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Jason Momoa fala sobre possível retorno em ‘Duna: Parte 3’

Em entrevista ao Men’s Health, Jason Momoa (‘Aquaman’) comentou sobre o seu possível retorno no terceiro filme da franquia ‘Duna‘, baseada na saga literária de Frank Herbert.

O ator ainda revelou que uma grande cena envolvendo o seu personagem foi cortada, e que ele adoraria que os espectadores pudessem conferi-la no próximo filme.

“Será um bom futuro se o Duncan Idaho tiver… Sabe do que estou falando? Cara, não posso realmente dizer isso. Vou me meter em problemas. Bem, havia uma cena muito legal que não entrou na edição final do longa original. Foi muito épico.”

Ele completa, “Seria incrível se o público pudesse ver. Eu vou tentar trazer isso de volta no terceiro filme.”

Vale lembrar que a sequência ‘Duna: Parte 2‘ já arrecadou quase US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais. Para termos de comparação, a continuação levou menos de três semanas para ultrapassar a arrecadação total do primeiro filme – que arrecadou US$ 433.9 milhões mundialmente, em 2021.

Nos EUA, o longa ultrapassou a marca dos US$ 200 milhões. No mercado internacional, foram US$ 289.4 milhões – totalizando US$ 494.7 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica em vídeo:

Harrison Ford e Helen Mirren retornam no teaser da 2ª temporada de ‘1923’, spin-off de ‘Yellowstone’

A Paramount+ divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de ‘1923‘, série derivada de ‘Yellowstone‘.

Além disso, foi confirmado que o próximo ciclo estreará no dia 23 de fevereiro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Helen Mirren e Harrison Ford são os protagonistas da produção.

O elenco ainda conta com Brandon Sklenar, Darren Mann, Michelle Randolph, James Badge Dale, Marley Shelton, Brian Geraghty, Sebastian Roché, Robert Patrick, Aminah Nieves, Julia Schlaepfer e Jerome Flynn.

Taylor Sheridan, criador das iterações predecessoras, retorna como showrunner.

Morra, Amor

(Die, My Love)

 

Elenco:

Jennifer Lawrence
Robert Pattinson
LaKeith Stanfield

 

Direção: Lynne Ramsay

Gênero: Suspense

Duração: 118 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 24 milhões

Estreia: 27 de Novembro de 2025

Sinopse: 

MORRA, AMOR é ambientado na zona rural dos Estados Unidos, e é o retrato de Grace (Jennifer Lawrence), uma jovem que luta para manter sua sanidade após se tornar mãe.

Crítica: 

Crítica | Morra, Amor – Maternidade e loucura colidem em drama sufocante com Jennifer Lawrence [Cannes 2025]

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Lynne Ramsay também assina o roteiro com Enda Walsh;

» A obra é baseada no romance de Ariana Harwicz, e adapta a história intensa e perturbadora do livro para um drama psicológico com forte carga emocional.

» A temática central é sensível e pesada: o filme aborda psicose pós-parto, saúde mental feminina e os desafios da maternidade — usando para isso a ambientação isolada e rural como reflexo do isolamento psicológico da protagonista.

» Nas filmagens, a atriz Jennifer Lawrence optou por não ter um coordenador de intimidade para as cenas de sexo, porque disse sentir-se totalmente confortável e segura com o companheiro de cena, Robert Pattinson — o que mostra o nível de confiança entre eles.

» O filme foi exibido no festival Festival de Cannes em 2025 e concorreu à Palma de Ouro — o que já era esperado, dada a reputação da diretora.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

TENSO! Criatura gigante ataca em clipe inédito do terror ‘Kraken’; Confira!

O site Dread Central divulgou um novo clipe tenso do terror norueguês ‘Kraken‘.

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Pål Øie (‘O Túnel’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Vilde Eide, Kjersti Jelen Rasmussen e Natasha Arthur.

Na trama, o comportamento anormal de salmões selvagens, seguido por mortes inexplicáveis ​​no fiorde mais profundo da Noruega, aponta para o mítico Kraken. O antigo monstro de múltiplos braços despertou, pronto para esmagar tudo que se move ou faz barulho.

O elenco conta com Sara Khorami, Mikkel Bratt Silset, Øyvind Brandtzæg, Jenny Evensen, Ingvild Holthe Bygdnes, Jon Erik Myre, Hans Morten Hansen, Steinar Klouman Hallert e Filip Bargee Ramberg.

O longa será lançado em VOD no dia 12 de junho.

‘Doctor Who’: Peter Capaldi dá conselho a Jodie Whittaker

O veterano Peter Capaldi já está se despedindo de seu papel em ‘Doctor Who’, mas antes de encerrar sua participação na aclamada série, ele decidiu dar um conselho valioso para Jodie Whittaker, a primeiro mulher a encara a liderança da produção.

Durante a Comic-Con, ele conversou com o site Entertainment Weekly e compartilhou a dica que deu a Jodie:

“Eu apenas disse a ela para aproveitar cada aspecto dessa aventura, pois ela é absolutamente incrível. E Jodie é fantástica! Foi maravilhoso poder conversar com ela e descobrir o tamanho do amor que possui pela série. Ela com certeza será brilhante no papel”.

Ao longo da entrevista, Capaldi também falou sobre sua última aparição a frente de ‘Doctor Who’, que será no especial de Natal, que trará um velho conhecido dos fãs, o primeiro Doctor, David Bradley.

Disse Capaldi:

“Ele é o primeiro Doctor que me lembro. A série teve início quando era bem pequeno, tinha cinco anos de idade, e eu ainda guardo aquela memória turva dessa rabugento e estranho homem dentro da TARDIS, que também possuía um ar fascinante. Na época achei tudo aquilo encantador e bem feito”.

 

Será a primeira vez na história do programa, desde sua criação ainda em 1964, o protagonista será vivido por uma mulher. A atriz Jodie Whittaker, de 35 anos, foi anunciada como a 13ª intérprete do personagem. Whittaker substitui Peter Capaldi, eleito para o papel em 2013, que deixa o programa no fim do ano. Veja abaixo o vídeo do anúncio oficial, feito pela própria BBC – canal exibidor.

Jodie Whittaker é mais conhecida por trabalhos em produções britânicas, como o subestimado filme de invasão alienígena Ataque ao Prédio (Attack the Block, 2011), produzido por Edgar Wright, e um dos melhores episódios da cultuada Black Mirror: Toda a Sua História (The Entire History of You).

Na trama do seriado, o Doutor explora o tempo e espaço, através de viagens interdimensionais. Doutor Who é uma das mais celebradas séries de ficção científica de todos os tempos. Fiquei ligado no CinePOP para novidades do cinema e séries.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Thanos e Gamora ganham spin-off em belo cartaz feito por fã

A relação entre pai e filha dos personagens Thanos e Gamora, de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, ganhou um spin-off, expresso em um belo cartaz feito pelo conceituado artista, BossLogic.

Confira o resultado:

Exibido em mais de 2.000 salas nacionais, o novo longa do Marvel Studios superou os números do filme religioso nacional, ‘Nada a Perder’, e já atraiu mais de 12 milhões de espectadores, arrecadando mais de R$ 203 milhões até agora. As informações são do site Filme B.

Além disso, o filme já é a quarta maior bilheteria da história do cinema mundialmente.

A produção soma US$ 1.675 bilhão mundialmente, ultrapassando ‘Jurassic World‘ (US$ 1.671 bilhão).

Agora, o filme da Marvel está atrás apenas de ‘Avatar‘ (US$ 2.788 bilhões), ‘Titanic‘ (‘US$ 2.187 bilhões’) e ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ (US$ 2.068 bilhões).

Confira o TOP 10:

1AvatarFox$2,788.0$760.527.3%$2,027.572.7%2009^
2TitanicPar.$2,187.5$659.430.1%$1,528.169.9%1997^
3Star Wars: The Force AwakensBV$2,068.2$936.745.3%$1,131.654.7%2015
4Avengers: Infinity WarBV$1,675.1$558.733.6%$1,106.466.4%2018
5Jurassic WorldUni.$1,671.7$652.339.0%$1,019.461.0%2015
6Marvel’s The AvengersBV$1,518.8$623.441.0%$895.559.0%2012
7Furious 7Uni.$1,516.0$353.023.3%$1,163.076.7%2015
8Avengers: Age of UltronBV$1,405.4$459.032.7%$946.467.3%2015
9Black PantherBV$1,342.5$696.751.9%$645.848.1%2018
10Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2WB$1,341.5$381.028.4%$960.571.6%2011

Crítica  | Vingadores: Guerra Infinita – O evento cinematográfico de uma geração

Scarlett Johansson conta tudo sobre ‘Vingadores: Guerra Infinita’ em entrevista EXCLUSIVA

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

 

Tom Hanks viverá o empresário de Elvis Presley em filme de Baz Luhrmann

O astro Tom Hanks vai estrelar mais uma cinebiografia. Segundo a revista Variety, ele interpretará o empresário do cantor Elvis Presley nos cinemas.

