Com o lançamento de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ programado para 2025, a Marvel já está preparando o público para a chegada do Hulk Vermelho, grande antagonista do filme.
Antes da estreia do personagem no UCM, o Hulk Vermelho terá uma série solo nas histórias em quadrinhos.
Com roteiro de Benjamin Percy e ilustração de Geoff Shaw, que já trabalharam lado a lado em uma HQ do Wolverine, a série inédita, chamada ‘Red Hulk’, será um derivado da saga ‘One World Under Doom’.
Na trama, o Hulk Vermelho será um prisioneiro do temível Doutor Destino na Latvéria. A Marvel já revelou a capa da primeira edição da série de HQs.
red hulk
A HQ servirá como uma estratégia para aumentar a popularidade do personagem e despertar ainda mais o interesse do público antes do lançamento de ‘Capitão América 4’.
No longa, Sam Wilson, o novo Capitão América, entrará em conflito com o gigante vermelho.
Lembrando que ‘Capitão America: Admirável Mundo Novo‘ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.
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Segundo o WorldOfReel, as extensas refilmagens do longa jogaram o orçamento para US$ 350 milhões a US$ 375 milhões.
Oficialmente, o filme mais caro da Marvel foi ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (2015) com US$ 365 milhões.
O trailer de Capitão América – Admirável Mundo Novo tem a mesma vibe de O Soldado Invernal, é mais pé no chão. O presidente dos EUA pede pro Sam Wilson montar um novo Os Vingadores. Ele pergunta: “E o que vai acontecer quando a gente discordar?”. pic.twitter.com/fM9nDTdteH
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
Jenna Coleman (‘O Paraíso e a Serpente’) eOliver Jackson-Cohen (‘O Homem Invisível’) vão estrelar ‘Wilderness‘, uma nova série do Prime Video.
Segundo o Deadline, a série é escrita por Marnie Dickens e baseada no romance de BE Jones. O show acompanha Liv (Coleman) e Will (Jackson-Cohen), um casal britânico que parecem ter uma relação perfeita.
Quando Liv descobre que Will está tendo um caso, ele propõe uma viagem pelos épicos Parques Nacionais da América para dar um novo começo ao relacionamento deles, mas ela só pensa em se vingar.
Yong Kim (‘Lovesong’) assina a direção e produção dos episódios. Elizabeth Kilgarriff e Dickens também estão na produção. As filmagens começam nos próximos dias, com gravações nos EUA, Canadá e Reino Unido.
Sem nenhuma dúvida, a comédia-romântica que mais agradou e surpreendeu o público em 2009 foi “A Proposta”, dos estúdios Walt Disney. Depois de assistir e me decepcionar com “Idas e Vindas do Amor” (Warner) e “Plano B” (Sony), este ano, achava que 2010 teria grandes chances de acabar sem uma boa produção do gênero, que sempre me declarei fã. Grande engano.
“Amor à Distância” (Going the Distance) conta a história de Erin (Drew Barrymore), uma jornalista que passa uma temporada trabalhando num jornal de Nova York e que se apaixona pela franqueza perspicaz e o humor desengonçado do recém-solteiro Garrett (Justin Long). O encontro deles acontece num bar no dia que Garrett termina seu atual namoro. Eles passam a noite juntos, depois de alguns copos de cerveja, conversas e jogos dentro do bar.
Sem eles perceberem, a química rapidamente se tornou um delicioso amor de verão. Depois de algumas semanas juntos, Erin acaba tendo que voltar para sua casa em São Francisco, quando o tempo de seu trabalho acaba. Garrett, que mora e trabalha em Nova York, descobre que o relacionamento de ambos não tem sentido de acabar, assim eles resolvem começar um relacionamento, mesmo que a distância.
O grande problema acaba sendo o fato de ambos morarem em cidades opostas do país, mas eles tenta resolver o problema da distancia com muitas mensagens de texto, recados sensuais e telefonemas até altas madrugadas, mesmo com toda a gozação dos fieis amigos de Garrett, Box (Jason Sudeikis) e Dan (Charlie Day), e do pessimismo da família de Erin, que tem uma irmã (Christina Applegate) casada e superprotetora, que não concorda com esse tipo de amor.
Com um tema atual e uma história simples, sem precisar mostrar apelar para uma comédia nojenta com vômitos e outras coisas, o grande destaque do filme é a excelente trilha sonora, que conta com canções clássicas como a do filme “Top Gun: Ases Indomáveis” (1986), entre outros sucessos, que já embalaram muitos casais românticos da ficção e com certeza da vida real também.
Outro destaque é a química do casal principal. A atriz Drew Barrymore é veterana em filmes do gênero, sendo a queridinha do público depois de estrear filmes como “Ele Não Está Tão a Fim de Você”, “Nunca Fui Beijada” e “Como se Fosse a Primeira Vez”, além dos filmes de ação “As Panteras” e “As Panteras Detonando”. Já o ator Justin Long, pode não ser tão conhecido como Drew, mas ele já trabalhou em filmes de sucesso como “Herbie: Meu Fusca Turbinado” e “Duro de Matar 4.0”, além de ser a voz do Alvin, o esquilo simpático e bagunceiro da franquia “Alvin e os Esquilos”. Ambos formam um casal tão bonito, que é impossível que o público não se envolva e torça para o final feliz do casal, que acaba tendo vários problemas durante o relacionamento.
Com direção de Nanette Burstein (diretora de documentários vencedora do Oscar) e roteiro de Geoff LaTulippe, “Amor à Distância” (Going the Distance) chega aos cinemas com uma história simples de um amor que terá que enfrentar a distancia para dar certo. A história simples, as piadas na medida certa, a lindíssima e envolvente trilha sonora e o carisma e a química dos protagonistas são os ingredientes que conseguem conquistar o público fazendo com que ele se envolva totalmente com o filme.
Segundo o Yahoo!, a Paramount Pictures pausou a produção de ‘Missão: Impossível 5‘ em Londres. O final do filme foi considerado insatisfatório pelo estúdio, que dará mais tempo para o diretorChristopher McQuarrie reescrever o terceiro ato do roteiro.
Um roteirista amigo do diretor, cuja identidade permanece um mistério, vai ajudá-lo a reescrever o final. Seu trabalho não será pago e nem creditado no filme.
É raro e caro para um filme de grande orçamento parar sua produção no meio, especialmente com a estreia acontecendo em cinco meses. Enquanto uma fonte afirma que McQuarrie “brigou” para chegar a um final que iria funcionar, uma fonte de dentro da Paramount revelou que a ação não é preocupante como parece.
“Chris [McQuarrie], Tom [Cruise] e uma terceira pessoa precisam de mais tempo para transformar o roteiro bom em algo mais perfeito”, afirmou a fonte.
Recentemente, a Paramount sofreu com graves problemas no terceiro ato de ‘Guerra Mundial Z‘, estrelado por Brad Pitt e dirigido por Marc Forster. Todo o final foi reescrito e refilmado, ocasionando no adiamento da produção diversas vezes. Por fim, o resultado foi positivo.
‘Missão: Impossível 5‘ teve sua estreia antecipada em cinco meses. A Paramount Pictures do Brasil anunciou que o longa estreia nos cinemas nacionais dia 13 de agosto de 2015. Nos EUA, o lançamento acontece duas semanas antes – em 31 de Julho. Inicialmente, a previsão é que o filme fosse lançado no Natal de 2015.
Will Staples, que tem no currículo apenas o roteiro dos jogos de videogame ‘Call of Duty: Modern Warfare 3‘ e ‘Need for Speed: Rivals’, ficou responsável pelo novo roteiro, originalmente escrito por Drew Pearce (‘Homem de Ferro 3’).
‘Missão: Impossível – Protocolo Fantasma‘, lançado em 2011, atingiu a marca quase US$ 700 milhões em todo o mundo e se tornou a produção de maior arrecadação de Tom Cruise. Os quatro filmes da série já somam mais de US$ 2 bilhões em bilheteria, tornando-se uma das franquias de maior sucesso da história do cinema
O diretorChristopher Nolan já definiu seu próximo projeto após ‘Interestelar‘, e será uma história baseada em fatos e centrada durante a Segunda Guerra Mundial.
