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‘Aquaman’: Jason Momoa está muito animado com o futuro da franquia

O sucesso exorbitante de ‘Aquaman‘ nas bilheterias tornou a marca em sinônimo de franquia. Em visita à Warner, Jason Momoa, super animado, prometeu que o futuro é promissor

Mesmo não divulgando detalhes, indicou que os fãs “não têm ideia do que está por vir” em um vídeo recente postado no Instagram.

Confira:


Aquaman‘ recentemente teve sua sequência confirmada. Já era esperado que a Warner desse sinal verde para a continuação depois do tremendo sucesso de bilheteria que o longa conquistou, se tornando recordista de arrecadação do estúdio.

Segundo o The Wrap, a sequência foi oficializada com a contratação de David Leslie Johnson-McGoldrick (Invocação do Mal 2). O roteirista é colaborador frequente do diretor James Wan.

Entretanto, apesar da confirmação da produção do filme, não foi anunciado se James Wan retorna como diretor. Por enquanto, ele apenas produzirá o filme.

Aquaman‘ soma US$ 325 milhões nos EUA e US$ 778 milhões no resto do mundo, totalizando US$ 1,109 bilhão.

Assista nossa crítica:

 

 

‘Mr. Mercedes’: 3ª temporada ganha cartaz oficial; Confira!

A terceira temporada de Mr. Mercedes, aclamada série baseada no romance de Stephen King, ganhou seu primeiro cartaz oficial.

Confira:

“A nova temporada se passará um ano após a frustrada tentativa de Brady Hartsfield de perpetrar um segundo assassinato em massa na comunidade de Bridgton, Ohio. Desde o incidente, Hartsfield foi hospitalizado em estado vegetativo. O detetive aposentado Bill Hodges fez o melhor que pôde para avançar de sua obsessão por Brady, fazendo uma parceria com Holly Gibney para abrir a Finders Keepers, uma agência de investigação privada. Mas quando ocorrências inexplicáveis ​​começam a afetar os funcionários do hospital que cuidam de Brady, Hodges é assombrado pelo sentimento de que Brady é de alguma forma responsável.”.

O elenco conta com Brendan Gleeson, Harry Treadaway (‘Penny Dreadful‘), Jharrel Jerome (‘Moonlight‘), Scott Lawrence (‘Avatar‘), Breeda Wool (‘Unreal‘), Justine Lupe, Nancy TravisHolland Taylor.

Exibida pelo canal AT&T, a série é escrita por David E. Kelley (‘Big Little Lies‘) e Dennis Lehane, e dirigida por Jack Bender (‘Game of Thrones‘)

O novo ano, que terá dez episódios, estreia no dia 10 de setembro de 2019.

John Williams leva para casa sua 25ª estatueta do Grammy!

A cerimônia do Grammy Awards 2020 ocorreu no último domingo, 26 de janeiro, e os holofotes se voltaram para a jovem Billie Eilish, que foi consagrada com nada menos que cinco prêmios – incluindo Álbum do AnoGravação do Ano.

Entretanto, o que pode ter passado por muitos foi o fato de que o lendário compositor John Williams também levou para casa uma estatueta. O músico foi o vencedor da categoria Melhor Composição Instrumental por seu trabalho em Star Wars – mas não do jeito que você pensa.

O trabalho de Williams foi reconhecido pela faixa Star Wars: Galaxy’s Edge Symphonic Suite”, composta para as atrações dos parques da Disney. Ele concorria ao lado de Fred HerschBrian LynchVince MendozaChristian McBride.

Além da saga integaláctica, o compositor é conhecido por inúmeras trilhas icônicas do cinema, incluindo Harry PotterIndiana JonesJurassic Park‘E.T.: O Extraterrestre’ e ‘Tubarão’.

Aos 87 anos de idade, Williams também já levou para casa 5 prêmios do Oscar7 BAFTA e 3 Emmy Awards.

‘Hamilton’: Disney+ vai lançar documentário sobre o aclamado musical da Broadway

Para a alegria dos fãs do aclamado Lin-Manuel Miranda, o Disney+ revelou que não apenas lançará a versão fílmica do musical da Broadway Hamilton, como também um documentário que traz conversas com o elenco da peça (via Entertainment Weekly).

Intitulado Hamilton In-Depth With Kelley Carter’, o longa será lançado na plataforma de streaming no dia 03 de junho, juntamente ao musical.

No Rotten Tomatoes, o especial abriu com 100% de aprovação da crítica, com nota 9.31/10 baseada em 42 reviews (até o momento). Segundo o consenso geral, “olhe em volta, olhe em volta e veja o quão lindo Hamilton brilha para além da Broadway – e como incrivelmente Thomas Kail captura a energia narcótica do show teatral”.

Confira as críticas:

“É difícil acreditar que Hamilton já foi melhor performada que aqui” – Times (UK).

“O otimismo dessa visão, filtrada através de uma sensibilidade tão generosa quanto a de [Lin-Manuel] Miranda, é inspirador” – New York Times.

“O filme captura as qualidades que fazem de Hamilton algo especial, enquanto acrescentam sabores incríveis por conta própria” – Aisle Seat.

“O musical brilhante de Lin-Manuel Miranda, com sua apresentação íntima e arrepiante, continua nos presenteando” – The Movie Minute.

Hamilton é o tipo de conteúdo que a Disney precisa fazer: educacional, divertido e provocante” – Flickering Myth.

O especial reúne as filmagens de três apresentações ao vivo do espetáculo, feitas nos palcos do Richard Rogers Theatre e não é uma adaptação cinematográfica tradicional, aos moldes do vencedor do OscarOs Miseráveis‘ ou até mesmo do recente famigerado ‘Cats‘.

Hamilton estreou nos teatros off-Broadway em 2015, migrando para Nova York pouco depois dos ingressos esgotarem.

Lin-Manuel Miranda, Leslie Odom Jr., Daveed Diggs, Renee Elise Goldsberry, Christopher Jackson, Jonathan Groff, Phillipa Soo, Jasmine Cephas, Okieriete Onadowan e Anthony Ramos estrelam.

Baseado na biografia de 2004 assinada por Ron Chernow, o musical gira em torno do primeiro secretário do tesouro norte-americano, Alexander Hamilton.

Hamilton levou para casa 11 estatuetas do Tony Awards, bem como o Grammy de Melhor Álbum de Teatro Musical.

Outros créditos no cinema de Lin-Manuel Miranda incluem Moana, animação na qual ficou responsável pela trilha sonora, e O Retorno de Mary Poppins, em que interpretou o acendedor de lampiões Jack.

‘Emily em Paris’: Novo vídeo traz os melhores looks de Lily Collins na série; Confira!

‘Emily em Paris’ estreou há algumas semanas e, para promover a adorada série estrelada por Lily Collins, a Netflix divulgou um novo vídeo compilado com os melhores looks da personagem titular.

Confira:

A produção, que foi desenvolvida pela MTV Studios, estava originalmente programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.

Emily em Paris’ foi criada e roteirizada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘) e conta com 10 episódios de meia hora de duração cada.

Na trama, Colins vive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.

A série conta com Ashley Park (musical ‘Meninas Malvadas na Broadway), Philippine Leroy Beaulieu (‘Call My Agent!‘), Lucas Bravo (Smartass), Samuel Arnold (‘Antony & Cleopatra), Camille Razat (‘15h17 – Trem Para Paris‘) e Bruno Gouery (Doc Martin).

As 15 Melhores Músicas de Lady Gaga

Continuando nosso especial em celebração ao 35º aniversário de Lady Gaga, separamos uma breve lista com dez de suas melhores músicas.

É claro que vários hinos conhecidos e aclamados ficaram de fora da matéria, mas tentamos fazer o possível para sintetizar sua versátil carreira e resumir cada uma de suas eras – e, por essa razão, não focamos essencialmente em singles oficiais dos álbuns.

Confira abaixo nossas escolhas:

15. “I LIKE IT ROUGH”

Álbum: The Fame

Revivendo o electro-pop e o synth-pop com força descomunal, “I Like It Rough” pode ser uma escolha inusitada para a lista, mas certamente é uma das músicas que melhor representa o álbum. Falando sobre vícios e, em particular, sobre um relacionamento masoquista, a canção é uma das melhores entradas da discografia de Gaga por sua indesculpável explicitação.

14. “A-YO”

Álbum: Joanne

Joanne’ pode não ser um dos álbuns favoritos da performer, mas certamente gerou inúmeras músicas incríveis. “A-Yo” é uma delas: a infusão country-pop é pincelada com adições do funk e do techno-rock com perfeição – e com uma das melhores rendições vocais da cantora.

13. “GYPSY”

Álbum: ARTPOP

ARTPOP sofreu com a maldição do quarto álbum e levou um bom tempo até que fosse resgatado como uma subestimada e importante obra musical. “Gypsy” é um dos inúmeros pontos altos da produção e ganhou o público pela simplicidade da produção, movida por sintetizadores e piano, e pela densidade romântica e elegíaca dos versos.

12. “APPLAUSE”

Álbum: ARTPOP

lead single de ARTPOP é uma amálgama dos múltiplos temas que Gaga trouxe para o álbum. “Applause” resgata o movimento da pop art e as incursões promovidas por Andy Warhol e fala, de modo nada convencional, sobre a fama e sobre a indústria do consumo excessivo – além de ter colocado o EDM de volta no cenário mainstream.

