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‘Indiana Jones 5’ vai revelar o que aconteceu com personagem de Shia LaBeouf

Em ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal‘, é revelado que Indy (Harrison Ford) teve um filho com Marion Ravenwood (Karen Allen), seu interesse romântico no primeiro filme ‘Indiana Jones‘, ‘Os Caçadores da Arca Perdida‘.

O personagem foi interpretado por Shia LaBeouf, chamado Henry Walton Jones III/Mutt Williams

E agora que ‘Indiana Jones e o Chamado do Destino‘ está chegando, os fãs estão curiosos para saber se Williams fará parte da trama e se há a possibilidade do personagem assumir o legado do pai daqui para frente.

Em entrevista para a Entertaiment Weekly, o diretor James Mangold foi questionado sobre o assunto e não fez cerimônia ao negar a participação de LaBeouf no longa.

No entanto, ele garantiu que “o público descobrirá o que aconteceu com Williams”.

Há alguns dias, Allen também foi questionada se Marion estará presente na trama

Conversando com o Showbiz411, a estrela se esquivou da pergunta, dizendo:

“Eu poderia te dizer, mas então eu teria que te matar! Sério, eu não posso dizer uma palavra.”

E aí, você acha que Marion deve dar as caras na nova aventura de seu eterno amado?

Confira o trailer:

Lembrando que a nova aventura chega aos cinemas em 30 de junho de 2023.

O elenco traz Harrison Ford de volta ao papel titular, bem como Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’), Thomas Kretschmann (‘Vingadores: Era de Ultron’), Mads Mikkelsen (‘Hannibal’), Shaunette Renée Wilson (‘Pantera Negra’) e Antonio Banderas (‘Dor e Glória’).

Lembrando que Steven Spielberg decidiu passar o manto para um cineasta mais jovem, a fim de trazer uma perspectiva renovada ao personagem. Dessa forma, James Mangold comanda o novo capítulo da franquia.

John Williams retorna para a trilha sonora, tendo atuado como compositor em todos os filmes anteriores.

Jane Fonda revela estar PREOCUPADA com o remake de ‘Barbarella’, estrelado por Sydney Sweeney

Sony Pictures anunciou recentemente que Barbarella, clássico dos anos 1960 estrelado por ninguém menos que Jane Fonda, ganhará um remake protagonizado pela indicada ao Emmy Sydney Sweeney (‘Euphoria’).

Entretanto, Fonda não parece completamente feliz com o anúncio e, em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter (via Screen Rant), a atriz comentou que está preocupada com o prospecto sexista da narrativa.

“Eu tento não [pensar sobre isso]… Porque me preocupo sobre o que vai vai ser [a história]”, ela comenta. “Eu tinha uma ideia sobre como fazer o filme, a qual o [produtor original] Dino De Laurentiis, quando estava vivo, não escutou… Mas aquele poderia ser um filme verdadeiramente feminista”.

Segundo informa o Deadline, o reboot de ‘Barbarella‘ ainda não tem roteirista ou diretor, porém já está em desenvolvimento. Vale lembrar, porém, que Sweeney foi confirmada como uma das produtoras.

Fique ligado para mais informações!

Criada por Jean-Claude Forest, ‘Barbarella‘ é uma série em quadrinhos lançada em 1962, que teve tanto sucesso que virou um filme dirigido por Roger Vadim em 1968.

No filme da década de 60, as guerras já foram abolidas há muito tempo, mas Barbarella (Fonda), uma bela agente, recebe um comunicado do Presidente da Terra (Claude Dauphin), dizendo que uma arma foi inventada e que isto pode perturbar a paz no universo. Assim, ela ganha a missão de evitar que tal mal aconteça.

‘The Last of Us’: Especialista revela se infecção pelo Cordyceps é POSSÍVEL

The Last of Us já se tornou um dos maiores sucessos da história da HBO e uma das melhores produções dos últimos.

A narrativa, que é ambientada em um futuro distópico em que a humanidade foi dizimada pelo fungo Cordyceps, conquistou os fãs dos jogos e os telespectadores pela tensa atmosfera, pelo impecável design e pela irretocável atuação.

Mas será que a infecção pelo fungo é possível?

Através das redes sociais, o micologista Paul Stamets respondeu a uma das principais perguntas feitas pelo público e garantiu que não há como isso acontecer: “vamos falar a verdade. Cordyceps não podem infectar humanos”.

Através de um thread de dez partes, Stamets rasgou elogios pelo fato da série usar o fungo como um inimigo poderoso, dizendo: “eu aplaudo os roteiristas por verem a oportunidade de nos levar em uma aventura literária pelo reino sci-fi, enquanto explora a fascinação e o medo das pessoas por fungos”.

O especialista continua, defendendo esses enigmáticos organismos: “na verdade, os fungos nos oferecem algumas das melhores soluções que são necessárias para ameaças existenciais que enfrentamos. […] Nossa sobrevivência depende de um tratado de paz com os fungos”.

Em suma, Stamets declara que, ainda que o uso do fungo foi muito bem feito para a série, a infecção presente não é realista e nunca posará como ameaça para a humanidade.

Lembrando que o 3º episódio será exibido hoje, 29 de janeiro. A série, por sua vez, já foi renovada para a 2ª temporada.

The Last of Us é uma série distópica da HBO baseada na franquia de jogos de videogame de mesmo nome criada por Neil Druckmann.

O drama narra um futuro pandêmico que foi devastador para humanidade, deixando os seres humanos à beira da extinção. O vírus transforma pessoas em canibais e se espalha rapidamente com uma simples mordida. Algumas décadas depois, os poucos sobreviventes que restaram vivem viajando ou em quarentenas protegidas por oficiais do governo. Este é o cenário em que acompanhamos Joel (Pedro Pascal), um sobrevivente durão que é contratado para levar a jovem Ellie (Bella Ramsey) para fora da zona de quarentena opressiva onde vive. Os dois devem encontrar um grupo de rebeldes paramilitares que se rebelou contra as autoridades. Porém, eles descobrem no caminho que Ellie está possivelmente infectada com o vírus, apesar da jovem não apresentar os sintomas recorrentes da doença. Por conta disso, eles acreditam que a imunidade de Ellie pode ser a chave para encontrar a cura do vírus e potencialmente salvar a humanidade.

Terror que traz o ‘Ursinho Pooh’ como assassino pode fazer sucesso MAIOR do que o esperado

Winnie the Pooh: Blood and Honey‘ (Ursinho Pooh: Sangue e Mel), bizarro filme de terror baseado no clássico personagem infantil, pode ultrapassar todas as nossas expectativas quando lançado nos cinemas. Afinal, começando com um mero slasher independente, a produção começou a ganhar força nas tendências das redes sociais e já se tornou um dos títulos mais aguardados do ano.

Anteriormente previsto para apenas uma noite de exibição nos cinemas no dia 15 de fevereiro, a publicidade acerca do longa-metragem cresceu tanto que a produtora Altitude, responsável pelo projeto, fechou contrato para uma exibição de nove dias em mais de 1500 salas apenas nos Estados Unidos (via Screen Rant).

E isso não é tudo: considerando o histórico com filmes de terror independente (como ‘Atividade Paranormal’ e até mesmo o recente ‘Sorria’), ‘Sangue & Mel’ tem tudo para fazer um estrondo considerável nas bilheterias. O orçamento do longa foi de apenas US$13 milhões (via The Biranchi); com o extensivo marketing dos últimos meses, é bem provável que a produção não apenas pague as próprias contas, mas gere lucro significativo.

A trama mostra Pooh e Leitão como vilões famintos depois que Christopher Robin vai para a faculdade e não tem mais tempo de cuidar deles.

Quando a vida dos personagens se torna difícil, eles precisam se virar sozinhos e acabam se voltando às suas raízes animalescas. Eles não são mais bonzinhos, são um urso implacável e um porco que querem sair por aí em busca de presas.

Confira o trailer legendado:

Infelizmente, o filme ainda não possui previsão de estreia no Brasil.

Amber Doig-Thorne, Maria Taylor e Danielle Scott estrelam.

Diferente da divertida animação infantil da Disney, o terror escrito e dirigido pelo estreante Rhys Frake-Waterfield promete cenas sangrentas, violentas e traumáticas.

O longa é uma releitura dos personagens criados por Alan Alexander Milne em 1926.

O projeto independente ganhou forma depois que os direitos dos personagens entraram em domínio público no início deste ano.

Apesar disso, Waterfield fez questão de tomar cuidado para não abusar das referências ao material original ou às animações da Disney, evitando elementos marcantes, como a camiseta vermelha de Pooh, que agora veste uma camisa quadriculada.

Kevin Bacon quer retornar para sequência de ‘O Ataque dos Vermes Malditos’

Através de seu Twitter, o ator Kevin Bacon voltou a declarar que adoraria retornar para uma nova sequência da franquia ‘O Ataque dos Vermes Malditos‘.

Quando questionado sobre um novo capítulo da saga, o ator respondeu: “Só estou esperando pela ligação [do estúdio]”.

Vale lembrar que Bacon iria estrelar uma série que serviria de sequência direta ao filme original – ignorando todas as sequências da franquia.

Infelizmente, o canal SyFy não aprovou o projeto, e o episódio piloto – apesar de ter sido gravado e finalizado – nunca foi lançado oficialmente.

Confira o trailer:

A série se passaria 25 anos depois que os Graboids quase destruíram a cidade de Perfeição. Kevin Bacon reprisaria o seu papel como Valentine McKee, que acabou com os vermes uma vez e tentaria novamente; mas primeiro ele teria que lidar com a idade, álcool e um delirante completo de herói.

Retro Dance #02 | ‘Hounds of Love’ e a genial mente de Kate Bush

Na segunda edição do especial Retro Dance, voltamos novamente para os anos 1980 – dessa vez para relembrar um dos álbuns mais icônicos da lendária Kate BushHounds of Love.

Kate Bush não se consagrou como um dos maiores nomes da história da música por qualquer razão: além da percepção da imperfeição de si mesma e da própria carreira, a cantora e compositora britânica tornou-se precursora de uma espécie de levante da música alternativa no cenário mainstream, influenciando, através deu um estilo marcado pela multiplicidade de gêneros e uma expressão vocal impecável, desde nomes como Björk a atos contemporâneos como Charli XCX e A.G. Cook.

Começando sua carreira no final dos anos 1970, Bush ascendeu a uma carreira meteórica, marcada por inúmeros sucessos de crítica e de público – ora, ela até mesmo se tornou o primeiro ato feminino solo a atingir as paradas do Reino Unido. E seria em 1985 que a artista, de fato, deixaria um legado marcado no cenário fonográfico; afinal, esse foi o ano em que deu vida à sua magnum opus – e a uma das grandes pérolas de todos os tempos: Hounds of Love.

A produção do álbum começou dois anos antes de seu lançamento: Bush isolou-se na própria casa e, munida de uma LinnDrum, um Fairlight e um piano clássico, gestou uma sensorial e versátil jornada regada a incursões alternativas e experimentais que caíram no gosto público e, até hoje, são redescobertas. E o carro-chefe da obra viria com a impecável “Running Up That Hill (A Deal with God)”, uma track alicerçada no synth-pop e no new wave, discorrendo sobre como um homem e uma mulher não podem entender um ao outro justamente por serem quem são (“se eu pudesse, eu faria um acordo com Deus, e eu faria com que ele trocasse nossos lugares”). Ainda que a faixa não tenha feito sucesso considerável à própria época, conquistou os holofotes do ano passado ao ser redescoberta pela geração atual, que a permitiu viralizar nas redes sociais e alavancar-se nas paradas de todo o mundo mais uma vez.

É claro que, considerando a magnanimidade de Bush, ela continua sem ter o reconhecimento que merece – mesmo sendo constantemente relembrada pelos especialistas ao redor do planeta. Hounds of Love é apenas uma pequena amostra do que ela nos entregou em sua carreira: a faixa-título, por exemplo, se alinha com as pulsões do art rock e do rock alternativo em um enredo que fala sobre o medo de se apaixonar em virtude de possíveis decepções e frustrações. Cada elemento é arquitetado com cautela pela artista, motivo pelo qual a faixa se mostra extremamente íntima e declamatória, guarnecida pelo impacto de violoncelos que explodem no refrão. “Cloudbusting” revela a mente de Bush para construções mais mercadológicas, por assim dizer, que funciona com perfeição dentro da estética do álbum. Aqui, art rock e baroque pop se aglutinam em uma história que analisa o relacionamento entre o filósofo e psiquiatra Wilhelm Reich e seu filho, Peter. Cada elemento vem acompanhado de uma continuidade majestosa, cortesia do uso certeiro dos sutis sintetizadores e da urgência dos cellos.

As investidas conceituais são constantes no álbum – o que não é nenhuma surpresa. Entretanto, o que nos chama a atenção e nos atiça a curiosidade é como Bush trabalha com os maleáveis componentes à sua frente. Em “Mother Stands for Comfort” é um ótimo exemplo disso. Na faixa, de quase cinco minutos de duração, somos engolfados por um saboroso synth-rock pincelado com incursões eletrônicas e um quebra-cabeças que esconde mensagens nas entrelinhas e que convida o ouvinte a se tornar um agente dentro da história que cria. “The Big Sky” retorna ao art rock e serve como uma tela em branco para que a performer possa amalgamar técnicas irretocáveis e experimentações bem-vindas em uma narrativa que fala sobre os simples prazeres da infância e que crescer é doloroso e nos desperta uma nostalgia angustiante.

“Watching You Without Me” continua a demonstrar a versatilidade artística de Bush, levando-a para um encontro entre Ocidente e Oriente em incursões arab-pop e art-pop que puxam elementos de flautas sintéticas e uma tecedura de tirar o fôlego e que solidifica um suntuoso caminho de sons. À medida que permite que duas culturas distintas se choquem em um mesmo cosmos, ela não deixa de lado sua identidade única. “Jig Of Life”, por sua vez, reflete esse “globalismo” defendido por Bush ao nos arremessar de volta para a Idade Média em uma celebração da música celta – uma ótima surpresa do disco. “Hello Earth”, um espetáculo quase operático de seis minutos, a artista começa a fechar a jornada, criando paralelos com as faixas iniciais e garantindo que seus vocais angelicais se mesclem com a opressão poética do piano e, pouco depois, deem espaço para uma antêmica teatralidade.

Hounds of Love não é apenas um álbum, mas sim um evento fonográfico que ultrapassa as barreiras da música e exalta todas as artes. A obra-prima de Kate Bush é um presente que merece ser apreciado do começo ao fim e que se configura como uma jornada envolvente e vibrante, apresentando-nos coisas novas toda vez que damos o play.

10 Filmes e Séries para Celebrar o Dia da Visibilidade Trans

No dia 29 de janeiro comemora-se o Dia da Visibilidade Trans, em celebração à importância, ao legado e à constante luta por direitos iguais da comunidade transsexual e travesti.

A instituição da data ocorreu ainda em 2004, com a campanha Travesti e Respeito promovida pelo Programa Nacional de DST/AIDS do Ministério da Saúde – e que, a partir de então, se tornou um marco anual. Protagonizada por nomes como Fernanda Benvenutty e Kátia Tapety, o dia é um constante lembrete da existência das pessoas trans e de que forma elas ainda não têm os mesmos direitos que os cisgêneros na sociedade contemporânea.

Enquanto a representatividade dessa parcela da comunidade vem aumentando constantemente no cenário do entretenimento – com produções que descontruíam estereótipos e apostavam em narrativas reais e pungentes -, é necessário comentar que a briga é diária. O Brasil é o país que mais mata travestis e transsexuais; apenas nos últimos oito anos, 868 pessoas foram assassinadas (dentro do que é possível ser contado, considerando que parte das informações é preconceituosa, errônea e desonesta).

Para manter viva a memória das principais militantes trans, o CinePOP separou uma breve e singela lista com dez filmes e séries que revelam e explicitam os obstáculos diários enfrentados pela comunidade – e sua constante batalha pela aceitação e por oportunidades.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

POSE (2018 – PRESENTE)

Onde assistir: Netflix

Em Pose, as pessas experimentam um estilo de vida nunca visto antes na história de Nova York: a ascensão da cultura de luxo no fim da década de 80. Paradoxalmente, a parte da sociedade que se beneficia do aumento do consumo e dos privilégios entra em conflito com o outro segmento, que enfrenta o declínio da cena social e literária no centro da cidade. Criada por Ryan Murphy, o elenco da série trouxe o maior número de atrizes e atores trans da história e carrega um legado gigantesco desde sua espetacular estreia.

SENSE8 (2015 – 2018)

Onde assistir: Netflix

Mesmo depois de um injusto cancelamento, Sense8 permanece como uma das séries originais da Netflix mais adoradas pelo público, por sua competente narrativa sci-fi e pela extensa representatividade. Nomi, vivida pela atriz Jamie Clayton, é uma das protagonistas da produção e uma das melhores personagens da década passada. Clayton, sendo uma mulher trans, também interpreta uma hacker trans extremamente inteligente e com diálogos necessários e reflexivos sobre a luta diária da comunidade.

A MORTE E A VIDA DE MARSHA P. JOHNSON (2017)

Onde assistir: Netflix

Documentário sobre o legado político deixado por Marsha P. Johnson, a estrela da TV americana e lendária figura do gueto gay de Nova York, conhecida por muitos como a “Rosa Parks do mundo LGBT”. Ao lado de Sylvia Rivera, Marsha foi a responsável por fundar a Transvestites Action Revolutionaries, um grupo de ativistas trans do país.

LAERTE-SE (2017)

Onde assistir: Netflix

A cartunista Laerte passou quase 60 anos se expressando e sendo identificada como homem, até que decidiu revelar sua identidade de mulher transexual. Uma das artistas mais reconhecidas do Brasil, Laerte teve três filhos e passou por três casamentos. O longa-metragem retrata a trajetória da lendária artista brasileira, vivenciando uma jornada única e pessoal sobre o que é, de fato, ser uma mulher.

REVELAÇÃO (2020)

Onde assistir: Netflix

Por décadas, pessoas trans foram retratadas de maneira estereotipada no cinema e na TV. O documentário ‘Revelação‘ faz uma investigação sobre o impacto dessa representação na comunidade trans. Por meio do olhar e de relatos de pessoas como Laverne CoxLilly WachowskiYance FordJamie Clayton e Chaz Bono, ‘Revelação‘ também nos leva a refletir sobre as mudanças e os avanços que fazem parte.

UMA MULHER FANTÁSTICA (2017)

Onde assistir: Amazon Prime Video

Em ‘Uma Mulher Fantástica’, Marina (Daniela Vega) é uma garçonete transsexual que passa boa parte dos seus dias buscando seu sustento. Seu verdadeiro sonho é ser uma cantora de sucesso e, para isso, canta durante a noite em diversos clubes de sua cidade. O problema é que, após a inesperada morte de Orlando (Francisco Reyes), seu namorado e maior companheiro, sua vida dá uma guinada total.

ALICE JÚNIOR (2019)

Onde assistir: Netflix

Alice é uma adolescente trans cheia de carisma que investe seu tempo fazendo vídeos para o Youtube. Um dia, seu pai, Jean, é transferido pela empresa do Recife para Araucárias do Sul, e eles precisam se mudar. Na nova escola, Alice enfrenta preconceitos ao se deparar com uma sociedade mais retrógrada do que estava acostumada. O desejo da menina é dar seu primeiro beijo, mas, antes de tudo, quer o direito de ser quem ela é.

EUPHORIA (2019 – PRESENTE)

Onde assistir: HBO

Euphoria é protagonizada pela força descomunal de Zendaya, que inclusive levou para casa o Emmy de Melhor Atriz no ano passado. Mas uma outra atriz que rouba os holofotes é Jules, interpretada por Hunter Schaffer. A atriz interpreta uma jovem trans que lidou com a não aceitação do corpo biológico e encontrou-se ao explorar sua sexualidade e sua identidade de gênero quando adolescente – além de se envolver com outras mulheres.

GIRL (2018)

Onde assistir: Netflix

Lara (Victor Polster) é uma jovem menina de quinze anos, seu maior sonho é tornar-se uma bailarina profissional e, com a ajuda do pai, ela busca uma nova escola de dança para desenvolver sua técnica. No entanto, a menina encontra dificuldades para adaptar-se aos movimentos executados nas aulas por conta de sua estrutura óssea e muscular, já que Lara nasceu no corpo de um menino.

A VIDA DE JAZZ (2015 – PRESENTE)

Onde assistir: Discovery Home & Health

Jazz Jennings, uma adolescente do sul da Flórida, foi atribuída como do sexo masculino ao nascer. Com quatro anos, Jennings foi diagnosticada com disforia de gênero na infância, tornando-a uma das mais jovens publicamente documentadas a ser identificada como disfórica de gênero. Seus pais, Greg e Jeanette, decidiram apoiar sua identidade de gênero em seu quinto aniversário. Ela participou de entrevistas de acompanhamento, lançou uma fundação e co-escreveu um livro, intitulado I Am Jazz.