A história será focada na Operação Dínamo e na Batalha de Dunkirk. Na notável operação militar da Segunda Guerra Mundial, quase trezentos e quarenta mil soldados aliados foram evacuados sob intenso bombardeio, entre 26 de maio e 4 de junho, da cidade francesa de Dunquerque até a cidade inglesa de Dover. Um desastre decorrente da invasão da França pela forças nazistas em 10 de Maio de 1940, que avançou rapidamente devido à falta de efetiva resistência aliada.
A novidade foi anunciada pelo prefeito da cidade de Dunquerque, Patrice Vergriete, que anunciou que um blockbuster americano de um diretor mundialmente famoso será rodado por lá à partir de junho de 2016.
A Warner Bros. reservou a segunda semana do mês de julho de 2017 para a estreia do filme.
O lançamento do novo longa de Nolan acontecerá uma semana após a estreia da terceira película da franquia ‘Planeta dos Macacos (A Origem e O Confronto)‘ e uma semana antes do reboot da Marvel Studios ‘Homem-Aranha‘.
Tudo bem que o ‘Homem-Aranha‘ era a grande novidade de ‘Capitão América – Guerra Civil‘, afinal, estamos falando do mais célebre super-herói da Marvel Comics.
Mas quem roubou mesmo a cena foi o ‘Pantera Negra‘, com seu traje espetacular e seus movimentos extremamente bem construídos.
Com isso, o diretor de arte Jerad S. Marantz liberou três novas peças que fizeram parte da construção final do personagem.
Confira, com detalhes a seguir da participação do Soldado Invernal no filme solo do personagem:
Além das imagens inéditas, o ator Sebastian Stan revelou durante a Wizard World Philadelphia que Bucky Barnes deve aparecer no filme solo do ‘Pantera Negra‘.
“Lembra onde ele estava no final de Capitão América: Guerra Civil? Então o Soldado Invernal deve aparecer nesse filme… Acho que seria a coisa mais certa de acontecer… mas ainda não sei”, afirmou.
Chadwick Boseman viverá T’Challa/Pantera Negra na adaptação de HQ. Ernie Hudson (franquia ‘Os Caça-Fantasmas’) pode ficar com o papel de T’Chaka, rei da nação de Wakanda e pai de T’Challa.
Michael B. Jordan (que já trabalhou com o diretor Ryan Coogler em ‘Fruitvale Station‘ e ‘Creed‘) será um dos vilões da produção.
Lupita Nyong’o (’12 Anos de Escravidão’) também está em negociações para interpretar a protagonista feminina, ointeresse romântico do T’Challa/Pantera Negra.
Boseman assinou contrato para viver o Pantera em cinco filmes da Marvel, mas ainda não foram divulgados quais os outros três títulos em que ele participará. Uma aposta certa é o retorno do personagem nas duas partes de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o terceiro filme da franquia.
O terror ‘Quando as Luzes se Apagam‘ (Lights Out) ultrapassou a marca dos US$100 milhões mundialmente, rendendo 20 vezes seu orçamento de US$ 5 milhões.
Vale lembrar que o filme estreou no Brasil apenas esse final de semana, e segue inédito em alguns países, o que deve aumentar ainda mais a arrecadação nas próximas semanas.
O filme é baseado no premiado curta-metragem do diretor sueco David F. Sandberg, que levou o prêmio de Melhor Diretor na competição de filmes de terror Who’s There, em 2013. Com o sucesso do curta, que tem apenas 3 minutos e deixou muita gente sem dormir, o produtor James Wan (‘Sobrenatural’, ‘Atividade Paranormal’) convidou Sandberg a produzir um longa-metragem baseado em sua história.
Wan conta que ficou impressionado ao conhecer o trabalho de Sandberg:
“Eu me lembro que quando assisti ao curta-metragem pensei: ‘Isto é fantástico, muito legal. É o tipo de coisa que eu costumava fazer quando era aspirante a cineasta. É fundamental encontrar um diretor que sabe como construir cenas de susto e como criar tensão e suspense. O trabalho do David nos mostrou que ele tem instinto para isso”, revela.
O filme já teve usa sequência confirmada, que contará com o retorno do diretor e roteirista e terá produção de Wan novamente.
Quando Rebecca saiu de casa, ela pensou que deixaria seus medos de infância para trás. Enquanto crescia, ela nunca teve realmente certeza do que era e não era real quando as luzes se apagavam… Agora é seu irmão mais novo, Martin, que está enfrentando os mesmos eventos inexplicáveis e aterrorizantes que antes testaram a sanidade e ameaçaram a segurança dela. Uma entidade assustadora com uma ligação misteriosa com sua mãe, Sophie, ressurgiu. Mas desta vez, como Rebecca se aproxima da verdade, não há como negar que a vida de todos eles está em perigo… quando as luzes se apagam.
Em comunicado oficial tanto no Twitter, quanto no Facebook, Junkie XL foi bem enfático ao dizer que para ele não cabe a ideia de se ter um ‘Deadpool‘ sem Tim Miller.
Portanto, Junkie entregou o cargo de compositor da trilha sonora e, agora, ‘Deadpool’ não tem apenas uma baixa que foi a perda de Tim Miller, mas tem duas e elas são gigantescas. E isso põe em xeque todo o projeto.
Diretor e compositor precisam trabalhar na máxima integração para que a trilha da produção ande lado a lado com a narrativa, e se tratando de ‘Deadpool‘ – um longa que a sua riqueza está exatamente no roteiro – essa ação se torna ainda mais expressiva.
Se antes a gente por aqui já está com o pé atrás sobre a sequência com a saída de Miller, imagina agora?!
Vale lembrar que Tim Miller deixou a direção após diferenças criativas com o astro Ryan Reynolds.
David Leitch, co-diretor do filme ‘De Volta ao Jogo‘ (John Wick), é o preferido para assumir a direção.
De um lado estava Ryan, querendo uma produção que mantivesse o orçamento baixo, e que a comédia e o humor negro fossem mantidos lá nas alturas, assim como o longa original.
Do outro lado estava Tim Miller. Só pra situar você, Miller é dono de uma das empresas mais conceituadas de efeitos visuais para games e filmes em Hollywood. À partir disso, o cineasta queria um orçamento de US$ 150 milhões para que ‘Deadpool 2‘ pudesse entrar de cabeça na elite dos blockbusters de super-heróis e, claro, com um visual mais arrojado.
Baseado nos quadrinhos do anti-herói mais controverso da Marvel, ‘Deadpool’ conta a origem da história do ex-agente das Forças Especiais que tornou Wade Wilson um mercenário. Após ser submetido a um experimento que o deixa com poderes de cura acelerada, Wade adota o alter-ego heroico, armado com suas novas habilidades e um ácido senso de humor.
‘Deadpool’ é uma figura única no Universo Marvel. Seus criadores o fizeram com o intuito de não possuir uma atitude super-heroica. A personalidade sarcástica é a principal característica do Mercenário Tagarela, que sempre faz piadas maldosas e quebra a “quarta parede” para dialogar com o público.
É inegável que nossa sociedade mundial evoluiu muito nas últimas décadas. E conforme cada grande salto de tal reajuste chegam também as enormes barreiras criadas por aqueles que acreditam que antes tudo era melhor. Mudar é difícil e os privilegiados nunca querem abrir mão de seu status hierárquico. O que vemos na verdade, porém, é apenas uma transformação positiva que tende a igualar a todos dentro de um sistema social. É claro que muita coisa ainda precisa mudar para se chegar num patamar de igualdade. Ao olharmos 30 anos no passado, por exemplo, já podíamos notar as rodas evolutivas em movimento, dando a partida do que temos hoje.
Por isso a história é tão importante. Serve, dentre inúmeras outras coisas, como parâmetro para notarmos como éramos, como evoluímos e notar que estamos andando na direção certa. E nesse sentido o cinema é uma ferramenta importantíssima. Embora alguns só o percebam como forma de entretenimento, mesmo nos filmes mais escapistas podemos fazer uma análise social, de como vivíamos e nos comportávamos no passado; o que era aceitável, o que mudou e o que é visto com muita reprovação com os olhos de hoje.
