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Reboot de ‘O Exorcista’ pode ter contratado a nova garotinha POSSUÍDA da franquia

De acordo com o Deadline, Lidya Jewett (‘Noitários de Arrepiar’) entrou para o elenco do reboot do clássico ‘O Exorcista‘.

Detalhes sobre sua personagem não foram divulgados, mas a atriz deve interpretar a nova jovem possuída do reboot – papel similar ao da Linda Blair, no longa original.

Leslie Odom Jr. estrelará a produção, que também contará com o retorno de Ellen Burstyn, reprisando seu papel como Chris MacNeil do filme de 1973.

Na trama…

Odom Jr. interpretará o pai de uma criança possuída. Desesperado, ele buscará a ajuda de Chris MacNeil, que já lidou com a mesma situação perturbadora há tantos anos.

Dirigido por David Gordon Green (‘Halloween’) e produzido pela Blumhouse, o reboot será o primeiro filme de uma nova trilogia.

Anteriormente, Burstyn havia revelado ter recusado diversas vezes as propostas para retornar à franquia.

“Eu recusei retornar várias vezes desde que me chamaram para ‘O Exorcista 2‘. Eu disse não todas as vezes. Desta vez, eles me ofereceram um monte de dinheiro e eu ainda disse não. Então, eles me surpreenderam quando disseram: ‘Dobraremos a oferta’. Então, eu disse: ‘Ok, deixe-me pensar sobre o assunto’. O próximo pensamento que me veio à mente foi: ‘Sinto como se o diabo estivesse pedindo meu preço’.”

Ela continuou:

“Em seguida, eu pensei: ‘Meu preço é um programa de bolsas de estudo para estudantes talentosos em nosso programa de mestrado na Pace University. Esse é o meu preço.’ Então eu voltei, aumentei a proposta e acabei conseguindo o que eu queria, e eu tenho um programa de bolsas para jovens atores.”

Por fim, ela acrescentou:

“E já gravei a maior parte do filme. Gosto muito do roteirista e diretor, David Gordon Green. Encontrei-me com ele e conversamos sobre o roteiro e assim por diante e prometi a ele mais quatro dias se ele precisasse. Ele editou o filme e cobrou esses quatro dias, então vou voltar para mais filmagens em novembro. O filme será lançado em 2023 no 50º aniversário d’O Exorcista‘ original.”

O novo projeto tem estreia agendada para o dia 13 de outubro de 2023Scott Teems assina o roteiro.

Os próximos filmes serão uma sequência direta da obra de 1973, e, segundo o New York Times, a Universal Pictures pagou em torno de US$ 400 milhões para garantir os direitos para realizar uma nova trilogia – valor que inclui o lançamento nos cinemas e no streaming Peacock.

‘Sex/Life’: 2ª temporada ganha teaser PICANTE e data de estreia; Confira!

A Netflix divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de ‘Sex/Life‘.

Além disso, o serviço de streaming confirmou que o próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 2 de março.

Confira o teaser:

Baseada em histórias reais da escritora B. B. Easton, a trama acompanha uma mulher casada e mãe de dois filhos e que não consegue parar de pensar no passado ardente com o ex, o que acaba gerando consequências inesperadas.

A série foi criada por Stacy Rukeyser e conta apenas com mulheres à frente da direção dos episódios.

O elenco conta com Sarah Shahi, Mike Vogel, Adam Demos, Margaret Odette, Phoenix Reich e Jonathan Sadowski.

10 Filmes que refletem sobre a era DIGITAL

Com início no século XX, o planeta se impactou em todas as áreas com o avanço da tecnologia e a iminente necessidade de mudanças nos conceitos vistos antes na revolução industrial. Esse mais ou menos é um dos conceitos do que podemos chamar de era digital, um movimento que mudou como trabalhamos e vivemos de maneira profunda. Pensando nesse recorte, com seus subtópicos inteligência artificial, robôs, a força da internet e das informações, separamos abaixo 10 filmes que refletem sobre a era digital:

 

O Círculo

Na trama, conhecemos Mae (Emma Watson), uma jovem que trabalha em um lugar onde não gosta e vive com seus pais em uma casa humilde em uma cidade norte americana. Certo dia, consegue uma grande oportunidade de uma entrevista em uma empresa nova, famosa ligada a tecnologia, informações, dados e redes sociais chamada o Círculo. Chegando lá, sua primeira impressão é estar no paraíso, o ambiente de trabalho é maravilhoso e sempre acontece várias atividades ‘extra job’ como shows de músicas e variadas festas. Conforme o tempo passa, a protagonista percebe que nem tudo é mil maravilhas, principalmente como passa a viver como se estivesse em um reality show e toda sua vida é transmitida ao vivo todos os dias da semana. Percebendo a furada em que se meteu e com a ajuda do criador da ideia da empresa que vive agora imperceptível e quase escondido Ty (John Boyega), Mae tentará achar uma solução para o abuso digital cometido pela empresa.

 

M3gan

Na trama, acompanhamos a engenheira mecânica Gemma (Allison Williams), uma programadora que mexe com robôs e inteligência artificial que desenvolve um projeto de uma boneca de nome técnico Model 3 Generative Android, mas nome fantasia M3gan, que promete ser algo revolucionário na indústria do entretenimento. Ao mesmo tempo, vê sua vida se revirar ao avesso quando acaba ficando com a guarda provisória da sobrinha que perdeu os pais em um terrível acidente de carro. Quando Gemma resolve testar a interação da boneca com a sobrinha, ela logo percebe que essa criação apresenta ações bem diferentes do que ela imaginava.

 

Free Guy: Assumindo o Controle

Na trama, conhecemos Guy (Ryan Reynolds), um jovem que tem uma vida monótona entre o acordar, ir trabalhar em um banco, interagir da mesma forma com os outros e ir dormir. Certo dia, ele se apaixona por uma mulher que passa pela rua e a partir daí sua vida muda, descobrindo inclusive que faz parte de um jogo de videogame onde é apenas um mero coadjuvante, um robô, algo parecido como um ‘bot’. Ao mesmo tempo, a mulher por quem se apaixona, na verdade é o avatar de Millie (Jodie Comer) uma desenvolvedora de jogos que teve os seus códigos roubados por Antwan (Taika Waititi) o criador do jogo que Guy faz parte. Assim, esses dois destinos, o de Guy e o de Millie se juntam, também ao de Keys (Joe Keery) e essa nova equipe, juntos, tentarão decifrar os mistérios dentro desse jogo e mostrar a verdade.

 

Steve Jobs

Na trama, conhecemos, em algumas partes, o conturbado mundo do multibilionário Steve Jobs  (Michael Fassbender). Desde sua meteórica expectativa criada no mundo da tecnologia, até sua difícil relação familiar, principalmente os conflitos sobre ser ou não ser o pai de sua filha biológica. Com várias passagens temporais e a adoção de alguns flashbacks construtivos, Steve Jobs é sem dúvidas um belíssimo trabalho.

 

Frank e o Robô

Na trama, em um futuro próximo, conhecemos Frank (Frank Langella) um ladrão aposentado que mora sozinho em uma casa, um pouco afastado do centro da cidade. Um dos últimos homens da velha guarda, em um mundo recheado de ações tecnológicas, Frank mantém uma relação fria e distante com seus dois únicos filhos (interpretados pelos atores James Marsden e Liv Tyler). Certo dia, um de seus filhos resolve fazer uma visita e traz consigo um robô de última geração para ajudar o pai nas tarefas de casa e em qualquer outra coisa que ele precisar. A desconfiança inicial logo vira laço de amizade, que é fortemente estabelecido, tornando o robô um grande parceiro de Frank, até mesmo parceiro de crime.

 

Jung_E

Na trama, ambientada no ano de 2.194, conhecemos um futuro onde a população da terra é afetada de maneira vital pelo aumento gradativo do nível do mar, oriundo dos desgastes provocados pelas agressivas mudanças climáticas. Obrigados a fugir do planeta, a população criou na órbita entre a lua e a terra algumas estações que foram chamadas de ‘abrigos’.  Mas como a história da humanidade já mostrara em outros tempos, não demorou muito para que conflitos ideológicos provocassem rupturas, assim alguns desses abrigos quiseram se tornar independentes e uma iminente guerra chegou pelo caminho se tornando algo presente já há quatro décadas. Para terminar de vez com essa guerra, há uma esperança na clonagem de uma vitoriosa guerreira que é o último elo familiar de uma das responsáveis pelos testes dessas clonagens.

 

Finch

Na trama, ambientada em uma Terra pós apocalíptica, acompanhamos o engenheiro Finch (Tom Hanks) que conseguiu sobreviver ao caos radioativo que se tornou caminhar pelo nosso planeta se refugiando na empresa onde ele trabalhava. Lá mora com ele seu cachorro, o grande amor de sua vida. Finch não está bem de saúde, pelo visto parece que a radiação a que foi exposto sempre que ia buscar comida ou algum elemento vital foi alta demais fazendo com que ele comece a construir um novo robô e o faça ensinar sobre o ser humano. O plano é fazer o robô cuidar do seu cachorro caso seja preciso. Assim, Finch e companhia embarcam em uma jornada rumo a lugar mais seguro.

 

Morgan

Na trama, conhecemos brevemente a consultora do departamento de gestão de riscos de uma empresa de tecnologia Lee Weathers (Kate Mara) que foi designada a resolver um incidente em uma área de isolamento que toma conta de uma experiência. Desconfiando de tudo o que confronta em relação a ideias e modos de operação, Lee embarcará em uma jornada repleta de tensão e com muitas surpresas.

 

Titan

Titan conta a história do piloto da força aérea norte americana Rick (Sam Worthington, da franquia Avatar) que é um dos selecionados para um programa espacial com aval da Nasa e da Otan que consiste em enviar para Titã, a segunda maior lua do sistema solar, maior até do que o planeta Mercúrio, um grupo de pessoas/experimentos já que para sobreviverem em Titã precisarão passar por uma mudança genética,  uma criação de uma nova espécie evolutiva em cima do DND Humana que conhecemos. Conforme se avança, a esposa de Rick, Abi (Taylor Schilling, conhecida pelo ótimo seriado Orange Is the New Black), que é médica, começa a perceber que há algo de muito errado em toda essa experiência.

 

O Canto do Cisne

Na trama, conhecemos o artista Cameron (Mahershala Ali) que se encontra em anos no futuro perdido em uma notícia que abalou seu pensar: ele está com uma doença terminal e não sabe como contar para sua família. Assim, acaba explorando uma possibilidade que chega por meio da doutora Jo (Glenn Close), que é criarem um clone dele para esse viver o resto da vida que ele não pode viver ao lado da família e por consequência defendendo da dor da perda sua esposa Poppy (Naomie Harris) e seu filho pequeno. Uma escolha complexa, cheia de variáveis precisará ser tomada.

Gina Rodriguez consegue ver os MORTOS no novo trailer oficial da comédia ‘Not Dead Yet’; Confira!

A ABC divulgou o novo trailer oficial de ‘Not Dead Yet‘, série de comédia estrelada por Gina Rodriguez (‘Jane the Virgin’).

A produção tem lançamento marcado para o dia 08 de fevereiro.

Confira:

Criada por David Windsor e Casey Johnson (‘This Is Us’), a série é baseada no livro Confessions of a 40-something F**k Up, de Alexandra Potter.

Após um término devastador, Nell Serrano (Rodriguez) está lutando para recuperar o controle de sua vida e a carreira que ela abandonou há cinco anos. Quando ela aceita o único trabalho que consegue – escrever obituários –, Nell começa a receber conselhos sobre a vida de uma fonte muito improvável…

O elenco ainda conta com Hannah Simone, Lauren Ash, Rick Glassman, Joshua Banday e Angela Gibbs.

10 Filmes que refletem sobre transtornos mentais

Fruto da curiosidade de muitos, os transtornos mentais são uma realidade na nossa sociedade. O desequilíbrio, a ansiedade, a depressão, transtorno obsessivo-compulsivo, são alguns dos pontos mais vistos por aí. Mas a mente humana ainda é um grande mistério que sempre surpreende. Como o cinema reflete a sociedade, alguns roteiros caminham pela ótica de complexos personagens que nos levam à reflexões de alguns desses transtornos. Pensando nisso, e pra quem curte refletir sobre o tema, segue abaixo 10 filmes que refletem sobre transtornos mentais:

 

TQM

Na trama, conhecemos três irmãos extremamente mimados a vida toda que estão reunidos em uma casa em Miami para discutir com advogados sobre o testamento de sua mãe (que ainda está viva). Chegando nesse lugar, se junta a eles um jovem com transtorno de personalidade e todos acabam logo percebendo que estão presos em uma armadilha feita pela própria mãe, uma das psiquiatras mais prestigiadas do México em uma equação que tem tudo para não terminar nada bem.

 

O Aviso

Baseado na obra El Aviso de Paul Pen, o filme, ao longo de duas linhas temporais com dez anos de diferenças, acompanha em uma delas Jon (Raúl Arévalo), um homem com problemas pessoais que após parar em um posto de gasolina, vê seu melhor amigo ser assassinado a sangue frio por assaltantes. Enquanto o amigo luta pela vida contra o coma, Jon, um homem ligado à matemática, começa a pesquisar sobre o passado daquele posto de gasolina e descobre uma enorme coincidência ou não sobre relações com outros assassinatos que foram cometidos no mesmo lugar. Lutando contra o tempo e buscando soluções para sua equação, Jon ainda tem que se preocupar com seu estado de saúde mental, já que tomava remédios controlados para combater seu lado psicótico. 10 anos à frente, o jovem Nico (Hugo Arbues), perceberá que sua vida pode mudar caso Jon não seja ouvido no passado.