10 curiosidades de ‘Godzilla’, o remake catastrófico de Roland Emmerich

Lançado em 1998, numa época em que os dinossauros de Steven Spielberg redefiniram os conceitos de aventura nos cinemas, Godzilla tinha a insensata missão de americanizar o maior monstro da história do Japão. Com chancela da Toho, a TriStar gastou uma bolada para tentar criar a próxima franquia de sucesso de Hollywood. Só que o resultado foi tão catastrófico que o tal “Zilla” acabou virando uma piada bizarra dentre os fãs do monstrão. No entanto, mesmo sendo um fracasso de crítica, o longa até que surpreendeu quem esperava uma bomba nas bilheterias. Confira as dez curiosidades que o CinePOP separou sobre esse filme tão controverso!

 

Tentou impedir

Quando soube que a TriStar estava fazendo um remake norte-americano de Godzilla e que traria Roland Emmerich para dirigir o projeto, o lendário produtor e diretor Steven Spielberg ficou desesperado e tentou ao máximo ligar para Roland para convencê-lo a não dirigir esse filme por considerar uma ideia idiota fazer uma versão hollywoodiana do monstro mais famoso do cinema japonês. Como não conseguiu, ele se recusou a assistir ao longa por amor às boas memórias que o original rendeu a ele durante a infância.

 

Liberdade total

Ao contrário de Spielberg, Roland Emmerich passava longe de ser um fã do Godzilla original. Na verdade, ele chegou a dizer que não gosta do monstro clássico. E vendo o filme, isso aí fica nítido, porque só mesmo não sendo um fã para cometer tamanho desrespeito ao Rei dos Monstros. Ele justificou que só aceitou o cargo de diretor porque recebeu sinal verde do estúdio para fazer tudo o que quisesse no comando da franquia. Anos mais tarde, ele se disse arrependido de ter aceitado o trabalho.

Desrespeito

Quando concordou em repassar os direitos de adaptação para a versão norte-americana, a Toho enviou um dossiê com 75 páginas descrevendo quais as características do Godzilla, tanto de aparência quanto de comportamento, deveriam ser preservadas para manter o legado e a originalidade do personagem. Dentre elas, estava acordado que ele deveria ter sua origem ligada aos acidentes atômicos, que ele não poderia se alimentar de seres humanos, apenas de peixes, e de forma alguma poderia se parecer com um dinossauro.


Descaracterizado

A bizarrice desse projeto foi tão grande que o diretor conseguiu ignorar praticamente todas as exigências da Toho, descaracterizando por completo o monstrão. Enquanto o original tem sua origem vinda da radiação dos testes nucleares, fazendo com que as potentes e mortais bombas o fortaleçam, o “Godzilla” de Emmerich tem um visual próximo aos dinossauros de Jurassic Park e passa o clímax do filme fugindo dos mísseis nucleares dos EUA.


Ilha familiar

O primeiro vestígio desse “Godzilla” surge em um local bastante familiar. Quem é fã das produções dos anos 90 provavelmente reconheceu a ilha onde aparece a pegada do monstrão como a Ilha Nublar, de Jurassic Park (1993). Isso não é coincidência. Emmerich se inspirou tanto nos dinossauros de Spielberg que acabou gravando na mesma locação que o amigo, no Kualoa Ranch, no Havaí.

 

Corte jurássico

A ideia da TriStar era ter seu próprio ‘Jurassic Park’, e isso ficou nítido com o teaser do filme que trazia um passeio de escola ao museu, em que as crianças, assim como no filme de 1993, se aterrorizavam com o fóssil de um T-Rex, o grande ‘Rei dos Dinossauros’. Até que o pé gigantesco do Godzilla atravessa o telhado e esmaga o Tiranossauro como se fosse um mosquito. A mensagem que eles quiseram passar foi claríssima, mas acabou que essa cena sequer entrou no corte final do filme, sendo que ela custou nada menos que 600 mil dólares. Bizarro, né?

Furada

Diferentemente dos longas originais, o protagonista da versão norte-americana foi um ser humano, não o Godzilla. E para convencer Matthew Broderick a estrelar o longa, a equipe criativa escreveu o personagem exclusivamente para ser vivido por ele. Esse argumento pesou e seduziu o ator a aceitar o papel sem sequer ter lido o roteiro, que só seria finalizado meses depois. Se tivesse lido a bomba, talvez não tivesse aceitado.

Continuação

Como foi pensado para ser uma franquia, o primeiro filme já deixa um gancho para uma sequência, na qual um dos bebês sobrevive ao ataque no Madison Square Garden. Nos planos originais, o segundo filme mostraria esse bebê sendo mantido em cativeiro na Austrália, o que obviamente não daria certo. Porém, dado o desempenho vexatório nas críticas, essa sequência nunca aconteceu. Em 2004, em Godzilla: Batalha Final, o “Zilla” norte-americano é visto tocando o terror em Sidney, fazendo uma referência à continuação que nunca saiu do papel.

Ofensa internacional

O Godzilla é tão importante para a Cultura Pop japonesa que ele é considerado um dos embaixadores oficiais do país. Então, com as primeiras críticas sobre a versão americana extremamente negativas, o filme chegou aos quatro cantos do mundo sob forte desconfiança. No Japão, a situação foi ainda pior, porque o longa é tão ruim que se tornou ofensivo no país. Tentando reduzir os prejuízos em bilheteria no país, o porta-voz da Toho na época deu uma bola fora daquelas. Ele chamou os fãs de hipócrita porque também criticavam fortemente os filmes clássicos do Godzilla. A fala pegou super mal e o filme se tornou um fracasso colossal no país.

Nem tão mal assim

Apesar das críticas péssimas e de ter fracassado no Japão, Godzilla terminou 1998 com a terceira maior bilheteria daquele ano, arrecadando cerca de 379 milhões de dólares. E isso acabou sendo usado como argumento para que o ator Matthew Broderick dissesse não entender como consideram esse filme um fracasso.

 

Godzilla está disponível no catálogo da Netflix.

‘Casamento em Família’: Comédia romântica com Emma Roberts ganha cartaz NACIONAL e trailer legendado

A Paris Filmes divulgou o cartaz nacional e o  trailer legendado de ‘Casamento em Família‘, comédia romântica estrelada pela Emma Roberts (‘Amor com Data Marcada’).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de fevereiro.

Michael Jacobs é responsável pela direção.

A história é centrada em Michelle e Allen, um casal que chegou a certo ponto em seu relacionamento onde estão considerando os próximos passos. Eles decidem convidar seus pais para finalmente se conhecerem e oferecerem alguma compreensão de porque o casamento funciona. Só não sabem que os pais já se conhecem muito bem, o que leva a algumas opiniões muito distintas sobre o valor do casamento.

O elenco ainda conta com Luke Bracey, Diane Keaton, Susan Sarandon e Richard Gere.

‘Pathaan’: Novo sucesso de Bollywood quebra RECORDE de bilheteria!

Pathaan, novo grande sucesso cinematográfico da Índia, quebrou um gigantesco recorde de bilheteria de Hollywood: a de maior arrecadação de abertura da história.

Escrito e dirigido por Siddharth Anand, o longa-metragem é estrelado pelo famoso astro Shah Rukh Khan (que faz seu retorno ao circuito cinematográfico depois de um hiato de quatro anos), bem como Deepika Padukone.

O longa funciona como o quarto capítulo do Universo Espião da YRF, em que Anand dá vida ao personagem titular e recebe a missão de derrotar Jim (John Abraham), um ex-agente da RAW que lidera uma organização terrorista cujo objetivo é espalhar um vírus mortal no país.

Pathaan foi lançado oficialmente no dia 25 de janeiro e quebrou o recorde bollywoodiano de maior final de semana de abertura, arrecadando mais de US$36,8 milhões ao redor do mundo. Como se não bastasse, a produção foi muito bem recebida pela crítica especializada, conquistando 94% de aprovação no Rotten Tomaotes.

O sucesso do filme ajuda a cimentar o ótimo cinema de Bollywood, vindo pouco depois do exitoso ‘RRR’, que se tornou uma das grandes surpresas do ano passado e da temporada de premiações.

‘A Misteriosa Sociedade Benedict’ é CANCELADA após 2 temporadas pelo Disney+

O Disney+ cancelou oficialmente a série ‘A Misteriosa Sociedade Benedict‘ (The Mysterious Benedict Society) depois de apenas duas temporadas.

Através do seu Twitter, o cocriador Phil Hay declarou: “Queridos amigos, a segunda temporada de ‘A Misteriosa Sociedade Benedict’ marcará o fim de sua jornada no Disney+. Nós amamos todos que ajudaram a fazer esse projeto realmente mágico acontecer. Não tenho arrependimentos, apenas orgulho do que nós fizemos.”

Baseada nos romances de Trenton Lee Stewart, a adaptação gira em torno de um grupo de quatro órfãos precoces e habilidosos que fundam uma sociedade secreta intitulada Mr. Benedict, em homenagem ao excêntrico, rico e bondoso benfeitor que une as crianças e as manda em uma missão no infame colégio interno conhecido como O Instituto.

O elenco conta com Tony Hale, Kristen SchaalRyan Hurst, MaameYaa BoafoGia SandhuEmmy DeOliveiraSeth CarrMarta TimofeevaMystic Inscho.

Matt ManfrediPhil Hay entram como roteiristas, enquanto Todd SlavkinDarren Swimmer servem como os showrunners.

Conheça o suspense da Netflix do diretor de ‘Seven’ que terá a brasileira Sophie Charlotte no elenco

A Netflix divulgou a data de estreia de ‘The Killer‘, novo filme de David Fincher (‘Se7enOs Sete Crimes Capitais’)

De acordo a gigante do streaming, o longa estrelado por Michael Fassbender será lançado no dia 10 de novembro.

E com o anúncio, veio a surpresa que a atriz brasileira Sophie Charlotte faz parte do elenco, fazendo sua estreia em Hollywood.

Confira abaixo o anúncio oficial:

David Fincher se reúne com o roteirista de ‘Seven’, Andrew Kevin Walker. Depois de um fatídico acidente, um assassino luta contra si mesmo em uma caçada internacional que ele insiste que não é pessoal. Michael Fassbender estrela The Killer, que chega em 10 de novembro.”

Na trama de ‘The Killer‘, vamos acompanhar um cruel assassino tendo que enfrentar quem o contratou e a si mesmo em uma caçada internacional. Mas, para ele, não é nada pessoal.

O elenco também terá Charles Parnell, Arliss Howard e Tilda Swinton.

O longa é baseado na série de graphic novels ‘The Killer‘, de Alexis Nolent, e o roteiro é adaptação de Andrew Kevin Walker, também responsável por ‘Se7enOs Sete Crimes Capitais‘.