Especificamente nesta nova matéria iremos abordar o tópico do empoderamento feminino, um assunto ainda muito debatido atualmente. Cada vez mais filmes visam dar espaço ao protagonismo feminino, afinal o lugar da mulher na sociedade evoluiu muito desde a década de 1960 e corre a patamares inalcançáveis anteriormente. Em Hollywood, por exemplo, discute-se muito os bons papeis femininos, que não sejam apenas coadjuvantes dos homens ou que não dependam deles para fazer girar sua narrativa. Fora isso, não existe mais um gênero onde a mulher não possa protagonizar, e desde os anos 90 a mulher invadiu até mesmo os faroestes – gênero tipicamente considerado masculino: em produções como Rápida e Mortal(1995) e Quatro Mulheres e um Destino (1994), por exemplo.
Aqui voltaremos justamente para a década de 1990, mas para seu início, em 1991, há trinta anos no passado, para dar uma olhada em duas produções que visavam discutir a mulher em nossa sociedade de diferentes formas em diferentes gêneros.
É claro que não poderíamos começar de outra forma. Presente no acervo do Telecine Play, Thelma & Louise é considerado um dos grandes marcos do movimento feminista moderno na sétima arte. Comemorando seu trigésimo aniversário em 2021, é curioso notar como o longa estava à frente de seu tempo, permanecendo ainda muito atual hoje. Dirigido por Ridley Scott, que marcava seu nome na ficção científica então (com Alien – O Oitavo Passageiroe Blade Runner – O Caçador de Androides), o drama feminino era um ponto fora na curva para o cineasta – que originalmente iria apenas produzir o material. O coração do filme, no entanto, é o roteiro escrito por uma mulher, a roteirista Callie Khouri, que levou o Oscar por seu trabalho (o único que o filme receberia, num total de seis indicações).
Selfie antes da selfie existir. Louise (Susan Sarandon) e Thelma (Geena Davis) foram pioneiras em muitos aspectos.
Eu sei que se fosse feito hoje, teríamos uma mulher dirigindo o longa, mas na época o número de cineastas mulheres com as portas abertas pelos grandes estúdios (como a MGM aqui) para comandar produções deste tipo era bastante reduzido. Se hoje os números não são vastos, imagine há trinta anos. De qualquer forma, esse é um dos percalços que já podemos notar num filme feminista de trinta anos atrás: ele tinha que ser dirigido por um homem! Como dito, porém, o que conta mesmo aqui é a história e a mensagem por trás dela. Numa sociedade machista do sul dos EUA, duas mulheres planejam um fim de semana juntas para escapar de suas rotinas opressoras. Louise é uma garçonete do típico diner norte-americano e Thelma é uma dona de casa solenemente maltratada por seu marido traste.
A pose icônica da dupla de bad girls e bad asses. É muito woman power.
Visando respirar um pouco, as duas caem na estrada, mas já na primeira noite são colocadas à prova. Tudo por motivo de arcaicos ditados como “você procurou”, “não soube se comportar”. Três anos antes, Acusados (1988), com Jodie Foster, narrava sobre uma jovem estuprada em um bar. Aqui, algo semelhante ocorre quando Thelma, animada num bar, bebe umas e outras, aceita dançar com um aparente cavalheiro simpático e termina arrastada para fora do estabelecimento por ele. No estacionamento o sujeito se mostra um cafajeste, se força sobre ela e quando a mulher diz não, o filme mostra que há trinta anos não existia o hoje famoso e necessário “não é não”. Pronto a estupra-la, Thelma consegue no último minuto ser resgatada por Louise, mas termina no calor do momento (e muito sangue nos olhos) por matar o infeliz. Legítima defesa, é claro. Mas há trinta anos e no Texas, como as duas apontam, receberiam a pena de morte pois todos no bar testemunhariam que ela “estava pedindo”. Agora cabe a dupla fugir até que possam colocar essa história a limpo. O desfecho, no entanto, que chamou muita atenção em seu lançamento devido ao impacto, se tornando uma das cenas mais memoráveis dos últimos trinta anos no cinema, hoje pode atestar negativamente para o discurso. Ou seja, a única forma de uma mulher escapar ilesa da lei após ter sido abusada é a morte.
Thelma & Louise, é claro, foram imortalizadas por Geena Davis e Susan Sarandon, respectivamente. Ambas foram indicadas ao Oscar e fica difícil imaginarmos outras atrizes no papel. No entanto, algumas outras estrelas de Hollywood quase ficaram com as personagens antes da dupla. De começo, Meryl Streep e Goldie Hawn, que procuraram um projeto para estrelarem juntas, chegaram perto de fazer o filme, mas terminaram optando por algo mais leve e seguiram para a comédia A Morte Lhe Cai Bem (1992) no ano seguinte. Em outro momento, os produtores queriam Streep ao lado de Cher protagonizando – mas as duas recusaram.
Curiosamente, a autora do roteiro Callie Khouri visualizou Holly Hunter (O Piano) e Frances McDormand (Fargo) como a dupla protagonista. Mas quem assinou contrato para estrelar mesmo foram Michelle Pfeiffer e Jodie Foster. Já imaginaram como seria o filme com estas duas? Como a demora foi grande para o início da produção – ambas desistiram do projeto, mesmo tendo sido Pfeiffer que sugeriu que Scott dirigisse o longa além de produzir. Foster seguiu para O Silêncio dos Inocentes no mesmo ano (e levou o Oscar de protagonista) e Pfeiffer, é claro, desempenharia seu papel mais icônico, o da Mulher Gato em Batman, O Retorno (1992).
“Eu sou a Thelma dela & ela é a minha Louise”. “Ela é a minha Thelma & e eu sou a Louise dela”. Geena Davis e Susan Sarandon celebram o agora clássico.
Thelma & Louise estreou no prestigiado festival de Cannes em maio de 1991, e se tornou um dos filmes mais populares da época. Em dezembro do mesmo ano, outro filme viria a fazer coro com ele. Trata-se de Tomates Verdes Fritos, adaptação de um famoso best-seller do período, presente no acervo atual da Amazon Prime Video. A história também traz como foco a amizade entre mulheres, se apoiando e lutando para escapar das amarras sociais de uma cultura patriarcal e machista. Narrativamente construída em duas épocas distintas, a trama apresenta quatro mulheres como protagonistas, duas em cada linha temporal. Diferente de Thelma & Louise, Tomates Verdes Fritos não é tão moderno e dinâmico, ao menos na forma como o longa foi filmado e montado, fazendo uso basicamente do drama, ao contrário do filme de Ridley Scott que também aposta na ação, no suspense e numa narrativa policial.
Um elenco feminino de peso, de gerações distintas, protagoniza ‘Tomates Verdes Fritos’.
A história principal de Tomates Verdes Fritos se passa na década de 1980, e é estrelada por Kathy Bates, que então acabara de ganhar um Oscar de protagonista por Louca Obsessão – um dos melhores thrillers dos anos 90, baseado em Stephen King. Aqui, ela vive uma personagem muito diferente, a subjugada Evelyn Couch (Sofá em inglês). Esposa rechonchuda de um sujeito rechonchudo, Evelyn vive à sombra como a típica dona de casa da época. Em uma visita à uma casa de repouso com o marido, ela termina por conhecer a idosa Ninny, papel da saudosa veterana Jessica Tandy – vencedora do Oscar no ano anterior por Conduzindo Miss Daisy. A relação entre Evelyn e Ninny será complementar e irá mudar a vida das duas. Ninny aproveita a companhia de Evelyn no local, a cada nova visita podendo relembrar o passado e lhe contar um pouco de sua história de vida. Essa recordação irá inspirar e motivar Evelyn, que usará em sua própria vida muito do que lhe é apresentado nos contos da velha senhora.
Ninny a narra em especial a relação entre a independente Idgie (papel da it girl dos anos 80 Mary Stuart Masterson) e a donzela Ruth (Mary-Louise Parker). Donas de personalidades e vivências diferentes, as duas criarão um forte laço de amizade, cujo subtexto pode ser lido para além disso, numa relação amorosa mais intensa e não muito vocalizada na época. Idgie sempre foi a “moleca”, uma menina travessa que se comportava como um menino e isso gerou toda a sua independência. Forte e decidida, ela assume na década de 1920 uma postura vista como inadequada para os padrões das mulheres naquele período. Já Ruth se encontra mais presa dentro de tal estrutura, sendo uma mulher “enlatada” do período. Ela inclusive se casa, como era esperado, e sofre abuso doméstico – num dos discursos mais fervorosos do filme.