A produção, que ainda não possui título oficial, será dirigida pelo aclamado cineasta Baz Luhrmann.

A vida de Elvis está intimamente ligada a do coronel Tom Parker, que descobriu o jovem artista quando ele era apenas um novato na música. Peça chave na transformação do garoto em um astro sem precedentes, o empresário fez parte das maiores conquistas do cantor, incluindo a formalização de seu contrato com a gravadora RCA, bem como sua transição para a atuação, estrelando filmes como ‘Ama-me com Ternura‘ (1956) e ‘Prisioneiro do Rock‘ (1957).

Em adaptações anteriores da vida de Presley, o papel de Tom Parker foi interpretado por atores como Beau Bridges, Randy Quaid e Gene Jones.

‘Resgate’: Chris Hemsworth em pancadaria pesada em cena divulgada; Assista!

O novo filme do astro Chris Hemsworth, ‘Resgate‘, já está disponível na plataforma da Netflix e uma intensa cena de luta protagonizada pelo ator foi divulgada.

Na tomada em questão, Tyler (Hemsworth) e seu oponente caem de cima de um prédio em direção às ruas de Daca (Bangladesh), onde se enfrentam em uma luta corpo a corpo bem intensa.

Assista:

Confira o trailer:

Sam Hargrave, que foi dublê do Chris Evans nos filmes do MCU, dirige a produção.

A trama acompanha uma missão suicida de Tyler Rake, um destemido mercenário do mercado negro, que parte em busca do herdeiro de um criminoso internacional sequestrado em território inimigo. Sem nada a perder, Rake terá de usar todas as suas habilidades para provar a si mesmo que ainda está vivo por dentro.

O elenco ainda conta com Rudhraksh Jaiswal, Randeep Hooda, Golshifteh Farahani, Pankaj Tripathi, Priyanshu Painyuli, e David Harbour.

Netflix anuncia filme de super-herói com Keanu Reeves e produzido pelos irmãos Russo

[EXCLUSIVO] ‘Falcão e o Soldado Invernal’: Wyatt Russell fala sobre as pressões de ser o novo Capitão América

A série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ segue a plenos pulmões, surpreendendo os fãs da Marvel a cada novo episódio. E o personagem John Walker, vivido por Wyatt Russell, tem protagonizado alguns dos momentos mais controversos da produção.

Sob a pressão de ser o novo Capitão América, o militar se encontra dividido entre seus princípios, seu passado como membro do Exército norte-americano e a responsabilidade que envolve sustentar o escudo do Steve Rogers.

E em uma entrevista EXCLUSIVA à nossa jornalista Rafa Gomes, do CinePOP, o intérprete do personagem comentou sobre a jornada de Walker, e como ele – enquanto ator – se sente vestindo o manto de um dos heróis mais amados da Marvel.

Em relação ao peso do escudo do Capitão América para John Walker, Wyatt Russell ponderou:

“Isso remonta às expectativas do país, mas na verdade são as expectativas que ele tem sobre si mesmo e sobre o que significa ser o Capitão América. Como um cara patriota que quer representar tudo o que isso significa para o resto do país, ele quer fazer o bem e representar o escudo da melhor maneira que puder. Ele é treinado para ser um soldado e fazer o que os soldados fazem. Ele não foi treinado para se envolver e falar com as pessoas – entrar no personagem. O peso disso é esmagador, até que ele decide que não pode ser tudo para todos e terá que fazer isso dar certo”.

O astro ainda refletiu sobre a sensação e os desafios de vestir o uniforme do herói, enquanto desempenha suas cenas de ação:

“Para mim, essa foi a parte mais difícil de tudo. É um acordo dividido em cinco partes para o qual você vai precisar de ajuda para se habituar. E você é colocado em uma posição em que parece estar preso em um gesso e pegou pesado em meus ombros – anos jogando hokey vieram gritando para me assombrar. Você tem que entrar em forma apenas para aguentar o peso do figurino. Então você tem que se mover, lançar um escudo e isso parece impossível. Mas o traje coloca você em uma postura de super-herói que seria estranho se você fizesse isso sem ele. Definitivamente, ajuda a criar a atitude do personagem”.

Vale lembrar que o 5º episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ será lançado em 16 de abril, na Disney+.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Além de Anthony Mackie e Sebastian Stan, o elenco também conta com Daniel Bruh, Emily VanCamp e Noah Mills.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Ela é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

Crítica | Rob Peace: Drama biográfico com Camila Cabello é uma dolorosa jornada sobre sonhos inacabados

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2024

Rob Peace é a história de um homem que não foi. Inconformado, mas ainda assim refém das circunstâncias, ele foi sufocado pelo ambiente que o cercava. E como uma pequena nota de falecimento que se perde entre tantas outras em um minúsculo jornal local, sua curta e inspiradora trajetória se dissipou pelo ar – quase esquecida pelo tempo. Mas foi nos inspiradores relatos do amigo e escritor Jeff Hobbs que o promissor jovem voltou à vida. Sua determinação e desejo de transformar sua comunidade o tornaram uma espécie de marca registrada de como é possível sair e mudar o gueto, ainda que a realidade seja um tenebroso algoz. E as páginas desse encantador e inspirador livro biográfico de um anônimo comum se destacam uma a uma, ganhando cor, forma e brilho nesse belíssimo drama dirigido por Chiwetel Ejiofor.

Entre luzes amareladas incandescentes e o negrume das ruas sujas de New Jersey, Ejiofor traz às telonas a história de Rob Peace. Essa estética essencialmente mais crua e unicamente urbana é marcada pelo contraste entre as sombras da noite e as luzes artificiais de baixo alcance. Criando uma atmosfera que coloca a audiência em um constante estado de apreensão e alerta, o cineasta e ator faz de seu segundo filme na direção uma vitrine de suas habilidades artísticas. Cada vez mais autoral, ele torna essa cinebiografia uma delicada experiência sobre família, hereditariedade, legado e paixão.

E sob uma fotografia mais fria, que exala o gélido inverno nova-iorquino, Rob Peace se desabrocha diante das telas como um álbum de memórias incompletas. Não se privando das alegrias e nem das dores que marcam a história desse garoto e de sua família, o diretor nos convida a atravessar as décadas, onde testemunhamos o brilhantismo e pioneirismo de alguém comum, marcado por uma família disfuncional, mas que ainda assim não se deixou vencer por seu devastador contexto. Fugindo de estereótipos narrativos, que poderiam muito bem tornar a produção um pastiche de tropos hollywoodianos do tipo “estudante de faculdade de elite se torna traficante de drogas”, Chiwetel busca ir além da superfície, sempre voltando para os relatos biográficos a fim de não cair naquela dicotomia que impede a audiência de ir além das falhas de um homem.

Ao nos introduzir ao contexto sociocultural e familiar de Peace, aprendemos também sobre nós mesmos e como somos inevitavelmente marcados pelo tempo e espaço onde somos criados. Aqui, Rob e o gueto se tornam um amálgama em conflito. Sempre na beira de sua ascensão profissional e no limite da lei, ele busca o certo pelos meios errados. Afastado das oportunidades certeiras e cercado por uma atmosfera criminal que o sufoca, ele busca libertar sua comunidade da foice da miséria, enquanto se beneficia dela por se enxergar de mãos atadas. E como uma prova de que o sistema deu errado, sua história é uma mancha de sangue que não se vai. Uma mancha de um homem que poderia ter sido e merecia muito mais do que lhe foi ofertado.

E é nessa complexidade psicoemocional que o desconhecido Jay Will brilha diante dos nossos olhos. Com uma performance apaixonante, dona de uma profundidade admirável, ele honra as dores e mazelas dessa família e faz de Rob Peace alguém com quem nos identificamos. Ao seu lado, Ejiofor encara o pai de Rob com poder e grandeza. Sua intensidade e dramaticidade nos permitem conhecer o ator por outra ótica. Expressividade e melancolia marcam sua atuação, que nos leva às lágrimas. E nesse cenário, Camila Cabello adentra o cinema indie com cautela, mas confiança e presença. Mais madura enquanto atriz, ela foge das caricaturas latinas e encontra seu espaço em tela, provando ser uma aposta promissora no cinema.

Acompanhados também por Michael Kelly e Mary J. Blige – que recebe a árdua missão de interpretar essa desconfiada e carinhosa matriarca -, Rob Peace se apresenta para nós como um drama biográfico convencional, mas poderoso. Sem o compromisso de reinventar a roda ou florear demais, Chiwetel Ejiofor faz de seu filme uma promessa a ser cumprida. A promessa de honrar um homem – independente de seus erros; a promessa de limpar a imagem de um pai – condenado injustamente; e a promessa de garantir que essa história jamais seja apagada pelo tempo.

Se esquivando de um sentimentalismo barato na construção da trama, que poderia extinguir toda a beleza desse rapaz comum e tornar sua jornada piegas e estereotipada, Ejiofor retorna ao Festival de Sundance ainda mais ávido por histórias fascinantes. Com um olhar clínico e um estilo de direção que amadurece significativamente a cada novo projeto, Rob Peace é uma carta de despedida de uma mãe eternamente enlutada e um testamento de que, independente dos finais precoces, uma vida vivida com propósito nunca será enterrada pelas areias do tempo.

