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‘Shazam!’: Dois novos atores mirins entram para a produção

Segundo o Deadline, Shazam!’ contratou dois novos atores que serão amigos do protagonista Billy Batson. Ian Chen será Eugene e Jovan Armand será Pedro. Não há mais detalhes sobre os personagens.

Shazam!’ já está sendo um dos filmes mais aguardados do ano que vem. Envolto em muitos mistérios sobre a produção, agora já podemos ter uma ideia do tamanho do filme, já que o diretor David F. Sandberg compartilhou uma imagem mostrando o quadro de atores e atrizes que ainda serão revelados.

Para a nossa surpresa, o filme terá em torno de 74 personagens, sendo que apenas 5 já foram anunciados. Confira:

“Com Jack Dylan Grazer como Freddy, temos três atores anunciados oficialmente em Shazam!”

O ator mirim Jack Dylan Grazer, de It: A Coisa, entrou para o elenco de Shazam!’. Ele fará o papel de Freddy, melhor amigo de Billy Batson e o único que sabe sobre a transformação dele no herói Shazam.

‘Liga da Justiça’ pode dar um prejuízo de até US$ 100 milhões, segundo a Forbes

Além disso, o diretor David F. Sandberg desmentiu os boatos de que a DC estaria pensando em cancelar os próximos projetos após a recepção morna de ‘Liga da Justiça‘.

Foi durante uma conversa no Reddit que um usuário postou que possuía conexões dentro da Warner Bros, afirmando que os filmes futuros seriam cancelados e que a empresa irá tirar uma folga de 5 anos dos filmes da DC, voltando depois com filmes solo sem conexões. Eis que, o próprio diretor respondeu o usuário, postando o seguinte:

“Ninguém me falou isso. Posso tirar o dia de amanhã de folga? Realmente quero dormir.”

A resposta bem humorada de Sandberg serve como uma maneira de tranquilizar os fãs e abafar os rumores sem fundamento acerca do futuro da DC nas telonas.

‘Shazam!’: Zachary Levi diz que o filme é um ‘Quero Ser Grande’ com super-poderes

Durante a première de ‘Liga da Justiça‘ ontem (13), os atores Asher Angel e Zachary Levi, que serão o Billy Batson e o Shazam! dos cinemas, respectivamente se encontraram pela primeira vez. Confira a foto:

Leia mais notícias sobre o filme:

‘Shazam!’: O ator mirim Asher Angel entra para o elenco e será Billy Batson

Mark Strong deve viver o vilão Doutor Silvana, em ‘Shazam!’; Saiba mais!

‘Shazam!’: Zachary Levi comenta sobre escalação para viver o protagonista

‘Shazam!’ encontra seu protagonista; SAIBA MAIS!

Shazam!’ chega aos cinemas em Abril de 2019.

Crítica | Antes Que Eu Me Esqueça – Agridoce, divertido e otimista na medida certa

O cinema sempre encontrou uma maneira de encobrir as tragédias com situações cômicas. Como diria o velho Chaplin: “o riso e as lágrimas são um antídoto contra o ódio e o terror”, ou neste caso, contra a infelicidade de estar perdendo a consciência a cada dia que passa. Essa é a base da trama de Antes Que Eu Me Esqueça, uma comédia dramática que se permite rir da tristeza e abraça situações delicadas com um perfeito senso de humor típico do cinema brasileiro. Mas será que funciona?

Na trama, guiada com delicadeza por Tiago Arakilian, Polidoro (José de Abreu), já com 80 anos, decide acabar com a calmaria de sua confortável vida de juiz viúvo aposentado tornando-se sócio de uma boate de strip-tease em Copacabana. Diante de tal situação, sua filha Beatriz (Letícia Isnard) decide interditá-lo judicialmente. Em audiência, Paulo (Danton Mello) se declara incapaz de opinar sobre as decisões do pai porque não fala com ele há anos. O juiz determina que seja feita uma avaliação de Polidoro por Paulo, em encontros regulares entre pai e filho, forçando uma reaproximação.

É desse roteiro criativo e repleto de humor negro, escrito pela estreante Luísa Parnes, que nasce um frescor em meio à tantas obras nacionais que tentam mesclar o drama com a comédia, mas que no fim fracassam em ambos. Neste, há uma harmonia de sensações, o perfeito equilíbrio, mérito também da direção, que sabe a hora certa de avançar e a hora de caminhar mais lentamente, de mostrar os dilemas que os personagens estão vivendo e ao mesmo tempo suas alegrias, tudo através de belíssimos planos mais fechados, além de algumas tomadas interessantes em plongée, como a cena da praia de Copacabana, por exemplo, tão bela que remete à um mundo imaginário e calmo, contrastando com a realidade do lugar.

José de Abreu entrega uma atuação esplêndida e divertida, sem precisar se esforçar muito, formando uma química perfeita com o talentosíssimo Danton Mello, que vive um personagem carregado de dores e mágoas do passado, mas que vai se perdoando conforme encontra em seu pai o amor que sempre buscou. Mariana Lima tem um arco dramático interessante como Maria Pia, que se descobre empoderada quando se liberta de suas convicções, crescendo conforme a trama avança. Já Guta Stresser, funciona como o necessário alívio cômico. Joelma arranca boas risadas e não é esquecida ao fim da sessão.

Em meio a tudo isso, o roteiro ainda precisa lidar com as consequências do Alzheimer, o que não é tarefa fácil, mesmo que o filme retrate de forma honesta e bruta, não há como fugir de caricaturas e exageros convencionais desse tipo de drama, tornando seu ritmo lento em alguns momentos. Porém, quando se foca nas divertidas cenas da boate e mescla a doce música clássica com um local tão marginalizado, fazendo uma bela metáfora sobre dois mundos e dois homens protagonistas, que são ao mesmo tempo diferentes e iguais, é que a história nos prende e conquista.

Antes Que Eu Me Esqueça é otimista, intenso e divertido, daqueles que preenchem lacunas de sentimentos em nós e que dificilmente vamos esquecer, afinal, existem muitas coisas que nem mesmo o tempo pode apagar, e uma delas com certeza é o sentimento de assistir a um bom filme.

Nicolas Cage: Salvo pela Voz | Conheça as dublagens de sucesso do ator

Nicolas Cage é um nome controverso em Hollywood. Há quem ame e há quem odeie, mas é inegável que seu presente não faz jus ao passado. Sobrinho de Francis Ford Coppola (O Poderoso Chefão), Nick despontou como um dos atores mais promissores dos anos 90. Premiado com os troféus mais importantes do cinema, como Oscar, Globo de Ouro e Screen Actors Guild, ele teve uma época de muito prestígio. Mas a década seguinte não foi lá muito gentil com Cage (seu nome artístico baseado em seu herói favorito dos quadrinhos: Luke Cage), que acabou caindo no limbo de filmes B de ação. Às vezes, ele oscila um trabalho de destaque, algo bem distante da realidade noventista do ex-astro. Entretanto, o ator tem se destacado recentemente no mercado das animações. Como a dublagem brasileira ainda é muito boa, é raro vermos desenhos animados chegando aos cinemas daqui em sua versão original. Em homenagem aos seus 55 anos, completados no dia 7 de janeiro, e ao lançamento de Homem-Aranha: No Aranhaverso, vamos falar um pouco sobre os personagens animados de Nick Cage. Confiram!

Homem-Aranha Noir:

 

O elenco de Homem-Aranha no Aranhaverso está recheado de bons nomes, mas o grande destaque é Nicolas Cage. Seu personagem é a adaptação do herói homônimo dos quadrinhos da Marvel. Passado em uma linha do tempo alternativa, na qual os super-heróis da Casa deIdeias seguem o estilo dos filmes Noir, muito populares nos anos 40 e que traziam suspenses policiais cheios de violência e escuridão. Ambientada na Nova York pós-Queda da Bolsa, a história do Aranha Noir traz o jovem Peter Parker, que decide combater o “Al Capone” daquele universo, o Duende (Norman Osborn). A saga do Homem-Aranha Noir é uma das mais célebres dessa série e se destaca a violência pesada, chegando a ter o herói usando pistolas.

Nos cinemas, por ser um filme animado, talvez não vejamos sua versão mais agressiva, mas ainda assim é ótimo vê-lo chegando às telonas.

Superman:

 

Essa foi, muito provavelmente, a escalação mais sensacional da história das animações. Nicolas Cage é fã declarado do Último Filho de Krypton (tanto que um de seus filhos se chama Kal-El) e quase o interpretou num filme cancelado do Superman, lá nos anos 90. Nick seria o próprio Super-Homem, enquanto a direção ficaria a cargo de Tim Burton. O projeto nunca chegou a sair do papel, mas os testes de Cage com o uniforme vazaram na internet e… bem, muita gente ficou grata por terem cancelado o filme.

Pois bem, vários anos depois, a DC decidiu lançar uma versão para cinema de Os Jovens Titãs em Ação, uma das animações de maior sucesso do Cartoon Network. Como tudo nesse universo é completamente absurdo e voltado para a comédia, eles resolveram fazer o convite para Nicolas Cage enfim ser o Superman nos cinemas. Ele não só aceitou, como também disse ter passado “um tempo maravilhoso com o personagem”.

Grug Crood:

Os Croods chegou aos cinemas em 2013. Seus dois maiores destaques eram atores em baixa no cinema, após vários fracassos de público e crítica, mas que não fizeram feio na “dublagem”: Nicolas Cage e Ryan Reynolds. O filme é um amor e com uma pegada meio Mito da Caverna, de Platão, conta a história dos Croods, uma família pré-histórica que tem o medo como modo de sobrevivência. Tudo é novo, logo perigoso, e deve ser evitado. Grug (Cage) é o Chefe da Família, que se vê obrigado a mudar toda crença pelo bem de sua família.

