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Crítica | ‘Explosão no Trem-Bala’ – Remake Japonês que chegou na NETFLIX ganha fôlego trazendo os pormenores em forma de crítica social

Como lidar com uma situação drástica de risco nacional? Buscando respostas para essa pergunta, o longa-metragem japonês Explosão no Trem-Bala mistura ação, policial e drama trazendo os pormenores de conflitos que se cruzam quando um trem com mais de 300 passageiros está em risco de explodir. Remake de um badalado filme japonês lançado em meados da década de 1970 – O Trem-Bala – ganha fôlego trazendo os pormenores em forma de crítica social.

Tinha tudo para ser mais um dia calmo e tranquilo para Kazuya Takaichi (Tsuyoshi Kusanagi), o responsável por um moderno trem que faz um longo percurso com destino final na capital japonesa, Tóquio. A questão é que logo nos primeiros minutos de viagem acaba sendo avisado pelo centro de controle que há várias bombas instaladas ao longo da composição. Correndo contra o tempo em busca de soluções, Kazuya e outros personagens importantes farão de tudo para salvar os passageiros.

O roteiro consegue de forma bem inteligente apresentar seu caos das emoções em momentos decisivos onde todos os personagens encontram seus espaços nas camadas que se abrem. Aliado a uma narrativa cheia de adrenalina e tensão – com cenas de ação bem executadas – essa se torna uma união satisfatória para as mais de duas horas de projeção.

E não pensem que os clichês atrapalham. Contido em quase todas as produções do gênero ação, aqui há um drible no óbvio trazendo para a trama central um interessante cardápio repleto de críticas sociais. Desde o posicionamento do governo japonês em casos de terrorismo, passando por outras questões políticas – até mesmo a força das redes sociais nos tempos atuais –  o longa-metragem que chegou nesse final de abril na Netflix é um equilibrado emaranhado de ações e consequências.

Com seu abre-alas ao melhor estilo ‘Missão Impossível’, Explosão no Trem-Bala traz para os tempos modernos uma história parecida já contada 50 anos atrás mas dando seu próprio toque de originalidade. Esse é um filme que consegue prender a atenção.

Os 11 Piores Filmes Originais da Netflix

A Netflix dificilmente acerta em seus filmes originais, mas atingiu um recorde negativo com seu novo filme de ação, intitulado ‘The Last Days of American Crime‘. Estrelada por Édgar Ramirez, a ação já está concorrendo ao título de uma das piores produções do ano e abriu com 0% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 2.87/10 baseada em 21 reviews (até o momento).

Pensando nisso, o CinePOP resolveu listar para você os piores filmes originais produzidos pela Netflix. E para tudo ficar mais democrático, como sempre, a pesquisa foi feita em cima da opinião do grande público – o que pode incluir críticos, cinéfilos, profissionais da indústria, especialistas, entusiastas e o espectador comum.

Antes de começarmos a lista, vale dizer que nem todos os filmes rechaçados por gregos e troianos encontraram lugar na lista, então aqui vão algumas menções honrosas (ou desonrosas) de filmes que são difíceis de defender: O Paradoxo Cloverfield (2018), Zerando a Vida (2016), História Real de um Assassino Falso (2016), Campo do Medo (2019), Perda Total (2018), O Silêncio (2019) e Pai do Ano (2018).

Sem mais delongas, vem conhecer.

11 | Sandy Wexler (2017)

Para não dizer que somos injustos e perseguimos Adam Sandler (que este ano pode ser indicado ao Oscar por Uncut Gems), vale ressaltar mais uma vez que esta lista se baseou na opinião geral do grande público. Curiosamente, o filme mais criticado da parceria entre Sandler e a Netflix foi Zerando a Vida, produção que não entrou na lista. Neste longa, o ator interpreta um agente de talentos, sempre visando o melhor para seus clientes, e em busca de novos astros. O filme é criado na forma de mockumentary, com depoimentos de personalidades reais sobre o personagem fictício – e para isso, Sandler usa sua influência conseguindo diversas participações de peso.

10 | Lá Vem os Pais (2018)

Ao contrário de Sandy Wexler, que possui uma pegada de drama, este longa recai mais para o humor escrachado, daí o possível motivo da rejeição dos fãs. Na trama, Sandler e o colega comediante Chris Rock são os pais de jovens noivos que estão para se casar (o primeiro, o pai da noiva, e o segundo, do noivo). De personalidades diferentes e classes sociais também, os dois precisarão conviver e fazer o dia especial de suas crias dar certo.

09 | The Titan (2018)

Depois de dois filmes da franquia Fúria de Titãs (2010 e 2012), o ator Sam Worthington retornou para protagoniza outro longa com a palavra no título. Este, porém, de um gênero e roteiro bem diferentes. Produção subestimada, é até injustiça colocar o longa na lista – bem, ao menos a meu ver, já que o filme foi realmente bem destratado pelo grande público. Uma ficção científica, The Titan mistura elementos de clássicos do gênero (como A Mosca, de Cronenberg) para contar a história de astronautas se preparando para explorar o espaço, e para isso precisando alterar seu DNA. O elenco traz ainda duas atrizes belas e talentosas, a prata da casa Taylor Schilling e Nathalie Emmanuel.

Crítica Netflix | The Titan – Ficção Científica com Taylor Schilling, musa da casa

08 | Os 6 Ridículos (2015)

Primeiro filme da parceria Sandler/Netflix, Os 6 Ridículos foi lançado no mesmo ano em que Quentin Tarantino estreava seu Os 8 Odiados. Se foi coincidência ou uma brincadeira saudável com o cineasta não me pergunte. Aqui, Sandler também protagoniza um faroeste, mas na trama apresenta personagens muito improváveis se descobrindo irmãos e precisando se unir para um bem maior. A comédia tem seus momentos.

07 | IO – O Último na Terra (2019)

Lançada este ano, esta ficção científica traz como protagonista a jovem Margaret Qualley, vista recentemente na obra de Quentin Tarantino, Era uma Vez em Hollywood. A ficção é um gênero no qual a Netflix gosta de apostar, mas nem sempre acerta. Aqui, Qualley vive uma cientista lutando para salvar a Terra da extinção, numa realidade de um futuro apocalíptico. Neste novo mundo devastado, ela acaba encontrando outro sobrevivente, interpretado por Anthony Mackie (o Falcão da Marvel), que, ao contrário dela, deseja deixar o planeta na próxima aeronave.

06 | Cascavel (2019)

Uma das produções mais recentes da lista, este filme mistura elementos de terror, com drama e mistério. O mal de muitas produções da Netflix é querer entupir seus roteiros com reviravoltas mil – como The Perfection, por exemplo. Muitos filmes começam de uma forma, abordando um tema, somente para depois abandoná-lo, se tornando algo totalmente diferente, muitas vezes jogando um balde de água fria no espectador. É o caso com este filme protagonizado pela talentosa Carmen Ejogo, que começa como um thriller desesperador de sobrevivência, quando a atriz tem que salvar sua filha de uma picada de cobra, e evolui para algo do tipo Arraste-me para o Inferno.

Crítica | Cascavel – Suspense da Netflix simplesmente não tem história

05 | O Último Capítulo (2016)

Filmes de casas assombradas podem render obras arrepiantes ou enfadonhas, dependendo de sua confecção. E aqui, segundo o grande público, este thriller sobrenatural recai no segundo item. Na trama, Ruth Wilson interpreta uma enfermeira contratada para tomar conta de uma famosa autora de livros de terror reclusa. No local, a protagonista começa a perceber que a lenda da velha mansão amaldiçoada pode ser mais real do que imagina.

04 | Death Note (2017)

Outro filme pelo qual o grande público pegou implicância. Uma das maiores reclamações aqui é que esta obra desvirtuou a ideia de seu material original. Bem, interpretações de uma história sempre são mais interessantes do que apenas se copiar o que já foi feito. Aqui temos boas atuações de LaKeith Stanfield como L, e principalmente o grande Willem Dafoe como o demônio Ryuk. E novamente no elenco, a jovem Margaret Qualley, no papel do objeto de afeto do jovem Light (Nat Wolff), um rapaz que assim como Aladdin, descobre um “gênio” que lhe concede desejos – mas ao invés de uma lâmpada, temos um livro.

Crítica | Death Note – adaptação de desenho japonês acerta no tom

03 | Seis Vezes Confusão (2019)

O humorista Marlon Wayans resolve dar uma de Eddie Murphy em sua segunda colaboração com a Netflix. Nesta comédia, ele vive um sujeito que descobre ter cinco irmãos gêmeos. E parte numa jornada para encontrá-los e conhecê-los. É claro que tudo não passa de uma desculpa para Wayans interpretar todos eles e tentar tirar graça das situações. Assim, ele pode viver um irmão com sobrepeso, uma presidiária, um malandro, um esnobe e um doente terminal, todos estereotipados e exagerados como Wayans gosta.

02 | The Last Days of American Crime (2020)

Last Days Of American Crime – Edgar Ramírez – Photo Credit: Netflix / Marcos Cruz

O que esperar de um filme cujo título é ‘The Last Days of American Crime’ – que, em português seria “os últimos dias de crime americano”? Só o título já demonstra toda a pretensão dessa produção, seja por se autodenominar “americano” (quando, americanos são todos os nascidos nas Américas, e não só quem nasceu nos Estados Unidos), seja pela pretensa ilusão de propor o fim da criminalidade naquele país, ainda que na ficção. E ainda usou 2h30 pra contar isso.

É tanto problema nesse filme, que fica difícil eleger o principal. ‘The Last Days of American Crime’ é desses filmes que já na primeira cena você tem o tom do que está por vir – e é dali pra baixo. Pretensioso, cafona e gratuitamente violento, é uma grande produção, com explosivos e carros batendo, mas não vale o tempo do espectador.

Crítica | The Last Days of American Crime – Filme de Ação da Netflix é Cafona, Violento e Constrangedor

 

01 | Vende-se Esta Casa (2018)

E o grande vencedor (ou “perdedor”) não poderia ser outro. Pobre Dylan Minnette, que precisou protagonizar o filme que é tido como a pior produção original da Netflix até o momento. Desde que foi lançado, este suspense sobre um rapaz e sua mãe se mudando para uma misteriosa casa, vem sendo detonado pelos críticos e o público sem dó nem piedade. Um thriller/terror onde nada acontece, e dono de uma reviravolta pra lá de insatisfatória, não existe muito argumento que possa defender este longa de ocupar a primeira posição dos piores filmes originais da Netflix.