Como o laço intenso já havia se desenvolvido entre as duas, Idgie a resgata da vida de sofrimento para a liberdade ao seu lado. As duas abrem um restaurante e começam a servir, entre outras coisas, o tal tomate verde frito do título, no local. A relação amorosa entre as duas fica apenas subliminarmente pincelada para quem quiser ler nas entrelinhas. No período do lançamento provavelmente passou batido pela maioria. Hoje, com a percepção mais ativa neste sentido, é impossível não notar o elo formado por essas mulheres. Diferente do que temos em Thelma & Louise, por exemplo. A personagem Idgie, embora receba propostas de homens, deixa bem clara sua recusa. Ela só tem olhos para Ruth. Falar de um tema como este, de uma relação lésbica abertamente no cinema de grande público (num lançamento de um grande estúdio como a Universal) era um tabu, e a forma como os realizadores encontraram para dar seu recado foi esta – muito mais induzida do que explícita, porém, a eficiência e impacto consegue ser melhor assimilado do que muitas histórias atuais onde só temos o apelo visual sem qualquer ressonância narrativa.
Jovens atrizes, Masterson e Parker mostram maturidade em seus papeis desafiadores.
Assim como Thelma & Louise, em Tomates Verdes Fritos temos uma história muito feminina, escrita por mulheres. O livro em que é baseado tem autoria de Fannie Flagg, e o roteiro foi adaptado por Carol Sobieski, nome quente na indústria, falecida infelizmente aos 51 anos de idade em 1990, sem ver a estreia de um de seus trabalhos mais populares. Mas também teve o comando de um homem, o diretor Jon Avnet – conhecido produtor em sua estreia como realizador. Tomates Verdes Fritos recebeu duas indicações ao Oscar no mesmo ano de Thelma & Louise: melhor atriz coadjuvante para Jessica Tandy e melhor roteiro adaptado (de forma póstuma) para Sobieski.
Com ambos os filmes disponíveis atualmente em plataformas de streaming populares, este é o momento ideal de revisitarmos essas produções icônicas e muito femininas da sétima arte em seu trigésimo aniversário – seja dando uma nova olhada ou desbravando-os pela primeira vez. Uma coisa é certa, ambos surgem como boa fonte de estudo social do papel e evolução da mulher.
O filme do cineasta alemão, Fritz Böhm, ‘Wildling‘ ganhou ganhou um novo clipe, que traz a história de crianças sendo devoradas pela criatura do título.
Assista:
O filme segue “Anna (Bel Powley), uma mulher que passou toda sua infância trancada em um sótão, sob os cuidados de um misterioso homem que ela conhece como Papai (Brad Dourif). Anna morre de medo de uma criatura que ele chama de Wildling, um monstro comedor de crianças que espreita do lado de fora. Depois que Ellen Cooper (Liv Tyler), uma xerife de uma cidade pequena, liberta Anna e a ajuda a começar uma nova vida, seus pesadelos de criança sobre o Wildling retornam, interrompendo a possibilidade de uma vida normal.”
Faz rir não é tarefa fácil! A comédia, um dos principais gêneros cinematográficos do mercado audiovisual, está acoplada à muitos lançamentos que chegam aos catálogos dos streamings e ao circuito exibidor a cada semana. Mas nem todas funcionam! Pensando em algumas obras que deixaram à desejar, segue abaixo uma lista com 10 comédias decepcionantes:
Na trama, conhecemos Oliwka (Anna Szymanczyk), uma jovem chef de cozinha, num presente bem impaciente, com uma promissora carreira pela frente e que já trabalha em um restaurante badalado de um grande centro da Polônia. Quando recebe a notícia de que sua avó faleceu, ela volta até a cidadezinha onde foi criada e lá vai precisar cuidar dos negócios da fazenda que pertence à sua família. Nesse caminho, acaba encontrando o mais forte dos sentimentos na figura de um empresário e fazendeiro local.
Jogo de Amor
Na trama, conhecemos a jornalista esportiva Mack (Gina Rodriguez), uma mulher cheia de planos mirabolantes quando o assunto é ajudar aos outros a conquistarem alguém. Ela e seus amigos de trabalho formam quase uma equipe se ajudando mas mantendo distância de relacionamentos sérios. Até que um dia, Mack se apaixona pelo jornalista e escritor Nick (Tom Ellis), um solteirão cobiçado, embarcando em novos caminhos nos assuntos ligados ao coração.
O projeto, que é um remake do filme mexicano Nosotros los Nobles, conta a história do milionário Francis (Gérard Jugnot) um velhinho gente boa que mora em uma mansão luxuosa em Mônaco junto com seus três filhos, os mimados Stella (Camille Lou), Alexandre (Louka Meliava) e Philippe. Ao perceber que os filhos não vão trabalhar e viver do dinheiro que ele ganha pra sempre, resolve bolar um plano onde finge que faliu e assim obriga os filhos a se mudarem com ele para uma casa mais humilde em Marselha onde todos terão que trabalhar para se sustentarem.
Na trama, conhecemos Owen (Adam Devine), um gerente de banco que está em um momento de vida maravilhoso prestes a se casar com a professora de Yoga Parker (Nina Dobrev). Mas uma coisa sempre o incomodou, o fato de nunca ter conhecido os sogros. Perto do dia do casamento, a chance chega e aparecem na vida do casal Billy (Pierce Brosnan) e Ellen (Ellen Barkin), os pais da noiva. Tentando se entender com os sogros, certo dia o banco em que trabalha sofre um terrível assalto e Owen passa a desconfiar que quem cometeu o crime foram Billy e Ellen que podem ser os famosos ‘Bandidos Fantasmas’, criminosos com registro de mais de 100 assaltos à banco ao longo dos anos de atividade. Tentando confirmar sua teoria, acaba se metendo em diversas situações esquisitas.
Na trama, conhecemos Ana (Natália Lage), uma mulher bastante infeliz tanto no pessoal quanto profissional que não vê muitas saídas para uma necessária rápida mudança em sua vida. Sua prima por parte de pai, a excêntrica Yovanka (Thati Lopes), pra completar, ainda insiste em passar mais alguns dias no apartamento dela. Certo dia, Ana recebe um aviso dizendo ser herdeira de terras na Argentina. Sem pensar duas vezes, ela embarca em uma road trip com Yovanka e a melhor amiga Letícia (Júlia Rabello), essa última uma mãe de três, consumida pela rotina e com o relacionamento um pouco estremecido com o marido.
Na trama, conhecemos Ezra (Jonah Hill), um homem branco, judeu, que está em um trabalho que não gosta mas tem o sonho de viver do podcast que tem com a melhor amiga Mo (Sam Jay). Certo dia, após entrar em um carro achando que era o Uber que havia pedido, acaba conhecendo Amira (Lauren London) uma jovem negra, descendente de muçulmanos, super alegre, que trabalha com figurinos. Eles logo se aproximam e se apaixonam. Quando resolvem se casar acabam tendo que conhecer mais profundamente a família um do outro, e aí vários conflitos acontecem principalmente com o pai dela Akbar (Eddie Murphy) e a mãe dele Shelley (Julia Louis-Dreyfus).
O ‘W’ da Questão
Na trama, conhecemos a curiosa dona de casa Magda (Anna Smolowik), uma mulher que vive um casamento muito infeliz com o sem noção Tomasz (Przemyslaw Stippa). Certo dia, após ir passear com seu cachorro de noite e ser surpreendida com um corpo de uma jovem no meio de um parque na cidade onde mora, acaba envolvida e focada para buscar as respostas do crime e descobrir todas as verdades por trás daquele ato. Assim, conta com a ajuda do inspetor Jacek (Pawel Domagala) e ambos embarcam em uma jornada de descoberta de segredos de muitos dos habitantes da região.
Na trama, conhecemos a vida de Lucicreide (Fabiana Karla), uma trabalhadora brasileira que vive uma vida sem luxos ao lado dos filhos. Mãe solteira, visitada quase sempre pela insuportável sogra, acaba sendo selecionada, de maneira bastante inusitada, para um programa espacial que irá escolher o primeiro ser humano a viajar para Marte sem direito a retornar para Terra. Sem entender muito bem como foi parar ali, a protagonista passa por inúmeros testes na NASA, ao melhor estilo treinamento de astronautas, ao longo de intensos dias.
