Martinez se tornou mundialmente conhecida por seu icônico cabelo preto e branco (homenagem à vilã Cruella de Vil, de ‘101 Dálmatas’) e por um estilo musical nostálgico e assustador, com letras pesadas e que retratam suas próprias experiências de vida.
Ela fez sua estreia ainda em 2015 com o aclamado ‘Cry Baby’. Em 2019, lançou o álbum ‘K-12’, que veio acompanhado de um longa-metragem dirigido pela própria cantora e compositora e que faturou uma indicação ao Billboard Music Awards. Em 2020, lançou o ótimo EP‘After School’.
Histórias de espionagem sempre foram de gosto popular por combinar, na maioria das vezes, o melhor do mistério e do suspense com a ação. Não é à toa que tal gênero tornou-se extremamente popular nas décadas de 1950 e 1960 e até hoje influencia na produção de obras literárias e audiovisuais, impactando na indústria contemporânea do entretenimento muito mais do que lhe damos crédito. Entretanto, é complicado realizar uma boa trama envolvendo espiões internacionais sem cair em delicados clichês que já cansamos de ver o tempo todo nas telonas – e aqui posso mencionar a rivalidade insurgida na Guerra Fria entre soviéticos e norte-americanos e as constantes teorias da conspiração. Caso não se saiba tratar tais narrativas generalizadas através de perspectivas originais ou novas investidas, o produto final se torna algo formulaico e exaurido.
Talvez partindo desse princípio, Brian De Palma tentou fazer o seu melhor ao mergulhar no clássico universo de ‘Missão: Impossível’, traduzindo a anacrônica série de mais de trinta anos antes para o curto período pós queda do Muro de Berlim, que marcava o “fim” dos conflitos entre Ocidente e Oriente. Uma jogada arriscada, devo dizer, mas que felizmente não se respalda nos convencionalismos há muito vistos em ‘Agente 86’, por exemplo. Aqui, a premissa brinca com a ideia revigorante do famigerado bode expiatório, abrindo margens para inserir camadas de traição governamental, alianças criminosas e as boas e velhas sequências de pura ação – que, por mais fantasiosas que chegam, são bem divertidas. O problema principal é o modo como o diretor nos conduz pela história, pecando diversas vezes no ritmo, na montagem e em resoluções críveis o suficiente para nos deixar satisfeitos.
E quem melhor para encarnar o espião protagonista que o galã da década de 1990, Tom Cruise? Seguindo sua carreira em ascensão após estrelar filmes como ‘Top Gun – Ases Indomáveis’, ‘Dias de Trovão’e‘A Firma’, o astro já se estabelecia como um dos grandes nomes do cinema e com certeza foi uma das razões que conseguiram atrair boa parte do público. Cruise dá vida ao herói Ethan Hunt, um agente estadunidense que faz parte do IMF (Impossible Missions Force ou Força de Missões Impossíveis) e, durante um arriscado trabalho liderado por Jim Phelps (Jon Voight), presencia a morte de cada membro de sua equipe da forma mais trágica e explícita possível. Essa primeira sequência, coreografada a ponto de tirar o fôlego de qualquer um que a assista, é um belíssimo indicativo do que o público pode aguardar – porém, transforma-se em uma oportunidade jogada fora.
Após os desastrosos eventos, Ethan passa a ser considerado um agente infiltrado pela própria CIA, obrigado a se esconder e a recorrer aos métodos mais desesperadores para encontrar o real responsável pelas mortes e limpar o seu nome. Um pano de fundo um tanto quanto modesto, mas que resgata de forma mimética toda a glória do seriado arquitetado por Bruce Geller, repaginando-o para o momento em questão. Ou seja, além de uma narrativa que tem como primeira instância permitir nosso envolvimento, espere também inúmeros artefatos de espionagem de última geração – ao menos para a época – e muito mais pancadaria que o usual. De verdade.
O deslize principal é, como supracitado, a condução de todo esse maravilhoso escopo: os atos não seguem um mesmo padrão rítmico, optando ora por arcos mais dramáticos, ora por um suspense extremista, tangenciando um thriller que nunca definitivamente marca presença. A falta do escape cômico o torna mais pesado pelos motivos errados e, se não fosse pelas construções cênicas de ação – incluindo a icônica sequência em que Cruise desce pelo duto de ventilação -, tudo se arrastaria ainda mais do que o necessário. Não é surpresa que os momentos de maior apoio dialógico quebrem de modo brusco a atmosfera e se assemelhem a fragmentos diferentes do todo.
De qualquer forma, o brilho de ‘Missão: Impossível’ fala mais alto que suas falhas. Ainda que os equívocos sejam visíveis, seja nos close-ups que dê alguma forma tentam emular os filmes noir de décadas atrás, seja na conjuntura da trilha sonora que adota um tom fabulesco e aventuresco demais para uma narrativa de espionagem. Mesmo que os trejeitos de Danny Elfman falem mais alto, a música-tema é simplesmente soberba e utilizada até os dias de hoje em diversas paródias, além de ser homenageada com algumas desconstruções muito bem-vindas. O arranjo dos instrumentos clássicos com o toque pop é cativante, permanecendo na memória do público por muito tempo após terminarem a obra.
E é claro que não podemos deixar de mencionar a atuação de Cruise como o protagonista, o qual não conseguiria o estrelato se também não fosse pelo auxílio de seus colegas de cena. Ainda que Emmanuelle Béart tenha trazido a carga romântico-dramática para diversos momentos como Claire, esposa de Jim, é a dupla formada por Jean Reno e Ving Rhames que rouba o foco; encarnando respectivamente os renegados Krieger e Luther, amenizando um pouco o tenso ambiente com pontuais falas cômicas e insurgindo como supostos fiéis escudeiros para que o plano de Ethan funcione.
O início dessa franquia de sucesso pode não ter sido a melhor possível, deixando a desejar pela triste perda de todo seu potencial; entretanto, combinando o carisma de seu elenco com cenas de ação muito bem coreografadas, o longa-metragem fez o seu papel obrigatório de entreter o público, deixá-lo satisfeito e até mesmo fornecer uma perspectiva mais burlesca para o maltratado gênero da espionagem.
O aclamado drama cinebiográfico ‘King Richard: Criando Campeãs’, estrelado por Will Smith, já está disponível no Prime Video.
O longa-metragem, que rendeu a Smith o Oscar de Melhor Ator, foi lançado na plataforma de streaminghoje, 20 de dezembro.
A inspiradora história real do pai das atletas Serena e Venus Williams cativou a imprensa, justamente por sua sensibilidade e delicadeza ao retratar o poder de uma família unida.
O longa teve sua estreia oficialFestival de Veneza 2021 e surpreendeu a crítica especializada, conquistando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A história, assinada por Zach Beylin e dirigida por Reinaldo Marcus Green, é baseada na vida do duro pai de Venus e Serena Williams, o qual tinha em mente um plano para transformar suas filhas nas maiores jogadoras de tênis do mundo. Serena já possui 23 títulos solo do campeonato Grande Slam desde sua estreia em 1999, tornando-se uma das maiores atletas da história; Venus, por sua vez, começou sua carreira em 2000 e também já foi condecorada com diversos prêmios. As irmãs, em conjunto, possuem 14 títulos em dupla.
Pouco depois do anúncio do novo livro da saga ‘Jogos Vorazes’, criada por Suzanne Collins, a Lionsgate confirmou que irá produzir a adaptação cinematográfica da obra.
Como se não bastasse, a companhia já anunciou a data de estreia do longa: 20 de novembro de 2026.
Intitulado ‘Sunrise on the Reaping’ (Amanhecer na Colheita’, em tradução livre), a trama do romance se passará vinte e quatro anos antes do primeiro capítulo da saga de Katniss Everdeen, “começando na manhã da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário”.
