

“Querido leitor,

 As pessoas estão alvoroçadas com os últimos boatos, então é minha honra noticiar: Bridgerton retornará oficialmente para uma segunda temporada. Eu espero que você tenha guardado uma garrafa de licor para essa ocasião tão aprazível.

 O elenco incomparável de Bridgerton irá retomar a produção no primeiro semestre de 2021. Esta autora foi informada por fonte confiável que Lorde Anthony Bridgerton pretende dominar a temporada social. Estarei com a minha caneta preparada para reportar toda e qualquer novidade dos acontecimentos românticos.

 No entanto, querido leitor, antes de incendiar a seção de comentários e pedir mais detalhes sórdidos, não estou inclinada a revelar mais informações no momento. A paciência, no final das contas, é uma virtude. 

 Atenciosamente, 
Lady Whistledown

 

Recentemente, em entrevista à nossa jornalista e crítica Rafa Gomes, Phoebe Dynevor falou sobre a grande popularidade da série entre os fãs brasileiros, além de revelar detalhes de como as cenas calientes foram produzidas.

Confira:

Baseada nos romances da autora Julia Quinn, de série foi criada por Chris Van Dusen.

A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

‘Emily em Paris’: 2ª temporada ganha as primeiras imagens oficiais; Confira!

A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais da 2ª temporada da série ‘Emily em Paris‘.

Confira:

Emily in Paris. (L to R) Lucien Laviscount as Alfie, Lily Collins as Emily in episode 205 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. Lily Collins as Emily in episode 209 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, Lucas Bravo as Gabriel in episode 206 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, Ashley Park as Mindy in episode 210 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, William Abadie as Antoine Lambert, Ashley Park as Mindy in episode 206 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Philippine Leroy-Beaulieu as Sylvie, Samuel Arnold as Julien, Bruno Gouery as Luc, Lily Collins as Emily in episode 206 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, Philippine Leroy-Beaulieu as Sylvie in episode 207 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021

Criada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘), a produção originalmente havia sido programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.

Na trama, Collins vive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.

O elenco conta com Ashley Park (musical ‘Meninas Malvadas’ na Broadway), Philippine Leroy Beaulieu (‘Call My Agent!‘), Lucas Bravo (Smartass), Samuel Arnold (‘Antony & Cleopatra’), Camille Razat (‘15h17 – Trem Para Paris‘) e Bruno Gouery (Doc Martin).

‘All the Old Knives’: Ataque terrorista no clipe do novo thriller da Amazon Prime; Confira!

A Amazon Prime divulgou um novo clipe do thriller ‘All the Old Knives‘, estrelado por Chris Pine (‘Mulher-Maravilha 1984’) e Thandie Newton (‘Westworld’).

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Vale lembrar que o longa já está disponível no serviço de streaming!

Janus Metz (‘True Detective’) é responsável pela direção.

Henry (Pine) e Celia (Newton) eram agentes da CIA e amantes, juntos os dois viveram um tormento em uma missão em Viena, seis anos atrás. Na tentativa de resgatar centenas de reféns das mãos de terroristas tudo acabou dando errado, e agora Henry e Celia tentam viver com as consequências daquela noite.

Laurence FishburneJonathan Pryce também estrelam a produção.

James Cameron revela conexão entre ‘Avatar 3’ e o parque temático da Disney

Em entrevista ao Deadline, o diretor James Cameron revelou que ‘Avatar 3‘ irá introduzir alguns personagens que já foram apresentados no parque temático da Disney.

“O povo do deserto… São comerciantes de vento que negociam, que viajam por aí, esse tipo de coisa.”

Anteriormente, o cineasta já havia confirmado que o terceiro filme iria introduzir o “Povo das Cinzas”, que deve mostrar um lado mais sombrio dos Na’vi: “Os próximos filmes mostrarão culturas diferentes daqueles que já mostrei. O fogo será representado pelo Povo das Cinzas. Quero mostrar os Na’vi por outro ângulo porque, no momento, mostrei apenas lados bons. Nos primeiros filmes, há exemplos muito negativos de humanos e muito positivos de Na’vi. Em ‘Avatar 3’, faremos o contrário. Também exploraremos novos universos enquanto continuamos a história dos principais personagens”.

Vale lembrar que ‘Avatar: O Caminho da Água‘ voltou a superar a arrecadação total de ‘Titanic‘, tornando-se a terceira maior bilheteria da história do cinema.

Mundialmente, ‘Avatar 2‘ já arrecadou US$ 2,243.2 bilhões, enquanto ‘Titanic‘ soma US$ 2,242.8 bilhões.

Além disso, ‘O Caminho da Água‘ já arrecadou US$ 1,586 bilhão internacionalmente, tornando-se a terceira maior bilheteria internacional da história do cinema, atrás apenas de ‘Avatar‘ e ‘Vingadores: Ultimato‘.

Vale destacar que James Cameron é o único cineasta a ter dirigido três filmes no TOP 5 das maiores bilheterias.

Confira a lista:

1 – ‘Avatar’ – US$2,923 bilhões
2 – ‘Vingadores: Ultimato’ – US$2,798 bilhões
3 – ‘Titanic’ – US$ 2,216 bilhões
4 – ‘Avatar – O Caminho da Água’ – US$ 2,213 bilhões
5 – ‘Star Wars Ep. VII: O Despertar da Força’ – US$ 2,06 bilhões

Assista nossa entrevista com Zoe Saldana e Jon Landau:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Jessica Chastain estrelará adaptação de ‘Os Sete Maridos de Evelyn Hugo’? Atriz responde!

Em entrevista ao E! News, Jessica Chastain (‘It: Capítulo 2’) desmentiu os rumores que a apontavam como a protagonista da vindoura adaptação de ‘Os Sete Maridos de Evelyn Hugo‘, que está sendo desenvolvida pela Netflix.

Apesar de ser uma das favoritas dos fãs para interpretar a personagem Celia St. James, a atriz afirmou que “não há nenhuma chance” de estrelar a adaptação.

“Eu amo o quanto os fãs estão empolgados com a adaptação de ‘Os Sete Maridos de Evelyn Hugo’. Quando eu estava trabalhando na Broadway, todos os dias havia alguém pedindo que eu autografasse o livro. Eu amo o quanto essa base de fãs é maravilhosa. Estou ansiosa para assistir a adaptação, mas não farei parte dela. Sinto muito decepcioná-los.”

Leslye Headland, conhecida por seu trabalho em ‘Boneca Russa‘, será responsável pela direção.

Liz Tigelaar (‘Little Fires Everywhere’) assinda o roteiro, que é baseado no romance homônimo de Taylor Jenkins Reid.

Lendária estrela de Hollywood, Evelyn Hugo sempre esteve sob os holofotes ― seja estrelando uma produção vencedora do Oscar, protagonizando algum escândalo ou aparecendo com um novo marido… pela sétima vez. Agora, prestes a completar oitenta anos e reclusa em seu apartamento no Upper East Side, a famigerada atriz decide contar a própria história ― ou sua “verdadeira história” ―, mas com uma condição: que Monique Grant, jornalista iniciante e até então desconhecida, seja a entrevistadora. Ao embarcar nessa misteriosa empreitada, a jovem repórter começa a se dar conta de que nada é por acaso ― e que suas trajetórias podem estar profunda e irreversivelmente conectadas.

Liza ChasinBrad Mendelsohn irão supervisionar o projeto.

Reid também entra como produtora executiva.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Meus Quatro Maridos

(Meus Quatro Maridos)

Elenco:

Naura Schneider
Toni Garrido
Antônio Fragoso

 

Direção: Fred Mayrink, Naura Schneider

Gênero: Comédia

Duração: — min.

