Site Página 1984

Rir é o melhor remédio! 10 ótimas COMÉDIAS para se distrair do caos do cotidiano!

A vida é tão intensa e estressante que não vemos o final do dia chegar, tomarmos um banho e dormirmos para tudo começar novamente no dia seguinte. Para relaxar, nos dias possíveis, nada como um ótimo filme que faz rir! Pensando nisso, e pra você que anda procurando boas comédias para conferir, segue abaixo uma lista com 10 ótimas comédias para se distrair do caos do cotidiano!

 

Shiva Baby

Na trama, conhecemos Danielle (Rachel Sennott), uma jovem que se prostitui sem que seus pais saibam de nada. Um dia, resolve acompanhar os pais (que a bancam desde sempre), a um pós funeral de uma amiga da família judia que pertence. Nesse dia, que é uma reunião em uma casa, acaba encontrando antigos amores, conflitos com seus pais por conta dos seus objetivos na vida, desconfiados olhares de conhecidos e uma surpresa ligada à sua vida na prostituição. Prestes a chegar a um ataque emocional, vamos descobrindo todas as fraquezas e inconsequências que acompanham a complexa protagonista. Lembra um pouco, mesmo com inúmeras diferenças, a também ótima comédia britânica Morte no Funeral.

 

O Peso do Talento

Na trama, conhecemos o ator Nicolas Cage (Nicolas Cage) em fase conturbada na carreira e cheio de conflitos com sua ex-esposa Olivia (Sharon Horgan), (uma maquiadora que conheceu no set de filmagens de O Capitão Corelli), e sua filha já adolescente. Sem conseguir um trabalho decente junto ao seu agente Fink (Neil Patrick Harris), acaba aceitando a inusitada proposta de passar uns dias na casa de um fã milionário, Javi (Pedro Pascal). Assim, acaba se metendo em uma enorme confusão quando uma investigação precisará da ajuda do protagonista. Hilário do início ao fim, esse projeto é uma divertida aventura, cheia de caras e bocas, de um personagem único do cinema.

 

Mais que Amigos: Vizinhos

Na trama, conhecemos as rotinas de confinamento de uma grupo de pessoas de um prédio de classe média em Paris, que mal se falavam mas que agora estão resguardados em casa por conta do vírus da Covid. Tem um casal que está em crise, um homem que enlouqueceu com o medo de ter o vírus, uma advogada criminalista que está fazendo as audiências de casa, um humilde zelador que está com a esposa internada com Covid, tem o dono de um laboratório que busca seu prestígio nunca tido na busca para uma solução contra o vírus, tem o personal trainer bem burrinho que deixa de lado a esposa grávida para se dedicar aos seus vídeos de exercícios físicos, tem o empresário belga que não sabe ser amoroso com as pessoas, a dona de um bar fechado por conta do lockdown. Assim, vamos vendo os dramas e situações dessas almas em busca de entendimentos sobre esse momento em que todos no mundo passam.

 

Do Jeito que Elas Querem

Na trama, quatro amigas inseparáveis, desde os tempos de faculdade, se reúnem toda semana para lerem e debateram livros que escolhem aleatoriamente, formando um clube da leitura, que não deixa de ser uma maneira, um pretexto, para sempre se reunirem e não deixar a amizade cair na rotina. Após alguns debates sobre temas do cotidiano, resolvem ler Cinquenta Tons de Cinza, e o livro parece que chega para despertar as jovens senhoras para a vida que ainda tem pela frente. Assim, entre a lida dos três volume da saga do casal Grey, muita coisa vai mudando em suas próprias rotinas.

 

O Closet

Uma das mais hilárias comédias francesas de todos os tempos, em O Closet a história de François Pignon (Daniel Auteuil), um homem desprezado pelos colegas de trabalho, divorciado e com um filho que não gosta dele. Tudo muda em sua vida quando, à beira do desemprego, resolve ‘sair do armário’ de mentirinha transformando sua vida e a de todos os outros ao seu redor.

 

Qual o nome do bebê?

Na trama, conhecemos Vincent um homem simpático que está prestes a se tornar pai. Ele e sua mulher Anna são convidados para jantar na casa de sua irmã Elisabeth e de Pierre seu cunhado e chegando lá encontra Claude, um velho amigo de infância. Enquanto a mulher de Vincent não chega a reunião uma confusão é instaurada na sala de estar por conta de perguntas, piadas e opiniões fortes sobre sua futura paternidade, transformando um simples jantar em um verdadeiro caos.

 

Que Mal Fiz a Deus?

Na trama, conhecemos o tradicional Claude Verneuil (Christian Clavier), um homem com uma vida boa que vive seu final de vida ao lado da esposa com quem tem quatro filhas. A pacata vida deste orgulhoso cidadão francês é completamente abalada quando é apresentado aos pretendentes de suas filhas, cada um dos noivos tem uma religião diferente e o tradicional Claude entra em total loucura quando sabe desta informação. Sua esperança era a última filha que vai casar mas surpresas o aguardam.

 

Se Fazendo de Morto

Em uma região fria da França, um ator que ganhou o Cesar (Oscar do cinema francês) de revelação na década de 80, chamado Jean Renault (François Damiens) que todos não gostam de trabalhar e que está atualmente desempregado, consegue um trabalho inusitado: atuar como ator em reconstituições de crimes. Assim, logo em seu primeiro dia de trabalho enfrenta uma metódica juíza e uma cidade cheia de mistérios, ajudando a polícia a desvendar o assassinato.

 

Como se Tornar um Conquistador

Na trama, conhecemos o metido a galã de meia idade Maximo (Eugenio Derbez) que vive a 25 anos com uma mulher bem mais velha e cheia da grana. Maximo nunca trabalhou na vida e sempre almejou ter uma vida de conforto sem ter que fazer muito esforço para conquistas. Quando sua esposa o troca por um homem bem mais jovem, Maximo fica sem dinheiro e busca ajuda na irmã, a arquiteta e super mãe Sara (Salma Hayek) que vive uma vida mais simples com sua filho Hugo (Raphael Alejandro). Assim, os irmãos precisarão enfrentar as tristezas do passado distante e juntos superar seus problemas.

 

Eurotrip – Passaporte para a Confusão

Na trama, conhecemos Scott (Scott Mechlowicz), um jovem que acabou de concluir o ensino médio norte-americano e ao mesmo tempo acaba terminando de maneira abrupta seu relacionamento com a namorada Fiona (Kristin Kreuk) com quem achou que ficaria pra sempre. Ingênuo é sempre zoado pelos amigos e por seu irmão menor. Ele pratica alemão com uma pessoa que mora em Berlim e que ele acredita ser um homem, só que ele está enganado e a pessoa com quem ele fala todo dia pelo computador na verdade é uma linda garota chamada Mieke (Jessica Boehrs). Desesperado em fazer acontecer esse relacionamento, ele se junta a Jenny (Michelle Trachtenberg), Jamie (Travis Wester) e seu grande amigo Cooper (Jacob Pitts) para uma volta pela Europa à procura de Mieke.

 

 

Confia em Mim

O Conto do Vigário

Recém-saído do sucesso de seu personagem Félix no folhetim do meio de comunicação mais influente de nosso país, o ator Mateus Solano volta a interpretar um personagem dúbio – desta vez no cinema. Em Confia em Mim, Solano vive Caio, o aparente príncipe encantado que cai do céu no colo da solitária Mari (papel da bela Fernanda Machado). A protagonista é uma chef de restaurante, que vive tendo que se provar para o seu maior desafeto, o patrão. Mesmo sem a confiança do superior, Mari é uma cozinheira talentosa, seu problema é a falta de segurança.

Tal insegurança a personagem principal carrega para outros aspectos de sua vida, como o pessoal, o que a impossibilita de conhecer bons partidos, ou ao menos estar aberta a eles. Com a família também não é diferente e a moça não inspira a confiança da mãe e a da irmã. Mari é uma protagonista trágica. Todos os problemas são esquecidos quando ela conhece o simpático e galanteador, Caio. Logo, os dois estão vivendo um tórrido caso de paixão. Mas aos poucos, a protagonista junta pequenas peças de que o sujeito talvez não seja tão sincero assim.

CinePop 3

Tudo piora quando ela recebe o primeiro grande baque, que é a grande reviravolta da obra e um assunto difícil de ser revelado sem que estraguemos a surpresa. Entrei em Confia em Mim sem saber sua premissa, mas tal fato deve estar contido em todas as sinopses e, sem que precisemos pensar muito, no título. Após conseguir arrecadar uma grande quantia como investimento para a compra de seu próprio restaurante, incentivada pelo novo companheiro, Mari vê o desespero tomar conta quando aparentemente perde numa só tacada o grande amor e seu futuro profissional.

Confia em Mim se comporta mais como um caso especial, desses que o mesmo veículo que deu fama a Solano costuma exibir, do que como um filme propriamente dito. E isto se deve ao departamento técnico da produção (fotografia, direção de arte, etc.) todos bem próximos a uma experiência televisiva. Não é coincidência alguma que a obra seja bancada pelo tal veículo, ou seu departamento no cinema, a Globo Filmes. Tirando isso da frente, devemos dizer também que o roteiro de Fábio Danesi não é de todo ruim. A trama é bem delineada, faz sentido e possui um grande sentimento ambíguo em relação ao personagem de Solano, até a hora da revelação de fato.

CinePop 2

A direção do estreante Michel Tikhomiroff possui um ritmo bom e gradualmente vai aumentando o risco das situações. Os atores não deixam a coisa descarrilar. Fernanda Machado (Tropa de Elite) exala mais charme e beleza impossível em seu retrato da personagem azarada. Sua naturalidade é um ponto positivo. Já Solano, exibe pequenos reflexos e trejeitos de seu caricato personagem novelesco ainda entranhados em sua personalidade, como apontaram colegas de profissão. Ao irmos ao cinema desejamos algo diferente do que podemos ver na televisão, algo de certa magnitude e abrangência artística maior. E esta necessidade sem dúvidas não é suprida aqui. Confia em Mim termina com gosto de uma exibição fraca de outro programa do mesmo veículo (e por que não?), o Supercine.

DC ou Mavel? Conheça MAIS Atores que Estiveram nos Blockbusters de Ambos os Estúdios

Chega a ser divertido, mas o ser humano precisa arrumar uma forma de discutir e brigar não importando sobre o que. Segundo muitos, o que nos motiva é essa competição – mas, é claro, desde que seja saudável. Para os nerds nada de política, religião ou futebol, o ponto de maior divergência de suas vidas é: quem é melhor, Marvel ou DC? É sério! Aqui, nem iremos entrar nesse mérito, já que assim como os jogadores de futebol, os atores de Hollywood não têm qualquer problema em vestir as camisas dos dois estúdios enquanto os fãs se matam.

Nesta nova matéria iremos abordar justamente os grandes nomes de Hollywood que já trabalharam tanto para a Marvel quanto para a DC em papeis importantes em seus filmes. Talvez você se espante pelo número de atores que já “jogaram nos dois times” ao longo dos anos. Confira abaixo alguns dos principais.