Para aqueles que não se recordam, a 50ª edição escalou 48 tributos dos Distritos para competirem nos Jogos Vorazes, em vez dos costumeiros vinte e quatro. Haymitch Abernathy (um dos mentores de Katniss e de Peeta Mellark no arco original) foi o vencedor.
O filme mais recente foi ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ (que arrecadou US$340 milhões ao redor do mundo e teve críticas bastante positivas).
“Com ‘Sunrise on the Reaping’, fui inspirada pela ideia de submissão implícita de David Hume e, nas suas palavras, ‘a facilidade com que muitos são governados por poucos’”, disse Collins num comunicado oficial. “A história também se prestou a um mergulho mais profundo no uso da propaganda e no poder daqueles que controlam a narrativa. A questão ‘Real ou não real?’ parece mais urgente para mim a cada dia”.
O último episódio de ‘Pinguim‘, série derivada de ‘Batman‘ estrelada por Colin Farrell, já foi exibido – e, agora, os fãs podem assistir à minissérie na íntegra.
Os oito episódios da já aclamada produção estão disponíveis na Max.
O diretor Matt Reeves e a showrunnerLauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.
“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”
“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.
A cantora sueca Tove Lo definitivamente não tem o reconhecimento que merece: iniciando sua carreira em 2006 e vindo lançar seu primeiro álbum apenas em 2014, a artista grunge ganhou notoriedade por suas cruas e autobiográficas investidas no gênero pop, mostrando seu apreço inigualável pela mistura de gêneros e por complexas lyrics que até hoje são consideradas como algumas das melhores de sua geração. De fato, sua música mais conhecida, “Habits (Stay High)”, foi lançada há doze anos e, desde então, ela vem trilhando um caminho original e envolvente que culminou, finalmente, na divulgação de sua intimista quarta obra, intitulada ‘Sunshine Kitty’. E, diferente do que podemos imaginar, seu controverso título mergulha numa melancólica jornada que nega um escopo ensolarado e prefere entregar algo mais agridoce e com a mesma profundidade que suas iterações predecessoras.
Em sua mais nova epopeia musical, Tove Lo recupera mais uma vez o controle de suas produções e fica responsável por todas as canções de forma propositalmente solitária, imprimindo as conhecidas características de sua discografia ao mesmo tempo que convida outros nomes conhecidos (e inesperados) para ajudá-la nesse processo. Partindo de uma premissa paradoxalmente sintética e natural, ela busca por uma extensão de seu último CD lançado (‘Blue Lips’, 2017) e explora as múltiplas camadas do synth-pop enquanto se alia com uma vanguardista tendência do PC music, convidando-nos para revisitar os primeiros anos da década passada e o nascimento do electro-music.
Logo, a breve introdução “Gritty Pretty” funciona como uma espécie de “ato de contrição” que reúne em um mesmo lugar as sonoridades encontradas nessas 14 novas faixas – desde as baladas guiadas pela guitarra até as obrigatórias dissonâncias que conversam com o nicho eletrônico. O pano de fundo também serve como prólogo para “Glad He’s Gone”, track na qual a lead singer usa e abusa de sua extensão em soubrette para premeditar cada uma das estrofes, além de deixar bem claro que irá se restringir ao recuo de um delicioso e melódico mezzosoprano. E, bom, se em “Habits” essa eu-lírico mergulhava em um angustiante tour-de-force, aqui ela se vê de frente para uma superação e um amadurecimento que vão de encontro à sutil sonoridade e ao aspecto enganoso de romance: na verdade, como ela repete diversas vezes, “você está melhor, estou feliz que ele se foi”.
É inegável dizer que Tove Lo procura nos entregar algo diferente do que tantos outros membros da indústria fonográfica vêm entregando nos últimos meses, mas ela não consegue (ou não quer) se desvencilhar de inúmeras referências automaticamente reconhecíveis. Temos uma drenagem familiar em “Bad as the Boys”, no qual divide os holofotes ao lado do tradicional pop deALMA, e uma minimalista abordagem com “Sweettalk my Heart”, que funde elementos desde “Borderline” até “The Way It Is”. Mas isso não é tudo: essa inclinação permite também que as faixas em questão se afastem de um anacronismo amador e abracem uma crescente e bem-vinda atemporalidade.
‘Sunshine Kitty’ não é apenas sagaz o suficiente para entrelaçar o novo e o antigo, mas também bombardeia os ouvintes com um incontrito electro-dance que viaja pelas décadas de 1980, 1990 e 2000 sem se importar em reverenciar essas três épocas das formas mais inesperadas possíveis. Nesse território, a artista partilha de seus esforços com Jax Jones na sensual e mística “Jacques”, traça uma colaboração abrasileirada com o funkeiro Mc Zaac em uma interessante soturnidade que nos rouba a atenção do começo ao fim na track “Are U Gonna Tell Her?” (com harmonizações surpreendentes) e cria um estilo movido puramente pelos sintetizadores e por um ambience-pop ao lado da lendária Kylie Minogueem “Really Don’t Like U” – que, sem sombra de dúvidas, configura-se como um dos ápices do álbum.
Tove Lo também mostra que não está alheia aos estilos explorados nos dias atuais, voltando-se para uma versão acuada e minimalista do trap que, apesar de aprazíveis, encontram-se em uma dificultosa situação de não conseguir se desvencilhar dos convencionalismos estruturais. É basicamente isso que ocorre com a dramática “Mateo” e é reparado com “Come Undone”, cujo recuo em mid-tempo preza por uma elegante e sexy transição entre seus atos. Já em “Equally Lost”, os aspectos em questão deixam de existir em prol de algo mais latino, diferente de qualquer coisa que já ouvimos dentro de sua ainda jovem carreira.
“Shifted” insurge como inevitavelmente a melhor música do álbum por diversas razões: desde sua resplandecente atmosfera dark, passando pela perfeição vocal da cantora e a culminação no melodrama almejado pelo impacto dos sintetizadores em paralelo aos acordes do violão – tudo caminhando para uma teatral e antirromântica rendição. Felizmente, a clareza sonora dessa peça é seguida pelo avant-pop de “Mistaken”, que pode até perder um pouco de seu brilho por se assemelhar a outras produções, mas presta atenção nos deslizes cometidos e atinge seu propósito.
Tove Lo retorna em gloriosa forma com uma obra inebriante e transbordando com artísticas tendências à frente de seu tempo – sem deixar que essa originalidade ofusque marcas saudosistas e que refletem sua inserção numa época categórica da música contemporânea. Por tais razões, ‘Sunshine Kitty’ aproveita de seus propositais fragmentos para dilacerar e costurar, ao mesmo tempo, um percurso sensorial conduzido por intimistas e melancólicas declamações.
A franquia ‘Invocação do Mal’ é uma das mais populares do século e se tornou uma das favoritas dos inveterados fãs de terror.
Responsável por reavivar nosso interesse em histórias que misturam o sacro ao sobrenatural, a saga teve seu início em 2013 pelas mãos de ninguém menos que James Wan – que já havia nos conquistado com o gore e o slasher mais de uma década antes com ‘Jogos Mortais’. Aqui, ele aposta fichas no legado deixado pelos demonologistas Ed e Lorraine Warren, que ficaram a encargo de casos assombrosos e que ganharam as manchetes ao redor do mundo – sendo encarnados pelos incríveis Patrick Wilson e Vera Farmiga nos cinemas.
O sucesso crítico e financeiro do universo deu origem a várias produções derivadas, incluindo ‘Annabelle’ e ‘A Freira’. E, com o lançamento do nono e último capítulo da franquia, ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’, resolvemos preparar o ranking definitivo desse cosmos.