 

Ata-me!

Na trama, conhecemos Ricky (Antonio Banderas) um jovem sedutor que passou grande parte do seu tempo em vida em instituições psiquiátricas. Quando enfim consegue a liberdade, não pensa duas vezes e vai atrás de sua atual obsessão, Marina (Victoria Abril) uma ex-atriz pornô que está atualmente rodando um longa-metragem. A perseguição começa e logo Ricky consegue prender Marina em seu próprio prédio buscando durante dias fazer com que ela o aceite como seu amado.

 

Clube da Luta

Um dos filmes mais marcantes da história do cinema teve direção do genial David Fincher. Clube da Luta foi uma adaptação do romance de Chuck Palahniuk que conta a história de um empregado de escritório, que sofre de insônia, e um vendedor de sabão que constroem uma organização global, um clube da luta, onde pessoas brigam violentamente. Edward Norton e Brad Pitt fazem uma dupla explosiva e completamente fenomenal.

 

White Lie

Na trama, conhecemos Katie (Kacey Rohl), uma jovem que está com o cabelo completamente raspado e engajada em várias campanhas na sua comunidade para conseguir dinheiro para seus tratamentos, já que diz a todos que possui câncer. Só que nada disso é verdade, ela mente, até mesmo para sua namorada Jennifer (Amber Anderson), uma das pessoas que mais ajuda ela em todos os projetos de arrecadação. Perto de superar a marca de 24.000 dólares de doações, Katie começa a ter problemas com sua mentira quando precisa de um atestado verdadeiro sobre suas condições.

 

Bem-vindos ao Mundo

Na trama, conhecemos a peculiar Alice Klieg (Kristen Wiig), uma mulher de meia idade com um transtorno de personalidade evidente, que por acaso acaba ganhando na loteria norte-americana e decide apostar todas suas fichas investindo em um programa de televisão que fala sobre sua vida, suas memórias e situações que já vivenciou. A partir dessa opção, acaba se tornando obsessiva em ser famosa e acaba se distanciando ainda mais de todos os que a cercavam.

 

As Linhas Tortas de Deus

Na trama, conhecemos Alice (Bárbara Lennie, simplesmente fabulosa no papel) uma investigadora muito inteligente, que está em um momento conturbado no relacionamento com o marido, e resolve aceitar uma investigação de um crime em um hospital psiquiátrico. Para tal, resolve inventar uma personagem com determinado sintoma (aqui, a paranoia) e se internar por livre e espontânea vontade. Durante sua estadia nesse lugar, investigando de perto médicos e pacientes, passará por situações onde descobrirá segredos que aos poucos vão colocando tudo que ela própria pensa em xeque.

 

Ruby Sparks

Na trama, Calvin, um jovem escritor de sucesso se encontra em um momento difícil em sua vida profissional.  Ele sofre de um bloqueio criativo e não consegue mais escrever. Sendo figurinha carimbada em um consultório de psiquiatria, tem na amizade do irmão o único ombro amigo nesse momento difícil, além do seu cachorrinho Scott (homenagem ao famoso escritor Scott F. Fitzgerald). Um dia sonha com uma mulher perfeita chamada Ruby e resolve escrever sobre ela. Mas o que ele não esperava é que sua vida mudaria totalmente, quando magicamente, a mulher perfeita de seus textos torna-se real.

 

Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal

Na trama, conhecemos Liz (Lily Collins) uma jovem e esforçada trabalhadora, mãe solteira, que durante a ida a um bar na cidade que recém chegara acaba conhecendo Ted (Zac Efron), um homem charmoso com quem logo tem um intenso relacionamento. Mas tudo vai por água abaixo quando Ted é acusado de assassinar dezenas de mulheres pelas cidades que passou. Sem saber em quem acreditar, Liz entra em um estado de depressão mas sempre em busca de encontrar a verdade sobre o homem que ama.

 

O Abutre

Na trama, conhecemos o debochado e confiante Louis Bloom (Jake Gyllenhaal), um homem solitário que adora ver televisão. Certo dia, é quase testemunha de um acidente rodoviário e percebe um homem filmando toda aquela tragédia na cena do crime. Depois disso, Bloom tem uma ideia, resolve vender sua bicicleta, comprar uma câmera, um rádio da polícia e vai atrás de conseguir fazer notícia com as tragédias dos outros. O problema é que o protagonista desta história é um psicopata, totalmente maluco da cabeça e fará de tudo para conseguir que suas matérias ocupem os principais jornais televisivos e sensacionalistas da cidade onde reside.

10 FILMAÇOS que poucos falam mas estão nos streamings

Há uma enorme oferta de títulos por todos os lados no universo dinâmico, atualizado e alucinante dos streamings. Com tanto peixe nesse imenso mar, fica difícil conseguirmos mapearmos todos os ótimos títulos que estão por aí. Pensando nisso, resolvemos indicar por meio de uma excelente lista 10 filmaços que poucos falam mas estão nos streamings:

 

Afterimage

Na trama, vencedora do Grande prêmio do Júri no Festival de Cinema da Polônia, conhecemos parte da trajetória do pintor polonês Wladyslaw Strzeminski (interpretado pelo excelente Boguslaw Linda, em atuação inspirada), professor carismático e inspirador, parte de um seleto grupo de artistas, que enfrenta o Partido Comunista da União Soviética por conta de seus pensamentos e diretrizes políticas e acaba tendo parte de sua vasta obra retirada de museus e galerias e algumas até destruídas. Mesmo sofrendo essa repressão política, luta pelos seus ideais em uma espécie de reclusão, ao lado de sua única filha, o artista vai sentindo na pele os horrores de uma nova política no seu país. O filme está disponível no Reserva Imovision.

 

A Rota Selvagem

Na trama, exibida no Festival de Toronto de 2017 e no Festival do Rio, acompanhamos a história de Charley (Charlie Plummer), um adolescente de 15 anos que mora com o pai solteiro em Portland. O jovem vive em uma casa humilde e acaba conseguindo trabalho, uma espécie de emprego de verão, como treinador (ou ajudante) de cavalos. Aos poucos vai gostando muito desse trabalho e fica próximo de um dos cavalos de corrida chamado Pete. Quando Pete acaba sendo enviado para ser sacrificado no México, Charley, em um impulso inconsequente resolve fugir com o cavalo. Tem na HBO Max.

 

Os Reféns de Gladbeck

Um dos sequestros mais absurdos e com desenrolares inacreditáveis da história da Europa.  Gravações feitas no mês de agosto do ano de 1988 se transformaram em um documentário que nos impacta do início ao fim. Os Reféns de Gladbeck, lançado na Netflix tem a proposta de apresentar os fatos de um sequestro onde, por mais de 50 horas, sem interrupção, telespectadores da Alemanha Ocidental acompanharam os desenrolares da ação criminosa que virou um grande circo midiático. Totalmente feito com gravações originais, mostrados em ordem cronológica, vamos acompanhando uma série de absurdos que se sucedem, desde um passivo comando das forças policiais até a interferência massiva de jornalistas ao longo de todos os fatos.

 

Temporada

Na trama, conhecemos rapidamente um grupo de concursados que trabalham no combate à dengue e outras doenças na cidade de Contagem, em Belo horizonte. Mas o foco é na recém chegada Juliana (Grace Passô) que veio sem o marido para uma nova cidade pois fora chamada às pressas para assumir sua função no concurso que passou. Ao longo dos dias que passam, começa a entender melhor sua nova profissão, seus novos amigos e a visualizar o que pode ser de sua vida dali para frente. Tem na Netflix.

 

O Desconhecido

Na trama, conhecemos dois homens que nunca se viram e acabam iniciando uma amizade em uma ônibus. Eles resolvem se ajudar e tempos depois, um deles, Henry Teague (Sean Harris), acaba entrando para uma rede criminosa que realoca pessoas e apaga histórias onde é recebido e vira parceiro de ações de Mark (Joel Edgerton). Só que Mark na verdade é um policial disfarçado que faz parte de uma equipe de experientes agentes da lei que buscam provas contra Henry por um crime cometido quase dez anos antes. Buscando estreitar os laços de confiança com o suspeito, Mark precisará correr contra o tempo em busca da confissão do criminoso. Tem na Netflix.

 

Omar

Na trama, acompanhamos a vida de Omar (Adam Bakri), um padeiro que vive com a família na Cisjordânia, ocupada. O protagonista e seus dois amigos de infância, fazem parte de um movimento de libertação e lutam à sua maneira pela liberdade de seu povo. Omar é apaixonado por Nadia, irmã de um desses amigos, e isso sempre o coloca em dúvida de como seguir lutando. Quando uma traição ocorre nesse grupo revolucionário, Omar é preso e precisa decidir de qual lado ele está nesse grande conflito. Tem na Netflix.

 

Ligação Explosiva

Na trama, um gerente de investimentos de uma grande empresa se vê em uma situação de perigo quando um celular desconhecido chama e ele descobre que uma bomba está embaixo do banco de seu carro. Pra piorar, seus filhos também estão no veículo. Tentando descobrir como se livrar dessa enrascada, ele precisará lidar com alguém que deseja vingança do outro lado da linha.

 

O Homem ao Lado

Na produção, dirigida por Mariano Cohn e Gastón Duprat, um homem muito famoso por seu trabalho (que é uma espécie de designer) começa a se incomodar com o vizinho da frente de sua casa por conta de uma janela em construção por esse segundo. Daniel Aráoz, que faz o personagem Victor, rouba a cena, sendo o grande motor da relação espectador x filme, a cada cena uma maneira nova de prender os olhos do público, simplesmente sensacional! Tem no Belas Artes à La Carte.

 

Exit

Na trama, conhecemos Yong-Nam (Jung-suk Jo) um jovem que está confuso e pressionado sobre seu futuro já que não possui trabalho fixo e possui uma paixão/vocação pelo alpinismo. Durante uma data comemorativa familiar, com toda sua família reunida em um lindo salão nos últimos andares de um prédio requisitado no centro da maior cidade da Coreia do Sul, um maluco para um caminhão repleto de gás tóxico deixando o protagonista e sua família ilhados e em busca de uma solução para fugir da ação do ato terrorista. Assim, reunindo toda sua coragem, ao lado de Eui-Joo (Yoon-ah Im), uma velha conhecida das aulas iniciais de alpinismo e que agora trabalha na empresa de buffet que estava no comando da festa, Yong-Nam precisará escalar paredes complicadas em busca de uma saída para todos. Tem na Star Plus.

 

Sem Saída

Na trama, conhecemos um jovem trabalhador chamado Shaurya (Rajkummar Rao) que após criar coragem consegue se declarar para uma outra jovem que trabalha em uma empresa com ele. Só que tem um problema, a jovem está com data de casamento marcada com uma outra pessoa (o famoso casamento arranjado). Para tentar continuar com seu grande amor, o protagonista precisa encontrar um lugar para eles morarem em menos de dois dias. Por circunstâncias do destino, consegue um apartamento no último andar de um edifício em fase de espera do alvará para poder ser habitado. Na primeira noite que se muda para lá, quando acorda, Shaurya deixa a porta da rua bater com a chave do lado de fora. Totalmente sozinho, sem ter como sair do apartamento e em um prédio desabitado, ele precisará de muita criatividade e coragem para sobreviver. Tem na Prime Video.

‘The Crown’: Helena Bonham Carter diz que “já está na hora da série acabar”; Você concorda?

Durante uma entrevista para o The Guardian, Helena Bonham Carter disse que já está na hora de ‘The Crown‘ chegar ao fim.

A intérprete da Princesa Margaret na 3ª e 4ª temporadas acredita que não há necessidade de continuar porque a série está se aproximando cada vez mais dos dias atuais.

“Eu deveria ter cuidado aqui também, mas não acho que eles devam continuar, ess é a verdade. Estive na série e adorei os episódios em que participei, mas é muito diferente agora. Quando ‘The Crown‘ começou, era um drama histórico, e agora está se aproximando do presente.”

Ela continuou:

“Só estou dando minha opinião, mas isso é com eles, não é? Eu realmente não quero contribuir com a coisa toda. É complicado e será tirado do contexto. E acho a história dessa família já recebeu atenção suficiente.”

E aí, você concorda com ela?

Lembrando que a 5ª temporada do aclamado drama de época já está disponível na Netflix.

Relembre o trailer:

A 5ª temporada trará Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’) substituindo Olivia Colman como a Rainha Elizabeth II. Elizabeth Debicki (‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’) entra no lugar de Emma Corrin como Princesa Diana.

Dominic West (‘The Wire’) substitui Josh O’Connor como Príncipe Charles, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) substitui Tobias Menzies como Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Phantom Thread’) seguirá Helena Bonham Carter como a Princesa Margaret e Olivia Williams (‘O Pai’) substituirá Emerald Fennell como Camilla Parker.

Lembrando que dois atores foram escalados para interpretar o Príncipe William em diferentes fases de sua vida.

Rufus Kampa (‘First Date’) dará vida à versão adolescente do príncipe, enquanto o estreante Ed McVey será a versão jovem-adulta.