Crítica Netflix | As Três Filhas – Conflito, irmandade e luto maestrados por Natasha Lyonne, Elizabeth Olsen e Carrie Coon

Lançado em setembro de 2023 no Festival de Filme Internacional de Toronto – TIFF, As Três Filhas (His Three Daughters) é um mergulho intenso e sufocante nas emoções de três irmãs ao acompanhar os últimos dias de vida de seu pai. Adquirido pela Netflix, o longa de Azazel Jacobs chega ao streaming no próximo dia 20 de setembro, depois de uma curta estreia nos EUA em 6 de setembro, visando a temporada de prêmios. 

Para compor esta tocante narrativa, Azazel Jacobs escalou uma das três melhores atrizes de suas gerações, todas com currículos premiados e atuações marcantes, tanto em filmes quanto em séries: Natasha Lyonne (Boneca Russa), Elizabeth Olsen (Amor e Morte) e Carrie Coon (The Leftovers). Direcionando-nos para um ambiente claustrofóbico de um apartamento em Nova York e planos fechados em seus personagens, o diretor e também roteirista nos coloca dentro das inquietações, confusões e lamentos dessas três irmãs. 

 As Três Filhas
As Três Filhas reúne Natasha Lyonne, Elizabeth Olsen e Carrie Coon

Desde os primeiros segundos pelo seu monólogo mecânico de passo a passo, a primogênita Katie (Carrie Coon) apresenta-se como pragmática e, um pouco, ditadora, enquanto Rachel (Natasha Lyonne) encara o vazio impassível, sem pronunciar uma palavra. Em seguida, uma terceira cadeira é adicionada à conversa, a caçula Christina (Elizabeth Olsen) com sua fala meiga anuncia o sono do pai no outro quarto, mas os olhares delas nunca se cruzam. 

Em estado paliativo, Vincent (Jay O Sanders) é o ponto de interseção entre essas três mulheres, cada uma com sua personalidade bem definida por seus movimentos, pronúncias e palavras. A tensão em torno da iminente morte nos apresenta uma atmosfera caótica, na qual Katie e Christina deixam seus novos lares para juntar-se à Rachel no antigo apartamento da família, porém trazem consigo pesares atuais e traumas do passado misturados a julgamento e culpa. 

As Três Filhas
As Três Filhas fala de conflitos, irmandade e luto

Como é sentir-se órfão depois de adulto? Numa abordagem sobre os sentimentos de amor e conflito no seio familiar, a morte é um tema que une fisicamente as pessoas, mas separa as emoções. Cada uma busca gerar os seus próprios dilemas em dispersão, enquanto Katie cozinha como a dona da casa, Christina expõe os problemas com sua única filha, e Rachel passa os dias enrolando baseados. 

A figura do pai em questão é uma incógnita, apresentada somente em um derradeiro e revelador momento. Este pai presente em todas as conversas, mas ausente em cena é uma construção consciente à brincar com o imaginário do espectador. Quem é esse homem que criou essas mulheres? Há partes dele em cada uma delas? Qual será o seu legado a partir dessas pessoas? 

Se nos apoiarmos na teoria psicanalítica de Freud, a figura do pai é a função de comando e o que gera o indivíduo adulto. Desse modo, é preciso matar simbolicamente o pai para amadurecer psiquicamente, ou seja, a morte do progenitor é o que daria seguimento a construção dessas mulheres. As Três Filhas trabalha esse conceito de forma emblemática dentro de uma calorosa narrativa tragicômica e, claro, melodramática. 

As Três Filhas
Diretor e roteirista Azazel Jacobs escolheu as atrizes uma por uma

A parte cômica é construída pelo embate das emoções de cada personagem e a ótima desenvoltura das atrizes ao expressar toda essa ebulição, atritos e explosão, algo familiar a todos os seres vivos. A partida deste pai gera uma disputa de substituição de uma figura de autoridade entre elas, mas também de dúvida sobre como prosseguir sozinhas, ou melhor, sem este elo paterno. 

Conduzidos pela trilha sonora agridoce de Rodrigo Amarante, ex-integrante da banda Los Hermanos, As Três Filhas paulatinamente nos conquista e entristece, em meio ao silêncio e o incessante apito do monitor cardíaco no quarto do pai. A cena final é melancolicamente emoldurada pela canção In Time, do cantor e compositor carioca.

Lançado no Festival Internacional de Filme de Toronto – TIFF 2023, As Três Filhas chega aos cinema norte-americanos dia 6 de setembro e ao Brasil no dia 20 de setembro, na Netflix

‘Deadpool 2’ recebe críticas negativas em sessões-teste: “uma grande bagunça”

Essa semana o ator Josh Brolin revelou que Deadpool 2está passando por algumas refilmagens e, ao que tudo indica, a decisão foi tomada após o aguardado filme ter recebi algumas reações negativas em sessões-teste.

O site Movie Web relatou que a sequência está sendo descrita como “uma grande bagunça”, além de vários personagens terem sido desperdiçados.

O jornalista Jeremy Conrad, do site ManaByte também relatou em seu twitter sobre a exibição do filme e sua recepção ruim, apagando os tweets depois.

“A Fox exibiu Deadpool 2 essa noite (e não Fênix Negra outra vez) e… fiquei perplexo! A primeira reação não foi o que eu estava esperando ouvir”

Então um seguidor perguntou o que tinha de tão ruim no filme, e o jornalista respondeu:

“Tem meia hora a mais que o primeiro filme. E nenhuma trama em boa parte disso. Vanessa foi desperdiçada. As cenas pós-créditos são a melhor coisa do filme”

Conrad também comenta que o que assistiu deX-Men: Fênix Negra’ foi melhor queDeadpool 2. Vale destacar que tudo ainda não passa de um rumor e que novas informações oficiais devem sair em breve.

Enquanto isso, conheça a história do vilão Cable (Josh Brolin) com o novo trailer do filme:

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Deadpool 2‘ foi escrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

O filme do anti-herói teve sua estreia antecipada e agora chega aos cinemas em 18 de maio de 2018.

Assista aos teaser trailers:

Unicórnio

(Unicórnio)

Elenco:

Patrícia Pillar

Bárbara Luz

Zé Carlos Machado

Direção: Eduardo Nunes

Gênero: Drama

Duração: 124 min.

Distribuidora: Vitrine Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 16 Agosto de 2018

Sinopse:

Na trama, Maria está sentada num banco ao lado de seu pai e a conversa que eles têm ali conduz a narrativa do filme. Acompanhamos a história na rústica casa de campo, onde ela mora com a mãe e aguardam a volta deste mesmo pai. A relação entre Maria e a sua mãe muda com a chegada de um outro homem.

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

Fotos:

 

Relembre ‘1893’, terceiro episódio da 2ª temporada de Loki

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu o terceiro episódio da segunda temporada de Loki, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

Leia também: Crítica | 3º episódio da 2ª temporada de ‘Loki’ trabalha a ficção para trazer novos mistérios

O episódio começa com a Juíza Ravonna Renslayer voltando para Chicago, em 1868. Junto da Senhorita Minutos, ela tem a missão de entregar um pacote misterioso num casebre de madeira. Segundo a Senhorita Minutos, essa é uma ordem direta dada pelo próprio Aquele Que Permanece, momentos antes de ser morto pela Sylvie.

A pacote para nas mãos de um garotinho, que abre a embalagem, revelando que elas entregaram o manual de funcionamento da AVT. Aquele que o Ouroboros escreveu e que descreve detalhadamente o funcionamento de todo o maquinário e regras de funcionamento da Agência de Variância Temporal.

No presente, Mobius, Loki, OB, Casey e B-15 debatem o que fazer para impedir o colapso do Tear Temporal, que precisa da Aura Temporal de seu criador, o falecido Aquele Que Permanece, para ser acessado e modificado. A alternativa é convencer a foragida Senhorita Minutos a liberar o acesso. Então, eles procuram pelo sinal temporal da Ravonna, que foi vista pela última vez com a reloginho, e descobrem que ela teve dois registros recentes no mesmo lugar, mas em dois anos diferentes: Chicago, em 1868 e 1893.

Loki e Mobius viajam para 1868 e não encontram nada. Então pulam para 1893, quando aconteceu a Feira Mundial de Chicago. Enquanto Mobius quer explorar os pavilhões do mundo, repletos de comidas e bebidas diferentes, Loki quer fazer uma missão mais rápida. Eles leem em um jornal sobre um fantasma em forma de relógio assombrando a cidade. A dupla vê uma placa que anuncia a apresentação de Victor Timely e suas maravilhas temporais.

Loki e Mobius entram no auditório, onde Ravonna e Senhorita Minutos estão disfarçadas. Elas querem falar com Victor Timely, que é a versão adulta do garotinho para quem entregaram o manual da AVT. Só que ele faz uma apresentação com o protótipo do Tear Temporal, dizendo ser uma máquina capaz de moldar o tempo e gerar energia para iluminar o país inteiro. Isso desperta o interesse de investidores, que tentam comprar a patente da máquina.