Confira abaixo e conte para nós qual o seu favorito:
Em 2018, a franquia ‘Invocação do Mal’ ganhava mais uma entrada em seu expansivo universo – ‘A Freira’. Servindo como pré-sequência do segundo filme da saga original, a trama nos apresentou às origens do demônio-freira Valak, prometendo ser o capítulo mais assustador de todo esse universo. Porém, mesmo com alguns momentos de sucesso, o resultado foi muito aquém do esperado e denotou um medo de se permitir e de brincar com clichês do gênero que poderiam ser remodelados ou ressignificados.
O tremendo sucesso de ‘Invocação do Mal’ compeliu a Warner Bros. não apenas em dar continuidade à saga de Ed e Lorraine Warren, mas explorar outros territórios dentro do mesmo universo. E o primeiro spin-off dado ao público foi ‘Annabelle’: focado na amedrontadora boneca titular, o longa dirigido por John R. Leonetti falhou em trazer coisas novas ao gênero, mergulhando em uma narrativa cansativa, formulaica e regurgitada de diversas narrativas similares. Porém, mesmo com inúmeras falhas, o projeto chamou a atenção do público e se tornou um sucesso de bilheteria.
7. INVOCAÇÃO DO MAL 3: A ORDEM DO DEMÔNIO (2021)
A primeira investida oficial de Michael Chaves no universo de ‘Invocação do Mal’ foi com o terceiro capítulo da franquia principal, ‘A Ordem do Demônio’. Apesar das boas intenções, o longa-metragem não conseguiu se desvencilhar de deslizes óbvios, ofuscados brevemente pelo comprometimento do elenco protagonista e coadjuvante. Desde uma penosa direção nada inspirada até emulações fracas de elementos cansativos, é complicado chegar ao final dessa “assombrosa” aventura sem ficar imaginando o que aconteceria se as peças se encaixassem com maior fluidez.
‘Annabelle 3: De Volta para Casa’ dá continuidade e encerramento à saga da boneca mais perigosa do planeta e, seguindo os passos do capítulo anterior, é pautado em uma história totalmente fictícia e que, no final das contas, entretém por seu caráter despojado do que pelas tentativas de ser um terror. Trazendo Gary Dauberman em sua estreia diretorial, o longa mais parece um episódio saído da série ‘Scooby-Doo’ do que um capítulo de ‘Invocação do Mal’ – mas se beneficia de um elenco que inclui Mckenna Grace, Madison Iseman e Katie Sarife.
‘A Freira’ pode ter falhado em vários quesitos quando chegou aos cinemas, mas sua sequência se mostrou competente o suficiente para polir os excessos e os erros. Dessa maneira, ‘A Freira 2’ representou uma melhora considerável em relação ao capítulo anterior, mesmo carregado de lugares-comuns e de resoluções ocasionais. Isso não significa que não possamos nos divertir com essa sobrenatural e arrepiante aventura – finalizando um capítulo adorado da franquia e contando com ótimas performances de Taissa Farmiga, Anna Popplewell, Jonas Bloquet e Bonnie Aarons.
4. INVOCAÇÃO DO MAL 4: O ÚLTIMO RITUAL (2025)
O suposto capítulo final de ‘Invocação do Mal’ acabou de chegar aos cinemas, ganhando o título de ‘O Último Ritual’. Apoiando-se no Caso Smurl, que ganhou as manchetes dos Estados Unidos entre os anos 1970 e 1980, o longa-metragem representa um retorno às gloriosas raízes cimentadas por Wan e funciona como uma sólida despedida desse contínuo projeto (ao menos nas telonas). E, para além de um comprometimento inegável do elenco, que conta com o retorno de Vera Farmiga e Patrick Wilson como os protagonistas, é notável como a obra funciona como uma carta de amor ao terror, amalgamando diversas homenagens em sua instigante narrativa.
Apesar de ‘Annabelle’ não ter feito o sucesso prometido ao ser lançado em 2014, o segundo longa-metragem da franquia spin-off, intitulado ‘Annabelle 2: A Criação do Mal’, surpreendeu a todos como um dos melhores capítulos da saga, arquitetada sob uma história de origem arrepiante e bem convincente, com pulsões de criatividade que nos deixaram vidrados do começo ao fim. Comandada por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam’), a história acompanha um criador de bonecas e sua esposa que, depois da trágica morte da filha, recebem em casa uma freira e várias meninas de um orfanato que foi fechado. Rapidamente, todos viram alvo de Annabelle, a boneca possuída e uma das criações do anfitrião.
2. INVOCAÇÃO DO MAL (2013)
Mais de dez anos depois de ter chegado aos cinemas, o primeiro capítulo desse memorável e icônico universo continua como um de seus melhores – e é responsável por ter reacendido o interesse do público em obras de terror sobrenatural. Para além de uma ótima e competente narrativa, que nos envolve em uma narcótica e arrepiante jornada, o filme encontra sucesso em um trabalho artístico espetacular, desde a direção de James Wan à química de Vera Farmiga e Patrick Wilson.
1. INVOCAÇÃO DO MAL 2 (2016)
#image_title
Em ‘Invocação do Mal 2’, James Wan regressa à cadeira de diretor e não apenas arquiteta um ótimo filme de terror, mas reafirma o potencial do gênero como obra de arte: seja ao aliar-se ao competente roteiro de Chad Hayes e Carey W. Hayes, seja na exímia condução cênica, a primeira sequência da saga emerge como uma profunda exploração sobre a vida e a morte, trazendo tropos conhecidos do terror psicológico e sobrenatural com fundações na sinestesia atmosférica à medida que os remodela em uma declaração de esperança e desespero, de fé e descrença, do bem e do mal. O diretor mostra-se disposto, sem presunção alguma, a homenagear aqueles que o inspiram como realizador cinematográfico, garantindo um encontro entre passado e presente que nos envolve do começo ao fim.
Atualmente em produção na Espanha, o filme será lançado nesta semana no EFM (Mercado Cinematográfico Europeu) em Berlim, através do selo Capstone (‘Obsessão’, ‘A Queda’).
Quando uma jovem mulher marcada pelo luto visita um misterioso circo itinerante em sua cidade natal, ela se vê seduzida pelo perigoso mundo do prazer e da enganação.
A Netflix anunciou quatro novos nomes ao elenco de ‘Myron Bolitar’, nova série de drama estrelada por Colin Woodell (‘Pulso’, ‘O Continental’) (via Deadline).
Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.
O elenco ainda conta com KJ Apa (‘Riverdale’) e Diane Guerrero (‘Patrulha do Destino’).
A série é inspirada na saga homônima do escritor best-seller Harlan Coben, que conta com 12 volumes – a maior franquia literária do autor.
David E. Kelley (‘Margô Está em Apuros’) e Kyle Long (‘Suits’) assumem o cargo de showrunners, além de assinarem o roteiro e comandar a produção executiva do projeto.
Na trama, após uma lesão encerrar seus sonhos na NBA, Myron Bolitar (Woodell) se reinventa como agente esportivo — valendo-se de charme, inteligência e um sócio implacável para transitar pelo mundo dos esportes, um ambiente de alto risco e jogos sujos onde salvar seus clientes muitas vezes significa colocar a si mesmo em perigo.
Apa interpretará Win Lockwood. Nascido em um ambiente de privilégio extremo, Win deixou os negócios da família para construir algo próprio ao lado de seu melhor amigo, Myron. Inabalável, extremamente engenhoso e ferozmente leal, ele é a pessoa a quem Myron recorre quando seus clientes se metem em encrencas.
Guerrero interpretará Esperanza Diaz, uma ex-lutadora profissional que se tornou o braço direito indispensável de Myron na MB Sports. Munida de uma determinação inesgotável e de uma inteligência afiada, Esperanza é a espinha dorsal da agência e a força constante que mantém Myron e os clientes nos eixos.