Conheça a nova série de SUSPENSE do diretor de ‘Entre Facas e Segredos’ que virou um fenômeno de crítica

O currículo do diretor Rian Johnson é invejável. Ele comandou os aclamados ‘Looper – Assassinos do Futuro‘, ‘Entre Facas e Segredos‘, ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out‘ e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘.

Agora, ele lança a série de suspense ‘Poker Face‘, que conquistou impressionantes 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

A trama acompanha Charlie (Natasha Lyonne), que tem uma habilidade extraordinária em dizer quando alguém está mentindo. Ela embarca em uma viagem com seu Plymouth Barracuda e, a cada parada, encontra pessoas e crimes estranhos que ela não pode deixar de resolver.

O consenso geral destaca a sólida performance da atriz Natasha Lyonne (‘Orange is the New Black’), além de elogiar a narrativa, que consegue inovar a antiga fórmula das séries de suspense procedurais.

Separamos os trechos das principais críticas: 

“Ao renovar o gênero de crimes procedurais, Rian Johnson e Natasha Lyonne revelam a verdade esquecida nessa era de streaming: restrições estruturais podem ser libertadoras para os roteiristas.” (The Atlantic)

Natasha Lyonne interpreta uma detetive brilhante nesta série de mistério cativante do criador Rian Johnson, diretor de ‘Entre Facas e Segredos’.” (BBC)

Rian Johnson e Natasha Lyonne conseguem trazer uma reinvenção moderna à velha fórmula do gênero.” (Observer)

“Essa é uma das melhores séries já lançadas pelo Peacock.” (Variety)

“É gratificante ver uma série que quer ser apenas uma série e sabe como executar sua narrativa de forma competente.” (Rolling Stone)

“‘Poker Face’ é incrível! É uma excelente série procedural em uma era de streaming cheia de narrativas arrastadas.” (CBR)

A produção já estreou nos EUA pelo Peacock, e ainda não tem previsão ou streaming definido no Brasil.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco ainda contará com Simon HelbergJameela JamilTim Meadows, Adrien Brody, Joseph Gordon-Levitt, Stephanie Hsu, Lil Rel Howery, Benjamin BrattDavid Castañeda, Dascha Polanco, Ron PerlmanNick NolteTim Blake Nelson, Charles Melton, Clea DuVallAngel DesaiShane Paul McGhieLeslie Silva e Jasmine Aiyana Garvin 

Lyonne será a produtora executiva junto com Maya Rudolph e Danielle Renfrew Behrens, representantes da Animal PicturesNora Lilla Zuckerman entram como showrunners.

Além de dirigir, Johnson também será o principal roteirista da vindoura atração.

‘How I Met Your Father’: 2ª temporada da comédia estreia no Star+!

A 2ª temporada de ‘How I Met Your Father‘, série derivada de ‘How I Met Your Mother‘, já estreou no Star+.

O primeiro capítulo do novo ciclo foi lançado no último dia 24 de janeiro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A trama se passa em um futuro próximo, onde Sophie conta ao seu filho a história de como ela conheceu seu pai. O conto nos leva de volta ao ano de 2021, onde seguiremos Sophie (Hilary Duff) e seu grupo de amigos, que estão tentando descobrir quem são, o que querem da vida e como se apaixonar em uma era cheia de aplicativos de relacionamentos e opções ilimitadas.

A série foi criada por Isaac Aptaker e Elizabeth Berger (‘This Is Us’).

O elenco conta também com Chris Lowell, Francia Raisa, Tom Ainsley, Tien Tran e Suraj SharmaKim Cattrall é a narradora da produção.

Carter Bays e Craig Thomas, responsáveis pela série original, entram como produtores executivos do spin-off.

‘Alquimia das Almas’: 2ª parte da série de fantasia já está disponível na Netflix!

A 2ª parte da série de fantasia ‘Alquimia das Almas‘ já está disponível na Netflix.

Os novos episódios foram lançados no último dia 21 de janeiro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Uma feiticeira poderosa no corpo de uma mulher cega encontra um homem de uma família prestigiosa, que quer ajudá-la a mudar o destino dele.

Jung So-MinLee Jae-Wook estrelam a produção. O elenco ainda contará com Hwang Min-hyun, Shin Seung-Ho, Yoo Joon-Sang, Oh Na-ra e Jo Jae-Yoon.

Prêmios CinePOP 2023 | VOTE nos seus filmes e atuações preferidos!

E chegou a hora da nossa premiação!

Os Prêmios CinePOP estão de volta para mais uma edição especial onde celebramos, junto aos nossos queridos leitores, os melhores e mais populares filmes do ano passado.

Para montarmos a nossa lista, analisamos as produções que foram oficialmente lançadas no ano passado nos cinemas mundiais, incluindo em plataformas de streaming e/ou salas de cinema, ou exibidos em festivais nacionais e internacionais.

Seguindo os passos do ano passado, os indicados estão divididos em duas categorias diferentes: as de votação popular, em que os nossos leitores poderão votar em seus longas-metragens e atuações preferidos; e as categorias de votação do júri, em que a própria equipe do CinePOP irá analisar aspectos técnicos dos títulos escolhidos, como Roteiro, Direção, Montagem, Fotografia, Música e Figurino.

A votação se estende até o dia 26 de fevereiro. Os vencedores serão revelados no dia 28 de fevereiro.

CATEGORIAS DE VOTAÇÃO POPULAR

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CATEGORIAS DE VOTAÇÃO DO JÚRI

MELHOR ROTEIRO (ORIGINAL OU ADAPTADO)
Steven Spielberg, Os Fabelmans
Martin McDonagh, Os Banshees de Inisherin
Sarah Polley, Entre Mulheres
Gina Prince-Bythewood, A Mulher Rei
Daniel Kwan & Daniel Scheinert, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo

MELHOR DIREÇÃO
Daniel Kwan & Daniel Scheinert, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Steven Spielberg & Tony Kushner, Os Fabelmans
Sarah Polley, Entre Mulheres
Todd Field, TÁR
Martin McDonagh, Os Banshees de Inisherin

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Alexandre Desplat, Pinóquio de Guillermo del Toro
Hildur Guðnadóttir, Entre Mulheres
John Williams, Os Fabelmans
Justin Hurwitz, Babilônia
Son Lux, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“Carolina”, Taylor Swift (compositora) (Um Lugar Bem Longe Daqui)
“Hold My Hand”, Lady Gaga, BloodPop (compositores) (Top Gun: Maverick)
“Naatu Naatu”, M.M. Keeravani, Chandrabose (compositores) (RRR)
“Nobody Like U”, Billie Eilish, FINNEAS (compositores) (Red – Crescer É uma Fera)
“Ciao Papa”, Alexandre Desplat, Roeban Katz, Guillermo del Toro (compositores) (Pinóquio de Guillermo del Toro)

MELHOR FIGURINO
Babilônia
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Elvis
Pantera Negra: Wakanda para Sempre
A Mulher Rei

MELHOR FOTOGRAFIA
A Mulher Rei
Os Fabelmans
Os Banshees de Inisherin
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Império da Luz

MELHOR MONTAGEM
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Os Fabelmans
O Menu
Glass Onion: Um Mistério Knives Out
Top Gun: Maverick

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
Top Gun: Maverick
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
O Menu
Glass Onion: Um Mistério Knives Out
A Mulher Rei

MELHOR MAQUIAGEM & CABELO
Batman
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Pantera Negra: Wakanda para Sempre
A Baleia
Elvis

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Avatar: O Caminho da Água
Doutor Estranho no Multiverso da Loucura
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Batman
Panters Negra: Wakanda para Sempre

Prêmios SongPOP 2023 | Vote nos seus artistas e álbuns FAVORITOS!

Agora que estamos em meio à temporada de premiações, chegou a hora de celebrarmos o melhor da música do ano passado com o Prêmios SongPOP 2023.

Nosso site já apresenta críticas variadas de música, bem como notícias e atualizações sobre shows e festivais, desde meados de 2019 – e, por essa razão, não poderíamos deixar a indústria fonográfica de fora, ainda mais com tantos álbuns e canções que merecem nossa atenção.

Para montar nossa lista, englobamos as produções lançadas entre 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2022, dando destaque não apenas àquelas que foram aclamadas pelos especialistas nacionais e internacionais, mas também a sucessos de público e a obras que ousaram fugir do mainstream.

Ao longo de 17 categorias (duas delas introduzidas nesta edição), selecionamos os melhores dos melhores, desde o aguardado retorno de Beyoncé com Renaissance até o vencedor do Grammy Latino ‘Numanice’, de Ludmilla.

A votação se estende até o dia 26 de fevereiro. Os vencedores serão anunciados no dia 28 de fevereiro.

CATEGORIAS DE VOTAÇÃO DO PÚBLICO

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CATEGORIAS DE VOTAÇÃO DO JÚRI

PRODUTOR DO ANO
Jack Antonoff
Boi-1da
Greg Kurstin
Ricky Reed
Kid Harpoon

ARTISTA REVELAÇÃO
GAYLE
Dove Cameron
Latto
Wet Leg
The Linda Lindas

MELHOR ÁLBUM VOCAL
Renaissance, Beyoncé
Dawn FM, The Weeknd
And In the Darkness, Hearts Aglow, Weyes Blood
Dance Fever, Florence + the Machine
The Gods We Can Touch, AURORA

MELHOR PERFORMANCE VOCAL
“Hold My Hand”, Lady Gaga
“Cuff It”, Beyoncé
“Out of Time”, The Weeknd
“Fast Times”, Sabrina Carpenter
“Boyfriend”, Dove Cameron

MELHOR CAPA DE ÁLBUM
Midnights, Taylor Swift
Renaissance, Beyoncé
Special, Lizzo
Lady Leste, Glória Groove
Night Call, Years & Years

MELHOR TRILHA SONORA PARA MÍDIA VISUAL
Pinóquio de Guillermo del Toro, Alexandre Desplat
Entre Mulheres, Hildur Guðnadóttir
Os Fabelmans, John Williams
Babilônia, Justin Hurwitz
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo, Son Lux

MELHOR MÚSICA PARA MÍDIA VISUAL
“Carolina”, Taylor Swift (compositora) (Um Lugar Bem Longe Daqui)
“Hold My Hand”, Lady Gaga, BloodPop (compositores) (Top Gun: Maverick)
“Naatu Naatu”, M.M. Keeravani, Chandrabose (compositores) (RRR)
“Nobody Like U”, Billie Eilish, FINNEAS (compositores) (Red – Crescer É uma Fera)
“Ciao Papa”, Alexandre Desplat, Roeban Katz, Guillermo del Toro (compositores) (Pinóquio de Guillermo del Toro)

MELHOR ESPECIAL MUSICAL
Adele One Night Only (CBS)
Driving Home 2 U (A Sour Film) (Disney+)
Super Bowl Halftime Show (NBC)
The Dawn FM Experience (Prime Video)
Encanto at Hollywood Bowl (Disney+)

‘Succession’: 4ª temporada do aclamado drama ganha teaser trailer LEGENDADO; Confira!

