Além do sucesso da animação baseada nos quadrinhos ‘Invencível’, o criador Robert Kirkman (‘The Walking Dead’) também está desenvolvendo uma adaptação live-action.
Um dos personagens mais marcantes da franquia é Nolan Grayson, também conhecido como o vilão Omni-Man… Pai do protagonista que dá título à obra.
Muitas vezes descrito como uma versão maligna do Superman, o Omni-Man também se destaca por conta de sua aparência de um simples pai de família que frequenta a academia, mas é muito mais perigoso do que aparenta.
Como o filme já está nos estágios iniciais de produção, o público está se perguntando quem poderia interpretá-lo.
Em entrevista para o Comic Book, o dublador do personagem, J.K. Simmons (‘Homem-Aranha’), foi questionado sobre o assunto e sugeriu quem ele gostaria de ver no papel.
“Não acho que Omni Man deva ser interpretado por um homem de 69 anos. Quero dizer, eu não poderia interpretá-lo, até onde eu sei, isso são apenas rumores. Mas talvez haja um uma participação especial para mim como o líder dos Viltrumites em um flashback ou algo assim.”
Ele continuou:
“Os dois primeiros caras que vêm à minha mente quando penso sobre isso são Ryan Reynolds e… Quero dizer, você está pensando num cara musculoso… Se não for Reynolds, quem precisa interpretar Omni Man é Hugh Jackman.”
Reynolds e Jackman já estão bastante familiarizados com o universo dos heróis, já que dão vida ao Deadpool e ao Wolverine, respectivamente.
Você acha que um deles poderia ser o Omni-Man?
Durante uma entrevista para o IGN, Kirkman foi questionado sobre os estágios de desenvolvimento da produção e confirmou que o trabalho foi retomado depois que as greves o atrasaram.
No momento, seu maior desafio é descobrir como garantir que o filme e a série animada sejam distintos um do outro.
“O filme está avançando lentamente. As greves e tudo mais interromperam as coisas por um tempo. Estamos voltando aos poucos e é tudo muito emocionante, mas não é algo que estamos apressando, é algo que definitivamente queremos acertar.”
Quando o perguntaram sobre as possíveis diferenças que o filme pode ter da série, ele foi evasivo ao dizer:
“Eu não gostaria de revelar isso por si só, mas acho que há muitas coisas diferentes que você pode realizar em uma produção live-action. Há muitos públicos diferentes que você pode alcançar e que, infelizmente, não pode alcançar na animação. Apenas pense que há uma sensação diferente da história que você terá na versão live-action, que pode não necessariamente ter na animação. São duas mídias completamente diferentes. Então, eu gosto da ideia dos quadrinhos de ‘Invencível’, é uma coisa à parte, a série animada já é uma coisa, e a versão live-action será uma coisa ainda mais diferente.”
Lembrando que a segunda parte da 2ª temporada da animação já está disponível na Amazon Prime.
Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.
Lembrando que o astro Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’, ‘The Boys’) fará parte do novo ciclo. Detalhes sobre seu personagem não foram revelados.
Com estreia marcada para 12 de abril na Amazon Prime, ‘Fallout‘ é uma das produções mais aguardadas de 2024 e ganhou um clipe inédito para provocar os fãs.
A cena destaca o visual do assustador personagem de Walton Goggins, chamado Cooper Howard, o Ghoul.
No cânone dos jogos, os Ghouls ou pós-humanos necróticos são mutantes decrépitos, apodrecidos e parecidos com zumbis.
A radiação intensa e prolongada devastou a pele, grande parte da carne e, em alguns casos, muitos dos seus ligamentos.
Paradoxalmente, eles também têm um tempo de vida em geral muito estendido e são, supostamente, imunes e até mesmo curados de danos por radiação ou precipitação nuclear.
Confira a cena, junto com o trailer:
First clip from the live-action ‘FALLOUT’ series, starring Walton Goggins and Ella Purnell.
Durante uma entrevista para a Vanity Fair, Todd Howard, o produtor da série disse que a trama será ambientada no cânone dos jogos, mas vai se concentrar em uma narrativa inédita porque:
“Eu não queria uma releitura de uma trama que já existe. Muito do que conversamo enquanto planewjávamos a série eram coisas do tipo: ‘Isso aqui é igual àquilo que fizemos em Fallout 3’… E eu dizia: ‘É, nós já contamos essa história, precisamos de algo novo’. Eu não tenho interesse em reciclar nada do que já fizemos. Eu estava interessado em contar uma história única na série. Trate-a como um jogo e dê aos criadores da série um campo para eles brincarem.”
Mesmo assim, a Bethesda [produtora responsável pelos games] considera a trama da série como parte fundamental da franquia como um todo.
“Consideramos os eventos da série como algo canônico. É incrível quando alguém olha para o seu trabalho e o traduz com estilo. Já pude ver [alguns trechos da série] e pensei: ‘Ah, por que não fizemos isso antes?’.”
O elenco conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-Jones, Aaron Moten e Kyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).
Jonathan Nolan, co-criador de ‘Westworld‘, será responsável pela série. Ele também irá dirigir o primeiro episódio da produção, cujas filmagens devem começar ainda em 2022.
Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servirão como showrunners da adaptação.
Além disso, Nolan também será produtor executivo do projeto ao lado de Lisa Joy, Athena Wickham, Todd Howard e James Altman.
A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.
Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.
Diante do desempenho abaixo do esperado de ‘Madame Teia’, que até o momento não atingiu a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias, a atriz Sydney Sweeney (‘Euphoria’) expressou que só retorna ao Universo do Homem-Aranha da Sony com uma condição.
Durante uma entrevista ao ComicBook, Sweeney explicou que consideraria voltar à produção apenas se tivesse a oportunidade de contracenar com Zendaya, sua colega de elenco em ‘Euphoria’. A atriz ainda exclamou: “Oh meu Deus, sim, seria incrível”.
Vale ressaltar que, após semanas de lançamento, ‘Mamame Teia’ ainda não conseguiu ultrapassar a marca de US$ 100 milhões em bilheteria, o que é um fracasso.
Para efeito de comparação, ‘Morbius’ teve uma arrecadação total de US$ 167,5 milhões, também considerado um fracasso no gênero. Outros filmes, como ‘As Marvels’ (US$ 206,1 milhões), ‘The Flash’ (US$ 139 milhões), ‘Shazam! 2’ (US$ 133,4 milhões) e ‘Besouro Azul’ (US$ 128 milhões), também enfrentaram resultados abaixo do esperado.
Apesar disso, com um orçamento de apenas US$ 80 milhões, ‘Madame Teia’ não teve um resultado tão desastroso quanto outros fracassos recentes do gênero. No entanto, a performance do filme ainda está longe de ser aceitável.
Nossa jornalista Janda Montenegro também teve a oportunidade de entrevistar Dakota Johnson, que comentou sobre o filme e com quais heróis e vilões ela quer lutar nas próximas iterações.
Na trama, Johnson interpreta Cassandra Webb, uma paramédica que começa a ter visões do futuro, tecendo teias que ligam o destino de diversos personagens.
‘Madame Teia’ destaca Dakota Johnsoncomo a heroína principal, ao lado de Julia Carpenter (Sydney Sweeney), Anya Corazon (Isabela Merced) e Mattie Franklin (Celeste O’Connor).
Enquanto isso, em outro universo… Madame Teia conta a história do filme solo da história de origem de uma das heroínas mais enigmáticas da Marvel. O thriller estrela Dakota Johnson como Cassandra Webb, uma paramédica em Manhattan que pode ter habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos… se elas conseguirem sobreviver ao presente ameaçador.
Uma pesquisa recente da HarrisX, compartilhada pela IndieWire, revela que a preferência por assistir filmes em casa está crescendo nos EUA.
Dois terços dos americanos (66%) preferem assistir filmes em plataformas de streaming, enquanto apenas 34% preferem a experiência tradicional do cinema.
O estudo indica que a conveniência e o custo são os principais fatores que impulsionam essa mudança.
A sequência épica ‘Duna: Parte 2’ continua sua jornada de sucesso nos cinemas brasileiros! O filme, dirigido por Denis Villeneuve (‘A Chegada’), já foi assistido por mais de 1 milhão de pessoas e arrecadou mais de R$ 23 milhões em bilheteria.
Vale ressaltar que, apesar do sucesso, ‘Duna: Parte 2’ perdeu o primeiro lugar nas bilheterias nacionais para ‘Os Farofeiros 2’. No entanto, o filme continua se saindo muito bem e deve continuar a atrair muitos espectadores nas próximas semanas.
‘Duna: Parte 2’ continua em cartaz em todo o Brasil.