Leia também: Marvel ou DC? Conheça os Atores que Estiveram nos Blockbusters de Ambos os Estúdios

Jared Leto

Existe uma lenda em Hollywood conhecida como “a maldição do Oscar” e diz sobre atores que após receberem a honraria máxima de sua profissão (o prêmio da Academia de cinema) sofrem uma queda vertiginosa em suas carreiras, da qual muitos não conseguem jamais se recuperar. Esperamos que não seja o caso com Jared Leto, mas a verdade é que desde que o ator levou seu Oscar por Clube de Compra Dallas não emplacou mais nenhum sucesso. Isso inclui suas participações em filmes da DC e da Marvel. Na primeira, é claro, deu vida ao pior Coringa das telas – todos dirão sem dó – em Esquadrão Suicida (2016). E com a Marvel/ Sony protagonizou o filme solo do vilão Morbius (lançado este ano). Ainda existe falatório sobre o retorno do ator em ambos os papeis. Será?

Tom Hardy

O britânico Tom Hardy vem fazendo sucesso como o anti-herói viscoso Venom e seu alter-ego Eddie Brock nos filmes solo do personagem. Assim como Jared Leto, os filmes de Hardy fazem parte do universo incorporado da Sony no MCU – e não propriamente do Marvel Studios na Disney. Isto é, ao menos por enquanto, já que a Sony está empurrando fortemente para que seus personagens em filmes mequetrefes se encontrem com o Homem-Aranha de Tom Holland. Mas ao contrário de Leto e seu Morbius, os filmes de Venom com Hardy, apesar de destroçados pelos críticos, se tornaram um sucesso fenômeno de bilheteira com o grande público. Cinco anos antes do primeiro Venom, Hardy já havia interpretado outro vilão brutamontes de um famoso herói, introduzido nos anos 90 nas HQs e que rapidamente se tornou um favorito dos fãs: Bane, o sujeito que teve a audácia de quebrar as costas de Batman, em O Cavaleiro das Trevas Ressurge.

Zachary Levi

É sempre bom ver um filme que faz tanto sucesso que consegue transformar seu protagonista em um astro. A virada de jogo para o jovem Zachary Levi, que já havia feito ficado famoso em menor escala devido à série Chuck, ocorreu com o sucesso do primeiro Shazam! (2019). Um sucesso inesperado, de certa forma. A aventura juvenil da DC se mostrou um dos acertos da casa e além de gerar certo hype para sua continuação, agora empurrada para 2023, conseguiu até derivar seu próprio spin-off com Adão Negro, o filme solo de seu mais famoso antagonista personificado por Dwayne Johnson – com estreia marcada para outubro deste ano. Shazam! sem dúvida foi o ponto de virada na carreira de Zachary Levi, mas o que muitos podem não lembrar é que antes de dar vida ao poderoso herói da DC anteriormente conhecido como Capitão Marvel, o ator esteve em duas das produções da rival Marvel, coadjuvante para outro Deus, este nórdico: Thor. Acontece que que Levi substituiu o ator Josh Dallas no papel do guerreiro Fandral nas duas primeiras sequências de Thor, O Mundo Sombrio (2013) e Ragnarok (2017).

J.K. Simmons

Pobre J. K. Simmons! Se é que podemos dizer isso de um ator vencedor do Oscar que segue com a carreira a toda, emplacando esse ano a série sci-fi de sucesso da Amazon Night Sky, além de dublar a animação violenta de heróis Invencível para a mesma plataforma de streaming. Acontece que poucos atores foram tão maltratados pela DC no cinema quanto Simmons. O ator malhou e atingiu o auge de sua forma física para o papel do Comissário Gordon em Liga da Justiça (2017), mas terminou aparecendo em pouquíssimas cenas e sempre de sobretudo. Como se não bastasse, quando iria realizar seu retorno triunfal em um filme da casa, com direito a contracenar com o Batman original, Michael Keaton, o filme da Batgirl terminou cancelado pelo estúdio. É claro que antes disso tudo, Simmons havia arrecadado elogios de todos os tipos pelo papel do ranzinza J.J. Jameson na trilogia do Homem-Aranha de Sam Raimi. Como se não bastasse, sua redenção do pouco caso da DC veio novamente pelas mãos da Marvel com a volta de Simmons como Jameson no universo do Aranha de Tom Holland já no MCU.

Colin Farrell

Colin Farrell chamou atenção da imprensa e dos fãs por sua performance irreconhecível esse ano em The Batman na pele do criminoso Pinguim. Enterrado em quilos de maquiagem, se não soubéssemos se tratar do ator no papel jamais diríamos. Farrell fez também um incrível trabalho de voz e mudou seu sotaque emulando o jeito de falar de Robert De Niro em seus filmes de máfia. O sucesso foi tanto que a DC já está tirando do papel um derivado na forma de uma série para o antagonista, que deverá estrear em 2023. Antes disso, como muitos devem lembrar, Farrell viveu outro vilão bem conhecido dos fãs de quadrinhos, enfrentando outro justiceiro encapuzado nas noites de uma cidade violenta. Trata-se do Mercenário, um dos maiores antagonistas do vigilante cego Demolidor, da Marvel. O fato ocorreu no primeiro e único filme do personagem, em 2003, nas mãos da Fox antes do MCU.

Russell Crowe

O ex-galã neozelandês Russell Crowe já esteve no topo do mundo, foi o Gladiador e até foi responsável pelo fim do casamento de um famoso casal de Hollywood. Hoje, mais velho e em outra fase de sua carreira, Crowe talvez tenha deixado passar a oportunidade de protagonizar um filme de super-heróis e garante, de forma mais adequada, personagens coadjuvantes. Este ano, como os fãs sabem muito bem, ele apareceu em Thor: Amor e Trovão, quarto filme do Deus da Marvel que recebeu críticas mistas. No filme, Crowe vive um bonachão, caricato e total calhorda Zeus, desmistificando a imagem sempre serena e justa da divindade grega. Esse Zeus está mais interessado em suas orgias. Antes disso, Crowe havia interpreta outra figura quase divina, mas essa muito mais centrada e sóbria, num filme da rival DC. Em O Homem de Aço (2013), Russell Crowe seguiu os passos de Marlon Brando como Jor-El, o pai do maior super-herói de todos, o Superman.

Willem Dafoe

Nos filmes do gênero super-heróis tivemos algumas escalações perfeitas de atores e seus respectivos personagens. Alguns dos que vêm imediatamente à cabeça são Christopher Reeve como Superman, Hugh Jackman como Wolverine, Robert Downey Jr. como Tony Stark e Margot Robbie como a Arlequina. Agora quando falamos nos vilões, poucos foram tão certeiros quanto Willem Dafoe como o Duende Verde no primeiro Homem-Aranha de Sam Raimi. A onda da nostalgia atacou a Marvel e além de J.K. Simmons e seu J.J. Jameson, Dafoe também reviveu Norman Osborne / vulgo Duende Verde em Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. Sua performance é tão icônica como o vilão que poucos lembram que ele também esteve recentemente na DC, como o Vulko de Aquaman (2018).

Tommy Lee Jones

Fechando a nova lista dos atores que já trabalharam para ambas as rivais Marvel e DC – e já deu para ver que são muitos, pois renderam duas matérias (e quem sabe cabe mais uma) -, temos o ranzinza favorito de Hollywood, Tommy Lee Jones. A primeira aparição do vencedor do Oscar foi num filme do Homem-Morcego na DC, em Batman Eternamente (1995), longa que de certa forma continua as duas produções para lá de sombrias de Tim Burton. Esse terceiro filme, com Burton apenas como produtor, adota um tom mais colorido e leve. O Resultado agradou ao público da época, em especial os mais novos. Jones dá vida ao vilão Duas-Caras, um ex-promotor público enlouquecido, papel prometido para Billy Dee Williams desde o primeiro filme de 1989. Jones transformou o personagem que deveria ser sério em pura galhofa, mas talvez isso tenha sido pedido dele. Já quando 16 anos depois foi contratado pela Marvel, sua atuação seguiu a linha mais esperada dele, ou seja, um sujeito sisudo e turrão. Num papel menor em Capitão América – O Primeiro Vingador, Jones foi o Coronel Chester Phillips, responsável pelo alistamento e treinamento do herói.

‘V-Wars’: Peter Outerbridge, de ‘Jogos Mortais 6’, entra pra o elenco da série

O ator Peter Outerbridge, de ‘Jogos Mortais 6‘, entrou para o elenco de  ‘V-Wars‘, nova série de vampiros da Netflix. Ele irá interpretar Calix Niklos, um elegante e malicioso especialista em ciência da equipe de segurança interna.

Adrian Holmes também foi adicionado ao elenco.

A série será baseada no livro homônimo de Jonathan Maberry.

Ian Somehalder (‘The Vampire Diaries‘) irá estrelar e dirigir um dos episódios.

“No livro, publicado em 2012, estreou como uma coleção de histórias em prosa que narra a primeira Guerra dos Vampiros. Na série, Somerhalder estrelará como Dr. Luther Swann, que entra em um mundo de horror incalculável quando uma misteriosa doença transforma seu melhor amigo, Michael Fayne, em um predador assassino que se alimenta de outros seres humanos. À medida que a doença se espalha e mais pessoas são transformadas, a sociedade se fragmenta em campos opostos que colocam pessoas normais contra o crescente número desses “vampiros”. Swann corre contra o tempo para entender o que está acontecendo, enquanto Fayne se torna o poderoso líder oculto dos vampiros.”

Brad Turner dirigirá o primeiro episódio, e será o produtor executivo. William Laurin e Glenn Davis serão os showrunners da série.

A 1ª temporada terá 10 episódios.

‘O Sol Também É Uma Estrela’: Romance com ator de ‘Riverdale’ ganha trailer legendado; Confira!

A Warner Bros divulgou o trailer nacional do romance ‘O Sol Também é uma Estrela‘ (The Sun Is Also a Star).

Confira:

Dirigido por Ry Russo-Young (‘Antes que Eu Vá‘), o longa é baseado no livro homônimo escrito por Nicola Yoon.

A caminho da faculdade, o romântico Daniel Bae e a pragmática jamaicana Natasha Kingsley se conhecem — e se apaixonam — em um dia mágico, em meio à correria da cidade de Nova York. Imediatamente começam a voar fagulhas entre esses dois desconhecidos, que jamais se encontrariam se o destino não tivesse dado um empurrãozinho. Mas será o destino suficiente para levar esses jovens do azar à sorte no amor? Com algumas horas sobrando no que deve ser o último dia dela nos EUA, Natasha luta contra a deportação de sua família com a mesma força com que luta contra seus crescentes sentimentos por Daniel, que faz tudo o que pode para convencê-la de que estão destinados a ficar juntos.

Yara Shahidi (‘Grown-ish‘) e Charles Melton (‘Riverdale‘) estrelam.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de maio.