Durante uma entrevista para promover a nova versão de ‘As Panteras’, Kristen Stewart revelou o que mais está curiosa para ver em ‘The Batman’, adaptação estrelada por Robert Battinson e dirigida por Matt Reeves.
A estrela de ‘Crepúsculo’ disse que está ansiosa para ver seu antigo colega de elenco, Pattinson, dizendo a famosa frase: ‘Eu sou o Batman’.
Stewart também foi questionada sobre qual foi a melhor versão do Homem-Morcego nos cinemas, ao que ela respondeu:
“Estou torcendo por ele [Pattinson], mas acho que Michael Keaton é o cara, é tão divertido vê-lo dizer: ‘Ei, eu sou o Batman’.
Lembrando que o reboot de ‘As Panteras’ já está em exibição nos cinemas nacionais e, ao contrário do que muitos poderiam imaginar, o filme fez um barulho considerável entre a crítica internacional.
No Rotten Tomatoes, o longa abriu com 63% de aprovação, com nota 5,75/10 baseada em 27 reviews (até o momento). Segundo o consenso geral, “sério e enérgico, ainda que um pouco desequilibrado, ‘As Panteras’ adiciona uma nova camada para a franquia com performances divertidas de suas três atrizes principais”.
Confira as principais críticas:
“Ninguém realmente pediu por mais um reboot de ‘As Panteras’, mas este aqui vai deixar você querendo mais” – IndieWire.
“É melhor do que poderia ter sido, apesar de não ser tão bom para garantir iterações futuras” – Guardian.
“Todas as virtudes feministas do mundo não conseguem lidar com o conservadorismo criativo do filme” – Slant Magazine.
“‘As Panteras’ funciona como uma correção de todo o conceito, escrito, dirigido, por, para e sobre as mulheres” – Consequence of Sound.
Elizabeth Banks dirige a nova geração de Panteras – Kristen Stewart, Naomi Scott eElla Balinska – a serviço do misterioso Charles Townsend. As Panteras sempre proveram segurança e suas habilidades de investigação para clientes particulares, e agora a agência Townsend tem atuação internacional: as mais espertas, destemidas e altamente treinadas agentes em todo o globo formam múltiplos times de Panteras guiados por múltiplos Bosleys e estão prontas para atuar nos trabalhos mais díiceis ao redor do mundo. Quando um jovem engenheiro de sistemas soa o alarme a respeito de uma perigosa tecnologia; as Panteras são chamadas à ação, e colocam suas vidas em risco para nos proteger a todos.
Depois que Rosario DawsoneTemuera Morrison foam confirmados como Ahsoka Tano e Boba Fett na 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, os fãs estão ansiosos para ver a dupla em ação.
Pensando nisso, um usuário do Twitter criou um incrível fan pôster reunindo os personagens junto a Din Djarin (Pedro Pascal), Moff Gideon (Giancarlo Esposito), Cara Dune (Gina Carano), e o Baby Yoda.
A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
De acordo com o Deadline, Jesse Garcia (‘Narcos: México’) e Annie Gonzalez (‘Gentefied‘) foram escolhidos como protagonistas de ‘Flamin Hot‘, cinebiografia inspirada na vida do criador do Cheetos Picante.
A dupla vai interpretar Richard e Judy Montañez, que acabam inventando a receita do famoso salgadinho.
Antes da reviravolta em sua vida, Richard era zelador da Frito Lay, uma divisão da Pepsico dedicada à fabricação de salgadinhos artificiais.
Inspirado por sua ascendência mexicana, ele apresentou o novo sabor ao ex-CEO da companhia, Roger Enrico, pelo telefone.
Depois de duas semanas se preparando, ele conseguiu surpreender a equipe executiva da empresa, que abraçou sua iniciativa e juntos deram origem à criação do Flamin ‘Hot Cheetos.
O salgadinho não apenas revolucionou a produtora de biscoitos salgados, como também transformou a indústria alimentícia, se transformando em um fenômeno cultural.
Lembrando que o longa marca a estreia da atrizEva Longoria como diretora.
Em entrevista ao portal, ela comemorou a contratação e elogiou o casal de atores pro seu conhecimento e amor à comunidade latina.
“Minha maior prioridade é ter certeza que estamos contando a história de Richard Montanañez com autenticidade. Estou muito feliz por ter dois mexicanos-americanos extremamente talentosos a bordo nessas funções essenciais. Jesse e Annie têm um conhecimento profunda de nossa comunidade e serão capazes de ajudar a contar essa história de grande importância para nossa cultura.”
Segundo a publicação, DeVon Franklin (‘Superação: O Milagre da Fé‘) será um dos produtores do longa por meio de um acordo firmado com a Fox. O filme será conduzido pelo seloFox Searchlight, que normalmente explora narrativas mais conceituais e cults.
Até o momento, maiores detalhes não foram revelados, então não há informações sobre o restante do elenco e nem previsão de estreia.
Como o projeto está nas fases iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.
Eu encarei (e adorei) a sequência de perseguição em Bad Boys 3 como uma homenagem ao Batman dos anos 60, com os protagonistas numa moto com sidecar. E agora esse resgate das cores no uniforme da Batgirl me dão certeza que os diretores Fallah e El Arbi curtem mesmo a era Adam West pic.twitter.com/R3IrvU3g2i
É extremamente fiel as HQS da personagem, tem muita vida no traje com cores vibrantes e quero muito ver isso em ação.
Um grande acerto!#Batgirlpic.twitter.com/IarWiuHKbV
Lembrando que, além de Grace, o icônico ator Brendan Fraser(‘A Múmia’, ‘Patrulha do Destino’) será o antagonista Firefley (Vagalume).
Para quem não conhece, Firefly fez sua estreia nos quadrinhos em Detective Comics #184, em junho de 1952, e foi reimaginado décadas mais tarde como um piromaníaco sociopata com uma compulsão obsessiva por começar incêndios.
Além disso, ele também é equipado com um traje que carrega um pesado arsenal de armas de fogo, incluindo lança-chamas, granadas, napalm e bombas de fumaça, bem como uma lâmina de plasma super-aquecido para combate próximo.
J.K. Simmons (Comissário James Gordon) e Jacob Scipio (papel não revelado) também farão parte da produção.
Ainda sem previsão de estreia, a adaptação ganhou sua primeira imagem conceitual durante a DC FanDome.
Confira:
Anteriormente, Grace revelou um pouco sobre a trama do longa.
“Bárbara é alguém que foi subestimada até mesmo por seu próprio pai. E, como a filha mais nova, às vezes você está isolada de todas as coisas difíceis da vida, então ela está ansiosa para provar a si mesma e a todos que há algumas coisas com as quais ela pode lidar sozinha.”
Ela continuou, comparando-se com a personagem:
“Na pesquisa que tenho feito para a pré-produção, aprendi muitas coisas sobre Barbara que me conectam a ela. Eu me identifiquei muito com ela porque este é apenas o meu segundo trabalho como atriz e sinto que estou em uma jornada para provar a mim mesma quais barreiras posso quebrar, quais limites posso ultrapassar e estou animado para incorporar toda essa ansiedade, teimosia e determinação que compõem o caráter de Barbara.”
Por fim, ela comentou qual foi sua reação ao descobrir que foi escalada.
“Ah, cara! Foi um choque, foi muito louco. Eu fiz os testes e foi alucinante, mas no fundo você nunca espera por isso. Eu descobri via Zoom, porque os responsáveis fizeram uma surpresa e tudo mais. Eu achei que faria mais um teste e ainda é alucinante pensar sobre isso. Eles me fizeram ler um e-mail e estava escrito: ‘Eu sou a Batgirl’. Eu só fiquei me tremendo sem entender o que estava acontecendo. Foi lindo e esse papel será uma bênção na minha carreira.”
Realizado ontem (30), o evento Pulse Con Power Rangers, da Hasbro, estava cheio de novidades, incluindo novos detalhes e retornos para a temporada de comemoração aos 30 anos da franquia.