Dr. Tenma:

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A versão Americana de Astro Boy chegou aos cinemas em 2009. Adaptando a obra japonesa, o brilhante Doutor Tenma vive na flutuante Metro City, uma cidade elevada, na qual os humanos são auxiliados pelos robôs. Após perder o filho, Toby, em um acidente, o Dr. Tenma decide usar sua genialidade para fazer um androide idêntico ao falecido menino. Para evitar outra vez a dor da perda, ele equipa o robô com armas e foguetes, possibilitando que ele se defenda dos perigos. Só que nada disso funciona, pois ele percebe que nada conseguirá substituir o filho. Abandonado, o agora Astro Boy cai da cidade flutuante, conhece novas pessoas – e máquinas – e começa um tipo de revolução.

Speckles:

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Considerado por muito tempo como o melhor papel de Nicolas Cage em “animações”, a Toupeira Speckles tem um passado trágico em Força-G, filme da Disney estrelado por Zach Galifianakis e um batalhão de Porquinhos da Índia geneticamente modificados para ser o BOPE dos roedores. Como essa ideia foi aprovada eu não sei, mas o filme saiu do papel e fez sucesso entre as crianças. [SPOILER] Speckles começa como aliado da tropinha, mas se revela o grande vilão da trama. Ele sofreu com a crueldade humana na infância e dedicou sua vida a devolver as maldades recebidas por ele e sua família [SPOILER].

ZOC:

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Lucas – Um Intruso no Formigueiro pode parecer um projeto despretensioso, mas não é bem assim. Além de Cage, Julia Roberts, Paul Giamatti e Meryl Streep integram o elenco do filme produzido por Tom Hanks. Lançado em 2006, o longa animado conta a história de Lucas, um menino zoado pelos moleques maiores, que desconta sua frustração nos formigueiros de seu jardim. Cansado de ver sua colônia sofrer as conseqüências dos atos do menino, Zoc, uma espécie de Bruxo Formiga, encolhe o garoto e o leva para o formigueiro. A trama é basicamente a mesma de Avatar, só que desenvolvida em (bem) menos de três horas. Filme subestimado.

Jacob Marley:

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Um Conto de Natal, um clássico de Charles Dickens, já ganhou inúmeras versões. A história de Ebenezer Scrooge, um sovina que é visitado por três fantasmas na noite de natal, é conhecida ao redor do mundo. Na versão animada de 2001, Nicolas Cage se juntou a Kate Winslet, Simon Callow e Rhys Ifans para dar uma nova roupagem ao Conto. Cage é Jacob Marley, sócio de Scrooge na empresa. Ele falece logo no início da história, mas é fundamental para o desenrolar da trama. Ele retorna mais tarde como fantasma e faz com que Ebenezer entenda o conceito de amizade. Até porque se um fantasma com a voz do Nicolas Cage aparece pra te dar um esporro e falar que você foi um mau amigo, você é obrigado a pedir desculpas e ser legal com todos dali em diante.

 

O próximo compromisso de Nick Cage nos cinemas é em HomemAranha: No Aranhaverso, que estreou hoje em cinemas de todo o Brasil.

Psicólogo explica porque Arthur Fleck e Coringa não são a mesma pessoa

Desde sua estreia, ‘Coringa’ tem sido o filme mais comentado nas redes sociais. Com mais de dois milhões de público, o espectador brasileiro já se deu conta de que o filme não é mero entretenimento; ao contrário, é uma história que precisa ser debatida, conversada e explicada por diversos vieses, afinal, a densidade com que os temas são abordados no longa de Todd Phillips são muito impactantes.

Na tentativa de esclarecer alguns dos pontos principais do longa, nós do CinePOP estamos fazendo uma série de matérias especiais abordando várias áreas de conhecimento. Hoje convidamos o psicólogo clínico e mestre em psicopedagogia Mario Dias para conversar sobre os pontos mais conflitantes de ‘Coringa’ e o quanto a construção desse personagem está diretamente ligada à nossa realidade.

Primeiramente, é importante observarmos o condicionamento de Arthur Fleck, pois logo na abertura do longa ficamos sabendo que ele tem uma espécie de distúrbio, que o faz não possuir controle sobre sua risada marcante e incômoda.

Sobre isso, Mario Dias comenta que “as causas orgânicas, por vezes minúsculas, podem ser a base de muitos distúrbios de personalidade, como a sociopatia e psicopatia – dois diagnósticos prováveis para o Coringa. Se os problemas mentais de Arthur têm um fundo orgânico, como uma má formação congênita no cérebro ou um desequilíbrio químico, torna-se possível que ele tenha respostas incomuns a situações de estresse. As risadas seriam de fato incontroláveis e possivelmente intratáveis. O mesmo podemos dizer da personalidade do Coringa, pois se esta é fruto de um problema orgânico, ela acabaria aparecendo mais cedo ou mais tarde. Uma pessoa pode responder a situações de conflito de maneiras inusitadas, com risos ou gargalhadas diante de fortes gatilhos. Não sendo uma condição psicológica ou psiquiátrica, o mais provável é que estas respostas sumam ou amadureçam com o tempo”.

Para além do filme, o terapeuta ressalta que “caso as risadas tenham origem em desvios, elas podem sim ser tratadas, mas cada caso precisa ser avaliado, pois não existe uma fórmula mágica que possa ser aplicada a todos de maneira uniforme”.

Ainda sobre a questão do riso, destacamos que Penny Fleck, mãe de Arthur, é a pessoa que sempre pede para que ele seja feliz, que coloque um sorriso no rosto. No filme anterior, com Heath Ledger, essa exigência já tinha sido apontada. Essa pressão familiar e social contribuiria, então, para uma positividade tóxica?

O psicólogo responde: “sim existe uma positividade tóxica. Talvez não como você imagine. O conflito é inerente à natureza humana, não existe relação afetiva sem que haja conflito. Entender que os conflitos existem e que muitos não podem ser evitados faz parte do nosso crescimento emocional. Pessoas extremamente felizes podem estar em episódios maníacos, que podem ser entendidos como o oposto diametral da depressão. Os episódios maníacos levam a comportamentos preocupantes, como a adição, conflitos sociais, busca por situações de risco, descontrole financeiro, percepção de grandiosidade e, em alguns casos, uma ilusão de invulnerabilidade”.

Tudo isso nos leva a pensar que o controle constante das próprias emoções e uma Gotham que não o insere em seu meio leva o personagem Arthur Fleck ao que a psicologia chama de ponto de ruptura.

Sobre isso, Mario Dias salienta que “apesar da pauta do filme ser um drama sobre um personagem de quadrinhos, ela se baseia fortemente em situações reais de estresse e conflito, portanto, a ruptura – como você aponta e como acontece no filme – é bem próxima do que podemos encontrar na “vida real”. De uma forma geral, os personagens da galeria de vilões de Batman, assim como o próprio Homem-Morcego, têm origens bem próximas das tragédias comuns, que infelizmente encontramos diariamente trabalhando com a saúde mental. O ponto de ruptura é individual. Problemas que me afetam profundamente podem ser rotineiros para você ou outra pessoa. Não existe um índice que possa servir de marcador para identificar acúmulo de sofrimento. Estresses diários, conflitos emocionais constantes, problemas no trabalho ou até mesmo um incidente insignificante, como perder um objeto, podem disparar as mais diversas reações. Tudo depende do investimento emocional de cada um. Contudo, existe uma questão ainda mais importante: devemos nos perguntar se Arthur Flecker já nasceu sendo o Coringa. Se este for o caso, não poderíamos fazer nada, ele se tornaria o vilão independentemente de amor ou carinho”.

Outro ponto que anda sendo comentado acerca este e outros filmes recentes de super-heróis é sobre uma possível romantização dos vilões, algo que muitas pessoas têm se incomodado por se verem sentindo empatia por sujeitos que deveriam ser odiados. Uma vez que os vilões são personagens necessários para a construção de certas narrativas, o psicólogo Mario Dias aprofunda a questão, apontando que “dizer que o Coringa é um vilão e ignorar os abusos cometidos pelo Batman em sua cruzada contra o crime é igualmente problemático. Claro que o resultado final da narrativa sempre favorece o herói, mas porque estamos falando de histórias. Não existe uma linha clara entre heróis e vilões na nossa realidade. O filme narra uma história de conflitos e angústias, e escolhe como protagonista um vilão notório”.

O terapeuta ainda ressalta que esta abordagem não é inédita no cinema, e levanta outros filmes em que o artifício foi utilizado. “Será que nós estaríamos discutindo isso se o filme fosse sobre um personagem inédito? Criado especificamente para esse roteiro? O Coringa líder anarquista da obra de Todd Phillips é essencialmente diferente dos personagens de Edward Norton e Brad Pitt em ‘Clube da Luta’? Um filme que descreve um personagem com problemas psicológicos, que cria uma personalidade nova para guiar um grupo de anarquistas? Não…. mas ninguém aponta Norton e Pitt como vilões do filme. Scar, Darth Vader, Goldfinger são vilões famosos e romantizados, sem os mesmos problemas. Por isso, penso que devemos nos perguntar se nós como sociedade não estamos mais doentes e com medo dos problemas que estamos criando a ponto de precisar criar um problema literalmente fictício para nos distrair dos problemas reais”.

Por esse caminho, podemos começar a entender que Arthur Fleck e Coringa não seriam, ao fim, a mesma pessoa. “O Coringa é uma resposta dissociativa, uma defesa, uma personalidade mais forte que a de Arthur Fleck, mais adaptada à realidade em que eles viviam”, explica o psicólogo. “Para conseguir sobreviver ao caos, ele opta por uma personalidade próxima à sociopatia, que pode ser entendida como a resposta emocional de inconformidade violenta às normas sociais. Como sociopata ele se sente livre para matar e mudar o mundo em que vive”.

Mario Dias destaca que existe um elemento dissociativo no Coringa de Joaquin Phoenix: ‘quando ele vira o Coringa, ele deixa de rir de forma assustadora em situações de estresse. O riso desconfortante vira a dança, que pode ser entendida como o controle do corpo e do entorno. O Coringa dá a Arthur Fleck a liberdade e o controle emocional que ele precisava, mas o faz, em última análise, de forma caótica e pouco construtiva”.

Tudo isso nos leva à questão: será que toda essa construção não teria tornado o filme ‘Coringa’ um filme tóxico? “É primordial entender que todos temos um limite, seja físico, cognitivo ou emocional. Conhecer estes limites nos ajuda a buscar ajuda e, com isso, evitar situações mais trágicas”, comenta o psicólogo. “Coringa é um filme impactante, pois surpreende transformando um personagem de quadrinhos em um anti-herói. Ninguém esperava que ele fosse tão realista, e isso assustou a crítica, que ficou sem ter como descrever a obra”.

O problema sobre este filme residiria, então, em nossa sociedade, na forma como estamos recebendo este ‘Coringa’. Mas isso é assunto para nossa próxima matéria.

‘Star Wars: Episódio IX’: Chef Jaime Oliver fará participação especial no filme

Já é costumeiro que diversos famosos façam pontas nos filmes ‘Star Wars‘. No novo filme da franquia, teremos a participação inusitada do chef de cozinha Jaime Oliver, como um stormtrooper.

A produção convidou o chef após descobrir que ele é um grande fã da franquia, chegando até mesmo a fazer cosplays dos soldados imperiais. Quem confirma a informação é o site CBR.

Segundo a revista Empire, ‘Star Wars: Episódio IX‘ se passará um ano após os acontecimentos de ‘Os Últimos Jedi‘. Isso entra em contraste direto com o último filme, que era uma sequência imediata a ‘O Despertar da Força‘.

Recentemente, Kevin Smith revelou que ele ficou impressionado pela escala gigantesca da produção:

J.J. está fazendo o trabalho de um deus. Este filme parece fantástico. Está a um ano de distância, mas já parece fantástico. Chorei nos bastidores porque vi alguém do elenco dando a melhor performance da carreira. Alguém que já esteve nestes filmes antes. Rolou uma lágrima porque era muito poderoso. Foi o maior set que já vi em minha vida. O cara não está dirigindo um filme, é como se estivesse dirigindo um pequeno país. A coisa é muito grande.“

Assustador e curioso, não? Só atiça nossa curiosidade.

Ainda não há sinopse revelada, mas o filme chegará aos cinemas em 19 de dezembro de 2019 e encerrará a atual trilogia de filmes Star Wars‘.

‘Titãs’: Imagem de bastidores revela novo visual de Columba para a segunda temporada; Confira!

A segunda temporada de ‘Titãs’ chegará em breve na Netflix e as produções estão a todo vapor!

Recentemente, Minka Kelly compartilhou uma novo foto de bastidores trazendo um visual diferente para Dawn Granger, heroína conhecida como Columba.

Confira:

New BTS of Minka Kelly (Dawn Granger/ Dove) from r/TitansTV

Foi revelado ao CinePOP durante o evento da CinemaCon que o novo ano da série estreia nos EUA no outono norte-americano, que acontece entre 23 de Setembro e 21 de Dezembro.

No Brasil, a série é exibida pela Netflix.

Chella Man e Iain Glen também foram elencados na nova temporada como Jericó e Batman respectivamente. Esai Morales será o vilão Exterminador.

Ao que tudo indica, Devastadora também irá aparecer no próximo ano.

‘Titãs’ é estrelada pro Brenton ThwaitesAnna DiopTeagan CroftRyan Potter

Crítica | 1ª temporada de ‘The Witcher’ não enfeitiça como poderia

Há dezoito anos, Peter Jackson provava para o mundo que adaptações cinematográficas poderiam muita vez se igualar aos romances originais e, por vezes, ultrapassá-los no quesito emocional e catártico: afinal, em 2001, nascia a versão audiovisual da icônica saga ‘Senhor dos Anéis’, cujos longas narrativas nunca deixaram de representar um marco na indústria do entretenimento e, para além disso, parecem nunca envelhecer (não importa quanto tempo passe).

Uma década mais tarde, os escritos de George R.R. Martin seriam traduzidos para a série Game of Thrones, que também quebrou recordes de premiações e capturou a trágica essência de Westeros para as telinhas (com exceção da apressada e desconexa oitava temporada, que serviu apenas como tapa-buracos de pífias resoluções). E é claro que não demoraria muito até que uma terceira produção cultivasse altas expectativas e pudesse vir a reclamar por seu lugar no pódio das melhores releituras de ficção fantástica – no caso, o show baseado na franquia de livros e de games The Witcher.

A história, elaborada pelo romancista polonês Andrzej Sapkowski, faz parte do segundo boom da literatura do gênero em questão e traz um expansivo e visceral mundo povoado por criaturas sobrenaturais e terrenas que constantemente entram em conflito – e que são embebidas com pertinentes críticas sociais. Qual foi a surpresa dos fãs quando Lauren Schmidt Hissrich (conhecida por seus trabalhos em The West Wing e Justice) anunciou que levaria o intrincado enredo focado em Geralt de Rivia para a Netflix – prometendo superar todas as expectativas e manter-se fiel à sua própria identidade artística e aos escritos de Sapkowski.

Entretanto, não foi exatamente isso o que aconteceu: apesar da belíssima transcrição que Hissrich e sua gigantesca equipe fizeram do mundo conhecido como Continente, o pano de fundo por vezes se desmanchou em linhas narrativas transbordantes, saturadas de personagens por vezes descartáveis ou que poderiam ter sido deixados para uma futura temporada – isso sem falar em sequências inteiras que não deveriam existir ou então que foram colocadas no lugar errado e na hora errada. Ao menos o ritmo da obra engata após as convencionais apresentações dos protagonistas (mesmo saindo de nenhum lugar a lugar nenhum e provando que o público acompanhava a uma antológica jornada tour-de-force).

Geralt (Henry Cavill) é um witcher, um caçador de monstros cuja estrutura corporal e psíquica foi modificada através de mutações propositais e que lhe deram habilidades muito maiores que um ser humano normal, aumentando sua força, sua percepção, sua bravura e sua velocidade. Entretanto, o guerreiro foi privado de uma infância normal e, por isso, não tem uma relação “amigável” com outras pessoas – que normalmente o encaram como um ser demoníaco, fruto do pecado e que não deve ser confiado. As coisas mudam quando ele cruza caminhos com outras figuras totalmente fora do padrão: a maga Yennefer de Vengerberg (Anya Chalotra) e a jovem princesa refugiada Cirilla (Freya Allan).

Por muitos anos, as fórmulas fílmicas foram criticadas por seguirem um padrão excessivamente problemático e familiar para os espectadores – levando-nos a pensar na falta de capacidade cognitiva de compreender algo diferente e original. Hissrich, dessa forma, abriu espaço para promover uma desconstrução dos engessados conceitos supracitados, abolindo inclusive o materialista conceito de “cronologia”. Afinal, até meados do terceiro capítulo, temos certeza absoluta de que os três arcos protagonistas irão se juntar mais cedo ou mais tarde em uma convergente reviravolta ou algo do tipo, amarrando as pontas soltas e caminhando para um competente season finale; porém, não é isso o que acontece: na verdade, o trio em questão se situa em linhas temporais diferentes cujas delineações brincam com as ideias de passado, presente e futuro – ou ao menos tentam fazer isso.

A verdade é que a série exala com incrível potencial e, num amador equívoco, se desenvolve numa zona de conforto que, ao mesmo tempo, busca explicar tudo o que existe no universo apresentado. Não é à toa que a sensação inicial é episódica (uma ironia cômica, se não fosse infeliz), colocando Geralt acima das outras personagens em aventuras pontuais que forçosamente se entrelaçam na “batalha final”; mais do que isso, o roteiro não sabe equilibrar a dosagem cênica dos personagens principais, por vezes se esquecendo da importante representação de Ciri, ou então nos envolvendo na poderosa e arrepiante transformação de Yennefer apenas para reinventar um cânone pré-estabelecido.

Apesar dos múltiplos erros, a produção acerta em aspectos imprescindíveis para o envolvimento da audiência: desde a perfeição dos cenários até a performance de seus atores, é inegável dizer que o show pensa com exímia cautela na atmosfera de cada uma das cenas, ainda que recorra a certas obviedades: mesmo não se comparando ao nível de construção de outras investidas contemporâneas, The Witcher faz bom uso das cartas que lhe foram dadas e diferencia os múltiplos caminhos que nossos “heróis” trilham. Ademais, Chalotra nos rouba a atenção por uma atuação narcótica e agonizante – e que detém o único sólido desenvolvimento desse primeiro ano.

Empunhando uma faca de dois gumes, é necessário também dizer que outros aspectos técnicos são teatrais demais para serem levados à sério: eventualmente, Ciri foge do ataque à sua terra natal e encontra-se nas misteriosas florestas de Brokilon, protegida pelas dríades; aqui, percebe-se que a fotografia excede a um gritante nível de saturação que é impossível crer na possibilidade daquele lugar pertencer ao Continente – pior ainda, é muito fácil observar a fragmentada união de certos elementos (que também não são ajudados por uma pedante e previsível trilha sonora).

A nova série da Netflix deve agradar aos fãs por sua fidedignidade aos livros originais e por seu tom mais dark e mais satírico em relação a outras iterações fantasiosas. Todavia, ela perde-se em tantas questões banais que transforma-se em um amontado de histórias sem coesão, polvilhadas por sequências de ação que, por mais bem coreografadas que sejam, insurgem como meras medidas paliativas.

‘Fuller House’: 5ª temporada não seria a última, diz Candace Cameron Bure

Fuller House chegou ao fim com sua 5ª e última temporada – e, segundo alguns fãs, o finale ficou um tanto quanto aberto demais. Em uma recente entrevista ao InsiderCandace Cameron Bure, que interpretou DJ Tanner na série (e na produção original), reiterou os comentários e revelou que toda a equipe esperava por mais um ano para explorar mais alguns aspetos da família.

“Bom, a ideia de todos era durar seis temporadas”, ela disse. “Digo, estou muito feliz que tivemos cinco. Eu sei que houve um pouco de decepção, apesar disso, que não tivemos uma sexta temporada, mas há outras razões em relação à emissora. Não temos acesso a esse tipo de informação, principalmente o motivo de terem feito uma temporada a menos”.

Todos os episódios de Fuller House estão disponíveis na Netflix.

Criada por Jeff Franklin, a série é um revival da popular série de comédia ‘Três é Demais‘.

A nova trama conta a história da veterinária D.J. Tanner-Fuller, sua irmã mais nova e aspirante à musicista, Stephanie e Kimmy, sua melhor amiga e mãe solteira que vivem sob o mesmo teto para criar os três filhos de D.J após ter ficado viúva.

O elenco conta com Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin, Andrea Barber, Michael Campion, Elias Harger, Soni Bringas, Dashiell Messitt e Fox Messitt.

‘Alguém Tem que Morrer’: Série da Netflix com atriz de ‘Elite’ ganha novas imagens promocionais; Confira!

A Netflix divulgou novas imagens promocionais de ‘Alguém Tem que Morrer‘, minissérie estrelada por Ester Exposito (a Carla, de ‘Elite‘) e Cecilia Suárez (‘A Casa das Flores‘).

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 16 de outubro.

Alguém Tem que Morrer foi criada pelo mexicano Manolo Caro.

A trama se passa nos anos 50 e acompanha um garoto, que precisa retornar ao México a pedido dos seus pais, que lhe apresentarão a mulher que escolheram para se tornar a sua esposa. No entanto, o jovem não retornará para casa sozinho, estando acompanhado de um bailarino misterioso, o que resultará em diversos conflitos na cidade, incitando a ira do governo local, que não vai deixar nada passar despercebido.

O elenco ainda conta com Ernesto Alterio (‘Narcos‘), Alejandro Speitzer (‘Desejo Sombrio‘), Pilar Castro (‘Julieta‘), Isaac Hernández. Mariola Fuentes (‘Abraços Partidos‘ e ‘Fale com Ela‘), Manuel Morón (‘Tudo Sobre Minha Mãe‘), Eduardo Casanova, Juan Carlos Vellido (‘As Telefonistas‘) e Carlos Cuevas (‘Merlí‘).

‘Modern Family’: Última temporada já está disponível na Netflix!

Netflix acrescentou ao seu catálogo nos últimos dias a temporada final da adorada série Modern Family.

Confira:

Nos 18 últimos episódios da temporada, Jay e Gloria estão navegando pela vida com seu filho mais novo, Joe. Além disso, chega a hora de Manny ir para a faculdade explorar o mundo em seus próprios termos. Enquanto isso, Claire e Phil perdem oficialmente seu status de “ninho vazio” quando Haley começa sua própria família e volta para a casa dos pais com seu novo marido, Dylan, e bebês gêmeos.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Steven LevitanChristopher Lloyd.

O elenco inclui Ed O’Neill, Sofía Vergara, Julie Bowen, Ty Burrell, Jesse Tyler Ferguson, Eric Stonestreet, Rico Rodriguez, Nolan Gould, Sarah Hyland e Ariel Winter.

‘Stargirl’: Episódio de estreia da 2ª temporada ganha sinopse oficial; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial de “Summer School: Chapter 1”, episódio de estreia da 2ª temporada de Stargirl.

O capítulo tem estreia marcada para o dia 10 de agosto.

Confira, junto às imagens e ao trailer:

“Com o recesso de verão chegando, Pat sugere que a família tire férias depois de ver que Courtney vem passando muito tempo focando em ser Stargirl – e não muito tempo focando nos estudos. Enquanto isso, à medida que Beth tenta se reconectar com Chuck, ela se depara com um segredo gigantesco que seus pais vinham mantido escondido dela. Enquanto isso, Yolanda continua a ser atormentada pela morte de Brainwave, e Rick secretamente rastreia Solomon Grundy após suspeitar que ele possa estar perto”.

Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

Curiosidades | ‘O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel’, aclamado filme de Peter Jackson, completa 20 anos!

2021 é um ano de celebração – tanto pelos ótimos títulos lançados no cinema quanto pelos clássicos que fazem aniversário. E um deles é o lendário e revolucionário O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel’.

Lançado há vinte anos, a primeira iteração da icônica trilogia de Peter Jackson funciona como adaptação do romance homônimo de J.R.R. Tolkien, e leva o público à fantástica e perigosa Terra-Média. A narrativa é centrada em Frodo Bolseiro (Elijah Wood), um jovem hobbit que tem a missão de levar o Um Anel, objeto de extrema cobiça pelo maligno Sauron, à Montanha da Perdição e destruí-lo de uma vez por todas.

Contando com nomes como Ian McKellenLiv TylerViggo MortensenSean AstinCate BlanchettSean BeanIan HolmChristopher LeeOrlando Bloom e vários outros, o longa foi ovacionado pela crítica especializada e pelo público, ambos considerando-o como um divisor de águas no gênero de fantasia no cenário cinematográfico. ‘A Sociedade do Anel’ conquistou 13 indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, levando quatro estatuetas para casa, e arrecadou quase US$900 milhões mundialmente.

Para celebrar seu iminente aniversário, o CinePOP preparou uma lista com várias curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • Lee, que interpretou Saruman no filme, revelou que leu a trilogia de Tolkien uma vez ao ano até falecer em 2015 – e fez isso desde a publicação do primeiro livro. Ele também é o único membro do elenco e da equipe criativa a ter conhecido Tolkien.
  • Jackson deu um dos anéis utilizados no filme a Wood e a Andy Serkis (Gollum/Smeagol) como presente quando as filmagens terminaram. Ambos acreditavam que tinham o original.

  • O doloroso encontro de Gandalf com o teto da casa de Bilbo Bolseiro não estava no roteiro. McKellen, que viveu o poderoso mago, bateu a testa acidentalmente. Jackson disse que McKellen havia feito um ótimo trabalho navegando pelo “erro” e resolveu manter a cena no corte final.
  • O elenco normalmente tinha que viajar para locações remotas através de helicópteros. Bean, que interpretou Boromir, morria de medo de voar e só o fazia quando absolutamente necessário. Quando rodavam as cenas da Sociedade cruzando as montanhas nevadas, ele passava duas horas toda manhã escalando da base da montanha ao set, já vestido como Boromir.

  • Apesar de interpretar um anão, John Rhys-Davies (Gimli) era o membro mais alto do grupo que formava a Sociedade, com 1,85m de altura.
  • Os diálogos élficos no filme não eram apenas citações do livro, mas sim construções derivadas do próprio dicionário limitado que Tolkien lançara sobre a língua. O instrutor de dialetos Andrew Jack utilizou gravações do autor lendo os romances originais para guiar os atores e as atrizes na hora da pronunciação.
  • ‘A Sociedade do Anel’ e a sequência lançada em 2002, ‘As Duas Torres’, foram rodadas simultaneamente. As gravações levaram, juntas, um tempo recorde de 274 dias através de dezesseis meses, o mesmo tempo de filmagens de ‘Apocalypse Now’, de 1979.

  • Mortensen (Aragorn), que é fluente em inglês, espanhol e dinamarquês, pediu para que o roteiro fosse revisado, a fim de que seu personagem tivesse mais falas em élfico.
  • Bloom conseguiu o papel de Legolas dois dias antes de terminar seus estudos na escola de teatro.
  • Mortensen foi elencado na produção quando já estava sendo rodada, nunca tido conhecido Jackson ou lido os livros de Tolkien. Foi seu filho Henry mortensen, com onze anos à época, que fez toda a pesquisa e que convenceu o ator a assinar o contrato para viver Aragorn.

‘Interceptor’: Suspense de ação com Elsa Pataky ganha trailer oficial; Confira!

A Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Interceptor‘, vindouro suspense de ação estrelado por Elsa Pataky (‘Velozes e Furiosos 5’).

A produção tem estreia marcada para o dia 03 de junho.

Confira:

A rígida e magoada capitã JJ Collins (Elsa Pataky) se vê encarregada de uma solitária base de interceptação de mísseis nucleares no meio do Oceano Pacífico depois que ela é injustamente expulsa de seu emprego dos sonhos no Pentágono. Quando um ataque ameaça a própria base, Collins fica cara a cara com o carismático e corrupto Alexander Kessel (Luke Bracey), um ex-oficial de inteligência militar dos EUA com a intenção de realizar um plano impensável. Com apenas alguns minutos no relógio, Collins deve utilizar seus anos de treinamento tático e experiência militar para determinar em quem ela pode confiar e impedir Kessel e seus mercenários secretos de completar sua terrível missão.

A direção fica por conta de Matthew Reilly, que também assina o roteiro, junto com Stuart Beattie (‘Colateral’).

Por sua vez, Beattie também assume a função de produtor, enquanto Chris Hemsworth (‘Resgate’), marido de Pataky, será um dos produtores executivos.

O elenco também conta com Aaron Glenane, Mayen Mehta, Rhys Muldoon, Belinda Jombwe, Marcus Johnson, Colin Friels e Zoe Carides.

‘Young Sheldon’: 6ª temporada ganha trailer OFICIAL e data de estreia; Confira!

CBS divulgou o trailer oficial da 6ª temporada de Young Sheldon.

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 29 de setembro.

Confira:

Lembrando que Emily Osment foi promovida ao elenco regular da série (via Collider).

Osment interpreta Mandy, uma mulher mais velha que entra em um relacionamento com o irmão mais velho de Sheldon, Georgie. Mandy é uma ex-meteorologista e se envolve com Georgie depois que ele mente sobre sua idade.

A produção foi criada por Chuck LorreSteven Molaro.

Nessa história, conhecemos a infância do jovem cientista Sheldon Cooper. O projeto mostra tudo aquilo que é referenciado na série original, como a avó do personagem e seu relacionamento com seus irmãos e pais.

O elenco conta com Iain Armitage, Zoe Perry, Lance Barber, Montana Jordan, Raegan Revord, Jim Parsons e Annie Potts.

No Brasil, a série é exibida pelo serviço de streaming da Globo Play.

Opinião | ‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo’ consegue ser relativamente melhor que o filme anterior

Em 2003, o grupo pop sueco ABBA era mais uma vez imortalizado através de um longa-metragem inusitado intitulado Mamma Mia!’. Unindo nomes muito conhecidos da indústria do entretenimento, desde Meryl Streep até Amanda Seyfried e algumas aparições especiais de personagens que definitivamente são relembrados até hoje, a estreia diretorial de Phyllida Lloyd nos cinemas não foi o sucesso que prometeu, ainda que tenha satisfeito boa parte do público e feito um modesto barulho quanto à bilheteria. Logo, é difícil compreender o porquê de tal filme ganhar uma sequência, visto que poderia cair nas mesmas falhas do original – ou até pior. 

Entretanto, Ol Parker, encabeçando o projeto, conseguiu fazer algo que não acontece com a frequência deveria, entregando-nos uma obra que em diversos aspectos é melhor que a predecessora, ainda que peque em alguns quesitos cruciais. O cineasta, responsável por dar vida a uma das narrativas mais surpreendentes dos últimos anos com O Exótico Hotel Marigold’, forneceu sua própria perspectiva ao desenlace e às relações dos protagonistas, brincando principalmente com a atemporalidade de modo fluido (na maior parte do tempo), demonstrando seu tato e seu carinho com coming-of-ages e tours de force – características que conversam intrinsecamente com o paradisíaco cosmos imortalizado pela banda. 

Mamma Mia! Lá Vamos Nós De Novo’ se passa cinco anos após os eventos da primeira história – e justo quando pensávamos que as coisas poderiam ficar ainda mais complexas, Sophie (Seyfried), lidando com a morte prematura da mãe, Donna (Streep), está prestes a inaugurar um hotel em homenagem à mulher de sua vida, honrando seu nome e reformando o casarão no qual viveu desde sua adolescência. Ao seu lado, está o gerente Fernando Cienfuegos (Andy Garcia) e um de seus três possíveis pais, o charmoso Sam (Pierce Brosnan), o qual passou a morar na ilha após reencontrar-se com sua amada. À medida em que tentam superar alguns obstáculos amorosos e pessoais, os personagens do tempo presente também mergulham em suas próprias visões de como Donna nunca deixou de ser si mesma e nunca parou de sonhar, não importasse o quão adversa a situação se mostrava. 

Como supracitado, Parker faz um trabalho interessante através de uma montagem anacrônica que brinca com efeitos visuais e funde duas épocas em uma só, mesmo com a falta de um ritmo estruturado no ato de abertura. Entretanto, os equívocos incômodos logo são ofuscados por uma brilhante e carismática performance de Lily James como a jovem Donna, recém-formada e pronta para conhecer o mundo, já que se sente abandonada pela mãe e não enfrenta nada que a impeça de abrir ainda mais as asas. A partir daí, conhecemos suas aventuras na França e na Grécia até finalmente encontrar o seu próprio destino ao chegar à ilha de Kalokairi – não antes, é claro, de conhecer seus três amantes e possíveis pais da filha. 

O roteiro, também assinado por Parker ao lado de Richard Curtis e Catherine Johnson, não traz uma originalidade muito clara, mas respalda-se com convicção em uma fórmula segura: uma trama de amor revestida com subtramas de superação, idolatria e experimentos catárticos que não funcionam em sua completude, mas mancham um pouco a atmosfera. Donna procura o significado de sua vida ao mesmo tempo em que Sophie, no tempo presente, faz a mesma coisa – e é emocionante ver também que as duas engravidam em condições semelhantes, separadas por décadas e unidas pelo mesmo amor que sempre compartilharam. As figuras de um passado remoto constantemente falam para Sophie sobre todas as vezes em que deixou a mãe orgulhosa, apoio que não teve por decidir viver por conta própria em um casebre caindo aos pedaços. 

Apesar da previsibilidade, os números musicais retornam com força e demonstram um talento inquestionável do extenso elenco. Até mesmo o jovem time, formado por James, Alexa Davies como Rosie e Jessica Keenan Wynn como Tanya, trazem uma química aplaudível para a cena, ainda que nunca superado pelo trio original estruturado por Streep, Julie Walters e Christine Baranksi, respectivamente. A familiaridades no semblante de cada uma das duplas é inegável e até assustadora – e é possível traçar paralelos entre seus trejeitos, mantidos após tantos anos. Cada uma contribui de seu jeito para aumentar a complexidade da narrativa, seja com cargas dramáticas (trazidas em peso pelas protagonistas), seja com a aguardada comédia que revisita de modo nostálgica as investidas predecessoras. 

O trabalho com a câmera também mantém sua estrutura coesa, sem cair nas ruínas da monotonia e acompanhando as coreografias e os números musicais, conseguindo expandir as ambiências mais enclausuradas. Porém, Parker peca um pouco no tocante à fotografia, focando demais na interação interpessoal dos protagonistas e coadjuvantes e deixando de lado a estética em si. Logo, as belíssimas e paradisíacas imagens da ilha grega mais se assemelham a investidas panfletárias ou publicitárias que qualquer coisa – não que isso tire o divertimento da obra em si, apenas retrai um pouco o seu potencial cênico. 

E não podemos nos esquecer da icônica Cher encarnando Ruby Sheridan, mãe de Donna e avó de Sophie que resolve fazer uma aparição surpresa na festa de inauguração do hotel Bella Donna no maior estilo possível. E Parker faz questão de lhe dar alguns momentos no centro dos holofotes, incluindo uma performance especial ao lado de García com Fernando e que simpatiza diretamente com o teor do longa, além de adicionar um toque especial. 

Mamma Mia! Lá Vamos Nós De Novo’ é uma ótima pedida para se assistir em família ou para alguém que procura um divertimento simples, porém satisfatório, para esse segundo semestre. E, bom, caso você não curta musicais, com certeza irá se deliciar com o elenco de ponta e com essa fofa história de amor e compaixão. 

Criador de ‘Black Mirror’ revela que adora tecnologia, mas também tem MEDO dela

Black Mirror é, sem dúvida alguma, uma das séries de mais impacto da atualidade.

Além de ter revivido o formato antológico das produções ao lado de ‘American Horror Story’, por exemplo, a produção se tornou estandarte para narrativas distópicas e pessimistas sobre o avanço da tecnologia, conquistando uma legião de fãs ao redor do mundo, ainda que sua qualidade não tenha se mantido estável com o passar dos anos.

Agora, em uma recente participação ao podcast Recode Media, o criador Charlie Brooker revelou que adora tecnologia, mas que sente uma espécie de aflição catastrófica toda vez que algo novo está em desenvolvimento.

“Eu amo tecnologia, eu amo computadores”, ele contou. “Mas sou uma pessoa naturalmente preocupada. Sou uma pessoa que ‘catastrofiza’ em um piscar de olhos. E, muitas vezes, fico preocupado quando um novo desenvolvimento ou uma nova engenhoca nos dá poder – e a responsabilidade que vem com isso. E o quão fácil é de utilizar isso da maneira errada, ou as consequências não intencionais ou as consequências obviamente derradeiras… Normalmente, nossas tecnologias nos dão uma mão e nos dão um tapa na cabeça com a outra”.

Lembrando que as seis temporadas da antologia estão disponíveis na Netflix

Crítica | 6ª temporada de ‘Black Mirror’ é uma das mais FRACAS e decepcionantes da antologia

https://youtu.be/nYUS1cOiaJQ

Espere o inesperado. Está de volta na Netflix a sombria e satírica série antológica de Charlie Brooker, que se reinventa a cada novo episódio. A sexta temporada de Black Mirror será a mais imprevisível, complexa e surpreendente de todas.

Os novos episódios são intitulados: “Joan Is Awful”“Loch Henry”“Beyond the Sea”“Mazey Day”“Demon 79”.

O elenco conta com Salma Hayek (‘Eternos’), Aaron Paul (‘Breaking Bad’), Zazie Beetz (‘Coringa’), Josh Hartnett (‘Pearl Harbor’), Michael Cera (‘Superbad – É Hoje’), Rory Culkin (‘Pânico 4’), Paapa Essiedu (‘Gangs of London’), Kate Mara (‘A Teacher’), Danny Ramirez (‘Top Gun: Maverick’), Clara Rugaard (‘I Am Mother’), Auden Thornton (‘This is Us’) e Anjana Vasan (‘Killing Eve: Dupla Obsessão’).

Diferente da temporada anterior – que foi lançada em 2019 –, o sexto ano terá mais de três episódios. Além disso, os novos episódios serão mais longos e com um orçamento mais alto, elevando-os ao potencial de pequenos filmes.

Com caráter antológico, a série adota uma visão sobre a influência das novas tecnologias na vida moderna, criticando com histórias sobre sensações tecno-paranoicas e traçando o perfil da sociedade formada pelas mídias, sociais ou não. Poderia ser resumida como uma série que apresenta críticas à sociedade atual e que alerta sobre como ela, se continuar nesse ritmo, pode piorar a cada dia.

Viaje para o Japão feudal no trailer INCRÍVEL de ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’; Confira!

Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, aguardada série histórica baseada no clássico da literatura homônimo assinado por James Clavell, ganhou um novo trailer incrível.

A produção chega ao Star+ no dia 27 de fevereiro de 2024.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.

Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.

Shōgun se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimyo astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que devem provar seu valor e lealdade .

Hiroyuki SanadaCosmo JarvisAnna Sawai estrelam.

‘Não! Não Olhe!’: TERROR de Jordan Peele já está disponível no Prime Video!

O aclamado terror de Jordan Peele (‘Nós’), ‘Não! Não Olhe!‘, já está disponível no Prime Video.

O longa-metragem estreou na plataforma de streaming hoje, 08 de julho.

A produção arrecadou mais de US$172 milhões ao redor do mundo e conquistou nada menos que 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, os residentes de uma ravina solitária do interior da Califórnia testemunham uma descoberta estranha e assustadora.

O elenco conta com Daniel Kaluuya (‘Corra!’), Steven Yeun (‘The Walking Dead’), Keke Palmer (‘Scream Queens’), Michael Wincott e Brandon Perea.

Hoyte van Hoytema (‘TENET’ e ‘Dunkirk’) entra como diretor de fotografia.

Além de dirigir, Peele é o responsável pelo roteiro da produção.

Ritual MISTERIOSO na imagem inédita da 3ª temporada de ‘Yellowjackets’; Confira!

TVLine divulgou, com exclusividade, uma imagem inédita da terceira temporada de Yellowjackets.

Confira, junto ao teaser trailer:

yellowjackets

Na CCXP24, o elenco deYellowjackets também revelou algumas informações interessantes sobre a terceira temporada da série.

Ao comentar o que os fãs podem esperar do novo ciclo, Jasmine Savoy Brown afirmou que a nova temporada será ainda mais aterrorizante, com uma dose maior de gore.

Courtney Eaton confirmou a declaração da colega, acrescentando que o novo ano de Yellowjackets será mais “sombrio e chocante”. 

No Brasil, o próximo ciclo estreará oficialmente no dia 14 de fevereiro.

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

O elenco conta com Melanie Lynskey, Tawny Cypress, Ella Purnell, Christina Ricci, Juliette Lewis, Sophie Nélisse, Jasmin Savoy Brown, Sophie Thatcher, Sammi Hanratty, Steven Krueger e Warren Kole.

‘Elle’: Série pré-sequência de ‘Legalmente Loira’ ganha previsão de estreia no Prime Video!

Prime Video revelou hoje (12) que a série ‘Elle’, prelúdio da icônica comédia romântica Legalmente Loira, já tem previsão para chegar à sua grade de programação.

A plataforma de streaming revelou que a pré-sequência será lançada no verão norte-americano de 2026, isto é, entre os meses de junho e agosto do ano que vem.

As boas novas vieram acompanhadas de uma nova imagem promocional que dá destaque a Lexi Minetree, que dá vida à versão mais nova de Elle Woods.

O elenco ainda conta com Amy Pietz, Tom Everett Scott, June Diane Raphael, Gabrielle Policano, Jacob MoskovitzChandler Kinney, Lisa Yamada, Chloe WepperDavid Burtka, Brad Harder e Kayla Maisonet.

Jason Moore, conhecido por ‘A Escolha Perfeita’, fica encarregado de dirigir os dois primeiros episódios da produção, que é uma colaboração entre os estúdios Amazon MGM e Hello Sunshine, de Reese Witherspoon (intérprete de Elle na duologia original).

A série irá acompanhar a vida de Elle Woods, interpretada por Minetree, no ensino médio, enquanto exploramos as experiências que a moldaram na jovem icônica que conhecemos e amamos no primeiro filme deLegalmente Loira.

Laura Kittrell e Caroline Dries atuam como co-showrunners e produtoras executivas. Witherspoon, Lauren Neustadter e Marc Platt também são produtores executivos da série.

‘The Brave and the Bold’: Andy Muschietti revela se ainda irá dirigir o filme do DCU

The Brave and the Bold é um dos projetos mais cabulosos do DCU, visto que segredos e boatos sobre quem estará atado ao longa-metragem ainda são motivo de debate entre os fãs.

Nos últimos meses, relatos apontaram que James Gunn, co-CEO da DC Studios, e o diretor Andy Muschietti (‘IT: A Coisa’, ‘The Flash’) estariam em conflito criativo, colocando dúvida sobre a contratação do cineasta para o filme.

Porém, o perfil @Gotham2739 postou no X uma foto ao lado de Muschietti, revelando que conheceu o realizador e que ele trouxe algumas atualizações sobre o projeto focado em Batman e Robin.

“Ele ainda está escalado para dirigir o filme”, ​​diz a postagem. “O filme não entrará em produção tão cedo, especialmente porque ‘Batman: Parte II’ começará a ser produzido no ano que vem.”

“Perguntei ao Andy se ele sabia que um roteirista foi contratado… Ele sabia que um rotieirsta foi contratado, e acho que ele sabia da história”, ele acrescentou.

Anteriormente, em entrevista ao YHM Studios, Gunn foi questionado sobre se o Cavaleiro das Trevas teria um traje azul e cinza ou olhos brancos em sua versão do DCU. E, esquivando-se da pergunta, Gunn revelou que o mais importante é uma boa história – algo que ele e seus colaboradores já têm em mãos.

“Nada disso é importante para mim”, disse Gunn. “O que importa é o personagem e a história, e acho que agora temos uma história muito, muito boa para o que está acontecendo com o Batman”.

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Oscar 2026 | ‘F1’ conquista o prêmio de Melhor Som

O longa ‘F1‘, estrelado pelo vencedor do Oscar Brad Pitt, foi um dos títulos relembrados da lista de vencedores do Oscar 2026.

O filme levou para casa o prêmio de Melhor Som, repetindo o feito do Critics Choice Awards e do BAFTA.

Lembrando que o filme está disponível na Apple TV.

Com 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma excelente nota A do público no CinemaScore.

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

‘The Vampire Diaries’ tem seus direitos adquiridos pela Globoplay e não volta para a Netflix

Os direitos da série ‘The Vampire Diaries’, removida do catálogo da Netflix em 2018, agora pertencem à Globo, segundo um anúncio da própria emissora.  Isso quer dizer que os assinantes da plataforma de streaming americana só poderão assistir à série através do Globoplay, ou da Amazon Prime Video. Confira o anúncio abaixo:

 

No entanto, o retorno da série à Netflix não é impossível, já que a plataforma tem o direito de trazer qualquer título de volta desde que um novo acordo seja feito. O mesmo aconteceu com ‘Glee’, que tem previsão de retorno ao catálogo ainda para este ano.

‘Gossip Girl’: HBO Max divulga as primeiras imagens da nova versão; Confira!

A HBO Max criou uma conta no Instagram para divulgar as primeiras imagens da série derivada de ‘Gossip Girl‘.

Apesar de não revelarem nenhum detalhe, as imagens foram o suficiente para deixar os fãs animados com a nova produção, que se passa dez anos após os eventos envolvendo o elenco original.

Confira:

 

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Here for the new class of Manhattan’s elite.

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Here for the receipts.

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Here for the scandals.

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Joshua Safran, que escreveu e produziu a série ‘Gossip Girl‘, revelou novidades sobre o reboot durante o Vulture Festival.

Segundo ele, a ideia da nova temporada é trazer maior representatividade.

“Não houve muita representação na primeira vez que o programa foi ao ar. Eu fui o único escritor gay que ficou o tempo todo lá. Quando eu fui para uma escola particular em Nova York nos anos 90, a escola não refletia necessariamente o que estava em Gossip Girl . Portanto, desta vez, os protagonistas não são brancos. Há muito conteúdo gay no reboot. Estamos lidando muito com a aparência do mundo agora, de onde vêm a riqueza e os privilégios, e como você lida com isso.”, afirmou.

Safran também confirmou que a reinicialização ocorrerá no mesmo universo que o original e os alunos participarão da famosa Constance Billard School for Girls.

“A história começa 12 anos depois do original. Então, estamos em tempo real a partir do original onde estamos no show.”, concluiu.

Kristen Bell (‘The Good Place‘) voltará a narrar a icônica voz da garota do blog na nova versão de ‘Gossip Girl‘. A primeira temporada da nova versão terá 10 episódios e irá estrear na HBO Max.

Segundo o produtor executivo Josh Schwartz, o projeto de fato será uma continuação do original, que contou com seis temporadas. Isso significa que Serena, Blair e o restante dos protagonistas do sucesso dos anos 2000 realmente existem dentro do universo dessa sequência e que não haverão novos atores interpretando uma versão contemporânea deles, conforme pontou durante a Television Critics Association.

Além disso, Schwartz falou sobre a possibilidade dos atores da série original retornarem em pequenas aparições. Segundo o criativo, o elenco da produção foi informado sobre o novo projeto, assim como todos foram convidados para reaparecer na sequência, caso se sintam à vontade com isso.

Disse:

“Não teremos novas atrizes interpretando Serena e Blair. Isso não é um remake, mas sim uma continuação desse mundo. E nós entramos em contato com todos os atores, para que eles soubessem o que estava acontecendo. E nós adoraríamos que eles se envolvessem, caso queiram. Mas nós não quisemos fazer da participação deles algo que fosse obrigatório. Eles interpretaram esses personagens por seis anos e se eles acham que isso foi o bastante, nós respeitamos isso. Mas, obviamente, seria incrível vê-los novamente na série”.

A sequência de ‘Gossip Girl‘ vai contar com 10 episódios, que vão introduzir uma nova leva de belos adolescentes estudantes de escolas particulares de Manhattan, pela mesma ótica que a produção usou em seus anos de sucesso. Só que desta vez, a série vai abordar o quanto as redes sociais – e o próprio visual de Nova York – mudaram nos últimos anos, desde o fim da narrativa original.

O produtor executivo de ‘Gossip Girl‘, Joshua Safran, vai roteirizar a continuação, além de repetir sua função como produtor.

Os criadores da série original, Josh Schwartz e Stephanie Savage, também serão produtores executivos do projeto.

A série original, que encontrou seu fim em 2012, tornou-se um fenômeno da cultura pop, além de colocar em voga diversos nomes da indústria atual – como Blake Lively, Leighton Meester, Blake Lively, Ed Westwick, Chace Crawford e Penn Badgley.

‘Walker, Texas Ranger’: Reboot com Jared Padalecki ganha pôster oficial; Confira!

A CW divulgou o 1º pôster oficial do reboot de ‘Walker, Texas Ranger‘, que será estrelado por  Jared Padalecki, astro de ‘Supernatural‘, a partir de 21 de janeiro de 2021.

Confira, junto com o teaser:

“Por muito tempo escolhi o dever ao invés da família, até que um dia isso não era uma opção“, diz Cordell Walker, enquanto o logo da série se forma na tela.

Confira:

Recentemente, The Wrap divulgou que a esposa de Jared, Genevieve, também será sua companheira na ficção.

A atriz foi confirmada ao elenco de ‘Walker, Texas Ranger‘ e dará vida à Emily, falecida esposa do protagonista Cordell Walker, vivido por Jared.

Genevieve terá um papel essencial na trama, aparecendo em cenas de flashback e servindo como uma conselheira para o marido, que tenta construir novos códigos morais enquanto lida com a criminalidade.

Para quem não se lembra, a atriz interpretou Ruby na 4ª temporada de ‘Supernatural‘, onde conheceu Jared. Após assumirem sua relação, o casal oficializou a união em 2010.

Genevieve se junta a Violet Brinson (‘Objetos Cortantes‘) e Kale Culley (‘Me, Myself & I’), que serão os filhos do casal.

Brinson dará vida a Stella Walker, a filha mais velha de Cordell e uma adolescente rabugenta que vive em altos e baixos com os próprios sentimentos.

Teimosa e inteligente, Stella ainda não perdoou o pai por estar ausente enquanto ela crescia sozinha e insiste em fazer perguntas que ele não está pronto para responder.

Culley será Arlo, irmão mais novo de Stella, um menino ansioso para ajudar o pai em suas missões. Com seu jeito engraçado e sincero, ele fará de tudo para impressionar toda a família.

Ao contrário de Stella, Arlo não suporta confusões e só quer aproveitar a companhia do pai e da família reunida.

O elenco também conta com Jeff Pierre, Cobu Bell, Mitch PileggiKeegan Allen, e Lindsey Morgan.

Além de estrelar, Padalecki também será o produtor executivo ao lado de Lindsey Liberstore e Dan Spilo.

Escrita e produzida por Anna Fricke, a série estreia na CW em 2021.

Assim como na trama original, a série acompanha Cordell Walker, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado.

Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade.

Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.

‘Walker, Texas Ranger’ foi estrelada por Chuck Norris e suas oito temporadas foram exibidas entre 1993 e 2001.

‘Motoqueiro Fantasma’: Norman Reedus ou Keanu Reeves? Fãs disputam quem deveria ser o próximo intérprete do personagem

Recentemente, Norman Reedus expressou seu desejo em interpretar o Motoqueiro Fantasma no MCU depois de se aposentar da série The Walking Dead‘.

No entanto, boa parte dos fãs já vinha fazendo campanha há anos para que Keanu Reeves fosse o novo intérprete do personagem.

Por conta disso, as redes sociais foram invadidas com diversas publicações gerando um embate entre os fãs de Reedus e Reeves.

Confira as reações:

Norman Reedus como Motoqueiro Fantasma. Façam isso acontecer.”

Keanu Reeves como Motoqueiro Fantasma. Isso é tudo.”

“Motoqueio Fantasma é um do assuntos mais comentados no Twitter. Keanu Reeves deveria interpretá-lo.” 

“Imaginem se Keanu Reeves interpretasse o motoqueiro fantasma? Seria muito louco.” 

“Se fizerem o Johnny Blaze como Motoqueiro Fantasma, eu digo pra escolherem Keanu Reeves, ele tem uma coleção inteira de motos e tem aquele olhar maldito e misterioso que Johnny teria.”

Norman Reedus tem que ser o maldito Motoqueiro Fantasma já. Já tem anos que estão falando sobre isso.”

“Que tal se não tivéssemos Norman Reedus como Motoqueiro Fantasma? Nunca!”

Norman Reedus deveria ser o próximo Motoqueiro Fantasma.”

Lembrando que o personagem foi vivido por Nicolas Cage em ‘Motoqueiro Fantasma (2007) e ‘Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança’ (2011).

Juntos, os dois filmes arrecadaram apenas US$ 361,2 milhões pelo mundo.

E aí, quem você acha que seria o melhor substituto de Cage no papel?

Sandra Bullock quer ver Daniel Radcliffe como o WOLVERINE do MCU

Nos últimos anos, o público vem fazendo um apelo para que Daniel Radcliffe (‘Harry Potter’) seja escalado como o Wolverine nos próximos filmes dos ‘X-Men‘.

O próprio ator já disse que aprecia o pedido dos fãs, mas ele não pretende dar vida ao herói baixinho e carrancudo.

No entanto, até mesmo a aclamada Sandra Bullock quer vê-lo na pele do mutante, que foi interpretado por Hugh Jackman ao longo de 17 anos, entre ‘X-Men‘ (2000) e ‘Logan‘ (2017).

Enquanto promoviam ‘Cidade Perdida‘, aventura na qual a dupla contracena, Radcliffe e Bullock discutiram a possibilidade.

“Dan, deve ter sido estranho acordar e descobrir que você foi escalado como Wolverine, brincou ela durante a entrevista para o It’s Gone Viral.

“Cara, isso tem acontecido comigo semestralmente nos últimos três anos”, respondeu Radcliffe.

“E por que você simplesmente não faz isso?”, apoiou Bullock.

Em resposta, ele disse que não foi convidado para o papel e tudo o que está circulando não passa de rumores.

“Na verdade, é porque ninguém está me convidou para isso, Sandra. É tudo especulação do Twitter.”

Por fim, Bullock bateu pé e incentivou o pessoal da Marvel a escalá-lo como o novo Wolverine.

“Pessoas da Marvel, do Wolverine, vocês podem, por favor, apenas escalá-lo? Basta fazer isso. Parem de andar na ponta dos pés e ter e evitem esse tipo de perguntas nas reuniões de imprensa. Basta escolher o homem.”

Confira:

Lembrando que ‘Cidade Perdida‘ já estreou em alguns mercados e já faturou US$ 78,8 mihões, com US$68,7 milhões somente no mercado interno (EUA e Canadá).

No Brasil, ‘Cidade Perdida estreia em 21 de abril.

Na trama, Bullock vive uma solitária escritora certa de que nada poderia ser pior do que ficar presa numa turnê de lançamento com seu modelo de capa (Tatum). Até que uma tentativa de sequestro prova a ela que a vida real pode ser muito mais perigosa, estranha e romântica do que qualquer uma de suas ficções.

Assista nossas Primeiras Impressões do filme e relembre o trailer:

O grandioso elenco também conta com Patti Harrison (‘Raya e o Último Dragão’), Da ‘Vine Joy Randolf (‘Meu Nome é Dolemite’).Daniel Radcliffe (‘Harry Potter’) e Brad Pitt, que fará uma participação especial.

A brilhante, porém reclusa autora Loretta Sage (Bullock) escreve sobre lugares exóticos em seus romances populares de aventura, cujas capas são estreladas pelo belo modelo Alan (Tatum), que tem dedicado sua vida a personificar o personagem herói, “Dash.”

Durante a turnê de promoção de seu novo livro com Alan, Loretta é raptada por um bilionário excêntrico (Daniel Radcliffe), para que ela o guie ao tesouro da cidade perdida descrita em seu livro recente.

Para provar que é possível ser um herói na vida real, não somente nas páginas de seus livros, Alan parte para resgatá-la. Forçados a viver uma aventura épica na selva, o par improvável precisa trabalhar junto para sobreviver e encontrar o antigo tesouro, antes que seja perdido para sempre.

A dupla Adam e Aaron Nee (‘Band of Robbers‘) é responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Dana Fox, de ‘Jogo de Amor em Las Vegas‘.

‘Barbie’ é o filme MAIS AGUARDADO de 2023, segundo o IMDb; Confira o TOP 10!

O IMDb divulgou a lista de filmes mis aguardados de 2023, com base na análise de títulos mais acessados no site.

De acordo com o Business Wire, as classificações anuais do portal não se baseiam em amostras estatísticas ou análises de críticos profissionais, mas a partir dos cliques de mais de 200 milhões de visitantes mensais.

Esses dados exclusivos e definitivos são derivados dos rankings de filmes do IMDbPro, que são atualizados semanalmente ao longo do ano.

Entre os filmes mais acessados, o 1º lugar ficou com ‘Barbie‘, adaptação live-action dirigida por Greta Gerwig, trazendo Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’) como personagem titular, junto com Ryan Gosling (‘Agente Oculto’) como o boneco Ken.

Em 2º lugar vem o bizarro ‘Winnie the Pooh: Bloody and Honey‘, que acompanha Pooh e Leitão como vilões famintos depois que Christopher Robin vai para a faculdade e não tem mais tempo de cuidar deles.

Quando a vida dos personagens se torna difícil, eles precisam se virar sozinhos e acabam se voltando às suas raízes animalescas. Eles não são mais bonzinhos, são um urso implacável e um porco que querem sair por aí em busca de presas.

Logo atrás vem o drama ‘Killers of the Flower Moon‘. Dirigido por Martin Scoserse e estrelado por Leonardo DiCaprio, o longa é baseado no livro homônimo de David Grann.

A trama acompanha a jornada da tribo indígena Osage, que vê vários de seus membros assassinados após a descoberta de petróleo sob o solo de sua reserva, na década de 1920. Quando os homicídios tomam proporções gigantescas, agentes do FBI se infiltram na região para expor uma grande conspiração.

Confira a lista completa:

1) ‘Barbie
2) ‘Winnie the Pooh: Blood and Honey’
3) ‘Killers of the Flower Moon
4) ‘Oppenheimer
5) ‘A Pequena Sereia
6) ‘Super Mario Bros – O Filme’
7) ‘Indiana Jones e o Chamado do Destino
8) ‘John Wick 4: Baba Yaga
9) ‘Os Mercenários 4
10) ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania

Lembrando que o elenco de ‘Barbie‘ também é formado por Kate McKinnon, ill Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Além de dirigir, Gerwig também assina o roteiro ao lado de seu parceiro, Noah Baumbach.

O longa chega aos cinemas no dia 21 de julho de 2023.

Barbie‘ é baseada na icônica boneca da Mattel, que ajudou a definir a infância das crianças por décadas. Anteriormente, a companhia estava desenvolvendo uma versão satírica da propriedade, que seria estrelada pela Amy Schumer. A versão atual, no entanto, parece acolher o tom alegre e animado da marca.

Confira o teaser:

 

 

‘Horizon’: Faroeste dirigido e estrelado por Kevin Costner será para maiores de 18 anos

De acordo com o Film Ratings (via Comic Book), a Motion Picture Association classificou o filme ‘Horizon: An American Saga’ como Rated-R, ou seja, para maiores de 18 anos.

Dirigido e estrelado por Kevin Costner, o filme contém “excessivo conteúdo de violência, nudez, sexualidade e linguagem inadeqada para menores”.

Ainda sem data de estreia, este será o primeiro de uma série de quatro filmes em uma história que se estende por 15 anos antes e depois da expansão e colonização do oeste americano através da Guerra Civil.

Além de Costner, o grandioso elenco conta com Tom PayneAbbey LeeWasé ChiefTim GuineeMichael AngaranoColin CunninghamScott HazerAngus MacfadyenDouglas Smith, Jon Beavers, Sienna MillerSam WorthingtonJamie Campbell BowerLuke WilsonThomas Haden ChurchJena MaloneAlejandro EddaTatanka MeansMichael RookerIsabelle Fuhrman.

Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

Costner também co-escreveu o roteiro ao lado de Jon Baird. A dupla já havia colaborado anteriormente no livro ‘The Explorers Guild‘, lançado em 2015.

Esse será o primeiro longa dirigido por Costner desde ‘Pacto de Justiça‘, de 2003.

A trama narrará um período multifacetado de 15 anos de expansão e colonização do oeste americano, antes e depois da Guerra Civil. Vivenciada pelos olhos de muitos, a jornada épica é repleta de perigos e intrigas, desde a constante investida de elementos naturais até as interações com os povos indígenas que viviam na terra, mostrando a determinação e, muitas vezes, crueldade daqueles que buscavam colonizá-la.

Em comunicado oficial, Toby Emmerich, presidente do grupo Warner Bros Pictures, declarou: “Estamos muito animados em trabalhar com o Kevin em seu aguardado retorno à direção com faroeste épico. A visão ambiciosa de Kevin para esta história é a perfeita cristalização de sua afinidade com o oeste americano e a sua paixão em dar vida a esse ponto de virada na história com todo o drama humano, complexidade cultural e imenso escopo que ela merece.”

Vale lembrar que o longa está sendo desenvolvido pela Warner Bros. e New Line Cinema.

2ª temporada de ‘Jurassic World: Teoria do Caos’ ganha trailer e data de estreia

O cana oficial da franquia ‘Jurassic World‘ divulgou o trailer da 2ª temporada de ‘Jurassic World: Teoria do Caos‘, animação que dá sequência a ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico‘.

A prévia também anuncia que os novos episódios estarão disponíveis na Netflix em 17 de outubro.

Confira o trailer, junto com as primeiras imagens oficiais da 2ª temporada:

Dinossauros na floresta com luz do sol ao fundo.

Personagens animados olhando para uma luz em um ambiente escuro.

A nova série é ambientada seis anos depois ‘Acampamento Jurássico‘, e os membros dos Seis de Nublar estão tendo dificuldades para se encontrar após saírem da ilha, tendo que lidar com um mundo cheio de dinossauros e pessoas que querem machucá-los. Reunidos por uma tragédia, eles irão descobrir uma nova conspiração global que ameaça os dinossauros e a própria humanidade.

Vítima de Kevin Spacey diz que ator RIA após agressões e imitava seu personagem de ‘Seven’

Durante o julgamento envolvendo as acusações de agressões sexuais contra o ator Kevin Spacey, uma das vítimas prestou depoimento em Londres, nesta segunda-feira, 3.

O denunciante, cuja identidade não foi revelada devido às leis britânicas, comparou Spacey ao personagem que o ator interpretou no filme ‘Seven: Os Sete Crimes Capitais‘, de 1995. De acordo com informações da Variety, o homem alegou ter sido vítima de 12 casos de assédio por parte de Spacey, ocorridos entre 2001 e 2013.

O denunciante afirmou que o ator ria após as agressões sexuais e o chamava de “esquisito”. Segundo ele, Spacey não demonstrava qualquer vergonha em relação às suas ações.

O homem relatou ter sido agredido pelo ator “uma dúzia de vezes” e contou um episódio em que quase sofreu um acidente de carro devido à força com que Spacey agarrou suas partes íntimas durante uma carona para uma festa nos anos 2000.

O denunciante descreveu Spacey como um “predador agressivo” e destacou que o ator parecia incomodado com sua própria orientação sexual. Ele revelou sentir-se mal ao ver o homem que o agrediu.

Quando questionado pela polícia sobre o motivo de não ter denunciado Spacey anteriormente, o denunciante citou a vergonha e o medo de represálias profissionais como fatores que o impediram. O homem afirmou que os abusos causaram nele depressão, ansiedade e estresse.

O julgamento, que começou na sexta-feira, 30, deve durar cerca de quatro semanas no Tribunal da Coroa de Southwark, em Londres. As acusações contra Spacey surgiram em meio ao movimento #MeToo, em 2017.

No ano passado, o ator foi declarado inocente de uma denúncia em Nova York, e em 2019, as acusações de outra vítima foram retiradas.

‘Top Gun 3’: Danny Ramirez fala que seria uma “Honra” retornar a franquia

Após o sucesso deTop Gun: Maverick, o ator Danny Ramirez, que estrelou o filme, falou sobre a possibilidade de retornar em uma eventual sequência, expressando que seria uma honra participar de um Top Gun 3.

Durante uma entrevista ao ComicBook, ele declarou: “Seria uma honra absoluta ser convidado de volta. Eu acho que a perspectiva de até mesmo poder retornar ao ar é a mais emocionante”, compartilhou Ramirez. “E então, eu sei que toda a equipe ficaria muito animada. Mas, quero dizer, sim, nós vimos quanto tempo levou para fazer o segundo. E a única lição que aprendemos com isso é que você precisa acertar a história”.

Ele acrescentou: “E eu acho que as pessoas no comando são absolutamente as certas também. Tipo, quero dizer, ‘Top Gun: Maverick’ foi incrível. Então não há dúvida, foi incrível. Então, estamos realmente animados com a perspectiva de possivelmente sermos convidados de volta.”

Vale lembrar que a Paramount Pictures já está desenvolvendo o terceiro filme.

Lembrando que Top Gun: Maverick se tornou um dos maiores sucessos de 2022, conquistando 96% de aprovação dos críticos e arrecadando US$ 1,493 bilhão pelo mundo.

Confira a nossa crítica de ‘Top Gun: Maverick:

A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.

Dirigido por Kosinski e com roteiro de Christopher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm e Ed Harris

‘Brilhante Victoria’: Victoria Justice expressa interesse em revival

Victoria Justice, a jovem estrela que marcou uma geração ao protagonizar o sucesso da Nickelodeon Brilhante Victoria, falou recentemente sobre a possibilidade de reprisar seu papel em um possível revival da aclamada série.

Durante uma entrevista ao ComicBook, Victoria revelou que “estaria aberta” a essa ideia.

“Eu definitivamente toparia. Há uma parte de mim que pensa: deixe algo bom ser apenas bom. Você não precisa sempre reabrir essa lata de vermes. Talvez seja melhor deixá-la como uma memória nostálgica, mas, ao mesmo tempo, poderia ser divertido, você sabe? Então eu poderia estar a bordo”, revelou.

Ela também acrescentou: “Seria muito divertido trabalhar com todos novamente. Seria uma experiência extremamente nostálgica para mim. Acho que nos divertiríamos. Você nunca sabe!”.

Questionada sobre as músicas da série, Justice mencionou: “Começaria com ‘Best Friend’s Brother.’ Eu escrevi isso a partir da minha própria experiência pessoal, então tenho uma conexão muito próxima com essa canção. Eu manteria ‘Freak the Freak Out’ e cortaria ‘Song 2 You.’ Desculpe!”.

Grupo de jovens sorrindo com fundo musical.

Brilhante Victoria’ está disponível na Netflix.

A série acompanhou Tori Vega (Justice) enquanto ela navegava pelas complexidades da Hollywood Arts, uma escola de artes cênicas de elite.

Além de Justice, o elenco também contou com Leon Thomas III (Andre), Ariana Grande (Cat), Matt Bennett (Robbie), Elizabeth Gillies (Jade), Avan Jogia (Beck) e Daniella Monet (Trina).