A Odisseia dos Tontos

(La Odisea de los Giles)

 

Elenco:

Ricardo Darin

Luis Brandoni

Chino Darin

 

Direção: Sebastián Borensztein

Gênero: Comédia

Duração: 116 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 31 de Outubro de 2019

Sinopse: 

A trama situada em uma pequena vila da província de Buenos Aires, na Argentina, no fim de 2001. Um grupo de amigos e vizinhos perde o dinheiro que havia conseguido reunir para reformar uma antiga cooperativa agrícola. Em pouco tempo, descobrem que sua poupança se perdeu por uma manobra realizada por um inescrupuloso advogado e um gerente de banco que contavam com informação do que ia acontecer no país. Quando descobrem o que aconteceu, o grupo de vizinhos decide organizar-se e preparar um minucioso plano com o objetivo de recuperar o que os pertence.

Crítica | A Odisseia dos Tontos – Ricardo Darín é o destaque em boa comédia dramática argentina (Nota: 7.0)

Curiosidades: 

» O longa é baseado no livro homônimo escrito por Eduardo Sacheri;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Space Force’: Netflix compartilha 20 fatos surpreendentes sobre a série; Confira!

Para promover a série ‘Space Force‘, comédia estrelada por Steve Carell, a Netflix divulgou um novo vídeo trazendo 20 fatos surpreendentes sobre a produção (e uma mentira oculta).

Confira:

Na trama da série, Carell dá vida ao general Mark Naird, um militar que sonha em assumir o comando da Força Aérea dos EUA, mas acaba encarregado da recém-construída Força Espacial Americana. Depois de receber a tarefa, Naird precisa transformar o comando em um serviço respeitado e confiável, mas a missão é mais difícil do que ele esperava.

Criada por Craig Daniels (‘Upload, ‘The Office), a série é uma sátira ao presidente Donald Trump, que pretende criar uma força espacial como a sexta ramificação militar do país.

Além de Carell, o elenco conta com John MalkovichBen SchwartzDiana SilversTawny NewsomeJimmy O. Yang, Alex Sparrow, Noah EmmerichFred Willard, Jessica St. Clair Lisa Kudrow.

‘Mother/Android’: Sci-fi estrelado por Chloë Grace Moretz será lançado pelo Hulu

De acordo com o Deadline, o Hulu adquiriu os direitos de ‘Mother/Android‘, suspense de ficção científica estrelado pela Chloë Grace Moretz.

O site ainda confirma que o longa será lançado ainda este ano no serviço de streaming.

Mattson Tomlin, roteirista do vindouro ‘Batman‘, fará sua estreia na direção.

Algee Smith (‘Euphoria’) também estrelará a produção.

Na trama, Moretz dará vida à Georgia, uma jovem que tenta escapar de seu país ao lado do namorado (Smith) enquanto os humanos iniciam uma guerra contra uma poderosa inteligência artificial. Juntos, o casal tenta correr contra o tempo para abandonar o campo de guerra e dar uma vida digna ao bebê que estão esperando.

A narrativa é inspirada na própria vida de Tomlin, contando uma versão sci-fi da época que seus pais lutaram para salvar o filho em meio aos perigos da Revolução Romena.

Matt Reeves entra como produtor.

‘Ghostbusters: Mais Além’: Mckenna Grace usa arma de prótons em novo clipe do longa; Confira!

O aguardado ‘Ghostbusters: Mais Além‘ ganhou um novo clipe, com a personagem da Mckenna Grace usando a icônica arma de prótons.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de novembro.

Crítica | Ghostbusters: Mais Além é a Sequência PERFEITA que a franquia merecia!

No Rotten Tomatoes, o longa conquistou 77% de aprovação, com nota 7.20/10 baseada em 35 reviews até o momento. Apesar de apontarem a desnecessidade da produção, os especialistas comentaram que a obra é bem divertida e rasgaram elogios para o elenco.

Confira as principais reações abaixo:

“Um desnecessário, mas divertido filme” – Variety.

“[O filme] faz homenagem aos clássicos à medida que se constrói como único” – Nerd Reactor.

“Um tributo adorável para o primeiro filme que deve agradar os fãs da velha guarda e os mais novos” – JoBlo’s Movie Network.

“Os fãs finalmente ganharam uma sequência não vergonhosa para amar” – New York Post.

“Uma aventura divertida e adorável. […] McKenna Grace está espetacular” – The Movie Couple.

Além de dirigir, Jason Reitman também escreveu o roteiro em parceria com Gil Kenan (‘Poltergeist’).

Na trama, uma mãe solteira e seus dois filhos chegam em uma cidade pequena e começam a descobrir sua conexão com os caça-fantasmas originais, além do legado secreto que seu avô deixou para trás.

Finn Wolfhard (‘It: A Coisa’), Mckenna Grace (‘A Maldição da Residência Hill’), Carrie Coon (‘The Sinner’) e Paul Rudd (‘Vingadores: Ultimato’) estrelam. O elenco também conta com o retorno de Bill Murray, Dan Aykroyd, Annie PottsSigourney Weaver.

‘Goosebumps 3’ ainda pode acontecer…

Em entrevista ao Yahoo!, o autor R.L. Stine revelou que ainda está tendo discussões com a Sony Pictures sobre o lançamento de um novo filme da franquia ‘Goosebumps‘.

“Ainda estamos conversando novos filmes da franquia ‘Goosebumps’, além de novos filmes da franquia ‘Rua do Medo’, pois eles tiveram um grande sucesso na Netflix.”

Sobre a nova adaptação de sua saga, na forma de uma série original do Disney+, o autor declarou: “Não estou envolvido com a série de televisão [do Disney+], mas acredito que não vai ser uma antologia. Será uma história contínua. Sinceramente, eu não ouvi mais nada sobre esse projeto.”

Os filmes ‘Goosebumps: Monstros e Arrepios‘ e ‘Goosebumps 2: Halloween Assombrado‘ arrecadaram US$ 158 milhões e US$ 93 milhões, respectivamente. Apesar de não terem alcançado um grande sucesso nas telonas, as adaptações tiveram um grande retorno no mercado de vídeo e VOD.

Confira a sinopse oficial da série do Disney+ baseada na saga ‘Goosebumps‘:

“A trama acompanhará um grupo de cinco estudantes do Ensino Médio que desencadeiam forças sobrenaturais sobre sua cidade e devem trabalhar juntos – graças a e apesar de suas amizades, rivalidades e passados uns com os outros – para salvá-la, descobrindo segredos sobre o passado de seus pais no processo”.

Focada basicamente no público infanto-juvenil, a coletânea de 62 livros de ‘Goosebumps‘ reúne diversos contos de terror contendo criaturas aterrorizantes. Em 1995, o título ganhou sua primeira adaptação para a TV, tendo sido exibida até 1998 pela Fox Kids.

A série do Disney+ será comandada por Neal H. Moritz, que já trabalhou nos dois filmes da franquia para os cinemas. Nick Stoller e Rob Letterman serão os roteiristas e produtores executivos.

Como a produção ainda não tem elenco ou mesmo parte da equipe definida, a nova adaptação não tem previsão de estreia na plataforma de streaming.

‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ ganha vídeo ESPECTACULAR de 14 minutos no CinemaCon; Confira a descrição!

Durante o painel no CinemaCon, a Sony Pictures divulgou um vídeo com 14 minutos inéditos da aguardada sequência ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘.

O clipe traz um visual ESPETACULAR e diálogos afiados, além de apresentar cenas tocantes e cheias de ação. Promete ser um dos melhores filmes do ano!

Confira a descrição:

A cena começa com a Gwen Stacy visitando o Miles Morales pela primeira vez desde os eventos do primeiro filme. Ela o informa sobre uma sociedade secreta do multiverso composta por pessoas aranha, e que ela tem lutado ao lado deles para combater ameaças de diferentes dimensões. O objetivo dessa sociedade é impedir a colisão dos universos.

A cena destaca a química entre os personagens, indicando que a sequência finalmente deve explorar um romance entre eles. Miles obviamente ainda tem uma quedinha pela Gwen, mas a trama deve apostar no “amor proibido”. Gwen alerta que se envolver com um Homem-Aranha nunca acaba bem para ela (quem poderia esquecer do final de ‘O Espetacular Homem-Aranha 2’?).

Após conhecer os pais do Miles, Gwen precisa retornar à Sociedade dos Aranhas, alegando que não há “vagas” para o Miles se juntar a eles. A cena termina com um papo emocional entre o Miles e a sua mãe – onde ele quase revela sua identidade secreta –, que o encoraja a não desistir da Gwen.

A primeira parte de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ estreia em 02 de junho nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

O segundo filme seguirá o Miles Morales (Shameik Moore), que assumiu o manto do amigão da vizinhança do Brooklyn, enquanto ele se reúne com a Gwen Stacy (Hailee Steinfeld) para tentar navegar na complicada teia do multiverso em busca de um novo vilão e uma equipe de pessoas-aranha.

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Santos é conhecido por seu trabalho em ‘A Lenda de Korra’‘Avatar: A Lenda de Aang’, enquanto Powers co-dirigiu o aclamado ‘Soul’ ao lado de Peter DocterMike Jones.

Thompson, por sua vez, ficou responsável pelo design de produção do primeiro ‘Aranhaverso’.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Lançado em 2019, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ tornou-se um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 375 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 90 milhões.

Josh Brolin deve substituir Pedro Pascal em novo TERROR do diretor de ‘Noites Brutais’

De acordo com o THR, Josh Brolin (‘Sicario: Terra de Ninguém’) está em negociações para estrelar ‘Weapons‘, novo terror escrito e dirigido por Zach Cregger – que recentemente comandou o aclamado ‘Noites Brutais‘.

O ator irá substituir o Pedro Pascal (‘The Last of Us’), que teve que abandonar o projeto por causa de conflitos em sua agenda. Vale destacar que, recentemente, ele foi confirmado no elenco do reboot de ‘O Quarteto Fantástico‘.

Por enquanto, Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’) é a única confirmada no elenco.

A trama está sendo descrita como “uma história épica de terror centrado em bruxaria e crianças desaparecidas, com uma vibe similar que ‘Magnólia‘, filme aclamado de 1999, dirigido por Paul Thomas Anderson“.

New Line Cinema será responsável pela produção do projeto.

O diretor também servirá como produtor ao lado da equipe que trabalhou anteriormente em ‘Noites Brutais‘, como Roy Lee, JD Lifshitz, Raphael Margules e Miri Yoon.

As filmagens estão programadas para começarem em julho.

Vale lembrar que ‘Noites Brutais‘ está disponível no Star+!

Relembre o trailer:

Angela Bassett tem RETORNO confirmado em ‘Missão: Impossível 8’; Confira!

De acordo com o Deadline, Angela Bassett (‘American Horror Story’) teve o seu retorno confirmado na sequência ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘.

A atriz, que interpreta a diretora da CIA Erika Sloane, foi introduzida à franquia no filme ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout‘.