Duas de Mim
Na trama, conhecemos a batalhadora Suryellen (Thalita Carauta), uma mulher com personalidade que acorda cedo para preparar quentinhas onde vende em bairros residenciais e depois ainda vai para o outro trabalho em um restaurante chique comandado pela chef e arrogante Valentina (Alessandra Maestrini). A vida da protagonista muda radicalmente quando após sofrer dias complicados, encontra em uma rua deserta uma vendedora de bolos misteriosa que a faz provar um bolo que tem o poder de realizar desejos. Assim, quase sem querer, Suryellen ganha uma cópia/clone/si mesmo com outra personalidade, que no começo serve como uma ajuda a cumprir todos os objetivos de seu dia mas que após um tempo vira um grande problema na vida dela.
Chips – O Filme
Na trama, conhecemos um agente do FBI é designado para trabalhar infiltrado na equipe de patrulheiros rodoviários de Los Angeles com o nome de Frank “Ponch” Poncherello (Michael Peña) com o objetivo de descobrir corrupção dentro da corporação dos motoqueiros policiais. Ao mesmo tempo da entrada de Ponch à equipe, o ex-motociclista profissional Jon Baker (Dax Shepard), não sabemos como, consegue entrar na corporação e se torna parceiro de Ponch. Vindos de dois universos completamente diferentes e de personalidades bastante distante, a dupla precisará unir forças para descobrir as verdades sobre crimes de uma mesma gangue que acontecem na região.
Em 1986, Tom Cruise se tornava um astro quando Top Gun– Ases Indomáveisexplodia nos cinemas, resultando num enorme sucesso. Depois do filme, Cruise conseguiu manter sua carreira e seu nome no topo do jogo por mais de três décadas. Fato realmente impressionante e conquistado por pouquíssimos num mercado tão competitivo quanto o de Hollywood.
De volta ao presente, Cruise, hoje com 55 anos, tenta novamente quebrar o molde do galã / herói de ação no qual sua imagem foi pautada por toda a carreira – salvo raras exceções. Feito na América é mais uma delas. No filme, o astro opta por um papel raro em sua filmografia, a de um sujeito incorreto, ambicioso e que surge como retrato da sujeira varrida para debaixo dos panos pelos EUA na década de 1970 e 1980.
Curiosamente, Cruise até altera seu personagem, mas não sua forma física ou tipo de interpretação. Poucos foram os filmes nos quais Cruise deixou sua caracterização ajudar na construção de personagem, vide Entrevista com o Vampiro (1994), Colateral (2004) e Trovão Tropical (2008). Este seria um filme que se beneficiaria por tal elemento.
Neste retrato de uma história real, Cruise vive Barry Seal, piloto de voos comerciais, pego por indiscrições (contrabando de pequenos produtos) pela CIA – personificada pelo onipresente Domhnall Gleeson (em cartaz nos cinemas com mãe!). No acordo, Seal ganha salário, avião próprio, mas precisa arriscar o pescoço em voos rasantes para tirar fotos de insurgentes na América Central, como só ele, piloto exímio que é, conseguiria. Diga se não é o Top Gun da meia idade.
Com uma reviravolta em cima da outra, Seal é descoberto pelo futuro cartel de Medelín e seus fundadores Pablo Escobar, Carlos Lehder e principalmente Jorge Ochoa – o rosto e contato de Seal – interpretado por Alejandro Edda, ótimo em cena, nos fazendo desejar que tivesse mais tempo em tela. E logo, está traficando enormes quantidades de cocaína pelo ar em seu avião bimotor. Algumas cenas que mostram o esquema de transporte, entrega e até uma aterrissagem “empoeirada” são alguns dos pontos altos do longa.
Nesse jogo triplo, ou quádruplo, Seal vai apostando como pode, e entre uma prisão aqui, uma escapada ali, e problemas com o cunhado, o protagonista vai lucrando tanto, ao ponto de não saber o que fazer com a grana. Seal, nas formas de Cruise, se transforma num anti-herói carismático e sorridente, capaz de levar na lábia a esposa (papel de Sarah Wright), autoridades e narcotraficantes facilmente. Mas ao longo desta jornada nem tudo será flores.
Feito na América(que antes levava o nome da cidade Mena, aonde se desenrola parte da ação) chega como mais um dos exemplares pegando carona na recém reformulada fama do maior narcotraficante da história, o colombiano Pablo Escobar. Da série Narcos, passando por documentários, até filmes como Escobar: Paraíso Perdido (2014), Conexão Escobar (2016) e o inédito Loving Pablo (2017), o criminoso está em alta de novo como tópico de produções que pretendem interpretar sua persona e conquistas. Aqui, ao contrário das demais, a escolha é por deixa-lo em segundo plano, abordando uma das tantas tramas que cercaram seu império.
Escrito por Gary Spinelli (estreando no mainstream) e dirigido por Doug Liman, Feito na Américaaborda um assunto dramático de forma muito bem humorada, apostando no timing cômico do astro Cruise, que funciona de forma cronometrada. Liman se consolida como um dos diretores não autorais mais competentes da Hollywood atual, entregando trabalhos sólidos consecutivos. O cineasta já havia trabalhado com Cruise na ficção bem sucedida No Limite do Amanhã(2014), cuja continuação já está em andamento (com ele e Cruise de novo a bordo) e este ano lançou há pouquíssimo tempo o eficiente Na Mira do Atirador.
Os dois filmes assinados por ele em 2017 demonstram sua versatilidade e abrangência ao criar obras de ritmo e teor distintos, atingindo o objetivo com louvor. É seguro dizer que Liman entrega aqui um Tom Cruise inédito, inconsequente, boca suja e levemente lascivo. Seu teor incorreto, porém, poderia ter sido mais caprichado – talvez Cruise esteja disposto a ir somente até aqui. Mesmo que Na Mira do Atirador ainda entregue uma obra mais comprometida e diversificada dentro de seu gênero, Feito na América é bom o bastante para uma recomendação. Este é o filme de Tom Cruise a ser visto em 2017, uma pena para o Dark Universe…
O terror ‘Patients of a Saint‘ ganhou trailer sangrento.
Confira:
O filme foi dirigido por Russell Owen, e será lançado em 2019.
Na trama, “Quando experimentos médicos são levados ao seu limite, os testes mais extremos terminam na Ilha St. Leonards, no Atlântico Norte. Uma prisão habitada por alguns dos criminosos mais violentos do mundo. Mas quando um experimento dá errado, toda a ilha se torna um aterrorizante labirinto crivado de doenças para sobreviventes desesperados.”
Phillip McGinley, Jessie Williams e Lynne Anne Rodgers estrelam.
O terror ‘Annabelle 3: De Volta para Casa‘ estreou nos EUA com US$ 31.2 milhões em seus cinco primeiros dias (que inclui o feriado), o que representa a menor estreia de todo universo ‘Invocação do Mal‘.
Para termos de comparação, os dois primeiros filmes da boneca demoníaca arrecadaram US$ 37.1 e US$ 35 milhões, respectivamente, em seu primeiro final de semana (três dias).
Apesar de tudo, o resultado ainda é sólido para o terror e para a franquia em si. Estima-se que o orçamento do terror tenha ficado entre US$ 27-32 milhões, o que facilita o sucesso comercial da produção.
Além disso, o longa arrecadou US$ 45 milhões no mercado internacional, totalizando uma estreia global de ótimos US$ 76.2 milhões.
Determinados a impedir que Annabelle crie ainda mais caos, os demonólogos Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída à sala de artefatos que fica trancada em sua casa, isolada em um local “seguro”, protegida por um vidro sagrado e com a benção de um padre. Porém, o que os espera é uma noite de horror, à medida que Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que voltam suas atenções a um novo alvo – a filha de 10 anos dos Warrens, Judy, e suas amigas.
Uma das produções mais afetadas pela epidemia do coronavirus tem sido a animação ‘Dois Irmãos‘. Apesar de ter conseguido novamente o topo das bilheterias, o longa arrecadou apenas US$ 10.5 milhões, sofrendo uma queda enorme de 73% em relação aos números do final de semana anterior.
O resultado representa a maior queda da história nas bilheterias de um filme da Pixar.
Nos EUA, o longa acumula US$ 60.2 milhões. No mercado internacional, são US$ 41.4 milhões.
Ao total, a produção já arrecadou US$ 101.6 milhões mundialmente.
O longa tem direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘.
Num mundo encantado habitado por diversas criaturas mágicas como fadas, trolls e unicórnios, dois irmãos elfos tentam através da magia viver um último dia com o pai, falecido quando eram pequenos.
Durante um painel virtual, o roteirista Kevin Williamson, que escreveu quase todos os filmes da franquia (com exceção do terceiro), afirmou que o roteiro do novo ‘Pânico‘ é “inovador e nostálgico”.
“O que eu mais amei no roteiro do novo ‘Pânico’ é que traz uma abordagem inovadora. É um filme novo, mas também há elementos nostálgicos. Para mim, é o equilíbrio perfeito de como deveria ser um próximo filme da franquia. É por isso que estou muito animado com o novo filme. Eu fiquei impressionado pelos diretores, e eu estava muito nervoso, porque ninguém é igual ao Wes Craven. Eu estava hesitante em participar do projeto, mas estou feliz por ter aceitado. Acredito que eles deixarão o Wes orgulhoso.”
Ele completa, revelando qual o melhor caminho para dar continuidade à franquia: “Sem desconstrução. Sem autoconsciência. Apenas faça o oposto do que fizemos. Eu me preocupado que a franquia tenha se desgastando com toda a metalinguagem e desconstrução que fizemos do gênero. Desde então, muitas pessoas fizeram filmes de terror nesse mesmo estilo.”
O longa é dirigido por Matthew Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (Ready or Not) e trará uma nova geração de atores promissores de Hollywood, incluindo Jack Quaid (The Boys),Jenna Ortega (You) e Melissa Barrera (Vida), que já estão confirmados no elenco.
Williamson será o produtor.
O filme é distribuído pela Paramount Pictures e produzido pela Radio Silence.
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.
A sequência ‘O Homem nas Trevas 2‘ ganhou um novo cartaz, destacando o Homem Cego (Stephen Lang) e sua filha adotiva (Madelyn Grace).
Confira:
O longa será lançado EXCLUSIVAMENTE nos cinemas do Brasil no dia 12 de agosto.
A sequência se passa anos após a invasão inicial e mortal de sua casa; quando Norman Nordstrom (Stephen Lang) vive em um refúgio de tranquilidade até que os pecados do seu passado cobram seu preço.
O longa é dirigido por Rodo Sayagues, que coescreveu o roteiro ao lado de Fede Alvarez.
A trama é centrada em Joshua “J” Cole, um garoto de 17 anos que se muda com seus parentes para um praia do sul da Califórnia após a morte da mãe, vítima de uma overdose de heroína. Logo, Josh mergulha na vida de indulgência e excessos da família, que ele logo descobre, é fundada em atividades criminosas. Controlado pela durona avó do garoto, a matriarca Janine “Smurf” Cody, e pelo braço direito Baz, que gerencia os negócios e toma as decisões, o clã conta tambem com Pope, o mais velho e mais perigoso; Craig, o destemido filho do meio; e Deran, o problemático e desconfiado caçula. O grupo ainda traz Nicky, a namorada de J, e Catherine, a esposa de Baz e mãe da filha de 3 anos do casal, Lena.
O terror ‘Órfã 2: A Origem‘ finalmente ganhou data de estreia no Prime Video.
O longa será lançado no serviço de streaming no dia 4 de janeiro.
Na sequência, Leena fugia de um asilo e viaja para a América usurpando a identidade da filha desaparecida de uma família. No entanto, a vida como “Esther” a coloca contra uma mãe que fará qualquer coisa para proteger sua família.
Confira o trailer dublado:
O longa surpreendeu o público e se transformou em um sucesso de críticas, com 77% de aprovação da crítica especializada no site Rotten Tomatoes até o momento.
No Brasil, o terror virou um fenômeno de audiência e levou mais de 2 milhões de brasileiros aos cinemas, se tornando um dos 10 filmes mais vistos do ano.
Com o sucesso, o diretor William Brent Bell comentou sobre os planos para ‘Órfã 3‘.
“Há 30 anos da vida dela [que não exploramos]. E há tanta experiência de vida com a qual podemos brincar. E acho que por causa do tom deste filme, podemos ficar cada vez mais claros. Torne-a mais responsável e má, mas também se divirta ainda mais às vezes. Então, é claro que queremos fazer o terceiro filme.”, afirmou.
No primeiro filme, Esther é uma mulher de 33 anos chamada Leena Klammer, que tem hipopituitarismo – um distúrbio hormonal raro que atrapalhou seu crescimento físico e causou nanismo proporcional. Ela passou a maior parte de sua vida se passando por uma garotinha.
Na sequência, Lena Klammer orquestra uma fuga brilhante de uma unidade psiquiátrica russa e viaja para os Estados Unidos representando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Lena como Esther vem com um problema inesperado e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.
Porém, a grande curiosidade dos fãs que ainda não assistiram a produção é: o filme tem alguma cena pós-créditos?
Não! O longa não possui cena pós-créditos. No entanto, há duas cenas no meio dos créditos finais.
*SPOILERS ABAIXO*
Durante todo o filme, acompanhamos o Mike Schmidt (Josh Hutcherson) enfrentando os horrores da Pizzaria Freddy Fazbear. No final, descobrimos que o estabelecimento está conectado a uma série de assassinatos nos anos 80, e eles foram cometidos por Steve Raglan (aka William Afton). A primeira cena revela o destino do antagonista.
O clipe mostra Afton sendo arrastado pelo Freddy para dentro de um quarto escuro no prédio. Lá, nós vemos o personagem sangrar. E quando o serial killer tenta pedir ajuda, Freddy fecha a porta, selando o seu destino.
A segunda cena tem um tom muito mais divertido. Nela, voltamos a encontrar o taxista que levou a Abby e o Golden Freddy para a pizzaria no final do filme. Com o carro desligado, vemos alguém se aproximando. Quando o motorista se vira, ele dá de cara com o Ballon Boy.
Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
“Enquanto passa sua primeira noite no trabalho, um problemático guarda de segurança da Pizzaria Freddy Fazbear logo percebe que não será uma tarefa fácil sobreviver ao seu primeiro turno.”
O elenco contará com Josh Hutcherson (‘Jogos Vorazes’), Matthew Lillard (‘Pânico’), Elizabeth Lail (‘VOCÊ’), Kat Conner Sterling (‘The Gifted’) eMary Stuart Masterson (‘Ponto Cego’).
Seth Grahame-Smith está atado como produtor original ao lado do criador de Cawthon, prometendo entregar um “filme adorável, insano e aterrorizante”.
Criado em 2014, ‘Five Nights at Freddy’s’ rendeu uma série de jogos de terror produzidos pela Cawthorn, para PC e celulares. Os games colocam o jogador na posição de um guarda de segurança do turno noturno em um restaurante de diversão para família, com assustadores mascotes robóticos que ganham vida à noite. O game já rendeu quatro sequências, além de livros.
‘Five Nights at Freddy’s’ carrega até hoje o recorde do Guinness World de mais continuações lançadas em um mesmo ano.
Durante o painel na Comic-Con San Diego, foi anunciado que Daniel Diemer (‘Você Nem Imagina’) estará no elenco da 2ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘.
O ator interpretará o ciclope Tyson, meio-irmão do Percy Jackson.
“O entusiasmo e o talento de Daniel Diemer trazem uma nova dimensão ao Tyson. Será incrível vê-lo na segunda temporada. Mal posso esperar para que vocês possam conhecê-lo e recebê-lo no universo de Percy Jackson,” declarou o autor Rick Riordan.
Lembrando que Riordan disse que todos os roteiros do segundo ciclo estão quase prontos e que ele está muito orgulhoso do resultado.