Distribuidora: H20

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 16 de Julho de 2026

Sinopse: 

Em MEUS QUATRO MARIDOS, Joana está reavaliando tudo agora que está fazendo 50 anos. Pensando nos quatro casamentos que viveu, se dá conta de que, juntos, eles somam 25 anos. E, aí, porque não celebrar essas bodas de prata diferentonas? Pra isso, convida os quatro ex-maridos pra um jantar, sem que eles saibam quem vão encontrar ou mesmo qual o motivo do evento. Entre lembranças e conflitos, o grupo vai refletir sobre relacionamentos amorosos e suas complicações de forma divertida e descontraída.

Curiosidades: 

» Além de dirigir e estrelar, Naura Schneider também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

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Terror em Shelby Oaks

(Shelby Oaks)

 

Elenco:

Keith David
Michael Beach
Camille Sullivan

 

Direção: Chris Stuckmann

Gênero: Terror

Duração: 99 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 30 de Outubro de 2025

Sinopse: 

TERROR EM SHELBY OAKS acompanha a busca desesperada de Mia por sua irmã desaparecida, Riley, uma youtuber famosa por investigar o paranormal. A obsessão de Mia recomeça quando ela recebe uma fita misteriosa com indícios de que Riley ainda pode estar viva. A partir daí, ela mergulha em uma espiral de horror de um mal desconhecido, repleta de revelações perturbadoras e uma atmosfera sufocante.

Crítica | Terror em Shelby Oaks – Suspense, Experimentação e Sobrenatural em Boa Pedida para o Halloween

Crítica | ‘Terror em Shelby Oaks’ se inspira em ‘A Bruxa de Blair’, mas não sabe que caminho tomar

Curiosidades: 

»  Além de dirigir, Chris Stuckmann também assina o roteiro ao lado de Sam Liz;

» Terror independente, o longa foi financiado através do Kickstarter. Com uma meta inicial de US$ 250 mil, a campanha ultrapassou a marca de US$ 1 milhão em pouco mais de um mês – quebrando recordes na plataforma;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

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Jane Levy, de ‘Zoey e a sua Fantástica Playlist’, estrelará nova série de COMÉDIA da NBC

De acordo com o Deadline, Jane Levy (‘Zoey e a sua Fantástica Playlist’) será a protagonista da nova série de comédia da NBC, ainda sem título.

A atriz interpretará Faye, uma mulher inteligente, engenhosa e uma força da natureza. Faye é uma jornalista investigativa extremamente perspicaz.

Jake Johnson (‘New Girl’) e Keith David (‘Eles Vivem’) também irão estrelar a produção.

Na trama…

“Mickey Wilder (Johnson) é um ex-policial de Los Angeles que se tornou detetive particular. Ele trabalha para Garner Taggert (David), dirige uma Agência de Detetives Particulares, onde seu filho Mitch e Mickey são os principais detetives. Ele é um sujeito durão com uma visão de mundo um tanto antiquada.”

Akiva Schaffer, diretor do reboot de ‘Corra que a Polícia Vem Aí!‘, comandará o episódio piloto e servirá como produtor executivo.

Dan Goor e Luke Del Tredici estão desenvolvendo o projeto.

Vale destacar que a NBC ainda não deu sinal verde para a série. A emissora encomendou apenas o primeiro episódio, e tomará uma decisão sobre o futuro da produção a partir de seu resultado.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Okja’: Filme da Netflix tem sessão interrompida após problemas técnicos no Festival de Cannes

A Netflix não tem dado muita sorte em sua estreia no Festival de Cinema de Cannes. Após duras críticas feitas por Pedro Almodóvar à empresa, durante a coletiva de imprensa na abertura do evento, a exibição de seu novo filme ‘Okja’, que aconteceu na manhã desta sexta-feira (19), teve problemas técnicos que comprometeram a sessão.

A exibição, feita para a imprensa, ainda foi marcada por vaias da audiência pelos problemas acarretados. Por conta do erro, a sessão teve que ser interrompida e reiniciada com 15 minutos de atraso.

Os organizadores do festival emitiram um comunicado, pedindo desculpas pela falha, alegando que os problemas foram estritamente técnicos – uma referência sutil aos conflitos surgidos entre a Netflix e o evento, que proibirá que filmes que não estrearam nos cinemas franceses, como o caso de ‘Okja’, concorram à Palma de Ouro a partir de 2018.

Segundo o comunicado:

“Um problema técnico aconteceu durante a exibição para a imprensa de ‘Okja’, filme de Bong Joon Ho, nesta manhã, às 8h30 no Auditório Lumiere. Após uma interrupção por vários minutos, a sessão recomeçou normalmente. […] Este incidente é completamente de responsabilidade da equipe técnica do festival, que se desculpa profundamente com o diretor e sua equipe, bem como como os produtores e a audiência”.

A falha se deu quando a máscara da tela foi ajustada incorretamente, acarretando em uma junção errada entre a parte superior e inferior do filme. Para a imprensa presente, o erro foi suspeito e alguns especularam que o problema teria sido de fato intencional, com o objetivo de sabotar a Netflix.

O representante da plataforma de streaming se negou a comentar o ocorrido.

Segundo o site The Hollywood Reporter, após a exibição de ‘Okja’, a audiência reagiu positivamente, com uma breve salva de palmas. As primeiras críticas que surgiram ao final da sessão foram realmente boas, de acordo com a publicação.

Confira o trailer:


O grandioso elenco conta com Tilda Swinton (‘Doutor Estranho’), Jake Gyllenhaal (‘O Abutre’), Paul Dano (‘Pequena Miss Sunshine), Bill Nighy (‘Anjos da Noite’) e Lily Collins (‘Os Instrumentos Mortais’).

O streaming vai financiar 100% da produção, tudo ao orçamento de incríveis US$ 50 milhões. Você pode até achar pouco, mas para uma plataforma como a Netflix é muito dinheiro.

Intitulado ‘Okja‘, o longa será um thriller de terror que mostrará a relação de uma garota asiática com sua melhor amiga: um monstro chamado Okja. Ela precisará destruir uma poderosa corporação multinacional para salvá-la.

A estreia na Netflix acontece dia 28 de Junho. Estamos bem curioso, afinal, ‘Expresso do Amanhã‘ trouxe uma baita originalidade, sendo um dos melhores longas de 2014.

Saiba quais são os 25 Piores Filmes de Todos os Tempos, segundo críticos

A arte do cinema nem sempre é algo tão simples de ser conduzida e uma série interminável de filmes muito ruins, lançados ao longo dos anos, nos prova que é possível transformar a arte em um grande desastre cinematográfico.

E o site Metacritic decidiu fazer uma compilação dos 25 filmes piores filmes de todos os tempos, levando em contas as avaliações da crítica especializada.

E a lista conta com atores de grande porte, como Jason Statham e Christian Slater, que embora estejam no auge de suas respectivas carreiras, não conseguiram passar pela nota de corte, em se tratando da qualidade de um seus projetos passados.

Confira:

1

Caos‘ (2005)
O primeiro lugar ficou com a ação estrelada por Ryan Phillippe e Jason Statham. Para os críticos, a produção é totalmente amadora, além de ser extremamente violenta. “Me arrependo de ter visto”, escreveu Roger Ebert, do “Chicago Sun-Times”.

2

Malucos Por Natureza‘ (1996)
Estrelado pelos atores Stephen Baldwin e Pauly Shore, o filme foi dito por Stephen Holden, do New York Times, como sendo “completamente incoerente”. Para Hal Hinson, do “Washington Post”, o longa é recheado de piadas de mau-gosto destinadas a ofender quase todos.