Anteriormente, o diretor Christopher McQuarrie havia revelado que a personagem originalmente faria parte do sétimo filme, mas sua participação não foi possível por causa da pandemia de COVID-19: “Ela deveria estar naquela sala ao lado de todos os outros chefes de inteligência. Ainda não vimos o último de Angela Bassett [neste universo] – ela é muito fabulosa, não tem como abrir mão dela, então sempre há um plano para o futuro.”

Missão: Impossível – O Acerto Final‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de maio de 2025.

Confira o trailer, dublado e legendado:

Além de Tom Cruise, a produção contará com o retorno de Hayley Atwell, Ving Rhames, Simon Pegg, Esai Morales, Pom Klementieff, Vanessa Kirby, Mariela Garriga, Henry Czerny, Shea Whigham, Greg Tarzan Davis, Charles Parnell e Frederick Schmidt.

Holt McCallany, Janet McTeer, Nick Offerman, Hannah Waddingham, Katy O’Brian e Stephen Oyoung completam o elenco.

Christopher McQuarrie retorna à direção, além de assinar o roteiro.

O orçamento do filme está na casa dos US$ 300 milhões, o mais caro da franquia.

Na trama, Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.

O capítulo anterior, ‘Missão Impossível: O Acerto de Contas‘, encerrou oficialmente a sua exibição nos cinemas com “apenas” US$ 566 milhões mundialmente.

Assista à nossa crítica do sétimo filme:

Confira o trailer de ‘Swiped’, filme que explora os bastidores da criação do Tinder

O Hulu divulgou o primeiro trailer de ‘Swiped‘, filme baseado na vida de Whitney Wolfe Herd – criadora do Bumble, um dos aplicativos de namoro mais usados no mundo.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção será lançada pelo serviço de streaming no dia 19 de setembro.

Na trama, a recém-formada Whitney Wolfe usa sua coragem e engenhosidade extraordinárias para entrar na indústria de tecnologia dominada por homens e lançar um aplicativo de namoro inovador e mundialmente aclamado (dois, na verdade), abrindo caminho para se tornar a mais jovem mulher a se tornar bilionária por conta própria.

Rachel Lee Goldenberg (‘Desgrávida’) é responsável pela direção e roteiro.

O elenco conta com Lily James, Jackson White, Myha’la, Ben Schnetzer, Pierson Fodé, Clea DuVall, Pedro Correa, Ian Colleti, Coral Peña e Dan Stevens.

‘Pinóquio: Maldição de Madeira’: Terror baseado no clássico infantil é ADIADO para outubro no Brasil

Com previsão de estreia para julho no território norte-americano, o terror ‘Pinóquio: Maldição de Madeira‘ (Pinocchio: Unstrung) chegará no Brasil apenas em outubro.

A adaptação sombria do clássico boneco de madeira será lançada nos cinemas nacionais no dia 1º de outubro, pela A2 Filmes.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Robert Englund, famoso por seu papel como o aterrorizante Freddy Krueger na franquia ‘A Hora do Pesadelo‘, dará vida ao Grilo Falante. Richard Brake (‘Noites Brutais’) interpretará o Geppetto.

O elenco ainda contará com Cameron Bell, Jessica Balmer, Jack Art Gray e Peter De Souza-Feighoney.

O design dos efeitos especiais fica a cargo de Todd Masters, artista vencedor do Emmy, reconhecido por seu trabalho em ‘Contos da Cripta: O Cavaleiro Demônio‘.

Rhys Frake-Waterfield, da franquia ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel‘, assume a direção.

A intenção é que todos esses projetos formem seu próprio universo compartilhado.

Em entrevista ao Bloody Disgusting, os produtores declararam: “Personagens não anunciados deste universo serão revelados em desenhos durante os créditos finais da sequência ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2‘, então fiquem atentos.” 

ITN Studios e Premiere Entertainment serão responsáveis pelas vendas, com Frake-Waterfield e Scott Jeffrey servindo como produtores.

pinocchio unstrung

‘The Batman’ será um suspense noir, afirma Matt Reeves

Os fãs apaixonados pela graphic novel ‘O Cavaleiro das Trevas’ podem se animar com a declaração mais recente do diretor Matt Reeves.

Em uma entrevista ao site New Trailer Buzz, o cineasta revelou que fará do novo filme solo ‘The Batman’ um noir de detetives.

Segundo ele:

“Creio que existe uma possibilidade de fazer uma versão de ‘Batman’ com uma perspectiva noir. Um filme de detetive que traga uma ótica muito poderosa, a partir do ponto de vista do herói. Espero que isso possa fazer com que o público se conecte ao que realmente passa na mente e no coração de Bruce Wayne”.

Zack Snyder promete “drama e relacionamentos complexos” em ‘Liga da Justiça’

Parte da ‘Liga da Justiça’ na nova foto oficial; Confira!

BOMBA! Ben Affleck abandona a direção de ‘Batman’

Participação de Lex Luthor em ‘Liga da Justiça’ deve ter cenas no Asilo Arkham

Kevin Smith diz que Darkside deve ser o verdadeiro vilão de ‘Liga da Justiça’

Roteirista de ‘Liga da Justiça’ reescreveu o roteiro de ‘The Batman’

 

‘Jojo Rabbit’: Sam Rockwel vai estrelar filme de Taika Waititi com Scarlett Johansson

O mais novo projeto de Taika Waititi, ‘Jojo Rabbit‘, ganhou mais um novo membro do elenco. O vencedor do Oscar, Sam Rockwell, estrelará a produção ao lado de Scarlett Johansson. A informação foi revelada pelo The Hollywood Reporter.

Segundo a publicação, Rockwell viverá um capitão nazista que comanda um campo de Hitler para jovens.

Johansson dará vida ao papel da mãe de um jovem garoto do exército de Hitler, que também é membro da Resistência.

A trama acompanha a história de um garotinho de 10 anos que sente falta de seu pai e sonha com uma versão adorável de Hitler, para lhe fazer companhia.

Escrito pelo próprio Waititi, ‘Jojo Rabbit‘ promete não ser um filme que vai tentar romantizar a figura do Führer. Segundo o roteirista, o personagem será bobão e cativante a abordagem será feita pela mente da criança, que costuma ser mais imaginativa e um pouco dúbia.

Confira a sinopse oficial:

“‘Jojo Rabbit’, de Taika Waititi, mistura seu humor de assinatura, compaixão e personagens profundamente convincentes em uma sátira da Segunda Guerra Mundial sobre um menino de dez anos que, ridicularizado por seus amigos e incompreendido por sua mãe, não consegue descobrir como se encaixar. À medida que o jovem alemão ingênuo luta para entender seu lugar em um regime cada vez mais fascista, ele recorre a um amigo imaginário que pode oferecer conselhos e ajudá-lo a lidar com as circunstâncias”.

 

‘Samaritan’: MGM vai produzir filme de super-herói sombrio com Sylvester Stallone

O veterano Sylvester Stallone vai encarar o papel de um super-herói em seu mais novo projeto. Segundo o portal Deadline, a MGM vai produzir ‘Samaritan‘, estrelado pelo veterano e que conta com uma abordagem mais sombria do popular gênero.

A trama se passa 20 anos após uma destrutiva batalha que acarretou na morte de um super vilão. Com o fim da ameaça, o herói acaba abrindo mão de seu ofício, levando uma vida distante do combate ao crime. Até que um garotinho passa a desenvolver uma amizade com um velho homem, que ele suspeita ser o herói desaparecido. Gradativamente, ele vai descobrir que a verdade é mais sombria do que pensava.

O projeto, que pertence a Stallone, ainda não possui diretor.

O veterano continua bem ativo nos cinemas. Após o lançamento de ‘Creed II‘, o astro voltou com a sequência ‘Rota de Fuga 2‘, considerado até mesmo por ele como um filme muito ruim. Ainda assim, o ator confirmou a produção de um terceiro capítulo, prometendo honrar seus fãs. Sly também está envolvido com ‘Rambo 5‘.

Continue acompanhando o CinePOP para mais novidades sobre o longa!

 

 

 

 

‘Batman V Superman’: Ben Affleck faz flexões nos bastidores em vídeo divulgado por Snyder

O cineasta Zack Snyder continua alimentando os seus fãs com conteúdos inéditos de alguns de seus filmes do Universo DC.

E além de publicar várias imagens de cenas jamais vistas de ‘A Liga da Justiça‘, ele também compartilhou um vídeo exclusivo, que traz o astro Ben Affleck nos bastidores das filmagens de ‘Batman V Superman‘.

No material em questão, Affleck aparece trajando o figurino do herói, enquanto faz flexões.

O vídeo foi compartilhado pelo diretor por meio de sua conta oficial do Vero.

Assista:

‘O Talismã’: Steven Spielberg e os criadores de ‘Stranger Things’ vão adaptar livro de Stephen King para TV

O aclamado cineasta Steven Spielberg e a dupla criativa por trás de ‘Stranger Things‘, os Irmãos Duffer, vão unir forças para adaptar o livro ‘O Talismã’ para a TV. A novidade foi anunciada pela própria produtora Amblin, na última sexta-feira (05).

Lançado em 1984, ‘O Talismã‘ foi co-escrito por Stephen King e Peter Straub e acompanha a história de um garoto de 12 anos de idade, Jack Sawyer, que sai em uma fantástica viagem para encontrar uma relíquia que pode salvar a sua mãe da morte, além de resgatar o mundo. Essa jornada cruza as fronteiras da América e vai levá-lo a uma aventura em uma subversiva versão espelhada do país, chamada Territórios.

A produtora Amblin, pertencente a Spielberg, já era detentora dos direitos de adaptação da obra original e o cineasta já havia expressado o seu desejo de trazer a obra à vida no formato cinematográfico. Em uma entrevista à revista EW em 2018, o diretor compartilhou o seu antigo interesse pela história, revelando que sua ideia para o projeto.

Curtis Gwinn, roteirista de ‘Stranger Things‘, assinará o roteiro da série, além de assumir a função de showrunner.

Spielberg e Matt e Ross Duffer serão os produtores executivos do projeto.

 

Crítica | The Girl from Plainville: Elle Fanning convence namorado a se matar em nova série biográfica

Michelle Carter estampou as manchetes ao redor do mundo após protagonizar um dos casos mais polêmicos da história judicial norte-americana. A introvertida adolescente foi acusada de convencer o seu namorado a tirar sua própria vida, por meio de mensagens de texto. Ainda que ela estivesse a quilômetros de distância da terrível fatalidade, seu nome ficou talhado nos últimos instantes de vida de Conrad, um garoto sensível que sofria de depressão e ansiedade social. E The Girl from Plainville tenta preencher o rastro de inúmeras lacunas deixadas pelo processo que dominou os tribunais, apresentando mais uma belíssima e tocante performance de Elle Fanning.

A produção original da Hulu, trazida ao Brasil pelo streaming da Starzplay, nos leva para os bastidores das milhares de mensagens trocadas entre o casal, que passou a maior parte do seu relacionamento à distância. Tentando equilibrar a questão de que Michelle também sofria de depressão e distúrbios alimentares e o fato dela (independente disso) ter induzido seu namorado ao suicídio, Liz Hannah (The Post: A Guerra Secreta) e Patrick Macmanus (Dr. Death) busca mostrar as demais camadas mais profundas que jamais chegaram aos principais noticiários dos Estados Unidos.