11. “PAPARAZZI”

Álbum: The Fame

A história promovida por “Paparazzi” rendeu a Gaga um dos maiores hinos dance do século. Falando sobre a necessidade de atenção e criticando o posicionamento incisivo dos paparazzi, a semi-balada mistura elementos da eletrônica e do pop de modo perfeito, carregando um dos refrões mais conhecidos de todos os tempos.

10. “BABYLON”

Álbum: Chromatica

“Babylon” fecha Chromatica, o último álbum lançado por Gaga, com chave de ouro. Incorporando elementos do house e fazendo homenagem às clássicas canções dos anos 1990, a faixa perdeu a chance de se tornar single oficial de uma das eras mais instigantes da artista – mas não passou longe do nosso radar e ganhou um espaço merecido na lista.

9. “POKER FACE”

Álbum: The Fame

Quando Lady Gaga saiu de uma piscina ornamentada trajando nada além de um bodysuit de látex em “Poker Face”, o público ia à loucura com uma nova era da música mainstream. O synth-pop, recheado de mensagens subliminares e um dos principais indicadores da bissexualidade da performer, é icônica do começo ao fim, desde a robótica voz que precede o refrão até o irreverente bridge.

8. “THE EDGE OF GLORY”

Álbum: Born This Way

A dêitica “The Edge of Glory” merecia mais reconhecimento do que realmente tem, mas ainda assim continua como uma das faixas favoritas dos fãs e da crítica. Inspirada pela morte do avô, Gaga aliou-se à habilidade irretocável de Clarence Clemons no saxofone para uma perfeita e emocionante faixa que fala sobre os últimos momentos da vida.

7. “CHROMATICA II + 911”

Álbum: Chromatica

Estendendo suas referências a Daft Punk e a Giorgio Moroder, a combinação etérea de Chromatica II” e “911” não pode ser desassociada em nenhum momento. A cinemática apresentação do interlúdio é apenas pretexto para a explosão robótica do hino EDM, com toda a construção upbeat corroborando para as mensagens de saúde mental e para a conciliação de Gaga com seus demônios interiores.

6. “DANCE IN THE DARK”

Álbum: The Fame Monster

Gaga contrariou o desejo dos fãs e parece ter se esquecido de transformar “Dance in the Dark”, uma das melhores incursões de sua prolífica carreira, em um single promocional. A amálgama de Europopnew wave e retro-pop traz análises sobre a falta de aceitação corporal, além de apostar algumas fichas em relacionamentos tóxicos, além de honrar nomes lendários da cultura popular, como Judy GarlandMarilyn Monroe e Sylvia Plath.

5. “BORN THIS WAY

Álbum: Born This Way

O maior hino LGBTQ+ do século XXI – quiçá história – foi a primeira música a mencionar a comunidade queer em todos os seus aspectos. A iteração, mergulhada irrefreavelmente no electropop, celebra a vida em todas as suas fases e incita o empoderamento das minoriais sociais, funcionando como um mote de libertação da própria artista.

4. “YOÜ AND I”

Álbum: Born This Way

Antes de Joanne, Gaga já havia dado indícios de seu apreço pelo country com a incrível e irretocável “Yoü And I”. Afastando-se completamente do pop e apostando no country-rock, a faixa, uma das últimas promocionais de Born This Way, a canção também recebeu aplausos dos especialistas internacionais e tornou-se um destaque do álbum por sua competente produção e pela presença de ninguém menos que Brian May na guitarra.

3. “ALWAYS REMEMBER US THIS WAY”

Álbum: Nasce Uma Estrela (OST)

A balada romântica “Always Remember Us This Way” foi recebida com aclame universal por parte da crítica e conquistou uma indicação de Música do Ano no Grammy Awards. Elogiada pela densidade da produção e dos versos, a faixa voltou a exibir as habilidades instrumentais de Gaga e encontrou sucesso em meio ao cenário mainstream.

2. “SHALLOW”, com Bradley Cooper

Álbum: Nasce Uma Estrela (OST)

Oscar, BAFTA, Globo de Ouro e Grammy são algumas das dúzias de estatuetas que a respeitada e ovacionada “Shallow” levou para casa. O carro-chefe de Nasce Uma Estrela reviveu o romantismo cinematográfico de forma imprescindível e ganhou o mundo por sua profunda composição lírica e pela singela produção country-rock.

1. “BAD ROMANCE”

Álbum: The Fame Monster

Considerada por inúmeros especialistas como a magnum opus de Gaga, “Bad Romance” permanece viva na memória de qualquer um que já tenha ligado a rádio ao menos uma vez em 2009. Vencedora de duas estatuetas do Grammy, a canção é o carro-chefe do aclamado e revolucionário The Fame Monster’ e traz elementos do house e do techno alemães ao vibrante electro-pop do final dos anos 2000.

‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’: Reviravolta no jogo deixa as queens em euforia na cena de abertura do episódio 06×10

Paramount+ divulgou um novo vídeo promocional da 6ª temporada de RuPaul’s Drag Race: All Stars’, apresentando a primeira parte do décimo episódio.

Confira:

Lembrando que o capítulo será exibido amanhã, 19 de agosto.

A nova temporada conta com o retorno de A’Keria C. Davenport (Season 11), Eureka! (Season 9, 10), Ginger Minj (Season 7, All Stars 2), Jan (Season 12), Jiggly Caliente (Season 4), Pandora Boxx (Season 2, All Stars 1), Ra’Jah O’Hara (Season 11), Scarlet Envy (Season 11), Serena ChaCha (Season 5), Silky Nutmeg Ganache (Season 11), Kylie Sonique Love (Season 2), Trinity K. Bonet (Season 6) e Yara Sofia (Season 3, All Stars 1).

Quais são as suas favoritas para vencer a temporada?

‘tick, tick…Boom!’: Andrew Garfield é o vencedor do Globo de Ouro 2022 de Melhor Ator em Musical

tick, tick…Boom!‘, musical estrelado por Andrew Garfield (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e que marca a estreia diretorial de Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’), fez um grande sucesso quando chegou à Netflix e já está deixando sua marca na temporada de premiações.

Na cerimônia de vencedores do Globo de Ouro 2022, Garfield conquistou o prêmio de Melhor Ator em Musical por seu incrível trabalho, ganhando chances de ser nomeado no Oscar.

Relembre o trailer:

A produção é uma adaptação do musical autobiográfico de Jonathan Larson, que revolucionou o teatro como criador da peça Rent.

Garfield interpreta Jon, um jovem compositor de teatro que é graçom em um restaurante de Nova York em 1990, enquanto escreve o que ele espera que seja o próximo grande musical americano. Dias antes de apresentar seu trabalho em uma performance decisiva, Jon está sentindo a pressão de todos os lugares: De sua namorada Susan (Alexandra Shipp), que sonha com uma vida artística além de Nova York; de seu amigo Michael (Robin de Jesús), que abandonou o seu sonho para uma vida de segurança financeira; em meio a uma comunidade artística sendo devastada pela epidemia de AIDS. Com o tempo passando, Jon está em uma encruzilhada e enfrenta a pergunta que todos devem considerar: O que devemos fazer com o tempo que temos? ”

Steven Levenson assina o roteiro.

Joshua HenryMj RodriguezBradley WhitfordTariq TrotterVanessa HudgensJudith Light completam o elenco.

‘Star Wars: The Bad Batch’: 2ª temporada da animação ganha novas imagens promocionais; Confira!

Depois do trailer oficial, o Disney+ divulgou novas imagens promocionais da 2ª temporada de ‘Star Wars: The Bad Batch‘, que irá estrear no segundo semestre de 2022.

Confira:

Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os capítulos são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.

Star Wars: The Bad Batch gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.

Dee Bradley BakerMing-Na Wen fazem parte do elenco.

‘Sangue e Água’: 3ª temporada ganha teaser OFICIAL e data de estreia; Confira!

A Netflix divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada da série de suspense Sangue e Água (‘Blood & Water’).

Além disso, foi revelado que os novos episódios chegam à plataforma de streaming no dia 25 de novembro.

Confira:

A série foi criada por Nosipho Dumisa.

O drama gira em torno de uma adolescente em busca do passado secreto de sua família, enquanto lida com a realidade complicada do ensino médio na África do Sul.

Lembrando que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.

Ama QamataKhosi NgemaThabang MolabaDillon WindvogelNatasha ThahaneGail MabalaneSello MaakeArno GreefRyle De MornyGetmore SitholeXolile TshabalalaSandi SchultzMonique Rockman e Cindy Mahlangu fazem parte do elenco.

‘Sobrenatural 5’ ganha novo título OFICIAL e pode trazer icônico personagem de volta

Sony Pictures revelou nos últimos dias que o quinto filme da franquia Sobrenatural teve seu subtítulo alterado (via ComicBook.com).

Anteriormente anunciado como ‘Insidious: Fear the Dark’ (‘Sobrenatural: Tema a Escuridão’), o próximo capítulo da saga de terror será lançado como ‘Insidious: The Red Door’ (‘Sobrenatural: A Porta Vermelha’, em tradução livre).