Já faz um mês que a 3ª temporada da aclamada série ‘Bom Dia, Verônica’ chegou ao catálogo da Netflix, conquistando os assinantes da plataforma.
Para comemora o fim da atração nacional, a Netflix relembrou a época das gravações ao compartilhar imagens dos bastidores reunindo Tainá Müller,Rodrigo Santoroe o elenco principal.
“Quem é Doúm? Essa é a pergunta que norteia a terceira e última temporada de Bom dia, Verônica. Na busca pelo terceiro irmão, Verônica investiga o orfanato onde Brandão e Matias cresceram. Em uma pequena cidade, ela conhece Jerônimo, um criador de cavalos milionário, e sua mãe, Diana, uma mulher linda e misteriosa que esconde segredos sobre o passado macabro do lugar. No entanto, quando uma máfia coloca a família de Verô em perigo, ela precisa correr contra o tempo. Sem saída, ela arrisca todas as fichas em uma caçada perigosa da qual ela pode não sair viva.”
‘Oppenheimer’ dominou a edição 2024 do Oscar, o maior prêmio da sétima arte. O filme de Christopher Nolan sobre o criador da bomba atômica levou 7 estatuetas para casa, inclusive algumas das mais importantes, como melhor filme, melhor diretor, melhor ator (Cillian Murphy) e melhor ator coadjuvante (Robert Downey Jr.).
Recentemente, Christopher Nolan e Cillian Murphyparticiparam do programa Videoclube, do canal francês Konbini. A partir de um bate-papo descontraído em meio a mais de 40 mil filmes numa videolocadora, em Paris, o diretor e seu ator preferido compartilharam suas influências e seus filmes fundadores.
Ambos elogiam interpretações, diretores de fotografia e compositores de trilhas sonoras como responsáveis dos elementos essenciais de uma obra-prima audiovisual. Desse modo, o CinePOP apresenta a lista das 30 recomendações apontadas pelos dois e os comentários feitos.
Qual o melhor modo de navegar no misterioso mundo de Christopher Nolando que conhecendo suas referências cinematográficas? Para te ajudar a remar entre essas informações, separamos os títulos em quatro períodos: I)Início do século XX; II)Final do século XX; III)Começo do século XXI; e IV)Os Últimos Dez Anos. Descubra todos abaixo!
I) Início do século XX: de 1920-1959
1. Dr. Mabuse, o Jogador, Fritz Lang, 1922
Cena de Dr. Mabuse, o Jogador
Lançado toda semana como episódios de um folhetim, o compilado alemão Dr. Mabuse, o Jogadorpossui 271 minutos e foi uma das principais influências para o personagem do Coringa (Heath Ledger)em Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008). Christopher Nolan fez o seu irmão e roteirista do filme, Jonathan Nolan, assistir todos os títulos do criminoso Dr. Mabuse, enquanto escrevia o roteiro do segundo filme da trilogia do homem-morcego.
2. Ouro e Maldição, Erich von Stroheim, 1924
Segundo o diretor de Oppenheimer, esta é uma obra-prima perdida aos olhos do público ao passar dos anos. Ele ainda afirma que Ouro e Maldiçãopossui um dos melhores finais de todos os tempos. O filme acompanha a transformação do caráter de três personagens dominados pela ganância. O corte original do diretor nunca foi encontrado, no entanto, as versões ainda em circulação são muito bem feitas.
Assistido para ajudar na filmagem de Dunkirk, os pontos mais interessantes da obra para o cineasta eram os efeitos práticos diante das câmeras. Como, por exemplo, a queda de um avião na qual os espectadores veem a água entrar no cockpit quebrando as janelas.
Para Nolan – um opositor da técnica do GCI em seus filmes – a técnica prática de colocar telas de papel e reservatórios de água é fenomenal. Este era o efeito que buscava em Oppenheimer, isto é, ter soluções para filmagem em frente das lentes das câmeras.
“Quando me questionam porque Oppenheimer não segue uma ordem cronológica, eu cito oCidadão Kane como [um exemplo] brilhante de contar a vida inteira de uma pessoa em poucas horas”, confessa Christopher Nolan durante a conversa. A audácia de sair da narrativa estruturada fez desse filme sempre um marco da sétima arte. Além disso, o cineasta destaca a fantástica direção de fotografia de Gregg Toland (ganhador do Oscar por O Morro dos Ventos Uivantes [1939]).
Uma história de decadência fabulosa nos arredores de Hollywood. De acordo com Nolan, o roteiro de Crepúsculo dos Deuses é baseado no cineasta incrível Erich von Stroheim – supracitado nesta lista – o qual destruiu sua carreira na indústria cinematográfica. Este é um título tidos como atemporais pelo diretor e pelo ator. Afinal já se passaram mais de 70 anos e a sua narrativa continua pungente e conectada à nossa realidade.
O drama de guerra francês O Salário do Medofoi agrande influência para o filme Dunkirk (2017). Antes de começar as filmagens do seu longa, o diretor mostrou para toda a equipe técnica como base visual de seus anseios para o projeto.
Estaé uma referência clássica para todos os filmes de aventura. Apesar de não soar como, Nolan nos lembra que Lawrence da Arábiaé uma cinebiografia, além de uma das maiores obras-primas do cinema. Ele ressalta a fotografia extraordinária de uma beleza marcante e sua potência de nunca envelhecer. O diretor confessa assisti-lo a cada dois ou três anos e o filme sempre mantém um frescor de uma obra completa.
Christopher Nolan afirma ter evitado rever Dr. Fantástico durante o processo de Oppenheimer, por conta da temática extremamente próxima. Contudo, ele alega que as memórias do filme eram bastante fortes na sua mente durante as filmagens, já que o assunto tem imediata relação com a biografia de Julius Robert Oppenheimer e as cenas de discussão ao redor da mesa de reunião são inesquecíveis.
Zulu é possivelmente um dos maiores filmes de guerra já feitos. Passado no continente africano, em 1879, o longa conta a história verídica do colonialismo britânico. Na trama, um grupo de soldados tenta defender sua posição em Rorke’s Drift contra uma batalhão de acirrados guerreiros zulus. Outro filme de referência para Dunkirk.
10. A Colina dos Homens Perdidos, Sidney Lumet, 1965
Considerado maravilhoso pela fotografia em preto e branco, o longa também é lembrado pelos movimentos de câmera, conhecidos como steadicam, isto é, mesmo antes da invenção do estabilizador em 1974. Filmado em 35mm, o diretor lembra que na época não existia o maquinário de hoje e, então, era utilizado apenas um carrinho para o efeito.
Ganhador de dois Oscar, de ator para John Mills e Direção de Fotografia para Freddie Young — o mesmo de Lawrence da Arábia e Dr. Jivago, ambos premiados com a estatueta —, A Filha de Ryanéum dos filmes preferidos de Christopher Nolan. Na trama, após a Revolta da Páscoa de 1916, em uma pequena vila irlandesa, uma mulher casada (Sarah Miles) tem um caso com um atormentado oficial britânico (Christopher Jones), tido como um romance de adultério com toque do clássico da literatura Madame Bovary.
Assim como em A Colina dos Homens Perdidos do mesmo diretor estadunidense, Sean Connery encabeça o filme. Nolan, entretanto, declara jamais ter visto uma atuação tão emblemática de Sir Connery como nesta obra. Até os Deuses Erramé um filme de tirar o fôlego, mas muito depressivo, de acordo com Murphy e Nolan.
Qual o filme preferido deCillian Murphy? Espantalho! Ambos os atores protagonistas estavam no topo das suas carreiras quando filmaram este filme, Al Pacino depois de O Poderoso Chefão (1972) e Gene Hackman logo depois de Operação França (1971).
14. O Homem que Queria Ser Rei, John Huston, 1975
Michael Caen e Sean Connery, os dois juntos, têm uma química perfeita. O Homem Que Queria Ser Rei é marcante por essa dinâmica. A narrativa desse épico baseada na disputa de dois soldados britânicos por terras na Índia é baseada no conto do imortal de literatura Rudyard Kipling (1865-1936).
A versão norte-americana do supracitado O Salário do Medo (1953). O ritmo de O Comboio do Medo, entretanto, é diferente e começa com muita ação — como um filme de espionagem —, mas logo perde as aceleradas sequências e desestabiliza o compasso narrativo. Christopher Nolan, contudo, chama atenção para a marcante cena do caminhão preso na ponte sob uma tórrida chuva. Aliás, o final também é diferente, mas é igualmente controverso.