Indo além do combo “garota estimula namorado a se matar”, The Girl from Plainville tenta entender como a mente de Michelle funcionava, explorando seus aspectos narcisistas, à medida em que explora ainda mais as doenças psicoemocionais que ela sofria. Sem tentar inocentá-la da atrocidade que comentou, a minissérie dramática faz uma reflexão sobre a cultura de relacionamentos doentios nascida e sustentada pela era das redes sociais, além de ponderar sobre a importância da comunicação honesta entre pais e filhos dentro do seio familiar. Aqui, ao testemunharmos duas pessoas doentes tentando se ajudar à sua maneira, compreendemos ainda mais o quão delicado e complexo é o tempo em que vivemos – onde relacionamentos muitas vezes se restringem ao virtual e a ética e moral se tornam cada vez mais turvas.

E com uma atuação poderosa de Elle Fanning, que expressa uma voz mansa e um olhar triste em quase todas as suas cenas, somos uma vez mais presenteados pela incrível versatilidade da atriz em cena. Com uma caracterização mais soturna e um pequeno trabalho de maquiagem para emanar os traços faciais de Carter, ela cumpre seu trabalho de forma única, expressa seu talento até mesmo por meio do canto e brilha em tela, facilmente ofuscando os demais personagens coadjuvantes. Chloë Sevigny e Colton Ryan também não ficam atrás e compõem um ótimo trio de protagonistas, em uma trama cujo maior vilão é a falta de entendimento sobre saúde mental.

Com um roteiro repleto de metáforas que tenta tornar a dinâmica Michelle-Conrad mais convidativa, a minissérie é feita para os apaixonados por produções biográficas – ainda que peque em alguns momentos pela falta de apuração dos fatos e por deixar muitos detalhes cruciais do processo de fora. Mas de fato, o maior problema de The Girl from Plainville é seu ritmo. Excessivamente lenta, a minissérie possui pouco sabor para os que amam thrillers dramáticos e depende muito da curiosidade alheia para garantir a concentração do público geral até o final. Ainda assim, a nova minissérie da Starzplay é um excelente e delicado relato sobre doenças mentais, que se priva do direito de oferecer muitas respostas conclusivas. Até porque, depois de tudo que descobrimos neste caso, será mesmo que elas genuinamente existem?

Crítica | DOM é uma série eletrizante e essencial das facetas do RJ

Por trás de toda vida, seja a de um criminoso, seja a de um pacifista, existe uma história singular. A narrativa é o limiar do relacionamento magnético entre esses personagens e o público. Escrito a oito mãos, o roteiro do seriado DOM, constituído de oito episódios na Amazon Prime Video, é um desses projetos lapidados para servir ao delírio imagético popular, denunciar o racismo estrutural e a hipocrisia do sistema policial brasileiro. Acima disso tudo, existe um laço enternecedor da luta de um pai para salvar o filho. 

Baseado nas obras O Beijo da Bruxa, de Luiz Victor Lomba, e DOM, de Tony Bellotto, o projeto é produzido e executado por Breno Silveira (Dois Filhos de Francisco). Por meio de uma fotografia admirável e um roteiro competente, o cineasta traz às telas os detalhes das trajetórias do jovem Pedro Lomba e a do seu pai Victor Lomba (autor do livro adaptado) no Rio de Janeiro, da década de 1970 até o início dos anos 2000.

Com um desempenho energético, o protagonista Gabriel Leone (em breve em Eduardo e Mônica, ao lado de Alice Braga) surge de lentes azuis e cabelos loiros. Assim, ele consegue apresentar o fascínio de Pedro Lomba, conhecido como Pedro Dom, pelas drogas e os ritmos das favelas, ao mesmo tempo em que busca não decepcionar sua família. O primeiro episódio começa de forma frenética a impulsionar o espectador para dentro de uma bomba relógio. Ou seja, o roteiro estabelece o confronto entre o filho, em meio aos traficantes do Morro Dona Marta, e o pai, representante da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ). 

A dinâmica entre pai e filho é o fio condutor de toda engrenagem da série, uma relação complicada e afogada entre angústias e receios. Ao buscar o filho Pedro (Gabriel Leone) na favela, Victor (Flavio Tolezani) se apega ao seu último fio de esperança de salvá-lo do caminho das drogas e do crime. Sem fácil solução para a dependência química, o pai chega a algemar o jovem na cama e claramente negligencia as necessidades da outra filha.

Ao longo dos episódios, a série faz um jogo temporal entre as descobertas da juventude de Victor, o pai, e da infância de Pedro, o filho. Cada capítulo é trabalhado minuciosamente para construir uma percepção de Pedro Dom como um dependente químico, mas também um adolescente de personalidade abusiva e autocentrada. Sem linearidade, a direção consegue nos instigar a mergulhar cada vez mais na trama. 

As cenas finais produzem sempre um impacto e um gancho narrativo para dezenas de questões. Como Pedro tornou-se um viciado em cocaína? Como um mergulhador envolve-se com a Interpol e entra na PCERJ? Como um menino de classe média torna-se um famoso bandido? Pedro Dom, apelidado na mídia como “Bandido Gato”, por conta do seu fenótipo loiro de olhos claros, foi um dos criminosos mais procurados do Rio de Janeiro entre o fim dos anos 1990 e início de 2000.

Apenas uma série de oito horas poderia contar essa história em pinceladas tão intrigantes, como as dezenas de internações e prisões do protagonista, desde locais que remetem A Bicho de Sete Cabeça (2000), de Laís Bodanzky, a outros semelhantes ao de O Som do Silêncio (2020), de Darius Marder.

Os assaltos às casas de grã-finos do Rio de Janeiro são os momentos mais divertidos e criativos do roteiro. Cada personagem da gangue de Pedro Dom tem a sua função e os seus maneirismos, melhor desenvolvidos que dos adolescentes invasores de mansões de Hollywood, representados em The Bling Ring – A Gangue de Hollywood (2013), de Sofia Coppola

Vale ressaltar a performance hipnotizante de Isabella Santoni como a espevitada patricinha Viviane. Seu despudor e ousadia são fascinantes e as escolhas de composição,  tanto nos maneirismos como nos adereços, criam uma empatia à personagem, que escolhe manifestar de maneiras pouco ortodoxas sua rebeldia contra o sistema. Já a integrante da gangue e amante principal de Pedro Dom, Jasmine (Raquel Avelar), é o equilíbrio entre a emoção e a razão do protagonista, ela passa de objeto de desejo à sua única confidente nos momentos dramáticos. 

Bem balanceado, DOM tem também o objetivo de contar a chegada das drogas nos morros do Rio de Janeiro, a ineficácia e a corrupção da PMERJ, representada por um intenso André Mattos (Tropa de Elite 2). Além disso, a série coloca o dedo na ferida do envolvimento de crianças com entorpecentes e o assassinato de adolescentes negros nas favelas. São várias batalhas travadas no enredo, a principal é a dos protagonistas para encaixar-se em sistemas, seja Victor na polícia, seja Pedro nos ideais da juventude burguesa carioca. 

De baixo dos braços abertos do Cristo Redentor, entre as ondas do calçadão de Copacabana, e, claro, do alto do Morro Dona Marta, a série de Breno Silveira apresenta um desfecho admirável, até para quem já conhece o destino de Pedro Dom estampado nos jornais. A partir de diálogos convincentes e um bom encadeamento entre flashbacks, DOM é uma combinação lapidada de suspense policial, romance e drama familiar. 

 

DOM está disponível em oito episódios a partir de 4 de junho de 2021 na Amazon Prime Video. Primeira série original brasileira da plataforma. 

Adeus, Netflix! Amazon compra os direitos da série baseada em ‘A Torre Negra’

Apesar do fracasso comercial de A Torre Negra, o longa baseado em uma das mais aclamadas sagas escritas por Stephen King irá para a TV em breve, porém, pouco se sabe sobre o projeto, apenas que deverá ser um reboot da história.

Agora, segundo o Deadline, a Amazon está desenvolvendo e transmitirá o projeto.

De acordo com o Omega Underground, a série pode começar as filmagens entre junho e agosto desse ano, com locações na Irlanda e no Reino Unido. Especula-se que a série tenha entre 10 e 13 episódios. Ainda não há previsão de estreia.

Apesar de ainda estar em estágio inicial, de acordo com King, a série deve servir de reinício total para a saga. Como isso vai funcionar com uma possível sequência é o mistério. O autor comenta ao Vulture:

“O principal desafio foi fazer um filme baseado em uma série de livros que são muito longos, cerca de 3.000 páginas. A outra parte complicada foi a decisão de fazer uma adaptação PG-13 (Classificação 13 anos) de livros extremamente violentos e lidar com comportamentos violentos de forma bastante gráfica. Isso foi algo que teve que ser superado, embora eu tenha que dizer, achei que [o roteirista] Akiva Goldsman fez um ótimo trabalho ao levar uma parte central do livro e transformá-lo no que eu pensava ser um filme muito bom. A série de TV que eles estão desenvolvendo agora … vamos ver o que acontece com isso. Seria como uma reinicialização completa, então teremos que esperar. “

 

‘Expresso do Amanhã’: Série da TNT chegará ao Brasil pela Netflix

A TNT finalmente deu sinal verde para a série de TV baseada no longa ‘Expresso do Amanhã’ (Snowpiercer), estrelado por Chris Evans em 2013, de acordo com o Deadline.

E, de acordo com o The Hollywood Reporter, Graeme Manson, co-criador do sucesso Orphan Black, foi escolhido para assumir a função de showrunner na série de TV.

Outra novidade fica por conta da distribuição da série, que chegará ao Brasil e em outros países pela Netflix.

O diretor Scott Derrickson (‘Doutor Estranho’) anunciou via Twitter que não está mais envolvido com a série e explicou que a chegada de um novo showrunner trouxe uma nova abordagem.

Apesar disso, o elenco conta com Daveed Diggs (‘Black-ish’), que viverá Layton Well, um prisioneiro que junta-se ao motim do trem com certo receio; e Jennifer Connelly, que será Melanie Cavill, uma passageira da primeira classe que atua como a Voz do Trem.

Sarah Aubrey, a vice-presidente executiva de programação original da TNT disse:

“Sou fã desse filme épico do diretor Joon-Ho Bong e fiquei empolgada com a oportunidade de honrar a visão original dele e, ainda, expandir o mundo e os personagens com um elenco premiado e diversificado”

A série ainda não possui data de lançamento.

Confira:

expressodoamanha_7

Oscar 2023 | Quais filmes indicados já estão disponíveis nos streamings?