Para aqueles que não sabem, as Portas Vermelhas já fazem parte da mitologia da franquia e servem como lugares-chave no Além (um lugar que existe como uma versão espelhada e amedrontadora do nosso mundo), culminando no covil dos antagonistas dos dois primeiros filmes. E, considerando o novo título, é bem capaz que o demônio do rosto vermelho também reapareça na próxima produção.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 6 de julho de 2023.

Rose Byrne, que estrelou os dois primeiros filmes da franquia como Renai Lambert, irá retornar na continuação.

Além dela, Patrick Wilson e Ty Simpkins também retornam como Josh e Dalton Lambert, respectivamente.

A trama se passará 10 anos após os eventos do segundo capítulo da saga.

“Josh Lambert (Wilson) viaja para o leste para deixar o seu filho Dalton (Simpkins) na faculdade. No entanto, o sonho de Dalton se torna um pesadelo quando os demônios reprimidos do seu passado retornam para assombrá-lo.”

O elenco ainda conta com Sinclair DanielPeter Dager Hiam Abbass.

Wilson comanda o projeto.

“Estou honrado e emocionado por estar no comando de ‘Sobrenatural 5’, que proporcionará uma chance incrível de desvendar tudo o que os Lamberts passaram há uma década, bem como lidar com as consequências de suas escolhas,” compartilhou Wilson em uma declaração. “Dirigir o filme é tanto profissionalmente quanto pessoalmente um momento de círculo completo para mim, e sou extremamente grato por ter sido confiado em continuar a contar essa história assustadora.” 

O quarto filme da franquia foi ‘Sobrenatural: A Última Chave‘ – que arrecadou mais de US$ 167 milhões mundialmente à partir de um orçamento de US$ 10 milhões, tornando-se a maior bilheteria da franquia.

A Freira | Antes da estreia da sequência, relembre o spin-off de ‘Invocação do Mal 2’

Em 2018, a franquia Invocação do Mal ganhava mais uma entrada em seu expansivo universo – A Freira. Servindo como pré-sequência do segundo filme da saga original, a trama nos apresentava as origens de Valak, o demônio que se materializava em forma de freira e que atacava a própria fé de Lorraine Warren (Vera Farmiga), além de ter premedito a brutal morte de seu marido, Ed (Patrick Wilson). E, dias antes da estreia oficial da sequência, que chega aos cinemas nacionais em 07 de setembro, estamos revisitando o primeiro capítulo e analisando de que forma ele envelheceu após cinco anos.

Para essa nova empreitada, o diretor britânico Corin Hardy fora contratado – e ele já havia nos dado um gostinho de sua predileção pelo terror com o lançamento do elogiado A Maldição da Floresta, três anos antes de A Freira. Não é surpresa que encontremos sua identidade espalhada pela estrutura artística e técnica do filme, mas sem abandonar algumas idiossincrasias eternizadas por James Wan, David F. Sandberg e outros nomes que o precederam nesse angustiante e aterrorizante universo. Logo, era mais que esperado que a cena de abertura já tivesse início com um profundo apreço pelo macabro e pelo sobrenatural, apostando fichas em uma sequência regada a rezas, sacrifícios, perseguição, cruzes – e, é claro, Valak.

Mas a história não é centrada nas freiras de um convento romeno, e sim nos acontecimentos que as sucedem. Após o suicídio de uma delas ter chamado a atenção do Vaticano, cabe ao Padre Burke (Demián Bichir) investigar o que de fato aconteceu e determinar se a isolada abadia ainda é um lugar sagrado. Para tanto, ele recruta a ajuda de uma noviça chamada Irene (Taissa Farmiga) e de um fazendeiro apelidado de Frenchie (Jonas Bloquet), que encontrou o corpo da freira sendo devorado por corvos e pendurado de uma alta janela. Ao chegarem lá, eles descobrem que o que teria sido tratado apenas como um pecado pode estar relacionado com forças malignas e seculares que ameaçam escapar das fortificadas paredes do monastério.

Revisitando o longa-metragem cinco anos mais tarde, é notável dizer que as duras críticas não foram merecidas. Afinal, podemos perceber que Hardy, bem como um extenso elenco que ainda conta com Bonnie Aarons reprisando seu papel como Valak, tem as melhores intenções em apenas expandir esse explosivo microcosmos do terror. O problema é que, em boa parte, ele tenta dar um passo maior que a perna, apostando fichas em jump scares baratos e não sabendo de que forma conduzir uma narrativa que tinha tudo para ser impecável – e para chegar aos pés dos filmes protagonizados por Farmiga e Wilson. Eventualmente, a diversão é garantida, mas não sem demonstrar um cansaço criativo que viria a ser reiterado com ‘A Maldição da Chorona’, ‘Annabelle 3’ e Invocação do Mal 3’.

A verdadeira protagonista da trama é Farmiga: conhecida por seu trabalho na aclamada antologia ‘American Horror Story’ e no subestimado slasher ‘Terror nos Bastidores’, a atriz parece apática frente às tragédias da abadia, mas devemos nos lembrar que, logo no primeiro ato, ela apresenta às crianças de uma escola religiosa os paralelos entre fé e ciência – e, por esse motivo, é engolfada em uma crendice que permanece com ressalvas. Todavia, essa backstory inteligentemente colocada de início não é mantida e desvirtua uma lógica necessária para compreendermos as motivações de Valak e dos outros personagens. E, acompanhando-a de perto, Bichir, Bloquet e Aarons fazem um trabalho sólido e que, por vezes, consegue desviar nossa atenção dos múltiplos equívocos.

A Freira ousa onde não deveria (em seu marketing) e deixa o potencial de lado quando joga na zona de conforto. Em várias passagens, é possível ver a cautela imagética do diretor e de seu habilidoso time criativo – como, por exemplo, na cena em que Irene e as outras irmãs estão rezando, ou então na sequência em que várias noviças emulam uma espécie de ‘Silent Hill’ enquanto a personagem de Taissa é possuída por Valak. Mas mesmo com esses momentos de respiro e de originalidade, o resultado é muito aquém do esperado e denota um medo de se permitir e de brincar com clichês do gênero que poderiam ser remodelados ou ressignificados dentro do que, ao que tudo indicava, seria o capítulo mais aterrorizante da franquia. Ora, até mesmo o embate entre o bem e o mal e a imagética religiosa como fonte de terror não são usadas como deveriam.

Agora, estamos às vésperas do lançamento do segundo filme – e, com sorte, os erros serão corrigidos e poderemos ver uma sólida e instigante origem de um dos demônios mais assustadores do cinema contemporâneo.

Pedro Pascal revela que a 2ª temporada de ‘The Last of Us’ é “INCRÍVEL”

The Last of Us, adaptação da HBO estrelada por Pedro PascalBella Ramsey, se tornou uma das produções mais elogiadas dos últimos anos, tanto pela crítica quanto pelo público – e, em breve, retornaremos com uma já confirmada e antecipadíssima segunda temporada.

Agora, em entrevista ao Deadline, Pascal comentou sobre a produção do próximo ciclo e disse que o showrunner Craig Mazin, ao lado de uma talentosa equipe de diretores e roteiristas, está guiando o projeto por um caminho que nunca viu em toda sua carreira.

“As filmagens estão sendo incríveis. É inspirador o tipo de foco e dedicação que todos têm na segunda temporada”, ele comentou. “É incrível estar de volta em casa com eles – toda a nossa equipe [está] trabalhando mais do que eu poderia imaginar, ainda mais do que nossa primeira temporada, o que é quase impossível. Ao calçar essas botas novamente, parece estranhamente novo. Eu nunca fiz nada assim antes que tivesse uma autoria tão original”.

Lembrando que Pascal foi condecorado com o prêmio de Melhor Ator em Série de Drama no SAG Awards 2024 por sua aclamada performance.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’Neill, Natasha Mumba.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Trilogia ‘X’, estrelada por Mia Goth, será transformada em saga LITERÁRIA

MaXXXine, sequência do terror ‘X – A Marca da Morte’, finalizou a icônica trilogia estrelada por Mia Goth e comandada por Ti West – e, agora, os fãs da saga poderão ter uma nova experiência da narrativa.

A24 revelou que os três longas-metragens serão transformados em romances, assinados pelo autor Tim Waggoner.

‘X – A Marca da Morte’ será lançado em 24 de setembro deste ano; ‘Pearl’, por sua vez, tem lançamento agendado para 19 de novembro; por fim, MaXXXine será publicado no começo de 2025. Infelizmente, nenhum dos três volumes tem previsão de chegada ao Brasil.

Relembre nossa crítica de MaXXXine:

No Rotten Tomatoes, o filme conquistou uma aprovação de 72% baseada em 261 críticas.

Os especialistas internacionais elogiaram o filme de maneira geral, destacando especialmente o desempenho da protagonista, Goth.

Confira os principais comentários:

MaXXXine frequentemente aborda, às vezes de maneira desajeitada, mas na maioria das vezes com precisão, a questão da objetificação e humilhação das mulheres em Hollywood, tanto por parte de atores e diretores, quanto pela minimização do gênero de terror”, disse Damon Wise do Deadline.