HBO Max Brasil divulgou o teaser trailer legendado da 4ª temporada de ‘Succession’, aclamado drama vencedor do Emmy.

Os novos episódios chegam no dia 26 de março.

Confira, com a sinopse:

A venda do conglomerado de mídia Waystar Royco ao visionário da tecnologia Lukas Matsson (Alexander Skarsgård) está cada vez mais próxima. A perspectiva dessa venda sísmica provoca angústia existencial e divisão familiar entre os Roys, pois eles antecipam o que seus as vidas serão assim que o acordo for concluído. Uma luta pelo poder ocorre quando a família avalia um futuro em que seu peso cultural e político é severamente reduzido. 

Segundo o Deadline, vários personagens irão retornar para os novos capítulos.

As informações indicam que Karolina Novotney (Dagmara Domińczyk), Lukas Mattson (Alexander Skarsgård), Stewy Hosseini (Arian Moayed), Jess Jordan (Juliana Canfield), Naomi Pierce (Annabelle Dexter-Jones), Sandi Furness (Hope Davis) e Nan Pierce (Cherry Jones) irão dar as caras nos vindouros episódios. Mattson, inclusive, terá peso considerável no arco do próximo ciclo.

Lembrando que as três primeiras temporadas já estão disponíveis na HBO Max!

A série foi criada por Jesse Armstrong.

O elenco conta conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

Christina Ricci DETONA a Academia após polêmica em torno da indicação de Andrea Riseborough

A polêmica em torno da indicação da atriz Andrea Riseborough ao Oscar 2023 por seu papel em ‘To Leslie‘ continua repercutindo.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas iniciou uma investigação sobre a nomeação da artista após suspeitas de que sua campanha na corrida pelo Oscar teria sido ilegal. O diretor do filme, Michael Morris, e sua esposa, a atriz Mary McCormack mandaram e-mails insistentes para amigos da indústria pedindo ajuda na promoção do filme e de Riseborough na campanha pelo Oscar.

Agora, a atriz Christina Ricci compartilhou um longo post no Instagram questionando a decisão da Academia de revisar as indicações deste ano.

“Parece hilário que a ‘indicação surpresa’ (o que significa que toneladas de dinheiro não foram gastas para posicionar essa atriz) de uma atuação legitimamente brilhante está sendo investigada. Então são apenas os filmes e atores que podem pagar pelas campanhas que merecem reconhecimento? Parece elitista e exclusivo e, francamente, muito atrasado para mim.”, afirmou.

Ricci acrescentou que tem certeza de que Riseborough “não teve nada a ver com a campanha” para a indicação, que ela disse nunca ser orquestrada pela atriz, “mas agora sua indicação será manchada por isso”.

O post de Ricci concluiu: “Se for tirado, vergonha para eles.” 

O e-mail de Michael Morris Mary McCormack pedia que as pessoas fizessem posts no Instagram e sugeria até hashtags. E os amigos atenderam aos pedidos. Edward Norton, Charlize Theron, Jennifer Aninston, Jane Fonda, Sally Field, Liam Neeson, Laura Dern, Catherine Keener, Geena Davis e Mira Sorvino e outros famosos começaram a postar sobre o filme e a atuação de Riseborough.

A Academia proíbe esse tipo de campanha, com disparos de e-mail pelos próprios servidores e votantes.

Além disso, o perfil oficial do filme compartilhou uma crítica publicada no jornal Chicago Sun Times que promovia uma competição entre atrizes, o que também não é permitido.

“Por mais que tenha gostado do trabalho de (Cate) Blanchett em ‘Tár’, minha atuação favorita por uma mulher foi entregue por Andrea Riseborough”, repostou a página oficial com um trecho da crítica de Richard Roeper.

A Academia proíbe campanhas que promovem a competição entre nomes e títulos, como a menção a outros atores e filmes concorrentes em materiais de divulgação.

Através de um comunicado, a organização do evento disse que:

“É objetivo da Academia garantir que a competição seja conduzida de maneira justa e ética, e estamos comprometidos em garantir um processo de premiação inclusivo. Por isso, estamos conduzindo uma revisão dos procedimentos de campanha em torno dos indicados deste ano, para garantir que nenhuma diretriz foi violada e para nos informar se mudanças nas diretrizes podem ser necessárias em uma nova era de mídia social e comunicação digital. Confiamos na integridade de nossos procedimentos de indicação e votação, e apoiamos campanhas populares genuínas para atuações excepcionais.”

De qualquer forma, a Academia marcou uma reunião para discutir o assunto na próximo dia 31.

Lembrando que os vencedores do Oscar 2023 serão revelados no dia 12 de março.

‘As Crônicas de Nárnia’: Netflix está de olho em diretora de ‘Barbie’ para assumir o reboot

Em 2018, a Netflix comprou os direitos de adaptação da franquia ‘As Crônicas de Nárnia‘, aclamada obra fantasia escrita por C.S. Lewis.

De acordo com o Comic Book, a plataforma de streaming está de olho em Greta Gerwig para assumir a direção de um reboot da franquia.

Para quem não conhece, Gerwig é a diretora do vindouro filme da Barbie‘ e também foi bastante elogiada por sua direção em ‘Adoráveis MulhereseLady Bird: A Hora de Voar‘, ambos indicados ao Oscar de Melhor Filme.

Ao que parece, a plataforma de streaming já está planejando dois filmes e quer Gerwig na direção de ambos.
Até o momento, não foi revelado quais dos livros serão adaptados.

Pensando nisso, há duas possibilidades para a Netflix iniciar a franquia…

Uma delas é readaptando ‘O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa‘, o 1º romance escrito por Lewis para a saga literária, e que já foi adaptado pela 20th Century Fox em 2005.

A outra possibilidade é adaptar ‘O Sobrinho do Mago‘, o 6º romance que Lewis escreveu, mas que funciona como o início de toda a história em ordem cronológica.

Por enquanto, ainda não há nada confirmado. Então só nos resta aguardar pelas atualizações.

No ano passado, o produtor Douglas Gresham, que também é o enteado de Lewis, admitiu que espera que o gigante do streaming decida adaptar a história em forma de série, e não de filmes.

“Eu adoraria que fosse uma coisa episódica, em forma de série. Porque em um filme você tem uma hora, talvez duas horas no máximo, se você realmente deseja esticá-lo, para colocar um livro inteiro, um livro de histórias de aventura, no filme. E você simplesmente não pode fazer isso. Eu não ouvi uma palavra deles. Estou me preocupando se alguma coisa vai acontecer.”, afirmou.

Recentemente, a Netflix anunciou que Matthew Aldrich, da animação ‘Viva: A Vida é uma Festa‘, ficará responsável pela adaptação dos livros de As Crônicas de Nárnia, do autor C.S. Lewis.

Segundo o Hollywood Reporter, Aldrich servirá como o arquiteto desse universo fantasioso que a Netflix levará para as telinhas. Sob os termos de um contrato de vários anos, a empresa de streaming desenvolverá histórias clássicas de todo o universo de Nárnia.

Apesar da confirmação, nenhum projeto ainda possui data de estreia e elenco. Novas informações devem sair muito em breve.

No total, os livros da franquia já venderam mais de 100 milhões de cópias e foram traduzidos em mais de 47 idiomas em todo o mundo.

Jenna Ortega fala sobre rumores de participação de Lady Gaga na 2ª temporada de ‘Wandinha’

A dança da ‘Wandinha‘ ganhou tanta popularidade após a estreia da série na Netflix que se tornou uma das coreografias mais reproduzidas no Tik Tok.

E até mesmo a cantora Lady Gaga fez sua versão da dança, o que levou os fãs à loucura.

Durante uma entrevista para a Variety, Jenna Ortega, intérprete de Wandinha, foi questionada sobre uma possível participação de Gaga na atração, ao que ela respondeu:

“É muito estranho”, disse Ortega sobre Gaga imitando sua dança. “Sabe o que é engraçado? Há muito tempo, eu trabalhei com um cabeleireiro que trabalhava com Gaga e eu só tinha visto ela em um show alguns anos antes. O cabeleireiro conseguiu com que Gaga fizesse um vídeo para mim dizendo que estava animada por saber que eu era sua fã. Foi um vídeo muito fofo, mas duvido que ela se lembre. Mas vê-la imitar minha dança agora… É um daqueles momentos em que você percebe que a vida muda muito rápido.”

Ela continuou:

“Se Lady Gaga fosse aparecer em ‘Wandinha’, acho que a personagem dela se daria muito bem com a Srta Thornhill (Christina Ricci), sabe? Dois monstros que se entendem.”

Lembrando que ‘Wandinha‘ se tornou um enorme sucesso na Netflix, registrando impressionantes 1.237 bilhão de horas assistidas nos primeiros 28 dias, sendo a terceira produção a ultrapassar a marca na plataforma de streaming.

A atração também superou a popularidade de ‘Dahmer‘, tornando-se a segunda produção de língua inglesa mais assistida da história da Netflix, perdendo apenas para a 4ª temporada de ‘Stranger Things‘.

Por conta disso, ‘Wandinha‘ foi oficialmente renovada para a 2ª temporada.

Nas redes sociais, os fãs estão comemorando a novidade e já estão ansiosos para acompanhar as aventuras da personagem nos próximos episódios.

Confira as reações:

Confira o vídeo de anúncio:

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na Netflix!

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

 

Dubladores originais retornam no novo e INCRÍVEL trailer de ‘Shazam! Fúria dos Deuses’

Shazam! Fúria dos Deuses‘ teve seu trailer dublado divulgado, que traz o retorno de Léo Rabelo como a voz do protagonista e Eduardo Drummond dublando o Asher Angel.

Assista:

Lembrando que a sequência chegará aos cinemas nacionais no dia 16 de Março de 2023, uma semana depois de ‘Pânico 6‘ e uma semana antes de ‘John Wick 4‘.

David F. Sandberg retorna à cadeira de direção.

Além do retorno de Levi no papel principal e a introdução de Mirren, Liu e Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher AngelJack Dylan Grazer.

Henry Gayden volta como roteirista, enquanto David F. Sandberg assume novamente a cadeira de direção. Peter Safran entra como produtor.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

POLÊMICA! Andrea Riseborough pode perder indicação ao Oscar de Melhor Atriz por irregularidades

A atriz Andrea Riseborough foi uma das indicadas como Melhor Atriz ao Oscar 2023 por seu papel em ‘To Leslie‘. O filme independente dirigido por Michael Morris narra a história de uma mãe solteira que se entrega ao alcoolismo depois de usar todo o prêmio em dinheiro que recebeu na loteria.

No entanto, o THR informou que a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas iniciou uma investigação sobre a nomeação da artista após suspeitas de que sua campanha na corrida pelo Oscar teria sido ilegal.

De acordo com o Los Angeles Times, o diretor do filme, Michael Morris, e sua esposa, a atriz Mary McCormack mandaram e-mails insistentes para amigos da indústria pedindo ajuda na promoção do filme e de Riseborough na campanha pelo Oscar.

Na mensagem, ela pedia que as pessoas fizessem posts no Instagram e sugeria até hashtags. E os amigos atenderam aos pedidos. Edward Norton, Charlize Theron, Jennifer Aninston, Jane Fonda, Sally Field, Liam Neeson, Laura Dern, Catherine Keener, Geena Davis e Mira Sorvino e outros famosos começaram a postar sobre o filme e a atuação de Riseborough.

A Academia proíbe esse tipo de campanha, com disparos de e-mail pelos próprios servidores e votantes.

Além disso, o perfil oficial do filme compartilhou uma crítica publicada no jornal Chicago Sun Times que promovia uma competição entre atrizes, o que também não é permitido.

“Por mais que tenha gostado do trabalho de (Cate) Blanchett em ‘Tár’, minha atuação favorita por uma mulher foi entregue por Andrea Riseborough”, repostou a página oficial com um trecho da crítica de Richard Roeper.

A Academia proíbe campanhas que promovem a competição entre nomes e títulos, como a menção a outros atores e filmes concorrentes em materiais de divulgação.

Através de um comunicado, a organização do evento disse que:

“É objetivo da Academia garantir que a competição seja conduzida de maneira justa e ética, e estamos comprometidos em garantir um processo de premiação inclusivo. Por isso, estamos conduzindo uma revisão dos procedimentos de campanha em torno dos indicados deste ano, para garantir que nenhuma diretriz foi violada e para nos informar se mudanças nas diretrizes podem ser necessárias em uma nova era de mídia social e comunicação digital. Confiamos na integridade de nossos procedimentos de indicação e votação, e apoiamos campanhas populares genuínas para atuações excepcionais.”

De qualquer forma, a Academia marcou uma reunião para discutir o assunto na próximo dia 31.

Lembrando que os vencedores do Oscar 2023 serão revelados no dia 12 de março.

Elogiado reboot do TERROR ‘Hellraiser’ finalmente chega para aluguel e compra no Brasil

O reboot do clássico do horror ‘Hellraiser: Renascido do Inferno‘ chegou às plataformas digitais. O longa pode ser comprado ou alugado na Apple TV, Google Play e Microsoft Store; e para aluguel na Claro TV+, Amazon Prime Video, Sky, Vivo Play e Oi. Além disso, estará disponível em UHD, HD e SD.

Na trama, acompanhamos uma jovem mulher que luta contra o vício e se depara com uma antiga caixa de quebra-cabeças, sem saber que seu propósito é convocar os Cenobitas, um grupo de seres sádicos sobrenaturais de outra dimensão. A versão é uma reimaginação aterrorizante do clássico do horror de Clive Barker de 1987.

Com Jamie Clayton interpretando Pinhead, icônico vilão da franquia, o filme traz referências para os fãs da obra original, mas também traz elementos para os fãs mais jovens de terror, que ainda não conheciam os personagens.

O filme conquistou 65% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Separamos os trechos das principais críticas:

“É tão excitante e assustador quanto Clive Barker poderia ter esperado. Esse novo ‘Hellraiser’ é incrível.” (Flickering Myth)

“O novo ‘Hellraiser’ é um sopro de ar fresco, graças à direção de David Bruckner e a excelente performance de Jamie Clayton como Pinhead.” (DrumDums)

Jamie Clayton está absolutamente fantástica como o novo Pinhead. Esse novo filme é uma ótima adição à franquia, dando aos fãs exatamente o que eles querem em um filme do ‘Hellraiser’: sangue, violência e Cenobitas sinistros.” (Mama’s Geeky)

“Os Cenotibas estão de volta e estão melhores do que nunca. As roupas de couro dos anos 80 foram descartadas para um visual construído a partir de pele esfolada.” (We Got This Covered)

“O novo ‘Hellraiser’ é sangrento e fantástico! O reboot entrega tudo o que os fãs da franquia esperam – personagens de moral questionável e muitas cenas sangrentas.” (Cinapse)

“Esse novo capítulo entrega violência e um excelente design em seus Cenobitas, finalmente os colocando em destaque na história. Jamie Clayton está fantástica como a nova Sacerdotisa do Inferno. É o melhor filme da franquia desde o original!” (Cody Leach)

Confira o trailer legendado:

David Bruckner (‘O Ritual’) é responsável pela direção.

Na trama, uma jovem lutando contra seu vício toma posse de uma antiga caixa, sem saber que o objetivo tem o poder de invocar os Cenobitas, um grupo de seres sobrenaturais e sádicos de outra dimensão.

Jamie Clayton (‘Sense8’) estrelará como a Sacerdotisa do Inferno – versão feminina do vilão Pinhead.

O elenco ainda contará com Odessa A’zion (‘Nashville’), Brandon Flynn (’13 Reasons Why’), Goran Visnjic (‘The Boys’), Drew Starkey (‘Outer Banks’), Adam Faison (‘Into the Dark’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Hiam Abbass (‘Succession’).

O roteiro foi escrito por Ben Collins e Luke Piotrowski, com quem o cineasta já trabalhou no vindouro ‘A Casa Sombria‘.

O projeto está sendo desenvolvido pela produtora Spyglass Media, que também está por trás do novo filme da franquia ‘Pânico‘.

O filme original, lançado em 1987 e dirigido por Clive Barker, girava em torno de uma esposa infiel encontra o zumbi de seu amante morto, que está sendo perseguido por demônios depois que ele escapou de seu inferno sadomasoquista.

Ao total, a franquia original teve 10 filmes, mas apenas os quatro primeiros foram lançados nos cinemas.

Por que Dylan O’Brien NÃO ACEITOU voltar para o filme ‘Teen Wolf’?

A sérieTeen Wolf‘ ganhou um revival em forma de filme pela Paramount+, trazendo grande parte do elenco principal, incluindo o astro Tyler Posey. Porém, algumas ausências que deixaram os fãs chateados.

Dylan O’Brien e Arden Cho não aceitaram o convite para reprisarem seus papeis como e Stiles Stilinski e Kira Yukimura.

O’Brien revelou em entrevista à Variety o motivo de ter decidido não retornar.

“Foi uma decisão difícil. Muita coisa aconteceu. A série não poderia ser mais querida para mim. Foi a primeira coisa que eu fiz e tantas pessoas lá são extremamente queridas para mim. Era algo que eu estava tentando fazer funcionar, mas tudo aconteceu muito rápido. Nós realmente não sabíamos que isso estava acontecendo e eles meio que jogaram isso em nós um pouco, o que é bom porque todos nós amamos a série. Estávamos tentando descobrir.”

No entanto, ele diz: “Em última análise, decidi que o personagem foi deixado em um lugar muito bom para mim e ainda quero deixá-lo lá. Desejo-lhes boa sorte e vou assisti-lo na primeira noite em que for lançado. Espero que seja foda, mas eu não vou estar nele.

Arden Cho, segundo o Deadline, teria recebido uma proposta de salário bem menor que suas colegas para retornar à produção. A estrela iria receber apenas metade do salário oferecido às outras atrizes, mesmo sua personagem sendo uma parte central da trama.

Para quem não sabe, ela interpretou Kira nas duas últimas temporadas da atração e ainda assim tornou-se uma das mais aclamadas personagens. A polêmica gerou o debate sobre as desigualdades salariais que atingem mulheres e minorias raciais.

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, Shelley Hennig e Colton Haynes falaram sobre o retorno a ‘Teen Wolf – O Filme‘ e a saída de Dylan O’Brien e Arden Cho.

Assista:

Assista ao trailer legendado:

Um terrível mal surgiu na cidade de Beacon Hills. Os lobos estão uivando mais uma vez pedindo o retorno de Banshees, Werecoyotes, Hellhounds, Kitsunes e todos os outros metamorfos da noite. Mas apenas um lobisomem como Scott McCall, que agora não é mais um adolescente, e sim um Alfa, pode reunir novos aliados e reunir amigos de confiança para lutar contra o que poderia ser o inimigo mais poderoso e mortal que eles já enfrentaram.

 

Bradley Cooper aparece IRRECONHECÍVEL em fotos de ‘Maestro’, novo filme da Netflix

A Netflix divulgou as primeiras imagens de ‘Maestro‘, filme estrelado e dirigido por Bradley Cooper (‘Sniper Americano’) – que surge IRRECONHECÍVEL.

O ator dará vida a Leonard Bernstein, compositor premiado da Broadway. As imagens também apresentam Felicia Montealegre, esposa de Bernstein, interpretada pela igualmente talentosa Carey Mulligan (‘Drive’). Maya Hawke (‘Stranger Things’) e Matt Bomer (‘Magic Mike’) também estão no elenco.

Confira abaixo as imagens divulgadas (com destaque para a primeira, onde vemos Cooper com uma maquiagem impressionante como um senhor idoso):

Lembrando que Steven Spielberg (‘Amor, Sublime Amor’) estava previsto para dirigir o filme sobre a vida do compositor. Foi ele que convidou Bradley Cooper, que estava saindo do elogiado Nasce Uma Estrela, para estrelar o projeto.

Cooper que atua como cineasta também está na produção e assina o roteiro do filme ao lado de Josh Singer (‘O Primeiro Homem’). ‘Maestro‘ está previsto para chegar nos cinemas e na Netflix ainda em 2023.

Você Lembra Delas? 10 Séries CANCELADAS na 1ª Temporada que Completam 11 Anos em 2023

Quando pensamos nas séries de maior sucesso que estão completando 11 anos de estreia em 2023, nos vem logo à mente títulos como Arrow, Elementary, Scandal, Girls, Veep, Newsroom e a imortal Chicago Fire (ainda sendo exibida). Todas essas ainda conseguem se manter bem vivas no imaginário dos fãs, algumas tendo chegado ao fim há pouco tempo.

No entanto, nem todos podem ter esse mesmo destino. Afinal o que seria do mundo e do universo sem equilíbrio? Assim, para cada sucesso é preciso existir um fracasso. Para cada série que emplaca novas temporadas se tornando um verdadeiro fenômeno contemporâneo, temos também aquelas que terminam completamente esquecidas, como se nunca tivessem existido. Pior é quando a expectativa se torna alta devido aos nomes tarimbados envolvidos, seja na produção (ou em qualquer capacidade atrás das câmeras) ou protagonizando nas telas.

Pensando nestas séries impopulares, que terminaram apagadas antes mesmo de ter a chance de brilhar, resolvemos criar esta nova matéria. Lembrando que algumas ainda podem ressurgir como obras cult, despertando uma nova legião de seguidores – e quem sabe receber mais uma chance. Afinal, nunca diga nunca. Confira abaixo 10 séries de renome que terminaram canceladas em sua primeira temporada e completam 11 anos em 2023.

Leia também: Você Lembra Delas? 10 Séries Canceladas na 1ª Temporada que Completam 5 Anos em 2022

 

Missing: Busca Alucinante

Agora pulamos das comédias para o suspense com os dois últimos itens de nossa lista. O primeiro, com produção da ABC Signature e exibição do canal AXN, traz como chamariz a presença da veterana Ashley Judd, de filmes como Tempo de Matar, Beijos que Matam, Risco Duplo e Crimes em Primeiro Grau, e indicada a dois prêmios Emmy. A atriz, que também produz o programa, interpreta Becca Winstone, uma mulher desesperada após o desaparecimento de seu pequeno filho, disposta a ir até as últimas consequências para descobrir o seu paradeiro. O seriado tem criação de Gregory Poirier (roteirista de A Lenda do Tesouro Perdido 2), que também serviu como produtor. A série estreou em agosto de 2012 e chegou ao fim após 10 episódios de sua primeira temporada.

666 Park Avenue

Chegamos ao fim de nossa lista, com mais um programa de suspense, mas aqui misturando tudo com toques de terror. A premissa do criador David Wilcox (produtor da cultuada Fringe) guarda bastante semelhança com a da clássica Ilha da Fantasia, trocando apenas o cenário de uma ilha desértica e remota, por um luxuoso condomínio de apartamentos em Nova York, com o endereço do título. E pelo número 666 já sabemos mais ou menos o que encontrar na trama. Ao invés do Sr. Roarke e do pequeno Tattoo como anfitriões, aqui tínhamos os personagens de Terry O’Quinn (o Locke de Lost) e a bela Vanessa Williams (Ugly Betty) como um rico e sinistro casal dono da propriedade de luxo, que guarda terríveis segredos sobrenaturais e atende os desejos mais sombrios de seus moradores – mas nunca da maneira que esperam. Quem protagoniza é a loirinha Rachael Taylor, e o programa contou ainda com a presença de Tessa Thompson por cinco episódios. Produzido pela Warner Bros. Television, com exibição da ABC, a série estreou em setembro de 2012, e durou 13 episódios de sua primeira temporada antes de ser cancelado.

Alcatraz

Essa série de suspense sobrenatural e ação, produzida pela Warner Television e com distribuição da Fox Network, chegava envolta em grande hype. Isso porque se tratava do programa que J.J. Abrams produzia após o sucesso de Lost. O seriado contava inclusive com a presença do mesmo Jorge Garcia, que havia conquistado a todos como o carismático Hurley. A série contava ainda com o veterano Sam Neill num dos papeis protagonistas. A trama, bem envolta em mistério como Abrams gosta, contava sobre o desaparecimento dos prisioneiros e guardas da prisão de segurança máxima do título ainda em 1963. Nos tempos atuais todos ressurgem e precisam ser recapturados, enquanto todos tentam entender o ocorrido. Estreando em janeiro de 2012, o programa falhou em cativar o público e foi cancelado após 13 episódios de sua primeira temporada.

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A Firma

Programas de TV baseados em filmes de sucesso do cinema são uma realidade desde os primórdios da televisão, mas encontrar um que seja bem-sucedido e emplaque no gosto popular é um pouco mais raro. Um que vem à mente e conseguiu superar até mesmo a fama de seu predecessor é Westworld. Aqui, voltando onze anos no passado, tínhamos a adaptação para as telinhas de um famoso longa estrelado pelo astro Tom Cruise. A Firma, de 1993, é na verdade a versão cinematográfica de um livro do especialista em direito John Grisham. O curioso aqui, neste seriado produzido pela Sony Pictures Television, é que não se trata somente de uma adaptação do filme, funcionando como a continuação do longa, onde vemos as consequências dos atos do protagonista dez anos depois. Nenhum dos atores do cinema retornou e advogado Mitch McDeere aqui ganhou as formas de Josh Lucas. A série estreou em janeiro de 2012 e durou 22 episódios antes de ser prontamente cancelada.

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Go On: Seguindo em Frente

Que somente Jennifer Aniston conseguir se manter numa carreira bem-sucedida (seja no cinema ou na TV) após o encerramento do fenômeno Friends todos sabem. O programa cômico continua na boca de todos, passando de geração para geração. Mas a verdade é que tirando Aniston, nenhum dos integrantes do elenco principal conseguiu transcender ao time A de Hollywood. E acredite, todos eles tentaram emplacar em novas séries. Foi o caso de Matthew Perry, o Chandler, que há 11 anos lutava por uma boa audiência pela terceira vez, após Studio 60 on the Sunset Strip (2006) e Mr. Sunshine (2011), sem sucesso. Criado por Scott Silveri (um dos produtores de Friends) e com produção do próprio Perry, aqui o ator interpreta um jornalista esportivo irreverente, pressionado a aderir a um grupo de ajuda para superar a morte precoce de sua esposa. Ele começa a se conectar com os excêntricos membros do grupo. Com produção da Universal Television e exibição da NBC, o programa estreou em agosto de 2012 e durou apenas 22 episódios de sua primeira temporada antes de ser cancelado.

Partners

Como podemos ver por essa matéria, ter um nome de sucesso atrelado ao elenco ou aos bastidores de uma serie não significa absolutamente nada para o seu desempenho. Cada obra é uma obra. E se no cinema grandes nomes por vezes criam trabalhos que fracassam, na TV não é diferente. Aqui seguimos com famosos de peso na indústria dando com os burros n’água, com a chegada de um programa dos mesmos criadores do hit Will & Grace, uma das comédias mais celebradas da década de 90 e que retornou para novos episódios recentemente. Indo ao ar pela CBS e com produção da Warner Television, o seriado narrava as desventuras de dois amigos de longa data, ambos arquitetos, decidindo montar sua própria firma – interpretados por David Krumholtz e Michael Urie. Os nomes mais conhecidos, no entanto, eram dos coadjuvantes Brandon Routh (Superman – O Retorno) e Sophia Bush (One Tree Hill). Estreando em setembro de 2012, Partners chegou ao fim após 13 episódios de sua primeira temporada.

 

Cadê Você Chelsea?

Por falar em atores que tiveram muito sucesso em séries de comédia nos anos 90, agora chega à lista a jovem Laura Prepon, que ganhou os holofotes ainda bem novinha graças a That 70’s Show (que ganhará um revival em breve), onde ficou imortalizada para os fãs na pele da ruivinha Donna Pinciotti. O tal programa terminou em 2006, e algum tempo depois Prepon aparecia neste Cadê Você, Chelsea?, que adapta para as telas o livro sensação da apresentadora Chelsea Handler. No seriado, Prepon interpreta uma versão de Handler, como Chelsea Newman, uma mulher de vinte e poucos anos, em suas desventuras amorosas e sexuais. Hanlder também produziu a série. Com produção da Warner Television e exibição da NBC, Chelsea estreou em fevereiro de 2012 e chegou ao fim com apenas 12 episódios de sua primeira temporada exibidos.

Vegas

Este era outro programa bastante badalado de onze anos atrás, e antes de sua estreia gerava enorme expectativa – que infelizmente terminou não se cumprindo. Com exibição da CBS (um dos maiores canais de TV norte-americanos), a série conta a história real do xerife Ralph Lamb, um ex-militar que ao lado do irmão e do sobrinho (ambos membros de sua força policial), irão bater de frente com Vincent Savino, um mafioso vindo de Chicago para gerenciar o hotel-cassino The Savoy. No elenco, dois pesos-pesado protagonizam. Na pele do xerife, o veterano do cinema Dennis Quaid, e personificando o mafioso, Michael Chiklis, do sucesso da TV The Shield. Ambos produzem o seriado, ao lado de gente como o diretor James Mangold, Nicholas Pileggi (Os Bons Companheiros) e Greg Walker (Smallville) – os criadores da série, que não deve ser confundida com a clássica Vega$ (da década de 70). Apesar de tudo isso, Vegas, que estreou em setembro de 2012, chegou ao fim após 21 episódios de sua primeira temporada.

1600 Penn

Seguimos pelo território da comédia, em nossa última série do gênero na lista. Aqui, a proposta dos criadores era fazer humor com um sitcom familiar um pouco diferente, já que a família em questão aqui era a primeira família, ou seja, a família do presidente americano. Com produção da Fox Television e exibição pela NBC, a série trazia o veterano Bill Pullman reprisando o papel do presidente dos EUA, este um pouco menos heroico do que o visto em Independence Day (1996). Ele é o líder da nação, mas o verdadeiro protagonista aqui é Josh Gad, também o criador e produtor do programa, que interpreta seu filho desleixado Skip. Completando o elenco principal, a veterana da TV Jenna Elfman (do sucesso Dharma e Greg) vive a primeira-dama esposa troféu Emily Nash. Apesar da pompa, o programa durou apenas 13 episódios de sua primeira temporada antes de ser cancelado.

 

Ben and Kate

Hoje, o nome da atriz Dakota Johnson, filha de Don Johnson e Melanie Griffith, pode ser considerado quente na indústria de Hollywood – muito graças ao sucesso da trilogia erótica Cinquenta Tons de Cinza. Mas há onze anos no passado as coisas não eram bem assim para a jovem estrela, que dava seus primeiros passos nas telas. Depois de ter aparecido no sucesso Anjos da Lei, Dakota estrelaria sua primeira e única (até o momento) série de TV com a humorística Ben and Kate. Ela vive Kate, mãe solteira criando sua pequena filha. Até que em sua porta aparece Ben (Nate Faxon), seu irmão mais velho relaxado, chegando para morar com ela, com a desculpa de ajudar na criação da sobrinha. Ben and Kate foi criado por Dana Fox (roteirista dos recentes Cruella e Cidade Perdida) e teve produção da Fox Television. Estreando em setembro, o seriado exibiu apenas 16 episódios de sua primeira temporada antes de ser cancelado.

‘Wolf Pack’: “Sarah Michelle Gellar é muito bem humorada e ótima parceira de cena”, revela Rodrigo Santoro [EXCLUSIVA]

O astro brasileiro Rodrigo Santoro é o protagonista da série de lobisomens ‘Wolf Pack‘ ao lado de uma das maiores atrizes de Hollywood, nossa eterna Buffy Sarah Michelle Gellar.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Santoro foi só elogios para a colega de elenco.