O mundo conheceu na tarde de ontem (24) os grandes indicados à premiação mais famosa do cinema. Com apresentação de Alisson Williams e Riz Ahmed, a cerimônia para divulgar os concorrentes às estatuetas da 95ª edição do Oscar foi amplamente dominada pelo fenômeno do Multiverso Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo, que conquistou nada menos que 11 indicações. No entanto, por mais popular que o filme tenha se tornado, ele ainda não está disponível em nenhuma plataforma de streaming. Então, para facilitar os fãs a assistirem os indicados, o CinePOP separou os longas que já estão nos catálogos das principais plataformas para que você consiga assistir ao máximo de indicados antes da premiação, que acontece em 12 de março de 2023. Confira!

Mas antes de começar este post, você pode conferir todos os indicados ao Oscar clicando aqui. A separação dos filmes foi feita de acordo com as plataformas em que podem ser encontrados.

Amazon Prime Video

Grande vencedor da última edição do Oscar, o Amazon Prime Video não emplacou nenhuma produção original neste ano, mas conta, por enquanto, com apenas um concorrente. E é um forte candidato a Melhor Filme Internacional em seu catálogo.

Argentina, 1985

Estrelado pelo onipresente Ricardo Darín, Argentina, 1985 é baseado na história real de dois promotores de justiça, que mexeram num vespeiro ao investigar e processar os militares envolvidos na ditadura militar argentina, a que mais matou na América Latina.

 

Mubi

Queridinho dos cinéfilos, o Mubi tem um catálogo espetacular. Neste ano, a plataforma traz apenas um concorrente em seu acervo.

Aftersun

Cotado por muitos para figurar na lista de Melhor Filme, Aftersun acabou conquistando apenas uma indicação para Paul Mescal na categoria de Melhor Ator. O filme acompanha as memórias de Sophie, que conta uma história de mais de duas décadas ao lembrar das férias que passou com seu pai quando tinha 11 anos de idade. Entre memórias reais e sua imaginação, a mulher constrói a imagem de seu jovem e misterioso pai, enquanto tenta entendê-lo melhor.

 

Apple TV+

Assim como as plataformas anteriores, o Apple TV+, até o momento, conta com apenas um indicado em seu vasto catálogo. No entanto, é um filme original do streaming, realizado em parceria com a badalada A24.

Passagem

Também conhecido como Causeway, esse drama conseguiu uma indicação a Melhor Ator Coadjuvante para Brian Tyree Henry. Neste drama psicológico, uma militar norte-americana (Jennifer Lawrence) retorna para casa após sofrer uma lesão cerebral na guerra do Afeganistão. De volta ao lar, ela sofre para se adaptar novamente à vida comum. Preste a um caso de depressão profunda, ela começa uma amizade com James (Brian Tyree Henry), um mecânico que também lida com um trauma muito grande.


Paramount+ e Telecine

Aqui temos um caso interessante. Tanto o Paramount+ quanto o Telecine, que pode ser acessado pelo aplicativo do Globoplay, contam com apenas um indicado em seus catálogos.

O mais curioso é que se trata do mesmo filme. No entanto, diferentemente dos longas que mostramos até aqui, esse indicado foi selecionado para concorrer em nada menos que seis categorias diferentes.

São elas: Melhor Filme, Melhor  Roteiro Adaptado, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Montagem, Melhor Som e Melhor Canção Original. Além disso, o longa em questão foi um verdadeiro fenômeno dos cinemas em 2022 e conquistou uma bilheteria muito expressiva, constando na lista de melhores do ano de muitas pessoas pelo mundo. Agora ficou fácil de saber que o filme é:

Top Gun: Maverick

Sequência do clássico dos anos 80, Top Gun: Ases Indomáveis, e ainda estrelado pelo incansável Tom Cruise, Top Gun: Maverick mostra Pete ‘Maverick’ (Cruise) se recusando a aderir à aposentadoria, o que o leva a trabalhar como piloto de testes. Após desafiar ordens de seus superiores, Maverick é designado a uma missão incomum: treinar uma nova leva de pilotos da Top Gun para cumprirem uma missão impossível nos ares.

 

Disney+

O streaming da Disney conta com dois indicados. Um já está disponível e o outro entrará no catálogo na próxima quarta-feira (1), então já vamos inseri-lo na lista. Juntos, esses dois filmes totalizam seis indicações.

Red: Crescer é uma Fera

Indicado a Melhor Animação, Red conta a história de uma pré-adolescente de origem asiática nos anos 2000, cuja boyband favorita vai fazer um show em sua cidade, para o desespero de sua mãe controladora. Para piorar, a coitada entra na adolescência e descobre que as mulheres de sua família são amaldiçoadas com uma transformação física extraordinária. Toda vez que ela se estressa ou vive alterações comportamentais, se transforma em um Panda Vermelho gigante.

Pantera Negra: Wakanda Para Sempre

Com estreia marcada para o dia 1º de fevereiro na plataforma, Pantera Negra: Wakanda Para Sempre conquistou cinco indicações nas categorias, inlcuindo Melhor Canção Original, Melhor Figurino, Melhor Cabelo e Maquiagem, Melhores Efeitos Visuais e a grande indicação a Melhor Atriz Coadjuvante para Angela Bassett. Na trama, o Rei T’Challa morreu. Sob o comando da Rainha Ramonda (Angela Bassett), Wakanda segue como uma nação poderosa. Porém, uma ameaça submarina surge na figura de Namor (Tenoch Huerta), regente de um reino submerso que entra em conflito com a nação africana.

HBO Max

Assim como a plataforma anterior, o HBO Max tem dois indicados em várias categorias, sendo favorito em algumas delas. No total, o serviço de streaming da HBO conta com 11 indicações.

Elvis

Indicado em oito categorias, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino, Melhor Maquiagem e Penteados, Melhor Montagem e Melhor Som, é justamente na categoria de Melhor Ator que o filme parece ter mais chances de se consagrar, já que a atuação de Austin Butler foi unânime. O longa conta de forma bem dinâmica a história do Rei do Rock, desde sua infância até sua morte precoce, dando ênfase tanto às visões do próprio Elvis quanto a ótica de seu controverso empresário.

Batman

Sucesso na crítica e no público em 2022, o novo Batman brilhou nas categorias técnicas. Ele foi indicado em Melhores Efeitos Visuais, Melhor Maquiagem e Cabelo e Melhor Som. A trama gira em torno do jovem Bruce Wayne (Robert Pattinson), que começou há pouco tempo a ser o justiceiro conhecido como Batman. Enquanto age nas sombras de Gotham, um misterioso terrorista surge, trazendo o caos para a vida do super-herói.

Netflix

Por fim, mas não menos importante, a Netflix já se tornou figurinha marcada no Oscar. Com produções originais e outras que apenas foram adicionadas posteriormente, são nada menos que sete filmes no catálogo, totalizando 14 indicações.

Nada de Novo no Front

Com nada menos que nove indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Maquiagem e Peteados, Melhores Efeitos Visuais e Melhor Som, o hit Nada de Novo no Front é a principal aposta da Netflix nesta temporada. Adaptando o clássico da literatura mundial de mesmo nome, esse filme alemão conta a história do jovem Paul, um rapaz idealista e entusiasmado que é convocado para defender seu país nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. Porém, todo esse idealismo vai se dissipando conforme ele tem de enfrentar os horrores da guerra.

Pinóquio

Franco favorito na categoria de Melhor Animação, Pinóquio traz a visão de Guillermo Del Toro para a clássica história do bonequinho de madeira que sonha em ser um menino de verdade. Solitário, o velho Gepeto cria um boneco de madeira que ganha vida num toque de mágica. Porém, o pequeno Pinóquio fica confuso com sua identidade e seu papel no mundo. Então, ele foge de casa para tentar se encontrar e acaba caindo numa aventura cheia de perigos e desafios.

Blonde

Baseado num romance fictício sobre Marilyn Monroe, Blonde foi massacrado pela crítica e está na disputa pelo Framboesa de Ouro na categoria de Pior Filme do Ano. Entretanto, em meio ao ultraje desse filme, houve uma salvação: a atuação impressionante de Ana de Armas como Marilyn. Seu trabalho rendeu ao filme uma indicação na categoria de Melhor Atriz.

RRR (Revolta, Rebelião, Revolução)

Verdadeiro fenômeno do cinema indiano, RRR conquistou apenas uma indicação em Melhor Canção Original. E apesar de ser meio decepcionante que só tenha sido indicado nessa categoria, ‘Naatuu Naatu’ é uma das grandes favoritas a levar a estatueta para casa. Esse longa conta a aventura épica de dois heróis revolucionários da Índia pré-independência que vão atrás de uma menina levada pelos exploradores do governo britânico,  mesmo sabendo dos riscos que isso pode trazer. É uma mistura de musical com drama, aventura e ação.

 

Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades

Indicado a Melhor Fotografia, esse longa do premiado diretor Alejandro G. Iñárritu acabou decepcionando por só conseguir essa indicação. O filme conta a história de um jornalista mexicano que vive em Los Angeles e construiu sua carreira por lá. Após ganhar um prêmio de prestígio internacional, ele volta ao México, o que o leva em uma profunda jornada a seu passado, misturando suas memórias, seus traumas e inseguranças com seu sucesso no presente, mexendo com a cabeça do homem em uma viagem insana.


Glass Onion: Um Mistério Knives Out

Controverso e divisor de opiniões, Glass Onion é mais um filme do diretor Rian Johnson que se populariza mais pelas reações mistas do público e da crítica do que pela qualidade do longa. Continuação de Entre Facas e Segredos (2019), o filme conquistou uma indicação em Melhor Roteiro Original. A trama agora leva o detetive Benoit Blanc (Daniel Craig) à Grécia, onde um bilionário excêntrico convidou seus melhores amigos para sua ilha particular para jogarem uma partida de “Detetive”. Só que um assassinato de verdade acaba acontecendo, e todos ali viram suspeitos.

A Fera do Mar

Assim como Pinóquio, A Fera do Mar é uma animação original fantástica da Netflix que conquistou uma indicação em Melhor Animação. Só que não desponta como favorito justamente pelo filme de Del Toro ser extraordinário. Nessa história, uma garotinha entra de gaiato no navio de um aventureiro famoso por ser um grande caçador de monstros marinhos. Com o passar da viagem, que visa matar o máximo de monstros possíveis, a menininha e o marinheiro criam uma grande amizade que vai mudar a perspectiva do caçador sobre as criaturas do mar.

Com apresentação de Jimmy Kimmel, o Oscar 2023 acontece em 12 de março de 2023.

 

‘Abestalhados 2’ – Diretores Explicam Como Fizeram o Filme 2 Sem ter Feito o Filme 1

Um grupo de cinéfilos apaixonados por cinema decide pegar atores reais para gravar seu filme às escondidas. Assim é ‘Abestalhados 2, nova comédia de ação brasileira em cartaz nos cinemas. E a repórter Janda Montenegro, do Cinepop, conversou com os diretores Marcelo Botta e Marcos Jorge, e também com o ator Paulinho Serra, sobre os bastidores desse filme muito louco. Confira!