Outro ponto a destacar é a trilha sonora de Tangerine Dream, banda alemã formada no fim dos anos 1960, considerada como um grande expoente do rock progressivo eletrônico, junto com o Kraftwerk. [Ouça aqui!]
Ganhador de quatro Oscar®, Carruagens de Fogoé uma ótima história de rivalidade, sendo um dos primeiros longas desse gênero em competições esportivas. Além de uma trilha sonora fantástica do músico grego Vangelis Papathanassiou (1943-2022), remarcada como memorável tanto pelo diretor quanto pelo ator. [Ouça aqui!]
17. Furyo – Em Nome da Honra, Nagisa Oshima, 1983
Grande performance do ator Tom Conti, o qual tem o primoroso papel de Albert Einstein em Oppenheimer. Neste drama de guerra estrelado por David Bowie e Ryuichi Sakamoto, o mestre japonês Nagisa Oshima — realizador do polêmico O Império dos Sentidos — arma uma intriga provocante baseada no livro de Sir Laurens Van der Post (1906-1966). Furyo – Em Nome da Honra relata o choque cultural entre orientais e ocidentais num campo de concentração em plena Segunda Guerra Mundial.
Christopher Nolan pediu a Cillian Murphy para rever o filme Amadeus antes das filmagens porque a dinâmica entre Mozart (Tom Hulce) e Antonio Salieri (F. Murray Abraham) era parecida com a entre Oppenheimer (Cillian Murphy) e Strauss (Robert Downey Jr.). O diretor detalha que marcou a perspectiva de cada personagem através das cores: do ponto de vista de Oppenheimer, as cenas são em cores; já por meio do olhar de Strauss, as cenas são em preto e branco.
19. JFK: A Pergunta que Não Quer Calar, Oliver Stone, 1991
Grandes diálogos e suspense de pessoas lidando com grandes problemas a resolver, tal como Nolan desejava fazer em Oppenheimer. Segundo o cineasta, o espectador sente a pressão através dos diálogos, dando a impressão de um filme de ação. O diretor afirma, no entanto, que o seu recente filme é historicamente mais preciso do que JFK.
Para Cillian Murphy, este foi um das obras que mais o influenciou durante a sua juventude na Irlanda, além de ter sido um grande sucesso no país. Segundo ele, Em Nome do Paié a segunda maior interpretação de Daniel Day-Lewis na sua finita carreira. [A primeira aparecerá ainda nesta lista].
21. O Ódio, Mathieu Kassovitz, 1995
Cillian Murphy declara ter apresentado recentemente aos seus filhos — Malachy, de 17 anos, e Carrick, de 16 anos — este clássico contemporâneo francês, em preto e branco, sobre a juventude à margem da sociedade da periferia de Paris. Segundo ele, O Ódioé incrivelmente bem filmado e atemporal, além de continuar tendo a mesma relevância de quase 30 anos atrás.
A sequência de tiroteio no banco de Batman: O Cavaleiro das Trevas é totalmente inspirada nesse filme.Fogo Contra Fogo reúne as feras Al Pacino, Robert De Niro e Jon Voight em excelente obra de fuga e perseguição policial.
ParaChristopher Nolan, Além da Linha Vermelhaé um fantástico filme de guerra e extremamente poético. Ele ressalta igualmente a impecável trilha sonora de Hans Zimmer, Journey to the Line, por exemplo, a qual encontra os acordes perfeitos nos momentos precisos.
Excelente performance de Christian Bale, protagonista da trilogia do Batman de Christopher Nolan. Provavelmente, o convite para interpretar o papel do super-herói veio depois de ter impressionado o diretor com a sua atuação no papel do psicótico Patrick Bateman.
Cillian Murphy e Christopher Nolan são fãs do trabalho de Paul Thomas Anderson. Embriagado de Amor, para o ator, é o segundo melhor filme do cineasta estadunidense. Protagonizado por Adam Sandler e Emily Watson, este é um drama psicológico que mistura os sentimentos de raiva, paixão, luxúria e confusão.
Na opinião de Christopher Nolan, Sangue Negro é o melhor filme de Paul Thomas Anderson. Já para Cillian Murphy, o drama apresenta a melhor performance do ator Daniel Day-Lewis de todos os tempos. Além disso, para construir a ambientação do início do século XX de Oppenheimer, Nolan convidou a chefe de decoração de Sangue Negro, Ruth De Jong.
Novamente, Christopher Nolancoloca em evidência o trabalho de um dos atores com que ele trabalhou junto em três oportunidades posteriores a este filme. Com elogios a dinâmica de direção de Refn e a hipnotizante atuação de Tom Hardy,Bronson pode ser considerado o pontapé inicial da parceria entre Hardy e Nolan. Eles trabalharam juntos em A Origem (2010), Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012) e Dunkirk (2017).
IV) Os Últimos Dez Anos: de 2013-2023
28. Eu, Daniel Blake, Ken Loach, 2016
Cillian Murphy revela que trabalhar com Ken Loach mudou a sua forma de atuar, como em Ventos da Liberdade (2006). Ele ainda afirma que o cineasta britânico é um dos maiores diretores do cinema ainda vivos. O ator também compartilha que Loach não diz “Corta” ou “Ação”, ele diz “Off” e “Go”, além de não dar marcação de palco para o elenco durante as filmagens. Por outro lado, Nolan confessa ter a impressão que todos os filmes de Ken Loach são como documentários, tal como Eu, Daniel Blake.
29. Westworld, Jonathan Nolan et Lisa Joy, 2016-2022
Estávamos falando de filmes, certo?Christopher Nolan, entretanto, abriu uma brecha nas regras para elogiar o trabalho do seu irmão no comando da série de ficção-científica da HBO. Segundo o diretor, Westworld é excelente e executada de forma fantástica. Concordamos até a metade da segunda temporada.
Já que falamos de séries, Murphy e Nolan citam igualmente a acachapante Chernobyl. Para eles, a produção é excelente e verdadeiramente depressiva, o que realmente comunica os perigos da radioatividade.
Realizada pela islandesa Hildur Guðnadóttir, ganhadora do Oscar pela sua composição para Coringa (2019), de Todd Phillips, eles também destacam a trilha sonora impactante e poderosa na ambientação da história. [Ouça aqui!]
Os slasher movies se popularizaram novamente nos anos 90 com o sucesso estrondoso de ‘Pânico‘ (Scream, 1996), filme do mestre Wes Craven que subvertia os clichês do gênero e usava a metalinguagem para aterrorizar e também fazer rir. O filme abriu com apenas US$ 6,3 milhões em seu final de semana de estreia e terminou sua jornada nos cinemas com gigantes US$ 103 milhões. Com o sucesso, tivemos dezenas de filmes no mesmo estilo, com alguns bem sucedidos como ‘Eu Sei…‘ e ‘Lenda Urbana‘. No começo dos anos 2000, o subgênero saturou.
Agora, com os revivals bem sucedidos das franquias ‘Pânico‘ e ‘Halloween‘, novos filmes slasher estão ganhando vida… como é o caso de ‘Feriado Sangrento‘ (Thanksgiven) – que acaba de ser lançado no catálogo do Max e você precisa assistir.
O filme nasceu como um dos trailers grotescos e irônicos de filmes falsos dos anos 70 que foram exibidos entre as duas metades de ‘Grindhouse‘, longa-metragem de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez. O diretor Eli Roth trazia um humano amarrado, assado e servido como um grande peru crocante. Esse momento é um dos mais hilários de ‘Grindhouse‘, mas também foi perturbador o suficiente para prender a atenção do espectador.
Agora, Eli Roth finalmente faz um filme completo daquele trailer, e o resultado é extremamente saboroso e perturbador.
O diretor de ‘O Albergue‘ e ‘Cabana na Floresta‘ consegue criar um universo rico em personagens e uma história envolvente, enquanto cria cenas de assassinatos sangrentas e bem boladas e desenvolvidas, trazendo o melhor do slasher.
A sequência de abertura é um deleite à parte: um supermercado está fazendo uma liquidação de Black Friday e centenas de pessoas estão empurrando as grades de proteção desesperadas para ganharem uma máquina de Waffle, que será dada aos primeiros que conseguirem pegar. O tumulto toma conta do lugar e os seguranças não conseguem segurar as pessoas desesperadas pela promoção. No momento que a loja abre, é uma tragédia atrás da outra. Pessoas pisoteadas, o segurança com a jugular cortada pela porta de vidro, e muitas mortes.
Um ano depois da tragédia, um assassino misterioso fantasiado de peregrino aterroriza a cidade de Plymouth em Massachusetts, cidade berço do feriado americano de Ação de Graças.