“A Sarah é uma veterana nesse gênero. Foi muito útil, porque conversamos muito sobre as particularidades desse gênero. Além disso é uma grande parceira de cena e muito bem humorada, muito divertida. Nos demos muito bem em cena”, afirmou.

Confira:

A série já está disponível no Paramount+.

Criada por Jeff Davis (‘Teen Wolf’), a série é baseada no livro homônimo de Edo van Belkom.

As vidas de Everett e Blake mudam para sempre quando um incêndio na Califórnia desperta uma assustadora criatura sobrenatural. Feridos durante o caos do ataque, os adolescentes são inexplicavelmente atraídos um ao outro e a dois outros, Luna e Harlan, que foram adotados há dezesseis anos por um policial florestal após outro incêndio misterioso. Quando a lua cheia se levanta, os quatro jovens se unem para descobrir o segredo que os une: a mordida e o sangue de um lobisomem.

O elenco conta com Sarah Michelle Gellar, Rodrigo Santoro, Armani Jackson, Bella Shepard, Chloe Rose Robertson e Tyler Lawrence Gray.

“Essa é uma história CHOCANTE!”, atriz de ‘Megan’ reage à história da Boneca Possuída da XUXA… [EXCLUSIVO]

Quem nasceu nos anos 80, se lembra da lenda Urbana da boneca possuída da Xuxa, que teria arranhado e matado uma criança na cidade de Sorocaba – interior de São Paulo.

Em entrevista com a atriz Allison Williams e o diretor de ‘M3GAN‘, o editor-chefe Renato Marafon contou a história e perguntou se a infância deles foi aterrorizada por alguma Lenda Urbana parecida.

“Essa é uma história chocante! Meu Deus… Ainda estou tentando processar a história que você me contou. Não conheço nenhuma história assim. Gostaria de ter conhecido. Acho que eu seria uma pessoa muito mais interessante”, afirmou Williams.

Assista as entrevistas e siga o CinePOP no YouTube:

O filme já está em exibição nos cinemas.

A trama acompanha Gemma (Allison Williams), uma brilhante roboticista de uma empresa de brinquedos que usa inteligência artificial para desenvolver uma boneca realista programada para ser a maior companheira de uma criança e a maior aliada dos pais. Quando Cady (Violet McGraw), sua sobrinha órfã, vai morar com ela, Gemma pega um protótipo da boneca para testar e as consequências são aterrorizantes.

O filme é dirigido por Gerard Johnstone.

Jenna Davis e Ronny Chieng completam o elenco.

FENÔMENO! ‘Avatar: O Caminho da Água’ está prestes a quebrar recorde histórico do primeiro ‘Avatar’

Avatar: O Caminho da Água‘ já se tornou a quarta maior bilheteria da história do cinema, e está prestes a bater outro recorde…

Como esperado, a sequência de ficção científica deve se manter no primeiro lugar nas bilheterias dos EUA pelo sétimo fim de semana consecutivo, e apenas alguns filmes na história do cinema reinaram no topo das paradas por tanto tempo.

Como quis o destino, já se passaram mais de 13 anos desde a última vez que um longa ficou na pole position por tanto tempo… e esse filme foi o primeiro ‘Avatar‘.

Vale lembrar que o filme ultrapassou ‘Star Wars Ep. VII: O Despertar da Força‘ e conquistou o posto de quarta maior bilheteria da história com um total global de US$ 2,075 bilhões, a maior bilheteria da era pandêmica. Foram US$ 605 milhões arrecadados nos EUA e US$ 1,45 bilhão no mercado internacional.

Confira o Top 6:

1 – Avatar – US$2,89 bilhões
2 – Vingadores: Ultimato – US$2,79 bilhões
3 – Titanic – US$ 2,20 bilhões
4 – Avatar: O Caminho da Água – US$ 2,075 bilhões
5 – Star Wars Ep. VII: O Despertar da Força – US$ 2,06 bilhões
6 – Vingadores: Guerra Infinita – US$ 2,04 bilhões

Assista nossa entrevista com Zoe Saldana e Jon Landau:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

‘Um Pequeno Favor 2’: Sequência com Anna Kendrick e Blake Lively começa a ser filmada esse ano

Os amantes do adorável filme ‘Um Pequeno Favor‘ tem motivos para festejar hoje, pois a Amazon Studios e a Lionsgate anunciaram a continuação oficial do título.

Anna Kendrick e Blake Lively devem retornar aos seu papéis e Paul Feig também comanda o longa como diretor. Jessica Sharzer (‘Nerve: Um Jogo Sem Regras’) é quem assina o roteiro.

De acordo com a PEOPLE, o novo filme pode começar a ser filmado entre setembro e novembro deste ano.

“A sequência de Um Pequeno Favor está em negociações avançadas para começar a produção no outono norte-americano”, afirmou a revista.

Para quem não lembra, no primeiro filme, Stephanie (Kendrick) é uma mãe solitária que se torna amiga de Emily (Lively), uma mulher poderosa e destemida. Um dia, Emily desaparece e Stephanie parte em busca de respostas por conta própria, mas no caminho descobre que a nova amiga não era nada do que ela pensava.

Henry Golding, Rupert Friend, Linda Cardellini e Jean Smart estiveram no elenco.

Blake Lively fará sua estreia na direção da adaptação de ‘Repeteco‘, quadrinho de Brian Lee O’Malley (‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’). Feig trabalhou na adaptação ‘A Escola do Bem e do Mal‘.

Crítica | Marcel the Shell With the Shoes On – Filme Indicado ao Oscar de Melhor Animação é um dos mais originais do último ano

Sensação nos Estados Unidos desde a primeira apresentação no festival South by Southwest (SXSW) em março de 2022, Marcel the Shell With the Shoes On (na tradução livre, Marcel, a concha de sapatos) conquistou corações durante o ano passado e uma nomeação de Melhor Animação ao Oscar 2023, isto é, páreo duro com a produção Pinóquio, de Guillermo Del Toro

Com passagem por diversos festivais, o primeiro filme da técnica stop-motion da A24 ainda não conseguiu distribuição nas salas de cinemas na América Latina e não tem previsão de estreia no Brasil. Baseado no curta-metragem do personagem Marcel, que viralizou em 2010 no YouTube, o filme parecia condicionado ao público do primeiro sucesso, mas a profundidade do tema abordado e a personalidade dada a pequena concha é tão tocante como qualquer drama de Paul Thomas Anderson ou Steven Spielberg

Exageros à parte, a narrativa criada pelo trio Dean Fleischer-Camp, Jenny Slate e Nick Paley é adorável. Em forma de um falso documentário, o narrador do longa (Dean Fleischer-Camp) convence Marcel (voz de Jenny Slate) a contar a sua história para a câmera. Com uma língua afiada e uma desconfiança legítima, Marcel conquista o público nos primeiros minutos. Depois de apresentar sua casa e a sua avó Connie (voz de Isabella Rossellini), é impossível não ficarmos fascinado pelo seu modo de vida. 

Quantas vezes já nos questionamos sobre a existência de uma concha? Depois dos quatro anos de idade, talvez a resposta seja zero. A originalidade de Marcel the Shell with the Shoes On é exatamente esta, um personagem inesperado e encantador, capaz de nos ensinar sobre a magia das pequenas coisas deste mundo, melhor que alguns filósofos e professores.

Tal como uma criança inocente  — porém corajosa  —, Marcel aceita a ajuda do documentarista para lançar-se na internet em busca de parceiros para encontrar sua família. A partir desse apelo, ele faz reflexões sobre a vida em comunidade e a miséria dos sentimentos humanos. De maneira cândida e despretensiosa, o personagem questiona porque as pessoas vão tirar foto em frente à sua casa, mas não reagem a seu pedido de auxílio.

Na mesma toada, Marcel apresenta a sua preocupação com a idade avançada de sua avó, a única família ao seu lado. Sua inquietação com ela é apresentada de forma tão verídica que é fácil deixar escorrer lágrimas dos olhos junto com essa concha de um centímetro, que percorre os corredores da casa dentro de uma bola de tênis.

Se até aqui apenas os aspectos do roteiro foram colocados em evidência, não é por falta de deslumbre visual. Em um misto de live action com stop-motion, Marcel the Shell With the Shoes On apresenta cenas belíssimas de extrema destreza da técnica aplicada, uma vez que a ação desenvolve-se em uma casa em tamanho real. Ou seja, o encanto é muito mais tocante do que se todo o cenário fosse desenvolvido na estética da animação.

Os motivos da separação de Marcel de sua família são reais e, é possível acreditar na sua história, tanto quanto na sua presença em todos os cômodos da casa. Os detalhes imaginados pelos criadores são de um primor poucas vezes encontrado em um filme de orçamento limitado. É impossível assistir Marcel the Shell With the Shoes On sem se sensibilizar com a sua provocação. A grande temática da obra não são os contratempos de Marcel, mas como as separações, sejam temporárias, sejam permanentes, partem pedaços de nós e sempre nos transformam. 

* Produzido e distribuído pela A24, Marcel the Shell With the Shoes On ainda não possui previsão de estreia no Brasil. 

Produtor de ‘As Bruxas Mayfair’ indica novas séries baseadas nos livros de Anne Rice

Em entrevista ao Collider, Mark Johnson, produtor executivo de ‘As Bruxas Mayfair‘ (Mayfair Witches), revelou que está desenvolvendo novos projetos baseados nos livros da Anne Rice – autora do popular ‘Entrevista com o Vampiro‘.

“Nós estamos desenvolvendo três outros projetos [baseados nos livros da Anne Rice], mas todos são diferentes. As pessoas me perguntam o que essas histórias têm em comum, e eu acredito que são os personagens que ela criou. Os vampiros dela, ao contrário do que estamos acostumados, são muito humanos. Não há uma divisão entre vampiros e humanos. Eles são humanos que também são vampiros. Eles sofrem da perda do amor, e da falta de amor e amizade.”

Ele completa, “Algumas dessas histórias têm os mesmos temas. Em ‘As Bruxas Mayfair’, há muitas possibilidades para serem exploradas. Podemos fazer uma série focada no Lasher ou Fang Gang? Não há nenhum livro sobre a [sociedade] Talamasca, e sinto que isso poderia render uma ótima série. Eles têm a função de monitorar eventos e criaturas extraordinárias, mas sem se envolver – apenas observar.”

Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) são responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.

A trama foca em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.

Alexandra Daddario (‘The White Lotus’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Harry Hamlin, Annabeth Gish, Tongayi Chirisa, Beth Grant, Erica Gimpel, Jen RichardsMaura Grace Athari.