Paulo, Manuel, Eric e Alex Bala sonham em fazer um filme de ação e aventura. Com um enorme talento para se meter em encrencas, eles partem em uma hilária aventura em busca do reconhecimento e do sucesso.

Crítica: 

Crítica | Abestalhados 2 – Comédia Nacional HILÁRIA Reúne ‘Choque de Cultura’ e ‘Hermes e Renato’

‘Anne With an E’, ‘The OA’ e outras ótimas 8 séries CANCELADAS pela Netflix

Quando foi lançada, a Netflix prometia investir em conteúdo que o público curtisse sem se preocupar com o sucesso comercial da série ou do filme. Porém, nos últimos modelos tudo mudou. Tentando driblar a concorrência em um mundo totalmente capitalista, a Netflix se tornou tudo aquilo que o streaming tentava não ser.

Nos últimos anos, eles cancelaram ótimas séries com história espetaculares apenas porque a audiência não agradou os executivos do streaming. E é claro, isso tem deixado os assinantes FURIOSOS… e com razão.

Diante dessa questão, o CinePOP tratou de relembrar 10 ótimas séries queridas pelo público que a Netflix cancelou.

 

Anne With an E (2017-2019)

Se você visitar qualquer post da Netflix em qualquer uma de suas redes sociais, é bem possível que encontre a seguinte mensagem de um fã: “Renova Anne with an E!” Uma das séries mais fofas e adoráveis dos últimos tempos, a adaptação do livro de Lucy Maud Montgomery para as telinhas foi cancelada pela gigante do streaming após três temporadas. Estrelada por Amybeth McNulty, Anne With an E conseguia tratar de temas sérios de forma leve e importante. Infelizmente, a companhia – ao lado da parceira CBC – julgou que os números de audiência eram insuficientes para garantir a continuidade da produção. Até hoje, existe uma campanha forte para o resgate da série, mas com o passar do tempo isso fica cada vez mais improvável. 

 

The OA (2016-2019)

Antes dos fãs de Anne With an E ocuparem as redes sociais da Netflix, o espaço estava “alugado” pelos fãs de The OA, que também ficaram revoltados com a decisão da companhia em não continuar com a saga criada por Brit Marling e Zal Batmanglij. Uma das produções mais ambiciosas e desafiadoras dos últimos anos, a série foi cancelada após duas temporadas. A justificativa, como quase sempre, foi a baixa audiência, embora a empresa reconheça a fidelidade dos fãs. Roteirista e protagonista, Marling agradeceu o apoio do público e criticou a decisão puramente capitalista dos executivos. Até hoje, diante dos muitos mistérios que envolvem a série, existe a teoria de que tudo não passa de uma jogada de marketing e que uma nova temporada será realizada em segredo.

 

Everything Sucks! (2018)

É muito difícil que uma série de comédia seja perfeita já em sua primeira temporada. Clássicos como The Office ou Parks and Recreation tiveram primeiros anos irregulares. Infelizmente, a Netflix não quis saber de dar uma nova chance para a divertida, envolvente e nostálgica Everything Sucks!. A comédia de amadurecimento contava o dia a dia de adolescentes em um colegial americano, e dava muita importância à questão da representatividade ao apresentar como protagonistas um garoto preto e uma menina lésbica. Havia muito potencial para crescer, mas isso acabou ignorado pelos executivos da empresa. Mais uma vez, a audiência baixa foi a justificativa.

 

American Vandal (2017-2018)

Poxa, NetflixAmerican Vandal merecia bem mais do que duas temporadas ou um total de 16 episódios. A série era uma paródia dos documentários investigativos no estilo de Making a Murder, trazendo os delitos para o universo do colegial, nos Estados Unidos. Além de brincar com um gênero de sucesso, a produção conseguia também contar sua própria história de forma divertida e envolvente. A primeira temporada chegou a ser indicada ao Emmy de Melhor Roteiro. O cancelamento se deu por causa do rompimento da parceria entre a Netflix e a produtora CBS Studios. A companhia de streaming passou a prestigiar as produções que eram 100% originais, então acabou abrindo mão da série. A CBS tentou buscar uma nova casa para American Vandal, mas ainda não conseguiu, e hoje isso parece algo bem improvável.

 

The Get Down (2016-2017)

Nem o cultuado nome de Baz Luhrmann (Moulin Rouge: Amor em Vermelho) foi o suficiente para salvar The Get Down do cancelamento ainda em sua primeira temporada (dividida em duas partes). Na verdade, aconteceu o contrário. Os muitos compromissos do diretor no cinema acabaram impossibilitando que continuasse envolvido com a produção da série. A Netflix poderia até continuar a produção sem o realizador, mas aí entram os outros fatores para o cancelamento: a baixa audiência, o alto custo de produção – a primeira temporada foi orçada num total de US$ 120 milhões – e a recepção dividida por parte da crítica televisiva.

 

Tuca & Bertie (2019-2021)

Sabe aquela história de grandes séries que ninguém viu? Este é o caso da série animada Tuca & Bertie, divertida produção criada por Lisa Hanawalt e dos mesmos responsáveis por BoJack Horseman. Focada na amizade entre uma Tucana e uma Pardal, a série mescla o nonsense com o divertido, sem esquecer de temas sérios. Fala sobre amadurecimento, sempre sob a perspectiva feminina. Mas, diferentemente da maioria dos casos dessa lista, aqui estamos diante de um final feliz. Embora tenha sido cancelada pela Netflix, sob o protesto dos fãs, Tuca & Bertie foi resgatada pelo canal Adult Swin e ganhará uma nova temporada em 2021. 

 

Sense8 (2015-2018)

Sense8 nunca foi uma unanimidade na Netflix. Apesar da horda apaixonada de fãs, especialmente no Brasil, a série sempre teve problemas na hora em que os executivos deveriam decidir: renovada ou cancelada. E foi ao final da segunda temporada que a fórmula baixa audiência + alto custo de produção (com filmagens em diversas partes do mundo) acabou resultando no cancelamento da produção. Acontece que… como destacamos anteriormente, Sense8 sempre foi uma série com fãs muito engajados e apaixonados. Pois bem, os mesmos “perturbaram” tanto a Netflix que a empresa acabou aprovando a realização de um episódio especial/filme de mais de duas horas para entregar um devido encerramento à saga criada por J. Michael Straczynski, Lana Wachowski e Lilly Wachowski

 

One Day at a Time (2017-2020)

Reimaginação de clássica série dos anos 70, One Day at a Time estreou de forma discreta na Netflix. E assim permaneceu ao longo de três temporadas. A série conta a história de uma família de origem cubana morando nos Estados Unidos e tem como grande atrativo personagens engraçados e carismáticos, além de temas atuais como representatividade, feminismo e preconceito. O elenco é liderado pela vencedora do EGOT (Emmy, Grammy, Oscar e Tony) Rita Moreno. Apesar de muito divertida, a série nunca teve uma grande audiência, o que acabou gerando seu cancelamento ao final da terceira temporada. Não bastasse a tristeza por ver sua série cancelada, os fãs ainda tiveram que aceitar um encerramento com um belo de um cliffhanger. Felizmente, ODAAT acabou resgatada para uma quarta temporada pelo canal Pop TV após uma campanha que contou com muitas celebridades. 

 

She’s Gotta Have It (2017-2019)

Produzida por Spike Lee e inspirada em clássico filme do diretor (Ela Quer Tudo, de 1986), She’s Gotta Have It não teve vida longa na Netflix. A série contou com apenas duas temporadas, e um total de 19 episódios. A decisão foi tomada no segundo semestre de 2019, logo após a Netflix registrar seu primeiro semestre com queda de assinaturas em muito tempo, nos Estados Unidos. Numa decisão estritamente comercial, a companhia decidiu não investir em produções que não tinham o potencial de trazer novos assinantes. Inicialmente, Spike Lee tinha o interesse de continuar com a série em um outro canal, mas isso ainda não aconteceu de fato. No momento, o diretor está prestes a lançar um novo filme na própria Netflix: Destacamento Blood.

 

Santa Clarita Diet (2017-2019)

Santa Clarita Diet foi uma das principais apostas da Netflix no campo do humor, contando com a presença de dois protagonistas conhecidos: Drew Barrymore e Timothy Olyphant. Original, divertida e absurda, a série acompanhava a rotina de uma família após a mãe, Sheila Hammond (Barrymore), morrer e se tornar uma espécie de zumbi que deseja a carne humana, precisando da ajuda da filha (Liv Hewson) e do marido (Olyphant) para sobreviver e não se colocar em evidência. Sem uma audiência de muito destaque, a produção acabou cancelada após três temporadas. Mas o pior foi o fato do cancelamento ter acontecido após um enorme cliffhanger, comprometendo para sempre a experiência dos fãs com a série. 

‘Deadpool’ fará sua estreia no MCU em 2021, diz site

Segundo o We Got This Covered, o icônico personagem Deadpool fará seu début no Universo Cinemático Marvel muito em breve.

Fontes próximas ao site revelaram que o irreverente anti-herói vai aparecer em um filme do MCU em 2021, e sua aparição ocorrerá em uma cena pós-créditos que certamente levará o público ao delírio. Entretanto, não se sabe em qual projeto ele vai aparecer.

Eventualmente, Deadpool ganhará seu terceiro filme-solo dentro do panteão – mas, segundo o diretor David Leitch, o longa pode receber censura menor que sua usual classificação R-rated (para maiores de 18 anos).

A informação foi compartilhada pelo cineasta durante uma entrevista ao Yahoo! Movies UK. Na ocasião, ele salientou que ‘Deadpool 3‘ não “precisa” ter classificação para maiores de 18 anos.

Disse:

“A classificação é R-rated, então isso não é necessariamente uma marca do MCU, mas o filme não precisa – necessariamente – ser para maiores de 18 anos e a Disney não precisa, necessariamente, fazer apenas filmes PG-13. Eu acho que vamos encontrar um meio termo”.

Tente escapar de ‘Westworld’ no novo vídeo da 3ª temporada; Confira!

A 3ª temporada de Westworld estreia em breve e, agora, a HBO divulgou um novo vídeo oficial da série.

Confira:

Confira os títulos e as sinopses dos novos episódios:

  • “Parce Domine”

Direção: Jonathan Nolan

Roteiro: Lisa Joy & Jonathan Nolan

Data de exibição: 15 de março

Se você está preso em um looping, tente andar em linha reta.

  • “The Winter Line”

Direção: Richard J. Lewis

Roteiro: Matthew PittsLisa Joy

Data de exibição: 22 de março

As pessoas constroem muros. Traga um martelo para sua vida.

  • “The Absence of Field”

Direção: Amanda Marsalis

Roteiro: Denis Thé

Data de exibição: 29 de março

Se você não gosta do que vê no espelho, não o culpe.

  • “The Mother of Exiles”

Direção: Paul Cameron

Roteiro: Jordan Goldberg Lisa Joy

Data de exibição: 05 de abril

A verdade nem sempre irá te libertar.