Maxxxine, tão divertido quanto o filme possa ser ao mergulhar na nostalgia dos anos 80 à meia-noite, apresenta uma estrutura moral que é ao mesmo tempo mais tradicional e mais frágil”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“No final das contas, este é o espetáculo de Mia Goth e os fãs não aceitariam de outra forma. Ela é uma presença magnética que reforça seu domínio como uma nova estrela do terror, capaz de infligir punições tanto quanto recebê-las”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“A trilogia X de West provavelmente será lembrada na história como uma das mais prolíficas empreitadas de terror da década. Certamente, cada um terá seus favoritos distintos e, embora MaXXXine possa não ser o preferido de todos aqui, certamente terá seus fãs dedicados”, disse Jamie Jirak do ComicBook.

“Há camadas complexas que Goth precisa explorar, e ela cria um personagem multifacetado que é simultaneamente vítima e sobrevivente”, disse Tatiana Hullender do
Screen Rant.

“Bacon e Debicki se deleitam em seus papéis, enquanto Goth se diverte intensamente como a personagem principal, uma mulher que sabe se impor. E se você está aqui pela carnificina, MaXXXine certamente saciará seu desejo por sangue”, disse James Mottram da Total Film.

“O resultado é um cataclismo erótico de mortes impressionantes, uma estética de tirar o fôlego, e mais uma atuação poderosa de Mia Goth, disse BJ Colangelo do Slashfilm.

“Estiloso e divertido, mas o mais fraco da trilogia”, disse Chris Bumbray do JoBlo’s Movie.

O novo filme é ambientado durante os anos 80 e acompanha Maxine Minx, ex-estrela de filmes pornô e aspirante a atriz, que finalmente consegue sua grande chance em Hollywood. Mas quando um assassino misterioso espreita a cidade, uma trilha de sangue ameaça revelar o passado sinistro dela.

Goth retorna como a personagem titular. O elenco ainda conta com Halsey, Elizabeth Debicki, Moses Sumney, Michelle Monaghan, Bobby Cannavale, Lily Collins, Giancarlo Esposito Kevin Bacon.

West (‘A Casa do Diabo’) retorna à direção.

Prêmio CinePOP 2025 | VOTE nos seus filmes e atuações preferidos!

E chegou a hora da nossa premiação!

O Prêmio CinePOP está de volta para mais uma edição especial onde celebramos, junto aos nossos queridos leitores, os melhores e mais populares filmes do ano passado.

Para montarmos a nossa lista, analisamos as produções que foram oficialmente lançadas no ano passado nos cinemas mundiais, incluindo em plataformas de streaming e/ou salas de cinema, ou exibidos em festivais nacionais e internacionais.

Seguindo os passos dos outros anos, os indicados estão divididos em duas categorias diferentes: as de votação popular, em que os nossos leitores poderão votar em seus longas-metragens e atuações preferidos; e as categorias de votação do júri, em que a própria equipe do CinePOP irá analisar aspectos técnicos dos títulos escolhidos, como Roteiro, Direção, Montagem, Fotografia, Música e Figurino.

A votação vai até o dia 27 de fevereiro.

Confira:

CATEGORIAS DE VOTAÇÃO POPULAR

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CATEGORIAS TÉCNICAS (VOTAÇÃO DO JÚRI)

MELHOR ROTEIRO (ORIGINAL OU ADAPTADO)
Sean Baker, Anora
Peter Straughan, Conclave
Coralie Fargeat, A Substância
Justin Kuritzkes, Rivais
Brady Corbet & Mona Fastvold, O Brutalista

MELHOR DIREÇÃO
Coralie Fargeat, A Substância
Edward Berger, Conclave
Sean Baker, Anora
Robert Eggers, Nosferatu
Denis Villeneuve, Duna: Parte 2
Brady Corbet, O Brutalista

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Trent Reznor & Atticus Ross, Rivais
Hans Zimmer, Duna: Parte 2
Volker Bertelmann, Conclave
Robin Carolan, Nosferatu
Raffertie, A Substância

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“Compress/Repress”, Trent Reznor, Atticus Ross & Luca Guadagnino (compositores), Rivais
“El Mal”, Clément Ducol, Camille & Jacques Audiard (compositores), Emilia Pérez
“Sick in the Head”, Adrian McLeod, Thomas Mackenzie Bell, James John Ó Dochartaigh, Liam Óg Ó Hannaidh & Naoise Ó Cairealláin (compositores), Kneecap
“Like a Bird”, Abraham Alexander, Adrian Quesada & Brandon Marcel (compositores), Sing Sing
“The Journey”, Diane Warren (compositora), Batalhão 6888

MELHOR FIGURINO
Wicked
Nosferatu
O Brutalista
Maria Callas
Conclave

MELHOR FOTOGRAFIA
Longlegs: Vínculo Mortal
Nosferatu
Maria Callas
O Brutalista
A Substância

MELHOR MONTAGEM
Fúria Primitiva
Nosferatu
Conclave
O Brutalista
Maria Callas

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
Nosferatu
Wicked
Conclave
Fúria Primitiva
Piano de Família

MELHOR MAQUIAGEM & CABELO
A Substância
Duna: Parte 2
Nosferatu
Wicked
Longlegs: Vínculo Mortal

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Wicked
Planeta dos Macacos: O Reinado
Duna: Parte 2
A Substância
Um Lugar Silencioso: Dia Um

Tate McRae nos leva aos bastidores do clipe de “Just Keep Watching”, música original do filme ‘F1’; Ouça!

A cantora e compositora Tate McRae divulgou um vídeo promocional inédito de “Just Keep Watching”, faixa que integra a trilha sonora do drama esportivo F1.

O material nos leva aos bastidores do clipe.

A canção foi co-escrita por McRae, Ryan TedderTyler Spry. Tedder e Spry também entram como produtores da faixa.

Confira:

Lembrando que F1 será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de junho e traz o vencedor do Oscar Brad Pitt como protagonista.

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

Anthony Hopkins e Charlotte Rampling irão estrelar o drama de época ‘The Species’

O vencedor do Oscar Anthony Hopkins (‘Meu Pai’) e a indicada ao Oscar Charlotte Rampling (’45 Anos’) irão estrelar o novo drama de época ‘The Species’ (via Deadline).

O longa é dirigido pelo cineasta britânico Justin Chadwick (‘Mandela: Longo Caminho para a Liberdade’).

Jacob Killion assina o roteiro. A HanWay Films ficará responsável pela venda internacional do projeto.

Na trama…

Emma Darwin, viúva do visionário cientista Charles Darwin, embarca numa jornada de autodescoberta na fase tardia da vida, ao enfrentar um desafio à sua fé na forma da autobiografia ainda não publicada de seu amado marido ateu.

O elenco protagonista ainda conta com Tom Hollander (‘The White Lotus’) e Billy Howle (‘Em Nome do Céu’).

As gravações começam em junho de 2026, na Irlanda do Norte.

Mais informações não foram reveladas.

‘Madison’: Drama com Michelle Pfeiffer é RENOVADO para a 3ª temporada!

Madison‘, nova série do prolífico criador Taylor Sheridan (‘Yellowstone’) estrelada por Michelle Pfeiffer, se tornou um dos grandes sucessos da Paramount+ este ano – e acaba de ganhar uma novidade muito promissora.

O drama foi oficialmente renovado pela plataforma de streaming para a 3ª temporada, antes mesmo da estreia do segundo ciclo no serviço e apenas um mês depois que a iteração de estreia foi lançada.

As informações são do Deadline.

Contando com seis episódios, o ciclo de estreia traz Michelle PfeifferKurt Russell no elenco protagonista e explora “o luto e a conexão humana que acompanha uma família de Nova York no vale do rio Madison, no centro de Montana”.

O elenco ainda conta com Patrick J. Adams, Elle Chapman, Matthew Fox, Beau Garrett, Amiah Miller, Alaina Pollack, Ben Schnetzer, Rebecca Spence, Danielle Vasinova e Kevin Zegers, previamente anunciados.

Taylor Sheridan, criador da série original, é responsável pelo novo spin-off.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Retorno de Palpatine sempre esteve nos planos da Lucasfilm

Durante uma entrevista com o jornalista Kevin Polowy, a produtora da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, revelou que o retorno do vilão Palpatine à franquia sempre foi planejado para o encerramento da atual trilogia.

“Não sabíamos exatamente como isso aconteceria, mas sabíamos que seria [no ‘Episódio IX’]”, disse Kennedy.

O retorno de Palpatine pegou todos os fãs de surpresa e o estúdio foi bem sucedido em guardar o segredo por tanto tempo.

Apesar de tocar num terreno perigoso trazendo de volta um personagem dado como morto, resta aguardar para saber como os fã irão reagir à presença do maior vilão da franquia em Star Wars: A Ascensão Skywalker‘.

Lembrando que o filme estreia no dia 19 de dezembro de 2019.

Confira o trailer:

Star Wars: Episódio IX’ traz em seu elenco principal Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill Billy Dee Williams.

 

Jay Benedict, ator de ‘Aliens’, morre aos 68 anos vítima de Coronavírus

De acordo com o Comic Book, o veterano Jay Benedict faleceu no última dia 04 aos 68 anos, vítima de complicações devido ao Coronavírus.

O ator foi diagnosticado com a doença no final de março e precisou ser internado após apresentar quadro de insuficiência respiratória.

A notícia foi confirmada através das redes sociais da TCG Artist Management, a agência de talentos responsável pela admnistração de sua carreira.