A também estreante Meg Bellamy foi escalada como Kate Middleton, esposa de William. Amir El-Masry, conhecido por seu papel em obras como ‘The Night Manager’‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’, foi escalado como o jovem bilionário egípcio Mohamed Al-Fayed, pai do amante da Princesa Diana, Dodi.

Senan West, que será a versão adulta do Príncipe William. Senan é filho de Dominic West, que interpreta o Príncipe Charles no show.

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

10 ÓTIMOS Filmes que foram indicações brasileiras ao Oscar

Desde o início da década de 60, o Brasil envia um representante para o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, um dos prêmios mais badalados da indústria cinematográfica mundial. Mas somente poucos desses filmes conseguiram chegar na lista final que sempre é muito concorrida, com filmes de todo o planeta. Desde 1999, com a indicação de Central do Brasil, que o Brasil não tem sua indicação entre os cinco finalistas. Pensando em alguns desses filmes e mesclando filmes mais antigos com produções da nova geração, segue abaixo uma lista bem legal com 10 grandes filmes que foram indicações brasileiras ao Oscar:

 

Democracia em Vertigem (2020)

As verdades só se tornam realmente verdades quando nós mesmos sentimos o que vivemos. Um dos documentários que mais trouxeram discussões nos últimos tempos, Democracia em Vertigem, que está disponível na plataforma de streaming Netflix, é uma saga sobre os rumos políticos do Brasil nos últimos anos e a troca do poder da esquerda para a direita. Abordando relatos pessoais em paralelo com a cronologia de queda da ex-presidente Dilma Rousseff, a competente cineasta Petra Costa narra essa trajetória de sua vida que se torna um espelho do que acontece nos bastidores do poder ao seu redor.

 

Cidade de Deus (2003)

Talvez a Obra-Prima da carreira de Fernando Meirelles, um filme que ficará marcado na memória de todos os cinéfilos e cinéfilas que já o assistiram, uma impactante produção do nosso audiovisual. Em 2002, chegou aos cinemas de todo o Brasil, Cidade de Deus, adaptado do livro homônimo de Paulo Lins. No filme conhecemos a trajetória da Cidade de Deus, desde a década de 60 até o início dos anos 80. Pelas histórias de personagens moradores da região, vamos vendo histórias que levaram o lugar a ser considerado uma das regiões mais violentas do Rio de Janeiro.

 

Marte Um (2023)

O refletir e os choques entre os sonhos e a realidade. O sonho de uma expedição até Marte em 2030 acaba sendo o pontapé de um lindo filme, que detalha os sonhos dentro de um contexto mais amplo, de esperança. Dirigido por Gabriel Martins, Marte Um nos mostra o cotidiano agitado de uma família dentro de um olhar urbano que caminha pelos relatos de uma sociedade que vive seus dias sem saber como será o amanhã. Há também um olhar delicado para o conflito de gerações quando pensamos nas formas de enxergar as mudanças, o sonhar.

 

Bingo: O Rei das Manhãs (2018)

Na trama, conhecemos o ator Augusto Mendes (Vladimir Brichta), um pai amoroso que mora com sua mãe Marta Mendes (Ana Lúcia Torre), uma ex-atriz de novela, e que está buscando melhor colocação profissional depois de participações em diversos filmes de pornochanchada e pequenos papéis em novelas. Certo dia, quando chegara para um teste em uma prestigiada emissora de televisão resolve se candidatar a vaga de apresentador de um novo programa infantil onde precisa interpretar um palhaço ao vivo, todos os dias de semana. Após ser aprovado no teste, mesmo com algumas dúvidas da diretora do programa Lucia (Leandra Leal), Augusto passa a fazer muito sucesso com o programa e isso acaba trazendo diversos vícios que ficam fora de controle, alterando sua relação com os mais próximos principalmente.

 

Que Horas Ela Volta? (2016)

Na trama, acompanhamos a carismática empregada Val (Regina Casé), uma mulher que vive já há anos com uma família de classe alta em São Paulo. A personagem é detalhada, um raio-x completo de sua personalidade é apresentado ao público de maneira muito eficiente. Val possui um grande conflito mal resolvido em seu passado, com sua única filha que precisou abandonar há mais de 10 anos. Toda essa junção de emoções chega como uma erupção sentimental quando a antes jovem, agora vestibulanda Jéssica (interpretada pela excelente Camila Márdila), bate em sua porta. Seu único contato em Sp, onde quer prestar o vestibular, é a própria mãe. Assim, numa leque de situações, algumas um tanto quanto constrangedoras, mãe e filha precisam definir para sempre seu destino.

 

Central do Brasil (1999)

Escrito pelos roteiristas Marcos Bernstein e João Emanuel Carneiro, o filme conta a saga de uma ex-professora chamada Dora que escreve cartas na Central do Brasil e em um dia trágico, com mais um acidente de trânsito na cidade, acaba embarcando em uma jornada em busca do pai de Josué, um menino de 9 anos, que tem o sonho de ser motorista de caminhão, que não tem mais ninguém na cidade após o falecimento da mãe. Assim, Dora e Josué irão percorrer milhares de quilômetros, seja de ônibus, seja de carona, para enfim tentar chegar até o pai do garoto.

 

O Pagador de Promessas (1963)

Baseado numa peça teatral de Dias Gomes, ganhador da Palma de Ouro em Cannes, O Pagador de Promessas escrito e dirigido por Anselmo Duarte, nos apresenta Zé do Burro, um homem humilde que na tentativa de salvar seu burro fez uma promessa. Ao longo da sua jornada para pagar essa promessa, enfrentará muitos conflitos.

 

São Paulo, Sociedade Anônima (1966)

Escrito e dirigido por Luís Sérgio Person, São Paulo, Sociedade Anônima conta a história de um cidadão de classe média que consegue um emprego em uma grande empresa e vamos vendo seus futuros conflitos, até mesmo uma crise existencial tendo como palco a cidade de São Paulo.

 

O Quatrilho (1996)

Baseado no livro homônimo de José Clemente Pozenato, O Quatrilho, ambientado em 1910 no sul do Brasil conta a história de um casal de amigos, imigrantes italianos, que resolvem morar na mesma casa e acaba surgindo um interesse amoroso recíproco de uma das esposas pelo marido da outra.

 

O Que é Isso, Companheiro? (1998)

Dirigido por Bruno Barreto e lançado nos cinemas no ano de 1997, em O Que é Isso, Companheiro? conhecemos a história do sequestro de um embaixador dos Estados Unidos no Brasil no final da década de 60, por um grupo de guerrilheiros de esquerda que lutam contra a ditadura militar. O roteiro é baseado parcialmente no livro homônimo de Fernando Gabeira.

‘Bicho-Papão’: Terror baseado na obra de Stephen King ganha trailer DUBLADO

A 20th Century Studios divulgou o trailer DUBLADO do terror ‘Bicho-Papão: O Conto‘ (The Boogeyman), baseado no conto ‘O Fantasma‘, de Stephen King.

Confira, com o trailer LEGENDADO:

 

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 2 de junho.

Dirigido por Rob Savage (‘Cuidado com quem Chama’), o longa originalmente seria lançado direto no serviço de streaming do Hulu. No entanto, após o resultado positivo em testes de exibição, o estúdio decidiu lançar a produção nas telonas.

“Ainda se recuperando da trágica morte de sua mãe, uma adolescente e sua irmã mais nova se veem atormentadas por uma presença sádica em sua casa e lutam para fazer com que seu pai de luto perceba a ameaça antes que seja tarde demais.”

O elenco conta com Sophie ThatcherChris Messina, David DastmalchianMarin IrelandVivien Lyra BlairMadison Hu.

O roteiro original foi assinado por Scott Beck & Bryan Woods (‘Um Lugar Silencioso’) e Akela Cooper (‘Maligno’), sendo posteriormente revisado por Mark Heyman (‘Cisne Negro’).

Como assim? Pedras falantes de ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ são vendidas como bichos de estimação

A aclamadíssima comédia sci-fi ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (Everything Everywhere All At Once) se tornou um dos melhores filmes do ano passado e conquistou nada menos que 11 indicações na 95ª edição do Oscar.

Além de concorrer à categoria de Melhor Filme, o longa também disputa Melhor Direção para Daniel KwanDaniel ScheinertMelhor Atriz para Michelle YeohMelhor Ator para Ke Huy QuanMelhor Atriz Coadjuvante para Jamie Lee CurtisStephanie Hsu.

Para comemorar a conquista, a produtora A24 decidiu vender as pedras falantes do filme como animais de estimação.

Em menos de 24 horas após o anúncio, as peças já foram esgotadas no site oficial de vendas.

Ao custo de US$ 35, o item inclui apenas uma pedra com tamanho variados e enfeitadas com um olho arregalado, além de um ninho de papel e um panfleto de cuidados e treinamento.

No catálogo também há uma variedade de produtos inspirados no filme, como uma luva com dedos de salsicha.

Confira:

Lembrando que os vencedores do Oscar serão revelados no dia 12 de março.

Na trama, uma imigrante chinesa é arrastada para uma aventura insana, onde ela deve salvar o mundo ao explorar outros universos conectados com a vida que ela poderia ter vivido.

O elenco ainda conta com Stephanie HsuJenny SlateHarry Shum Jr. e James Hong.

Universal divulga DOIS trailers em preparação para o trailer de ‘Velozes e Furiosos 10’; Assista!

Velozes e Furiosos 10‘, penúltimo filme da franquia, terá seu primeiro trailer lançado dia 10 de fevereiro, às 13h (horário de Brasília).

Como preparação, a Universal está divulgando um trailer por dia dos filmes anteriores da franquia.

Faltando apenas oito dias, já foram divulgados o trailer do primeiro ‘Velozes e Furiosos‘ (2001) e ‘+ Velozes e + Furiosos‘ (2003). Amanhã, será divulgado o trailer de ‘Velozes & Furiosos: Desafio em Tóquio‘ (2006).

Confira, com o cartaz:

A direção, antes do veterano da franquia Justin Lin, agora será de Louis Leterrier (O Incrível Hulk).

O longa traz Dominic Toretto (Vin Diesel) comandando novamente a equipe de corredores mais conhecida do mundo, em mais uma difícil missão sobre quatro rodas.

O décimo filme marcará a estreia de Brie Larson, Jason Momoa, Alan Ritchson, Daniela Melchior e Rita Moreno na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

Dave Bautista NÃO voltará a viver Drax após ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ nem se a Marvel “ofereça uma FORTUNA”

Dave Bautista, um dos maiores astros de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, voltou a dizer que o próximo filme de James Gunn marcará a sua despedida da Marvel. Pois, mesmo que adore o personagem, o ator quer dedicar a sua carreira a papéis um pouco mais sério.

Em entrevista ao Tonight Show, o ator revelou que não volta nem se a Marvel oferecer uma fortuna.

“Já é meu sétimo filme como Drax e o terceiro Guardiões da Galáxia. Vamos encerrar a trilogia. E assinamos para fazer isso, então será nosso último Guardiões da Galáxia. É o fim perfeito do personagem. Não aceitaria voltar como Drax nem por uma fortuna. É o final perfeito e não quero manchar o personagem”, afirmou. 

Ele ainda revela que passou por problemas vivendo o personagem.

“Sou muito grato pelo Drax. Eu adoro ele. Mas é um alívio encerrar o papel. Nem tudo foi agradável. O processo de maquiagem acabou comigo. Não sei se quero que o Drax seja meu legado. É uma atuação boba, quero fazer papéis mais dramáticos”, disse Bautista em entrevista à GQ.

Assista a entrevista:

Lembrando que o astro esteve ocupado com projetos como ‘Blade Runner 2049‘ (2017) e ‘Army of the Dead‘ (2021), de Zack Snyder.

Recentemente, também fez parte do elenco de ‘Glass Onion‘, sequência de ‘Entre Facas e Segredos lançada‘ pela Netflix em dezembro do ano passado.

E aí, você está animado para o encerramento da trilogia?

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Karen Gillan, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está parecendo um pouco diferente nos dias de hoje. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe ao seu redor para defender o universo, juntamente com a proteção de um dos seus. Uma missão que, se não concluída com sucesso, poderia muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões como os conhecemos

10 Músicas para Conhecer a Carreira de Shakira

A não ser que você tenha passado a vida embaixo de uma pedra, com certeza já ouviu falar de Shakira.

A icônica artista latina é detentora de algumas das canções mais memoráveis de todos os tempos, que lhe renderam três estatuetas do Grammy e outras doze do Grammy Latino. Podemos citar, dentre os vários hits de sua carreira, “Hips Don’t Lie”“Whenever, Wherever”“Empire”.

No dia de hoje, 02 de fevereiro, Shakira completa 46 anos de idade e, para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve matéria elencando dez músicas para conhecer a discografia da artista.

Veja abaixo as nossas escolhas:

“WHENEVER, WHEREVER”

Álbum: Laundry Service

O álbum de estreia de Shakira na língua inglesa, ‘Laundry Service’, contou com diversas canções famosas, incluindo a envolvente e dançante “Whenever, Wherever”. Ainda que em inglês, a faixa manteve a artista fiel às suas raízes, trazendo elementos andinos e contando até mesmo com colaboração de Gloria Estefan na composição lírica.