Crítica | Vende-se Esta Casa – Suspense da Netflix é ASSUSTADORAMENTE ruim

Remakes, continuações e originais de sucesso – Os filmes de TERROR que completam 20 anos em 2025

Exorcismos, armadilhas mortais, torturas, magia negra, casas de cera, mortos-vivos, casas assombradas, cavernas inexploradas e até um albergue europeu, uma leva de filmes de terror icônicos completa duas décadas de existência — e, para os fãs do gênero, é uma oportunidade perfeita para revisitar (ou finalmente conhecer) algumas obras que marcaram a virada do milênio. Lançados em 2005, esses títulos carregam o espírito de uma era que misturava o medo psicológico com o horror gráfico, e começaram a moldar o gosto de uma nova geração que crescia entre fitas VHS, DVDs e os primeiros fóruns de discussão sobre cinema de gênero. De produções independentes que surpreenderam ao mundo a grandes estúdios apostando pesado em sustos e sangue, o ano foi especialmente frutífero.

É também interessante perceber como essas obras resistiram (ou não) ao teste do tempo: algumas viraram franquias bilionárias, outras se tornaram cults adorados, e há aquelas que simplesmente ficaram esquecidas — mas que agora ganham uma chance de brilhar novamente. Em comum, todas representam um retrato curioso do que assustava o público há vinte anos: casas assombradas, jogos sádicos, possessões demoníacas e muito body horror. Nesta matéria, vamos revisitar esses títulos com um olhar nostálgico, curioso e, claro, com a lanterna ligada — porque até hoje, algumas dessas histórias ainda provocam arrepios.

Jogos Mortais 2

A palavra de ordem em Hollywood para todo filme comercial que dá certo é: sequência. Quando o gênero é o terror então, isso é praticamente uma obrigação. Assim o cult ‘Jogos Mortais’ (2004), que foi muito comparado a ‘Seven’ em seu lançamento, precisou gerar uma continuação, mesmo que não pedisse por uma necessariamente. Mas até que deu certo. Desta vez, ao invés de duas pessoas restritas a um banheiro encardido, tínhamos meia dúzia de pessoas dentro de uma casa inteira de armadilhas mortais. Porém, mal sabiam que dariam início a uma franquia interminável, que já conta com 10 filmes e o 11º é prometido. Mas o segundo foi o último verdadeiramente interessante.

O Albergue

Para o bem ou para o mal, o sucesso de ‘Jogos Mortais’ terminou por criar o subgênero conhecido como ‘Torture Porn’, ou seja, aquele tipo no qual as cenas altamente explícitas de mortes e tortura contam mais do que qualquer outro elemento, como história, atuações ou suspense. Tudo terá seus fãs. E também seus imitadores. Assim, no mesmo ano do segundo ‘Jogos Mortais’, ganhávamos também ‘O Albergue’, segundo filme do diretor Eli Roth, sobre turistas americanos desavisados, caindo nas garras de um albergue eslovaco que promove a venda de seus hóspedes para milionários sádicos. Já viu, né?

O Exorcismo de Emily Rose

Nem só de “torture porn” viveu o terror há 20 anos, tivemos também obras baseadas em histórias reais, que intrigam ao mesclar fantasia e realidade. A pergunta que fica é: a jovem Emily Rose estava realmente possuída por espíritos malignos, ou ela sofria com surtos epilépticos? Sua condição era espiritual ou médica? Esse é o ponto forte desta pequena pérola do diretor Scott Derrickson (‘O Telefone Preto’), a dúvida que o longa nos propõe, podendo ser analisado das duas formas – e desta maneira sendo mais do que apenas um filme de terror. Com atuações poderosas de gente como Laura Linney, o saudoso Tom Wilkinson e a revelação de Jennifer Carpenter como a personagem título, ‘O Exorcismo de Emily Rose’ infelizmente não é tão comentado hoje como era há 20 anos.

A Chave Mestra

Continuando pela temática sobrenatural e da religião, aqui ao invés do catolicismo e de exorcistas, mergulhamos na cultura negra americana, nas religiões de matrizes africanas e em especial o vodu. Uma das obras do gênero mais subestimadas dos últimos anos, o longa é um prato cheio para os que apreciam a cultura dessa parte do sul dos EUA, dos pântanos e dos “bayous”, se mostrando também um digno herdeiro de clássicos como ‘Coração Satânico’ (1987). Kate Hudson é a loirinha da vez, no papel de uma jovem aceitando trabalho como cuidadora de um senhor idoso. No local, ela suspeita que a mulher do idoso esteja tentando fazer mal a ele, mas irá adentrar uma trama repleta de reviravoltas, que fala diretamente ao passado escravista e lida com certa reparação histórica.

A Casa de Cera

Existe uma trilogia involuntária com bons e subestimados filmes de terror que estrearam há 20 anos, cada um usando um segmento diferente do terror e vindos de estúdios diferentes. Ela é formada por ‘O Exorcismo de Emily Rose’ (da Sony/Columbia), ‘A Chave Mestra’ (da Universal) e ‘A Casa de Cera’ (da Warner). Todos eles são mais do que você espera. Esse aqui tentou dar sobrevida ao gênero slasher em meados dos anos 2000, após ter sido revivido no fim dos anos 90 – com ‘Pânico’. Na verdade, se trata de uma reimaginação moderninha de um clássico do horror gótico, com Vincent Price. Aqui, um grupo de jovens vai parar acidentalmente em uma cidadezinha abandonada por Deus, onde funciona um museu de cera repleto de segredos.

Horror em Amityville

Ryan Reynolds em um filme de terror? Sim, temos! Embora não seja tão conhecido por filmes mais intensos, o ator já andou molhando os pés em thrillers e filmes de terror. O mais famoso deles em seu repertório é ‘Horror em Amityville’, aposta ambiciosa da MGM para o remake de um clássico da década de 1970. Em resumo, os filmes Amityville são sobre casas assombradas, nos quais os moradores do endereço são subitamente tomados por alucinações que os leva à loucura e a fazer mal para seus entes queridos. É dito também ser baseado em uma história real.

Terra dos Mortos

Que tal um filme de terror comandado por uma verdadeira lenda do gênero, dentro de um tipo de filme que ele criou e fez escola? Nada melhor. Há 20 anos, o saudoso George Romero entregava o quarto filme de sua saga de mortos-vivos (e o último verdadeiramente bom) – ele seguiria, infelizmente por mais dois longas completamente esquecíveis. Voltando para o que foi bom, o grande diretor, que é o pai dos zumbis no cinema, voltava ao tema e como de costume seus filmes tinham mais a dizer sobre a sociedade do que meramente sustos fáceis. Aqui ele voltava à crítica social do primeiro, apresentando uma luta de classes: os ricos vivem em coberturas superprotegidas enquanto os pobres precisam viver embaixo junto com os mortos-vivos. Fora isso, continuando a narrativa de ‘Dia dos Mortos’, os zumbis evoluem e aprendem, mostrando que os verdadeiros vilões são os humanos.

Abismo do Medo

No terreno dos filmes desconhecidos que se tornaram cult e depois ficaram famosos, temos essa obra independente europeia, que pegou o mundo de surpresa e nesses 20 anos conseguiu se tornar um dos melhores e mais apreciados filmes do gênero. A trama é simples, mas muito eficiente. Um grupo de alpinistas formado apenas por mulheres decide praticar rapel em uma caverna subterrânea. Uma delas está em processo de luto após ter perdido o marido esportista em um acidente de carro. Um ano depois, essa é a forma com a qual ela decide superar o trauma. As seis amigas partem para a aventura, porém, irão encontrar um terror inimaginável no subterrâneo dessas cavernas inexploradas.

Wolf Creek: Viagem ao Inferno

Seguindo pelo terreno das produções independentes, longe de Hollywood, mas que se tornaram cult ao ponto de serem considerados alguns dos melhores exemplares do gênero, temos a produção australiana ‘Wolf Creek’. Na época, a crítica chegou a chamar o longa de “a verdadeira história de Crocodilo Dundee”. Também baseado em uma história real, o longa acompanha um trio de mochileiros se deparando com um caçador australiano, que se revela um verdadeiro psicopata sádico. Com toques de ‘O Massacre da Serra Elétrica’, o filme ganhou status de cult e até hoje é citado como exemplar inquietante do terror.

O Chamado 2

Finalizando a matéria, temos um exemplo do clássico “um raio não cai no mesmo lugar duas vezes”. O filme ‘O Chamado’ (2002) foi o primeiro de uma onda de remakes americanos de sucessos do terror japonês, seguido por ‘O Grito’ (2004) e outros. O filme fez de Naomi Watts uma estrela internacional, e ainda se mantém como não apenas uma das melhores refilmagens do gênero (ajudando a popularizar a assombração Samara), como um dos melhores filmes de terror dos últimos 25 anos. Assustador em diversos sentidos, o desfecho é especialmente bom por não trazer um final feliz, condenando, de certa forma, a humanidade. Mas como dito no início, fez sucesso, então precisou ter continuação. Toda a graça se esvaiu nessa sequência, digamos, desnecessária (para sermos educados). O curioso é que o diretor aqui é o mesmo da versão japonesa. Aliás, você sabia que existe um ‘O Chamado 3’ americano? Pois é, ele foi lançado em 2017.

Bônus: Água Negra

Não poderíamos terminar a matéria sem falar da investida do nosso Walter Salles no mercado Hollywoodiano. Infelizmente, o diretor do excelente ‘Ainda Estou Aqui’ não obteve o melhor dos resultados em sua grande oportunidade internacional, que poderia ter aberto portas para novos projetos na maior meca do cinema no mundo. Pegando o gancho de ‘O Chamado’ acima, ‘Água Negra’ também se trata de um remake americano de uma produção japonesa de sucesso. Apesar de não ter feito o sucesso esperado na época, o longa é um bom filme de terror, que nunca recebeu o carinho devido do grande público, se tornando no máximo cult. Na trama, a vencedora do Oscar Jennifer Connelly vive com sua pequena filha em um prédio detonado em uma área pobre da cidade. No local, estranhos acontecimentos começam a ocorrer, que podem estar ligados a antigos moradores do local.

‘Uma Noite de Crime’: Próximo filme pode ser o ÚLTIMO da franquia; Saiba mais!

Em entrevista ao EW, James DeMonaco, criador da franquia ‘Uma Noite de Crime‘, falou sobre o futuro da saga, e indicou o que o próximo filme pode ser o último.

“Eu tenho o próximo filme na minha cabeça. Acho que vou escrevê-lo. Acho que é um ótimo jeito de terminar tudo. Nós queremos fazer um final com esse próximo [filme], e eu estou muito animado. Quando eu criei a ideia e contei para todos, eles ficaram empolgados, e eu acho que daria um desfecho muito legal.”

Neste ano, além do filme ‘A Primeira Noite de Crime‘, também tivemos a estreia da série ‘The Purge‘, que se passa no mesmo universo que os filmes.

Vale lembrar que, no final do terceiro filme, o expurgo foi banido, iniciando uma onda de revolta e violência, que provavelmente pode ser o gancho para a nova produção.

Deslembro

(Deslembro)

 

Elenco:

Jeanne Boudier

Hugo Abranches

Arthur Raynaud

 

Direção: Flávia Castro

Gênero: Drama

Duração: 96 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 20 de Junho de 2019

Sinopse: 

Joana é uma adolescente que se alimenta de literatura e rock. Ela mora em Paris com a família, quando a anistia é decretada no Brasil, final de 79. De um dia para o outro, e a sua revelia, organiza-se a volta para o país do qual mal se lembra. No Rio de Janeiro, cidade onde nasceu e onde seu pai desapareceu nos porões do DOPS, seu passado ressurge. Nem tudo é real, nem tudo é imaginação, mas ao “lembrar”, Joana inscreve sua própria história no presente, na primeira pessoa.

Crítica | Deslembro – A Página Infeliz da Nossa História (Nota: 8.0)

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Flávia Castro também é responsável pelo roteiro do filme;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Assalto a banco estilo ‘La Casa de Papel’ no trailer do longa ‘O Roubo do Século’; Assista!

A Warner Bros divulgou o novo trailer legendado do longa ‘O Roubo do Século‘.

Confira:

O longa é dirigido por Ariel Winograd.

Em 2006, um grupo de ladrões realizou o que é considerado um dos assaltos a bancos mais famosos e inteligentes da história da Argentina quando assaltaram a agência do Banco Río em Acassuso.

O Roubo do Século‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de março.

Novo terror do diretor de ‘Corra!’ ganha data de estreia

A Universal Pictures divulgou oficialmente quando o próximo terror do diretor Jordan Peele (‘Corra!‘ e ‘Nós‘) será lançado.

O longa, ainda sem título, irá estrear no dia 22 de julho de 2022.

A produção será a terceira parceria entre a Universal e Peele após o cineasta ter assinado um acordo de exclusividade de cinco anos.

Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas o próprio diretor afirmou que o novo terror será mais “assustador” do que seus projetos anteriores.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Duna’: Dave Bautista e vários outros estampam novos cartazes individuais; Confira!

A aguardada adaptação de ‘Duna‘ ganhou novos cartazes individuais.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de outubro.

Dirigido por Denis Villeneuve, o longa é baseado no romance clássico de Frank Herbert.

A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar IsaacRebecca Ferguson, Jason MomoaDave BautistaJavier BardemCharlotte Rampling, Zendaya e Josh Brolin.

Elisabeth Moss caça serial killer no trailer LEGENDADO da série ‘Iluminadas’; Assista!

A Apple TV+ divulgou o trailer completo da série de suspense ‘Iluminadas‘ (The Shining Girls), estrelada e produzida por Elisabeth Moss (‘O Homem Invisível’).

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 29 de abril.

A série é uma adaptação do romance homônimo de Lauren Beukes.

A trama irá girar em torno de Kirby Mazrachi, uma repórter de Chicago que sobrevive a um ataque brutal e passa por uma transformação em sua realidade enquanto tenta descobrir quem a atacou.

O elenco ainda conta com Jaime Bell e Wagner Moura.

No livro, um serial killer viaja no tempo assassinando mulheres em diferentes épocas. Ao se infiltrar no cotidiano de suas vítimas, ela as ataca quando elas menos esperam. Sem deixar rastros, ele age como um assassino perfeito… Até que uma de suas vítimas sobrevive.

Silka Luisa será a showrunner da série, além de produtora executiva.

‘The Never Game’: Justin Hartley, de ‘This is Us’, estrelará a nova série de suspense da CBS

De acordo com o TVLine, Justin Hartley (‘This is Us’) irá estrelar a série de suspense ‘The Never Game, que está sendo desenvolvida pela CBS.

A produção é baseada no livro homônimo de Jeffery Deaver.

A trama segue Colter Shaw (Hartley), um sobrevivente que percorre o país como um “caçador de recompensas”, usando suas habilidades de rastreamento para ajudar cidadãos comuns e policiais a resolver todos os tipos de mistérios – tudo isso enquanto luta com sua própria família fragmentada.

O elenco ainda contará com Mary McDonnell, Robin Weigert, Abby McEnany, Eric Graise e Fiona Rene.

“Estou animada em dar sinal verde para essa nova série protagonizada pelo talentoso Justin Hartley,” declarou Amy Reisenbach, nova presidente da CBS Entertainment. “‘The Never Game’ é uma excelente adição à nossa programação. Como nossos espectadores adoram ação, intriga, mistério e personagens complexos, eles irão amar essa série.”

Além de estrelar, Hartley também servirá como produtor executivo ao lado de Ken Olin e Ben H. Winters (que dirigiu e escreveu o episódio piloto, respectivamente).

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Confira o ADORÁVEL trailer da 2ª temporada de ‘Pais por Acidente’

O Disney+ divulgou o trailer completo da 2ª temporada da série latina ‘Pais por Acidente‘.

Confira:

O novo ciclo estreará no serviço de streaming no dia 8 de novembro.

Apresentando as incríveis paisagens e a diversidade cultural do México, a história é centrada em California (Farah Justiani), uma jovem de treze anos que, no dia do aniversário, é presenteada com as chaves de uma van que foi enviada pela própria mãe, que deseja vê-la mais uma vez depois de seu desaparecimento inesperado.

Apesar das boas intenções de Itzel, Miguel (Jorge Blanco), Morgan (Michael Ronda) e Diego (Lalo Brito), pais adotivos de California, têm certos resguardos sobre o reencontro das duas, mas acabam mergulhando de cabeça nessa jornada hilária e emocionante.

Pato Safa Javier Colinas entram como diretores, com roteiro assinado por Ana Sofia Clerici.

Trailer de ‘Monster Summer’ traz mistura entre ‘Os Goonies’ e ‘It: A Coisa’; Confira!

O terror cômico ‘Monster Summer‘, que traz um grupo de pré-adolescentes enfrentando uma ameaça monstruosa, ganhou trailer legendado.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

David Henrie (‘Os Feiticeiros de Waverly Place’) é responsável pela direção.

Quando uma força sobrenatural começa a destruir seu verão, Noah e seus amigos se juntam com um detetive aposentado em uma aventura monstruosa para salvar sua ilha.

Mason Thames (‘O Telefone Preto’) e Mel Gibson (‘Coração Valente’) estrelam a produção. O elenco ainda conta com Lorraine BraccoNora ZehetnerNoah CottrellAbby James Witherspoon, Lilah Pate, Julian Lerner e Patrick Renna.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 4 de outubro.

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‘Only Murders in the Building’: Jermaine Fowler se junta ao elenco da 5ª temporada

De acordo com o Deadline, Jermaine Fowler (‘The Blackening: Jogo Mortal’) foi confirmado no elenco da 5ª temporada de ‘Only Murders in the Building‘.

O ator participará do próximo ciclo em caráter recorrente, mas, infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Ele se junta aos novatos Renée Zellweger, Christoph Waltz, Téa Leoni, Keegan-Michael Key e Logan Lerman, previamente anunciados.

Anteriormente, a Selena Gomez havia compartilhado uma imagem inédita dos bastidores das filmagens da nova temporada. Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Primeiras Impressões | 4ª temporada de ‘Only Murders in the Building’ é a MELHOR da série até agora

Na nova temporada, Charles (Steve Martin), Oliver (Martin Short) e Mabel (Selena Gomez) investigam um novo mistério na Califórnia.

A série foi criada por Martin e John Hoffman.

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‘Avatar 3’ deve DESBANCAR as estreias de ‘Destruição Final 2’ e ‘O Primata’ nos EUA

De acordo com o Deadline, a sequência ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ deve acrescentar em torno de US$ 20 milhões em seu terceiro final de semana nos EUA, mantendo-se no topo das maiores arrecadações do país.

O longa deve desbancar as estreias de ‘Destruição Final 2‘ e ‘O Primata‘ no território norte-americano. Segundo as projeções, ambos filmes estão programados para abrirem entre US$ 8-10 milhões em seu primeiro final de semana.

Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia

Vale lembrar que ‘Fogo e Cinzas‘ já ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais – tornando-se o quarto filme do diretor James Cameron a superar a marca, após ‘Titanic‘, ‘Avatar‘ e ‘Avatar: O Caminho da Água‘.

Além disso, ele é o único cineasta a ter três filmes com mais de US$ 2 bilhões em arrecadação global.

Nos EUA, a produção soma US$ 306 milhões. Internacionalmente, foram US$ 777.1 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 1.08 bilhão.

Atualmente, o longa subiu para o TOP 3 das maiores arrecadações de 2025, atrás apenas de ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma‘ (US$2.1B) e ‘Zootopia 2‘ (US$1.4B).

Ao total, os três filmes da franquia já arrecadaram mais de US$ 6 bilhões mundialmente.

Crítica 2 | Avatar: Fogo e Cinzas — Um mundo em expansão, um drama em repetição

Avatar: Fogo e Cinzas’ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.

Marvel anuncia seis novos membros ao elenco da série ‘Manto e Adaga’

A Marvel acaba de anunciar novos nomes no elenco regular de ‘Marvel’s Cloak and Dagger‘, a série que trará para a TV a história do casal Manto e Adaga, interpretados por Aubrey Joseph e Olivia Holt.

Entre os novos nomes estão: Andrea Roth (‘Blue Bloods’) como Melissa Bowen, mãe de Tandy (Olivia Holt), Gloria Reuben (‘ER – Plantão Médico’) será Adina Johnson, mãe de Tyrone (Aubrey Joseph), Miles Mussenden (‘Bloodline’) como o pai de Tyrone, Michael Johnson, Carl Lundstedt (‘Grey’s Anatomy’) como Liam, James Saito (‘O Advogado do Diabo’) como Dr. Bernard Sanjo, e JD Evermore (‘True Detective’) como o detetive Connors.

“Estamos incrivelmente empolgados por desenvolver o nosso primeiro projeto em parceria com a Marvel com um elenco tão talentoso de atores que realmente melhoram o mundo em que Manto & Adaga vivem”, disse Karey Burke, vice-presidente executivo de Programação e Desenvolvimento do Freeform.

Cloak and Dagger‘, série inspirada na dupla ‘Manto e Adaga‘, e que terá os os jovens Aubrey Joseph e Olivia Holt para interpretarem os personagens título, começará a ser filmada em 13 de fevereiro.

As gravações vão acontecer em Nova Orleans.

Então, é mais do que provável que na San Diego Comic-Con, em julho, a Freeform (antiga ABC Family) já apresente suas primeiras cenas.

Marvel’s Cloak and Dagger segue o romance inter-racial entre Tandy Bowen (Holt) e Tyrone Johnson (Joseph), dois adolescentes de origens muito diferentes, que se vêem sobrecarregados e despertados para os superpoderes adquiridos depois que se apaixonam. Tandy pode emitir lanças luminosas e Tyrone tem a capacidade de engolir as pessoas na escuridão. Os dois aprendem rapidamente que são melhores juntos do que separados – mas seus sentimentos fazem seu mundo ainda mais complicado.”

Gina Prince-Bythewood, que escreveu e dirigiu ‘No Limite da Fama‘, vai dirigir do episódio piloto da série. A Marvel TV vai desenvolver o programa, que será transmitido pelo canal Freeform, selo adolescente da ABC – a mesma emissora de ‘Agents of SHIELD‘.

A estreia deverá ficar para o primeiro trimestre de 2018.

 

Lutador de MMA fez teste para viver o filho do lutador Ivan Drago em ‘Creed 2’

Creed 2’ aos poucos vai ganhando forma. A mais recente novidade sobre a produção é a confirmação de um novo personagem no spin-off.

O filho do lutador Ivan Drago, vivido por Dolph Lundgren, será introduzido no filme. A informação foi revelada pelo lutador de MMA, Sage Northcutt.

Em uma entrevista feita ao The MMA Hour, o jovem falou que chegou a fazer o teste de elenco para assumir o papel, mas que ainda está aguardando um retorno do estúdio quanto ao parecer:

“A sequência de ‘Creed‘ vai ser lançada e eu acabei fazendo um teste de elenco para a produção. Fiz uma fita com o material e espero que dê certo. Isso ia ser bem interessante. Imagine só, ser filho do Ivan Drago? Seria divertido pra caramba”.

 

A MGM agendou a data de estreia da sequência do sucesso ‘Creed‘ para 21 de novembro de 2018.

Sylvester Stallone escreverá o roteiro, dirigirá, produzirá e atuará na continuação como Rocky. Já o diretor da obra anterior, Ryan Coogler, voltará como produtor executivo.

Anteriormente, Stallone havia confirmado a participação de Dolph Lundgren como o russo Ivan Drago , bem como a inspiração em ‘Rocky IV‘ que o novo enredo assumiria. Em entrevista ele deixou no ar como seria a atmosfera envolvendo o confronto entre o russo e o filho de Apollo Creed (Carl Weathers).

” Você o terá enfrentando um tipo diferente de oponente, o que, diria eu, é mais feroz, grande russo. Há muito aí.” , concluiu.

Creed‘ foi um dos indicados ao Oscar de melhor ator coadjuvante pela atuação de Stallone em 2016 mas viu o cobiçado prêmio ir para as mãos de Mark Rylance por seu trabalho em  ‘Ponte dos Espiões‘.

 

‘Mulher-Maravilha 1984’ ganha cartaz de fã no estilo ‘Clube dos Cinco’

A sequência Mulher-Maravilha 1984’ ganhou um divertido cartaz, que brinca com o fato do longa se passar nos anos 80.

O material, feito por um fã, recria o clássico pôster de ‘Clube dos Cinco‘.

Confira o resultado:

‘Mulher-Maravilha 1984’: Cena exibida na Comic-Con vaza na internet

A trama será ambientada nos 80, no período da Guerra Fria, e trará os retornos de Chris Pine, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner ao elenco.

Zack Snyder retorna como produtor e David Callaham, escritor de ‘Os Mercenários’, como um dos roteiristas ao lado de Patty Jenkins e Geoff Johns.

‘Mulher-Maravilha 2’ começa a ser filmado em maio e pode ter estreia antecipada

Mulher-Maravilha 2’ chega aos cinemas em 1º de novembro de 2019.

‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw’ tem a pior estreia da franquia desde 2009

Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw‘ já está em exibição nos cinemas e a produção desapontou nas bilheterias, se tornando a pior estreia da franquia desde 2009, quando ‘Velozes e Furioso 4‘ chegou às telonas, após um hiato de três anos.

Segundo o Box Office Mojo, o spin-off faturou US$ 60,8 milhões nos Estados Unidos, durante seu fim de semana de estreia (que compreende também a sexta-feira, 02 de agosto). Esse montante é a pior abertura da saga, superando o recorde anterior de ‘Velozes e Furiosos 4‘, que arrecadou meros US$ 70,9 milhões no mesmo período, há 10 anos.

A arrecadação do novo longa da franquia ficou um pouco abaixo de suas próprias expectativas. Inicialmente, esperava-se que o filme faturasse cerca de US$ 66 milhões no mercado doméstico, em seu fim de semana de estreia. Mas ainda que o resultado tenha deixado um pouco a desejar, ‘Hobbs & Shaw‘  tem tempo de engrossar seu faturamento, ao longo de sua segunda semana em exibição.

Assista ao trailer final:

Dirigido por David Leitch (‘Atômica‘ e ‘Deadpool 2‘), o roteiro foi escrito por Chris Morgan, que é responsável por todos os roteiros da franquia desde ‘Desafio em Tóquio‘.

A trama será focada em Luke Hobbs e Deckard Shaw, que formam uma aliança improvável para executar uma missão secreta.

Dwayne Johnson e Jason Statham estrelam. Vanessa KirbyIdris Elba, Eiza GonzálezEddie Marsan completam o elenco.

Após este filme, o próximo filme da franquia é  ‘Velozes e Furiosos 9‘, que estreia em 10 de abril de 2020.

‘Riverdale’: 5ª temporada terá um salto temporal de sete anos

Os fãs podem se preparar, pois a 5ª temporada da série ‘Riverdale‘ fará um generoso salto temporal de sete anos em sua narrativa. A informação foi confirmada pela atriz Lili Reinhart, durante sua participação no talk show The Tonight Show Starring Jimmy Fallon.

Segundo ela, essa grande mudança trará um renovo para a narrativa:

“Na 5ª temporada eu creio que nós faremos um salto temporal de sete anos para o futuro, então não seremos mais adolescentes. Eu estou muito empolgada com isso. Eu acho que será legal interpretar um adulto. Mas além disso, eu fico muito feliz pelo fato do Roberto [Aguirre-Sacasa], nosso showrunner, ter tido essa percepção de ‘sim, vamos renovar a série’. Sabe, não vamos ficar presos no Ensino Médio por sete anos”.

A 5ª temporada da série já está em desenvolvimento, com o início da pré-produção. A novidade foi compartilhada recentemente pelo próprio showrunner Roberto Aguirre-Sacasa, por meio de sua conta oficial do Twitter.

Na ocasião, ele ainda compartilhou o primeiro cartaz do novo ciclo.

Confira:

“Finalmente, os escritórios estão abertos e nós estamos na pré-produção da 5ª temporada de Riverdale”. 

O retorno ao trabalho está sendo conduzido de uma nova forma, seguindo uma série de restrições e medidas de segurança, que visam proteger a vida da equipe de produção, bem como de todo o elenco. Isso significa que antes das atividades serem recomeçadas, os atores terão que ficar duas semanas em quarentena no Canada.

A expectativa é de que as filmagens sejam retomadas entre os dias 20 e 27 de agosto.

No Brasil, a série é transmitida pela Warner.

Assista ao trailer:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Bob Ross: Alegria, Traição e Ganância’: Trailer sobre documentário da Netflix é “censurado”; Assista ao teaser!

O vindouro documentário original da Netflix, intitulado ‘Bob Ross: Alegria, Traição e Ganância‘, ganhou um misterioso teaser oficial.

No vídeo promocional, a gigante do streaming instiga seus assinantes a desvendar o mistério por trás do trailer supostamente “censurado”, ficando atentos à estreia da produção.

O longa explora a vida e a carreira do amado pintor, que se consagrou na televisão e faleceu em 1995, em virtude de um linfoma. O doc ainda revelará um segredo escondido por trás de seu carisma e habilidades artísticas.

Confira:

Joshua Rofé assina a direção do documentário.

Bob Ross: Alegria, Traição e Ganância‘ estreia na Netflix no dia 25 de agosto.

‘Self Help’: Kirsten Dunst viverá detetive improvável em novo suspense

Kirsten Dunst vai protagonizar ‘Self Help‘, suspense psicológico ambientado em Los Angeles que marca a estreia da roteirista Flora Birnbaum na direção de longas-metragens. A novidade foi revelada pelo Deadline.

Na trama, Dunst interpreta uma mulher à deriva na vida e na cidade, que se vê envolvida em uma conspiração de grandes proporções após testemunhar um atropelamento com fuga.

À medida que a cidade entra em colapso, entre chamas e tensões crescentes, sua personagem — uma exausta ex-terapeuta sonora millennial — decide investigar o crime por conta própria. Em sua jornada como uma detetive improvável, ela se vê presa entre um magnata imobiliário obscuro e um ator fracassado de intenções suspeitas.

Flora Birnbaum, conhecida por seu trabalho como roteirista e coprodutora-executiva da série ‘Me Conte Mentiras‘, do Hulu, assume o roteiro e a direção do filme.

Ela também colaborou em produções como ‘American Crime Story: Impeachment’, da FX, e ‘Boneca Russa‘, da Netflix — trabalho que lhe rendeu duas indicações ao WGA Awards. Em 2017, Birnbaum foi selecionada como Sundance New Voices Fellow e, no passado, criou a série digital ‘Cleansed’, exibida no SXSW.

A produção de ‘Self Help‘ fica a cargo da Gloria Sanchez Productions, de Jessica Elbaum e Will Ferrell. O estúdio é conhecido por apoiar novos talentos e assinar títulos como ‘Segredos de um Escândalo‘, ‘Fora de Série‘, ‘As Golpistas‘ e ‘Acampamento de Teatro‘.

As vendas internacionais estão sendo conduzidas pela parisiense mk2 Films. Já os direitos para a América do Norte estão representados pela UTA Independent Film Group e WME Independent.

Fionnuala Jamison, presidente da mk2 Films, elogiou a parceria:

“Estamos empolgados em colaborar com a Gloria Sanchez Productions, que tem um excelente histórico com novos talentos, e Flora Birnbaum não é exceção. Ela criou um roteiro inteligente, explosivo e com humor sombrio. Mal podemos esperar para ver Kirsten Dunst dar vida à Sage, a exausta terapeuta sonora millennial que se transforma em detetive particular”. 

Ainda sem data de estreia divulgada, ‘Self Help‘ promete misturar sátira social, tensão urbana e humor ácido, com uma das atrizes mais aclamadas da atualidade em um papel inusitado.

‘Arquivo X’: 11ª temporada ganha data de estreia no Brasil; Confira!

A Fox finalmente divulgou a data de estreia da 11ª temporada de Arquivo X’. Os agentes Fox Mulder e Dana Scully retornarão para novos mistérios na TV em 10 de janeiro de 2018. Uma semana após a estreia nos EUA. A exibição começa às 23h, com episódio duplo.

Confira um trailer:

A nova temporada terá 10 episódios, sendo que dois deles serão focados em Mulder e Scully, enquanto os demais seguirão o modelo de “monstro da semana” já apresentado anteriormente na série.

Depois do episódio que aprofunda a história do Homem Fumante (William B. Davis) e nos laços familiares aparentes com Mulder, a segunda hora abre com um salto de tempo que mostra Mulder e Scully separados novamente. As consequências da abdução de Scully e do chip que foi implantado em seu pescoço continuam a moldar o mundo de Mulder e Scully.

Arquivo X‘ segue os passos dos agentes especiais do FBI Scully (Gillian Anderson) e Mulder (David Duchovny), que investigam casos inexplicáveis em que a única resposta possível parece envolver fenômenos paranormais. Também voltará a série o ator Mitch Pileggi, como Walter Skinner, Diretor Adjunto do FBI, que caminha em uma linha tênue entre a lealdade a Mulder e Scully e a prestação de contas a seus superiores.

 

Arquivo x retorna em 10 de janeiro de 2018 na Fox.

Diretor confirma destino de Valquíria em ‘Vingadores: Guerra Infinita’

[CUIDADO COM SPOILERS]

Vingadores: Guerra Infinita‘ já está nos cinemas e muitos fãs estão se perguntando sobre o paradeiro de Valquíria após os eventos de ‘Thor: Ragnarok’. Será que ela sobreviveu ao ataque de Thanos?

Agora, para pôr fim ao mistério, durante uma apresentação na Universidade do Iowa, Joe Russo revelou o paradeiro da personagem durante uma sessão de perguntas dos fãs.

Valquíria (Tessa Thompson) não aprece mais após os eventos de ‘Ragnarok’ e o início de Guerra Infinita, porém existe uma passagem de tempo, e nesse tempo, Valquíria consegue sobreviver ao ataque de Thanos. Segundo Russo, ela também conseguiu salvar parte dos Asgardianos em capsulas de fuga antes do massacre na nave, evitando assim que seu povo beirasse a extinção.

Vale lembrar também que Tessa Thompson está confirmada no elenco de Vingadores 4.

Scarlett Johansson conta tudo sobre ‘Vingadores: Guerra Infinita’ em entrevista EXCLUSIVA

Vingadores: Guerra Infinita‘ tem no elenco Josh Brolin (Thanos), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Mark Ruffalo (Hulk), Chris Hemsworth (Thor), Chris Pratt (Starlord), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Benedict Cumberbatch (Doutor Estranho), Zoe Saldana (Gamora), Karen Gillan (Nebula), Chris Evans (Capitão América) Tom Holland (Homem-Aranha), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Bradley Cooper (Rocket), Vin Diesel (Groot), Paul Bettany (Visão), Benedict Wong (Wong), Dave Bautista (Drax), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Samuel L. Jackson (Nick Fury) e Benicio Del Toro (Colecionador).

Guerra Infinita‘ arrecadou US$ 640 milhões em seu fim de semana de estreia.

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Black Mirror’: Com episódio interativo, 5ª temporada ganha data de estreia

A aguardada 5ª temporada de Black Mirror terá um episódio interativo, no qual os espectadores poderão fazer algumas escolhas chave para o protagonista, que determina o destino do personagem. A informação é do site Bloomberg e ainda não foi conformada pela Netflix.

Além disso, o site também afirma que a nova temporada chegará ao serviço de streaming em ainda esse ano, em dezembro. 

Curiosamente, esse novo ano da série terá um episódio que se passará no Brasil, filmado em São Paulo, no apartamento do galerista Fabio Cimino, que fica na Avenida Paulista, no começo desse ano.

Confira fotos do apartamento:

 

Crítica | Se a Rua Beale Falasse – Amor e preconceito no novo filme do diretor de ‘Moonlight’

Após o sucesso de Moonlight: Sob a Luz do Luar  – vencedor do Oscar de 2017 e seu segundo filme após Remédio Para Melancolia, de 2008 – Barry Jenkins se tornou um dos nomes mais quentes de Hollywood. E como não poderia ser diferente, cinéfilos e crítica especializada já acumulavam altas expectativas para o seu próximo longa, na esperança de verem uma obra no mesmo nível ou ainda superior à produção premiada. Por isso, quando foi divulgado que ele seria responsável pelo roteiro e direção da adaptação para o cinema de Se a Rua Beale Falasse, livro de James Baldwin, foi difícil não esperar que este fosse um dos melhores filmes do ano – até por abordar a temática racial que o diretor já mostrou dominar como ninguém. No entanto, por mais que a produção esteja longe de ser ruim, o saldo final acabou sendo mais positivo para a parte estética do que para o modo como a história se desenvolve ao longo de seus 117 minutos.

Trabalhando com cores como poucos, Barry Jenkins consegue fazer até mesmo os olhos menos apurados para fotografias se encantarem com seu senso estético. Se em Moonlight o azul era o destaque, aqui é o amarelo e o vermelho que chamam mais atenção – desde as roupas dos personagens aos elementos de cena. E esse zelo pela parte visual também aparece no figurino e nos enquadramentos de câmera, de um modo que praticamente cada frame do filme parece digno de print. Não dá para negar que, desde os primeiros minutos, If Beale Street Could Talk – no título original –  é bonito de se ver, tanto que é muito provável que apareça como um dos fortes concorrentes para fotografia no Oscar de 2019. O mesmo vale para a trilha sonora instrumental – ainda falando da parte mais técnica – , que ajuda a contar a história e criar os momentos de tensão e melancolia do longa.

A questão do preconceito racial, foco central do filme, é inegavelmente bem trabalhada. – e é triste perceber que, por mais que a trama se passe na década de 60, ainda tem muito a ver com os tempos atuais. Além do racismo do dia a dia e da erotização da mulher negra abordados na trama, não seria muito incomum ver um casal como Tish e Fonny (os ótimos Kiki Layne e Stephan James) ter sua história de amor interrompida, justo quando estavam prestes a construir a vida juntos, por conta de uma acusação criminal injusta – que, como o longa leva a crer, foi resultado do revanchismo de um policial branco racista. Justamente por isso, entre as melhores cenas – junto com uma memorável briga entre a família de Tish e a fanática religiosa mãe de Fonny –, está a que o personagem de Brian Tyree Henry, o Paper Boy de Atlanta, desabafa sobre a terrível experiência de ter passado anos preso, e sobre como a prisão e o sistema podem fazer o que querem com quem está lá.

No entanto, mesmo com todos esses pontos favoráveis, Se a Rua Beale Falasse perde em tentar criar cenas memoráveis o tempo inteiro em vez de focar na força da sua mensagem e ficar em um básico eficaz. Por mais que o genuíno amor do casal protagonista realmente encante, Jenkins parece querer aproveitar esse gancho para ter a liberdade de poetizar e criar diálogos intensos a cada minuto – o que, da metade para frente, acaba tornando o filme monótono e com a sensação de ser mais longo do que realmente é pelas inúmeras voltas e rodeios que são feitos para que se chegue a um ponto simples. A máxima do “menos é mais” caberia bem aqui, já que o paralelo entre a linha do tempo onde Fonny está preso por ser acusado injustamente com os flashbacks que revelam o amor entre ele e Tish se construindo, já seria poético e melancólico o suficiente sem que fosse necessário reforçar a carga dramática a todo momento.

Mas, ainda que tudo isso incomode ao longo da história, não dá para negar que o elenco segura muito bem seus respectivos papéis e consegue passar naturalidade para os seus personagens (exceto o policial racista, que soa um pouco caricato demais). Destaque para o protagonista Stephan James e para Regina King, que interpreta a mãe de Trish. Em uma das cenas em que tenta combater a injustiça que está atrapalhando a felicidade de sua filha e seu genro, ela transmite brilhantemente a sensação de desespero e amargor de quem se encontra presa em uma situação sem solução e está quase perdendo seu último fio de esperança – e, não por acaso, alguns críticos já apostam em sua indicação para Melhor Atriz Coadjuvante no Oscar de 2019. Não seria surpresa.

No fim, erros e acertos à parte, Se a Rua Beale Falasse deixa um nó na garganta por mostrar como uma sociedade racista e a violência policial podem atrapalhar um caminho que tinha tudo para terminar em felicidade. Mas, na dura vida real, não tem o senso estético de Barry Jenkins acompanhando todas essas injustiças que passam bem diante de nossos olhos… Só resta mesmo a esperança de que um amor, como o compartilhado entre os protagonistas, sirva como um alento em meio ao ódio.

‘The Walking Dead’ terá flashbacks mostrando o que aconteceu nos últimos 6 anos

The Walking Dead‘ enfim encontrou o sua midseason ontem, agora retornando somente em 2019.

Oferecendo diversas entrevistas, a showrunner Angela Kang contou o que podemos esperar para a segunda metade da 9ª temporada envolvendo até mesmo flashbacks da elipse temporal de seis anos que a narrativa sofreu.

“Com certeza veremos a história que aconteceu ali. O mais excitante dessa elipse temporal é a oportunidade de retornarmos e revelarmos tudo o que aconteceu. Nesse ano veremos algumas dessas histórias. Há uma narrativa emocional e complexa para Daryl e Michonne e estou ansiosa para mostrar. Há muito particular que afetou Michonne. É algo que queremos mostrar em algum ponto da série.

Apesar da saída de Andrew LincolnLauren Cohan da série, Lincoln vai estrelar uma trilogia de filmes no mesmo universo do programa, e os produtores já deixaram claro que as portas estão abertas para o futuro retorno de Cohan.

‘The Walking Dead’ vai ganhar trilogia de filmes para TV com Rick Grimes de volta; Saiba mais!

‘The Walking Dead’: Lauren Cohan garante que trama de Maggie não acaba na 9ª temporada

Fã cria incrível logo para a Fase 4 do MCU; Confira!

Depois dos eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, os fãs da Marvel estão animados para ver quais épicas histórias o MCU irá trazer para as telonas. E, se você é um desses que quer muito ver Guerras Secretas como um dos projetos, um fã criou uma versão incrível de como o filme poderia ser.

Um usuário do Reddit compartilhou recentemente sua própria perspectiva de como o logo do projeto ficaria. Confira abaixo:

Secret Wars MCU Logo Concept | Ready For Phase 4?? from r/marvelstudios

A possibilidade de Guerras Secretas ser adaptado para os cinemas é algo que caiu nas especulações do fandom Marvel há algum tempo, principalmente depois dos diretore JoeAnthony Russo expressarem seu amor pelos quadrinhos em questão.

“Vivo falando sobre ‘Guerra Secretas’, porque foi uma das primeiras HQs que li e me apaixonei quando criança”, Joe Russo declarou em uma recente entrevista ao site ComicBook.com. “Parte da razão pela qual gravitamos tão fortemente ao redor desses projetos é o fato deles terem vários personagens diferentes e várias perspectivas novas”.

Ainda que os rumores continuem insurgindo nas redes sociais, nenhuma confirmação sobre a adaptação foi feita.

‘O Irlandês’: Anna Paquin diz que Martin Scorsese é ‘gentil e amigável’

Em uma recente entrevista à NetflixAnna Paquin contou um pouco sobre como foi trabalhar com o diretor Martin Scorsese no aclamado ‘O Irlandês’.

Confira:

O filme de máfia tem 3 horas e 30 minutos de duração (210 min), se tornando o filme mais comprido do diretor.

O Irlandês’ já está disponível na Netflix.

Robert DeNiro, Al Pacino, Joe Pesci, Harvey Keitel, Ray Romano, Anna Paquin e Bobby Cannavale estrelam o drama.  

A trama apresenta um mafioso conhecido como o Irlandês (De Niro), lembrando do seu possível envolvimento com a morte do sindicalista Jimmy Hoffa (Al Pacino).

12 Anos de Escravidão (1)

Um dos grandes favoritos para conquistar muitas estatuetas do Oscar na próxima cerimônia da maior festa do cinema é um filme brilhantemente dirigido, com atuações primorosas e uma história que vai comover você por inteiro. 12 Anos de Escravidão, terceiro longa-metragem de Steve McQueen, e baseado na história real escrita por seu protagonista Solomon Northup, passa perto de ser uma obra-prima e deve agradar todo aquele que bate no peito e diz que adora filmes como Ben-Hur e Um Sonho de Liberdade.

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12 Anos de Escravidão conta a incrível história real da luta de um homem para sobreviver e enfim encontrar sua liberdade. O longa é ambientado antes da Guerra Civil dos Estados Unidos, e assim conhecemos o protagonista Salomão Northup (Chiwetel Ejiofor), um homem negro e livre do norte de Nova York. Certo dia, após aceitar trabalhar em Washignton, é raptado e vendido como escravo. A partir desse fato, sua vida entra em declínio e passa a viver situações humilhantes, cruéis, assim como gentilezas inesperadas de algumas pessoas que o tem como escravo. Tentando se manter o mais racional possível, o protagonista procura a sobrevivência diária em busca de sua liberdade tirada.

A atuação do ator britânico Chiwetel Ejiofor é uma das maiores interpretações dos últimos anos. Na pele do impactante protagonista, o artista de 36 anos chega ao ápice de sua carreira, deixando qualquer esperança de outro ator ganhar o Oscar se perder desde as primeiras cenas sem diálogos, onde o olhar diz mais que mil palavras, até as últimas quando nascem do destino uma chance de ter sua tão sonhada esperança de volta.

TWELVE YEARS A SLAVE

Preocupado com os mínimos detalhes, para o espectador poder acompanhar mais de perto essa comovente história, o diretor britânico Steve McQueen executa um trabalho inaudito. Em todas as cenas, somos reféns do drama do personagem e, comovidos com toda aquela humilhação, torcemos para um desfecho no mínimo digno para esse corajoso ser humano.     Em breve, esse cineasta (com nome de astro hollywoodiano) será o diretor preferido de muitos cinéfilos. Merece não só uma indicação ao Oscar mas levar muitos outros prêmios por esse belo trabalho.

Depois dos excelentes trabalhos em Hunger e Shame, o ótimo ator alemão Michael Fassbender volta a fazer uma dobradinha de sucesso com McQueen. Com um semblante duro e ações de tamanha insânia, Fassbender rouba a cena em muitos momentos e assim, como todos vão perceber, tem muitas chances de ter a estatueta mais cobiçada pelos artistas de cinema em sua estante, concorrendo na categoria de Melhor Ator Coadjuvante na próxima cerimônia do Oscar.

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“Devemos construir diques de coragem para conter a correnteza do medo.” Essa frase do influente Martin Luther King elucida bem todas as características deste homem chamado Salomão Northup. Cativante, capaz de inspirar. Excruciante, capaz de gerar indignação. Fabuloso, capaz de tornar esse trabalho um dos retratos mais verdadeiros e cruéis sobre uma época repugnante da história mundial. Vocês não podem deixar de conferir, um filme inesquecível. Bravo!

10 filmes sobre o universo de WALL STREET

Muito mais que o principal distrito financeiro de Nova York – e o mais famoso do mundo – quando pensamos na palavra Wall Street logo pensamos em dinheiro. Nesse lugar que traduz riqueza em todos seus cantos, já teve dias de colapsos que impactaram os quatro cantos do mundo. O mundo do cinema já recriou algumas dessas histórias e com detalhes nos levaram à questões que vão da moral até a ganância.

Pensando em alguns desses títulos, segue abaixo uma ótima lista sobre o tema:

 

Selvagens em Wall Street

Lançado no final da década de 1990 e baseado em fatos reais, acompanhamos um magnata que busca o controle de uma empresa altamente rentável.

 

O Mago das Mentiras

Infelizmente produzido para ir direto para a televisão (esse filme merecia uma telona de cinema), The Wizard of Lies, no português, O Mago das Mentiras, esse impactante drama é uma biografia sobre o nova ioquino Bernard Lawrence “Bernie” Madoff responsável por uma das maiores fraudes financeiras da história mundial.

 

O Lobo de Wall Street

Na história, acompanhamos a trajetória meteórica de Jordan Belfort (Leonardo Di Caprio), um homem com apenas um foco em sua vida, ser muito rico. Após um início conturbado em uma empresa promissora, consegue inteligentemente absorver tudo o que precisava para se tornar um guru na arte de fazer as pessoas investirem seu dinheiro. Com a ajuda do amigo Donnie Azoff (interpretado pelo hilário Jonah Hill), funda sua própria empresa que logo se torna uma das mais rentáveis e visadas pela polícia em Wall Street.  Ao mesmo tempo que segue ganhando cada vez mais dinheiro, encontra o amor de sua vida, Naomi (Margot Robbie) e abusa diariamente de todos os tipos de droga. Esses vícios acabam o levando ao fundo do poço.

 

Jogo do Dinheiro

Passando quase desapercebido em meio aos inúmeros lançamentos semanais no circuito brasileiro, Jogo do Dinheiro é um projeto simples que busca trazer uma certa luz, em forma de crítica (ou sátira como preferirem), ao universo do dinheiro que possui seu clímax diário na tão falada Wall Street. Dirigido pela atriz e também diretora Jodie Foster, o longa-metragem dá belos pitacos no papel preponderante da mídia e como esse quarto poder pode e interfere na rotina da sociedade.

 

Margin Call – O Dia Antes do Fim

Margin Call – O Dia Antes do Fim atravessa um recorte sobre conflitos e decisões por conta de descobertas dentro de uma empresa de investimentos à beira da crise financeira impactante em 2008.

 

 

À Caça de Madoff

Documentário que acompanham as investigações sobre um poderoso de Wall Street que deu um calote na casa dos bilhões.

 

Wall Street – Poder e Cobiça

Dirigido por Oliver Stone, o sucesso Wall Street – Poder e Cobiça nos mostra a trajetória de um jovem cheia de ambições que após conseguir o emprego dos seus sonhos começa a enfrentar enormes conflitos.

 

A Grande Aposta

Dirigido por Adam McKay, A Grande Aposta acompanha a história de alguns personagens que estiveram no epicentro de uma série de ações financeiras pois entenderam que uma crise global logo se instalaria.

 

Trabalho Interno

Nesse documentário acompanhamos os detalhes e alguns porquês da famosa crise global em 2008 na economia por conta do mercado de residências.

 

Dinheiro Fácil

Dirigido pelo cineasta australiano Craig Gillespie, Dinheiro Fácil nos leva até uma história real que mostra algumas pessoas que enriqueceram comprando ações de uma empresa de jogos varejistas, a GameStop.

 

Dia do Cinema Brasileiro – 20 Comédias Nacionais para Você Rir no Telecine

Rir é sempre o melhor remédio. Nosso cotidiano nem sempre é fácil, e o cinema serve como válvula de escape para abstrairmos da dureza e fugirmos para um mundo mágico. Diversos contadores de história renomados começaram assim suas trajetórias, através de sua paixão pelo que viam em tela. Afinal, filmes podem ser inspiradores e nos fazer refletir. Mas também podem ser entretenimento, diversão e distração – o que não exclui conteúdo.

No Brasil, a grande preferência quando falamos em tela grande são as comédias – filmes que consigam fazer o público ponderar sobre certos assuntos de uma forma mais descompromissada e irreverente, e se ainda de quebra nos fizer rir (muitas vezes de nós mesmos), soma ainda mais. Pensando nisso, o CinePOP dá continuidade à sua série de dicas de produções recentes do Telecine, para você conferir no conforto de sua casa. Desta vez, vamos gargalhar com as comédias nacionais no acervo da rede. Vem conhecer.

De Pernas pro Ar 3

Começamos a lista com o filme protagonizado por nossa querida parceira Ingrid Guimarães. Uma das franquias de maior sucesso do cinema nacional, a terceira parte das aventuras de Alice Segretto traz a protagonista flertando com a aposentadoria. Sete anos se passaram desde o segundo filme, e desta vez a personagem de Guimarães vê surgir bem debaixo de seu nariz uma prodígio em seu ramo – papel da talentosa e carismática Samya Pascotto. Completando os atrativos, essa é a primeira vez de uma mulher na direção da franquia, e a escolha não poderia ter sido melhor com Julia Rezende, de Ponte Aérea (2015), no comando.

Minha Vida em Marte

Por falar em comédia de sucesso, temos outra franquia super girlpower chegando na lista. Baseado na comédia da própria protagonista Mônica Martelli (peças e séries de TV), Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou (2014) narrava as desventuras de uma mulher atrás de um homem para chamar de seu. Agora, depois de ter encontrado e se casado, o relacionamento passa por águas turbulentas nesta nova fase de sua vida. Aproveitando o auge de popularidade em que se encontra o humorista Paulo Gustavo, seu personagem ganha mais destaque dentro da trama nesta continuação.

Vai que Cola 2: O Começo

O mais recente lançamento no Telecine, esta é a continuação da comédia de 2015, que por sua vez é a adaptação de um seriado do canal Multishow para as telonas. E se Minha Vida em Marte acrescenta mais Paulo Gustavo em sua trama, Vai que Cola 2 segue o caminho inverso sem seu personagem na sequência. A opção foi por uma inusitada, mas criativa, história de origem, mostrando como a trupe se conheceu e como surgiu a pensão da Dona Jô (Catarina Abdalla).

Turma da Mônica: Laços

A tão esperada adaptação para o cinema, com atores de carne e osso, das queridas histórias em quadrinho criadas por Maurício de Sousa finalmente saíram do papel. Gerações sonharam com este momento, e finalmente puderam conferir na telona as aventuras de Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e toda a turminha do bairro do Limoeiro. Na trama, Floquinho é sequestrado e a turma parte para encontrá-lo. Temos inclusive Rodrigo Santoro na pele do Louco (perfeito). Uma continuação já está sendo produzida.

Os Farofeiros

Uma das comédias nacionais mais engraçadas e despretensiosas dos últimos anos, Os Farofeiros mostrou que o humorista Maurício Manfrini, mais conhecido por seu pseudônimo Paulinho Gogó, funciona bem como protagonista no cinema. Oriundo do programa A Praça é Nossa, aqui ele interpreta um sujeito que leva a família e amigos para uma casa de praia durante um feriado. O local se mostra uma grande roubada. Outra surpresa do longa é o bom timing cômico da musa fitness Aline Riscado.

Cine Holliúdy 2: A Chibata Sideral

Fazer filme no Brasil é difícil, e por mais que uma obra tenha feito sucesso, mesmo com grande apelo popular, diversos são os fatores que não deixam uma continuação ocorrer logo em seguida. Até mesmo as agendas apertadas de seus protagonistas podem ser uma barreira. Seja como for, seis anos depois do sucesso de Cine Holliúdy, uma comédia cult nacional, finalmente ganhamos esta segunda parte das desventuras de Francisgleydisson (o simpaticíssimo Edmilson Filho), o cabra mais cinéfilo do sertão. E se o primeiro filme era homenagem à Cinema Paradiso (1988), este funciona como sua própria versão de Ed Wood (1994).

Mulheres Alteradas

Não é só a Turma da Mônica que é uma adaptação de famosos quadrinhos para nosso cinema nacional. Mulheres Alteradas tem como origem a HQ da cartunista argentina Maitena. Em tela, um verdadeiro timaço de estrelas narra as histórias de quatro mulheres bem diferentes, surtando com seus dilemas e buscando emancipação. Este é o filme que se propõe a discutir de forma cômica as questões femininas atuais. No elenco, Deborah Secco, Alessandra Negrini, Monica Iozzi e Maria Casadevall.

O Homem Perfeito

Por falar em questões de insatisfação feminina, este longa estrelado pela musa Luana Piovani aborda justamente o tema. Escrito pela dupla de roteiristas Tati Bernardi e Patricia Corso, O Homem Perfeito conta a história de uma mulher bem sucedida (Piovani) profissionalmente, presa em um relacionamento fadado ao fracasso devido a falta de ambição de seu companheiro – papel de Marco Luque. Para piorar, ela descobre a traição do sujeito com uma mulher bem mais jovem (Juliana Paiva).

Como é Cruel Viver Assim

Por falar em Julia Rezende, a cineasta retorna à lista na direção de outro filme. Julia é uma das mais talentosas diretoras da nova geração de artistas brasileiros, mesclando como poucos um conteúdo significativo com grande valor de entretenimento em seus filmes – criando assim uma filmografia rica, diversificada e única no cinema nacional. Aqui, ela entrega sua obra mais dramática, misturada a um humor negro, comparada aos filmes dos irmãos Coen na sinopse do site IMDB. Quer elogio maior?

Uma Quase Dupla

Por falar em gênero diversificado, aqui a investida é em uma sátira dos típicos filmes policiais, protagonizados por uma dupla de detetives de personalidades distintas. Para a empreitada, a genial combinação da humorista metralhadora Tatá Werneck – no papel de uma agente da cidade grande – com o talento do multifuncional Cauã Reymond – interpretando um ingênuo policial de uma pequena cidade do interior. A dupla precisa desvendar os assassinatos cometidos por um serial killer.

Tudo por um Pop Star

Comédias adolescentes também encontram espaço na lista, já que aqui temos filmes para todos os gostos e todos os públicos. Quem comanda o show é o trio mais que talentoso de meninas prodígio: Maisa Silva, Klara Castanho e Mel Maia. As três amigas são fãs incondicionais de uma boy band, e quando descobrem que seus artistas preferidos virão ao Brasil para um show, elas farão de tudo para ficar perto dos ídolos. Completando o elenco principal, Giovanna Lancellotti no papel da jovem tia hipponga de uma das meninas.

Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood

Ícones do cinema nacional, Os Trapalhões marcaram época e gerações. Seus filmes arrastavam mais pessoas aos cinemas do que as produções hollywoodianas durante a década de 1980 no Brasil. E que felicidade podermos anunciar mais uma de suas produções para as telonas. E não apenas qualquer uma, mas a volta a uma de suas obras mais cultuadas. Espécie de refilmagem/continuação do clássico Os Saltimbancos Trapalhões (1981), o novo filme resgata o espírito do original, com Didi (Renato Aragão) e Dedé (Dedé Santana) passando o bastão para uma nova trupe circense.

Malasartes e o Duelo com a Morte

Pedro Malasartes é uma figura folclórica da cultura popular ibérica e brasileira. Traduzido como o típico caipira malandro, o personagem já havia ganhado forma ao ser interpretado pelo lendário Mazzaropi ainda na década de 1960, no filme As Aventuras de Pedro Malasartes (1960). Agora, chega a primeira roupagem moderna do personagem nas formas de Jesuíta Barbosa. A trama coloca o esperto e mulherengo matuto numa aventura sobrenatural onde desafia a morte. Isis Valverde e Leandro Hassum estão no elenco.

Chocante

Para os que acham que não existe criatividade nas comédias nacionais, Chocante é a prova do contrário. A grande sacada aqui é brincar com o fenômeno brega que foram/são as boy bands, ainda mais quando falamos das “farofeiras” décadas de 1980/1990. Na trama, um grupo que fez muito sucesso no passado, hoje bem mais velhos, encontram suas vidas em crise. Todos os ex-membros possuem outros trabalhos agora, mas uma tardia reunião pode ser a resposta para seus problemas. Além do lado cômico, o filme aposta na nostalgia, na melancolia, e na reflexão sobre fama, sucesso e saudosismo. Ah sim, como os membros da banda Chocante, Bruno Mazzeo, Bruno Garcia, Lúcio Mauro Filho e Marcus Majella.

Fala Sério, Mãe!

Baseado no livro juvenil da autora Thalita Rebouças – uma especialista no gênero – este filme une em tela as estrelas de duas gerações distintas: a jovem Larissa Manoela e a veterana Ingrid Guimarães. A proposta aqui é discutir o difícil relacionamento e a criação que a dinâmica de uma mãe com uma filha adolescente pode ter.

TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva

Numa espécie de Birdman tupiniquim (ou seria Birdwoman?), Tatá Werneck, humorista brasileira sensação, interpreta uma versão de si mesma no papel de uma comediante de sucesso absoluto, precisando lidar com a fama e todas as atribulações de ser uma estrela. Uma verdadeira obra metalinguística, TOC traz ainda Ingrid Guimarães (aparecendo pela terceira vez na lista), interpretando a si mesma.

Divórcio

Nesta versão de A Guerra dos Roses (1989) brasileiro, Murilo Benício e Camila Morgado, mais acostumados a papeis dramáticos, protagonizam como um casal que chegou ao esgotamento máximo de seu relacionamento, e depois de muitos anos de convivência, só o que restou foi o desejo de eliminar – literalmente – o outro de sua vida.

A Comédia Divina

Baseado no conto de Machado de Assis, o talentoso Murilo Rosa se diverte ao interpretar um dos papeis mais desafiadores na carreira de qualquer ator: o diabo em pessoa. No filme, o coisa ruim vem à Terra para inaugurar sua própria igreja, e incrivelmente consegue arrebanhar seus seguidores. Monica Iozzi protagoniza como uma repórter que a tem a chance de sua carreira ao cobrir de perto o evento sobrenatural.

Um Tio Quase Perfeito

Aqui temos elementos de Uma Babá Quase Perfeita (1993) e mais especificamente Quem Vê Cara Não Vê Coração (Uncle Buck, 1989), no qual o saudoso John Candy vivia um tio completamente despreparado e irresponsável, assumindo a família de seu irmão momentaneamente. Nesta espécie de versão brasileira, a fórmula se repete com o hilário Marcus Majella à frente da criação de uma garotada, precisando no percurso igualmente amadurecer, ao virar babá dos filhos da irmã.

La Vingança

Já falamos muitas vezes aqui no CinePOP sobre este road movie cômico, que usa como cenário a ligação do Brasil com a Argentina. Mas como adoramos o filme, não cansamos de comentá-lo e recomendá-lo. Na trama, o engraçadíssimo Daniel Furlan vive Vadão, o melhor amigo amalucado de Caco (Felipe Rocha), sujeito que acaba de ser corneado pela namorada com um argentino. E qual a solução que seu parceiro bola para tira-lo da fossa? Uma viagem por terras hermanas, regada a muita bebida e muitas mulheres. A musa de nosso cinema, Leandra Leal, completa o elenco protagonista.

Bônus: Três Vezes Hassum

Falamos de Ingrid Guimarães, falamos de Mônica Martelli, de Paulo Gustavo, e outros ícones atuais de nossas comédias no cinema. Mas vocês devem ter percebido que não falamos de um grande nome associado ao humor nas telonas. Sim, Leandro Hassum é este nome, e jamais seria esquecido. Aqui, resolvemos deixa-lo para o final, já que o ator tem nada menos do que três filmes recentes lançados nas plataformas da rede Telecine. Assim, iremos comentá-los neste bônus.

O primeiro é este Não se Aceitam Devoluções, versão brasileira do mexicano Não Aceitamos Devoluções (2013), que já foi adaptado na França (Uma Família de Dois) e na Turquia (Sen Benim HerSeyimsin). No filme, Hassum vive um mulherengo irresponsável, forçado a agir como pai quando sua ex-namorada deixa em sua porta a filha que o casal teve, sem que ele soubesse.

Seguimos para a continuação de um sucesso do humorista de 2014, O Candidato Honesto 2. Se no filme original, a inspiração era O Mentiroso (1997), com Jim Carrey, onde o político vivido por Hassum era amaldiçoado sem poder mentir, aqui o roteiro opta por uma tiração de sarro com o cenário político brasileiro, transformando memes, como Dilma e o “vampiro” Temer, em piadas do filme.

Para finalizar, O Amor dá Trabalho coloca Hassum servindo de cupido para Flávia Alessandra e Bruno Garcia, no papel de um sujeito egoísta, que evitava trabalho e quando termina morrendo fica preso num limbo. Para garantir seu lugar no céu, ele precisa aceitar a tarefa de cupido e juntar duas pessoas donas de personalidades muito diferentes.

Adam Sandler seria o Willy Wonka e o Rocket Raccoon! Conheça os Personagens Famosos que o ator QUASE interpretou…

Ao longo de mais de três décadas de carreira, Adam Sandler construiu uma galeria de personagens que marcaram gerações. De Happy Gilmore, o jogador de hóquei que vira um fenômeno do golfe, a Billy Madison, o herdeiro imaturo que precisa repetir a escola inteira, passando por odes à comédia escrachada como ‘O Paizão, ‘Como Se Fosse a Primeira Vez e ‘Tratamento de Choque, Sandler se tornou um símbolo do humor americano dos anos 90 e 2000. Em seu acervo, também provou o talento dramático em filmes como ‘Joias Brutas(Uncut Gems) e ‘Arremessando Alto(Hustle), conquistando a crítica e mostrando uma faceta que não explora com frequência em sua atuação.

Esses personagens, muitos deles criados sob medida para o estilo de humor do próprio ator, consolidaram seu nome em Hollywood — e ajudaram a definir o que se entende por “comédia de Adam Sandler”: exagerada, sentimental, às vezes absurda, mas quase sempre irresistível para seu público fiel. No entanto, o que poucos sabem é que o astro quase deu vida a outros papeis igualmente memoráveis. Algumas oportunidades foram recusadas, outras sequer chegaram a passar do estágio das negociações, mas todas revelam um aspecto curioso da indústria cinematográfica: o que vemos nas telas é apenas uma parte da história.

A seguir, relembramos alguns dos papeis que Adam Sandler quase interpretou ao longo dos anos — personagens que poderiam ter mudado não apenas sua trajetória, mas também a maneira como esses filmes foram recebidos pelo público. Prepare-se para imaginar versões alternativas de clássicos do cinema, com Sandler no centro da ação.

Colateral (2004)

Um dos papeis mais marcantes que Adam Sandler deixou escapar foi o do motorista de táxi Max, no thriller ‘Colateral (2004), dirigido por Michael Mann. Sandler chegou a ser escalado para o papel, e iria contracenar com Tom Cruise, que interpreta um assassino de aluguel. No entanto, ele acabou desistindo do projeto para se dedicar ao drama ‘Espanglês, lançado no mesmo ano. A vaga então foi preenchida por Jamie Foxx, cuja performance foi tão impactante que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. É curioso imaginar como o filme teria soado com o tom mais contido e introspectivo de Sandler — e se ele teria alcançado o mesmo reconhecimento da crítica.

A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005)

Adam Sandler também foi considerado para o papel de Willy Wonka no remake de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005), dirigido por Tim Burton. A ideia era explorar uma versão mais excêntrica e divertida do icônico dono da fábrica, aproveitando o carisma e a veia cômica do ator. No entanto, o estúdio acabou optando por um caminho mais sombrio e estilizado, escalando Johnny Depp, colaborador frequente de Burton, para o papel. A escolha dividiu opiniões e deu ao personagem uma abordagem bastante peculiar — bem diferente da interpretação que Sandler poderia ter oferecido.

Uma Loucura de Casamento (1998)

Segundo o site TV Over Mind, Adam Sandler chegou a ser escalado para viver Michael Berkow, o personagem que acidentalmente mata a stripper em ‘Uma Loucura de Casamento (Very Bad Things), de 1998. O papel acabou ficando com Jeremy Piven, após Sandler deixar o projeto por conflitos de agenda — na época, ele estava envolvido nas filmagens da comédia ‘O Rei da Água(The Waterboy), que se tornaria um dos maiores sucessos de sua carreira. No entanto, há outra versão da história: em entrevista ao The Guardian, o diretor Peter Berg afirmou que, apesar de excelentes ensaios, Sandler acabou recusando o papel por considerar o material “sombrio demais” para o tipo de filme que queria fazer naquele momento. Seja por conflito de agendas ou por questões criativas, essa oportunidade perdida mostra o contraste entre o humor caótico da comédia pesada e o estilo mais leve que marcou o início da trajetória de Sandler no cinema.

Encontro Explosivo (2010)

Além de quase dividir a tela com Tom Cruise em ‘Colateral, Adam Sandler também esteve próximo de assumir um papel que acabaria indo justamente para o astro de ‘Missão: Impossível— e que hoje é considerado uma de suas performances mais subestimadas. Trata-se de Roy Miller, o agente secreto carismático e imprevisível de ‘Encontro Explosivo (Knight and Day, 2010), uma comédia romântica recheada de ação. Segundo o The New York Times, Sandler chegou a negociar para protagonizar o filme, que inicialmente seria moldado como uma comédia romântica com tons de espionagem, ao lado de Drew Barrymore, sua parceira frequente em sucessos do gênero.

A proposta parecia feita sob medida para seu estilo — um romance leve com uma ideia maluca por trás —, mas o ator acabou recusando o papel. Em tom bem-humorado, justificou a decisão dizendo: “simplesmente não me vejo com uma arma na mão” — uma declaração que revela uma curiosa autoconsciência. No entanto, a justificativa fica um tanto curiosa quando lembramos que, dois anos antes, ele estrelou ‘Zohan: Um Agente Bom de Corte, interpretando justamente um comando antiterrorista israelense, ainda que tenha abandonado a vida de ação para seguir o sonho de ser cabeleireiro. Com Sandler, até a lógica tem seu próprio senso de humor.

Bastardos Inglórios (2009)

Poucos atores recusam uma oportunidade de trabalhar com Quentin Tarantino, cujos roteiros afiados e personagens intensos são considerados verdadeiros presentes para qualquer intérprete. Participar de um filme do diretor muitas vezes significa um novo fôlego na carreira — algo que já aconteceu com nomes como John Travolta, Pam Grier e até Leonardo DiCaprio. Mas Adam Sandler faz parte de um seleto grupo que disse “não” a Tarantino. O convite era para interpretar Donny Donowitz, o temido “Urso Judeu” de ‘Bastardos Inglórios (2009), papel que acabou indo para Eli Roth.

Sandler recusou para estrelar a comédia dramática Tá Rindo do Quê?’ (Funny People) dirigida por Judd Apatow, uma obra mais pessoal que explora o universo do stand-up e a fragilidade por trás do humor. Embora não tenha sido um sucesso de bilheteria, o filme trouxe uma das atuações mais sensíveis de sua carreira. Por outro lado, Roth entregou uma performance intensa e icônica como o vingador judeu armado com um taco de beisebol. No fim, ambos os projetos encontraram seu lugar — mas fica a curiosidade de como seria ver Sandler em um papel tão brutal e marcante dentro do universo tarantinesco.

Guardiões da Galáxia (2014)

De acordo com o site The Things, no meio da década de 2010, Adam Sandler recebeu a oferta para dar voz ao icônico Rocket Raccoon em ‘Guardiões da Galáxia, papel que acabou ficando com Bradley Cooper. No entanto, essa história foi desmentida pelo próprio diretor James Gunn, que afirmou não ser verdade que Sandler esteve na disputa pelo papel. Em resposta a rumores publicados nas redes sociais — que também afirmavam que Sandler teria feito teste para dublar o Groot, papel que ficou com Vin DieselGunn esclareceu que nunca sequer conheceu o ator, colocando um ponto final nas especulações.

Mesmo assim, a ideia de Sandler como o guaxinim falante gerou muita curiosidade, ainda mais porque ele teria recusado a participação no blockbuster para estrelar a esquecida comédia romântica ‘Juntos e Misturados (2014), na qual contracenou com Drew Barrymore pela terceira vez. Embora a parceria fosse divertida, dificilmente poderia competir com o sucesso estrondoso e o carisma explosivo de Rocket nas bilheterias. É importante destacar que Sandler não escolhe seus projetos apenas pelo potencial comercial, mas principalmente pelo quanto se diverte fazendo-os — e nisso ninguém pode culpá-lo. Ainda assim, poucos atores diriam “não” a Kevin Feige e abririam mão de integrar o universo Marvel. No fim, deu tudo certo: Cooper se tornou a voz definitiva do personagem, conquistando fãs ao redor do mundo, enquanto Sandler seguiu trilhando seu próprio caminho no cinema.

‘The Walking Dead’ registra nova BAIXA da histórica de audiência; Saiba mais!

A audiência de ‘The Walking Dead‘ continua em queda livre, e o episódio mais recente da série voltou a registrar os números mais baixos da história do programa.

Superando os números do segundo episódio – que havia registrado 2.0 na demo –, o terceiro ficou ainda mais abaixo: 1.9 na demo.

Espera-se, no entanto, que a audiência suba nas próximas semanas, uma vez que a AMC confirmou que serão os dois últimos com a participação de Andrew Lincoln, o que pode despertar o interesse do público.

Confira uma prévia do quarto episódio:

Sinopse oficial do nono ano:

“Com a vida de Negan em suas mãos, Rick tinha uma escolha que definiria seu próprio caráter em comparação com o de seu inimigo. Ao tomar a decisão unilateral de perdoar Negan, Rick confirmou os valores que seu falecido filho, Carl, defendeu por construir para o futuro, mas criou conflitos dentro de seu grupo.

Nos novos episódios, veremos os sobreviventes um ano e meio após o fim da guerra, reconstruindo a civilização sob a liderança firme de Rick. É um momento relativo de paz entre as comunidades enquanto trabalham juntas, olhando o passado para moldar o futuro. Mas o mundo que eles conheciam está mudando rapidamente à medida que as construções criadas pelo ser humano continuam a se deteriorar e a natureza avança, mudando a paisagem e criando novos desafios.

Com o passar do tempo, as comunidades enfrentam obstáculos, perigos e, claro, zumbis inesperados, mas nada os prepara para a força formidável que estão prestes a enfrentar, o que ameaça a ideia de civilização que eles trabalharam arduamente para construir.”

‘The Walking Dead’: Lauren Cohan garante que trama de Maggie não acaba na 9ª temporada