A produção estreia no dia 15 de março de 2020.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

‘The Last of Us’: Série da HBO vai expandir a mitologia do jogo

Em entrevista ao IGN, o roteirista Craig Mazin comentou um pouco sobre o novo e ambicioso projeto da HBOThe Last of Us, dizendo que sua versão para as telinhas irá expandir a mitologia dos jogos originais e que ele está trabalhando diretamente com Neil Druckmann, um dos criadores do game.

“Acho que os fãs tem medo de que, quando a propriedade é licenciada para outra pessoa, eles não vão entendê-la ou vão mudá-la. Nesse caso, estou trabalhando com o cara que fez [o jogo], então as mudanças que vamos fazer são para acrescentar coisas e expandir, não para desfazê-las, mas sim para aumentá-las.”

A produção é fruto de uma parceria entre a Naughty Dog, HBO, Sony Pictures Televison e a PlayStation Productions, que fará sua estreia na criação de séries de TV.

Ainda sem data de estreia, o projeto terá como produtores executivos Druckmann e Mazin, showrunner de ‘Chernobyl‘.

Confira o anúncio:

“Estamos muito empolgados por unir forças com a HBO para criar uma série TV baseada em ‘The Last of Us sob o comando de Neil Druckmann e Craig Mazin.”

Em entrevista para o The Hollywood Reporter, Mazin elogiou o trabalho de Druckmann e comemorou a parceria:

Neil Druckmann é sem dúvida o melhor contador de histórias que trabalha no mundodos games, e ‘The Last of Us‘ é sua obra-prima. Ter a chance de adaptar essa obra de arte de tirar o fôlego é um sonho que eu tenho há anos, e estou muito honrado em fazer isso ao lado de Neil.”

Além de Druckmann e Mazin, o projeto também contará com Carolyn Strauss e Evan Wells, presidentes da Naughty Dog, como produtores executivos.

Por enquanto, mais detalhes não foram revelados, e como a ideia está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas ao longo dos próximos meses.

Lançado em 2013, ‘The Last of Us se passa num futuro pós-apocalíptico e acompanha a jornada trilhada por pelo traficante Joel e a jovem Ellie, a única capaz de encontrar a cura da doença que devastou o mundo.

Lembrando que a sequência do game será lançada ainda este ano, em 29 de maio.

Crítica | ‘A Festa de Formatura’ é uma overdose de glitter e de música que tropeça no meio do caminho

Quando pensamos em prolificidade criativa, não há nome como o de Ryan Murphy para calçar esses sapatos com perfeição. Murphy é apenas o criador por trás de uma das antologias mais famosas de todos os tempos, ‘American Horror Story’, e também de diversas outras produções que caíram no gosto popular – incluindo o spin-off ‘American Crime Story’, a adorada série musical ‘Glee’ e o drama LGBTQ+ ‘Pose’ (uma das melhores produções das últimas décadas). Agora, após fechar uma parceria com a Netflix, Murphy já produziu diversos conteúdos originais que, para o bem ou para o mal, ajudaram a popularizar ainda mais seu estilo artístico único – incluindo a mediana série ‘The Politician’ e a visualmente belíssima ‘Ratched’, spin-off de ‘Um Estranho no Ninho’ estrelado por Sarah Paulson.

Depois de oferecer sua própria perspectiva para o remake de ‘The Boys in the Band’ – uma releitura sólida o suficiente para nos manter presos do começo ao fim -, chegou a hora de Murphy apostar mais fichas em suas veias teatrais com a adaptação do musical ‘The Prom’, que recebeu o título de A Festa de Formatura. Voltando a explorar a necessária representatividade queer no cenário mainstream, o realizador abriu portas para uma história que é centrada numa jovem garota lésbica que é impedida de participar do baile de formatura de seu colégio pela orientação sexual – evento que chama a atenção de estrelas da Broadway em decadência para tentar reverter a decisão da comissão de pais e mestres e dar a ela o que merece e o que lhe é direito.

No geral, o longa-metragem é bastante chamativo, ainda mais por não se situar exatamente em um período histórico único, e sim se espalhar para a contínua luta da comunidade LGBTQ+ pela aceitação e pelo respeito em um mundo cada vez mais retrógrado. Aliando-se à fotografia explosiva de Matthew Libatique (‘Nasce Uma Estrela’) e aos brilhantes figurinos criados por Lou Eyrich, Murphy arquiteta um enredo adorável em todos os seus aspectos, mas que tropeça no meio do caminho por uma extensão interminável e alguns atos que poderiam ser cortados sem afetar as mensagens de paz e de empatia que exalam à medida que chegamos ao terceiro ato. Em outras palavras, o visual estonteante acaba servindo como máscara para diversos equívocos que se aglutinam em uma bola de neve incontrolável.

Murphy encontra um terreno fértil para brincar com suas incursões deliciosamente afetadas que tanto conhecemos de investidas anteriores, ainda mais por deixar o roteiro a encargo dos dramaturgos da peça original, Bob Martin e Chad Beguelin, e a trilha sonora como responsabilidade de Matthew Sklar, provindo dos palcos da Broadway e de suas influências de ‘Chicago’ e ‘Nine’. Mais do que isso, o elenco, guiado pelas performances irretocáveis de Meryl Streep, Nicole Kidman e Kerry Washington, faz o melhor de uma infeliz linearidade e uma falta de ousadia que é uma entrada esquecível ao expansivo catálogo da carreira do cineasta.

THE PROM (L to R) ANDREW RANNELLS as TRENT OLIVER, KERRY WASHINGTON as MRS. GREENE, MERYL STREEP as DEE DEE ALLEN, JO ELLEN PELLMAN as EMMA, JAMES CORDEN as BARRY GLICKMAN in THE PROM. Cr. MELINDA SUE GORDON/NETFLIX © 2020

Streep dá vida a Dee Dee Allen, uma veterana dos palcos nova-iorquinos que, após sofrer uma grande decepção em sua última estreia, se une a Barry Glickman (James Corden) para reavaliarem o modo como a mídia os enxerga – uma dupla de artistas narcisistas e indignos de qualquer apoio do público – e encontrarem um modo de fazer qualquer serviço social em troca de “boa publicidade”. Acompanhando-os para uma pequena cidade de Indiana, há também a otimista e problemática Angie Dickinson (Kidman) e o egocêntrico Trent Oliver (Andrew Rannells em uma de suas melhores atuações até hoje) – e o quarteto improvável segue marchando com um coro da peça ‘Godspell’ para irromper no tradicional Colégio James Madison e ajudar Emma (interpretada pela novata Jo Ellen Pellman) a se reerguer.

Enquanto comédia, Streep e Corden nutrem de uma química espetacular e de diálogos irreverentes que não pensam duas vezes antes de chocar os espectadores pela diabólica crueza e por uma retorcida egolatria que, eventualmente, emerge como base de complexas e traumatizadas personalidades. Porém, quando a atmosfera começa a se respaldar em um drama tour-de-force, as coisas desandam e parecem manchar uma sutil e familiar estrutura com simbologias datadas, querendo entregar mais do que realmente consegue. O melodrama funciona essencialmente quando a antagonista encarnada por Washington, Sra. Greene, passa por uma profunda transformação, mostrando-se como uma megera religiosa que entra em conflito com suas próprias crenças quando percebe que a filha, Alyssa (Ariana DeBose) é tudo aquilo que outrora condenava.

Tenho certeza de que as exuberantes canções de Sklar realmente funcionam no âmbito teatral, mas aqui até mesmo as faixas mais interessantes se rendem a mais formulaicas das progressões e a uma repetitiva reciclagem sonora que, no final das contas, impede que elas falem por si mesma. Temos as breves exceções de “Changing Lives”, da fosseana “Zazz” e até mesmo da gospel incursão de “Love Thy Neighbor”. O intrínseco problema se faz num estranho desconforto e em movimentos quase robóticos por parte do elenco, desprovidos, às vezes, da tão sonhada naturalidade musical.

A Festa de Formatura é uma diversão garantida, isso não podemos negar. À medida que se desvencilha de explorações profundas e deixa as presunções de lado – mais precisamente com a iminência do grand finale -, temos uma história que celebra a vida e celebra o amor a quem somos de verdade. A overdose de glitter e de alegria pode até funcionar, mas passa longe de  explorar todo o potencial que esconde.

‘The Bad Batch’: Tech surge imponente no novo pôster promocional da série do Disney+; Confira!

Disney+ divulgou mais um cartaz oficial de ‘The Bad Batch‘, nova série animada baseada no popular universo de ‘Star Wars‘.

A série estreia no dia 04 de maio.

Confira:

Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os episódios são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.

Star Wars: The Bad Batch gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.

Dee Bradley BakerMing-Na Wen fazem parte do elenco.

‘A Pequena Sereia’: Live-action com Halle Bailey terá QUATRO músicas originais!

Em uma recente participação no podcast For Scores, o aclamado compositor Alan Menken revelou que o remake em live-action de A Pequena Sereia, estrelado por Halle Berry, terá nada menos que quatro músicas completamente originais.

As canções foram compostas pelo próprio Menken e pelo talentoso e múltiplo vencedor do Tony Lin-Manuel Miranda. Na entrevista, o artista também comentou um pouco sobre o processo de criação das faixas e como Howard Ashman, liricista da animação original que faleceu em 1991, foi relembrado.

“A princípio, Lin-Manuel Miranda estava tendo problemas em criar canções no estilo Alan Menken e ele sentiu que ter a sombra de Howard por perto era um prospecto assustador. Então, escrevemos quatro músicas que estavam num equilíbrio para ele e para mim”, Menken revelou.

Lembrando que, apesar das filmagens já terem terminado, a produção teve lançamento adiado para o dia 26 de maio de 2023.

A adaptação em live-action da clássica história terá algumas mudanças em relação à backstory das personagens principais – incluindo sobre a icônica vilã Úrsula (Melissa McCarthy).

As informações indicam que a bruxa do mar será tia de Ariel (Bailey), algo que já havia sido considerado para a versão animada da Disney. Aliás, no conto assinado por Hans Christian Andersen, a feiticeira não tem nome e não tem muita proeminência na história, tendo insurgido como a principal força antagônica apenas em 1989.

O elenco é formado também por Daveed Diggs, que dará vida a Sebastião, Melissa McCarthy como a vilã Úrsula, Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão, Jacob Tremblay (O Predador) como o icônico peixinho Linguado e Jonah Hauer-King (‘A Caminho de Casa’) como o Príncipe Eric.

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão. ZendayaKeke PalmerChloe Bailey estão sendo cotadas para viver as irmãs de Ariel, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

Dirigido por Rob Marshall, a obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda.

Halle Bailey, que dá vida à mais nova versão de Ariel, postou uma belíssima imagem de bastidores. Na foto, Bailey posa já caracterizada como a personagem titular na costa de uma praia ao por do sol.

Na legenda, ela escreveu: “e dessa maneira… Chegamos ao fim. Depois de fazer audições para o filme quando tinha apenas 18, prestes a fazer 19, a terminar as filmagens durante uma pandemia, quando completei 21 anos… Finalmente conseguimos”.

Confira: