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BAFTA 2020: ‘1917’ é o grande vencedor do Oscar britânico; Confira a lista!

Uma semana antes da exibição do Oscar 2020, chegou a vez de conhecer os grandes vencedores do BAFTA.

Confira a lista abaixo:

Melhor Filme

1917 (VENCEDOR)
O Irlandês
Coringa
Era Uma Vez em… Hollywood
Parasita

Melhor Filme Britânico

1917 (VENCEDOR)
Bait
For Sama
Rocketman
Sorry We Missed You
Dois Papas

Melhor Estreia de um Diretor, Produtor ou Roteirista Britânico

Bait, Mark Jenkin (Diretor/Roteirista), Kate Byers, Linn Waite (Produtor) (VENCEDOR)
For SamaWaad Al-Kateab (Diretor/Produtor), Edward Watts (Diretor)
MaidenAlex Holmes (Diretor)
Only YouHarry Wootliff (Roteirista/Diretor)
RetabloÁlvaro Delgado-Aparicio (Roteirista/Diretor)

Melhor Filme Estrangeiro

The Farewell
For Sama
Dor e Glória
Parasita
(VENCEDOR)
Retrato de Uma Jovem em Chamas

Melhor Documentário

American Factory
Apollo 11
Diego Maradona
For Sama
(VENCEDOR)
The Great Hack

Melhor Animação

Frozen 2
Klaus
(VENCEDOR)
Shaun, o Carneiro: Aliens
Toy Story 4

Melhor Diretor

1917, Sam Mendes (VENCEDOR)
O Irlandês, Martin Scorsese
CoringaTodd Phillips
Era Uma Vez em… Hollywood, Quentin Tarantino
Parasita, Bong Joon-ho

Melhor Roteiro Original

Fora de Série, Susanna Fogel, Emily Halpern, Sarah Haskins, Katie Silberman
Entre Facas e SegredosRian Johnson
História de um CasamentoNoah Baumbach
Era Uma Vez em… Hollywood, Quentin Tarantino
Parasita, Han Jin Won, Bong Joon-Ho (VENCEDOR)

Melhor Roteiro Adaptado

O IrlandêsSteven Zaillian
Jojo Rabbit, Taika Waititi (VENCEDOR)
Coringa, Todd PhillipsScott Silver
Adoráveis MulheresGreta Gerwig
Dois PapasAnthony Mccarten

Melhor Atriz

Jessie BuckleyAs Loucuras de Rose
Scarlett Johansson, História de um Casamento
Saoirse Ronan, Adoráveis Mulheres
Charlize TheronO Escândalo
Renée Zellweger, Judy: Muito Além do Arco-Íris (VENCEDOR)

Melhor Ator

Leonardo DiCaprio, Era Uma Vez em… Hollywood
Adam Driver, História de um Casamento
Taron EgertonRocketman
Joaquin Phoenix, Coringa (VENCEDOR)
Jonathan Pryce, Dois Papas

Melhor Atriz Coadjuvante

Laura Dern, História de um Casamento (VENCEDOR)
Scarlett Johansson, Jojo Rabbit
Florence Pugh, Adoráveis Mulheres
Margot Robbie, O Escândalo
Margot Robbie, Era Uma Vez em… Hollywood

Melhor Ator Coadjuvante

Tom HanksUm Lindo Dia na Vizinhança
Anthony Hopkins, Dois Papas
Al Pacino, O Irlandês
Joe Pesci, O Irlandês
Brad Pitt, Era Uma Vez em… Hollywood (VENCEDOR)

Melhor Trilha Sonora

1917Thomas Newman
Jojo RabbitMichael Giacchino
Coringa, Hildur Guđnadóttir (VENCEDOR)
Adoráveis MulheresAlexandre Desplat
Star Wars: A Ascensão SkywalkerJohn Williams

Melhor Elenco

Coringa, Shayna Markowitz (VENCEDOR)
História de um Casamento, Douglas Aibel, Francine Maisler
Era Uma Vez em… HollywoodVictoria Thomas
The Personal History Of David CopperfieldSarah Crowe
Dois PapasNina Gold

Melhor Fotografia

1917, Roger Deakins (VENCEDOR)
O IrlandêsRodrigo Prieto
CoringaLawrence Sher
Le Mans ’66Phedon Papamichael
O Farol, Jarin Blaschke

Melhor Edição

O IrlandêsThelma Schoonmaker
Jojo RabbitTom Eagles
CoringaJeff Groth
Ford vs. Ferrari, Andrew Buckland, Michael Mccusker (VENCEDOR)
Era Uma Vez em… HollywoodFred Raskin

Melhor Design de Produção

1917, Dennis Gassner, Lee Sandales (VENCEDOR)
O Irlandês, Bob Shaw, Regina Graves
Jojo Rabbit, Ra Vincent, Nora Sopková
Coringa, Mark Friedberg, Kris Moran
Era Uma Vez em… Hollywood, Barbara Ling, Nancy Haigh

Melhor Figurino

O Irlandês, Christopher Peterson, Sandy Powell
Jojo Rabbit, Mayes C. Rubeo
Judy: Muito Além do Arco-Íris
, Jany Temime
Adoráveis Mulheres, Jacqueline Durran (VENCEDOR)
Era Uma Vez em… Hollywood, Arianne Phillips

Melhor Maquiagem e Cabelo

1917, Naomi Donne
O Escândalo, Vivian Baker, Kazu Hiro, Anne Morgan (VENCEDOR)
Coringa, Kay Georgiou, Nicki Ledermann
Judy: Muito Além do Arco-Íris, Jeremy Woodhead
Rocketman, Lizzie Yianni Georgiou

Melhor Som

1917, Scott Millan, Oliver Tarney, Rachael Tate, Mark Taylor, Stuart Wilson (VENCEDOR)
Coringa, Tod Maitland, Alan Robert Murray, Tom Ozanich, Dean Zupancic
Le Mans ’66, David Giammarco, Paul Massey, Steven A. Morrow, Donald Sylvester
Rocketman, Matthew Collinge, John Hayes, Mike Prestwood Smith, Danny Sheehan
Star Wars: A Ascensão Skywalker, David Acord, Andy Nelson, Christopher Scarabosio, Stuart Wilson, Matthew Wood

Melhores Efeitos Visuais

1917, Greg Butler, Guillaume Rocheron, Dominic Tuohy (VENCEDOR)
Vingadores: Ultimato, Dan Deleeuw, Dan Sudick
O Irlandês, Leandro Estebecorena, Stephane Grabli, Pablo Helman
O Rei Leão, Andrew R. Jones, Robert Legato, Elliot Newman, Adam Valdez
Star Wars: A Ascensão Skywalker, Roger Guyett, Paul Kavanagh, Neal Scanlan, Dominic Tuoh

Melhor Curta de Animação Britânico

Grandad Was A Romantic, Maryam Mohajer (VENCEDOR)
In Her Boots, Kathrin Steinbacher
The Magic Boat, Naaman Azhari, Lilia Laurel

Melhor Curta Britânico

Azaar, Myriam Raja, Nathanael Baring
Goldfish, Hector Dockrill, Harri Kamalanathan, Benedict Turnbull, Laura Dockrill
Kamali, Sasha Rainbow, Rosalind Croad
Learning To Skateboard In A Warzone (If You’re A Girl), Carol Dysinger, Elena Andreicheva (VENCEDOR)
The Trap, Lena Headey, Anthony Fitzgerald

Estrela Revelação

Awkwafina
Jack Lowden
Kaitlyn Dever
Kelvin Harrison Jr.
Micheal Ward (VENCEDOR)

‘Cursed’: Katherine Langford fala sobre sua personagem em novo vídeo LEGENDADO

A Netflix divulgou um novo vídeo dos bastidores legendado de ‘Cursed – A Lenda do Lago‘, com a atriz Katherine Langford falando sobre sua personagem e revelando detalhes sobre a trama da série.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 17 de julho.

Baseada no best-seller de Frank Miller e Tom Wheeler, Cursed – A Lenda do Lago é a história do rei Arthur contada por Nimue (Katherine Langford), uma jovem com um dom misterioso destinada a se tornar a poderosa Dama do Lago. Após a morte da mãe, Nimue encontra um parceiro inesperado no mercenário Arthur (Devon Terrell) e sai em missão para entregar uma espada ancestral a um mago chamado Merlin (Gustaf Skarsgård). Ao longo de sua história, ela acaba se tornando um símbolo de coragem e rebelião contra os terríveis Paladinos Vermelhos e o Rei Uther (Sebastian Armesto).

Cursed – A Lenda do Lago é uma história sobre amadurecimento, com temas conhecidos de nosso tempo: destruição da natureza, terror religioso, guerras sem sentido e a coragem de assumir a liderança quando tudo parece impossível.

Além de Langford, o elenco conta com Devon TerrellGustaf SkarsgardPeter MullanLily NewmarkShalom Brune-FranklinDaniel SharmanSebastian ArmestoEmily CoastesCatherine WalkerBilly Jenkins completam o elenco.

‘O Cavaleiro das Trevas’: Zack Snyder revela sonho de dirigir adaptação em live-action dos aclamados quadrinhos

Em entrevista ao canal The Nerd Queens, o diretor e realizador Zack Snyder revelou aos fãs que ainda gostaria de comandar um live-action de O Cavaleiro das Trevas, minissérie em quatro edições em quadrinhos assinado pelo lendário Frank Miller.

“Eu vi um tweet recentemente dizendo: ‘Snyder precisa parar de ler O Cavaleiro das Trevas, ele precisa ler outros quadrinhos do Batman. E eu quase tweetei de volta: ‘não há outros!’. Estou obcecado com esses quadrinhos. Eu sempre imaginei que, um dia, eu faria uma versão deles. É um sonho que tenho”.

A narrativa gira em torno de um Batman que já está aposentado há muito anos, sendo chamado de volta à ação após uma gigantesca crise em Gotham City. Grisalho e brutal, Batman enfrenta uma variedade gigantesca de ameaças, incluindo uma gangue de rua intitulada Os Mutantes e um Coringa que escapou do Sanatório de Arkham.

Vale lembrar que Snyder retorna ano que vem com o lançamento de seu corte de Liga da Justiça, que será exibido na HBO Max.

Ainda não há nenhuma confirmação se a Warner Bros. continuará investindo em outros projetos do cineasta além da versão em questão, mas, se depender dele, parece que ainda há uma longa jornada pela frente.

Durante outra entrevista para o The Nerd Queens, o cineasta foi questionado se tem planos mais ambiciosos para o Darkseid no DCEU.

Em reposta, ele disse que conversou com ator Ray Porter, intérprete do vilão, e pensaram em algumas possibilidades.

É uma pergunta justa, já me perguntaram: ‘o que acontece quando Darkseid vem para a Terra? E depois disso?’ Você sabe, isso é uma grande questão. E eu respondo: ‘ouça, a verdade é que eu escrevi e concebi um arco completo. Já sei o que acontece quando Darkseid… Bem…”, ele fez mistério. “Acho emocionante quando especulam sobre isso.”

Ele continuou:

Ray Porter e eu estávamos já conversamos sobre isso e chegamos às respostas para algumas perguntas interessantes.”

Recentemnte, Porter conversou com Geek House Show e disse que adoraria reprisar o papel, afirmando que o vilão pode desempenhar um grande papel no futuro do Universo Compartilhado da DC.

“Eu adoraria reprisar meu papel como Darkseid, acredito que ele é um personagem chave para o futuro [do DCEU]. Se fizerem novos filmes… Espero que me incluam. Eu adoraria ver uma continuação da história de Zack. Então, sim, eu realmente espero que sim. Isso seria bom. Eu não ouvi nada sobre planejarem sequências. Mas você sabe… Esperança não faz mal a ninguém.”

Lembrando que Paul Dergarabedian, analista de bilheterias da Comscore, disse ao The Observer que está convencido que a Warner Bros tem novos planos para Zack Snyder.

“Todos olham para esses grandes estúdios como entidades movidas apenas por lucros, mas quando vemos algo parecido com isso, [o Snyder Cut], não há como negar que há algo mais acontecendo nos bastidores. Não é uma opinião, é uma análise construída com base no histórico da indústria cinematográfica… Eles querem continuar trabalhando Zack Snyder, assim como a divisão cinematográfica da Warner quer manter negócios com Christopher Nolan. É uma estratégia a longo prazo, e não apenas uma forma de usá-lo para refilmagens de uma adaptação mal sucedida.”

Dergarabedian também destacou que o investimento na conclusão do projeto e no marketing não é só um boto de confiança no trabalho de Snyder, mas também é uma forma de atrair o público para assinarem a HBO Max.

“Talvez eles tenham esse plano para tornar a HBO Max mais atraente para o público, independentemente de seu desempenho financeiro. Talvez eles [os representantes da Warner Bros] estejam pensando a longo prazo, com paciência e lealdade para que Snyder possa criar algo grandioso.”

Agora só resta aguardar para saber se o sucesso do Snyder Cut irá convencer a Warner Bros em investir numa sequência, que daria a possibilidade de explorar os detalhes sobre as perguntas que permanecem em aberto no DCEU.

O que você acha da possibilidade?

Lembrando que a nova versão de ‘Liga da Justiça‘ será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.

Até lá, vale lembrar que o Snyder Cut tem estreia marcada para 2021, na HBO Max.

Confira as imagens promocionais:

Crítica | FUJA – Ótimo suspense com Sarah Paulson estreia na Netflix e vai te angustiar

Quando pensávamos que as histórias de suspense e de terror já não conseguiam trazer mais originalidade para um público ávido pelo novo, surge Fuja. O longa-metragem traz como premissa básica (e vista na incrível minissérie ‘The Act’) a Síndrome de Münchhausen, um transtorno fictício em que os indivíduos fingem ou causam a si mesmo ou a outrem doenças ou traumas psicológicos para chamar atenção ou simpatia a eles – criando sintomas com indução de toxinas, medicamentos e drogas para ganhar credibilidade por parte dos profissionais de saúde. Essa “tese”, por assim dizer, teve notoriedade ao colocar em foco a história de Dee Dee Blanchard, uma mulher que fez com que sua filha, Gypsy Rose, acreditasse que tinha as mais diversas doenças para depende unicamente dos cuidados da mãe – acabando num trágico assassinato fruto de uma vingança muito bem elaborada.

A história real foi transportada este ano para um escopo um tanto quanto mais diabólica e tensa com o longa-metragem supracitado, comandado por ninguém menos que o aclamado diretor Aneesh Chaganty. O nome pode não parecer familiar à prima vista, mas se você assistiu ao thriller ‘Buscando…’, sabe que Chaganty tem uma habilidosa mão para criar histórias envolventes a partir de panoramas clichês, por assim dizer – ora, ele até mesmo trouxe de volta a grandiosidade dos mockumentaries e dos found-footage com a obra estrelada por John Cho. Em sua segunda incursão cinematográfica, ele retorna com força inigualável, entregando apenas o que podemos entender como uma das melhores produções do ano e trazendo Sarah Paulson em uma das performances mais incríveis de sua carreira depois de ‘American Crime Story’.

Paulson dá vida a Diane Sherman, uma traumatizada mãe que dá vida a uma garota prematura chamada Chloe (Kiera Allen). Apesar da situação nada favorável, Chloe cresce e se torna uma inteligente garota – agora com dezoito anos e prestes a entrar para a faculdade. Versada em tecnologia e em robótica, ela é apaixonada pelo conhecimento, mas sofre de diversas mazelas: arritmia cardíaca, asma, hemocromatose (excesso de ferro no sangue), diabetes e paralisia – um cenário nada favorável, é claro; de qualquer forma, mãe e filha desenvolvem um laço inquebrável de empatia, amizade e amor, que transforma o pior em uma situação suportável dentro de seus limites. Entretanto, as coisas mudam quando Chloe encontra uma caixa de remédios com o nome de Diane numa sacola de compras – remédios que ela está ingerindo.

O trailer do filme entrega alguns pontos-chave da trama – algo que seria inaceitável em qualquer outra iteração. Entretanto, Chaganty, em colaboração ao seu parceiro de longa data, Sev Ohanian (com quem assina o roteiro), parece ter feito isso propositalmente, caminhando com cautela enquanto construía reviravoltas dentro de uma narrativa previsível, por assim dizer. Diane é uma mãe superprotetora que mantém a filha presa em uma jaula sem grades, não tirando os olhos de cada movimento que ela faz e até mesmo dando-lhe aulas em casa. Chloe não tem amigos, não tem contato com o mundo externo (nem mesmo as cartas ela consegue pegar em mãos, visto que a mãe sempre está lá na porta para tomar conta de tudo). Como já é de se esperar, tudo sai do controle quando uma série de eventos assombrosos colocam em xeque a confiança entre as duas mulheres e as coloca em uma luta pela sobrevivência.

A atuação impecável de Paulson não é nenhuma surpresa: ela conquistara nossos corações com suas múltiplas rendições na antologia ‘American Horror Story’, além de ter participado de produções como ‘Ratched’, ‘12 Anos de Escravidão’ e ‘Oito Mulheres e um Segredo’, sempre mostrando uma versatilidade aplaudível e um comprometimento com seus papéis que a colocaram num patamar honrável. Em Fuja, a atriz encarna uma das únicas vilãs da carreira, mergulhando em um arco de redenção e queda que entra em conflito explosivo quase o tempo todo – e motivo pelo qual transferimos nossa atenção para ela.

Entretanto, é Allen quem se destaca como a outra protagonista. A novata havia participado apenas de um curta-metragem intitulado ‘Ethan & Skye’, em 2014, fazendo sua grande estreia neste ano. Para um primeiro papel em um filme de calibre considerável, a jovem atriz entrega muito mais que o esperado e se delicia com uma complexidade apaixonante, fazendo bom uso de todas as camadas de uma personalidade que não sabe mais o que é real ou não. Chloe parece se sentir incompetente por não ter percebido que o carinho da mãe era, na verdade, uma máscara para todos os erros que ela cometera no passado; Diane havia perdido a filha prematura duas horas após o nascimento e, numa loucura extrema, roubara uma recém-nascida do berçário do hospital e induzira uma criança perfeitamente saudável a ter as mais diversas doenças, por um simples motivo: mantê-la dependente e sempre necessitada.

Como já mencionado, Chaganty abre espaço para fórmulas datadas e que premeditáveis, por assim dizer – e é isso o que ele almeja: sabemos o final dessa arrepiante história, sabemos que Chloe vai dar um jeito de escapar de uma tortura inconsciente que a transformou em um animal de estimação. Todavia, o que nos chama a atenção é a aprazível e tensa condução de cada uma das sequências – e de que forma a direção e o roteiro promovem uma metamorfose chocante de duas personagens que acreditavam ter tudo sob controle. As peças se encaixam perfeitamente e até mesmo trazem o talentoso Torin Borrowdale, de ‘Locke & Key’, para a composição da tétrica e dissonante trilha sonora.

Fuja tem os seus deslizes, mas não descarrilha em nenhum momento; pelo contrário, o thriller de suspense é uma garantia de que Aneesh e companhia não tiveram apenas sorte de principiante em sua estreia diretorial, servindo como lembrete de ficarmos de olho em um time de realizadores que ainda têm muito a nos contar.

‘Star Trek: Discovery’: Terminam as filmagens da 4ª temporada!

Através do Twitter, a co-showrunner Michelle Paradise anunciou que as gravações da 4ª temporada de Star Trek: Discovery’ chegaram ao fim.

Paradise agradeceu à equipe criativa e ao elenco, mas não confirmou qualquer dia de lançamento para os próximos episódios.

Confira:

Em uma recente entrevista ao ComicBook.com, Sonequa Martin-Green revelou alguns detalhes do próximo ciclo e o que os novos episódios aguardam para Michael Burnham, personagem que interpreta no show..

“[Burnham se tornar capitã] é uma grande coisa para mim. Ser capitã daquela franquia, ser uma capitã negra da nave, é enorme para mim, em geral, e para a própria franquia”, ela disse. “Mas digo que todos poderão ver o tipo de capitã que Michael Burnham é”.

Confira o primeiro teaser do próximo ciclo:

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Emily Coutts, David Ajala e Michelle Yeoh estrelam.

‘Sombra e Ossos’: Começam as gravações da 2ª temporada!

Netflix revelou que as gravações da 2ª temporada da elogiada e adorada série de fantasia Sombra e Ossos começaram oficialmente – mas isso não é tudo.

Além das boas novas, a gigante do streaming contratou quatro novos membros ao elenco regular: Lewis Tan, que dará vida a Tolya Yul-Bataar; Anna Leong Brophy, que será Tamar Kir-Bataar; Patrick Gibson, que irá interpretar Nikolai Lantsov; e Jack Wolfe, que dará viida a Wylan Hendriks.

A plataforma também aproveitou o momento para anunciar a promoção de três atores do ciclo original para um status regular: Danielle Galligan (Nina Zenik), Daisy Head (Genya Safin) e Calahan Skogman (Matthias).

A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo d’A Dobra das Sombras.

Eric Heisserer (A Chegada) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (Stranger Things) é o produtor-executivo.

A produção é baseada na saga de romances de Leigh Bardugo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam.

‘Interceptor’: Suspense de ação com Elsa Pataky já está disponível na Netflix!

Interceptor‘, suspense de ação estrelado por Elsa Pataky (‘Velozes e Furiosos 5’), finalmente chegou à Netflix.

A produção foi lançada no último dia 03 de junho na plataforma de streaming.

Na trama, “a rígida e magoada capitã JJ Collins (Pataky) se vê encarregada de uma solitária base de interceptação de mísseis nucleares no meio do Oceano Pacífico depois que ela é injustamente expulsa de seu emprego dos sonhos no Pentágono. Quando um ataque ameaça a própria base, Collins fica cara a cara com o carismático e corrupto Alexander Kessel (Luke Bracey), um ex-oficial de inteligência militar dos EUA com a intenção de realizar um plano impensável. Com apenas alguns minutos no relógio, Collins deve utilizar seus anos de treinamento tático e experiência militar para determinar em quem ela pode confiar e impedir Kessel e seus mercenários secretos de completar sua terrível missão”.

Relembre o trailer:

A direção fica por conta de Matthew Reilly, que também assina o roteiro, junto com Stuart Beattie (‘Colateral’).

Por sua vez, Beattie também assume a função de produtor, enquanto Chris Hemsworth (‘Resgate’), marido de Pataky, será um dos produtores executivos.

O elenco também conta com Aaron Glenane, Mayen Mehta, Rhys Muldoon, Belinda Jombwe, Marcus Johnson, Colin Friels e Zoe Carides.

‘As Nadadoras’: Novo drama biográfico da Netflix ganha trailer oficial e data de estreia!

Netflix divulgou hoje (01) o trailer oficial do drama biográfico As Nadadoras, que acompanha duas irmãs sírias refugiadas.

A produção tem estreia agendada para o dia 23 de novembro.

Confira:

O longa é dirigido por Sally El Hosaini.

Da Síria, destruída pela guerra, às Olimpíadas do Rio em 2016. Baseado em uma história real, As Nadadoras acompanha a incrível trajetória de duas jovens irmãs refugiadas, que já usaram suas habilidades na natação, e seus corações, como heroínas.

Nathalie IssaManal Issa estrelam. Ahmed MalekMatthias SchweighöferJames Krishna FloydAli SulimanKinda AlloushElmi Rashi Elmi completam o elenco.

‘Silo’: Série de distopia com Rebecca Ferguson ganha trailer OFICIAL; Assista!

A Apple TV+ divulgou o trailer completo e oficial de ‘Silo‘, série pós-apocalíptica de drama estrelada por Rebecca Ferguson (‘Duna’) e Tim Robbins (‘Um Sonho de Liberdade’).

A produção é uma adaptação da série de livros ‘Wool’, escritos por Hugh Howey.

Em um futuro distópico onde uma comunidade existe em um silo gigante com centenas de andares abaixo da terra, homens e mulheres vivem em uma sociedade cheia de regulamentações que acreditam ser destinada a protegê-los. Depois que seu xerife quebra uma regra fundamental e os residentes morrem misteriosamente, a engenheira Juliette (Rebecca Ferguson) começa a descobrir segredos chocantes sobre o silo.

Assista:

A produção contará com 10 episódios, e está prevista para estrear na Apple TV+ no dia 05 de maio.

Também estrelam Common (‘Esquadrão Suicida’), Harriet Walter (‘Ted Lasso’), Chinaza Uche (‘Dickinson’), Avi Nash (‘The Walking Dead’), David Oyelowo (‘Selma: Uma Luta Pela Igualdade’) e Rashida Jones (‘On the Rocks’).

Graham Yost (‘Justified’) é o criador e roteirista, enquanto Morten Tyldum (‘O Jogo da Imitação’) será o diretor dos episódios.

‘M3GAN’ estreia ESTA SEMANA no Telecine!

O elogiado terror M3GAN, que estreou em 2022 e conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, chega esta semana ao catálogo do Telecine.

O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming na próxima quinta-feira, 14 de setembro.

Na trama, M3GAN é uma maravilha da inteligência artificial, uma boneca realista programada para ser a melhor amiga de uma criança. Uma robótica brilhante dá a sua jovem sobrinha um protótipo M3GAN, mas a máquina logo se torna violenta”.

Relembre o trailer:

Lembrando que a sequência, intitulada ‘M3GAN 2.0‘, tem previsão de estreia para 17 de janeiro de 2025.

Foi dito que o longa vai contar com o retorno da roteirista Akela Cooper e das protagonistas Allison Williams e Violet McGraw.

No original, Williams interpreta a roboticista que cria M3GAN (Amie Donald) para sua sobrinha órfã, Cady (McGraw), na tentativa de ajudá-la a superar a morte dos pais.

Williams também será uma das produtoras da sequência, junto com Jason Blum (Blumhouse) e James Wan (Atomic Monster).

No entanto, o diretor Gerard Johnstone, ainda não teve seu retorno confirmado.

‘Walker’: 4ª temporada da série com Jared Padalecki ganha teaser e data de estreia; Confira!

A CW divulgou o primeiro teaser oficial da 4ª temporada de ‘Walker‘, série estrelada por Jared Padalecki (‘Supernatural’).

Além disso, foi revelado que o novo ciclo tem estreia marcada para o dia 03 de abril.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Anna Fricke, a série é um reboot de ‘Walker, Texas Ranger‘ (1993-2001).

A trama acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado. Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade. Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.

O elenco ainda conta com Lindsey Morgan, Violet BrinsonKale CulleyJeff Pierre, Cobu Bell, Mitch Pileggi e Keegan Allen.

Genevieve Padalecki, esposa de Jared, é sua companheira na ficção e dá vida à Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparece em importantes flashbacks.

Especial Alien | Relembrando ‘Aliens, o Resgate’, o MELHOR filme da franquia sci-fi

Quando Ridley Scott lançou o primeiro capítulo da franquia ‘Alien – O 8º Passageiro’ em 1979, jamais imaginou que o longa-metragem se tornaria um dos mais icônicos da história do cinema e construiria um legado mimetizado até os dias de hoje no gênero do sci-fi e do thriller. A história, ambientada na vastidão desconhecida do espaço, nos levou a bordo da Nostromo, uma gigantesca espaçonave que se torna palco de uma chacina causada por um alienígena mortal – o xenomorfo. Apresentando ao público uma das heroínas mais famosas e bem construídas, Ripley (Sigourney Weaver), o sucesso crítico e comercial rendeu nada menos que três sequências diretas e dois filmes derivados que permanecem vivos no imaginário popular.

Mas não estamos lidando com o primeiro filme nesse artigo – e sim da sequência direta. Em celebração ao seu recente aniversário de 35 anos, é sempre bom relembrar o motivo da obra ter alcançado um patamar parecido, senão superior à original; afinal, Aliens, o Resgate’ chegou aos cinemas em 1986 e calcou um legado inenarrável e importante que viria a influenciar praticamente todas as futuras produções do gênero. Scott, apesar de fornecer certa visão criativa, resolveu não aceitar o retorno à cadeira de direção, motivo pelo qual James Cameron foi contratado para assumir a posição. Entretanto, houve motivos pela demora em arquitetar uma continuação, uma delas sendo o descrédito que Cameron passava aos executivos na época – mesmo com o êxito de ‘O Exterminador do Futuro’ dois anos antes. Por ser um realizador relativamente novo, as pessoas tentaram desencorajá-lo a aceitar o trabalho, visto que quaisquer frutos do filme seriam atribuídos a Scott e quaisquer equívocos, a Cameron.

Na trama, Ripley é resgatada após os trágicos eventos no Nostromo, 57 anos após permanecer em sono induzido em uma câmara de criogênio. Quando acorda, descobre que enfrentar o xenomorfo era apenas o começo – e que um grupo de colonos estava habitando o mesmo lugar onde tudo aconteceu. Unindo-se a uma equipe de alto escalão e lutando contra todos os traumas, ela retorna para destruir, de uma vez por todas, a horda de perigosos alienígenas.

Assim como ocorreu em ‘Exterminador’, James provou a todos errado: ele teve capacidade de causar um impacto tão grande quanto seu predecessor, além de auxiliar na recepção menos estigmatizada da ficção científica cinematográfica por parte dos especialistas. Como supracitado, o enredo, que explicitou o combate entre humanos e criaturas desconhecidas, foi emulado à exaustão nas décadas seguintes – chegando a aparecer em títulos como ‘O Predador’, ‘Estranho Passageiro’ e ‘O Paradoxo Cloverfield’. Sequências de construção atmosférica apareceram, também, no primeiro capítulo de ‘Resident Evil’; a tétrica e densa trilha sonora de James Horner foi transmutada e reorganizada para o terror psicológico, influenciando, por exemplo, as sagas ‘Invocação do Mal’ e ‘Um Lugar Silencioso’.

O próprio conceito de herói, antes engessado na presença exagerada da masculinidade, abriu portas para mulheres fortes, independentes e que influenciariam outras heroínas e anti-heroínas empoderadas – como pontuou a romancista Mary Lee Settle, Ripley faz parte do cânone revolucionário de transformação da representatividade feminina no cenário mainstream, antecipando o realismo bélico de tantas outras personagens mais atuais. Afastando-se do “escapismo fabulesco”, nas palavras de Settle, a personagem vivida por Weaver mostrou-se complexa o suficiente para não se manter linear – e chegou a causar mais repercussão que Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger em papéis similares. Foi a partir de Aliens que a hiper-masculinização começou a perder força, ainda que a passos curtos.

Se o sci-fi era enxergado com envolturas estereotipadas, talhadas por tantos títulos anteriores – ‘Planeta dos Macacos’, ‘Superman’, ‘Star Trek’ -, Cameron cuidou para honrar o já crescente legado de Scott com ‘O 8º Passageiro’ e chocou a tradicionalista mentalidade crítica, favorável apenas aos clássicos dramas coming-of-age e tour-de-force, ao conquistar nada menos que sete indicações aos prêmios da Academia. Mesmo esnobado na categoria de Melhor Filme, Weaver foi condecorada com uma nomeação para Melhor Atriz, consequência de uma performance estonteante, memorável e bastante profunda. Eventualmente levando para casa os prêmios de Melhor Edição de Som e Melhores Efeitos Visuais, percebia-se, pouco a pouco, que o gênero em questão merecia ser levado a sério como qualquer outro.

Aliens, o Resgate’ não é apenas uma investida científica, mas sim uma amálgama de inúmeras inflexões narrativas. Percebe-se a presença do thriller psicológico na primeira metade do longa-metragem, em que cada sequência contribui para uma sensação de crescente desespero e pessimismo: sabemos o que vai acontecer, mas não conseguimos desgrudar os olhos da terra. As incursões aventurescas remontam à literariedade do space opera, mesmo que não com muita força; há o drama de Ripley em ter perdido a filha e reencontrá-la na figura de Newt (Carrie Henn), única sobrevivente do recente ataque dos xenomorfos; e, por fim, há um épico de guerra espacial que toma proporções fantásticas com o início do terceiro ato.

Funcionando como uma aula de montagem e de roteiro, as peças do longa se encaixam perfeitamente umas às outras. A fusão artística é apenas a cereja do bolo de um cuidado processo criativo, cujos frutos são colhidos até hoje – e cujo sucesso rendeu uma franquia multimídia que merece ser redescoberta e apreciada em todos os seus detalhes.

‘1923’: 2ª temporada da série derivada de ‘Yellowstone’ ganha novo trailer DUBLADO; Confira!

A Paramount+ divulgou o novo trailer dublado da 2ª temporada de ‘1923‘, série derivada de ‘Yellowstone‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 23 de fevereiro.

Helen Mirren e Harrison Ford são os protagonistas da produção.

O elenco ainda conta com Brandon Sklenar, Darren Mann, Michelle Randolph, James Badge Dale, Marley Shelton, Brian Geraghty, Sebastian Roché, Robert Patrick, Aminah Nieves, Julia Schlaepfer e Jerome Flynn.

Taylor Sheridan, criador das iterações predecessoras, retorna como showrunner.

Death By Rock and Roll | Há quatro anos, The Pretty Reckless fazia um GLORIOSO retorno ao mundo da música

The Pretty Reckless é um grupo musical que merece mais atenção do que atualmente tem. É claro que a banda de rock estadunidense tem suas conquistas e músicas de sucesso sólido, como a clássica “Make Me Wanna Die” – mas boa parte dos ouvintes que tem apreço pelo mainstream provavelmente nunca ouviram falar deles. Felizmente, 2021 se mostrou um ano bem interessante para a música, ainda mais com o glorioso e inesperado retorno da banda com o álbum Death By Rock and Roll, uma ode nostálgica e original que trouxe o melhor do hard rock aos holofotes.

Se alguém um dia me dissesse que a jovem intérprete Cindy Lou Who, de ‘O Grinch’, viria a se tornar uma poderosa e destemida vocalista de um grupo de rock, realmente seria quase impossível de acreditar. Mas Taylor Momsen, que estourou nos anos 2000 com a adaptação do icônico romance de Dr. Seuss e logo depois estrelou a adorada série adolescente ‘Gossip Girl’, evidenciou que é uma artista extremamente versátil e, desde que se reuniu com nomes como Ben Phillips e Mark Damon, vem demonstrando que sua arte é necessária e que foge dos convencionalismos que tanto encontramos no cenário contemporâneo. É claro que, entre altos e baixos, The Pretty Reckless se mostrou disposto a renovar seu arsenal de canções, apostando em melancólicas baladas ou em impactantes hinos de emancipação. Mas será que o quarto e aguardado álbum continuaria a satisfazer seus fãs?

A resposta é sim. Enquanto ‘Who You Selling For’, lançado em 2016, demonstrou um profundo amadurecimento do estilo sonoro do grupo, Death By Rock and Roll é uma ode à irreverência e ao post-grunge dos anos 1990 repaginado com características modernas, seja pela lírica, seja pelos apaixonantes solos de guitarra. A faixa titular, que abre o que podemos chamar alegadamente de obra-prima desse icônico ato musical, já havia entrado em nossa lista de melhores músicas de 2020, apenas para se renovar com beleza inenarrável em uma narrativa metalinguística sobre o que queremos deixar para o mundo e como vivemos a nossa vida. A produção quase impecável de Jonathan Wyman é brilhante do começo ao fim e, salvo algumas repetições, não há alguém que não se delicie com o que se trouxe à tona.