Ele vai atrás de todos que ele acha que foram os responsáveis pelas mortes durante a liquidação da loja. À partir daí, temos as cenas de mortes mais variadas e absurdas possíveis, com muito sangue e toques de humor politicamente incorreto. É literalmente um banho de sangue, e o diretor mata os personagens da maneira mais criativa possível enquanto ainda tece críticas ao consumismo exacerbado dos norte-americanos.
Mesmo abusando do humor em alguns momentos para tirar a tensão iminente de algumas cenas, Roth cria um terceiro ato perturbador com cenas extremamente grotescas e nojentas que vai te fazer pensar toda vez que comer um peru assado.
A influencer Addison Rae entrega uma boa atuação como a final girl, e o elenco ainda conta com grandes nomes como Patrick Dempsey e Gina Gershon em ótimos papeis.
‘Feriado Sangrento‘ é um slasher que vai aos extremos, seja nos momentos cômicos ou nas cenas gore. E ele entrega justamente o que o título nacional promete… um feriado bem sangrento. Os fãs do gênero vão se deliciar.
Ah, os anos 80! Foi uma década como nenhuma outra. E como sentimos falta dela. Bem, é muito bom olhar para trás com saudosismo de uma época que criou muita coisa que serviu de pilar para o entretenimento que temos hoje, mesmo reconhecendo as gritantes bizarrices do comportamento considerado aceitável na época. Machismo, homofobia, racismo, entre outras coisas, estavam em pauta na época, e muita coisa passava por debaixo dos panos.
Ao revisitarmos as obras da época, poderemos nos pegar chocados com certos momentos do entretenimento. Mas isso é normal, e serve como aprendizado para que os erros não voltem a acontecer, além de percebermos o quanto evoluímos como sociedade de uma forma positiva. Dentre os clássicos dos anos 80 que estão completando aniversário de 40 anos em 2024 temos obras como ‘O Exterminador do Futuro’, ‘Os Caça-Fantasmas’, ‘Um Tira da Pesada’, ‘Karatê Kid’, ‘Gremlins’, ‘Indiana Jones e o Templo da Perdição’ e tantas outras.
Mas existem também aqueles filmes esquecidos, que quase ninguém mais comenta, outros tantos esqueceram que foram lançados e, pior, alguns podem sequer saber que existam. Isso é verdade até mesmo quando falamos de um gênero popular como a comédia. Justamente nessa nova matéria iremos lembrar de 10 Comédias dos Anos 80 totalmente esquecidas, mas que estão completando 40 anos de estreia. Confira.
A Última Festa de Solteiro
Os fãs de cinema mais novos talvez conheçam o astro Tom Hanks apenas como um ator prestigiado de filmes mais sérios e repleto de prêmios. Mas antes de ganhar seus dois Oscar seguidos de ator protagonista, Hanks era mais conhecido no início de carreira pelos filmes de comédia que fazia, como ‘Splash – Uma Sereia em Minha Vida’, ‘Um Dia a Casa Cai’ e ‘Meus Vizinhos São um Terror’. Do lote, um dos menos conhecidos é apimentado ‘A Última Festa de Solteiro’, cujo título define bem. Hanks vive um sujeito prestes a se casar, e seus amigos o levam para uma noite selvagem.
Os dois lendários comediantes protagonistas deste filme pouco mencionado hoje em dia se reconectaram com o sucesso e com o público atual. Steve Martin viu uma nova onda de popularidade em sua carreira com o sucesso da série ‘Only Murders in the Building’. Já Lily Tomlin havia feito o mesmo anos antes com a sitcom da Netflix, ‘Gracie e Frankie’. Na trama de ‘Um Espírito Baixou em Mim’, Tomlin vive uma milionária excêntrica que morre, mas transfere seu espírito acidentalmente para seu advogado, papel de Martin, com o sujeito ainda vivo. Agora ambos disputam o controle do corpo.
Johnny, o Gângster
Antes de se tornar o primeiro Batman do cinema, e muito antes de ressurgir como ator prestigiado em ‘Birdman’, Michael Keaton também era um ator especializado em fazer comédias. E quando falamos nos filmes de humor que ele fez, o que todos irão lembrar certamente é ‘Beetlejuice’ e talvez ‘Eu, Minha Mulher e Minhas Cópias’. Mas antes de tudo isso, ele esteve à frente do elenco dessa comédia nonsense, no mesmo clima de ‘Corra que a Polícia Vem Aí’, na qual interpreta um aspirante a mafioso. O filme é da mesma diretora de ‘As Patricinhas de Beverly Hills’.
Moscou em Nova York
Agora chegamos a um filme protagonizado pelo saudosíssimo Robin Williams. De todos os grandes que perdemos nos últimos anos, Williams talvez tenha sido um dos que mais deixou saudade, e que se foi da maneira mais estúpida possível. O comediante marcou seu nome em Hollywood com trabalhos inesquecíveis como ‘Uma Babá Quase Perfeita’, ‘Jumanji’ e a voz do Gênio em ‘Aladdin’.
Mas um dos filmes que nunca é mencionado do repertório do ator está completando 40 anos. Em ‘Moscou em Nova York’ ele vive um russo que fica encantado por Nova York após uma visita com seu circo para se apresentar na cidade e escolhe deixar seu país pelos EUA.
Feitiço do Rio
Nem mesmo os atores mais prestigiados do mundo escapam de ter no currículo obras duvidosas, ou até mesmo nada populares. Esse é o caso com o nonagenário Michael Caine, uma verdadeira lenda do cinema mundial. Dentre seu conjunto da obra memorável temos inclusive algumas produções estranhas, como ‘Tubarão 4 – A Vingança’. Ou que tal essa ‘Feitiço do Rio’, você já tinha ouvido falar?
O filme deveria ser pré-requisito para todos os cariocas saberem como os gringos viam o Rio na década de 80, uma época em que tudo podia. No filme, Caine vive o pai de ninguém menos que uma Demi Moore adolescente. Eles viajam ao Rio de Janeiro de férias, ao lado do melhor amigo dele e da filha deste. Os ares sedutores de nossa cidade fazem Caine ser atraído pela filha do amigo, criando uma baita confusão internacional.
Rhinestone – Um Brilho na Noite
Todos lembram quando Sylvester Stallone fugiu da polícia de uma pequena cidadezinha em ‘Rambo 1’ ou quando voltou ao Vietnã para resgatar americanos atrás das linhas inimigas em ‘Rambo 2’. Inesquecível também foi a série de lutadores dos mais diferentes que enfrentou na franquia de boxe ‘Rocky’. Fora isso, Stallone já teve muitos encontros memoráveis no cinema, como com Wesley Snipes, Antonio Banderas e Sharon Stone. Mas você lembra quando ele cantou na pseudo comédia musical ao lado de Dolly Parton? Você não está sozinho, pois praticamente ninguém lembra. Apesar disso, ‘Rhinestone’ é bem real.
A Melhor Defesa é o Ataque
O mais legal destas matérias nostálgicas é a volta no tempo por uma Hollywood do passado, que marcou a vida de tantas pessoas, e marcou astros, dos quais muitos não estão nem mais aqui, no panteão dos Deuses do Cinema. É o caso com o saudoso Dudley Moore, baixinho inglês imortalizado como ‘Arthur – O Milionário Sedutor’. Há 40 anos, ele abria as portas para um tal de Eddie Murphy em um de seus primeiros trabalhos. E Murphy realmente aparece pouco, quase em uma ponta, nesse filme sobre o criador de um tanque de guerra para o exército americano (Moore) e o militar que o testou (Murphy).
Trapalhadas na Casa Branca
Outra icônica estrela dos anos 80 e 90 que, infelizmente, não aparece mais tanto quanto gostaríamos. Goldie Hawn foi um dos nomes mais quentes destas décadas, emplacando uma comédia atrás da outra. A boa notícia para os fãs é que ela voltará a se encontrar com Diane Keaton e Bette Midler (do clássico ‘O Clube das Desquitadas’) em ‘Family Jewels’ (em fase de pré-produção). Voltando 40 anos no passado, a encontrávamos em ‘Trapalhadas na Casa Branca’, sobre uma mulher que termina impedindo um atentado contra uma autoridade do Oriente Médio, se torna celebridade e é convidada pelo Governo americano para integrar o departamento de defesa.
Almôndegas 2
Bem, para não conhecer o filme ‘Almôndegas 2’, talvez seja preciso antes você “não conhecer” o filme ‘Almôndegas’. O primeiro filme é estrelado por Bill Murray e foi a primeira vez que ele trabalhou com o diretor Ivan Reitman, cinco anos antes de ‘Os Caça-Fantasmas’. A premissa é básica, imagine um ‘Sexta-Feira 13’, mas ao invés de terror, comédia. Murray interpreta um monitor de um acampamento de férias para adolescentes, que aprontam todas. A continuação, lançada no mesmo ano do primeiro ‘Os Caça-Fantasmas’ não teve Murray e nem Reitman associados ao projeto, mostrando um novo grupo de jovens no acampamento.
Patrulha Noturna
Imagine um ‘Loucademia de Polícia’ que não ficou famoso, e temos ‘Patrulha Noturna’. Aliás, este filme foi lançado no mesmo ano do ‘Loucademia de Polícia’ original, mas ao contrário de seu “primo rico” não gerou uma continuação por ano até o fim da década. A história é a mesma, fazendo deste um filme gêmeo, com policiais ineptos causando caos e destruição à cidade, bem mais do que ajudam. Um dos policiais, transferido para a patrulha noturna almeja se tornar comediante. No elenco deste escracho, figuras como Pat Morita, o eterno Sr. Miyagi, e Linda Blair, a menina de ‘O Exorcista’.
Os fãs de cinema ainda estão recuperando o fôlego da última edição do Oscar, uma noite que esperamos o ano todo. Filmes queridos como ‘Oppenheimer’ e ‘Pobres Criaturas’ dominaram a edição e foram os maiores vencedores dos prêmios. Outros saíram de mãos abanando. Não podemos dizer que as estatuetas foram bem distribuídas nessa edição. E está tudo bem.
Porém, os números não mentem e não podemos deixar de repará-los e comentá-los. Nesta mais recente edição do Oscar, um filme em especial chamou atenção pelo número elevado de indicações e o total de zero estatuetas ganhas. Falamos de ‘Assassinos da Lua das Flores’, um grande favorito de cinéfilos pelo mundo todo, inclusive no Brasil, afinal trata-se do novo trabalho de Martin Scorsese. No entanto, os votantes da Academia não compartilharam deste entusiasmo pelo filme mais longo do ano.
‘Assassinos da Lua das Flores’ entra para a história do maior prêmio da sétima arte com um recorde negativo – se tornou um dos maiores “perdedores” do evento. Ou seja, um dos filmes com mais nomeações e nenhuma vitória. Mas ele não está sozinho nessa. Confira abaixo qual o top 10 deste recorde negativo. PS. Para o desempate de filmes com o mesmo número de indicações – analisamos as categorias mais importantes para o ranking na lista.
10 | A Caldeira do Diabo (1957)
Baseado no romance de Grace Metalious, ‘Peyton Place’ (no título original) foi um verdadeiro filme-evento de sua época. Uma história rica que mistura romance, mistério, intrigas e até assassinato em uma pequena cidade à primeira vista perfeita. Indicado para 9 prêmios no Oscar – melhor filme, diretor (Mark Robson), atriz (Lana Turner), atrizes coadjuvantes (Hope Lange e Diane Varsi), atores coadjuvantes (Arthur Kennedy e Russ Tamblyn), roteiro adaptado e fotografia, ‘A Caldeira do Diabo’ saiu da noite sem nenhum.
Agora pulamos para um filme bem mais recente, que figurou na edição do Oscar do ano passado. Também uma obra muito querida, do mesmo diretor de ‘Três Anúncios para um Crime’, embora seja um filme menor. Passado todo em um vilarejo da Irlanda no ano de 1923, o longa fala sobre o fim da amizade de dois grandes amigos. Aqui também foram 9 indicações sem vitória: melhor filme, diretor (Martin McDonagh), ator (Colin Farrell), atores coadjuvantes (Brendan Gleeson e Barry Keoghan), atriz coadjuvante (Kerry Condon), roteiro original, edição e trilha sonora.
08 | Pérfida (1941)
O filme mais antigo de Hollywood a figurar entre os maiores “perdedores” do Oscar, ‘Pérfida’ tem como título original ‘The Little Foxes’ e tem como protagonista uma das maiores estrelas do cinema: Bette Davis. Com direção de William Wyler, o filme narra as desventuras de uma rica, poderosa e também impiedosa família, comandada pela matriarca Regina (Davis). ‘Pérfida’ também teve 9 indicações no Oscar sem vitórias: melhor filme, diretor (Wyler), atriz (Davis), atrizes coadjuvantes (Teresa Wright e Patricia Collinge), roteiro, direção de arte, edição e trilha sonora.
O diretor Martin Scorsese é considerado o maior cineasta vivo, mas o título não vem sem seus percalços. Por exemplo, ele é também o realizador com o maior número de filmes “perdedores” na lista. São três ao total. Começamos com esse épico sobre os primórdios violentos da cidade que Scorsese ama de paixão: Nova York. O longa teve 10 indicações ao Oscar: melhor filme, diretor (Scorsese), ator (Daniel Day-Lewis), roteiro original, fotografia, edição, direção de arte, figurino, som e canção do U2. E saiu de mãos vazias.
‘Gangues de Nova York’ foi o primeiro grande filme de Scorsese esnobado de forma colossal pelo Oscar. Mas outros viriam. Seguindo de perto a mesma cartilha, ‘O Irlandês’, colaboração do diretor com a Netflix sobre o envolvimento da máfia no assassinato do líder sindicalista Jimmy Hoffa, também teve 10 indicações ao Oscar sem vitória: melhor filme, diretor (Scorsese), atores coadjuvantes (Al Pacino e Joe Pesci), roteiro adaptado, fotografia, edição, direção de arte, figurino e efeitos visuais.
Por fim, completando a “trilogia da tristeza” de Martin Scorsese no Oscar, temos o caso deste ano. ‘Assassinos da Lua das Flores’, um dos filmes mais elogiados de 2023, se tornou a mais recente obra a adentrar a seleta lista dos grandes “perdedores” da história da Academia – que perdeu uma grande chance de premiar a primeira mulher indígena da história com Lily Gladstone. ‘Assassinos…’ teve 10 indicações e não levou nenhuma: melhor filme, diretor (Scorsese), atriz (Gladstone), ator coadjuvante (Robert De Niro), fotografia, edição, direção de arte, figurino, trilha sonora e canção.
Martin Scorsese pode ser o diretor que mais filmes possui entre os maiores “perdedores” do Oscar, mas definitivamente não é o único cineasta celebradíssimo a figurar na lista. Os cultuados irmãos Coen (Joel e Ethan) também possuem um filme no currículo que esteve indicado para absurdos 10 prêmios e não levou nenhum. Falamos do remake do western ‘Bravura Indômita’, que muitos dizem ser superior ao original com John Wayne na década de 1960. O longa recebeu nomeações de melhor filme, diretores (Joel e Ethan Coen), ator (Jeff Bridges), atriz coadjuvante (Hailee Steinfeld), roteiro adaptado, fotografia, direção de arte, figurino, edição de som e mixagem de som.
Mesmo quando Scorsese não está mais na lista dos grandes “perdedores”, surge um filme que tem tudo a ver com ele. Quando foi lançado nos cinemas, ‘Trapaça’ foi muito comparado aos filmes de Martin Scorsese, mesmo tendo sido dirigido por David O. Russell. Mas o que muitos podem não ter se atentado, é que no mesmo ano tivemos um filme de Scorsese também competindo, com ‘O Lobo de Wall Street’.
Com um elenco grandioso, e uma trama sobre golpistas muito confusa para seguir, ‘Trapaça’ teve 10 indicações sem vitórias – algumas bem importantes, vide: melhor filme, diretor (Russell), atriz (Amy Adams), ator (Christian Bale), atriz coadjuvante (Jennifer Lawrence), ator coadjuvante (Bradley Cooper), roteiro original, edição, direção de arte e figurino.
A primeira versão nos cinemas de ‘A Cor Púrpura’ ainda é o filme no qual todos pensam quando falamos do maior perdedor da história do Oscar. E realmente ele é um dos dois com maior número de indicações sem uma vitória sequer para chamar de sua. Foram 11 nomeações ao total. E o motivo pelo qual todos lembram dele é por ser o filme mais famoso a receber tal “honraria”. E também, claro, por ser um filme com assinatura de Steven Spielberg. Mas existe um filme que recebeu o mesmo número de indicações, só que algumas mais importantes, que veremos abaixo.
‘A Cor Púrpura’ foi indicado para melhor filme, atriz (Whoopi Goldberg), atrizes coadjuvantes (Oprah Winfrey e Margaret Avery), roteiro adaptado, fotografia, direção de arte, figurino, maquiagem, trilha sonora e canção.
01 | Momento de Decisão (1977)
‘Momento de Decisão’ (The Turning Point) é um drama da 20th Century Fox sobre uma mãe precisando confrontar sua decisão de abrir mão da carreira como dançarina para ter uma família, quando sua filha decide seguir carreira no balé. O filme quase não é mencionado nos dias de hoje, e quando todos pensam no “maior perdedor” do Oscar, automaticamente lembram de ‘A Cor Púrpura’. Porém, ‘Momento de Decisão’ perdeu prêmios ainda mais importantes de suas 11 indicações, ficando assim com o primeiro lugar do nosso ranking.
Bem, talvez a pouca fama que ‘Momento de Decisão’ possua esteja relacionada à sua falta de sorte junto aos votantes da Academia. A obra foi indicada para melhor filme, diretor (Herbert Ross), atrizes protagonistas (Anne Bancroft e Shirley MacLaine), ator coadjuvante (Mikhail Baryshnikov), atriz coadjuvante (Leslie Browne), roteiro original, fotografia, edição, direção de arte e som.
É fácil entender por que a Amazon Prime Video é uma das maiores plataformas de streaming da atualidade. Por exemplo, um dos maiores blockbusters da última temporada, ela estreou de forma exclusiva. O melhor filme de terror do ano passado, só ela tem também. Duas das comédias mais comentadas do ano passado – conteúdo exclusivo de seu acervo! Um cultuado “terrir” que brinca com estereótipos raciais do cinema, você só encontra na Amazon.
Para continuar enfatizando esse ponto, abaixo selecionamos 10 filmes dos mais variados gêneros que acabaram de chegar na plataforma da Amazon Prime Video – muitos de forma exclusiva – para você curtir. Confira abaixo e comece a maratonar.
Começamos com um dos maiores blockbusters do ano passado – que a Amazon trouxe de forma exclusiva primeiro para a sua plataforma. Muitos podem não acreditar, mas a franquia ‘Velozes e Furiosos’ chegou ao seu décimo exemplar (sem contar o derivado ‘Hobbs e Shaw’, de 2019). Desta vez, ao invés de carros indo para o espaço, temos Roma sendo explodida por uma bola de ferro e uma nova grande ameaça para a “família”, introduzida na forma de Jason Momoa. Ah sim, e um dos maiores elencos de estrelas já vistos em Hollywood.
Ambulância – Um Dia de Crime
Sabe aquela coisa de duas comidas que combinam de tal forma que parecem ter sido feitas uma para a outra. Como feijão com arroz ou hambúrguer e batata frita. Pois bem, o diretor Michael Bay também parece uma pedida óbvia para o comando de algum dos filmes de ‘Velozes e Furiosos’ – por que ninguém nunca pensou nisso? Um cineasta especializado em explodir coisas, ele recruta Jake Gyllenhaal para viver um grande vilão em sua carreira, que sequestra uma ambulância ao lado do irmão adotivo Yahya Abdul-Mateen II, com Eiza Gonzálezdentro.
Agora, se você prefere um filme de ação mais pé no chão e menos “mentiroso”, fazendo uso de certo suspense e cenas tensas, a pedida para você é ‘O Som da Liberdade’. Esqueça as polêmicas cercando a produção do filme, pois a trama fala sobre algo muito digno e que precisa ser enaltecido, o resgate de crianças sequestradas pelo tráfico sexual de menores, e uma equipe particular de elite destinada a derrubar essas organizações criminosas hediondas. Jim Caviezel estrela como Tim Ballard, o verdadeiro sujeito por trás destas ações heroicas.
Tido como uma das melhores comédias dos últimos tempos, com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, ‘Bottoms’ no título original, traz duas melhores amigas não muito populares no colégio, que resolvem por algo louco e totalmente inusitado a fim de impressionar as líderes de torcida e também seus “crushes” esportistas: criar um clube da luta para adolescentes – assim como descreve o título. Essa é uma comédia incorreta estrelada por Rachel Sennott (que também assina o roteiro) e Ayo Edbiri (sucesso na série ‘O Urso’).
Por falar em comédias extremamente populares estreladas por mulheres, aqui seguimos no caminho do politicamente incorreto para um filme que dá protagonismo a jovens mulheres asiáticas no comando do escracho. De fato, quem protagoniza é a mesma Stephanie Hsu, que foi indicada ao Oscar por ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ no papel da filha.
Ela se une a Ashley Park, Sherry Cola e Sabrina Wu para uma viagem de garotas totalmente ácida e fora dos trilhos. A viagem do quarteto consiste em recobrar suas raízes pela Ásia, quando tentam encontrar o pai biológico de uma delas. Também marca 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O grande Willem Dafoe está atualmente em cartaz no drama surreal indicado ao Oscar de melhor filme ‘Pobres Criaturas’, que poderá dar para Emma Stone seu segundo Oscar da carreira. Muito se comentou sobre a possível indicação de Dafoe como uma espécie de Dr. Frankenstein no filme. Ele não foi indicado, mas aqui estrela um thriller sufocante que deu o que falar desde que seu trailer foi lançado. Ele vive um ladrão de arte sofisticado, que termina se dando mal em sua última tentativa criminal, terminando preso em um apartamento altamente tecnológico em Nova York.
Por falar em atores renomados em filmes de suspense, quem aparece agora na lista é a atriz duas vezes indicada ao Oscar Naomi Watts. Ela interpreta uma alpinista experiente, que é pega bem no meio de uma forte tempestade de neve quando escalava uma montanha. Para a sua surpresa, ela encontra um sujeito preso no local. Agora, ela precisará salvar não apenas a si mesma, mas descer do local com o homem estranho antes do anoitecer. Literalmente de gelar.
Com impressionantes 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Fale Comigo’ é o melhor terror do ano passado. E um filme que a Amazon traz em sua plataforma com exclusividade, diretamente dos cinemas. Sucesso nos circuitos de “arte”, o filme é a nova obra da produtora fora da caixinha A24, e recebeu elogios por onde passou, em especial dos entusiastas. Aqui, um grupo de adolescentes australianos brinca com coisa séria, quando se encontram em posse de uma mão embalsamada, capaz de coloca-los em contato com os mortos, basta o contato com ela e as palavras certas.
They/Them – O Acampamento
Escrito e dirigido por John Logan (roteirista de grandes filmes como ‘Gladiador’, ‘O Último Samurai’, ‘A Invenção de Hugo Cabret’ e ‘007 Operação Skyfall’), o longa foi um lançamento da plataforma Peacock, da Universal. Existem muitos tópicos a serem adereçados aqui. O primeiro deles é o fato de a história ser mais atual impossível, mostrando um acampamento especializado na “cura gay” de jovens homossexuais, o que já seria um pesadelo para muitos.
Segundo, como nome mais chamativo da produção temos ninguém menos que Kevin Bacon como o instrutor do campo, voltando aos slashers de acampamento 42 anos depois do ‘Sexta-Feira 13’ original. Terminando, o elenco conta ainda com Anna Chlumsky, a eterna menininha Vada, do clássico infanto-juvenil dos anos 90, ‘Meu Primeiro Amor’.
The Blackening – Jogo Mortal
Finalizando a lista de dicas de lançamentos na Amazon Prime Video, temos outra produção que deu o que falar ano passado, e se tornou cult misturando terror, humor e bastante crítica social. Com 87% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa parte da premissa muito conhecida, que se tornou inclusive um clichê. Em filmes de terror, os personagens negros são sempre os primeiros a morrer. Inclusive, o cartaz de ‘The Blackening’, que conta apenas com personagens negros no elenco traz o slogan: “não podemos todos morrer primeiro”. Na trama, cheia de comentários raciais ácidos, um grupo de amigos viaja para a típica cabana na floresta e se depara com um assassino e um jogo bizarro.
O diretor Jonathan Glazer, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional por ‘A Zona de Interesse’, está sendo duramente criticado pela comunidade judaica por seu discurso ao receber o prêmio.
No discurso, Glazer, que é judeu, comparou o genocídio dos judeus no Holocausto ao conflito entre Israel e a Palestina.
“Todas as nossas escolhas foram feitas para refletir e nos confrontar no presente, não para dizer olhem o que eles fizeram naquela época, mas sim olhem o que fazemos agora. Nosso filme mostra como a desumanização leva ao pior cenário, moldando nosso passado e presente. Neste momento, estamos aqui como pessoas que refutam que o seu judaísmo e o Holocausto sejam sequestrados por uma ocupação que levou muitas pessoas inocentes ao conflito, sejam os israelenses vítimas do 7 de outubro ou [os palestinos] do ataque em Gaza”.
A Fundação dos Sobreviventes do Holocausto dos Estados Unidos condenou as declarações de Glazer. Em carta publicada nas redes sociais, o presidente da fundação, David Schaecter, escreveu que as palavras do diretor foram “factualmente imprecisas e moralmente indefensáveis”.
“Tenho 94 anos e sou o único membro de 105 almas em minha família a sobreviver ao Holocausto. Milagrosamente, sobrevivi a quase três anos no inferno de Auschwitz e um ano no inferno de Buchenwald”.
“Assisti com angústia na noite de domingo quando ouvi você usar a plataforma da cerimônia do Oscar para equiparar a brutalidade maníaca do Hamas contra os israelenses inocentes com a autodefesa difícil, mas necessária, de Israel diante da barbárie contínua do Hamas. Seus comentários foram factualmente imprecisos e moralmente indefensáveis”.
Schaecter argumenta que a “ocupação” da qual Glazer fala não tem nada a ver com o Holocausto.
“A ‘ocupação’ da qual você fala não tem nada a ver com o Holocausto. A existência do povo judeu e o direito de viver na terra de Israel antecede o Holocausto por centenas de anos. A paisagem política e geográfica de hoje é o resultado direto de guerras iniciadas por líderes árabes do passado que se recusaram a aceitar o povo judeu como seus vizinhos em nossa pátria histórica. Agora que vários países árabes estão fazendo as pazes com Israel porque a segurança e a prosperidade são melhores para todas as pessoas, o Irã e seus procuradores terroristas começaram outra guerra, incentivados por muitos que, por ingenuidade ou malícia, culpam ‘a ocupação'”.
O presidente da fundação também critica Glazer por ter usado o Holocausto para validar sua opinião pessoal.
“Pior ainda é você ter escolhido usar o Holocausto para validar sua opinião pessoal. Você fez um filme sobre o Holocausto e ganhou um Oscar. E você é judeu. Parabéns para você. Mas é vergonhoso que você presumisse falar pelos seis milhões de judeus, incluindo um milhão e meio de crianças, que foram assassinados exclusivamente por sua identidade judaica.”
Ele termina afirmando que foi “vergonhoso” o que o diretor fez.
“E é vergonhoso que você presumisse falar por aqueles de nós que viram pessoalmente o mundo permanecer em silêncio enquanto nossas mães, pais, irmãos, irmãs, avós, tios, tias e primos foram assassinados. Na verdade, não tínhamos para onde ir, nenhum lugar possível de refúgio. Nenhum país nos aceitaria, embora os líderes mundiais soubessem muito bem que milhares de judeus estavam sendo assassinados todos os dias. Não havia uma nação judaica para a qual pudéssemos fugir. Você deveria se envergonhar de si mesmo por usar Auschwitz para criticar Israel”.
Lembrando que ‘A Zona de Interesse’ (‘The Zone of Interest’), aclamado drama histórico que acompanha um oficial nazista que comanda um campo de concentração em Auschwitz.
O longa-metragem chega ao Prime Video no dia 31 de março.
Lembrando que a produção, dirigida por Jonathan Glazer, foi condecorada com duas estatuetas do Oscar: a de Melhor Filme Internacional e a de Melhor Som.
O filme, baseado livremente no romance homônimo de Martin Amis, é escrito e dirigido por Jonathan Glazer (‘Sob a Pele’).
Na trama, Rudolf Höss e sua esposa, Hedwig, se esforçam para construir uma vida idílica para sua família em uma casa localizada próxima a um campo de concentração em Auschwitz que está sob seu comando.
Parece que a febre dos slashers temáticos está de volta! Após ‘Feriado Sangrento‘ tocar o terror durante o feriado de Ação de Graças, ‘Dia dos Fundadores‘ (Founders Day) promete fazer o mesmo pelo Dia dos Fundadores.
E o slasher, que traz o mesmo estilo do clássico ‘Pânico‘, ganhou um novo trailer.
Confira:
Na trama, uma cidade pequena é atormentada por uma série de assassinatos bizarros que antecipam uma acalorada disputa eleitoral. Enquanto aumentam as tensões e a ameaça do assassino mascarado atacar novamente, os residentes sobreviventes precisam correr contra o tempo para descobrir a verdade antes que eles sejam consumidos pela cidade.
Os fãs da DC devem se lembrar dos dias antes do início das filmagens de ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, quando J.K. Simmons (‘Homem-Aranha’) foi flagrado em uma academia com os músculos bem avantajados.
Como o astro foi escalado como o Comissário Gordon, muitos pensaram que ele estava entrando em forma porque teria cenas de ação.
No entanto, ele faz breves aparições usando um sobretudo que cobre todo o seu corpo, o que deixou os fãs bem decepcionados.
No entanto, Simmons conversou sobre o assunto com o Comic Booke revelou que a fase de treinos não foi para as gravações de ‘Liga da Justiça’.
Inclusive, a foto foi tirada muito antes dele ter sido escalado para o filme, e tudo não passou de um mal-entendido.
“Aqui está o problema de ser recrutado para a ‘Liga da Justiça’. Eu tinha feito um filme chamado ‘Não Estou Aqui‘, escrito e dirigido por minha esposa. Eu Interpretei um personagem que estava cadavérico, tipo Christian bale em ‘O Operário’. Eu havia perdido muito peso, tipo uns 15 kg. Então, quando terminei de gravar, fiquei obcecado em frequentar a academia com meu amigo, Aaron Williamson. Ele tirou algumas fotos e no meu ponto mais forte durante aquele período, ele perguntou se podia postar no Instagram. Eu nem sabia o que era Instagram, isso faz muito tempo.”
Ele continuou:
“E então, três, quatro meses depois, de repente, alguém estava respostando a imagem na época em que fui escalado como Gordon. Eu recebi mensagens de 30 amigos no mesmo dia e a imprensa percebeu e começou a teorizar de que eu estava malhando para fazer ‘Liga da Justiça’. A suposição era: ‘Oh, bem, ele está ficando gigante para uma adaptação de quadrinhos daDC‘. Mas se você pensar bem, o comissário Gordon usa um sobretudo durante todo o filme… Então realmente não importa como estão seus bíceps, foi apenas uma coincidência comigo tentando recuperar minha distante juventude atlética e tentando ser um colírio para minha esposa.”
Lembrando que o próximo filme de Simmons é a compédia natalina ‘Red One‘.
Em seu perfil do Instagram, Dwayne Johnson (‘Adão Negro’) compartilhou uma imagem dos bastidores do longa dirigido por Jake Kasdan (‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva’).
A imagem traz o astro ao lado de Simmons, que dará vida ao Papai Noel.
Segundo o ComicBook.com, Lucy Liu (‘As Panteras’) foi recentemente escalada para o elenco da produção da Amazon Studios.
Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.
O elenco ainda contará com Chris Evans e Kiernan Shipka.
Descrito como uma comédia de ação e aventura, o roteiro escrito por Chris Morgan (‘Velozes e Furiosos 8, ‘Bird Box”) vai mostrar o Papai Noel (Johnson) percorrendo o mundo, imaginando um universo totalmente novo dentro do subgênero.
Além de estrelar, Johnson será um dos produtores, junto com Dany e Hiram Garcia.
A estreia acontece em 2024, ainda sem dia confirmado.
A performance de “I’m Just Ken”, do filme ‘Barbie’, foi um dos grandes destaques do Oscar 2024, mesmo não tendo conquistado o prêmio de Melhor Canção Original. A apresentação de Ryan Gosling viralizou na internet e agora foi recriada em LEGO pelo animador Preston Mutanga, conhecido por seu trabalho em ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’.
O vídeo de 24 segundos mostra um trecho da apresentação em que Gosling canta o refrão da música. O ator aparece em LEGO vestido de rosa e cercado por outros Kens.
Confira a apresentação de “I’m Just Ken” no Oscar 2024.
Sucesso nos cinemas, o live-action de ‘Barbie‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais. Além disso, o longa também fez história ao superar a arrecadação total de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘ (1.34B), tornando-se a maior bilheteria global da história da Warner Bros.
Assista à nossa crítica:
No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.
Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).
Le Bon entra no lugar de Francesca Corney (‘Jovens Rebeldes’), que havia sido anunciada para o papel anteriormente.
Foi dito que a mudança foi devido à idade de Corney, já que “os produtores sentiram que precisavam de uma atriz mais velha” para interpretar a misteriosa personagem.
Este é o segundo caso de reformulação na 3ª temporada de ‘The White Lotus‘.
Anteriormente, o ator Miloš Biković (‘The Peasant’) foi demitido meio a postagens polêmicas nas redes sociais. Em seu lugar, foi contratado Julian Kostov (‘Sombra e Ossos’).
Lembrando que o próximo ciclo focará em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.