“Um bom primeiro dia ontem na sala dos roteiristas da segunda temporada de Percy Jackson e os Olimpianos! Como mencionei, tínhamos uma mini-sala antes da greve da WGA para iniciar os roteiros, presumindo que receberíamos luz verde, então não vamos começar do zero esta semana. Os roteiros que temos até agora estão em excelente estado. Mal posso esperar para ver mais de Luke, Clarisse e Sr. D. E claro, Tyson! Foi ótimo ver nossa equipe de redatores novamente. Voltando hoje!”, ele postou em suas redes sociais.
“Nos anos 40, uma equipe de mergulhadores profissionais na Austrália é contratada para localizar um carro afundado em um rio, mas seus esforços são frustrados por um tubarão-touro mortal que caça nestas águas.”
“Quando os mergulhadores descobrem que estão trabalhando para criminosos implacáveis que tentam recuperar suas barras de ouro roubadas, os assaltantes de banco se mostram tão traiçoeiros quanto o que se esconde sob a superfície.”
O próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 15 de fevereiro.
Em ‘Dark Winds’, dois policiais da comunidade indígena Navajo, o xerife Joe Leaphorn (Zahn MacClarnon) e o novato Jim Chee (Kiowa Gordon), investigando um homicídio duplo em um motel de uma comunidade pacífica no sudeste dos Estados Unidos. Ambientado na década de 1970, a série explora as motivações por trás dos assassinatos e as consequências dessa brutalidade em todos os envolvidos.
A série é baseada na série de livros de Tony Hillerman, a produção tem recebido ótimas críticas e atraiu mais de 2,2 milhões de espectadores somente em sua estreia.
O filme de terror ‘Bethany‘ ganhou seu primeiro trailer.
Dirigido por James Cullen Bressack, a produção acompanha uma jovem mulher chamada Claire (Stefanie Estes), que se muda para sua casa de infância e acaba sendo atormentada por um antigo amigo imaginário.
Confira o trailer:
Roteirizado por Bressack e Zack Ward, o filme marca a estreia do comediante Tom Green no gênero de terror. Além do ator, que interpreta o psiquiatra da Claire, fazem parte do elenco Shannen Doherty e Ward, nos papéis da mãe e do esposo da protagonista.
Produzido por por Ward, Bressack, Keneth Gust, Ace Underhill, Doherty, Shant Jordan e Shahen Jordan, ‘Bethany‘ será distribuído pela Uncork’d Entertainment.
O terror chega à plataforma VOD e aos cinemas em 7 de abril deste ano.
Novos rumores vinculados à produção do spin-off do personagem Obi-Wan Kenobi foram divulgadas.
De acordo com o Omega Underground, as filmagens estão programadas para começar no Pinewood Studios na Inglaterra em janeiro de 2019, almejando uma estreia no versão americano de 2020.
O título de produção do projeto será ‘Joshua Tree’, uma referência ao Joshua Tree National Park, localizado na Califórnia. Com o visual desértico semelhante ao Death Valley National Park, onde algumas cenas de Tatooine foram filmadas para ‘Star Wars – Uma Nova Esperança’, o local seria uma indicação sutil de que o novo spin-off seria filmado lá.
O site ainda pontua que a escolha do nome provisoriamente é ainda mais sugestivo, simbolizando uma possível caracterização periódica do filme, colocando Obi-Wan em uma época que se encaixaria entre a prequel ‘Rogue One – Uma História Star Wars’ e a trilogia original.
Nos primeiros três filmes, o mentor de Luke Skywalker foi interpretado por Alec Guinness.
A temporada ‘American Horror Story: Apocalypse’ ganhou uma nova imagem, que traz a personagem Myrtle em destaque.
A foto foi compartilhada pelo criador da produção Ryan Murphy.
Confira:
Ryan Murphy postou uma nova imagem dos bastidores de ‘American Horror Story: Apocalypse‘ em seu Instagram, mas um detalhe pode ter revelado um possível spoiler sobre a trama.
Na imagem, vemos o Coven reunido e, entre eles, a personagem de Leslie Grossman. Será que a Coco é uma bruxa? Ou a atriz interpretará duas personagens nessa temporada?
Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em
A 8ª temporada de ‘American Horror Story’, denominada ‘Apocalypse’, estreou na última quarta-feira (12) foi marcada por muita expectativa, mas parece que a série de terror de Ryan Murphy já não tem o mesmo entusiasmo de antes e, mesmo sendo crossover entre ‘Murder House’ e ‘Coven’, não atraiu o público.
De acordo com os números de apuração divulgados pelo The Wrap, o primeiro episódio da 8ª temporada foi a pior estreia da série, atraindo uma audiência de 3.08 milhões de espectadores, o que é queda significativa do número de 3.93 milhões da 7ª temporada.
A 8ª temporada temporada também será uma das mais curtas da série, com apenas 10 episódios, se igualando à sexta temporada, ‘Roanoke’ – que até então possuía o título de mais curta. A média de episódios da produção costuma ser de 12 ou 13 por ciclo.
No Brasil, a nova temporada está sendo exibida no canal FX, as quintas-feiras, às 16h
A 2ª temporada da polêmica série da Netflix, ‘Insatiable‘, ganhou data de estreia. A produção chega à plataforma de streaming no dia 11 de outubro.
Em virtude da proximidade da data, a expectativa é de que em breve um trailer seja divulgado.
O programa virou alvo de polêmicas após ser acusada de ser gordofóbica, enfrentando um abaixo-assinado online com mais de 220 mil assinaturas pedindo o seu cancelamento. Além disso, foi massacrada por críticos internacionais, conquistando apenas 11% de aprovação no Rotten Tomatoes e sendo considerada a PIOR série do ano.
A história acompanha Patty, uma jovem que sofreu bullying durante toda a infância e adolescência por conta de seu peso. Após ter emagrecido, ela quer vingança contra todos os que a fizeram se sentir mal.
Ao longo dos últimos meses, as expectativas em relação à série ‘Falcão e Soldado Invernal‘ apontaram para uma estreia prevista o segundo semestre de 2020.
No entanto, uma atualização feita na página da série dentro da plataforma Disney+ desbancou essa possibilidade e conforme anunciado na descrição da produção, o lançamento do aguardado projeto acontecerá apenas em 2021.
Esse detalhe foi observado por um usuário do serviço de streaming, que compartilhou a novidade pelo Twitter. Embora a Disney não tenha feito nenhuma revelação pública quanto ao assunto, a informação está bem clara na tela do aplicativo, que pontua “chegando em 2021“.
Para fortalecer seu argumento, o internauta ainda faz uma comparação com a descrição da página de ‘WandaVision‘ no app.
Confira:
“A página de WandaVision do Disney+ confirma dezembro de 2020. Falcão e Soldado Inverna agora diz 2021”.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e SoldadoInvernal’.
Estrelada por Anthony Mackie e Sebastian Stan, a produção será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho). Emily Van Camp, Daniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.
Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.
O universo de ‘My Little Pony‘ continua se expandindo e conquistando crianças e famílias ao redor do mundo e o vindouro filme ‘My Little Pony: Nova Geração‘ promete se conectar com a audiência de uma forma ainda mais sensível e necessária.
E durante uma entrevista ao editor-chefe do CinePOP, Renato Marafon, as atrizes Vanessa Hudgens e Sofia Carson revelaram quais são as lições mais valiosas que a nova animação musical traz para os assinantes da Netflix.
A dupla de dubladoras e cantoras refletiu sobre como o longa animado ensina questões fundamentais como ética, moral, além da importância de viver em comunidade.
Para Carson, a identificação com a trama de ‘Nova Geração‘ não engloba apenas o público infantil. O alicerce da narrativa reforça a importância de enxergarmos o nosso valor, valorizando inclusive as nossas fraquezas.
“Algo que tem nesse filme que ambas nos identificamos muito foi o conceito de que você é uma chama brilhante e que você precisa encontrar o seu verdadeiro eu, seja suas inseguranças ou suas imperfeições…Pois essas são coisas que te tornam lindo, que te fazem brilhar tão lindamente. E quando brilhamos juntos, nosso brilho se torna muito mais forte”.
Hudgens completou o raciocínio da colega de elenco, ponderando sobre como a animação instrui crianças e adultos em relação ao sentimento de pertencimento, inclusão e vida em comunidade.