A dupla confirmou sua presença através de um vídeo publicado Twitter oficial da franquia.
Yost deu o pontapé inicial, dizendo:
“Ei, Nação Ranger, David Yost aqui, vindo falar com vocês ao vivo do set na Nova Zelândia, onde estamos trabalhando em algo realmente especial para comemorar o 30º aniversário de ‘Power Rangers‘. Agora eu não posso dar muitos detalhes ainda, mas vou te dizer que vai ser uma celebração épica, e eu estou super animado por estar aqui trabalhando com um velho amigo. Não é mesmo?”
É quando Jones entra em cena, dizendo:
“E aí, Nação Ranger, é seu garoto Walter Emmanuel Jones, também conhecido como Zack, o antigo Ranger Preto. Sim, estamos nos divertindo muito, e devo dizer que é meio difícil acreditar que estamos comemorando nosso 30º aniversário. Estamos muito bem agora. Ei, mas estamos empolgados por estar aqui no set e mal podemos esperar para comemorar e ver vocês no próximo ano.”
Em seguida, ambos entonam:
“É hora de morfar.”
Além disso, foi revelado que ‘Power Rangers: Cosmic Fury‘ terá apenas 10 episódios produzidos pela Netflixem parceria com a Hasbro.
Confira o anúncio do retorno, junto com uma imagem do design dos novos trajes:
Mais conhecido por seu papel como o Capitão América nos filmes da Marvel, Chris Evans já havia declarado que nunca foi fã de redes sociais e criou seus perfis por conta da pressão dos amigos e colegas de elenco.
No entanto, o astro usou seu Twitter para compartilhar uma última publicação, explicando que está desativando seus perfis online.
Na publicação, ele deu ma satisfação para não deixar os fãs preocupados, argumentando que precisa de um tempo longe das telas.
Por outro lado, ele deixou claro que não é uma decisão definitiva e pretende retornar em breve.
Confira:
“Olá a todos. Estou me tratando para ficar menos tempo na frente de uma tela neste verão, então vou dar uma pequena pausa no Twitter e Instagram. Vejo vocês em breve! Muito amor!”
Lembrando que seu trabalho mais recente é ‘Ghosted: Sem Resposta’, nova rom-com de ação estrelada junto com Ana de Armas para a Apple TV+.
O corretíssimo Cole se apaixona pela enigmática Sadie, mas logo enfrenta a chocante descoberta de que ela é uma agente secreta. Antes que eles possam decidir se terão ou não um segundo encontro, Cole e Sadie são arrastados para uma aventura internacional para salvar o mundo.
O Discussing Film divulgou um divertido para promover o lançamento da animação ‘Garfield – Fora de Casa‘, que estreia nos cinemas nacionais no dia 1º de maio.
O vídeo mostra Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’) rodeado de gatos enquanto explica como se preparou para dar vida ao adorado felino: imitando seus gatos de estimação, é claro.
Confira, junto com os trailers:
Chris Pratt learns how to become a cat to prepare for ‘GARFIELD’ in this exclusive teaser.
Criada pelo cartunista Jim Davis, a história em quadrinhos de ‘Garfield‘ estreou em junho de 1978 e segue o gato laranja cínico e preguiçoso e suas interações com seu dono,Jon Arbuckle, e seu companheiro de estimação Odie, o adorável cachorro.
A 20th Century Studios divulgou o primeiro trailer de ‘A Noite das Bruxas‘ (‘A Haunting on Venice’), continuação de ‘Morte no Nilo‘, que traz de volta o icônico detetive dos livros de Agatha Christie, Hercule Poirot, interpretado porKenneth Branagh.
O filme será lançado dia 14 de setembro nos cinemas.
Confira o trailer:
O novo filme é parcialmente inspirado pelo livro homônimo.
“Ambientada após o período da 2ª Guerra Mundial, a trama acompanha mais um mistério aterrorizante com o retorno do célebre detetive Hercule Poirot. Agora aposentado e vivendo em um exílio auto imposto na cidade mais glamorosa do mundo, Poirot relutantemente assiste a uma sessão espírita em um palácio decadente e assombrado. Quando um dos convidados é assassinado, o detetive é jogado em um mundo sinistro de sombras e segredos.”
Além de estrelar, Branagh também retorna à direção, a partir de um roteiro escrito por Michael Green (‘Logan’).
O mais novo filme da franquia Planeta dos Macacos, intitulado ‘Planeta dos Macacos: O Reinado’, estreará em 2024. Em relação a este novo filme, o diretor do longa, Wes Ball, indicou que a linha do tempo na franquia passará por um salto significativo. Pois enquanto a trilogia inicial se passa na Idade da Pedra, o novo filme se ambienta na Idade do Bronze, segundo o Comicbook.
“Eu queria fazer um grande salto no tempo”, confirmou Ball. “É significativo o suficiente para que César ainda seja um espírito no filme, mas a maioria de seus parentes vivos não está nesta produção. Se os últimos três filmes foram a Idade da Pedra, aqui vamos ver o que acontece quando eles entram na Idade do Bronze.”
O novo filme é descrito como “O diretor Wes Ball dá nova vida à franquia global e épica, ambientada várias gerações no futuro após o reinado de César, onde os macacos são a espécie dominante vivendo harmoniosamente, e os humanos foram reduzidos a viver nas sombras. Enquanto um novo líder tirânico dos macacos constrói seu império, um jovem macaco empreende uma jornada angustiante que o fará questionar tudo o que ele conhece sobre o passado e tomar decisões que definirão um futuro para macacos e humanos.”
Sobre o novo longa, Ball afirmou que busca uma aventura com proporções mais épicas.
“Quando comecei, disse: ‘Sinto que Planeta dos Macacos precisa de um pouco de Star Wars'”, admitiu Ball. “Ainda é tudo muito fundamentado na realidade, mas essencialmente é uma narrativa de busca. Nosso personagem principal, o jovem e impressionável Noa [Teague], encontra personagens ao longo do caminho e se desperta enquanto acaba em um lugar que o testará, e ele finalmente se torna seu verdadeiro eu.”
“Não transformamos isso em algo infantilizado ou da Disney, se me é permitido dizer isso! … Mas trouxemos um espírito mais jovem para isso.” finalizou Ball.
A animação da DC Studios, ‘Minhas Aventuras com o Superman’, continua a surpreender os fãs! Durante o painel da série na San Diego Comic-Con, foi anunciado que o icônico Superboy fará sua estreia na terceira temporada.
Para a alegria dos fãs, as primeiras artes conceituais do personagem já foram reveladas, mostrando um visual moderno e cheio de personalidade.
Além da emocionante novidade sobre o Superboy, a DC Studios também divulgou as primeiras imagens da nova temporada, trazendo diversas novidades para os fãs. Uma das mais surpreendentes é a revelação de Lex Luthor completamente careca, um visual inédito na série.
Primer vistazo a los héroes y villanos de My Adventures With Superman S3 #SDCC#SDCC24
Segundo o ComicBook, “Na nova temporada, os três melhores amigos enfrentam uma série de novas ameaças. Inimigos poderosos surgirão do passado alienígena de Clark, Amanda Waller mirará no Superman, Lois lidará com o futuro e Jimmy Olsen gastará uma quantia inacreditável de dinheiro. Krypton está chegando para nossos jovens heróis, e sua chegada testará sua força, lealdade e amor como nunca antes”
Além de Jack Quaid, no papel do herói, o elenco de dublagem conta com Alice Lee (‘Zoey e a sua Fantástica Playlist’) como Lois Lane.
A história segue Clark enquanto ele constrói sua identidade secreta como Superman e explora suas próprias origens misteriosas. Lois, a caminho de se tornar uma repórter famosa, se junta ao fotógrafo Jimmy Olsen para divulgar as histórias que importam.