“LA TORTURA”, feat. Alejandro Sanz

Álbum: Fijación Oral, Vol. 1

Uma das músicas mais vendidas de todos os tempos, “La Tortura” ajudou a cimentar a carreira de Shakira no mercado internacional e a reuniu com o artista espanhol Alejandro Sanz. A faixa, presente no álbum ‘Fijación Oral, Vol. 1’, é influenciada pelas incursões do reggaeton e conta a história de uma mulher que foi emocionalmente “torturada”, visto que seu namorado a traiu e, eventualmente, a deixou por outra mulher – e agora voltou rastejando, pedindo por perdão.

“HIPS DON’T LIE”

Álbum: Oral Fixation, Vol. 2

Shakira conquistou seu primeiro #1 na Hot 100 com a clássica canção “Hips Don’t Lie”, uma das assinaturas de sua carreira. Aliando-se a Wyclef Jean, a música traz o melhor do pop latino e do reggaeton para um vibrante e efervescente convite às pistas de dança – isso sem comentar uma incrível coreografia que dominou o mundo.

“BEAUTIFUL LIAR” (Beyoncé feat. Shakira)

Álbum: B’Day (Beyoncé)

“Beautiful Liar” pode não ser oficialmente uma música presente nos álbuns de Shakira, mas seu icônico status nos fez colocar na lista. Participando da canção ao lado da lendária Beyoncé, cada uma das artistas imprimiu seu próprio estilo em uma exuberante e sensual investida. Indicada ao Grammy na categoria de Melhor Colaboração e ao Grammy Latino de Música do Ano, a track foi um sucesso tanto de vendas quanto de crítica.

“SHE WOLF”

Álbum: She Wolf

Shakira nunca teve medo de explorar coisas novas para se manter original em meio ao urgente cenário mainstream da música – e “She Wolf” é uma das provas dessa camaleônica habilidade. Na iteração, a artista traz hi-NRGsynth-popelectropop que detalha o tédio que ela sente acerca de seu parceiro – que não consegue satisfazê-la de nenhum modo e a faz procurar outros para se completar.

“WAKA WAKA (THIS TIME FOR AFRICA)”

Single sem álbum

As músicas-tema da Copa do Mundo de Futebol não costumam alcançar as nossas expectativas – mas Shakira conseguiu entregar o que apenas podemos compreender como a melhor delas. A aclamada faixa, intitulada “Waka Waka (This Time for Africa)”, serviu como hino de aceitação e empatia, nos levando à África do Sul com uma mistura de afro-fusionsoca (reiterando a poderosa globalização da performer).

“CAN’T REMEMBER TO FORGET YOU”, feat. Rihanna

Álbum: Shakira

Shakira e Rihanna mergulharam de cabeça no new wave e no pop­-rock com o massivo sucesso “Can’t Remember to Forget You”. A música, acompanhada de um videoclipe marcado por visuais estonteantes e coreografias incríveis, fala sobre a necessidade de esquecer alguém que lhe fez mal, apesar de amá-lo. Apesar das críticas mistas, o dueto fez um barulho comercial considerável.

“EMPIRE”

Álbum: Shakira

Shakira é conhecida por sua versatilidade invejável no cenário fonográfico e por uma capacidade de dialogar com o público das formas mais poéticas possíveis. Em “Empire”, a artista dá uma guinada em sua carreira, retornando ao rock no início de sua discografia e aproveitando os elementos do dubstep para construir uma potente e antêmica jornada regada ao fervor da paixão.

“CHANTAJE”, feat. Maluma

Álbum: El Dorado

A sensual e vibrante “Chantaje” reuniu Shakira com Maluma e teceu uma instigante “batalha de sexos” entre dois eu-líricos que gostam um do outro e sentem atração um pelo outro, mas não sabem como agir. A faixa, que amalgama popreggaeton, recebeu indicações a Música do Ano e a Canção do Ano no Grammy Latino e entrou para diversas listas de canções latinas essenciais do século.

SHAKIRA: BZRP MUSICA SESSIONS, VOL. 53”

Single sem álbum

Shakira voltou com força (e ódio) no começo de 2023, principalmente depois de seu ex-marido, Gerard Piqué, tê-la traído. Para poder colocar um ponto final nesse trágico capítulo de sua vida, ela se aliou ao produtor argentino Bizarrap para o especial Shakira: Bzrp Music Sessions, Vol. 53”, ou “Out of Your League” – canção que “quebrou a internet” pelo caráter sarcástico e irônico, rendeu à artista seu primeiro Top 10 na Hot 100 desde 2007 e foi extremamente elogiada pela crítica especializada.

Diretor de ‘Pânico 6’ revela que Kirby terá um papel importante na sequência

Kirby Reed (interpretada por Hayden Panettiere) finalmente vai retornar no universo ‘Pânico’ após mais de uma década com um destino intencionalmente ambíguo deixado pelo mestre do terror Wes Craven.

Em conversa com a publicação alemã Deadline Magazine, o diretor Matt Bettinelli-Olpin (do Radio Silence) revelou que o retorno da personagem será importante pra história, e não apenas fã-service.

“Não é fan service. Originalmente, havia a ideia de Kirby aparecer em um participação especial em Pânico (2022). Isso teria sido fan service, o que não queríamos porque teríamos feito uma injustiça à personagem. Portanto, salvamos seu retorno para Pânico 6, em que ela é uma personagem igual a todos os outros. Ela tem algo a ver com o filme. Para nós, isso significa criar uma conexão completamente nova com os filmes anteriores. Pânico 5 foi fortemente conectado ao primeiro filme Pânico, enquanto no sexto filme queremos fazer uma conexão com todos os anteriores, incluindo Pânico 4.”, afirmou.

Hayden Panettiere comentou sobre a sua personagem e seus novos desafios.

“A Kirby percorreu um longo caminho. O que aconteceu com ela obviamente impactou sua vida e a levou na direção certa, mas ela ainda é a mesma e velha Kirby em meio a tudo isso. Ela é apenas um pouco mais velha, um pouco mais sábia, mas tão impulsiva e sarcástica quanto antes”, falou Panettiere.

A estrela de ‘Heroes‘ também comentou como foi estranho ser uma veterana e ao mesmo tempo novata da série ‘Pânico‘, contando como se sentiu excluída incialmente.

“Sim, eu me senti um pouco excluída. Eu senti um pouco como se tivesse que encontrar meu caminho de volta para o novo grupo porque aquela equipe havia feito o filme anterior. Mas eles foram todos tão receptivos. Foi interessante, eles me fizeram parte de sua família que eu já fazia parte. Então foi como se uma tia distante voltasse para o rebanho”, brinca a atriz.

Confira o trailer e as imagens divulgadas:

O longa chega ao Brasil no dia 09 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

Elseworlds da DC Studios vai investir em mais projetos independentes

Junto com o anúncio do primeiros títulos do Capítulo Um do novo DCU, James Gunn e Peter Safran, presidentes da DC Studios, revelaram que também estão trabalhando no selo Elseworlds.

Para quem não sabe, o selo Elseworlds é um divisão com títulos independentes, ou seja, sem relação com a continuidade do universo principal.

O público já viu alguns destes projetos, como ‘Coringa’ eBatman‘, que são ambientados em épocas e realidades distintas dos filmes compartilhados, como ‘Batman vs Supermane Liga da Justiça’.

E agora que o DCU será reformulado, estes filmes independentes vão continuar a serem produzidos.

Já sabemos que Joker: Folie à Deux‘ chegará aos cinemas em 2024, enquanto a sequência de ‘Batman‘ estreia em 2025.

Um projeto do ‘Superman‘ fora do universo principal também vem sendo produzido por J.J. Abrams e escrito por Ta-Nehisi Coates.

Provavelmente, será uma adaptação sobre Val-Zod.

Para quem nunca ouviu falar, o personagem é o Superman da Terra 2 e um dos últimos Kryptonianos. Sendo o segundo da raça a assumir o título, Val-Zod ficou órfão depois que seus pais foram executados pela alta corte de Krypton, embora ele tenha sido encontrado na Terra 2 por Terry Sloan, que ofereceu abrigo ao jovem alienígena para ‘protegê-lo’ do mundo exterior.

Além disso, o selo também vai explorar séries de TV e animações. Essa é uma maneira de garantir que o universo da DC permaneça rico, mas focado.

Enquanto os títulos compartilhados seguirão uma única trajetória, o Elseworlds vai permitir o desenvolvimento de um vasto mundo dos heróis e histórias sem interferir na continuidade do universo principal.

Nas redes sociais, o público está esperançoso de que o novo planejamento para o DCU possa alavancar as vindouras produções, assim como aconteceu com a Marvel Studios.

Confira as reações:

O primeiro capítulo será Superman – O Legado’, cujo roteiro é assinado por Gunn e cuja estreia está marcada para o dia 11 de julho de 2025.

Em entrevista ao ComicBook.com, Gunn e Safran revelaram a estratégia de lançamento dos projetos, dizendo que pretendem lançar quatro títulos por ano.

A DC Studios planeja lançar “provavelmente dois filmes e provavelmente duas séries da HBO Max por ano”, conforme explica Safran. Por enquanto, sabe-se que Superman será o primeiro longa-metragem e que, ao lado dele, teremos o lançamento de Waller (spin-off de ‘Pacificador’) e de Creature Commandos.

Quando questionado se a DC Studios continuará a seguir essa estratégias no anos seguintes a 2023, Gunn disse que o plano é “algo como isso”.

Mais detalhes não foram revelados.

As notícias de remodelamento do DCU, ainda que tenham animado os fãs, causaram reações mistas nos jornalistas internacionais.

Confira:

“Meus pensamentos são… Ainda é MUITO #DC para melhor ou para pior. NÃO parece em nada com a #Marvel, de jeito nenhum. Na verdade, é uma espécie de pegada ao estilo Snyder em termos de ênfase em ‘mitos’. A apresentação pode mudar minha mente, temos que ver o tom.”

“Ainda não posso dizer nada sobre o que estava fazendo hoje (embora muitos de vocês sejam bons adivinhadores), mas direi que hoje foi um daqueles dias em que realmente amo meu trabalho e estou muito animado para trabalhar muito para poder passar ao longo de muitas (e muitas) novidades incríveis para você o mais rápido possível.”

“Não tenho permissão para dizer o que sei sobre os anúncios da DC, mas estou pensando seriamente em ficar offline amanhã. Interprete isso como quiser.”

Crítica | Infinity Pool: Alexander Skarsgård e Mia Goth em performances chocantes em um dos filmes mais polêmicos e grotescos de 2023

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2023

Na escuridão de um quarto de hotel, a voz de Cleopatra Coleman surge serena, mas com um leve e intrigante toque inquisitor. Uma confusa pergunta existencial paira no ar, diante de um silêncio estranho, ainda permeado pelo negrume de um ambiente distante da luz natural. E sem sequer percebermos, esses primeiros cinco minutos tão aleatórios se tornam uma pequena fração da insanidade psicológica de Infinity Pool. E ali, na quietude acalentadora de uma confortável cama de hotel, temos o que talvez seja o genuíno único momento de paz do novo filme de Brandon Cronenberg.

Em uma ilha resort isolada chamada Talqoa, somos testemunhas de uma subcultura medonha que ganha vida diante dos nossos olhos de maneira inesperada. Guiados pela sedutora e misteriosa Gaby (Mia Goth), nossos protagonistas James (Alexander Skarsgård) Em (Cleopatra Coleman) se aventuram fora dos perímetros do hotel, apenas para se depararem com uma cultura cheia de violência, hedonismo e horror incalculável. Um trágico acidente ainda os deixa diante de uma política de tolerância zero para o crime: ou você será executado ou – se for rico o suficiente para pagar – poderá assistir à sua própria execução. E é nessa espiral de alucinações, ganância e conflitos morais que Infinity Pool destila uma espécie de misantropia, ao mostrar uma espécie de turismo pervertido, onde poderosos saciam seus desejos mais bárbaros a partir do sangue alheio e outros crimes hediondos.

Honrando o pesado sobrenome que carrega, Brandon Cronenberg evidencia rapidamente o quanto suas raízes criativas foram regadas pelo inegável talento de seu pai, o aclamado cineasta David Cronenberg. E em Infinity Pool, ele entrega seu trabalho mais autoral, em um terror de ficção-científica que mais do que desafiar nossa compreensão humana, nos induz a confrontar a sua natureza em seu estado mais primitivo. Com um roteiro que em sua essência é existencial, o diretor opta por fugir dos modelos formulaicos e despe seus personagens das máscaras e fachadas sociais que todos carregam, para mostrá-los em sua composição mais bruta e brutal, como pessoas detestáveis e perversas que se submetem às coisas mais atrozes em prol do prazer.

Subvertendo os gêneros em que se encontra, o longa derruba todas as barreiras de moralidade, ética e princípios que regem a sociedade há séculos, para nos mostrar o quão perversa é a natureza humana sem os princípios básicos dos 10 Mandamentos. Mas usando um caminho nada ortodoxo, bastante grotesco e de caráter duvidoso, Brandon Cronenberg corre o risco de ver sua mensagem se dissipar, em meio a tanta nudez explícita, orgias e bestialidade que fariam Sodoma e Gorroma se constrangerem. Expondo seu elenco às intempéries físicas e emocionais mais bizarras, Infinity Pool é um ensaio sobre a raça humana em sua mais pura barbárie, assim como também é um estudo de personagem, ao mostrar seu protagonista, James, entre a loucura e a sanidade após se envolver em um incidente que lhe custou uma trágica morte.

E conforme esse belo homem sucumbe aos seus instintos mais animalescos e pavorosos, mais testemunhamos o constante conflito entre sua natureza primata e a sua índole, o seu caráter. Entre o desgaste mental, emocional e a completa sensação de fracasso que lhe assombra – por ser um péssimo escritor que vive às custas do dinheiro da sua esposa rica -, James se dá conta de sua insignificância, com a constante ajuda da intragável Gaby. E assim, Skarsgård e Goth formam a combinação impecável que torna Infinity Pool um espetáculo visual apavorante, que promete ser o filme mais polêmico de 2023. Com atuações espetaculares, que nos fatigam a todo momento, eles são o retrato da perversão humana. Promovendo as sensações mais adversas na audiência, a dupla de protagonista brilha em um filme difícil de digerir.

Tecnicamente bem produzido e dirigido, o longa possui seu próprio conceito e faz uma reflexão poderosa sobre a essência da maldade humana. Mas por ser tão gráfico e sangrento, ele se torna seletivo demais e não é feito para todos. Com cenas grotescas, perversas e perturbadoras, Infinity Pool é um excelente terror para aqueles que possuem estômago forte, mas ainda assim pode ser desconfortável até para eles. Sua violência esmagadora e seus horrores surreais perfuram esta sátira sombria sobre privilégios em um contexto de poder e falta de leis – que é centrada nas performances depravadas de Alexander Skarsgård e Mia Goth. Servindo momentos profundamente desconfortáveis e de enojar qualquer um, o filme é o tipo de experiência cinematográfica que só um Cronenberg seria capaz de nos proporcionar. Mas não é qualquer que daria conta de reassistí-la.

Quadrinista da DC explica porque James Gunn foi a escolha perfeita para o futuro do estúdio

Durante a apresentação do Capítulo 1 do futuro do DCU, James Gunn e Peter Safran anunciaram o primeiro lote de roteiristas com quem vão trabalhar no universo cinematográfico compartilhado.

Um deles é Tom King, quadrinista responsável pela aclamada trama de ‘Supergirl – A Mulher do Amanhã’.

Após o anúncio, King conversou com a imprensa e rendeu elogios ao trabalho de Gunn e sua visão para os vindouros projetos da DC Studios.

Questionado pelo Comic Book por que ele acha que Gunn foi a escolha perfeita para assumir a co-presidência do estúdio, King respondeu:

James Gunn é um genuíno nerd e leitor de histórias em quadrinhos. É alguém que está inserido nesse mundo desde criança e se preocupa apaixonadamente com o Universo DC.”

Ele continuou:

“Ele é apenas um nerd legal, o que é uma contradição maravilhosa e, além disso, ele é um cara que é amigo de Kevin Feige e esteve dentro da máquina da Marvel. Ele viu como tudo isso funciona e como cria coisas incríveis.”

Além de King, o time de roteiristas contratados inclui Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), Christina Hodson (‘The Flash’), Christal Henry (‘Watchmen’) e Drew Goddard (‘Demolidor’).

Embora ainda não tenha sido revelado se algum dos roteiristas está realmente escrevendo algum projeto individual dentro do DCU, Gunn confirmou que eles estão por trás da história interconectada do primeiro capítulo.

Mas King com certeza deve estar por trás do roteiro da adaptação de ‘Supergirl – A Mulher do Amanhã‘, que também foi anunciado como um filme.

Nos quadrinhos, “Kara Zor-El passou por algumas aventuras épicas ao longo dos anos, mas encontra sua vida sem sentido ou propósito. Aqui está ela, uma jovem que viu seu planeta destruído e foi enviada à Terra para proteger seu primo kryptoniano que acabou não precisando dela. Para que foi tudo isso? Onde quer que ela vá, as pessoas só a veem através das lentes da fama do Superman. Quando ela pensa que já teve o suficiente, tudo muda. Uma garota alienígena a procura para uma missão cruel. Seu mundo foi destruído e os bandidos responsáveis ainda estão por aí. Ela quer vingança e, se a Supergirl não a ajudar, ela mesma o fará, custe o que custar. Agora, um kryptoniano, um cachorro e uma criança zangada e com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que os abalará profundamente.”

O filme trará “uma versão bastante diferente” da personagem.

“Superman foi enviado para a Terra e criado por pais amorosos… mas a Supergirl passou os primeiros 14 anos de sua vida vendo todos ao seu redor morrerem de forma terrível”, afirmou Gunn sobre a história do filme.

Por enquanto, não foi revelado se Sasha Calle voltará ao papel após sua participação em ‘The Flash‘ ou se a personagem será reescalada.

Fracasso com Jackie Chan e Arnold Schwarzenegger estreia fazendo SUCESSO na Netflix

Vira e mexe um filme que fracassou nas bilheterias é lançado na Netflix e faz o maior sucesso no streaming.

Chegou a vez de ‘Volta ao Mundo em 80 Dias – Uma Aposta Muito Louca‘, comédia de ação lançada em 2004 e baseada na famosa obra de Júlio Verne, ‘A Volta ao Mundo em 80 Dias‘.

O filme estrelado por Jackie Chan, Steve Coogan e Cécile de France foi um fracasso de bilheterias: Com orçamento de US$150 milhões de dólares, o filme arrecadou apenas US$24 milhões nas bilheterias dos EUA e US$72 milhões no resto do mundo.

O filme é ambientado na Inglaterra do século 19 e centrado em Phileas Fogg (Steve Coogan), aqui reimaginado como um inventor excêntrico, e seus esforços para circum-navegar o globo em 80 dias. Durante a viagem, ele é acompanhado pelo seu criado chinês, Passepartout (Jackie Chan). Por razões de comédia, o filme intencionalmente desviou violentamente do romance e inclui uma série de elementos anacrônicos.

Volta ao Mundo em 80 Dias – Uma Aposta Muito Louca‘ fracassou entre os críticos, conquistando apenas 32% de aprovação no RT.

Confira o trailer:

Arnold Schwarzenegger vive o Prince Hapi.

Austin Butler, astro de ‘Elvis’, fala pela 1ª vez sobre a morte de Lisa Marie Presley

Em 12 de janeiro, o mundo foi pego de surpresa com a morte de Lisa Marie Presley, cantora, compositora, filha única do rei do rock Elvis Presley e primeira esposa do icônico Michael Jackson.

Aos 54 anos de idade, Lisa sofreu uma parada cardíaca no início do dia em sua casa, localizada em Calabasas, na Califórnia, EUA.

Antes de partir, ela estava voltando aos holofotes por causa do filme ‘Elvis‘, dirigido por Baz Luhrmann e estrelado por Austin Butler.

Inclusive, ela esteve no Globo de Ouro poucos dias antes de sua morte para torcer por Butler.

E, durante sua participação no The Tonight Show, o ator falou pela primeira vez sobre sua conexão pessoal com Lisa e disse que ficou devastado com a perda.

“Conheci Lisa pela primeira vez quando exibimos o filme em Graceland. Eu nunca tinha me conecta logo de cara quando conheci alguém, mas com ela foi diferente porque senti uma profundidade imediata ao conversar com ela. Ela era uma pessoa que não tinha nada a provar e não se abria para todos, mas ela apenas se abriu para mim. Nos aproximamos tão perto tão rápido… Então sua morte foi simplesmente devastadora.”

Luhrmann também prestou homenagem à Lisa em seu perfil do Instagram.

Na publicação, o cineasta compartilhou uma imagem dos bastidores, mostrando Lisa em um momento descontraído ao lado de Butler.

Na legenda, ele lamentou:

“Ao longo do último ano, toda a equipe do filme de Elvis e eu sentimos o privilégio do carinhoso abraço de Lisa Marie. Sua perda repentina e chocante devastou pessoas em todo o mundo. Sei que seus fãs em todos os lugares se juntam a mim para compartilhar orações de amor e apoio à sua mãe, Priscilla, e suas maravilhosas filhas: Riley, Finley e Harper. Lisa Marie, sentiremos falta do seu calor, do seu sorriso, do seu amor.”

Confira:

Lembrando que Lisa alcançou fama mundial ao lançar seu primeiro álbum de estúdio, ‘To Whom It May Concern’, que alcançou o 5º lugar da Billboard 200. Seu último compilado de originais, ‘Storm & Grace’, foi lançado em 2012.

Dentre suas músicas mais conhecidas, podemos citar “Lights Out”“Dirty Laundry”“You Ain’t Seen Nothing Yet” e a cândida regravação “I Love You Because”, que foi performada pelo pai.

Além de se aventurar no cenário musical, Presley também era conhecida por seus trabalhos humanitários, incluindo como presidente da Fundação de Caridade Elvis Presley (EPCF) e sua colaboração com Oprah Winfrey e a Angel Network para arrecadar fundos para as vítimas do Furacão Katrina, que devastou Nova Orleans.

Crítica | Austin Butler brilha na frenética cinebiografia ‘Elvis’, de Baz Luhrmann

o filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (DeJonge).

O elenco também conta com Tom HanksOlivia DeJonge, Dacre MontgomeryNatasha Bassett, Xavier Samuel, Richard Roxburgh, Ellen Thomson, Kate Mulvany, Charles Grounds, Josh McConville, Adam Dunn, Leon Ford e Gareth Davies.  

O casal Presley seria vivido originalmente por Rufus Sewell e Maggie Gyllenhaal, que acabaram abandonando o projeto por conta dos atrasos nas gravações causados pela pandemia do Coronavírus.

‘The Palace’: Kate Winslet estampa foto de minissérie sobre regimes autoritários

Depois do massivo sucesso da minissérie ‘Mare of Easttown’, que inclusive lhe rendeu uma estatueta do Emmy Awards, Kate Winslet está pronta para seu próximo projeto televisivo: The Palace’.

A HBO Max lançou a primeira imagem da nova minissérie. Dirigida por Stephen Frears e Jessica Hobbs, a produção se passa ao longo de um ano dentro das paredes do palácio de um regime autoritário que começa a se desfazer. A minissérie está atualmente em produção na Áustria e continuará no Reino Unido.

Confira:

Além de Winslet, que também assina a produção executiva, já haviam sido anunciados no elenco Matthias Schoenaerts, Guillaume Gallienne, Andrea Riseborough, Martha Plimpton e Hugh Grant.

A série irá acompanhar Winslet em uma narrativa que gira em torno de um regime autoritário. Ambientada no palácio titular, o enredo mostrará governantes tiranos perdendo gradativamente o poder sobre a cidade que os cercam.

Winslet é uma das atrizes mais conhecidas e ovacionadas da indústria do entretenimento e já protagonizou diversas produções de sucesso crítico e comercial, incluindo ‘Titanic’‘Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças’. Ela levou para casa o Oscar de Melhor Atriz por sua performance em ‘O Leitor’. Seus outros prêmios incluem duas estatuetas do Emmy, cinco Globos de Ouro, quatro SAG Awards, quatro BAFTA e um Grammy.

‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’: Após estreia na Disney+, sequência ganha novo pôster e vídeo dos bastidores; Confira!

Pantera Negra: Wakanda para Sempre finalmente chegou ao catálogo da Disney+, e a página oficial do Twitter comemorou a estreia divulgando um belo pôster da sequência.

Já o perfil da Marvel Studios compartilhou um vídeo dos bastidores explorando como foram criados os efeitos visuais do longa.

Confira:

 

“Como Namor voa? Dê uma olhada com o supervisor de efeitos visuais Geoffrey Baumann e o chefe de desenvolvimento visual da Marvel Studios @MeinerdingArt.”

Vale lembrar que o filme foi o único da Marvel Studios a conquistar o selo “fresh” no agregador de críticas Rotten Tomatoes em 2022, com 84% de aprovação. A encargo de comparação, ‘Thor: Amor e Trovão’ reside com 64%, enquanto ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ alcançou 74%.

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

O consenso geral é que, apesar de não conseguir superar o primeiro filme, o longa emociona e se diferencia das outras produções da Marvel ao abordar temas como luto e superação.

Separamos os trechos das principais críticas: 

“Você assiste ‘Pantera Negra 2’ pensando no filme que nunca foi feito, na história que nunca foi finalizada e na vida que se foi cedo demais.” (Seattle Times)

“É incrível como os pontos mais fortes do primeiro ‘Pantera Negra’ e sua sequência são quando suas histórias ignoram as obrigações de suas franquias [no universo da Marvel].” (Los Angeles Times)

“‘Pantera Negra 2’ é um filme sobre luto e superação. Não é tão bom quanto o primeiro, mas é a direção certa.” (Arizona Republic)

“Apesar de ser barulhento como qualquer filme de super-herói, ‘Pantera Negra 2’ é sincero e entrega um drama efetivo – um dos melhores da Marvel.” (Observer)

“Com reflexões sobre a perda pessoal e o orgulho das nações, ‘Pantera Negra 2’ é um épico incrível, cuja maturidade temática e narrativa eleva o gênero de super-heróis a novas alturas.” (Inverse)

“Há muitas coisas admiráveis nesse filme, principalmente o cuidado com o detalhes, mas muitos irão sentir falta da energia do primeiro filme.” (Vanity Fair)

Confira o trailer:

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Netflix divulga o trailer da 3ª temporada de ‘Outer Banks’

Netflix divulgou o trailer da 3ª temporada de ‘Outer Banks‘.

Confira:

Os novos episódios chegam à plataforma de streaming no dia 23 de fevereiro.

Jonas Pate, Josh Pate e Shanon Burke retornam como showrunners e produtores executivos.

Recentemente, Pate revelou seus planos para a 3ª temporada, contando detalhes sobre sua decisão por trás da grande reviravolta do final do segundo ciclo.

“Nós consideramos o elemento da caça ao tesouro uma parte importante e integral da série. Ao trazer o Big John de volta, nós percebemos que talvez pudesse haver uma forma de combinar esses tesouros diferentes e criar uma mitologia maior. Nós ficamos animados com as possíveis tramas para o terceiro ciclo com o seu retorno.”

Ele completa, “Nós sentimos que o retorno do personagem pode ser fundamental para entrelaçar essas narrativas.”

A história gira em torno de um grupo de adolescentes que mora na praia de Outer Banks, Carolina do Norte. Quando um furacão destrói a vontade de viver o verão, dá origem a uma série de eventos ilícitos que força os amigos a mudar completamente suas vidas. A busca pelo pai perdido do líder do grupo, romances proibidos, uma caça ao tesouro conturbada e o conflito crescente entre eles e seus rivais transforma o verão em uma aventura que nunca vão esquecer.

Chase StokesRudy PankowJonathan DavissMadison BaileyMadelyn ClineCharles EstenAustin NorthDrew Starkey estrelam.

‘Desaparecida’: “Sequência” de ‘Buscando…’ ganha trailer DUBLADO e LEGENDADO

O thriller ‘Desaparecida‘ (Missing), espécie de sequência do aclamado ‘Buscando‘, ganhou seu trailer DUBLADO e LEGENDADO.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

 

Com orçamento de US$ 7 milhões, o filme arrecadou US$ 18 milhões nos EUA.

Vale lembrar que ‘Buscando‘ fechou sua passagem pelos cinemas norte-americanos com US$ 26 milhões – e US$ 75.4 milhões mundialmente –, a partir de um orçamento de apenas US$ 1 milhão.

Desaparecida‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de Março.

Confira o que os críticos acharam da produção:

“Seguindo o mesmo estilo do longa anterior, este filme se aprofunda e manipula todas as ferramentas disponíveis no desktop de um computador para contar uma história chocante e alarmante.” (Hollywood Reporter)

“Esse é um subgênero relativamente novo, então mesmo apresentando elementos semelhantes ao filme anterior, ‘Desaparecida’ parece original e se empenha em destacar diferentes áreas da tecnologia.” (Flickering Myth)

“A trama de ‘Desaparecida’ pode ficar um pouco arrastada, mas a decisão do roteiro de tratar problemáticas culturais – incluindo crimes reais, racismo e a internet –, dá à sua reviravolta um peso verdadeiro.” (Mashable)

“É uma ótima sequência para ‘Buscando…’. Apesar desse filme utilizar o mesmo estilo e ferramentas do primeiro filme, há reviravoltas e surpresas suficientes para manter a atenção do público.” (The Movie Couple)

“‘Desaparecida’ encontra diferentes formas de explorar o espaço digital, apresentando novas técnicas e truques que permitem mais variedade visual.” (Silver Screen)

“‘Desaparecida’ é um mistério intenso que se passa por trás das telas de celulares, computadores e câmeras de segurança. Destaque para as reviravoltas que se encaixam perfeitamente na narrativa.” (MovieWeb)

Will Merrick e Nick Johnson, que serviram como editores do primeiro filme, são responsável pela direção.

Quando sua mãe (Nia Long) desaparece durante as férias na Colômbia com seu novo namorado, a busca de June (Storm Reid) por respostas é dificultada pela burocracia internacional. Presa a milhares de quilômetros de distância em Los Angeles, June usa toda a tecnologia ao seu alcance para tentar encontrá-la antes que seja tarde demais. Mas, conforme ela se aprofunda no caso, sua investigação digital levanta mais perguntas do que respostas… e quando June desvenda segredos sobre sua mãe, ela descobre que nunca a conheceu de verdade.

O elenco ainda conta com Joaquim de Almeida, Ken Leung, Amy Landecker, Daniel Henney, Megan Suri e Tim Griffin.

‘Supergirl – A Mulher do Amanhã’: James Gunn não sabe se Sasha Calle será escalada para o filme

No início da semana, a DC anunciou o filme ‘Supergirl – A Mulher do Amanhã‘, que será adaptado dos quadrinhos homônimos escritos por Tom King.

Depois disso, os fãs começaram a se perguntar quem poderia interpretar a heroína no longa…

Este ano, Sasha Calle dará vida à personagem no filme do Flash. No entanto, não sabemos se ela será Kara Zor-El ou uma versão alternativa da heroína.

Por conta disso, surgiram muitas dúvida sobre o futuro da personagem nas telonas.

Durante um evento de imprensa do DC Studios, Gunn foi questionado pelo CBM se Calle estaria sendo cotada para a adaptação, ao que ele respondeu:

“Estamos descobrindo como tudo vai funcionar. Ainda não sabemos. Ainda estamos muito longe de ‘Supergirl: A Mulher de Amanhã‘.”

Pelo visto, Gunn e Safran querem descobrir como será a recepção à personagem de Calle emThe Flash‘ para decidir qual caminho seguir.

Nos quadrinhos, “Kara Zor-El passou por algumas aventuras épicas ao longo dos anos, mas encontra sua vida sem sentido ou propósito. Aqui está ela, uma jovem que viu seu planeta destruído e foi enviada à Terra para proteger seu primo kryptoniano que acabou não precisando dela. Para que foi tudo isso? Onde quer que ela vá, as pessoas só a veem através das lentes da fama do Superman. Quando ela pensa que já teve o suficiente, tudo muda. Uma garota alienígena a procura para uma missão cruel. Seu mundo foi destruído e os bandidos responsáveis ainda estão por aí. Ela quer vingança e, se a Supergirl não a ajudar, ela mesma o fará, custe o que custar. Agora, um kryptoniano, um cachorro e uma criança zangada e com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que os abalará profundamente.”

É ouro na Netflix! Conheça as 8 Produções Originais do Streaming que Foram INDICADOS AO OSCAR de Melhor Filme!

O Oscar deste ano acontece no dia 12 de março. Como sempre, os indicados foram recebidos com muita felicidade por parte dos fãs, ao perceberem que seus filmes preferidos do ano foram lembrados. Como sempre também tiveram aqueles considerados surpresas (positivas em sua grande maioria), filmes que não eram esperados para nomeações. E também os esnobados, filmes ou artistas que eram vistos como certos de indicações, mas terminaram “esquecidos no churrasco”. Sim, como já deu para perceber, o assunto da matéria é o Oscar. Mas não falaremos sobre o Oscar 2023 especificamente. Como você já deve ter lido no título, aqui iremos abordar os únicos 8 filmes originais da Netflix que tiveram a honraria máxima de ser indicados na categoria principal do Oscar: ou seja, melhor filme de seu respectivo ano.

É muito curioso pensar que a Netflix, a maior plataforma de streaming da atualidade, e a pioneira no mercado, começou a produzir seus próprios filmes em 2015, há menos de 10 anos atrás. E logo de cara em sua estreia, a empresa transformada em estúdio chutou a porta com os dois pés ao entregar o provocativo Beasts of No Nation, poderoso drama sobre crianças-soldado na guerra civil de um país africano não identificado – protagonizado pelo ótimo Idris Elba. A Netflix queria ver sua primeira produção original indicada ao Oscar, mas as regras da Academia, ainda insegura quanto aos filmes de streamings e sua relevância, não permitiriam. Logo no ano seguinte a Academia começou a revisar suas regras e aos poucos foi flexibilizando a entrada de produções da Netflix no Oscar.

O primeiro a aparecer entre os indicados foi o documentário A 13º Emenda (2016), de Ava DuVernay, indicado ao Oscar em sua respectiva categoria. Depois vieram outros documentários em anos seguintes, como Ícaro (2017), Indústria Americana (2019) e Professor Polvo (2020). Mas o primeiro longa-metragem de ficção a ser agraciado com nada menos que 4 indicações foi Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi (2017). O filme passou por festivais, como Sundance e Toronto e cumpriu todos os requisitos pedidos pela Academia, como ser exibido previamente nos cinemas e em uma quantidade considerável de salas. Aqui no Brasil, o filme recebeu lançamento da Diamond Films e não da Netflix. Mas Mudbound, apesar de nomeações importantes como melhor atriz coadjuvante (Mary J. Blidge) e melhor roteiro adaptado, não foi indicado ao Oscar de melhor filme. A porta estava aberta, no entanto.

Nessa matéria, porém, iremos abordar apenas os filmes que receberam indicação na categoria principal, ou seja, como melhor produção cinematográfica do ano. Conheça quais são abaixo.

Roma (2018)

Roma, drama em preto e branco escrito e dirigido pelo mexicano Alfonso Cuarón (Gravidade, 2013), ficará para sempre na história como o primeiro filme original da Netflix a receber uma indicação na categoria principal no Oscar. E não apenas isso, muitos críticos e cinéfilos davam como certa a sua vitória, não conseguindo aceitar até hoje a sua derrota para o muito controverso Green Book – O Guia. Ainda mais em um ano em que tínhamos obras do nível de Infiltrado na Klan. Roma é um retrato da própria infância do diretor e da relação de sua família com a empregada doméstica no México. Roma foi indicado para melhor filme, melhor atriz (Yalitza Aparicio), melhor atriz coadjuvante (Marina de Tavira), melhor roteiro original, melhor direção de arte, melhor edição de som e melhor mixagem de som, e levou as estatuetas de melhor direção (Cuarón), melhor filme estrangeiro e melhor fotografia.

O Irlandês (2019)

Quando a Netflix anunciou a parceria com Martin Scorsese, um dos mais importantes diretores de cinema de todos os tempos, muitos acreditavam que o resultado não sairia por menos. E o que a plataforma de streaming fez aqui foi simplesmente financiar o novo filme de máfia de Scorsese – gênero no qual o cineasta fez sua carreira, em obras como Os Bons Companheiros (1990), Cassino (1995) e Os Infiltrados (2006), por exemplo. Aqui, o diretor se reunia a uma dupla e tanto, Robert De Niro e Joe Pesci – dos dois primeiros filmes citados – e de quebra trazia Al Pacino ao barco, em sua primeira colaboração juntos. O Irlandês foi indicado para 10 Oscar: melhor filme, melhor direção (Scorsese), melhor ator (Pacino), melhor ator coadjuvante (Pesci), melhor roteiro adaptado, melhor fotografia, melhor direção de arte, melhor figurino, melhor edição e melhores efeitos visuais.

História de um Casamento (2019)

Considerado o melhor filme do diretor Noah Baumbach, ou ao menos o mais palatável ao grande público, História de um Casamento é um belo relato que fala sobre o fim de um grande amor e como funciona os bastidores da desestruturação de uma família. No mesmo ano de O Irlandês, a Netflix emplacou outra produção original entre os indicados a melhor filme no Oscar. De quebra a obra serviu para dar a tão merecida e aguardada primeira nomeação da estrela Scarlett Johansson, que protagoniza o longa. História de um Casamento foi indicado para os prêmios de melhor filme, melhor atriz (Scarlett Johansson), melhor ator (Adam Driver), melhor roteiro original e melhor trilha sonora. Sua única vitória ocorreu na categoria de melhor atriz coadjuvante para Laura Dern.

Mank (2020)

Outro que se beneficiou bastante da parceria com a Netflix, foi o renomado David Fincher, considerado um dos mestres do suspense atual. Mank, no entanto, assim como Benjamin Button, é uma investida do diretor no drama. Esse projeto era muito pessoal para Fincher, pois foi escrito por seu pai. A história é uma biografia do icônico roteirista Herman J. Mankiewicz (responsável pelo texto do atemporal Cidadão Kane, 1941). E se existia alguma dúvida sobre a importância dos streamings para o mercado do audiovisual, o destino tratou de resolver com a pandemia, fazendo o Oscar reconsiderar de vez a candidatura de obras lançadas para serem assistidas em casa. Todo criado em preto e branco, Mank obteve indicações para melhor filme, melhor ator (Gary Oldman), melhor direção (David Fincher), melhor atriz coadjuvante (Amanda Seyfried), melhor som, melhor trilha sonora, melhor maquiagem e melhor figurino, além das vitórias por melhor direção de arte e melhor fotografia.

Os 7 de Chicago (2020)

O ano de 2018 abriu a porta para a primeira produção original da Netflix receber indicação para melhor filme. No ano seguinte tivemos logo dois filmes da casa indicados. O ano de 2020, no auge da pandemia, é claro que esse número não ficaria para trás com mais dois longas da plataforma nomeados. Depois de Mank, sobrou também muito prestígio para Os 7 de Chicago, segundo filme na direção do excelente dramaturgo e roteirista Aaron Sorkin – um dos grandes nomes da indústria no segmento. A história é baseada em um dos casos que ainda assombram a cultura americana, quando protestantes contra o governo entraram em choque com a polícia e foram julgados como criminosos. Os 7 de Chicago traz um grande elenco e foi indicado para 6 Oscar – entre eles: melhor filme, melhor ator coadjuvante (Sacha Baron Cohen), melhor roteiro original, melhor edição, melhor fotografia e melhor canção original.

Ataque dos Cães (2021)

Podemos interpretar a constante nomeação de não um, mas sempre dois filmes originais da Netflix ano após ano, como uma espécie de retratação da Academia, e um reconhecimento pela relevância da empresa produtora audiovisual no mercado pelo mundo. De 2018 para cá não passou um ano sequer em que não tivéssemos uma produção original da Netflix entre os indicados a melhor filme – e na maioria destes anos tivemos dois filmes representando. Foi o caso em 2021. Primeiro, Ataque dos Cães – um faroeste bem diferente de todos os outros que ousa escancarar uma realidade varrida a todo custo para debaixo do tapete no passado. Ataque dos Cães é moderno e antiquado ao mesmo tempo.

O filme também guarda o recorde de maior número de indicações para uma produção original da Netflix – com 12 nomeações, seguido por Roma, O Irlandês e Mank (com 10 indicações cada um). Em matéria de vitórias, no entanto, Roma está na frente com 3 estatuetas. Já Ataque dos Cães foi indicado para melhor filme, melhor roteiro adaptado, melhores atores coadjuvantes (Jesse Plemnos e Kodi Smit-McPhee), melhor atriz coadjuvante (Kirsten Dunst), melhor ator (Benedict Cumberbatch), melhor direção de arte, melhor som, melhor fotografia, melhor edição e melhor trilha sonora; levando apenas o prêmio de melhor direção para a segunda mulher da história a conquistar o feito: a neozelandesa Jane Campion.

Não Olhe para Cima (2021)

Nem só de dramas pungentes são construídos os grandes filmes que se tornam marcos da sétima arte. A história do cinema é repleta de obras que são críticas ácidas a um momento pelo qual a sociedade mundial passa. Foi assim com Rede de Intrigas (1976), por exemplo. Não Olhe para Cima segue exatamente nesta linha e será para sempre conhecido como o filme do negacionismo, onde divergências políticas em especial transformaram ao menos metade da população em, bem, por falta de palavra melhor, idiotas que desaprenderam a pensar. Toda sátira precisa ser exagerada para enfatizar um ponto, e o diretor Adam McKay é um especialista nisso, tendo criado obras ácidas do nível de A Grande Aposta (2015) e Vice (2018). Não Olhe para Cima foi indicado para melhor filme, melhor edição, melhor trilha sonora e melhor roteiro original.

Nada de Novo no Front (2022)

Esse ano, o número de filmes originais da Netflix indicados ao Oscar na categoria principal foi reduzido, mesmo assim é claro que não ficaríamos sem um representante da plataforma buscando o prêmio máximo do cinema. Desta vez, curiosamente um filme não americano foi o escolhido pelos votantes para representar a Netflix na categoria principal: o impactante drama alemão de guerra Nada de Novo no Front. A obra, é claro, é baseada no livro clássico de Erich Maria Remarque, sobre um soldado idealista alemão vendo de perto os horrores na frente ocidental durante a Primeira Guerra Mundial. A história já havia sido levada às telas em 1930, no filme Sem Novidade no Front. A nova versão tem 9 indicações ao Oscar: melhor filme, melhor filme estrangeiro (Alemanha), melhor roteiro adaptado, melhor fotografia, melhor direção de arte, melhor maquiagem, melhor som, melhor trilha sonora e melhores efeitos visuais.

‘Belo Desastre’: Dylan Sprouse e Virginia Gardner estampam o cartaz NACIONAL do romance

O filme ‘Belo Desastre‘ (Beautiful Disaster), baseado no livro homônimo de Jamie McGuire, ganhou seu cartaz nacional estampado por Dylan Sprouse e Virginia Gardner.

Com distribuição da Diamond Films, o longa dirigido por Roger Kumble (‘Segundas Intenções’, ‘After – Depois da Verdade’) chegará aos cinemas de todo o Brasil em 6 de abril de 2023 e conta a história de uma garota que quer se livrar de um passado conturbado, mas coloca tudo em risco por uma aventura com um cara marrento.

Confira, com o trailer:

Infelizmente, o longa ainda não tem previsão para ser lançado no Brasil.

Dirigido por Roger Kumble, o longa é baseado no livro homônimo escrito por Jamie McGuire.

Abby Abernathy é uma boa garota e acredita que seu passado sombrio está bem distante, porém, quando se muda para uma nova cidade com America para cursar a faculdade, seu recomeço é rapidamente ameaçado pelo bad boy do local: Travis Maddox. O menino é um conquistador e logo se depara com a resistência de Abby ao seu charme. Intrigado, Travis a atrai com um jogo. Se ele perder, terá que ficar sem sexo por um mês. Se ela perder, deverá morar no apartamento dele pelo mesmo período. Qualquer que seja o resultado da aposta, nem passa pela cabeça do garoto que ele acaba de se deparar com uma adversária à altura. E é então que eles se envolvem em uma relação intensa e conturbada, que pode acabar os levando à loucura.

O elenco ainda conta com Samuel Larsen, Libe Barer, Brian Austin Green, Austin North, Rob Estes e Trevor Van Uden.

Batem à Porta

(Knock at the Cabin)

 

Elenco:

Jonathan Groff
Ben Aldridge
Dave Bautista
Rupert Grint

 

Direção: M. Night Shyamalan

Gênero: Suspense

Duração: 100 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 02 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

O longa traz Jonathan Groff (‘Mindhunter’) e Ben Aldridge (‘Fleabag’) como um casal de férias numa cabana na floresta, que são surpreendidos por um grupo de fanáticos religiosos que acreditam que eles serão a causa do início do Apocalipse. A jovem e seus pais precisam fazer uma escolha impensável para evitar o apocalipse, enquanto estão com acesso limitado ao mundo exterior.

Crítica: 

Crítica | Com Shyamalan controlado, ‘Batem à Porta’ é um suspense MORNO com boas atuações

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

“Batem à Porta’ é o MELHOR filme de M. Night Shyamalan desde ‘Sinais’”; afirmam os críticos

» O longa é baseado no livro O Chalé no Fim do Mundo, de Paul Tremblay;

» Além de dirigir, M. Night Shyamalan também assina o roteiro da adaptação ao lado de Steve Desmond e Michael Sherman;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Com Shyamalan controlado, ‘Batem à Porta’ é um suspense MORNO com boas atuações

Famoso – e algumas vezes até ridicularizado – por seus filmes repletos de reviravoltas impressionantes, o diretor M. Night Shyamalan se tornou um dos nomes mais controversos dos últimos anos. Dividindo opiniões de quem o ama e quem o odeia, o diretor emplacou alguns sucessos expressivos e outros fracassos bastante incômodos para sua carreira. Agora, chega aos cinemas seu mais novo projeto: Batem à Porta. Inspirado no livro O Chalé no Fim do Mundo, o longa conta com um trabalho mais contido do diretor, que contraria as expectativas daqueles que faziam graça de Shyamalan.

Isso porque a trama gira em torno de um casal LGBTQIA+ que vai passar as férias com sua filhinha de descendência asiática em uma cabana na floresta. Tudo vai bem, até que quatro pessoas completamente aleatórias surgem anunciando a vinda iminente do apocalipse. Até aí, isso poderia tranquilamente ser um episódio de Modern Family, só que esse quarteto do mal diz que o trio é o único capaz impedir o fim do mundo. Basta escolher um membro da família para morrer nas próximas 24h. Caso contrário, o armageddon será inevitável.

Partindo dessa premissa, o filme constrói um suspense que não traz muitas reviravoltas. Na verdade, ao contrário do esperado de um longa de Shyamalan, ele já põe as cartas na mesa logo nos primeiros minutos, deixando claro que o mistério da história se resume a: esses quatro doidões estão falando a verdade ou não passam de lunáticos religiosos movidos por algum tipo de culto? Só que enquanto o tempo passa, o casal principal fica amarrado, debatendo e tentando chegar a um consenso se eles irão levar os invasores a sério ou vão arriscar o suposto destino do mundo.

Parte importante de comprar o perigo da situação se dá por conta dos invasores. O principal deles é Leonard, vivido por Dave Bautista. O ex-lutador de WWE segue em uma crescente louvável na carreira, escolhendo papéis perfeitos e inesperados não apenas para seu porte físico, mas pro seu surpreendente talento de expressar emoções. Leonard é o líder dessa missão apocalíptica e, apesar de ser um brutamontes ameaçador, ele se mostra um homem cordial e educado, que deixa claro não estar neste situação por vontade própria, mas por ser uma “vítima” dessa missão controversa. Ao mesmo tempo em que ele ostenta uma presença ameaçadora, consegue mostrar os sentimentos de seu personagem como poucos que migraram dos ringues para os estúdios.

Outro nome famoso que integra esse grupo é o ex-Harry Potter Rupert Grint, que não tem tanto destaque, mas se posiciona como o extremo oposto de Leonard. Sendo um bêbado baixinho e barbudo, seu personagem é agressivo e intolerante. Infelizmente, seu trabalho aqui não chega a brilhar. Diferentemente do trio que tem a casa invadida.

O trio de vítimas está muito bem, principalmente Jonathan Groff, que interpreta um pai mais compreensivo, enquanto Ben Aldridge faz um pai mais impulsivo e traumatizado. Falando em trauma, a dupla acumulou uma série de episódios marcantes, de forma negativa, ao longo da vida, que vêm à tona ao longo das ameaças do quarteto por meio de flashbacks. A ideia de ter esses causos abordados era promissora, mas acaba não agregando tanto à trama dos dois, que passam grande parte da história amarrados em cadeiras, enquanto discutem e tentam fugir. Seria uma ferramenta narrativa interessante, mas justamente por serem tratados de forma superficial e breve, os traumas acabam trazendo pouco à discussão, resumindo a situação a ser um crime de ódio.

Para trazer um pouco mais de suspense, um dos dois se lesiona durante o filme, trazendo o questionamento ao público se seus argumentos estão coerentes com as situações retratadas ou se ele está apenas delirando pelo machucado. Esse artifício já deu muito certo em filmes de terror recentes, como Hereditário (2018), mas aqui não atinge seu potencial, deixando uma ameaça claramente mortal ser retratada da forma mais morna possível, quase como uma situação trivial.

Diferentemente de outros filmes, em que o grande mistério da história não é revelado ao fim do longa, a resposta sobre quem está certo e errado nessa invasão é respondida. Isso pode – e vai – decepcionar a muitos, já que Shyamalan constrói o filme deixando que o público decida se os invasores ou os invadidos estão certos, então ao revelar a resposta, pelo menos metade dos espectadores terminará com um gosto meio amargo.

Sobre a condução da história, há uma quebra no ritmo próximo ao fim que causa um pequeno incômodo, dando aquela famosa sensação de “encheu linguiça” por parte do diretor. Isso pode afetar a experiência de alguns, principalmente de quem não comprou a ideia proposta por Shyamalan, mas talvez não deve comprometer aqueles que embarcaram de vez na trama. Outro ponto interessante é a fotografia do longa, que explora planos e closes bem interessantes, dando essa sensação de que mesmo estando em um lugar pequeno, como a cabana na floresta, as vítimas da invasão estão longe de chegarem a um lugar seguro.

Com potencial para ser muito mais, Batem à Porta não chega a ser um filme ruim, mas também passa longe de ser um primor, bem distante dos clássicos do diretor. Trazendo um M. Night Shyamalan mais controlado, o filme conta com ótimas atuações de um elenco carismático, só que esbarra em uma trama criativa, que parece ter medo de explorar suas próprias ideias. Apesar disso, consegue ser um bom entretenimento para quem não nutre expectativas.

Gemini: O Planeta Sombrio

(Project Gemini)

 

Elenco:

Dmitriy Frid
Egor Koreshkov
Petr Romanov

 

Direção: Serik Beyseu

Gênero: Ficção Científica

Duração: 100 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 6.5 milhões

Estreia: 2 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

Depois de séculos destruindo os recursos da Terra, a humanidade enfrenta a sombria realidade de que sua última chance de sobrevivência pode exigir a criação de um lar totalmente novo – no espaço sideral. Uma expedição internacional é rapidamente formada para encontrar um novo planeta adequado, mas quando os planos dão errado, a tripulação fica repentinamente sem energia em um planeta estranho. Infelizmente, eles logo descobrirão que algo verdadeiramente inimaginável está lá fora observando, esperando pelos incautos exploradores humanos.

Críticas: 

Crítica | Gemini: O Planeta Sombrio – Terror Sci-Fi estilo ‘Alien’ Sofre com Premissa que Desanda

Curiosidades: 

» O roteiro foi escrito por Natalya Lebedeva e Dmitriy Zhigalov;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Mulher-Maravilha’: Gal Gadot ainda pode reprisar o papel no futuro do DCU

Há algumas semanas, foi divulgado que Mulher-Maravilha 3‘ foi descartado depois que James Gunn e Peter Safran assumiram a presidência da DC Studios.

Consequentemente, os fãs pensaram que Gal Gadot seria demitida do papel como a amazona.

No entanto, o Comic Book relatou que o cineasta disse que Gadot ainda pode retornar.

Ao que parece, a ideia do estúdio é usar ‘The Flash‘ para redefinir todo universo cinematográfico da DC, já que a trama envolve viagem no tempo e realidades alternativas.

Isso significa que personagens como Superman, Batman e Mulher-Maravilha serão de fato reformulados, mas isso não impede possíveis retornos.