“Para mim, uma das grandes lições é a inclusão, de forma geral. Eu acho que o filme se destrincha de maneira muito identificável e de fácil entendimento. A animação nos mostra o quanto é importante haver diversidade e como é fundamental nós realmente fazermos parte de uma comunidade, porque isso é a nossa força, é assim que nos tornamos mais fortes. E não viver com medo de coisas que talvez sejam diferentes. Além disso, é sobre aprender a viver em amor e gentileza, deixando que esses atributos te guiem”.
A animação, que tem estreia global dia 24 de setembro exclusivamente na Netflix, traz a aventura da Pônei Terrestre Sunny e seus novos amigos para restaurar a magia perdida de Equestria e provar que a força da amizade é capaz de romper qualquer diferença ou obstáculo.
Ted Sarandos, co-CEO da Netflix, anunciou nesta terça-feira (10) um novo compromisso com a produção de conteúdos originais na Espanha: a empresa vai investir cerca de R$ 5,9 bilhões (equivalente a €1 bilhão ou US$ 1,1 bilhão) no país até 2029.
A declaração foi feita durante uma visita ao hub da Netflix em Tres Cantos, Madrid, com a presença do presidente da Espanha, Pedro Sánchez. O executivo celebrou a colaboração com criadores espanhóis e destacou o sucesso de títulos como Sociedade da Neve e Elite.
“Máscaras de Dalí, macacões vermelhos, Bella Ciao – todos se tornaram parte reconhecível da cultura global”, afirmou Sarandos, em referência ao fenômeno ‘La Casa de Papel‘. “Agradecemos à Espanha por seu esforço e compromisso com o setor audiovisual. Estamos ansiosos para continuar trabalhando com vocês para fazer a economia crescer, gerar oportunidades e levar mais desse rico patrimônio espanhol para o mundo”.
Segundo Sarandos, produções espanholas já acumularam mais de 5 bilhões de horas de exibição na plataforma.
A Netflix atua na Espanha há mais de uma década e, em 2019, inaugurou o complexo de Tres Cantos, que passou por expansão em 2022 e hoje conta com 10 estúdios de gravação. O centro é considerado um símbolo do comprometimento da empresa com o país.
O anúncio segue uma tendência global da plataforma: em fevereiro, a Netflix já havia prometido investir R$ 5,3 bilhões (US$ 1 bilhão) no México até 2027.
Inspirado em uma história real. Em um ponto isolado de terra, a 50 milhas de distância de São Francisco fica a casa mais assombrada do mundo. Construída por Sarah Winchester (interpretada pela ganhadora do Oscar Helen Mirren), herdeira da fortuna dos Winchester, a casa não conhece seu fim. Construída durante décadas de forma incessante, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, ela tem sete andares de altura e abriga centenas de quartos. Para um estranho, parece um monumento monstruoso que reflete a loucura de uma mulher perturbada. Mas Sarah não está construindo para si, mas sim para sua sobrinha (Sarah Snook) ou para o brilhante Dr. Eric Price (Jason Clarke), que ela convocou para a casa. Ela está construindo uma prisão, um asilo para centenas de fantasmas vingativos, e os mais aterrorizantes deles têm o intuitivo de se estabelecer com os Winchesters.
» O Terror é baseado em fatos reais sobre a famosa mansão Winchester, localizada em San Jose California e conhecida como a “casa mais mal-assombrada do mundo”.
Em uma recente entrevista ao Digital Spy, o ator polemizou ao dizer:
“Uma é um fracasso total, e a outra um sucesso gigantesco”
O ator já trabalhou para a DC em ‘Jonah Hex’ há alguns anos.
Atualmente, a Marvel Studios já conta com o um lucro de mais de US$ 15 bilhões arrecadados mundialmente, já a DC, dona de sucessos como ‘Mulher-Maravilha’, ainda está distante desse lucro.
Guerra Infinita bateu a marca de um bilhão em bilheteria num tempo recorde, superando até o estrondoso sucesso de Star Wars: O Despertar da Força(2015). O final do filme – SPOILERS, duh – foi surpreendente e de cortar o coração. Apesar dos diretores terem afirmado que não vão reverter os acontecimentos desse terceiro ato, os fãs duvidam bastante que a Marvel vá realmente bancar a morte de personagens tão importantes.
Em meio a todo esse buzz pós-Guerra Infinita, começaram a surgir as teorias para o já anunciado e esperado Vingadores 4. Separamos algumas para vocês terem ideia do que já está sendo falado por aí. Que comecem as especulações!
Guerrinha do Infinitinho
Grande parte das teorias estão envolvendo o Homem-Formiga de Paul Rudd. Seu próximo filme “solo”, Homem Formiga e a Vespa, vai abordar o Reino Quântico, uma realidade na qual Tempo e Espaço não interferem. Muita gente está apostando que o longa-metragem deve terminar com o protagonista preso nessa dimensão, saindo somente no início de Vingadores 4.
Scott Lang conseguiria deixar o RQ apenas no futuro, aonde encontraria os Vingadores restantes já envelhecidos e até mesmo uma nova equipe vingadora lutando para salvar o que sobrou do mundo. Na volta para o seu tempo normal, ele acabaria reescrevendo os eventos de todo o Universo Cinematográfico Marvel, tal qual a trilogia De Volta Para o Futuro.
Na chamada “Trilogia do Infinito” (Desafio Infinito, Guerra Infinita e Cruzada Infinita), a neta de Thanos, Nebulosa, é transformada pelo próprio avô em um tipo de zumbi todo queimado. Mais tarde, a azulzinha consegue tomar a Manopla de Thanos, recuperando sua antiga aparência e desfazendo todas as atrocidades do Titã Louco. Seu objetivo é que tudo volte a ser como era antes. Não vamos entrar em mais detalhes porque a saga é boa demais e queremos que vocês a leiam.
No UCM, a Nebulosa (Karen Gillan) foi uma das sobreviventes ao estalar de dedos do gigante roxo no final do filme. Vale lembrar que o próprio Thanos (Josh Brolin) chega a dizer que a carequinha azul chegou muito perto de conseguir matá-lo. Estando viva e com motivação suficiente para ter sua querida irmã de volta, será que Nebulosa repetirá o feito dos quadrinhos e rebootar o universo Marvel?
Talvez uma das maiores decepções de Guerra Infinita tenha sido a participação do Hulk. Depois de apanhar de Thanos no espaço, o Gigante Esmeralda passou a ter medo e se recusou a sair, deixando Bruce Banner (Mark Ruffalo) desesperado.
Não é comum ter o Hulk travado. E como o próprio Bruce disse: “Hulk, nós precisamos conversar”, é bem capaz de vermos um diálogo entre os dois ao melhor estilo das HQs, dentro da cabeça de Banner até eles se resolverem.
Outra possibilidade é de ter o Hulk velho, caso alguém realmente viaje para o futuro. Por que não?
A cena pós-créditos de Guerra Infinita traz um ar messiânico à Capitã Marvel (Brie Larson). Ela parece ser a última linha de defesa da Terra e do Universo. Mas já pensou se a pós-créditos de seu filme solo mostrar Carol Danvers recebendo a mensagem de Nick Fury (Samuel L. Jackson) e desaparecendo também?
Como lidar com a ameaça de Thanos se a maior esperança também se foi? Apesar de querer vê-la descendo o sopapo no Titã, seria muito interessante ver essa relação de medo do público, e acredito que só aumentaria a expectativa.
Joia da Alma
Joe e Anthony Russo já confirmaram: A Joia da Alma possui uma realidade própria. Podemos ver isso na cena em que Thanos conversa com a pequena Gamora em um lugar de céu alaranjado, tal qual a cor da Gema.
Nos quadrinhos, quem fica preso dentro da Joia é Adam Warlock. Nos cinemas, quem parece ter tomado esse papel é Gamora (Zoe Saldana). Se ela está lá, é capaz das outras almas ceifadas também estarem. Em algum momento de Vingadores 4, alguém pode achar um meio de sair dessa realidade e arrumar um jeito de tirar os outros. Esse alguém poderia ser a Gamora, a Capitã Marvel (caso a teoria da pós-créditos se concretize) ou até mesmo o próprio Adam Warlock, que já foi brevemente introduzido em Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017).
Qual sua teoria para Vingadores 4? Diga nos comentários!
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