Loki entra em choque ao perceber que Timely é uma variante de Aquele Que Permanece. Lembrando que o falecido alertou ao Deus da Trapaça, momentos antes de morrer, que seu assassinato culminaria na vinda de variantes dele sem escrúpulos, instaurando uma guerra no Multiverso. Em meio aos assédios dos investidores, Ravonna, Loki e Mobius tentam falar com Victor, que aceita uma oferta e sai correndo com o dinheiro. Na perseguição, Loki é esbarra e é ameaçado por um brutamontes, que quer descer a porrada nele. Sem perder tempo, Loki usa sua magia para trocar o grandão de lugar com um leitão que estava preso em uma gaiola.

No fim das contas, Victor estava correndo porque sabia que não havia tecnologia avançada o bastante para transformar o Tear em realidade. E assim que percebeu o mesmo, o investidor saiu correndo atrás do charlatão. Ravonna, Loki e Mobius o abordam ao mesmo tempo, mas precisam correr atrás dele, que começa a fugir dos capangas dos empresários que ele enganou na feira.

Timely os engana novamente prendendo os capangas na roda gigante da feira. Loki tenta conversar com ele, mas Sylvie surge repentinamente pronta para matar Victor. Os três entram na roda gigante, com Loki tentando proteger o inventor charlatão. O Deus da Trapaça revela que eles precisam de Victor para salvar a AVT, o que deixa o rapaz boquiaberto. Sylvie quer matar a variante e diz que não se importa com a AVT. Do lado de fora, Ravonna conversa com Mobius e diz que não existe a menor chance de trabalharem juntos novamente. Sylvie explica pro Loki que Victor teve seu destino alterado pela própria AVT, revelando que ele teve acesso ao manual. E isso só mostra como a agência segue roubando o livre arbítrio das pessoas, já que ele seria um ninguém sem o livro.

O embate entre Loki e Sylvie estoura a cabine, jogando Victor para fora. Ravonna vai até ele e usa a Senhorita Minutos, que se transforma em um holograma gigante de relógio fantasma para assustar a multidão.

Na casa de Victor, o inventor mostra suas invenções para Ravonna e vai lentamente se apaixonando por ela. Isso desperta o ciúme da Senhorita Minutos. A duplinha do mal explica a Victor que uma variante dele criou a AVT, mas foi morto pelas variantes do Loki, criando uma série de realidades que estão se chocando. Ravonna diz que irá protegê-lo.

Os capangas chegam à casa de Victor, que fala que eles precisam fugir para o laboratório dele antes de viajarem no tempo. É lá que ele guarda sua maior invenção. Enquanto atravessam o rio de barco, Victor conta que anota todas as ideias no guia da AVT, flertando com Ravonna. A ex-juíza diz que foi ela quem entregou o caderno no passado, o que causa a ira da Senhorita Minutos. Timely diz sonhar em conhecer o autor do livro, Ouroboros, e que teve uma ideia que pode ajudá-los no problema das múltiplas realidades: um multiplicador de transferências. Após a conversa, ele entrega uma flor de origami pra Ravonna, que o trata apenas como um parceiro de negócios.

Enquanto Ravonna dormia, Victor a despacha em um bote no meio do rio após a Senhorita Minutos convencê-lo de que a moça não era confiável. No laboratório, o inventor começa a mostrar suas invenções ao buscar o protótipo. Só que a Srta. Minutos começa um papo muito desconfortável sobre ser apaixonada por ele e a reclamar que mesma tendo dado vida e livre arbítrio para ela, ele sempre a privou de ter um corpo humano físico. O inventor diz que não sabe como fazer isso para ela, causando um pequeno surto psicótico nela. Ele corre e a prende.

Então, Ravonna aparece com uma arma energética, dizendo ter sido traída e que agora ele está sob seu controle. Na mesma hora, Loki e Mobius aparecem para impedir que Ravonna o machuque. Então, Sylvie surge novamente para matar Victor, afastando os outros na sala.

Victor diz a Sylvie que não fez nada ainda. E que quem fez as coisas terríveis não foi ele. Timely diz que pode fazer suas próprias escolhas e que não é o homem que ela pensa que ele é. Isso afeta Sylvie em nível pessoal, já que essa é sua crença e a motivação que usou para ir até o Fim do Tempo para derrotar Aquele Que Permanece. Cheia de ódio, ela se enxerga nele e diz a Loki para tirá-lo dali. Mobius abre um portal para a AVT e faz o inventor atravessá-lo. De frente para Ravonna, Sylvie decide não matá-la para consumir sua vingança, apenas desce a porrada nela e decide prendê-la no Fim do Tempo.

No Fim do Tempo, Ravonna e Srta. Minutos encontram o corpo apodrecido de Aquele Que Permanece e começam a conversar. A Minutos diz que ele foi um tolo em transformar a criatura que sabe de todos os seus segredos em uma inimiga. Ela olha para Ravonna e diz que também sabe o maior segredo dela, mas que se contar, ela ficará muito irritada.

E aí, que segredo é esse?

Os novos episódios de Loki estreiam toda quinta no Disney+.

Dica de Filme #TBT | Esquadrão Secreto – Aventura e Diversão Para a Garotada no Streaming

Toda quinta-feira é dia de #TBT lá nas redes vizinhas, então, a partir de hoje toda quinta-feira também será dia de vocês, queridos leitores, encontrarem aqui no Cinepop uma dica #TBT: bons filmes e séries lançados antes do ano anterior (no caso, de 2022 para trás) para você conferir nos streamings, afinal, é tanta coisa boa sendo lançada que a gente até acaba deixando passar umas preciosidades por aí né. E como estamos no mês do recesso escolar, vamos começar com o longa de aventuraEsquadrão Secreto’, atualmente disponível para assistir no Telecine, na AppleTV+ e na Paramount+.

Jack (Owen Wilson) estava acampando tranquilamente com sua família quando uma colisão no céu faz com que um piloto caia no meio da floresta. Como um bom cidadão, Jack se aproxima do piloto na tentativa de ajudá-lo, sem saber que com isso seria contaminado com um objeto alienígena que lhe daria superpoderes. O tempo passa e Jack acaba se tornando um grande super-herói que auxilia nos conflitos mundiais constantemente – e, consequentemente, acabou se afastando de sua própria família. Em um determinado final de semana em que deveria passar algum tempo com seu filho Charlie (Walker Scobell), Jack recebe um chamado e precisa sair. Revoltado, Charlie decide chamar seus amigos para a casa do pai, sem imaginar que pessoas malvadas estariam rastreando o sinal para descobrir a verdadeira identidade do herói.

Esquadrão Secreto’ é um filme com um roteiro simples e um plot bem mastigado voltado para a garotada aí na faixa dos 10, 12 anos. E para atrair esse público não faltam referências ao universo cinematográfico dos super-heróis que vem conquistando os cinemas nas duas últimas décadas: temos desde o traje que lembra o Homem de Ferro a até mesmo a presença do ator Michael Peña, rostinho conhecido dos filmes da Marvel e também produtor de filmes como ‘Dora e a Cidade Perdida’, como o grande vilão que age de maneira infantil ao ponto de os jovens protagonistas se sentirem confortáveis em brigar com ele. O longa também traz Jesse Williams, o bonitão de ‘Grey’s Anatomy’, como um dos soldados malvados.

Esquadrão Secreto’ era uma das grandes apostas da Paramount+ para os cinemas em 2023, mas que acabou indo direto para o streaming brasileiro esse ano, mesmo tendo sido lançado lá fora no ano passado. Mas não se engane: o filme possui efeitos especiais bem-feitos que não deixa nada a desejar a outras produções do gênero. Mesmo tendo Owen Wilson e Michael Peña no elenco, o protagonismo recai mesmo sobre os quatro jovens atores que conduzem o enredo – Walker Scobell, Keith L. Williams, Momona Tamada e Abby James Whiterspoon –, lembrando produções como ‘Pequenos Espiões’ e ‘D.P.A.’.

O roteiro de Ariel Schulman, Henry Joost, Josh Koenigsberg e Christopher L. Yost parte do gênero da aventura e o mescla com boas pitadas de humor do universo juvenil, por vezes inserindo até piadas escatológicas para agradar ao público mais jovenzinho. Com esse pano de fundo o roteiro também aborda questões de amadurecimento juvenil pertinentes à idade, como lidar com pais separados, amores platônicos e a aceitabilidade social no meio escolar.

Esquadrão Secreto’ é bem desses filmes de férias mesmo. Através da aventura com ficção científica e toques de humor o longa agrada e se torna uma boa opção de sessão da tarde durante o recesso escolar.

‘Piratas do Caribe’: Roteiristas do reboot saem do projeto

Os esforços para relançar a franquia Piratas do Caribe’ estão enfrentando certos obstáculos, visto que os roteiristas Rhett Reese Paul Wernick (Deadpool) saíram do projeto recentemente.

Fontes internas dos estúdios Disney confirmaram que Reese e Wernick não estão mais trabalhando na sexta iteração da franquia que já arrecadou mais de 4,5 bilhões de dólares mundialmente. Segundo informações anteriores, Johnny Depp, que interpretou o pirata Jack Sparrow, não voltará para o próximo filme, visto que o estúdio resolveu seguir outro curso para a continuação da história.

Sean Bailey entrou como o diretor no ano passado e, em outubro de 2018, contratou a dupla supracitada, que é encarada como dois especialistas na subversiva arte da comédia e da ação.

Bailey declarou que está muito animado para o projeto, ainda que venha passando por algumas complicações. O diretor declarou que quer “deixar os Piratas em um estilo punk-rock de novo”, dando um novo início para a franquia.

Reese e Wernick são conhecidos também por seu trabalho em Zumbilândia.

‘The Kominsky Method’: 2ª temporada ganha trailer oficial; Confira!

A Netflix divulgou o primeiro trailer oficial da 2ª temporada de ‘The Kominsky Method‘.

Confira o teaser:

Criada por Chuck Lore (‘The Big Bang Theory‘, ‘Two and a Half Men‘ e ‘Mom‘), a série ganhou dois Globos de Ouro, incluindo Melhor Série de Comédia e Melhor Ator em Comédia para Michael Douglas.

Na trama, Sandy e Norman, dois amigos de longa data, enfrentam os altos e baixos da vida com humor, dignidade e um pouco de ajuda de seus familiares – lembrando-nos que algumas relações nunca envelhecem.

O elenco inclui Michael Douglas, Alan Arkin, Sarah Baker, Nancy Travis, Danny DeVito e Jenna Lyng Adams.

O novo ciclo estreia em 25 de outubro.

‘Star Trek: Picard’: Showrunner diz que 2ª temporada terá um rumo diferente

A primeira temporada de Star Trek: Picard’ chegou ao fim nesta última semana com a exibição de “Et in Arcadia Ego, Part 2′. Agora, cabe aos fãs sonhar com as próximas aventuras de Jean-Luc Picar (Patrick Stewart) no segundo ano, que já foi confirmado pela CBS All Access.

E, enquanto não há previsão de estreia para o novo ciclo, o showrunner Michael Chabon comentou um pouco sobre o que podemos aguardar no futuro, deixando claro que a perspectiva será diferente.

“Será diferente de alguma maneira. Definitivamente iremos em direções que não vimos na primeira temporada. Acho que estávamos envoltos de várias formas pela popularidade do show. Eu só fiz isso uma vez, mas imagino que é provavelmente verdade para vários shows televisivos, especialmente nesta era: a 1ª temporada foi, de muitos jeitos, sobre aprender a fazer Star Trek: Picard’. Tanto em termos de produção quanto em termos de narrativa, e quem é o nosso elenco, como esses personagens formaram elos surpreendentes e se uniram uns aos outros”.

A série tem como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Patrick Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Alison Pill (The Newsroom‘), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace‘)  completam o elenco. Hanelle Culpepper assume a direção do projeto. 

‘Cherry’: Suspense policial com Tom Holland ganha nova imagem de bastidores

Em seu Instagram oficial, os irmãos Joe e Anthony Russo divulgaram uma nova imagem do suspense policial Cherry, estrelado por Tom Holland.

A postagem confirma que a dupla está na fase de pós-produção para o longa-metragem.

Confira:

 

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#Cherry DI…

Uma publicação compartilhada por The Russo Brothers (@therussobrothers) em

Na trama, Holland será um ex-médico do exército que sofre de transtorno de estresse pós-traumático e se torna um assaltante de banco para sustentar seu vício em drogas.

“Estamos na fase de ajustes agora, estaremos terminando a mixagem de som em cerca de um mês, e teremos uma parte do corte finalizado em duas semanas… Estamos nos aprofundando nessa fase e já estamos perto de concluir tudo. Posso dizer que o primeiro vislumbre será divulgado em breve.”, disse o cineasta.

Infelizmente, Joe não quis revelar datas, mas o público pode ser pego de surpresa a qualquer momento pelas próximas semanas, já que uma parte do corte já está concluída.

Ainda assim, o filme permanece sem previsão de estreia.

Anteriormente, o diretor revelou ao portal que está preocupado quanto à reabertura dos cinemasem meio à pandemia do Coronavírus.

“Acredito que tudo está pronto em alguns meses, mas a pergunta é: como estará o mercado cinematográfico em meio à crise? Onde estaremos? Quando os cinemas irão reabrir? Há várias questões a serem debatidas, então não podemos dar certeza sobre datas.”

Ele também aproveitou para comentar sobre a performance de Holland, e parece estar bastante empolgado com a entrega do jovem astro.

Acho que é uma performance digna de Oscar. Acho que ele está simplesmente incrível. É uma atuação de tirar o fôlego. O que ele faz consigo mesmo emocional e fisicamente é inacreditável”.

Com roteiro assinado por Jessica Goldberg, o projeto é baseado no romance Exit West, de Nico Walker. A história verdadeira gira em torno de Walker, um ex-médico das forças armadas diagnosticado com Síndrome do Estresse Pós-Traumático depois de retornar para casa do Iraque. Enquanto tenta lidar com esse problema, Walker desenvolve um vício por ópio e começa a roubar bancos. Ele foi pego e considerado culpado em 2011, e sairá da prisão em 2020.

Além de Holland, o elenco conta com Ciara Bravo, Bill SkarsgardForrest GoodluckJeffrey WahlbergMichael Gandolfini e Kyle Harvey.

‘Nancy Drew’: Todos são suspeitos no pôster oficial da 2ª temporada; Confira!

A ET Online divulgou com exclusividade o pôster oficial da 2ª temporada de ‘Nancy Drew‘.

Confira, junto ao teaser:

O próximo ciclo irá estrear no dia 20 de janeiro.

Desenvolvida por Josh Schwartz, a série é baseada na icônica personagem criada por Edward Stratemeyer.

A nova versão de Nancy Drew se concentra na detetive de 18 anos durante o verão, após sua formatura no ensino médio. Embora Nancy planeje deixar sua cidade natal para se aventurar na faculdade, uma tragédia familiar a mantém em casa por mais um ano, e ela se vê presa em uma “investigação fantasmagórica de assassinato” que a leva a descobrir segredos obscuros ao longo do caminho.

Kennedy McMann será a personagem-título. O elenco ainda conta com Tunji KasimAlvina August, Maddison Jaizani, Scott Wolf e Alex Saxon.

‘Aqueles que Me Desejam a Morte’: Ação com Angelina Jolie conquista 64% de aprovação no RT; Confira!

A ação ‘Aqueles que Me Desejam a Morte’, que marca o retorno de Angelina Jolie aos filmes do gênero, teve uma recepção relativamente favorável por parte da crítica.

O longa abriu com 64% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 5.70/10 baseada em 116 reviews. Segundo o consenso geral, a obra é um “thriller bem tradicional dos anos 1990”, elevado pela “direção propulsiva de Taylor Sheridan“.

Confira os principais comentários abaixo:

“O ritmo é desquilibrado, mas os tiroteios são tensos, o cenário é espetacular e Jolie traz o melhor da ação desde ‘Salt’, em 2010″ – Daily Star (UK).

“Um pequeno thriller que satisfaz no momento, mas que, eventualmente, não leva a nada” – Emily Wheeler Movie Ops.

“Um thriller bem divertido que entrega brutalidade e charme, puntuado por performances de tira ro fôlego” – Phindle.

“Um thriller bastante eficaz” – Decider.

‘Aqueles que Me Desejam a Morte’ começa com um clichê e, a partir daí, é só ladeira abaixo” – Scotsman.

Dirigido por Taylor Sheridan (‘A Qualquer Custo’), o longa é baseado no livro homônimo de Michael Koryta.

A história acompanha um menino de catorze anos que presencia um brutal homicídio e entra para um programa de proteção às testemunhas sob uma nova identidade. Enquanto isso, os assassinos partem em uma jornada para encontrá-lo, destruindo quem estiver em seu caminho.

O elenco ainda conta com Nicholas Hoult (‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’), Tyler Perry (‘Garota Exemplar’), Jon Bernthal (‘O Justiceiro’), Jake Weber (‘Madrugada dos Mortos’), Aidan Gillen (‘Game of Thrones’) e James Jordan (‘O Peso do Passado’).

Aqueles que Me Desejam a Morte’ estreia em breve nos cinemas nacionais.

‘WandaVision’: Monica Rambeau também ganhará série derivada solo, apontam rumores

Segundo informações reveladas pelo insider Daniel Richtman, a Marvel Studios e o Disney+ estão desenvolvendo uma nova série focada em Monica Rambeau.

Interpretada por Teyonah Parris, a personagem foi um dos destaques da aclamada produção ‘WandaVision’. Na narrativa, ela recebeu vários dos poderes de Wanda Maximoff/Feiticeria Escarlate depois de atravessar o escudo que criara e irá aparecer também na aguardada sequência ‘As Marvels’, contracenando ao lado de Brie Larson.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Lembrando que uma outra série derivada já está em desenvolvimento, focada na bruxa Agatha Harkness, com Kathryn Hahn reprisando o papel da vilã;

O show será uma comédia de humor ácido e terá o retorno de Jac Schaeffer como roteirista e produtora-executiva.

Em entrevista ao Gold Derby, Hahn já havia falado sobre seu possível retorno.

“Eu acredito que há muitos aspectos da minha personagem que são fascinantes. Ela participa de muitas narrativas nos quadrinhos, sabe? Ela é uma bruxa que está viva há séculos e já viu muito nesse mundo. Há muitas pessoas e criaturas diferentes que cruzaram seu caminho no decorrer dos anos, então será interessante poder explorar isso.”

Michael Douglas será Benjamin Franklin na nova série da Apple TV+

Segundo o The Hollywood Reporter, o astro Michael Douglas (‘O Método Kominsky’, franquia ‘Homem-Formiga’) foi escalado para interpretar Benjamin Franklin, um dos pais fundadores dos Estados Unidos, na nova série da Apple TV+.

Ainda sem título oficial, a minissérie acompanha Franklin em uma missão diplomática para a França durante a Revolução Americana.

Aos 70 anos e sem qualquer treinamento, ele convenceu a monarquia absoluta francesa a subscrever o experimento estadunidense no tocante à democracia. Através de sua fama, seu carisma e sua ingenuidade, Franklin se esquivou dos espiões britânicos, informantes franceses e colegas hostis, tudo enquanto engendrava a aliança franco-americana de 1778 e a paz final com a Inglaterra em 1783. Sem seu trabalho com a França, os EUA não teriam vencido a Guerra da Revolução.

A produção será adaptada do romance de não-ficção A Great Improvisation: Franklin, France, and the Birth of America’, de Stacy Schiff.

Kirk Ellis (‘John Adams’) fica a encargo do roteiro, enquanto Tim Van Patten (‘Os Sopranos, ‘Boardwalk Empire’) comanda os episódios. Ambos também entram como produtores executivos ao lado de Douglas.

Lembrando que o ator também irá reprisar seu papel como Hank Pym no já confirmado Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, que chega aos cinemas em 2023.

Reboot de ‘Uma Equipe Muito Especial’ ganha mais imagens OFICIAIS; Confira!

Amazon Studios divulgou novas imagens de A League of Their Own, série reboot do clássico Uma Equipe Muito Especial.

Confira:

O elenco é formado por Abbi Jacobson, Chanté AdamsRoberta ColindrezGbemisola IkumeloKelly McCormackPriscilla DelgadoNick OffermanD’Arcy Carden, Dale Dickey, Alex Désert, Kendall Johnson, Aaron Jennings, Nat FaxonKevin Dunn, Don Fanelli, Nancy Lenehan, Marquise Vilsón e Marina Anderson.

Jacobson também entra como roteirista e produtora executiva.

Em entrevista ao Collider, Carden revelou que a produção será como uma reimaginação do filme original de 1992.

“Acredito realmente que ‘reimaginação’ seja um bom jeito de explicar [a série]. Não estão refazendo-a. Não são os mesmos personagens, mas é o mesmo mundo. São mulheres jogando beisebol nos anos 1940, enquanto os homens estão na guerra… Estamos mergulhando um pouco mais fundo nas narrativas e expandindo-as. Estou amando”, ela disse.

A série é baseada no longa-metragem dos anos 1990 que trouxe em seu elenco Geena DavisLori PettyRosie O’DonnellMadonnaTom Hanks. Dirigido por Penny Marshall, a obra girou em torno de duas irmãs que jogaram na liga feminina Rockford Peaches, dos Estados Unidos, durante a II Guerra Mundial.

O filme teve uma boa recepção pela crítica, conquistando 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ter arrecadado mais de 132 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

A produção da Amazon irá começar com a formação da liga em questão em 1943 e mostrará as dificuldades do time em se manter ansiosos e vivos para os jogos.

A League of Their Own tem estreia agendada para o dia 12 de agosto no Prime Video.

‘Love and Death’: Minissérie criminal com Elizabeth Olsen ganha previsão de estreia e nova imagem OFICIAL; Confira!

A HBO Max revelou recentemente que a minissérie criminal Love and Death, estrelada por Elizabeth Olsen (‘WandaVision’), ganhou previsão de estreia em seu catálogo.

A produção chegará à plataforma de streaming no outono de 2023, isto é, entre os meses de março e maio.

Além disso, foi divulgada uma nova imagem oficial do show.

Confira:

O elenco também conta com Lily Rabe, Patrick Fugit e Jesse Plemons.

Criada por David E. Kelley (‘Big Little Lies’), a série é baseada no crime real de Candy Montgomery (Olsen), que assassinou brutalmente a esposa do seu ex-amante em 1980.

A trama gira em torno de dois casais frequentadores da igreja, com uma família bem integrada em sua cidade pequena… Até que alguém pega um machado.

Kelley também fica responsável pelo roteiro e pela produção executiva, com Lesli Linka Glatter (‘Homeland’) na direção. Nicole Kidman também entra como produtora.

O perigo está chegando no novo teaser ARREPIANTE de ‘Boogeyman: Seu Medo é Real’; Confira!

A 20th Century Studios divulgou um novo teaser oficial de ‘Boogeyman: Seu Medo é Real‘, longa de terror dirigido por Rob Savage (‘DASHCAM’), que tem estreia marcada para o dia 1º de junho.

Confira, junto ao trailer:

Ainda se recuperando da trágica morte de sua mãe, uma adolescente e sua irmã mais nova se veem atormentadas por uma presença sádica em sua casa e lutam para fazer com que seu pai de luto perceba a ameaça antes que seja tarde demais.

Dirigido por Rob Savage, o longa originalmente seria lançado direto no serviço de streaming do Hulu. No entanto, após o resultado positivo em testes de exibição, o estúdio decidiu lançar a produção nas telonas.

O elenco conta com Sophie ThatcherChris Messina, David DastmalchianMarin IrelandVivien Lyra BlairMadison Hu.

O roteiro original foi assinado por Scott Beck & Bryan Woods (‘Um Lugar Silencioso’) e Akela Cooper (‘Maligno’), sendo posteriormente revisado por Mark Heyman (‘Cisne Negro’).

Reality show baseado na franquia ‘007’ estreia ESTA SEMANA no Prime Video!

O reality show baseado na franquia ‘007‘, ‘Road to a Million‘, apresentado por Brian Cox, estreia esta semana no Prime Video.

Com lançamento agendado para o dia 10 de novembro, a produção irá reunir duplas de participantes que enfrentarão missões emocionantes e perigosas ao redor do mundo em busca de um prêmio colossal avaliado em US$1 milhão.

Relembre o trailer:

Relembre o trailer de ‘007: Sem Tempo Para Morrer’:

“Em ‘007: Sem Tempo Para Morrer’, depois de sair do serviço ativo da MI6, James Bond (Daniel Craig) vive tranquilamente na Jamaica, mas como nem tudo dura pouco, a vida do espião 007 é agitada mais uma vez. Felix Leiter (Jeffrey Wright) é um velho amigo da CIA que procura o inglês para um pequeno favor de ajudá-lo em uma missão secreta. O que era pra ser apenas uma missão de resgate de um grupo de cientistas acaba sendo mais traiçoeira do que o esperado, levando o agente inglês 007 ao misterioso vilão, Safin (Rami Malek), que utiliza de novas armas de tecnologia avançada e extremamente perigosa. O que o ex-agente não esperava era que ele tivesse que ajudar mais uma vez a MI6 para impedir que o mundo sofra nas mãos desse novo vilão. Se isso não bastasse, o agente secreto ainda acaba descobrindo que uma pessoa de sua vida passada acaba voltando e com segredos que ele nunca imaginava.”

Anitta lança videoclipe oficial de “Grip”, single do álbum ‘Funk Generation’; Assista!

popstar brasileira Anitta divulgou o clipe oficial de “Grip”, novo single de seu mais recente álbum de estúdio, Funk Generation.

O compilado de originais, que conta com quinze faixas, está disponível em todas as plataformas de streaming.

Confira:

Relembre a tracklist oficial:

1. Lose Ya Breath
2. Grip
3. Funk Rave
4. Fria
5. Meme
6. Love in Common
7. Aceita
8. Double Team
9. Savage Funk
10. Joga pra Lua, feat. Dennis e Pedro Sampaio
11. Cria de Favela
12. Puta Cara
13. Sabana
14. Ahi, feat. Sam Smith
15. Mil Veces

Crítica | Anitta explora a história do funk nacional com o indesculpável e ousado álbum ‘Funk Generation’

O álbum é precedido do elogiado Versions of Me, que trouxe parcerias com Khalid, Afro B, Ty Dolla $ign, Saweetie e outros.

Crítica | Anna Kendrick faz uma sólida estreia diretorial com o suspense ‘A Garota da Vez’

Anna Kendrick ganhou fama no cenário do entretenimento por diversas produções – incluindo a trilogia ‘A Escolha Perfeita’ e ‘Amor Sem Escalas’ (pelo qual conquistou uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante). E, após um tempo longe dos holofotes, Kendrick retornou ao cenário da sétima arte com sua aguardada estreia diretorial, o suspense A Garota da Vez: baseada em uma história real, a trama é conduzida com solidez notável pela artista e, apesar de tropeçar em alguns momentos e apostar fichas em uma montagem um tanto quanto ousada, por assim dizer, o resultado é bastante positivo e dá início a um novo capítulo da carreira da performer.

O enredo nos leva para o ano de 1978 e acompanha o serial killer Rodney Alcada (Daniel Zovatto), que resolveu, em meio a uma contínua matança, participar de um game show chamado The Dating Game – saindo vitorioso e conquistando um encontro com a aspirante à atriz Sheryl Bradshaw (Kendrick). À época desse inexplicável acontecimento, Alcada já havia coletado inúmeras vítimas – e torna-se objeto de estudo por parte da diretora e por parte do roteirista Ian McDonald. E, conforme os eventos no tempo presente vão se desenrolando, o público é apresentado a pequenos segmentos que exploram algumas das vítimas do assassino em série e as formas usadas por ele para conseguir atraí-las.

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No geral, o longa-metragem entrega o que promete e emerge como um instigante suspense dramático que já dá todas as cartas do jogo, colocando os espectadores apenas como peças impotentes frente a um psicótico ser humano que lida com seus traumas através de homicídios e crimes sexuais condenáveis. Nesse tocante, Kendrick sabe como conduzir a câmera e aproveita a popularização do gênero true crime e dos thrillers contemporâneos para homenageá-las através de escolhas estéticas bem-vindas e competentes, seja nos breves planos-sequência que buscam referências a ‘Corrente do Mal’, ‘Zodíaco’, ‘Seven’ e tantos outros, seja na propositalmente estranha tragicomédia que se desenrola no programa em questão. E, como se não bastasse, a cineasta incorpora os elementos setentistas da televisão até mesmo nas incursões metadiegéticas.

O elenco também faz um ótimo trabalho nos breve noventa minutos de filme: Kendrick diverte-se como Sheryl e entrega uma de suas melhores atuações dos últimos anos, principalmente quando resolve tomar as rédeas de sua participação no game show; Zovatto, por sua vez, é a verdadeira estrela, navegando pela tênue linha entre lucidez e loucura de Alcala, seja quando coloca suas vestimentas de conquistador para atrais as vítimas para falsas competições de modelagem ou até mesmo durante encontros – e tanto ele quanto Kendrick são o centro de uma das cenas mais apavorantes do projeto. Outro destaque vai à jovem Autumn Best como Amy, uma adolescente que fugiu de casa e que, utilizando-se das mesmas armas que Alcala, consegue sobreviver e entregá-lo à polícia em uma corrida pela sobrevivência – e Best nos presenteia com uma performance primorosa e despojada.

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McDonald assina um roteiro comprometido com a história que é contada, sem se valer de muitos rodeios ou diálogos superexpositivos para fornecer explicações sobre os protagonistas e coadjuvantes – sabendo como manter a essência de cada um deles em voga para nos conduzir através dos atos. Porém, enquanto os elementos supracitados se encaixam de maneira íntegra, nos vemos diante de um forte obstáculo com a montagem de Andrew Canny: a princípio, é possível acompanhar as múltiplas linhas do tempo que do longa – mas essa ousadia em demasia interfere no ritmo mais do que deveria, tentando dar um passo maior que a perna e, eventualmente, incomodando os espectadores.

A edição, inclusive, não permite que nos conectemos por completo com a complexidade dos fatos narrados – exceto quando se reduz de seu frenesi criativo e deixa tempo o suficiente para que a dinâmica entre Sheryl e Alcala retome o tom da obra e premedite um encontro quase mortal entre os dois. E, à medida que esse arco transforma-se no principal ao lado do que envolve Amy, percebemos que certas subtramas são desnecessárias (como, por exemplo, a que envolve Laura, vivida por Nicolette Robinson, e que tentou denunciar o serial killer para a polícia até vê-lo impune no programa).

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A Garota da Vez pode ter equívocos consideráveis em seu cerne, mas, via de regra, entrega o que promete: uma vibrante história de suspense e de assassinato que tem seu brilho próprio, por mais dissonante que seja. O filme posa como um ótimo reinício de carreira para Kendrick, abrindo portas para que ela se torne uma grande diretora – e reiterando uma versatilidade artística que não se resume apenas à atuação.

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Os 10 Melhores Filmes de Fantasia dos Anos 1990

O gênero fantástico sempre esteve em nossas vidas – seja na literatura, no cinema ou na televisão. Desde os primórdios da contação de histórias, artistas incríveis tiveram a capacidade de nos transportar para mundos distantes, recheados de criaturas sobrenaturais e mitológicas, que nos apresentavam uma nova perspectiva aventuresca movida por acontecimentos soberbos e épicos.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores filmes de fantasia dos anos 1990 – através de escolhas que incluem os clássicos AbracadabraConvenção das Bruxas, bem como o icônico terror found-footage A Bruxa de Blair.

Confira:

10. A MÚMIA (1999)

Em 1999, Brendan Fraser estava no auge de sua fama e de sua carreira – e foi escalado para estrelar a divertida aventura fantástica A Múmia, uma investida mais cômica do clássico da Universal Pictures que também contou com a presença de Rachel WeiszArnold Vosloo e outros. Ainda que tenha tido uma recepção mista à época de seu lançamento, o longa transformou-se em um clássico da “sessão da tarde” e, revisitando-o, é possível ver que seu comprometimento com uma história despojada e sem ambições desnecessárias garantem seu merecido lugar na nossa lista.

9. CONVENÇÃO DAS BRUXAS (1990)

Convenção das Bruxas aterrorizou e aterroriza qualquer criança que ouse assistir ao filme, principalmente pelo proposital e grotesco design das vilãs. Entretanto, nossa paixão pelo longa vai além disso: a narrativa de Nicolas Roeg baseada no livro homônimo serve tanto como nostalgia para os adultos quanto como um manual com lições de moral para os mais jovens. A história gira em torno de um menino e sua avó que devem enganar e destruir uma legião de bruxas que se mascaram de humanas para matar crianças – ou transformá-las em ratos. E, ainda que torçamos para que tudo dê certo, é quase impossível tirar os olhos de Anjelica Huston como a Srta. Eva Ernst.

8. ABRACADABRA (1993)

Retornando às fábulas e às histórias envolvendo temidas e horrendas bruxas de séculos passados, Kenny Ortega foi responsável por dar vida a Abracadabra, uma deliciosa e inocente história de aventura que inclusive deu origem a inúmeras outras narrativas infanto-juvenis do cinema contemporânea. É claro que o desapego com questões mais dramáticas, a irreverência excessiva e a falta de “ponderação comercial”, por assim dizer, não trouxeram bons resultados críticos ao filme à época – mas definitivamente não tiraram o apreço que mantemos por ele até hoje, garantindo que ele fosse revisitado com olhares que o sagraram como clássico cult.

7. PLEASANTVILLE: A VIDA EM PRETO E BRANCO (1998)

Sem dúvida alguma, Gary Ross pode ser compreendido como uma das mentes mais criativas do cinema – e tal afirmação é respaldada pela sinopse apresentada no parágrafo acima. Talvez essa investida do final do século passado tenha lhe dado base para produzir e dirigir franquias como Jogos Vorazes’ e até mesmo o spin-off Oito Mulheres e um Segredo’. Entretanto, é quase óbvio compreender que o cineasta não tinha ideia de que seus esforços para trazer a pacata comunidade de Pleasantville à vida renderiam muito mais que uma simples comédia romântica adolescente: em ‘A Vida em Preto e Branco’, nos deparamos com brechas e lacunas preenchidas com ácidas críticas sociais revestidas de uma branda sutileza que é a principal marca do filme.

6. DRÁCULA DE BRAM STOKER (1992)

Em 1992, Francis Ford Coppola tomou as rédeas de um ambicioso projeto que, ainda que divisivo quando chegou aos cinemas, se tornaria um de seus filmes mais importantes e memoráveis: Drácula de Bram Stoker. Inspirado no romance gótico homônimo, o longa foi comandado pela performance irretocável de Gary Oldman como o personagem titular e um trabalho estético de tirar o fôlego. Na trama, o jovem advogado inglês Jonathan Harker aceita um trabalho em uma vila sombria nas brumas da Transilvânia, na Romênia. Ele é capturado e aprisionado pelo vampiro Drácula, que viaja para Londres e dá início a um reinado de sedução e horror.

5. A BRUXA DE BLAIR (1999)

Mais de duas décadas e meia depois de seu lançamento oficial nos cinemas, ‘A Bruxa de Blair’ permanece como uma das produções mais revolucionárias do cinema contemporâneo – mesmo com válidas críticas acerca de seu envelhecimento, como já mencionado. Não é nenhum exagero dizer que, sem o impacto do filme, projetos como ‘Atividade Paranormal’‘REC’ e ‘Buscando…’ sequer existiriam – e é por isso que é sempre uma boa ideia revisitar aquele que popularizou o gênero.