Durante um evento de imprensa do DC Studios, Gunn foi questionado se alguma estrela do Snyderverse estava em negociações para o futuro da franquia, ao que ele respondeu:

“Alguns. Não sabemos. Conversamos com Gal. Ela está pronta para atender nosso chamado. Não temos certeza do que faremos com isso. Tudo o que posso dizer agora é que Henry [Cavill] e Ben [Affleck] não fazem parte deste universo.”

Vale lembrar que um dos projetos do Primeiro Capítulo do novo DCU inclui uma série chamada ‘Paradise Lost’, que servirá como pré-sequência de ‘Mulher-Maravilha’ e será ambientada na ilha de Themyscira (conhecida coloquialmente como “Ilha Paraíso”).

A narrativa irá explorar as gerações que vieram antes da heroína nascer, sendo descrita como uma série no estilo ‘Game of Thrones’ e delineando as políticas e as aventuras das Amazonas.

Ainda assim, é possível que Gadot possa ter alguma ligação com a trama.

Por falar em elenco, Gunn revelou ao Comic Book que alguns atores e atrizes já foram escalados para darem vida aos personagens mencionados…

“O que estamos fazendo com o DCU é que estamos tendo a animação ligada diretamente aos projetos live-action, seja na televisão, no cinema e nos jogos, todos interligados no mesmo universo. Vamos escalar atores que poderão interpretar os personagens em ‘Creature Commandos’, bem como em outras coisas, algumas das quais já escalamos.”

Uma escalação óbvia é a de Viola Davis como Amanda Waller na vindoura série da personagem.

Agora só nos resta aguardar para saber quais são os nomes que vão compor o panteão super-heroico nessa nova era da DC.

E aí, quais suas suas apostas?

Nas redes sociais, os fãs estão completamente empolgados com as novidades após tantas frustrações nos últimos meses.

Além da animação em relação aos títulos anunciados, o público está esperançoso de que o planejamento de 10 anos para o DCU possa alavancar este novo universo compartilhado, assim como aconteceu com a Marvel Studios.

Confira as reações:

O primeiro capítulo será ‘Superman – O Legado’, cujo roteiro é assinado por Gunn e cuja estreia está marcada para o dia 11 de julho de 2025.

Em entrevista ao ComicBook.com, Gunn e Safran revelaram a estratégia de lançamento dos projetos, dizendo que pretendem lançar quatro títulos por ano.

A DC Studios planeja lançar “provavelmente dois filmes e provavelmente duas séries da HBO Max por ano”, conforme explica Safran. Por enquanto, sabe-se que ‘Superman’ será o primeiro longa-metragem e que, ao lado dele, teremos o lançamento de Waller (spin-off de ‘Pacificador’) e de Creature Commandos.

Quando questionado se a DC Studios continuará a seguir essa estratégias no anos seguintes a 2023, Gunn disse que o plano é “algo como isso”.

Mais detalhes não foram revelados.

As notícias de remodelamento do DCU, ainda que tenham animado os fãs, causaram reações mistas nos jornalistas internacionais.

Confira:

“Meus pensamentos são… Ainda é MUITO #DC para melhor ou para pior. NÃO parece em nada com a #Marvel, de jeito nenhum. Na verdade, é uma espécie de pegada ao estilo Snyder em termos de ênfase em ‘mitos’. A apresentação pode mudar minha mente, temos que ver o tom.”

“Ainda não posso dizer nada sobre o que estava fazendo hoje (embora muitos de vocês sejam bons adivinhadores), mas direi que hoje foi um daqueles dias em que realmente amo meu trabalho e estou muito animado para trabalhar muito para poder passar ao longo de muitas (e muitas) novidades incríveis para você o mais rápido possível.”

“Não tenho permissão para dizer o que sei sobre os anúncios da DC, mas estou pensando seriamente em ficar offline amanhã. Interprete isso como quiser.”

Crítica | Gemini: O Planeta Sombrio – Terror Sci-Fi estilo ‘Alien’ Sofre com Premissa que Desanda

Já está bastante claro para todo mundo que o planeta Terra está sofrendo, e muito, com as atitudes do ser humano. O aquecimento global, a destruição das florestas, a extinção de espécies animais, a poluição dos lençóis freáticos, a escassez de água potável são apenas alguns exemplos das consequências do que a raça humana tem feito com o planeta em prol de uma dita modernização. E isso tem inspirado muitas produções de gênero, como o terror e a ficção científica, afinal, nada pior do que imaginar que não temos para onde ir caso esse nosso planeta dê errado, né? Seguindo por essa linha, chega em breve nos cinemas o longa russo ‘Gemini: O Planeta Sombrio’, cuja estreia inicialmente estava agendada para o fim de 2022, mas foi adiada para fevereiro de 2023.

Em um futuro próximo, a humanidade está sofrendo com a pandemia de um vírus misterioso que está matando muitas pessoas. Enquanto uma vacina não é elaborada, um grupo de cientistas tenta criar uma espécie de cápsula fertilizante, com o que há de melhor do planeta Terra para ser levado a algum outro canto da galáxia que, mediante exploração espacial, se decida como sendo o novo lar para os seres humanos. Após inúmeras tentativas, os cientistas descobrem um planeta em outro universo com condições similares à Terra, que se mostra promissor, de modo que as empresas preparam uma grande missão com astronautas para levar essa cápsula, nomeada de Gemini, para que as sementes vá germinando a tempo de quando a humanidade se mudar em definitivo para esse novo planeta, já haja biosfera para todos viverem. Porém, quando a missão de Frank (Nikita Dyuvbanov), Richard (Viktor Potapeshkin), Steve (Egor Koreshkov), Ryan (Samoukov Kostya), David (Dmitriy Frid) e Leona (Lisa Martinez) está prestes a chegar ao novo planeta, eles percebem não só que estão no lugar errado, mas também que algo a mais veio a bordo com eles…

Felizmente, ‘Gemini: O Planeta Sombrio’ tem menos de uma hora e quarenta de duração e, portanto, não se prolonga por mais do que deveria. Felizmente, porque a coisa toda começa a desandar logo no início, quando da apresentação do plot. O roteiro de Natalya Lebedeva e Dmitriy Zhigalov joga no colo do espectador, nos minutos iniciais do longa, uma série de nomes, dados e informações as quais não estávamos preparados para receber. Tudo é feito de maneira tão apressada, que causa muita confusão sobre quem é quem, qual o objetivo da coisa e do quê o personagem-cientista está falando. Passado esse drama primevo, entramos no enredo propriamente dito, que descarta personagens e muda suas características tão somente para melhor acomodar as intenções de seu enredo – que, por sua vez, não se mostra nem um pouco original, em um universo em que a franquia ‘Alien’ já fez o plot “hospedeiro intruso à solta na nave” de maneira mais bem feita e bem antes dessa produção russa.

Serik Beyseu não demonstra preocupação com a coerência de seu filme, ainda que traga boas adaptações para o período pandêmico da vida real (os personagens usam máscaras para respirar no outro planeta por causa do ar tóxico, mas não cobrem os olhos, o que não faz sentido). As atuações do elenco são tão caricatas  que é basicamente possível adivinhar não só as ações, como as falas e as reações dos personagens.

Confuso,  ‘Gemini: O Planeta Sombrio’ é uma ficção científica que não consegue apresentar nada de novo nem promover o debate climático, ficando só na superficialidade mesmo.

‘Holland, Michigan’: Gael Garcia Bernal se junta a Nicole Kidman em novo suspense da diretora de ‘Fresh’

De acordo com o The Hollywood Reporter, Gael Garcia Bernal (‘Lobisomem na Noite’) entrou para o elenco de ‘Holland, Michigan‘, novo suspense de Mimi Cave, diretora do aclamado terror canibal ‘Fresh‘.

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre seu personagem.

Lembrando que o astro se junta à Nicole Kidman (‘O Homem do Norte’), que também produz o longa, junto com Peter Dealbert e Kate Churchill.

Apesar de detalhes sobre a trama não terem sido revelados, a produção está sendo descrita como um thriller psicológico estilo hitchcockiano.

O roteiro, assinado por Andrew Sodroski, figurou na infame Black List – lista anual com os melhores roteiros não produzidos de Hollywood –, de 2013.

Amazon Studios está desenvolvendo o projeto.

Vale lembrar que ‘Fresh‘, terror sobre canibalismo estrelado por Sebastian Stan (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Daisy Edgar-Jones (‘Um Lugar Bem Longe Daqui’), já está disponível no Star+.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | ‘Fresh’: Sebastian Stan é um canibal em INSANO e SANGRENTO terror cômico 

Crítica | Os Banshees de Inisherin: Colin Farrell e Brendan Gleeson são ex-amigos em extraordinária comédia dramática

Uma das poucas certezas que 2022 nos trouxe é a de que Colin Farrell é – sem sombra de dúvidas – um dos atores mais versáteis e habilidosos da atualidade. Do cult soturno e melancólico da produtora A24, After Yang, ao blockbuster The Batman, o irlandês navega entre os gêneros mais diversos, em arquétipos que variam entre a mais pura caricatura de época a até mesmo um vilão dos quadrinhos com características que beiram o animalesco. E em Os Banshees de Inisherin, ele retorna às suas raízes irlandesas, em um conto tragicômico de um simplório homem que não soube lidar com o fim de uma amizade.

No novo longa de Martin McDonagh (Três Anúncios Para um Crime), Colm é um homem de idade avançada que ao repensar sua vida, resolve encerrar sua amizade de longa data com Pádraic. No entanto, o inesperado impasse trará consequências caóticas para ambos, quando o singelo e agora ex-amigo decide não aceitar o fim deste relacionamento. Esse entrave se desabrocha de forma impressionante ao longo de quase duas horas de filme, em que McDonagh é capaz de transformar o nada em tudo diante dos nossos olhos. E com uma história simples em suas mãos, acompanhamos o dia-a-dia de uma pequena comunidade irlandesa no auge da Guerra Civil, em 1923, a partir de um dilema particular que se torna a grande confusão do povoado.

E entre personagens caricatos e uma cultura rudimentar, Farrell e Brendan Gleeson são a personificação de uma trama que poderia muito bem não dar em absolutamente, mas que consegue nos arrebatar de forma abrupta em seu segundo ato. Nos levando em banho-maria eu seus primeiros 20 minutos, somos capturados pelo embate entre Colm e Pádraic aos poucos, conforme as consequências se tornam alarmantes para ambos. Sob um humor sombrio que mais se esconde do que aparece, a narrativa de Os Banshees de Inisherin é uma comédia dramática estranha. As gargalhadas não vêm como inicialmente se espera, mas de maneira perspicaz, McDonagh esgueira o fator cômico na linguagem corporal de seus personagens, em suas caricaturas e exageros performáticos. 

Salpicando algumas sacadas cômicas em meio a momentos tão dramáticos e até mesmo constrangedores, o humor do cineasta pode passar despercebido. Mas com momentos tão marcantes e tão bem dirigidos, é inegável sermos absorvidos pelo negrume de uma comédia dark que – quando vem à nossa mente através de relances do filme – desperta a mais inevitável e despretensiosa gargalhada. E talvez a riqueza de Os Banshees de Inisherin esteja ali, nessa facilidade em se tornar memorável em nossa mente sem que sequer percebamos. E crescendo gradativamente tal qual seus personagens se transformam em tela, esse conto irlandês trágico é um deleite em todos os aspectos.

Assim como se desenvolve e se desdobra em um clímax anunciado que consegue ser inesperado e surpreendente, a produção é também uma pintura hipnotizante. Com a direção de fotografia impecável de Ben Davis, percorremos os vales e montanhas da Irlanda por uma perspectiva bucólica, quase poética – que se contrapõe à objetividade de Gleeson em sua poderosa performance como Colm. Mas a verdade é que o veterano não seria tão sensacional em tela se não fosse por Farrell. Com um sotaque arrastado, sobrancelhas sempre curvadas que conotam um semblante franzino, amuado e tristonho, ele se transforma em tela uma vez mais como um rapaz simples, de pouco conhecimento, mas com um coração enorme. Inocente, pouco instruído e determinado a recuperar seu único amigo, ele e sua jumentinha Jenny nos tomam em cada cena, nos levam aos sentimentos mais diversos e nos fazem comprar sua saga fadada ao desastre. 

Sua performance ainda faz Gleeson brilhar ainda mais em tela, como uma espécie de fanfarrão rabugento que vive uma crise existencial diante da fatalidade esquecível de sua existência. Juntos, eles formam a dupla perfeita que nos levaria por horas a fio diante da tela. Sempre em contraste, eles também são a antítese de Kerry Condon e Barry Keoghan. Enquanto a primeira sonha com uma vida que seja digna de seu intelecto, o segundo é um jovem rapaz sem filtro e sem muita noção. 

Com atuações excelentes, ambos assumem o protagonismo mesmo em papéis coadjuvantes. Keoghan vai ainda mais além e mostra o quão camaleônico é capaz de ser, a ponto de ser uma grande aposta para o Oscar 2023, ao lado dos dois protagonistas. E com um final mais sutil do que o esperado, Os Banshees de Inisherin é uma anedota sobre o doloroso fim de uma amizade em meio a uma sufocante e isolada comunidade. Às vezes mais trágico do que cômico, ele é absolutamente um prazeroso delírio cinematográfico que poucos fariam tão bem como o trio McDonagh, Farrell e Gleeson.