Natasha Rothwell reprisará seu papel como Belinda Lindsey, personagem que foi introduzida na primeira temporada da série.
Vale destacar que a terceira temporada será ambientada na Tailândia.
“Foi uma ótima busca. Vimos locais absolutamente deslumbrantes por todo Honshu. O showrunner adorou tudo, e eu estava confiante de que tinha tudo sob controle”, disse a produtora GeorginaPope. “O governo tailandês acabara de anunciar uma renovação e melhoria em seu sistema de incentivos para filmes. Um reembolso de 30 por cento. Para o projeto deles, isso significava sozinho US$ 4,4 milhões. Todos olharam para mim com simpatia. Na época, no Japão, não tínhamos nenhum incentivo em vigor. Eu não pude responder com uma resposta concreta. Tudo o que pude ouvir foi o som de um projeto de US$ 35 milhões voando pela janela.”
De acordo com a Variety, a atriz Mariel Molino (‘Olhos Atentos’) foi escalada para ‘NCIS: Origins’, pré-sequência da aclamada série investigativa.
Molino dará vida a uma personagem chamada Lala Dominguez, uma Agente Especial do FBI e uma ex-fuzileira naval que navega em um campo dominado por homens na década de 1990, mas deixar de lado sua determinação de aço e um senso de humor sombrio.
Quando um atormentado Leroy Jethro Gibbs (Austin Stowell) se junta à sua equipe, a história que se segue entre esses dois forasteiros enigmáticos é repleta de faíscas e reviravoltas que manterão o público aflito.
Com estreia programada para 2024-2025, a atração se passa em 1991 e será narrada por Mark Harmon, intérprete original de Gibbs.
Confira a sinopse:
Muitos anos antes dos eventos de ‘NCIS‘, e se aprofundará na história de Gibbs. Na trama, Gibbs estará apenas começando sua carreira como um agente especial, onde ele deverá lutar pela sua posição ao lado de uma equipe liberada pelo lendário Mike Franks.
Harmon e seu filho Sean Harmon, que chegou a interpretar o Gibbs em flashbacks na série original, servirão como produtores executivos ao lado de David J. NortheGina Lucita Monreal, que também foram responsáveis pelo roteiro do primeiro episódio e atuarão como coshowrunners.
Vale lembrar que a Paramount+ também deu sinal verde para um novo derivado da franquia focado no Tony & Ziva, que contará com o retorno dos atores Michael Weatherly e Cote De Pablo.
‘O Dublê’, novo filme de comédia estrelado por Ryan Gosling (‘Barbie’) e Emily Blunt (‘Oppenheimer’), já entrou para a história do cinema ao bater um recorde no Guinness Book.
Logan Holladay, o dublê de Ryan Gosling no filme, estabeleceu o recorde mundial de “maioria de rotações de canhão em um carro”, conforme a CBR. A cena clássica de dublê envolve um dispositivo semelhante a um canhão instalado sob o carro, que é disparado em direção ao chão.
Holladay impressionou ao realizar oito rotações e meia durante as filmagens do filme em 2022 nas praias de Sydney, Austrália. O recorde anterior era de sete rotações, mantido pelo dublê Adam Kirley desde as filmagens de ‘007 – Cassino Royale’, em 2006.
O cineasta David Leitch, responsável pelo filme, celebrou o reconhecimento:
“Com ‘O Dublê’, estou honrando minhas raízes como profissional. Queríamos entregar ação que fosse verdadeira ao espírito da comunidade de dublês, incorporando técnicas que se tornaram um pouco de uma arte perdida. A rotação de canhão é uma cena clássica de dublê e era obrigatória para este filme. E como estávamos fazendo um filme que homenageia o trabalho dos dublês, não buscamos apenas alcançar a rotação de canhão; buscamos quebrar recordes e fazer uma declaração. Logan executou isso perfeitamente e mostrou por que ele se destaca na comunidade de dublês”.
Lembrando que o longa estreou com 91% de aprovação, no Rotten Tomatoes.
‘O Dublê’ estreia dia 02 de maio de 2024 nos cinemas.
Ele é um dublê e, como todos na comunidade de dublês, faz as cenas mais arriscadas de explosão, tiroteio, incêndios, perseguição e acidentes de carro, quedas das mais altas janelas, tudo para nos divertir. Mas agora, depois de um grave acidente que quase acabou com sua carreira, esse herói anônimo das produções de cinema precisa descobrir o paradeiro de um astro de cinema desaparecido, desmascarar uma conspiração e tentar reconquistar o amor de sua vida enquanto ainda faz seu trabalho diário. O que poderia dar errado?
Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Stephanie Hsu (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’), Teresa Palmer (‘Quando as Luzes se Apagam’), Hannah Waddingham (‘Ted Lasso’) e outros também fazem parte do projeto.
O cineasta Zack Snyder (‘300’) está confiante de que sua mais nova franquia, ‘Rebel Moon’, terá mais filmes. Segundo o ComicBook, ele garantiu que tem mais histórias para contar dentro do universo que criou para a Netflix.
“Se avançarmos e fizermos mais filmes, sabemos qual é o objetivo”, Snyder disse. “O fato de sabermos para onde está indo nos permite garantir que outras histórias [de outros escritores, em outras mídias] não façam algo que não seja consistente”.
Ele acrescentou: “Acho que em um mundo ideal, definitivamente teríamos um arco mais longo para este universo gigante, e nesse ponto eu ficaria feliz em passá-lo para outra pessoa. Mas sei o que quero fazer com isso”.
No entanto, Snyder também reconhece que a decisão final não é completamente dele. A Netflix detém os direitos da franquia e terá a palavra final sobre a produção de novos filmes.
O desempenho de ‘Rebel Moon’ nas paradas de audiência da Netflix pode ser crucial para garantir que haja uma terceira parte. O filme estreou em 22 de dezembro de 2023 e dividiu a crítica, mas obteve um bom desempenho no quesito audiência.
Lembrando que ‘Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘ já foi filmado e será lançado na Netflix no dia 19 de abril de 2024.
‘Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘ dá continuidade à épica saga de Kora e dos guerreiros sobreviventes. Ao lado do corajoso povo de Veldt, eles estão prestes a sacrificar o que for preciso para defender o vilarejo que se tornou lar de quem perdeu tudo e todos na luta contra o Mundo Mãe. Às vésperas da batalha, cada um deles precisa encarar as verdades sobre o próprio passado e os motivos que os levaram a lutar. Com o Reino disposto a aniquilar os rebeldes a qualquer custo, laços são formados, heróis emergem e lendas nascem.
Confira o trailer:
Confira a nossa crítica em vídeo, feita pela jornalista Rafaela Gomes:
‘A Primeira Profecia’ (The First Omen), prelúdio do clássico terror ‘A Profecia’ (1976), é um dos filmes mais aguardados do ano pelos fãs do gênero. As teorias sobre a trama do longa circulam na internet, mas a estrela Nell Tiger Free (‘Wonderwell’), que interpreta a personagem “Servant”, garante que todas elas estão erradas.
“Estou gostando de ver as teorias de todos [sobre o trailer] porque todos estão errados, baby!”Free compartilhou com a GamesRadar. “Todo mundo está errado! Espero que a gente assuste o pessoal”.
A atriz ainda falou sobre as expectativas com o filme:
“Vamos chamar as coisas pelo nome aqui: a expectativa para esse tipo de prequela, sequela e remake, especialmente com essas franquias icônicas de terror, não é particularmente alta”, declarou Free. “Acho que as expectativas podem estar baixas. Será satisfatório mostrar o que fizemos porque eu não acho que é isso que as pessoas vão estar esperando, de jeito nenhum”.
O terror recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.
O longa foi classificado pelo MPAA por “cenas violentas, imagens sangrentas e perturbadoras e breve nudez gráfica”.
Na trama, quando uma jovem americana é enviada para Roma para começar uma nova vida em serviço à igreja, ela encontra uma escuridão que a faz questionar sua própria fé e descobre uma aterrorizante conspiração que envolve o nascimento do mal incarnado.
Arkasha Stevenson (‘Vingança Sabor Cereja’) é responsável pela direção. A cineasta reescreveu o roteiro ao lado do seu parceiro Tim Smith, que também serve como produtor executivo através da Phantom Four.
O filme original foi lançado em 1976 e girou em torno de um casal cujo primeiro filho morreu pouco depois de nascer. Os pais, então, resolveram adotar uma criança órfã – mas uma série de eventos bizarros circundando Damien levou os dois a questionarem a origem do garotinho (e eventualmente a descobrirem que ele é o próprio Anticristo).
O sucesso da obra rendeu nada menos que três sequências e um remake, além de uma série baseada no filme original.