Na publicação, eles fizeram uma breve homenagearam ao astro.

Confira:

“É com muita tristeza que anunciamos a morte de nosso querido cliente Jay Benedict, que perdeu sua batalha contra o COVID-19. Nossos pensamentos estão com sua família.”

Para quem não conhece, Benedict ficou muito conhecido depois de interpretar Russ, o pai de Newt, em ‘Aliens‘. E em 2012, ele fez uma pequena participação em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, interpretando um ‘ricaço idiota’.

Nascido na Califórnia, ele se mudou para a Europa na década de 1960, onde viveu durante a maior parte de sua carreira.

por conta disso, ele era mais conhecido por interpretar Dough Hamilton na novela inglesa ‘Emmerdale‘, e John Kieffer na série policial ‘A Guerra de Foyle‘.

‘Mulher-Maravilha 1984’ recebe a mesma nota de ‘Liga da Justiça’ e ‘Esquadrão Suicida’ no CinemaScore

Em apenas uma semana, a pontuação de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ no Rotten Tomatoes caiu de 92% para 65%, deixando o longa sem o certificado Fresh, concebido para títulos com mais de 75% de aprovação.

Além disso, a sequência dirigida por Patty Jenkins recebeu a nota ‘B+‘ no CinemaScore, mesma nota recebida por filmes considerados um fracasso, como ‘Esquadrão Suicida’ e ‘Liga da Justiça’, ambos da Warner Bros em parceria com a DC Comics. 

Lembrando que esses dois foram os títulos mais criticados entre as nove produções do DCEU.

Por outro lado, o primeiro filme da ‘Mulher-Maravilha‘ está entre os mais elogiados do universo compartilhado, junto com ‘Shazam!‘, ambos com a nota ‘A‘.

Confira o tuíte sobre a pontuação da sequência:

A pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978. A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+‘ a ‘F‘.

Apesar de não registrar uma nota perfeita, ‘Mulher-Maravilha 1984‘ surpreendeu nas bilheterias do mundo todo, mesmo tendo lançamento simultâneo no streaming dos EUA.

Até agora, o filme já arrecadou US$ 85 milhões mundialmente, tendo sido lançado na China e em outros territórios no exterior no fim de semana passado.

Nos EUA, o filme arrecadou US$ 16,7 milhões no final de semana estendido – o que representa a MAIOR estreia no país desde a reabertura dos cinemas após a pandemia de COVID. O filme foi lançado em 2.100 salas de cinemas nos EUA, e conseguiu uma boa abertura nas telonas.

No Brasil, o filme fez R$ 8,7 milhões em seu primeiro final de semana, tornando-se o maior lançamento depois da reabertura dos cinemas no Brasil.

Ao todo, 494 mil pessoas foram conferir o filme nas telonas dos cinemas.

O Brasil conquistou a quarta maior bilheteria do filme no mundo, atrás apenas de China, Taiwan e Tailândia, mesmo com apenas 70% do mercado exibidor aberto no país. Isso reafirma a força das produções e dos fãs brasileiros da DC no país, que somam diversos recordes de bilheteria recentes com filmes como ‘Coringa‘, ‘Aquaman‘ e ‘Liga da Justiça‘.

Após a notícia da abertura, a Warner confirmou que o terceiro filme da franquia entrou em desenvolvimento.

“À medida que fãs ao redor do mundo continuam a embarcar na jornada de Diana Prince, com a poderosa abertura de ‘Mulher-Maravilha 1984’, estamos empolgados em poder continuar sua história com nossas Mulheres-Maravilhas da vida real – Gal e Patty – que retornarão para concluir a tão planejada trilogia cinematográfica”, disse o chefe da Warner Bros., Toby Emmerich, em um comunicado oficial.

Gal Gadot retorna como Diana Prince/Mulher-Maravilha, e Patty Jenkins volta para escrever e dirigir o filme.

Confira nossa crítica:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

‘O Mandaloriano’: 2ª temporada vai ganhar dicionário visual com as artes dos bastidores

Em seu perfil do Twitter, Phil Szostak, gerente de arte criativa da Lucasfilm, anunciou que a 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ vai ganhar um dicionário visual com as artes feitas durante os bastidores.

Além das ilustrações de personagens, veículos, armas e criaturas, ‘The Art of Star Wars: The Mandalorian também vai contar com entrevistas concedidas por Jon Favreau e Dave Filoni, que atuam como roteiristas, diretores e produtores executivos da atração.

Publicada pela Abrams Books, a obra chegará às livrarias norte-americanas em 14 de dezembro.

Confira o anúncio:

“‘The Art of StarWars: The Mandalorian‘ (2ª temporada) será lançado em 14 de dezembro, e é o companheiro definitivo dos bastidores da segunda temporada da série, com entrevistas exclusivas com os cineastas Jon Favreau e Dave Filoni. Capa de Doug Chiang!”

Lembrando que o próximo ciclo deve estrear apenas no ano que vem.

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

Kesha vai investigar o mundo sobrenatural em série da Discovery+; Confira o teaser e as imagens!

A compositora e estrela pop indicada ao Grammy Kesha está prestes a entrar em uma jornada em busca do mundo sobrenatural.

De acordo com o Comic Book, a artista vai apresentar uma série intitulada ‘Conjuring Kesha, desenvolvida pela Discovery+.

A trama não conta com roteiros e vai acompanhar Kesha explorando os maiores mistérios da humanidade, além de locais assombrados e fenômenos sobrenaturais ao lado de celebridades e especialistas em pesquisas paranormais.

Em cada parada, Kesha e seus amigos famosos também vão conhecer grandes nomes relacionados ao sobrenatural, como os médiuns Cindy Kaza e Chip Coffey, e Ronny LeBlanc, famoso pesquisador sobre a lenda do Pé Grande.

Através de um comunicado, Kesha explicou porque entrou de cabeça no projeto.

“Para mim, o sobrenatural vem naturalmente. Começou com minha curiosidade insaciável, minha eterna busca por algo maior do que eu. Isso motivou minha arte, minha música e deu um propósito para toda a minha vida. É uma eterna busca por provas sobre a existência de Deus. Mas são as aventuras que eu tenho com meus amigos que levam essas peregrinações para o próximo nível e as tornam realidade. Eu queria pegar uma prova real do inexplicável. Se pudéssemos pegar essas coisas na câmera, o que mais poderia ser verdade? Meu podcast, ‘Kesha and the Creepies‘, foi o ponto de partida para o desconhecido – e agora esta série é a busca final para aprofundar minhas questões existenciais. Confiem em mim, vocês não vão querer perder isso.”

Matthew Butler, vice-presidente sênior da divisão de conteúdo paranormal, também mostrou entusiasmo pela ideia.

Kesha tem uma paixão incrível por todas as coisas paranormais. É sua visão destemida que a leva a explorar os lugares mais assustadores do mundo, inclusive quando as câmeras não estão ligadas. E é ainda mais agradável vê-la trazer seus amigos enquanto testemunhamos sua transição de céticos em crentes.”

Com estreia marcada para 08 de julho, a primeira temporada terá seis episódios de uma hora de duração.

Confira o teaser e algumas imagens:

Warner Bros. cancela séries que estavam no ar há mais de 20 anos; Confira!

De acordo com a Variety, a Warner Bros Discovery decidiu cancelar as séries ‘Judge Mathis’ e ‘The People’s Court’, que estão no ar há mais de 20 anos.

Atualmente, ‘Judge Mathis‘ está em sua 24ª temporada, enquanto ‘The People’s Court‘ está na 26ª.

As atrações fazem parte de uma longa lista de cancelamentos e chegarão ao fim porque o estúdio não está satisfeito com a audiência das séries matinais.

Lançada em 1998, ‘Judge Mathis‘ acompanha os processos judiciais do juiz Greg Mathis, que – ao longo do programa e 13.000 casos – tornou-se o segundo juiz mais antigo na história da televisão judicial, atrás apenas de ‘Judge Judy‘, que conta com 25 temporadas.

Em 2018, a série foi premiada com o Daytime Emmy na categoria programa jurídico/judicial.

Já ‘The People’s Court‘ estreou em 1997 e ganhou quatro prêmios Daytime Emmy como programa jurídico/tribunal – o maior número de vitórias para uma série desta categoria.

A trama acompanha a ex-promotora e juíza da Flórida, Marilyn Milian, enquanto ela decide casos reais em tribunais de pequenas causas. Milian foi a primeira juíza latina a apresentar um programa de tribunal de televisão distribuído nacionalmente.

A atração também é considerada como o programa judicial tradicional mais antigo e o segundo programa judicial mais antigo em geral, com um total de 39 temporadas, incluindo a série original, que durou de 1981 a 1993 com o juiz Joseph Wapner.

‘Meu Cunhado é Um Vampiro’: Nova comédia com Leandro Hassum ganha divertido trailer; Confira!

A Netflix divulgou o trailer de ‘Meu Cunhado é um Vampiro‘, comédia nacional estrelada por Leandro Hassum (‘Tudo Bem no Natal que Vem’) e Rômulo Arantes Neto (‘Pronto, Falei…’).