3

Paixões Unidas‘ (2014)
Com Sam Neill, Tim Roth, Fisher Stevens e Gérard Depardieu no elenco, o filme do diretor Frédéric Auburtin não agradou praticamente ninguém. Para o “New York Post”, “Paixões Unidas” (2014) é um “filme tedioso, amador e estranhamente horrível”.

4

‘The Singing Forest‘ (2003)
Na história, dois amantes que morreram no Holocausto durante a Segunda Guerra Mundial reencarnam anos depois. Para o TV Guide, embora o elenco não seja ruim, o filme é considerado de péssimo gosto, ao usar imagens do Holocausto gratuitamente.

5

Os EUA da Hilary‘ (2016)
O documentário de Dinesh D’Souza analisa a história do Partido Democrata e o que ele acha ser as verdadeiras motivações de Hillary Clinton, então candidata à presidência em 2016. Considerado parcial, o IndieWire destacou o filme como sendo um profundo fracasso.

6

Strippers‘ (2000)
O filme conta a história de Alan Gardner, que enfrenta um dia terrível após ser demitido e despejado de seu apartamento. Com um roteiro considerado sem noção, a crítica destacou que as atuações e direção não convencem, tamanho amadorismo.

7

Vulgar‘ (2002)
Essa é a história de um homem que decide trabalhar como palhaço em festas infantis, à medida que tenta reconstruir sua vida após ser abusado por uma gangue. Para os críticos, a narrativa é firmada em motivações ilógicas.

8

A Centopeia Humana 3‘ (2015)
A terceira continuação não parece ter chocado os críticos como o primeiro filme fez no passado, sendo tachado de tedioso e nenhum pouco assustador.

9

Lady Killers‘ (2003)
O filme tentou agradar a audiência de ‘Clube dos Pilantras‘, mas não rolou. A produção que conta a história de dois homens que tentam herdar a fortuna de suas esposas mais velhas foi considerada de péssimo gosto, com personagens desprezíveis.

10

Pequenos Gênios‘ (1999)
Estrelado por Kathleen Turner e Christopher Lloyd, o filme foi detonado pelos críticos na época do lançamento, sendo eleito a pior produção do ano para alguns críticos.

11

Clube dos Pilantras 2‘ (1988)
Estrelado por Chevy Chase, Jackie Mason e Robert Stack, a comédia de Allan Arkush foi considerada vergonha, ofuscando até mesmo o brilho deu antecessor. Para os críticos, o filme chega a ser ofensivo de tão ruim.

12

A Gostosa e a Gosmenta‘ (2008)
Tentando se manter relevante na mídia, a socialite Paris Hilton estrela essa comédia, desafiando os próprios críticos, que escorraçaram a atuação da celebridade, pontuando que atuar não é pra qualquer um.

13

Em Maus Lençóis‘ (2000)
Essa comédia com Norm MacDonald, Dave Chappelle, Elaine Stritch e Danny DeVito também recebeu duras críticas nos EUA. Para alguns críticos, o filme possui um teor vulgar, além de ser bem sem graça.

14

Miss Março‘ (2009)
Nessa comédia estrelada, escrita e dirigida por Zach Cregger e Trevor Moore, um jovem (papel de Cregger) acorda do coma após quatro anos e descobre que sua namorada dos tempos de escola virou uma modelo da revista “Playboy”. Embora tente, o filme simplesmente não foi considerado engraçado pelos críticos.

15

Is That a Gun in Your Pocket?
Nessa produção de 2016, o diretor Matt Cooper tentou abordar uma questão séria como comédia, mas não deu certo. Para a crítica especializada, a abordagem não funcionou e o filme foi considerado um dos piores já produzidos.

16

Transylmania‘ (2009)
Nessa comédia de horror de David Hillenbrand e Scott Hillenbrand, universitários vão passar um semestre na Universidade de Raznan, na Romênia, e uma das aulas acontece em um castelo antigo, que é infestado por vampiros. A crítica detestou a produção, chamando-o de uma piada de mau gosto de filmes de vampiros.

17

O Homem Séptico‘ (2013)
Na história, um funcionário de esgoto fica preso dentro de um tanque séptico durante uma crise de contaminação da água e sofre uma transformação bizarra. A crítica não perdoou e chamou o filme de grotesco.

18

‘Among Ravens’ (2014)
Esse longa de Russell Friedenberg e Randy Redroad foi outro que foi destruído pelos críticos na época do lançamento, devido à grande quantidade de clichês que tornam a história morosa e prolixa.

19

Mangler, O Grito de Terror
Acredite ou não, chegaram a produzir um filme em que uma máquina de lavar roupa é possuída e passa a matar as pessoas. Não é de se esperar que os críticos tenham considerado este um dos piores filmes já feitos!

20

Propriedade do Estado‘ (2002)
Esse drama urbano do diretor Abdul Malik Abbott conta com a participação dos rappers Beanie Sigel, que faz o papel principal, e Jay Z, marido da cantora Beyoncé. Para a crítica especializada, a produção só serviu para promover a gravadora que produz Beanie e Jay Z.

21

Dirty Love‘ (2005)
Nesse filme de John Asher, a personagem Rebecca Sommers (papel de Jenny McCarthy) decide dar o troco depois de ser traída pelo namorado. A comédia conseguiu o Framboesa de Ouro de Pior Filme, o que já diz muito mais do que qualquer outro crítico poderia dizer.

22
Os Espartalhões‘ (2008)
O filme tenta parodiar ‘300‘, mas não deu muito certo. No final das contas, os críticos simplesmente odiaram a produção, considerando-a brega e desnecessária.

23
Atlas Shrugged:Part III‘ (2014)
A produção do diretor James Manera tem como pano de fundo o colapso da economia. No entanto, o longa deixa a desejar, sendo muito ruim.

24
Alone in the Dark‘ (2005)
Estrelado por Christian Slater e Tara Reid, o filme de terror “Alone In The Dark – O Despertar do Mal” (2005) é outro que não agradou os críticos. A produção rende a Uwe Boll a indicação do Framboesa de Pior Diretor. Já Tara foi nomeada na categoria de Pior Atriz. Só Slater é quem se salvou mesmo de tanto vexame.

25
Bebês Geniais 2‘ (2004)
Não bastasse o primeiro filme ter sido ruim, um segundo foi produzido, confirmando que sempre pode ficar pior. A crítica continuou não perdoando a comédia familiar, que foi a considerou pavorosa.

Crítica | Você: Paranoia e psicopatia em incrível série da Netflix

Em tempos de tecnologia, o termo stalking ganha novos significados. Afinal de contas, disso, todo mundo tem um pouco atualmente. Com vidas excessivamente expostas em uma infinidade de publicações em redes sociais das mais diversas, imagens, vídeos, boomerangs e marcações de localização eliminam uma parte generosa da privacidade. E saber discernir até que ponto o “stalkear” (abrasileirado, como tudo que chega nas mãos tupiniquins) é saudável não é fácil. A famosa linha tênue é tão imperceptível que se movimenta no ritmo acelerado dos nossos sentimentos. E a nova série da Lifetime, cujos direitos foram adquiridos pela Netflix, Você, traz esse emaranhado de cabos, conexões e sensações humanas, que eclodem em relacionamentos doentios o bastante para te chocar, mas surpreendentemente hipnotizantes tamanha sua astúcia. E você não vai conseguir parar de assistir.

O mais fascinante na trama de Você é justamente a forma como ela inebria a audiência. Como o canto da sereia, que traga homens desavisados para sua perdição e ruína, a produção traz o famoso Lonely Boy de Gossip Girl, Penn Badgley, como aquele que, à medida que é tragado pela linguagem corporal de certas mulheres, se torna o próprio cântico da morte. E a cada passo melindroso e psicótico, somos também encantados pela narrativa. Bem construída, ela é alinhavada pela construção de seus personagens. Complexos e bem aprofundados, todos são tratados com precisão, sem descartes e sem preguiça. Muito mais do que fazer de Joe Goldberg (Badgley) o psicopata do amor, cruzamos a linha tênue que separa o normal e doentio, ao descobrirmos que os índices de stalking podem e variam muito, de acordo com cada indivíduo.

E nessa dança amorosa, somos introduzidos a uma Shay Mitchell mais convincente do que quando a vimos em Pretty Little Liars. Com um visual mais glamouroso do que tomboy, o aspecto visual de Peach lembra seu próprio estilo de se vestir, só que aqui cercado por uma soberba e um grau de manipulação genial. Sútil e, antagonicamente, agressiva, ela passa pelo radar da normalidade pelo dinheiro que possui. Aspecto ideal para fazer de Beck (Elizabeth Lail), a donzela de coração frágil. Cheia de daddy isues e poética como uma boa escritora em desenvolvimento, ela também é o supra sumo da fragilidade maquiada em belas postagens no Instagram e em outras tantas mentiras contadas nas redes sociais, para tentar convencer a si própria e seus seguidores do quão feliz ela (não) é.

Com coadjuvantes que destacam aspectos reais que a cultura das mídias sociais trouxe para o nosso meio, Você vai além da nossa óbvia compreensão sobre sócio e psicopatias. Ao desmistificar este contexto global de relações humanas pautadas pelas aparências das mais distintas, ela também é um soco na boca do estômago, aos moldes do maravilhoso Ingrid Vai Para o Oeste. Aquelas verdades que todos pensamos, mas não verbalizamos, ganham vozes, cenas e personagens cuidadosamente ilustrativos, que evidenciam o quão complicado manter relações e contatos saudáveis se tornou. E por apresentar os vários tons de cinza que até mesmo os demais coadjuvantes possuem, a série da Netflix é capaz de produzir uma pequena empatia por Joe. Ao final das contas, ele é realmente louco, mas um louco consciente – e mais verdadeiro que os demais personagens considerados normais.

Com uma direção que sabe explorar a luz natural para distinguir os momentos de leveza com o tom sombrio que o thriller carrega em seus pontos mais altos, a produção criada por Greg Berlanti e Sera Gamble arrebata o espectador com facilidade. Embora pareça óbvia em alguns momentos (todo mundo é capaz de reconhecer um stalker – será mesmo?), ela destrincha a psique humana com vontade e mostra por A+B porque nem tudo é preto no branco. Com atuações convincentes, envolventes e com sua segunda temporada já confirmada, Você é um deleite para os amantes do suspense, que gostam de se surpreender com reviravoltas inesperadas, cliffganhers de tirar o fôlego e desfechos impactantes.

‘The Walking Dead’: Daryl e Carol se confrontam em cena emocionante; Assista!

A 10ª temporada de ‘The Walking Dead’ está de volta às telinhas e o episódio inaugural da segunda metade do ciclo trouxe uma cena bem emocionante para os fãs.

Nela, Daryl (Norman Reedus) confronta Carol (Melissa Mcbride), chamando-na de sua melhor amiga, enquanto ainda brinca sobre como gostaria de cavalgar em direção ao pôr-do-sol ao seu lado.

A emocionante cena ainda revela uma evolução grandiosa na jornada de ambos os personagens.

Confira:

O show retorna com novos capítulos no próximo dia 23 de fevereiro.

Angela Kang retorna como showrunner da nova temporada.

A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.

O elenco conta com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

[EXCLUSIVO] ‘El Cid’: Alicia Sanz fala sobre o empoderamento feminino presente na série épica

A Amazon Prime Video está investindo em suas produções originais e trouxe para os fãs de contos épicos e históricos a nova série ‘El Cid‘, que explora os anos de juventude do icônico e quase mitológico guerreiro espanhol.

E um dos grandes destaques da produção é justamente o seu elenco feminino. Fazendo um contraste com a época, a partir de mulheres que se destacam em cena, a série europeia traz Urraca, uma obstinada mulher membro da família real espanhola, disposta a assumir o poder a qualquer custo.

Vivida por Alicia Sanz, a personagem vai na contramão da clássica abordagem tradicional dos papéis femininos apresentados em séries de época. E em uma entrevista à nossa jornalista e crítica Rafa Gomes, a atriz – que tem se destacado em Hollywood – comentou sobre o direcionamento empoderado de ‘El Cid‘, que muito mais que dar destaque às mulheres da série, as apresenta de forma ousada, contemporânea e inspiradora.

Segundo Sanz:

“Esse é um dos pontos que, quando eu li o roteiro, me deixou empolgada. Eu realmente queria voltar para a TV espanhola com uma personagem que gerasse um impacto. Eu creio que nós precisamos desse tipo de papéis, principalmente por conta das gerações mais jovens. A imagem com a qual eu cresci era a de mulheres nas sombras – especialmente nos tempos medievais – e eu aprendi tanto fazendo essa série, porque por trás de cada homem poderoso, havia sim uma mulher poderosa. E com a Urraca, ela era isso. Ela era assim com o seu irmão, o Alfonso. Ela era o seu braço direito. Ele não fazia nada sem consultá-la, sem sua aprovação. E você vê na série que ela era uma peça importante”.

Alicia foi ainda mais além, salientando a importância de trazer uma abordagem mais equilibrada na construção de personagens femininos e masculinos, enxergando-os para além da sua identidade de gênero:

“É engraçado porque nós vemos personagens masculinos sendo vilões, se aprofundando nas sombras e isso é visto como algo OK. Mas se uma mulher faz isso, ela é vista como uma pessoal inescrupulosa. Então eu tenho muito orgulho dessa série, porque ela mostra que todos somos humanos, independente de você ser homem ou mulher. Todos temos os mesmos sentimentos e todos estamos passíveis de agir da mesma forma, só que em corpos distintos, independente de ser homem ou mulher”.

Baseada na história real do icônico guerreiro que se tornou um símbolo mitológico da Espanha, a série acompanha os dias de juventude do Conquistador, mostrando um lado completamente diferente da sua história.

E a nossa jornalista e crítica Rafa Gomes teve a oportunidade de entrevistar o astro da produção Jaime Lorente, conhecido por seu trabalho em ‘La Casa de Papel‘ e ‘Elite‘.

No bate papo, ele fala sobre os desafios de gravar uma série épica e ainda comenta as semelhanças de estilo com outras produções do mesmo gênero, como Game of Thrones.

Assista:

A 1ª temporada de ‘El Cid‘ já está disponível na plataforma da Prime Video.

ÚLTIMA CHANCE! Conheça os 10 filmes que serão removidos da Netflix NESTE SÁBADO!

Frequentemente a Netflix renova sua grade de programação trazendo novos títulos, conforme outras produções são removidas mensalmente.

Considerada por muitos assinantes como sendo uma medida impopular, ela se dá em virtude do encerramento do contrato de exibição firmado entre a plataforma e os estúdios detentores dos títulos a serem removidos.

E neste sábado (15), dez filmes se despedirão da plataforma de streaming. Para você não perder a oportunidade de assisti-los, separamos a lista completa com todos os títulos, reunindo ainda detalhes de cada trama, para que você possa conhecer as produções e fazer a sua escolha nesta sexta-feira!

Confira:

A 5ª Onda

No futuro, a Terra é tomada por alienígenas. Na primeira onda de ataques, um pulso eletromagnético acaba com toda a eletricidade do planeta. Na segunda, um tsunami mata 40% da população. Na terceira onda, os pássaros começam a transmitir um vírus que mata 97% das pessoas que resistiram aos outros ataques. Já na quarta onda, a adolescente Cassie Sullivan precisa se virar sozinha para sobreviver e ainda reencontrar seu irmão.

Cinquenta Tons de Preto

Christian Black (Marlon Wayans) é um empresário milionário, que recebe a estudante Hannah (Kali Hawk) em seu escritório. Insegura e simplória, ela foi no lugar da amiga Kateesha (Jenny Zigrino) para fazer uma entrevista para o jornal da faculdade. Não demora muito para que eles flertem entre si, apesar das trapalhadas cometidas por Hannah. Black passa então a rondá-la, disposto a atraí-la ao mundo secreto e cheio de brinquedinhos que armazena em seu luxuoso apartamento.

D.U.F.F.

A percepção que Bianca tinha sobre sua vida social desmorona quando descobre que é considerada a mais feia do seu grupo de amigas. Decidida a mudar sua imagem, ela recorre aos conselhos de Wesley, um atraente esportista de sua escola.

Deus Não Está Morto

Josh Wheaton é um estudante que tem sua fé desafiada por seu professor de Filosofia, Mr. Radisson, que acredita que Deus não existe. A trama é baseada nas experiências reais de vários estudantes que também foram desafiados por instituições que acreditam que Deus não existe.

Inatividade Paranormal 2

Malcolm (Marlon Wayans) está tentando reiniciar a vida ao lado de outra mulher, Megan (Jaime Pressly), juntamente com os dois filhos dela, Becky (Ashley Rickards) e Wyatt (Steele Stebbins). Juntos, eles se mudam para uma nova casa. Ele, para variar, permanece com a mania de filmar tudo o que acontece à sua volta, com diversas câmeras. Entretanto, não demora muito para que Malcolm volte a ser afetado por acontecimentos sobrenaturais, especialmente quando inicia um caso com uma estranha boneca.

Música, Amigos e Festa

Cole tem 23 anos e batalha para se tornar um DJ de sucesso. Apadrinhado por James, experiente profissional da área, ele aprende muito e começa a crescer, mas coloca tudo em risco ao se envolver com a jovem namorada do seu amigo, Sophie.

Nós Somos Jovens. Nós Somos Fortes.

Baseado em fatos reais, um grupo de adolescentes inquietos vaga durante as últimas horas que conduzem a um motim anti-imigrante na cidade de Rostock, na Alemanha, em agosto de 1962. Dentre os ocorridos, foi ateado fogo em um prédio onde moravam mais de 120 vietnamitas. Os incidentes são contados através de três pontos de vista: o de Lien (Trang Le Hong), uma vietnamita que trabalha em uma fábrica; Martin (Devid Striesow), um ambicioso político local preso em um dilema; e Stefan (Jonas Nay), filho de Martin, que após a perda de um amigo se envolve em um ciclo de violência.

Parker

Parker (Jason Statham) é um talentoso ladrão que é traído por pessoas de seu grupo e acaba quase morto. Ele, no entanto, acaba sobrevivendo ao atentado e despertará disposto a se vingar dos bandidos. Conhecendo o plano para um importante roubo na Flórida, Parker se passa por um milionário em busca de um imóvel na região. É quando conhece Leslie (Jennifer Lopez), uma corretora de imóveis com dificuldades financeiras que acaba se metendo no meio dos planos do criminoso.

Sarajevo

Áustria, 28 de junho de 1914. O Arquiduque Franz Ferdinand (Reinhard Forcher) está passeando de carro pela cidade de Sarajevo com sua esposa, Sophie (Michaela Ehrenstein), até que são vítimas de um ataque e morrem. Este é o pontapé inicial para a Primeira Guerra Mundial.

Terceira Pessoa

O filme conta três histórias de amor diferentes: Michael (Liam Neeson) é um escritor veterano, que acaba de romper com a esposa (Kim Basinger) e viaja a Paris, buscando novas histórias. Ele encontra na aspirante a escritora Anna (Olivia Wilde) uma amante e uma inspiração, devido ao passado sombrio da garota. O empresário Scott (Adrien Brody) está passeando por Roma, quando conhece a misteriosa cigana Monica (Moran Atias) e simpatiza com sua perigosa busca para reencontrar a filha pequena. Julia (Mila Kunis) é uma jovem mãe, traumatizada após perder a guarda do filho para o ex-marido famoso (James Franco), e conta com a ajuda da advogada Theresa (Maria Bello) nesta batalha judicial.

Crítica | Oito Mulheres e um Segredo – O heist que estava faltando

One of these days these boots are gonna walk all over you

É fato que Sandra Bullock, produtora executiva de Oito Mulheres e um Segredo, é uma das grandes razões e mentes por trás do filme ter acontecido. Ao assistir as entrevistas é possível perceber que o mesmo não aconteceria sem a insistência da atriz que, inclusive, conversou com George Clooney sobre a realização do spin-off quando ele ainda era uma ideia. Como uma pessoa que acompanha a carreira dela por anos, admito que passei a confiar nas produções cujo nome da artista estampa os pôsteres. E é gratificante vê-la novamente em um papel para entreter e divertir o público, é como se a Miss Simpatia estivesse de volta, porém, do outro lado da lei.

O roteiro é assinado pelo próprio diretor Gary Ross (Quero Ser Grande) e por Olivia Milch (da elogiada produção da Netflix Dude – A Vida é Assim) e conta a história de Debbie Ocean (Bullock), irmã do personagem de Clooney na trilogia Onze Homens e um Segredo (2001, 2004 e 2007), que decide realizar um roubo em um dos maiores eventos do mundo, o Met Gala, em Nova York. No início do longa-metragem, a narrativa se apressa um pouco para dar luz às personagens que irão compor o time das mulheres, o que pode provocar uma sensação de conhecimento não tão aprofundado de quem fará parte daquele grupo. As mais bem desenvolvidas são Debbie, Daphne (Anne Hathaway) e Lou (Cate Blanchett), provavelmente as que possuem maior tempo de tela também.

Contudo, independentemente deste processo, o filme se sustenta com um plano inteligente de roubo, plot twists, talvez coisas que o telespectador estejam esperando se revertam de maneira um tanto quanto inesperada, com um timing de comédia excelente e um desfile de moda produzido por Cate Blanchett e os casacos maravilhosos. É impossível não se divertir assistindo a Oito Mulheres e um Segredo e despertar uma leve vontade de fazer parte daquele time de mulherões da porra.

No aspecto da direção, Ross faz um trabalho coerente com a história apresentada, alguns ângulos de câmeras que remetem à trilogia de Clooney, provocando até certa nostalgia, ao mesmo tempo em que sacia a vontade do público de ter um novo filme sobre um crime deste porte. É preciso aplaudir (e de pé) o trabalho feito por Sarah Edwards, a designer de moda do longa-metragem, que entrou faltando pouco tempo para começar as filmagens e realizou um trabalho impecável. Sério. Só estou aqui desejando todo o wardrobe deste elenco. É um fashion show no Met Gala e que, no dia a dia, consegue definir bem a personalidade de cada personagem.

Em relação às atrizes, o telespectador poderá ver uma Sandra Bullock brilhando, mais uma vez, e trazendo aquele ar fresco ao se permitir realizar um filme que lembra os tempos da atriz no início de carreira. Vão se surpreender com a duas vezes ganhadora do Oscar, presidente de Cannes e Rainha do meu coração, La Cate Blanchett, em um papel mais despojado e divertido (e olha, é impossível não shippar as duas protagonistas, viu).

Mindy Kaling e Helena Bonham Carter –  a dupla que você nem viu chegando, mas vai considerar pacas. O timing cômico delas é impecável. Sarah Paulson faz bem seu trabalho, como de costume, inclusive, uma das cenas que mais provocou as risadas dos espectadores foi com ela. Enquanto Nine Ball (Rihanna) parece ter uma vibe semelhante a da própria artista e Awkwafina, bom, preparem-se para se surpreender com a novata. Por fim, mas não menos importante, Anne Hathaway retorna às raízes da comédia e faz uma das melhores atuações de Oito Mulheres e um Segredo, juntando-se as de peso Bullock e Blanchett.

Oito Mulheres e um Segredo é sem sombras de dúvidas um filme sobre heist que estávamos precisando. Tem os elementos necessários, cumpre o propósito e para que tudo fique melhor ainda: são oito mulherões da porra arrasando durante uma hora e cinquenta minutos. De fora, resta torcer por uma sequência e que desta vez não cortem os flashbacks. Ah, não poderia esquecer: prepare-se para ficar cantando a trilha sonora até não poder mais!

‘Halloween’: Nick Castle, o Michael Myers, aparece em nova foto do set

O ator Nick Castle divulgou uma nova foto de bastidores do novo ‘Halloween’. Confira!

A atriz Jamie Lee Curtis também compartilhou em seu twitter o visual que sua personagem terá no novo ‘Halloween’. Confira:

“Primeira filmagem! Primeiro dia. Mesma Laurie. David Green dirigindo à partir de seu roteiro. Feliz Halloween 2018 para todos. Vejo vocês em 19/10”

Confira imagens de Jamie Lee Curtis no setPodemos ver os jovens protagonistas no colégio Haddonfield High, além do primeiro vislumbre de Michael Myers.

Confira:

Além disso, foram divulgadas novidades do elenco. Virginia Gardner (‘Os Fugitivos’) se juntou o elenco, no papel de melhor amiga de Andi Matichak (‘Orange is the New Black)’ – a neta da personagem de Jamie Lee Curtis (Laurie Strode).

O diretor e roteirista Nick Castle, que interpretou Michael Myers em ‘Halloween: A Noite do Terror’, voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things’), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle’) e Dylan Arnold (‘Mudbound’).

A trama trará Jamie Lee Curtis novamente como Laurie Strode, em um embate final com o assassino Michael Myers após quatro décadas do primeiro filme.

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax e tem estreia prevista para 19 de outubro de 2018.

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

 

‘Jurassic World: Reino Ameaçado’: Produtor explica cena de abertura que causou confusão

A cena inicial de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ causou confusão entre alguns espectadores que não entenderam ao cerco em qual período da história estaria acontecendo. Por conta disso, Colin Trevorrow, produtor do longa, veio à público esclarecer a confusão.

“Olha, a sequência inicial acontece logo após ‘Jurassic World’ e ‘Reino Ameaçado’ se passa três anos depois. Não colocamos essa informação na tela, mas a cena inicial pode ter acontecido semanas ou quem sabe um mês depois do final do primeiro filme. Então o tempo passou e eles puderam criar a criatura principal”

Agora tudo ficou mais claro!

De acordo com dados do Box Office Mojo, ‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ ultrapassou os US$ 800 milhões de arrecadação mundial e deve ultrapassar a barreira do bilhão nas próximas semanas.

Só nos EUA, o filme já arrecadou mais de US$ 200 milhões, mesmo com a estreia de ‘Os Incríveis 2’ e ‘Sicário: Dia do Soldado’.

[SPOILERS] O que acontece na cena pós-créditos de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ 

Ficou curioso? A nossa crítica já está disponível: Crítica | Jurassic World: Reino Ameaçado – O filme mais assustador da franquia

Filmes ESSENCIAIS para você curtir o Halloween

O Halloween é uma data controversa no Brasil, mas muito comemorada por algumas pessoas. O clima de terror se mistura à inocência das crianças pedindo doces – mediante ameaças de vandalismo, claro – e cria uma data única. Pensando nisso, conversei com a redação do CinePOP e chegamos a uma lista de filmes que não podem faltar nesse Halloween. Confira!

A Noite das Brincadeiras Mortais (1986)

Esse filme slasher leva um grupo de estudantes até uma mansão em uma ilha, onde eles pretendem passar o feriado de primeiro de abril. A casa está cheia de pegadinhas de primeiro de abril, como cadeiras de isopor e almofadas com barulho de pum. Só que, do nada, os amigos começam a morrer misteriosamente. É divertido e bastante incômodo.

 

Abracadabra (1993)

Queridinho dos fãs, esse filme traz uma versão mais inocente e divertida do Halloween. Idealizado para ser um especial do Dia das Bruxas para o Disney Channel, o roteiro de Abracadabra acabou chamando atenção dos executivos, que viram potencial nele e deram sinal verde para ir pros cinemas. A trama começa nos anos 1960, quando três irmãs bruxas decidem roubar a vitalidade das crianças para ficarem jovens para sempre. O ato causa revolta e elas ficam presas por 30 anos. Em 1993, um jovem vai para a cidade de Salém e acaba soltando as bruxas de novo.

 

Deu a Louca nos Monstros (1987)

Com roteiro de Shane Black (Máquina Mortífera), essa comédia de terror é um clássico cult genial, que brinca diretamente com todos os monstros clássicos da Universal. Um grupo de pré-adolescente autointitulados de Patrulha Monstro encontra um diário escrito por Van Helsing, que alerta para a invasão dos monstros à cidade, que pretendem recuperar um amuleto místico para colocarem seu plano maligno em ação. O grupo, então, decide usar suas habilidades e conhecimentos sobre o universo dos monstros para ajudar os adultos no combate mais inesperado do cinema. Lançado originalmente em vídeo, o filme fez tanto sucesso que acabou indo para os cinemas. Além disso, a maquiagem e as roupas dos monstros foram feitas pelo lendário Stan Winston.

 

Os Caça-Fantasmas (1984)

Segunda maior bilheteria de 1984, Os Caça-Fantasmas se tornaram um verdadeiro ícone dos anos 1980. Mexendo com o sobrenatural, um grupo de paracientistas se une para investigar casos sobrenaturais e capturar fantasmas em Nova York, provando assim que não são charlatões. Seus feitos começam a ganhar repercussão e os negócios vão indo bem, até o dia em que uma ameaça maior que tudo que eles já enfrentaram: o temível Zuul. Apesar de ser um filme de comédia que ajudou a alavancar a carreira de Bill Murray, Os Caça-Fantasmas conseguem unir todo o espírito do Halloween. Stranger Things que o diga.

 

Brinquedo Assassino (1988)

É impossível falar de Halloween sem pensar em crianças e terror. Por isso, Brinquedo Assassino é praticamente o exemplo perfeito da crueldade do sobrenatural. Após levar um tiro da polícia, o serial killer Charles Lee Ray invade uma loja de brinquedos, onde realiza um ritual haitiano para transferir sua alma para o corpo de um boneco “Good Guy”, fenômeno de vendas entre as crianças. Com o ritual concluído, o agora Chucky acaba sendo comprado por uma mãe viúva, que o dá de presente para o filho de seis anos, Andy Barclay. A partir daí, o boneco ganha vida e começa a tocar o terror na vida do pobre menino.

 

Charlie Brown e a Grande Abóbora (1966)

Nos anos 1960, os especiais para TV da Turma do Minduim faziam sucesso pelo mundo. No Brasil, eles só chegaram nos anos 1980. Com bastante sensibilidade e destoando das outras produções dessa lista, Charlie Brown e a Grande Abóbora mostra o menino Lino empolgado para o Halloween. Diferentemente das outras crianças, ele não está ansioso pela caça aos doces nem pelas fantasias, mas sim para ver A Grande Abóbora, que seria um tipo de Papai Noel para ele, que tenta provar sua tese para a Turma, mas não consegue e acaba sendo ridicularizado. É uma história sobre amadurecimento em pleno Halloween, além de ser uma fofura.

 

Os Fantasmas Se Divertem (1988)

Não tem como fazer uma lista de Halloween sem ter ao menos um filme de Tim Burton. Misturando comédia com terror e até mesmo musical, esse filme é 100% politicamente incorreto e traz os mortos no controle da situação. Ele conta a história de um casal que sofre um acidente de carro, morre e passa assombrar uma casa tranquilamente. Até que uma família esnobe compra a propriedade e começa a tirar a paz das assombrações, que apelam a uma criatura odiosa, chamada Beetlejuice (Michael Keaton).

 

Pânico (1996)

Estrelado por Neve CampbellDavid ArquetteCourteney CoxMatthew LillardSkeet UlrichRose McGowan e Drew Barrymore, o filme revolucionou o subgênero slasher ao trazer Sidney (Neve Campbell) como estudante alvo de um misterioso assassino que matava suas vítimas inspirado em filmes de terror. O longa ao mesmo tempo que inova, satiriza o gênero do terror, mas a forte inspiração na franquia Halloween faz dele uma boa pedida para este 31 de outubro.

 

Halloween (1978 – atualmente)

Iniciada em 1978, como Halloween: A Noite do Terror, a franquia de John Carpenter já se estende por 11 filmes. Uns são maravilhosos, enquanto outros chegam a ser ofensivos de tão ruins (estou falando com você, Halloween 6 – A Última Vingança). Mas a verdade é que o terror de halloween praticamente surge com essa franquia, que traz o serial killer Michael Myers atrás de Laura Strode, ou da própria sobrinha ou de parentes da família Strode. Sempre atacando na noite de halloween, o assassino é um dos ícones da cultura pop e vale a pena tirar o dia para conferir a franquia.

Crítica | Adeus, Borboleta – Suspense alternativo chega para aluguel nas plataformas digitais

Os fãs de um determinado gênero de filme costumam querer assistir a tudo que é lançado nesse nicho, seja um blockbuster ou uma produção alternativa. Quando abrimos a leque de possibilidades, as ofertas aumentam, e, no vasto mundo de produções de um gênero como o suspense, por exemplo, é possível encontrar verdadeiras pérolas espremidas entre um arrasta quarteirão e outro, ou, ainda, encontrar os primeiros trabalhos de um novo diretor ou diretora de cinema que, quem sabe, a longo prazo, pode se tornar alguém de renome no mercado. Exemplo desse segundo grupo, chega agora às plataformas de aluguel sob demanda o thrillerAdeus, Borboleta’.

Ryan (Adam Donshik), Jessie (Jennifer Adams) e Mia (Addison Ross) são a família perfeita. Mia é uma criança superinteligente e de opinião forte. Mas, quando Mia, que é o centro do mundo dessa família, desaparece, o que sobra? Para Ryan restam vingança, justiça ou apenas pura raiva quando sua filha, Mia, é sequestrada e brutalmente assassinada. O suspeito imediato é o vizinho, Stan Granger (Andy Lauer, de ‘Homem de Ferro 3’). Convencido de que vê um dos brinquedos favoritos de sua filha nas mãos de Granger, Ryan parte para um caminho de vingança. Ryan sabe que sozinho não conseguirá, então se volta para um velho companheiro de boxe e o único ex-presidiário que ele conhece para pôr em prática um plano completamente insano: sequestrar Stan e forçá-lo a confessar.

Escrito e dirigido por Tyler Wayne – que também interpreta o melhor amigo e ex-presidiário que topa entrar na furada com Ryan sem se importar com o que isso poderia causar em sua vida –, em pouco mais de uma hora e meia de duração ‘Adeus, Borboleta’ demonstra ser um suspense bem, bem fraquinho, desses que a gente tem a nítida impressão de que é o primeiro (ou um dos primeiros) trabalhos do cara como diretor. E tudo bem que seja, pois é dando as caras mesmo que se ganha experiência no ramo e se aprende.

Acontece que, enquanto suspense, ‘Adeus, Borboleta’ deixa em muito a desejar. Todo o drama da criança desaparecida e o esperado desespero da família é acelerado no tempo logo no início, como se não fosse o cerne do longa; depois que a criança é dada como falecida, o protagonista parte numa missão de encontrar o verdadeiro culpado, e, logo de cara, recai em um suspeito que, por sua vez, se torna o único suspeito de todo o filme. Assim, todo aquele jogo de enganar o espectador, dar uma série de possibilidades e, no final, trazer uma reviravolta reveladora não acontece nesta produção.

Com uma direção bem irregular, que decidiu inserir uma mesma música enjoada de piano em todas as cenas dramáticas e de transição, ‘Adeus, Borboleta’ é um thriller bem sonolentinho, que tinha até potencial, mas cujo resultado final se aproxima mais de uma produção de fim de curso de um estudante que está ganhando firmeza no mercado de trabalho. Vale para assistir algo de um diretor novo na área, se você for desses que gosta de encontrar novos talentos no mundo da sétima arte.

‘Manto e Adaga’: Justiça e vingança são temas do teaser da 2ª temporada; Assista!

A 2ª temporada de ‘Manto e Adaga‘ (Cloak and Dagger) ganhou um novo teaser.

Confira:

O segundo ano da série estreará no dia 4 de abril, com um episódio duplo.

Criada por Joe Pokaski, a produção é baseada nos quadrinhos da Marvel.

A série apresenta os personagens Tyrone Johnson e Tandy Bowen, a dupla Manto e Adaga, enquanto eles descobrem seus poderes recém adquiridos, ao mesmo tempo em que se apaixonam um pelo outro. Manto é capaz de se teletransportar através da “dimensão da escuridão”, mas também pode deixar os inimigos presos em outro mundo. Adaga tem a capacidade de criar punhais de luz com sua mente. Seus punhais podem tanto drenar a vida de seus alvos quanto curá-los.

Olivia Holt e Aubrey Joseph estrelam.

 

Diretores repudiam censura de Bolsonaro no Festival de Gramado

47º Festival de Cinema de Gramado começou nesta última sexta-feira, 16, e abriu portas significativas para que cineastas expressassem sua indignação contra recentes comentários do presidente da República, Jair Bolsonaro.

Nos últimos dias, Bolsonaro comentou que a supervisão da Ancine (Agência Nacional do Cinema) iria migrar para Brasília e, em meio a comentários LGBTfóbicos e repressivos, acrescentou que a produção de longas-metragens nacionais deveria passar por uma “adequação” antes de ganharem aval e os recursos necessários para serem rodados.

Em resposta a essa reprimenda, o diretor Emiliano Cunha (‘Raia 4’) afirmou que sua obra só conseguiu ser feita devido ao apoio do órgão em questão, além de ter confirmado que o projeto foi responsável por gerar 400 empregos diretos e indiretos, além de impostos e receitas.

Os protestos não pararam por aí, visto que diversos colegas de Cunha também se posicionaram contra essas decisões opressoras. “Alguns desses projetos que Bolsonaro quer censurar são de amigos meus. Nosso filme existe hoje, mas talvez não pudesse existir em 2020”, disse um dos membros da equipe de ‘Marie’, curta-metragem de Leo Tabosa que gira em torno de uma mulher transsexual.