4. O ESTRANHO MUNDO DE JACK (1993)

Antes de dar vida a filmes bastante conhecidos, Tim Burton assinou o enredo do arrepiante musical O Estranho Mundo de Jack. Com direção de Henry Selick em um marcante e irretocável stop-motion, o filme nos leva para a Cidade do Halloween e discorre sobre Jack Skellington, uma caveira e rei das abóboras que decide deixar o Dia das Bruxas de lado e construir, ao lado de seus amigos locais, um feriado novo que emule o Natal. Mas é claro que as coisas não saem exatamente como o planejado e, entre altos e baixos, eles percebem que querer se apoderar de algo com que não estão familiarizados pode ser um tiro no pé.

3. FEITIÇO DO TEMPO (1993)

Feitiço do Tempo é um daqueles clássicos que envelhece como uma boa garrafa de vinho – e, mais de trinta anos depois de seu lançamento nos cinemas, permanece como uma das grandes histórias do cinema. Com um roteiro impecável e atuações esplendorosas de Bill MurrayAndie McDowell numa química invejável e envolvente, a trama Phil, um repórter de televisão que faz previsões de meteorologia que vai a uma pequena cidade encabeçar uma matéria especial sobre o celebrado Dia da Marmota. Pretendendo ir embora o mais rapidamente possível, ele inexplicavelmente fica preso no tempo, condenado a vivenciar para sempre os eventos daquele dia.

2. A BELA E A FERA (1991)

a bela e a fera

A aclamada animação A Bela e a Fera gira em torno de a história de Bela, uma jovem campesina cujo maior sonho é conhecer o mundo e se livrar das amarras sociais que a prendem naquele lugar. Entretanto, seus planos sofrem um leva mudança quando ela se torna prisioneira de uma poderosa criatura num “assombrado” castelo. O longa ganhou reconhecimento universal e tornou-se a primeira animação a ser indicada ao Oscar de Melhor Filme, além de ter levado para casa outras duas estatuetas pela ovacionada trilha sonora. E não é surpresa que seja um dos mais populares entre os fãs da Disney – afinal, são poucas as obras fílmicas que tiveram o poder de nos comover tanto quanto esta.

1. EDWARD MÃOS DE TESOURA (1990)

Com ‘Edward Mãos-de-Tesoura’, Tim Burton conseguiu encontrar uma forma de poetizar aquilo que é considerado “fora do normal”. A beleza do personagem principal está justamente em sua excentricidade, em sua construção nem um pouco dentro das saídas convencionais e como sua personalidade altruísta e ingênua é capaz de cativar todos à sua volta – não é surpresa que a jovem Kim acabe se apaixonando por sua transcendência, visto que não é como nenhum dos outros garotos que passaram por sua vida. Uma aventura romântica que segue uma linha tragicômica é a frase que mais define essa linda obra de Burton, mas não se pode deixar de dizer que ela falha quando não se aprofunda em algumas outras questões, principalmente a não aceitação que, eventualmente, permanece em um escopo mais superficial.

Crítica | Demi Lovato aposta nas incursões do house e da música eletrônica com o inédito single “Fast”

Após ganhar notoriedade no Disney Channel com produções como ‘Camp Rock’‘Sunny Entre Estrelas’, a cantora, compositora e antiga atriz Demi Lovato se lançou a uma carreira musical de reconhecimento significativo, principalmente por ser uma ex-act. Eternizando alguns hits como “Remember December”Confident“Heart Attack”“Cool for the Summer”, Lovato logo mostrou uma predileção clara pelas incursões do rock, fazendo questão de infundir cada uma de suas investidas mercadológicas com elementos do gênero.

Em 2018, Lovato teve um lapso após seis anos de sobriedade e sofreu uma overdose em virtude de opioides, motivo pelo qual lançou a canção “Sober”, pedindo desculpas aos fãs pela “fraqueza”. Após entrar em uma clínica de reabilitação, agradeceu o apoio dos fãs e comentou que contaria ao mundo pelo que passou quando estivesse bem, criticando aqueles que criavam histórias fantasiosas sobre sua vida – e garantindo que ela, de fato, mergulhasse no rock. Não é surpresa que seu mais recente álbum de estúdio tenha sido o elogiado Holy Fvck, que caiu na graça de seus fãs e reiterou a predileção da performer pela expressividade gritante de um estilo musical que considerávamos morto.

Agora, três anos depois de seu último compilado de originais, Lovato abre uma nova página de sua carreira com o lançamento inesperado de “Fast”lead single de seu vindouro nono álbum de estúdio. A faixa se afasta por completo das investidas mais recentes da artista ao funcionar como uma celebração em convergência de inúmeras ramificações do pop, seja na exploração modernizada do diva house e dos característicos elementos das batidas four-on-the-floor, que unem os anos 1990 com a contemporaneidade em uma construção mais abrandada e sensual; seja em esquadrinhações que incluem a música eletrônica e o electro-dance característicos dos anos 2010 – promovendo uma aproximação aos pop bangers de Britney SpearsLady Gaga à medida que trilha sua identidade.

Lovato, aqui, fica responsável por assinar a letra da música ao lado de uma gama de compositores que se afastam da maximização e optam pela nostalgia – ainda que certas repetições existam. Todavia, é muito interessante e divertido ver a performer resgatar suas eras de maior glória no cenário fonográfico e arquitetar uma narrativa conhecida e bastante funcional sobre dois amantes que explodem em química e paixão (“não tenho certeza se já me senti assim antes”“eu quero ir a qualquer lugar, qualquer lugar que você esteja” são alguns dos versos que compõe a empreitada e reiteram esse enredo quase carnal).

Através de breves três minutos de duração, Lovato tem plena ciência do que está fazendo e, de maneira autossuficiente, reclama seu lugar no show business sem intenções mercadológicas baratas – e sim entregando um presente para seus fãs. Unindo-se ao produtor Kevin “Zhone” Hickey, somos convidados para uma jornada que inclusive singra por momentâneas inclinações do deep house e pelo uso constante de sintetizadores, em contraste com uma rendição vocal que foge do exagero antêmico e que preza por um escopo mais intimista e narcótico.

É claro que, como lead single, alguns equívocos não podem ser deixados de lado; mas “Fast” eventualmente posa como uma ressurgência inicial de uma artista que ainda tem muito a nos contar e que, por essa razão, merece ser apreciada na ideia que calca desde os primeiros segundos.

‘The Audacity’: Drama do produtor de ‘Succession’ ganha imagens e data de estreia; Confira!

AMC divulgou as primeiras imagens oficiais de The Audacity, novo drama criado por Jonathan Glatzer (‘Succession’, ‘Better Call Saul’).

A produção, que conta com oito episódios, traz Billy MagnussenSarah GoldbergZach GalifianakisLucy PunchSimon Helberg e mais ao elenco.

Confira:

Ambientado na bolha do Vale do Silício, The Audacityaborda os sonhos distorcidos, os egos inflados e os deslizes éticos dos autoproclamados inventores do futuro. Em um mundo de bilionários cínicos, gurus psiquiatras, especialistas em biohacking, laboratórios de IA e adolescentes desiludidos sendo otimizados em escolas particulares de elite, um audacioso CEO de mineração de dados (Magnussen) se esforça para transformar conhecimento e influência em lucro e poder. O drama com humor ácido confronta a realidade, a privacidade e as ilusões que alimentam nosso mundo em constante transformação.

Glatzer entra como produtor executivo, roteirista e showrunnerGina Mingacci (‘Killing Eve’) também assume a função de produtora executiva.

Lucy ForbesDan SackheimDan LonginoAlex Buono formam o time de diretores.

The Audacity tem estreia marcada para o dia 12 de abril na AMC.

‘Rick e Morty’: Rick está completamente BÊBADO no teaser do próximo episódio da 9ª temporada

Foi divulgada uma prévia inédita da 9ª temporada da aclamada animação adulta ‘Rick e Morty’, do Adult Swim.

O material apresenta a cena de abertura do quarto episódio do ciclo atual, intitulado “A Ricker Runs Through It” e que vai ao ar no próximo domingo, 14 de junho.

Confira:

 

Confira os títulos dos novos episódios:

  1. “There’s Something About Morty”
  2. “Ricks Days, Seven Nights”
  3. “Rick Fu Hustle”
  4. “A Ricker Runs Through It”
  5. “Jer Bud”
  6. “Erickerhead”
  7. “MortGully: The Last Rickforest”
  8. “Rickuiem Mort a Dream”
  9. “Salute Your Morts”
  10. “Field of Dreams”

Lembrando que as oito primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma.

Crítica | 8ª temporada de ‘Rick e Morty’ é uma carta de amor aos fãs e à própria animação

A série foi criada por Dan Harmon e Justin Roiland Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Ian Cardoni, Harry Belden, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.