É de costume que a primeira track do álbum dê o tom do que podemos esperar do restante de qualquer jornada fonográfica – mas Momsen, tomando as rédeas criativas de uma ressurreição exuberante e bem-vinda, mostra que não precisa se prender a quaisquer amarras. Temos a coesão estilística que une as incursões em um universo que celebra a morte e despreza a vida, e que se infunde com críticas sociais e mensagens de libertação. Em “And So It Went”, a lead singer colabora com o guitarrista Tom Morello, de ‘Rage Against the Machine’, para um trágico enredo no qual “as crianças perderam a razão, clamando por perdão”; em “25”, o tema se repete em uma imperiosa reflexão que nutre de similaridades com “Skyfall” e outras canções da franquia ‘James Bond’, apesar frustrada incompletude de seu refrão.

Os momentos de extravagância explodem proposital e profusamente ao longo de doze belíssimas faixas – e o primeiro vislumbre dessa caprichosa inflexão dá-se em “Broomsticks”, uma espécie de interlúdio que se fecha em si mesmo, mas que, ao mesmo tempo, nos prepara para a narcótica viagem oitentista de “Witches Burn”, um dos ápices da produção que se guia pelos vocais de Taylor e que restringe a guitarra e o baixo ao atmosférico segundo plano. Na trama, a cantora vive uma mulher sem escrúpulos e que não será diminuída pelas outras pessoas e que tem um poder destrutivo cataclísmico – refletido por um abrangente e bem estruturado alcance vocal. “Turning Gold” abarca certos elementos do arabic pop para uma familiar e exultante arquitetura country-rock – que também revela um dos melhores pré-refrões já entregues pela banda através de versos que falam da inexorabilidade do tempo.

Momsen sabe muito bem quando desacelerar o ritmo – e faz isso com exímia ovação em vários momentos. “Got So High” é uma viagem (sem trocadilhos) que demonstra a inevitabilidade da ascensão e da queda de um eu lírico que quer se libertar de privações mundanas, pecando apenas pela conivente simplicidade e pela constância de suas repetições. Em “Standing at the Wall” segue uma construção similar, abrindo espaço para uma balada regada pelos ecos orquestrais do violoncelo e marcada pela melodia do violão. Mas são as duas últimas faixas que invadem nosso âmago pela força de sua lírica e pelas homenagens que fazem ao falecido Kato Khandwala. “Rock and Roll Heaven” é uma continuação direta da track de abertura que traz elementos de Jo Dee Messina e de Shania Twain a uma convergência bastante saudosista; “Harley Darling”, por sua vez, evoca as memórias de um ente querido que se foi antes da hora e que volta-se para o country com respeito admirável.

 The Pretty Reckless reencontra vida em meio à devastação a partir do momento em que encara a morte e o que existe depois dela como apenas uma continuidade de nossa breve aventura na Terra. Death By Rock and Roll é uma fulgente e enigmática obra que abre o primeiro trimestre do ano com chave de ouro e que, no final das contas, é uma joia musical aprazível e envolvente.

‘Euphoria’: Jeff Wahlberg é escalado para a 3ª temporada da série

Segundo o DeadlineJeff Wahlberg (‘The Girl From Plainville’) foi escalado em caráter recorrente para a 3ª temporada da série Euphoria, da HBO.

Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

O astro se junta aos previamente confirmados Bella Podaras, Bill Bodner, Cailyn Rice, Colleen Camp, Danielle Deadwyler, Eli Roth, Gideon Adlon, Hemky Madera, Homer Gere, Jack Topalian, Jessica Blair Herman, Kwame Patterson, Madison Thompson, Matthew Willig, Natasha Lyonne, Rebecca Pidgeon, Sam Trammell e Trisha Paytas.

‘Euphoria’: Sharon Stone revela que ajudou Eric Dane a conseguir papel

Além das novidades, a temporada marca o retorno de grande parte do elenco principal, já confirmado: Zendaya, Hunter Schafer, Eric Dane, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie, Maude Apatow, Martha Kelly, Chloe Cherry e Colman Domingo.

Também retornam outros nomes do elenco original, como: Alanna Ubach, Daeg Faerch, Dominic Fike, Melvin “Bonez” Estes, Nika King, Paula Marshall, Sophia Rose Wilson e Zak Steiner.

Dominic Fike revela que fez teste para ‘Euphoria’ de ressaca: “Cheguei ao teste totalmente acabado”

Outros recém-chegados já confirmados anteriormente incluem: Adewale Akinnuoye-Agbaje, Toby Wallace, Sharon Stone, Rosalía, Marshawn Lynch, Darrell Britt-Gibson, Kadeem Hardison, Priscilla Delgado, James Landry Hébert, Anna Van Patten e Asante Blackk.

As filmagens da nova temporada seguem em andamento em Los Angeles, um processo impulsionado por um crédito fiscal de US$ 19,4 milhões concedido pelo estado da Califórnia.

Sobre o futuro da série, o criador Sam Levinson expressou confiança: “Acredito que vocês ficarão muito satisfeitos com esta temporada e com a forma como vamos concluir o arco narrativo de cada personagem”.

‘Euphoria’: Eric Dane revela que temia que elenco se tornasse insuportável

A nova temporada de ‘Euphoria’, que contará com oito episódios, tem previsão de estreia para 2026.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma g  arota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

‘Divergente’ ganhará dois novos livros ambientados em realidade ALTERNATIVA; Saiba mais!

Quinze anos depois de ter dado vida à saga literária Divergente, a autora Veronica Roth está retornando ao universo distópico com dois novos romances.

Neste último sábado (18), Roth anunciou durante a BookCon em Nova York que escreveu uma duologia ambientada em um “universo alternato”, em que a protagonista Tris não escolheu a facção Audácia.

“Não é uma prequela, nem uma sequência, nem um spin-off, nem um ponto de vista diferente, mas sim um universo alternativo de Divergente onde Tris escolhe uma facção diferente”, explicou Roth ao USA Today. “Acho que a questão de ‘quem é Tris sem a Audácia’ é interessante”.

Embora A Sexta Facção’ (‘The Sixth Faction’, no original), com lançamento agendado para 6 de outubro nos mercados internacionais, possa ser lido como um livro independente, Roth está particularmente ansiosa para ver a reação dos fãs da franquia a essa nova perspectiva da personagem.

Enquanto na trilogia original Tris escolheu a Audácia, a facção da bravura, em A Sexta Facção’, uma tragédia acontece durante sua Cerimônia de Escolha, onde sua decisão a lança em uma rebelião clandestina. Lá, ela conhece um garoto misterioso chamado Tobias “Quatro” Eaton, o interesse amoroso de Tris nos livros originais.

“Para os fãs de longa data, estou animada para que vejam como o antigo e o novo se entrelaçam”, provocou Roth. “Você pode pensar que certas coisas não aconteceriam porque ela escolheu uma facção diferente, mas ela acaba encontrando as mesmas pessoas. Ver como isso acontece é uma parte muito divertida”.

Nos livros originais, Divergente(2011), Insurgente (2012) e Convergente (2013), Tris Prior é uma adolescente que vive em uma Chicago pós-apocalíptica, onde a sociedade está dividida em cinco facções. Ao descobrir que é uma Divergente, o que significa que não pertence a apenas uma delas, Tris precisa esconder sua condição enquanto uma guerra se aproxima.

Shailene Woodley interpretou a protagonista nas adaptações cinematográficas da Lionsgate, Divergente (2014), ‘A Série Divergente: Insurgente (2015) e A Série Divergente: Convergente (2016), com um último filme, Ascendente’, planejado mas eventualmente engavetado.

Juntos, os três filmes da franquia arrecadaram mais de US$ 743 milhões mundialmente.

‘Thor 4’: Fãs reagem à escolha de Natalie Portman como o novo Thor!

Muitos acreditavam que Natalie Portman não retornaria aos filmes da Marvel após aparecer cada vez menos na franquia ‘Thor‘, mas o anúncio de que a atriz será o novo Thor na sequência deixou a todos de boca aberta.

Depois de subir ao painel da Marvel segurando o Mjolnir na San Diego Comic Con, Natalie Portman vai retornar ao MCU não apenas como Jane Foster, mas como a deusa do Trovão.

E é claro que os fãs publicaram suas reações nas redes sociais. Confira:

“Eu vou publicar essa foto todos os dias!”

“Espera. Eu acabei de assistir a um painel onde Natalie Portman foi revelada como a versão feminina do Thor? Angelina Jolie e Salma Hayek estarão no mesmo filme do MCU? Monica Rambeau e Kate Bishop vão voltar? Tessa Thompson disse que a Valquíria está procurando por uma rainha? Meu Deus, minha cabeça está girando.”

“Resgataram Natalie Portman como Thor! isso é Incrível!”

Thor: Amor e Trovão‘ (Thor: Love and Thunder) tem estreia prevista para 5 de novembro de 2021.

O elenco conta com Chris Hemsworth, Tessa Thompson e Natalie Portman. A direção é de Taika Waititi .

Confira o logo:

Waititi foi o responsável por roteirizar e dirigir o filme anterior do personagem, ‘Thor: Ragnarok‘, que foi muito bem recebido pelos críticos e fãs e arrecadou mais de US$ 850 milhões mundialmente!

Além disso, o We Got This Covered informar que Amora, a Feiticeira, provavelmente será a principal vilã do filme.

Amora, a Feiticeira

Ainda assim, não é seguro afirmar com certeza essa possibilidade, já que o filme ainda é uma hipótese, mas as fontes do site dizem que Amora é a melhor escolha para o filme. Para quem não conhece, Amora é uma das maiores inimigas dos asgardianos, embora ela e Thor também tenham sido amantes nos quadrinhos.

‘Liga da Justiça’: Michael Shannon defende Zack Snyder; “Ele é um gênio, não sei o que deu errado”

Durante uma entrevista para o JoBlo, Michael Shannon falou sobre sua participação no DCEU como o General Zod em ‘O Homem de Aço‘ e admitiu que não entendeu o que deu errado com os filmes de Zack Snyder.

O astro elogiou o diretor e revelou que só quis participar de um filme de heróis por conta das ideias visionárias de Snyder.

“Eu adorei trabalhar com Zack [Snyder] e não entendo porque tanta gente fala mal [do trabalho dele]. Acho muito triste, porque ele passou por muitas dificuldades recentemente. Não sei o que aconteceu com toda essa coisa da DC, o que é uma pena… ‘O Homem de Aço’ foi incrível e teve a capacidade de remodelar os filmes de heróis. Eu só participei por era Zack que estava no comando, ele é um gênio. Não sei como tudo saiu dos trilhos, mas acho uma pena.”

Questionado se gostaria de retornar ao DCEU, Shannon brincou:

“Em ‘Batman vs Superman‘ eu apareço pelado e borrachudo, depois me transformo em um boneco cinza gigante. Acho que foi o bastante para mim.”

Anteriormente, Ben Affleck tocou no assunto enquanto conversava com a GQ e revelou que as coisas só começaram a ficar ruins depois que Zack Snyder foi afastado da produção de ‘Liga da Justiça‘.

“Infelizmente, a produção de ‘Liga da Justiça‘ foi marcada por uma tragédia pessoal quando a filha de Zack [Synder] faleceu. Depois disso houve uma série de barreiras, sabe? Um problema atrás do outro e isso é desanimador.”

O ex-intérprete de Bruce Wayne disse que estava empolgado para dar o seu melhor em ‘Batman vs Superman‘, e o mesmo não aconteceu em ‘Liga da Justiça‘ porque ele não se sentia motivado.

Para completar, o astro disse que essa foi a principal razão para pendurar a capa.

“Me perguntaram se eu gostaria de dirigir e estrelar um filme solo do Batman e eu até topei, mas depois de um tempo eu havia perdido o entusiasmo e a paixão por essa coisa toda… Achei que estava na hora de passar a ideia para alguém que estivesse mais compromissado. Estava claro que eu deveria seguir em frente. Mas ainda carrego ótimas lembranças, principalmente de ‘Batman vs Superman‘.”

Lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021. 

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos MaxCharlie Carver.

Dirigido por Matt Reeves, a trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

‘WandaVision’ ganha comercial de TV com cenas inéditas e novo banner; Confira!

A Disney+ divulgou um novo banner de ‘WandaVision‘ trazendo o casal protagonista em destaque, além das personagens de Teyonah Parris e Kathryn Hahn.

E, no Twitter, o perfil oficial da série divulgou um breve e animado comercial de TV com cenas inéditas, mostrando as várias versões do Visão (Paul Bettany).

Lembrando que a série estreia em 15 de janeiro.

Confira o material promocional:

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shakman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany, ParrisHahn.

‘LEGO Star Wars: Contos Aterrorizantes’: Pôster do especial de Halloween traz referências a ‘O Iluminado’; Confira!

Disney+ divulgou um divertido pôster de LEGO Star Wars: Contos Aterrorizantes, especial de Halloween da icônica franquia intergaláctica, que chega à plataforma de streaming em 01 de outubro.

Apresentando os principais vilões da saga, a imagem também traz uma referência ao clássico ‘O Iluminado‘ e a cena em que Jack Torrence arrebenta uma porta usando um machado.

Além disso, a legenda diz Venha e brinque com a gente”, frase  dita pela gêmeas Grady no suspense adaptados do romance de Stephen King.

Confira, junto com o teaser:

A produção será composta por três histórias de terror, narradas pelo servo de Darth Vader, Vaneé (Tony Hale): “The Lost Boy”, a história de como o jovem Ben Solo conhece Ren pela primeira vez; “The Dueling Monstrosities”, que imagina como seria o renascimento de Darth Maul e o General Grievous; e “The Wookiee’s Paw”, que mostra o que poderia ter acontecido se todos os maiores desejos de Luke Skywalker imediatamente se tornassem realidade.

Após os acontecimentos de A Ascensão Skywalker, Poe e BB-8 devem realizar um pouso de emergência no planeta vulcânico Mustafar, onde encontram o ganancioso e conivente Graballa, o Hutt, que comprou o castelo de Darth Vader e está reformando-o para criar o primeiro hotel de luxo da galáxia inspirado nos Sith e com tudo incluso. Enquanto esperam que o X-Wing seja consertado, Poe, BB-8, Graballa e Dean (um corajoso e determinado garoto que trabalha como mecânico de Graballa) aventuram-se nas profundezas do misterioso castelo com o servo leal de Vader, Vaneé. Ao longo do caminho, Vaneé conta três histórias assustadoras ligadas a artefatos antigos e vilões icônicos de todas as eras de Star Wars. À medida que Vaneé gira os contos e atrai nossos heróis cada vez mais para o interior do sombrio castelo, surge um plano sinistro. Com a ajuda de Dean, Poe e BB-8 terão que enfrentar seus medos, impedir a ascensão de um antigo mal e escapar para reencontrar seus amigos.

LEGO Star Wars: Contos Aterrorizantes apresenta um talentoso elenco de vozes que inclui Jake Green como Poe Dameron; Raphael Alejandro como Dean; Dana Snyder como Graballa, o Hutt; Tony Hale como Vaneé; Christian Slater como Ren; Trevor Devall como o Imperador Palpatine; Mary Elizabeth McGlynn como NI-L8; e Matt Sloan como Darth Vader.

Ken Cunningham assina a direção do especial, a partir de um roteiro escrito por David Shayne

‘Thor: Amor e Trovão’: Taika Waititi critica como Jane Foster foi negligenciada nos primeiros filmes do herói

Além de ser o interesse amoroso de Thor nos quadrinhos, Jane Foster é uma personagem bastante complexa e que ganhou ainda mais a atenção dos fãs no arco em que recebe os poderes do deus do trovão.

No entanto, a primeira adaptação do Thor‘ no MCU retratou a Jane vivida por Natalie Portman como um mero par romântico, enquanto a sequência a posicionou como a ‘donzela em perigo’.

Depois disso, ela não teve grandes desdobramentos no universo cinematográfico e acabou praticamente esquecida.

Agora que ela irá retornar como portadora do Mjolnir em ‘Thor: Amor e Trovão’, o diretor Taika Waititi criticou a forma como ela foi negligenciada nos filmes anteriores.

“Naqueles primeiros filmes, Jane não foi ganhou o reconhecimento merecido. Aquelas não eram as versão mais emocionante da personagem feminina que queremos ver”, disse ele ao Fandango. Quando Natalie saiu, eu acho que ela estava apenas querendo ter certeza de que… Eu nem sei como dizer isso, mas ela queria algo além [do que foi mostrado].”

Ele continuou:

“Eu tive que falar com ela sobre o fato de que eu queria mudar essa personagem, assim como nós mudamos o personagem de Thor em ‘Ragnarok‘. Eu disse a ela que daríamos mais liberdade, aventura e diversão, porque Natalie é uma pessoa muito engraçada, de fato. Eu acho que ‘Thor: Ragnarok‘ tornou essa franquia mais atraente para outros atores. O próprio Christian [Bale] viu isso e disse: ‘Eu quero fazer algo divertido’, ele veio até mim e disse que queria fazer parte disso. E Natalie também.”

Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão’ chega aos cinemas nacionais no dia 07 de julho.

Assista ao mais recente trailer:

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

‘Jogos Vorazes’: Jena Malone revela que foi abusada sexualmente durante as gravações do filme

Através seu perfil do Instagram, a atriz Jena Malone revelou que foi abusada sexualmente durante as gravações de ‘Jogos Vorazes: A Esperança – O Final‘, lançado em 2015.

Introduzida em ‘Jogos Vorazes: Em Chamas‘ (2013), sua personagem, Johanna Mason, é uma ex-campeã da competição e se torna um reforço para a rebelião liderada por Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) contra o organizadores dos jogos.

A estrela contou que o caso aconteceu em 2014 e só agora teve forças para compartilhar o trauma.

Infelizmente, ela não quis revelar quem foi o culpado por abusá-la, mas disse que está aprendendo a lidar com tudo o que aconteceu.

Confira:

“Alerta de gatilho. Esta foto foi tirada logo depois que terminei de gravar ‘Jogos Vorazes: A Esperança – O Final’ e tive que me despedir de todos no set. Estávamos filmando em uma bela propriedade no interior da França e pedi ao motorista que me deixasse neste campo para que eu pudesse chorar e capturar este momento. Mesmo que esse tempo em Paris tenha sido extremamente difícil para mim, estava passando por um rompimento ruim e também fui abusada sexualmente por alguém com quem trabalhei, fiquei muito grata por este projeto, pelas pessoas das quais me aproximei e por essa incrível personagem que interpretei.”

Ela continua, demonstrando apoio a pessoas que também foram violentadas:

“Uma mistura turbulenta de emoções das quais só agora estou aprendendo a lidar. Eu gostaria que não estivesse ligado a um evento tão traumático para mim, mas essa é a verdadeira selvageria da vida, eu acho. Como manter o caos com a beleza. Trabalhei muito para me curar e aprender, por meio da justiça restaurativa, como fazer as pazes com a pessoa que me violou e fazer as pazes comigo mesma. Tem sido difícil falar sobre ‘Jogos Vorazes’ e Johanna Mason sem sentir a nitidez deste momento, mas estou pronta para passar por isso e recuperar a alegria e a realização que senti. Muito amor para vocês, sobreviventes. O processo é lento e não linear. Quero dizer que estou aqui para quem precisa conversar, desabafar ou abrir espaços não comunicados dentro de si. Por favor, enviem uma mensagem privada se precisar de um espaço seguro para serem ouvidos.”

Entre os comentários, Malone disse que ainda não está pronta para entrar em detalhes sobre o caso e que está em constante processo de recuperação.

Lembrando que a franquia vai ganhar uma pré-sequência intitulada ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘, que estreia em 16 de novembro deste ano.

Uma das estrelas será Viola Davis, que dará vida à vilã chamada Dra. Volumnia Gaul, comandante da 10ª edição anual dos Jogos Vorazes.

A atriz se junta aos previamente anunciados Irene BoehmCooper DillonLuna KuseKjell BrutscheidtDimitri AboldAthena StratesDakota ShapiroGeorge Somner, Vaughan ReillyPeter Dinklage.

Boehm será Lamina, tributo do Distrito 7. Dillon dará vida a Mizzen, tributo do Distrito 4, enquanto Strates será sua mentora, Persephone Price. Kuse e Bruscheidt serão os tributos Brandy e Tanner, respectivamente, do Distrito 10. Abold será Reaper, tributo do Distrito 11. Shapiro e Reilly serão dois membros do Covey, Billy Taupe e Maude Ivory, respectivamente. Somner será Spruce, do Distrito 12.

Dinklage dará vida a Casca Highbottom, reitor da Academia e criador não-intenconal dos Jogos Vorazes. Quando os jogos foram oficialmente anunciados, Highbottom serviu como rosto público do evento, começando uma espiral que duraria anos e que culminaria em seu assassinato pelo futuro presidente Coriolanus Snow.

O restante do elenco conta com Tom Blyth, que será o jovem Coriolanus Snow, e Rachel Zegler, que será Lucy Gray Baird.

Jerome LanceAshley LiaoKnox GibsonMackenzie Lansing, Aamer HusainJason Schwartzman, Max RaphaelZoe ReneeAyomide AdegunKaitlyn AkinpelumiSofia SanchezAmélie Hoeferle completam o time.

Lance será Marcus, um tributo do Distrito 2; Liao será Clemensia Dovecote, uma das amigas mais próximas de Snow e mentora do tributo do Distrito 11; Gibson dará vida a Bobbin, um tributo do Distrito 8; Lansing será Coral, tributo do Distrito 4; Husain irá interpretar Felix Ravinstill, mentor do tributo do distrito 11; e, por fim, Schwartzman será Lucrécio “Lucky” Flickerman, apresentador dos Jogos Vorazes.

Confira o primeiro teaser:

Na trama, “anos antes de se tornar o tirânico presidente de Panem, Coriolanus Snow aos 18 anos vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird, a garota tributo do empobrecido Distrito 12”.

A história de ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ é baseada no livro prelúdio que Suzanne Collins e se passará 64 anos antes dos primeiros filmes, contando a trama dos Dias Sombrios, um período de 10 anos depois da guerra, antes de Panem atingir o seu auge.

O filme será comandado por Francis Lawrence, responsável pela direção dos últimos três capítulos  de ‘Jogos Vorazes‘. O roteiro é assinado pela própria Collins e por Michael Arndt, que trabalhou em ‘Em Chamas’.

Fique ligado para mais informações!

‘Jogos Mortais 11’: Fãs estão VIBRANDO após anúncio da sequência; Confira as reações!

Foi confirmado ontem que a Lionsgate deu sinal verde para uma nova sequência da franquia ‘Jogos Mortais‘ após o sucesso do 10º filme, que conquistou 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente.

E o novo filme já tem data de estreia, chegando aos cinemas no dia 27 de setembro de 2024.

Nas redes sociais, os fãs da icônica franquia criada por James Wan (‘Invocaçãdo do Mal’) estão vibrando com a notícia, provando que os filmes ainda têm fôlego para manter o público interessado após tantos anos.

Por enquanto, ainda não há muitos detalhes em torno da sequência, o que está deixando os fãs ainda mais ansiosos.

Confira as reações:

Confira o cartaz:

Assista nossa entrevista exclusiva com o diretor de ‘Jogos Mortais X’:

Com direção de Kevin Greutert, “Jogos Mortais X” se destaca como um dos mais perturbadores da franquia e explora o jogo de uma forma mais pessoal para Jigsaw. Ambientado entre os eventos do primeiro e segundo longa, John Kramer – doente e desesperado – viaja para o México em busca de um procedimento experimental e uma cura milagrosa para seu câncer – apenas para descobrir que toda a operação é na verdade um golpe para fraudar os mais vulneráveis. Armado com um novo propósito, o infame serial killer retorna ao seu trabalho e vira o jogo com seu jeito visceral característico e usa de armadilhas tortuosas, de mentes e engenhosas.

O longa traz de volta o ator Tobin Bell, na pele de Jigsaw, além de Steven Brand e Synnove Madody Lund no elenco principal.    

O Retorno do Cavaleiro das Trevas | A Obra de Frank Miller que Mudou o Batman

Obra de Frank Miller mudou o jogo para o personagem e para a DC Comics

Era a década de 60 e elaborar uma nova história para o Batman era muito sobre ponderar como ela poderia ser apropriada para audiências mais jovens. Devido às restrições impostas pelas regras da então Comic Code Authority sobre o teor das histórias, muitos autores das grandes editoras simplesmente optaram por entregar histórias que carregavam diversos elementos de comédia, lições de moral e um descolamento notável da realidade.

Sob o rótulo de que quadrinhos eram um passatempo exclusivamente infantil (o que até aquele período não era uma mentira pois a indústria nasceu para esse público) a vontade de dialogar por meio daquelas histórias e personagens sobre os problemas que o mundo enfrentava foi, em mais de uma ocasião, soterrada em prol de evitar problemas com o governo. A questão toda é que a geração que leu a primeira Action Comics ou a Detective Comics #27 tinha crescido e sentia que a indústria também precisava mudar.

Para os títulos focados no Batman, em específico, esse período foi uma época de desconstrução da imagem originalmente concebida por Bill Finger e Bob Kane na década de 40, que muito era identificada com as antigas histórias pulp e com os folhetins policiais. Influenciada pela série de TV estrelada por Adam West e pela censura do já mencionado órgão público, a DC Comics priorizou a escolha por histórias que focassem bastante na dupla dinâmica (pois assim seria mais fácil atrair o público jovem do que tendo uma aventura solo do Batman) e na suavização da violência tão inerente ao personagem.

Nos anos 50 e 60 a imagem do Batman era indissociável do Robin

Essa instrução editorial mudou quando Julius Schwartz se tornou editor na DC e com isso estabeleceu maior liberdade para a equipe criativa. Dessa forma novos personagens surgiram no panteão do Homem Morcego com a principal sendo a Batgirl (Barbara Gordon) na Detective Comics #359 em 1967. Junto a reformulação de Schwartz veio o escritor Dennis O’Neil, que até então era um freelancer da antiga Charlton Comics, cuja ambição era chacoalhar o mercado editorial.

Isso levaria à histórica edição Green LanternGreen Arrow Vol #5 de 1983, no qual se estabeleceu um intenso debate sobre a epidemia de drogas na sociedade quando a dupla heroica do título descobre que o ajudante do Arqueiro Verde, Ricardito, está viciado. No entanto, antes disso, O’Neil deixou outra marca na DC, essa de fato seria lembrada nos anos seguintes quando avaliado seu trabalho na empresa: o resgate do Batman.

Numa inesquecível parceria com o ilustrador Neil Adams, o trabalho de O’Neil resgatou parcialmente o clima original das histórias do Batman, voltando a priorizar sua personalidade detetivesca e a violência de inimigos como o Coringa (este também totalmente reformulado após Batman #251 de 1973). Sob sua direção novos vilões surgiriam como Ra’s al Ghul, sua filha Talia e outros antigos seriam resgatados como o já mencionado palhaço príncipe do crime e o Duas-Caras.

A fase em que O’Neil esteve à frente do personagem foi um momento de renascimento

A nova abordagem mais madura consciente de O’Neil induziu o jovem autor Frank Miller a se juntar à DC Comics em 1983. Ambos já se conheciam desde os tempos de Marvel Comics, quando Miller assumiu as revistas do Demolidor em 1979 e O’Neil era editor da empresa. A abordagem sombria conferida pelo autor para as histórias do vigilante de Hell’s Kitchen atraíram a atenção do editor, e do público também. Seu primeiro trabalho de fato para a DC foi a minissérie de seis edições Ronin entre 1983 e 1984.

Seu conceito na indústria apenas cresceria no decorrer da década de 80, principalmente no ano de 1986. O autor recebe uma proposta do DC Comics para compor uma minissérie em quatro edições para o Batman que estivesse fora da continuidade vigente do personagem até então, ou seja uma trama em um universo paralelo. Depois de reescrever o roteiro pelo menos quatro vezes, Miller chegou a uma trama central.

A história se passaria alguns anos no futuro, onde o Batman já está idoso e aposentado mas muito longe de estar em paz consigo mesmo. O segundo Robin (Jason Todd) havia morrido, o primeiro (Dick Grayson) cortou laços com ele, Gordon estava em vias de se aposentar e a situação social de Gotham deteriorava mais e mais a cada dia, ao passo que as maiores ameaças não eram mais seus antigos inimigos excêntricos mas uma nova gangue intitulada Mutantes, estes dotados de uma selvageria inimaginável.

Bruce Wayne pode ter perdido todos os seus aliados mas não irá perder Gotham

O quadrinista também queria conferir um papel especial para a mídia ao longo do desenvolvimento da trama. Em uma nota escrita por ele em 2006 e publicada na edição definitiva da obra, ele traz um pouco sobre a mídia como ferramenta narrativa. “O Cavaleiro das Trevas é, obviamente, uma história do Batman. Em grande parte, procurei usar a escalada da criminalidade ao meu redor para retratar um mundo que precisava de um gênio obsessivo, hercúleo e razoavelmente maníaco para pôr as coisas em ordem…Eu não guardei meu veneno mais poderoso para o Coringa ou Duas-Caras, mas para as insípidas e apelativas figuras da mídia que cobriam de forma tão pobre os conflitos daquela época.”

O tom satírico é, realmente, essencial para se entender a construção do mundo presente na minissérie. Constantemente ocorrem cortes na narrativa focada em Bruce Wayne para mostrar as opiniões proferidas por jornalistas, psiquiatras e até o então presidente Ronald Reagan. O autor faz jus ao mencionado “veneno” e “cobertura pobre” mencionados na nota e sempre faz questão de representar as figuras que aparecem na televisão como propositalmente mau intencionadas ou totalmente ignorantes à pauta a qual elas estão noticiando.

A violência social, também mencionada por ele na nota, é outro elemento presente como ferramenta narrativa. Majoritariamente praticada pela já mencionada gangue Mutante para mostrar que o ambiente de Gotham havia se degradado a um ponto sem volta, utilizada pelo próprio Batman como um recurso necessário para lidar com esse novo inimigo e pelo Coringa para chamar a atenção de seu nêmesis uma última vez. Curiosamente o Superman, que aqui atua como um agente do governo mandado para matar o Batman, é o único dos grandes personagens a evitar o apelo à violência e quando o faz ele se mantém controlado.

A violência explícita marca o último embate entre o cavaleiro das trevas e o palhaço

Ao final do seu período de publicação, O Retorno do Cavaleiro das Trevas havia enterrado de vez no passado quaisquer regras de que o Batman era um personagem que deveria viver a par do que acontecia no mundo. As velhas regras sobre suavizar com comédia ou da necessidade de ter o Robin em todas as histórias foram descartadas. O Coringa não era mais um palhaço comediante com planos leves, o Superman não era mais o escoteiro da verdade e justiça e o Batman não era mais Adam West.

A recepção positiva da Grafic Novel foi imediata e diretamente responsável por uma nova onda estilística na indústria dos quadrinhos. Seu tom de história violento e com bases fincadas em assuntos reais levaria à explosão de quadrinhos exagerados nos anos 90 (principalmente aquelas feitas pelo Rob Liefeld), que de toda forma tentaram em vão copiar a mesma mensagem passada pelas obras de Miller ou Moore anos antes.

O Retorno do Cavaleiro das Trevas ainda teve duas sequências. Uma lançada em 2001 se passando algum tempo após o fim da história original e outra em 2015, dando sequência ao segundo capítulo. Mesmo tendo a participação do autor, ambas as continuações tiveram ou uma recepção mista (2015) ou foram completamente repelidas por público e crítica (2001).

Majoritariamente a fonte das reprovações giram em torno das decisões criativas de Miller em seguir “forçando” continuações de uma história que já tinha início, meio e fim; além, principalmente, dos traços do autor (que também atua como ilustrador das histórias) cuja estética é facilmente incompreensível e até grotesca. Mesmo assim, o personagem Batman nunca mais foi o mesmo após a minissérie de 1986; nem ele, nem a indústria e, correndo em paralelo mas não diretamente relacionado com os quadrinhos, o mundo.

 

‘Percy Jackson e os Olimpianos’ ganha teaser INÉDITO e data de lançamento; Confira!

O Disney+ divulgou o primeiro teaser da aguardada série Percy Jackson e os Olimpianos‘, que adapta a aclamada série de livros criados por Rick Riordan.

Além disso, foi revelado que a produção estreia oficialmente no dia 20 de dezembro, com dois episódios no lançamento e os subsequentes sendo exibidos semanalmente.

Confira o teaser:


Anteriormente, em uma publicação no Threads, o criador dos livros, Rick Riordan, revelou que o primeiro trailer da série ainda pode demorar a ser lançado, especialmente devido às greves em Hollywood.

“Nenhuma novidade em um trailer oficial. Isso provavelmente ainda está um pouco distante. Enquanto isso, com certeza ajudaria se os estúdios voltassem à mesa de negociações e resolvessem essas greves!”, disse Riordan em sua postagem.

Ele também comentou que está revendo os efeitos visuais da série, que estão avançando sem serem afetados pelas greves em andamento.

“Estou revendo efeitos visuais da série, porque felizmente esse aspecto do nosso trabalho de pós-produção não é afetado pelas greves em andamento. Apenas alguns clipes terminados até agora, mas parecem fantásticos. Nossos três principais atores em ação… com todos os retoques finais… perfeito.”

No ano passado, o nosso editor-chefe Renato Marafon participou da DisneyD23 e teve a oportunidade de entrevistar os astros da adaptação.

No vídeo, Walker Scobell, Leah Jeffries e Aryan Simhadri falam sobre seus personagens, quais são seus livros preferidos da saga, quais Deuses queriam ter como pais e muito mais.

Assista:

O elenco ainda conta com Virginia Kull (Sally Jackson), Glynn Turman (Chiron), Jason Mantzoukas (Sr. D), Megan Mullally (Alecto), Timm Sharp (Gabe Ugliano), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue), Charlie Bushnell (Luke Castellan), Olivea Morton (Nancy Bobofit) e Timothy Omundson (Hades).

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, Percy Jackson e o Ladrão de Raios’, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

‘Guerra Civil’: Filme com Wagner Moura sobe para 92% de aprovação no Rotten Tomatoes

‘Guerra Civil’, o novo filme da A24 estrelado por Wagner Moura e Kirsten Dunst, registrou um aumento significativo na nota no Rotten Tomatoes e agora possui uma quase perfeita taxa de aprovação.

Inicialmente, o filme estreou com 88% de aprovação, com base em 25 críticas. No entanto, atualmente, após o acréscimo de mais críticas, o filme alcançou uma taxa de aprovação de 92%, baseada em 62 análises.

Os críticos em geral elogiaram o filme, descrevendo-o como uma representação impactante e perturbadora de um conflito fictício nos Estados Unidos.

Confira alguns trechos das avaliações:

“Blockbusters inteligentes, envolventes e desafiadores não surgem com tanta frequência, embora o ano passado tenha sido relativamente rico nesse aspecto, com filmes como Duna: Parte Dois e Oppenheimer. Guerra Civil também deveria fazer parte dessa conversa”, disse Lindsey Bahr da Associated Press.

“Como experiência puramente sensorial, está entre os filmes mais impactantes do ano. É uma pena que seja relativamente ineficaz como comentário político”, disse Matt Oakes da Silver Screen Riot.

“Ao trazer a iconografia da guerra para a América, Garland torna impossível desviar o olhar”, disse Chelsea Steiner da The Mary Sue.

“Garland mantém uma certa distância de seus temas, mais entusiasmado com os temas do que com as ideias que os ligam às situações e aos personagens que os interpretam”, disse Jacob Oller da Paste Magazine.

“Embora eu goste muito de “Guerra Civil”, é a relutância do filme em escolher um lado que me incomoda neste filme bem feito, mas talvez isso deva ser deixado para vocês decidirem o que acham dele”, disse Julian Lytle da RIOTUS.

“Independentemente de “Guerra Civil” se perder ou não no que está tentando transmitir em um nível mais significativo e político, ele compensa em exibição cinematográfica”, disse Aaron Neuwirth da We Live Entertainment.

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Guerra Civil‘ (Civil War) estreia nos cinemas brasileiros em 18 de abril.

Dirigido por Alex Garland, conhecido também por ‘Ex_Machina’, o filme se passa em um futuro próximo nos Estados Unidos, onde a corrida à Casa Branca coloca em risco o futuro de todos.

O elenco ainda conta com Cailee Spaeny, Stephen McKinley Henderson e Nick Offerman.

Cameron Diaz descarta retorno às comédias românticas

Cameron Diaz falou sobre seu retorno às telonas após dez anos afastada da atuação, deixando claro que seu futuro nos cinemas não incluirá comédias românticas.

Em entrevista à Empire, Diaz comentou sobre seus próximos passos na carreira. “Eu não sei como vejo isso. É difícil dizer. Se eu disser, então vira uma coisa. Eu me reservo o direito de dizer não para um filme novamente, e também me reservo o direito de dizer sim, se eu decidir fazer. Não estou definindo nada. Estou apenas aberta ao que fizer sentido para mim e minha família em qualquer momento”.

Ela concluiu: “Nada de comédias românticas, só comédias de mãe”.

Quando questionada sobre o que a motivou a voltar a atuar, a resposta foi clara: Jamie Foxx.

“Eu pensei que, se fosse voltar a fazer um filme, a única pessoa com quem eu voltaria a trabalhar seria este cara. Sério. Eu tive outras oportunidades ao longo do caminho e sempre dizia: ‘Não. Não vou fazer isso, já te falei… O quê? O Jamie perguntou? Jamie? Ah, eu posso fazer um filme com o Jamie!'”, revelou.

A admiração entre os dois é mútua. Jamie Foxx também compartilhou seus sentimentos: “Me sinto sortudo e abençoado por ter podido trabalhar com a Cameron. Quando as pessoas estão falando sobre o retorno da Cameron, fico feliz por ter tido alguma participação nisso”.

O filme ‘De Volta à Ação’, da Netflix, marca o retorno de Diaz aos filmes e tem estreia marcada para 17 de janeiro de 2025.

Anos depois de abandonarem a vida na CIA para constituir família, dois ex-espiões são arrastados de volta ao mundo da espionagem quando seus disfarces são descobertos.

Confira:

O longa também conta com Andrew Scott (‘Fleabag’), Jamie Demetriou (‘Cruella’) e Rylan Jackson (‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes’).

Este é o primeiro trabalho de Cameron Diaz desde 2014, quando se aposentou. A atriz expressou empolgação ao anunciar que estaria de volta para atuar novamente.

De Volta à Ação‘ é dirigido por Seth Gordon com roteiro de Brendan O’Brien e, por enquanto, não foram divulgados detalhes do enredo e nem previsão de estreia.

Comédia com Idris Elba e John Cena no Prime Video conquista 50% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

A comédia de açãoChefes de Estado, estrelada por Idris Elba e John Cena, teve uma recepção morna no Rotten Tomatoes, alcançando 50% de aprovação da crítica, com base em 10 avaliações.

Os críticos se dividiram: enquanto alguns elogiaram o filme por ser divertido e contar com ótimas cenas de ação, outros o consideraram bobo e repetitivo — mais do mesmo dentro do gênero.

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“Cena e Elba se conheceram quando atuaram juntos em Esquadrão Suicida e se deram tão bem que quiseram trabalhar juntos novamente, procurando o roteiro certo para mostrar a química entre eles. Infelizmente, acabaram com ‘Chefes de Estado'”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Você nunca viu John Cena como presidente dos Estados Unidos e Idris Elba como primeiro-ministro britânico, mas ao final, pode acabar sentindo que já viu tudo isso antes”, disse Caryn James do The Hollywood Reporter.

“Desde o começo, ‘Chefes de Estado’ sabe exatamente o tipo de filme que quer ser e mergulha de cabeça em toda a bobagem e tolice de um jeito que soa mais cativante do que preguiçoso”, disse Nate Richard do Collider.

“‘Chefes de Estado’ nunca complica as coisas e mergulha de cabeça no território da comédia escrachada. Não é um filme perfeito, mas, dado o estado atual do mundo, essa realidade é até preferível à que estamos vivendo”, disse Andrew Parker do The Gate.

“‘Chefes de Estado’ funciona melhor como uma grande e divertida comédia de ação, absurdamente exagerada e com um elenco afiado, que sabe exatamente o quão ridícula é, e se aproveita disso”, disse Danielle Solzman do Solzy at the Movies.

“Não apenas entrega cenas de ação satisfatórias com uma piscadela brincalhona frequente, como também carrega uma sutil e afiada crítica política, dando à diversão uma profundidade surpreendentemente impactante”, disse Douglas Davidson do Elements of Madness.

A produção será lançada em 02 de julho na Prime Video.

Na trama, o primeiro-ministro do Reino Unido, Sam Clarke (Elba), e o presidente dos EUA, Will Derringer (Cena), têm uma rivalidade pública que coloca em risco o “relacionamento especial” de seus países. Mas quando eles se tornam alvos de um adversário estrangeiro poderoso e implacável, que se mostra à altura das forças de segurança dos dois líderes, eles são forçados, a contragosto, a contar com as duas únicas pessoas em quem podem confiar: um no outro. Aliados à agente do MI6 Noel Bisset (Priyanka Chopra Jonas), eles precisam fugir e encontrar uma maneira de trabalhar juntos por tempo suficiente para impedir uma conspiração global que ameaça todo o mundo.

O longa de ação conta com um elenco de peso, que ainda inclui Priyanka Chopra Jonas, Carla Gugino, Jack Quaid, Stephen Root, Sarah Niles, Richard Coyle e Paddy Considine.

Chefes de Estado‘ é dirigido por Ilya Naishuller, a partir de um roteiro escrito por Josh Appelbaum, André Nemec e Harrison Query. A história foi criada por Harrison Query.

O longa é produzido por Peter Safran e John Rickard, além de ter produção executiva de Marcus Viscidi, Josh Appelbaum, André Nemec, John Cena e Idris Elba.

Estrelas de ‘Heated Rivalry’ falam sobre sexualidade: “Faz parte da natureza da celebridade”

Os atores Hudson Williams e Connor Storrie, protagonistas da aguardada série de romance LGBTQIA+ Heated Rivalry, participaram de uma entrevista franca ao Deadline.

Ao serem questionados sobre suas orientações sexuais, Hudson Williams reconheceu que o interesse faz parte do estrelato, mas defendeu o direito à reserva pessoal: “Claro, isso faz parte da natureza da celebridade”.

A dupla também abordou sobre as acusações de pink money (lucro sobre a causa LGBTQIA+) e o limite entre a vida pessoal e a profissional.

“Acho que nunca houve dúvida para mim de que, se eu entrasse para os olhos do público, iria querer um certo nível de privacidade. Mas, claro, concordo: queremos pessoas queer contando histórias queer”, destacou Williams

‘Heated Rivalry’: Série de romance LGBTQ+ é RENOVADA para a 2ª temporada

Williams também comentou sobre sua relação de proximidade com o colega de elenco:

“Eu e o Connor somos melhores amigos e adoramos expressar isso fisicamente. As pessoas acabam inferindo coisas, e você precisa deixar isso de lado. Nunca vou parar de demonstrar fisicamente o amor que tenho pelo Connor. Várias coisas podem ser verdade ao mesmo tempo”, ressaltou.

O ator ainda destacou o desejo de ver mais produções LGBT, estreladas por pessoas queer: “Queremos pessoas queer contando histórias queer. Existe também o fato de que você não pode perguntar isso numa sala de audição. Mas acho que o que o Jacob disse resume tudo muito bem: é preciso avaliar o quanto as pessoas estão entusiasmadas com a história”.

‘Heated Rivalry’: Criador revela química entre Hudson Williams e Connor Storrie desde o início

Sobre as críticas de que a indústria às vezes foca apenas no lucro com o público LGBTQIA+, Williams enfatizou que seu envolvimento no projeto foi puramente artístico:

“Eles poderiam ter me pago 10 dólares e só me alimentado, que eu ainda assim faria essa história. Eu realmente achei que não ganharia nada com isso, simplesmente amei tanto a história que quis fazer parte dela. E o Connor, tenho certeza, sente o mesmo. Então, acho que isso é a única coisa que dá para avaliar”, concluiu Williams .

Connor Storrie reforçou a importância de manter um distanciamento saudável entre o ator e o personagem, focando no impacto cultural da obra:

“Totalmente. Há muita energia vindo em nossa direção com o crescimento da série e, para mim, pelo menos, é importante ter um certo distanciamento do personagem. Tudo o que posso dizer é que amo o Ilya, amo a comunidade da qual essa história faz parte e para a qual ela é feita”, afirmou Storrie.

O ator reforçou a importância de uma história queer: “Acho isso muito mais interessante e valioso do que contar apenas mais uma história comum e heterossexual”.

Storrie finalizou reiterando sua posição sobre sua vida íntima:

“Com quem eu saio, com quem eu durmo, isso ou aquilo — vou manter isso para mim. Ainda assim, acho tudo isso extremamente importante e, além disso, simplesmente muito legal”, concluiu.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Hudson Williams e Connor Storrie estrelam a produção.

O elenco ainda conta com François Arnaud, Robbie GK, Sophie Nélisse, Ksenia Daniela Kharlamova, Dylan Walsh e Christina Chang.

Baseada no livro homônimo de Rachel Reid, a produção se tornou o maior lançamento da história do serviço de streaming canadense.

Na trama, dois astros de Hockey guardam um segredo: longe da rivalidade no gelo, eles são amantes secretos que, a princípio, escondem do mundo seu relacionamento confuso e complicado.

‘Terrifier’: Franquia sofre processo MILIONÁRIO por direitos de Art, o Palhaço; Entenda o caso!

A franquia de terror Terrifier se tornou um verdadeiro fenômeno de bilheteria, mas agora enfrenta uma batalha gigante nos tribunais dos Estados Unidos.

Conforme o NME, a produtora Ruthless Studios abriu um processo na Califórnia contra o criador da saga, Damien Leone, e suas empresas parceiras, acusando-os de violação de direitos autorais, infração de marca registrada, concorrência desleal e de lucrar indevidamente com o vilão Art, o Palhaço.

Na ação, a Ruthless busca indenizações financeiras e exige que a Justiça declare oficialmente que os direitos de Terrifier 2’ eTerrifier 3’ pertencem a ela. Caso vença a disputa, a empresa passará a controlar não apenas os lucros dos filmes já lançados, mas também as futuras sequências no cinema, jogos de videogame, produtos licenciados e eventos baseados na marca.

Curiosamente, o processo foca apenas nas continuações e não mexe com os direitos do primeiro longa de 2016.

Toda essa confusão começou no início da carreira do diretor Damien Leone. Segundo os documentos do processo, o cineasta vendeu os direitos dos primeiros curtas-metragens do palhaço assassino para a Ruthless por apenas 5 mil dólares. A produtora argumenta que esse acordo inicial garantia a ela o direito exclusivo de produzir qualquer continuação, remake ou derivado baseado naquele universo.

A empresa também destaca que financiou e produziu o filme antológico All Hallows’ Eve, lançado em 2013, sendo a grande responsável por investir anos de trabalho e dinheiro para transformar o personagem em um ícone do terror moderno. Como prova de que o diretor estava ciente do sucesso iminente do vilão, a companhia anexou ao processo um e-mail antigo no qual Leone escreveu que Art, o Palhaço estava ficando grande no cenário do terror.

A acusação central da Ruthless sustenta que Damien Leone recebeu permissão apenas para produzir o primeiro longa solo como um projeto único e isolado. No entanto, assim que a marca estourou, o diretor teria ignorado a parceria, criando novas produtoras e fechando acordos milionários de licenciamento e merchandising para as sequênciasTerrifier 2’ eTerrifier 3’ por conta própria.

A produtora afirma ter sido completamente excluída e passada para trás, alegando que as continuações são claramente derivadas do material original que ela comprou no passado, já que compartilham o mesmo personagem, visual e temas narrativos.

Terrifier’ está disponível no Prime Vídeo.

Top 10 | Os filmes mais POLÊMICOS sobre religião

Mesmo sendo um dos temas mais polêmicos, pessoais e delicados de todos os tempos, a religião sempre foi um assunto presente e recorrente dentro do cinema. Desde servir de referência moral e social para histórias até trazer discussões dogmáticas e culturais em tramas fortes e pesadas. Muitas dessas produções chegaram a ser proibidos em alguns países que tinham como base política as religiões empreendidas; já outras fitas fizeram muito barulho e foram capazes de gerar debates que mudaram a história de algumas nações, mostrando assim o poder da sétima arte.

Isso acontece desde a criação do cinema, quando os filmes eram usados como forma de expressão política, até os dias de hoje quando surgem como uma representação da fala do autor. Mesmo em épocas de ditadura militar, falar sobre religião sempre se fez necessário para reflexão. Pois, querendo ou não, o culto está sempre ligado ao curso da história e de como o mundo e a sociedade construída ao longo das eras. No cinema todos os gêneros possuem um desses títulos marcantes que, direta ou indiretamente, dialogaram com suas gerações.

Recentemente, tivemos a estreia do polêmico Benedetta, dirigido pelo sempre controverso Paul Verhoeven, o cineasta que sempre que lança um novo filme, seja em qualquer gênero, tem algo interessante a dizer. Benedetta não é diferente, é um retrato provocativo, sensual e brutal das entranhas da igreja católica. Que expõe a hipocrisia e repressão presente em muitos líderes da vertente. Então, pegando carona no lançamento de mais uma obra contestadora de Verhoeven, separamos aqui uma lista com dez grandes filmes que falaram sobre religião a sua maneira. Bora lá!

10 – Jesus Cristo Superstar (1973) – Apple+ (on demand)

Tomando como fonte de inspiração a ópera-rock homônima que fez um imenso sucesso na Broadway, ao retratar alguns dos detalhes não descritos na Bíblia sobre a relação de Jesus com Judas, apresentados numa ótica peculiar, o hoje mega cultuado Jesus Cristo Superstar incomodou vários cristãos por não mostrar a ressurreição de Cristo e trazer um olhar afetuoso do discípulo que traiu o messias por trinta moedas de prata. Isso sem falar da relação entre Jesus e Maria Madalena, que chegou a mexer até com o Papa Paulo VI, que chamou o longa de “um filme torpe e erótico”.

09 – Habemus Papam (2011) – Apple+ (on demand)

Já pensou um padre ser eleito o novo papa e imediatamente recusar a missão de guiar seus milhares de fiéis? Pouco mais de um ano antes do controverso papa alemão Bento XVI renunciar ao cargo, o cardeal Melville (Michel Piccoli) sofreu com o mesmo dilema numa comédia sensacional realizada pelo gênio Nanni Moretti. Aparecendo quase como uma espécie de profecia, o filme inicia logo de cara com uma mesa de cardeais apavorados. O longa italiano, berço do catolicismo mundial, humaniza o líder supremo da Igreja Católica e os demais membros do Vaticano, desde mostra-los praticando esportes a fazer sessões terapêuticas. É simplesmente maravilhoso!

08 – Stigmata (1999) – Amazon Prime

Stigmata é um filme ruim? Sim, mas também chocou vários católicos que se atreveram a assisti-lo. O filme traz uma mulher ateia que passa a sentir no corpo as chagas de Cristo, com isso acontecendo após ela comprar um rosário que pertenceu a um padre que investigou fenômenos sobrenaturais numa cidade fictícia do Brasil. No catolicismo, os estigmas são as marcas que aparecem em fiéis nos mesmos lugares das cinco chagas de Cristo: nas duas mãos, nos pés e no tórax. O filme de terror estrelado por Patricia Arquette representa o fenômeno que teria sido recebido por São Francisco de Assis e Santa Rita de Cássia, porém, despois, descobrimos que tais marcas na verdade nada tem a ver com Cristo, mas sim com o outro lado da moeda, o diabo!

07 – Noé (2014) – Netflix

Depois de se meter no meio de um dilúvio de controvérsias, o filme Noé, do também polêmico diretor Darren Aronofsky, conhecido por obras como Réquiem para um Sonho e Cisne Negro, foi alvo de acusações de religiosos e sofreu proibição em países árabes. Obrigando o astro Russell Crowe a defendê-lo até diante do Papa Francisco. Russell Crowe aceitou o papel pela ousadia do projeto, que se trata de uma releitura pessoal, lançada primeiro numa história em quadrinhos do próprio Aronofsky. Digamos que Noé é uma versão Transformers do Velho Testamento.

06 – Dogma (1999) – YouTube (on demand)

O nerd cineasta Kevin Smith resolveu, no auge da sua carreira, fazer uma comédia cristã e colocar a cantora Alanis Morissette no papel de Deus, algo que rendeu a ele diversos protestos e até mesmo algumas ameaças de morte. O longa traz Ben Affleck e Matt Damon como dois anjos expulsos do céu e exilados nos EUA. Pra eles voltarem ao paraíso, terão que passar pela porta de uma igreja e ter os seus pecados perdoados. Acontece que, se eles fizerem isso sem antes completar outras missões, trarão o desequilíbrio da raça humana. O filme é muito divertido, mas também bastante irônico, ficando marcado pela estátua de Jesus is cool.

05 – O Código Da Vinci (2006) – Netflix

Após o seu lançamento recheado de polêmicas, até mesmo no livro que deu origem, em O Código Da Vinci vemos um assassinato acontecer dentro do Louvre e após isso algumas pistas das obras de Da Vinci levam à descoberta de um mistério religioso protegido por uma sociedade secreta há 2 mil anos. Algo tão sério que poderia abalar os alicerces do cristianismo. A polêmica se deu quando Dan Brown, autor do livro, questionou a divindade de Jesus Cristo e seu suposto romance com Maria Madalena; além de indagar grandes organizações católicas, como o Opus Dei e a sociedade secreta Priorado de Sião. O longa não é lá grande coisa, mas deu muito o que falar.

04 – A Vida de Brian (1979) – Netflix

A Vida de Brian narra a história de um homem que quando menos espera é considerado um santo, mas não passa de um ser humano comum. A pretensão do filme não é recontar a história de Jesus às avessas, mas sim criticar a chuva de falsos profetas e charlatões que usam a religião para pastorar suas ovelhas. Num debate de TV, John Cleese, ator do filme, discutiu com representantes religiosos sobre a blasfêmia que seu novo longa trazia. Cleese questionou sobre a fé dos mesmos quando levantou a ideia de que se um filme abala a fé de alguém é porque tem alguma coisa errada com a fé dessa pessoa. Uma das obras mais importantes da história do cinema a respeito de religião.

03 – A Última Tentação de Cristo (1988) – YouTube (on demand)

Sobre aquilo que falamos, onde a religião se faz presente na vida das pessoas, Martin Scorsese é um desses cineastas que foi criado num ambiente de devoção à fé católica, onde todos os seus filmes trazem esse tema como plano de fundo. No entanto ele sempre quis realizar um filme sobre Jesus Cristo, até que em 1988 ele fez isso e irritou muita gente. O longa foi baseado no romance homônimo de Níkos Kazantzákis, que mostra o que acontece quando Jesus de Nazaré (interpretado por Willem Dafoe!) imagina como sua vida terrena de homem comum, não carregando assim o peso de um sacrifício que salvará a humanidade. Jesus é mostrado como alguém que tem muitas dúvidas, medos, angústias e momentos de depressão. O messias, aliás, se casa com Maria Madalena e tem muitos filhos. Por sinal, o mestre Scorsese não hesitou em filmar uma cena de sexo entre Cristo e sua esposa. Uma obra realmente pesada que até hoje muita gente tem receio de conferir.

02 – O Exorcista (1973) – Apple+ (on demand)

Misturando terror com religião, O Exorcista também é um dos filmes mais amaldiçoados de todos os tempos. O primeiro personagem morto no filme faleceu uma semana após o término das gravações. Além dele, o irmão mais novo de um dos atores morreu; a esposa de um cameraman perdeu o bebê; um funcionário do estúdio foi assassinado. Enfim, aconteceram vários casos surreais. Na trama vemos uma menina de 12 anos apresentando comportamentos estranhos, como falar com uma voz gutural, urinar em público e virar o pescoço. Depois da mãe levar a garota para vários psicólogos, a única esperança que a mulher tinha era a de um padre em crise com a própria fé. Ou seja, este é um filme daqueles inesquecíveis, de gelar a espinha.

01 – A Paixão de Cristo (2004) – Star+

O ator Mel Gibson mostrou em A Paixão de Cristo o seu trabalho mais controverso e brutal como cineasta, tendo como proposta a ideia de abordar as últimas 12 horas de Cristo antes da sua crucificação. Baseado nos Evangelhos da Bíblia, na Tanakh e nas visões de uma freira do século XVIII, o filme tem como idioma principal o aramaico, o latim e o hebraico. E, antes mesmo de ser lançado, o longa penou para encontrar uma distribuidora, isso porque muitos executivos consideravam a produção antissemita por supostamente culpar, de forma exacerbada, os judeus pela morte de Cristo, especialmente por conta da maneira que foi retratado o sumo sacerdote Caifás. O tema foi amplamente debatido por jornais, com Gibson sendo pego dizendo que queria matar um jornalista do The New York Times, após o veículo publicar uma matéria contra A Paixão de Cristo. O ator dizia: “Eu quero os intestinos dele num espeto. Eu quero matar esse cachorro“. Pesado, assim como o filme.

‘Quarteto Fantástico’: Rumores indicam que Tom Ellis e Maddie Hasson farão parte do elenco

Segundo o DeuxMoi, insider especializado em fofocas de celebridades, e que já acertou algumas vezes, a Marvel Studios já começou a testar atores para ‘Quarteto Fantástico‘, e alguns deles devem surpreender o público.

Maddie Hasson e Tom Ellis estão concorrendo aos papéis de Sue Storm e Reed Richards, respectivamente. Daveed Diggs também fez um teste. Michael Provost é o favorito para Johnny Storm, e Jason Biggs testou para Ben Grimm”, comentou DeuxMoi.

Lembrando que Ellis é mais conhecido por interpretar ‘Lucifer‘ na série homônima da Netflix, enquanto Hasson estrelou ‘Maligno’.

Recentemente, ‘Quarteto Fantástico‘ contratou a dupla de roteiristas Jeff Kaplan e Ian Springer para escrever o longa da família de heróis.

O curioso é que nenhum dos dois escritores têm experiência com grandes projetos do cinema, a não ser com comédias românticas como ‘Bert and Arnie’s Guide to Friendship‘ (2013) e ‘The Last of the Great Romantics‘ (2014).

Kaplan e Springer se junta ao cineasta Matt Shakman, diretor que já havia se consagrado em ‘WandaVision‘ e que agora comandará o longa inédito. O diretor também estará envolvido no processo de escrita do roteiro.

Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão de Josh Trank em 2015, que foi massacrada pelo público e pela crítica. 

Por enquanto, ainda não há nenhuma outra informação sobre a vindoura adaptação.

O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).

O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente. O novo filme do ‘Quarteto Fantástico‘ chega aos cinemas em 8 de novembro de 2024.

Xingu

(Xingu)

 

Elenco:

Caio Blat, Maria Flor, Felipe Camargo, João Miguel.

Direção: Cao Hamburger

Gênero: Drama

Duração: — min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia:

6 de Abril de 2012

Sinopse:Xingu‘ conta a saga dos irmãos Villas Boas, idealizadores da reserva do Parque do Xingu, primeira terra indígena homologada pelo governo federal, em 1961, que completou 50 anos em 2011. Uma parte esquecida e dramática da nossa história que permanece atual e urgente.

Curiosidades:

» Dirigido por Cao Hamburger (‘O Ano em que meus Pais saíram de Férias’). O filme foi roteirizado por Hamburger e Elena Soares, e conta com a participação de cerca de 250 índios.