Outros temas políticos também ganharam palanque nesses primeiros dias do evento: Sonia Braga, que atuou no aclamado e premiado ‘Bacurau’, dedicou sua personagem à vereadora Marielle Franco, perguntando mais uma vez quem a matou. Franco foi assassinada junto com seu motorista, Anderson Pedro Mathias Gomes, em março de 2018.

O Festival termina neste próximo sábado, 24 de agosto.

‘Sonic – O Filme’ conquista 65% de aprovação no RT; Confira as críticas!

‘Sonic – O Filme’ chega hoje aos cinemas de todo o Brasil e, depois de várias polêmicas acerca do design do protagonista, as profundas mudanças parecem ter valido a pena.

O longa da Paramount Pictures abriu com 65% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ainda sem consenso geral, a produção tem nota 5.65/10 baseada em 37 reviews (até o momento).

Confira as principais críticas abaixo:

“Divertido e recheado de ação, qualquer um com necessidade de razões bobas para sorrir deveria correr para os cinemas” – HeyUGuys.

‘Sonic – O Filme’ é um divertido filme para a família, mas deve sair tão rápido de sua mente quanto Sonic coleta anéis” – Digital Spy.

“Pode não se tornar um clássico para as crianças, mas [o filme] é um ótimo escape para se divertir com toda a família” – TheWrap.

“O visual de Sonic foi corrigido depois que o trailer deu vida a um pânico online; talvez os fãs devessem ter consultado o roteiro também” – Time Out.

“Uma aventura divertida, charmosa e dinâmica que irradia risadas e alegria. Os atores estão se divertindo, e nós também” – Nestor Cine Desde Hollywood.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o grande astro Sonic revelou detalhes de seu primeiro filme, como foi atuar com Jim Carrey e ainda deu pistas sobre sua vida pessoal: comentou os rumores do affair com Taylor Swift e Jennifer Aniston.

A história gira em torno de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.

Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonough. A direção é de Jeff Fowler.

Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro. 

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

Assista ao trailer:

Os 10 Melhores Papéis de Sir Patrick Stewart

Sir Patrick Stewart é um ator lendário e versátil que conseguiu nas mais diversas áreas do entretenimento – no teatro, na televisão e no cinema. Indicado três vezes ao Globo de Ouro e quatro vezes ao Emmy, Stewart completou oitenta anos ontem, 13 de julho.

Para celebrar sua extensa carreira – e aproveitando que uma das franquias da qual participou, ‘X-Men’, também faz bodas -, separamos uma breve lista com dez de seus melhores papéis nas telinhas e nas telonas.

Confira:

Karla, TINKER TAILOR SOLDIER SPY

Mostrando o quão poderoso um ator pode ser, Patrick Stewart segue os passos de tantos outros artistas e empresta seu rosto e sua atuação por breves momentos em ‘Tinker Tailor Soldier Spy’. Na adaptação seriada do clássico de John LeCarre, Stewart dá vida ao presidente da KGB, Karla, conseguindo entregar uma performance aplaudível no mais puro silêncio.

Claudius, HAMLET

Como um bom thespian, Stewart participou de diversas adaptações das peças de William Shakespeare – e viveu o terrível e icônico Rei Claudius, de ‘Hamlet’, duas vezes. A primeira vez foi para a releitura televisiva de 1980; a segunda, sua performance mais conhecida, foi lançada em 2009 e trouxe o ator ao lado de David Tennant.

Merlin, O MENINO QUE QUERIA SER REI

Stewart causa um estrondo gigantesco mesmo com os menores papéis que abarca ao longo de sua carreira – e as coisas não seriam diferentes em ‘O Menino que Queria Ser Rei’. A surpreendentemente bem recebida adaptação das histórias do Rei Arthur trouxe uma breve aparição ator como a versão mais velha do Mago Merlin. Sua cândida performance foi o suficiente para nos convidar para uma jornada mágica e bastante satisfatória.

Professor Xavier, X-MEN

Talvez um de seus papéis mais conhecidos seja o do poderoso mutante Charles Xavier na franquia ‘X-Men’. Vivendo o personagem nada menos que sete vezes, sua memorável atuação foi, a cada capítulo da saga, elevada a catárticos momentos. Sua última interpretação como Xavier foi no spin-off pós-apocalíptico ‘Logan’, que lhe rendeu uma estatueta do Saturn Awards de Melhor Ator Coadjuvante.

Capitão Jean-Luc Picard, STAR TREK

Quando falamos de Patrick Stewart, jamais podemos nos esquecer da aclamada saga sci-fi ‘Star Trek’. No universo intergaláctico televisivo e cinematográfico, Stewart viveu o Capitão Jean-Luc Picard em nada menos que cinco iterações – sendo aclamado por sua atuação. O ator voltou como o personagem em ‘Star Trek: Picard’, que já está renovada para a 2ª temporada.

Gurney Halleck, DUNA

‘Duna’ tornou-se um dos filmes mais controversos da década de 1980, mas ganhou o status de cult com o passar dos anos e arrecadou um número considerável de fãs. Aqui, Stewart encarna o Mestre das Armas Gurney Halleck, servindo como mentor de Paul Atreides (Kyle MacLaughlin). Este, talvez, tenha sido o primeiro papel memorável de Stewart nos cinemas depois da breve participação em ‘Excalibur’.

Dr. Jonas, TEORIA DA CONSPIRAÇÃO

Apesar de ser mais conhecido por papéis heroicos, Stewart se lançou nos personagens vilanescos em 1997, com ‘Teoria da Conspiração’. Interpretando um maldoso mestre da espionagem, seu principal objetivo é destruir o reinado do candidato manchuriano Jerry (Mel Gibson). O ator faz um trabalho excelente ao conseguir manipular diversos personagens e fazer o público questionar quais são seus planos.

Rei Leondegrance, EXCALIBUR

Stewart fez uma ponta no épico fantástico britânico ‘Excalibur’ em 1979 como o Rei Leondegrance – e suas breves sequências já serviram para colocar nos holofotes um time de incríveis artistas (incluindo Liam NeesonHelen Mirren). Stewart foi bastante elogiado por seu performance, enquanto o filme foi revisitado diversas vezes e se transformado em um cult epopeico bastante divertido e maravilhoso.

Darcy Banker, GREEN ROOM

Stewart nos tirou o fôlego com sua atuação no thriller de terror ‘Green Room’. Afastando-se basicamente de todos os seus papéis anteriores, ele deu vida a Darcy Banker, líder de um violento grupo branco e supremacista. Ao lado de um estelar elenco, Stewart foi aclamado por sua performance odiosa e visceral – levando-o a ser indicado para diversas premiações.

Sejanus, I, CLAUDIUS

O primeiro grande papel de Stewart na televisão foi como Sejanus em ‘I, Claudius’. Na produção da aclamada emissora BBC, o ator fez bom uso de seu background artístico em uma teatral e irretocável rendição. A história é uma recriação da história do Império Romano e, nela, Stewart interpretar o ambicioso guarda imperial Sejanus que vira vítima de suas próprias aspirações.

‘Star Trek: Discovery’: Burnham e a Federação se enfrentam nas imagens oficiais do episódio 03×07; Confira!

CBS All Access divulgou as imagens oficiais de “Unification III”, sétimo episódio da 3ª temporada de ‘Star Trek: Discovery’.

O capítulo vai ao ar no dia 26 de novembro.

Confira, junto à promo:

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Jason Isaacs, Emily Coutts e David Ajala estrelam.