Na trama escrita por Paulo Cursino (Mussum: O Filmis), Hassum é Fernandinho, um pai de família e ex-jogador de futebol que está sempre brigando com a ex-mulher. De repente, sua vida se transforma quando ele recebe uma visita do cunhado, Gregório (Neto), irmão mais novo (e folgado) de sua atual esposa… A pior parte da surpresa é descobrir que, além de tudo, Gregório é um vampiro que resolve atacar a vizinhança.

Dirigido por Alê McHaddo (‘Amor Sem Medida’), Meu Cunhado é um Vampiro chega ao catálogo em 24 de dezembro.

Confira o trailer:

O elenco também conta com Mel Maia (Tudo por um popstar’) e Edson Celulari (‘Ainda Somos os Mesmos’).

Gostou de ‘Enola Holmes’? Conheça os 5 MELHORES Casos de Sherlock Holmes no Cinema

Famoso detetive tem um longo relacionamento com o cinema

O sucesso que Enola Holmes vem obtendo relembrou o quão forte o nome do investigador britânico ainda é. No caso de Sherlock Holmes em particular é evidente que o material em si resistiu bem aos desafios do tempo, com uma adaptação volta e meia figurando em alguma mídia. O mesmo não pode ser dito de outras obras clássicas da literatura (Rei Arthur, Robin Hood) que permaneceram um longo tempo no esquecimento e quando receberam uma nova roupagem, esta foi feita de forma negativa.

O primeiro filme do personagem, acredita-se, remonta a 1900 com a obra Sherlock Holmes Baffled – mesmo que o enredo em si não tenha ligação com os livros de Arthur Conan Doyle. A obra é considerada também como a primeira película do gênero mistério na história. Com a longa tradição que Sherlock cultiva no cinema e, por consequência, as diversas obras oriundas dessas décadas, escolhemos  a seguir cinco filmes que, tomando as devidas liberdades de adaptação, melhor representam o universo do detetive.

5) O Cão dos Baskervilles

Em 1959 o estúdio Hammer, famoso por seus filmes de terror baseados no livro Drácula de Bram Stoker e por sua parceria com o ator Christopher Lee, encomendou junto ao diretor Terence Fisher uma adaptação do famoso livro O Cão dos Baskervilles como início de uma nova cinessérie do estúdio. 

Peter Cushing como Sherlock Holmes

O papel de Sherlock caberia a Peter Cushing, que anteriormente já havia trabalhado com o estúdio em A Maldição de Frankenstein e, sua obra mais famosa, também em Drácula de 1958. O filme em si se tornou um marco quando se trata das adaptações do personagem; foi sua primeira aparição em um filme a cores e a versão entregue por Cushing permanece como uma das mais elogiadas por ter trabalhado a racionalidade descrente de Holmes de forma carismática. Porém, o desejo inicial da Hammer de começar uma nova série não vingou pois a preferência do público era por mais filmes do estúdio envolvendo as aparições de monstros clássicos .

4) Visões de Sherlock Holmes

A imagem mais tradicional quando se fala do famoso detetive é a de um homem que repousa em uma poltrona, pensativo e fumando seu cachimbo. No entanto, o que não costuma ser muito abordado em suas adaptações (por razões bastante óbvias, na verdade) é o consumo e dependência do personagem por substâncias químicas, mais especificamente cocaína e morfina. Essa ideia primeiramente foi introduzida por Arthur Conan Doyle no livro Um Estudo em Vermelho de 1887.

Foi partindo desse princípio que o diretor Herbert Ross comandou em 1976 a produção de Visões de Sherlock Holmes, uma história que segue o personagem título atingir o pico de seu vício em cocaína e, após a intervenção de seu fiel escudeiro Dr. Watson, Sherlock passa a se consultar com Sigmund Freud em ordem de compreender a origem de seu vício e assim se curar.

Auxiliado por Sigmund Freud, Holmes (à direita) deve discernir o que é real e o que não é

Enquanto que o filme não é uma história padrão de Holmes, no qual ele precisa resolver algum caso enigmático, ele consegue se destacar ao tirar o detetive de sua conhecida posição de vantagem intelectual em relação aos coadjuvantes e inimigos. Nesta adaptação Holmes está mais vulnerável do que nunca, tanto física quanto mentalmente, e esse estado frágil dá margem para destrinchar um pouco de sua personalidade enquanto pessoa e reimaginar alguns de seus coadjuvantes mais famosos, como o seu nemesis professor Moriarty.

3) O Enigma da Pirâmide

Um dos pontos mais positivos de Enola Holmes foi sem dúvida o frescor juvenil que a protagonista trouxe para aquele universo vitoriano. Assistir ao tão famoso método de dedução dos Holmes sob a ótica de uma adolescente garante à adaptação uma individualidade quando comparada com as versões passadas, mais sisudas e científicas desse universo.

Todavia, essa não foi a primeira vez que um Holmes foi apresentado em sua versão juvenil. Em 1985 Steven Spielberg, na posição de produtor executivo, abordou o diretor Barry Levinson propondo uma releitura do detetive particular ainda no seu período escolar. Aqui seria mostrado o primeiro caso solucionado por ele bem como seu primeiro encontro com o também jovem John Watson. O roteiro ficou a cargo de Chris Columbus que, àquela altura, já era conhecido por seus trabalhos anteriores em Goonies e Gremlins.

O jovem Sherlock em seu primeiro caso

O filme se tornou bastante conhecido ao longo do tempo por sua abordagem diferenciada do personagem e, justamente pelo clima mais juvenil, foi a porta de entrada de toda uma geração às histórias de Sherlock Holmes. Porém seu maior reconhecimento reside em uma conquista técnica: este foi o primeiro filme da história a apresentar um personagem feito inteiramente de computação gráfica.

2) Toda a fase de Basil Rathbone

Assim como acontece com James Bond, a atemporalidade de Sherlock Holmes lhe confere ao longo de décadas as mais diversas roupagens e, inevitavelmente, escalações de diferentes atores; cada um lhe conferindo uma nova interpretação muito particular de quem está lhe dando a vida naquele momento. Quando se trata de nomes ligados ao personagem um sempre se sobressai aos outros: Basil Rathbone.

Entre 1939 e 1946 o ator britânico interpretou Holmes em uma cinessérie produzida pela Universal Studios. O que tornou seu período tão icônico foi a abordagem noir (que estava em alta na época) que seus filmes tiveram e a caracterização desenvolvida pelo próprio ator para o personagem, sempre se mantendo como um indivíduo que espera o momento certo para falar, geralmente com um tom de voz bastante contido, e que trabalha seu método dedutivo recolhendo pistas ao longo dos filmes e não lançando mão de curiosamente acertar a solução sem material para tanto.

Basil Rathbone (à esquerda) tornou-se para muitos o Holmes definitivo

A escolha técnica da produção em não recriar o ambiente vitoriano mas sim trazer as histórias de Holmes para a atualidade (então anos 40) também foi bastante certeira. O uso costumeiro por silhuetas de sombras em paredes, algo recorrente em filmes noir, e a predileção por ambientes noturnos para a maioria das cenas apenas melhora o clima já natural das criações de Arthur Conan Doyle.

1)  Sr. Sherlock Holmes

Não importa a persona, últimas histórias sempre atraem a atenção do público. A chance de ver aquele mundo ou aquelas pessoas uma última vez, em um último grande desafio, é bastante atrativa mesmo que por diversas vezes bastante melancólica. Um exemplo bastante próximo é o clássico detetive belga Hercule Poirot, criado pela escritora Agatha Christie, que teve um caso final a resolver no livro Cai o Pano.

Ian Mckellen entrega uma visão única do personagem

Sr. Sherlock Holmes é uma obra de conclusão um tanto diferente, principalmente quando se trata de um nome relacionado a um gênero como a literatura policial. Não há um último grande enigma a se resolver ou um último terrível assassino a ser detido; a aventura final de Sherlock Holmes nada mais é do que contemplar, agora vivendo apenas com sua cuidadora e o filho da mesma em uma casa no campo, os efeitos do tempo que caem sobre ele.

O pensamento dedutivo ainda está lá, bem como alguns comentários ácidos que lhe são característicos. Ainda assim essa versão de Holmes (magistralmente interpretada por Ian McKellen) demonstra fragilidades mentais em muitos momentos, um sinal inevitável da idade, ao relembrar de maneira confusa seu último caso antes da aposentadoria e observar esse quadro em um personagem como Sherlock Holmes é uma experiência muito interessante. Se em Visões de Sherlock Holmes a instabilidade é mais explosiva decorrente da abstinência de substâncias, nesse filme ela é algo que surge e vai naturalmente seguido da aceitação, pelo próprio Sherlock, de que por mais genial que seja ele ainda é humano.

Filme live-action de ‘Hot Wheels’ ganha atualização de desenvolvimento

Após o sucesso do filme live-action Barbie’, que agitou Hollywood, a próxima propriedade da Mattel a ganhar uma adaptação cinematográfica será Hot Wheels’.

Segundo o Hollywood Reporter, a Warner Bros. está em processo de busca por diretores para o projeto do live-action de Hot Wheels’. Embora ainda não haja um roteiro completo, a movimentação indica um passo significativo em direção à concretização da adaptação.

O contexto atual de Hollywood, marcado pela greve de atores e roteiristas, não afeta os diretores. Isso significa que o anúncio do diretor para o live-action de Hot Wheels pode acontecer em breve.

No entanto, não todos estão convencidos de que as outras propriedades da Mattel seguirão o mesmo caminho de sucesso que Barbie’. Um produtor anônimo compartilhou suas dúvidas em relação à adaptação de Hot Wheels’: “Qual é a vantagem de produzir Hot Wheels? Qual é a substância disso?”, questionou ao Hollywood Reporter.

A produção do filme ficará a cargo da Bad Robot, empresa de J.J. Abrams conhecida por seu trabalho na indústria cinematográfica com ‘Missão: Impossível‘ e ‘Star Trek‘. A distribuição será feita pela Warner Bros.

Para o roteiro, a equipe conta com Dalton Leeb e Nicholas Jacobson-Larson, que trabalharam juntos na série ‘Lista Negra‘. O filme ainda não possui data de lançamento.

Confira o trailer:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, ela é expulsa de Barbieland.

A MPA revelou recentemente a classificação indicativa oficial do vindouro live-action .

Como era de se esperar, o longa-metragem recebeu indicação etária PG-13 por “referências e breve linguagem sugestivas”.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’) e será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta dirige e também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

‘007’: Cotado para ser James Bond, Dan Stevens revela que prefere ser VILÃO

Em meio aos rumores sobre o novo ator que interpretará James Bond, o icônico agente da franquia 007, Dan Stevens (‘A Bela e a Fera’), um dos principais candidatos ao papel, surpreendeu ao ser questionado sobre vestir o terno, revelando seu desejo de interpretar um vilão na franquia.

Segundo o ScreenRant, o astro afirmou: “Não sei ao certo por que esse papel [James Bond] se tornou o padrão de sucesso total, sabe? Eu amo esses filmes [007]; eu os amei ao longo dos anos. Eu faria um ótimo [Bond]? Com certeza, mas acho que preferiria ser um vilão”.

O ator ainda explicou sua decisão: “Mas não é por isso que faço o que faço. Acho que você pode ver certas pessoas que fizeram certas escolhas de carreira nesse sentido, tipo, ‘Ei, o que você acha disso? Eu fico bem em um terno, né?’ É um fenômeno estranho que se tornou a coisa que deve ser alcançada, porque há muito mais por aí para se dedicar”.

Lembrando que a produtora da franquia, Barbara Broccoli, está atualmente em busca do novo ator para assumir o papel de James Bond, após a saída de Daniel Craig da franquia 007. Entre os principais candidatos cotados para o papel estão Dan Stevens e Aaron Taylor-Johnson.

Vale ressaltar que ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘ é o filme mais recente da franquia, marcando a despedida de Craig como o icônico espião.

Apesar de ter sido lançado em um momento complicado durante a pandemia de COVID, o longa conseguiu arrecadar US$ 774.1 milhões mundialmente, além de ter sido aclamado pelos críticos com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Wicked’ é removido dos cinemas e pode ser banido em país do Oriente Médio

O musicalWicked, estrelado por Ariana Grande e Cynthia Erivo, foi removido das exibições nos cinemas do Kuwait, um país do Oriente Médio, gerando especulações de que pode ser o próximo filme a ser banido no país.

De acordo com a Variety, o filme foi retirado da programação dos cinemas locais em uma situação que continua a se desenrolar. O Kuwait, que já havia proibido ‘Barbie’ no ano passado, alegou proteger “a ética pública” como justificativa.

Alguns meios locais sugerem que a remoção de Wicked pode estar relacionada ao fato de o aclamado musical da Universal Pictures contar com um elenco LGBTQ+, incluindo a presença de Erivo, que é abertamente bissexual e queer, Jonathan Bailey, que é gay, Bowen Yang e Bronwyn James, que se identificam como queer, entre outros.

O Kuwait tem se tornado o país do Golfo mais rigoroso em relação à censura de filmes, superando até a Arábia Saudita.

Vale lembrar que o filme segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Jack Betts, ator de ‘Homem-Aranha’, morre aos 96 anos

Jack Betts, o veterano ator que fez uma participação memorável em Homem-Aranha (2002), de Sam Raimi, faleceu aos 96 anos. Segundo o The Hollywood Reporter, Betts morreu na última quinta-feira (19), enquanto dormia em sua casa em Los Osos, Califórnia.

Nascido Jack Fillmore Betts em 11 de abril de 1929, em Jersey City, Nova Jersey, ele cresceu em Miami, onde estudou teatro na Universidade de Miami. Mais tarde, mudou-se para Nova York, fazendo sua estreia na Broadway em “Ricardo III”, em 1953.

EmHomem-Aranha, Betts interpretou Henry Balkan, o presidente do conselho da Oscorp Technologies, que desencadeia o arco do vilão Duende Verde ao dizer a Norman Osborn (Willem Dafoe): “Você está fora, Norman”.

Mais tarde no filme, Osborn repete a frase para Balkan enquanto destrói o conselho em um ataque na Times Square, exclamando alegremente: “Estou fora, estou?”.

Seus outros créditos cinematográficos incluem Um Dia de Fúria (1993), Batman Eternamente (1995) eDeuses e Monstros (1998). .

Betts deixa a irmã Joan, que completará 100 anos em novembro, o sobrinho Dean Sullivan e as sobrinhas Lynne e Gail.

Após a notícia de sua morte, o Beverly Hills Playhouse publicou uma emocionante homenagem no Instagram:

“Nosso amado Jack Betts faleceu pacificamente em casa. É um dia triste para o BHP, pois desfrutamos de sua presença por muitos anos. Há atores que o creditam por não desistirem, graças ao seu incentivo. Tivemos a sorte de contar com seu grande espírito, paixão e verdadeira dedicação ao trabalho. Só existiu um como ele e somos mais ricos por termos tido sua presença em nosso teatro. Descanse em paz, Jack”, escreveu.

‘Grey’s Anatomy’: Atriz de ‘Família Soprano’ interpretará médica em drama médico

A atriz Jamie-Lynn Sigler, conhecida por seu papel icônico em ‘Família Soprano’, fará uma participação especial de grande relevância no drama médico de sucesso da ABC, ‘Grey’s Anatomy’.

Conforme o Deadline, Sigler interpretará a Dra. Laura Kaplan, uma urologista renomada. Na trama, a Dra. Kaplan visita o Grey Sloan Memorial Hospital a convite de Catherine Fox (interpretada por Debbie Allen).

A Dra. Kaplan vive com Esclerose Múltipla (EM) e sua visita é crucial, oferecendo a Richard Webber (James Pickens Jr.) uma perspectiva única e valiosa sobre um de seus casos.

O episódio, intitulado “Heavy on Me”, está programado para ir ao ar em 15 de janeiro.

‘Grey’s Anatomy’: Shonda Rhimes revela que ficou horrorizada com a morte de amados personagens

O papel da Dra. Laura Kaplan foi criado especificamente para Jamie-Lynn Sigler. Este marco assinala seu retorno à televisão após um hiato de três anos e traz uma camada de autenticidade inestimável, visto que a própria atriz vive com Esclerose Múltipla há mais de duas décadas.

Sigler recebeu o diagnóstico de EM aos 20 anos, mas manteve a condição em segredo por 15 anos, principalmente por receio de que isso prejudicasse sua carreira em Hollywood.

Desde que tornou seu diagnóstico público em 2016, Sigler tem se manifestado abertamente sobre a doença e o estigma social frequentemente associado a ela. Ela compartilha suas experiências no podcast MeSsy, que apresenta ao lado da também atriz Christina Applegate, que igualmente tem Esclerose Múltipla.

‘Grey’s Anatomy’: Atriz do elenco principal deixa a série temporariamente

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‘Grey’s Anatomy’ está disponível no Disney+.

‘Avenida Brasil 2’: Suposta escalação DIVIDE os fãs; “Não faz sentido”

As escalações de ‘Filhos do Divino’, sequência de Avenida Brasil, seguem gerando grande repercussão nas redes sociais após a circulação de novos rumores envolvendo o elenco da produção. Desta vez, o assunto da vez é a possível escalação de Debora Ozório para interpretar Agatha.

Segundo informações divulgadas pelo Notícias da TV, a Globo estaria negociando com a atriz para assumir o papel da personagem, originalmente vivida por Karol Lannes na novela de 2012. Vale lembrar que rumores recentes apontam que Agatha será uma das protagonistas da sequência, dividindo o foco da trama com Carminha.

VALE LEMBRAR QUE AS INFORMAÇÕES ATÉ O MOMENTO SÃO APENAS RUMORES.

A suposta mudança de intérprete gerou debates entre os fãs, já que substituições de atores em papéis já consagrados são relativamente incomuns nas produções brasileiras. Parte do público criticou a possível troca, alegando que a decisão poderia ser vista como um caso de gordofobia, caso a atriz original fosse deixada de lado para dar lugar a um perfil considerado mais próximo dos padrões estéticos da televisão.

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‘Avenida Brasil 2’: Marcos Caruso negocia retorno como o icônico Leleco

O elenco da continuação já conta com nomes de peso confirmados, incluindo os protagonistas do fenômeno de 2012:

Enquanto atrizes como Vera Holtz (Mãe Lucinda) e Letícia Isnard (Ivana) ainda estão em fase de negociação para acertarem seus retornos, o núcleo inédito começa a ganhar forma: a atriz Jéssica Ellen foi convidada para dar vida a uma nova personagem que não existia na história original.

A direção artística da sequência ficará a cargo de Ricardo Waddington, que foi recontratado pela Globo especialmente para capitanear o projeto.

Por outro lado, a nova produção não contará com o retorno de todo o núcleo do Divino. A atriz Ísis Valverde já descartou publicamente a possibilidade de reviver a icônica Suelen.

Avenida Brasil 2’ tem previsão de estreia para o dia 25 de janeiro de 2027, ocupando a faixa das 21h logo após o encerramento de ‘Quem Ama Cuida’.

Débora Falabella negocia retorno como Nina em ‘Avenida Brasil 2’

A trama começa com a volta de Carminha, que decide deixar o lixão após a morte de Mãe Lucinda (Vera Holtz).

Ao assumir a liderança das crianças do local, a vilã mais amada do Brasil percebe que aquele não é o seu lugar e decide reconquistar sua antiga vida ao lado de Tufão. O grande mistério que conduzirá a narrativa é a ambiguidade de suas intenções: Carminha realmente buscou a regeneração ou está apenas manipulando a família Mansur mais uma vez?

Enquanto a sequência não chega, o público pode matar as saudades da obra original, que segue em exibição na grade da Rede Globo, reforçando a atemporalidade do duelo entre Nina e Carminha.

Os 10 melhores filmes Gays

Avançamos tecnologicamente, superamos enfermidades e estudamos a fundo a nossa origem, no entanto, entra ano e sai ano e parte da sociedade não consegue deixar de lado o tal do preconceito. A história nos mostra atrocidades cometidas por essa concepção patética. Ainda assim, não aprendemos e convivemos com essa constante abusão velada, que vive entranhada em diversos grupos e possui várias faces.

A racial, que virou crime, é uma das mais combatidas, mesmo aparecendo como algo latente no cotidiano mundial. Muitos países são laicos, mas por causa de religião vemos casos deploráveis. Hoje, um tópico em especial merece ser citado e discutido: o sexual.

A homofobia tem sido quase que uma bandeira, fala-se até de montar um “exército” para combater a chamada “minoria”. Como se a felicidade do outro alterasse o curso de sua vida, o incomodasse a ponto de que querer oprimir pessoas de se relacionarem. Pensamos no dia em que esses tolos entenderão que ser heterossexual ou homossexual é como ser branco ou negro, alto ou baixo.

Enquanto isso, a arte, como sempre, trata de controverter e registrar estes casos. Peças teatrais, vertentes literárias e programas educacionais que abordam especificamente o tema, são criados no intuito de elucidar os fatos. No cinema a coisa é potencializada, pois, além dos inúmeros títulos, temos festivais com temática LGBTTT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros).

Citaremos aqui dez filmes que trataram do caso e trouxeram para debate esse contexto. Pedimos que citem nos comentários outros exemplos.

10 – Laurence Anyways (2012)

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Laurence (Melvil Poupaud) é um homem que deseja se tornar uma mulher. Em seu aniversário de 30 anos, ele revela para sua namorada Fred (Suzanne Clément) que irá fazer uma cirurgia de mudança de sexo. Mesmo abalada com a revelação, a namorada resolve permanecer ao lado da pessoa que ama, que sofrerá bastante com a nova situação, tendo que lidar com preconceitos de familiares, amigos e colegas de trabalho. Contra tudo, eles tentarão provar que o amor deles pode superar todas as situações.

9 – Me Chame pelo seu Nome (2017)

Baseado no livro de Andre Aciman e com roteiro adaptado pelo cineasta veteraníssimo James Ivory (indicado para três Oscar de direção: Uma Janela para o AmorRetorno a Howards End e Vestígios do Dia), Me Chame Pelo Seu Nome é essencialmente sobre “o despertar para a sexualidade” de um rapaz de 17 anos. O filme do cineasta italiano Luca Guadagnino, apresenta o jovem Elio (Timothée Chalamet), um rapaz no auge de sua puberdade, passando uma temporada ao lado dos pais em Crema, na Itália. O pai, vivido por Michael Stuhlbarg (A Forma da Água), professor de história intelectual, convida para passar alguns dias hospedado em sua grande casa um antigo aluno bon vivant, papel de Armie Hammer. Mais do que apenas um drama gay, Me Chame Pelo Seu Nome demonstra que Luca Guadagninosurge como forte canalizador das conturbadas relações humanas, capaz de extrair como poucos os sentimentos muitas vezes inomináveis de suas cenas.

8 – The Normal Heart (2014)

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Ned Weeks (Mark Ruffalo) é um escritor, seu namorado de Felix (Matt Boomer) contrai o vírus da AIDS, fazendo com que ele se torne um grande ativista. Sua principal bandeira é mostrar para o mundo que a doença não deve ser vista como um “câncer gay”, ideia comprada pela médica cadeirante Emma Brokner (Julia Roberts), que passa a agitar a causa dentro da comunidade científica.

7 – Cidade dos Sonhos (2001)

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Um acidente automobilístico na estrada Mulholland Drive, em Los Angeles, dá início a uma complexa trama que envolve diversos personagens. Rita (Laura Harring) escapa da colisão, mas perde a memória e sai do local rastejando para se esconder em um edifício residencial que é administrado por Coco (Ann Miller). É nesse mesmo prédio que vai morar Betty (Naomi Watts), uma aspirante a atriz recém-chegada à cidade que conhece Rita e tenta ajudar a nova amiga a descobrir sua identidade. Em outra parte da cidade o cineasta Adam Kesher (Justin Theroux), após ser espancado pelo amante da esposa, é roubado pelos sinistros irmãos Castigliane.

6 – Má Educação (2004)

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Dois meninos, Ignacio e Enrique, conhecem o amor, o cinema e o medo num colégio religioso no início dos anos 60. O padre Manolo, diretor do colégio e seu professor de literatura, é testemunha e parte dos descobrimentos. Os três personagens voltam a se encontrar outras vezes mais, ao final dos anos 70 e 80. O reencontro marcará a vida e a morte de algum deles.

5 – Milk – A Voz da Igualdade (2008)

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Início dos anos 70. Harvey Milk (Sean Penn) é um nova-iorquino que, para mudar de vida, decidiu morar com seu namorado Scott (James Franco) em San Francisco, onde abriram uma pequena loja de revelação fotográfica. Disposto a enfrentar a violência e o preconceito da época, Milk busca direitos iguais e oportunidades para todos, sem discriminação sexual. Com a colaboração de amigos e voluntários (não necessariamente homossexuais), Milk entra numa intensa batalha política e consegue ser eleito para o Quadro de Supervisor da cidade de San Francisco em 1977, tornando-se o primeiro gay assumido a alcançar um cargo público de importância nos Estados Unidos.

4 – Transamérica (2005)

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Bree Osbourne (Felicity Huffman) é uma orgulhosa transexual de Los Angeles, que economiza o quanto pode para fazer a última operação que a transformará definitivamente numa mulher. Um dia ela recebe um telefonema de Toby (Kevin Zegers), um jovem preso em Nova York que está à procura do pai. Bree se dá conta de que ele deve ter sido fruto de um relacionamento seu, quando ainda era homem. Ela, então, vai até Nova York e o tira da prisão. Toby, a princípio, imagina que ela seja uma missionária cristã tentando convertê-lo. Bree não desfaz o mal-entendido, mas o convence a acompanhá-la de volta para Los Angeles.

3 – O Segredo de Brokeback Mountain (2005)

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Jack Twist (Jake Gyllenhaal) e Ennie Del Mar (Heath Ledger) são dois jovens que se conhecem no verão de 1963, após serem contratados para cuidar das ovelhas de Joe Aguirre (Randy Quaid) em Brokeback Mountain. Jack deseja ser cowboy e está trabalhando no local pelo 2º ano seguido, enquanto que Ennie pretende se casar com Alma (Michelle Williams) tão logo o verão acabe. Vivendo isolados por semanas, eles se tornam cada vez mais amigos e iniciam um relacionamento amoroso. Ao término do verão cada um segue sua vida, mas o período vivido naquele verão irá marcar suas vidas para sempre.

2 – Priscilla, a Rainha do Deserto (1994)

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As drag queens Anthony (Hugo Weaving) e Adam (Guy Pearce) e a transexual Bernadette (Terence Stamp) são contratadas para realizar um show em Alice Springs, uma cidade remota localizada no deserto australiano. Eles partem de Sydney a bordo de Priscilla, um ônibus, tendo a companhia de Bob (Bill Hunter). Só que no caminho eles descobrem que quem os contratou foi a esposa de Anthony.

1 – Rocky Horror Show (1975)

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Influenciado pelo matrimônio de um grande amigo, Brad Majors (Barry Bostwick) decide pedir sua noiva, Janet Weiss (Susan Sarandon), em casamento. Antes da cerimônia eles partem em uma viagem de carro, mas acabam se perdendo. Para piorar a situação, o carro quebra e está chovendo bastante. Eles vão até um castelo próximo em busca de ajuda e são recepcionados por Riff Raff (Richard O’Brien), o criado do dr. Frank N Furter (Tim Curry), dono do local. Brad e Janet estranham o visual e o comportamento de todos, sem imaginar que Frank cky (Peter Hinwood), que possa atender aos seus anseios sexuais.