Enquanto isso, Clark e Lois estão se apaixonando, ela se aproxima cada vez mais de descobrir sua identidade secreta! Compartilhando aventuras, o trio derrota bandidos, tropeça em segredos e descobre o que significado do heroísmo.
A renomada atriz Cate Blanchett causou burburinho ao expressar sua opinião sobre a cobertura midiática de grandes eventos como o Oscar, defendendo que as premiações deveriam deixar de ser televisionadas.
A decisão da atriz, segundo o Deadline, foi motivada pela crescente invasão de privacidade nas redes sociais, onde internautas utilizam a leitura labial no TikTok para decifrar as conversas dos artistas durante as cerimônias.
“Voltemos aos tempos em que não era transmitido. Tragam isso de volta e façam uma grande festa onde as pessoas possam simplesmente se soltar”, declarou Blanchett.
Ela complementou: “A moda é ótima, e tudo isso. Vamos descobrir no final quem ganhou ou não. Mas seria tão bom se isso acontecesse a portas fechadas. Seria, com certeza, uma noite muito diferente”.
Blanchett lamentou a crescente falta de privacidade na era digital: “Existem poucos lugares onde você pode ir agora e ter privacidade”.
Ela compartilhou memórias de um tempo em que a privacidade era valorizada: “Era isso que eu amava no final dos anos 80, quando ia a todas as festas de dança em Sydney para o Mardi Gras. As pessoas estavam apenas lá. Estavam muito presentes, sabe, juntas, coletivamente, se divertindo. Era algo não agressivo. Ninguém estava sendo gravado. Ninguém se importava com o que alguém fazia”.
Cate Blanchett, detentora de dois Oscars, Melhor Atriz Coadjuvante por ‘O Aviador’ (2004) e Melhor Atriz por ‘Blue Jasmine’ (2013), além de outras seis indicações, defende um retorno à celebração da arte longe dos holofotes da fama.
‘Christy’, cinebiografia da icônica lutadora Christy Martin estrelada por Sydney Sweeney, ganha seu primeiro trailer
O filme acompanha a trajetória de Christy Martin, que se consagrou como a boxeadora mais famosa dos Estados Unidos durante a década de 1990. Conhecida como “A Filha do Mineiro de Carvão”, em referência ao ofício de seu pai, a atleta nascida na Virgínia Ocidental foi responsável por levar o boxe feminino ao centro das atenções no esporte.
O filme, dirigido por David Michôd e co-escrito com Mirrah Foulkes, vai contar a trajetória de Christy Martin, uma das maiores estrelas do boxe feminino nos anos 1990. Ela foi campeã mundial da categoria super meio-médio em 2009 e teve uma história de vida marcada por um episódio dramático: em 2010, sobreviveu a uma tentativa de assassinato pelo marido, James Martin, que foi condenado e está preso desde 2012.
Após consolidar seu nome na cultura pop com o sucesso global do romance contemporâneo ‘Heated Rivalry-Rivalidade Ardente’, o showrunnerJacob Tierney já definiu seu próximo grande projeto. Em parceria com a Netflix, o cineasta canadense comandará ‘Alexander’, uma série dramática que mergulha na juventude de Alexandre, o Grande.
Segundo informações do Deadline, a produção adapta o aclamado romance “The Golden Mean” (2009), da autora Annabel Lyon. Tierney será o responsável pelo roteiro e pela direção, trabalhando ao lado de seu colaborador habitual Brendan Brady (‘Heated Rivalry’) e dos produtoresJason Bateman eMichael Costigan, da Aggregate Films.
Em Alexandre, enquanto o império ateniense desmorona, a mente mais brilhante do mundo, Aristóteles, chega à Macedônia para ensinar um jovem príncipe volátil, Alexandre. Em meio a intrigas palacianas, amores proibidos, guerras brutais e ambições implacáveis, a improvável amizade deles molda um império e altera o curso da história.
O projeto chegou ao streaming com força total, impulsionado pelo status de Tierney como uma das vozes mais requisitadas da TV atual. A produção será realizada sob o acordo de exclusividade que a produtora deJason Bateman mantém com a Netflix.
Jinny Howe, chefe de séries roteirizadas da Netflix para EUA e Canadá, celebrou a nova contratação:
“Jacob Tierney é uma das vozes criativas mais empolgantes e requisitadas que trabalham atualmente, e estamos muito felizes em trabalhar com ele em Alexander. Ficamos imediatamente cativados pela visão dele de adaptar o aclamado romance de Annabel Lyon. Esta série reinventa a clássica luta pelo poder entre mentor e protegido com uma energia crua e moderna que soa ao mesmo tempo épica e incrivelmente íntima. Este drama de alto risco está pronto para ressoar profundamente com nosso público global, e estamos ansiosos para trazê-lo à vida com o talentoso e habilidoso Jason Bateman e a equipe da Aggregate Films”, afirmou.
Para Tierney, este é um projeto de paixão que ele planeja há anos.
“Me apaixonei pelo livro The Golden Mean de Annabel Lyon há muito tempo e desde então sonho em contar essa história. Brendan e eu não poderíamos estar mais animados em fazer parceria com a Aggregate e a Netflix para dar vida a esse mundo incrivelmente fascinante”, concluiu.
‘Coringa: Delírio a Dois’, a sequência do sucesso de 2019, chega aos cinemas neste fim de semana com um final que promete gerar muitas discussões.
No filme, Joaquin Phoenix retorna ao papel que o levou ao Oscar de Melhor Ator, dando vida novamente ao grande vilão da DC Comics. Confira abaixo os spoilers do final do filme e entenda o significado dos acontecimentos.
Spoilers importantes abaixo!
No final de ‘Coringa: Delírio a Dois’, Arthur Fleck (Phoenix) assume a culpa por todos os seus crimes, sendo condenado à pena de morte na cadeira elétrica. No entanto, consegue escapar da polícia graças a ações de seus apoiadores, que utilizam um carro-bomba próximo ao tribunal.
Apesar dos esforços de seus fãs, Fleck é capturado novamente. Na prisão, enquanto aguarda sua sentença, o personagem é avisado de que recebeu uma visita. Neste momento, o filme entrega seu desfecho chocante.
No caminho para encontrar sua visita, Arthur Fleck é abordado por um jovem detento, que pede para contar uma piada. O rapaz então avisa: “Você recebe o que merece”, uma frase famosa do primeiro filme, e desfere facadas em Fleck, matando o protagonista.
Rindo de forma sinistra e maníaca, o rapaz, chamado Ricky, corta suas próprias bochechas para formar um sorriso em seu rosto. O filme acaba com a morte de Arthur Fleck.
O desfecho de ‘Coringa: Delírio a Dois’ não só deixa evidente o legado de Arthur Fleck em Gotham, como indica que Ricky, o garoto que o assassinou, é quem deve se tornar o Coringa que os fãs já conhecem das histórias em quadrinhos.
‘Coringa: Delírio a Dois’ está enfrentando críticas cada vez mais duras desde sua estreia no Festival de Veneza.
Agora, a aprovação do mais novo filme da DC no Rotten Tomatoes caiu para 47%.
O filme, que já gerava expectativas mistas devido à proposta de ser um musical R-rated, está recebendo uma recepção negativa generalizada, com muitos apontando problemas na execução.
Após o sucesso de ‘Coringa’, lançado em 2019, a sequência, também dirigida por Todd Phillips, não parece seguir o mesmo caminho de seu antecessor rumo à aclamação.
Desde seu anúncio, o longa foi alvo de críticas e opiniões mistas do público, com a ousada ideia de fazer um musical não sendo bem recebida por grande parte dos fãs do primeiro filme.
‘Coringa: Delírio a Dois’ pode enfrentar sérios problemas de bilheteria.
Segundo o Deadline, estima-se que o filme terá uma abertura de apenas US$ 55 milhões em seu primeiro final de semana. É uma grande queda em relação aos US$ 96 milhões de estreia atingidos por ‘Coringa’ em 2019.
Com as pré-vendas do filme atrás de longas como ‘The Flash’ e ‘As Marvels’, não se descarta a possibilidade de que o filme decepcione ainda mais em sua estreia, ficando abaixo dos US$ 50 milhões de bilheteira.
Em agosto, antes do filme ser exibido no Festival de Veneza, projetava-se uma abertura de US$ 100 milhões para o longa.
No entanto, as críticas parecem ter impactado o interesse do público, enquanto a recepção foi abaixo do esperado.
Além disso, parece que os fãs não devem criar expectativas sobre mais continuações no futuro, pelo menos não sob as mãos do mesmo diretor. Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Todd Phillips afirmou que não tem planos para um terceiro filme.
O diretor também descartou um spin-off da Arlequina, interpretada por Lady Gaga, afirmando que não deve trabalhar com a DC novamente.
“Não é o caminho que esse filme está tomando. Sinto que meu tempo no universo da DC foram esses dois filmes.”
Recentemente, no Festival de Veneza, Joaquin Phoenix também afirmou que não deseja voltar para o papel em um possível terceiro filme.
O ator citou sua idade como o grande motivo para recusar uma sequência.
“Não vou falar sobre os detalhes da dieta, mas desta vez me senti um pouco mais complicado porque havia muitos ensaios de dança que estávamos fazendo, o que não aconteceu da última vez. Agora estou com 49 anos, provavelmente não deveria fazer isso de novo. Provavelmente é o fim para mim”, afirmou o ator.
‘Coringa: Delírio a Dois’ chega neste final de semana aos cinemas de todo o mundo – trazendo ninguém menos que os vencedores do Oscar Joaquin Phoenix e Lady Gaga como Arthur Fleck/Coringa e Lee Quinzel/Arlequina, respectivamente.
Após sua primeira exibição no Festival de Veneza, tornou-se um consenso de que o final do filme irá dividir o público – e o próprio diretor Todd Phillips tem plena consciência de que isso irá acontecer.
“Para as pessoas que assistiram a esse filme, no geral… No final, elas ficam sentadas e não se mexem durante três a cinco minutos”, ele revelou ao Slash Film. “Então, elas me mandam mensagem, aquelas que me conhecem, ou me mandam e-mail escrevendo: ‘eu preciso de um tempo para processar o filme”.
Phillips continua: “acho que vai deixar você bem desconfortável. Acho que é desconfortável”.
Por fim, o cineasta disse que a sequência “esclarece várias coisas sobre as quais você se perguntava no primeiro filme. Espero que todas sejam respondidas”.
Na trama, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.
Confira as principais críticas:
“É surpreendentemente monótono, um procedimento sem sentido que parece desdenhar seu público.”, Vanity Fair.
“O desfecho atinge batidas de história que deveriam encerrar o primeiro ato. O filme também oscila entre gêneros. É um musical, um filme de prisão e, principalmente, um drama de tribunal.”, Irish Times
“Coringa: Folie à Deux é o filme de Arthur, e Arthur simplesmente não é tão interessante, apesar do esforço que Phoenix faz para retratar o personagem com detalhes mentais extremamente angustiados e físicos de peito afundado.”, Vulture.
“Isso levanta a questão: por que Phillips está tão relutante em aceitar que o filme é um musical? Por que não adicionar um pouco mais de cor, algum floreio ao design de produção?”, Hannah Forte.
“Coringa: Delírio a Dois pode ser ambicioso e superficialmente ultrajante, mas, de certa forma, é uma sequência excessivamente cautelosa.”, Variety.
“Apesar de seu personagem principal fascinante e complexo, o filme é, no fim das contas, monótono e lento, não nos levando a lugar nenhum, lentamente.”, London Evening.
“Phillips e cia. voltaram ao mundo autocontido, sacudiram todo o conteúdo no carpete e… tentaram de novo. O resultado? Bagunçado, sem vida, derivado e exatamente o que você esperaria de um filme que simplesmente não quer, ou precisa, existir.”, Times.
“Embora acabe tão estridente, trabalhoso e muitas vezes completamente tedioso quanto o primeiro filme, há uma melhoria.”, The Guardian.
“No geral, Folie à Deux é tão ousado e perturbador quanto seu antecessor, replicando a ideia das cidades americanas modernas como barris de pólvora aterrorizantes perpetuamente à beira da explosão.”, Independent.
“É um filme triste, pensativo e impressionantemente estranho que usa a teatralidade dos musicais para minar as ambições de seu herói em vez de elevá-las.”, The Wrap.
“Enquanto o Coringa original continua sendo uma exceção impressionante — um raro sucesso de bilheteria com nuances emocionais, temas adultos e um genuíno senso de grandeza — esta sequência não consegue manter o ritmo.”, International Screen
“Coringa ainda tem um truque na manga — até mesmo um subtexto sério. O melhor momento vem no final de uma cena incendiária…”, Financial Times.
“Folie à Deux não consegue igualar seu antecessor em termos de impacto estonteante. Mas iguala em tensão horrível de barril de pólvora: é um filme que você sente que pode explodir em chamas a qualquer momento.”, Daily Telegraph.
“Folie à Deux simplesmente dança sapateado no mesmo lugar durante a maior parte de sua execução apática, encadeando uma série de números musicais decepcionantes que são muito óbvios… ou muito vagamente relacionados aos seus personagens para expressar qualquer coisa.”, indiewire
Lembrando que a sequência estreará nos cinemas nacionais no dia 4 de outubro.
Não é rumor ou mentira, sim, a participação de Tom Hardy como Venom em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ seria muito maior do que apenas a sua presença na cena pós-créditos. De acordo com o roteirista Chris McKenna, uma das versões iniciais do texto incluía o vilão na batalha final na Estátua da Liberdade.
“O que acontece é que Eddie Brock chega ao universo do MCU, vai a um bar, mas não consegue sair de lá. Em outras versões do filme, ele aparecia bem antes, e chegamos a considerar colocá-lo na luta final. Também pensamos em uma cena engraçada na qual ele ficaria preso no trânsito do Lincoln Tunnel”, disse McKenna.
Lembrando que a cena pós-créditos de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ revela que o Venom também foi transportado para a realidade do Homem-Aranha (Tom Holland) após o feitiço do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) dar errado. Porém, diferente dos outros vilões, ele não vai imediatamente atrás de Peter Parker, mas sim tentar entender a presença dos outros heróis e vilões que fazem parte deste universo.
‘Homem-Aranha 3‘ segue em cartaz em alguns cinemas brasileiros, e já arrecadou mais de US$1,8 bilhão em bilheteria ao redor do mundo. O longa deve chegar ainda este ano ao catálogo da HBO Max.
A Square Enix junto à Aniplex divulgou no último domingo (25) um novo trailer de ‘NieR:Automata Ver1.1a‘, anime inspirado no game ‘NieR: Automata‘, de 2017.
Mesmo com curta duração, vemos algumas cenas de ação com 2B e momentos tensos com 9S pela primeira vez na produção, além de revelar a data de estreia oficial, que será no dia 7 de janeiro de 2023.
Confira logo abaixo:
Confira o trailer anterior:
O material apresenta Lily, uma personagem importante para história da franquia ‘NieR‘, porém que nunca foi mostrada nos jogos, apenas em mangás e em uma peça teatral (que, sim, é considerada parte do cânone).
Também foi revelado um pôster mostrando Lily. Confira:
O elenco principal trará os mesmos talentos do jogo, incluindo 2B (Yui Ishikawa), 9S (Natsuki Hanae), Pod 042 (Hiroki Yasumoto) e Pod 153 (Kaoru Akiyama). Veja o trailer:
‘NieR: Automata‘ conta a história dos androides 2B, 9S e A2 e sua batalha para recuperar a distopia da humanidade, invadida por máquinas poderosas. A humanidade foi expulsa da Terra por seres mecânicos de outro mundo. Em um último esforço para recuperar o planeta, a resistência envia uma força de soldados androides para destruir os invasores.
Acaba de sair do forno a nova edição do CineAgenda, vídeo apresentado pelo editorRenato Marafon com as estreias deste final de semana (19 de Setembro).
Toda semana, vamos informar sobre os lançamentos e comentá-los.
Thomas (O’Brien) acorda preso em um enorme labirinto com um grupo de outros garotos e sem memória do mundo exterior a não ser por estranhos sonhos sobre uma misteriosa organização conhecida como C.R.U.E.L. Apenas ao explorar os fragmentos de seu passado com pistas que ele descobre no labirinto, Thomas poderá descobrir seu verdadeiro propósito e uma maneira de escapar. Baseado no best-seller de James Dashner.
Em ‘Livrai-nos do Mal‘, o oficial da polícia de Nova Iorque Ralph Sarchie (Eric Bana), está lutando contra sérios assuntos pessoais quando começa a investigar uma série de crimes perturbadores e inexplicáveis. Ele se alia a um padre não-convencional (Edgar Ramírez), treinado em rituais de exorcismo, para combater as possessões demoníacas assustadoras que estão aterrorrizando a cidade. Inspirado no livro que detalha os apavorantes casos reais do policial Sarchie.
‘Isolados‘ acompanha Lauro (Bruno Gagliasso) e Renata (Regiane Alves), que alugam uma casa para passar o fim de semana e apimentar o relacionamento. Eles se conheceram em um consultório psiquiátrico. Ela sofre de Síndrome de Cotard, uma condição médica na qual a pessoa acredita estar morta. O casarão que alugam é meio sombrio e Lauro escuta histórias sobre atos violentos na região, mas não conta nada para a mulher com medo de que ela se impressione facilmente. A partir daí, as coisas se desenrolam de uma maneira inesperada.
A Marvel e a Fox finalmente selaram a parceria para produzir duas séries de TV baseadas nas HQs de ‘X-Men‘.
Os estúdios anunciaram a adaptação de ‘X-Men: Hellfire‘ e ‘X-Men-Legion‘.
‘X-Men: Hellfire‘ se passa no final dos anos 60, mesma época de ‘X-Men: Primeira Classe‘, e será focada em um jovem mutante que descobre uma mulher com super-poderes extraordinários e trabalha com uma sociedade de milionários conhecida como ‘The Hellfire Club‘ (O Clube do Inferno). Eles se unem para bolar um plano de dominar o mundo.
O diretor Bryan Singer, o roteirista Simon Kinberg e a produtora Lauren Shuler Donner, todos dos filmes ‘X-Men‘, vão servir como produtores executivos ao lado de Evan Katz, Manny Coto, Jeph Loeb, Jim Chory, Patrick McKay eJD Payne (‘Star Trek 3’).
Já ‘X-Men-Legion‘ será focado em David Haller, um jovem que desde criança é atormentado pelo fato de ser um humano com poderes. Desde então, David luta contra seus poderes e foi diagnosticado com esquizofrenia, sendo submetido a vários hospitais psiquiátricos durante toda sua infância. Depois de um estranho encontro com um dos outros pacientes, ele é confrontado com a possibilidade de que as vozes que escuta e todas suas estranhas visões podem ser reais.
Bryan Singer também servirá como produtor-executivo da série, enquarto Noah Hawley (‘Fargo’) roteiriza.
As séries são previstas para estrear entre 2016 e 2017.
Ainda de acordo com a publicação, a Fox estaria com dificuldades de escalar o time de mutantes; a dúvida seria usar rostos já familiares do público ou juntar personagens desconhecidos, a exemplo de ‘Agents of SHIELD‘.
Também segue em desenvolvimento ‘X-Men: Apocalipse’, o próximo filme da franquia mutante, que está programado para sair em 27 de maio de 2016.
Após o terror ‘Corrente do Mal‘ (It Follows) ter sido aclamado pela crítica especializada, o diretor David Robert Mitchell já definiu qual será seu próximo filme.
Segundo o Deadline, ele assumiu o comando do suspense noir ‘Under the Silver Lake‘, a ser estrelado pelo ex-Homem-Aranha Andrew Garfielde Dakota Johnson, que está nas filmagens de ‘Cinquenta Tons Mais Escuros‘ e ‘Cinquenta Tons e Liberdade‘.
‘Under the Silver Lake‘ será um moderno thriller sobre um crime e se passará em Los Angeles.
Michael De Luca, Chris Bender, Jake Weiner e Adele Romanski produzem. O filme será oferecido para potenciais compradores no Festival de Cannes deste ano.
As filmagens deverão ser iniciadas em setembro, quando Dakota já tiver finalizado a franquia Cinquenta Tons.
A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood divulgou confirma que Jimmy Fallon, apresentado do The Tonight Show com Jimmy Fallon, vai ser o anfitrião da edição 2017 do Globo de Ouro.
O evento será realizado no The Beverly Hilton Hotel, em Los Angeles, dia 18 de Janeiro de 2017.
O Globo de Ouro é o principal termômetro para o Oscar.
Vale lembrar que a audiência da premiação em 2016 sofreu uma forte queda em relação a 2015: caiu para 15,4 milhões de pessoas. Trata-se de uma queda de 19% em relação ao ano anterior, e a pior audiência da premiação em seis anos.
O comedianteRicky Gervais apresentou a cerimônia pela quarta vez, em 2016, após Tina Fey (’30 Rock’) e Amy Poehler (‘Uma Mãe Para o Meu Bebê’) apresentarem em 2015 – e obterem uma audiência de 19,3 milhões de pessoas.
Em 2014, também apresentada por Fey e Poehler, a exibição foi assistida por 20,9 milhões de norte-americanos, um aumento de 6% em relação a 2013, assistida por 19,7 milhões de pessoas
O canal CW liberou as duas prévias do terceiro episódio da segunda temporada de ‘Supergirl‘, que contará com participação especial de Lynda Carter como a presidente dos Estados Unidos.
Baseado na obra de Thomas Cullian, ‘O Estranho Que Nós Amamos‘ conta a história de um soldado ferido (Colin Farrell) encontrado por uma jovem que mora em um internato feminino, e a presença do soldado aflora desejos, ciúmes e ódio nas mulheres que habitam o local. O soldado é tratado como o bendito fruto e vai mudar aflorar a sexualidade das mulheres que o rodeiam.
O filme de 1971, teve o Clint Eastwood no papel que hoje é deColin Farrell, e a direção era de Don Siegel, que dirigiu outros filmes com Clint atuando, como ‘Alcatraz – Fuga Impossível‘ e ‘Perseguidor Implacável‘.
Além de dirigir, Sofia Coppola também escreve o roteiro.
Após a morte de Superman (Henry Cavill) nas mãos de Doomsday em Batman vs Superman, Batman (Ben Affleck) reavalia seus métodos extremos e começa a recrutar heróis extraordinários para montar uma equipe para defender a terra de todos os tipos de ameaças. Junto com Mulher Maravilha (Gal Gadot), Batman procura pelo ex-jogador Vic Stone, Ciborgue (Raymond Fisher), o velocista Barry Allen, The Flash (Ezra Miller), e por Arthur Curry, o Aquaman (Jason Momoa). Juntos, eles vão lutar contra contra Steppenwolf (Ciaran Hinds), o arauto e segundo em comando depois do Darkseid, o Senhor da Guerra alienígena. Steppenwolf foi enviado para a Terra em buscar de três artefatos escondidos no planeta.
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.